Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03773


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Full Text
AMO DE 4.839. TERCA. EMIIA
/-
CiH BIOS
Marco i
londres > l/2 3o3/< Ds. St. porijoooeed.
Lisboa tfo por i oo premio, por metal, ofierecido
franca 3ao a 35 r\s. por franco.
Rio de Janeiro So par.
Moeda8dt6ifoo if70oas velhas novas i4f4oe.
ooo 8fiooa 8,3oo
Pesos Colnmnarios i6'4o a ijW>o
Dittos Mexicauos ifbio a i#8*o
Pataeoes Brasileiros i#64o a i|66o
Premios das Letras, por mei i i|4 a i ir por loo.
Cobre opw
PART O AS DOS CORRE10S TERRESTES;
.
Cidade da Peratta e villa d K*t?TO_l *
Cidade do Rio <*rand
Cidade da Fortaleza
Villa de Goianna
e Tinas a su pnnuj ...
tle do Norte, e tilla dem s#_Iindtlle
yllas dem....... oegiwa
............ '
i nn__t .. n
(
5
DE MARCO, NUMERO s
k
tnr-'n

SI "ht
Tudo aeora depende de nos mesmos ; da nossa prucUoew
moder.cio e energa: continuemos como pitoelpuraoi,
seremos aponudos com .dmirac entre as ^acoes niafSeYI-
ProclamacSo da Asemb!e leral do Brasil
Sunsettvt-re para esta folba a?.Joco rs. por quartel, pagos adl-
anUdos nesta Typoer.h'., ru- das Cnizes 3, e na l'rat*
da Independencia D.37 &, de e recentn coritauoii;
dencias lega Usadas, eannuncios: insirindo-se esle
sendo dosproprios asignantes, a viudos ..signado.
grtu
u.
Sextas feir.sJ
Cidade de linda
Villa de Santo AntSo ''.''''
Dita deGaranbuns e Povoaco do Bonito. .
Ditus do Cabo Serinhaem, Kio Tormo, e Porto Calvo
Cidade das Alagoas, e pila, de Macara.
Villa de Pajau' de Florete
r'r
Todos os correios partera ao mera ata.

Todos o da, .ai
Quintas ferts.
Dias 10, e a4 dcada mez.
dem i ii, n dittodido.
dem idem.
dem 13, ditra.di"


DAS DA SEMANA.
i Seenttd. S. Cazimiro Me! Audienia do J. de Diveito da *. rara rfe manli8_
5 TarJaS. Theolilo B. Re. de m.nb aud. do J. de D. da ,. vara de manh.
6 Ovada .S. Ulltiiario SessSo da Thesourana P. .- .
7 oSu S- Tbomaz d'Aquino Doutor. Rel.c5oe.ud. do .1 de D. da -x. vara
8 SeTs. Joo de Deo.-Vtfnd.dor. Ses. da T. e aud. do J. de D. da .. v. de m.
as > i hor. en minoras da rn.nfi. niirutu
o Sabhado S. Francisca Romana Viuva. Re. de manh e auds do V. < de t. em Olmo.
10 Domingo 4.. da Quaresma. S. Melito. c 39 Com. Mtn.
Mar cheia para o da 5 de Marco.
A 8 horas e 3o minuto da mauhJ. As 8 horas e 54 minutos da tarde.
de man.
Ouart. uii
PERNAMBUCO.
FALLA.
Con que o Exm. Sur. francisco do Reg
Barros Presidente desta Provincia, a-
brio a Aasewblea Legislativa Provinci-
al no da primeirp d Marco do correte
anno. ~ .. atllt
Sor. Moruros da Assemblea LetfisLui-
va PfoviiiciaL
Cheio de aliftSo-por ver-mp segunda
vez no seio da Representaco Provincial,
e por ter de abrir os seus Tnteressantes
tiabalbos, venlio, era observancia da Lei ,
expor-voa o estado da l'roviocia, e as auas
clamorosas e urentes necedades.
Tranqul4ade. e seguran? publica.
Tendo-so drsiipado a ciz^nia prfida-
mente espalbada por.entre Cidados goo-
rantes da exlincta Comarca do Bonito de
que os recrutas tinha lu st redolidos
i'scravdio poderia annanciar-vos boje,
urs. que aordeon e sejjnr^nca publica
nio forlo aheiadas fm nos Provincia,
dapois do ultimo ruUtoiio, que vo ioi pie-
sent se um fado digno de figurar, em
outros Seculos, filho da ignorancia n do
lanatismo nSo viessH pertub.ir o placido
correr do anno de i838. Um individuo
morador no sitio Pedra 15<>na distan-
Unte vinte duas Legoas da Villa de Flores,
porelTeito do sua maldade 'm.brou-se de
suadir ao povo ignorante d'iquelle lugar,
que ali existia un r?ino encantado prximo
a desencantar-se, e lendoosseus embustts
idqueiido forca e progelytos, um destts
come^ou inculcar que para a restauro-
cao do incautado Reino era misto/, que
lo sera inmoladas vicliiiias humanas, a fam
de regarem cora o si u sapgue o campo, pro
jneltendo ao mesnvo lempo, que todas res-
Buscilaria e seria5 por fimiic-is, pode-
rosas, eff-lizea. Em consequencia dVstas ,
e de outras ideas que a boa ( de bomens
ignorantes, supersticiosos, e sem senli-
ineatQB de Religiio Sio duvidou abracar,
piis de familias Iheeuiregars fus lhos
4>i>ts o degoladouto que cora i lcito leye
lugarem Main do anno passado, ass?Ml-
ACMto erutaurule quarentt 0 duas ^es-
Sohs de ambos oa sexo*, entre pi vulos, e
'adultos. Um lucio lio horraros*iio poda
deixar da ebegar sof ouvidos das utond.i-
desdo lagar e porisso Copjmissario de
Policia, ante inesmo de rceber ordens do
Preleito de Flores quererido tMflM
aangrente repelicao e rdnisad para.tase
fim ama loica de-Guisda Mtcionats a4a>
cou-os fortementa edepoi de alguma re*
sistencia em que morrer 5 tinte e nove
Essoa da parle dos perversos einvo d.
rea legal, pode inteiramente. deapa*.-
1, t; prende* alguns bpmena mulberes,
e meninos, que se ai bava no ajunttmeuto.
Cuiisia-me; por partecisMcee oraciaen,
que os presos lorao enuregoaa 10 Juiz Cri-
minal pata proceder contra elles na^ forma
d's Lt"s e 'jue o Tiibunal do Jury os con-
deranra diversas penas pira punicSo dos
seus horrendos cri mes.
NSo tendo, poretueste aconl'c'lteentn cor
poltica, devo assegurar-vos contadamente,
que os r>ossoe Concidados, se raostra cada
vez maisadbesos a Lei fundamental do Im-
perio, ao Throno do Jovem Monarcha
Brasilriro, e cauza da integridade do
Imperio convencidos cora razo de que;
so assim podero desfr'ictar a paz, e o so-
cego porque tanto almeja, e cnegar esta
nossa trra a prosperidade para que he
destinada.
Secretaria do Governo.
A Secretara do Govcrno contina a ter
os Empreados mateados as Leis Provin
ciaes, e roerse pelo "ReRulaaDent de'
3o de Setembro de 1837. O RegistO do
seu expediente para com as Autoridades
Provinciaes apesar dos esforeos emprega-
dos para o adantar anda se acha atrazado
alguns mezes em consequencia das causas
que vos fora referidas no passado Relato-
rio; e porisso parece me de necessidade ,
3un revogueis na presente Sesso o Art. 4-0
a 1> de lodeJunho d' 1837 determi-
nando qn* no fossera prvido os d<>us lu-
gares de Escriturarios quando por ventura
vie^sem vagar. Prpsentemeoto tralo de
fazM- melbordivisio do trabalbo pelos Of-
Gciaes, e deorganisar o invenlaro dos li-
vrose mais papis dVsta Reparlico a fim
de evitar as perdas, e descaminhos, que
qnase sempretem lugar com as mudancas
dos Presidentes e Secretarios, e ttjr-se em 01 -
dem Archivo como muito couvem.
(CoDtipua.)
desta Cidade.
Portara Nomeando o Bacharel I'or-
nado Alvaro Barbalho Uxoa, para xer-
c.er oterinamen,ie o Lugar de Procurador
Fiscal da Fasenda durante o impedimento
do Procurador Fiscal Antonio Joaquim de
Mello.
Officio -- Ao Inspector da Thesourana,
coramunicando-lhe a nomeaco da antece-
dente Portara.
Portara Ao Director do Arsenal de
Guerra, ordenando-lbe suspenda a compra
do panno azul e preto para fardamento da
tropa, como fez annunciar no Diario, desi a
data, al que receba oidem positiva para
este fim ; e recoramendando Ihe que cum-
pra pontualmetUa ordens que Ihe lera
sido dirigidas sobre compras de gneros
para o Arsenal.
Dita--Ao mesmo, para informar, qual
a raso porque nSo tera saptisfeito as ulti
mas requesices do Inspector Geral das
obras Publica, para a obra do Qusltel do
Hospicio.
COMMANDO DAS ARMAS.
E.xpedient
do
dia a5 de Fevereiro
,839.
de
Officio- AoExm. Prfjfdeuleda Pro-
yincia do Rio Grande do'Norte, deprecan-
do Ihe a prisao de um soldado desertor do
4. Corpo d'Arlilberia cujo nome Gu-
aci e signaes se Ihe enviou em Jiuma
Dito- Ao Prefeto da Coraurca do L-
moeiro disendo-lhe que tendo no da
do correte IbeofBciado deprecando a
captura de um desertor do 4. Corpo da
Artilheria, tinba ora de requisiUrlhe a
prisao de outro do me-mo Corpo cons
Unte da nota que Ihe remettia. Encare-
cendo a salisacio deste padido ; leoibrava-
Ibe que se deviSo empfe;ar todos os es-
forsos pra conseguir prisao dos deserto-
res ver se persuadidos os recrutas de
que' nao eneontro guarida as Comarca
para onde se dirigem deixa d abandonar
fcsfiieias, do Exeico, que ma.s que
nurca conviub engrossar.
Portan Ao Comraaqdante interino
do 4- Corpo d'Arlberia, mandando co
brar os vencimentos que se estava a de-
ver aos soldados Jos Vicente N^o e An-
tonio Jos Rodrigues era vista dos docu-
l .8 18 promulgado'* no aono de i meatos que encontrara anexos ao .Bicm, do
cM_da. 1 a p S insp/ctor d Thesourana e ordenando,
D.ra-Ao Con,m,d,nte d.(. Armas, que ^"^^Z^^L
respondendo aoseu oflieio dcsla dala,,ervin- lisesse o pagamento 1.8 forma das ordeus
GOVRNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 2 de Margo de i83g.
Oflicio Ao Exro. Presiente da Prai
ba acosando o recebini^p,to do seu officio
de a5 de Feveieiro ultimo, e agradecendo-
Ihe a remessa do exemrnar da Falla com
que abrios sesso ordinaria da Assemblea
Legislativa d'aquella Provincia 00 dia 16
de Janeiro deste anno.
Dito Ao Exra. Presidente do Rio
Grande do fcorte, accttsajjdo a rece pea o do
seu officio de 8 de Fyexeiro gltimo -
companbado .de dous exemplares de c^d*
uro dos actos Legislativo* d'aq'JtHft Provin
mts que hontem o dito S presenta/a solfb e livre do crima que se
Ihe imputnva que posto nio tivesse rece-
bido communicacaS oficial de semelhante
soltura o havia mandado addir ao Bata-
Ihfo Provisorio de Cassadores. Que ta5
bem tnha deixado de embarcar o soldado
do Deposito Antonio Marques Pereira do
Valle porque havia desertado antes de
se ter expedido a Poitana para a sua ex-
closo, e embarque.
Dito Ao mesmo Exm. Snr. deyol-
vendo-lhe o riquerimento de Francisca
Xavier d'Assuropco que pedia demica
para seo mano soldado do 1. Batalho Ex
pediccicuario ao Sul Jca5 Rodrigues d'As-
sumpcao por ja ter servido no extincto Re-
giment d'Aitilheria e feito a Campanha
de Monte-Video informando que para
ser a Snpplicante difirid;, roisier se fasia ,
juntasse docuniento que comprovasse o al-
legado.
D;to Ao Commnndante interino do
Batah3o Provisorio de Cassadores disen-
do-lbe que ao Inspector da Thesouraria
ficav5 expedidas asrdeos para se pagara
gratificac marcad o Decr. to de a de
Novembro de i835acs voluntarios cons-
tantes d relaco que Ihe tinba enviado e
que no Pnt e relaces de monslra do ul-
mo do mez tirasse o primeiro quartel cu
15,ooo res para cada um.
Dito Ao CoriiOfl'CofJlmandante das
Cla,sses dos Offici ,c Avnlsos reroettendo-
Ibeo Conselho di LivfStigacio feilo ao Al-
feres Silvestre H. tinque do l'mho e or-
denando Ihe, que ave bando nos assentos
deste cfficial deserco que comroetleo o
exeluisSe da Classe cemo delermmava o
art. 5. do Regula-neuto de a6 de Maio
de i835.
Dito Ao Commindante inte-nno do
4. Corpo d'Anheria, Capillo Manoel
Ignacio de Carvalio DJeudoi,ca diseodo-
Ib'e que tendo tile do lomar assento como
Dtpuiadon'Assemblca Piovincial em or-
dem do Dia se I lo ha providenciado sobre a
entrega do Commando do Corpo que de-
via .rcihir no Capillo Antouio Affonso
Viauua.
txpedienle do da ao.
do de informaco ao rf querimento do sol- esUbeltciUas.
dido do qu.rto Corpo de A't|leria de Po-
sicio de primeira Linha Luiz Sallazar i\Jos-
OvM d Mello Veiga Pessoa, em que ped
lic8na para continuar os Estudos prepara-
torios ; que a Presidencia concede a di-
ta licenca Gcando o referido solda-
do obrigado a fasi-r o servico, que Ihe
cooipettir durante o lempo de ferus.
Dito -- Ao Inspector Geral das obra* pn-
blicss, para enviir a S -creUria a Plaa
Expedlenle do dia vj.
Oflicio Ao Exm. Presidente, commn-
nicando-lbe que deixou de acompanhar o
, Bitalhao de Cassadores Expcdiccio
nario ao Sul o Sargento AJudante do
mesmo B^Ulhio J. R. S. por ter sido
urrso peloJuiso da 2. Vara doCnos no
Uto deemk-rrar, ,- r culpa maflaBcafel}
Officio Ao Exm. Presidente disen-
do Ihe que quando deprtcou a vinda da
PeVa de bronze de Calibre <), e dos arre-
ios perteucentes ao exlincto 5. Corpo do
Artilheria monlada d Paiahilia do^.i ,
a fim de sertm applieados ao servico do
E>quadrb5 d'A. tiiberia a cbvallo que se tai
orcanistr se tinba ovijdado em reclamar
a viuda do a. lenle Pompeo1 Romano
de Carvalho oue pela sua inteUigepcia ,
e pur ter ja serudo ota arma convi.iha
ser empregado no referido EsqmdraS ; 6a-
1 a o que rogava a S. c. houvesse de la-
ux acompetente requisicio ao Exm. Presi-
dente da Parahiba a cutaguarni^o per-
tepc0 Oficial dequd sWII.
Dilo Ao mesm-i ICxm". Sur., ponde-
rano-llie a conveniencia de serem aspres-
tacoeps que as Pra?W dt=c*das fora d


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V
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DA II O
DIPE1MAMBGO
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Provincia dAxarf o em soccorro de anas fa-
milias cobradas por ana s Estacio e
lembrando que pelo 4* Corpo d'Art-lhe-
ria podiio ellas ser cobradas, e pag-* ana
vez que ib expedisse ordena a Thesoararia
para parausar o pagamento que por ali
directamente se fasia, e remettrssea Secre-
taria Militar urna relaca das Pracasa quera
pagava prestacoens com declaracao das
quantias e nomes dos respective Proca-
radores.
Dito Ao mesmo Esa. Snr. devolveu-
do-lhe o requerimeoto do soldado Manoel
Francisco Bilro que pedio demicaS por
ter sido illegalmente recrutado, e infor-
mando que este soldado embarcara para
a Provincia do Para no dia 3 de Nosembro
do auno p. p.
Dito Ao mesmo Esm. Snr., commu
nicando-lbe, qui temi por Portara de ig
deste mez mandado dar demicaS ao recru-
ta Joa5 Francisco Nepomuceno aueedeo ,
que o Cominandante do Deposito desse ea-
cuza a outro recru t.i do mesmo no me en-
tretanto que a demicad devia renlisar-se
na pessoa do soldado do 4- Corpo de
Artilheria Joad Francisco por ser o au-
thor do requirimeoto e o que eos verda-
de devia ser demittido. Que neste caso
houvesse de deliberar como Ibe parecesse
acertado.
Dito Ao Tenente Coronel Inspector
vas Obras Publicas procurando saber em
que estado se achavu as obras mandadas
faser no Quartel do Hospicio e se por
estes oito dias se concluiria ; por isso que
da conclusa dellas dependa a organiaacaS
do Esquadrfo d'Artilbera a cavillo que
convinha ser com urgencia levada a effeito
Dito Ao Mjor Commaodanta do De-
posito mandando por em segranos o re-
cruta Felippe Neri ate que se lbe desse
conveniente destino.
Dito Ao Commandante interino do
4. Corpo d'Ai tubera ordenando lbe a
remessa de un mappa demonstran vo das
Pracas dos diversos Corpos que entraraS
para o Hospital Regimental oo anuo de
1838 com declaracao das que existiaS no
i. Je Janeiro das que se curarlo daa
que morrerlo e finalmente das que fica-
rioexistindo no 1. de Janeiro do cor*
rente anno. Que no mesmo mappa se de-
clarasse ta bem quai a quantia que existia
na Caiza do Hospital no 1. de Janeiro do
anno passado, o que dorante o anuo entrn
para a mesma Caixa a que se dispendeo a
finalmente, o saldo que ficou existi do
no 1. de Janeiro do correnta anno.
Dita- Ao dito para pagar ao 3. 9 Es-'to por crine de ama bofetada j o" Jury a-
I. "-1-1- cbou materia para accusacf o.
THEZOURARIA DA PROVINCIA,
Expediente do dia 1. de Marco de 1839.
Officio Ao Esm. Presidente da Pro-
vincia pedindo para nomear pessoa que
substitu ao Procurador Fiscal da mesma
Thesoararia visto ter o mesmo tomado
assento na Assemblea Legislativa Provin-
cial.
Dito Ao Arrematante da illuminacaS
desta Cidade para mandar fornecer asis
huma luz no corredor da m<*saa Thesou
raria.
Portara Ao Thesoureiro da Faaends
para se passar com os Cofres e o respe-
ctivo espediente para a casa onde se fes a
operario da moeda de cobre, ate que se
faci es coueertos necessaroa na casa dos
mesmos Cofres.
Dita Ao Tbesoureiro dos ordenados
mandando pagar ao Tbesoureiro da Fasen
da a seu Fiel, e ao Escriptnrario encar-
regado da escriptoracaS do Livro de Re-
ceta e Despesa a quantia de 73,333 res
da gratificado relativa ao mez ultimo, pelo
trabalho da substituidlo do papel delace
rado.
Dita Ao dito mandando pagar ao a.
Escriptnrario da Contador da mesma
Tbesouraria, Jote Henriques Machado ,
a qnantia de 58,333 res do sea ordenado
do mes de Fevereiro ultimo.
D la Ao dito mandando pagar ao 2.
Escriptnrario da mesma Contad tria Manee!
da Silva Ferreira Jnior igual quantia do
seu ordenado do mesmo mez.
Dita Ao dito para pagar ao a. Es-
cripturario aposentado da mesma Costado-
ria Luiz Jos da Silva Guimaraens igual
quantis do sea ordenado do mesmo mes.
cripturario da mesma Contadoria Antonio
Luis d'Ama ral e Silva a quialiade 4>666
do seu ordenado do mesmo mes.
Dita Ao dito para pagar ao 3. Es-
cripturario da mesma Contadoria Jos Pa
chece de Queiroga a mesma qnantia do
sea ordenado do mesmo mes*
Dita Ao dito para pagar ao Amanu-
ense da Secretaria da mesma Thesoararia
Jote Ignacio Pereira Datra quantia de
41.660 reis do sea ordenado do dito mes.
Dita Ao dito para pagar ao Continuo
da meara a Thesoararia Antonio dos Santos
Rocha a quantia de 25 re. do sea ordena-
do do referido mes. -
Dits Ao dito mandando pagar aos
Empregados da Repartiese da Saude a
quantia de 177,413 reii dos seos venc-
mentes dosupradito mes.
Diversas Reparticoens.
MEZA DO CONSULADO.
_ A Pauta bs a mesma do san. 44
CORREIO.
O Brigoe Constante de que he Mestre
Manoel Marciano Ferreira sai para o Rio
de Janeiro no dia 9 do coi rente.
A Escuna Bom Jesas de Caroangibe de
que be Mestre Jos Rodrigues.S. sai para
a Baha no da ta do crrante.
OBRAS PUBLICAS.
As pessoas queqoserem trabalhar de
Serventes na obra do Quartel do Hospicio
dirifo-se ao Snr. Tenente Joequim Jos
de Ferias Nevos na Praca da Boa-vista oo
no Quartel das Cinco Potas, que Ihes dar
servico.
Inspeccf o das Obras Publicas 4 de Mar
co de 1839.
Maraes Ancosa.
PREFEITURA.

Parto do dia 3 de Marco de 1839.
Illm. e Exea. Snr. Fora presos non-
lesa a minha ordem e tivero destino :
Manoel Alvea da Costa branco Francis-
co de Borges Castro pardo Jos Arcan-
jo preto e Roque, tamben preto es-
cravo de Anna Zurrick pelo Sab-Prefeto
da Freguesia do Recife ,oi.# para huma
averifoaca, o a., e 3. por briga e o
ultimo por ter fartado urna barrica de ba
calho ; Jos Mina preto Manoel Fran-
cisco pardo, e Ignacio tambem pardo,
escravo de Francisco Ignacio pelo Sob-
Prefeto da Freguesia de Santo Antonio, o
I.* por ser coni vente em furto de hum
moleqoe, e o %. 3. para ana averi-
guaco ; e Francisco Ferreira da Cunha,
nardo, Antonio, preto, escravo de Jos
Satino e Domingos Jos do Espirito San-
tr, e Vicente Corroa Lobato, tambem pre
tos pelo Sub-Prefeito da Freguesia da
Boa-vista por terem presenciado o ter si-
do ferido uno preto escravo e nao quere-
rem diser por quem, concorrendo assim
para a impanidade do erime.
E' o que consta daa partes boje recei-
das nesta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc Prefeitara da
Comarca do Recife 3 de Marco de
1839. Illm. e Ksm. Sr- Francisco do Re*
20 Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de Si Brrelo Pre-
feito da Comarca.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
SessaSdo dia i. de Marco da 18J9.
Jury de Accuzaco.
Sumario ex officio contra Andre Viera
por echada de um compaco 5 o Jury nlo
acbou materia para acensa co.
Denuncia de Joiquim de Soasa Cooto ,
contra Mara Joaquina Ferreira dos Santos
por ameaca, e injuria,- o Jury nao achoo
materia para aecusaco.
Denuncia de Mara Joaquina Ferreira
dos Ssntos contra Joaquina de Soasa Coa-
Denuncia de Jase Domngue Ferreira
Campos contra os Marojos Miguel dos An
jos e Jos Ferreira da Cruz Vianna ; o
Jury achou materia para aecusaca.
Dita do Doutor Promotor Publico con-
tra Joaqun do Naseimento \ o Jury achou
materia pas accoeaccio.
Sessa da a.
Jury de Accusaccfo.
Denuncia do Doutor Promotor contra
Manoel Alves da Fonceca e Manoel Fren
cisco de Soasa por o assassno ds parda
Loarenca 5 o Jury achou materia para ac-
cusaccfo.
Sumario ex officio contra Serafina dos
Anjos por faca de poi ta ; o Jury achou
materia para accusaccfo.
Dito contra Jos da Cruz Ribeiro por fe-
rmenlo em Anna Joaquina da Conceicio ;
o Jnry achou materia para accuzacco.
Dito contra Manoel Andre Tiburcio por
furto de a barra de pise; o Jury achou
materia para accuzacco.
Dito contra Jos Vicente e Este vio No-
nes da Rocha por furto de urna escrava ; o
Jury achou materia para accusaccfo.
Dito cootra Manoel Pereira da Fonceca ,
e Thome de tal, por furto; o Jury achoo
materia para accusaccfo.
Jury de Sentones do mesmo da.
Qoerela de Rosa Francisca Regadas con-
tra Joaquim Jos Alves soldado d'Artilhe-
ria por roabo, e ferimeotos, foi condem-
nado em qaatro annos e seis Oleses de
prisa em gales e na indemnisacaS.
Rendimeato da Colleetoria Geral das Ren-
das Internas Provincias* no ases de
Fevereiro prximo fio'do.
Anno finsneeiro de i833 a i834*
Decima Urbana do Bairro de
Santo Antonio
Dita do Recife
Dita da Boa-vista
Dita des Affogadoe
834 s 1835
Decima Urbana do Bairro de
Santo Antonio
Dito do Recife
Dita da Boa-vista
Dita dos Affogados
1835 a 1836.
Decisas Urbana do Bairro da
Santo Antonio
Dita do Recife
Dito da Boa-vista
Dita dos Affogados
836 a 1837.
Decima Urbana de Bairro de
Santo Antonio
Dito do Recite
Dito da Boa-vista
Dito dos Affogados
1837 i"38*
Decima Urbana do Bairro de
Santo Antonio
Dita do Recife
Dita da Boa visto
Dito dos Affogados
i838a 1839.
Decima Urbana do Bairro de
Santo Antonio
Dita do Recife
Dito da Boa-vist
Dito dos Affogados
Meia Siza dos escra vos
Novos e velhoa Oireitos
Pasaportes de Polica
Sello de Herancas e Legados
Matricula das Aulas
41,895
a, 700
37.260
8,55o
*i32
a,160
1,404
46,53o
5 4*>o
9,730
3,808
155,870
10411
l5,120
n,8o8
574.764
122,52 1
4,968
1:943,390
1:090,695
737.397
8a,oi4
188,575
29,890
54,000
9,640
806.400
6:155,901
Colleetoria Geral das Rendas Internas
Provincias* 4 de Marco de 1839
O Eacrivfo.
Luiz Francisco de Mello Cavalcanti.
Diario de Pernambuco.
O Nacional de Lisboa d-nos noticias
da qoeUe reino al 18 de Janeiro, e dellas
nada colhemos de mais notavel. As Cor-
tes Extraordinarias se tinturo encerrada, e
aberto as Ordinarias no dia 2 do dito mtt.
Na sessf o do dia 6 tnha terminado o deba,
te acerca da validade das eleicdes, e na
dia 16, quase 4o das depois de reunido o
Senado anda se nfo schevaS reunidos maii
de 28 membros, o que deo motivo s a Na.
cional para qneixsr-se ds falta de patriotis-
mo nos Senadores que, por se nfo. da-
r* a o trabalho de viren, na tribuna,
advogaracausa dos intersea da patria,
queria antes ver o reino entregue a todos
oa males, inherentes a falta de ambos
governo.
Remechdo, filbo, tinha aido moruL
mente ferido; maa, escapando as peeqoj.
sas da tropa que o segua, ignora.
qual fosse o ultimo destino deste celebre
guerrilbeiro.
MXICO.
Conato que os Franceses bombardearlo
a Fortaleza, e Cidade de Vera Cruz so
Mxico o fogo principiou as trex da Urds,
s durou at as 6 horas, quando aa torcas
de trra carao urna bandeira parlamenta-
ria, e envara urna deputacfo i bordo da
Fragata onde se acuava o Almirante Fran-
cez ; ss Corpas do mar consistiaS em 3 fra-
gatas corvetas, a bombsrdeira, ti
brigaes; aaforcas de trra retiraras-se 10
legoas para o interior e oa Franceses es-
lavas senderes ds fortaleza de 600 pacas,
s Cidade: os de torra perders 3oo mor-
ios 600 feridos, as fortalezas hav
6,000 homens Mexicanos. Os Franceses
f vaina a verdade) perder 7 morios, 28
feridos, e o Principe Joenville, que coa-
mandara ama fragata tinha mandado pe-
dir a o Re de Franca forra para torra.
Nos inda daremos noticias asis circuos-
lanciadas deste aconlecimento.
HESPANHA.
A guerra civil continua neste desgraesdo
reino, sem interropcfo, com ama seaha
extermaadora. A este respailo traoscre-
vemoa baixo amas rtfles5s do jornal
O Castelhaoo que vem copiadas no Na-
cional e que acharaos dignas ds leilars
dos nossos Assgnsntes.
Revisto dos Jornses de Madrid.
O Castellano Em um artigo com o e-
guinte titulo Poder salvar-ae a liberdade
e o throno coa o systema de governar noe
se segu ? a diacorra da mane ira se guio te:
Depois que temos apresentodo o qoa-
dro potitco actual da Europa oa antes de
mundo crvliaado, e as vicissitudes de guer-
ra civil que por desgraca desela nossa pe-
ninsnls amos s lan?ar um golpe de vista
sobre a situacf o oa marcha do governo qae
em nome de Isabel II dirige 00 devera di-
rigir nfo s as operaooes de guerra e fa
sends necessidade asis peremptoria pre-
sentemente asas tambem e diplomacias a
formacf o daa leis e regulamentos em todos
os ramos da administracto e governo do es-
tado ; leis e execnco que recaiodo sobro os
direitos e interasses de lodos os snbditos,
formad a opinif o boa oa m do mesmo go-
verno e Ihe dio e tira o crdito, respei-
to, e coniideraco necessarios para besa
governar o que cbamaS agora preelige e
tambem forca moral. Dos exames destea
pantos se dedosr facmento se com o go-
verno em sua forma e marcha actual poda-
mos esperar a aalvacfo do throno e da pa-
tria oa temer sos ruina.
Naturalmente ae apresentaS aa Corto no
termo desto grande quadro, x a ellea de-
signemos na aaesma ordem aossas observa-
cSes ss bem com o respeito Jevido a ins-
titmeio, oa ceja o governo wpresentovo,
base de nossa orgamsaco poltica e cees
caja sorte se enlacou e nossa desde qoe a
estebelecea em Hespanba em 181a, eem
qoe noe tentaS Ugado aos governos c9Datl~
luoionaes empregos ou sidos qoe '
zessem gratos, e que sunca temos sollicita-
do, mas nossa opinif o sem pre lina, -
pre independente.
Parece-nos precisa esta clausula per*
qoe na se confundas aossas, particulares
opiaies e deaejes com a severidade que u-
samoe noexame des fados.


7
r
DIAB DE PEBNA'MBf
Por ama fatal desventura pira nosss pa-
tria empre que se ha plantado nella o go
Verno popular ten sobreviado guerras ci-
ris, taire* promovidas e positivamente a-
poiadas por iufl aeneias e torcas estrangei-
ras que tea impedido o natural e pacifico
est.beleci ment diquelle systema ; que o
co o ver leu em un mal taires porque tem
dado mais meioa de des-nvol vi nenio s pi-
xdes particulares, facilitado a impunidad?
ios iniosigoe do Estada e tirado ao gorer-
no a unidad* de aecao e a forca necessaria
para reprimir os ceseos e os abuso* ; e os
povos que julfa d* qualidade do governo
por os effei tos que produs, pelo resaltado
que ellos experimentad ( tem doridado se
tal forma de governo, e base de justica e
'de publica prosperdade cono o deve ser
dictando leia atis ao paiz, esigindo ana
mais completa observancia e contendo a
todos os poderes ao circulo de auas respee -
tiras attribucoes e deveras; ou se um
principio traastoraador da ordem, das leia,
costamos, intercales e creocas eetabeleci-
des, e um neio adquado para deeeacadear
as peixoee dos neis ambiciosos e nais anda
tes que disputaado-se o commando a ti-
tule de patriotas un, e de leaes outros,
introduzem a discordia absorvem os suo-
resdos poros, desorganisaS a faxenda pu-
blica deixa sen accio a lei e a justica e
a vida e a aecit do eidadio merc de seu
ininiigo se audas, e conversen o nonar-
cbaemum manequm, que accommodaS
a seas part colares interesses, erigindo-se
alguns alo s en despotas, as em tiran-
nos do poro e do throno.
Esta durida por absurda que seja ,
ciesce boje nos potos de Hespanba ao con
parar os effeitos que produsen relativa-
mente i guerra civil, a administradlo cons
titociooal, a desptica que D. Garlos en
prega. Aos tibes do valgo se aprsenla
que os partidarios do absolutismo, que ao
levantar sao bandeira se ti rao reducidos a
mui poneos e encerrados nos man aspern
nontes do Norte, sen organissclo, sen di-
nheiro, sen formulas, ten chegadoa coquis
tsr provincias, constituir sen throno, e um
soberano, a organiaar exordios, ao pasto
ue o goverao chaado das naioriaa e das
amulas perem ludo aquillo que ganhoo
stu ininigo, tiendo sua da posicio una
populaclo de dote alhoes de alnas, ex-
tensas ericas colonias, poderosas, gene-
raos exercitos e artilberi, Tascada publi-
ca ordenada, e o que nais que tudo a
submisslo o obediencia do pais, nlo tem
podido, oa nio tem sabido vencer t urna
gevilda insignificante como ao principio fo-
ra6 os earlntas senfo que deixando-oe
augmentar e exteader por todo o reino, se
encontrad os subditos de Isabel em una
grande parte de aeus povos sen segranos
para suas vidas, sen propriedade em sus
fazenda, sen traaquillidade, nen lber-
dade para txercer sea industria, cultivar
seus campos, e transportar mus fructos.
EtUsttuacie ae tem ido graduando pro-
gressivamente por especo de cinco annos ,
como o nesno hio experimentado os po-
vos qusado occupara6 o podar iodividuos
deagoverno ten ido sempre en augmento ,
e alo m tem limitado a um dia oo a un an-
00 minielerio, nen a una corte,
Malo que en lio tonga serie ten nudado
differeatM vexes de nlo a di recelo do po-
der e a dislocaco e a desorden alo m
lem limitado aos ramos que poden affectar
a guerra, senfo que iovadiu todos os do
oslado, e comprendido a todas as classes ;
e cono ao mesmo lempo o partido absolu-
tista sempre augnentava, e o constitucio-
nal perda apeaar de possuir este infinite-
mente mais recursos que squelle, nada ten
de estranho qne mui tos homens tenha di-
minuido sus fe naa formas repreMoUtivaa ,
nao pouco opioa presentemente que ha-
vida conaideraeso ao estado en que se echa
iri *"00 guwri CT11 dntTO* >
a talla de recursos que se experimenta e
mais que tudo clasM doa inimigos con
quem ten que combatar oewss.no fe
charas cortea, constituir un governo ad-
quado para terminar a guerra concedendo-
ihe oa meioa necesMrios para triunfar de
" i-srlos, cousa que alguns julga5 difficil
ne conseguir com as formulas e intrigas
parlanentarta, aa eternas diacuases, ie-
rpllsc6m e tramite., covil fecundo de
>" a ambtces, que s tem servido -
t agora para augmentar oa enpregos e os
gastos do thesouro introducir a discordia,
legitimar a imnoralidade, e alguna vea
iraastoroar o estado e por tm conflicto o
thMouro.
Sensivel que tenhanos vindo a tal si-
tuacio; poren ella forma an faeto iaevita-
vel, e ao passo que nos dediesrenoa e
provar que taes resultados nlo sao inhe-
rentes nen esenciaes ao systena represen-
tativo preciso qne tom-mos as cousas
taes quaesM aclia e que desde este pon-
to dirigimos nossas investgacbes pare co-
nhecer se ae pode salvar a liberdade e o
throno de Icabel II, continuando a praii-
ca de governar seguid at agora pelas cor-
tes, pelo miaisterio, ou antes se indis -
penaavel emprehender difirante caniaho.
ESTADOS UNIDOS.
1
NewOrleans 10 da DeMnbro de i838.
A tonada do castalio de S. Jlo de Ulna,
produtioaqui una gr*nde senado, ale
porque se nio esperasM, mas pelo modo
com que foi tomado que excitoo a aui pre-
xa de todos. E ta fortalera se tinha por
urna das mais nexpugnareis d'America ,
e os mexicanos so conseguirlo, por meio ds
fome tomal-a aos hespanbores, Hsviio 00-
ia motivos para pronosticar, que m faria
urna tenas resistencia e para crer-M ,
que, ao menos, psssarisfi alguna das, an
tes que suas formidave bateras fosaem
demolidas.
Logo que ebegou a noticia, de que tudo
se hara concluido en 3 horas todos se
SMonbrario, e foi gtral a opiniaS, de
que os franceses deveri o em grande parte
o mu triunfo a fraquexa de mus adversa-
rios. Semelbsnte noticia podara' Mr ver-
dica ate certo ponto, mais alicatados de
testemunhas occolares, previo que os fran-
se mostrarlo engenheiros sdmirsveis. A
destruicio que em poucaa horas produxio
sua artilberia, en un forte que al agora
m havia reputado inconquisUvel, he de
mostraclo completa de tal feito. Os me-
xicanos se sostiverlo tamben en quanto
nio m derrotarlo auas bateras, e en quan-
to tiverlo montadas as pecas antes das mi-
nas das muralhaa do castello. Em quanto
se esperara atguma cousa da resistencia,
nio sabemos que alguem tratasM de espi-
tulacdes por conseguinte nio m pode di-
ser que m faeilitou a conquista por falta
de orna defesa obstioada. Os mexicanos
M defenderlo muito bem, abrigado sem
suas fortificacoes at o momento en que
M virio sepultados as runioas das bateras
derrabadas, e nos destrocos de sena muros
d snoronados. O facto be que os fran-
ceses sobresahem n* maneja do canho, e
que he a sua consumada pericia e sciea-
cia, que m devo attribuir a coaquista de
S. Jlo de Ulna.
Bombardeameato de Vera-Cruz.
A Mguiate descripcio, ho de am oficial
da fragata dos Estados Unidos Erie.
Novesabre *7. Basa dia, o prineiro que
temos tido vento do nar ; as oito horas
da manlil sonbenos que bavla chegedo
nn expresso con a decisio final do gover-
no mexicano, annuindo as proposices fei-
tss pelo almirante Baudin. Aa nove ho-
ras comecou a separar a esqoadra france-
U, pura sahir ao mar, icando precipita-
damente os nastareoa e cruzando vergas
As 9 a neis es vapores, tomando cada um
a reboque ama lancha, aa reverlo a parte
do aorta do castello, onde fondearlo; vol-
tario oatra ves, e rebocarlo duaa fragatas
que forio fundear a Este do castello, jun-
to mesmo sos arrecifes. O Principe de
Joinville ae fax de vela, e tomn posicio ao
norte sem largar ancoras. O almirante m
collocou em Imba norte-aol com aa oulraa
dnas fragaua Epbigene, e Medea no cen-
tro destas. O jurisconsultos franceses se
embarcarlo lodos em um bergaolim e arri-
barlo a Sacrificios. Eu liaba enviado aa
nove horas, todos os meos eamlleres para
que nelles sahissem os eidadoa doa Esta-
dos-Unidos, e as 11 t mein fai peasoal-
mente a trra para a pressar o embarque
A una a ntia sabimos doaocoradouro com
o cnsul, e todos quaotos eouberio nos
escaleras, Km qwie deixasM am so dos
3 ue estarlo dispostoa a embarcarle. Aa
uas etoeia em ponto m den a primeira ca-
nhonada pelo nsvio do smirante, e a'um
monento m tornou geni o fogo. O ponto
em que se achara o principe era o nais
per i roso poren, sem emba rgo disso se
maoteve firme, moatrando-M lodo un ho
nen, e virando de quando en quando un
e outro bordo para faser descargas. Pelas
tres e neia, foi pelos ares un arnasen jun-
to a hatera a bordo d'agoa de S. E com
om estrepito espantoso e desde entio a-
froxou o fogo do eatello. Nisso nodou o
principe do logar dirigado-M com bisar-
ria a parte meridional, do forte donde
continuou a socio. As qustro wntiu-se
ontra expioslo, eficon demolida atorrada
cidadella, sera que saibamoa, se a causa de
taes exploaoee forlo aa bombas, ou alguna
descuidos. As coco a fragata Medee foi
rebocada pelo vapor, e posta fora do com-
bate : jamis hoove navio, que lio comple-
tamente fisesM o seu dever, durante as a
horas em que m achou no combate : a na-
neira por que elle auatentou o fogo, foi ad
mirada por quantoa MaebavaS a bordo da
Erie, e nos a vimos melhor do que as nais
embsrcacoet. Com qnsnio sejs verdsde,
q'as mais fragatas fuera o un tremendo fogo.
O castello atirou de-de o principio com len-
lidio, e ao sol posto nio disparara nia do
que 3 ou 4 tiroe por minutos. A nao do
principe Joinville deveter so Brido conside-
ra vel mente porque estere sempre nos lo
gares de maior pongo e perto das cinco
leve tambem de retirarse. Aosol posto ees-
son o fogo, a excepcao do que era feito
pelos navios en que hilo aa bombas, da
rente este at que toda a esquadra icou a
ou 3 forSes. O castalios tambem deveter
soffrido muito por cauca das explotos,
norem nfoereio que os na rios estivessMn
bastante perto para eauur-lhs algn dan-
no material.
Novembro a8, as 6 horas da tarde.
O vapor tomn a reb'que a fragata Glo-
ria, a levoo ate deixal-a no porto, con a
Medea, condnxindo depoia esla a sua pri-
mitiva posicio. As nove e neia se receben
un extracto do quaderao do bitacnla da
Fragata francesa Fortuna noqoalsean-
ounciava, que o castello baria capitulado,
e o cnsul ingles disso que es do forte ti
nhao perdido Soo bonens, ao passo que
abordo da esquadra francesa tinbio aido
morios a bornese ta feridos.
(Cometeros! Bulletin.)
Variedades.
Cariosa.0 e Guilherme Pean.
O cellehre Guilherme Penn povoador
e civilisador da Provincia de Penaylvania
na America Inglesa, era um doa chefea da
doa Quakers em Imglaterra; maltractado
por anas opiniSes religiosas, reralveu hir-
m esubelecer no Novo Mundo com ums
colonia dos mus correligionarios para o
que compren 10 governo aquello territorio.
3ue delle tornou o nome. Estando para
ar a vela de Inglaterra foi-se despedir
d'el-rei, eeatre ambos houve o seguate di
lo0* 4
Muilo bem, amigo Guilherme, Ibe dis
M Carlea a. t rend-te urna excallente pro
rincia da America do Norte; mas aposto
que alo tens ter icio de i res para la. a
Tenho sin, replicn Guilherne: e be
para me despedir de ti que c veabo.
Que pois queros ir-te meller con os sel-
rsgens da America do Norte ? Que certas
lens tu de nlo estares a assar as grelbss,
dnas horas depoia de torea poeto p
em trra ? A maior cortesa nossivel,
retrucou Penn. a Duvido muito, anigo
Guilherne. Nlo aei que Kguridade poeaa
haver contra esses cannibaes se nlo un
regiment de bons soldados com aa compe ,
lentes espingardas e baionetas; mu lem-
bra-te qne (desde ja 1*0 digo) a pesar da
boa amisade que te tenho, a ti e a toda a
tua familia, a quem devo muitaa obriga-
coea nio mando contigo om nico sol-
dado. Nem eu preciso de leus soldados',
repondeu Guilherme porque teobo me-
Ihores fiadores de seguran?. Mostrou eo-
lio el-rei que desojase saber tm que elle [
se fiara, a He nelles meamos ao sen nn-
timento moral e al oa graca de Dees,
que elle reparto com todos 00 homens.
fieceio muito, amigo Guilherme, que
nio a renartisM com os indios da America
septentrional; porque M Ih'a hourera con-
cedido elles nlo teriao tractado os meos
subditos com tanta barbaridade como trac-
lrad I,so nada pro va amigo Car-
los. Os leus subditos foraS os aggresw-
res. Quando elles chagar-6 pela primeira
veza America do Norte acharad aquella
gente branda e humana quanto poda Mr*
Todos os diaa os bis esperar ao desembar-
cadouro fzia5 Ihea festa a convidavs-
oa com tudo o que tinhao. Em paga da
hospitalidade doa chamado aelragena oa
tens subditos que m chanu chrislioa, se
Ibes apossara do paic e das selvas abaste-
cidas de caca para aa arrotearam e fase-
rem plantos I Grande milagro, por lan-
o que este povo lio offeodido cahime
em deaespero com Mmelbante injoatica a
que ardendo em vinganca, commettesM
alguns excesoa Pois bem amigo
Guilherme, espero que te nlo queixea sa
te trsetarem do mesmo modo. Ne-
nhum medo tenho disso replicou Penn.
E como aasim P Creio que tambem tena
tencio de Ihea entrar pelos bosques, a .
a Sim : mas sem expulsar delles essa pobae
gente. Eolio como has de tomar pos-
se do territorio? He que lenho assenta-
do em comprar-lh'o. Comprar-lhea
asierras? Pois nio m'as compraste j a
min ? He verdsde; e por signal bem
caras; mas foi s para te facer a vonladt e
por-te de boa avene ; nio queeu pansaaM
qnetinhes algn direito a ellas : nenhum
por certo amigo Carlos; porque nenhum
titulo te vejo para isso. a Nio ? e o
direito de descobrimento ? o direito que o
papa e todos os principes chrislioa asstnt-
rafi reconhecer uns nos outios. a Di-
reito de descobrimento he extico, tm
verdsde, tal direito Suppde tu, amigo
Carlos que algumas barcadas destes in-
dios atr-vessando o mar, e descobrindo
esta ilha, vinha5 demandar a propriedade
da Gri-Bratanba como coosa sus, e pl-a
i venda as tuas barbas: que diras tu del-
les ? ) Mu., mas.. Confesso que Ibes
levara stoem eonta de desmares da impu-
dencia. Ora pois, bem .* como ouaaa
tu, principe christio, faser aquillo mes-
mo que condennaa naquella gente que cha-
as aelvegem. Sin, anigo Carlos, aup-
poe naia, que estes indios, recusando tu
entregar-lbe a ilha le declaravaS guerra,
e, tendo armas nais destruidoras do que
aa tua acabavaS con grande parte de teoa
subditos e levaraS o resto consigo: nlo
julgariaa tal procedinento horribilissimo ?
_ El re i deo nostrss de estar convencido.
Enlio Pena continuou: Est bem : cono
poderei tu, pois, qot mu christio facer o
que detestara n'um pago ? Certo que nlo
o farei .* naa compra re as trras a Seos do-
nos que s o os indios. Proceden do usim
initarei a ju tica e a piedade de Dos e
altrabirei u heneaos d'elle sobre a ninha
colonia.
A Pensylvania brevemente se tornou flo-
rescente e existi setenta annos (durante o
qual lempo a governara os quakers) sem
nenbuma forca senao a vara do magistrado
civil e durante tu Mienta annos ne-
nbuma s vez foi aceommettida per inini-
go algn.
(Correio Mercanti.)
Avisos Diversos.
_. Aluga-M um preto que saiba plan-
tar em aitio anda que nio seja muito
moco, e d-M pelo seu alluguel 3ao res:
quem tivtr dirija-so a roa do Aragio
D. 17.
_ A Mera Regadora da Irmandade do
Sr. dos Martyrioa da Igreja nova no dia 8
do crrante Marco faz a Precsalo do mes-
no Sr. con toda a solemnidsde e decencia,
para o que convida aos Srs. do Reverendo
Clero, que por sua devocio e costme
qoeiraS acompanbar a um to unto Acto ,
devendo apresentarem se na mesma Igrejt
no mencionad di pelas 3 hor*e da t
A mesma Mera mpt->r< U" S
das roas deste bairro de Santo Antonio o
do Recife se dignen nandal-as alinpar,
a fina de poder-M psssar con o t. Santo
tenho.


- -
* 'fl 1 JJ J J
DIARIO 6 PlftNAMBCCO.
_ Quero precisar de uro pequeo por
jugoez de idade de i a annos para loja de
fazendas do que tem pratica annuncie.
_- Precis.i-se de urna ama parda ou pre-
ta que seja idosa para rozinhar era urna
casa de um estudite ero Olinda : na ra
do Cabug loja da quina defronte da Ma-
triz.
Precisa-te do una raulher' para tra-
ar deum doentono lugar da Magdalena :
na ra da Aurora n. 9 ou annncie.
_ Urna Senhora branca de rrreia idade ,
se ofierece para ser ama de qualquer casa ,
engomma cose, e para todo o servico in-
terior de urna easa ; quem preciaar dirja-
se a ra da Concordia as lojas do sobra-
do do Sr. Manoel Ignacio da Silva.
_ Arrenda-se um sitio junto ao riacho
de agoa fria na estrada de Bebiribe com boa
casa de venda envidrassada estribara
para 4 cavalloe quarlo para feitor pa-
dara com seas pertenres baia para ci-
pim e outras plantaces bauheiro de
rnadeira no mesmo riacho, boa agoa de ebe-
ber e para lavage de roupa, arvores de fru-
ctos e Ierras para plantaces; os pretenden -
tes d irijo-ss ao sen propiretario Antonio
Leandro da Silvaem seu sitio na misma
estrada ou na ra estreita do Rozario so-
brado D. 27.
j. A pessoa que no Diario do i.do
corrente annunciou querer urna mulber for-
ra de idade sem prenles -que estoja as
circunstancias deservir de ama em urna ca-
sa de pouca familia, dirija se a ra de
Hortas D. 48.
__ Quem annunciou qnerer comprar
a Carononeza exaltada dirije a ra Di
reita padaria de sobrados D. i3.
Arrenda-se por enro um sitio na roa
dasolida.de, com muitBs arvores de fruetas
e casa de sobrado com milito commodo ,-
oprimeiro passando o sitio do Sur. Vieira
Cambista oqutl tero a frente toda mura
da : a tratar no mismo sitio ou quando
iio na ra nova em casa de Frederico Cha
ves D. 5.
_ O Sr. Jos Antonio Ferreira natural
da Villa Verde Provincia do Mi libo, quei-
ra annunciar a sua motada para se lire fallar
a negocio.
__ O sbaixo ssignaWo avisa a os her
deiros e lestamenleiro da fallecida D. Anna
Joaquina Clmente de Almeida Sarinho
que a li y potinca que tem na caja da ru
na Boa hora em Olinda por 4<>oi'ooo rs
se acha vencida em fim de Fevereiro findo
Joo Pereia dn Silva Guimari'-s.
Troca-te duascasas terreas em Olin-
da urna nos 4 cantos e urna na ra por
detraz do Amparo por urna no Hecife ;
quem Iheconvier dirija-se ao eslaleiro de-
frofitedeS. Francisco, a fallar com Ma-
nuel da Silva Mariz.
_ Maonel Martins Terxeira estudan-
le em o Seminario de Olinda deseja fallar
ao Sr. los Custodio Vieira annuncio a
sua morada ou dinja-seao mesmo Semi-
nario.
_ Avisarse ao respeitavel publico em
Tesposta ao annuncio do Sr. Francisco An
tonio da Fonaeca impiesso no Diario n. 5i
de a do correte que ese Sr. foi laucado
e coodemnado as cusas da aceio, que
em dito annuncio, diz ler ementado, e
avisa-se mais que sempre que enlentar ou-
tra (era o mesmo fro ; por uso que por
morte de sua mulher nio fez inventario ,
estando desla iorma 1 s bens lio Sr. de quem
elle trata em seu dito annuncio tempre de-
sembarassados. O lancameuto e condera-
uacao as cusas quem quiser veja no
ai lorio do Sr. hego. Justiano Antonio
da Fonseca.
_ Izabel Justina da Oliveira fac certo
ao respeitavel publico que desde o d ia 28
de Fevereirodespedioo seu Caixeiro Fran-
cisco Izequiel da silva e que boje em di-
ante nio respond- por transacoes uenbumas
que elle fizer contra ella.
_ O abaixo assignado com venda na
ra du Faguudes D. i faz sciente ao res-
peitavel publico, e ootBi especialidade a
i us credores _, que leudo na parte da Pre-
luituia do dia a do correle um nome igu-
al ao seu com a mancha de ladrio do es-
i.ivt io se deve eutender com el-
le, e p*'a a 8Ua icputicio faz o presente
Joc Laiz de Souza.
__ Quem annunciou precisar de 3oo,ooo
juros com bypdtliica em urna cusa terrea ,
dirija-se P"V'a ** Boa riiU bv1'* 3
_ Qnem piecUardeuta -peqtWno para" N.,: nesta Typografia ou annuncio sua
caixeiro de qualquer negocio, annurlcie. morada.
Quem piecisrr de roUpa lavada een-
gammada em Olinda dirija-se a ra de
S. Benlo sobrado por cima do bilhar.
Quem precisar de um ficial de p"har-
macia para abruma botica chegado a pou-
co de portugal, dirija-se a ra do Quei-
mado botica D. 8.
_ Na ra. da Penha D. 7 no segundo
andar precisa-se de urna ama para- co-
zinhar engommar e comprar na ra.
_ Quem annunciou precisar de urna
pessoa que ensine grammatiea latina em 1
engenho distante desta praca 2 legoas, di-
rija-se a ra da cadeia velba D a.
tm O Sr. que annoncnu querer trocar
urna casa terrea ua ra de S. Tbereza por
outra na ra Direita de 12,000, sendo a
Tque annunciou sejt de 6000 annuncie sua
morada.
_ O Hornera do matto que no dia pri-
meiro ou dois de cot ente fui a fortaleza
das 5 pontas procurar pelo Tenante Jos
Pedro que diz morou "na ra do Faguu-
des dizendo que tinba em seu poder um
escravo fgido pertencente ao dito com-
preos na mestna fortaleza ou na ra Di
reita D. 11 no primeiro andar por cima
botica pois dito escravo pertence ao
nenie llemeterio Jos Veloso da Silveira
cimbado do referido Jos Pedro Sr. do en
genhoLage.
__ Um occulo de alcance ja uzatlo ;
quem ti ver annuocie.
_ Um bahucom pouoo u/o ; quem ti-
ver annuncie.
Moia'duzia de ca deiras de couduru'
em "olidas e com assento de palinba na
ra da praia sobrado que as lojas houve
um barbeiro.
Vendas
_ Urna escrava omito hbil de nacao ,
de 25 annos de idade, sem molestia nem vi-
cio algum 'muito boa vendedeira sabe
cozinbar o diario de urna casa ,e lava de
saho e nina molatiuba de 3 annos de ida-
dade muito sadia tudo por preciso :
na Solidade hindo para Irempe n. 17 lado
direito.
_ Uma preta que tem pouco mais ou
menos 3i annos de idade boa coziuheira,
lavadeira e quitandeira ; na ra nova
D. 34.
_ 4 lanternat de vidro lisas com os
^a seus competentes sticaes, por preco c5-
pois dito escravo pertence ao Te- raodo no P8teo de S* Pedf0 do Udo es*
querdo D. 6.
_ Sag' de prmera sorte marnela-
da de Lisboa s verdadeiras pillas da
- P. ^ia-se de alugar uma casa deum familia chegadas prximamente; ua praca
ou dois andares que terina commodos d **oa v'9la D. 9- ,,
__ Um negro de naci costa moco e
de bonita figura proprio para todo o ser-
do a I;rpja dos Martirios no primeiro an
dar do primeiro sobrado.
_ Duasescravaa de naci, mocas e de-
bonitas figuras cotinhrr engomme o
lava roupa ; e uraaaegrinha de 12.annos
de idade com bons principios-de todo o ser-
vico de uma casa ; na ra de Agoas verdes
casa terrea D. 37.
Gigos com garrafas mui bem acondi-
cionadas tarabem se conto sendo que e
conforme o comprador e cestos proprios
para lavadeira fazer varrella : na ra da
sanzalla velha n. 45-
______.

_
para uma familia e sendo no bairro d
S. Antonio ; quemliver aununcie.
Aluga-se'Unsa casa terrea na ra do
Cotovello com quintal e cacimba ; quem
a pretender dirija-se a ra do Crespo D. 7
lado do sut.
Avisos Martimos
PARA A BAHA sahe a 11 do correte
a Fscuna llom Jesoe de Camaragibe; quem
quiser carregar dirija-se a Manoel Joa
qoim Pedro da Costa, na ra da cadeia
oumero 1.
PARA LISBOA com toda brevidade o
Brigue Portoguez Wova Amisada de pri-
meira marcha forrado de cobre, Capillo
Joo Pereira Borges ; por ter uma grande
parte de seu carregamento prompto ; quem
00 mesmo quiser carreg.ir ou hir de pas-a-
gero para o que tem excelleutes commodos,
dirija-se ao mesmo Capito na piuca, ou
a seu* onsigoatarios Mendes AOliveira,
na ra do Vigario D. i5.
PARA O RIO DE JANEIRO, o Bri-
gue Constante forrado de cobre e de
boa marcha, sabe no dia 10 de correte ;
quem no mesmo quise* carregar on. hir de
passagem para o que tem excedentes com-
modos, dirija se a Machado & Santos no
forte do mallos ou ao Capito Manoel
Marciano Feneira.
JL e i 1 1 o
"~ Que pretende fazer G. C. Cox pe-
las 11 horas da manhfi do dia quinta feira
7 do corrente de mobilha de casa e ou
tros objecloi na sua residencia perto ds
ponte do Manguind. %
O Leirioannuiieiarro para o dia 28 do
p. dos pertences da Escuna Amer. Sailors
Return naufragada no Rio Grande do Nor-
te ficou transferido para terca feira 5 de'
Marco no caes da alfandega, as 11 horas-
da manh.
pn-------
_ Quem fazem Crabtree Heyvrortb o
Compuiihia por intervencio do Correlor
geVal Oliveira boje 5 do correte pelas 10
horas da manhS de militas fazendas lim-
pas e avariadas ,'no seu bem cunhecido
armasem do forte do mattos.
o m p r a s
u
vico : na ra da Collegio armasem do A-
zevido D. 9.
_ Dma negrada costa boa vendedeira ,
e com duas crias : no sitie de G. C. Cox
perto da ponte do Manguinbo.
A venda da ra Direita '). i.{ com
os fundos de nm cont de ris ; a quem
der desobriga de 5oo e tantos mil rs. e o
resto da-se com grande espera a tratar na
mesma.
Uma escrava de angula de bonita fi-
gura cose engomma e cozinha: ua
ra do Livramenlo D. 1.
Uma loja franceza na ra nova D. 19:
a tratar na mesma.
Uma lampada de sala com dois lam-
pioes ; um occulo de ver ao lonyje p e uma
maquina de fazer chapa do metal, ou la-
minador : no atierro da Boa vista n. 75.
" Um negro com officio de padeiio de
idade de 24 aonos, em cuja oceupacao ga-
Mlia 16,000 mensaes sem vicio de quali-
dBdg^algum e da-se a comento ou tro
ca se por dois muleques de i3 a i annos
de idade inda nao sendo muito ladinos :
ua ra das larangciras padaria D 5 para >
ver, e para o ajuslu na ra de Hortas so-
brado junto a Igreja dos Martirios.
_ Uma escrava de necio com 3o an-
nos de idade, cozinha o diario de huma
caza lava de saho e lie ptima para en
chada .- na ra Direita D. 20 do lado da
Igreja do Livramento,
_ Uma -cano "do carreira acabada a
moderna propra para familia : na loja
de fazeudas na quina do hoco do capim ,
defronte de arco de Conceico da ponte de
Recife.
_ Sacas com farinba de mandioca, mui-
to fina feita oamoribeca e uma peque-
a porcao de barricas com semeas chega-
das prximamente de Portugal : na ra da
Cruz noescriptoiio de Jos Antonio Go-
mes Ju-ciiur.
Um bilhar novo com todos os seus
pertences, porpreco muito commodo, e
manh. ^ para quem o quiser remover do lugar onde
_ Que faz o corretor Oliveira de um w| em 0,inda a ra de s# |3POto a
* tratar ua mesma ra no bilhar contiguo ao
mesmo.
__ ^^ __---- ______ _-. ---_ _
excedente sortimento de fazendas limt
e outras avariadas quarla feira 6 do cor
rente ^elas 10 horas da roanha no seo r-*"'~ijin, porgo de travs de mangnes ,
armasem da roa da Conceico n. 34 no ^^ ver m praa da pjorentilia defronte
primeiro andar. Q sr. Eiras e este dita com anem
\ da casa do Sr. Eiras e esle dia com qnem
deve tratar*
_ Um moleque ereoulo de idade de 13 a
.4 annos, de bonita figura, o proprio
para prender qualquer olficio, e ji com
principios de cozinha: na ra do Livramen-
lo armasem de mulhaxiot, f). 10.
_- Uma bolilla muleca de naci loanda ,
de ida ce de 17 ai 18 annos muito sadia
sem vicio algum 5 uma escrava de naci,
co*ta muito fiel e paga por dia 480 e
m oleque le naca bengilejla de idafe
U'i:a barretina prcmpla pan um G. de 12 a i3 annos, livre de bechigas passan-
Escravos Fgidos
___________________,____1________^\----------------------__
No dia 3 de Margo corrente fugio
uma escrava de nome Francisca represen-
la 20 annus de idade boa estatura cor
bastante fulla levou vestido de chita e
uma bacia grande de cobre a qual ja teta
um furo ; quem a pegar ou for otl'erecida
a dita baca leve a ra de S. Jos D. 8, ou
annuucie. ...
Roga-se encarecidamente a todas as
authoridades policiaes, como civis entib-
iares assim como aos capitfes de campo ,
e mais pessoas particulares > que virem
hura moleque de nome Joo, de quinze
annos de idade, que desapareceo no dia
26 de Fevereiro tendo ido vender bolas
queimadas dentro de huma bocetinha azul
com huma lualba de meza de algodiozinho
dentro da bocetinha; com os signaos se-
grales : cor bem preta cara redonda,
e com bumas marcas de bexiga, olhos gran-
des, e arregalados, o cabello cortado mui-
to rente, orelhas levantada*, nariz xato ,
e qliando falla he muito aprensado levo a
carniza de rescadinbo azul j desbotado :
quem o pegar leve-o a ra do Livramento
em cazada Senhora D. Joaquiua Mara Pe-
reira Viana que dir quera be sua Se-
nhora.
NAVIO ENTRADO NO DIA a.
MACEIO'; 3 dias Patacho. Nac. Bom
Fim de 137 tonel. M. Bernardino da.
Silva carga assucar o algodio: a Do-
mingos Ferreira do Amonm ; passagei-
ros i3 brasileircs, a port uguates um
Italiano, um preto livre o 3 escravo
pertencentes aos mesroo.
S MUDOS NO MESMO DIA
RIO DE JANEIRO; Patacho Hespanhol
Cisne, M. Venlura Malta caiga v-
nhos.
M ARAN HA O' ; Brigue Nac. Urbana, M.
Manoel Joaquim dos Santos carga as-
sucar; passageiros % brasileiros, e 11
escravos a entregar.
LIVERPOOL pela Parahba 5 Brigue In-
glez Cognac-pakct M. John Toedhun-
t-s em lastro*
HAMliURGO, Brigue Hamburgus Ca-
mes Mestre J J. t'oaenaece carga
assucar, echifres; pastageiro um fiara-
burguez.
MACEIO'; Patacho Portoguez Paquete d%
Terceira M. Joaquim Marn da Sil*
veira, carga gneros do paia.
ENTRADO NO DJA 3
RIO DE JANEIRO ; a4 dita, Brigue !Mi
Bom Jess do. a5a tonel., Cap. Joao Ro-
drigue* Amaro carge. varios gneros:
ao mesmo Cap. \ pastAgeiro o porruguez,
Joaquim Pereira Ba.rroa.
SAHIDQ NO DIA 3
SUECIA Brigne Sueco Edtiard*, Cipitcp.
J. P. Jeplem ) carga assucar.
OBSERVAgOENS
No da 3 Bordejav. no Umerro o Brik^
Inlgez Livorno vindo do IVracei^ em' ij
dias Cap. Beijarrum Dadey, caiga' as-
sucar vai para Liverpool', yeio % ??,"
te porto receber ordena.
Dito : lundic.a no lameirio a Galerfi Ame-
ricana Fvancisca Henrie' anda a pes-
ca a 1% romes Capitio Srrohd Ha'vrt :
al''. MansKeld.
Dito : fundiou no lameirto una Patacho A-
mericano. awlsa
l'ERN. NA TJP. DE M. F. DE F. --i839


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