Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03790


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Full Text
*wmmmi^m/F
^mmm

av-
lalo DE 1839. QARTA FElRA
l III 1
.
CAMBIOS:
Marco j6
Loodm 3o i/2 por ifooo eedi
Lisboa 8b por 100 premio, por metal, ofltrtcido
Frasea 3m a 3)5 fu. porfreneo.
Rio de Janeiro ao par.
Moadaide6|4oo i5/ioo al Yelhe noval Ufgoei
41 8|aoo a 8|5oo
Patoa Colomnaroa iM5o a 1/670
Dittot Menanos ifSSo a iffco
Pataefoa Braailairoa i|6So a iffoo .
PramioadaiLalraa, poraaot 1 ni a 1 ippor ioo;
Cobra ao par
S*gMdai3iUf "iraes
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTES;
Qdida da Paraiba illa! da loa preteneo ; ; ;
Cidade do Rio Grande do Norte, villas Ideaa .
Cidade da Fortaleza illa* dem
Villa de Geiaova ......... .
Cidade de Onda ........ s Tedoieediai.
Villa da Sanio A nUo........... QainU faina.
Dila deGaraobuD e Povoaco do Bonito. Das 10, a a* dcada mes.
Jlittai do Cabo Serinhaem, Rio Forraoeo, Porto Caito Idea 1 11, 1 11 ditlo dide.
GriadedaaAUroaa, e VU do MeeoieV i. >*. "a***. dem dem.
tIMa de Pajeando Florea....... i dem i3, cBttodiU

Todoi oe correioi pirtera ao mato da.
ditlodiUe
27 DE MARiJO. NUMERO 70:
Todo acora depende do boj meimoi; da noaaa prndeneir
moderaeSo energa: eontinnemoi como prinetpiamec
aeremoi a ponUdoa com admira cao entre ai IVaeoei maia en I
tas.
ProelamaeJo da Aiiemblea (Jaral do BraaUj
1aaa
SabeereTO-ie para uta folba a 3|ooe rl. por ornarte), paajee adfJ
anudoi nta Typografia, roa daa Cruxea D. i, o aa Praea
da Independencia D. ij o 38, onde se rceebem eorrospon-
deneai legaliadas, o annnneioi: iniirindo-ie ettei rratil
do doi proprioi acaifaantei, eTndoiauignadoa.
DAS da semana.
> > Segunda *ft Annnociaclo da N. S.
26 Terca S. Ludgero B. NSo deip. ata a da Abril.
97 Quarta deTreva S. Roberto B.
ti Quinta de Endoencad rguarde-se do raeio da at o meio dia tesninU) S, Alexandre M,
sg SeU da Paixo S. Bertolde C.
30 Sabbado de Alleluia. S. Joo Climaco. Loa cheia as 11 bar. o 5 minntoa da aaanh.
31 Domingo de Pascoa S. Balbina V*
Maro cheia para o dia ij de Mareo.
Al a horas 5< minutos da raanh. Al 5 horas a 18 minutos da larde.4
j*j
mMMm s pesshabi?
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PROVIN-
CIAL.
Acta da 16. Sessio ordinaria da Aisemblea
Legislativa Provincial em aa de Mar?o
dsi839.
Presidencia do Sor. Maciel Monteiro.
Feita a chanada e seando se presentes
a8 Snrs. Deputados, faltando con can-
ta parlecipada os Senhores Meira Tibur
tioo, Rafael,, e Nabuoo de Araujo, o Se-
nhor Presidente abri a Sessao e lida a Ac-
ia d* antecedente foi approvada. O Sor.
prineiro Secretaria den conU do espe-
diente :
Leo-se bun oficio do Secretario do Co-
verno remetiendo a informacio da Cmara
Municipal desis Cidade subre a pretencio
deBernardino de Sena porassim o ter re-
qusitado eita Assemblea. Foi a Com mis-
ta o dos Negocios das Cmaras.
Huna representacio da Cmara Muni-
cipal do Cabo pedindo a cre cao de huna
Comarca naquelle Municipio. A' Commis-
sio de Eatatistica.
O Parecer da Comnisaie de Agri cultu-
ra, Conmercio, e Artes representacio
dos ProprieUrioi, e Rendeiros no Rio Do-
ce sobre aa devastacei, que soffrem em
suas lavouras pelos gados dos criadores cir-
cuosvisinhos, concluindo, que a represen-
tacio leja declinada Com m iiso de Pos-
turas para que tomando a na devida con-
lideiicio, designe as respectivas Posturas
da Cmara de Olioda a medida conveni-
ente para contar Uo nocivo proeadimento.
Foi aprovado.
Outro Parecer da Comroissfo de Neg
cios Ecclesiasticos sobre a pretenvo do Co-
aego Francisco Antonio Pinto, que pede
a congrua vencida a leis annos, a que Irm
deixido de perceber por nao ter exercido
as funches do seu Beneficio por suas mo-
lestias, o a van cada i dado A Commiisio
foi de Parecer que teja oovido o lllm. Ca-
bido para ver se compadece essa pretencio
com as regraa, estilos ha vides no Coro.
Foi aprovado.
O parecer addiado da Comisif o dos ne-
gocios daa Cmaras sobre a pretencio da
Cmara Municipal desta Cidade no afora-
ment do beco da Igreja dos Martirios, e
na compra das Citas na Rna Nova e de
ouira que fez quina o beco para a roa
das Florea a fim de aa demolir para alar-
gar os referidos becoi, a alinba-los com
ai ron ( m Connisiio foi de parecer que
moto io prineiro quetilo a Cmara Mu-
nicipal declare se ella be qnem toma, 00
d de aforameuto, a que aprsente a des
cnpcio topogrfica e avaliacao por peritos
c diga a que fim he destinado dito afora-
Malo 1 e quanto ao segundo que a meama
Camera mostr igualmente a deicripcio lo-
Kgrfica dellai, e sus avaliacio tudo na
rma do artigo 43 da Lei do i. de Oaio-
bro de i8a8. Foi approvado.
Leu-seo Parecer da Com mi mo de Or-
diD ados sobre o Requerimeato de Don
Lata Eugenio de Lacio e Seiblis Porte i ro da
Impeccio da Auucar, em que pede a gra-
tificacio de i oofooo alem das pequeas por-
ooes d'assocar que-sio tiradas para amos-
tras: a Commiwie foi de parecer que es-
te negocie ficasse aguardado para a discos-
sio dos Regalameatoa daquella Reparticlo.
Foi approvsde.
Ultimamenle por ter cbegsdo na occaii-
ie haa oficio de Secretario da Provincia,
remetteado as coates das Caaras do Ca-
bo e Pao do Albo, e tambera os esclere-
cimeetes que se bavis pedido as Cmaras
de Garanbuns, e Seriohaeaa. A'Connis-
iio de contas e Orcameato*
O Snr. Ceelbo da Silva requereo que
per intermedio competente se exija do Pre-
feilo deata Comarca iniormacio obre a o-
brigicio impostis pesaoai que sahera em
canoas, e jangadas para os Portes coate i-
ros, e sobre os escravos de tiraren pa-
saporte do. ateemo Prefeito, e quino pa-
gio de emolumento! tace Paisiportes e Lei
que es mares. Aprovado.
Esl'outro tambera approvado do Snr.
Reg Monteiro Reqoeiro que em coafor-
midade do artigo 106 da Lei de 4 de Ou-
tnbro de i83t se eleija huma Conmissio
privativa para examinar as Contal da Tbe-
souraria Provincial.
corrate. Foi approvado o addiemento.
Entrn em segunda diteussio o artigo 5.
das Posturas da Caara de Olinda, o Snr.
Dr. Meadea offereceu a enenda teguinte
suprinio-ie *s palavras oite das de pri-
zio Foi approvado o artigo com a emen-
da oQereeida. Finalmente timbero foi a-
provado o artigo 6. daa meamaa Posturas
com a emenda aegQ'nte do meamo Snr. -
En ves de io, diga-seafra.
O Snr. Presidente deo para orden dia.
Cootiauacioda ja deaignada ni Seasio ante-
cedente. Leitura de Projectos, Indicscdes.
e Pareceres de Comnisaoea. Terceira dia
eossio do projecto numero 6, terceira do
numero 8,.terceira do numero 9, segunda
do numero 1 1, segunda do numero 9 to-
dos da anno de 1839 e levanten a aeaaio
aa duaa horaae 10 niatos.
Thonaa Antonio Maciel Monteiro,
Presidente.
Antonio da Coila Reg Monteiro,
1. Secretario.
Firburtitio Pereira Monteiro.
a. Secretario.
Orden do dia.
Entrn em terceira diacuaalo o Projec-
to numero 19 de 183;, que foi regeitado,
aiaim como o requerimento de addtamento
do St. Peisoa de Mello.
Entrn em segunda discutsio o artigo
. do Projecto numero ro deste anno que
sendo reprovido ficario prejudicados todos
os mais.
Foi approvado em segunda discustio o
Projecto n. 1 a deste anno.
Entrando em aegunda discustio o proje-
cto numero 11 do correte, o Snr. Dr. Bri-
to pedio o addiamento at o eomparecimea-
to do aen Ilustre author. Foi approvado
o addiamento.
Seguio ie a primeira diicnssio do prdje-
cjecto numero 14 deste anno. O Sor. 13a
aerra Cavilcanti requereo o addianento a-
t o dia 96 do corrente. Foi approvado o
reqnerimento.
Entrou em aegnnda discustio o artigo
i. do projecto numero i5, foi ap-
provado. Entrando o artigo a. o Snr.
Carvalho de Mendonca mandou a Mesa a
seguate emenda Depoia da palavra Ma-
triculadiga ae nio havendo excedido
maia de bum mea depoia do encerr-
nento. Eat'eatra do Snr. Pesioa de Mel-
lo sobstitutiva ao artigo Os Estudantes
que ealiverem no caso do artigo anteceden-
te serio admitlidoa a matricula no Lyceo a-
i o dia 15 de Abril. Foi approvada esta
emenda, ficaado prejudicado por conse-
quencia o artigo do Projecto e a emenda do
Snr. Carvalho de Mendonca.
Entrn em primeira diacuaaio o Projecto
numero 99 de i836. O Snr. Vieira de
Mello pedio o addianento at o dia 26 do
Diversas Reparicoens.
MEZA DO CONSULADO.
_ A Pauta be a mesmi do nnn. 5o.
CORREIO.
O Brigue Portuguex S. Domingos rece
be a mala para Lisboa boje vj pelaa 9 ho-
ras da aaabfi.
A Escuna Virgina recebe a nala para o
Maraohio boje 37 aa 10 horaa da nanbia.
O Brigue Portuguex Ventura Felia re-
cebe a nala para o Porto hoje *J pelas 4
horas da tarde.
OBRAS PUBLICAS.
Pela AdnistracaS Fiscal das Obras Pu-
blicas se hade comprar em asta publica ,
a gradara de fen o que hade guarnecer
01 doia lados d.< ponte da Boa-vista : as
peaaoea que pertenderem fuer cata obra ,
poden eoncorrer na Silla da dita Admioia-
trici Fiscal nos diss 8 10, e 12 d'A-
bril prximo vindouro 4o meto dia at
1 horas, para tratar-se do ajuste. Na
mesma Salla acha-se o dexenho da referi-
da obra, para os pertendentes o verem e
poderem aju,tar.
Amaro Franciieo de Moura.
Adminittrador Fiscal.
ARSENAL DE MARINHA.
Pela Ioepecci do Arsenal de Marir.ha
ae fax publico que no dia 27 do corrente
nesae fretar huma enbarcaca de 5 n 6
mil arrobas para eondoxir una porca6 de
farinhae outroa objectoa a' Ilha de Fernan-
do e d'ali traxer un completo carrega-
mento de pedra de calcar, Convida-ae 1
os Son. Propietarios o Consignatarios,
a quem tal fretamento possa convir, o com-
parecer na meima Inspeecafi no dia indica*/
do pelas onse horas da manhla, a fim de se!
firmar o contracto a vista daa condicoens ,'
com quem pela menor quantia o fretamen-
lo fixer.
Ienpecclo de Arsenal de Marinha de Per-
nambuco a3 de Marco 1839*
Alexandre Rodrigues doa Anjos.
Secretario,
O lllm. Snr. Inspector do Arsenal de
Marinha manda faser publico que a ven-
da em huta publica doa objectoa salvados
ni liba de Fernando pertencentea a Bar-
ca Francesa ali naufragada tica tranafe-
rida para o dia deamanbia 27 do corren-
te enconsequencia de nao ter aparecido
hoje numero suficiente de concorrentes,
Inspecca do Arsenal de Marinha de
Pernanbuco 16 de Marco de 1839.
Alexandre Rodrigues doa Anjoa.
Secretario.
PREFEITURAj
O Sub Prefeito da Fregneaia da Boa-
viita annuncia a quen coovier que se achia
recolhidos ao Deposito Geni cinco caval-
los furtadoa ; e por elle apprehendidoa a
o pardo Agostinho Manoel do Sacramen-
ta no lugar de Belem ; aasim como a hnm
preto escrito bum traacelim de oiro o qua 1
ae acha aa Secretaria da Prefeitura.
EDITAL.
A Cmara Municipal da Cidade do Recife,
e aeu Termo, &c.
Fas saber, que no da 6 do proiimo mea-
de Abril se ha de arrematar, por qnem me-
nos 6ter o concert do Matadouro du 5
Pomas ; cujo orcamentose acha na mea-
ma Cmara e ser apresentsdo aoa per-
tendentes. Na mesma occisia ae ha de
arrematar o fornecimento de aaeite, e algo-
dad para aa 5 luzes da Cadeia desta Cida-
de : os pertendentea devero comparecer
en eaaa de aoaa Sesaoena, habilitados com
fiadores idneos na forma da Lei.
E para que ebegue ao conhecimento da
todos manda publicar o presente.
Paco da Cmara Municipal da Cidade
do Recife era Seste ordinaria de ai de
Marco de 1839,
Jos de Barros Faldo de Lacerda.
Pro-Presidente.
Fulgencio Infante d'Albaquerque e Mello*
Secretario.
Diario de Pernambuco.
Da Corte recebemos o e Se le de Abril
coja d.ta chega al a3 de Fevereiro,
nelle nada encontramos de notavel. O Rio
de Janeiro goaava de tranquillidade. Um
artigo de 18 de Fevereiro dizia qua por
pariccipacoes doaPreaidenteaaabia-ae, que


v..


*^w*^*m


' wm
2
B I I O B1PIINANIUGA
Mato Grosso Goyae. Espirito Stoto e
MinM Gerees estava em pst. O Sete
d'Abril' a o Chrtniste' fszi*8 ami goer-
rt t t o Despertador' pelas resSes,
qoe se yerfo dos ortigos qae absizo co-
piamos, e que achino* dignas de attencio
Da Babia recebemos folhas at 18 do cor-
rente. Gozara de tranqoillidade. O di*
16 nniversado doem qua a cauta da L
galidade tinha rencido, fui solemnemente
festejado. A Aurora e o Legalista dio a
seguate noticia qae ti ve ru por cartas
particulares. Recebemos cartas do Rio ,
onde ae nos partecip- a prosima di*olucii
do gabinete actual, sondo oa indigitados
*per* formarem o novo gabinete os segointes
Srs> Lopes Gama Imperio. Paran^gu _
Marinhs. A uraliano Estrangeiros. Coo-
radoGuerra. Paula Cavslcanti Ju*ti
ca. Martim Francisco Fazendo. Nio
etsegu ramos a rerscidade dest* noticia,
eom qoanto seja digna de toda a f a fon te
d'onde ella proreio.
Vimos folhas da Lisboa at 19 d >
mes proiimo pretrito das quaes daremos
os nossos leitores um resumo do que en
con 11 amos aaais nota re. Ni dia 3 de F-
retro pelas 3 horas da mtnha pegn fogo
na Crrela Portuguesa Gal*tea *, su-1* no
Tejo, a qual fo em pouco tempo rictim*
das chamas. Dizem que o fogo fora lanca
do de proposito a Gas de se reunir o B*
lalhio do Arsenal para aearronjer urna cer-
ta Bernarda ; porem nio pegaraS aa biiaa;
porque o Gorerno estara alerta. No dia
13 senlio se em Lisboa um tremor de ter
ra ; porem nio causn d Na Cmara doa Deputadoa contiouara coro
extraordinario ealor a dicusalo da reaposta
no Discorso do Tbrono e por resea tem
herido molino as galeras. Em Haspsnha
tinbaS sido disaolvid..a no dia 9 aa Cortea,
rirtude de um Decreto da Atiaba Go-
bernadora : esta medida segundo se l d s
Peridicos daquella Capital deeagradou mui
lo maioria da Naci. Aa opercoes mili-
tares estTa inteiramrnta parausadas eso
consequencia do ri ; r do Invern. En
Franca hartatermioauo aCriae Ministerial,
continuara o Ministerio Mole. Loiz Phi-
lippe tinha adiado aa Camaraa. EUva a
ponto de assinar se um tratado de paz entre
Hollando e a Blgica, garantido po-
Inglaterra, Franca, Austria, Rusaia, e
Prutiia. A Rainba de Inglaterra linh*
conrocado extraordinariamente o Parla-
mento e na falla da obertura ello diz .
que lastima a continuacio da guerra civil
na Hespanba, o qul contina a merecer a
sua mais particular sollicitude. Diz que o
fea Embaixador na Peraia se rio na oecessi-
dade de se retirar; e que o GoTernador
General da ludia tinha tomado todas as
medidas para eritar qoalquer urprrzs u
taque per aquello lado etc.
RIO DE JANEIRO.
He pelo lado da administrado da justi*
ce e especialmente em materia criminal,
3ue a pratica no Brasil n*5 tem con espon-
ido s tbeorias geraes. No enUnto da
boa ou m edmiuilracaS da jos tica depen-
de mais que ludo a felicidad de qual-
quer poro ; he por ella qoe a acc*S do r-
gimen social oe acba a lodo instante em
prximo contacto com os nteres jes de ca-
da membro da oocidade. As meamas fei-
eons hornveis do despotismo se a d oca
um pouco quando, sob os ousp cios de um
gorerno absoluto ke a juanea rectamente
administrada. He assim que no Prusia
semelhaote rgimen lornou se de alguna
sorte suporUvel, e que pela ra'ao cou-
traro no Hespanba se eflorecer 00a o-
Iboa da populac.S em todo o soo hediondez
Toi he a importancia da juatica reciamente
administrada, que os poros apreciaras
em pouco o beneficio das linea instiloieo-
ama, ae oeste ramostffiessem tu da de-
zordem das leas ou da m esecucao del-
ka.
Oa malea que no Brasil experimentamos
este lospeito dei irod ae de duaa fuetea :
a., oe defeitoo do legialacaS ; 2. os ahu-
mo do Jury. A curo dos primeiroa per-
tenee ao legislador ; a doa segundos a im
prensa que tem a miisa de comba ter oe
preeonceitoa pubiicoa de censurar a inca-
rio o indiflerenca em materias
clemencia, Ao patriotismo e sabedoria da
legialatura brazieira incumbe trotar qoan-
to anteo aessa parte sem que poro isoo ce
minhe todorio com aquella predpttca&
qaesecn*urou nos actos antecedentes, e
decretacaS dos dous cdigos.
Comec*ndo pelo criminal, oem dorids o
meni-s defeituoso, o ncooreniente que pri-
meiro chama ah ao sftenc&es do observa
dor b* a m difinicaS de alguna dilicto*,
concebida esta de modo que n*5 abraoge
mui tos casos occorrent^a H* ossim", por
exemplo. qua o crime da rebelliaS e-t
deacripto em relac<6 ao numero dos delin-
queoleo. Em mois de urna das ifieao ,
as peos corecem lambem de oer melbor
graduads. A flobotitoacaS do prisaS pelo
degredo he exigido p-lo eatado das nossas
cadeiao eaconselhad* p.las rantsgens que
offerece a pena do exilio quando 'appli-
cada a proposito sobre a de prisad que o
noseocidigo prodigalisou. As eadeiaa .
focos de d-prevacao phyzica e moral sao
um testf>monho c instante que deporio con-
tra a civilisaciS do paii.
Que compre alterar consideraTelmente o
cod go do procraso he boje opini.5 qu-
jnlgamos generolisada no Brasil. Juizes
de px eldto* pe'o poro sobrecarregados
de attribuicoes, rujo dasempenbo he mui
t<> superior soss faculdades ; joizes mu-
niciptaea eleilos pelas camaraa promotores
pblicos tambera eleeliroo e na5 suffici
mintente retribuidos ; jury cuj d-pu
rac-5 coobe igualmente s municipalida-
des formad um composto de qoe Um re
sultado pira o paiz a desorden indiciraria.
Incoorenientes sea numero tem rindo em
muitasocc-sioens alterar 00 fructoo de ben-
ca6 que de taeo instiluicoeno espera*a se
Nos sertoeos em muit*s daa nosaaa rillas
e lugares tal ba sido a confosaS depois das
oras leis do procesoo, que o populaca
fice entregue 00 capriio de alguna prepo-
tentes oo expooto aem remedio malero-
lencia de*Iguos intrigantes. Salraa eem-
pre os hourosoo excepeoens muitos ana
gislrados populares tem trasido teman i*
conslernacio qae em olgumao partes pere-
ce suspirar -spelos temp>a deteatareia do
gorerno absoluto, confundindo-se por
erro com mora o que he filho do tiroci
nio e da inexperiencia com as Instituido
ns mesmaa, e com os principios euj
belleza na5 pode ser sentido em meio das
git-tcoeiis e males porque o poii tem pos
sedo.
Urna dificuld-de sobrereio que parece
er complicado qu^st5. O acto addici-
onal naa cithegoriaa que estabeleeeu,
para separar os empregados ger^eo doo de
prorincio d logar na ana ioteltigencia
< contestacoes aem cuja decisio a aaaem-
li'ea geral nao psde reformar o cdigo de
processo no que toca ao modo porque hio
de ser escolbidos a mor parte os nossos
magistrados. Qualquer que seja porem,
a deliberabas tomada ru anto que ne-
nbumo se adopte, as cmaras pdeos e de-
vem olhsr sobre as attribuicoena conferi-
das a cada um dVsoes julgadores desone-
rar os juizes de paz de mu tas doa funeco-
ena que se Iheo accumu'araS o organisar
melbor o Jury. A influencia que a esse
resp-ito se deu as muuicipalidadea corpos
electivos locaes tende a etnstituir o ju-
rsdo em commissoes espeeiaes rota-lo o
os interesbes de um partido o isto mor-
mtnte as cauzaa pulilicoa donde he mes
preciso remorer todo o ideo de parcialidade
nos julgadores.
Como nio ha nosao intento apontar to
daa a a modancos que o dous cdigos re-
querem apressar-uos hemos a concluir
eslaa reflexoens lembrando quanto ne-
cessario he que os captulos do cdigo de
proetsso reatiros s Suncas o ao habeaa
corpus sejaS melboradoe. Por eotee ,
deu-ae carta branca o muilao autoridades ,
para trazerem solus com escandolo o ter
ror da sociedade grande numero de cri-
minoso o quem o* longos do Brosil } o
roux xo o demoro neodmioistrscao da jua-
9a e as commocoens que se omiudaft em
varias piorincieo assegurio desde logo a
impunidade deaeua delicio*. O quepo
ae ter lugar por exemplo, na Inglaterra,
aonde nao he fcil evadir-se um delinquen
te, que esti sob as vistas da jualica ter-
na se absurdo no Brasil, em qu as dio-
Uncios, 00 sertoans, a dispersas do*
persegniaft diante da autoridade aonde
nio Iba faiteo ojetee de executar sua rin-
ganoa. A appelUca de hum p*ra outro
ju'ytem tmbeos trazido grores ineonre-
r.ientea e perene eaeosada depois de se
darem no cdigo tantos recursos tsntss
garantiao que protei5 a innocencia quan-
do oeonteeer que ella oeja victima de hum
juizo precipitado.
Muitos outros objectos cumpna eooside
rar ; m indicados estes pontos princi
paes psssemoa out'a fonte dos males
judiciarios isto be os abusos do jury.
A impunidade em materias criminres he
a origem de g'andsimoo e justificados
clamores. julgou>oedor-se-lbe remedio,
entregando-ee a j tico i conociendo dos
cidadioo, e institundo-se o julg*raento d<
poiz de que outras naeoes tantas vanta-
gens tem tirado. Em Inglaterra, altri
bueeea instituicafido jury anda, mois d<>
que imprenso e sis discoss-iens parlamen
tares o que podemos ch*m*r O educ*ci nacional origem desse espirito publico
qua ahi se admire o que constitue a gran-
deza do poro britonico. Mas, ioxpoaeirel
ero que o trocinio conotitoicional too de-
pressa se conclnisse, pora dar lugar acti-
vidade e vida qae oe observo em todo o
physiooomis dos noeoens lirres. O ju-y.
foreoo be dize-lo nio corresponden ia
tetramente no Brasil do altas espero cas que
nessa inslitoicio se hariio depositado. En-
tremos no conhedmento do sao marcha ,
osfi paro desesperar moa de um futuro me-
lbor i mea para nos empenbermoo todo
em corrigir abuzo* que import" > a perda
da sefjuraneo que o cidadio proeuro no oc-
io do abdedade e o descrdito do mais bel
lo das instilnicoens.
O primei 1 o o lamentavel inconveniente
que se noto he a inerdo. Em algamas
villas e cidsdeo o jury nio se tem rea
nido, poique 00 oeaomembroo de izarlo de
conconer; be sempre larde, e preenrhi
do o conoelho com supplenteo tirados d'en
tro 00 conectadores que tem tido lugar as
su*o oeoo&eo Porree que 00 negligentes
nio spreciio aioda toda a exeelleiicia que
os torno juizes ano doo outros e qae os
oabtiobe 00 dominio deqnolque eleoee on
jeroicbio.
Apoiaee logo depois amo falsa pedade
que indos o jurado a pardoar anda mee-
mo qua ndo a sene Ilion est provodo o de -
licto, por incoasialentes pretextos que ,
quando mudo oerririio paro que o reo
tusee recommendado i clemencia do poder
moderador. O juiy nio p-rdoa ; jqlga
segundo as leis sua consciencia. Ao le.-.,
por* PjtljjgSi'V aeoeo otado o* qae o Se porem, seguindo os preeeilos do Rali.
gilo Catholica perdoamos as injurias, qejo
rio oerondijao Ihe dirigem, nio adptate.
mos com todo omeomo resignaeio coristl
a resneitu daa afrontas dirigidas por es-
tes dojs forosleiros contra a Nadonalidada
Brasileiro, e tendentes o avivar as discor-
dias quesi eitintas, qae altererea a paz
em outros temaos entre os habitanl* Ja
Imperio.
Bastantea-motivos tinhafi 00 Broaileiroi,
manteo do monarqua para estar etn
guarda contra o Deipertador', sendo ua
dos nio menos ponderosos o acbar-se
sol frente n famoso republiqueiro, qu
fora folicolario no Rio Grande quando os
farropoo astearaS.a bmdeira do revolta. A.
rinda do Dr. Cabral para o Rio de Jtnei-
ro ; sus determinaci de se faxer diarists,
muito deu suapeitar quelles que sabiafi,
qae elle o fora no Rio Grande nos lempos
qoe precedera k declaracio da inaurre^f9>
e qae nio desconheciaS as prfidas coabi-
nacSeo qoe, em taea casos costurado ter
lugar. Os que podiaS suppor esse hroe
emissario dos rebeldes e per eiles enmr*
regodo de eopalhor anas doutrin is e as
fazer proslitos, desconcaroS logo qaoi*
raS que a queda da Admioistracio passsds,
os principios monarqu c >s da actual, a
Opinilo Publica tao fartemente pronuoeis.
do, oroS obstocoloo diente dos quaes tem
pinos deri*5 cahir; e eom efieito o D*.
pertadoi' se mostrou senlo vocilsnte, 00
menos manheso.
Coodemnade i nullidade, em que lolvrt
esoss circunstancias o laucars O 'Desperts-
dor openao vegetovo, quando um ener-
gmeno aborda s nossss proiao: como os
a caqueiradas a fcilmente se entendooi,
logo os doio espiritoo do desorden, ueea
seus exforooo, e contra quem ?.'.... con-
tra o Poiz qoe 00 ocolhe.
O republiqueiro mudo de projeetos: a
reconquista do Brasil Ihe insinuada por
esse sicario da tyrannia, que no Solo Ame*
ricano vinba oer ogente de D Miguel.
J publicaaooe esse famoso documento,
que uaa folio acaso entregare s mos da
um Patriota. Eaae documento nio foi coa*
Irariado, pelo sen autor, que no Desper-
tador de hontem derrama loda o soo bilis,
contra os pacficos miguelisUs que procu-
rando entre nos o Pos e meios de vivar,
que 000 Patria Iheo neg, protestaras coa-
tro 00 maquinocSeo que 00 dois forosleiros
urdem.
Nio contentes estes energmenos cos
cbomer indignos o esses Portugueiss,
que protestaras contra os planos de destrai-
llo que 00 Srs. G. e C petenteovefi os
Proclamaeloj publicada, levaraS aindso
sea desaforo a pedir-nos os nomes pirs
os foxer suaa victimas I! Infames 1 j"'-
gaS-se tal vez n'eoses Paioes, onde o po*
nlial do aasassino impSe ailencio virtu*
de!!..
O arrojo o d-scaramento eom que ot
doio hroes anem ao crime o eecorneo, sio
sobremaneira espantosos 1 Esse protesto
por ellea chamado-libello-, edizea
Iibello mais injurioso pera o Brasil do
que para nos-Ah!..h Sim!... V6a-
inda pizass o Solo Braoileiro : oinda aggrt*
dio i... 00 Braaileiros !... .s6 nisto qst
pode consistir o injurio .' Mos nio obusatf
Uolo; a brandura do Gov-rno, qae o*
toiera alo moroco a deaominocio de ia-
jnria doo Brasileiros !... De um para ou.
tro momento eaoa injurio poda opogar se..t
(Da Seis d'Abril.)
clama oe sio brandes em extremo a
impunidade, grita-se heoeooxo doo nos-
sos moteo. No entonto, 00 meamos que em
certas provinciaa assim clamaS egrillo, ele-
vadea catliegona de juizes sio os p-
meiros que se aprsalo o absolver sob
fundamento* irrisorios, o que s mootrio
o vontade que bou ve de favorecer o reo
cuota do justico. N*& me quero compro-
metter diz um e comprometi o otdem ,
o pos do essociacaS de que be membro, e a
cujea pertuibacoens e soffrimentos naSsei
por consequencia estrouho. Outros moia
culpados tem ficodo impunes, oecrescenta
aquello o pam remediar o mol que oe
fes augmenta o oommo dos maleo rin-
gondo.se sobre o patria dos erro* que corto
oa eerjoo individuos commettersS*
Se nmo sociedade pode manter-se sem
a punicaS doa crime ; uo castigo bem
como o premio naS be obi iedispeaeove!,
enlaS 00 indulgentes tsm rosaS mais, se
contraria deve oer o regro que s juttico
preacreve, cumpio que demos a mois se-
rie etlencoS 000 abuzo do jury.
( Do Corrsio Mercantil. )
VOX POPLI.
0 oxsgorado amor da 01 momo a o nimia j habiUalos frsaquoafi a fuga aoTimraoso
Nos que temos horror immorolidods,
ejs qual for a pbass debaiso do qual silo
se presente, nio seguiremos o exemplo
dos doio heroia do Despertador *; ama-
mos o deconcia, qoe elleo calcaS 000 peo ,
o despreumoo insultos, que melbor con-
rom a doio perversos sis Uo tbida quilate.
16 DE MARCO.
Viva a Legalidodel
Um onno oe cont
, qae **
Integridode do Imperio,' a causa do s
da Conalituiclo, o da Monorchio Braalei-
ro obtere oa asaigualado Inuofo, co"*
urna fcelo deoorgaoiaadors aojae n*
concebido o fanesto plano do segregar ofi-
00 provincia do Baha da oommuiiho o'-
aileiro em que ella jurou existir *.
Deoo, e dea Homens l Sim um onno1 M*
vemos nos pticorrido, depois desse 00 ^
guio so triunfo, que Unto ennobreesi_^
neme Brosikiro mas que forooo me^
es, *s eom alia para sempre eomprass^
moa P** aaiaoa do teoso o* BfeaiWu


Pt-

01**16
m
de r
r
B8NAMBDCO
5
m om s laco completo, iWipHiiil,
par que, sombra da Le, da Constitui-
co do throao doGrande Pedro Segua-
do chegsssemos ao apogeo da proaperida
da e de fores que Brasil est destina-
do peta Providencia .' Da da triunfo a da
gloria nos te laudamos I Mas ah l qaa nos-
sas gallas esto salpicadas da sangos.... a
de rangua breiileiro lia precioso, quin-
to nscesssro Compra, pois que nio
repitamos aseas palavra* de dor que iriad
magoar de boto os corscSes dessss viuvas ,
desses ordos ', desses pas, dessss irmioi,
desses amigos, ea6a qaa soffrersS orna
pards preciosa nesse luU de irsslos contra
irroloi... Bahianos! Braiileirss esa ge-
ni Quando chegar o dia da nona parpa-
tas anuo ? Qasndo surgir assa aurora ti*
jonhadepai, a da boaaaca poltica qaa
nos venba encontrar na regaco da le, a
no goso da felicidad* social, contra as qoses
filhos degenerados do Brasil tesa conspira-
do? Qasndo terio fias rasasdisseasSee po-
lticas qaa tsato hlo dividido os 6lbos ds
Santa Cruz? Ah qne be lempo j de fa-
zer parar o ssngue Brssileiro derramsdo
por mos frstricidas sem outro fim maa,
do qaa o da condasir o Brasil ao vrtice
dss revoloces, o cos alba so tmalo dss
Nscors! E foi pera isto, qus nos eonstito-
mos Naci livre, a Indepandente ? Ser
este o premio dos exforeoe da todos os Bra-
li leiros iraiisi gloriosa emsncipacio no-
litios ? Qaa fatal destino nos desuni ,
qusndo outr'ors anidas todos nos eoape-
nbsnsos pas Independencia da Patria ? E
onda os beneficios dessa I i bardada porque
Unto pugnamos ? SI o essas. acaso, da que
tem dsdo sanguinoso exemplo tintas pro-
vincias a nosss Babis, a o melfadedo Rio
Orando? E seremos sssim fortes a podero
sos ? Estsremos dost'erto abrigados da co-
bca estrangeira, qasndo nos mesmos bas
esmos fraccionar este immenso territorio,
ssts briosa Familia Brasileira qne unid
ssberia mpor respeito, a admirscio s Na-
cSes cultas ? Que trisie nio be, ceros com
pslriotas o qusdro de nossas recordac&es
polticas Ellss somante respires ssngue ,
a ambicio! Ellss nos dio lelo, mais que
proficus para que cerremos para sempre e
funesta porta da* revolucVs, e, em torno
do tbrono do innocente Pedro Segundo,
piocursmos todos a ps publica, a a felici-
dad desla briosa Naci Brasileira vento
ras estas qne sem a obediencia s lea ,
Ka o respeito sos dimites individuaos e
de propriodade impossivel ser oblar t Ho-
je, que be o annirersario do triunfo da Le-
Elidsde na Baha nio qoeiramos pertur-
r nossa alegris, conmemorando as des-
granas publicas que nos legou a funesta
revoluco de 7 de NovembroF Sim! sus-
pendamos, por emqaanto nossos queixu-
mes contra esees Brasileiroa degenerados ,
que sellarsS seos ambiciosos atentos com
o incendio da sos patria.' Oxsl fosee este
o Dia ft-lis do seo srrepend ment Oxal
o dia 16 de Marco fosee o dia da congratu-
larlo de todos os B ras i leiros dissi dea tes, e,
entio, tal vez estes mesmos qne Untse
to justosqueixumea alimentad, moetrss-
iem tambem que alo brasileiroa, smbolo
ds generosidad* da candara para esqur-
eeram funestos resentimentoa A Patria
be um nome moito poderoso pera que ellas
se furtsssem i Umsnbo sacrificio .., mas
ah .' que rrio sabemos qual partido lomar
entre tantos, a fio oppostos interseas! Se
js poram qual for a opinilo dominante dss
paixoos exaltadas, um s mein honroso ,
para o Eacriptor consciencioso, Ihe cumpre
seguir, a despeito ds celeuma desconcerta-
da dos partidos.... be o da anifo Brasilei
rs, a o da frsternidsde entre todos os fi-
lhos da Terra ds SsnU Cruz / Eis o canal
egoru para onde d-vem convergir todas as
vonudes, e todas as consciencira paras, a
?erdadeiramente Brasileiraa... ais o que
ludo daramos para obter se atoran po-
desse ser o arrependimento dos Iludidos ,
possival a emenda dos culpados.
Bahianoa! Foi com o voseo precioso san*
gue, a com o de Untos da nossos rmeos ,
que a Iotegridede do Imperio triunfoa oes-
te din entre n: se a impunidade dos cri-
tinosos tem sido o premio de vossss fad-
we riscos pela patris, resgnemenos os
Bcises fsitas em nome da Le.' Que a lei
aja a nossa nica mira, ueeea man segu-
ro farol, a podaremos anda conquistar as-
na dias de paz, o da prosperidad*, to
cuitosos da firmar entra nos / Corramos ao
Templo do Dos SscrsmenUdo, a apamos
Ib* a Uniio da toda a familia Brasileira, e
p termo final ds nossss desgranes polticas!
Imploremos Providencia qaa vigora e fe-
licite oe das do Nosao Imperador, e Elle,
sim, % Elle ser o nosso Salvador o nos
so Defensor Perneputo i Viva o Sr. D. Pe-
dro II! Viva a Ltgelidsde Vira a Uniio
da todos os Brasileiroa i Viva! Viva I Vi-
va!
(Do Correio Mermntil )

Correspondencia.
San. Redoetores Tenho reparado,
qna Vms, tanda analiasdo os primeros
projectot ds nossa Assemblaa Provincial,
estacarlo no caainho tal ves por appare -
creas da Corta motivos mais urgentes, ou,
por veotura agsstsdos por varem mor-
rer no puerperio o Projecto nomero 3 por
Vms. to louvsdo o qna de orto Unta
honra fasis a mesma Assemblaa ; a como
(seje qual for a cause deesa silencio) eppa
recen o projecto numero 10, sam qaa na
ds dseessse o Diario, tumo o trabalho de
sobre elle aventurar slgumss refleioes.
Sei, que em cssos tees vem logo a frente a
quella antigo rfio Qeeaa Iba eocom-
mendou o ser mo qna Iba pagua -- mais se
nos for'mos a reparar o qna se diz, nio
nos rasura' lempo para eoidarmos no qne
se deve diser.
Um Projecto com 17 artigo* promstte-
nos nm din tu* direi en para oa sens
oilo dias bem puxidos ) pois emende pe-
ra aqu, remend para al, borra-so esta
letra, aspa-so aquella virgula, l van os
taes oito din se nio mais 1 e da todo
este trabsbslho quem bsde tirar o prove-
tobe o ente afortunado, em caja idooei-
dade triennal cahir o sccipe Ri. i:8oo|
Pois Sara. Redactores, pode aeger-se,
que, de direito os negocios entregues ao
cuidado de muitos, sendo bebis honra-
dos* slo mais bem administrados que
pos um ( homem, sinds com iguaes qus-
lidsdes? eque, defecto nsa dnas admi-
nistraces do Grande Hospiul ds Carids-
ds o dos orflos tem spparecdo mem-
bros setivos, rectos e cridoaos qoo tem
sstisfsctorismente prehenchido os seas de-
veres, sem qae tenbe sido necesmrio diduxi-
rem-se de somraa gersi das rendas de hum e
outro pstrimonio i,8jojfrs. para o adminis-
trador ; 800^ psrs o cobrador; e rjooU
psrs omescriptorsrio ?
Qusndo boje tado se Ui por commissSes,
e qusndo os negocios msis cleros, e cor
rentes se entregio a longos discuses
que vemos sppsrecer um projecto, que
propSe, como mais acertado eotrwgar-se
na mo de um s bomem o que estiva so
cuidado de duas administraeSea ? Oa estas
esUvIo, OU nio bem administradas ; se
nlo, slo culpadas as auctoridades a cuja
iaspeccio ellas ssllo sugeitas ; se me res-
psmderem pele sfiirmilva, eolio a lei que
se pretende occioss, e como tal digas
de ser despressds in limiae.
Que sera' de nos, se a nossa Assembles
Provincial nio for em i83o msis lomite-
E do que tem sido ? qusndo se etilo novos
gsrea, fsz-se om bem a mels dusia de in-
dividuos mais quando se augmenta a dis-
peza da Provincia, sem legitima neerssi-
dade fss-se om mal tanto maior, a tanto
mais geni, porque applicado este dinbe-
ro ss neeessidsdes gerses da Provincia, a
sea bem be geral; e de msis corre-se o ris-
co de appsrecerem novos imposto*, que
ns opinilo de om grande poltico da Hes-
panha de vem ser publicados a alu noite,
qoaodo todo o povoesliver dermindo, sfim
de alo ouvir a sos pobliescaS.
Mas tornemos so nomo sssumpto. Qus
so podis' diser da AminislrscaS do* or-
fasque ua& leja em sbono o em loovor
seu ? BasU visitar o sen Collegio para da-
rem nfeniUS gracas sos que aplica ta
bem o patrimonio dos Maoigrepos. Nan-
ea vdinbeiro albeio tao bem applicado.
Bem sei, que o bom arrsojo, a boa discipli-
na,^ a boa ordem que ali reinej davida ao
incansavel telo, e se virtudes do seu
Director: mu as o patrimonio nlo
estvosse bem administrado nio bsveria
dinbeiro a sam osta tudo o que be bom fi-
en cm projecto, Os rditos,, que fseem o
pstrimonio do Grande Hospiul nlo ebe-
gio (segundo tenbo ouvido diser) para as
suas despeas*. Thesoureiro conheco eu,
qne muito adan too do seu para ees* fim.
E por ventara essea tras empregados que
boaverem de ser elletos, obrarsfi do mes-
mo modo ? Os ricos so nlo movem por US
poaco ; qusndo sceitio taes lugar** s
tem em vistes benificencis. Os pobres
slo os que os procuraS. E destas qae so-
corro se pode esperar ? Acaso qasndo om
qaalausr cofre falta o numerario pera se
sstsfsserem as dispetas, ns seos emprega-
dos psgsS-nas do seu ? NI* mecada po-
ram sssim qusndo se eacolho ums admi-
nistrarlo cojos asombros slo dolados de
philsatropis e cojo Thesoureiro, alem
daa mais qnsldadee de beneficencia qoo
o distingeos rico e pode acudir em
elgnma precislo*
Mas Son. Redactores para qae can
esr-me em diser eootss que talve seosS
ajustera com o pensar de alguna membros
da nossa Assemblaa Provincial ? Elle* fs
sem o qoa intendem a ni, espiritos s-
canhsdos e ignorantes nsS i n ten demos o
qua diurnos. A Dos,
Um dos da Galera
Concordamos em parta mas nsS no to-
do, com s opiniaS do nosso Correspondan-
t. E' mu justo o seo pensar noque dis
reepeito a se nsS projetsrem novos loga-
res com ordenados que venh"5 gravar o
patrimonio dos Orfios e do Grande Hos-
pital 1 mas estamos capacitados de que um
so' Administrador com nm Thesoureiro ,
prsencherS com maior promptidsft ss 0-
brigacoens, hoje incumbidas s duas ad-
ministrseSes.
Teme* visto demoradas muius rasoloco-
ens de coja prompts eiecucsS baria ur-
gente neceiiidade por falte da se reuni-
rem os membros de ums corporscsS; i
ioegsvel que ss ordens que emsnsS de
um conselho, bem que tenhaS a seu fsvor
a probabilidade deserem mais bem pensa
das com tudo s6 mais demoradas do que
aquellas, que s podendem de una homem.
Emfim concordamos em qae sejs um o A -
dmioialndor mes nunca com ordenado ,
e com ordenado US avallado alem dos
grandes ordenados do Cobrador, edo es-
criplurario.
Segundo temos ouvido ditr s receiu
do Grande Hospital nao chega psrs ss suas
despesas por consequencie, unidos os do-
as patrimonios vem ss despesss do Gran-
de Hospitsl apezar sobre o patrimonio dos
Orfios ; ora unindu a isto os grandes or-
denados que o Projecto offerece do le
mer que naS possamosler o outro Colle-
gio de O fias e desU arte baldadas as
nossas melhores esperances.
Por outro Isdo [e uto concordamos com
s opinisSde nono CorraspendenteJ nao se
pense, que com 1:8001! res ou com
moito mais se sebe um bomem de bem;
so nao acbarmos um qae desenteresssdo,
e so* com s mira no bem publico, se en-
tregue lodo ao cuidado telo dos dous
patrimonios com maior difficoldade, se
acbar nm que o faca compleUtemente
por conveniencia. Os RR.
LOTERA DO SEMINARIO.
O Tbezoureiro fss publico que prioci-
eipa s psgsr os Bilbetes premiados ds a. "
parte da i5. Lotera 00 da 3 de Abril,
s horas do eostume, nlo o lateado entes
por serem diss festivos.
Avisos Diversos.
_ Um rrofessor de Grsmmslica Lati-
na examinado e approvsdo e que tem
bastante exercico de eniinsr esta Lingos ,
se offereee para ir ensiner em quslquer
ngenho, 00 mesmo no Sertio f quem o
pertender dirijs-se a roa ds r-ss por detras
ds das Flores, indo para a ponto esas se-
gunde depois ds Fundiclo, ou ao paleo de
S. redro cata de 100 Rebollo Leite Gui-
maties D. 4 lado da Viracio.
. Precisase de dous borneas para tra-
balbarem em nm sitio, n nm dalles deve
entender de plsnUcSsa t no atierro da Boa
Vista toja de funilero do Gersldo d'Ama-
rante dos Sanios.
EUm rnpst Brssileiro de dada aa en
uos, an offaraos para qoalqacr cem de ns -
gocio 1 qnem do seo prestimo precisar sn
nuncio para ser procurado e d abono *
sus conducta 5 adverte que sabe ler a sa-
cre ve sefriveimsnte.
Alogs-se urna monda da cas* no lu-
gar dos Coelhos junto s otara do Sr. Mi-
guel Carntro, tendosuficiente* commodos
para nma grande fsmilia, por ser a sobra-
dads com porto ds desembarque, quem
pretender di rija-ie n roa de S. Gonsslo
D. 11.
_ O Empresario do Thoatro avisa s lo-
dos os Srs. qae tverem conus, hsjsS de *
Ih'aa mondar legalisadas com os competen-
tes Bilbetes, para a* Ibm pagar. >^>;
Quem quisar comprar por preco c-
modo, nms padaria com seos pertences,
sita na ra Direta dirija-ie ao armazsm
do sal.
Aluga-se um preto para padaria do
qne tem bastante pratica : na roa do Qusi -
mado loja D. 7.
Quem annuncion querer comprar
nm oculo d* alcance, e nms balanca qae
sirva pan armstem de couros, a assuesr
procure psrs ambas as coisas a Manoel Tho-
asst dos Santos sobrado de om andar do-
fronte do viveiro do Monis*
_ Celer Corme dt C. annancsS ao*
seos fregueses, a a todos squellss que se
qniseram sortir de boas fstendss francesas,
qne ellss acabeS de receber ama boa quan-
tidade de sedss modernas; setins lisos, o
lavrados, meiis de ledi o de lnbo etc. etc.
e todo n msis que compete s urna loja: no
MO srmszem rus Nova D. 194
m* CbriatovaS Disslel, com cu* de
cambio ns rus ds esdeis do Recife, fstsci-
eate ao respeitaval publico, e em particu-
lar as pessoas qua com elle tem feito trans-
cSes; que pretende fsser nma viogem par*
fora da provincia, por cajo motivo previ-
ne ss pessoas que a sus casa fies no mesmo
giro de rommerco com a sdministracto do
Sr A. Schrsmm, o qual s* responssbiliss-
r .por todas as Irsnisccdas do annoncisnt*,
em ss qua es estoje obrigada s sos firma, o
do da de sus partida em tsato fies en carro-
gado de promover os negocios tendentes a
casa de cambio do anaunciats o Sr. Grn*
gorio Antunes de Olveira.
Em consequencia do annaneio cima o
absixosssignsdo declara ao reapeitavel pu-
blico quH se responsabilisa por todas as
tranMcos fsitas por o Sr. CbristovsS Din-
tel em as qoaes esteja obrgda a firma do
dito Sr. A. Schramm.
Precisa-se de 3oo,ooo ra. a jaro*/
por lempo de bom son, ds-so boa
firma: quem os quisar dar annuncie para
ser procurado.
.. Quem precisar da urna mulher dn
meia dade para ama de casa de homem
solleiro, on cazado com pouca familia :
ani. unce.
4. Respoits so sonando que o Sor. I).
M. P. botou no Diario num. 68 no qual
pede a restituiesode 5ii res, que eu
Ib* bavia tirado na noite do dia ao do cr-
ranle de om chopeo qaa estova sobre un*
paos no Isrgo de Palacio velbo en tenbo n
diser so mesmo Snr. que nafi pe-
guei em tal chapeo e se muito me obr-
gsr Ib* mostrarei por meio de Justca pan
o qae tenho toetemunhas para dar a* pro-
vea aecessarias.
Precsa-se de allngar boma caja tor-
ras, no Bsirro de Ssnto Antonio cita
sm o s. n. oa 3. destrcto ; din-
do-se slguns meses sdisnUdos; nssU Tipo
grafio a* dir quem a quer.
H Al luga-se o segundo andar da casa
D. tn da roa Nova : dirijlo-s* masmn
para o ajusto.
_ Qnem precissr ds bnm Ciixeiro Bra-
zileiro para loga da fssendss, do que tem
bastante pratica dando fiador de sus con-
ducta ; queiraS procurar na ra do qaema-
doD. 7.
_ Alluga-se ama negrinbs, para o ser-
vico de casa de porta dentro; na ra Dirait*
D.34.
_ Quem estiver as circunstan-
cias de poder ser admitlido a Novl-
ro da Ordem do Carmo compara-
ra perante o Padre Provincial do
Convento do Carato do Recife.
_ Precsa-se alagar urna casa torre* ,'
parp p*quvna fsmilis com qnintil o ca-
cimba, alo alendando afimilreis. aa-
auacis.
.:*.
asammnl


diario fcg rnambdco;
2
4

'.
Oabaixo assignado fai sciente ao bu-
blico que leudo no dia l3 do cartete
obtido dos berdeiroi da eogenho S. Catase
sentenca a tea favor no litigio que aobre
o metano engerho ten coa Jofo Correia
Gomea sendo o memo considerado sim-
plea administrador do eogenho, e mandan
do-sesitar as paites para nomaarem arb
Iroa que a valem a i mporlsneia da randa
do dito eugenho desda 1816 ala 18 J7, e as
obras bemfaitoriaa e repiroa fcitos pelo
administrador ( que nenbum to) para que
dapois da abatida tala quantia daquella ae
daduza do -liquido a quantia pertenece te
ea berdeiroa ; pode qualquer penoa tem
' rece i o algum fazer negocio sobra o raesmo
*engenbo pola lie bem claro que consi-
derando a sen tenes Joa Corroa Gomea co
na simples administrador nenbuma pro-
Mr. Kissel relojoeiro francs, na
atierra da Boa vista, aeha-se prempto a
concertar qualquer reiogio qao Ibo seja
confiado pelo mait commodo proco alie
obriga-se restituir o dinheiro qu liver re-
ceido em pagamento de qualquer canear-
lo que nao for bem floculado.
Avisos Martimos
sageirot,
-priedade tem e por consequencia de mi- veniado, o para mais inforraacSea podem
PARAOCE\R\', Maranhfo a Para
o Paquete de Vapor da companbia Brati-
loira S- Sobutifo que aqu deve miar
na dia ao a ia do mea de Abril a de fe
seguir eua Tagem demorando-te aacamen-
te neste porto 48 borat; os Senboret pea-
e carregadorea podem-se bir pre
eir alguma pode impedir quo Boa proprietarios faci qualquer negocio ,
que julgirera conveniente ; as pessois que;
quaerem comprar oa fuer qualquer ouiro
negocio poden dirigir-se ao abaiin assi-
gnado no beco que ai da roa Diraita pa-
ra a pateo do S. Pedro no 1. andar qae
anda procarador doa mais hardeiroe est
autbonaado para esse 6m. Franciaco Xa-
ver Correia Ca valcante.
m> Quom precisar de escravoa e escra-
?as para alugar cota as condiedot que te
tratar, eotenda-ae com Antonio losa Go
mes do Cerreio.
Precisa- se do um pequeo qae tenhi-l
la a 16 annos de idade para caiioiro de
ama venda fora da praca ama lego, o que
aeja portuguez : na praca da Independen
cian. ao.
Quem precisar da mandar eondatir
tnateriaea para obras o lijlo da al venara ,
entenda se com o 8r. Antonio Jos Gomes
do Correio pait taba quom tem 5 canoas
de mait do milbeiro a que ao prope a is
so a proco que nao escalda.
m$ Propoe-ie am rapaz braaleiro de 19
annos do idade o qual estudou a maior -par-
la dos preparatorios, a ser caizeiro ou
oceupar-ae em alguma outra coasa, o d
conbecimento do aua oadneta : quem del
le precisar dirjante a ra da toda sobrado
D.at.
_ Deaspa receo de urna leoda noarraial
?indo para o Recife, um creoulinbo de
idada de 9 annos com camisa de mada-
polio nariz abato, com marcas de be-
cbigat, a mait de um mez 5 quem o livor
achado podar levar ao aitio do Sr. Mano-
el Zeferino doa Santos na solidado, qae se-
r recompensado, adverlindo qae ninguem
o compre poia he forro de nasceocia.
Quem por eaqueeiinento dexou um
chapea do sol em ma uoite do theatro ,
procure na ra do Faguadrs em casa do
Capillo Felia Corroa di Silva, que dan-
do os signaes Iba aera entregue.
_ Quem precisar de urna parda forra
para ama de urna casa de homem soltero ,
que coznba, lava, a engomo annun
ca
Qoem precisar de um csheiro para
qualquer negocio, dirija-to a ra doQ ,e-
nudo D. 16 defronte do beco da Congrega
fio.
Achou te no dia 4 do corrente pela,
8 boraa da noile no beco de Jlo Fraocis
0 um taco pequeo cociendo 'teatro 10
tantas pecas de roopa de menino toda
mulhado ; quem for seo dono dirja-se a
roa do Araglo venda D. 13 que dando
ot signaos corto Ibo ser entregue.
O Sr. quo aaauociou querer trocar
urna negra do ao annos de idade, por no
moleque quarando por um molatinho,
dirija-so ao lorio do maiioa a tratar com
Fumino Joto* Folia da Roza.
- Da se 600,000 a premio com bvpo-
theca am alguma propriedade livre e deseo-
barassada, com o premio de dois por cen-
to ao mez pagos em quarteis os preten.
denles dirijio-ee ao largo do Livramenlo
loja de Joaquina Jos Moreira quo osla
autboritado a fazer o dito negocio ; assim
como to bem aa poda recebar piaborea de
ouru ou prala ou firmas a contento.
O actual atiendo do Municipio do
Oiinda avisa ai pestoaa que rulo de aflV
rir pesos, medidla moradores nat es-
tradas de Belem Sanio Amaro AS ctos,
S.Jo*, Arrasa!, casa foite, Monieiro,
a Apipocos que veabao ofiTorir no etter-
10 da Boa vista Jado do norte D. 33. j
so dirigir a casa de Me. Calmont di Coa-
nanla.
PARA A BAHA com escala por Macer
sabir com toda brevdade o Vapor N*c.
S. Salvador quem nelle quiser carragar
ou bir de passagem dirijo-se sos seus con-
signatarios Rozas & Braga larga do Car-
po Santo D. 5.
PARA O ACARACU' com escala pelo
Cear e Granja segu viagem o Patacho
Leal Constante, Capillo Joaquina da A-
zevedo Sorra; qusm quisercarregir ou ir
de passagem dirija-se ao mesmo Capillo ou
a seu consignatario Manoel Joaquim Ramos
o Silva.
PARA O RIO DE JANEIRO com esca-
la por Micei e Bihia o Vapor da Compa-
nliia Brasiioira Babiana que aqu deve
estar no dia 1 a ou 16 de Abrrl, e deve se-
guir sua visgem demorando-se nicamente
nesle porto 48 horas os Srs. passageiros
e carregadorea podem se hir proveniado ,
epara mais iniormaces podem se diri-
gir Me. Calmont & Companbia-
PARA O RIO DE JANEIRO segu vi-
sgem com brevidade.o Brigue Nacional Fa
ma ; quem quiser carregar ou hir da pas-
sagem para o que tem bons eommodot, di -
rija-as a borda a tratar cora o Capillo Ma-
noel Antonio de Souza, ou na ra da cadeia
quina da Madre de Deoa n. ai.
PARA O PORTO P-taxo P.Mara Fe-
liz Capillo Antonio Luis Gomea forra-
do de cobre e muilo veleiro ; quom qui -
ser carregar ou ur de passagem para o que
tem excedentes eommodot, dirija-se ao
mesmo Capillo ou a Antonio Joaquim de
Souza Ribeiro.
PARA O ARACATY o Patacho Brasi-
lero Mara Luisa, Mealre Ignacio Marques,
forrado de cobre, e bstanla veleiro; quem
quiser carregar ou ir de passagem dirija,
se ao dito Meslro oa a Antonio' Joaqun,
de Souza Ribeiro.
-Leu ao
Que fazem Russell Mellort & Com-
panbia, por intervenclodo corraler Oii-
veira de am grande sortimentode fazen-
das quarta feira 37 do correla, pelas 10
horaa da manhi no aeu rmateos na ra
da cadeia do Recife.
Compras
ga\ a preco omito commodo, sacas com
farinha de Mag, ditas eom orvilhtt a
as arrobas barricas eom bolaxinhas a*
eas eom milho a i44> ca colata, ditas do 6 libras de cha o ditas
com marmelada.
Um moleque de idade de 14 a i5 au-
nos, proprio para pagem e para apren
der qualquer oficio tendo j principio de
eottohars na roa doLivrameal no 1. an
dardotobradoD.il, da parto do poooto.
3 canoas de milheiro para mait do
al venara groase dnas dilaa nma que pega
6io ditas o outra para mait do 5oo duas
abertal mais pequeas a 4 Tezadas porem
encavernadas e ma de carreira muilo
bem feita o pintada pega em ta pea jo
as, e para melhor ficar quom as comprar,
todas so eslo calafetando : a tratar com
Antonio Jos G. do Correio, no ra da Au
rora.
Fazende de muilo boa qoalidade pa-
ra habito dos terceiros de S. Francisco : na
ra do Livramenlo loja D. ao.
_ Urna rodo do pescar camarSet em
maito bom estado, e alaga-te ame canoa de
carreia : na ra por detras da do Fagandea
da parle da mar em cata do Vianna.
a Urna casa da lijlo no lugar da casa
forte ara o melhor lagar para negocio ,
por ficar defronte da estrada que va i para o
poco da panada, e no meio da influencia
do mercado daquelle logar t a tratar com
Jlo Francisco Santos de Siqueira ou com
Antonio Jos Gomes do Correio.
Oa troca-se por outra propriedade
nesla praca am sitio com ptima casa de
vi venda no lagar do Monteiro junto a es-
trada acata tem a sslas, 4 quartos co-
liche fora fica quasi sobre a ponte, e lem
do lado direito ama sala com armacio para
veada onde te faz maito bom negocio: na
ra da Florentina D. 13 ou no convento
de S.Francisco a fallar com Fr. Jlo de
Capistraoo Mendonca.
Uma bonita carroca para um boi: na
quina da preciaba do Livramenlo loja do
Burgos.
Um farda ment completo par um
G. N., por proco commodo : na prainba
do Livramenlo D. a6.
.. Um mulato mestre earniceiro e'en
lende de pescara com a3 annos de idJte,
bastante robusto: na roa de S. Rila Nova
D. 1.
Uma esrrava de naci de bonita
figura engomma, cotinha, e lava roupa ;
e uma molatinha de 16 annot de dado, co-
te engomma e faz todo o ser vico : na
ra de agoas verdes D. 37.
_ Uma escrava de bonita figura cozi-
nha o diario de ama casa engomma liso,
leva de sabio, e be perita rendeira ao
comprador so dir o motivo 1 na aua da
cadeia do Recife D. 26 no primeiro andar.
Tres moradas de cazas noyamenle
acabada, sitas na ra de S. Amaro em fo-
ra de Portas, cada ama cootendo duas sa-
las, sendo uma na frente e outra na tra-
zeira Com quatro quartos annexos asmes-
mas, ocozinba no pateo; igualmente mais
*^
dos pulsos; altara regular, ebeio do car-
po o falla manca fot eteravo da Joto
Xavier Penoa de Mello a ltimamente da
Jote dos Santos Souza.
No dia *4 do corrate fugio umi
n'gra, do gento da Costa do nome Fe-
licidade de dade pouco msii o menos da
a5annot, meia fulla nariz reguar,co
os denles da frente podres estatura alta,
ea aellas fiuas, e he maito ladina, levoj
vestido ja desbotado cordlo e cruz da ou
ro 00 pescoco e argolas tambera de oaro;
quem a pegar leva ao pateo do Carmo D 1
que sera recomponsado.
Fugio ara negro be dada da a5 iq.
nos pone* mais oa monos da estatura pe-
quea ,' bem preto com todos os deotes
da frente e bem alvoa percas finas pos
pequeos, e descarnados; e uma sieatrii
de um golpe sobra ara debes, creoalo, mu
fallador propeno a negociacoes, serva
de pagem e he bem parecido fugio ao
mez do Dezembro do anuo pastado do ea-
geoboCoit Provincia das Alagoas quem
o pegar levo nesta Cidade ao Sr. Joio Pa-
te de Lames, a am Macei ao Sr. Louren?o
Cavaleanti do Albqquerque Maranbio, qun
ser recompensado
Movtuento do Porto
Urna obra de Moagalvey, o outra de
Locr em doia voiumes; e am negro de
boa figura : quera ti ver annoncie.
^ Pennaa de Emma : na ra do Viga-
rio n. 3a.
Vendas
5 moradas de cazas, na mesma ra duas
daa quaes alo de a andares e 3 de um
so. As propredades cima se achaS em
um estado completo e sio edificadas com
os melhores maleriaes com excellente vis-
la, ecom prospera visinbanca. O vende-
dor nio lera ditficuldade em receber parte
da sua importancia em letras a 3 o 6 mezes,
com boas firmas. O Annunciante apro-
veta esta ocasilo para informar ao Sr. que
offereceo seis conlos de reis por duss das
propriedadea, que tem decidido de as nio
vender separadas em consequuncia de 3
seremunida*, mas sm de as vender em
um ou dous lotes de 3 e 5 cazas. Paia os
mais particulares dirija-se a ra da Cadeia
do Recife N. 37 e na mesma se vende u-
ma canoa nova bem pintada, que carrega
oito a des pessoas.
jEscravos Fiigidos
NAVIOS ENTRAIX)SN0DIA33.
ASSU'; II das Brigue Escuna Nae. A-
racaly de 116 tonel., Capillo Jlo An-
tonio da Salva carga sal e algo dio : 1
Antonio Joaquim do Souza Ribeiro; pas-
sageiros os Braiileiroa Miguel Ferreira
dosAnjos, Antonio da Silva Beserra, e
Jlo Lourenco da Silveira.
RIO DE JANEIRO; aidiu, Brigue Es-
cuna Nsc. Nova Amisada da 169 tonel.,
Cap. Francisco Marques, carga carns
secca t a G. A. de Barros.
DA PESCA : 8 mezes Brigue America-
no Sara h de 171 tonel., Cap. Purisqtoo,
carga azeite i ao meso Capillo, veis
refrescar e segu para o norte da Ame-
rica. -
DITO; 4< meaos. Galera Americana Iris,
de n tonel., Cap. Cuffin, carga azeite;
ao mesmo Capillo veio refrescar, t
segu para o norte da America.
SABIDOS NO MESMO DIA
MACEIO'; Patacho Nac. Bom Fim Flor
da Amisade Capillo Bernardino da^Sil*
va carga varoi gneros; passageiros 01
Brasileos Manoel Goosalvet Duarte,
Dr. Fiancisco Pereira Freir Ignacio
de Barros Vieira Cajueiro a Jos ds
Carvalho da Silva.
ENTRADO NO DIA a4
LISBOA ; 5o das Rrigua Sueco Atlre
de 2Jj tonel. Mestre J. M. Ichajsren ,
carga diversos gneros ; ao mesmo Mes
tr
A lista geral da i5. Lotera do Semi-
nario de Oiinda : na praca da Independen-
cia loja de livros n. 37 e 38.
Um pianno que tem muilo boas vo-
xes, por preco commodo: oa roa do
Qaeimado no deposito de chapeos n. 16.
* Uma cozinheira perfeita : na roa da
Cruz n. 1.
Sal do Assu' chegado prximamente
oo Brigue Aracaty : aullar com Antonio
Joaquim de Souza Ribeiro.
No armiaam de Antonio Joaquim I res Ferreira Costa morador na ra da
Pereira defronte das escadiobat da alfanda-1 Crui, tem uma steatriz ou lanho em um
Da-se 100,000 de gratificado a qoem
pegar um negro de afio cabinda, que se-
r pago sem mais perguntai, cujo escravo
he de nome Francisco fugio no dia a5
do corrente da cisa de seo Sr. Jos Gonsal-
tr ; passageiros Jlo Baplista Navarro,
sua fa.-il a 1 criado e uma criada*
SAHIDOS O DIA a4
BAHA ; Brigae Escuna de Guerra Nae.
Nictlieroy Commandacte o Capillo Te*
nenie Amonio Conrado Sabino ; pe***"
geiros Dr. Manoel Mara do Amarsl,
com 1 escravo o Manoel Pinte Leile.
G1BRALTAR Polaca IiespaaboU E-pe-
perao9a Capillo Raimundo Matas,
carga aisucar.
LISBOA; Btrca Portugueza Activa Cap.
Sabino Antonio do Cabo Almeda; car-
ga assucar e algodl passageiros os bra-
sleiros Jos Venancio Pimente de Csr*
Ibo, Antonio Jos de Magalbles Bas-
tos e o portuguez Albino Jote Ferra-,
ra da Cunha.
ENTRADO NO DIA a5
BAHA por Macei ; 4 das, Barca de Va-
por Nac. S. Salvador M. Jlo Hutcbe-
ms carga diversos gneros: a Rotas"
Braga ; passageiros os biasileiros Tbec/
doro Gomes Ferreira Veloso Maneo!
Francisco Lopes v o Inglez Andr/Csar-
bes com sua familia is o Pruciano .)
Herotch, 3 escra vos pertencenses **
rossmos. ______________ __
PERJS. NA TIP, DE M. F, DE F. itVr



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