Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03787


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Full Text
AftNO DE 1839. SEXTA FEtRA
CAMBIOS.
Marco 21
Londres 3o 1/a por 1/000 ead.
Lisboa 80 por 100 premio, por metal. oHerecido
Franca 3ao a 3a5 Rs. por franco.
Rio da Janeiro ao par.
Moedas de 6#*oo i5|ioo as velhas novas i f 000 8|oo a 8|3oo
Peso Columoario ifjbSo a 1 |6jo
Dittoi Mexicano i|63o a i|65
Piucei Bratilairot i|65o a 1/670
Premioi dai Letra, por M I i|4 a 1 1 ja por 100.
Cobra ao par
PARTIDAS UOSCORREIOSTERRESTES.
22 DE MAR^O. NUMERO ty;
Tudo agora depende de nos mesmo da nosaa prudencia
eaoderacio a enrgie: continuemos como principia ir A*
a seremos apontados eoin adruiracab entre ai ftacoes n*i col
tai.
ProclamacKo da Assemblea leral do Bratil
i
- 4
Cidade da Paraiba ?illas do ana preteneo 1 | a I
Cidade do Rio 'randa do Morte, Tilla* Ida* i .' *
Cidade da Fortaleza illas dem ....
Villa de Goianna ........4
Cidade de Olinda ........ 6
Villa de Santo AntSo ........... vul,,i "~'
Dita daGarantaos Povoaeo do Bonito. .... Diaa 10, endcada
DitU do Cabo Sarinhaem, Rio Fonnoao, o Porto Calvo dem 1 11, ai ditto dido.
Cidade dai Alagoas, e Villa de M.eei......Idemidem.
Villa da Pajaupde Floree........... dam i3, ditto ditto
Todos o orraioi partem ao meio da.
Segundas Sextas feirasl
Todoi os das.
Quintal feiraa.
Snbserere-se para asta folba a 3|ooo rs. por qnartel, pagos adl-
antados nesta Tipografa, ra das Cruxes L). 3, a na Praca
da Independencia l). 37 t 38, onda se recebem correspon-
dencia! legalisadas a annuneios: insirindo-ec astas gratis
sendo dos proprios assignantes, evindosassignados.
DAS da semana.
18 Isgsjnds S. Gabriel Are. Audiencia do J. da Direito da a. Tara de manb.
19 Tatt/a >f< S. Jote Esposo de N. S.
ao uarta S. Martinbo Ouraienso Are. Sesslo da Tbesourara P.
ai Quinta S. Bento Ab. Relecoeaud. do J. de D. da a. Tara de manb.
aa Sexta As Dores de IV. S. Sos. da T. eaud. daj.de D. da 1. v. de 111. Quartos cresc;
as 3 hor. e 6 minutos da manh.
a3 Sebeado S. Felis e seas Comp. Mm. Rl. de raanh. e aud. do V. G. de t. era Olinda
a4 Oosafngo de Ramos S. Agapito B.
Marecheia para odia aa de Marco.
A* 10 boros a 54" minutos da manb. As y boris a 18 minutos da tard.
TC&mi 3S FSKlf?
PERNAMBUCO.
ASSEMBLEA LEGISLATIVAPROVIN-
CIAL.
Acta da i3. Sessfo ordinaria da Assemblea
Legislativa Provincial em 18 de Marco
de 1839.
Presidencia do Sor. Maciel Monteiro.
Feita a chanada e echando se presentes
s5 Snrs. Deputados, faltando com can-
sa participada os Senhores Meira Monte,
Isidro, Dr. Cintra, e Manoel Cavalcanti,
abri o Sor. Presidente a Sesso elida e
approvada a Acta da antecedente, o Snr.
primeiro Secretaria dea conta do espe-
diente :
Hura requerimento do Mejor Florencio
Jos Carneiro Monteiro pedindo a indem-
n sacio das despesas que 6xera com os do-
rios do Esquadrfio da seu Commando desde
organisscio detle e que Iba era devida
a vista do artigo 76 ^ 3 da Lei de 16 de
Agosto de 183c onde laes despesas esta-
to aulorisadas cono reconhecera a As-
semblea : Comtnissio de Fasonda e Or-
camento.
1." parte da ordtm do dia.
Foi lido juigado materia de delibera-
co, e mandou-se impremir hum projecto
de Lei offerecido f elo 5enhor Biserra Ca-
valcanti dispondo que a Guarda Nacional
10 be subordinada ao Presidente da Provin-
cia e cae todas as autoridades que tem
direito de requisitara forca publica quando
Ibes for necessaria para quslquer diligencia
se devetn de dirigir aoa respectivos Cbe-
fes.
Foi tambem lido nm Parecer da Cora-
missio de Posturas o Negocios das Cama-
ras sobre huma repreientacio da Cmara
Municipal do Recite pedindo facoldade pa
ra aforar o beco quencaa ilharga da Igre-
ja dos Martirios, e para comprar as casas
sitas na ra Nova na quina do beco qne vai
para a madaCamboa do Carra o, e tambem
a casa desta ra que (as quina e beco para
ra das Flores a fim de se demolir, e assim
alargsrem-se os mesmos becos sendo aboba-
das com as ras: pareceo a Commissio que
quanto ao. piimeiro a Cmara de va decla-
rar te ella he que tomava ou dava de afo-
rameoto, a que Gm be o mesmo beco des-
tinado por meio do aforamento e apre-
tenlar a discripcie topogtaica e avaliaeio
do Sello por peritos; que quanto a com-
pra das casas cuja demolilo a mesma
Comsoitsio considerava til devia a Cma-
ra igualmente appresentar s discripcio to-
pogrfica a respectiva avaliaeio em coofor-
dade com e artigo 43 da Lei do i. de
Outubro de itiab. Foi addiado por opo-
siciodo Snr. Nabuco d' Araujo.
Outro da Comuiissio de Juitica Civil e
Criminal indifeiindo ao requerimento de
Jacinto Severino Moreira da Cnnba por ser
Ilegal o arrendamento que pretenda, sera
s lormalidades judiases que ai Leis exi-
ge m, por nio ha ver cortesa de que o pro-
co offerecido seja o maior a que possio
chegar as casas e armasens respectivos por
arrematacio, e finalmente porque nos arts.
12, e i3 do Projecto n. u se discuta as
providencias sobre os contractos celebra-
dos pela Administradlo actual dos bens
dos Orfios e pelos aotigos possuidores.
Foi addiado por opposicao do Snr. Car-
neiro Leio.
Foi lido e eotrou em discussio o Pare-
cer addiado da Comissf o de Instroccio Pu-
blica declarando que se devia oficiar ao
Exm. Presidente da Provincia a fim de
mandar que o Director do Liceo matricu-
lasse na Aula de Francs o Estadante Jos
Chrispm da Assurnpcio nio obstante baver
corrido o lapso do tempo para a matricule:
O Sur. Lopes Gama maodou o mesa como
emenda hum projecto de Lei em o mes-
mo sentido do Parecer, o qusl retirou de-
pois de alguma discussio e por consent'
ment da Assemblea, substitutodo-o por
esl'outre ; quo os exames do Collegio das
Artes feitos depois desta Lei se conside-
rassem come feitos no Liceu a fim de fi-
carem os alumnos habeliados para conli-
ncarem nos anoos segaintes ; e que os
Estudantes que nio dopestem ter sido ma-
triculado por haver passado o lapso de tem-
po e se schsssem nss preditas circunstan-
cias fossem admittidos a matricula. Rejei-
tado o Parecer, foi o projecto juigado mi
teria de deliberscio e entrando logo em
primara discussio foi approvado.
a. parte da ordem do dia.
Continua aterceira discussio addisda do
Projecto n. ai creando huma Tbesourara
de Rendas Proviocaes, com a emenda ad-
ditiva do Snr. Nabuco: Rrgeitada a emen-
da foi o Projecto approvado e remeltido
a Commissio de Redaccio \ declarou o Sr.
Paula Cavalcanti que vota va contra o mes-
mo Projecto.
Segurase succesivamente t terneira dis-
cussio dos Projectos ns. i e 4 do cor rente,
aquello erisndo a Fregnesia do Bonito, e
esta autorisando os Parocbos e Curss d'Al-
mas a passarem certiddes de casamentas,
bitos, e Leptismos, o outros proprio de
seu oficio indepeudeote de despacho da
Autondade Eccleaiaslica t forio tambem ap-
provados e remettidos para a Commissio de
Redaccio, aendo antea regeitado o seguiuie
Requerimento do Sor. Dooter Cbagas so-
bre o Projecto n. i : Requeiro que seja
onvidoo Eam. Bispo Deocesano sobre a
necessidade da creaeio da Fregursta do
Bonito.
Entrarlo em segunda discussio o Projec-
to numero 3a. e em primeira os Projecto
os. 11 e la do crtente snno, e lorio ap-
provados.
Ficou addiada pela hora, a segunda dis-
cussio dss Posturas da Cmara de Olinda,
teodo a palavra o Snr. Lopes Gama, O
Sor. Presidente deo para ordem do dia :
Laitura de Projectos Pareceres, e Iodi-
caces, segunda .discussio des projectos ns.
7 8 9 de i83y, primeira discussio
do projecto n. i3 do mesmo anno, conti-
uuaco da segunda discussio das Posturas
das Cmaras Municipaes] da Olinda, Gui-
aos, Flores, Limoeiro, e Bonito.
Francisco de Paula Cavalcanti de Albu-
querque.
Vice-Presidente.
Antonio da Costa Reg Monteiro,
I. Secretario.
Joze Tbomaz Nabuco de Araujo Jnior,
a. Secretario.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 16 de Margo de 1839-
Oficio Ao Inspector da Thesouraria,
communieando-lhe que tendo o Prefeito
da Comarca do Rio Formozo em conse-
quencia da ordem da Presidencia despen-
dido a qoanlia de g3,i ao reis com o cu-
rativo e sustento do Marinheiro da Escu-
na de Guerra Lebre Joaquim Pedro t?#)r-
nandes, que ficara doente n'aquella Co-
marca quando a referida Escuna foi em
Commissa a Tamandar cumpre que
mande sstisfaser a dita qnantia, exigindo
a sua indemnisacad do Arsenal de Mari-
nha.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Rio
Formoso communicando-llie a expe-
pediccaS da ordem supra.
Dito Ao Administrador Fiscal dss
Obras Publicas ordenando-lhe que ftca
psgar i Joa Pedro Goncalves a qaantia
de 70,000 reis importancia da urna caza de
taipa de sua propriedade com algumas ar-
vores de frutos que foi demolltda ns es-
trada de Santo Anuo conforme o contra-
cto feito pelo Inspector Gersl das Obras
Publicas com o dito l'roprielario.
Dito-u Ao Inspector Geral das Obras
Publicas, communieando-lhe o conteudo
no precedente oficio.
Dito Ao Coronel Cbefe da Legiad
das Guardas Naoionaes de Garanhuns ,
communieando-lhe, que foi espedida or-
dem ao Director do Arsenal de Guerra,
paia forcecer urna Corneta de toque para o
a, Balalhad da mesma Legia.
Expediente do dia i9.
Offieio _~ AoCommandante das Armas,
para ordenar que a Fortalesa do Brum d
una Salva no dia ao do correte na occa
ziaemque sair o Paque de Vapor Ba-
hiana.que conduz a seo bordo o Exm. Pre-
zidenteomeadopara o Pai.
Dito _. Ao mesmo communieando-lhe
qne o Regente em Nome do Imperador em
Aviso de a do correte mez expedido pe-
la Secretaria da Guerra, Determinoo, que
a Barca de Vapor Bahiaoa -- que serve
de Paquete e ora se scha nesle Porto
goze de todos os previlegios das Cmbarca-
coens de Guerra Nacionaes, que neste
sentido txpeca as convenientes ordens ao
Commandante da Fortaleza do Brum;
Dito Ao Presideule Interino da Refa-
ci commnicando-lhe que pelo Impe-
rial Aviso de que se Ibe remelle copia foi
partecipado a Presidencia a remoca5 do
Oezembargador Tibnrcio Vallerianno da
Silva Tavares da Relaca desta Provincia
para a do Maranbo.
Dito Ao Inspector da 'Thesouraria ,
coramunicando-lhe em cumprimento Imperial Aviso do 1. do torrente expe-
dido pela Secretaria d Estado dos Negoci-
os daFasenda que a liana de Vapor
Babiana orachegada a este Porto goza
dos previlegios concedidos as Embarcacdes
de Guerra Nacionaes, e que vai partir
para o Para com escalla pelos Portos dn
Cear e Maranhio nao se demorando
em cada um mais de 48 horas.
Igusl coramunicaco foi derigida ao
Inspector do Arsenal de Marlnha, em cou-
formidade do Aviso expedido p U Secreta-
ria d'Estado dos Nejjocios da Marinha em
a do correte mez.
dem Ao Administrador do Correio,
em conformidade do Imperial Aviso ex-
pedido pela Secretaria do Imperio de a8
de Fevereiro p. p.
Dito Ao Director do Liceo respon-
dendo-lbe que mande por a concurso as
Cadeias vg*s de Prim-iras Letras de Ipo-
juca, Goit e Serra Talhada.
Dito-. Ao Commandante Geral de Poli-
ca communieando-lhe que represen-
tando o Prefeito da Comarca de S. Anto ,
que pela necessidade de ter na Villa do Bo-
nito urna parte do Destacamento d'aquella
Comarca se scha este sem o respectivo Sar-
gento eque o Servico solt com asna
taita 3 ordena-Ihe que providencie sobre
objectop-la manena mais convinhavel a
disciplina e ordem do dito destacamento.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinha enviando- Ihe por copia urna reta-
cad de obiectos requisitados pelo Comman-
dante do Paquete do Vapor -- Badiana ,
e ordenando que Ih'os furneca parteci
pando no caso di os nao haver nos respe-
ctivos armasens afim de se expedirem a*
precisas ordens.
Dito Ao mesmo, ordenando quepo-
nha no dia ao do correte a disposica do
Exm. Presidente Nomeado para o Para o
acaller do Arsenal pata o seo transporte
para bordo do Paquete.
Dito Ao mesmo para contrariar com
um Pratico da Costa o seo engajamento
par > levar a Provincia do Para o Paquete
de Vapor Bahiana.
Portara Ao Commandante do Paque-
te de Vapor Bahiana para .ficar na iolel-
ligencia de que dever partir deste Porto'
para os do No-te- na mantisa do da 20 do
correte.
Dita Ao mesmo para entngara or-
dem do Commandante da Escuna Niibe-
royosdous recrutas de Marinha que coa-
duzio a seo bordo remettidos pelo Exm.
Presidente da Provincia de Sergipe.
Dita Ao Commandante da Escuna
Nilheroy para rtceber do Commandante do
Paquete de Vapor Bahiana os dous-
recrutas de que trata a precedente !'oi tarta
rpnservando-os a seo bordo.



MBBGrt
f
Dita Ao tnesrao para dar huma Sal?
de 21 tiros na occasia em que sabir o Pa-
quete de Vapor Bibiana que levas
seo bordooExro. Presidenta Nomeado pa-
ra a Provincia do Para
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do flia 13 de Marco de 1839.
OHcio_ Ao Exm. Presidente signifi
cando-I he era resposta ao seo olhcio de 27
de utubro do anuo findo que ao Capi-
taens Antonio Gomes Lal, e Antonio Al-
fonso Y'iana havia incumbido o eiame do
papel cariuxo existente 110 Arsenal de
Guerra que assevera o Director arruinar
o cartuxame pela sua roa qtialidade oque
era resultado podera elles coligir que a
ruina do cartuxame piocedia do papel o
mesmo da plvora queemtempo nvef-
noso humedeca como moslrsvad pelo
massode cartuxos que enviava. Que oes-
tas circunstancias cumpria emprear o pa-
pel em cartuxame de salvas porque pela
sua extract nfo se conservara uiuito lem-
po em arrecadaci e mesmo porque se
poda hir enxer.do a medida que fosse sen -
do mixter ou dar-lhe outra qualquer
applicaca que S. Exc. julgasse de ulili-
Jade.
Dito Ao mesmo Exm. Sor. devol-
vendo-lbe o requerimento de D. Candida
Innocencia Baranda Cordeiio e dizendo-
Un; que a requerimento da Suppticante i
nha em Fevereiro deste anno mandado por
em segurancia o seo escravo Francisco, que
no Deposito se achava com praca soh o no-
mesuposto de Antonio Civaleante, ate que
legalmenle justifique o que allega e que
tendo agora pela juilificacao que apresen-
tava aatiifeito quanto se exigi entenda
que o escravo devia ter d.imicad o ser Ihe
entregue.
t Dito Ao Preft-ito da Comarca do Li-
moeiro requisitando-lhe a prisaS de lium
desertor do \. z Corpo d'Arlilheiia cujo
nome o signaes Ihe transmittia em huma
nota.
Portara Ao Commandante interino
do 4- Corpo d'Arlilheria, mandando
dar de mica 6 ao soldado addido Augusto
Jos Leopoldo, por ter fnalisado o lempo
do seo engajameuto e nao querer conti
nuar no servico.
]) versas lie parcoeiis.
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a raesma do mus. 5o,
CORREIO.
O Brigue Portuguez Esperto recebe a
mala para Lisboa no dia 27 do correte
as 9 horas da manba.
O Pataxo Bom-fim recebe a mala para
Maceio, eAlagoas hoje 22 ao meio da.
OlUtAS PUBLICAS.
Os officiaes de Pedreiro, e Serventes que
quiserem trabalbar na ebra do aqueduclo
da estrada dos Afilelos drijao-se ao En-
carrejado da mesma obra que Ibes da*
r trabalho.
Inspecciodas Obras Publicas 16 de Mar-
co de i 'Jjy.
Moraes Ancora.
Pela AdministroQa Fiscal das Obras Pu-
blicas se hade comprar em asta publica
qnem por menor preco vender os tbje-
clos seguintes : dois buscavidas de 5 den-
tes quatro gatos com sapatilhos du..s
argolas para xumbar que tenho (i pul-
gadas de dimetro e 5/4 de grossura se-
is foices de dois gumes, dois cardeuaes
de dois gomes e 12 pulgada, e bi onzi
ados dois moiles de lium gome huma
peca de cabo de linho de 2 l\ pulgadas de
grosso quarenta bracas de arrebens : as
passoas que pertenderem vender podem
comparecer na Sala da dita Admioistraca
boje 22 do crrente do meio dia as 2
horas, para tratar do seo ajuste, e com-
prarse a quem por menos vender.
Aa:aio Francisco de Moura.
Administrador Fiscal.
PREFECTURA.
Parta do dia 21 de Marco de 1839.
Illm. Exm. Sr. Parlecipo a, V. Ex.
que nao houvarad hontein prisoens 5 que
oSub'-Preieito da Freguesia do Recife par-
lecipt ter apparecido no lugar da Praia
do Forte do Mallos o cadver de urn Por-
tuguez marinheiro ds larca Tentadora
oqual falecera affogado d'um desastre no
dia 16 do correnta roez e hav*r-se proce
dido respeifo ,ij exames, e vistoria de Lei;
e que o doa Affogdos partecipa igualmente
ter sido aasassioado com um tiro hornera
pelas 10 horas da noite o Cidada Joio
Justino ali morador sem que ate agora
se tenha podido saber quem tora o authoi
deste altentado lendo-se lam bao proce-
dido aos competentes termos.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recife 21 de Marco de
1KJ1). Illm. e Exm. Sr- Fraocisco do Re
go Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Barreto Pre-
feito da Comarca.
CONSUL\DO DE PORTUGAL.
O Meitres Agoar-denteiros, Assucs-
reiros e mais passtgeiros que devem em-
barcar para Angola per cunta do Governo
deS M. Fidelissima se avisad para cora-
pa recerco na Chancella*ia lio Consulado
de l'orlugal, immediatamente para rece-
baren) as ultimas iostruccoens relativas ao
lea embarque.
Miguel Jos Alves.
Chanceller.
va tendo su* testa um nico dos da re-
helliTo de 7 de Tsovembro sendo os mais
de crimes ordinarios fuera urna grande
assuada dando viras aos mariyres da
patria & repblica e ao rancho dos rapo-
sas Dizem que um dos reos o Sicu-
pira corresponder estes viva, tirando
o seo chapeo e aedando com o lenco. Es-
tes presos aofhores de urna tal assuada ,
fora punidos, segundo as leis pelo
Sr. Chele de Polica, e he decrer, que
suffoquera para outra ve seo patritico
enthusiasrao pela repblica vista do
que eslo padecendo actualmente pelo que
fizerad na sabida dos reos condemnados
murta*
Abrio-so honlem f4 de Mareo) a se-
gunda sessSo Judiciaria do Tribunal doa
Jurados no presente anno e adiando se
jmenle presentes a4 Jnizes de Facto,
convocra-se outros para se preencher o
numero legal e levantou-se a sessao lo-
go depois do meio dia.
(Correio Mercantil.)
RIO DE JANEIRO.
Por Decreto de 21 de Fevereiro do cor-
rente anno fora nome dos para exercer
o Cargo de Vice-Prtsidetite da Provincia
de Parahyba.
i" Maooel Mara Carneiro da Conos.
i" Dr. Trajaoo AUpio de Olanda Chacn.
3* Dr. Antonio Jos Henriqoes.
\" Dr. Francisco de Assis Pereira Rocha
Jnior.
5* Frederico da Almeida e Albuqtierque.
6* Maooel Lobo de Miranda Henriques.
(Sete de Abril.)
v BAHA.
Sabhido a do correle (Marco) fora
transferidos, para bordo da Fragata Prin
cipe Imperial, os reos Carneiro Pai, Ser-
gio Sabino Leite e Alexandre Sicupi-
ra por ordem do actual Chefe de Polica
inteiino o Dr. Simdes, que a recebera do
Exm. Presidente da Provincia determi-
nando-lha poder elle mandar para bordo os
reos condemnados amorte, quantos, e
quaes julgasse nociva a sua permanencia as
prites de trra. O cilicio de S. Exc., de-
terminando a remessa dos presos para bor-
do, se refere um outro do Sr. Chefe de
Polica Goncalves Martina, datado de Ja-
neiro do correte anno, em o qual ponde-
rou este magistrado os ten i veis e ineviu-
veia t ffeitoa, que produsia a communicaco
de taes presos com as pessoas do povo, e
r u i las outras cujo contacto era de misler
erilar. Nio sendo porem possivd obter es-
ta vantagem as prisdes de Ierra e ponde-
rados os inconvenientes cima menciona-
dos julgou opporluno o Sr. Chefe de Po-
lica que taes presos fossem para bordo ,
e ha efJVctivamente por esta medida lem-
brada pela Polica, que ot ditos presos ac-
bao de ser remedidos para bordo ficando
em ierra o reo Innocencia Eustaquio Fer-
1 f ira de Araujo cujas molestias que pade-
ce, atUsladas por cerlids de Facultati-
vos, eachando-se de mus quasi estupor
do decidirn ao Sr. Dr. Simes dtix.>-
lo, porem quanto, em Ierra acrescendo
alera disto, que este to nio se tem porta-
do mal, como alguna outros que pela sua
conducta e palavras bem dio desconfiar
da suas malignas intences. Urna circuns-
tancia digna do conbceimento do Brasil e
do mundo mteiro veru de eccorrer no mo-
mento em qaeos reos sabira escollados
pe!-< polica, para ilem embarcar no Arse-
' nal da Marmita. Algoos presos dacRcho-
FROVINCIA DE SANTA CVTHARINA.
Desterro 5 de Fevereiro.
Os Buftres acjbaraS de fazer urna surpre-
za na nova Colomnia estahelecida as Te
jucas: niataraO 8 pessoas e levars duas
crianpas. Esta noticia foi lego seguida de
providencias do Governo ; e o Juiz de Paz
de S. Miguel, aquello mesmo que desen-
volveo tama actividade no desempenho da
eapiuia dos sublevados do Patagonia nio
moslrou menos desejos de vingar o insulto
praticadn por estes selvagens : reuni a
Guarda Nacional, e marchou em seguimen-
lo d'elles por espaco de alguna das con-
seguindo resgatar as duas enancas. Sen
zelo nio para aqui; reiirando-se por falta
de mantimentos pedio ao Exm. Presiden-
te da Provincia os uteis e indispensaveis e
se prepara a entrar novamente no mato pa-
ra sorprender nu afastar de s 11 municipio
o susto que lem desviado do trabalho a es-
tes Colonos, que iaestendendo suss plan-
taces com admiracio de seus visinhos.
(Bsmfazejo.)
Couiinuncido
Na Aurora Fluminense ns. rj5 106, e
irg dos dous primeiros mezes do correte
anno, lemos tres insidiosas corresponden-
cias assignadas por um militar dientu-
do e por outro militar cujo fim
principal he detrair o crdito do Exm. Mi-
nistro da Guerra o Sr. Sebastiio do Re-
g. Os authores (ou antes o aulhor) de
taes correspondencias sob o prelexto de in-
justas pretericSes causadas pelo Sr. Minis-
tro em duas ultimas promoces p ra o Ex-
xercilo, segundo a sua supposicao, derra-
mad sohre o mesmo um chuveiro de in-
sultos, com a mais revoltanie protervia
ltt incremento a repugnante doutrina do pro-
vincialismo, ne>te anno propagada palo
Sete de Abril, cuja volubilidide de prin-
cipios nos faz persuadir que nunca se re-
solver a adoptar e seguir com firmeza urna
s crese poltica.
Se nos seguissemos ou fossemos secta
ros de urna lio perniciosa doutrina re-
trucaramos ao militar offendido de
envolta coro o Sete, dizendo-lhes, que
nenhuma rasio llieb assiste quaudo se a-
margura pelos despachos de alguns Per-
numbucanos porque alem de serem devi-
dos ao seo mrito e bravura he j passa-
do o lempo em que Se procurara obscu-
recer o valor o merecimento para dar
lojjar a que s fossem despachadas, anda
para ai mais remoU Provincias, rs Abe-
IhiohdS da Corte, para nao -lif-mer-llie-
na frase do Selle os Zangues das Colmeas
Provnciaes. Nao perca mus porem e lem-
po com semelbanleg puerilidades ; volemos
ao despreso essa idea da suscitar ntreos
Brasileiros o odio, eadivisio, e tratemos
ue apitsmtar aos nossos Leitores em res-
posta as ditas correspondencias, a seguid-
le, que esiraimos la Aurora n* 111 pela
qual provamoe o que vimos de expender }
entretanto que por ella se conbecem os mu.
tivos das virulentas aecusacoes feitas pe|0
militar ao Sr. Mini-tro da Guerra, e
completa victoria por este oblida contra 03
seos alapardados detractores- Eila. ^
Sr. Redactor. Appareeendo tres cor-
respondencias na aua folha os. g5, 106, e
109 contra .^Iguroas promoces do actual
(fe. Ministro d* Guerra j e nao intenlaada
responder ao misliforio daprimeira, pHt
apparieio da segunda e terceira resolv,
mn a rebater os f .ctos allegados maliciosa ,
e arleirament, por d'elles me achar infar.
mado circunstanciadamente, e por jutgar
um dever de lodo o hornera de bem o ti i.
bular homenagem verdade. Espero pon
que V. S. se sirva de publicar tambera est
resposta na sua folha porque suppostoei*
la seja da opposicio, com tudoo inteircza,
e imparcialidade, com que ridigida o
decoro do seu estylo, me f*zem esperar qua
V. S-senio recusai. Vou limtar-metio
smente aos factos formando alguns cap.
lulos dos que iorem mais conoexos, e vo-
to ao despri-z 1 as vsgas deeleraaedes.
i He Bceuzado o Sr. Ministro por ter
promovido ao posto de Capillo Augoito
Garony, por tel-o readroiltido no sumeo ,
sendo um dos othciaes eslrangeiros dtrailti-
dos e por este ter recebido uns poneos de
cantos de ^is em ocio preterindo alguns
officiaes.
Ouanto 1, e 3. accnsaco nao podem
ellas caber ao Sr. Ministio, pois que nem
foi elle qu*m o reinlegrou no servico, neo
quem Ihe mandn abonar atrazados. O Sr.
Militar devera informar-se melhor para lau-
car o pezo de suas arguic?s ero cima de
quem as devera merecer se lodavia mere-
cem tal nome as suas allegacdes; e nio a
esmo sem tino, e tlvez fendo do despei-
to amontoar culpes falsas ou illegiiimas
contra o Sr. Ministro.
Nio foi mais feliz em sua primeira aecu-
saco. O Sr. Ministro promoveu sim o Ca-
pitio Garony porque elle se acbava com-
prehendido na letra e no espirito da Lei
novissima, quero dzer, porque prestou
servicos relevantes integridade do Impe-
rio alem de ser um oficial bravo, ea
quemoSr. Militar nio negar sobeja intrl-
ligencia sem que daqui se siga que sejio
menos bravos e intelligentes os omciaes
mencionados pelo Sr. Militar mas que nio
se achavaS as mesmas circunstancias. Para
cumprir a Lei promovendo-o merecida-
mente nio era preciso qu* o Sr.. Ministio
indagasse se elle era eslrangeiro, diroitti
do e se havia recebido atrazados ; cbou-
o ser viudo o Imp> rio, e com diflinccio:
eslava no caso da Lei : e que imporlava que
fosse Turco est longe do theatro da guerra, e das suas
influencias; nao fez pois mais do que ser
fiel Lei, e dar o galardio gaobado por
servicos reconhecidos.
a" He aecusado o Sr. Ministro por bsvrr
infringido a actual Lei da fxacio de for-
css, preterindo muilos officiaes svulsos,
que se julga idneos, nio preeocbtnde
com elles ss vagas dos corpos itiogando-
Ihesassim urna l'roota por nio osjulgr
capares, mas sim com officines de oulrss
Provincias excluindo os da corte e pro-
movendo finalmente no Batalhio desde
'Pnente Coronel al o ultimo subalteruo
tio smente os Pernambucanos.
Quemassim instaura accusacSes, moslra
com effeito a mais supina ignoianca lano
da legislarlo militar novissima eanliga,
como dos mais triviaas principios de justica
distributiva e ao mesmo lempo revela 0-
dio entranhavel, e dse jos deferir oque
de sua natnresn inviineravel. OSr.jvli-
nistro cumprio a Lei proroovendo os cmci*
aes que preslara servicos itlevantss a m-
teBiidade do Imperio ne Rio Grande ut
Sul: e como queria o Sr. Militar que o Sr.
Ministro preencbtse as vagas do Exeicilo
do SulP Com os omciaes avulsoa, quevi-
vessem em ocio ou oo servico ordinario,
em quanto os seos caroaradas fai*5 fienl
s bailas dos rebeldes ? laso fora nabir
piopria consciencia e infringir un W'
mu peculiar e positiva. Se no Sul ha il-
ficiaes da Corle e nio fora einda promo-
vidos bem claro de concluir qnt arfo sa
pozera anda a par dos que j o lorso ss
duvida porque anda se ll nio dersc-u
occasio. O Sr. Militar 0S0 dase ignorsr
queoSr. Ministro promete em cooaaajuiii-
,.


ciadas respectiva* prop-stas ou informa-
cSes, e nio por seo livre aividrio.
JNo se duvida que htji n* Corte offi-
caes avniso* idneos de roeriio ; mas
como fsrel-os cone irrrr coi os que esto
fazendo ser vicos integridade do imperio?
Pode ser que alo fu tem anda numeados
pelo Governo por ni serena necesario* ,
ou que alguns o fuesen esa reousas-
s*ro ; e era ambos oa cazos que culpa tem
o Sr. Ministro? Queta os tolhe de se apre-
seatarena de se ofFerecerem a rotrebir
contra os rebeldes para poderem merecer
os beneficios da Lei ? Querer o Sr. Mili-
tar que coutra o espirito da Lei prevsleca o
direito da antiguidade ? Devero ser prete-
rid** os que prestarlo servicos no Para,
Btbia, e Rio Grande e promovidos os que,
apoiados no direito da antiguidade vivem
e envelhecem no ocio como as gralhas ? A
Lei novissima fez emmudecer ou cassou
completamente o direito de antiguidade ,
que o Sr. Militar parece querer revendieer,
quando maodou recompensar penas servi
eos relavantes megridade do Imperio;
alia* fora intil e ociosa.
Lembrarei ao Sr, Militar que quem tan-
to pugua pela antiguidade contra o espi-
rito de urna Li novissima rebaia o seo
proprio mrito pessoal ou a consciencia
Ihe revela a propria nullidade : a carreir
das armas mu nobra, ovalar quem
n'ella somente distingue e todos podem
competir abi. Assim se enlendea em to-
dos os tempos a Nepolefio o ultimo ou
sem duvid- o maior General do mundo, sa
esquecia da antiguidade, quando via o va-
lor aleas de nutras exemploe que se po-
dem mostrar da oossa mesma disciplina do-
mestica sera mendigar os da fora : nio que-
ro com tudo dizer que a antiguidade nao
t-nba seos direito mas que nio eonfere
loros exclusivos, e exclusivos do verdadei-
ro valor.
Quiz finalmente o Sr. Militar fater odio-
sas algumas promoces, a particularmente
as de Pernambucanos etn que tanto rapi-
zou. Devera o Sr. Militar antea de ludo
provar a eu o conjuro a fazel-o, que qual-
quar dos officiaes promovidos derernam-
bueo nfo eslava no caso da Lei, isto
que nio fez servicos relavantes integrida-
de da Imperio j assim argumentara mai
em regra, e mostrara mais amor da ver
dado e affeicio a seos carneradas. Eu de-
claro pois para o desprevenir ou aqnelles
que le as suas arguices, que lio somen-
te fora promovidos como a justica pedia,
alguna officiaes da j" Batalhio e Contin-
gente d'Artilbaria que marcharas, ase
distinguirs ltimamente na Babia e Para ;
asaim como dos di'eeentee contingentes que
roarchsrtS de Pernambuco a Babia para
o Uio Grande promovidos ns reorganisa-
co do i e a BatalhSes derrotados em Ria
Pardo. E que oficiaes quera o Sr. Mili-
tar qaeeSr. Ministro proroovesse? SeriaS
dos qoa se nio achaS em campaoha debel-
lando a anarchia e que vivem na Corte ,
ou as Provincias em descanco, de alguns
que l mesmo se achaS, porem que tendo
sido prisioneiros nio ti vera 5 om com parla-
mento bastante regular, ou daquelles que
arestara servicos relevantes integridade
do Impetin no Para Babia e Rio Gran-
de P Que culpa cabe ao Sr. Ministra de
que os Pernambucanos se distinguissem
ponto de saere.cerem particulares recom-
mendardes dos deferentes Presidentes das
Provincias, onde serviraS a em que a-
gora servera ? Qaereria que foasem exclu
dos pelo motivo tio somente da sua natu-
ralidade 7 Saiba pois que anda ba em Per-
nambuco ouitos Officiaes que expuzeraS
uas vidas, e derramaras o seu sangue na
prolongada e desastrosa guerra dos (Jba-
nos sem anda terem recebido recompensa
alguose, osquaes, quando o Sr. Ministro
contra a Lei quizesse faier promoces no
Exereito, tal ves devessem ser preferido
com rasao nio s a esses officiaes apona-
nos pelo Sr. Militar como tambsaa mes
"BdoSr. Militar, que no remansa de urna
paz obscura tanto pugua pelo direito da
otiguidade que quera forca arrancar da
de 4 de ezembro de i8ai. Sabe lodo
o Brasil que oa Pernambucanos nao ta dos
ltimos na escala dos bravos que sabem
ter-secom de nodo, como o ailesta a
niitaria dos tempos mais remotos a a pa-
ncacio do p.r e Bahia em nossos das.
" coutecer outro tanto cora o mermo Sr.
Militar ? Quem sabe se sendo nomeado pa
ra marchar para este 011 aquelle ponto ae
escuzaase j com alguma enchaqneca, ou
rbeumatismo, deixando enferrojar a sua
espada, querendo no entretanto goz*r das
delicias da Corte, a galgar postos eaa santo
socpgo eaa quanto os seos carneradas expSe
M vidas, e pugnaS pela integridade do
mnerio?
Tenho respondido pois victoriosamente a
o Sr. militar, nio me restando reducto
onde o nio tenha accommettido a debel-
ado e talvaz que isto me dispensasse de
responder aos outros farros infundados e
livianamente accumulados pela regra de
q' cesteiro que faz um cesto, faz tim cen-
to, se ti ver vi mes, e lempo ; -mv, an-
da o rebaten] completamente.
3. Quanto promocaS do capta
Franciaco de Castro do Coto e Mello sai
ba o Snr. Militar que Me officisl prestou
trricos relevantes no Rio Grande do &il,
e que o actual presidente Elisiario o recom-
mvndou aa governo para ser altendido
coujuoctamente com outros. Ha por tanto
fal o o que ellegou contr* 0 Sor. Ministro
duendo que aquella officisl nunca fora ap
Sul e quando escrever contra qualquer
sucloridade, infrmele molhor e n5
mostr tanta snperfisialidada em suas ac
cozacoens. E como se atreveu o Sr. Mili-
tar a manchar indirectamente o crdito
de um seo camarade, dando luf*P com a
sua reticencia a sioistras interprelacSe* ?
Sa.be pois q'aquelle official tem lito direito
como qualquer a revindicar a su honra :
talvez se elle exisiisse aqui o Sr. Militar nio
ouzasse maliciosamente offendel-o sera ser
nem levemente provocado....
4- A promocaS do cspitaS JoaS Car-
los Varetla. Seiba igualmente o Snr. Mi-
litar que este oficial se acbava em pleno
exereicio doeeo posto que nio ae achava
cumprindo senleeca algaras e que a lei
novissima em virtude da qual elle foi
promovido naS fea eveepelo huma vez
que o individuo preenebesse todas aa suas
clausulas como se vei ificou com este ofi-
cial prestando serviros relevantes no Rio
Grande onde foi presioneiro duas veses,
e offerecendo.se d novo a marchar con-
tra os rebeldes. Elle recebeo pois a re-
compensa don seos actuaes servicos cauze
da integridade do Imperio em virtude de
urna lei expressa e terminante sem que
para recompnsalos fosse raister o Sr. Mi-
nistro mandar ioformar da sua conducta
transarta anda que essas non* se exis-
tem fossem capases de o fsser desmure
cer. O Snr. Militar que tanto falla as
notas d'este ohcial, talvez naS sa ache naa
circunstancias de prestar ao Imperio os im-
portantes sarvicos que elle fez apesar de
ter como devoaupor que tem bonro
zos assentos de sua conducta.
6. Assevera o Sr. Militar que dizem ,
que o Sor. Ministro responde eos officiaes
que se Ihe vs que.xar que para elle nio ha
antiguidade e quf s despachar a quem
julgar que deve. Quem conhecer ,e ti ver
tratado o Sr. Ministro sabe que esta ac-
cuzaca repugna a o seo ca civil aleas do que ella tem em si mesma
de inverosmil e contraria acis sentimen
tos de um Militar lionredo, como he o Sr.
Ministro : mas devo sempre advertir ao
Snr. Militar que quando assim obrssse ,
aleicoostiiuiodo-ojui,. o punha a salvo
de toda a increpacaS. Talve i su* de
nasuda urbanidade se possaaltribuir o ar-
rojo da algn* officiaes que com frivolos
pretextos sa tem recusado a marchar para
onde sao mandados. Por conseuueods
ma.s esta vez foi o Sr. Militar accomelti-
do pelo senlimento do despeilo.
6o Afirma o Sr. Militar, aue o Sor.
litar debaixo de rujo commando |
Pernambuco leve tropas lusidas e aguer-j
ridas ssbindo daqUK|J escola alguns do
officiaes mais Ilustres que o Brasil tem l-
do : que em 1837 ate i83o, era que veio
tomar assento na Cmara temporaria foi-
empregadoem Pernambuco como Enge-
nheiro na mesma patente de capIfaS gra-
duado em que actualmente se acha : que
naS obstante ter estes honsannos de ser-
vicos um titulo Acadmico e ser Re-
presentante da Nac5 desde i83o ate o
presente lg,r de que poderia p-evalecer-
se se fosse de outra tmpora nada
mais he hop do que o mesmo capits gra -
daado de i8a; sendo ante, preterido al
gumas veses, qnandoesse direito de an
tiguidade poderia aer disputado sem q.i
todavii nunca stqueixasse ao Poder e me-
nos fizesse correspondencias contra os mi
nistros que o preterirlo : e que em fim
quem tem este tirocinio, e ba soTndo ver-
daderas preleric5?s nio somente naS he
novnjo na carreira militar ; mas tamberr.
nao lem detxsdo de prestar servicos ao seo
paz como deslealmentR a6rmou nem
deve ignorar o quanto custa liara injusta
pretiriciS.
7.0 E'finalmente acnussdo Snr, Mi-
nistro na 3. correspondencii por ter man-
dado em um Aviso laocsr fora do quartel
de Moura os 1 fficises e suas infelizes fami
lias que d'esde muitos annos ali residid
O Snr. Militar para aggr,vara aecusaes
computou o numero da 15 officiaes 1 viu
va de un officisl e 5a mulheres e Ribos
dos meamos, e lamenta a sorte do veterano,
que na8 ve a lu do sol e que se scha re-
dusido a indigencia deixando entreve'
que no mesmo estado se schio todos os of-
ficisea asnas familias.
Cusa a erer que baja en bas Militar
tanto d^.leixe era informar-se dos fact s,
ou lamanha impudencia en suprimil-os,
te as sabe quando quer aecusar em pu-
blico o aeu Ministro en paiz algara do
mundo se podis preticar tananbo arroje :
eu padm apodar de falsa semilhante scoaa-
cio s pelo que ella tem de revoltsnte ,
mas descerei a narrar todo como ae passou
pelas informscoes qneebtive, aera trido
me reparto aotestemunbo do honrada Snr.
Director do Arsenal de Goerra que deve
ter 11 m perfeito ceahecimento cono pessos,
quen todas aa ordens devlio ser dirigidas.
Quem lar a accossclo do Snr. Militar deve
supor que estes dignos officiaes veteranos, e
suas familias andio dermindo nos alpen-
drea, prticos e adroa de
igrejas
.....- que
Mlustro nunca servio nacaS nem se
quer um dia que por forca naS saba o
que cu,ta urna pretricaS. Drei tambem
ao Snr. Militar, que foi leviano anda mais
urna vez contra o mrito pessoal da Snr.
Ministro, advert udo-lbe que naS he ri-
gor lgico queixar-e de injustica ou ag-
gra vos Macando a reputaca alheia de qual
quer. Informe-se e sabei que o Sor.
ministro assenlou praca em 1817, e des-
de essa poca ale partir para a Europea
instruir-se (em ittaoou i8ai ) servio de-
baixo da disciplina do Geueral Luiz do
Reg, em quem gera|ment se recooheceo,
e o Snr. Militar n*S podei negar discj
plma austera e rgida bravura u lustre
mendigando a subslsteacia : pois "nio
assim; todos se achfo emquarteia, roe-
nos um.
Querendo o Sr. Ministro ampliar e esn-
sertar o edificio do quartel do Moura ,
onde residuo esses officiaes, mandn des-
de que entrou para o Ministerio alguns
ao mesmo Snr. Director do Aisensl, para
faser psssar a outres quarteia aquel les offi-
ciaes e suas fsmiliaa. Recebendo porem
algumas lepressn'acee vsibaes deases ms-
mos officiaes e condoido de sua sorte, de-
sisti desse pensamento, o que alias de
moaatra boudede d'alma e syinpa
thia da Snr. .Minit-o pelo dasgrsca d-
seus carneradas soffrendo que ae suas ore
dens ficasiem sem comprimento. Mas em
consequencia das reiteradas repiesentacdes
do dito Sor. Director, em que nio so
maote aaoslrsva que os officiaes das Cem-
panhiss de Artficas nio tinbio quaiuis,
e que morsvio en casas pagas por lies.
mas tambem que es soldados, fora da dis-
eiplisa, que coovinha, tamben as uio ti-
nhaS, dormiado alguna nos rhafarises de
Moura de largo do Paco, e em oulree a-
brigos pblicos eaabragsodose e &c. ;
erdenou o Sor. Alinistro a aquelie Sur
que fisasse despejar do quat tel de Moura a-
quellas officiaes, dando Ihes outros quar
teis afim da recolbe-loc e aos Soldados.
Neohum pois daquelles officiaes racuzou,
lodos reeebero chavea dequarUl, inclu-
sive o official ceg, e nio se aehao dormin-
do ao sereno cerno enculcou o Sor. Mili-
tar. Contudo o Sor. Vlioutro, talvez pa-
las represenlacSss dsquelle official ceg, at-
tendendo aos encommodos de sua muden-
ca a ao habito da sua moradi*, o mao-
dou restituir o seu tetig quartel onda
se acha. Se paren honre un officisl, que
recebendo chave de quaitul, atreguo-a
alguns das depsi,, a culpa uio doSor.
Ministr. E o que diz agora o Snr. Mi-
litar? Seo Brasil nio tam esses palacios
(hotel*,) de invslidos como os de Frenes o
Inglaterra, onde os veteranos, que lien
merecerlo da sus patria, tem asilo utir o
ial)iistncia certa tira todavia os seu* po-
bres quarieis, que anda se nio feixarso
sos seua nobres veterano, e nio tem lium
Ministro brbaro e deshumano, como oto*
ton o Sur. Militar, que os expulse delie, o
oa mande dormir so retento.
Todas estas denteracS** infundadas de
Snr. Militar revelio o mais lefioado ren-
cor a como que mostrio o falla de mate-
ria de outras rom que poasa aaciar-se, e de-
negrir a reputacio do Snr. Ministro, que
por iso ae torna m*is trturnphsnte, e ap-
preciavel. Pinalmrte u mesmo que
son Militar, offic'ul e camarade do Sr.
Militar aviltar me-bia segundo os
meus principios de eduracio, ede bro mi-
'atar, se me servase para com o Snr. Mili-
tar das mes'nas lorpesas, a calumniss das
que se servio psra com o Sor. Ministro 5 a
todava o Sor. Militar se nio peijoo de
repaxar-se laoto servindo-se de tss ar-
mas psra com osen Ministro Cusa sem
duvida a erer, qwe a tanto edegassse o rene
xamBttP de um mililsr Bras'ileiro Que e
disciplina mililsr quebr milito, e aa re*
laxou dosde a revolucio de 7 de Abril, se-
bera todos, mas a ponto de que um official
se porte por lio exlranlio modo, o que
talvez ninguem supunha. Em honra da
classe militar devo antes erer que algurn
annimo se servio da aasignstura de Um
Militar para dar o cunti de maior gra-
vidade, e peso as suas injustas acruzacSes ;
massetodavis ejm nio for, entio per'
mits-me diier-lbe que, similb-nte com-
porlamealo nio he de cer lo de um official
veterano, e que Ihe nio podem assitir os
direitos de antiguidade, porque tanto pug-
nou.
Uffl Militar IVrnaml.ucano.
COLLEGIO PERNAMBUCANO.
Boavista, Ra Nova da Viraco.
O Collegio Perntmbucano encerr em
seo quadio todos os preparatorios que a lei
exige para as escolas de Direito e do Medi-
cina do Imperio, assim como o Curso
completo do Comraereio para oa que ae
destina a esta prefissio a conecar desde
primeiras letras.
Os professores das differenles aulas alo
de um mrito reconhecido.
Avisos Diversos.
Precisa-se de um bom rozinheiro,
ou cozinheira : quem eativer uestas ircun-
taoeiasdirijasse a esta Tp. que se dir'
o ptrtendeule.
_ Precisa-se fallar aosSrs. Maooel Jo
de Carvalbo, Manoel Pereira dos Smtos ,
Francisco Gomes da Silvera CbrisiovsS
da Rocha Wandeilei, Igmcio de Mello da
Silva Gusmio: queirsS ter a bondade de
aununciar as suas moradas para se Ibes fa-
lar.
_ A pessoa qoe annunciou querer fe-
lar e joaquim Antonio Benvenuto de Ma -
galhies vindoa pouco da Ico, dirija-se a
tJlnda ra do Aljuba caza n 10 da parta
de cima da cadia.
__ Avisa-se ao Snr. Antonio Estevea
morador no Engenbo Curato que a hypo-
tecu da css de ra de Boa Ora da Cida-
de Oliuda pertencente a falecida 1). Anoa
Joaquina Clemente de Almeida Sarino se
ach vencida 00 fim do uaei de Fifverero
passado para o dito Sor. como lYsismaa-
teiro e Tutor do* Orlaos dar as provideoci-
aas afim de nio haver cretns e crvacimentos
de juros em prejuizo doaOrfios.
_ Prteiaa ae de urna preta forre que
seiba coiiobar o diario de uuaa raza de pe-
quena familia (.5 peasea) ; e que seja livra
de iilues a d outros lecesvenieotes : a
que estiver naa cirroaslaeciaa, dirij-se
ra do Wojueira D. 19.
8^g* Alega-se o a. ailar da casa D.
10 aiU na 1 ua Nove ; falar na mesma.
Quem prtcisai de bnma mulder pa-
ra ame de osa tic hocoem scheiro ; aa-
nuncie.


*'.

^
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^TT
1BIO DB P&RNAHB PC O
_ Arremate-sena Pr8r" ',* "fTun(,a va*
ra ns u,uts feiras >abbado tar
de am moleque creoulo, do officio de pes-
cador pelo preco de 3oo,ooo quem o
pretender comparece aes mencionado* da.
- OSr. Bernaidioho Jos de Suza
Monteirodinja-ae a praca da Independen-
cia a. ao para receber oma carta vinda do
Porto.
Qaem for dono de orna canoa gran-
de que est encalhada nos mangues defron-
te dos Coelhos qaerendo vender ou elu-
gar dirjase a ra dos Quarteis D. 5.
Quem annunciou querer comprar
uoia burra de ferro, dirjale ao atierro
da Boa vista sobrado D. i6
O Juis e mais mezarios da Irmanda-
de do S. S. da fregus de S. Fr. Pedro
GooaaWes iog5 encarecidamente a to-
dos oa Irmios da mesraa qoe tenhao ee-
pas auas proprias ou mesmo pertenceutes
I Irmandade que tenhlo a bond.de de
comparecerem vo Domingo de Ramos, ter-
ca feira a Procisso do Senhor dos Infer-
mos e a todos os mais Actos que se fi-
serem a 6m de torna-loa ma.s bnlhantea
com suaa preiencaa.
_ Bernardo de Soma Franco e Llias
Coelho Cintra Jnior tendo de partir para
o Para en 4 boras, l*de" eo* V"80*
os desculpem de oa no hir ver pessoalmen-
te, e que se deem por despedidos.
_. A psaos que foi a roa de S. Rita no-
va D. 18 a procura de um preto que se an-
nunciou para a tugar por la.ooe mensaes,
queira declarar por esta folha a sua morada
a fim de se tratar do ajuste.
Avisos Martimos
PARALOANDA o Brigue Portuguez
Josefa, sabe impreterivelmenle no da a4
do correle; os carregadores a.rvio-se le-
var quantos antes seus conhecimentos a ra
PARaVO RIO DE JANEIRO e Santos o
finque Drasileiro S. Joio Baptista o qual
podae receber alguns passageiros e escra-
,0, afrete, para o que tr.ta-ee com Jos
Gon alves Gascio na ra da Cadea do Re-
cife n. 45 ou com o Capillo Jesuiuo Jo-
s Simes a borda.
Compras
Para fora da provincia, ama escrava
prata ou parda que saiba bem coser eu-
gommar, e bordar : na ra do Quetmado
em casa de Antonio da Silva Gusmao.
Vendas
_ Urna casa terrea decente para morar
urna familia com um grande quintal, na
estrada da irempe para a solidada; a ira-
lar na mesma que fica defronte do sitio de
Heiculano Alves, nica que tem vidrassas,
das 8 boras da manba ao meio di.
- Urna espada de pona direita com
pouco uzo epropiia para official de G.
N. : em fora ua portas n. 199.
__ Urna escrava de naci, para Tota da
provincia : na ra Direita padaria D. 5.
Um terreno aira, dos Martirios onde
foi reat.Ucio com 4o palmos defrente e
com de fundo e um oratorio grande: paa-
sendo a Igrt je dos Martirio 00 a. andar
do l.aoh/ado. .
_ Um negro creoulo com omcio deaa-
pateiro eai8mezta coas principio de
pedreiro, deidadede ai annos, a urna
duza de cadeiras d- aigico com asseoto de
paliaba, e duas banCisda mesma madeira,
tudo de bom gosto: a fallar com Jo Lou-
renco Heniique, na oba da ponte da Boa-
vista.
_ Feijlo molatinho e branco : no ar-
masem do Brague*; e um poiclo.de pran-
xts de louro omito steco : oa roa do Vi-
gario n. 8.
ao Berris de 4 em pipe rebatidos ,
e promptoi para mel ou aieite : 00 princi-
pio do atteiro dosabgados D. n
Um moleque creoulo de linda figu-
ra : na ra dos Coelbea tasa ultima do Si.
Francisco da Silva.
Um pequeo sitio no lagar do cal-
derero, aereado de limio porlio defer
ro, e boa casa de sobrado casa para es-
cravos ; estribarla : na roa do Livrsmeo-
to D. 11.
" Urna escrava moca engomma, co-
zinha e cose; um bom cavallo com
l.ons andares : na roa do Qoeimado aoja
D. 7.
_ Daas canoas noves ebegadas de pr-
ximo da provincia das Alagoas : na praci-
nba da Livrameato loja de miudatas Deci-
ma D. 35.
Um terreno proprio no lugar do Re-
medio o qual extrema pelo norte com o
do Major Assis e pelo sal fax entrada pa-
ra a casa da margeno do rio de Jos da Pi-
nbo Borges, com 15o palmos de frenta e
fundo suficiente para um sitio : na roa no-
va D. aa.
Urna molata com 3o a 35 annos de
idad cocinha o diario de ama casa: no
pateo da Matrix de S. Antonio D. 9.
Hamburgos, estopas, e bretaohas
de liohoem pecas de 6 varas : em casa de
Hermano Mehrtens ra da Crux D. a3.
M Urna caaoa em meio uzo qus car-
rega mil lijlos : na ra nova D. 9.
Um cavallo castanho bom carregador:
na ra detrs da Matriz da Boa vista De-
cima 13.
_ Um excellente cavallo de estribara ,
grande, e de bonita figora : na ra dos
Quarteis D. 5.
mi Cbegou ltimamente de franca um
pianno de armario de superior vozes e
ptimo para ornamento de salla por ser
amito rico : na roa da Crux a. 6o
_ Urna escrava de bonita figura cox-
nha o diario de urna casa engomma liso ,
e lava de sabio, e be perita rendeira, ao
comprador se dir o motivo : ni ra da
cadeia do Recife D. a6 no 1. andar.
_ Urna escrava creoula, moca com do
aserias, a qual sabe coser, engommar ,
e cozinhar o diario de urna casa e relogios
de aabonete com caixa de ouro muito mo
darnos : na roa da Cruz em casa de Anto-
nio Jos Coelbo do Roxario.
Excellente taboado da Suecia, de di-
ferentes bitolas de forro at costado e
por preco commodo assim como camas
de vento de muito boa lona: na roa dos
Quatteis D. 5.
__ Urna asrrava de naci de bonita
figura engomma, coainha, a lava roupa ;
urna .latinha de 16 asnos de idade, co-
se eagemma e faz todo a aervico : na
rea da agoas verdes D. 3?.
Duas pipas com agoa arden te 5 e 3
moleques deaa i3 annos de idade, de
bonitas figuaras e sem vicios: na pracinha
do Livramento loja de Berculano Jos de
Freitas.
Um sitio no lugar do Gvqui com
casa de taipa junto a ponte velba boas tr-
ras para capias, com 15 ps da coqaeiros ,
eumviveiro, a vista do comprador ae di-
r o motivo : na ra dos Prea D. 15.
__ 3 curijs e 3 patativas todos mui-
to bons cantadores : na ra do Livramea-
to D. 6.
Selins ingleses de patente e cabe-
cadas .brancas roliess ebegadas prxima-
mente : na roa nova loja da Ferreira &
Braga D. aa.
Cartas de sillabas e nomes em le-
tra redonda e manuscrito as mais exa-
ctas possiveis e augmentadas com alguns
conaelhosdeeducacao proprias para hir
dispondo a mocidade ao bom rgimen a
100 ris ) taboadas com algamas dennices
de Bezoat, e ontras explicares mai neces-
official de alfaialn, sem vieios era achaques
e oplimo para criado do que tem bastante
praca e da-se a contento : na roa do
Qiieimido D. 3.
Urna mesa de abrir para jaatar i4
pessoas toda de amarello duas cmodas
americanas com gavetas grandes pequeas
meio apercibo de mesa de louca fina azul,
ia facas e girfos com cabos de mar fim pro-
prios pira bandeja de cha tudo com pou-
co oso : na ra nova na coxeira do Alemio
Augusto.
Rap princesa de Lisboa de suprior
qualidade chegado ltimamente : no Reci-
fe ra do Vigario casa de Mendes & Oli-
reira.
_ Urna negra moca de ao anaes de
idade : na ra larga do Rosario venda da
quina D. i5.
_ Urna negrada idade de 16 annos de
bonita figura, cozinba o diario de urna casa,
eensaboa : nsrua dos Martirios D. i5.
Escravos Fgidos
sariasaos menino, a 100 ris} um Tito
Livio latino em bom uso iaHo ; um no-
vo testamento 1600 : na roa irtia lado
do Terco D. 26.
_ Una lindaeteruva de naci bengue-
la de idade de 18 anuoa nio tem vicios
nem achaques > cose cbi muito bem co-
zinba e he muito babelidoaa, vndese
por seu Sr. se retirar para fora da provin-
cia ; um lindo moleque de 18 a ao annos ,
proprio para pagem ; duas eseravas de na-
ci da 16 a ao annos fasem todo o ser-
Tico de oma casa ; ora lindo moleque de
13 annos, muito bonito \ e dois escravos
do naci inda mocos proprios para arma-
zem 00 para trabalbarem em sitio, vende-se
por precisio : passando a Igreja dos Marti.
rioa no 1 andar doi sobrado.
Um oalo eco, de bonita figura.',
Fugio no dia i3 do corrente um
cabra de idade de 18 anuos official de sa-
pateiro, de nome Luis tem pelo rosto uns
pannos, aqueta branca oalsa de li de
quadriohos, secco do corpo altura ordi-
naria; quem o pegar leve a ra de S. The-
resa D. i3 que ser recompensado.
.. No dia 16 do corrente fugio um es-
crava de aome Pedro creoula de bonita
figura representa ter ao e tantos annos ,
cor fulla deotes abertos secco do corpo ,
e para melher se conbecer tem ambas aa
pernas com marcas de feridas ; quem o
pegar leve a ra da praia na aerraria de
Francisco Jos Raposa que recompen-
sar.
_ Antonio de naci angola, estatura
regular fugio no dir 17 do corrente ,
levoo vestido calsa de brim parto com es-
tropos camisa de linha com fitas no cola-
rinbo este meleque nio sabe dizer quem
he seu Sr. ; quem o pegar lave o altero
da Bor visU D. 19, qoe sei generosamen-
te recompensado.
_ Fellippe, creoulo, estatura regalar ,
cara chata, ps curtos, no meio de um
dos p< tem urna sicatrix presume-se ser
no esq'ierdo todos os denles na frente ,
bem fallante, pacbola quando caminha
balanceia com o corpo deaapareceo do en-
genbo Coite velho na provincia daa Ala-
goas no da a5 de Dozembro do anuo pesia-
do ; os aprehendedores serio bem recom-
pe osados de seu trabalho dirigiudo-sa ao
mencionado eogenho a Francisco Rodri.
gues da Silva pru prieta rio do dito, em (Ma-
celo a Aaorim & Sacavem, e nesta praca
a caaa de Novaz & Bastos na ra do Quei-
mado Decima 5.
_ No dia 14 do corrente fugio oma
preta de naci da costa de nome Felizarda,
qoe representa ter 3a asnos de idade, bas-
tante ladiua porem tem a falla meiaatra-
vessada estatura regular pejada de 5 a
6 mezes tem as coatas todas lavradas de
ores marcas de sua naci e no nariz de
um lado tem um furo, e cara meia lavra-
da de pannos -, quem a pegar leve nos 4
cantos da Boa vista D. 4a, que ser recom-
pensado-
_ No dia 19 do corrente fugio um es-
cravo de nome Manuel de nielo mucam-
bique reforcado, cara redonda sem
baiba mos grandes com algumaa mar-
cas de bechigas unbas dos ps curias a
perna esquerJa mais grossa que a direita ,
isto be do joelbo para baixo quando anda
rema com o corpo de idade de ao annos ,
levou chapeo de castor branco calsa bran-
ca ou azul jaquela de riccado amarelo e
dita de gurguro roxo baeta verde} quem
o pegar leve a ra da Florentina sobrado
de dois andares ou no quailel de policia
que sei bem pago.
_ Um negro, baixo grosso cara lar-
ga olhos grandes, com os ps atravessados
para dentro, deaapareceo 00 dia 17 do
correte ; quem o pegar e levar a caaa do
Jardim ra do mesmo nome, pouco distan-
te da fortaleza das 5 pontjs ser bem re-
compensado.
_ No dia 11 do corrente fugio um mo-
leque de nome Januario da naci cacan-
ge corpo secco, beicos fiuos, de idade
de 16 a 17 annos, levou vestido clisa e ca-
misa de algodfo aqueta de brim falla
bem explicado cujo moleque trabalhava
de servente de pedreiro, na obra da rae
da Crat do Sr. Beato Jos Alves, com o
mestre Theedoro e trabalhon com o mea
ir pedreiro Joaqnim Jos dos Santos a
com o mestro Leaterio este molequa
lem-ae aplicado aprender ao mesmo officio,
e traba hava ltimamente na ra da Guia ,
ja trabalhava de colber e como este mole-
que tem ja olguma esperiencia do officio,
por isso se desconfia que ae introduc a
trabalhar de official em alguma obra nos
suburbios deata Cidade ; por isto se roga a
qoalqaer Sr. proprietario de obras e mestres
que por favor faci alguma indagacio a
esterespeito e jumamente a qnalquer ca-
pillo decampo e autboridades de policia
o mande pegar e levar a ra da cacimba a
Joaqoim Jos Gomes que pagar toda a
despesa que for feita com o dito moleque.
No dia quinta feira ai' do passada
mex pelas 7 horas da ooite deaapareceo da
casa de Manuel Jos da Silva Neiva na ra
estreita do Rosario sobrado de dois anda
res, que tem por baixo tonda de barbairo,
um moleque meio novo na trra que pon*
co sabe fallar apelidado pelo nome de
Gaspar e sendo pelo de Joio no podar da
Manoel Adriano da Costa morador as 5
pontas quando d'antes o possuio, tem omi-
ta boa figura bem parecido, tem doi
deotes da frente da parte de cima abeitos
para os lados e as gcagivas do debaix
alguma couxo roixa representa ter de ida-
de 15 annos pouco mais ou menos foi
vestido com camisa de paninho ja velba a
rota pelas costas na parte esquerda e cal-
sa da brim pardo de listras ja desbolada a
remendada no aasenlc com chita de pinto-
ras encsrnsdaa qaem a tiver recolbido
talvax por ve lo vagabundo ou delle tiver
aoticiascertas, dirija-so a caaa a cima dita
que recebar 160,000 ris.
Movimento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA ao.
RIO DE JANEIRO; a3 dia Patacho
Nac. Mariana de i3a teael., M. Jos Do-
mingues Vieira carga carne secca : a
G. A. de Barros.
SABIDOS NO MESMO DIA
PARA' polos por toa do Norte a Barca de
Vapor Nac. Babiana Commaodanle o
1. Tenante Benrich Bassimilb con-
des para o Para o Fxm. Presdante Dr.
Bernarda de Sonsa Franco o Secreta-
rio do meeoao Elias Coelho Cintra J-
nior o Commandante das Armas o Co-
ronel Antonio Joaqoim dos Santos Frei-
tas com sua familia o Inspector da al-
fandega Joio Baptista de Figueiredo, a
Conde Nef Sacretario da Legacio Fran*
cesa, epata o Maranhio Joio Concia
Pinto, a um esorava a entregar.
ENTRADO NO DIA ai
RIO DE JANEIRO} *j dias, Brigue N*c.
Genovexdei87 tonel., Cap. Joaqun
Baptista doa Santos om lastro : ao Ca-
pitio fuodiou oa lameirao e sega
para o Assa'.
SABIDOS NO DIA ai
AMSTARDAM; Calila Bolaodexa H. Z/,
Meatre S. B. Uris carga assucar.
OBSERVACOENS
No dia ao andava a vella no lameirao a
Barca Bheira Americana Presidente, an-
da a 6 mezea no mar veio do norte aa
A ssenc e segu para o mar pacifico ,
Cap. BanberC. Bailas carga azite:
ao mesmo Cap.
Dito: fuodiou no lameirao um Brigue ra-
cional.
Dito : para Liverpool sahio do mosq e fundioo 00 lameirao o Brigue i"glr
Cibele, Cap. W. Amestram carga a-
rioa gneros.
No dia si amanheceo fundiado no lam
meirio no Brigue Barca Americano <\
andava a vella.
PERN. NA TYP. DE M. F. DE F. i#?..
WM


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