Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03762


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno de 1841. Quinta Feira
I
f
Tudo agora apanda ta nos mesmoa; da noMa pradaneia, modara-"
'O, eanargias continuemos eorao principiamos, a saramoa apoatadoa
eom admiradlo entra as Macoca naia culta.
Proclamado da AssembUa (ral do Brasil*
III !
Snbscrave-aa para ** Wh a 3*ooo por cpjartel pagos amantados
neata Typografia ra das Cruxes D.3 na Prac. 5a Indepandao-
bh, n. 57 e 38, onde aa receben correspondencias leealiaadaa e an-
Duncioe, msirmdo-ae ates gratis; unci dos proprios assigoantes,
viudo asagoadot. r ^
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRESj
Orlada da Parahiba a Villas da sai pretanco i ,; ,\
Dita do Rio Grande do Norte, a Villas dem.......L
Dita da Fortaleza a Villas dem..... ........ [** Se,Ul ''*
Cidade da Goianna.........?*........./
vit*dj ,id"...................... Todos os diisi
Villa dea. Anto..................*.... Quintas fairas.
Dita de Garanhuru e Povoaco do bonito........iMo, e 24 de cada mes
Ditas do Cabo, Serinbaem, Rio Formozo, a Porto Cairo. 1, 11, a ai dito dito
Cidade das Alagoas a de Macei............dem dem
Villa da Paja de Florea.....................dem 15, dito dito
Todos os Correiot partem ao meto dic.
PHASBS DA LOA NO MEZ DE ABRJ
La Ckeia a 5 as 11 h. 8 m. da tard.-
Quart.ming. a >3- as 7 b. a {1 m. da man.
La Nora a 71 as 0 h. a 10 m. da man.
Quart. rese, a a8 as 6 h. e 56 m. da man.
Uare sheia para o da 2? dt Abril,
As 5 horas a )8 minutos da manbll
As 5 horas 4 a minutos da Urde.
22 6B AbU. Nuv. 87.
1 B 1 _____ J-l J"
CAMBIOS. Abril 10.
Londres..;.,;. ) d.por 1/000 cad.
r**01 ......* por o|o premio por metal offereeidoi
#!??'!?* 5** ** P franco. Conip. Vendas
OCHO- Moedadefif4oo rea, reinas 14J700 iJ#am
" ni"! .a" """ I530 #7
Ditas deafooorem, Hfioo 8f4oo
PHATA Pataedes Brasileiros ,}68o ij-oo
Pesos Columnaros......,;(*&, tfjoo
.S"10? ""*.......if6o3 ,#6o
(Minee.----------.-------i#4co 1*480
Oase. de bilb. de Alfandega 1 i|8 por loo ao mea. i ato '
Idea de letras debees firmas 1 ,)1 a ,,^
Moada de cobre por 100 de dise; a0 par
Oedulss de pequeo ralor ip o[o a I o\o
DAS da semana.
i9 Segunda N. S. dos Praieres Audiencia do Juis de Direito da aJ
rara.
20 Terca 3 Hildegonda. -- RellacJo e audiencia do Juiz de Direito da |J
vra.
21 Quarta S. Anselmo Are. -- Audiencia do Juiz da D. da 3. rara.
M Quinta S. Suter e Caio Mn. Audiencia do Juiz de Direito da 3.'
rara.
i3 Sexta S. Jorge M. Auteacia do Juiz de D da 1. r.
4 Sabbado S. Fiel de Sigrntringa. .. Rullaco audiencia daJuiz de D;
da 3 rara.
18 Domingo do Bom Pastor S. Marcos Evang.
ASSEMBLEA LEGISLATV*. PROVIN-
CIAL DE PERNAMBCO.
Acia da 07. Sesso ordinaria da Assemblea
Legislativa Provincial de Pernambuco aos
16 de Abril de 1841.
Presidencia do Snr. Derembargador Maciel
Monteiro.
Feita a chamada acbaro-se presentes .o
Snrs. Deputados, faltando os Snrs. Pere-
giino, Carneiro da Cuaba, Barrozo e
Mello.
Foi lida e approvada a acta da Sesso an-
tecedente, o Sor. Presidente abri a sesso.
Expediente : O Snr. primeiro Secretario
leo un oficio da Presidencia acorupanhado
da copia d'outro enderessado por aquella ao
1 'releto da Comarca para tomar conhecimen-
t das Lolerias particulares proibidas por le,
e proceder contra os seus atithores Ao Snr.
Rrilo que isto haria requerido. Entrn em
discusso o Parecer addiado da Commisso de
Pasturas de Cmaras, que nao approva o ar-
tigo addirional que restringe as horas desig-
nadas para a coetnea diaria do gado Foi
approvado j ficando em vigor o artigo primor-
dial das Posturas. Entrou tambera em dis-
usso o parecar das Commissoes de Instru-
va Publica e orea ment sobre a reforma do
Liceo, que ficou addiado pelo seguiote re-
querimento do Snr. Aguiar que foi approvado
- Requeito que v a imprimir o parecer que
se acha em discus9o, Foi approvado o Pa-
rece? da Commisso de orgamenlo que conce-
de o espaco de dous annos a Jos Tbomaz de
Aquino Pereira arrematante do contracto de
aUooo por cabera de gado que se consumir na
Freguesia do Limoeiro pare efectuar o pa-
gamento de Bs. i,865Uooo, meUde, cada
unno.
Ordem do da.
Entrou em discusso 0 Projecto de lei do
orcamento, e ao artigo 38 mantlou o Snr.
Lopes INello a seguinte emenda Na"o podendo
a tmara Muni.ipal deOlinda arrecadar o
imposto das balancas de pesar assucar nos
Trapicbes da Cidade do tet-ife- Foro ap-
provados o artigo, e a emenda ossim como
tsaitif.os 5ge4o: supprimido o artigo 41 :
approvado o a,t,g0 4a, e suppiimido o /p.
l'oro approvados o artigo 44. regeitada a e-
rceuda snppressiva do Snr. Nello o artigo
4>, o ai ligo 46, regeiada a emenda supptes-
siva taniLtm do Snr. JNello o artigo 47, o
aitigo48, regeitada a emenda suppresiva do
Sur. Brito oartigo49, suppriroiJo o art.
5o. Foi igualmente approvado o seguiote,
artigo addiuvo do Snr. Peisoto Fica aulbo- I
usada a Cmara Municipal desta Cidade a'
ei. prej.ar a quantia existente no teu cohe de
ao;ocoooo reis no concert e ireiboramento
dospiedios, queioimo oseo patrimonio, no
DJaelan ento, e liu pesas das Pracas, e ras da
Cidade e no en^ajarrenio de bum Enj;e-
ubeiro com o oidenado de i;2ooUooo rs. fi-
cando j aiu ts colresda Cmara o emolumen-
tos das liitnns, e cordiaces. Foi final >
talmente ie,eitada a seguinle emenda addi-
tiva do itir. I lito eo Tiiulo 1. da Kereita
Provincial .o por ico no subsidio dos mtm-
Lros da AssemLleu Legislativa Provincial : 10
por 100 nos ordenados dos Empregado3 Pro-
vijictats A. a K.
Por ter dado a hora o Sar. Presidente
levantou a Stsso dado para ordem do se-
lOinte A OD&uia da presente Sesso, segun-
da discusso dos Projectos numero a do anno
passado, e numero ai do de 18^9 : e primeira
discusso dos projectos numero 33 de 1839,
nnmero 43 do mesmo anno, e dos ns. 4 e 5
docorrente.
Tbomaz Antonio Maciel Monteiro, Presi-
dente.
Firmioo Pereira Monteiro, primeiro Se-
cretario.
O Padre Joaquim Rafael da Silva, Secreta*
rio Suplente.
Jo, e bem assim por quem foi presid-(como os predios urbanos, rustios* todas a
dita elei?o de cuja acta da ver reme- arvores. e fructos, em quinto esta adheren-
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da iq do corrate.
Ocffno Ao Commandante das Armis,
respondendo as seo oficio de 17 do orrente,
servindo de infonnago ao requerimento do
segundo Teen te do terceiro Batalhode Ar-
Iherid Jos de Barros Pimentel que a Pre-
sidencia tem concedido ao mesmo Tenente a
licenca que pedio em dito requerimento.
D1I0--A0 Inspector da Thesouraria de
Fasenda enrianao-lhe o pret do Destaca-' ra.ilaco d'Trabalho da Capatbasia d'Al-
mento da Guarda Nacional da Comarcado faudega, que haviafttita em o primeiro da
Cabo a 6m de que mande pagar a sua im- Desembro ultimo, por lempa de 3o meses
portancia. contadas do 1. de Janeiro do carrate anuo
DitoAo Inspector da Thesouraria das 3o de Junho de 184J.
Rendas Provinciaes authorisando-o para I Dito ~ Ao mesmo Eso. Presidente iofor-
passado ,
da a
ter urna copia
Dito A Cmara Municipal do Recife,
partecipandj-lhe que a Assemblea Legislati-
va Provincial approvou o parecer da Com-
misso de Posturas das Cmaras dado sobre
a postura addional da mesma Cmara que ha-
via sido interinamente approvada pela Presi-
dencia.
iJito-Do Secretario da provincia ao da
Assemblea Legislativa Provincial, enviando
pira ser presente a mesma Assemblea a relu-
ci dos Professores do Liceo desta (iidade ,
que foro appossntados, com declaraco dos
ordenados que Ihes compet.;.
TESOURARIA DA FASENDA.
Expediente do dia 5 do corrate.
Oficio Ao Exm. Presidente da Provin-
cia .informando o requerimento de Thooa
Pereira Laggo pedia Jo ser desooerado da ar
tes ao Solo ; mas tambem todos os non pelo
sen destino, 011 applicaco fasem parte inte-
grante desses predios.
EDITAL.
Perante a Thesonraria de Fasenda da Pro
vincia se ha de por em basta publica nos di.13
18, ai e a5 de Maio prximo vindouro ,
para ser arremattado a quena por menos fiser
o ser vico d Capatbasia da Alfaudega deU*
Cidade, pelo trienio financeiro do 1. de Ju
lhodei8|i a 5o de Juihode 1844
As pessoas que pertenderem licitar devem
comparecer nos referidos dias ni Salla das
ssssoes da mesan Thesouraria aonde sero
appresentadas as respectivas condiecei, babe-
litadas na forma da Lei.
Secretaria da Thesouraria de Fasenda da
Pernambuco i7de Abril de 1841.
Joaquim Francisco Insto*.,
' Oficial Maior.
mandar adiaatar ao Escrivo Administrador mando o requerimento de Manuel Beraardioo
da Mesa de Reodas Internas a quantia de. Monteiro Cirurgiio de partido do Hospi-
oUooo reis para promover a cobranca da tal Regimental do terceiro Batel bao de Arti-
divida activa Provincial. Iberia.
Dito--Ao Prefeito da Comarca do Ga-I Dito Ao mesmo Exm. Presidente infor-
ranbuns declarando-lhe em resposta ao seo mando acerca da requisigo feita pela Admi-
officio de 3o de Margo ultimo, que o decreto nistrapo dos Estabelecimeotos de Candado,
de a de Novembro de 10*35 est emseuia. do proprio nacioail denominado Sitio dos
leiro vigor. Coelhos.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Ma- j Dito Ao Inspector do Arsenal de Mari-
naba dec|arando-lhe em resposta ao seu of- n';a* pedindo Ihe para mandar por a bordo
litio que servio de ioformaco ao requeri- da Einbarcaco que se destina para a liba
ment de J, J, A l ves Cirurgiio eacarregado de Fernando tres caixotes, que o mesmo o-
da Enlermaria de Marinha pedindo augrnen- ficio acompinhava,
to de ordenado t que por ora nao pode ter Dito Ao Director do Arsenal de Guerra
lugar Uma tai pretenco. para mandar carregar em receita os artigos
Dito ~ ao Juiz de Direito interino da pri- ecebidos no mesmo Arsenal vindos de logla-
meira vara do crime, communicando-the, trra, dando-se a pule o respectivo coube-
que tendo sido ordenado por aviso da Secre- cimento para haver o seo pagamento.
(aria da Justica de a2 de Janeiro do corrente Dito -- Ao Inspector da Alf-indeg parte-
anno, que desde se Bzesse j recolber a The- cipando-llic para sua inteligencia, ter o
souraria qualqur quanlia que se tenba ar- Governo Imperial reconbe.'ido aoViceCon-
recadado proveniente de servicos arrama- suldeS. M Britnica nessa Provincia como
lados dos a ff rica nos apprebendidos nesta eacarregado di geslio do Consulado pelo fa-
Pioviocia, cumpre que laca quanlo antes dar lecimento do respectivo Contal em quanto
enmpriraento a esta deierminaco. o Governo Britnico nao procede a compe-
Dito-- Ao Inspector da Thesouraria de tente uomeaco.
Fasenda, communic^ndo-lhe o conteudo no Igual oficio foi dirigido ao Administrador
precedente oficio. dj Mesa do Consulado.
Dilo Ao Reverendo Vigario da Fregu- Dito Ao Commindante da liba de Fer-
sia de Una, para em coaformidade da Reso- nando de Noronba enviaado-lbe a relaco das
luco da Assemblea Legislativa Provincial gneros revenidos, pelo Patacho Nacional, e
informe com urgencia se por occasio da Imperial Pirapama para o AlmoK iril ido di
passada eleifo primaria marcou o numtro liba : a fim de que mandando-o* recoiher aos
de logos de su* Freguesia, que loro .tirados respectivos Armaseas envi o conhecimento
para a do Bio formoso e auaiido nao, o etn forma, como est em pratica.
motivo porque assim obrou j e bem assim se Portara Ao Colleclor de Diversas Ren-
lez publico por edilaes o numero dos refer dis do Municipio deGoiaima declarando-
dos fogos ou se se dirigi a Cmara Mutu- loe em resposta ao seu ofi:io de 2rj de No-
cipal do Bio Fonnoso para fisel-o. remoro prximo passido que dos pulidos
THESOURARIA PROVINCIAL!
O Illm Sr. Inspector da Thesouraria das
Rendas Provinciaes manda fazer publico
que, em virtude da Lei, perante o Tribu-
nal da mesma Thesouraria se ha de arre-
matar em hasta publica a quem mais der
nos dias 5,7* e 8 de Maio prximo vin-
douro pelas ti horas da maab osseguia-
tes Impostos 1
1. Dous rail reis por cabe;a de gado que
or consumando.
2. Disimo de gado vaceum e c,i vallara
A arrematado de cada um destes rendi-
mentos ser feita por lempo de tres anuos
eontadosdo l.de Julho deidji a jo de Ju-
nho de 18)4 a dividida segundo os diversos
Municipios da Provincia reuaia lo se ao do
Flores o Jnlgadode Tacarat e aoda Boa-
Vista o de Cabrob.
As pessoas que se proposerem a estas arre
mataedes compareja m Sala das Sesses do
mesmo Tribunal nos dias a cima indicados ,
munidas de Fiadores idneos.
E para constar man ion o mesmo Sr. Ins-
pector afixar a presente e publicar pela
Iraprensa.
Secretaria da Thesouraria dis Readas
Proviucu es de Pernambuco, 1. de Marjo da
1841.
O Sscrelario
Luis da Costa Portocarreiro*
Diversas Keparticues
TRIBUNAL DA RELLAgAO'.
Skssi EM 20 DE Amiu
Na appellaco crime do Juiso de Direito da
Comarca da Boa-vista appellante o Beo
pre.o Goncallo Alves d\ Silva appellada %
ItlStiCa ; foi juljado anillo o processo, Es-
crivo Bandeira.
Naapplloio ciine do Jaiso de Direiio
desta Cidids apuelUute aCamtra .Muai-
lgual oficio lo 1 expedidd ao Reverendo Vi- de. Canas, be.nfeilorias e inais objectos a'cipil, e aapjllado Joi juim da* deis 0,o oes.
gano da tregenla de Serinbaem. ellas perteaceiites, cj.nprebendi los u- vej.li
Dilo A Camaia Municipal do Rio For- ou trdsjjasso do V. igeaii > de que iraiou se
moso pura em coaformidade ua Resoluto da deve arrecadar o imposto di Sisa ; porque
Assemblea Legiiluliva Psovacial, intormar conforme o artigo 5, das lastrucG&M do 1.
se lex publico por editaes o diada Elei^u de de Selembro de ljd, por bens de raiz pa-
Juiz de Paz da Freguesia da Villa, a ra pagamento da Sisa se eolendiMi nao si a-
que se procedeopara servir no quatrieuio p. quelle, qae o sao segundo a sua naturesa ,
Bscrivio Pos;lu no ; 01 reuator.na.ii a seu-
tencaappellaJ\,
ALFAEDEGV DAS FAZSNDAS.
IDITAES.
Vicente Thotnat Pires de Figueiredo Ca-
margu Cavallciro^da Ordem ueCliristo, e
I


.....
2
B I A R i O D E PERNAMBDCO
m
inspector d'Alfandega f" sal" a4 do corrente, se bao de arrematar cm hasta .
publica e na porla da racima ptdo tneio dia |
un escaller grande, novo, avallado en 3ooU j
rcis, (ious ditos ero roo estado, um por /\u
reis, e onlro por 16 res, lodfis pertencen-
lesa Alandega, e que por nao seren pre-
cerisos para seo servico sao vendidos por au-
lborisac,o da Thrsourara,
Allande:a ai de ALril de 18411
\cenle Thomaz Pires de Figueiredo Ca-
ma rg o.
Vicente Thomaz Pires de Figueredo Ca-
rrargo, Cavalleiro d* Ordem de Christo, e
Inspector da Alfandega faz saber que no dia
3 do frrente, se ho de arrematar em hasta
publica, no Trapiche desta Alfandega, pelo
meio dia e tm tcnformidade do quedispoem
oait. af33 4. do Regularxento da misma ,
durentos eixes de pelles de carneiro cinco-
enta e cinco ditos de iouro de vacca e qua-
lrorentos e cineoenta .couros de dita a varia-
dos e perlencentes [a Crabtiee Hej wortb &
Compi
Ailandega 90 de Abril de 184
Vicente Thomax Pires de Figueiredo Ca-
jnjargo:
CORREIO.
O Hiate Vingador sabe para o Maranho
no dia a 5 do cor rente.
ARSENAL DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra compra um sino de
3 arroubas ; quero o liver compareca das
dez horas em vante do dia 11 na talla de seu
expediente con o ultimo preco em carta fei-
xida.
Arsenal de Guerra ai de Abril de 1841.
BurUmaque.
Director iutenno.
O Arsenal de Guerra compra vellas de se-
bo do Porto, em caue* ; quem as tiver com-
pareca ao meio dia, do dia 3 na Salla de
eu expediente romanas amostras, eo ulti-
mo rtfo em arta fetiada. Arsenalde G,
si de Abqi de ifcty"
Por'amaque,
Director Interine!
lllre. e Extm Sr. Presdeme desta Provincia,
Antonio da Fonceca Doria Juix de Paz.
Iilra, e Fxm. Sr. Sabido he por
V, Ex. o execrando e raais que escandaloso
attentado quenesta Villa perpetrara o Dr.
Manoel Jos da Silva Torio aggredindo com
mi traidora o Juiz de Paz do Districto Ca-
pilo Jcs Aires Pereira aquello, quem
este Municipio deve a aua proaperidade : este
pois sendo atraicoadodesapercehidamente su-
cbio e em tal deiordem firou oTermo.e a Vila
em tal ccnflagrac,o,q'nenb dos Juizes de Paz
ousou tomar a vara para cumprir com os pe-
sados de veres desse cargo ; e s depois que V,
Ex. benigno enviou a Forga de Permanentes ,
be que me animei a entrar em ejercicio ; e
he hoje o prime ir o dia que vou tomar com
energia as providencias necessarias e por I coadjuvar seos exforcos que tendero a mani-
era pralica quanto V. Ex. me ordena em sua etar o braco homicida e a por termo a tan-
verendissima nfo permittindo que Ihes ad-
ministre, Sacramentos Ministros cujas mos
sacrilegas, se acha manchad no sangue
humano bem como que cessem para coro
esses Ministros ascomideraces do nosso Re-
verendsimo Vigirio Geral vista das
quaes talvez o crine tenha tomado tanto alen*
to no coraco de taes sacerdotes pelo que a
Igreja se deve cobrir de luto.
Faltaramos a um dos nossos principaes
deveres se'deixasseroos jde louvar a energia
desenvolvida pelo |Exm. Presidente di Pro-
vincia para ver desafrontida a Justina ; e
as providencias que j i sio publicas pin af-
fastar daquella infeliz Villa o terror de que
esto possuidas as Aulhordades e habitantes
daquellas circurovisinhancas. Queira o Ceo
SERGIPE. .
UORRIVEL ATTENTAD03
Nosso toraco se compunge nossas facul-
dades intellectuaes parece de*aroparar->noa ao
referir aos nossos leitores o alternado commel-
tido contra a Soriedade por um bando de faci-
ncres icrrmsndado 1 elo Padre Macoel Jos
da Silva Porto Darbarel em Le t na pes-
10a do Juz de Paz da Villa da Capella Jos
Alves Pieira O furor horneada teve to-
do o seo alent. Preciptarad-se esees desgra-
nados no iil.y.-mo dos crimes e esquecidos de
tees deveres (podemos diser) su vivero para a
rerversidade. Das pecas ofbriaes que co-
piamos I ;i.\o conl)cerd os nossos leilores
que nao j cdimos contar rom seguranza indi-
vidual, e que a impunidade nos tem entre-
gue ao pnnhal do assassino : essa impuuida-
tle que tem sido bum flagello e a origem le-
1 un da de males para o nosso paiz tornando
nma niau a segurante individual, e de pro-
piitdade quando o crime passeia em publi-
10 1.
.Um. e Exm. Sr. Participo a V. Ex. ,
que no dia de bontem 6 do rorrente fui as-
m^uiu Jo bailara e aciulemente Jos Alves
1 titira Juiz de Paz desta Villa, pelo Dr.
lYiaiioe Jos da Silva Porto, o lente Ma-
1 oel Jet ce Mtllo seu sobrinbo Jos Anto-
.io Bifolio ttu timbado, l'tdro Ramaibo
1 tu M.1.111.ho, J(, Zacbarias de Oliveira Pi-
tai.ga t uj-, o numero de (jo agregados do
titsn-uDi. lorio devendo atiittentar a V.
i x. (tLt a iii do tilo Juiz e Paz loi itroda
ctkdt 68 4 Loras da madrugada at as 9 ,
li bu tiilo tm que tspirou a intliz intima,
ttjois 00 que aiitmbadasas gaittasdo Ju-
iz ot 1 az c iitu-LaUas igualaente a do
i fimao ti.de atb&va-se vatius Processos ,
icOoa tlits loifc ibgados .elo tutbmo Dr.
-Sillo. A lista ce tm tal ailtnUdoue leuor
i,li i-La ji.ttlito nos iciacts dos Povos
i.ti \iiia i.o iti.Lo podido dar o atnor
\ t;o lo ot tm j 11.L0 dos mtus deveres por
i-ii ce iorta Laica que seja btihtienie para
it,tlln qualt^utr ooste que }or vtntuia se
nt |cssa lazti seL o que itcu V. Lie ,
que tcm ligtncia ctsiii.t a loica de bo pia-
i*s liu. n Li.iiitcas joiqkt a cunitao e
tirotn ti.tu qoe cxisli* tu. tasa do iailtcido
itiaiao ttn.sitb 03 oas htsuisioos, dettndo
tiLL tt aii.a lt.tli.u a tti ..o.a e que seo sottoi-
10 de V. Lx. nao loi 1 icu po ts L&Litanles
otila V ilifa alai.o'cnaiao suas tasas.
1 ta t LuiLt a \. Lx. por u oiios annoa,
Vi^di taftlla jdt i t>e:io ****%_,-
Portara de 6 do corrente. Proclamei ao po-
vo pela maneira que para desas6ombrar es nimos que se acha
consternados *, mas Exm. Sr. de tal sorle
se acha elles abocanhados com tanta sanha,
(raude e esperteza com que procedem os fac-
ciosos que custosas me esto sendo todas as
providencias, as quaes entro somen te ani-
ado em a prolecco de V. Ex. Nao dero
esquecer de participar a V. Ex* que os faci-
oras j ousa at alardear prolecco de V.
tas desgracas.
A Sociedade humana se na poderU esta-
belecer vantajozamente nem conservar e
tornar-se-h umverdadeiro chaos; scala
um dos associados nao Bzesie o sacrificio de
seus desregrados dezejos pira o bem com-
obedecendo expremo da vontade
mum .
geral que por sua essencia til ao bem de
todos e em si contem o recurso contra qual-
Ex. bem como das pessoas mais dislinctas qer disvio do depositario delU.
da Provincia a fim de incutir terror no ani-
mo do incauto povo : presurapeo que a
custo se vai desfasendo com as providencias ,
que tem partido dessa Presidencia. Nao te-
nho mais que encarecer a V, x a nessa con->-
ternaco ; faltos de gente, e mais anda de
armamento por terem os facciosos roubado .
o que exista em poder do assassinado Juiz de
Paz e faltos de vveres para a susteulaco eu
solicito de V. Ex* armamento municOes e
dinbero, ou mantimentos com que cont a
gente que temos com decidido apoio do Go-
verno Provincial, e muito espero que a sc-
licitude de V, Ex. proteger a desgracada e
misera Villa da Capella outr'ora a morada
Ja ventura, hoje theatro dos mais Mroxes cri-
mes, e crueldades.
Dees Guarde e V. Ex. Villa da Cpela g
de Fevereiroda i84. M* e Exm. Sr.
Coronel Joio Pedro da Silva Ferreira Pre-
sidente desta Provincia Antonio da Fon-
ceca Doria 1 Juiz de Paz.
- Pelas 4 horas da madrugada do dia 6
se ouvirao dobrar os sinos da Fregueiia e
pouro depois desses dobres surcedera repi-
ques em signal da entrada desse bando de
malvado, em numero de 5o ou 60 capita-
neadas pelo Padre Dr. Manoel Jos da Silva
Porto que com vestes guerreiras ataviava
um sintode pistolas e um bu-amare : oh 1
desgranado secuto 1 oh l deshonra da classe
amis respeitavel 1 /! Deprompto esse ir-
ri Hedido padre e a turba que o segua bus-
ca a frente da casa da residencia do Juiz de
Paz Jos Alves Pereira Cidadio de reco-
nbecida probidade se Loro pai de familia ,
A obediencia s leis e Authoridades
urna condicio essencial a todas as Assocuces,
eo mais digo* aquelle que pelo motivo
de consciencia e por dever de Rehguo obe-
dece a esta esclarecida p'ilitca.
Horrorizamo-nos quaudo temos de diser
que taes principios, e os de huroanidade a-
cabo de ser calcados o pe* nesta Provincia ,
pelos constituidos para smbolos da virtude ,
para iris da Paz em nm pelos Ministros d4
Igreja Sacerdotes <* l Nunca o
negro horror io mais impiaroente exercido
por mos sacrilegas, que o acabou de ser por
esses individuos contra quem o Ceo e a terr
se revolta. Mas urna vez nos quw mostrar a
experiencia t que peito broi.zeado ero que
germinou um coracio de lera inaccessivel ,
s mximas da sam virtude que os <*iia a
boa educaco.
Foi assim qne teve lugar o horrendo at-
tentado na Villa da Capella de que fallamos
em o nosso numero 947 e mais horrendo o
querio tornar por sua expanco segundo
um plano de sangue que se descobrio com
que surpreheuderio o Governo da Provin-
cia ( para ser substituido por uro monstro )
e conj ueta roen te a mais grada parte da mes-
roa que se deverio lodos achar reunidos no
dia 11 do correte no Engenho de S. Fran-
cisco por occasio do Raptisamento de urna
filha de seo Propietario o command inte
superior Joaquim Martius Fonles. Quiza
providencia que a precpilac,o ou a se le
de sangue dando lugar ao rompimento da
Capella pelo Padre e Racharel, Manoel Jo-
s da Silva Porto fuesse descobrir o plano
melhor magistrado e tomando todas as sa- at por documentos achados, e assim se acau-
bidas deu ordem a
lados : nao o b; tan te
romoer o logo por todos os lellassem as victimas da barbara impiedade.
i um to imprevisto assal- | Ah prelendiio esses monslros como ou-
imprevis'o
lo o Juiz de Paz coadjuvado por dous fmulos tr'or* os do Para fartarem-se no sangue
sustentou em sua dieza um vivo daquelles que se tousidero invencivel obs -
seos
logo vindo qor fim a suecumbir 6 horas tacuio seos disignios e que podendo ,
depois, quando Ihe lalou o cartuxame os nunca outro tanto Ibes tem quirido fuer !
malvados conseguiudo deitar a porta dentro \ desemtreados se exercvrio as paixes abomi-
suspendera por um pouco o logo a vista dos na veis ; ah se abjurara das luminosas ma-
clamoresda uesgracada mulher e filhos do *ia>ii3 do Evangelho e se cousegueria em
moito que ptdiad misericordia e sendo- m a ruma daquellas familias reunidas! !
Ibetntio permitlida a saida, ella com elles Gh 1 graude Dos ; usnos ser permettido
pondo-se de joelLos apreseula quelle des- agora exclamar com o Santo Job : e pode-
humauo 1 ade a lmagem do Crucificado pa '' le' paz quem tanto maquina, quem tan-
ta dtsafiar-lbe a compaixo e por ella Ihe > Vu resUte ? "
ptde que suspenda um pouco seu furor, pa- A precipilaco de urna parte desses mons-
ra que seja ministrados a seu marido os so- tros em acorometler ao Juu de Paz da Vil-
corros da Igreja em quanto, que elle semi- la da Capella salvou a Provincia dos muio-
moito, dava algumas esperaucas de os poder res e irremediavei males, e prevena ao Go-
receLer l hiu j de ebegar a maia o barbaris- eruo a lomar medidas preventivas que e-
mo utsse padre ; elle aasta de st a consterna- vitando o desfeixo de taes planos procurou
daespoia, e ajjoderaudo-se do corpo inda pelos meios a seo alcance a punifo dos mal-
palptlaute o fez rasgar com um punhal dos vados assassinos, desse infeliz, e bravo Juiz;
peiios at as vinil.as e assim o entrega a uia a veualidade porem do indigno Teuenle
uos assasainos queoarrasta pelo meio das Roberto, que cercou o Engeubo-Flor da
tuas publicas, n assim como eslava deitado Murta de Gonjailo de Faro Roiemberg ,
qu.nuo fot assallado 1 j onde se achava o acnlego Pidre Manoel Juse
Nao be possivel deixar em silencio urna ta Silva porto, frustou essa primeira posqui- | como mesmo a f a terem suas proveitozas re-
tii 1 iiSlaou* que muito coincide coro as de do crime. A despello das re juuicOea do exes sub e os negocios de um j ouird Pra-
Nos lamentamos o favor dado ao crime, e
anda mais o ha ver no corp de parmanentes ,
uro ofBcial lo indigno con mu lindo sjU
dados to distinctos e briosos.
Por noticias recebid.is constano que a
penas se levantara o cico do Eogenh'
Flor da Murta e se retirara a Tropa ,
se evadir o Dr. Porto com oito dos mata-
dores ero procura da estrada do Pene i), on-
de se io refugiar com o Vigsrto Gratuli-
ano Jos da Silva porto irmo daquelle Dr.
Porto j sobre carregado de presuropedes
disfavoraveis a respeilo de nio poucos a-
sassinatos e at o de sua proprii Vl qua
acabou com dois tiros, como voz puolica ,
a qual em crimes to horror otos praz*
Dos que so por indicios o rounlo delles
soubesse.
Ao momento de fazer este artigo temos
noticia de haver procurado refugi.ir-se uo
Termo de Itabaiana o Vigario Graiuliino ,
e estamos persuadido* que sua prizo se nao
virficar assim como que ero algumis das
Villas da Comarca das Larangeiras ondea.
Polica parece paliativa, encontrars estes .
e outros assassiuos tola a prole^o, assim
como aquelles, que armados de punhaes a to-
da hora lem escapado a vigilaucii di mes-
ma Polica e se o Governo nao procurar ho-
mens fortes e enrgicos para o encargo da
suas ordens se nao procurar por meio do re-,
crutamento afastar da Provincia tantos va-
dlos e malvados que podendo tornaram-sa
horneas uteis a seo Paii se tem constituido
instrumento da dissoluoo o qu bem fundada prezuinp;o de que teremos
de ver entre nos, um theatro de cirnit.'iua e
de disgracas.
Nao s o Governo quem nos pole salvar,
e nem seos dezejos sero satisfeitos sa todi*
as Authoridddes locaes o nao coidjuvrem ,
enrgica e pontual Authoridade cclexiastica, Delegada do Exro.
Prelado nao declarar guerra santa a mons-
lros sacriligos, que osteulo profanar os pre-
ceilos da notsa Religio e dar o mais escan-
daloto exemplo de ferocidade.
Estamos ltenlos aos resultados da sua im-
portante mtssao nao s a respeito destes co-
mo de outros devoradores dos Rebanhos que
Ibes sao confiados i leudo ero muito atiencio
o padre Rosendo que deu agurdente para
reanimar os assassiuos, e 0 Vigario Jos
Francisco da bilva porto outro irmo da
assassino eapatu que se encaminhou ao ca-
dver da infeliz victima e Ibe dirigi insultos,
deixando-o sea sepultura al que a forca o
obrigou aprestar-lba 1
Taes procedimeutos devem ser bero peza-
dos pela Aulhoridade Ecclesiastiea que j
mais deve tolerar o oarobrio da classe em que
to los os olho* so fito fazendo por atalbar
sua corrupeo a qml certameute nos leva
ao cahos das maiores desgracas,
( Do Correio Sergipense )
t
Recebemos da Parahiba o Verdadeiro MIo-
narchista al 16 do Abril e um de seus n-
meros deparou-uos um artigo debiixo do ti-
tulo Periiambuw em que o noiso cjllega,
depois de ter feito o elojio ao Ex-Pretideiita
o Exro r. Francisco do Rejo Rarros, diz ,
que o Constitucional Paraliibano, em seo n.
% do corrente nos considera coicloi duranta
a administrado do dito Sor. Francisco do
llego a ponto de nao ederevermos o que sa-
bemos de nao imprimir-moi o que se nos
dirige e que s com a sui retirad 1 poiere-
mos apreseuiar nosas ideas sonreos ne'oeus
administrativoi desta Provincia'}' e em res-
posta a islo ili duMi:
*!-oigamos com reproluzir emoona folhi n%
reflexo-is que os Reiacluies di Diario fi^
zero sobre a adminisirajo do tix n S-.
Reg barros, que segundo o Couititucij-
n it ih'.' tirina poalo urna mordica e tirado
a liberdaue de escrever } e seudo o arli o a
que nos referimos feito depois de ter o Sur.
Reg deixado a cadeira da Preileucia,
urna boa resposta ao tal pecurrocutuio.
esperamos, que os nossos collegas do Diario
cootinuem nao s a trauscreverein em seu
acreditado jornal o que julgarem a propitito
sobre a muera Paramos e mais infeliz Cert
ue acabamos de lallar. Aquella desgracada Lscrtvo de paz dos soldados que vtro
teguezia lie pnrochuda pelo Vigano Gra- este e outros criminosos coreos, e mesmo
luluno Jos u i.o ueiiou de Itr grande phile no alleulado le ja mais quiz eUecluar a busca e reltrou
i
Ltrpetiadu por seo Limao.
Nossos vuzts atenuadas pelo ligeiro esboco
a loica para evadirem-se os rdugiados-
bem baja o disvello do Governo, 'que
de suittsto lao tia^ico se eiicaaiuhx a t-na- promptameule demellio esse iudigno Odicui,
mar a aliti.cau do Exm. Pielado para que se deu oulras providencias adequadas com
Liooe aiinsiisr piuuplo lemedio s Ove- 1 que ja aecapiuraro doe por tal molvo, lie
II.. a daqntdl
ciuota ut
liotioi |.iiin |'iu Ewsuiu uj .r j----j" ----,...-.-^ ^utv. j/u III UIUIIYU, HC UOCIiaUO, (|U d. I|JJ II
da 1 iebut2ia tujo abaiiiluiio nao .aasiiu que pela Le esperamos ver de&airouia- uuca o Ex-Piesideule
iciilisici o tuiaifio de d. Ex, Ue- ca suntuodc e a i>aiurtsu, oso jorual, uuuo< u.
viucia emboia islo nao agrade ao oJousutu-
cioual Parainotno
, que muito se tem aur-
dido com a 1 usurea j dis arugos desla nosst
humilde folha
, sobre tuio dos qu; due.a
respeito ao assissiuato do -ijor Civalcauta ,
que convioba jazer ao esjuameato pira
socego de certa g^ute.
Agradecemos ao nosso Colleg o juiz i to
acertado que a uosso respeilo la*. De certa
dirigi as piuus u>
ujj acousoiuoa asu ou>
U


-
H
DIARIO DE PERNAMBCO
3
u
>
>quelle artigo e debalde o faria se tal de-
1ern>ina tludeiramente patriticos e nao aoarcbicos,
uernecido superior 0 externamente de bo-
re va ou grama no caso |Je uio ser erapeg
drado ou calcado para tnaior consistencia ,
que temos seguido ; antes delle por militas advertindo que todas as camellas, e seguran-
que seria mu prove tuso cas sao indispensaveis em trabalhos de same -
ve/e* ouvimos
sen
folha que censurasse a
que houvesse urna
sua administraco ; pois deste modo poderia
acertar melhor. Mas quo difficil nao fa-
zer-se opposico ao governo Quase sem-
pre ella se faz nao ao governo mas aos go-
veruantes e segundo alico, que dita o a
conveniencia particular do que escreve ,00-
dio a paixo e os intereses que o dominio.
Convencidos de que os Snrs. Assignan-
les cooperar em tudoquanto disser respeito
boa ordem desta Typograpbia encareci-
damente rogamos ( o que por vezes temos fei-
to), que os Annuncios que nos houverem
de remetler sejo assignados por seu proprio
punho e que nos nao remetto os que Ibes
nao pertencem j pois da facilidade que at
boje tem hav ido de assignarem-se os abeios ,
provm um dama o considera vel a esta nossa
oficina*
C O III III U 11 1 C a ti O .
Os dois ltimos dias do Snr. Alencar em
Pernambuco*
Na manlia de 1 a do crrente chcgou do
Note o Vapor paraense e logo se divulgo 1
a noticia de que nelle vinha o Sr. Alencar ,
presidente do Cear.
Excitou-se immediatamente a curiosidade
publica para *er esse hornera que no curto
es paco de quatro metes bavia dessoiadoa sua
patria fazendo pezar sobre ella a msis ira
supportavel lyrania. poucas pessoas pcrain
o poderad ver ao desembarque por lia ve- lo
eito sem demora e rerolbido-se a caza do
Sr. Goncalo Jos da Costa e S iramediata ao
caes, ero quedesembarcou.
Apenas chegou requisitou immediata-
trente buma torca para guarda de sua pessoa
dia e noite e em duas ou tres vezes que sa-
ldo lo i sempre acompanbado de soldados e
coin todas as caulellas que Ibe dictava huma
consciencia dilacerada pelo crime. Durante
toda a vigem do Lear.'i at aqui nao pregou
olbos 5 tinlia aempre a seu lado duas senti-
nellas e apenas no Vapor apparecia qual-
quer rumor, ello se mostrava confuso e te-
mido e no semblante carregado e lvido dei-
xava bem a seo pezar j coohecer os remoraos ,
que o deroravad.
Na occasio do seo embarque foi immenso
o povo que concorreo para ve-lo ; de todaa as
parles ouvia-se allrontosos apodos. No
meio disto mostrava-st o Sr. Alencar impa-
ciente por aproximar-se a noite e nao cbegar
o Sr. Senador Costa Ferreira, por quem se-
gundo fomos informados esperava o Exm.
Sr. Maooel de Sousa Teixeira j dirigi-se em
fim S. Ex. com o Sr. Alencar para o caes em
que se achava a Gallla e a 1 ropa postada ,
a este qual reo en lido na presou^a do Juiz
evero e luexoravel da opiuio publica ca-
ininhava apenas tremolo e vagaroso para o
logar do eibbarque, sem que nada devesse re-
cetar.
Lis o triste estado a que se v reduzido o
Sr. Alencar eis a recompensa que mere-
ce hum bomem que procura o goveruo de
Jiuma Proviiiua sua patria; que tanto o
tem accumulado d honras para cousliluir-se
seo verdugo, e lser pesar sobre ella bum
jugo deshumano i i
Quo diierente porem nao -be a sorte do
Sr, Francisco do llego barios 1 Uepoem as
r ideas do governo de 11 uro i bella provincia ,
queadministrou por 40 meses e recebe os
ruis expn ssivos teateuiunhos de gratidao pu-
blica : parle para a Lorie : e todos .-e apres-
sa a dar-llie demnstrateles de amor e reco-
ubecimenlo : no seo embarque tose ouvem
voses de btncos e votos pela sua lelis via-
rero ; emm o bxm. Sr. llego leva as sauda-
des dos bous Pernambui-anos, A.
n n i
Memoria e Provecto d'Encanamento de agoaa
potaveis para o loruecimeiito da Cidade do
ilecile de Pernambuco.
Loutiuuado JN. antecedente.
O macisso da represa be iuterrompido na
pane occidental por 10 palmos donde sabe
fcuroa caixade base quadrada lambem com 10
palmos te lace e coro a mesma altura do
anacisso ; toda esta caixa deve ser construida
com boa alienan* bero como a partes mais
prximas do paiedo devem ser delta revesti-
das a fju de lser com stiuelbanle cons-
liuttu bum s Mslhtnia ; desla caixa o
..'diluu d'agoa no actual a\ude sabe o euca-
jjuu-tulo. ludo opaiedao touvuu que seja
Ihante naturesa.
Partindo o encamento desto ponto segu
pelos lugares que vo nota los na planta e
com as alturas e declives respectivos ; e como
seja huma das maiores necessida les tanto
para a conservadlo dos canos como para a
maior correnteza d'agoa que o ar se nao a-
junte no encanamento em todos os pontos cul-
minantes temos dis posto pias de registo : se-
melbantes pias constad de huma caixa de po-
dra com sua lampa da mesma tendo duas
aberturas lateraes por onde se uera os dou
canos de bum e outro lado e sobre a lam-
pa buma torneira ; depois de assentadoi os
canos col oca-se a lampa fortemente soldada ,
e atracada com barras de ferro. O ar que
transita com a agoa pelos canos se depozita
naturalmente nos pontos mais altos e abi
embaraca a correnteza d'agoa e eteclua a
deterioraco dos canos mas adiando -se a
caixa com ca pacida de sumcienle aonde se de-
pozite o ar oceupa este a parte superior e
deixa hvre a commuuicaco entre os dous ca-
nos 5 como porem possa acontecer que o a-
juntamento do ar seja tanto que possa eneber
a caixa abre-se a torneira superi ir dei-
xando-seaberla emquanto saheoar, eei-
xando se apeuas comee* a sabir a agoa.
Estas pias de registos tem anda a vautagem
de iudicarem os pon js em que possa baver
algum inconveniente nos canos porque leu-
do-be observado a altura do repuxo em cada
huma quando o encanamento esliver em hora
estado tanlo no lempo de aclividade as In-
cas como durante a noite ; poder-se-ha jul-
gar pelas alturas que apreseutarem em outras
occasides se ha deterioraco ou entupimeu-
los, eem que lugares.
As roesmas pas devem ser empregadas em
lodos os pontos em que bouverem ramifica-
^es dos ei.canamentos. Quinto aos pontos
em que houverem cbafarues estes servem ao
mesmo lempo de registos, por huma tornei-
ra na parte superior.
Pelo que respeila a direceodo encanamen-
to geral, suas ramicacoea e colosaco de
(balanzas, bem cono as subid is e desci Jas
esto sutheientemente explicadas na Planta e
INivelamento e igualmente na Taballa juu-
la e anas observac,oes.
Para se colocarem os canos abre-se huma
valla com a profundida Je necessaria para l-
mar o declive dado pelo nivelamento e pelas
notas da Tabella o com a largura conveni-
ente para se poder trabalhar acama-se b.m
o fundo da valla e se for uecesaario por-se-
ba buma carnada de Ierra forte para facer o
fundo mais solidoj sobre este fundo so asien-
ta os tubos com pan i usos se torera de abas:
e com sida ou argamassa se forera de in-
iroduzir huns nos outros ; feito isto se prote-
ger a valla de modo que nao seja destruida
pelo lempo ou pelos passageiros animaes
etc., eassim se proceder at unir dois pja-
tos culminantes : logo que esta porco d ca-
nos esliver assentada se eneber de ar por
meio de bum fole ou d'outro molo, por
huma das extremidades e tapando e abriudo
alternativamente a outra se coohecer se os
canos estio bem vedados. Log que isto sa
verifique tapar-se-ho as extremidades do
cano com grossas rolhas para que nao entre o
p, e assim licuad at que co uecera a servir
para o trajelo d'agoa. Concluida esla ope-
racio tapa-se a valla outra ves so 'ando bem a
trra e com cuidado, e se a qualidade da
ierra que sabio da valla he em extremo a-
renosa ou de barro de olaria ou de lama ,
temperar-se ha com outra que se ade msis
prxima e que forme a consistencia neces-
saria por modo que as aluvioeas transito,
etc. num'a descuOra os canos tambero con-
vem para este lira que os canos fossem sempre
pelo menos i palmos abaixo da supercie
do terreno cauteila sufhciente unida as pre-
cauces referidas^
(Continua.)
vida do Here Luso lira/ileiro o Gran-
de Pedro de saudoja
m para estar debaixo djdjrnioii de outre
memoria cojos tra- cai&eiro e a vista mellnr se entender ; na
balhos famosos e heroicas aeges fasen o roa da Cruz do Recife arroizem n. 4^.
assumpto principal d'esta obra estiroavel. 01 cv Furtrij de dentro de uini*can)i. 03
Autor para assignar as verdadeiras cjusis1 log*r da nbeira dois inceradas oovos ten-
de tao maravilhosos acontecimentoi, remoo- do de cjannrimento radi uro rncoenta pal-
poess
ta-se a poess anteriores, e caneca a sus
nsrracao histrica pelas traicas do et In-
fante Miguel contra seu Augusto pe e Rei
O Joo 6 commetlidis em Maio de 181 i.
e pela segunda vez ero 3o d'Abril de i8i.{ ,
con o criminoso intento de desthronis-lo
cte, lujo comprovado por docuroeutos au-
Ibentieos. Recebem-seassinaluras para es-
la intersenle obra na loji de Livros da ra
do Collegio j,
SOCIEDADE THEATRAL REGREIO &
HNsraucgxo'.
A Commisso Administractiva, convida
aos Snrs. Socios a reunirero-se L)oron>o as 9
horas da maulla na talla de suas sesses ,
para se tractarem d'objectos interessautes a
Sociedade.
SOCIEDADE TERPSICaORE.
A Commisso Administrativa da mesma ,
convida aos Srs. Socios a reunirem-se no dia
Sabbado 24 do correute mes pelas 7 horas
da noite.
Avisos Diversos.
PUBLICAgiG- LirTERARIA.
Acba-se sobre o prlo urna Noticia Verdi-
ca dos aconiecimeiiios que livero lugar no
Cerco do Porto desde depterobro de 1UJ1 al
Agosto de iD3i Esta obra escripia por um
Liberal Portugus, que foi testerouuia ocu-
lar dos gloriosos fetos pralicados por Hroes
coevos e conterrneos seus digna da at-
ten(o de todas as pessoas que prezoacausa
da Liberdade e se regozijo com os seus tn-
umpbos. Ella forma uma das epodas mais
meiuoraveis da Historia moderna de l'oriu-
Joaquiro Luiz de Mello Carioca faz Pu-
blico que lera associadoero seu negocio a0
seu ex priroeiro caixeiro Guilherme AuffusU
Rodrigues Selle girando agora a sua cas
desde o da 15 do correte sab a firma Ca*
noca & Selle ficando poreste motivo ex--
wia a sua amiga firma e paralizadas .
todas as trausacoens da mesroa cuja lequida-
cao fica anda a cargo do sobredito seu socio
realizar j dando solucio como athe aqui
a lodo o aclivo e passivo do seu trnsalo es-
tabeleciment. Declara mais o infrascripto ,
que durante o espaco de seis anuos; o seu
hoje socio o serviu como seu primeiro cai-
xeiro sempre rom todo o zello e ledelidade
ao que lbe he summamente grato, e obri-
6ado
ar Aluga-se o segundo andar da casa da
ra Nova t U. 10 con a entrada pela raes-
ma ra ; a tratar na mesma, D, ,,
ar Pelo Juiz de Paz do j. Deslricto da
Villa de C ltete desta Provincia da Haba ,
se fas publico, que na cadeia da mesma Vil-
1 i j ae acba preso Clemente, mestico ou
tapuiado fgido a mais de quatorso anuos ,
dis que escravo de Antonio da Crui Noves ,
morador na Fasenda da L>uixaba Municipio
de Quibrabo ou da Villa da Uarra do rioro
Jardim Provincia de Pernambuco. Caitet
5 de Fevereiro fio 1841.
ar Precisa-se alugar um sobrado que te-
lilla commodos sutficieutes, para.uma familia
que 6eja no bairro do Recife e ra boa;
ad verte-se que nao Be repara peto aluguel :
quem a tiver aiumncie por esta follia ou
dirija-se a ra do Cordonis, teoda de ferrei-
ro de Caetanu Jos Coelno.
tar A pessoa que annuuciou querer com-
prar urapiauuij diriji-ie ao becco da Flo-
reijtiu 1 D. 5.
tsr Aluga-se o 3. andar da casa de 4 an-
dares da ra da MoeJa t os preteuieutes ,
dirijo se a ra do Vigario D. la.
tw Aluga-e urna ama boa com bastan-
te leite ; na ra do Rosario larga n. j. ,
primeiro and ir.
or* Na ra Nova casa de Hypolito Lave-
niie, concertador e afinador de pnaos, vea-
dem-se piaunos de todas as qualidades, e por
preyo coromodo.
%ST Precisa-se de um homem para vender
agoa em urna canoa : na ra da Florentina ,
sobrado novo ao p da mar.
ttv> Prcisa-se arrendar um sitio que te-
nba cas com cmodos para uroa familia de
mos e da largura da lona inda nao esti-
vo emhinhados ; suopsem-se terero sid)
furtados por al^um canoeiro de canoa de vel-
la ; quero der noticia dos referidos iurerados
tem 8^'joo rs. de gratifica co ; e recomnoen-
da-se 9 qualqner pesso a quero forero of-
ferecidos que os toma para entregar ao sed
dono na pracinhi do Livraroento D. 19 ,
e receber. a referida gratifica ci*
tST Deseja-se saber aonde existe nest
praca o Sur. Joo Bernardo ou Joo Ber-
nardo Bordes, que consta ser caiaeiro de ven-
da ; queira aununciar su 1 morada ou diri-
ja-se a rus Nova a para sa lbe entregar
urnas cartas.
t^* Quem tiver c qnzer alugar uroi pra-
ta ou parda coa boro laiie e sero Gibo ; di-
rija-se a ra Nova % que achara coro
quem tratar ou aununcie,
cy Quero annuuciou querer comprar <{
(Ueiros querendo a : procure na ra das
Cruzes D. 4 que se vendem em coala.
%ST A manb a i do correute se hade ar-
rematar peraote o Sr. Juiz do Civel da 1. va-
ra um sitio coro caza de sobrado e uro ter-
reno que vai pira a beira do ro pertencen-
te ao mesmo sitio uma otaria com terreno
na passagero da Magdalena ludo pertencen-
te ao finado Joo Rafael Cordeiro.
sar Urna Snra, de boas costumes, se pro-:
poem a tomar criaucas coro ama para se cri-
arem coro leite impedidas t e dezempe-
ddas e lambem se recebe as qua estiverero
j desmamadas para se acabarero de criar
com todo o mi rao e amor ; na rn da Peuha
no fundo do Lirrameiito no terceiro sobra-
do terceiro andar.
tsr Vende-se dois pranxes d'amarallo ,
com 5o palmos de coroprido, proprioi psra
laicas de canoas ; e tambero uro bicudo mui
caulador, co.ro gaiola d'araroe ; tudo por
preco corono Jo ; na ra de Santa Rita Nova,
D. it lado do nascmile.
*= Uroa Seabora propoero-se a ser aroa
de qualjuer caza para cozubar e coroiirar ,
nao lava e nem engoroa pois para isso nao
serve: a pessoa que se quisar servir, diri-
ja-se a ra de Hurtas, quero vero dos Mar-
tirios lado direito D. 3a que achir coro
quero tratar.
^ O carcereiro da cadeia da Cid dedo
Oliuda taz publico a quem competir que
na mesma cadeia se acha recoibiJa uroa prta
que dis charoar-se Catbarini e que sin Se-
nbora se chama Mara; a dita preti re-
presenta ter estado doeute o ero uso de re-
medios.
ar Troca-so urna casi na ra de 11 orlas ,
por preco de Bs'ooo rs. t por outra ero qual-
qner parte sendo de ioj'uoo rs. ; quero Iba
convier dirija-se a mesroa cazi da parte do
sul, D. a j.
ar Vande-se uroa escrava de naci, da
bonita figura lava eosinln e vend fi-
zenda s na ra do Fagundes defronte do
sobrado do Sr. Antonio Annes.
ar Quero precisar de uma aroa de leite '
dirija-se a ra da RoJa D. iJ.
ar Jacinta Mana da Conceco pret*
fjrra tendo ero dia deste mes annuuciado
por esta mesma f.dba a futida dura
cravo
seoes-
, de uoma Antonio tero agora por no-
, que ella uio fu gira roas qua l'ori
des pessoas bastantes arvores de frucio e
nao seja muito pequeo : quem o tiver, an-
nuncie.
ar Quen precisar uma ana forra para
caza de puuca familia para o servico de uroa
casa excepto engomar ; dirija-se a ra de
Hortas, i). 4> que acbar coro quam tratar
ar Aluga-se o i. andar e armasen na
ra da pr.ua cora duas frentes para a ra da
Praia e Fagunde : quero o pretender diri-
ja-se a ra da Cadeia velba D. 35 que a-
cbar com quem tratar.
^p> Quem precisar de uro pequeo por-
tugus de idade 11 a i3 anuos para laja de
i'aeiida ; adverle-se que tara alguna pralica
de loia de iniudezis e da-se alguns meses
ticia
desencaminhado por seu marido Paulo Mi-
guel; por isto fas publico, que ninguen
compre dito escravo pois anda nao est
pago nem tem a ciza paga, e o seu verda-
dero senbor vae proceder criminalmente
contra o dito seu marido Paulo Miguel ten-
tando aeco competente contra ella por ven -
der oque nao lbe pertence uero a sua mu-
Iber a anuuncianta de quero o dito Paulo
vive como separado e contra quaro useira e
viseiro ero taes procadimentos.
Perdeo-se no dia 16 do correute de ti
algreja de S. Pedro at a ra do Cabag ,
uns oculos de arma^o de ouro coro as letras
- Joo Moreira IVlarqaas. A pessoa que 01
acbou querenJo ra.tuuir dirija-se a bo-
tica do uiu-rao, que ser generosaroeute re-
coropeosado.
-- Precisa-se de arrendar uro sitio parto
da praga, qua teutu arvoreJos de roslo,
boa agoa e que tenba ierra para okatacodi ,
por terapo da tres anaos: quero o tiver dirija-
se deliouteda Riueira da \in Visia U. Jo,
?euda por baixo da un sobradiulio.
SSiT" Precisa-sa alugar uroa casa terrea no
bairro de Santo Antonio pira paqu?na fa-
milia ; dauOj-se de aiuguer at j.id m rs
gl, c um dos penodut mais brilhaules di pra |.raticar u<1 mesma, labutacao assiia co-quero a tiver para alugu-, aaauucta



B 1 A B I O # E PEBNAMBCO
I
en
X
%sr O abaixo essignado proprietariodoeii-
genh'o Rosario fregutra de Serinbaero lar
trente, que leudo liido ao Recife no dia afi
da mez p. p. no legresso de seu comboio
paraodkn cogenlio encorporo-se a seos
lanudos dous pelos inda hucaes para que o
mesuros comprasse e cunto elles nao sabern
dWer quem he seu seuhor faz por issa o
prsenle aimuneio para quem for procurar no
referido engenbo e dando signaes cerlos se-
ki entregues o mesmo declara que nao se
rtsponsabelisa por qualquer Hnislro que Ibes
poasa acontecer. Auloiiio Germano Iligueira
finio de Souza.
.car Nodiai3do crreme aehou-e urna
angada ainda nova quem for spii dono di-
rija-sea Olinda na praia de S. Francisco a
(aliar com Feliciaoo das Virgen**
la nova L). 19 ; a Iralar na loja de fer'ageus
do mesmo.
Or A'.uga-se par um anno um silio na
passagero da Magdalena margem do Rio
Capibaribe com encllente casa coxeira ,
estribara, casa deetcrevos, dita para feitor,
gainheiro jardim arvores de frueta bai-
lletena arribada com agoa aherta a esle porlo
na sua viagem de Bombaim a Liverpool he
efectuado no armazem prximo do da alfan-
dega nova e nao dentro do mesmo armanem
como por equivoco 'oi annunciado;e sera con-
tinuado sexta feira a3 do corrente ai 10 horas
da manli era ponto.
Compras
tsr Um escravo canoeiro que nao tenha
vici >s nem achaques ; na ra direita
do Machado.
padaria
Vendas
tsr CAUTELLAS da Sociedade Fortuna
Typogralica, da Lotera da THEATRO que
corre impreterivelmenle no dia 5 de Maio ,
t" Aluga-se o primeiro .-indar da asa da Lganhando a vigsima parte dos premios, ca-
liendo na surte de 6.000,000 tresentos mil ris,
a preco de 46o; nesta Typografia na praca
da Indepeudencia 11. ao na ra larga do
Horario toja de raiudezas U, 7 na ra do
Collegio loja de fazendas U. a do Sur. Mene-
itt e na de relojoeiro.
13" Urna escrava maca sera vicio sabe
hug com Francisco Duarle Coelbo ou na
casa forte.
tsr* Urna propredade de sobrado de 3 an-
dares e soto, era chaos proprios sila na
ra do Collegio junto ao do Sur. Manoel de
Car va I bo a tratar na ra de agoas verdes
D. 36.
tsr Urna morada de casa terrea sila na
ra dos Martirios D. 9 com 3 portas defrenle,
duas sala 3 quartos soto e urna meia
agoa no fund do quintal que bita para ra
d.i caiderera rende 18 000 por mez ; a tra-
tar no atierro da b ia vista na balica do Snr.
Morir.
tsr Um escravo de nacao mocambqun, de
bonita figura hora cozmheiro e urna escra-
va de idide de ao annos engamrna liso co-
zinha o diario de urna casi; na ra direita
l), ao lado do Livnmento.
SST" Urna escrava de angola de idade de
ao annos faz toda o servca de una casa e
tem principio de engammar e costura a vis-
cahidos com a cpela do olbo direto cihid
para baixo cara a marca no peito direto
que he um S com ura travessaio levou ves-
tido oras calcas de brim pardo velbo e suja ,
camisa de raadapolo tambera velha e suja ,
chapeo hranco de castor velbo; quem o pe-
gar leve a ra da praia serrara do Cardial ,
que receber 5o,o jo de gralificaco.
tsr* No dia iodo corrente euzentou-se da
casado annunciante urna escrava de nome Mar-
garida, de nacao, a qual he bem conhecid ijpor
cnnter osseguintes ignaes tem falla de ura
dente da parte de cima baixa cheia d.i coi-
po levou vestido de rscada de chita na
pesclo urnas canias daoradas com un croz ,
e nasorellm urnas rozetas d.j pedras brancas
francezas foi comprada a Raimando Jos Pe-
reira Bello a pouco tempa e na poder deste
vendia azeitede carrapato; quem a pegar leve
ao paleo do Terco sobrado D 68 na segunda
andar que ser recompensado.
tSS" No dia ao do corrente desapareo urna
\u ;jara capim Brinu.iI p*ra ura cavnllo; quera j cozinhar engoromar e coser ao compra-
o pretender dirija se a Manuel Gonsakes Pe- dar sedir o moti-o ; na pracinha do Ltra-
reira Lima na ra IU)Va junto a ponte da
Boa via'.a.
ISjr Aluga-se um grande olao com varan-
da na henee milito cororrodo por mdico
pieco ; na ra de agoas verdes l) 49
*.y Aluga se o primeiro andar dis casas
da luada alfandep.a velha O. 7 onde foi es-
uiptoiioda liquidacio Ido falletido Antonio
iVjarques da Cosa Sjares a tratar no se-
gundo andar d;i ruesma.
ly (Juera anuunciou querer comprar um
paonopara aprender dirija-se a ra daPlo-
r.'itina D. g.
tsr A Barra Ingleza Ellen arribada n este,
porto com agoa a berta na viagem de Bomba y
para Liverpool precisa de fundos para os
concertos necessarios para seguir a sua va-
ta do comprador se dir o motivo ; no atter- [ negrinha linda bucal que andava venden-
ro da boa visla na pritneira vend que Gca por <| Po de lo de nome Romana, leva, ves-
baixo da sobrado amarelo. uAo do "braii de UtlfM zues ja desbatada*
tsr Por muto commodo preco a posse de representa ter 14 para 1 a annos de idade, bem
nm terreno sitio nos affogados no lugar das parecida e chela do coy y, descoufn-se que
pocos, no principio da estrad* que vai para tenha sido furtada e por isso ro,p-se as au-
a Varzea cora 100 palmos de frente, duas ca- thoridades paliciaes e capules de campo, que
nhisdepedra e cal, e alicerces ja feitos del a t.veren nal.cus a manden levar a ra
tS- Um moleque de idade de o a 10 annos: para roai casas, tudo na frenle do mesmo do Caldereiro o'
n. prac. d. Boa \LTno segundo andar d terreno tem duas cacimbas con um ptimo *f Desaparece da eogenho Bujar. no d,a
sobrado I). ,5. 6 Unquo de pedra ecal dous ps de coqueiros ** *><"' ".escrava ladino de nome
Urna armacode loja cora parte en- "i do Inicio este terreno a vista do pre- Alexandre de rueuo macam'anjue tenia
virada Cierro puchados a porta tara- io por quanto se vende fferece muita vanta- por maior signal arabos o pes luchados e
ment sobrado pur cima da loja que foi do
Sr. Ilf fulano.
tsr Excellentcs charutos da Caxoeira re- 8a de cozinha ; na ra de agoas verdes sabra-
renlemeute chegados da Babia, era porco e do de um andar l). aa defronte da portada
a relalho i mu lo em conta; na na do Livra- Sacrista de S. I'edro.
ment loja D. 18 e no pateo do Collegio D. 10
tsr Um terreno no atierro dos afjfjgadas ,
tsr Roga-se as aullioridades paliciaes e
capiles de campo pesioas parlicultres, qu;
a|ireiienda par onde for vista a preta de no-
me Mii de idade de .\j anuo>, alta, mi-
gra denles abortos ladina como creoula ,
do
tsr raa propredade de trras ni ribeira logo adiante das casas da Sr. Brilo do raes- 6" u "I,! .1
rio Serie, da comarca de Nazarell da Ma- n>o lado cora 180 palmos de frente e 2oo de levou vestido de chita car d gann. con, lia-
vantan- res e"caroadas com b 1 hados largos foi es-
crava de Felippa maradoia na Tol onde he
casada com o preto Jo" cassange e lem um
fem para Liverpool em lastro por na estar ta ao ,) do engenho Cangaii no lugar chama- funda i este terreno oUereoe moito vanUn-
em estado de ir com a carga ; quem quiser' do Piraii i com mil bracas de romprimento e gem par ir todo o material ao p da obra,
adiantar os ditos fundoi rom s/guranca sobre 35o de largura, com 4 cambas de taipa na ra direita na padana do Machado.
o casco dnosme Barca di. ija-se aos Consi- m-deiras cortadas para levantar |u.- engenho _*J&W?*J&^^1 Ferreira a diante do Giqui ; a quem a pe-
gar leve a ra larga do Rumo casa de L'Vau-
cisi'o Antonio de carvalho Siiueira que re-
dono, que igualmente se vende juntame.de ptimo para lodo o servido ; as 5 pouta. e- compensara protesta ha ver dus de servio.
para J.isnoa. .... ___J.* ." ......i. :>.:.. i ^;. .a percas e danos de qualquer pessoa que a livor
encapada maliciosamente.
. ajr No dia 1 a do corrente fugb urna es-
precocommodo; na ra do Vigirio l). 16, auha-o, 3 pretos mocos de boas figuras e um eraade nooie Kosa do geuuo de angola,
P aV>a'narto anunciada nos diarios ns. casada Mendes & Oliveira. be bom canoeiro e oulro bom coiinheiro ^/^0.^.^14.16* **?.+*
i e 77 ja foi entregue no *eu dono o Sur. WT Um selim com pouco uzo e comes- um molato bom cozinheiro bom pagem e
Francisco Amaro Barbosa, com o corope-,'ribos grandes de lato no atierro da boa bolieiro e ura moleque de idade de 10 ali-
vala loja 1). i(j. nos na ra de agoas verdes casa terrea Deci-
Be- Urna preta moca e robusta cora boas ma 37.
qualidades e sera vicio lera urna cria e po- tsr O Hiato Brasilero S. Antonio Flor
__ de servir para ama por ter bom e bastante le- do Brasil, de conslrucco brasileira e de
lilbo de nome Vicente em casa de Joo Paulo
o tasro ua lucsuia uaiua unj-) ^.v.-a.-, ------------,------------------- ,- ------- Ferreir
.,,;,. c'raliii*- H wvorth Comuanbid "e 00 palmo casa de caldeira e .. purear, nos, cozinha, engoaima e taz todo o nerv-
T, dauzn 43 P', alera deste terreno ,em m.is outros anexos a ?o de urna casa ; no paleo do Car rao O. 7. S." le" rua ^ J" Hozmocasa de breu-
Lr Agosthiho da Silva Neves retira-se! "resma propredade per.encenles ao roesmo CT Uramoleque de idade de .6 .nos. "seo Antonio de cars
s)0<1_ dono, que igualmente se vende juntamente
or l)a-se a premio sobre pinhores de ou-i com da ; na ra do Vigario n. J cima 18.
10 prata e brilhantcs de 5o 000 a dou9 OT Man, e goraroa-arabia de superior tsr 4 pretas mocas de boas Gguras com
conloa de rifl ; na ra da cadeia loja de cba- qualidade ero boceta de meia libra, por boas habelidades engoramo, cosem eco-
fallos de idade de 3a annos estatura bai-
xa f um lano grossa do carpo, |.i peque-
us e nao falla muito explicada levou saia
e vestida de chita com lloressoltas muito des-
batada tem de cosiume andar pelas vendas
embreagaudo-se e isto mais frequeutemenle
tente recibo para ressulva do annunciante.
Avisos Mantiinos.
PARAOMARANHAO'sabeem poucos e ; na ra nova 1). 17 loja da litros le dir, excellente marcha ; a tratar na rna da Cruz pelobauro de fara de portas, diseodo que anda
das o Biit'ue Escuna S Jos ; quero quiserjSST C s seguintes livros ; museo pitoresco n. 4ti ou a bordo do mesmo deronlo do a
anegar ou ir de passagem dirija-sen el- : >aa 5o estampas contendo,8oo ohjectos por de fora de portas.
tinoGonsalves Pereira Lima, na ra nova <">oo o ilho de nimba mlher i volumes tsr Bichas pretas de llamburgo grandes
D. 12 ou a Firmino Jos Felis da Boza.
jl e i 1 a o
por 3ooo pateadas de ibeatro 8oo a priu- e baratas ; na i ut do Vigario n. ab
em servico de seu Sr. quem a pegar leve em
fora de portas do lado esquerdo tercira casa
p issaudo o ultimo beco onde tem escola do
meninas que ah tem recomendaco de seu
CT OuefazJ-O. Elsler por ntervenco alraz dos Mai tirios casa de 3 portas verdes,
do Corretor Oliveira quinta feira aa do cor-1 RaPe rea preta dito rolo ham-
renle, de azendascoroo sejo chales escar- hurguez cm gnalas, bicos finos al a lar-
lates duraques bjas, selinetas, pannos or- ura de dous dedos filas de garca de todas as
dinariose entrelios, lencos para tabaco, brin largura ricas bu para sinleirode meni-
trancados, chilas sarjas veludos lencos s ravessas de tarlarug a ifoa o par ,
chales de seda preta seda de cores lencos a Pe "* d marfim pan tirar piolhos di-
setiaados para grvalas e ouiraa qualidades, los dt alisar feitos era Lisboa sorlimenlo de
diversas as 10 horas da nianh na t ua do calcado Irancez para senhara e meninos, ade-
Vigario [). 35. I recos de lilagr preto cora briucos estojos
lNj mesroa casa e ras mesmas horas do dia geogrificoi, eeovas para limpar praia ditas
sexta eira 3 do corrente ha ver !ei!a'o por Paia denles, galoens de prata e doura-
inlertenco do roesmo Olveir das -eguiu- ,do r,;,os entrefinos boloens cora a letra A
tes fenageus e miudezas ; lacoens caixas pa-, P,a guarda da alfandega ditos para mari-
ra rape j agulhas, esporas, brides estribos "ha com ancora, ditos de Pedro segundo para
yvi juiw, i>uiDau.ia ue lllea(ro 000 aprill- o uaioiaa ua u i >.<> i #u. u i
cesa de Babilonia 800, Wecromc-M 64o 1 I IST Urna .ede pequea de carnario; na ^. para a receberem e gral.hcar ao po.lador.
litro de anedotas 840 bom hornera Ricadc cabanga casa que lera urna grade de ferro na ^ JNJdu1 '9 do Cr,e,,lfl lu3' um eSfi|-
n/.n fiMNa^J 1 ", i... vo moco, de idade de ao annos, do uome Jaa-
a4o, 5 uailes do panorama de 184o por 3ooo :'porta, Y tU .,. .,
. .. -r "ff~ 7 r i...._ miiin rsm (i hcni ili- allaMlA. ir..h.i itin i>m
ase' Urna escrava creoula de idade de a3
anuos, cozinha o diario de uraa casa, lava
roupa case cha faz rends assira como um
silio ua estrada do arraial, de muito boas ter-
ras para plaulacoeus decapim eoutra qual-
quer lavoura com arvoredos de Inicio ex-
cellente agoa de beber, adverle-se que o sitio
nao tem Casa por issa que acha-se cabida ;
na ra velba I). ti. jj
tsr Uuas pelas uma dolas com aa annos
de idade Uva roupa engomma e cozinha
perleilamenle o diario de uma casa e com
uma cria de 4 anuos de idade e a oulra pre-
quim esas othcio de alfaiale, trabalhou em
vanas leudas baixo do corpo hunda empi-
nada inus pequeas tallo de denles da
parle de cima boiolote andar maulo, c-
belo penliado falla baixo e discansado levou
alguma roupa como seja cateas de riscal.)
braneo aqueta de brim escuro e ciiapeo de
seda tizado -, quem o pegar leve a 1 ua direiU
U. 21 que sera gratificada. '*
vloviiiiento do Porto i
espelhos de jogo de damas lamparillas, agu-
li.eiros oculos, canulilhos tinleiros e ari-
eiros cartas francezas e porluguezas, facas e
garfos colheres e outros muios objeclos.
ta de idade de 16 annos propria oara qual-
quer servico ao co.njirador se dir o mod-
estado maior ditos para cavallaua apare- vo j na ra da cadeia velba 11. J
Ihos dourados vindosdo Rio de Janeiro para
isr Uma escrava de idade de aa annos,
guarda nacional a Jaoo cada um trancinha engomma cozinba CJSO fai renda e la-
una de 4 quinas frauceza para debrum de ea-
T Que fazem Gaskell Johnston ik C. MCM > mantas de hice de hlom a Jaoa, as
por intenenco do Corretor Oliveira. do; verdadeiras pilulas da familia em frascos de
mais esplendido ortiroenlo de leriagens finas! f>o rom o seu competente hdbeto supeno-
e dos mel'.ores goslos eroais proprics para res bichas chegadas ultuoamenle e oulras
tste mercado as quaes se vendero sem U-: muias corizas por preco commodo j na praca
n.ius un quanto a grecos, sendo esta cir-j da Independencia n. ao.
constancia e e de suas boas qualidades, re-I *i9" Um grande skio na estrada da ctsa
COflMfldago bstanla para animar os compra- | lorie para o .omeiro perlo do bauho coro
dotes, prmtipalmenle os caivetes, natalbs casa amiga mas com bastante commodos ,
de baib.a tbesouras lindo* faqutiros de estiibana cocheira casa para eicravos ludo
otegno conlendopatelbos de lacas e g .ros de novo cacimba COm boa agua de bfeber, grau-
Cabaa de piala alema ekc. sabbado a^ do cor- de baixa para cipim tai reno para toda la-
rtnle as 10 nous da manb no seu airna.'.eai voura propiia de silio, certa de liinoeiros
va roupa ; quem quiser annuncie.
tsr Um* toja de couros com atgumas rai
udezas tudo em cania sita na ra direita
U. 5 j a iralar na rita do Arago U. 3j.
tsr Uous bois mancos para carioca e
bastante ordos e Umnein aluo-se carro-
cas para conduida de lodos os genero iu la
por preco co.uinodo j na rui ue liarlas e-
cuua 11
da ra da Cruz. Advetle-se que este leilo
be em ccirifiuacio do tllectuado 110 da u.
5SJ O annuuciada di algodia \ Barca
as duas testadas piincipaes cafezeiros que
do annualmente 16 a ao arrobas, mais de
Lmil ps de fructeiras j a iralar na ra doCa-
iSCiMVoS 1'ti^l(lO>
^ iSa dia ta do carrenle lugio ou fur-
laro da ra a praia ura escravo de naci
benguell* de idade de a 4 a ad anuos pou-
co talla de nome Caelai.u alio bstanle ,
rosto comprido ,| grossura ^mediana beieosj
QNAVOS SAHIOOS NO CA ao
RIO DE JANEIRO ; Brigne Escuna de
Guerra Brasileiro Nictheroy Comman-
dante o Capito Pnente Antonio Conrado
Sabino o qual vai couiboiando as duas
embarcacoens que viera cora a Irop do
Maranha.
DITO ; Brigue Escuna Laura Cap. Lua
Ferreira da Silva Sanios e o Patacho Beja
Flor, Cap. Antonio Ferreira da Silva San-
ios cenduzero a tropa dita.
PaLMOUFU Patacho Ingtez Despalch ,
Cap. >1 de Gruchy carga assucar.
TRIESTC { Polaca (Austraca K.ndmiatia ,
Cap. Joo Ivowevich carga assucar.
EiNTRaOSNODIA 2i|
NEWTOoKj 4i dias Hiato Americana
i* lisa Mu ol Cap. Jtcob Corsaiiij, erjuip.
8 carga lastro a hcliramm.
UF.CU'E N4 IVP. ut; M. F. DE"F7^7ttf


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EECH4WCNG_2PO8SW INGEST_TIME 2013-03-29T16:42:38Z PACKAGE AA00011611_03762
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES