Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03755


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Full Text
*
'jxiim be 1341. Qua&ta Fkira
y
el/, e energa : continuemos como principiamos, seremos apoutados
cdjn
Tudo agora depende de nos rnesmos ; da nossa prudencia, modera-
e energa : continuemos como principia
admiraco entre as Maces mais cultas.
ProclamacSo da Assemblea Geral do Brasil;

adiantado*
pagos
e na Praca da Independen
Sabcreve-S para esta folha a ojooo por quartel
nesU Typografia ra das Cmzes I>.3 en
lia n. 37 e 38, onde recetiem correspondencias let-alisarlas e an-
nuncios insinndo-se estes gratis sendo dos proprios assignantes, e
vio do asagnadoB.
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTRES,
W >e Ab&il. Nw. 80-
CAMBIOS. A bul 10
Londres......i d. por Ijnooced.
Lisboa ......80 por o|o premio por
tranca......Mo re por franco.
OURO- Moeda de 6#4 Ditas .. novas
jaj de ajooo rets,
PilATA -- PaUcoes brusileiros -
Pcioj Columnarios
Ditos Mexicanos ------
Miu''a. ---.------
Dse- de bilh. da Alfandega 1 i|8 por I
dem de letras df boas firmas
tfoeda de cobre t por 100 de disc.
liedula* de pequeo valor


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i|6ao
I 0|O
M
10 par
i|i Ojo a 1 o\n
Cidade da Parahiba e Villas de sua pretene.o ......
Dita do Rio Grande do Norte, e Villas dem......
Pita da Fortaleza e Villas dem.............
(Jidade de Gotanna .....
Cidade de Olinda .......
Villa de S. Antno ....<-- v
Dita de Garanhuns e Povoaco do bonito.........lo, e 54 ac da me
Ditas do Cabo, Serinhaem, (lio Formoxo, e Porto Calvo. 1, 11, e ai dito dito
Cidade das Alagoas, e de Macei.............dem dem
Villa de Paia de Flores....................-<* dito dlto
Tocios os Correioi partera ao meto dio.
[Seg. e Serlas feias.
Todos os das;
Quintas Tetras.
PHASBS DA LOA NO MEZ, DE ABR;
La Cheia a 5 as n h. 8 m. da tard.
Quart. ming. a i3 as 7 h. e i,i ra. da man.
La Nova a 11 as Oh, f 10 m. da man.
Quart. cresc. a a8 as t h. e 36 ra. da man.
Ufare enca para o dia 14 de J'/rJ,
As lo horas S minutos d roinhj
, As 1 i horas e 18 minutos da Urde.
das da semana.
n Segunda > 1. Oitava S. Victor H;
13 Terca Jf* 1. Oitava S. llernieutlj-ido M.
i4 Quurta S. Tiburcio M.- Audieniia Juta da D. ra 3. vara.'
15 Quinta S. Uazilissa M. Auiiencia do Juii de ireilo da 3. vara.
16 Sexta S. Engracia V. M. -- Auencia do Juiz de I) da 1. v.
17 Sabbado S. Aniceto P. M. Uellacio audiencia d.Juiz de D.
da 3 vara.
18 Domingo da Pascoe'.la S. Gal.linc B.
PE11AMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 59 do passado.
Officio Ao Commandanle das Armas,
approvando a resoluco que tomn de 'man-
dar sddir o Deposito o atieres de primeira li-
nha Francisco Pedro do Reg Brrelo ,
vindo da Provincia do Maranho por nao se-
ren mais precisos ali os seus servicos.
DI0--A0 Inspector da Thesottraria das
Rendas Provinciaes, ordenando-lhe que pas-
se as necessarias ordens para que na Estar-
car competente se arrecade a q.uantia de oito
mil reispela matricula de cada um Estudio
te das diferentes Aulas do Liceo nos ter-
mos do aitigo 17 do Plano respectivo.
Dito Ap Director do Liceo communi-
cando' Ihe a expedico da otdem supra
respondendo-lhe que os esludantes da Aula
de Desenlio, devem como os das outjas Au-
las pa^ar a respectiva matricula.
Dito Ao mesmo para mandar por a con-
curso as Cadeiras de Grammatica Latina das
L< marcas rio Cabo, Bonito, e Pao doAlho.
Dito Ao Inspector Geral das obras pu-
blicas respondendo-lbe que pode mandar
Collocar as l'onles dos Alocados e Motuce-
lomb as estivas novas que nellas se fasem
precisas.
Dito A Cmara Munipal de Olinda, res-
pondendo ao seu olicio em que pede provi-
dencias que facelilem a airecadaco do im-
posto das bataneas de pesar assucar nos tra-
piches desta Cidade, pnenles ao patrimonio
da mesma Cmara vista a oposico que se
cncoutra da parte dss pessoas que tai imposto
devem pagar ; que a Presidencia julga con-
veniente nao tomar deliberaco a L urna atol
espeito ero quanto aguarda a deoiso de
representaco que sobre semelhanle objecto
ileiigio a Assemblea Legislativa Provincial
Associaco Commercial desta Cidade.
Dito Ao Presidente da Cmara Munici-
pal do Rio Formoso approvando a tiotrea
cao do Cidado Augusto Jos da Fonceca ,
para interinamente reger a Cadtira de pri-
n:iiras letras da villa, vaga pelo ialescimenlo
do respectivo professor
Dito Ao Presidente da Cmara Munici-
pal do Pao do Albo approvando a nomea-
tao do Bacbavel Joo Francisco Coelbo 15
lantoutl paaa interinamente reger a Cadeira
de piia tiras lellras da Villa que se acliava
em abandono.
DitoAo Inspector da Tbesouraria das
Rendas Provinciaes communicando-lbe as no-
ii:tui s supras.
Igual cemu unicaco oi feita ao Director do
Liceo.
Portara Ao Director do Arsenal de
Guerra, enviando-lue urnas medidos, e or-
ot nand- lbe que por ellas mande com toda
a urgencia piompliicar um Docel de Damas-
co lranj;.do e a^oloado de ouro e todos os
n.ais auanjos para o mesnxfa semelrianca do
que existe na Salta do Corle|o do Palacio
liin de ser remetiido ao Lxm Presidente da<
Alagoas que assim o requesita j devendo a-
cbar-se tudo prompto a lempo de ser aquel-
la Provincia enviado, e seivir no dia i de
ftlaio lucluro e remetiendo a conla da res-
pectiva despesa para ser paga pelas rendas
amesma Proviucia uesia arrecadadas, j
dem do dia lo.
OfBcio Ao Tenente Coronel Chefe do
Batalho da Guarda Nacional da Freguesia
do Bonito respondendo-lhe, que sciente a
Presidencia pelo seo officio de ij do correle
de adiar- se organisado o mesmo Batalho
com quinhentas Pracas deviiidas em seis
Companhias tem a mesma Presidencia ap-
provado a proposta dos officiaes para o re-
ferido Batalho cumprin lo por tanto que a
faca publicar em ordem do dia, ordenando
aos Promoviiios que soliciten! as suas Paten-
tes pela secretaria da Provincia.
Diversas Kepartiyes
ANNUNCIO.
O Arsenal de Marinba ten preciso de ad-
roittir serventes livres para os seos trabalhos.
As pessoas que como taes se queirj empre-
gar coroparecam no mesmo Arsenal, apre-
sentandoseao Illm. Sr. Inspector.
Secretaria d* Inspecgo do Arsenal de Ma-
rinba de Pernambucj 9 de Abril de 184.
Aiexandre Rodrigues dos Aojos.
Secretario.
ARSENAL DE GUERRA.
O Dreetor do Arsenal de Guerra convida a
homens livres surradores de coiros trabalha-
rem no mesmo Arsensl com o jornal de 1280
ps. Os que quiserem appreseulem-se ao
mesmo Director.
CORREIO.
As pessoas abaixo designadas venho rece-
ber as cartas segur.s ;
Desembargador Joaquim Teixeira Peixolo.
Domingos iVloreira Das auzeute a Fran-
cisco Moieira Dias.
Rita Uenedita Miquelina de Atexe).
O lirigue Transporte N. l. de que Cotn-
mandante Carlos An^uslo d Rocha Freir
sae pira o Maranb boje (i4) recebendo
as malas para o Maranho e Pura as Irea ho-
ras da larde.
contantemente em todos os lugares pela tro-
pa da legalidade, e derrotados sempre em
todos os rombales ; esgolados lodos os seus re-
cursos e clieios de remorsos os rebeldes de-
posero finalmente as fratricidas armas, abri-
gndole beneHM sombra da Amnista, que
tam liberalmente Ihe foioutorgada pelo nosso
Magnnimo Imperador. Mais de a5oo com
seus respectivos Caudilhos se tem apresenta-
do uestes ltimos dias em differentes pontos ;
e o sen denominado Commandanle emCefe,
Raimundo Gomen Vieira Jutay apresentou-
se tambera na Miriliba no dia 15 do corren-
te ao mesmo Exm. Snr., que dous dias an-
tas no leal tinba mandado desfilaren
sua preseaca para deporem as armas o
Chefe Poderoza coto mais de 800 dos se-
us sequases.
Nao lia vendo pois nesta Provincia hura so
rupo de rebeldes armidos, e desejaudo S.
Ex aliviar desde ja, a lavoura dos grvame
qne tem soflrido duraute a guerra, manda
que os Corpos provisorios, que nao saocora-
postos de prayas de primeira liaba sejo im-
mediatamcBle redusidos melade da sui
Joaquim Ignacio da Coita Miranda "jb[
Aiexandre Mara de MarU Sarment 17
Adolfo de Aguiar .......3i(>
Dr. Joo Paulo de Miranda .... lii
O Exm. Snr. Prndente Jos Mirtinino
de Alencar entregou o Governo da provincia
as mos do Vice-Presideote e vai tomar as-
sento ni Cmara dos Senadores,
PARAIBA.
as folhas que recebemos desta provin-
cias quaes chego al2j de Marco prximo
passado md* encontramos digOJ de publica-
co. Anda conliuuo as queixis amargas
co itra o Presideule.

PERDA DO VAPOR MARANIIENSE.
Documentos comprobatorios da perda que so^
freo a Barca de Vapor Maraiiease.
Aos quatro dias do mez de Marco de mil e
oito ceulos e quarenta e hura na llh de
Maracaj lendo-se assentado entre o Com
mandante, Contra Mestre, Praiico Andrs,
o Pralicoda Casta. Meslres Eiigiribeiroi; \li-
meuiaiamcaie iruusiuu ..-. --.., w rmiw u ...w,...- w..,.....o..., ..-
forca licenciando-sea outra amelade, pelo. rn|ieiros, e mais gente da Guarnico d
que diz respeito a pracas de pret, sem ven- Birca Je Vapor Maranhense, encalhadi na
cimento a.pum daudo-se preferencia aos ad- Liu^uPta da arela da mesraa liba, ofaserem-
miuistradoies -f eitures vaqueiros -e mes-' se ttftfes o*sacqficios para ver se era possivel
tres de barcos se por ventura, aiuda exis- desencalhar a sobrediu Barca para o que
lirem no servico ; e depois destes aos casados se pralicaro lodos as deligencias, e co no um-
r 1 1 .. .. mj mu 'i maic I am ,... a .11.. e* ninnuacu m mln ea 1 111 1 1.. _
- viuvos com filhos e os que mais lempo
servem e melhores servidos tem prestado.
1------------- .
te dia a mare ciescesse muilo, se tenlou le-
var a etleito o salvamento dt Birct mas
NOTICIAS PROVINCIAES.
PARA'.
Goza de tranquillidade, segundo consta das
folhas reetbidas al 10 de Fevereiro prximo
passado.
No dia 15 do dito mez pelas 7 horas da noi-
te feleceo da vida presente e foi sepultado 00
seguinte diapelas 11 da raonb na Ireja
Cathedral o Exm. e Itm. Bispo daquella Di-
ocese D. Romualdo de Sousa Coeluo, par-
deudo nelle o Para um pastor vilanle e a
Igrea um Vario verdaderamente Apostlico.
Por carta particular sabemos que fallecer
o Exm. Snr. Trislo Pi dos Siulos, Piesi-
deuledeata Provincia.
MARANHO'
A mais interessanle noticia eucontramos
as folhas, recebidas dessa provincia at 7 de
saber.
ftiiiuiiji.
Miaiim,
Vianim.
Batanea.
rvem e memores ," !*..>. m a ciraiu u o-.....^...* <... -..^. ......
Oulro sim ordena o mesmo Exm. Snr. que nem desejos era fadi jas forlo sullientes,
es seguinles Pontos militares (iquera redu- porque sendo o rulo di praii mui forte e
sidos a forja que Ibes vai designad*. a estando ja adia Barca uta pouco aluidt ,
de todo se abri pelas costuras e a a^ua en-
Uum Capilo dous Sub ilternos irou com mais forca separando-se o Con-
-dous sargentos qualro Cabos vez da sua postead. Em laes circuustancias,
- dous Corneiieiros e oieut todos a firma rao que nao era possivl conse-
soldados. j guir-seos Gns desejados, en consecuencia do
Hum Capilo-dous Subarter- que se decidi se salvasse da mesan Barca Io-
nes dous sargentos quatro Ca- dos os objetos como cobra maquinas do E;i-
bos-hum Corueteiro- e qua- geoho, e tudo mus de uiilidade, o que luJo
lenta soldados. o Commandanle me.idou se iisesse. Ede ludo
Hum suballerno hum sargen- ie mandou lser esle termo protejan lo-se
lo- dt-us Cabos- lium Come- praticar lodos os actos das Leis logo que se
leiro e desoll sedados cliegue peratile Authoniade comoeienle, E
Hum sargeuto dous Cabos- eu Jos Joaquim Fe reir Bastos o escuvi
doze soldados -para Guarnico Fla Correu de Su, C A. Andr, Jo in
da Estiva e Qutbrapotes. Lioyd, James Stiearuam, Mande! L'elis, Va-
Villa do Paco. Hum sai-eulo -dous Cabos noel Jos Pela Alujes, Maujei Lii/. de Si
doze soldado* para Guarnido do Loureiro, Pratico.
pomo de Guarapirauga e adja- 1 TERMO DE PRO TES TU.
cenes.
Anajatuba. Hum Sargento hura Cabo e Aos a6 dias do mez de Fevereiro de mil
doie soldados ficando desdeja oito rentos quareuti e hura na llha ue S. Jo-
despensados os Correios o sendo prezeuie o Commandanle Piloto t
Manoel de Sousa Pinto de Alagalhes, Co- ConlrameUe t Marinheiros e mais pessoas
ronel ncaricgado das reparlices de Aju- da Guarnico, assim cono Pasidgeiros da
daiite e Quariei Mesire Geueral. Barca de Vapor Maranhense parleticeule a
Compiuhia Brazeira Je Pa juele di Vapor,
CEARA'. estabelecida no Rio de Janeiro foi feita este
Recebemos folhas do Cear que alcaoco pro,eslo contra oencalbe di raasma Barca na
provincia io *' ai 3 e Abril ; dellas consta, que sao Can- rerera PraU e sobre a avuria da inesoiae
Fevereiro' Est o Maranho de todo pacii-l dalos pai a senador olxn. Snr. Antonio ja carg4 qUe ella co idnzu e se delermiuou
cado, como mellior se da parle oraciet, que (Jarlos o Exm. Snr. Manoel do Nascimeuto f()s4t M$MJ reuUjj aconleci uen'.o, o qual
abaixo copiamos. eo t'adre Sucuptra. se segu. Seguiudo a mesma Barca via-
O resultado dos voto3 conbecidos para De- maj pdra para o Maranho, trazeodo
putados Geraesi seguinte. a geo Dorjj 0 Praiico da Corapanliia Andrs ,
_ 1, ., t .-' c ft<; Concelbeiro M. do Nascimento C e b, 837 que conuui
1 1-. c mi Para a deslc aouelle porlo acntelo que
Padre Jos I-erreira Lima 5ucupira oiD zara, e" i r 1
*v ,. c ., .. u___^ u,, o dia a5 estando a n/oile muilo cnuvoza e
r. l'rancisco de Salles l orres lioraem o->y "8 "" ,J 11,
9tii carrejada navegando-se ao rumo de Leste
Urdfi do Dia n. 68. ndo das
Quarlel da Presidencia, e do Comma
Armas na Cidade do Maranho iq de
Janeiro de 1841.
Sua Ex o Sr. Coronel Presidente e Com- ..-----------------------------------
mandante das Armas da Provincia tem a sa- I Vicente Perreira de Castro e Silva .-. _
lislaco deanuunciar a div.so pacificadora! Jos Mariano de Albuquerque Cavalcanti 797 Suesie ( L. t.. ; a*Uo ^l^;a*; "
do seu Commando que findon a guerr, contra' Padre Ca, los Auguslo Pe.xoto de Alencar 7yO tico as ^.y^^\^^^a^
os tebeldes nesta Provincia f Pe seguidos j Df. JcoCapnsuuo Bandeira de Mello 79* de quarto o 1 dolo com o relerulo 1 ramo em


\
r
1
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


- ri > u
DIARIO
DE PERNAMBCO
sima da lolda ,'deseco o Piloto i Cmara ,c, vuadas e Climas. Largou-se o pann* e com
deoparle eo Corro andante que Ihe pareca isto o Navio andava 6. e o ip e 7 milhas.
.
ver ierra immediatamente o Corrtmnndtn-
1e subi e mandou orear e sear a r por co-
nhecer ira Harca atravessando Ierra ; pa-
lero j foi tarde porque irntsedialamente a
Barca encalhou e principiou abater tnuito
forte por espaco de quarenta e cinco minutos,
un que finalmente Bou encalhada. Tratou
o Ccmmandante de salvar as Mallas, dinhei-
ro de carga Fassafjeiros e Guarnico para
0 que mandou expl rar se havia algura Ca-
nal eutre a ierra e a Barca ( pois que o Pra-
iico ignorava o lugar do naufragio ) ; e como
u mar vazasse eiu pouco se conheceo ser o
t ncalhe no no rolo da Fraia pois que se sa-
l.ia a trra sem necessidade de Escalares ou
) alca ( que o Cotnmandante mandou fazer} ,
e tratando este de ver se salvava a dita Marca ,
fz com que os Marinheiros e Passegeiros le-
\;i:-i,in a Ancora au mar alem do 1I0 da
1 raa a Cro de ver se por este meio na enxenle
aiudada pelas roda a dita Barca se poda fa-
zer ao mar perein como depois deste traba-
Iho os passageiros desemparassem a Barca e
a gente do navio fosse pouco para levara cor-
rf-itea passar na poupa se talengou o vira-
kremties na Ancora para ver se com a en-
>cnte se pnnlia a Barca tora to 1I0 da Praia.
Depois disto pralicado veio as tres horas da
larde oipo roadt ligada o Commandanle para
t^-iracom o l'ratico Contramesire e Guar-
1 igo dtixando a Loido tres homens do En-
f.eobo pata telena s ."Viaquinas ptomptas para
1 go que thegasse a mare uadando a barca ,
?er se esta sahiu, lendo ticado a balea abordo
1 ara ellcs :e salvarem no cazo precizo } e yol-
lando logo pela manbfia o mesmo Gommau-
danleePraiico aoewaler para bordo com o
r aicr perigo da vida por a mate ter quazi
ouatro horas de enxente estando a barca
cua-i em nado lando a recaca mullo forte,
earrebentendo o tirado*, a batea cabio sobre
a praia, e rom tsle t-conlecimilo totao dois
I onrns to mar pela vaga d'encofctro a Barca ,
osquats cem muila diUkuldadt? se s-Uaro ,
0 ene ludo obiigou ao Cote mandadle a rol-
lar rata cria debaixo de lodo o "s-'o pois
ene a vaga alegou o e-oller ficando a bor-
do es ditos tres homens. Logo que a maie
raioo oro o Con-, mandante e gmle da Guar-
1 itao e passageiroa a boido e >at>arao alguns
menlitrentos e agoa e bagabem dos ms-
eos passageiros nao fastnuo o mesmo com
a caira por i.o haver lu-ar para a depositar;
pois que nes chames em urna tingela de
tura eticada de mangues a icbadicoa e gu-
ra pes que pela euxtiiie tica alagada j ez-se
alarracanu-nto era trra e anec-dacao de
insntimeiitos assim como se talengou a se-
guala torrente de ferro, primeua para
-,ue a barca nao encalhasse mais e para ver-
se as grande mares tv desei.calbava. O
Commandanle cfiiciou ao Fiesidente e agen-
te no Maranhso sobre este acontecimento e
jedindo providencias e deslacou par pro-
curar ia tena firme a maneia de enviaros
diles olfccios ao Fialico e Piloto do dito navio.
de ledo lit o prseme leimo (ue lodos aB-
ignaro piotestando-se pela taiiucato to
piejente termo e tudo o mais necessaiio e
determinado pelas Leis logo que se chegue
o ltgar ende baja Autoiidaues tompeteuies
EeuJcse Juaquim Eeiieira Bastos escievi.
l'elis Coireia to i, Agosiu.ho Maiques
Lias, JoteHodriguesTonta, Antonio Ui-
vall.o d'Andrade Jos iNlanoel Piuza Jo>e
V.aiia, Mtnoel Amonio, Manuel .Warlins
r.amosAngtlim Jiede^ouza, nanoel Jo-
s coma mestie A. da Luuitabobretro ,
G. debiijueira Mlaya hernaio Lumingos
Duarie, o Lculor JozeLaetano Vaz Joo
Gatuno Loneta LuUaidO l'iar.eisco i\o-
gteira, ftlanotl relia Jos i'ttio Alano-
tl Antonio AvilUr Joao hotngues Garita,
Ai.U uio Joseue Aln.eiiU Passagelios, Ma-
ntel Ltiiz ta bilva Louitito ir lauto.
No da 25 Quinta feira as 4 horas da ma-
drugada esta vamos cid i 4 bracas de I un 1 >
dei o Rumo de E. S. E. e .-|uanda amanhe-
eeu o dia nao se va trra. Atimosfera mili-
to enfumacada e bastantes choviscos athe as
10 horas nao se vendo ierra dei o Rumo de
S. E. 4 E. e como scassiou o vent > ferrou-
seo Panno ao meio dia apareceu trra e nio
a poude reronhecer pelo muito enfumacada
que se achava a ierra dei o Rumo de E S. E
a 1 hora pude reconhecer a trra seren as
Serras do Gurupi cuja demorava aoSul,
leudo i5 bracas de fundo julganda-me em
distancia deltas |3 a 14 milhas eslava a Cor-
vela amazonas com hosco as 4 horas 3 a y bra-
gas dei o Rumo de EiSE e aschuv tinuando. As quairo e meia horas reoonhe-
ci ouira vez a ierra chamada Jojzit.hoS^SD
as 6 horas 11 bracas e por muito enfuma^ado
se nao pode ver a Ierra porem pelo luulo jul-
gava-me de frente de Firucana a Barca an-
dando 5 11 a 6 militas, as 7 horas i4 bracas
as 8 boras 1 bracas ; e como a mar princi-
piava a vazar dei rumo de ESli, a noite mul-
lo escura as 9 i|t horas 11 bracas as 10
boton-se a barca e andava 5i milhas. Per-
guntou o Piloto do Navio se eu quera que
se prumasse eu Ihe respond que esperasse
bum bocado e daht a 10 ou ao miuulon elle
gritoou Ierra e ao mesmo lempo o afio
bateu mandou-se logo parar o Eogenho e vi-
rar ao revez com toda a forca por miis de
meia hora sem resultado algutn apelar das
muitas deligeucias e como a agua eslava va-
rando ficou todo em secco na liba de S Joo. T
Maraubj 10 de Margo de .ti.
C. 11. Aares.
ELOGIO HlSL'ORICO
do
O*, MASOEL JOZE DA ROCHA LOBO ,
por
Jora Joaquim de Moraes Sarment Secre-
tario perpetuo da So-iedade de Medicina de.
Femambuco, Doutor em medicina pela
Faculdade de P.iris Ensaiador approvado
pela Coromisso das moeilas de Franca ,
Cavalleiro da Ordem de Christo Membro
correspondente da Sociedade Lineara da
Brdeos da Sociedade de medicina de Lis-
boa Ea-Prolessor na Sociedade das Bel-
las-Letlras de Paiis na Inlerpretacoie-
ral jnelo aos Tribunaes de Er^nya te.
si e ao puhliiro nao deixao de ser tambeui
qualidades rerommendaveis n'hum medien ,
o que de algara modo abon* a anligt allian-
ca da medicina cuno sacerdoci >.
Rocha Lobo nenbuma vocaeo tinha para
o estada ecclesiastico. De^ejos vagas o im-
pellio pira o estud di cirurgia mas ca-
nhecendi o carcter fir-ne a vontade irrevo-
rvel de eu p resisnaa-se a entrar no cle-
ro spcitlar. A condescendencia do filho ali-
mPota^a aspxi'encin do pai, o qnal se na
minima consideracao iUa repugnancias d
ioven Rocha deier-nin-u imperativamente que
enlrasse n'hum convento e se prepara,se pelo
noviciadi pa kzer eus votos, acha Lob.i
rebeou-se contra i abusivo e systemat.co
desnotismo domenico, e resdvea sul.lrahir-
se execuc J das ordens de seo p "
Filho de familias sem proprio algum ,
cam que meios havia de elle ex.cutar a fuga
clandistina que medttava Tinha el.zmen-
te huma irma que ain erra paterna vive se resisti ao.annuncic
fatal. dor pungente da perd de sen queri-
do irmio que revezes de fortuna haviaj tor-
nado nico amparo da sut velhice. Este an-
io tutelar esta dontela joven entao de 16
annos, valendo-se da affeicDq llietinhasui
rica av cons?uio delta bum auxilioztnha
pecuniario e soccorrendj o mino que tanlo
d Ihe f-ii Rocha Lobo pode auienlar-sa
secretamente da caza paturna em i8o3.
Senhor de suas aeces seguindo a sua vo-
caca>, Rocha Lobo correo a Lisboa e en-
trn immediatamente no vasto hospital de S
se ti!i'i(>
o orno SitMilde constituid
bem penetrado dos grandes benefici js que v
sciencii a humaniJade e a patria devij
esperar do boro e recular desenpenho di ar.
dui e espinhoM tarefa a que se oropunlia j
assim cotno da immensidade de miles -ju? ,|a.
verio causar a estes tres seres, obictos lij
digaos de noisos suffragios, qninio diriin>
doseaoacas). mve>is*ern seur bassoU en.
tre os inmensos esclitos, da q'ie en irict-
da to ardu tarefa fossen da ensjitrj a
tula quinto a rasa o a jattic* eojcouu-
mes lenhj sanecion d e qui te:tli asHrt-.
lado o seu edificio sobre bues fisit e ban etU
culada), forman lo -a* com ot mjterUe* ,,n
o saber a dignidade e a probidade hej
mi nutra vao poliamos co liar om esta sj
dedada como liun moint nenio e.ernodt
nosst gloria ; mis intelioneute a exoerieu-*
cia me tem mostrado o conlririo de lulo ish
eme ten convencido quo sjus iiiitiiuil ires
nao calculando a i.nmeust respon aoililiie
que recalie sobre Imni sosiedada d esta 111.
tureza nao atienden lo queseellt poJecirt-*
tribuir bem org-tuisadi, e bem dirigida
para a glorii eo expleudor dt sciencia e da
patria, poda, quanJo dirigida por leis vi-
ciosas, ser o ooprobrio de iimoa e oulri, sa
de: o ao tribal 10 de formir liini asso:ia<
cao de mdicos a que cttamro Sociali.la
dis scienciis medicas, smente pelo prazsr
pueril de duer qua Lisbo 1 possu; Ira u 1
sociedade de medirint, niose lembruidj que
seria mais til nosst tnfelii puna que ella
nao exististe do que serrisse de m mu wno
Joze
maria. Alli frequenlou o curso regular e
completo dos estudos cirurgicos., muito esti-
mado dos mestre, pela applicajo. e progres-
os dos condiscpulos p-s'o enio e compor-
tamento. Ultimado em i8td o curso d'estu-
pos cirurgicos, encontrou aditcu'.didesffm-
pre grande do primeiro estabelectmento para
quera professa a medicina. Esta diffi.-uldade
n'hum joven cirurgio que nenhum autillo
ritava era seu pal era insuperavel, e Ro-
cha resolveo entrar no servieo cirurgico da
marinha. Encelou esta laboriosa e enfado-
nha carreira por huma viagem a ludia e
vindo em 1817 como cirurgio de huma
galera a Femambuco pentiorado pelo a-
Jolhimento de muitos habitantes, estabele-
ceo-se n'csta Cidade onde foi nomeado ci-
rur 'io-mor do exlincto batalho d'arlilharta
de a. Hnba. Inimigo de sedices e anar-
chias antevendo a longa seria de revolucoes
que principiava a desenvolver-se n'esta Fro-
Ainda bem nao apontava a idea da fun-! vincia passou pan o tVlaratihio em tSaa ,
daco d'esta Sociedade apenas o Dr. Rocha L alli permaneceo at 181. Adquiri n'a-
nnuia a to ulil projecto e nos promedia o quella trra reputaco merecida, e algn
caedal que ajuntava nao obstante a sua
natural generosidade pira coror sua voca-
auxilio da ?ua quota parte de luzes para o es-
plendor e ulilidade futura d esta Insliluijo ,
Jtrna! de Minba Vingem da Cidade do Pa-
ia jaia a lio N.atm.l.o no Vapor /Vlara-
t-ihi'' na rjiicdade Ue Fialuo do esoao
yapor*
No da Itrga feia .3 dt Fevereiro de 1841
largamos es 11 horas da noite pelo Rio abat-
M)(or;lid amal sem n ais noviuade.
No uia (Juan. h na 24 (lu esmo ao arra-
1 ker tav.ii es ticltoiiie da Villa da Viga
I m 9 biabas de lunto tcm Rumo de W. E.
4 i' itm este Rumo stguints ath os baixos
que-a j Ma to ca paksamo Lei o Rumo
ce- h t. 4 E. -b -j, loi.is t irtia deixorava
k j una Ut Ciiiu.-sa oul. LtioRumode
JeMt cs4 loias) 10 Liaus de lundo dei oru-
II o lie L. 4 ^* L. a ^ l.tics uisdiLOs a a
.j biat&jj oe 1.1 1.0 itin l.i.ao Icta
a |(t,itt 1 scndando it a 14 Ina-
. ( -, 1 Ltv -*. c r^. N O. com I te-
quiado a roorte implacavel, cortando to vo para levar a elleilo o desejo mais coas-
verdes aunnus principiou a diminuir as ; tanta da sua vida isto he para tomar o
nossas forcas, antes da abertura soleume dos I grao ae DJUtor eD medicina ou fallando
nossos tiabalbos Fosto que por extremo ac- ; t0m maior exaclido pira conseguir a per-
tivo e laborioso. Rocha Lobo pouecs escrip- I fcitio de conhecimentos que esse grao pre-
tos publicou mas se alguem ha que p>ra ser j supoem. Eeclivamente parti em i8ii
aqui celebrada a memoria de nossos Collegas, I para Pars frequenlou os cursos publico e
exija altas descubertas ou theorias influan- particulares das sciencias medicas que ahua-
tes na sciencia forcoso Ihe ser conceder- do com proluso n acuella nova Alhenas ,
nos que as nossas circunstancias nao com- j n'aquella metrpoli geral do saber humano
rlo tamaita exigencia. Alem disso os R qual nao devia ser a rapidez e a intensidade
adieos exclusivamente pratiios, a milicia !uus progressos n'hum cirurgio habilutdo,
acliva da nossa profisso os subalternos que havia vinte annos, ao exercicio da arte de cu-
po
mei
?ui 1 un I em na brecha moridera do exercicu
da medicina nao tem menos direiio a mea-
co bonroza nes bolelins gloriosos dos feitos
uleis a humanidade do que o cheles Ilus-
tres que de longe dirigem seus movimentos.
CJuanto a mim, j que revestido disua
coitban9al nao pude contribuir para Ihe pro-
longar a vida de algum modo me resigno ,
apezar da minlia granue insuiciencia a que
os vossos Estatutos me iteponhao odever o-
uoiificosim mas aniscacio, Oe |iagirao me-
nos este ttaco tributo sua memoria.
Manuel Joze da Rocha Lobo, nasceo no
mez de Janeiro de ijyi no lugar de Kabi-
cal, ifin.o ue (Vianalva Provincia da lici-
ta em Portugal Seus pais, laradores
honrados d'aquelle termo, eslin&vo-no lia-
ra o saceidocio ; e como ti'aquelle lempo,
mormulle n'aquella classe os albos dtsliua-
dos ao Altar ero os nicos, en tujodesen-
tolviineiiio iiilellectual se empeniiavao as
lamillas porque os sacricios necessarios
paia esse deseuvolvimeiilo eio depois larga-
mente con, pensadjs pelos rditos considera-
ve 1 da lgreja hotita Lobo esluuou as hu-
manidades e iiotts iheologicas leijueiidas
pata a ordenaco no UispadO de Lmelo, on-
ue lomuu 01 dens menores, e onde auijuiiio
natuialmeule aquelle modo ciicuuispeito e
u;i\:.u 1.0 pone e na ItngUBgem que nos
ItOS JLe ivlibetemos e ijue sendo rnalos
onde foi n^iueado ajudante de tnt'er- indesiruciivel di nossa verganha, e prov
in.-oiitestavel da nossa ignorancia e se o qua
expendo nao he verdida ento confesa a qu9
nao lenho a mais paquena idea do que seja
huma Sociedade medica, que desconltecoo
que he sciencia, quaes os deveres do sihu ,
que luda o que a esle respeilo tenha visto ,
tem sidj pura illuse qua o que teuito lijo ,
o nao entendo. ,,
Qje vehemeucia Senhores que arre-
piaiiora causticidad no pensamento, e n
'"'u'"gen que o patntela Vos que o 011-
vistes tantas vezes ius discusses da nossa
proisso heis de ter recanhecido nesia cita-
co o modelo aperfeiv'oado do estylo de Roca
Lobo;
Mais adianle aecusando a trivialidade da
bum facto communicado a Sociedade e a ri-
dicula comparaco qua o autor da si faztt con
sabios estrangeiros torna a exclamar :
Sa isto se soubesse em partes onde a a-
natomia pathologict se esluda can tanto cui
dado, e onde os museos esto resheadosde
immensas preciosidades deste genero, que
sediria? oque? o que eu diria se a scen
mudiss^.q' sa mais crassa ignorancia s;ria
capaz de producir tal sandioe e nio hesita-
ra hum s momento em assemeibir o autor
da to monstruoso parlo a esse pajueuo Re-
gulo d'A frica que vivendo em uq.ii ii 1*
choupaua depois de comer magro arroz en
cuia de aldeo orden iva a saus pregoeiros
que fossem grilar no meio do lerreiro, qua
da va leuca aos ouiros monarclias di trra
para ir n jantar. ,,
Censurando nos termos de que julguet
licito apresentar-vos alguru exenpios qua-
si tudo quinto sa havii pritioado con la a
extensa memorii propondo num sariude
resolu^oes pira a regutir coustituico da so-
ciedada.
Rocha no meu parecer tem raio em quan-
to expende na su mu non 1 ; van asqiitli-
dades do seu estyio moitro o ho oa n qm vi-
veo desgostoso e contrariado desJ'a i-iiinct ,
lalta-lhe a a'ueniGde suisotii a briulura
cndescendeute e iusinuinle, qie l.udoco-
ragj do ieitor cimiuho piri a sut parsjtsio;
como a sua vida SO oissjli en dalssi parpj-
lui a nica anni do seu estylo ne a lorja ,
e a forca defensiva pode ser dura con justi
ca t at desculpavel as sai* vio'ei-iis.
Tambem llie Gitav aquillo le q tsciraca-
mos muitos de uus outros que filiamis o i-
diona Forluguez seji-.ne licito diza-l ,
porque os manas do uosso lioondo collejt
nein preciso de favores na n acjeiliriio in-
cens qua sahissa de outro ihuribolo quo nil
rar A saiisfaio a allegria inslita com
que Ro ha tallava as clnicas nos amphi -
Ihe altos nos meslres Ilustres da capital dos
conhecimentos humanos assaz palenleavo
que os das mais teuzes de Rocha oro os
das de Pars.
Tomou em 1835 o p;r;o de Doutar em me-
dicina na Uni versidaJe de Louvain, nao com -
parecendo perante a Faculdide da medicina
de Faris ou por excessiva inoilestia ou por
que ja io acabando aquelle* tundas o,ue
adijuuidos no exercicia da tirurgia ero eoa-
pregados cora lo louvavel amor da acieucia
no esludo da medicina. De Louvain pas>ou
a Lisboa e como alli se eslava oiganisando
a sociedade de medicina lu nomeaJo socio
el'ettivo. Compoz ento o primeiro escrip-
lo medito que d elle nos rest e vera a ser
huma memoria sobre a oiganisaro d'aqu-du
sociedade que lo ulil se va i mostrando a
Portugal, r^o aclo solemne em que nos a-
cliamos huma memoria, sobre la! materia
tlove por certo despertar a curiosidada dos
mais in literenles. Dolido despinto su.n-
mmenle uielhoJico, desgostoso da pouca or-
dem que leiuava as disGUMes e ni ad.tu-
.islratao da socieiiade vendo os tumos pou-
co adquados aos luis rompeo nesia enrgi-
ca lalvez violenta mas lile:al admous-
Laco.
,, Sempre me persuad que os Socios ante
losse o da verdad*) a joatift ptra cono,
morios he alem disso exaraolo pifa os vivos ;
ttmbam lite fallava surfi.'ieitie coaliaj na alo
da tiugua ptina detallo grava, raisdas-
culpavel se considerar.nis jua por ed'atto da
circunstancias iuvoiuntariat eulroa ao saiiif
da puberdida e:n viii erranla iitOOOoiUVdl
co.u os estudos prolongadas qua ra juar o co-
(iheciaiBiilo da u ni lugui cuj j iioj a-
pliia vaciila lacerta, cujas foriois puraiiolo-
giLas pela indolo huacal do LU0J11 tfciriJ
para semore iuiele:'.unia iis cajt* Dalles**
nao pode u sar pioluiiis uem saati lis san
I
uuJpti.aavtu do sacerdote que ae respeiu que se u>tssem aimuucwJo ao inuitio m.li- o to uhcciineiiio previo da OAtrai lujis,
MELHOR EXEMPLAR
. i.


1
________T) ARIO
gmtflrr mvtm i i ijjkcj
> E PERN AMBC
KXMEJBES^TI
3
mi

,"uja graca e attractivo principal consistindo obstante a melancola profunda do sen genio ,
yi su meloda encantadora presupoe fina efeito natural de tantas contrariedades na
fnsibilidade auditiva e puro gosto musical, puberdnde de soflrimentos diutumos tu ida-
esrulpada fi>a por certo a memoria do nosso dade veril, e dojconhecimento pratico da in-1 nos outros pas de Imi'.ii, q a* iiaul >i pVlo
icol lega para todos quantos tem reflectido nas justica e da (evhndade dos homens quan amor d. s-.-i enca no exercicio da niv^si-
ra estrauha, e quasi ao desitnoaro triste
exemilo, de que ena dia festivo clavan
desviar os olhos oi ourroi meJtcos orticos ,
S3 m o .' sin i d Mr, I', i. il lod
' ''' a d I ,. Oii3 p >r
tanto quizer possuir esta poja, pie deli
manlii-a vir.
^ir.mepsasdifficuldades da lugna Porlugueza, da ja ia5 declinando os annos.
_ ---------------1,--- .
'ara tod.-s quantos tem aprendido com m-
P
Pela sua pratica e opinides escriptasocRho
Probo trabalho a impu'ar menos a incuria e mostrava ser sectario da escola ecetica. Quan-
eslrixo do que a essas difficuldades o ser ella do entrou no exercicio da medecina achou rei
feralmente mal escripia e mal fallada. | nuiles as doutrinas de Browo modificadas en
Em t85t publicou no jornal da Sociedade suas demasas pelo Ilustre Pinol mas vend >
de medecina de Lisboa huma memoria sobre que os imitadores longincuos das escolas
es bons t Jeitos dos evacuantes e principal- transatlnticas obtinha funestos reveas cono
mente do oleo de ricino as dysenterias. Ar- a applieaco rigorosa dos principios de Brown,
dua etrpreza era tentar dizer cousas novas so- nao tardou muito que duvidasse di possibili-
bre o u/o dos purgantes as dysenterias de- dade de dirivar todas as indicages curativas
pois d o? frabalhcs de Sydenham de Prin- de dois nicos estados di economa aniaiil.
gie de Zimmermau, e tantos mdicos il- Destronado depois o Brow.iismo mais ou me-
iuslies, Uir-se-hia que os redactores do jor- nos puro pelas doutrinas insurgentes de
nal de medecina de Lisboa nao tinba co- I Broussais tambe nao acliou nas duis mo lifi-
nhecimento dos trabalhos importantes publi- caces do organismo a-iuuttilis pelo Ilustre
codos na Alleroanha ao principio d'este seculo
poz Clark, "VVijjht t e outros sobre ouzodo
oleo de ricino nas dysenterias porquanto
buna simples referencia quelles esenptos,
rtduzit id a menos de melade a impresso da
extensa memoria de Rocha Lobo. Mas nem
por isso vos persuadis que a memoria de
nosso Collega, por nao ter origiualidode ob-
soluta % a nao tenha relativa. Aiii veris
provas inconUstaveis das lulas terriveis que
Rocha Lobo leve com as dysenterias ll.igeio
morillero das trras eqnatonaes veris espi-
rito cbservedor bastante erudico ainceri-
dade em confessar os reveies duas obser-
vaces notaveis. Honra pois a Bocha Lobo ,
que nos tonservou essas duas observaces ia-
leressanles ; os lacios sao a pedra do edificio
medico ton-o de todas as adeudos e |u:a
laclo bem observadopcde vir a ser hum cen-
tro degravftaio para onJe se encami-ihem
novas observaces donde ai aue o con he-
cimento de huma Ui gtrai da i.atureza.
Ueixou-os outra memoria sobre o verda-
dero uso do espoio co centeio. tsle escrip-
lo pareceo-tue Lum resumo das prolongadas
t- leiiliias controversias a respello das pro-
piedades iherapeulicas d'esla substancia ,
que lora sustentadas por tlenlos superiores
no Escola de Pars mas se nao tem o mrito
i. 10 da oi^iniiliade, concebido para ser pu-
blicado em lingua Poitugueza n'uquelle lem-
po era de inegavel ulilidaUe.
Algumas ob:ervat,es intercssantes publi-
cou ii.ais puiem tanto os manuscriptos au-
totjraphos d'essas observaces como os das
memorias que acabo de vos aponlar fica-
ra por consenlimenlo da herdeira o nosso
Colttga nos archivos d'esla sociedade e pela
sua leiiura podereis contirmar ou invalidar
oque vos bei expendido a ui respello.
*Se as dtixas utierarus de Hocha Lobo nao
paiecem avulladas quantos mdicos ha que
pcssuidores de preciosos maleriaes pdr consliucco do tUihcio da sciencia desdpare-
cem da scena do mundo seo deixareiuo mini-
nio vestigio da sua paasaem Wesle da so-
letan 3 da iiossa inslalloco seja-me licito rc-
coidai-vos que sem a cra,o da oriedade
de medecina de Lisboa nao existira esse pou-
co que bocha nos legou pcis escreveo pa-
ra aquella sociedade. Ja que a morte nao
lermiuioque elie conluiuasse aqui os traba-
ilus priucioiadoi con lanas taj.erdnc.as em
Li;Loa te enlre us alguus houvesse mais
remlasos sirva-tos d'esiimulo o exemplo de
Mocha Lono.
^ Vendo a sua trra nativa dilacerada por mil
partidos, iuja viigem uescobria eui paiacu-
lares au.tienes GesiarsaddS coiu vj u'ainor
da patlia, e ajipaienies desejos do Leu geral,
asim con. o buvia Sahio por iguaes motivos
d'tstii Piovincia aasiiu lau.beu vendo-a su-
Cegadi | e ieu-bifanuo-se iuiu saudades do
Intil ende bata paaaado lo annos d; mo- j rem se a Hrje t)a penuitiio
cidade a exercicio da cirurgia, voliuu a I os li do nossa
reformador campo suificiente pira lodis as
necessidjdes-therapeuiicas, e ni niva d-ju-
trina atscobrio p-rigo igual, posto q'ue e.n
sentido inverso ao do brownismo. Ni ver-
dade se considero que durante o periodo de
fanatismo delirante pelas daurinas cnamidis
physiologicas vi morrer doentes de lebres p^r
niciosas bem diagnosticad is mas tratadas
por incrivel cegueira con bixai ua regale-
pigstrica lo somente dado que Rocha pre-
senciasse factos anlogos desculpada Ihe ti-
ca com rudeza a tas doutrinas. He de suppor
que essa antipathia redobrasse coa a su ia-
sidenciaem Pars porque se acluu u'aquella
cidade na maiar forca da ruaco de:nasiadj
violenta contra o svsteaia da liroussiis. -
pois da exaltado f inatifa vem o desprezo in-
justo assim vai a huiuanidade nas sciencias
e em tudo. Broussais ultrapissou como to-
dos os chefes d'eicola que o precedrtra os
limites da verdaile mas'que ha qua ignore
que os homens para ado^urera veidados oon-
irarias opmioes incutidas dt-sJ'a infancia,
precisan, para issim dizer que se les ex-
ageren essas verdades iuegavel he quesea-
do essa exageraco appoiada na fjrca da dia-
lctica ua sedueco da elo [iiencia na pres-
tigio e illuslraco de seus deleusores, sjffre
com ella huma gera^o sotrein raais mas
depoisdosdllagues extremas em sentidos in-
versos para liualmeale a bahnja incerta dj
discusso, e lica senhora a humanidade de
verdades eternas que vo alliviar para sem-
pre asgeraces futuras,
epois da sua ultima vinJa a Pernambuco
Rocha Lobo apenas viveo tres annos. Ator-
mentado quasi desda infancia por dores a-
trozes de cabeca a sua vida liaba sido arnar-
gurada e no rosto se (he via o reflexo le
grave molestia orgnica. AcommetlJ co:n
maior excesso em novembro pas5ad-> cha-
mou-nos ao nosso Collega Paira ea mi e
nos disse acho-me gravemente atacado,
creio que nao resislirei ; examinen, refi'^la,
grados devere* alten lemos miis que tu lo aos
soffrimeutos di humiuilide.
Rocha en vio o anta.jonisTi- dos inte-
reses qut) reina ahsiluto en tolas as coa-
dicai da misera humani l da debalde essa
antagonisno dos interesses, origam hrrenla
de quasi tolos os crimes e prova irrecusivel
que nenlmm povo tocou ii i sobre a trra
a meta d civilisa^S >, debalda le quiz ligir
com vnolo astuto a descredit scientiGco a
dfsdouro de moralidale. Teus numerosos
clientes, qUJ aiii esti abeacain 1> tai none
e repatinlo-o con san -la les, assai prova
que nem eras destituido desabor nemoteu
saber era estril ; lut ettgui heranga, assu
deposm em faor da lu probij i de medica ;
repou>a em os nesse abysmo nicom prahensi-
vel dieternida tea nome grato a qujiito
te conhecoro ha de sobraviver-ta no cora-
cio de (juarn amir a Bcieacu unida a probi-
dade.
Cor responderle i i.
Srs. Redactores.
Louvores s8Jo dadoi a lenbnnca qua te-
veo Ex a, Sur. Presidente dt Proviucii Mi-
nael da Souza Teixeira a cerc da sua none-
aco de seo Secretario o lio. Sur. Dr. Eran-
cisco Mdniz Tarares ex Ministro Plenepotefn-
ciario do Brazil na Corta dll>ni pesso
mu distinta da OCCUpaf
LOTERU DA BOV-VISTA.
OThezoureiro da Lotera aviza assinte-
rpssni.is : qu9 a vista do o!i -io abiixi trans-
crito nio poda ainda aonunciar o aa ^ e;n
.-jue ha.l^ ptgar os premios da seguodi parte
da quinta Lotera ltimamente extrahida
depender de esclarecimentos ; que pedio ao
Kxm. Sor Prezdente da Provincia oque
far bjo qua receba a resposta de S. Exc,
Deven > entrar ptra o? Cofres da Thezou-
raria de Paseiidi lesta Provincia o producto
do imposto de Qto por oto da cada u:u dos
Capitaes de que sa coiDpoa as Loteras tua
actualmente sao extradas nesta Cidade, nos
termos que dispoe a Artigo t. di Le da n
de Outubroda ij mandado poremexecu-
cao nesta Provincia polo rdein do Tribunal
do Thezoaro Publica Nac mal de -i'i da De-
zembro de i83g ; Ordeno i V.nc qae r..-.o-
lht com a possivel brevidade aos mencionados
Cofres o pro luto dos referidos oito por oo
relativos ao Capital dd Lolerii de qua Ym;.
he Thozoureiro.
D.o Guarda a Vmc. Palacio do Goverao
de Pcrnanbu'-o aj de Marco de u;.
Francisco do Reg Barros Sor* ftiezoiirei-
rodaLoterii da Boa-vista
hum lugar da tant i
SOCIEDADE PASTORIL.
A Commissio Administrativa aviii 003
Srs. Socios que boje ( 14 ) s (o ij horas
consideragi i i p"la suisiea:ts cono pala sus da tarde sesso,
houra.iaz, eirmeada carcter e em fi.n !u:a -----
dos verdadeiros filhos d Palna quesa.ada- SOCIEDADE HARVlONlCATHEATRAL,
nodo leao dasampenluio ai altas missiesdel A Commissao Administrativa convida aos
queten silo encarrgio. Hoja eita esta-j Snrs. Socoi a reuoireai-se boje 14 do cor-
va esquecdJ pjr a lonja amencia de i i an- rente pelas horas di tarje na casa n. 4
nos na Europa onda fes d Tercos esludos, mis I defronte da i jl ij.'o Corpo Santo a fi.a do'
ho e se tobara en so sitio nos recoocatostrataren da uui objectointeressanle.
d'esla Cidade vvenlo cono pr:ioulr e ia-
xenJa-seesquecido do Publica : ms a le u-
branca do Etm. Sur, Prndente Iba |uiz dr
o deviJo apreao chamindo-o para sao Secre-
S0C1EDAD.'. N TALE XS S.
O priraeiro Secretario convida os Socios
da mesma pira sessioextraordinaria a m-
tario oqusl dazempeii'iar con o se espera da rita (co; pelas seta horas da tarda: bim co-
mo scicutifica aijueiics Surs, que anda uao
assiguaro os noioa estatutos o fasso,
que ni mencionada so le:n de sar liiau-
nadosos (ua nao tiverem assiguado.
sua alia sabeiori e dig liJida.
Sou Snrs. Rajadoras
leitore assi'uante.
seo consunta
O Amante da Virlude,
Publicacao padido do Sr. Eachiuete,
Illm. e Exm. Sr. Francisco do Reg Barros.
.Miu! i alma crea la de'oaixo da atmosphe-
ra do aog Imperio Romano, nao poda
A.viso Diverso i
tS" O Arrematante do latoslo da 30 por
cento sobre o consumo} das agoasarde ites de
regeo sabando como Cazar susteu tar em
huma in a espad, e na outra apeona;
e aqu'me tem prompto para quato deter- foi a quadra inm senlineutal qua experi-
deixar da seusioilisir-se com o sublime em prodcelo brazileira aviza aosSrs.queain-
quaiquar angub do globo, onde o depare, da narj pajara." dito consuomo vea ha fa-
bo Uve a ventura da dasl'ructar nasta Provin-
cia quasi melada do tanoo e.a qua V Ex. a
mi'.arem. '' To honrosa confianza ; tama-
r.ha docilidade brindava nao menos 'l'"'
dever sagrado de Collegas a nossa sansibilida-
de para obstarmos realisaco do triste agou-
ro do infeliz Bocha. Pcrem reconheceiido
como molestia principal e mais prox i mmenle
mortal huma alleraco orgnica na parle da
massa enceubaiica donde nascem os ervos
pneumo-gastricos, isto he no proprio cen-
tro da vida humana, que esperanzas poda-
mos nos ter deconservdr o nosso Collega?
meutei depois que cruzei o atlntico !
se-lo nos dias i4, i5, 16, 17, e 18 do
corrate no largo d > Terjo ). C>, findoios
quues se proceder na forma da Le contra os
que deis nem da pagar*
n~W No dia 12 do correnle furtirio da loj*
Mi da Praca di Independencia 1), i2, bum Car-
aba sympaihia e meu genio nao poderajtao de Cambraias do iiom toa, sendo tu lo
cular-sa no lim desta scena sublima e pro- 'cortes de seis annoi e s bu na pass da a or-
itinaitbucotu ibt. TofiOS voso viales,
ha uoucas semanas 110 exercicio da njaaa pro-
Lssao- (^Jual -e 1.6 llie nao observou grande
copia de .oubttio.eu.os ibeoricos buu uc.o
1 Uiiio, t liis ifUe luUo sinceiiade nas auas
v untes-, le dUe uas lelacdes cuui aeus tol-
I'id vo exhaurimos quinto a razio e a expe-
riencia nos dictava, em vio consultamos
quasi lodos os Collegas que me ouvem bal-
dados orao todos os eslorcos imitis se tor-
uara todos os conselhos ; Rocha suecumbio
nas altenidtivas do delirio e do coma, Po-
que dilatassemos
, concedeo-nos ao
Collega
n.enos a triste consolago de vermos confir-
mada pela autopsia a sede da molestia que
malbematicamente havu sido indicada 0-
cahsago esta que por muilo dilbcultosa he
mais .urna prova do alto grao de perieico a
que etiegounos nossos lempos ascienda di-
as faimeza e llanque** de c*racler tm lo- j aguoslicd.
Oositiaaitos ua vida. \eidaue lie que nas (ual lai o fruclo de tanto trabalho e tan-
Cuntertutias mostiava aiguinos >ezes acu- ia ayilago ? (^)ue premio leve essa vida re-
partida cu to idid aclividade pelas 4 parles
do muirlo ? A dignidade do carcter do'nos-
o seu desinleressd a su mi-
so Collega
ii.ci,icso aluno ao &tu paivcer, mas que mul-
lo i,ue pugne rom atpeio vigor queu he aiu-
ttio t li.aii na iiiaiultaiajjaj de auna couviC-
icis toi ^(jiiilo que ihe parece mus ulil a os oaiiidade nao era compaliveis con a ri jue-
eideiuOS? Uoci/a truiava o tharialauauo ou a. Deivou alguns livros ulguns ferros
I o visee pttnl e ridiculo ou o eucoulrasse que nem poaerao, ludias, ser vendidos em
"tuut e ptiI5OM1 poiem nunca uelrahio o solitario leiio. Oxal que sobre seus restos
tiuo tur n-tuioue que o lecubecease, inanimados Ucassem sj os des oojos gloriosos
i.ti.ca iaitou x vtidude nunca ulieuueo a daacteu.iaj mas entre ellos iicou tamben
^suca t,oiidaes esias que reuuids aos huma lilha joven don/tila CUamcda ba
IbLusueti uata e ilttspeaos da sua con ver- uitea por seu i'ai pira lao treveiuenie iicar [
i < loinenao afiamtl a sua aotitUdde, nao l otiuba orplia na Uor Ua idade, e.n tv ^
ENCONTRADO
duziraj esta oblaco iiliu da Arte que
professo e que lono a ousidi da eniarec >r
a V. Ex ; nao he producao da lisonja ; pois
que esle vicio foge desde qua o lio ua u das-
ce do podar. Ea sou de V. Ex. hu.n dos
Estrangeiros que mais o ad.nua e vene-
ra j ueos Guarde a V. Et. por hum sculo
ao menos, Racife 10 da Atonl da i> j 1.
De V. Ex.
Estimad. ven. e creado obr.
Josepb Fachiualli.
O PRANTO PEOA VlUUCAXD.
A R 1BT A
Posta em msica co.n acompanbameato de
pianuo torta palo Compozlor Italiana J*
Edchiuttti porccisio da de:nissi con-
cedida .i lil.11. u i'm. Sur, Francisco do
Uego Barros Presdanle da feruajaba-
to.
Por lei de acerbo Fado ,
Que o desgranado apara ,
]No trala Pernambuco
O bem jamis perdura!
iNorle ; e aul enla ,
Grao llego o leu Canto j
So a l'alna a 111 icla
Verle amargo pianto 1
Na Capital ,
Cheia de dj ,
Encoulra s
/ Presentes icos .'
Eulo v.ijja ,
Solucando ,
Kxclamandj :
Fiind l adeos l
Ni B. A presente Arieta vai i.upnu;-
les 110 undo do Carlio, sendo tod >s ra pi-
pres miudos e s a do fund fiogindo baos
atrepadeira larga e embrolbada em bum re-
talho da mada;olio : a quam forem ofereci-
das roga-se o avor de parteeiparem na mes-
ma Loja assiina que sa recompensara gene-
rosamente.
S3S^ A pessoa que tiver doascaixes moder-
nos de botar elleilos en venda dirija-so arui
do Rosario estreita, veoda U. 3a p^ra tratar
do ajuste.
13?" O abaxoassijn ido faz sciente ao re--
peitavel publico (ua os eicravo Antonio
crinulo que aprenda a pin'.or Alexandri|,
e gnez creoulas, e C-hfistioa da Angola, M l
daquelies sio hens partsneantes ao Cazal de
sua falescids Mii Mario Joa juina do ll)snrio,
e que se acha em poder de seo Irmao pairo
los Tarares r.a qualidade daTaslamauteiro
da mesma Mai co.u.uu.n. e jua eso pro i.-
di uso-por nao ter o do Testaaaenteiro cuida-
do aiuda de faz2i- o respectivo Inventaro;
sendo por isso obvio que ningueaa pode em
boa le compra-ios as dito Testamcuteiro ,'
nem a outra qualqucr pessoa que. se figure s. -j
nhor dos meseaos escravos, protaslaaJo o An-
nuucanle desde j pela nallidade oh venda |
e declara |ue b mais outra intertsadj ossu
li. r.mca e ijoe ut.. j deste rueode acaute.ar
ida porque ja seannnnciou wiiitc-i ,0
esclavo Amo.10 110 Diario N, 6J de 2o as
Marco p. pa>sado.
Francisco e Paula Fernaades de Faria.
4jj l^ueaa precisar de urna ami mapa >-
ra casa Ua pequea lamilla uu para desn*-*
maralgua 99aprocure naiui dibl.^'
[Culius b.-'ii,
I


l E PRRNAMBCO

.*.iJAn cnl firamla iunto a fre- ja desmanmada : na rua da praia serrara di
.,V dfaienda9da rua do Crespo D. i
este engenho he novo esta atente e corren-
, te e com safra'no campo no caso do com-
prador a querer omprar tena muito bois
maltas he de muito boa prnduco vende-
s premiadas, e mat. dou. me.os ^j^^.fc^VS* desta Cida- nesla praca ou a praso com firmas a conten-
7ma~~Mrleira encarnada os j cr Precisa-sealujar urna casa terrea ou
7 nn'in^- acautellasda Lotera da sobrado de um.andar com quintal e car.ro-
&SX vista U^ra acabo de i ha em qualqoer ra do Wo de S. Auto-
co
c'i'IIhs prem
rendo ro da rifa do sobrado do Sam.co de
n. 3qi e entro da rila de sitio d.. Loreto de
n. aq8a ; urnas pomas de seduas nmas
moedasde prata e umas cartas, rogare-a
i. soa que a livor adiado querendo restituir
qeira ter bondad;- de a lew a i uad i icaia
nopumeiro andar do sobrado de Joaquim
Preir de Meodonca que sei recompensa-
do eavisa-se aos thesnureiros da rele
rifas qoeniopagem os premios que aellas sa
biremseiioapessoocujonOe ai asigna-
do e declarado no verso dos mencionados bi-
Ibetes que he ManoelFirm'mo de helio.
con'Manoel Ferreir de Assumpco Jnior,
dirija-se ao Seminario de Oliuda cobiculo n.
I dasobr^s novas.
KTff- \ pessoa que quer fallar a Antonio
Camello, sendo que & Ionio Camello
de Mello dirija-se a rua do Crespo l g
or Ferdeo-seno da aj do passado uro
aifincte de ouro lavrado com diamantes no
meio pelas ras seguales ; teco do Boj
sarapatel, uinebeiras, rua nova, ponte,
soledade devollaporo iraogninho. eabii-
,., rua larga do Rozario at a do fago; qui m
o achou querendo restituir dirija-se a ru
fego ao | do Rozario U. a5 que ser recom-
pensado. _,
&3* Na padaiiado pateo da a. Cruz D. 4
precisa-se de um perito foroei.o da-se boro
ordenado
tsr A pessoa que quer fallar a Antonio
Jasados Sanios Lopo, dirija-se a venda da
quina que volta para os quaneis.
OT Precisa-se de um feitor que ente.ula
4o servico de engenbo e que queira ir para
h provincia das Alagoas na rua larga da
Rozario D. a onde mora o Sr. Contador Ma-
noel Carneiro de Souza Lcenla.
25- abaixo ussignado avisa ao respeila-
Tel publico que cedeo aos Snrs. Alexandre S
Maitin c Delvaux a loja de faiendas da qui
na da rua do Ctbug desla Cidade os quaes
por bastante proturador AIxis Carnou esto
aulborisados a cobrar todas as dividas relati-
vas a si.bredita loja excepto urna letra da
quanta de ia5,ooo vencida em 12 de Abril
do auno prximo passado oulia de 900,000
vencida em ti de Dezembro do mesmo auno ,
eutra de 100,000 tambera venda em 9 de
Le/trobio de 1^4 1 oulra rie &*6f7^J que
f-e La de vencer a 3 de Maio prximo oulra
de ao5,coo vencivel na mejma bepoea e ou-
lra finalmente de 1 to81,4'4 que se lia de ven-
cer ero ti de Junhodo crtente anuo cujas
letras aeaS cobradas pelo mesmo abaixo as-
signado.
Outro sim avisa o mesmo abaixo assigoado
a seus fregueses que a mencionada loja se
acba prvida dafl melhorea lazendas IraneezaS
do ultimo goste, ees con oda a conlinuarem
a bonra-locomsaacoofiaoca, senos deque
serSo vervidos com a presteza e cortmodiaadiis
necesarias
de quasi urna legoa com muitis bots ierras
na campia de S. Antonio d varzea deno-
minado Cagundo que (arte cum Ierras do
engen'.o da casa forte e torre pelo puente,
pelo nasrenle com trras da casa forte pelo
norte coro a estrada real e pelo sul com o
assude chamado do Campelio muito proprio
para plinlacoe criaco j a tratar no Recite
na rua d cacimba.
/isos Maritiinog.
PARA O ARACATY o fiera conhecido _ve-
leiro Patacho nacional Laurenliua lirasileira,
finado e pregado de cofire, para carga e pas-
sagairos dirijo-ae a rua da Crui u. ii ao
mu proprietario Lourenco Jo das Neves, ou
ao Capitio do mesmo Antonio Germano das
Neves,
PARVO B10G. DO SUL safiir breve o
velleiro Patacho Nova Roza recebe alguma
carga a fete, escravos fiem como a;guns
pasLgeiros para o que lem excedentes com-
modos'; qiem quiser carregar ou ir de pas-
n dirija-se a rua da cadeia a fallir com
os consignatarios Amor ina limaos, ou como
I apilo e dona Luiz Jos Pinto a fiordo.
PARA RIO UE JANEIRO segu com
brevidade o Brigue lscuiia Navegante, ainda
recebe al(uma carga fiem como escravos a
lele ,
to ; os pretendientes dirij5o-se ao escriptorb
ile Caetano Pereira Gousalves da Cunh* na
rua da Cruz n. ii
tSr Uma canoA viuda agorado sul, pro-
prta para carreira ou pira pescara com *g
palmos de compridie a deboca; por detrs
da rua do Fagundes na primeira serrara
quem vai pela ribeira
ts?- Urna morada de casa terrea sita na rua
dos Martirios n. 9 edificada em terreno afo-
rado por -j-zoo tem 6 portas da frente so-
lo quintal e 110 fundo urna meia agoa que
se aluga'separadamente hindo a dita casa da
ua Jos Martirios al a rua do esldereiro ; no
atierro da boa vista delronte da Matriz no pri-
meiro andar por cima da botica do Sur. Mo-
reira.
S3T Duas escravas urna crioula de ida-
de iS anuos.
engomma
lizo coze chao co-
ts^ Uro sobrado de um andar novo acabait
do a pouco lempo sito na rua de S. Amar>||)
em fora de port'is, este sofirado tem nas lojas
um deposito de agoa ao p do sobrado lem
3a palmos de terreno prompto para se edificar
urna propriedade este terreno vai a bsixi-
mar com mil pilmos delundo ; a tratar na
rua de pgoas venias casa terrea 37.
isy Meias de linho velas de carnauba a
4oo rs. a libra rap rolo hamburguez 0
verdadeiro purgante e vomitorio de Leroy ,
velas elsticas de todas as grossuras para cu-
rar carnosidade e dor de pedra meias da
algodo para meninas botius de bezerro p.
rahoreni e meninos, sapatinhos do marro-
quim de todos os lamanhos para meninos,
tacas e garfosde cabo de tnaifim, lequesdi
ctiina fiieos muito baratos de todas as lar-
guras os verdadeiros pos parisienses e ou-
tras muilas anudezas 5 na rua larga do Roza-
rio 7.
Escravos Pujidos
._ 7 0 ^
rinlia o diario ds urna caza ; oulra de nacao ,
coainba e lava de sabio e varrella vende
fazenda ; e u u moleque de napa ptima
para qu ilquer oicio : ns ru* Uireita i).
ao lado do Livrament.
SST Urna casa de sofirado de um andar em
fora de i orlas com duas meias a;oas de-itro
.... vessao no meio : quem o pe:'ar leve a s
do quintal da parte da mao direita quem val ...,..' r .' .
. ,r,. 11 1 i 1 1 na ao Lardi.d que aera gralilicano,
det. Antonio delronte do beco da muleta ; v .. -1 ,. ** .^ .
, n i, < *sy^ JNo da aa do mez de (Jutubro lu'io
a tratar na rua da I- iorenlin* velha que taz
. c ,, 7. (lo lugar da boa vngem um molato de noroe
trente como muro de l< rannsco casan. 7.! u ,,u .
,, ____ raulo, bastante alto 'rosso 00 corpo, cor
E3T Uuas baes de augico um apare- .....ci ^, *li,. ...... uiu/
c^* Ao escurecer do dia 8 do corrente des-
aparejo um escravo de naco ang)la, de
nome Ignacio bastante bucal, bfeos gro>-
sos ps bem tirados pouca birfia de i la-
de de a ao anuos cara lisa e muito ale-
gre, tem fins de lepra 011 caspa no cogite,
levou vestido camisa de algodozinho e ceiou-
la de dito da Ierra com a marca R co;n Ira-
serra-
recetie aljjuma carga uem ij'uu '. I | m .1.. rauu uninuc nnu jiusju o corpo cor
lete, e passap,eiros ; quem quiser carregar : **f" UdS .am''s ; } ag|c0 utn ". quasi branca oilios azues cabellos acasta-
ou ir de passagem dirija-se a iua d cadeia 1 ^^ l\WT}' > 2! P 5 -* P^ca barba representa ter a3 at
a fallar com os consignatarios Amonm limaos a rua djreiW 49no pr.me.ro andar. a)nu ^^ lem 0 dj an(J.e do di.
v ,, ^_ ijiua escrttVa ruoca sena vicio, coz\- ',. b ,.r ,
.ju com o Capitao a fiordo. .-' re to a berlo para lora coro urna orellia lu-
LCila o
UBT Que faz Gabriel Antonio de cabos,
ferros vellas torrentes e ruis pertences de
um navio no dia 17 do correle pelas 11
horas da mtnh na preuca do Sr. Meudouca
no forle do mallos.
nfia l-'va rou.ia de sabao e com principio 1 j. __ j
' 1 1 t rada com brinco de ouro tem as costas toda
de engommado ; ua uracinba do Livraroenlo .
. r\ c 1 picadas de chicote que recebeo do seu antiso
sobrado da quina por cuna da loia que toi do f. .___i.,..._rii j j_ c r?
;. ., 1 r J >r. este molato he tuno do rio de 5. l'ran-
br. Ilerculauo. i cisco e veio da Babia lem-se por noticia
tSS" l'almila de superior qual.dade da ,, .
uce :, T ^ que elle anda pelo engenbo do meio, e se tem
marca bSbl- e Sbb de Tries re em porcao ^ ,__, ,
1 %t < ir u encontrado na rua nova calcado de sapatos, o
p.raude e peoueiia e:u casa de iN. (J. uiebcr, 1 ._ 1 1
" i /- ".cu*- abaixo assignado roga a quem o pegar de le-
na rua da Cruz n. 6J. r 1 i\ l
* r vara rua de asas verdes U la que recebe-
S*r 4 pretas mocas de boas figuras com rf de graticayo. Francisco Il
boas habel.dades engommao, cosem eco- uarle
linha-o, 3 pretOS mocos de boas figuras e um ^ '^ du g ^^ ^
mr O tratado de Le Roy : na rua das la- be bom, cari0,e,ro e ou(tro bo.m ," 1 ^ nome Mara de naco benguela, cor pre-
rar^sotle^ouVandares que tem f^ oro.zro^-o^pagem e prefos ^
1 n- do corpo, de idada de Jo anuos, levou ve*-
nos na rua de agoas verdes casa terrea Den ^ ^ ^ ^ ^^ ^^ e M1|
ma remend de outra chita na sai 1 fiaeta preta,
EST Carne da segunda sorte opt.ma pa-lemM juntdsdos ,.i nch!ldjs loi ejjrd,a
ra escravos, a aa4o a arroba : na rua da dil Senuora CorduU Mar ClauJin mora-
pra.a armazem do sobrado qusloi do ^rro- ^^^^ do Cit(QQ Ciluma a ven.
U o 111 p r a s
coxeira.
ss- Um tronco pequeo; quem tiver Bn-
nuncie.
K- Duzenlos a 3oo cocos com casca para
sement na rus do fijeite de peixe casa de
Antonio Jo.- Gomes Arantes.
tSS" Urna negra parida com boro leile e *
que saifia coser e engommar e um bollo de
ouro para abertura sem feitio; na rua di-
reita 49 piimeiro andar.
Urna negra creoul
1 -------------- -------------
. ... %r der anoa t fructas ; quem a pegar leve a rua
creoula de id.de de 16 dj FJ dei D l8 qu, ser gra-ificado.
e engomma sofrivel} na ^ Q ^.^ 0iitaem
irado de um andar L>. a. .-___. ._____ .i,..i. .!,. ,;^
Vendas
ar
anuos coie cha
la do Collegio sobrado d"e um andar a. ; "Jjg^ a en aprehender"ou der noii-
K^~ Urna canoa nova construida com bo- ,
as madeiras por preco commodo e de car-
ga de lioo lijlos ; a fallar com Marcelino Jo-
s Lopes,
I8T Urna creoula meca ensafioa cozi-
nba faz doces, e cose alguma couza ; na
XST CAUTEI.LAS da Sociedade Fortuna
Typografica, da Lotera da THEATRO, que
>ie imorelerivelmcire no dia 5 de Maio ,
(-", ," ,,. Mm;n. Pa. rua Augusta sobradada quina que tem o 01-
cessarias. Can .ando a v.ges.ma parte dos Crrio de nada dever n'ests provincia e so- fieudo u.sorie deb oon 00 o =e^m"'^ ^ Q, Mguintes IWios-, Diccionario geo-
aprecode46o; nesla lypograia P"va compendio de rl.etorica orlfiogra-
da Independencia n. ao, na rua lar^a do ^..natlca Ingle-
Roranoloja de roiudp D ... r diu^raLza' anoae de Tcito co-
( oCpio lua de lazendas L). a da anr. .uene j .
v-ouegro iwj* ur inedias de Moliere en rancez colecao de
zes e na de reIojoe.ro. f ct)ll:1ilulc0ens 5 na travesea do Rosario para a
K. Urna canoa aberta para carregar la- V ,,
mente para evitar algum esquenmenlo 1
fu
pessoas
esto o abaixo assignado rega as
que se julgaiem seus credorea a apiesenta-
rem-lbe tem a possivel brevidade as suas coa
tas a fin de etiem pagas v.o caso de realida-
de dos 1 especti'os crditos.
Preste a partir para o Rio de Janeiro d'on-
de regressar d'entre d< us mezes o absix 1
a&signtdoaprbveila a occasiao p^ra despedir-
se, e saudoso de seos bo \ ecendo-lhe*
(inteanci.le o eo dimiuuio preslimo na
Capital do Imperio -Alph aaint Martin,
f^ b'raiiiisco de l'auia boles dei lara ,
queniudou a sua residencia da 1 ua direila ,
milia e outra de agoa por preco commodo;
atraz des Martirios 110 eslaleuo de Vicente
t'erreira de Barros,
Or Uro moleque creoulo de idade de 16
anuos, con principio de sapateiro ; na rua
da cadeia, velha luja de fazfndis por fiaixo da
casado Conelor Uliveira.
as?- Umaescravade idade de 25 annos ,
para adobaino fiaixo casa
Padre Manoel do Muro.
t_j- Troca-se por um moleque que nao se-
ja fujao urna boa escrava ; ru roa de agoas
verdes D. 8.
a^- Anenda-se o sitio que lo. do (irur-
licuominada do de naco angola fas lodo O servfo de u:ra
casa na rua das tiincfieiras l) 16.
li.- Urna escrava de idade, sem vicio,
boa cozinfitira e ensafioa fiem e laz lodo o
serv o de urna tasa pelo preco de duzenlos
mil rs. da-se a contento, na rua de S. Gon-
ta> AriCllUa-Sc o miiu ^"^ *" "" ....---------- 1 ----- -
Pio l'eixoto nos elll.clus, com muito boa salo a fallar com Manoel Elus de Moura.
u"*u ..;... _____,. IU Krxin 1 litarle (1H 10 lillOS .
casa para grande familia, wweira e quarto
paia criados e escravos bStfciiles arvoredos ,
e um bom jardim quem o preleudor diri-
ja-se a rua das larang nas casa de duus ariUa-
jes (jue lem coxeira.
ft t.^- Um borneo veterano casado e com fa-
milia que afianca a sua conducta ciwle moral
sepruioeaensHiai a ler escievtr e contar
sua senhora igua
a cuse I izer la*1"1' ,l"
iawi Hoces a r. ior perleigao sen-
j.ei i^ dt:
1 I p\pto e
avista uu> pieleudeutea
I
U~ Um prelo de idade de 18 annos sa-
beudo toro toda perfeico engommar, cozi-
nliar, tusiboar e ptimo comprador uine
escrava peifeita roubonJa engomma co/i-
nba cose laz doces e pao de lo um
; uto para todo o servico por a 5o ,00o um
pardo de bonita figore peifeilo alUiate a
i:(''linliasde idadede laa 14, e dous mle-
uutsda raesma idae e urna preta de ida-
B Jo aimo perleila coinbeira de loma
eibg&O, engomma muito bem e fl doces j
na la do lugo ao j do Uozario U. ao.
%^r Um tiigtnboiia Ireguezia de 6. A11-
rua to Queimado loja de livros.
%&r ires raoleques de naco de idade de
ll a 1 anuos de bonitas figuras 4 escra-
vos de naco ptimos para campo, e um
delles heciuoeiro i lindas molecas de ida-
de de 10 a 14 annos, o esiravas com boas
habehdades de idade de ao a a5 annos, e
um paido de idade de ao annos*, ptimo pa-
ra pagem i na rua de agoas verdes U. J8.
k?j- Urna tsciava de bonita figura I is to-
do o servico de urna casa; na rua do cabuga
U. 7.
^> Um moleque de Jade de l3 annos ,
sem vicie era aciiaque j na praca da inde-
pendencia 11. Si.
tsr Uuas casacas novas a moda ingleza ,
urna verde com boloeus amarellos e a oulra
cor de viubo escuro com botoens pelos, umas
calcas r casimira parda e mata outra cua-
ca cor ue vinlio escuro com botoens de retroz
pelo paia algum mo-O uc idade de l5 an-
uos j lia luja iid viusade liu^gos tk l'iluos.
i^r U-i escravo bom serruuur de idaJe
de ao anuos, muito Sel, o motivo de se ven-
der he por nao querer servir a stu senbor;
e ulna cuma bem construida que cariega
um milheiio de lijlos una dita de J; pal-
tia de uoi esiravo d j no na Jlo, que a u 111
mez fugio com os signaes segumas ; alto ,
secco do corpa cara redonda pe grandes ,
a orelha esquerda furada por ja ter litado de
brinco de na.o angola mas parece crec lo,
i he calador e carniceuo e por mu;to lem-
po corlou carne em um assougue na ciml.j.i
do C rmo junto a venda do Sr Jos Lour.-n-
,0 e ltimamente 1.0 assougue defronle do
(uiartel de polica do |uil lie cobrador o Sur.
Jos Pereira, e consta que se intitula forro ,
e qne audt caiaudo 110 tiecile e (Jlinda.
Marcelino Jos Lopes.
S2T Desaoareceo no dia 10 do correle ua
pretO de nacao congo de idade de a4 anuos ,
clieio do corpo olnos vermelios lem una
lecida nacanella esjuerda e a mesma peni
indiada costuma andar com d ias calcas e
semore muito compradas ; quem o peg ir leve
aruadoCabug loj* de miudezas n. 5 que
s;i recompensado.
ka^- [So da 6. do corrente amentou-se da
casa do annuiiciante urna escrava de nome
Benedicta de naco congo ainda bistanle
raudal chela do corpo, eslrtuia mediana,
lera de idade ib annos, levou vestido de cbi
ja desboiado com o ropiubo franzido e eo
ambas a, loutes tm uus cklombiniioi que M
sigrial de sua naco; quem a pegar leve ao
paleo do Terco sobrado U. tjS no segundo au-
dar que ser recompensado.
tST 1N0 da 4 de l evereiro desaparecen
um preto que audava vendendo faucias ea
um laboieiru de nome Joo do gento "e
angola estura regular oltios meios verme-
Inos falla meia apressada tem uma ore-
Ina turada ; quem o pegar leve a soledade na
estrada do maugainho obrado de um andar
com unanle que ser recompensado.
um ro.lhei.o de lijlos urna una ue j; p.- DEL', -i^1
uros para ahur e urna escrava com uma cria hLUl'E WA 1II. 1JL. M. I. U* 1
MELHOR EXFMPL


Full Text
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