Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03782


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Full Text

*
n9UHU>HI(
f\ i
A I 1
ANUO D 1839. SEXTA. FIRA
\
CAMBIOS;
""""^ Mareo 1*
Londres 5o 1/1 a 3i Df. St. por ifooo ctd.
Lisboa Sopor 100premio, por metal, offerecido
Franca 3io a 3a5 Re. por franco.
Rio de Janeiro a par.
Moedas de 6f {oo 14/^00 as velhas novas 14770.
ifooo 8|ioo a 8f3oo
Peso Colurnnerio i*65o a 1/670
Dittoa Mericaoos ifbsa a i|65o
Pataces Brafileiroi i|65e a 1/670
Premios das Letras, por ases 1 i|4 1 ira per 10.
Cobra ao par 1
PARTIDAS OOSCORREIOSTKRRESTE8.
U DEMARCO. NUMERO 6fl.
, Todo agora depende de nos saasmos ; da oosaa prndatstv
snodrcSo ....energa: contine roo. como prlneipismi m
, remos apratadoaosa admiracio entre N0 SJ^J
PrtKlamaclo d. Asamblea Uer.l do BrarU.
( Segundas. S*" Mraej

Cidade da Paraiba villas de na preteocSo .
Cidad* do Rio <*rand do Norte, e villas Idea .
Cidade da Fortaleza, e villas Ideas......
Villa de Goianna...........
Cidad da linda ............. Todos es dias.
Villa de Santo AntSo .' .'- Quintas fairas.
Dita daGaranhuns Povoaclo'do Bonito. Dias i o, al, dcada
Dittas do Cabo, Srinbas>, Rio Formse, Porto Caira ideas i ti, 4i ditto dido.
Cidad* das Alagos, e Vili de Mecoi...... Idean Mero.
Villa d Pajaurde Floras.......... dm i3, dittoditte
Todos os correios partera ao meio da.

Snberev-se para ata rol ha aSfooo rs. por enartel, pacos adl-
da Independencia B. 3? Jf, ond se receba* orrepon-
dKias legalisadas eannimcios: insirindo-s. esUi ratis
sendo dos proprios asiignantes, e vindos assignadoe.
DIAS DA SEMANA.
i Segunda S. Candido M. Audiencia do J. de Direito da a. ara (Te manda
ia Tarca S. Greg rio P. Dr. da mnhS e aud. do J. da D. da i. rara de manhl.
10 QuarU S. Rodrigo M. Sesto da Thesouraria P.'
14 Quinta S, Maihildes Rainha. Relacio aud. do J. de D. da a vara de snanhi.
15 Serte CommemoracSo de N.S. Jess Chrisio. Ses. da T. aud. de J. d D. da i v de m
La Nora as 11 or. e 5o minutos da manli. '
16 Sabbado S. Ciraco M. Re. de manb. e aud. do V. G. de t. em Olinda
17 Domingo da Taizlo S. Patricio Ap. da Irlanda.
Har ebeia para o da i5d Marco.
As 4 horas e 3o minutos da maob. As 5 horas e 54 minutos da Urde. I
-*----
^--f- -i
MJtMl 3E
RIO DR JANEIRO.
Ministerio do Imperio.
Sendo presen te ao Regente em Norae do
Imperador o Seohor Don Pedro Segundo
o oficioque Vna. me dirigi ni dala de
19 de Desombro do anuo pissado no qoal
enlre outrat providencia* de que se tern-
ura a favor do estabeteciment desse Curso
Jurdico, Ihe parece conveniente em Uta
da disposicfo do artiga 5. do Capilo ai
dos Estatutos, qoe 01 Lentesse a presenten
de Beca dos Actos solemnes dos mesaos
Cursos s o Regente, limando em onsi-
deraci0 o expendido no reftrdo oficio,
Manda declarar a Vm'., que segundo
iobredita disposiefa oslantes dos Cursos
Jurdicos deven'a presen tar-ae de Becaem
todos os Actos ordinarios do sen respectivo
exercicio isto he, as cadenas na* presi
deocias doi exames preparatorios, nos' actos,
' e as congregacSes, da mesma sorte que os
Desembargad, res devem con'ella aprrson
tarso as Retardes, dos Tnbunaes e na,s
Audiencias; e que nos grandes setos Aca-
dmicos, alem da Beca devem traser na
mi a ^ Borla encarnada,' porque quando
"determina o referido artigo que nos gran-
des, acloa Acadenicos os Leales Iragio na
mi urna borla encimad qu h insignia
de Doutor (alem da Beca; bem clara mele
d por suposto, e sabido que a Beca he o
traje ordinario dos Lentes psra ps actos
menos solemnes do sea exercicio, em que
se Ibes dispensa o uto da borla E outro
sim que importa que Vm. teoha sempre
em vis'ta qu be da su a incumbencia pro
curar principalmente que se observen com
multa xactido os Estatutos d quede esta
beleciment cmo prescreve o artigo a
do Capitulo 18 dos meamos; e que por
conseguate em casos como o qoe' se tr..ta
nio precisa recorrer ao Governo Geral pa-
ra cohibir quaesquer abusos,' que se ha
jio introdazido visto qne a Lei he cla-
ra.
Dos Guana a Vm. t Palacio do Rio de
Janeiro en t3 de Novembro de 18J8.
Bernardo Perreira de Vascom ellos. Se-
nhor Miguel do Sicrsmeolo Lopes Gana.
PERNAMBUCO.
COMMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia 8 de Marco de 1839.
OfBcio -^ Ao Exm. Presidente, disen-
dd-lhe ,' que podando o \. Corpo d'Ar-
lilheria alternar cop o Bitatblo Proviso-
rio de Caladores' 00 servico da Guarniera
e dar en cooaeqeacia niaior folga a G.
" > ha vis alterado o detalhe eslfbslecido,
Modo porsso afaser a 1. Linlie, trezdi-
* .C0B'ti08 o servico da Praca e a
vuarda Nacional un ; d m.neira que
ledo aquella de entrar' d guarda ama-
,ill,a este Iba ficava eompetiodb faser o
ervico.dGuarniese nos dias, la, 16 ,
30 *4 1 & QU BtlH 00forBj.
dtd, S. Exc. tivesse aboodade de expe
dir ao Commin'lmte Superior a cimpe
tente conmuniciciS.
Dito Ao nesmo Exm Sor., remt-
teodo lb ana ,requisitas de varios obje
ctos, precisos ao Hospital Regimental, pe-
dindo a ssiisfar;i5 della com a possivel bro-
vidade. -
Dito Ao nesmo Exm. Snr. devol
vendo-lbe o reque.rimento de Antonio de
B ir ros Ferref* e informando que nfo
podendo avaliar os coohecineotos Cirargi-
cos do mencionado Perreira', se hava de-
rgido ao Doutor Jos Eustaquio Gones,
psra que Ihe ministrusse. as precisa* n
formacoens sobre sua capicidade, cu m
rapacidade pira o Emprego a qUe se quei
na dedicar e pbteodo a resposta que in-
cluso Ihe transmettis por ella ficiria S.
Exc. habilitado para d.ifirir-lhfl entretan-
to qu poda assev.erar qae da conducta Ci
vil do Requerenla tioha. oblido boasiafor-
macoes. Que no caso de ser elle despa-
chado Cirurgif o Ajudante de Commissio
como se havia praticado com oulros lem-
brava que fosse para o B que reclamava a nomeac-5 de um.
Dto_ Ao Ptefeito da Comarca depre-
caado Ihe aprisa de um desertor do Bata-
Iho Provisorio de. Caca,lores cuj come
e signaes Ihe transmettia en ana nota...
Dito _. Ao Prefeilo da Comarca de S.
Antio .deprecando Iba semel han teme ote a
spprehensfo de um desertor do 4 Cor-
po d'Arlilheria e enviando-lhe urna cola
contendo o nome, e signaes do referido
desertor. ,
Dito Ao Prefeito da Comarca de Go-
ianna pedindolhe^houveise de dar suas
ordens a nm de ser preso hu-n desertor
do 4. Corpo d'Arlilheria, coostaote da
nota que Ihe remettia.
Expediente do da i'S.
^ Oficio Ao Exm. P vincia pedindo para Iransmittir ao Tribu-
nal do The/.ouro Publico Naclootl as se-
gundas vms do- oficios da mesma Thesou-
raria de a 3 de Julli 1 do anno p. p. sob
minero 28 e de t3 de F- vereiro do cor
rente aono, sob n. i, 5, 6, 7. .
Dito Ao mesmo pediedo pa,ra trans-
mit ir ao mesmo Tnbooal do Thesouro
' ublico Nacional o oficie de 4 do crrenle
mez sib o. 10.
Dito A o Inspector da Thesouraria da
Provincia do Hio, Grande do Norte com
urna letra de aoiUjoo rs. paasada e 7
do corrate mes por Alexsndre de Mello
Pintoe. favor da nesna Thesouraria a
6n d le val-a coota dos supprineatos
desta Provincia.
D lo Ao Vice Cnsul de S. M. El
Rei dos Pases Biixos remeneado-Ihe os
papis, queenvioucon o seu oficio de
5 de Fe vereiro p, p relativos a multa ,
Oliveira prelos, p-lo Sub-Prefeito da
Fieguesia de Santo Antonio ; 01 por ser
de pessima conducta e os oulros, por se
teren oceultado em huma Diaria, tendo
vindo sfiii habilitado da Provincia da P-
rahibi fasendo-sa assiro suspeito; Anto-
nio Francisco Pereira t pardo, por bum
soldado do Corpo Policial, por estar faen-
do deligencia de pastar tima Letra falsifi-
cada ; Vicente Fmeir, preto, por hum.
Cabo do mesmo Corpo por tentar iafer-
car-se ; Auna Maiia ; tamben preta pe-
lo Sub Prefeito da-Freguesia da Boa-vista,
por estar en alus voses profleriodo pala-
vras obscenas; e Antonio Jos Siriaco,
pardo pelo. Comnissario de Polica da
Maoguinho por tuspeita de ser deser-
tor. .
E' o que consta das parles hoja rece-
bidas nesta S cretaris.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeiluia da
Gomare do Recife i de Marco de
i83g. Illm. e Exm. Sr- Francisco do ne-
g Barros Presidente da Provincia.
que mp")z o Inspector d'Afand-ga ao Francisco Antonio de S Brrelo Pre
CapilaS da G.lila Hillandesa II X Z pela '
falta de 1 o Larris de manteig, e duas cai-
xinhas de queijos que s encontrou na
conferenciado manifest) e segnificando-
Ibe que a vista da iuforuiaca do mesmo
lospect r, e da terminante dispcsicaSdo
art. 156 da Rgulamento, aao cabe as
attrbuicoens da Thesouraria atiendes* ao
que o mesmo Capillo pede.
THEZOURARIA DA PROVINCIA.
Expediente do dia 1 a de Marco de 1839.
Oficio. A o Exm Presidente da Provin-
cia infornando o requeriraento do Reve-
rendo Cabjdo., pedindo que se .pague ao
Cura da Se* a Congrua de 4on,f res em lu
gar da de3oof' rs. que Ihe ten satisfei-
tq a Thesouraria Provincial.
Dito, Ao mesmo a exigencia do oficio de 9 do corrente que
mandn informar sfala consignacaS mar-
cada na Lei Proviacial num. 63 para as
despesas do Hospital do Corpo de Pulicia ,
anda resta alguma qoantia dispanivel.
Dito Ao mesm j satisfase.odo a. exi-
gencia do oficio de 7 do corrente que
mandou informar se ainda existe alguma
3uanti 1 da quota destinada para as obras
osq isrteis do Cogi de Policia da Pro
yincia.
Dito Ao Juiz de Direito interino da
1. Vara do Crine aecuzando a recepcad do
l oficio en qae pi tecipju estar pro-
nunciado por crine de- respbnsabitidade o
Csrcereiro da Cadeia desla Cidade Jos Vi-
tal iNuoei.
Diversas Repartiyoens.
TRIBUNAL DARELLAgAO'.
. Sessio de i4 de Marco de 1839.
Na Causa de Revista Cirtl de Joaqun
Antonio da Costa Curador dos til los de
Lourenco Antonio do Piego Recrrante,
e Recorrido Francisco Lebertou & Conp.
Escrivo Bindeira ; se julgou a fvaor do
Recorrido. .
Na Cauzade appellaca Civel do Juix-i
de D.reito doCivel desta Cidade, sppel-
lante Ignacia Maris Xavier e appellado
Jos Rodrigues de Oliveira Lima Escri-
vo Postbono ; se julgou pela conGrna-
c; da sentecca appelladi.
MEZA DO CONSULADO.
_ A Pauta he a mesma do aun. 56.
PREFEITURA.
Parta do dia i3 de Marco de 1839.
Illm. e Exm. Snr. Forao presos boa-
tem a minba ordem e liverao boje des-
lino : Joa5 Fen'iides, branca, pela l.
patruha do dislricto do Corpu Santo por
estar em desordem em casi de urna mu-
Iher de vida pub-ica,- Jca5 Jos indio ,
Ignacio Jos do Espitito Santo Paulino
Gobm d Ramos, c Antonio Joaqun de
falto da Comarca.
Parte do dia 14.
Illm. e Exm. Snr. P-rtecpo a V. Ex.
que das partes boje recebida sonente cons-
ta que Ior.5 presos booten a nioha or-
dem para lerem destino : And re AI ves
da Costa braoco pelo Sub -Prefeito da
Fregusia de Santo Antonio, par estar oas)
circunstancias de ser recrutado; Mara Jo-
te, preta, ptla 1. patruha do diatricto
das 5 Pintas por suspeita de ser escrava,
e fgida ; Ui baoo Ferfeira tan bem pre-
lo por outra pati ulha do Conume pelo
mesmo motivo ; e Jacinto dos Santos bran
co v por on i-oldado do Corpo Policial por
Ihe ter sido apprehetidida una faca seco
pona.
Dos Guarde a V. Exc. P.efeilara de
Comarca do Recife i.f de Marco de 1839.
Falla com que encerroo a primeira Sesafo
Judiciariadj Jury o Dr. Juit Substituto
do Civel e Ctune Francisco Joo Caroei-
ro da Cunha.'
Senhores Juiset Jurados. He hoje che-
gado o termo dos vossos peni veis, e augustos
trabslhos, he hoje chegado o momento, em
que a Opiniio Publica vos offertar e co-
ros de Juizes rectos, e justos, de que pe'
loa con Untes es fo reos ptla sisuda cir*
cunjpecco emprcg. meatos vos lendes tornado credorea. u
me glorio de ver lsongeiramele realisados
os neos desejos e os votos de toda esta
Comarca de ver satisfeil a justas e de
mais em casis augmentado o brilho de vos-
so renome. Pjsss a presente Sessio Judi-
ciaiia faser entroudecer aquelles nimos,
que menos justos vociferad coaira aballa
nstituicio do Jui y de que he ella assaao-
iiho fructo, Possa em fim eocootrando
oulrss emulasen glotis de todosupphistar
os inimigos da sua existencia. Devendo-
toi porem a liogoageo da verdad*
^
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"
"*

2
DIARIO DIPEtNAMBUG"
taa dataarla ae cumprir meo
imperioso dever se vos pi advertisse de
huma ou doas sentencas em me cedendo
a voz eloquentt e seductora dos defenso-
res sssignsstes absolvicio dos acensados,
assitn de alguma maneira fasendo murchar
a tote* bella gloria. Wio sirviesla minh*
innocente observ co de despertar se he
que j dorma&aquellee espiriios qne is
nados de susceptibilidade extrema parecia
entrever em as minbas a.dmoestac6rs sobre,
oa TOaaoa deTeres incitamento a hura cru I
rigor, injuria irrogada a honrosa e sem-
pre repeilsvel ciaste dos Adrogados, e
vistas por alguem incu'cadas de miopes. A
tos deixo a apuraco de taes baldos e con-
fio qae me Tiris jusiica. E>l fechad* a
Sessio.
Francisco Joio Carnero da Conha.
CONSULADO DE PORTUGAL.
De ordem do Senhor Cnsul de Portu-
gal nesta Provincia se avisa aos Subditos
Portugueses que devem embarcar no
Brigue Escuua Portugus Eugenio -
para Angola que devem comparecer im-
mediatamente na Chancellara deste Con
su la do para reeeberem as inste uccoens te
lativas ao tea embarque.
Miguel Jse AI ves.
Chancellar.
Diario de Pernambuco.
Recebemos jornaes dealgumas Provn-
eias do sul, al a i de Janeiro e na for-
ma do nosso coMtime, iremos appresen-
tando a os nossos L-itores o que encontrar
roos de mais interesssnte e de maior utili
dade publica.
Rio de Janeiro Acha-se em tranqu lli
dade, como conhecemos pels I icio dos seus
jornias 5 0 estes quase, que s se occopad
em analisar as posturas da Cmara e em
disseriar sobre o facto j por nos inseri-
do em un de nossos nmeros pssssdos,
entre o Sr. Caetano Mara Lopes Gama e
o Ministerio ; de modo que s o Sete de
Abiil com istosediveite em lodos os n-
meros, que recebemos. (Jns entendem,
que a deca racio feita pelo Sr. Lopes Ga-
ma queahaixo transcreveremos romp o-
raette a existencia do gabinete,- pelo con
trario o Sete de Abril quer que ella
uenhoma influencia pobsa ter sobre a sorte
do ministerio, e, duvidando mesmo da
Teracidade das palavraa do Sr. Lopes Ga-
ma sas concidea como Glhaa da im-
postura e inventadas com o Gto de se dar
urna grande importancia na poca das elei-
ces ; mas nos encontramos na frase dos
qaesensuraS ao Sr. Jopes Gama muito de
provincialismo e pouco de liberdade o
que bem prova este pargrafo que extra-
amos de un Com mullicado assignado
poro a Flumineose que vem insaito no
n. 665 do Sete. ( 1 ,
Muiros outros lacios poderia en ap-
presenur, da o Fluminense, alean das
basofias, escarnios, risos aaidonicot etc
tenas os que vio descriptos prova5 bem
al onde chega o mesnoscabo, com que
nomos tratados, os Fluminenses. Tomem
alies cuidado: esta Eleicio a luta do prin-
cipio contra a aggressio ; o Rio de Janeiro
est na reacio ; quem aggredio fora as
outras Provincias: a briga das abell.as
contra os zangues 5 bastante tem j sido d
voradas noasas colmeas Se o Principio de
Provincialismo bem entendido for deb . nunca mais um Fluminense ser Depula-
do ou Senador, nunca mais ser Varea-
dor da Cmara Municipal!...
lato bastante triste tanto mais porque
d^o Est bem claro. que os Zangues sao os
Pnroambucanos Bibianos, Cearensea etc.
a que as Abelhas sio os Fluminenses. Co
aso ae muda os lempos.' Amigamente
quaixav6 se a Piovmcias que, desde o
lempo do Sr. D. Joto VI, era a Cor-e do
Rio de Janeiro a aaoguichuga que chupa
va todo o sea sangue ; deje queixad-se os
Fluminenses das outras Provincias, que
sao os Zioges que fio ruubir-lhes o mel
1 ) Advirta-se, que o aulhor deste
" Coamunicado fi age ouvir urna conver-
ja da tres pessoas na roa do Ouvidor.
de soas colmeas ; nio sabemos como af o
diantara mais as suas ideas; como n#6
disseraS que era neaessarouiaar com es-
tes o que as verdadeirs abelhas us com
os verddeiros zangoes ; listo sur7.il -os
par se nio utilirsrem do sari que a s
os Fluminenses fasem.
E' de esperar, qae frase lio revollante
se nio mea mais dos jornaes que lem por
6m persuadir a ordem, e a liberdade ; ar
mouisar os partidos ; unir as Provincias;
e acooselhar ludo quanto poder consolidar
o nosso sistema ; pois do contraro termos
dever tsnios Regentes quintas forem s
Provincias. Edabi? Respondi os pol-
ticos.
Declaracio do Sr. Caetano Mara Lopes
Gama. s
Srs. Redactores do Despertador. Pura
dar nio ama resposta a o Sete d'Abril de
1 1 do corrente em seo ai ligo assignado
Observadormas urna satis faca 1 a o Pu
blico, que muito respeto passo a referir
o seguinte : No da i. deste mez fui
chamado pelo Regente o qual me commu-
nicou estar diasolvido o Ministerio por
haverem pedido todos os Ministros assaas
demisses e que por isso tratara de orga
nisar um novo Ministerio, accrescentaodo,
que contara commigo para urna das pastas ,
equdse lembiava do Sr. D'zemb'rgador
Manoel Ignacio Cava'canti de Lacerda para
oulra. Incumbi me entio de ir a S Do-
mingos dizer ao mesmo Dr- mb irgador ,
i] elle Ihe quera tallar, recommendando-
me porem, qae nio Ihe decUrasse o ohjeclo,
porque elle o quera fazer pessoalmeote ;
e com efleito fui a casi d-quelle Sr. pa-
ra esse fim. Nada porem disto leve efeito,
porque circunstancias orcorreraS que de-
terminaras a continuacio do Ministerio
Eis toda a parle qae tive oeste negocio.
A' vista pois do referido, como oosa o Ob
bservador a dar a cor de intriga mnha
intervencio na formacio do novo Ministe
rio ? Nio fac.o observacSes ; o Publico que
ajuize. Rio de Janeiro ia de J metro de
1839. Caetano Mara Lopes Gama.
._____,------------------------------------!

Comiriunicado
CIDADE DE OLINDA.
Aula Publica de Primeiras Letras da Fre-
guezia de Sio Pedro Marlyr.
Verificou-se em a Aula Publica de S.
Pedro Martyr de Olinda no dia a5 do
pr. p. mee de Fevereiro a destr buicio dos
Premies.
Suppomos ser esta a prmeira Tez que se
vio urna Solemnidade d este genero em as
nossas AuUs Primarias, etalvet que fosse
a nica de Pernambuco que a executasse ,
pois consta-nos que o Governo at boje a-
inda nio mandou fazer as medalhaa que
a Le Provincial N. 43 concede aot Et-
ldanles de prmeiras Letras, o Desenlio,
que mais se deatnguirem em seus exames,
oque muite de lastimar. Com ludo os
Alumnos desla Aula forao condecorados,
se b'-m que a cusa de seus Pas. A destr-
buicio das medalhas, foi executada com
toda a solemnidade possivel. A sallad'A u
laachava-se decentemente ornad*. As 11
horas da man di, qusndo ja esta vio presen-
tes o Veretdor Jos Joaquim de Figuere-
do, em logar do Presidente da Cmara Mu
municipal, os examinadores, e mais pes-
aoas, queemviitode da Le devis atsis-
tir o acto ; o Professor trepoa a Cadeira ,
e oesta occasilo ama banda de Msica mi-
litar que ao acha va presente, rompen em
urna alegre marcha aeovpanhada de fa-
gos do ar. Apenas a Msica fez pauza o
professor dea principio ao .acto, recitando
um pequeo, porem enrgico discurso ana-
logo depois do qoal, a de nova marcha
executada pela muzica, teguio se a conde-
coraqlo do Ettudante Gustavo Adolfo de
Figueredo, que depois de recitar tambes
o sen pequeo discurso de sgradecmrnto,
(o qae merio todos) cheg u-se ao p da
Cadeira de seu Mfjstre, e fez a segpiote
policio lllm. Sar. Professor. Em viriu-
de do meo exorne, e da minhs plena sp
pro vacio au venho pedir-vos a execo-
ofo do artigo iJ, Capitulo 5. da Lei
Provincial numero 43 de 10 de Junho de
iMjs-~jfaJpmpo em que Ihe era posta
ao peto a raedalha de novo loca a msica.
Foi se segundo assim com as mearais for
nulidades, a condecora cao dos Estudantes
Jse Ignacio do Espirito Sanio Florencio
daSveira CavacanU da Albuquerq-m ,_e
Antonio da Sil mire,. Cvalcanti de Albu
querque. Este nlUmo pequeo, foi quem
mais attrsho a atenco dos espectadores,
porque com 6, para 7 annos de dsde, re-
c-tou o stfu aggrtdecimento em 11 qua-
dtrnbas onde descrevia a sua vida litera-
ria e mostrava que apenas eatudava a
aouo e m-iio. O praser, a alegra dvnl
tgava-se em todos os que assittiri este ee
to inteiramente novo, a muito principal-
mente nos quatro jovens condecorados, que
em lugar distinto, e para ellas preparados,
se senlario depois da condecoracio. Fa-
sia gosto vel-os lodos juntos e cada um
com a sus, medalha ao peto, Suppomos
mo aventurar muito quando a vista d'om
qoadro tio lizongeiro nos a ttrevemos a
assegurar que o fuctoro que se nos anto-
Iba o mais brilhaote possiv-l, se o go
verno continuar a animar a nosa n-ao-
cidade e cuidar seriamente da nossa Ins-
truccao Fumara. Dona nrdenadoa e pre*
mos, e mais premios para a Mocidade es-
tudiosa a reforma principal de que
muito carecemos. Nio podemos deixar
de leabrsr qae as nossas Jovens tam-
bero devem de ser premiada pois nao
josto que passmdo ellas por um exime,
nio se Ibes conceda um premio, que as
convide.ao gosto de estudar Q le ("lixes
alo seremos, quando tivermos por,Mies
de familias, Matronas instruidas ? Juaga-
mos por tanto, que quando outro nao teja,
ellas devem ter um premio pecuniario.
Esta medida nos parece de muita rule, e
j'ustica. Nio podemos e nem davemo"
deixar no esquecimento os bjm merecidos
louvoares de que d'gno o Professor d'es-
ta Aula que sempre te lem mostrado in
cansavel e zt-loso no desempenho de
seus dever,s trasendo e conservando a
sua Aula oa melhor ordem. Quem nos
dera contar na Provincia ^nio agravando
os bons professores que i-onfessamos ba-
er; muitoscop) a aptdo e c*pacidade
do Snr. Professor Publico de S. Pedro
Manir de Oljnda.
i,__________________________1___________________________1!-------------------------
rou-ee a calmar o moral basUrita^agitado
da Partarente e circunstantes faseodo-sa
um prognostco favoravel, se Bem que |9
senlisse o contraria avista dos sintomas qu9
se acabavs5 de observar, aplicou sa huaj
clister Emoliente a 6m de detembaNcar a
inteilino fito e evacuar as ourinas, 0
pouco temp> depois, tornando a expo-
rar o utero em huma das dores pois qUe
da primeira vez examinou-se oa auzencia
dallas, reconheceu se que taes dores sa*
Correspondencia.
.---------(---------.------------------,----------------
Snrs. Redctores A Correspondencia
inserta no seu Diario de 8 do corrente N
56 nio s he otTensiva do Cirurgo Mi-
guel Jote Rodrigues e da clasae dos Pro-
fessore em geral como ale da decencia ,
e da modestia publica.
Nao ha duvida que existindo em sua ha
bitacio dito Professor, lo chamado em
nome do Snr. Joze Pereira da Cunda as 9
horas da noite para acodir ao Paito de urna
Senhora, eelle no dezem'penho de sua Ar-
te a isso se prestou de bom grado, nio obs-
tante ser-lhe designado um sitio a algorna
distancia deats Praca ; eis pois todo o con-
leudo. .
Huma Senhorde 35 annos pouco mais
ou menos temperamento saoguinio ten-
do tido quatro fi I hos e achsodose grvi-
da i no primeiro de Maico do cor-
rente anuo foi acommelida de dores de
Parto que se tornou labonozo ; em con-
sequencia do qu" foi chamado o Professor
citada ora de.su mana mate, para hir a seu
sitio em Bom-fim prestar -Ihe os socorros
proprios ; logo que chegou dergiu-se ao
logar em que eslava a parturiente, e tra
tando-se de fazer o Diguostico do seo Par
to ; e informando-se para isso de todas
as circunstancias que tinhio occorrido ,
soube que o trabalho do PaVto tmlu co-
mecado neste mesmo dia que s nove o-
ras da manbia pri> piara efuza lenta dos
Agoas do amnios pela rotura imcompleta do
saco que as continha e qae do mea dia
em vante n5 sintira mais oa movmtnlns
do fito ; passou-ae a examinara parturien-
te a achou-se com o pulso fiequente ,
pe seca, securas ins-ciaveis, queixando-se
d dores que dezia Ela serem uterinas, eji-
plorando-ae o ulero "o Col eslava dilata-
do e o filo aprsenla va a cabeca sda so
estreito Superior da Baca na terceira po-
tictOoa occiput posterior direito ; pio:u-
postas uterinas erao rmaes ou lombaret
por nao serem acompanhadas das contra,
coens do ulero, por cnnsequ'encia qU4
esta entranba se achava em bum'estado de
inercia por esgotamenlo de farcas ; im.
mediatamente tirei do braco da parluii-me
ti oocas de sangue afim de facilitar a expul.
pao.do filo, e vendo-se pela aangrr opr-
to nio se efftstuar tenlou-se faser a ealrt-
g5do filo por meioda verso ou applir,.
ci do foraps ; porem todas as teniatini
fora iouteis porque o ulero as achara en
estado de aere* com regides f ievdi,
a!em da pozicaS desfavoravel, etilve ,
mortdo'fito, a eVaVmcio lenta, e grj.
duada da agoa do amnios qud fatigando
a matrix pela inuiil repetipiS di seusn-
forcee", Iancara6:a na proslscafi, inercii,
e cootraeio. As enze oras e mea da noile
a parturiente foi a sallada de grandes an-
ciadades vmitos re&fiamento das ex-
tremidadn-, que obrigarla atentar de no.
vo a esfacao do filo porem de bilde, e
enlio va-s q' a enferma ronecot a perder
a'gnn sangue que com 01 nutras simtimai
fisa 5 rectr urna H ntor ogia interna, pro-
vavelmeiile motivada pelo descos ment di
placenta, ou rotura do cordio umbejeal.;
pelo que se Ihe prescreveo pedeluveotei-
limulantes huma infu/.ao de comomlt,
e o centicoesgotado qua El'a recu'.ou to-
mar pedio-s .niima conferencia a qual
nao leve lugar porqu meia noite s-
parturiente, espirou tend assim sohiu-
bido a huma perda uterina ou Hamor-
roga interna.,
Ora. he geralmente sabido em Pernaej-
buco que apenas buma Senhora comtca
desenlir dores, busoa-se logo urna Partai-
ra e apezrde ser obvio, que bur ri-
mo delicado de Arte nio pode aer de-
zempenhado por urna prssoa a quem faloa
oconhecimnti, da eslrulura, e orgmsi-
pao do corpo humano, sogeita-se a p.ci-
nte a lodo o Hato; altenua se-lbe 11
fores e quando sentolha hum perijo
iminente ha que se busca este ouiquel-
le Facultativo que bovndo as vezei una
nforWc*5 pouco 6^1 e exacta laofi
mo dos meis que se Ihe represeoU pro
ficuos anima a doente e enroca fi
bem o favor da naluresa.
E quereria o Autor da Co.respondencu
e decara-se aberlo o perigp deisai'
mando huma Senhora que como todai
mais se contderaneta scca as mirgasi
da sepultura ?,
He Esse Sor. pessoa apta para caoiu-
rar a escolha do logar da sangra tsnU
veses applicada ao bra'90 com prospera suc-
cesso ? .
Ponendera que os Professores tent"
atributes de Dirndade dispondo da da
e roorte dos seus humanos P
A cha consenUnio cora a razao; nfa-
raar e deprimir o crdito dot Piofesiore,
que nao podem vencer a farca e poder t
oalureza e consternado veem baixar so
tmulo entes que desejaviSaalvarr1
O Cirurgia que la delicadamenla w
offende 110 allardaia di Parteiro de ao-
me como graciosamente d 1 eaae Dclu**
Correspondente, fados ha mu repelidos
que gnta6 altamente em seu faror, ees-
tes exercdoa no perodo de 8 annos
sea eslab^lecmento contando a aasuwn-
eia de 5a Partos felizea.s apessoas consifie'
raveit do Paiz e nole-sa que sse Frotrt-
sor brindado com o nome de Charla ao,
fez o seu estudo e exames m buma *
milhores a Cadrmas Crurgicas da Euro-
pa, eaasuas cartas de AprovacaS plena
acha se reaisladas na Canaara Municip
desla Cidade ? j,
E oa5 exsta no Paix Facultativo s
hum reronbecido merilo a quem dem'
ae o aclo ? N.5 her- mesmo prudenw
segundo o alto apreco que fasia da ar
convocara mais de um ?
EnuO segue-sa odilems, ou qu ^
Sar. depositara confiaoca no Pro'8
iue

! abit
.*/. .

ivwsaMM una tiy ?* *'
.-*

anm


w
bl AH O DE PE 8 N A M ft
C O
convidado, ou que recohhecendo o atsissi-
do como agora, o apthda comparlilhoo
ou foi o primeiro movel do assassinato !
Casta os principios de huma milhor e-
ducac&d o decoro e decencia publica
convida ao silencio julgun este mesmo
publico sensato se. Lun Facultativo que
subsiste honestamente desu- Arte om
sus pezada familia (be ja Pai de s-is filhos
regitimos) mereca ver sm onrt e bem estar
moralmenle assassinado o Facullnti vo que os
Peina mbocaaos honrad com sua estima e
que tea conservado u mensos Esposos
sus virtuosas consortes !
' O lu y ha Tribunal de dezagravos e tal
vet elle teffha de avallar o melindre e -
debcidesa de huma Correspondencia to
lilustrada *
Miguel Joto Rodrigues.
,i i .' .
-----------
i
-.....

!'"
Variedades.



mor ar
'
Reputa co.
i i
Kiim 81
O cuidado que temos de no-sa propria
reptacio, e de nossa honra, um proble-
ma na naiuresa na philosofa e na re-
ligilo.
A naturesa espalha mil encantos sobre a
demonstrarlo de estima, qiie recebemos
dos outros 5 pon rn ella f z coro que estes
encautos se murchern quando nos nos
mostramos mu solcitos ern procurar essa
mesma estima. Parece, que a naturesa,
obrando sssim esta'em co'ntradiccio rom
sigo mesma. Porque pre.creve tila por
meio do ridiculo aquillo mesmo, .que ella
authorisa pelo prajer ?
estima suppoem no ebjecto estimado o mrito
de virtnde, que devenios cuidadosamen-
te procurar.
Particularmente falanlo, ni devemos.
visto ser a estima dos bomens mais subor
dinada a sua imagnacio, qua a providen-
cia'^ avalial-a em pouco ou nada, que-
ro diser devemos sempre trabilhar por
mrcel-a sera que cqidemosem obtel a:
merecel-a por nossa virtude, qua con
tribu* para a noss* felicidad*, e pira a dos
outros bomens ; lembrarmo nos pouco de
b'btel-a porque devemos ter hums nobre i
gualda.de u alma que no* ponba cima
da inconstancia e da vaidade, das opioies
particulares dos bomens. DdVemos trabi.
Ibar pira que as noasas acces sejlo appro-
vadas por huma contienda esclarecida,
que nos nlo pode s*r roubida peJo odio.
e pela calumnia com preferencia a eitima
dos outros homens, que ncerla. Q lian-
do somosavdos da estimados outros, en
lio nos degradamos da nossa dignidad**
A estima urna especie de recompen
sa da virtnde mas ella nao deveT ser o do
tivo da virtude
(Traduiido doCav.lhe.ro de J.ucour.;
que i
A philo-ophia, que trabalha por adqui-
rir nos a.tranquilidad* tainh-tm se occu-
ps em fazeWns independentes dos Juisos,
3ue os bomens podem fazer de,nos ea
itima ttio outra court se nao um des-
tes'juisos*,'logo que elle nos vantajoso:
omtudo a philosophia,. mais apurada esta'
nem'16'nge de reprovar-oos o cuidado de
sermos honrados, ella nao o autoris ,
como tambem o excita.
A Rellgil, de sua parte nos recommen-
da'b deipreso da ppinilo dos hr.mens e da
eslima, que elles segundo a sos fantasa .
podem conceder-nos, ou recusar-nos. O
mesmo Evangelho aconselba aos Santos ,
que desejem e" mesmo que procurar o
despreso ; e a mesmo tempe- o Espirito
Santo nos ordena que devemos ter cuida-
do de nossa reptacio.
A cuntrariedade de sts mximas ppa-
tente : ellas concorda perfectamente ; e o
r. ou lo que concilla sentido aquelle,
qoe deve servir de regra ao bem da soce-
dade e a0 nosso em particular. N- nio
devemos naturalmente ser insensiveis es-
tima dos homens, a nossa honra, e a nos
sa repotsclo Isio s ria obrar contra a
razio, que nosob-iga a ter silencio a lu-
do quanto os homens approvio o a ludo
quanto elles universal, e constantemente
reproiio ; pois o qoe elles approvio por
um consentimento quise unnime virtu-
da ; eoque do mesmo modo reprovio
vicio. Os homens, nio obstsnte a sua per-
versidade, fasem justica a orna, e a ou-
iracouza. EUes, alguna as veses desco-
nhecem a viitude ; mas sio, muitas veses,
obrigados a reconhecel a ; e oeste caso el-
les niodeixio dehonral-a : ser por tanto
insensivel a houra quero diser, estima,
a spprovaclo, e ao teste ttunho, qoe a consi-
encia dos bomens rende a virtude, ito seria
sal-o dnalgum modo mesma virtude. Es-
ta sensibelidade natural como huma im-
prsalo gravada em nossas almas pelo au-
tor do nosso ser ; mas ella so considera o
tributo, que os homens geralmeote rendem
virtnde para que os unamos a estas por
jacos indissoluveis. Nos uao devemos por
isto ser menos ndifferentM a honra, qoe
cada particular cooduxido muitas veses,
pola paixio ou pela bis repesa virtude de alguna, ou a nossa em
partieular.
Geralmente filando a estima dos ho-
mens aio pode ser legilimameute despre
aada nio so porque lia vai de acord
com a estima de Dos meVmo, que nos
lem dado o dicernimento para pdennos a-
?aliar as comas, como Umbam por que-
HMANIDADE.
AEfonso V re da Sicilia e de Arsgio
iliava a cidade de G.yetta. Principiando
a faltar os vveres nesta prsca ,. os seos ha-
bitantes viraSse'na piecisio de lancarem
foradella as mulheres, os meninos, .e os
velhos que era5 outras tantas bocas ou-
teis. Esta" pobre gente se echou re.duzida
s mais espantosas circunstancias/ se elles
se aproximavtd cidade os sitiados 93 re-
pelliao, como a nimigos: se avancava
para o campo dos inimigoa encontrva8 o
mesmo perigo. Nesta triste siluacio, es-
tes nfelizes imploravaS urnas vpzss a cle-
mencia do rei otras a compajxo de seos
compatriotas, para que os nio deixassem
perecer de fome. Affonso, movido por
espectculo fio enternecedor onimou a os
seus soldados, que nio caus'-ssem o menor
damno qeles infelices. Depois ajuntou
eucomelho, e eonsultou aobru.o aao de-
veria de obrar com estes mi.-eraveis. To-
dos bpinark que nio deveria'5 ser aga-
zalhados por serem inmigos, e que o
reijnSspoderia ser cumptice qaquelle
trislissimo acontecimento, visto que elles
iinhs5sido expulsos da cidade por seus
aesmos compatriotas. Affonso irriton se
a vista deconselho lio deshumano, e pro
testou que preferira perder Gaye'tta
a deixar morrer de fome a tantos infelices
qoe orna victoria comprada por este preco
em menos digna de um rei magnnimo,
que de um brbaro e tiranno. Eu nio
vim dx elle ; f*ter a guerra s muflieres,
os meninos, esos velhos, mas a inmi-
gos capaces de se defenderera. Logo or-
denou, que todos aquelles infortunados
fossem recebidos no aeu acampamento e
Ibes ms'ridou de-tribuir vveres, e ludo
quanto Ibes era necessario.
Ello,, encontrando um paisano', bastan-
temente sffl'cto por nlo poder arrancar da
lama seu asno, que se tioba alolado com a
carga, que traxia saltn em trra, e foi
soccorrel-oimmediatamente. Apenas aca-
ba va deste trabaIho, ebega a sua comitiva ,
qoe vendo o rei todo coberto de lama a-
pressa-se a limpal-o e a dar-Ibes outros
v. stidos; enlio o pairano admirado di ver,
que era o rei, que o tihha soccorrido, Jan-
cou-se-lhe eos ees, e humildemente Ihe
pedio mil perdes; mas Affonso com aqael*
m bondide de qoe ei a dotado Ibe dis :
Eu sou hoasem e os homens sio feitos
para se soccorrerem mutuamente. Mxi-
ma esta bem rara na boca dos reis!
(Traducido de Fillsssier.)
que as eWtoVnW rnaii provavel
erito dos vegetaes que se confiarem a ter
r ,' o Ser Ramal', flirista espera qoe os
Senhores arMxonados riio com mais con-
fianc* ao off-recimerito que Ibes fas da ea
eolba da bella e boa qualidade d'arvores a
fructo e a flores estrangeiraa palo
precos moderados porque costuma vendar.
At hoja o Sr. Ramal lem visto da paite dos
Senhores apaisanados aigroa friese e at
detcon&mca occa^ionada pelo temor de
aerem engaados mas felizmente alguna
desses S-nhores que tein sobrepujado os
saos.recejos;k e que Ihe tm comprado po
dem cerlici-los da maneira franca e leal
que. elle tem empregado, e em pregara'
sempre no seo copmercio. Elle appella
par os Senhores ^ citados, com quero
tem tratado al o presente dando-lbea a a-
culdade de trocar ou.deixar por ana con-
s plantas que Ibes nio convem eujo
xito dsse duvida de bom sucees-o. U
seo principal fira he de continuar nesta va-
reda que elle mesmo trepou e que s p
de deixar stisfeitos os compradores. OSr.
Ramel conlinvara' a s-ender no seo deposi-
to ru* Nova D p at. a chegada do Va-
por da Babia.
Sa-
jo bom do Collegio Djcimag 00 segundo andar la-
aa
em
COLLEGIO PERN\MBCANO.
Boa vista, Ra Nova da Vraco.
O Collegio Pernambucano encerra _
seo quadio todos os preparatorios que a le
exige para as escolas de Direito e de Medi-
cina do Imperto sssim como o Curso
completo do Commercio para os que se
destinad a esta profissio a comec.ar desde
primeiras letras.
Os profrasores das differentes aulas sio
de um mrito recoahectdo.
Avisos Diversos.
LOTERA DO SEMINARIO.
O Reitor do Seminario Episcopal de O-
lindafat acienle aos amantes da Lotera ,
que as rodas da Lotera concedida a favor
da insti Uecio dos Estudantes pobres andao
im preter velmente em o da 18 do correte
no Consistorio da Igreja de Nos* Senbora
do Rosario.
BOTNICA E AGRICULTURA.
Agora que vea a btUa esiacio agora
,_ Quem ti ver huma preta captiva que
a queira alugar para oservico de huma ca-
sa de pequea familia annonce ou dirija se
a ra da Senzalla Velos N. 45 na cazas do
Senhor Paula as que Ihe Gca5 ddtraz da
sua botica.
__ Quem annnnciou querer comprar
hura coxixo bom dirija-se a mesma casa a-
cima.
- Urna crjoola de assento se rT-rece
par a-ama de caza dehomem solteiro: quem
piecisar da seq presumo dirjase a ra do
Alecrm D. 4"
Quem precisar de CapelUo nesta
Piaca, dirija-se a esta Typ., que s Ihe
dir' quem a sl-o se offerece.
_ Ns loia do'Eacadernador na Prsca
da Independencia D 6 ha para vender os
seguntes livros : Ovres cotnplels de Vol-
ney 8 vol. in 8 dem dellelvecus 3 v.
_ dem de D'Alerxbert 5 v. Oevrrs
polit. de Bignon.4 v. __ Polilique, Nsturel
a v. Blackston 6 r.
_ Precsa-se alugar um caza terrea com
commodos para pequea familia, tendo
quintal e cacimba e nio excedendo p en
aluguel a 8s'ooo reis mensses embora seja
em ra menos publica : nesta Typ. se dir
quem precisa.
_ Na manbi do da Segunda feira ti
do correte foi adiado um cavallo no atier-
ro dos Affogados ; o seo dono prorure-o
nos AI'gados no sitio do Gnado Jote Lou-
renfn -a -A -A A A K
_ Huma parda ja de idade e de boa
conducta se oleece para ana de casa de
homem solteiro : quem precisar de seo
praslmo annuocie.
Hum Professor deGrammatica Lati-
os, examinado, eapprovado, e que tem
bastante ezercicio de ensinar esta Ligoa ,
seoflVrecH para ir ensinar em qualqoer en-
genho, ou mesmo no Sertio : quem o per-
tender dirija-se a ra da Paz por detraz da
das Plores indo para a poete caza segun-
da depois da Fundicio.
_ Precisa-te de urna ama que se sn
geite a todo oservico interno de casa de
um homem sem familia alguraa : quem per-
tender dirija-se a ra do Rosaiio estreita
D. a8 terceiro andar do lado do norte.
Antonio Taitafuga fitho do Capillo
Tartatnga da Villa de S. Miguel acba-se
doente na casa do Doutoi Ulisses na rus
do de Ierra.
Proci ase de 630,000 a premio sobra
firmas acontento ou liypotheca em bens:
quem quiser dar anuuocie.
Quero tver para alugar huma caza
torrea eom quintal e cacimba no bairro
de Santo Antonio ou no da Boavisla que
nio seja muito retirada qaera annoneciar
ou dirigir-se a roa Nova loja de Frederko
Chavea D. 5, que achara com quem tratar.
Na ra do Crespo 1 .ja D. 3 vende-se
hum cavallo rozilho com muito bons an-
dares e gordo 5 tambem se vende huma
porciode taboas de pin hoja servidas por
sao se vendem mais em co'nta.
> Piecisa-s de huma ama para casa
de homem solteiro para aabir fura a com-
prar em companhia de um moleque e pa-
ra cosinhir ; pire procura-se j t de ida-
de : na ra das Cruzes D. 7 terceiro an-
dar.
_ Precisarse de urna ama para casa da
pequea familia sugeiiando<*e a todo o
servico interno e so de fazer tambem al-
gunas comp as na rus e paga se bem :
quemestiver neslas circunstancia annan*
ci.
_ Perdeo se no dis 11 do corren te da
roa do Crespo em seguida at ao meio do
atierro da Boavisla um embrulbo de sed-
las contendo vinle e cinco mil reis sendo
duas de 5, huma de dez, e 5 de dez tus-
toes : roga-se a pessoa que aa acbou queira
annunciar a sua morada para ser procurada
("no caso de querer faser essa restituicioj
por quemas perdeo, din do Ihe os signas*
certos do dito embrulbo.
Offereee-sehum Portuguez, para ca.
xero de armasem ou venda, do que teta
bastante piatica uito capaz, pois da i o
formaces de sua conducta com o mesmo pa-
tra que hora tem ; quem delle precisar
annuncie por este Diario 00 dirija-se a
ra nova D. 16 que se dir quem be o
propona.
Arrenda-se bum cilio na passagem da
Magdalena ; quem o liver, aonuncie a ao-
radla
4 Quem quiser comprar um cilio na roa
de S b rancheo na Cidado de Olinda eom
casa pettencente ao mesmo ludo com chaos
proprios os pretenden tes queiro dirigir-M
as ciuco ponas D. 3. a qualquer hora do
dia.
Quem quiser comprar boas canatos in-
gleses para homem, drija-se a ruadaCa-
deia velh Loja N. 10.
Precisa-se de allugar huma casa ter-
rea, no Bairro de Sanio Antonio 9 cita
tm o 1. a. 00 3. deslricto j dao-
do-se alguna meses adiantados; nesta Tipo*
graGa se dir quem a quer.
. Huma pessoa que sabe bem ler, escra-
ver ecoutar offerece-se para ensinar me-
ninos fora desta piaca e prefere-se o ir
para o cer lio e mesmo para qualquer ca -
xria : quem do seu preatimo precisar an-
uucie a mor ada.
Deseja-se saber a morada do Reve-
rendo Jos da Costa Correia de Bulhdea
para lbe ser entregue ''huma carta de im-
portancia, vinda de Portugal, e como se-
ignorase este Snr. existe, roga-se a qual-
quer pessoa que interessea recepcio da dita
carta de annuuciar a moradia ou dir*
gir-se ao aimasem da Alfsndega Velba que
se dir' quem se acha de posse da dita
Carta
_ Um rapaz Portugus de 16 a 18 an-
uos de idade desejaodo admittir-se a loja
de fasenda ou armasem por nio se agra-
da 1 do negocio em que est obrigando-se
a dar 1 ;J meses gralia sendo para loja o
qual escreve. e conta sofrivelmeote e ja nio
iguora o negocio : queui de seo presumo
precisar dirija-se ao beco do Porto daa
Canoas a segnnda venda antes de chegar
a casa de Pasto, ou annuncie para ser pro-
curado.
Quem precisar de urna molher para
sma de casa dd homem solteiro annun-
cie.
_ Quem precisar de um' rapaz Brssilei-
ro para hir para o mato ou algum Eo-
geobo ensinar Primeiras Letras : a 11 o.ran-
cie.
Quem precisar de um minino Brasilai-
ro de idsde la snnos pata Caixeirn de
leja da fased..s ou ferragem o qual di
.hum asno gratis para prsticar : annun-
cie.

P.MI





0 V XV i Si
*. aa
D 1 A El O
;;;
PERNAM BCCO.

..- ,,-i rn
m.! ------
__ O $c- que ero 11 de Setembro do ia>
na passado, .que foi na Joja da ra da Cruz
*"de iunileiro de Anloni Botelho tfinlo de
m Mesquit, e mndou. bular en caixilhos
no vos i5i vidros e uto tf n satisf-ito o
sto importe al o prese.nle queira hir p*
gar quaoto antes. d.o contrario ver o seu
nome declarado por esta folha.
_. Di ie 00,000 a juros por lempo de
um anuo :'. na ra d^s (Jro*> venda D. 7.
Arrenda-se uro ilio junto ao riacho
, de agoa fria na estrada de bebiribecoaa boa
*aM do vivenda para familia dila para
feitor, e pretoa, estribara para 4 HHM,
.padaria com .09 seos peitences b^ixa par*
e a piro parle data plantada btohe.ro de
. jtnadeira no mesmo riacho e ..galinheiro,
Iguroas arf ores de frucloa ,e outras pro-,
,4erc6esquea;viata dopretendente so dir: a
tratar na mearos estrada no sitio Jacar com
6 sou propietario Antonio Leandro da Sil-
.?a no na roa estrella do Rosario sobrado
C 37 a Lu* da Franca da Sil.
_. Mr. K.isael relojoeiro francs, no
lleno da Ifca isla, acha-se prompto a
concertar qualquer -elogio que Ihe seja
-confiado pelo nais commodo preco elle
.brige-se restituir o dinheiro quetiver re-
cebido era pigamento de qualquer concer-
t qu nio for bem execut do.
__ Furlario na noile do dia 10 .para ti
-do correte do passo do Giqui um quar
fio com os signaes seguintes : mellado
Jaaio frente aberta com orna marca o>
ferro 00 qoarto direilo, o esquerdo U;
quero delle souber ou der noticia 00 mea-
ao logar ou na i ua da cadeia D. 3o ae-
ra gratificado.
a Qjfcm precisar de um moco Hespa-
nhol para o aarvico de qualquer as* par1-
ticnlar., dirija se-e raa do 8. Crus.na se
guada yenda ao p dos arcos da riboira.
|> ma pessoa que escreve bem o enc-
iende de escripta se offerece para qualquer
escriplorio ou para ecrever em algifma
ioja, pelo proco de aoo,ooo rs. annuaes ;
quem precisar annuncie.
Ka padaria junto a casa ta opera ,
precisa-se de uro bom forneiro.
'_ Arienda-se o sitio denominado arraU
I na estrada do mesmo nomo qoem 6
pretentender d^rija-se a casa do fallecido
Antonio Marques ds Costa Soarea.
PrecM-se de urna mulber para tra-
tar de um doente na passagem da Magdale-
na : na ra da Aurora n. 9, ou annuncie.,
Z. Um rapa cbogado a pouco a esta pro-
vincia, propose aenslnar portugus, fran-
cs e latina ; todas as pessoa que se qui
serem utilisar do seu prest mo o podem
procurar na ra da roda casa quisi fron-
teira a ama tenda de 'erreiro, adverte mais
que mesmo a noite elle dar lices a quem
nio poder tomar de manhi.
_ Da se aoo.ooo a juroi sobre pinbo-
tes de ouro : no beco do Veras D." 9.
Quem precisar de um rapas brasilei-
ro de 15 annos de idade e de mijito, boa
conducta pa caixtiro de Ioja de Is/.eritias,
ferragem ou mesmo para praticar em al
guma botica dirija-se a esta Typografia ,
que se dir.
_. Quem quiser manda 1 lavar, engom-
mar, o coser tudo com mulo aiseio, prom
ptidlo e preco commodo dirija se a ra
do cotovelo O 37.
_ Algum menino forro, pardo ou pre-
to que queira ser criado de um liomem sol-
riro
ropa o Briguo Ingles Porcia di primer
clasae murlo*velero o 'forrado do e >-
bre de loto de So toneladas ^ qiempre-
tender dirija -ao aoa seus copsigrtatarios N.
O Hieber, ruode Oos n. J.
PARA-O ASSU'o Brigue B aventura \
aaho at o diat aa do corrente ; quJem "qu-
aor carrejar dirija-so ao Capillo a bordo,
Baitarar Jos dos Reis-, ou ao proprietario
Joy Gohsalves Perreir* Coala na hia da
Cra. .j a*i 1 -
PARA O RK> DE JANEIRO o vetleiro
e bem condecido Brigue Nacional Bora Je-
u do qual ho Cap rio J0S0'Rodrigues 'A
maro, est a seguir com toda trevrdsde
quem no-mesmo qaisea carregar ou- hir
de passagem paralo-que tem-excellentes c
modos, diaija-aeaolito Capitio Ataaro, a
bordo, ou detrs do Corpa Santo D. &]
Compras
_ Urna Cruz pendente d'Aviz: na ('ra-
es da Independencia Ioja n. 9
_ Urna morada de ctsa terrea sita tos
<-ta ajgumadas ras de primeira ordem :
nesta Typogra'Ga.
Por ldoprec), oa4roca-se pqr ou-
tro qualquer Itvro vida de S. Rita de
Cassia, qu-oij tiver annuncie. _
O pe/tnci'S de tima estribarla que
clieguo pai a dois cavailos,, o que esteja em
bom estado para mod.ir se para outro lagar;
quem tiver anhuncie L
De um 3 pares de spitos de burra-
cha annuncie.
Ven
das
, nicamente'para Ihe fszer recidos ,
annuncie. ,
Precisa-so de urna ama de leite: na ra
de Hortas sobrado de um andar D. a5 ou
nesta Tjpografia.
Quem precisar de orna ama para ser-
vir a ama casa dirija-se a ra das 5 pon-
tas D. 05.
__ Arrenda-se o sitio Chacn no poco
da panella pelo lempo de t aonos com
cidria, urna lormidavel bnxa para capim
aereado para vaccaa, arvoredoa de l'iuctos,
boa casa de vivenda, cacimba com boa agoa
de beber, urna formidvel sanzala c-ra 11
quartos estritiria para j carallos infer-
maria tudo novo ; qoem pretender diri-
ja-seaj Enginho Araripe do meio a frotar
com Francisco de Hullanda Cavatcant.
Avisos Mari timos
"V
Urna negra creoula parida de pouco
lempo aem rroios neffl achaques cozintn
o diario de urna casa engomma liso la-
va bem de varrrl : na ra de a'gos ver-
des defrote daMgrja do Terco sobrado
D. a;.
Um relogio Ingles com os dias do
mes segdndos e' ponretros de uro : na
venda nova defronte da Matriz da Bjb vis-
ta so" dir
_. Urna escrava de idade de 3 a 4 ,n-
nos cozinba o diario de, orna casa, engom
roa liso e lava roupa 9 ptima por ter
boa conducta ; pa ra do S. Jos* Di i3.
_ Carias eos charuto mpitq superio-
res e toucinho de Santos moito superior:
oa roa nova venda'D. 33.
_ Gigos com'garrafas vacias o cestos
para varrela todo por preco commodo :
na ra d. snzalla. velba n. 45.
_^ Do s.le re os de 3o palmos cada um
e de a5o do fundo com arvori'dos de fru-
etos .na solidade estrada .que vai para o
mangainlio : a ir*"" ao mesmo lugar so-
brado de um andar com mirante. .
_ As instituicio de Pascoal Jos de
Mello obra que serva para o oso das aulas
d'acaderoia : no Seminario cobiculo n. 3
das cbias vtlhss. 1.
_ Urna aegra de muito bonita figura ,
moca com prnc pios de- engommar e
Uva de sabio muito boa rea-
comprador se dir o motivo :
Recite casa D. a6 no
A dinheiro para ftr contss por
rouito mehosdo costo o resto das f-zen-
dat de ama' Ioja coiisistindo em bicos ,
filan, madapftld s,' Cansas, meiaa luvas ,
e duira* maitas fazend^s inglezas o franco
zas por stctdoou a retalho : na roa do
lloipicio'na-quaila casa'terrea.
' cJm ca;<*o de lipoi ,' novo e de bom
gosto em fora de portas lado'direito na
segunda casa terrea pissaddo o sobrado do
finado Agostinbo. '
_ CJm escrvo OAzinhcro ," canooro,'e
marojo: na roa do Qu'eimado D. 3.
Urna escrava que sabo faer renda ,
tem principios de engommado ', cose cha' ,
lava de sabo e cozinba o diario' de urna
casa tem 16 snnos de idade ; o una pre-
to velbo que emende de plantacdes de si-
tio : na ra do Artgao ultimo sobrado de
rarahd'S de pao. -,
-_ Um molecote aeoulo de Hade de i4
a 15 anuos, sadio e sem vicio algum pro
prio para o ser vico de cimpo : no largo do
Te ico hija de fasendas D. 8. \.
_ Urna venda com poucu fundos, na
roa do fogo quinado br-co do sarapatrl, e
tem commodo para familia,, a dinheiro,
ou a praso : a tratar na mesma.
_ Urna escrava de idade de 23 sanos ,
c zrnha exigamma ,-Uva refina assu
car, a vista do comprador ae dir o motivo:
na roa di trempe, casa terrea-cora mirante
e varan da de 'ferro junto a um sobrado que
se est fasendo. > aV ?
_' Orna rica arreacio de ama Ioja sita
oa roa nova tem de decorrer 9 anuos, e tem comino-
dos suficientes para urna grande familia ;
urna escrava' de naci bengutla tem 16 a
18 annos de idade, nrepria para mumbn
da por ser de bonita figura o tem vicio
nem achaque algum engomma, cose su-
fr velreente urna dita da costa muito ro-
busta fiel e ganha por dia 480 toro
34 annos; lima dita de ao annos fas todo
idade de 30 annos, estatura regalar, bar-
ba na poota do queixo, levou vestido se-l
roula de blgodiosioho e camisa de biela.
zul velba ; qoem o pegar leva ao Avcife
entregar ao Marques das canoas d'agj
que aera recompensado.
_ No dia 11 do corrento fugio um es-
cravode angola de idade de u6a 38 q.
nos de nome Pedro coa calsi de brisa
braoco e camisa de riscadioho azul, cba.
peo de palha prela por fora e azul por dea.
tro e trax urna argolioha oa orolha direU
ta e de uro.i banda em cima das costelai
o servido de urna casa ; e om bonito m
lo
no
cozmhar
so
F&fiXA SE P>r TJalquer porto da Eu* |mdoloja V 7
dei._
na ra da cadeia do
1. andar.
_ Pof preco oommodo pannos finos ,
chatas xillas, madapoldes, algodiozinhos,
e outras fazendas sapa tos, seringas de pa-
tente navalhes proprios para acadores,
pistolas de agibeira duas ditas de bron-
ce de dois case ida urna: na ra nova ar
masem ao f di ponte queae vende quar
ti nlias. ,
__ Urna n^gra rebob de idade de 36
annos boa lavadeira e quitandeira, com
urna cria de 9 anuos de. idade ptimo para
aprender qualquer cfficio ; quem quiser
annuncie. ,
_ lima pequea por co de barrio -s com
seuuiaa de trigo chejadas ltimamente
de poitugal : no escriptorio de Jos Anto-
nio Gomes na ra da Cruz.
t Rap princesa superior e novo esa
caixas de 1 ao libras, botes de libras e meias
ditas e vinho de champagne em calas; na
raa dos barbeiros n. 8..
'Um bom cavallo de bom tamanho 1
com muito boas andares : oa roa do Quei .
leqoe de idade de 13,annos de navio
anda; passando a Igreja dos Martirios
l. andar do 1 sobrado
L Urna barretina prompta para um G
N. e um relogio de cana de ouro muito
bom regulador, e da repelilo t nesta Ti-
pografa. >
_ Urna canoa de carreara acabada mo
derna propria para qonduzir familia : na
ra da csde>* verba leja de fazendaa Dci-
ma 34
Urna carleira de urna s face toda de
amarello com armaco em cima para dei-
tar livros c 'dentro com difforeotea gave-
tinbas e escaniihos de guardar papis, com
a competente cadena com asseoto de pali-
nlia a cmodas americauas cada urna com
4 gavetas grandes o duas pequeas em
cima e orna mesa de jamar toda de a re-
relo com a gavetas, e aberta a commoda
i4 pessoas, meio aparelho de mesa de loo-
ca azu fina 11 gai fos e facas de cabo de
merfim de marca pequea ; ludo por pre-
go commodo : na ra de S. Rita casa ter-
rea D. 18. ,v*
__ Urna escrava moca engomma,cozi-
nba -, cose lava roupa ; e ama molata
de 16 a iB annos de idade -cose bem, en-
gomma e cozinba : na roa de agoas ver
des casa terrea D. 37.
_ (Urna propriedade de plantar e criar,
no lagar.denominado Irapia na ribeira de
capibaiibe termo e comarca do Brejo da
Madre de Dos distante desta praca 3o
legoas com as commodidades seguinles: tea
3oo bracas de frente* urna legoa de fundo,
com aereado e currar para-gado vccum ,
e urna grande *a;a de. vivenda para urna
grande Umita que a 4 annos foi construi-
da : a tratar no pateo do Hospital do Pa-
raso asa terrea D. 17. .
Quem quiser comprar um bilhar dos
melboies com-- todos 0 seus pertencea '
promplo a trabalbar com bonita Ilumina
cao senlo de cadiias 'ludo quasi no-
vo ., dirija-se a ma
com-Anastocio Jo
D. re.ia D.
dos Pasaos ,
esmo das 6 huras da manhi
ao a fallar
dono do
em dian-
te-
Esc ra vos fgidos
No dia 18 do corrente fugio um
prelo do non* Luis naci cambiada, de FEAK. CA 1TP, DE M. F. DE F. i83a
o agnal de ter aido sarjado de vantoaas,
bem fallante, e alto { rog-ae a todas as
autboridades policiaes e eapitfes do campo
hajio de o pegar e levar a seu Sr. Praa
c seo Gonsalves do R--RO o padaria ao
atierro da Boa vista U. 3o, querecompea-
ssr
Eugio no dia a de Fevereirn mi
preta de nome Francisca, naci costa da-
de de 18 annos ,' sita "secca macis da
rosto altas, he gaga e tem a per na difei-
ta zaimbra quanflo'anda esta negra foi de
Macei, e comprada ao 1 Teneote A-
nacleto de S. Auna e como seja provavel
qu para esse lado ( de Macei ) ten ha de-
regido ua fuga ', roga-sa as athoridadesa
quem competir a fiscal sacio policial a' esta
respi-to que atiendendo aos sigoi.es qaa
se dio da dita escrava, a fac. aprehender,
e remettio para a'Cidade do Kecifa a Joo
13pti.ila de S'morador na la de agou
v< rdes sobrado D. S que satisfar as dei-
pezas da aprehenio,- ou gratificar a qual-
quer particular que deseropenhar esta coas-
mi ssi"o.
_ Fugio nodia al de Janeiro p, aa
preto de naci congo j de dome Jo, ba-
xo; meio Tullo algma coiia banigade,
levou vestido'calade li com quadros bran-
cos e'pretos ,'camisa branca e jaquelado
chita'preta desbotada ; quem o pegar leve
a ra da alfandega velba n. 3 que ter de
gralificacao 5.ooo."
_ No dia'8 do correte fugio um negra
de'nome'Se-'veiino, alto bom teito aem
barba grosso, 3 naci angola repre-
senta ter 30 annos de dado, he canoeiro,- a
tem ailado embarcado', sobre trajo tem sido
visto decamisa 'de rscado calsa de algo-
dio e outras v'ezea calsa e camisa de rsca-
do ; quem o pegar leve as 5 poutas a Sil*
vestre Joaquim do Nascmentu, ou no por-
to das canoas a Noberlo Joaquim Jos Gus-
des.
_ No dia 34 de Agosto do anno pasu-
do fugio da casa de Joaqun O. Elester,
morador na ra da cadeia velha 1} i
escravo de nome Benedicto de idade de
18 a 16 annos oficial de chapeletro, es<
tature de 7 palmos pouco mais ou menos ,
rosto redondo, cor meta fula, tem 3 si-
gnaos pequeos por c m dos olhos e anda
muito gingando levou urna camisa de rs-
cado azul e balsa d panno da Costa; coa
e-tes signaes fcilmente pode ser coobecidd,
e sendo preso qualquer das autboridades
policiaes o podem mandar para a casa a ci-
ma mencionada, que muito bem gratifica*
r aos apprebendedores com 100,000 ris.
Mo viniente do Porto
NAVIO ENTRADO NO DIA i3?,
S.'MIGUEL das Alageos; 7 dias, Histe
Nac. Conceicao Urasiteira de ao tonel. ,
M. Joaquim Jernimo orgs algodib,
e couros ; passageiros os brasiteiios Mi-
guel Sosres P.lmeira, Jos Correia Ml;
lo e Soterio da Silva Br.ndo.
SAHIDOS NO MESMO DIA,
MACEI' ; Patacho Infles Despalch, Car
pllo Peler Hntiny em lastro j pssaa*
geiro o brasileiro Jos F'^acisco Qopssl-
ves* Jnior.
BAHA-, Brigno Sardo Fortuna S. Jos ,
Capitio Sim'o Sdy em lastro.
---.- i
-


Full Text
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