Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03802


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Full Text
Ann) de 1841. Sexta Feirv
Tudo a?rra d'-pende de nos mesroos ; da nossa prudencia, modera-
cao, e enerva : aoattaamios orna principiamos, seremos apontados
coro ad oiracaa entre as Vaces waiacultu.
Proclamacio da Assemblea Geral do Brasil;
-*---
Sur*ereve-?e para esta foiba a o'ooo por quartel pagos adiantado
nesta nrpografia ra das Ouies .5, e na Praca da Independen-
ta, n. 37 e 53, onde se recenem correspondencias legaiisadas e an-
nuncios inaann lose ses gratis sendo aos proprios assianantes, e
viudo asgnados.
PARTIDAS DOS COBREIOS TERRESTRES,
Ctiadeda Pa.-ahiba Viiias da saa OTtenc*o .... ,\
D.:i do Rio (r/snde d, Norte, Villas Liara.
pita da Fortaleza e Villas dem........
Lidide de Goianna...............
oi.'.ade d- linda.................
Vil-.a de i. .\niao.................
D/ta deGaranbuns e Povoaciio do Bonito .....
Ditas do Caoo, Serintiaern, Rio Forinozo, e Porto Calvo.
Cidade das Ala^oas, c de ftiacei......
Villa da PJa" de Flores................
Todot os Correioi partem ao meio dia.
14 de Maio. Ni-m. 104.
I! ------
CAMBIOS. Miau i3.
Londres...... t; d. por l|ooo eed.
Lisbca......80 por o|o preeiio por matal ofleretidoi
Franca...... 31o reis por franco. C-,->. VerHa
ORO Moeda de 6#ioo rcis, velhas 14700 lajfooq
, pilas ?, "" l4#5oo 1700
9.
Ditas de efeoo res,
Koo -
PKATA Fauces Brasileiros s 1;. I). -
Petos Coltimrtarios----------- 1/680 -

?Sej. e Sextas ferias.
Todos os diasi
Quintas letras.
lo, e ?4 da cada mea
11, e ai dito dilo
dem dem
dem 13, dito dito
PHASES DA LA NO META DE MVIO.
La (Jaea a 5 as 11 h. 4 1 n. ,aa man.'
Quart. ming. a i3-as 1 b. e 5$ m. da tard.
La Nova a 20 as q h. e ai m. da tard.
Quart. cese, a 37 as b. e 47 m. da aun.
Siare thtia para o dta 14 de AI As 10 horas e 5< niatos da lar !e.
As It luras e i3 minutos da inmli.
8|4oo
1700
Ditos Mexicanos ------ i#6oo i^tiso
Miu!a. ---.------- ij;ji tufo
Desc. ds bilb. da Alfandega 1 i|S por loo ao mee. I o|o
dem de letras deboas firmas 1 ii a 11|{
M^i da cobre 1 por 100 de disc. ao par
Sedulas de pequeo valor !|i ojo a 1 oj
DAS da semana.
io Segunlt S. Aitlonij Are. Audie'iaia da Jui de.Direito da a,
vara *
1 Terca S Anssticio M Reliara e audiencia do Jiiz de Direito da 1
vra.
it QiarU 3. l-i.in-ia Prncevi. Aud.ien'ih do Juicda D. da V vara.'
15 Quinta S. N. uj Mdilirioi Audiencia do jai* rio i>.r vitada, 3.
vaia.
l'l Serta S. Gil-- AutieVicia do Juiz de O Ai t. v.
i5 Sabbaio S ftidirjLivrd.br. Rllacj a a 1 ile i".a d J.i!z da D
da 3 vara.
i5 Djminga S J>"u Xepomjceno M.
PERNA 1IBUG0
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 10 do frrente.
P Officio Ao Inspector da Thesouraria de
Fasenda, parlecipando-lhe que porAvizo
de -ia de Marco ulliico oi approvada a no-
ropaco de Joo Athanasio Boleliio para o
Lugar de Guarda da Mesa do Consulado.
Dito,-'o nns'.uo para faser descontar
do prioneiro de Janeiro de 1842 em diante
ao Coronel Francisco Jos Martins contri-
buinte do Monte Pi Geral oes Servid res do
Estad 1 a quanlin de cincoenta muris por an-
uo, visto ter el!e pa:o ;ia respectiva Thesou-
raria tudas as coiittibuices e seos juros al
o fim df Uesembro do frrente anuo ron-
forroe partecipou o Director Secretario da-
tjuelle est bellerimento.
Dito Ao Director Seeretario do Monte
Po Geral dos Sridori's do Estajo coiumu
nicando-llie a expedictjo da ordem. supri.
Dito Ao Inspector da Tliesouraria ci-
ma mencionada, ordenan lo-lhe que minde
a bou. r aoCoionel Erancisco Jos Marti.is
Commandante das Armas Nomeado para a
Provincia do \-aianlio a qunnlij de oooU
reis t.or coula dos seos sidos e mais vau-
UgeoSi
Lito Ao Corouel Francisco Jos Martins
fommuuiciudo-lbe a txpeiceo da ordem
supra,
LitoAo Inspector da Thesouraria das
Reudus ProviiicUea, responuendo-ljie que
poutia em ora aiieualaco o imposta da Di-
simo do gado vacuno e cavallar visto nao
terem appareiido licitantes que anematas,e.Ti
oeolguns Municipios pelo preco di ulii-
u.a ariemalatao nao s pela redueco leila
peloailigo 49da Lei provincial numero 87
tomo por tuia do perecimento do mesmo
gado no inte: ijr da Provincia.
^ Do -- Ao Prefeilo d^ Comarca F. A. de
S. iianeio comuunicaodo-llie a sua suspeu-
sao do exeicuio do reierido cargo e do dos
aub-i'ieKiius dis t.es Freguesiai desla Ci-
thUB em cofissqueocia de lerem sido pronun-
cudos pelo Juioda piimeira vara do Crime,
ptla pribo, excelso fc violencias pratica-
Uos com Uuus subdujs i'orlujjuajes.
L110 no Promotor Pob ico da Comirca
doKecilo, communicando-lhe o cunieudo no
pitcedei.te omcio, e oiueniido-lbe que p-is-
aca turnar coula da rrtleuia da Comarca.
Lilo Ao Insoctu Grol das obras publi-
cas, signticaiiuo-Ue, que tendo a Assemblea
dito Convento que nao for precist pira a
commodidade dos doentes ; devendo a este
respeto obrar de commum acoordo com os
ditos Religiosos.
Portara Ao Commandante d% Comoi-
niiia de Operarios para mandar immediata-
mente a presentar ao Director interino do Ar-
senal de Guerra o Mestre Carpina Alemij ,
e os mais Carpinas existentes em dita Com-
panlaa a fim de serem empregidos- nos tra-
balhos de que se acha incumbido o mencio-
nado Director.
dem do dia ti.
OBcio Ao Commandante das Armas,
enviaiido-lhe o pret e relaco das pracas da
Guarda Nacional que formarj o Destaca-
mento da Comarca do Pao do Albo no mez de
de Polica, fasenlo-lbe igu.l communica-
(io
Dito- AoTencnte F. A. de 9 Brrelo,
communicanb-llie a sui demissla do Cargo
de Prefeilo da Comarca.
THESOURARIA DS FAZENDA. -
Expedienta do dia 5 do corrate.
Portara Ao Thesaureiro da Basand a ,
ma)idando pagar a Angelo Francisco Carnei-
ro a quaniii de ;3joCJoo) reis valor dd uc
lotra a 3od|p sacada em i8 do corrate com
abanada de Tboraei de Aquina Foncasa so-
bre Antonio Josa Sobres Uuarte & Cvap.
da Provineia do Vltlanho a fivor da fue
Fevereiro ultimo, a fim deque mande sa-iS3urira da mesma Provincia.
lisfasero sua importancia ao Alteres Prolfia
da Silva Tavares que com man Jou o referi-
do Destacamento.
Dito Ao Commandante Superior da
Guarda Nacional do Recife, communican-
do-ibe a approvaco da proposta dos pos!o>
Dita Ao mesaia mo.dandi pagir a Ma-
noel Joaqu'm llano; e SiIv a qua-iitit de
4,o.)oU rs. valar de outra letra a \a d|p sica-
da em ig da carrenta com abjn icio de Ja-
o Antonio Gon^alves VJaduro sobre Joo
Jos Nosueira da Provincia da Maranio a
vaos do lerceiro alalbo que acompanhou favor lambe n da Thesouraria de Faseuia di
o seu otBcio de 8 de Setembro doaiino pro- mesma Provincia.
X>mo passado, e ordpiiando-lhe qui a fici Dita Ao mesojo mindmda ptgir a N. O.
publicar em ordem do da, a li.11 de que os Biebcr & Com;j a quau-'.ia d ao,ooofj res
piomovidos soleciiem suas patentes pea 3e- valor dt duas Letras dsy/aaa reis a 5a dja
cretaria da Provincia. i e de i iioojU de reis a b'j d|p sacad is na
Dito Ao Inspector Geral das Obras pu- mesma dala co a abonaco de Joa Hara Se-
blicas approvando as providencias que deu i ve sobre F. iieber & Compau'ii da Pro-
para 'seguranza da obra da Cadeia da Limo- i vincia do Miranba a favor da Tli
i'.l'O.
usouraria
' da mesaia Provincia.
Dita Ao Encarregado da Cintabedade
Militar, recommenduido-lbe empumprimei-
ito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
aba aulborisaudo-o avista do qne expen-
de em seu obeio de S do carrete p^ra con- | to do oiHcio do Exm. Presidente da Provincia
iimi ir na taclura das obla do litigue Capii- de 29 do passado, a fim de ser cumprido o
libe, do bicho do Arsenal pelo lado da ma- Imperial avisa de i\ de Marco prximo pss-
r pequea e da edifioaco do Teliiciro pi- s.no, que com tal 1 a brevijade f ?a extrair,
ra gualda das madeiras de constiuc;o. e remetler a viesa da mes na Thesouraria co-
Diio A Cmara Municipal da Recife pas autlienticas das les d'olBcio de todos os
para que a illuminatja d.s festejas da dia biUciaes dos Carpos de primelra e seguuda
ad da corrente seja feilo nos dias aa, ai e Liui da Provincia que ven^em sold, e
4, e nao nosde-ai, 4 e a5, como poblicou be n as,i u de todos os oriiciaes lieneraes, dos Inspector da Allandega par S. M. 1. que
AWSXCIO
A Tbeiour^ria de Fosead 1 precisa rVetar
hum Navio de primein (Jlasse para transpor-
tar Pa Bia:il pira Landres- que.-i o liver
queira comp.recer na oafliii^E'esrjararia na
dia 17 da correle oelas 11 inris narra tratar
do slretam'nto. .Secretaria da Tiiesounria
de Fazenda 1 i de Maio de 184 1.
Naiupedimeuta do Oficial Maior
Ignacio dos Siutasdi Fonceja,
THEZOURARU PROVINCIAL.
EDITA-,
O Illm. Sr. Inspector rji Thesouraria das-
lleudas Provinciaes, manJl fi/.er publisO
que as Rendas postas em arrematara peraute
a mesma Thesoursria njs uias 5 7, 8 do
correle pelo Editil do 1. de Marca prximo
fiado e que ainda uo fora arremiiudas par
nao apparecerem Licitantes, pass a ser no-
vamentu pastas em leila pelo preca medio
dos tren annos anteriores outor.a.5 a disaast-
co do Decreto de if de Sove.aitro de idaj ,
e officio do Exm. Presidsnts da io da presen-
te mez na da 1 i do mesmo a saber 1
1.* imposto de aoio por cabec de Ga-
do dos Municipios da Limoeiro e da i}re;a.
a.* Diiimo do Gado Vacua e 'Javallar
dos ^Municipios de Garanbuns F.ore e l'a-
caral e Boi-VisU e Cabrabo.
E para constar se mandau -.'.ti< ir o p*e.id;:e
e pualicar pela Imprenta.
Secrataria dj Tnesourarii das Rea 1 is Pro-
vinciaes de Pernambuco 1 k- vihj da ibi'l.
O Secretario
Luis da Casta Poiia:anv.iro. '
Diversas liepartiyOes
ALFAEDEG.V DAS FAZENDAS.
ED1TAL.
Vicente Tbomaz Pires de Fi;;ueiredo Ca-
m irgo Cavalleiro da Ordem d : Citrista e
no seu Edilal.
do Estado Viatar do Exercito e quaes quer Dos Guarde ee, Fai saber que no dia
lilm. e Rm. Sur. Teiba presente oof- ouiros avulsos, empreado; ou por empre- i docorrenle pslo meio da, e na por'a
filio de V. S. de 37 de Abril prximo passado, gar comprebeadidoi os reformadas deven- ,d* mesma, se ha de arremitir em basta pu-
no qnal me dirige suas aiais obiaquiosas fe i- uo as mesmas es de officio serem acampa- blica dusentas e trinta eseteClnles da S2da
cit-.coes por ler tomado coala da l'iesidencia abadas u..s observaces que forem necessa- ni) valor de i:8oo(Jjoo, impujnadas p.-ia
deia Provincia, h em resposta cumpre-me ras para esclarecimentos de qualquer duvida Guarda Tbomax Jase di Costa e &J, uo'des-
significar a V. S que recebi conomiior que possa olerecer-se sabr a anlijuidade de pacbo por factura de Adaur Si C>mp e
carado esta demonstraco de sua urbani iade aljma 011 alguus das ditas oficiaes. 'mais viole e quatro Chales lamben Je
para comiga ; e a^radeceado sobre maoeira uito /io mesmo remetlendo-lhe no pro seda uo valar de ^alio^o. impugnado) pe-
os volos q'taz para que seja prospera a miaba prio original o ctfi ia do Comandante das lo Guarda Joo Mauoel da Castra no des-
adminiraco e louvo igualmente pelos pa- .Armas de 6 de Abril pioxima passado a pacbo por factura de Manoel J aiquim Ranos
trioticot stntimealos, que os aniaio, dos (i a de ti car na ia.elijencia de que o Esqua- & Silva, sendo o arrem.tuate sueita ao
quaes espero a mais prestaale oadjuvaco no dio de Cavailaria deve re>tiluir adilleren- palamenta doi direitos
do
Alfandega ia de Maio d
oitUne ; lumpie que suspeada Immedia-
lamcule as obias que se ali es'.avo lasendo.
Dilo Ao mesuio res(.ouueudo-lhe que
pode salitiatr as requisi^es do Inspector da
iaiiei:a ua honle da aaagdaleua e eaviar-
iLe o ixerxplar do riegulaueato das barreiras,
que se i lie lean lie.
Dilo A Auministraco dos Estabelleci
n.entos de Caridad* ignicando-ihe, que
con viudo que as dtle niiiiuVoe.-> da tViesideacia
teuhu a uevida execucao lite 01 deaa, que
nao ubstaule ter a trenaacla Adruimslracodos
n.ts.i os Lslabeieti.. e i.ius lepresentada que
i:ao ca possivcl tmiitgar parle alguraa do
Convento do Cainio em que se acha eslabc-
l84l.
V. T. P. deF. Cmarsa.
Legislaiita i rovincial desaptovado a remo- desempeoho da passada trela, que me fui ca do valor da etipe de ido res a acoris da
i,o do Graude Hospital para o Convento da confiada. 11. ao ultima de Janeiro visto que na confor-
Dos Guarde a V. S. Palacio do Governo laade da c/idem da da de 16 de Fevereiro
de Peraambuco 11 de Mar^o de 1841.-Ma- o ailo valor de 140 reis s podia ser lirado do
noel de Sousa Teixeira Rev. Snr. ioao E- da 1. da me>mo mez de Fevereiro.
vangeiista Leal Perequilo, Vigario da F're- Dita Ao Collector de Diversas Rendas do
gnesia das Flotes. 1 Municipio de Oimda parlecipanda ibe em
Portara I\orneando Prefeilo da Comarca resposia ao seu o.iicio da ai de Abril proxi-
do Recife o Vlajor Manoel do JNascinceuto da uo lindo, qua na mes.ua dala se pedia ao
Cosa .Uonleiro e despeusando desie Caigo E\.n. KrdUa'eiHe di provincia a expediixio
ao 'Pnente Francisco Antonio de S bar reto, d.s suas fdea* o Juiz de Direito do Civel
Omcio Ao Promotor Publico e Prefeilo pira qua aa Carlono da Tabelio de olas
iuleiiao da Comarca, commuuicaada-ilie desla Ciuade uuiliei\uj Patricio liiserra Ca- | de Filadlpbii entrada -no corrale me,
a nooieavosupra, e ordeaaudo-Ibe qua ea- vaicante, se Iha facilite c hvros, e papis dos |consindo a tfatheus Austius & C->.,.-p
trege a Preleitura ao nomeado. ex T b-liaes Joaquim- Jos Cjriaco, e i JJilo Ao inspector da Tnesouraiia das Justino Fernandes da >auza relativas ao i aiiciixascom cha, boa barruiabos com
Reiidas Provincia commuaicando-lbe o imposta da isa, a fim de proceder a qual bolaxjnua, loadusias de Cadeiras, I brf-
lecido o .grande llusj.iul dos respectivos Keti- couieudo uo precedente oihcio. qu.tr exime que se lae aer necessaria, ca com fumo, 1 embruli.o com amostrog,
ioaos, i^onha a desposiva uestes a parle do Jjito -- AoComtuandaute Gerai do Corpa -mi o man { 4() barricas abatidas, 177 bairkas coa
O Brigue Porluguez Daze de Novembro,
viuda de Lisboa euirado uo corrate mez,
consignado a Jos Ramos de Olivein, ma-
nifesiou o seguidle.
70 barris com vinaa, tocaixas com vidio,
loo iiioltios de sebolas.
Eara do manifest,
II barricas v:om alpisla .j espingardas.
fe
O Brigue Americaao Lexinglan vinda
I
I
VI


I.IAR.O DE PnN^MBCO
m
>:
>" xis 10 ditas cosd avea ,
?eua, I caixa ignora-se,
i .dita com
fruta
34 Jos Alexandre Ferreira.
o, j 35 Adrio Jos dos Santos,
a cor drogas, 3oo be nicas rom fari- 56 Padre Ignacio Fr.nn-o dos Santo,
nha, 10 Bat com tinta, 3 caiws com oleo j 3* Jos Anionio Corres Jumo-.
le ameodoa. a ditas com dito de *ot, "ditas i 33 Francisco Xavier Das.
.ido ordena que Ibes intimarlo pondera-
ra-) seca verdugos que ao menos deixas-
sem una deiies Jpsra f>car na canoa deitand)
sentido '".Tga vel'.a remos e mais obje-
clos a. que eslava cbeia ', porem esta reqqiti-
O brigne Ingles Hctor rindo de Li-
Terpool, entrado no torrente mez, consigna-
do a Me. Calmont & Comp. manifestou o
fguinte.
5aoo caixas com sabio,i Ico barricas com
serveja, 4' caiaas com fasendas, 14 fardos
com dita, aogigos com louca 47 toneila-
datda carvio de pedra, 1 caixa ignora-se.
OBRAS PUBLICAS.
Pela Administraco Fiscal das obras pu-
blicas se avisa a todas as pessoas que se en-
carregario de apromptar as roa ieiras para o
concert da ponte do Rerife que as tragio
quacto entes, na cerlesa deserem mediata-
mente pagos ; para o que o Ulm. e Exm.Sr.
Presidente tea dado as necessarias providen-
cias.
Administraco Fiscal das obras publicas 5
de Maio de 181. Mo&ra 1 Administrador
Fiscal.
PREFETTRA.
Parte do dia i3 do corrente.
litas, e Exm. Sr. Fora hontfm prests
pela 5eotinella da Guarda da Cadeia Joa-
cuiro Jos dos Santos Vital branca, or
triga rom os presf.s ; oi sollo ; por um C5-
rr.issario de Felicia da Freguezia do lenle o
psvto Joo, escravo de D. Anna Mara Wau-
deriey Los por igual nocivo ; foi remetti-
do Seubora para u facer castigar; pela
prirceira palrulba da 'Fregnaxia da Boa vista
os pardee Semia Jc.an.uim Manoel Bekerra
de Menezes o Jlo Fr.inciseo terem deixado de prestar soccorro cora a su
-canoa urna pessoa, que pe!..- ooze e meia
horas da noite passando em oulra canoa
junto aponte, e encentrando nos estelos
oella caira ao rio e em giitcs pedia que a
alessem que s'aflcgava como de faci suc-
cedeo ; fora sollos por lerem allegado nao
ibes ter sido possivel prestar o dito soccorro
por-estar em seco a soa canoa.
' o que consta das partes boje reeebidas
nesta Secretaria.
CMARA MUNICIPAL DA CIDADE DO
[RECIFE.
EDITAL4
A Caara Municipal da Cidade do fierife e
seo Termo etc,
Faz saber que pelo Doutor Juiz de Di-
reilo interino da segunda vaia do crime desta
Comarca Antonio J. de M. e Silva, Ihe fera
feila a partecipaco designando o dia dous de
Junho prximo vindouro oor as 10 horas da
i^arth 1 para dar principio a .->guuda Sesso
ordinaria dos Jurados de-'e corrente anno na
ca-a ae suas Saasfiea, emtv.sequencia do que
tendo-se feito o surtearaento na confornoidade
do Cdigo do Prcceb-o Criminal fora sor-
teados os to Jurados que sao os segundes
Senhores:
1 Manoel Jos Tarares da Silva.
a JoaGoncaives dos Santos.
3 Manoel Rodrigues dos Passos.
A Manoel Pereira Brando.
5 Ten Cor. Joaqun-. Cavalcanti d'Albuq.
6 Francisco Joaquina Ribeiro de brrto.
j Manoel Jos Cnalassa.
8 Padre Manoel Xavier da Triudade.
9 Joo Miguel da Costa.
10 Jos Antonio des Santos.
11 Jcaquim Ferreia liamos.
la Antonio Jos Duartc.
i3 Jos Xavier de Oliveira.
i4 Joao Manoel de Jezus da Malla;
i5 Gemioianod'Olivcia Mello.
it Francisco Anuro Barbosa.
1J Aiionio Xav:er da Silva.
18 iitocisco Xavier ,?. Miranda
19 Joao l'eixoto c'rt 1 aujo e Souaa.
ac Caspar Jos dea Reis.
2i Cap; o Boaventura de Mello Caslello
blanco.
i* Antonio de Souza Lea.
a3 Antonio Joaquina ae barros.
i\ Jos Candido de Carvaiho Medeiros,
15 Joaqun dt Souza Piolo
36 Mar.oel Tboaoax de Barros Campello.
nj Jos Ala w Cesar do Amaral.
2t Jos Camello IV soa.
r, Domingos Pire* errtira.
.0 Dr. !'< ttppe Le, -s fuito Jnior.
\ Francisco Jgicioda Sil*a,
% Jos Cicilio Cameuo Mcnleiro.
i Antonio Pinto te Barros.
69 Coronel Francisco Antonio de Souaa Leio. Jo to justa to curia! foi anda desprela-
da sendo os oncens conducidos a prisa j -, e
ski piopriedade abandonada agoa e aos
ratoneirosdo Reciie 1 Cmfesso Srs. Reda-
ctores que um !a| proced ment me orrori-
ou e *t receei que to bem nao mequites-
!aem fazer passar o resto da noite no decanta-
ndo calnbouce n. 4 parque no me lancei
ig*> 1 apesar de nao saber nadar para salvar
o infeliz Aflicto por ter testemunnac|a duas
scenas tio consternadoras, voltei mea pobre
alvergue e ento puc-me a c)ns.|erar na
Pob.cia da noasa cidade que dereI|(j0 captu-
rar os criminosos ella mes na a se torna cri-
minosa perseguinde to apangue fr0 a in-
nocencia ; que devendo prevenir o9 crimes ,
d lugar elles pelo abandono tolJi eaa que
deixon a prepriudade albeia qu9 f talve,
tenba sida roubada por causa laquella que
era obriada a garant-la. At quan sero
os pobres cidados vic'.ioias de SImelhante
desregimen ? I at uinj0 fijar5 impunes
semeltianlt'j atcenlados contra a liberdade e
4o Antonio Manoel d'Arago e *1.illo,
4i Manoel Mtrques Grangeiro,
4^ Jos Baplista Ribeiro de Faris.
43 Joro Martina Pereira.
44 Antonio Roberto da Silva,
45 Caelano Gomes de S
^t Antonio Teixeira d'Avila.
47 Luiz da Costa Portocarreiro.
Ai \ cente Ferreir Rodrigues Leite.
2q Manoel Jos dos'Santos.
50 Ouofre Jos da Costa Jnior.
5i Antonio Teixeira Lopes.
5a Joo de Andrade Lima.
5i AngloCuiodiodaSiNa Ferreira.
4 '1 enente Coronel Manoel Jos da Costa.
55 Jo i'iim Jos d* Cosa Oliveira.
5^ virissimo Gomes Coimbra.
57 Fincsco Manoel da Cruz Cont.;
8 Joaquim Correa d'Araujo.
59 Antonio Jos dos Sntoa.
to Joaquim dos Santos Arevedp.
Qsquaeseoos.qoede'eco servir em dita
Sesso sendo para cujo fi em virtude do j propriedade ? I E' para se presenciarem fac-
Art. 236 do mesmo-Codigoconv'dados, pelo | tos desta natureza que a provincia gasta *en-
presente bem como todos os mais entereza-
dos compareoerem no da e hora designa-
dos, sob as penas da Lei se faltarem. Paco
da Cmara Municipal do Recife em Sesso
extraordinaria de i*j de Maio de s84<
Jos de Barros Fwkode Lacerda,
Pro-Presidente.
Fulgencio Infante d'Albuquerque e Mello,
Secretario.
Correspondencias.
tenas de contos com a xamada r jlicia ? Triste
sorte I Confio que o Sr. rrefeito da CoaarCi
ter a paciencia de ler-me e estou muito
convencido que nao s punir a agentes que
o desonra porem anda previntr a repet-
ci de la es violencias. Tenha a bondade ,
Srs Redactores, de transefererem em sua
Fulua esu& rabiscas de
Seo constante Leitor
O Inimigo das arbitrariedades.
Snrs. Redactores.
Em um dos nmeros do seu Diario fiterlo-
rs. Redactores. We Vms. o faaer publica, urna corresp >nden-
Fstigado da calma que fasia na noite de la cia na qual eu pedia ao Snr. Inspector Ge-
do corrente, serioorneorisda noita, qun- ral da* obras publicas ou a demolicio de um
do me deriji a Ptn'.e da Bao -vista a var se lelheiro que h ao p da Ponte da Boa-vista ,
respirara um ar mais livre ; e apenas a es- em frente a ra dj sol visto nao ser mais
tana a 5 minutos, qnando viriido-:e i necessarioao fim para que foi edificado, ou
canoa entre os estejes da Ponte precipitou- una providencia que lanc-isse da li fra ub
e n'agua um imfelia prelo que nao sabendo m*s pouca& de mulheres dspravadss. e de ta-
nadar, quando deitava a cabeca fjra pedit g.ibuudas quedebaixo do mesmo telheiro se
osalvassem grandes bradus. Azavo-ae acoiUo, *m de vedar a reontigodas Scenas,
nessa occasio sobre a Ponte tres soldados e palavra0tfensivas di moral publica de que
creio que a rondarem e chamaro pelos pre- na mesma correspondencia i'alei e qu ali se
tos Can oei ros que, nao desvencijando to ousem e observo a cada instante, S. S. ,
deprtca as cuas canoas como seria de dezejar porem 0u porque nio le o Diario [ o que
quando xtgaro as immediaces em que o nao crivel j ou porque fizesse pouco caso da
infeliz anda bradou pe!a ultima ves, j o niiuha advertencia ou em 6m, o que mais
nao acaran Contristado pela idea de que provavel, porque nao mora naqueila vizi-
n'aquelle insiar.ie um desgracado luctava en- nhi.nca nem por ali passi cjtn sua familia ,
tre as vascas d'ua morte to ligidra ao nao deu do meu pedido ^ providencia al-
menos sempre sent um pequeo consolo de guaa apareceo e a couza conlin i como es-
(iue os taes soldados nao desprezaro os metos tava ou pior aind.
te o salvaram e al deixaro conbecer o pe- Por esta razo eu torno-os a encommodar ;
zar grande de que estavo possuidos \ porem, rogando-Ibes a publicacao desta j e aproveito
a&sim como euconfesso o que ines I nonr a occazio para dizer ao Sur inspector Geral
tambera nao posso deixar em silencio o seo qne em um Goveruo Constitucional como o
atroz procediineiilo ulterior ao acto narrado que feliz eme nos rege roaj grado de multa
Parabens Cearenses,
A tirannia ac.ibou ;
Foragida a liberdade
A' rosa Patria tornou.
J nao lavra nestes campos
A cruel devastaco ;
Quem nos sanjjrava cahio }
Nos li;',ue doce uniaol
Parabens etc
Balsamo consoladjr
Nossas feridas curando,
Cearenses perseguidos
Nos vae i Patria lornsndo.
l'arabesis etc.
Qaando a Le smente reiaa ,
E' mu doce obedecer ;
Mas quando reina o capricho
Nao s obedece ao poder.
Parabens etc.
Livres do jugo que oppressa
Nosa patria suecumbia ,
S vos resta abrir as portas
A* noisa ovante alegra.
Parabens etc,
Salvou-vos Pedro segundo ,
Prudente chefe vas deo
Para o Brazil resgatar
O Ceo a Pedro escjlheo.
Parabens etc.
Noticias Estrangeiras.
gente todo o Cidado sem direito de lem-
braras Auc'oridades o quejulga convinba-
\el a bem dos interesses, e dos costumes p-
blicos e que essas Auctoridades quando sao
celosas no comprimento de seus deveres nao
descomentes de veresu rusUdos seos bons de-
zejos xegaro-se ao porto onde esusva en-
calhada a canoa grande ( das que viajo pa-
ra a llia de ltamara.c ) (.anegada de leoba ,
e oulros i.bjecios no momeuio eui que um
dos Canoeiros levanlava-se accordado pelo devem despretar taes advertencias. Cunpre
n.oim que a scena precedente avia cauzado pjU a S. S. examinar se o que eu expend
ederigindo-lhe epilbelos os maia desprest- ento e agora repilo ou nao verdade ;
veis, esses mesmos soldados que antes me cumpre-lfae mais ver que a Naeoja sofreo
parecero to compassivos e umanos egara algum prejuieo com ter cabido urna par-
.-e n.oblinrao eiieniios injustos e crueis ; te do mencionado telheiro perdendo-se luda .
porque querendo elles atribuir o catstrofe a tena que poda ter sido aproveiuda ; acs pobres homens por nao lerem logo ac- talvez a outra parte tenba a mesma sorte e
dido e por isso iulimando-ihes ordem le seze.la os interesses Nacin es se amigo
priso aquelles possuidos de terror llies dos bons costumes e da moral publica co-
K-tpondeio que, aveudo xegado noite no Creio dar providencias adejuidis,
n'aqueile pono depois d'* longa viagtm, Nem pode res>alvar a S, S. da merecida
esta\ao sepultados uo son que sempre trasem sensura oquerer-se talvez diier ; que essa
as tadigus d'um dia de peuozo trabalho no gente que ali vive sao mendigos, e por con-
mar j e lanto isioera verdade Sis ReJac- sequenciadignos decompaixao, edecandt-
lores, que aiuda dous d'esses borneas eta.v de, porquanlo para esses deve o Governo
dormiudo uo camarote que taes Canoas eos- deslinar um lugar e a polica inspecciona-
tumo ter coberlo com a lampa de taboa los e nao cousentir-se que nosj lugares ,
que necessariamenle avia impedir a fcil eu- as ras mais publica elles se ajuntem, e
trida uo rumor. Apt-iar d essa raso lio con- pratiquem o que ten lio referido. Basta por
cente e da inulilidade que resultava d a esta res.
semiliii.le pisao luro os Canoeiros anda
cobt 1 los de iiomes injuriozos e arrancanuos
de ito asilo paia sercm condu;idos aos cala-
bouces da Polica revoltaiiuo-ue ao ultimo
ponto o tiser um desses agauadoies qua
sabia que o Pieleito u'ooulrodia os avia do
soltar porem que ao menos os hu> domir
aquella noite na prizo j de maueira que lies ;
ciadaus soliem ua pena nao por que me-
iciao e les inflinja quem lem jurisdico
pai a isso mas mu por que os soldado qui-
[zeio i finalmente tepoit de avercm obede-
Sou dos Snrs, Redactores o mesmo.
Amante da moral rublica.
HYMN0
A1 entrada do Exm. Presidente do Cear J.
J. Coelbo e ao iogresso dos Perseguidos.
Eia da Patria opprimidos ,
Aoa voisos lares lornae ;
No recto mando de Coellio
Firmemeate confias.
HESPANHA.
Madrid a6 de Ferereira Varios decretos
se tem publicado nestes ltimos das. Um
mandando fevar a effeito o regulamento para
a navegaca do Douro e junto a elle trans-
crevendo o dito regula ment. Outro nome-
ando os Senadores para as proximis Cortes,
quer novos quer reeleito* e igualmente ou-
tro nomeando alguna Capites Generaes para
diversas provincias bem com.3 tambm al-
guns Joizes para tribunaes dJ I. infancia.
Continua pois a atlenco absorvida inteira-
mente com os trabalhos de q8 devemocjU-
par-se as prximas" Cortes e ete respeito
nada ha a acrescentar ao que lem publica-
do.
Parece que a Regencia acaba de dar urna
disp jsico que deve produtir uteis resulta-
dos quando d'ella se no abue e vem a
ser que em varios pontos da fronteir'a se esta-
belecessem agentes de seguranca publica paa
impelir a introducto nste paiz dos Cabeci-
Ihas Carlista que parece que tratamde fo-
mentar de novo a guerra civil.
Parece que a Rainha Cbristina nao ir para
aples como se havia dito. Dizem de Ro-
ma que allugara o palacio de Pargioo para
onde pensava tetrar-se mis que nao sabia
at passadoo Carnaval, esperava-se atados
os momeutos em Roma a Rainha Mi, do
aples.
Madril a re Margo. Tendo alguns jor-
naesd'esta capital avanc-ado que a Regencia
tinlia receido um extraordinario de Bircelo-
na no qual se Ihe participava que n'a juella
cidade tinbam havido algn is desordens ;
em consequencia de all ser repllid* a exe-
euc,o d ordem da Regencia prohibindi as
sociedades patriticas a Constitu ;o de-
mente urna tal noticia e nao negando a via-
da do extraordinario, dizque suiscomnu-
nicaces sao inieiramenle ojpostas ao que se
lem feito cncular e que ao contrario tanto o
ajuntament cono o Onefe poliii-'o pirticip-
rad Regen -i* que suas ovdsos sarao ooede>:i-
das, e que nao ha o menor receto de que a
Irn juillidaiie ae altere.
Parece que estas declaracd9S da Coiistitui-
co foram precursoras dos artos do Governo ,
pois que boiilen na bjlst se leo uini orden
do Ministro do Reino ao Chefe politt -o que
se reduza desmentir as noticias que andarn
em circulaco de que em Birceou* luitinn
havido algumas desorden*.
Madrid de Marco. Diz-se qua se un
alia personagem nao cede di su >s perten jes
relalivamenie a Kejencia do Reino multo
receio ha de que se altere de novo a tranquil -
Udade publica.
Por toda parte em todos os circuios a
imprensa mesmo discarre a cerca das quasles
que tem de tralar-se as prximas Cortes a
para ver que em quanio uns acham em su zi-
mo grao di tucis, arduas, e pericosis as
questea previas indispeusaveis sobre tutora
da Rainha e Regeucia Proprietaria oulros
as julgam na maior parte revolvidas pela opt-
niao publica.
Madrid 9 de !Mar boa de pedir a sua demisso de viirristroda
Fasenda, (sendo encatregado tutennameute
d'aqueila pasta o Sr. Fearer Ministro dos
Negocios Kstrangetros. Acaba de ser Hornea-
do para presdeme do Senado ns proxims le-


DIARIO Dfi PERNAMBCO
3
tr
gislntra o Conde de Almodovar Senador teem cessado de occupar o ooder e os que go- ] perdeu nella o Canad; a Inglaterra ganhou
pela provincia de Granada e distincto offi- -
eial de artilheria.
Somos informados que o Governo est pre-
parando un relaiorio mu circunstanciado
para apresentar s Cortes que se deem re-
unir no dia 19 sobre as negociaces que li-
veraro lugar respeilo navegago do Oouro,
noqual sero apiesenlados documentos para
justificar a exigencia deste paii sobre aquella
questio, felizmente terminada.
A questio da Regencia continua a ser o t-
pico geral e o assumpto da imprensa peridi-
ca respondendo os peridicos uns aos ou-
tros segundo as suas affeiges.
Segundo os rumores que correm na Porta
do Sol parece que a Regencia se da como
cousa sabida que ser trina isto compos-
ta do Duque de la Victoria Arguelles, e
Becerra.
O dia de S. Jos 19 do correnle o des-
tinado para a reunio das Cortes ; todos nos
o aguardamos com anc'ia porque d'ellas de-
ve dimanar o nosso futuro destino l
(Correspondencias do Nacional de Lisboa.)
Parodia entre os ministerios Ingles Fran-
cs e Porluguez.
Oannodei84i parece fatal aos ministe-
rios que nao enlendem a sua posico que
depresam os conselbos da imprensa liberal,
orgo da opinio publica que preferem os
seus aos inleresses dos povos e que nao cal-
culara a tendencia do secuto 19.
Esta tendincia para a emar.cipacao geral
das naces est madura e os ministros dos
res cegos cora o esplendor do tbrono re-
teodo em suas mos a maquina do poder com
que nosabem trabalhar, bao de des monta 1'-
e precipitar nq abysmo aquelles a quem
tao mal servem e que deseangam isolados
dos verdadeiro inleresses dos povos.
Por toda a parte a imprensa onde pode
efouta expressar a publiea opinio atiesta
esta verdede amarga ao poder; mas urna ver-
da Je enconlestavel, que os ministros nao a-
creditam todava.
*'. Melhor fariara ( os ministros ) em nosso
sentir abandonar seu posto, e deixur a ou-
tros o cuidado de illummar o cairos em que
precipilaram 09 negocios. Assim se expres-
sa o Times de jo do mez ultimo.
O ministerio inglez ja adiado penas nacSes
estrangeiras corneja o si'o dentro do paiz
lV)urcbaram-se (as esperanzas dos tres milhes
cslerlinos que deviam receber da China : o
theatro de sua pequea gloria, a ilha de
diusan trocou-se em cemiterio de breldes ,
e o sagas e astuto Lin agraciado de novo,
se que elle tiuha descabido da graca do im-
perador mandar fazer as honras fnebres
ao resto da ex ped gao do Elliot.
Os negocios do Oriente tm que o ministe-
rio Palmerston fez o principal papel estad
kem lunge de ser terminajos ; a sua actuali-
dade recenle-se da injuslica por nao dizer-
uos da luiquidade.
O despieso em que se teve a Franca para a
nochamar ao trotado de i5 de Juntio ; e
tio lhe merecer esta falla dj tbrono um s
periodo urna palavra se quer ievou o seu
menlimeclo a tazer armamentos formidaveis
dunte dos quaes treme a turopo inleira nao
fcenco a Inglaterra a que meuos se arreceia.
Abalaiii-se os go tilicos palacios dos reis ab-
solutos que nao podein ter conbanca nos
povos que espoliaiam de seus direitos.
Os negnos internos presentara um as-
pecto seno e respeilavel : o ministerio a pe -
tas 1 ode con ter na irlanda cito milnes de
talhoiicus oppriiLdos que puncipiama tal-
lar cura coiageui uacionul a seus oppressores
Por occasiao da leilura de urna carta es-
cripta em Londres por Mr. O'Conell, is-
auuitumo se expresa* Mr. liarrest na gran-
de reunio que leve lugar em Dublin uo dia
do passado ** Pensaes Senhores. que un
po*o que no iutei vallo de dous mezes resol-
\tu nao beber licores lurtes, deixar de ter
valor e resoluco para dizer a seus oppresso-
res reuuut lora d'aqui vosso* exercito.
tcje a Iriaitda se raaurm addida a ral-
una j poin se o bul de lord Slaa'.ey passa ,
iiei eu euto : dai-nie a Frauca rom nos-
sos ello luilues de hoinens contra a Ingla-
terra e lossos uppiessoTea. "
O i.ii.isiciio liaucet mal visto pela Fran-
ca ouu so a levanta um resseuliiueuio e des-
lonientaiutnlo geral principalmente depois
que aqutlle govci no lema por debaixo das ba-
tetas ua tortiUCaco de fraiis toda asua po-
puiacao. Jo s-bein eiu Londres ( u O
Luuiu,wce de i ^ uo mez ultii.01 que eslaiuos
uvcinuos por noiueiis sea patriotismo e sem
moioiiue as creaiuras ao eirneiro nao
vernam actualmente nao merec?m do paiz
nem coofUnga nem syropathias.
Esta doutrina inteirameute apolicavel ao
ministerio portuguez, onde nio reduz nem os
brios era a honra nem a boa fe* nam o
patriotismo: um espirito dissoador que as-
sistesempre ao principio ruinoso de sua re-
prorada poltica.
O ministerio portuguez anda lera feit
peior que os ministerio! francei e ioglez t elle
nos pregou as reformis, e sancciouou os abu-
sos ; elle nos pregn as economas, e aos di*-
I*... a.. J^. ..' ** misa tirtU a t\ mta 1*9.1
Bengala, o Canad o Cabo Bretn Ta-
COLLEGIO Di BOA-VISTA.
PARA MERINAS.
bago &?. Em consecuencia da atinencia de educan-'
Em quinto durou esta guerra oroduzirara i das a Directora transferio este Collegio pa-
impostos 13 jo milhoens de francos eos ra detraz da Boa-vista caza onde morona
Senliora vua do fallecido Gervazo onda
contiui a receber Pensionistas, msias-Pen-
sionistas e isripulas externas, pira sereno
instruidas as linjms In^leza Erancezi e
Portuguesa ler escrever Aritboetica ,
os
emprestimo* t5oo railhoens. O gasto total
foi pois de a800 milhes de francos, e o an-
nualde 4oo millies. A contribuicio de pi-
bres suba p>r termo medio a -i5 raillioens ;
e o preco do trigo a 49 francos 35 cntimos
Numero 5. Guerra da Independencia
americana, principiada era 775, e termi-
nada em 1785 com a paz de Versalqes. Ti-
s CUCHOS fJICj^U'" giUUJ.ii.| v. --- ..---------------/-.., .< a y v.w .------------1----. --
sipou ludo j comeu o quetinha, e o que uo nbamos por iniraigos nella a Franc os t.
tinha e estabeleceu as anticipipas dos ren-
dimentos do estalo ; pregou-nos a ordem e
ocrimebate e corre as cidades eos campos;
elle nos prometteu Gnalmente a prosperidade,
e nos lega a miseria.
A ninguem se paga ; o dinb.eiro do povo
poucopara os oppressores do povo : ocom-
mercio parou porque ninguem tem confi-
anca no governo ; a agricultura fallece por-
que o Douro est aberto para os cereaesde
Hespanlia.
Finalmente o povo geme debaixo da vara
de ferro de quatro ministros sem principios
nacionaes, sem amor do bem publico, sa-
crificando ludo a seu egosmo nica politica
invariavel da adminisiraco de de No-
vembro.
Com taes precedentes nao possvel a exis-
tencia duravel d'um ministerio que nada
soube governar, e quo tera sabido perder
ludo >
( O Def de Atblcta. )
(Do Nacional de Lisboa.)
AS GOBRRAS ENTRE A RANfA
CLATERRA.
> m-
Acaba de oublicar se ero Londres um qua-
dro sinptico no qual se indica os encargos
gtos e todo o gero de irapostos Inglaterra
pelas guerrras sustentadas contra a Franga
desde o anno de i638.
Eis aqui a traduc?o tteral deste curioso
documento.
Podemos fazer a guerra com os meios
que tem provado bera n*s guerras prece-
dentes ?
Lea-se a resposta a esta pergunta no qua-
dro seguinte
Numero primeiro. Guerra da revolu-
?o comerada era 1688, e terminada era 1897
! com a paz de Ryswick. Nesta guerra tinba-
1 mos por inimiga a Franca por aliadas a
1 Hollanda e Austria Prussuia Saboia e
Hespanba. Os principaes accontecimeotos
desta guerra Foram as bitalbas de Bague de
Hogue de Steinkirk de Neriomde e des-
de ento data a divida nacional. Durante os
gannos que durou esta guerra os irapostos
produziam 4oo milhoens. O gasto total foi
pois de 900 milhoens de francos e o gasto an-
nual de 100 milhoens de francos. O impos-
to dos pobres subiu por termo medio a 18
milhoens e o preco regulor de urna medida de
trigo, que equivale a perto de tres hectolitros
01 de 55 fr.
Numero serondo. Guerra da successo de
Hespanba comisada era 170 e terminada
em i7i.i com a paz de Utrech Nesta guer-
ra tullamos por inimigos a Franca e Hespi-
nha ; por aliados a Holland* Austria, Sa-
boya e Portugal. Us principaes acconte-
cimenlos desta guerra foram as batalbas de
Hochstel, de Ramilheis, de Ondeiurde ,
Malfliquet, e enain. A Inglaterra gi-
nbou nella Gibraltar Minorca Noa Es-
cocia e Perra nova. Nos 11 anuos que du-
rou esta guerra s produram os impostos
joo milhoens de francos e os empreslimos
Oa Soofr. O gasto total toi do i.66i.600,000
francos e o gasto annual de 1 ij milaoens
A conlribuico de pobres subiu por termo
medio a 18 milhoens, o pre$o regular da
medida de trigo a 55 fr. ; 6o cntimos.
Numero 3. Guerra da successo de Aus-
tria ; principiada em 199 : e terminada em
1748 pela paz de Aquisgran. Tinhamos par
contrarios uesla guerra a franca ea Hepa-
nha ; por alliaoas a Austria a Hollauda a
a Russi a Sardauna e a Uugria. Nos 9
anuos que durou produiram as colnbui-
coens o0 milhoens de trincos e os empres-
limos 7; O gasto lolat loi pois de jo
tui.luens de francos, e o gasto auraual de i5o.
Unidos a Hespanba e a Hollauda e nj
contavamos alliado atgura.
A Inglaterra perdeu os E. Unidos,Minorca,
Tabagoe as Floridas.
Durante os 8 annos que durou est guerra
produziram as contribuicoens 800 milhoens
de fr. e osempresmos boo. O g*sto to-
tal foi 'J.400 milhoens e o annual ia milhoes
de fr. A contribuido de pobres subiu por
termo medio a 45 milhoes de fr. e o prepo
regular do trigo a 60 fr. do cntimos.
Numero 6. Guerra da revolugo fran-
ceza comecada em 1791, e concluida em 1802
com a paz de Amieus.
Ti vemos por i ni miga nesta guerra a Fran-
ca e a Hespanh desda 179S, e por adiados
a Hespanha t 1^85 a Hollanda a Prus-
sia, a Austria a Russia e Portugal. A
l-Yanga perdeu suas possessoens na ludia e
a Inglaterra ganhou Manon, a ilha da Trin-
dade e Coromandel. Durante os 9 annos des-
ta guerra os irapostos produziram 658^ mi-
lhoens de Ir. e os empreslimos 5oia mitbes.
O gasto total foi pois de 11,5q7 milhoens de
fr, e os annuaes por nm termo medio foram
de ia87 milhoens.
O imposto dos pobres subiu por termo me-
dio a 87,500,000 fr. e o trigo a 98 fr. e 10
cntimos.
Numero 7. Guerra contra Napoleo que
teve principio em 180 e coacluiu era i8i5
com a paz de Paria.
Nesta guerra tiremos por inimigos a Fran-
ca a Hespanba at 1808, os E. Unidos des-
de i8ia e por adiados Austria Prussia e
Russia a Hespanha e Portugil desde 1808.
Durante os 1 a annos desta guerra os im-
postas produziram i3,262 milhoens de fr. e
os emprotimos 97'5 milhoens.
O gasto total foi de 25,975 milhoens de fr.
e o gasto annual por termo medio de a*ia
milhoens de fr. O imposto de pobres subiu
por termo medio a 137 milhoens e o trigo a
n5 fr. e 80cntimos.
Assim se ve que durante 55 annos que tem
decorrido desde a revoluco de 1688 a In-
glaterra tem estado 55 annos era estado de
guerra contra a Franca cujo estado lhe tem
custado 7a,5J5 milhoens de fr. dos quaes
51,735 lem sido resu|tado de irapostos ha-
vendo recebido em empreslimos 2o,810 mi-
lhoens.
Escuwdos sao toda a sorte comentarios.
Este quadro diz cora lingoa de ferro :
Chegars a tal termo, mas nao passa-
ras lera. 1 r *
(J sysiema de empreslimos finazou. A
Inglaterra pode jaotar-se (se nisto cabe jac-
tancia; de ter feito o que nao tem feito.;
dizer ter pago por espago de 3o anuos o in-
teresse de 800 milhoens de lib. esterlinas ou
de 14.000 milhoens de fr. o que tem contri-
buido a que o povo soffra o que nao pode es-
pressar-se. Todo o pai de iamilia que pen-
se na lelicidade dos seus lilhos deve pendurar
na parede de sua casa este quadro ll-oe
medital-o diariamente para que segundo
suas faeuldades contribua tambem a impe-
dir que um ministerio pouco cuidadoso pre-
pare por meio d* urna oitava guerra urna es-
pautosa bancarota gerago futura.
(dem.)
G?ographia Historia costura e bordar
&c. Os Profesares d Grammatica porlu-
guez Arithmetisi Geograpma e Hisio~
ria sao pessoas d'abazados conhecimentos.
Alem destes o Collegio tera rrofessores de
Vluzica Dezeittio e in,o para'aquellas a-
lutnnis que quiserera deiicar.se a estas artes
de recreio.
A Directo tein adquirido a coidjuvic
de urna Sanhora basttnle laslrut cora ,
(la tica o estabelecimenlo iuleiiaraente mon-
tado*
SOCIEDVDE EUTEIIPI-VA.
Pela Commissao Adiuislradori foi fixa b
o dia aa do correte para partida. Hojeas
seis horas da tarde ba sessio de C ira nisso.
O Snr. Director mn la convidar a todos os
Snrs. Socios a enviares boje a Co.nmisaao
as propostas de seus convidados para a refe-
rida partida de -ia do crreme.
O i. Secretarios
nem
SOCEDADE EUr>HRDSl:VA;
A Comnisso Administrativa aviza aos So-
cios da raesma para se reunirera boj ( 14 )
pelas 7 horas da noite para se tratar de ob-,
jecoS interessantes,
Avisos Diversos.
LOTERA DO LIVRAMENTO.
A Meza Regedora da Irmanda e de N. S.
do Livramento desta Cidade, manda fazer
publico que tendo feito suspender a venda
dos Bilhetes da I. parte da 5. Lotera em
consequencia de esperar pela deciso da re-
presentaco que tera de levar a presenca do
Exm. Sor. Presidente da Provincia a cerca
O imposto de poores subiu por termo medio a j do pagamento dos oito por cento determinados
i*,oo.ooo Ir. eopre.o regular da medida na Le e relativo as Loteras anteriormente
do trigo a 40 Ir. e 10 cntimos. extaidas ; nao pode por isso ellecluar-se no
Nuujero 4. Guerra de sete annos, come- 1 oa a4 do correnle o andamento das rodas da
cada em .756 e concluida em 17b! cora a dita Lotera como se havia annunciado, cu-
paz de faru. Tinuomos por luiaugos uesta j jo andamento bea transiendo para occasio
guerra a Franca Hespanba Austria e UUpoituua oque sera publicado,
ussu j |>dr lida f russii. M Franca j
, Os Snrs. J. W. Vervalen e Georga
Carey Dentistas respetosamente agrada-
cero a todas as Senhoras e os Senhores desa-
ta Cidade de Pernambuso palos favores que
lem recebido delles desde sua che^ada nesta
praga; e solicitando urna contiuuacio dos
seus lavores, respeitosamaute se referera as
recommendac5es abaixo transcritas cora tes-
temunhos da satisfaco que elles leera causa-
do a varias familias que tera experimentado
alivios dos seus confien mritos e bons s -rvi-
vicos de sua arte ; no Recife ra da Cruz,
D. 45.
OT Nos abaixo assignado,' tendo recebi-
do tratamento sbreos dentes pelos Srs. Ver-
valen e Carey declaramos que suas op--
races tem sido feitas cora satisfaco e faci-
lidade ; e podemes sera escrpulo recomraen*
dal-os aos habitantes desla Cidade, como
peritos nos couhecimenlos de sua arte. Pei-
nara buco 8 de \liio da 18(1.- Francisco Vla-
meded'Almeida. Manoel Caetano Soares
Carneiro Monteiro.-- Bernardo Antonio da
Miranda. Eduard H. J. Fox. Manoel Jo-
zeda Silva Goi maraes. Joaquira Joze Luiz
de Souza. Joze Antonio Al ves da Silva.
A. S. Corbtt. B Lasserre. Luiz Duart
Pereira. Diogo Genn. Joo de Carvalho
Paes de Andr-de. Joze Gaudino heite. -*
Antonio Bernardo Rodrigues ette.-Anto-
nio Joze Goraes.- Luiz Antonio Siqueira J-
nior. Luiz Pedro das Neves. Manoel An -
tonio Pinto da Silva. Thoraaz Farnande
da Cunha Francisco Gayrel. JoieLi-
zarr. Francisco Augusto da Costa Guiraa*
raes.' E mais outros Negociantes a Senhores
dengenho que tem bemgnaraanie dadoli-
cen?a para uzar dos seus nomji. J. W.
Vervalen & G. Carey.
S^ eclara-se ao Snr. que tanto preciza.
saber a moradiade Manoel Felis Corre i, qua
elle mora no Engeuho Palmeira mas que
na ra Direita n. 7 como ji se annun-
ciou a pessoa que se encmega d)s seus ne-
gicios,
Quem quiser comprar urna o Him 1 es-
crava uiossa connbeii a e sera vicio, di-
rija-se a ra estrena do Rosario Ji, i.
andar confronte ao Sr. Bazilio Gon;a:v<:j
Ferreira.
s^ A pessoa a quera desappare:eu ama
esclava anda bucal ; dirija-se ao i. andar do
sobrado D. ag', na ra do Rozario estir*,
que dando os siguaes certos lhe -ser eulregue. .
9 tJuem q^iaer comprar urna inoradj 1
de casa terrea 4 > cu* "* ru* veln* dl
toavisU : os pretndanles Uirijo-su a ru 1
dos (aarteis D. o onda se dir com queii 1
se deve entender.
is^- Quem precisar de um servente de^ ;-
dreno j uuija-se a ra de O tas i. A.
vr Prcisa-se alugar urna escrava p* .ra
vender na ra* no alterco da Boa-vis' ttt ,
venda L>, y.
41 -
I
I


DIARIO DE PERMAM BUCO
IIIIWHI 'MF*-"""imTgMiMM3 IIIIIIIBII3M
te Qhp n precisar de urn admirMr-'d >r negro dp dade de ao annos una dit ve-
para ei.;-,.! lio on outra quidquer brice ouli>, sapateiro e cotinheiro de
dirija-sea ra estrella da.Hozario 1). 3J.
isy A luga-8C um betn soto na ra da p-m;>
cora estada ndependente, coro duaasalas.
ricus quarios e cozinha; a Iratar na praca
da Independencia n. a>> e riej.
tS9~ Aluga-se o terceiro andar di caM da
ra da moeda de 4 andares, cosn bous cum-
noodos os prttendentes dirijo-ae a ra do
Vigario ia.
S&r Precisa-sede uno feitor para um en-
genho que seja s, lleiio cu que tenlia pouca
laniiiia com tanto que entenda de planta-
coens ; na ra dasi.ru/es D. 7
tST Uuaa senhori engorara .deira quo n
ra das Crujes sexta kira 3o do mez pastado
tomou conta de urna pouca de rouoa para en-
gommar com a marca das seguintea letras
G. A. G. M, v cuna Irouxa mais para la-
^ar e engommar com a marca 1. V. .
queira mandar entregar na ruada roda D. 8
fcy Sexta eira 14 do corrate pelas lu-
as da tarde lie o ultimo dia de praca do ^itio
de Jos beriiiirniuo Leal ; os pretenden tes
core pare o na jua da Aurora.
3^> A quem Ibe fallar utas escrava in-
teiramente noi, e que nao sihe dizer quera
he seu Sr dirija-se a rtia estrella do lo-
zano 1) aotoo lercetro andar que l achara
ptasoa que iiiioinae tm j.'oder de quena tst
dita es.rava.
tSr" Para evitar a igualdade de nomes que
por vees lem aparecido as parles da prelei-
lura assim iu:: o ltimamente 11 > I ;i 11 > de
bontem n. 10I da parte dada pelo llim. Sor.
Prefeito do dia 7 do correnle ; faz sciente ao
publico Antonio Jos da Silva que de boje
em dianle se assignar por Antonio Josa? da
Silva Pe en a.
raassa um caxorro de fila, grande, Blho
das Ibas, e muito brabo ; na ra de igoas
verdp D ia-
SST Gamma de trigo para engimmar
muitomaisem conta que a da trra, e de
ptima aualidade por ser muito alva e nao
cortar a roupa da-se urna amostra pira se
esi'Cmentar ; na ra da Crut vendida J
Lcfljr na quina da porto das can'ias
KST Dous escravos pecas de idade de 18 a
loaimos, 5 dit.is ac.'Stumadus so servico de
carr.oo 4 molecoles, u he bam pigetn ,
urna escrava de idade de ala aunas, engaa-
ma, e cozinha oto perfeico duas mol 1 -
tinhas com habelidades e um oirdinln pti-
mo pa(pm ; na ra de agas verdes !) 33.
ty Passas de me hir qua'idade que aqu
tem chegado em caixinhas de 3 e 4 libras .
Besado de comadre ameixas de superior
qualidade e carros de mo para cunduzr
atierro na ra da alfandega valha armazem
11. 3
t&T Um escravo de meo ptimo para to-
da o servico e tem principias de raziaba, e
um rel'gio para cima de mesa ; na* ra do
Fagundes |). t3 defronte do sobrada da Sur.
Antonio Armes
SST Urna negrinha de naco de idade de
15 Hunos cose cha engomma lisa e he
I Urna arela moca le bonita figura co-
lioha odiaiiode una casa, faz balinlios e
pa) de l cose, engjinma e ia renda nJ
ra velln I). 46
SSF* Uma venda a din'ieirooaa prasa com
boas firmas venda-se oorque o dona se re
tira para fora da provincia na ra do L
vramenl > D 2a i a tratar na eum.
r U na preta de dade de (i aunas co-
tinheirude lamo e l'),; engoma* faz
ilguinasqualidades d-^ dees, un mdati-
nba de idade de ii ann>s,cose mui ben,
um moleju^ da dale de i-j aunos dui>
preias urna pardiuba com babeltdades par
fura da prorincu un banito escravo o-.i-
nheiro esspateiro e um* negrinha deidi
de 11 armas ; na ra do fugo ao p da itua-
rio f) a5.
\r U na pretade iJa le de ta a i3 pro-
pia para o irraujode una c*sa e sete pipis
de agoa-ardente brnca ae boa qialidids;
na ra do ijivrameato anatzeia de lauca Ue-
cima 10.
j^> U.n escravo de bmita figura de i-Ja-
le de ai anuos bam cozinheira caitdor e
sanador de assucar ; na ra da cadeia do Re-
cife r. 5o.
iSy Un escrava moco bam oflicial de
Avisos lUaritiiuos.
da. marca no peito dircito uma mancha qUQ
parece panno, o qual pertence a Jos Gon-
satves de Paria* <
uy iNodia ai de Abril da correute fu-
gia urna negra de ame Joaquina de na-
camocambiqe beico furado alta bastan-
e secea rosta pequeo agara he que
Ihe vem ssliindo os peitos br;os compri.
lase Bnos, raao> e ps grandes, lem o)
loutraes jiierrjj urna em .iu^e que parece
fora da vestid 1 e mais abauo dest tem ou-
Ira mais pequea ; quem a pegar leve a ra
de S Gonialoaa peda l^reji.
tiy M a dia 8 do correnle fu gia um escra-
vo de naca cibuud de noine Antonia e
por autbjmazii macaco car fulla, rosto dis-
carnado pernas ffoas tem nelo rosta aU
gumas marcas de becui(;'S, foi escrava de
francisco Duarte morador ua ra drijr-
tas tem otoio de carniceiro J e he be.n coi
abecidj na .uii.njh das 3 ponas e coelftoi ,
pelo noine de Anumio macaco ; que n o pe-
gar leve atrs da Via ru di boa vista casa de
Joo Matbeus que gnutiar.
say* E a nove do corren'.e fugio um preto
denomeJos, da Jade le 44 amias, con
camisa e ceroulas de aigjdao tem u na esfo-
ladura per cima da foule esquerda tem lil-
la de cabeios he muito pacliorreulo no an-
recolnida e um fscravode naco irot-ambi-
f|ue ambos se do a conteni ; assix como
afianca-se a boa condncla ; na ra direila D.
ao lado do Livramento.
SST Bous hbitos do Cruzeiro grandes e
pequeos, ditos de Christo e fitas para os
rnesmos botoens grandes e pequeos com
o titulo de D. Pedro Segunda brincos de
ouro de dilferentes modellos, eslojos de geo-
rcetria chapeos de sol de seda para bomein
e senhera
homem
, ingieres e ditos franrezes para
ba-
ditos de pao com armacao de
PARA CURURIFE cem escala por Wacei leia <:U isson e perola superior, e mais em
a Sumaca Nacional Carolina, pretende ;>a- conta de que em outra qualquer parte, rap
bir atenda 18 do correnle ; quem quise r de Lisboa e areia preta sS.inetes inglezes
car regar dirija-se a ianoti Joaqnim Pedro da brancos e prelos para senboras pregarem-se ,
Costa na ra da Crfdeia do liedle. n.cias de seda preta compridas e curtas ver-
PARAU RO GRAN LE DO SUL segu dadeira essencia de rosa as oitavas, ricos e
em poucus dias O lirigue E. Voadur, de boa finos eslojos de navalbas ing'ezas e a fiadores
marcha e com.m dos pjia poMdgeiroa re e- facas de cabo de maifim ricas bandejas de
be alguuia carga a lele e esciavos os pie- todos os lamanhos ricas salvas de casquinlia,
tendentes diiijao-se a FirBnO Jos Ffliia da sujieriores molas douradas para espa (as len -
Hoza. co-deseda ede setim prelo com flores, li
PARA O RO LE JANEIRO o Patacho nbas de todas as qualidades e outras multas
Restaurador Leiiz lecebe carga e passa^i- ronzas pur preco muito barato j na praca di
ros 5 os pieicndenlts eulendio-se coui bir- Independencia n. ai e aa.
mino Jos Felil da Roza. lT Um negro creoulo de bonita figura ,
PARA LISbOA com brevidade sabir o | or preco commodi pelo mesmo ser delfei-
Brigue Nocional Iraquele de eruambuco tuoso ; na ra do Vigario i a.
iuriauo e piegio de cobre, e de boa marcha; UT Uma grunde barcaca de muito boa
quem quiser cauegar ou ir de passogem >para coi.s.rucco toda de vinlialio de lote de
o que otleiece bons o inmoaos uuija-se ao aocaixas a qual ainda se acba na estaleiro
Capitao e proprietuiio Leopoldo Jo: da tos- de \iar.otl de Torres ao p d serrara da va-
la Ar>u|o, uo loite du a.allos quina da ra da por para 11 eihor ser vista pelos compradores ,
carpinteiro 3 ditos ptimos para todo o Ira-j :
balho e um he bam cozin-.eiro, dous mola- dar fdlU 8ro8f e, iMpaluada ; quem o p9.
tos de idade de 18 anos um d'elles he bam ir ieve A ,Ud di Ua TeniU i 1Jtt *-
pagem ebolieiro 3 moleques de iiide de, a recompeusaJo
la a ib anuos, 3 preias co.o boas bandida- f*! Co8,Da do Se"l, de angola de
des. eum molalo oficial de cipatero, urna dade de 1 4 anos tag.o no du a d .corren-
malaliuhadoJidedei a 11 nos cose, en- J levou vest.do de chita ja desbatada, acolas
gomma e he ptima mumbanda j na ra de de ouro oai orelliaf tem os ps torios ,
Agas verdes casa terrea U. 37. | ami PeiUtaa hel.d, u olho he secca do cjr-
*a- Urna casa mcia agoa sita na travessa da f. '*ir baixa tem sida ruta as i
pocinhod.panella, par ',00.000 na ru de Cirros ; que,u a pegar leve a ra do Ama-
agais verde, casa terrea D. 3?. Iim 00.**"** "' M a0 torC8iro nlir qa
er Urna cama de amarello aberta pro- *6'iiMra.
praparacondu o de familia uma barr- *aT Laa um de Novembro doanno paasado
nhaeburrinho; na ra da. Cruces 14. | *<* um negro do logar do Vfonteiro inli
asr- Urna escrava meia ladina ; na ra lar- bucal levou ua. tanga ddpaauo da costa,
ra do Roiaro sobrada D lo no terceiro an- U, bomU bgura muito fulo e tem urna
j beda matcuo em toda o carpo de sarnas,
ssr Um bonito molerme e um ca vallo ta^ se esl bomcarregadorb-ixo.napracada boa vista q^-n Pg'r leve ao irajcUe da comoanha
D 21. 1Ud Br*lmc,,r*
OT Uma casa de um andar na bairro de ^" Oj abaixo assii5nadi, edesua izeu-
S. Antonio, em muito boa ra, em chao da da Alaeimuira ier.no di Villa da Ps-
proprio, com grande quintal mu-ado, e1u '* Comarca do Brem da Madre da Daos,
caernba rende a ,00o por mez
escravo
o qual o
;z j na ra da luo, em d'S de Setembro p p. o
cadeia do Recife n ia. Jo.quui tiliio do mesaao sertaa (
i*r Hichispretasmuilobois, e por pre- houve por heranca do seu so,;ro o finado Jo>
co commo
Lapa no segundo andar.
jL e ii o
a dmlieiro ou a praso ; a tratar com Jos lli-
ginio de '- iranda.
lir Una balanca que pega em 16 arrobas-,
na ra de \ianotl coco venda que est pinta-
da de novo.
fcj~ Pentes de coco aberlos e lisos dilos
jij i no pateu do arma venda de Coideiro Vlonli falca o os signaos da escra-
Narciso Jo: da Co^ta.
T Uous i.e:;ros
vo saj os seguintes
t2^* Quem fazem l.alham i llibbert por
inltrvenvao do Corretor (Jhveira do mais
esj.lendido sorlimeuio de fazendaa prnpriaa para marrafas, ludo feilo na Ierra, assim
d'esle aticado texis feia 14 do ton ente as como se conserla toda obra de tartaruga ; na
3o horas da niani. tm ponto no seu arma- lo;a Ue tartarugueiro do sab.'ado da quina dt
zem na ra da allandega velna. pateo do Larma
SSy O annunciadode urna mrco de al- tT Por 3b ooo uma du?.ia de radeiras a-
godo da india viudo pela liaica liy,lea n en.arns com assento de ),a!hiuba em
Ellen arribada a este porto coi. a;oa aberta, bom Uzo 5 no ^ateo da penha cusa de 3 por-
bea transiendo para sabbado l do crrenle las veidcs.
110 mesmo logar e as mrimas oras. *~ Urca preta creoula moca e sadia ,
.^-___.-------------------------- eusaboa engomma Cizuha faz doces e
cose aIgurna couza ; no fi.u da ra Augusta
sobrado da quina que te ai o oito e entrada
para menino uo iauo do viveirodo Mnniz.
lar Las Atravas de naco uma de ida-
de ue sb anuos que sube eutjomniar coser,
tur Um pouteiro de ouio ,
de escola j nesta Typograia<
Vendas
[enSbbo&r e cozmhar e a outra de idade
--------------J de 11 cozinha e ensaboa ; na pracinha do
Br Bichas de Hamburgo grandes, e por 11-ivimenlo sobrado por cima da loja que fui
pre;o couimodo j na rui. uo Vigario vtuda do r. Herculano.
n at ****" ^Uia ,ieg'* moca cozinba o diario
tSF Um cavallo russo bastante corpolento de uuia casa engomma liso e be boa qui-
oplioio para carrinbu por ja ter puchado '
carroca esnuipa eni dous ti upis, carrega
baixo mu mano, e bom passeiio e urna
poriode seii.enle de macaxeira ; na estrada
de Joo de lanos na venda da quina do beca
do espinheiro.
tv Ei.cbaas de ao palmos de comprido;
1 a ra de S. Amaro leuda de carpiua de Au-
tunio Bpinta Clemente.
tW Um piannu i gle (le labrica de Broa
(iWOd Filboa; na ma da allandega vtlba
ariazem n. 3
Ue Umnjuictode bonita figura, oplii/.u
otfuial ce elidale e bom para p*gen e um
e uma ueguha creonla de dade
Ue 10 anuos ; ua 1 ua da Cruz a3.
k&" Um cabra de idade de kb lonof, pti-
mo para iyageui j na ra direitaLja 41.
o Las gamelas para banio que acom-
n,oda duas pesaaoaa j na ra da Cruz aruia-
zem de louca n. bti.
k^f Um uaoleque de idade de 18 annos ,
cozinha o uiario de urna casa e he ptimo
para (,ageni uo al.erro da boavisla casa de L).
LdUlla.a.
k*r Viiiho de Uordeaux branco e tinto, de
aupeiiur qualidade e cbampaguhe da mar-
ca Joly j ua ra da Liud a, to.
alta oueio da corpa ,
duas negras dous Cor t"i'n l"eu Pdf"*s bastantemente gros-
moleques, e duas negriuha de diferentes SdS lalla algum ta:o rouca temo vicio de
ida les uma dita com pucipios de costura ">>'i'gu." lie basta.it.; pratico as estradas
e eiifommado na ra nova defronte da 1- dd sertao pois em outras fuidia, tem-se
greta daConceicio n. io3. dirigido paia osertoens da Hnraoiba. i'em
i3T Piannosde vaii-s qualidades e por >ida u5lo na povo.cao de ^ lienta e Gacim-
pre;o commodj } na ra da Cruz n 6a. La ienao Uc" ^^-"haiis e uiti mente
CT Um ptimo escravo de idade de 24 Uue tomara para pauella de \hra.ida; quem
auno, de boa estatura bastante forcoso e o pegar lere o atierro da boa vista que lera
prourio para arma/em de assucar ou outra Ioo.ojo de ;r.liucacaa. trancuco X.vier
qualquer servico 5 na ra da cadeia de S. Pedir de bmo.
Antonio 1 por cima da f.brica de chpeos. *~ <** e Abril fugia ou furU-
S- Urna balanca com peses de meia quar- raodapraiaum escravo de na;ao IJeng.iela,
la al Ib libras e uma pataliva cauladeira ; d '^J dt A* ad anuos pouca laiU de
.uruadiie.ta U. tt. "u'ue t-Mtno altJ bstanle rost, com-
u- Na loja de Carioca & Selle na ru a do P,lUa grosura mediana, b icos cabidas,
Oueimado .3 alen de outras fasendaa i- com a cpela do olbo dtreito Cnida Mara bi-
naapor prtco commodo cbilai finas em r- xo#. cam a marca no peito ilcito que be um
laiboa IDO e aoo rs o cov-do coila azut -*- com um trayesso; levou v.s.Uo un.s
com toiue a 10a rs. o cavado chales de cas- caica de btim pardo reloa e sr.jaS camisa
sa bordados sujos a alo cada un lencos de de madapoau lambam vellia e su,a .chapeo
cassa Jarrado zoo cada um bolins de Lis- branco de castor ralbo i quemo pegar ieve a
bo a 3iOO,a patos de bezer.o franca lado, ru. da piala serrari Uo ^ .rd.al que recc-
dilos de Ci uro para Scnhora a i8o- beiejo,ooo ue g,..ica,aa1________________
W Uma loja de couros comailguttaamiu- piuViilJtilt O t'rtVtlt
deaaa e aua com pe Unte armacao ludo na__________________________________________.
valor de 40,000 sita na ra direi'.a U. O a
tratar na la do Ara^o i. 3;. ; CQNTINUAAO' ENTRADAS DAS DJ
t^~ ba palmos e meio de ierra em frente ,! UO Ll v 11
e mis de 000 de fundo com algumas arvo- S. MIGUEL DAS ALAOOAS j 4 dias, Su-
tes de huelo, com muro em i lados uo be-! maca Brasileua Livr..n culo Feliz de 5g
CO das barreira junto to rio para embarque ; tonel Cap, Lemdro Joaquim Caldoso,
aa ra do Clona u. ti e 19. eqnip. oito carga algodao e couros a
Leiio 6c Cunia.
DI Tu ; 5 das, Sumaca Brasileira Livramen-
to de 40 tonel. tap. Luiz francisco de
Franca j equip. 5 carga algodaa e ma-
d.eira ; a \ianoelda Lumia Pereira,
ENTdADOS NO DIA i5
HAVRE i 4b dias, liaica Iranceza Cassimir
Lelavignu Ue 190 tonel. Cap Lasseire ,
Lscravos Fu "idos
tSiT Fugio urna negra crejula de norae
Luiza aleijada dos dedos da mao direila ,
e cun uma matea ue quiimadura que Ihe
lbre o puico e aiio esquerda e he alta ;
iiuiiii a pcg.r leve a iua da Cruz u 4 "a
quina do beco do porlo que ser grali joudo
fj^f i'u^io no dia piia.eiio do corren'.e
umntgiode nacao niixic. n,,o altura pro
poiciouada pouca barba, de idade de 25
anuos lie,11 leilo de corpa bem preto, tem
18 cosas e boiga cheia de marca de sua ua
o, nau> lolla a liugoa ptiriugueza levou
camisa e calcas de riscao azul lem uo lagar
jialp
.)
caiga faiendas
a B. Lasaerre
& Companhia.
CTNGUlUAi 3 dias, Escuna America-
na General Warren de ii3 tonel., c.ap.
Chai ies Ugies equip y carga assucar ;
a A. dchiaium.
KECIFE NA TYP. DE M. P. LE F. iH*


Full Text
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