Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03758


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Full Text
NNftDF.1841. SabIIAPO_______
Tuilo agora dependa da nos masmos ; da nosia prudencia, modera-
r o, e energa : continuemos aomo priocipiamos, a seremos apuntados
con adaairaeb entre as Mace* snais collas.
Prodamaco da Assemblea (eral do Brasil;
M
Sobaereve-se para esta folln a 3ooo por quartel pagos adiantadow
dcsU Typogralia ra das Crutes D.3, a na Praca da Independen-
cia, n. 37 c 38, onde se recehem correspondencias legalisadas e an-
niincios insinndo-se estes gratis sendo dos proprios assignantes,
viudo aaagnador.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES
Cidade da Parahiha a Villas da sus prelaticio ...... .\
Dita do Rio (irinde do Norte, a Villas dem.......(v u .
Dita da Fortaleza a Villas dem..............V"*' 5e,Uf tmm
Cid.de de Goianna...................../
Cidade de CMinda...................... Todos os dlasj
Villa de S. Anto...................... Quintas letras.
Dita de Garanhuns c Povoaco do Bonito......... lo, a 14 da cada raes
Ditas do Cabo, Serinhaem, (lio Forraozo, e Porto Calvo. 1, 11, a 11 dito dito
Cidade das Alagoas a de Macei............ dem dem
Vill da l'*i'; da Floras..................... dem 15, dito dito
iodos os Correioi parten ao meto dia.
PHASES DA LOA NO MEZ DE ABA.
La CKdia a 5 as 11 b. a 8 m. da tard.
Quart.ming. a i3- as 7h.ej11n.dman.
La Nova a 71 as 0 h. a 10 m. da man.
Quait. cresc. a a8 as 6" li. e jf m. da man.
Mare eheia para o dia 17 de A'iril
As 1 horas a 18 mnalos da manhai
As 1 horas a a minutos da tarda*
17 de Abril. Niff. 83.
CAMBIOS. A ntx 16
Londras...... i d. por Ijooo ead.
Lisboa ......80 por o|o picnwo por metal otierreido;
Franca......31o reis por (rauco. Comp. Venrfi
OURO .Moeda de 6f,oo reis, velhas 1 .'-.... Hfrpo
Ditas ,, novas i, j >o 14700
Ditas de aooo res, Sjfioo Hf jno
PBATA -- PaUcoes Brasileiros.....i#68o iftoi
,, Pesos Columnarios----------- 1/880 17 o
w Ditos Mexicanos ------- iltioo i,ji(>i3
Miu^ia. ............l#46>- 1*4
Desc. de bilh. da Alfandega 1 i|8 por loo n.. mea. I ojo
dem de letras deboas firmas 1 l|. a 1 1 *
Moeda de cobre 1 por 100 de dise ao par
Jedulas de pequeo valor l|i 0|o a I 0|0
DAS da semana.
13 Segunda 1. Oitava S. Victor M.
13 larca *jf 1. Oitava S. Ilermenc I ;ilo >I.
is Quarta S. Tiburcio M.- Audiencia do luiz ila H. la 5. MM,'
15 Quinta S. Bullista M. Auliencia do Juia de Direiio da 5. vara.
16 Sexta S. Engracia V. M. Au tienda d> Jais da I) da 1. v.
17 Sabbado S. Aniceto P W. -- llellac.'io a audiencia deJuil de D.
da 3 vara.
18 Domingo da Pacoee| S. (laldinc B
PERNA JIBUCO
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia i.f do correnle.
Officio Ao Commandante das Armas,
communicando-lhe que a Presidencia, de
THESORARIA PROVINCIAL.
ED1TAL.
O Illra Sr. Inspector da Thesouraria das
Rendas Provinciaes manda facer publico
que em virtudeda Lei perante Tribu-
nal da mesma Thesouraria se ho de arre-
matar em hasta publica a quem mais der
nosdias5 7 e 8 de Maio prximo vin-
conformidade cora a sua informacao tem con- douro pelas II horas da manila os s eguin -
cedido ao primeiro Cadete do terceiro Ba-
talhode Arlilberia Manoel Joaquim de Cas-
tro Madeira licenca para se Matricular na
Aula de Francez do Liceo desta cidade.
Dito Ao Commandante Geral do Corpo
de Polica, para faser seguir para a Comar-
ca do Bonito os Sargentos e Cabos que de-
vem servir no respectiro Destacamento vis-
to lero Prefeito da mesma Comarca parleci-
pado achar-se completo o numero de a5
J'racas que se mandaro engajar para com-
por o referido Destacamenio.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Boni-
lo, communicando-lhe o conleudo no prece-
dente cilicio.
Dito Ao Rm Governador do Bispado ,
enviando-llie conforme a resilnco da As-
semblea Legislativa Provincial urna repre-
jenlaco dos habitantes da Ribeira do Moch-
lo em que pedem a cteaeo de urna Fre^ue-
sia e oerecem o Patrimonio preciso obr-
gando-se a erigirem a respectiva Matriz ; a
fim de que informe sobre esta pretenco in-
terpondo o seo parecer.
Dito Ao mesmo enviando-lbe iguilmen-
le para dar o seu parecer ; sobre o reque-
iimenlo de Anto Alves de Souza e outros
moradores na Ribeira de Mochlo Fregue-
sia de St Ftls do Buique emque pedem a
A. L. P. que seja erigida em Capella por
elles edificada no lugar denominado-Ala-
goa de Laixo.
Dito Ao Engenheiro L. L. Wanthier,
respondendo-lhe que pode levantar a plan-
ta da Fortaleza do Brum como requesita em
seo officio de 2 do corrente.
Dilo A Cmara Municipal de Olinda ,
comrounicundo-lbe que a Assemblea Legis-
lativa Provincial approvou a quanlia de bou
reis com que loi augmentada a graliGcaco
de igual quaotia queja percebia o Ajndmte
do Porteiro da meaina Cmara Beruando Ce-
Bir de VI ti lo
DitoA Cmara Municipsl de Santo
Anto, parlecipando-Ihe ter a Assemblea
Legislativa Provincial approvjdoa gralifica-
co de tent e cincuenta mil reis concedida ao
Procurador da mesma Cmara J. J. l<". Coe-
llio alem da norcentagem que I lie concede a
Lei do 1. de Outubro de 1828.
Dito A Cmara Municipal do Bonito,
communicando-lbe ter a Assemblea Legis-
lativa Provincial, approvado a gralificaco
de uooooo reis que a mesma Cmara con-
cedeo ao seo Secretario Candido Jos da Sil-
tes Impostos t
1. Dous mil reis por cabera de gado que
or consumando.
2. Dizimo de gsdj vaceum e cavallar.
A arremataco de cada un destes rendi-
mentos ser feita por lempo de tres anuos
contados do 1. de Julho de i8|i a 3o de Ju -
nho de 1H4 1 e dividida segundo os diversos
Municipios da Provincia leunind j se ao de
Flores o Julgado de Tacaral e ao da Boa-
Vista o de Cabrob.
As pessoas que se proposerern a estas arre-
maiaces, comptreca ni Sala das Sesses do
mesmo Tribunal nos dias a cima indicados ,
munidas de Fiadores idneos.
E para constar roandou o mesmo Sr. Ins-
pector atfixar o presente e publicar pela
Imprensa.
Secretaria da Thesouraria das Rendas
Provinciaes de Pernambucj 1. de Mar<;o de
1841.
O Secretario
Luit da Costa Portocarreiro.
ANNNCIO.
A Tbesourar--' provincial paga o me de
Fevereiro aos Enpregados que nao percebem
emmolumentos nos dias 16017. e aos que
vencem ditos emmolumentos nos dias i;>, 'JO,
e a 1 do corrente tanr.,
Thesouraria provmal de Pernambuco l5
de Abiil de 1841.
Joo Manoel Mendes da Cunha e Azevedo.
Thesoureiro.
Diversas liepartices
C0RRE10,
O Brigue Nacional Indiano Capito Anto-
nio Carlos de Azevedo Coutinho sae para o
Rio de Janeiro,*no dia a do corrente.
PREFEITRA.
Parte do dia la do crtente.
Illra. e Exm. Snr. Foro honlem pre-
sos pelo Sub-Prefeito desta freguesia o pre-
CAMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SpssSo Extraordinria de a5 de Marco prxi-
mo passado.
Presidencia do Sr. S nizi.
Comoarecer os Snrs., Mamede, Neri
Ferreira, Costa Monlniro i Mello Caval-
cante Cintra, Rios, eCarneiro Monleiro,
faltando com causa partecipada os Srs. Bar-
ros.
A berta a Sesso, e I ida a acta da antece-
dente foi approvada.
O Secretario declarou nao ha ver expedi-
ente.
Continuou-se cora a apuraco dos votos
para membros Assemblea Legislativa Pro-
vincial ; e tendo-se apurado as actas dos Co-
legios de Serinhaem, Pajau' Brejo, e Boa-
vista e passando-se apurar os votos do
Collegio dj Bonito o Snr. Presidente, con-
sultou a Cmara se devia apurar os votos do
referido Collegio, vislo as Ilegalidades com
que aquella Elleicio linha sida feita como
se evidencia da respectiva authentica ; posta
a materia a votacj depois de alguma dis-
cusso deliberou a Cmara que nao fossem
separados os votos votando contra os Snrs.
Presidente, e Cintra.
E por ser dada a hora levantou-se a Sesso,
e mandara fater a presenta em que assig-
nara. E eu Francisca Ant onio Rabello ,
Secretario interino a escrevi.
Sousa presdate Mamede Neri Fer-
reira Costa Monleiro Mello Cavalcanii -
Cintra, Rios Crneiro Monleiro.
LISTA
Dos Cidados da Comarca do Resife que es-
to as circunstancias de. ser Jurados no
prsenle auno de lrt-j 1 -
Continuado do 11. antecedente.
Manoel Jos Vianna.
Manoel Paulo Quintella.
Manoel da Silva Ferreira,
Manoel da Silva Ferreira Jnior.
Manoel Romo de Carvalbo.
Manoel Antonio de Souza.
Tenente Manoel Cavalcanti de Albufuarque
Manoel Elenteiiodo Reg Barros.
Miguel Jo> de Almeida Pernambucj.
Manoel Jos d'Azevedo Amori m.
Manoel Joaquim Rodrigues.
Manoel Goncalves dos Santos,
Manoel Joaquim Ferreira.
Manoel Jos dos Santos.
Manoel Anianio Gongalves.
Manoel Joaquim Pertira Labo.
Manoel Joaquim Gomes.
Manoel Francisco Pereira.
Tenente Manoel d'Albuquerque Mel.
Manoel da Ressurreico C^nbso.
Manoel da Rocha Paranhvis.
Manoel Pacheco de Resende.
Nanoel Theodoro Rodrigues.
Manoel Coelho Cintra.
Manoel Buarque de Vlaced 1
Manoel Ferreira de Almsidi.
Manoel Joaquim de Souza.
Alferes Menoel de So .a.
Alferes Manoel Zefiri.iu Je Cistro Pimentel.
Manoel de Souza Carneiro,
Manoel Jos dos Santo*.
Manoel Antonio Simes do Amaral.
Manoel Bernardino Monleiro.
Manoel Caelano Soires Cuneiro Montei lo.
Manoel Gregorio dt Silva.
Manoel Jos Martins Ribeiro.
Maximiano Francisco Duarte.
(Continua.)
PUBLICACAOW PEDIDO.
Martim Francisco Ribeiro de Andrad,;,
Presidente do tribunal do Tnesouro Publica
Nacional declara ao S.ir. Inspector da The-
souraria da Provincia de Perinmbuco, qua
nao sendo possivel aos h'mpregados de Fasen-
da exercer conjuntamente o Enprejo de Juil
Paz, cumpre que no casa de nao pelire n a
escusa que Ibes hade ser dada na conformi-
dade da artigo 4 da Lei de 15 de Outubru de
ida; deixeni o exercicio das seus Empregas
em qu uito servir o de Jutzes de Paz, suapen -
dendo-se-lhes os seus veneimentos.
Thesouro Publico Nacional em jo de Fe-
vereiro da H4I. Mirlira Francisco Ribeiro
de Andrade.
\eira.
Dilo Ao Juiz da Irmandade de Nossa
Senhora do Livrameuto significando-lhe
quetendoa Lei Provincial Numero 5a con-
cedido a dita Irmandade cinto Loteras de
SojoouUcoo reis cada urna, e constantando a
Assemblea Legislativa Provincial terem ellas
ja coirido e haver a Irmandade continuado
a lazer extar um sexta Letena cujo bilue-
leslem sido auuunciados a venda pelo Diario;
ll.e oideua que informe com a mxima pos-
golpes em outra
Cadea ; por um soldado do Corpo Policial a I Mar
prela (Iraca escrava de Venancia Francisca M*i
lo Manoel, escravo de Anna Msria do Carmo
por estar armado de um compasso para fe- | Manoel Figueroi de Faria.
rir a Joo Antonio de Mendonca ; pela 1. Manoel Antonio de Jezus.
Palrulha do destricto do Ribeira a prela Rosa, | Manoel Joaquim Carneiro Leal
escrava de Isabel Mara por ter dado uns Manoel Lfigenio da bilva.
preta ; foro recolhdos a Manoel JosTavares da Silva.
Manoel de Azevedo do Nascimento.
noel Antonio Monleiro d'Andrade.
de Almeida, pedido de Bernardino de Se- Miguel Antonio Pereira d'Oli veira.
na, com quem biigara ; foi SOU ; pelo Lo [Tenente Manoel Felis Ramos,
mandante da Guaru> do Muiguiuba o pirda ; Padre Manoel Florencia d'Albuquerque.
Antonio escravo de Manoel Cabra! par Manoel Francisco de Moir*.
Ihe ser apprehendida urna laca de pona foi
reaellido para a Cadea ; e pelo Sub-Pielei-
tn de Maianguape o Indio Antonio de Paiva,
por s\er desertor do Biigue Fidelidade loi
reoieltido Salla,
Maju .Manoel Bezerra do Valle.
Mbnuel tote Teixeira Bastos,
lenle Miguel Allonco Ferreira.
Manoel Pedro Moreira Temporal.
Padre Manoel da Conceico.
siVefbiewdade a"cercare obiecto'cono'r-! 'E'oque consta das partei hoje recebida| Manoel Joaqui.n Pastal Ramos.
me resolvto a referida Asamblea. j nes^a Secretaria, I Miual Joaquim de Menezes.
Gorrespoiideiicias.
Srs. Redactores^
J quesomis chegados epocha en que a
nossa Administraco Muncipil ta > desvela-
damente se empreg em vinar-nas d s ver-
gonhosos desmazelos das administrares pas-
sadas ; pens que, atodis cabe o deverde
faztr quaesquer jndicaces que par vnturt
tenda ao bem publico c que a uossa illus-
trissims Cmara possa aproveitar. En quan-
to a mim gostnsiraenle 1 re por cumprir can
este insen'.ivo todas as vezesque eu :ne passuir
de que dalguma maneira pjsso concorrer
para lia louvavel fim.
Entre os immensos bens que nos legou o
nosso estimavel ax Presidente Francisca do R
barros sem duvida um dos tniiares a aber-
tura das ras da Guia e Apollo para o Arse-
nal. Este bem que necessaria e determi-
nadamente acarreta outro bem pouco menor-
qual o da remoco do parto das causis tor-
na d'urgenle necessidade o entulhar e aterrar
immediatamente um novo porto, para que
desde j se possa livremente p >r ali transitar ,
e remover quanto antes aquelle porto inmun-
do e mesqainho.
E como tambem aos perseverantes esforcos
da lliustre Sociedade llirmanico-Tueatral
devemos edibeaco de um dos mais formasos
e elegantes edificios d'esti Cidade collocada
ni ru 1 d Apollo ; al por esse ponderoso mo-
tivo desi-jamos que se cuide ness; a'.err.i ne.i-
to para que quaudo a Sacie la I i enceU OS
seus diverlimentos possao os canos transitar
commodamente para ali e dar uo, itetaais con-
curren les urna passagem decente vw^ ,iue
...
\R ENCONTRADO


t> i I O bE PEINAMCO
>e nSodaia cm quanto se nao fize
(erro.
er aquello -, queda sufficiente para ojogoeRaz d.isma- vem cora a continmca a cauzar-nos fas- aliar ; a queda d.) lempl > l'rai apon si todas 83
quinas, e essim se formara perlo de huma lio. Con veto pois allerar os assumplos de ruinas. A ordem que preside 10 universo,
Iilnslrissi- legoa de repreza contada pelo leito do Rio Be- manera qua nem sempre serios, graves e he bum grande molella oiierecido pela Di-
Oxal que a solIirilr.de da ncssa Iilostrissi- j legoa de repreza contada pe
rn* Carrera trueca al^uma alter.co ( como fciribe rom os incontenientes ponderados compissidos, nem sempre folgazes e clio-
Hitamente pelo tlrsejj que tenho de coiicorrer canaocento d'agoss a comees r da Povoaco Dula o cavaquinbo passemos a materia
d'idguira iraueira para objectos que tenda
ara o Ltw puLlico.
Uro aiionvnro,
vinJade bus Iracos humano*. Sj transporta,
mos ao mundo moral essa lei de altraceio e
de harmona universal que re/p o raunij
Snrs. Redactores,
Fassando noca noife d'eslas peFa Ponte da
Pea-vista trcirrauhado de n inha familia ,
ao entrar na ra Nota ou\i proferir as pa-
lavrss irais olcer.as rrais cflensivas da mo-
'al que at enlao aje/ar de rr.e adiar j
t-ro ama idade avancada utir tinhn ouvido.
Usas pouras de mili eres depravadas de
rtmeos da indita pete, e at desoldados,
ii' coslumo juntar-te rro I>aixo de uro le
H-tiro que i ao entrar da ra da Sol que ,
sm refpeito s familias honestas que por
oli trerao seto temor a Polica ( porque a
nao temos) e rom escndalo des bonscosto-
n rs fsziSo tal algczarra proferindo as pa-
lavrss que mencienei Este teilieiro fot e-
ilifctdo para os trabalhadores da referida
Ponte e cerno se nao laca tnais neressario
ata esse hm perqu a Ponte est conrlui-
<(a, cu espero que c digno Sur. Inspector Ge-
r .1 das Obras Publicas o mande dtmolir para
uso ettar servir.do de coito a gei.le que indi-
que! cu quando para alguno Oiister do servi-
co Publico leja inda preciso conserva-lo ,
6. S. requetite a A u< 101 idade competente
ii te para tanto i:o est auvtori/ado ) para
que passe as mais teiminantes ordeus a urna
senlinella de Polica quealiba, a f;m de
rao consentir adjuntos e a repetico de sce-
i.ns to imotaes.
l'sia tduttt: < a rao esrar de-!iza a pessoa
alguma e por isso tu espero que os Snrs.
jRrdrctoies seprealaise de born grado a ,ua
pubiiiidtde, e at ajuntiu afumas rtfle-
xoen. intosde que quanto fea txptndido
a wudtde Observada pilo
Aaiite da Moral Publica
de Bebiribe pelo menos na extendi albe ao desie numero. Aquelles que ensimado 1 I pbjsico teremos a religio. Tolas as par-
largo da Boa-vista, de 4ioo. bb. moral regeitio a sssstenca di reli;ia, es- les do universa estSo ligadas entre si eo
Pcder-sc-hia empregar o Vapor exclu- forca-se por mitrar que o interesse pes
va mente cu em concurso con a Maquina soal he acorde cora o interesse publico j ver-
Iiydraulics que se consttusse coto a repreza dade, seo) duvida, mas complicada e 11 seiis
de altura deminuta como se tem leito rom desenvolvimientos, e que i.'isensivelroente ei-
vanta>cro em varios pases ; pjrem observa- biria em o numero dos preceilos duvidosos ,
remos que a elevacio de ago por meio de seareligio lite naa.lessea sui asumne-
rcaquines be geralmente lUgeita aos incoqve- cao poderosis3ma ; e aiuda sendo ex teto que
urentes de inlerrupjo, ou ao menos de per- ha harmonia entre o interresse pessoal e o pu-
lutbicr.o, por onoi reuriis que po.lem pri- blico njdeiit de ser falso o dar hum e
vur por lempo roas ou menos prolongado ou'ro denles motivas como a nica bise di
huma l idade to populosa de hum genero de moral, por ijne o egoicno nao pode serobi-
I rimeira necesidade. ; onvem porlanto ob- gatorto j e a ulilidade geral, muias veKi
ter outras ageas tue n i S'ndo inferiores em mil compreheudi 1j ou pou:o conlte^i la.
.uali;l .i:e e sendo sultidentemente abun- aHem disto ubjrdinada a variaces imoosUs
dantes lenba naturalmente a altura neces- pelas circUnsutnuis. ** A naturesa butnana
s.iriat eabora oeucanamenio seja mais Ion- (di* De Le vis J Hte to frgil e taiieravel, que
go pois que O excesso da despega uhi fem 0> horneas tiourados fallos dtt feli^ia'j t'ieu-
ser ccrcpensado pela maior seguranji, e rr.e tremer coco sua aniseida vit'iule con
pela econouiia resultante com a e.xclusj da osdiucirmos d corda como seus prigosos e-
depeza de Maquinas e sen cosieo. quilifafios.
hm quanto ao aptoveiumeuio d'.i;-,oi u
Bepteta anual sao lao roaiuleslos osseusde-! os bomens pois, laea rjttaes s) por sui
feitoSjbe laomsalubte o terreno q' a circunda, nftt',reiJ e oitu.cpo ni orde.n social he mis-
to impura a agoa qu- ora all se aproveita ,' ter oulr.i autiiorida Je que uio o m-o racio-
lao decidida a inlluencui da mat soli.e a dil- cinl l,4ra oa afeicoir ao CtitOpriieatO d)t
ferenca de nivel to contiendo o intuito das 8,us deveres porgue estes commejo an-
che ias do Capibdiibe que ociosas se lornoj ,e 1ue o espirito seja cultivado e no mo-
quaesquer reflexes a sem'liante respeilu. j ooei.to em que m lis pa !er temos de faser bem
O lliacho da Pial he da luelhor agoa co- f m"' *> P)is i-nporta mais ;s naces e
R'tmrria e Projecto drFr.canamfnto de ag03
reinis para o ferrecimento da Cidade do
I\t 1 i fe de Peniambuco,
Fnrarregodos pela Comranhia do Encana-
n tr.lo drs rgras dc?!a Cidade de appresentar
l,i m llsr.e relativo o lo importante objecto,
ft i o r.cssn ptiir.eiro liabalbo preceder a hum
rtcci l.etiroento dos maranrihS nais proxi-
ttes da Cidade e que podessem fointcer a-
f,oa 1 clavel rm abundancia para seu abastec-
usi.to, e;;ilrrcs, a ttmetardo JVetle, os
Erguietea : Rio HebitiLe Bacho da Frata ,
liatbo do iV'etaro e Po Cartatagil e fr-
a: do n ais a l este a rscente do Vlcnteiro.
I-i tunos a I,urna Liee. xpesicao dascir-
tri sienc ias cte eppifet;la teda l.omdesles
ai i> tu itif s e tempatenes suas l, ..dades,
O Bio libitile he|erenne e scbejtr.ente
eLlcdanle para o loii.ttiatiito da Lidade ,
per dr (ctstanterreiite mais de ico palmos
ttl icos ftr cada segundo a sua agua be de
txtlenle qualidade sendo loteada acinia da
l'oicaio do niao r.oae, legar este em que
ti c 11-11 M r irfisivtlnente tuperior as mai-
cits urie's des l'.Lui.cnus naso declive do
Piel i ni. 1 piuco ccn.>idera\el, e de c.eito
ntici de .t:ma jcli-g^da aliii ie tjftiits>t, epttialntnie em dous
Jtfjuts 1 tic ptotagMB das goas do Capibara
le iera a tc'.ual teprea ao ttbiuLe em oc-
tazitct.s de grtedes cjbeiaj,
Atl sr.c'o-ie cstu nivel pcrtantoabaixodas
iiczsdos rbaaiizcs que t^ Gititie se pcsso
teltlntr, 1.a doot aeios iinircapara re
atdar staill t.te inconveniente pnmeiro
]fltk\i,(o tas ogcasccni 1 krea de Viu-
yrina*; stj-utdo pe 1 urca [tprtsa ftila a-
ina ta KcxoaCjto im lujar piopiio: ota ues-
te cpo su.to o l.iodehuui Ctiiive (.lucido,
BU.da naxeg&ve! u gunde distancia huma
lepitza paia elevar a egcaa ulluia tal que ,
fujtiiciRt te as Litas dosebalarMS, ven-
isse e ittislti.tia (Je lum Aqutueto de di-
SUMCfCBOldhtams, laiia alagar legoas de
tCliti o tiirca ta rej iim tlutl pieuusindo
ttsta seite melts anda u aiotes que esta, vis-
1. (,t t a lUMtxidcde to liar altnua tui par-
te tus j tii.itosos afieiloa*
iltsia o ntio Ce eit\6t a *gca pela ac t e R ei i...s j cus |ie'iiao ter iiuvitas ,
ljela nitna a^tt. cu Hlo ce 1: ouo que ,
iji.itt t c ce id,, u sua u-bia e \1Lt1daOe ,
tit\t.'tt a ijUii.-uottt htitesana para abaste-
tr catttttL(iu ti. i;,:.(u eiitis de cutro
n tttr tjie i.tue t..-c uoeiia ii o \ii 1.
Auii4Urf> da jjCa ttt.Oo tooio^dis-
Hus, i. Lito [tijiiua ttiiMiu liter huma
mju. Ct aign t trujes blrji ct..tu:ir
ni ecula as visinhaneas da Cidade e a al-
tura da sua nascenle lie mais de 60 palmos a -
tima do solo do Hecife alem dislj a pureza
das figoas na lie periurLada pela nAvegai,o ,
e 1 ode ter lomada eoiedi 1 lamen'e a tQa nen-
ien,a ealli iticajn.ei.tf policiada pela Lo.li-
pa tibia
Em huta pequeo a!e 5ooo. bb. aoN. O,
da Cidade so lorma esta preciosa oute o
terteno do seu leilo e (inundantes lie geral-
aente arenoso e de Lautos e pedra mole as
vtses argaroassada com seixo ou fragmentos
de pedra mais dura o volume da agoa que
se conseiva sempre puto be uiui pouco va-
riavel, podendo-ae cuaiar coui periu e ib
palmos cudeos em cada segundo quantidade
'exuberante para abastecer huma Cidade in-
dustriosa com mais de 100,000 habitantes.
Esta nascenle lica mais remota i5oo. bb
do que a da Pofoaco de Bebiribe poren
tem a suffiiente altura para dar o declive ne-
ressario ao encauamenlu roesmu adoptando
diroensoens pouco consideraveis para o Aque-
dueto
O Riacho do Macaco nasce ao Occidente da
Prala em hum vale que Ihe fica parallelu e
na distautia de too. bb. as suas agoas sao
menos abundantes menor a aliura da nas-
cenea e a sua distancia a Cidade hua pou-
co meior e por Ues rasoens nao poder ser
pretendo ao antecedente.
O Rio Camaragibe petcipila-se encaxoei-
rado entre pedras prximo a Campia e -11-
genho do mesmo aune e d'ahi depois de
hnm curso pouco veloz e tortuoso desagua no
Capibaiibe junio e cima do Artaial de Ape-
pucos engrossado j com o? dois tributarios
proxin a e aalenrmenle mencionados; o vo-
lun.e das suas agoas he muilo variavel eotn
as estaiLius e mesmo alguus dos seustu
butarics ebego a seccar ; mas no lugar da
Cachoeira he pereue e em seinpre tuesmo
no lempo das maiores set-cas a agoa netes-
saiia pata ahasleter a Cidade \ alem itisio lia
a notar que a altura da dita cachoeira que
tica superior ao nivel do Engenlio he mais
de o p.-lu.ts cima da nascenle da iVata pu-
dendo eievar-se anda u.ais se neiessaiio lor 5
e o terieno ptesia-se a loima3ao da tepreza
suteiior de aqueduclo } mas em coatraiW-
co a estas vautagena a agoa &e appreaenla
hum pouco luna no lempo das allutioens e
piolciigando-se uiuilo o seu leilo e o dos
liibuiarios nao pode exeicer-te tacilmeule
Loa polica para a tonservaco do volume e
da puresa tas aguas.
( Continuar-se-h. )
OCAIIAIUCEIROJNA CORTE.
A motal deve fudal'-se na I5eli6io.
Nem sempre be possivel r.ombetear e nem
lodos os assuropios sao para ser traiauos em
esiylo faceto ; por isso nio devem os
rr.cus illuslres Itilores pretendtr que o Cara-
pureiro stmpre apareja com as vestes da jo-
tialidade. JN'ada ta (ue aais desagrade do
as Cotcmutiidades socias do que a allianji da
moral e di religio allianea verdadeira ,
j pelo carcter de maeslade qua sli'i re-
mos ioipresso, j por seu nagnifScp fim or-
dem e lelieidade. A reliftio he a nica pa-
tencia moral que obra fortemente sobre o po-
vo ; ella tambe.n possue suas imageus vagj
e longinquas mas reunid s em traeos pro-
fundos na instrugo que se d a cla>se nu-
meiosada soeiedide. Os milagres que de
(odas as partes torneio o hometn essas ma-
ravilhai que. o preparan para admiraco do
buin Este Supremo e sua consciencia, qoa
o dispoes para a dislincco do bo;n e o mal ,
eis os primeroi elementos da autondaJe re -
ligiosa ; e f-scil be ao instituidor menos ins-
truido ajudar-seelHcaaaiente della para ins-
pirar o temor de limo Deas e a submissio
as bis de oidem.
Entretanto, o povo que baldo de patrimo-
nio, e forcado a ganhar o pao pelo trabalho,
o povo que, no mesmo passo queolli pira
lotlas as superioridades, de fortuna coroo su-
perioridades de felicidade, e conseguintemen-
ie torna-se invejosa ; o poVoemfim tal qu.l
he na oideto social, lomar se-hia insensi-
vilmenle hum composto de entes feroses se
diante delle se apagassea resplandissente luz
da relijjio se nao visse mais culto, e se a
i lea de hum Dos nunca tivesse si Jo
incalida em seu coiaco, se recusassea a
ptestar-lhe esle eminente servico na idade em
que sao facis as inpressSes.
A moral e a religia sao a garantia dos nos
sos bens mais preciosos; e, em vordade o
quesera o mesmo hornera, se exisiisse sem
relaces co.-n huma causa inteligente ; se
fbsse efetara do po ; ss fosse em Gtn hum d,s
dados iiinumeraveis de huma nrturesa cega i'
Aiuda poderio oceupar-se era a difluir, mas
loda a Ideia de honra seria psra sempre sepa-
rada do seu note, lli emsumma tai afim-
dade entre a reli;io e a moral, eulra Oeos e
a virlude que amar o bdlo, conhecer o
veidddtiro, prati.ar o ben lie amar, he
conhecer o principio-de todas as couzas, que
he Lieos Moral sem reugio seria paranlo
liorna sciencia setn basj ; e o bem sem aji
lora hum f.icto seai causa huma le sem le-
gislador. O hometn pois, vendo-so como
perdido na immencidade consideranda-se
em sua vida momentnea rtgeit docie loda a
esperanca pela vaidade fuguia al ao aspe
co do facturo ; elle se desgosiaria das ideas
sotiaes, que exigem expeclaoo j e, poster-
gando o interesse publico que so nos ebega
por hum longo rodeio, nao vivira seno da
presente separndole de qualquer outro
ptiisainento. Com tal condi;o, nenhuma
viilude se pode elevar ; e que ausleridade
pode ler a moral quando se lie lira o seu
espato quando se Ihe recusad suasreenn-
pensas remotas suas iiuiemnisaies que
tsto por vir l
A polilira que aluns querem que baste,
nao he se nio aium pona ue vista da reli-
gio : a deliiiitja de ambas e a experiencia
assiii |)!ov.i6o seu destino io:nu.um. Toda
t,uea aonoiouia e airda as melhures cousas, [a revolujio religiosa arrastra huma revolu
1 o teiitero algunfc tace de variedades! cd social j -baqueia o Uouo quando cie o iu veidada o oiovet mais pj(iroo qus a
system inteiro obedece con amor ao centro
que o altrabe i que he como a alma do rnun-
Jj e em torno do qail gira com subli na
harmonia. essa espbera immensa, cu;o
centra est e.a tola a parte e a circumfe-
rencia eaa iienlmtni E. porque razo o
mundo moral nao ss inodelav pela universo ?
Porque as voatides livres que o compoem nio
sero untdisem hum va>to syste.in pira obe.
ilecer tarabe.m ca inteiligencia o aora
Dos aulaf e al na de tados os mundos ?
Homero mais religioso e mais perfeilo hs
aquelle que oielhor saoa dominar as sj-js pii-
xes dirigir as das outros igualar as mal
precises a seus recursos, fa^er consistir
ielicilale no bem dos sus seiueiuames e
contribuir pela ordeio particular queita-
beleee em a sua familia pan a orde.n e ft-
iuid.ide geral ; parqu,' a relijiio ;ie a trata-
do d'allianc universal o la;jo de amor ua
une a lio nem ao seu IJos esoosa % s tt
esposo, a ilhaaS;'U pal e toi is os lio nem
entro si, U paciente va.e mus |ue o brava,
/dita Escripiuta) e quaro do:oi a seu caraca o
mais do (ju aquella qu ta H ca 1 it-. Mj-
lior est pauea viro o i, es. |ui do.niaj.iui
animo ittJ e(i) ajinare urbia u "
A religiaa e.ubjllet a vida e leaninii
p.-optu marte ; a a'.mi religin renonu-su
o asa a ue.iie bine divina, Jo.ide di naiaj
loios o prazere puras d;,le tumiij ; ell a-
Ireve-se a cror que a Ujos que a do a nar a
su mus sublime v-niul; sjure a ierra s.'r
lambem a su celeste teco aaeo a A religj
he a gaia.ilu de ijj'.sas virluii ; ella ao.i-
gaaseulpas pela arrepiiii.aeiuo e p'je 1
esperanza a par a passoda aeigra;i. U la-
me u Iraco toiia-s-- lorie laja quo caaa ea
L)ai j o huiie.u de eU({enno es>anla pelo sea
poder lojo que Uus a nauta glo.u 1 uiikuI ,
e nao os uetis e nj.ra$ parecodarai deste mu 1.
da O senil neolos rtlijiasoi tarna ha.na
inulher laa bella e lao boa qu mta o pjr.au-
le a sua nalurezi ecouela* o no.ne.u so-
brepuja as amones di.:u.daies oexoj-ija
liieilave Sicrili-ias.
Mas lia liameiis da bons coUunss (dize u
algunsje ladtna (isotuUiDiirt] urj.vaala* o
deslilui'las de lada e quiljujf religij. j>fia
duvido que naja app.recidj hua ou outro
desses pueuouenes Jio Jju luual eaa
decurso de mullos se.'ulos. Coacedo qua,
oeste uu uaquelie Babia de hum feiis le uaa-
rameula j Uajaij apairecida virlude3 soJlas
iiidependentes de crauja rehgiosi ; mis in-
ra a lo.a idad'j das bo.ae-os pir 01 pjvos ,
pura as nacoti na na uea poie haver m.i-
ral onde lalurem os seniuueuios de rrfli io
Eo tedra eral, queai na te u a tau.n ta
aobeiauj de huiu poder ujusiica lanuitos
que leiu de o casligir paralas as suao mis
acabes quero ua le.ue a l)os ero su.uui
como le.nera aos uaroens ? Coroo respeilara e
guardaia as leis Uu nanas afusile qua na
recaotuee as divinas ? Cama uisera avilo
parlados os aos e prazeres anda os aiiij
1.1 imuiO)0S quero ih-Ij esfera quj.u m l%
teme al .a da vida presenta .jac er ac-
bar de toda as eiuzs e no pa do seaujeiaro
i\a me poauao por Ji>i,u os motivas dd
honra eo .ueda da jusiira liuroiin, Paes
motivos podeiu eoldjuvaf m.s na sua >reaa
o seulimeulo leii^iosa. Ueuais, se e>st to
lallada noara luuaiana nao e outra causa
mais do que a eslan ero qtu osoalrai nos
tem quaj lacii ua ha vesiir-sa o lelo coa
as pedes da oveiua i^tie rotlvados a 'a/es a
itiues nao teceoea os applausos ezuaanas
sdevidosa viriule Cfjaulos na lit bero1
t'uuceau >das do pava aetila alti lia is ;jdi-
vetsaserosu vid pnvadal Q j .us mulliees
nao goa da lisoagt-ira Ululo ua feneiope e
pa. ii.ul 11 iLeuie SauOUiraa tantas dissiiuiu> I
A respeilo da juslica liuroaaa desta seroare
zombara e haa de aorobar os ricas e podero-
sos da Ierra ulai de que mil meios e suuier-
iuuios lia de escapar a vigilancia doi mi is-
irados, e coast-uuleajeult a pauyo dos
eriales
S>e a hour alem disto fjr 0 qua deva
ser isto lie o tiiUiusiasroo da prujijade }
se qualquer a tiiesse consistir aul^s su a aie-
tecer do que e.n aatuiciaiur o ser liaaoniji-
da j se uiais le.nesse a culpa anda do que a
vei-unlia se aspirasse mius COllSlderaco
publica do que a esiiua de si luesroo se saa-
besse auoslar O prejUU ca.u lauta CaragOJI
como os pengos e Uesgiacis a honra seria ,


TI
r> i fe i o h t r Sna S c
3
rggrrg':'..--'- .
A^irtcde poda encontrar nesle mundo oque zoureiro ou ao Sacrista o da referida greja. j e>V d'sli praca onde promette tadoodes-
acil lie de julgar pelas ac-5es heroicas que tsr O Bilhele n, 34o3 da i. parte da 5 "*lloe cuidadl, que estiver no seu alcatice i
ella assim tnesror. prodj no estad de degene- ; Loteria a favor das Obras da greja de N. S
pan de fnnili
racoa que reduzira as nosses viciosas eon-
vencfcs. Mas como he possivel fazer prin-
cipal roovel das a^ces humanas essi falsa
honra que s inspira virtudes appiratosas e
slardeia de ennobrecer crimen ? Convr dar
o homem em lugar d'hum enhor huma
escrava Jos prejuizos que infallivelmenle
o levar bo ciime toda vez que o dever se a-
char ero opposigocom a opinio publica ?
Faca a verdadeira honra cahir de huma vez
sse idolo tanto lempo adorado pela classe mais
brilhanle da sociedade bem como a vinda
do verdadiito Dos lez desapparecer as falsas
riivindidedes ; apure o seu culto, iroponha
silencio a seus oracuios deslrua seus sacri-
ficios. Lego que ella recobrar seus direitos
usurpados, regei cora seguranca todas as
crdeiis do estado ; ser a lei de todos os tem-
ise de todas as circunstancias S mas neste
caso a honra estar incorporada religiSo :
aquella nao ordenar virlude alguma que esta
nao prescreva ; nao excitar a ueiihuma ac-
cio generosa gue a religio nao acouselhe$
no probibir liuro vicio, que ella tarobem
nao piohiba nao piopoi motivo que ella
nao prcdonha ; nao ero pregar raeio emfiro,
do Livramento pertence ao Sr. Joze L .~.u...is qut quiserea
.....----------1 r~..v...v> u *... ~>. e seu prestim; dirijao-se a r .^..^.v,
renco de Souza Renda da Provincia de v[a- 'erceiro andar do sobrado defronte di ht".\:i
ranho e o meio bilhele n, a44 da mes na da Seri:-T.J(|, t Qt 3- Ni mei ni c Loteria pertence ao Sr. Joze Joaquina Ra- se msicas para pianno e canlori -s.
QIOI Villar, da Provincia do Para; assim ssy Aluga-se ua preti cativa pira o
como o meio biliiete n. 3ol da 1. oarte da (j. ervico de 1 na caza : na ra N'ova ao p di
Lotera a favor das Obras do Theatro pu- ponte da Baavista penltima loja lado J >
se dir quena tena.
Perdeo-se na primeira oitava .1 noute
- A pasa > 1 que n 1 ditrij d renta anntta:i>i querer comprar raccas do
utilizar-$e!leite e juntamente un sitia pas o sitia he
eununriou na Diario do da
norte
blico.
tsr Quem
i5 do corrente querer lugar um quar- uro lenco de seda aroarello com dados pe-
lo ou soto dsutro do Kecife sendo pessoa tos, des le a ruada Pires, ateo b3 JC3 do Lo-
ca pai ; dirija-se a roa da Madre de Dos ,
confronte a greja no segundo andar do so-
brado n.i, das 10 horas di manh a urna
da tarde que l se dir quem tem para a-
lugar.
s?^ A pessoa que annunciou querer servir
de ama de leite; dirija-se ao Atierro da rioa
vista, caza de D. Lauriana Roza Candida j Tress no seu sitio.
htn Paria e em Londres por esemplo,
a honra de hum homem est em matar tace a
face o seu 1 i al perante lestemunh;is ; em
JNapolesou em Vneta ? em assassinar ao seu
initcigo por detrez e as escondidas ; no Ja-
po "em suicidar-se vista do seu pU'e.nsor :
pelo'uue nao se d honra seuo quaudo se
contunde e identifica coro a religio,
verdade ,
EHe est la science du sage ,
Elleestlafoi de 1 ** ,
Le soulien du faible et le gage
Pcurqui le juste a corobailu.
En elle la vie awnjuge ,
El l'iiilortune son leiuge ,
Etla douleur se ljoun l
Unique clef du grand mys:e ,
Utez celle idee la ierre
Lila raison b'vanouit.
Lamartine.
Rigueira.
fJ~ Quem annunciou querer comprar va-
cas de leite com bezerros noros ; procure na
ra larga do Rozario sobrado D. 1 no se-
gundo .vidar.
SST Precisa-se d'um abil caixeiro, que
saiba bem ler, escrever e contar, equego-
ze de bom crdito para tomar con la d'um es-
labelecimenlo da padeiria na qualidade de
1. c&ixeiro : o que s'achar nestas circunstan-
cias dando fiador a sua conducta pode di-
rijir-se a ra dos Quarteis U. t d'onde se
lbe dir com que'oa :.e deveentender.
KSf OU'erece-se para capito de bandeira ,
ou mi'otno pralicante de qualquer navio um
rapaz brasileiro de idade lannos, pois
tendo valias viagens, dezeja continuar na
mesma arte ; por tanto roga aos Sfa. Capies
Em I ou proprieta ros de navios, que quiserem
servir-se de seu preslimo auuuncie para ser
procurado.
6^- L. A. Dubourcq faz saber que Eus-
taquio Joze da foaceca nao mais seu
aixeiro.
ST O Snr. Antonio Ferreira dos Santos ,
queira dijir-se a ra di t'alma lado ea-
querdo para llieser entregue urna carta que
por engao Coi tirada do Crreioi
ssr 0 Snrs. assignaales do Universo Pit-
toresco P(di.-m dirijir-se a casa de Manoel
Uibciro da Silva na ra da Oruz n. aa
bato : quena o acliou e o quiser resliluil- t,
leve-o ao seo dono 111 rut da Pires, U. i4^
que se d i 10 rs. de achida,
ssr Alugi-se a casa terrea di iui dos
Quarleis 0.6: quen a preteiier diri-
ja-se em Santo Amaro na estrada da 15 lem a fallar com Joo apisla Claudio
THEATRO.
Fro ccn?equer>f'a de nao estar ainda com-
tletoo uun-ero dos Senhores asignantes fica
para recebercm b primen o numero de Janei-
ro desle anno e pagaiem os 4s'dood'a>-
signatura.
%S&~ CJuem precisar de um rapaz para cai-
xeiro de venda ou de outrosquaesquer ne-
gocios ; dirna-se a ra velha da Hoavisla, O.
a nleiiu'a do 1 betro para Domingo ao coro gu,-lU3 > i *"
aoieuu.auu me t- b -r venda de Joze Praucisco da Cruz,
liun a excelente Peca nova Os dois pn- Jt ,c" ,. ""*,
_ r.:^ e0 C^ Perdeo-se na larde do da 14 do
,ii_ rente,
illa 1 d(i car-
mes q__O homem de bem fingido, eo 1, 4 .. .
s> l .. i rnia no caes de Palacio, em occazio do
.., A lilmi. ir .-mili Tente, "U lUCJ 'l,l Clll UU.l.UJ l|j
I'xtrav-pante boniato A Direc. ao .onii- ,. ,
i.xiiB^cg-uic ii '... embarque do Exm. Preziaenle do Ceara u-
nua na loiroaiao da asignalura para manu- CB,u"i '
miH na iu. i.- >. 1 carttira com capa de marroquim roxo,
tenco do Theatro e bom dezeapenho dos uia *' "
jensaouo xhc 1 r conlendo dentro delia quiuze mil rs em se -
1Jraosas dulas, duas letras, urna de 63o|ooo rs. ,
. ..,.1.. .,.., / li 1 mil ilc ( )ll ven H i' Siui/.i a a-
1Jra0ias dulas, duas letras, urna de 63o|ooo rs. ,
sacada por Zfii H0 de Ol veira e Souza e a-
SOCIEDADR HARMONICO-THEA' RAL cela (lr j0o apiista Castanho e ouim de
. : ia llD|o oo'ooo rs. sacada por Ignacio Aives da
A Comm.ssao Admun.traiiva convida pela 5 e aceiu pelo tinado Manoel
segunda zez .os Snrs. Socios a reu.rem-*e { > >* ^ ^^
aroanb 18 do conente pelas dez Loras da 'iei
menh, na
Corpo Sa
jecto interescate.
.. cazan. 4 defro.te da greja do]'' f~. '6U!' JSHl *T **
Oto a de iratarem de uro ou- e <\ s H6 sernr aseu W"
. dono : quem pois a cliou e quuer resiilu-
es.-a.il. ,:.:; se a sobrado que tica na huido
Avisos Diverso
OS" O dono da rifa dos passaros tendo
efieciuado a rresma no dia marcado een-
tiegue os pen.ios a quem roaior numero dei-
tou lujos nonies foio publicados no Diario
n. to : pede j or meio deste a cerlos Senho-
es (cuos non es deixa por hora d'os publicar)
que lbe rectlero bill.etes da mesma e a-
i'nda nao satisllzeio o seu emporio que Iho
resLondso or esta folba se eslo resolvidos a
lbe pagar os csaos aptzar de nao Urarero
preneio ltum (coudico esla que nao tmhao
s mesaos bill.etes ) mas sim d'os pagaretn
ao itctLer cerno fizerao osmaisSnis. pa-
ra nao darem enton modo ao deno da mesma
ir ou mandar qoaila e quinta vez em suas
asas. 1 1 j
tST A Meza Regedora da Irmai.dade de
Sania Rita de Cossia convida a todos os Ir-
n.acs da mesma pura no da Doinugo 1 do
correte, |tlas nove horas da manha com-
paiteren no Consistorio da dita limandade ,
a I,ni de se discutir o novo CoanpromisO.
ts.-' O Tbetouteiro da Irnaaodade do Sor.
Etn 3ius du Via-Saea, roga a uus os
cnis. t^c no dia Sexta leira baula icce-
betc Hopas par acompanbarem a Piocissao
Ce Eoteiro, a greja e Santa Ciue, que
btLda as nao eutiegaio, ciutuo tazer 00D-
ai|iiU Uc andl-as estragar aoinesmo i a-.
quem poi
ir dirija se ao sobrado que tica no
da greja do Terco L. 55 que ser re-
compensado ; cerlo de que ja se aciio preve-
nidos os responsaveis das letras para nao
indemnizares.
#i> Quem quiser alugar umi escrava :
ssy Quero precisar de um rapaz portu-
guez para caixeiro de vend e lona ir por
balanco dando fiador a sua conducta ; au-
nuncie para sar procurado.
6^ A pessoa que annunciau querer tomar
conla de urna casa de negocio inda mesma
fora da praca, quedava fiador a su conduc-
ta ; dirija-se a ra IJireita, t. a segundo
andar que se dir quem pralende,
13S" O ubaixo sssignado faz sciente a quem
lbe faltar urna porco de fumo obra di u-
uin arroba que o abaixo assigu?do tomou a
um negro que andava vendando : quem for
seo dono dando os signaes cerlos lite ser
entregue as 5 pautas D. la.
Padre Antonio Teixeira Gutmarles.
ST Oabdxo assigindo, Sanlior do enge-
nho Arand de baixo Commar:a de Santo
Anlo tendo noticia que .Manool Ignacio
de Mello morador no en,;enlio S. Joze da
mesma Cotumarca, ollerecera a vendo, un
pequea pirle, que no cito engenlio Aran-
d lie coube em meaco |>or morle de sui
primeira mulher; a qual parle o dita Mello;
subnegou no Inventario qua se proceJeu
dos bens do sen cazal, por morle da su 1 se-
gunda mulher Joaquina Mara da Coiiceicao,
no cartorio do Escrivo Jo>.o Cavalcanle Fer-
raz de A*evedo declara, que pela mjtivo
da subnegaco deixou de comprar a mesma
parte. Manoel Folia de Mello Jnior.
sai" Preciza-se do dous rapazus brasilei-
ros de idade 11 at id anuos, que siibi
ler, escrever, e contar, para caixerodelo-
ja de laseudas tora da praca em pauca
distancia : quem o pretender dirija-se as 5
ponas, loja defasendis, O. 28 que acha-
ra com quero tratar.
&y Preeisa-se de a.ooo^'ooo rs. a juros de
u::i a uta e 'Osio por cento, daudo-se por se-
gurana un predio, que excede do mesm
valor sendo por espago de uui anuo '. quem
esse negocio eoovier a uiuucie.
t3- A luga-10 um grande armazero com
prensa de enlardar algudo e um sobrado
por ci .a que tem varauda de ferro aonde
o Sur. Cordeiro Leite leve prensa d'algodo j
e latnbem se alug 1 u u sitio co:n casa grande j
de viveuda nos Allegados que ae^h de ;
voluto ; quem o> quise arrendar falle ao sea
propriclano Francisco RiOeiro de Urilo na
sua prensa no Forte do Mallos.
I2jr Rifa-se hum sobrado de a andares e
sola a non o construido silo no paleo da
Matriz de S, Antonio i). 9 com os cmo-
dos seguintes em cada andar tem a sallas ,
5 (luai tos e cosinlia fora e no sotao tem os
mes nos comroodos, boa loja oiu porta de
e estribara para .^cavallos, cuja
oplin? par ciu)i di g^anda suicina qag
nslle ha piracrer diriii-sa a rut d* Apis
verdes '. 1, dai seii at s 8 di 01:11 ,
a dis dais it 1; : 1 lar h.
a^^. Precisi-S3 de un feitor psratrj'ji-
l!nr em u o si i > distant 1 uli pra -i u-n 1 le-
go : qu!u quiser diriji-ts a rus da Gloria
N. l4l.
tsr Precis-se de cinc jaita mil rea aja.
ros, com bfpot'ie^a en una eicrava p>r ten<
podedo.is a uno i qun qaiser dir diri-
ja-se a ra di Gloria, lado d> Cmv.mIj M".
s4* 0:1 anana s
i3* Quem precisar de un farnjira dirija^
se a roa dosQuaileij, cazada pisto, O. .
mw O Sr. que >ni;iioi precisar de un
caixeiro para lontr coata i i tsui renls di-
rija-se a rm da Glorii venia J, o.
hST Preciai-e deunnpi'. p>.tu;iv. I;
doae a dezeseis annoi par ca eir da bl-
ca o qual saiba escrever sorirel; ni ra
Di'eita paderia 1). :>; se dir quen pvo a.
iVo dio ii73 do corrente apptreceo n
sitio do Sr.iiuilliArma Patricio, ni piranji,
um quirtio de cangalha : que n >.- su l^ i>
appare^a no mes-no sitio para la ssr entre-
gue.
Precisa-se de un aroi que tealia bioi
D.
coxeira ,
annuncie. _______...l.il. rita corre com a segunda parle da Lotera
s*- A upao-se dois negros para traballia- ,, j
. do Tbeatro ; os biltieles actia:> sa a venda na
i em sitio ou outro quatuuer servico : .
rem cu siuw ^ ,.'*. '. rua do Ooeimado loia do Sr. dusmao do
quem delles precisar dinju-sa a ra da A- I'
na lioavisla venda da quina que
legria ,
adiar com quem tractar.
C3> O abaixo assignado, tendo perdido
na uoule de 8 do correle urna caiteira com
JVooo rs. em seduas, e vaiios recibos e
documentos de imporlaucia: roa a pessoa que
a liver adiado queira entregar dita carleara
5r, Carioca do Sr. iNovaes C Uastos, ra
do Caboga laja do Sr. lianJeira e botica do
r. Joo Aloreira ra do Livramento botica
doSr. liraudu, ruado llosario estreila bo-
tica dodr. Paranlins ra Direita loja da Sr.
Jaque Praca da oavis.a botica do Sr. Jo-
s Mana Freir a-neiro e na mesma cas
i / .1 ... 'do paleo da Main/, de ismto Antonio U. 9 ,
na ra Inulta ,11 bo que lecebea de gra- u r ?
" 'aonde os ai>txoiaios deste Vao acliarao o
liticaio a iapotlancia eiu sedulas qii t.\is- *,J"uo .us Jo
1 i^^| respectivo plano.
le na mesmu.
Joo !/idi o l.o, es Lima.
CJuem precisar de alguaia raadeira pa-
1
dia,
dono.
isT Uma Senhora solleira de bous coslii-
mes avisa aos Pas de familias, queabno a
suaAuia de primeiraa letras, onde ensius a
ler, escrever contar, Arillimelic cozer,
bordar, marcar, ludo com perleio iam-
bein ensiua meninas e lueauos tjaa moriJ
co por delraz da praca da independencia ,
1 beca da Pol U. *.
i ts?* Aoii-ae um negro e.n caza do Capi-
to de campos Mauoet Pedro dotras do so-
brado do PjixotO i:a> o ponas o qual tai
do na ..oite de 10 da corrente osennor
; uu ckr stiis sijiiaes cerlos lbe ser eulreg ..
leite, aeado sta is^rava ; ni ra Nos
a ou anuu 1 .
-- Oz Srs. J )- -itoii.1 '. ii'. i Jos La-
oiras de Csrvalho o i. Palter & C. quei-
ra5 mandar recabar o a Olinlt, ra diS.
PeJro Velha una porcio de dnieio, rin-
da do Cear pira ser entregue aos m'snos
Srs.
Deseja-sesabir se nesta praj mora o
Sr. Manoel Antones Corris de Qaairo, oa
(|uem suas ve's faca qu- muilo sa preoiaa
iallar-llie para negocio la seo interasse.
Aluga-se urna ca?a d: >j ira e cal pi-
ra pequea familia sita em Santo Amaro:
quema perleuder falle en Santo Anira m
estrada do liellen can Joio Daptisla C iali>
Tresse.
Domingos Jos di Lia 1 tr\n as p:s-
sois qua le.n peubores em sao poder os re-
nha5 dese'mpsnhar no praza di oit j das coa*
lados da data deste.
4y Quem precisar do un ma.jo portu-
gus de idade de (i jumos eneja 1 (> >u
a esta cidade para loja d< ferrege 1 ai miu-
dezis ou para algia 1 paderia oqail in
al^um te.mpo atd sio^r, o prestir fimoa a
sua conducta dirija-se a Vora portas .
it, ou annuncie*
sr Huma Senhora de idada o'fjreii-sj
pira ama de ca7. de honen solteiro qua 11
percizar drija-se a ra dos assojuuilios, casi
u- 7-
ssr* Precisa-se alujar um sobradinbada
um andar ni rui de Hartas ou pateo do Uar-
mo e prncinlia do Livrameuta qus tenlii
com molos pita un familia, e que tj 111
quintal e cacimba : quena o liver e quizar a-.
logar aiinu.i '.-.
fc^ O Sur. que precisa de um criado para
ira Franca: annuncie, pira sar procura lo.
fST Alguna familia capaz, que quoira
alugar, ou estar em msia casi gran le, com
bstanles con molos ; dirija-se a ru dCil-
deiroiro passando a venda da quina que teui
lampi), 111 segunda casa que se dir.
6S9- Urna Seutiora branca de bons costu-
mes desoja sabir para fora ensiuar meninas
de ambos os sexoi, a ler, escrever, e contar
lodas 13 especies Arilumelica, Grammui-'a
Portuguesa cozer chi, bordir de liana, do
susto ," e vea fsaer laviriuto emis ea-
cundo, marcar, e fasar visillo de se.iooru ;
quem do seu presumo sequisir uttlisir dt-
lija-sea ra do L'agundes O. 17., que se lu{
dicara a pss>oa.
ssy Oiferuce-separa cm de homaro, sal-
teiro ou de pouca familia huma pard*
livre a qual se prestar a lodo osarvuode
portas a dentro al roesmo a algu u de rui,
como, do recados 1 algu a 1 compra o. e
promette servir com sitisacia ; qum 00 seu
presumo se queira ntilisar dirijo se ^n PateJ
da Ribeira, airro de Suia Antonia Daci-
ma 9.
Precisa-S2 alug ir urna casi Ierre 1 no
bairro doSuiio Antonio, para pequea fa-:
milia ; dauia-se de aluguer at 10000 rs.
quem a er pai logar, auaancie sua mo-
radia.
s^- Dasapareceo na dia 5 do corronfo u a
moleque meio bucal, de uo.ua Adulto, di
uaco (jui.-a.a deiiadede 18 amias, al-
una regular boa ligara d.: corpa o rosto i
gatava trabalhando ea u,ui paisrta -, i|osa >
pegar leve ao paco di S. Crui pajeril }
1 quu.'ci grattlicadOi


PERNAMBUCO
I ttg~ Quem quiser arrendar um predio de
3 andares por uro anuo, ou por outro qual-
111er maior praso rom lano que se lidiante
reita quautia podendoser dito arrendampii-
lo cu de lodo predio ou de parle delle ,
dirija-sea ra do Livramento sobrado de 3
andares D. l3 no lado Ja ra direila a fal-
lar no primeiro andar positivamente com a
proprielaria de quem se poder saber quaes
as condicoeus que se exige para lal arren-
dament<>.
que sejo uzadas i na boa visla na beco do
quiabo.
UT Urna lipoia ; a fallar na loja da qui-
na da ra da Crespo que vira para o Quei-
mado.
Ve ndas
preco commodo feilos coro loda perfeico ;
na ra do Aragao fabrica de charutos assim
como fumo para milo de ditos e um bom
violao*
C3" Urna poroo de ps 'de coqueiros pe-
queos proprios para replantar ; na ra
i Queima.h loja de ferragens O. 18.
Um escravo d* naco coita de
Pichas pretas de Hamburg.- grandes to annos, de bonita figura, 4 dUosacostu-
tas na rut do Vicaria n. a6. mades ao campo dous moleque. e 3 rodecas,
CAUTELLAS da Sociedade Fortuna 4 escravas coro habelidades que se dirao ao
e bara
tsr CAU
muas comprida de algodo da Ierra, cuj
roupa be nova em folba ; quem o pegar leve
ao deposito de agoa junio a casa da opera,
que receber a recompensa,
tsr Fugio no dia 16 do correle urna pre-
ta de nome Mara de naco angola de ida-
de de a 6 annos baixa magra cabera pe-
idade quena, ps apalheitados tero sido vista na
casa forte : quem a pegar leve a ra da Cruz
D. n quesera recompensad).
xsgr Desapareceo no dia lo do corrente urn
do
fallecido Cypriano
CT" Precisa-sede um efhci*l de farmacia,
ou pelo menos
pratica de boli
a-sede uro cfFici.l de farmacia. | VBT Uro moleque de idade de 14 annos, tsr
algum aprendiz que ja lenha coro principi s de connha e para todo o ser- sem v
iea- naru.daCuz.,4 vico de uma casa a retro aberlo por oo.ooo poslo .
____ __porum auno ,e fexado por seu justo valor o U. o. (
Um moleque de idade de 14 annos, SST Urnaescrava moca com habelidades ,
ra todo o ser- sem vicio robusta por motivo que ser ex-
polio ao comprador na ra direila sobrado
. D. 9 defronle do beco da pan ha.
quemelhorconvier ao comprador ; na 'ua da W Dous molcques um de naco de ida-
roda U ao. ^ede *? annos ctranguijeiro e com prin-
IT A obra de instiluicoens de direito c- cipios de camiceiro. fiel e de boa figura, o se-
vil mr PmomI ln- de Mello Freir, sem gundo creoulo de idade de o annos propno
velleiro Patacho Nova Ro,a recebe algo *>> ^ o leo do cVrLo .. do es- para oficio U. ra. do Collegio loja de re-
bem como a.guns uzoal^nm ^ no pateo do ^ ^ ^^ ^ ^ ^ f .^^ 0 vende.
rouilo bom dor-
OT Por preco commodo urna casa de pe- tm~ Urna escrava que sabe coser, engoro-
Avisos Martimos
PARA O B10G. DOSUL sabir. breve o
carga a
passageiros para o que tero expelientes com
modos ; quero quiser carregar ou r de pa.
dirija-sea ruada caricia a tillar com
*r^ PannoHb linhn entestado finos tre- pardinha com boas habelidades pa
seu carregamente proropto quem quuer car- | l no dh^;n^;^tp^ provincia um prelo por a5o.ooo rou.to
"i"0" "" ^ SlOrtS P^tiL^ robusto para ,odoPorrvico, um dilo moco,
' Moho e "m moleque de idade de i\ annos; na ra
da Silva
1'ARa' RIO DE JANEIRO segu com koiuJj. e lava de sabo evarrella, vende
brevidade o litigue Escuna Navegante, ainda (ttMda j e um moleque de naco, opti.no
recebe alguma carga bem coma escravos a P qu.lquer_ olncio : na ra Direila U.
rete e passageiros ; quem quiser carregar
cu ir de passagem dirija-se a ra da cadeia
ao lado do Livramento,
tsr Taboado de pinho de costado, costa-
DsigntaTios Arnorim lrmos 'no assualho de urna a 3 polegadas de
ou com o Capilo a bordo. grossura dito de forro de meia polegad ,s a
oj4 de grossura propno para lorro de casas e
jL. e i! o
fundos de barricas, vergmlas de pinho da
Suecia de superior qualidade remos de faia
para boles e lanchas urna b llanca com cor-
tar Uue taz Gabriel Amonio, oe canos, r---------..-.,--..-..- w- cainosidade e dor de ned
ferros .vellas corrente. e a. perlences de rente, de ferro propru para arm.zero de i "dVo mT men!n bolinTd
um navio, no dia ,7 do corrente pelas ,, sucar ou para pesar o roeimo genero em al' J 3^ ^ J
hor..d.n.nbfiB.pen.do Sr. Mendonv-i^^^-ho ; no forte do roatlos armazem "^^""^KT1
.> fnrio rlnmaiir. oviunna. M r~
no forte domados.
cr Que fazem Crabtree Ileyworlli &
Corcrenhia, por inlervenco do Corretor
Oliveira dos seguinles hTlos desembarca-
i*r Um terreno delraz do Carmo com 6o
verdes D. 36.
or Urna mesa de meio de sala um to-
cador urna costureira ludo de Jacaranda ,
um pequenbo aparelho de cha um dito de
vidros para mesa ludo de gosto moderno, e
duas duzias de facas e girfos de cabo de mar-'
lim ; na camboa do Carmo D. ao
ssy Meias de linbo velas de carnauba a
4oo rs a libra rap rolo haroburguez o
veedadeiro purgante e vomitorio de Leroy ,
velas elsticas de todas as grossuras para cu-
rar carnosidade e dor de pedra meias de
de bezerro pa-
lios do marro-
ra meninos ,
tacas e garlos de cabo de maifim, leques da
preto de naco congo de idade de a4 anuos ,
cheio docorpo ollios vermulhos tem una
ferida nacanella esquerda e a mesma perna
inchada costuma andar com daas calcas e
sempre muito comprides ; quera o pegtr leve
a ra do Cabug loja de miudezas n. 5 que
ser recompensado.
ar E 9 do corrente fugio urna escrava
de nome Graca co.n os seguintei ; de me-
diana estatura basUnte fea conhecida por
fanhoza nariz chato, boca grande, ollios
esbugalhados beicos gros?ov com fall.s de
denles na frente pela parte de cima o an-
dar muito aprensado vestido e panno ja
uzado esta escrava vendia banba de ma.ili,
edetarde azeitedecarrapato e no da que
fU"io levou urna p.nella de folba com u.-n
caada deazeile medidas e funil julga-
se que esteja recolhid em alguna casa por
cuio motivo pede-se a quem a tenha que a la-
ca entregar a sua dona na casa terrea que
faz quina com o beco de S. Pedro junto ao
sobrado em que mora o Reverendo Thom da
Silva Guimares do contrario se uzar dos
meios que a lei consede em taes casos.
t^- No dia i a do corrente lugio um pre-
to escravo d* nome Antonio, Quicam,
baixo grosso algum tanto fullo bem bar-
bado cara redonda l*vou vestido calcas e
camisa de estepa nao leudo as calcas botes;
quemoachar lee a ra da quia junto a
urna pada.ia a entrega-lo a sua senhora a
preta Jacintba Maiia da Conceico casad.
com Paulo Miguel. ,
%sr No dia i do corrente fugio urna es-
crava de nome Rosa do geulio de angola ,
rosto redondo cor fula tem alguns dentes
fallos, de idade de 3a annos, estatura bai-
xa um lano grossa do corpo ps peque-
nos e nao falla muito explicada levou saia
e vestido de chita com flores solas muito des-
botada tem de costume andar -polas vendas
embreagaudo-se e isto mais frequentemeate
pelo bairro de fora de portas, duendo que anda
em servico de seu Sr. quem a pegar leve em
fora de portas do lado esquerdo terceira casa
pa.sao.do o ultimo beco onde tem escola de
meninas que ahi tem recomendaco de seu
Sr. para a receberem e gratificar ao portador.
Movimeiito o l'rto
dos de bordo da tierra Ingina Helcn arriba- do Kangel O. 4o.
da a este poito com agoa aberta ta sua actual
visgemde Hombaim a Livepool a siber ;
bezerros pellei de cabra cuuros seceos e
algodo em rama sendo parte desles Brligos h**"}*'
averiados, e parte em bom estado, quaita
feira ai doconente jielas 11 horas da ma-
nila a porte da altandcga desta >raca.
isy (^ue fazem Gi^kell Jolinston & C. ,
por intenenco do Coirtlor Oliveira, do
mais esplendido sorliruelo de ferragens finas
e des rr.el'.ctes gostos eroais proprios para
este mercado ts quaes se veudei io sem li-
li itts em quanto a preco. feudo esta cir-
cunstancia e a de suas boiS qualidadts re-
comendo bastante paia animal os compra-
palmos de frente atterrado.e com uro telhei- thina bicos muito baratos de todas as lar-
ro para guardar maleriaes j a tratar na ra 6urilS > .9 verdadeiros pos parisienses e ou-
t-/" Urna lnllia de cambraia de linbo bor-
dada outra dita de bietanba toda aberta de
lavaiinio ; ua luados Marliiios l). 6 lado da
dores, principalmente os caivetes, navalhis iclia.
fci** Urna casa terrea no beco do tambi na
boa vista I). 18 ; a iralir no beco do peixe
hilo sobrado 2 no primeiro andar.
*^ Sal do Ass de superior qualidade;
abordo do lri;ue lioareulura lundiado de-
Ironte do tr.pietie no.-o.
ts^" Um terreno no atierro dos affogados
do lado do vivtiio com o palmos de lenle
e de j.-o a 6oo de turnio ; a tratar no pateo de
S, Jos casa a quina que volla pira a ra de
S. Rila iiova com D. Joaquiua Maria da Ro-
d baiba lliesouras lindua taqutiros de
rr.ogno cociendo aparelbos de lacas e g irlos de
cabo de maifim e cabos de prala alema Ce.
terca ltira ao do coi rente as io horas da ma-
nila no seu urmazem da ra da Cruz.
(J o ni [> r a s
tyTralados dos tombos e de mar^nces
pelo Leien.Largador Alberto Carlos de Mene-
jes } na iua do Cabug loja de la/.endas De-
cima a.
S35T Urna mesa pequea em bom uzo 5oo
Itlhas ja sei vidas, e urna negrinba doente de
qualquer tnferujidade menos ultijada j na
ra nova ao p da ponte penltima loja.
SSr 4 hteuos que lenfo ,\ a 6 palmos de
cempf imenlo ; quem uver anuuncie.
tStT Las nios de oonze de pisar em pilj
que tenha eada urna %5 libras de ptso anda ]
jt Urna preta crcoula ainda moca sabe
eusaboar bem engommar cozmhar iaz
doces, e cose ilguma couza j no lim da ra
Augusta sobrado da quina que tem o oito e
entrada do lado do viveiro do Muniz.
OT Um moleque ja ladino stm vicios e
nem achaques proprio para aprender qual-
quer otticio ou para pagem por ser mu.o
esperto, urna marquesa bancas; na ra
do Lagundes i), ul lado diieilo indo da ii-
lii ira.
iu* Muito boa i'ariuha da Ierra pela me-
dida velha ua ra da Cruz venda >. ,j >
DT" Muilu boas pilulas da lamilla recen-
.tmente cheg-idas por preco comino lo ; na
i na det Cruz i) ,6 e ua de Apolo i), la.
k_y Uiuu escrava de naco com idade de
.5 annos por 30,000 j na pracinba do Li
vni 11.tuto i), a.
t^r Charutos de superior qualidade por .alura oruti.aua ,
iras muilas miudezas ; na ra larga do Roza-
rio 7.
sar Uma negra creoula de idade do 15
anuos milito sadia e lie recolbida tem
principios de costura e serve bem a uma casa,
e trata de meninos ; na, ra larga do Rozarlo
U. i.
tjr Um escravo de naco angico muito
fiel bom plantador da capim e proprio
para leilor de um sitio ; na ra do Colegio
L>. 6.
\j- Melade de um sobrado no atierro dos
aflojados de um andar defronle do viveiro
do Muniz j a tratar na iua do Liviameuto
U. i._______________________________
Escravos Fgidos
NAVIOS SABIDOS NO PIAi5
RIO G. DO SUL ; Brigue Brasileiro Feliz
Deslino Cap. Luiz Gomes de Figueiredo,
carga sal.
BAHA ; Brigue Austraco Euro, Cap, S
Joanovich carga lastro.
ENTRADOS NO DIA 16
NEWZELAND; 110 dias Galera Ame-
ricana Herald de \\ tonel. Cap Jo>eiih
Reynolds equip. aa carga aieita de
peixe ; ao dito Capilo.
TENLRIF ; f] dias Caico Hespanhol
Zefirode5i tonel. Cap. Ja y me Roses,
\)
e |inp. 11
, carga unlio e
rudas
Joio
|^> No dia 1 a do carrenle fugio ou ui-
tarodaruada praia um escravo de naci
benguellu. de idade de a4 a ab annos pou-
co falla de nome Caetano alio bastante ,
rosto comprido grossura mediana beicos
cabillos com a cpela do olbo direito cabida
para baixo com a marca no peilo direito
que fie um S cono um iratesso levou ves-
tido ums calcas de brim pardo velho e suja ,
camisa de madapoln tamben velba e suja ,
chapeo brauco de castor vellio ; quem o pe-
gar leve a tua da praia serrana do Cardial ,
jueiecebei car Lm o dia 15 do corrente fugio um
pelo de naco mocambique ; de nome Anto-
nio com os ligua., seguiule.) alero de uiar-
.* na lei la obia de sua trra ceg do olho
direito 1 junios as costa, da mo direila ou
esquerda um polmo lornozelo grosso, es-
icvou vestido camisa e C-
Pinto de Lemos & Filho.
SAH1DOS NOMESMODIA
LIVF.Rl'OUL: Brigue In;'.lei Mary Qoeea
Ofscols Cap. William Kelly carga ai-
sucar e algodo.
PARUUBA ; Barca Ingleza Artemis Cap
Josejih Carey carga algodo e assucar.
POS'SCRirU.Yl.
A' pedido declaramos. que tendo n
copiado do Jornal do Commercio n. 4i o Fe-
licitaco que a S. M. I. em nome do Ulm*
Cabido desta S d'Olinda dingu no da i3
de Fevereiro p. p. o Rm. Conego Joo Ho-
drigues d'Araujo, copiamos a plavra paiz-
emvezde -Povo- porque assim eslava im-
presso no dito Jornal do Commercio, que por
cuja
engao assim o emittio ,
:e
P
nexictidao se
cobece d'uma co(>ia manuscripta que se
nos apresenlou. Tornamos a repetir qa
s por satislazer vontade dr. nosso Corres-
pondente lazemos esta publicico, e nao por
notar o engao que heuve na red cao do
eslimavel Jornal do Coaimercio.
KtCltE A TYP, DE M. F. DE F. i84 J



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