Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03744


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Full Text
7
n
*
mimxu^m

&INNO DE i839. TERCA FELRA
*W
CAMBIOS.
Jrev.-reiro a5
{.ondr* > i/1 3o 5/< Ds- Sl- Pr ,' e*d-
Lisboa Sopor oofJremic, por rall. offorecjdo
Fian? 3jo 3a5 Rs-. por franco.
Rio He J*ne..roaop*r.
Moedas de 6jHoo 14^700 s velh noval i {fdo'o Sgion 33oo
P.;sos Colmofcrios iffbho a iftiSo
Diltos Mericauoe ifbpo a i|6io
PdUcJe Hiasileiros l|64o a l#C6o
Premio das Letras^ por mz 1 i|4 a ( iji por too;
Cobre bo par

36 DE FEflltRO. NUMEftO fy
*** Tudaagora depende de n6i meamos; d nrw-prudenei
, ft,. modeaco e energa: continuemos como prineipiWoi,
Ufemos aponlados coto hdtuiracio ntra ai ISecoe u.ais cnl-
" tai.
Proclaaaaeoda Assemblea G.r.l do Brasil.
PARTIDAS DOS CORBEIOS TERRES^ES;
( Segundas a Sextas fairas.
Cidade da Paraiba Tillas de stia pretencio
Cidade dd Ri fraude do Narte, e villas Id
G dade da Fortaleza Tillas dem .
Villa da (ioiamia........
Cul*de de Olinda ........
Villa de Santo Anto.......
[)it dearanbuns e PovoncSo do Bonito.


Todos os das.
Quintas feira*.
.Das 10, e H dcada mi.
e *\ ditto dido.
jaranuns e Kovoacao no loniio. .
Oittas do Cabo Sorinhaem IIi Formo, Porto Calvo dem 1 11
Cidade das Alagoas, e Villa de Maceip. ..... dem dem.
Villa da Pajau'de Floras. .....< dera 15, ditto ditto
Todos os eorreios partera 10 meio da.
Sabsereve-se para asta folha a3fooo rs. por qtiartel, patos adl-
antadosoesta Truogiefia, ra das Cruxes U. '5, im Piafa
da Independencia D. J>j a 8, onda se receben* ccneapost-
dencias lejialisadas, a aaouneios: insirndo -se este* fVatit
sendo dos proprios assij-oabtes, s viudos atsicnadoi.
DAS DA SENARA.
35 Segunda S. Cesarib Claudiano M. Audiencia do l. de Direito da t. vara de BeanhS.
ib Terca 8. Toro.to Are. H-de manbi c aud. do J de D. da 1. Tara de manli.
37 Quarta S Lean.rro Are. Sesteo da Tbesouraria P.
38 Quinta S. Iiom o Ab. Relacio a aud. do i. de D. da 3. Tara da manli. La ebeia Sari
>>or. e 37 minutos da tarda.
1. de Marco betta S. AdiiSo M. Se. d T. atad, da J. de D. da 1. t. de m.
3 Satinado S. Simplicio P. Re. de manh. a aud. do V. <. de t. era Olinda
5 omsnyi S/e Mare cheia para o da 56 da Fevereiro.
Al 3 noray e 5| mibutos d* roanbi. As 3 horas a 18 minuto* da tarda.
^
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HJl8H@
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PARTE OFFICIAL. fio* Pa"ano Manoel da Silva OrBcUI
deCarpina, visto offerecpr-se volnntaiia
mente para servir 11.1 refuiid Companhia
a bn qssim a todo os mais que Umbem
se on^recerea conforme a auctoristeio qu.^
ja Ibe foi dada.
Dito-Ao mesiDo, dsendo-lhe qui>po-
de nr baixa ao Educando Sebast.o Rj
drigiifique ae acha desertor conforme p*r-
tecip* eai shu Officio dMU data.
Dito -- Ao Chef da L<'gio da Guarda
Nacional do Cabo appruv,nido quM sejio
tiipt-cionadoi O) Corpus de sua Ltgiio como
pretende e paitecipa m leu oficio de 3
do crtenle.
^T*
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do di a r de Fevereiro de
i83g.
Oficio Ao Cornmandante das Arrrtai^
pira enviar urna relacso nominal dos oflici-
II do laialbio Exped'C'onario q'ie prelen-
dem d ixar os seus sidos a soa f*roili I
nest* Ptovincia, rom de laiaco daa qoe-
tias que quiserem deizir a tim do que
ero lempo Se expecd as conTeniemei or-
drus aT!i-souriria.
DitoAo roesrooparR mandar demittir do
servido a Miguel Venteslso,qnH se acha coco
prita no D .psito isto ter sido lUvgal-
mente reci otado, par ser fillio nico de
Tiuva como proTou.
DiloAom Cti'inua Amphitrilti que seue paia o.Rio
deJ*nein> 6 prscas do Deposito 6cando
na intelligencia que ao Commndante da
referida Charra foi expedido orden para
as receber e t an>portar.
Portara -- Ao Commandante da Ch*r
rita Aniphitlrite ordenando que receba
aseu burdo e Iramporte p neiro as pi c.'S de que traa o p'i cedentw
oficio abonando-Ules as rsr'-s de boido.
Dita Ao mesmo para fater (iesem
batear seis pragjs do primeiro Bi-
talbio Expediciooario q* se acbao inferttiss
a fim de eit m pasvad's pra o Hospital,
roulrme iiqiit-site o Comundante d.s Ar-
mas,o qual llie remllela a rellagio nominal
dillis.
Dito Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rmita para mtmdar por a lis posicao do
Commacidanle d^s Armns as lanchas que
lonin precisas para o desembarque das
i'rapss de que traa a precedente Por-
tara
Officio Ao Comroandante d.s Armas,
commuuicando Ihe a expedicco das ordena
lUpra.
Dito -- Ao Inspector Geral das obras po-
beis, commuuicando Ule em tesposta ao
su. fino de 9 do correte que a Freit-
debera convem a vista du exigencia que
t'i o ArreroaUnte do letceiro lauco da Es
liafla do Sul parase er.c.iiregar da obra
i bicus que precita a dita dstr^da^ que
o dito arrtroalai.ie se incuub da dita o-
))ta devudo regular-se quanlo aos pre-
Lo. dos materises jornaes e conduecex,
pf-l nota que acoinpaiihou o oeu estado
Officio,
Dito Ao Director do Arsenal deGuer
ta, respondendo-lhn que l'resid-niia
loi.vem em que o Ctruigio dos Iv.'ucan-
os do mesmo Arsentl passe a servir in-
terinamente na Companliia de Arlifces ,
llevando o Director propor, a graliBcaciu
que se llit- de vea' abji.ar.
Dito Ao mesmo, respondendo Ihe que
poa ajeniar prac* na Compindia de Afti-
Expedientado da al.

.
Oficio Ao Inspector da Xb*'?0"r;"'^,
coinmunicando-lliu que sendo necessario
desocupar as asilas do 1'aUcio do GjTer-
no em que presentemente trabolh* o tri-
bunal da liellacao, cumpie que date com
urgencia <1* alagir umt casi cjm com
modos sufficicnles a fim de se passar pa-
ra ella o lele.rido Tbunal.
Dito Ao mesmo enviando Ihe a filli-
scao dos Cornetas engajados paraos Cor
pus dt primen Legio da Guirda Naci-
onal de Guian* que foi rtOieltida pelo
respectivo Comtnandaute Superior, a fim
deque mande abrir os cimpeletileS asien-
tos na TliesouraTia Provincial,
Oficio Ao Cummandante Snperioi
da (.u.irda Nacional de Goianua, eommu-
nirando-lbe, o conteudo no precedente of-
ficio
Dito -- Ao Inspector do Arsenal de Ma-
rinba para oideuar ao Commandante do
Patacho Conceitao que se laca de veila
no da ai do correte para a Provincia das
Alagoas a fim de cJnduzir a madeira de
coostrueco que ali se acbar co mpra-
da.
Hito -- Ao Inspector Geral das obras
Publicas enviudo Ihe urna copia aulhen-
tica da nota dns piceos dos mateiins joi-
naes e conducid' s pelo inesroo Inspector
oiganisada a liin de ser apreseolad* an
Ai remtente da obra dos dons ^'cos q' pre-
cisa a Estrada do sul nos alag digus do Ja
cat, e do Miic, contoime requisilou em
neu oficio desta data.
Dito-- Ao Director do Arsenal de Guer-
ra, c-mmunicaiido-lbe em respojia o sen
ffi io de |H do coi rente acompanhado de
outro do Coamandante Goial do Corpo
dt; Polica em (|ue parteeipa que :i5j pode
entrar ja pira os ColVes do snusmu Are-
nal com a importancia do 600 capules d
Infantera To de civ.* q'furu tomecidos ao
dito Corpo em rso de achar se desfalcv-
o.1 a respectiva caiaa 5 que a Px^zideuicia
convem em quo leja paga lal imporiancia
em dous pi*/.os, sendo o prime-iro paga-
mento em Maio prximo futuro, e o secun-
do eiri Ag-Sto, como propoem o nienciu
uado Commandante Geial.
Portara-- Nomeaudo o Reverendo Joio
dosSintos Fragoso l'iolessor de Liiim
da snpi imilla Cadeira da Villa de Juma-
rse' para extitcer o iU >agileiio *a
(/adeir da Comarca du Garanhan nos
termos do Artigo 5. do C*p. 1, da Lei Pro-
vincia N. 4^>
Dita -- Nomeandn ao Professor de Lslim
M-noel AlTares Pereiri, da suprimida
(deira delguarass p*r exereer o seu
.Magiierio naCadeira da Comarca doLirtto-
eiro.
Officio -Ao Director do Liceo, tfommu-
nicaudo-tbe o couted as diss prece-
dentes poitariss.
'THEZORARIA DA PROVINCIA.
EDITAL.
Os Senliore Negociantes nacionaei, e
"'.rung in:s que qii*e'-em ?tccar sobre a
Tbesouraria de Fasenda da Provincia do
Or-.a quantia de 4'00n.00 res quei-
rio dligir sea SH* das SetsiM di Tl
zoraiia deslano dia sexta feira i.de
vlarco prximo vindoUm a lnnrt hora d
lard para se tractar d-sta traniarclb.
Secretaria da Thcionnria de Fasenda
de Pernambuco a5 de Feveieiro de 1839.
Jo.iquim Francisco Bastos,
Oficial Mior.
PREFEITRA
Parto do dia ai de Ferereiro da 1639.
Illm. F.xm. 8nr. Das partes bnje r*.
cebidas por mim consta que forio preso*
hontem a mmha ordem para terem des-
tino os pardos Francisco de Paula Peras
e IMartmho das Vrgens pelo Sub Prefei-
to da FregtieMa de Santo Antonio esta
por ler dado urna bofetada em una rou-
Iher e aquello por haver dado urnas re*
Ihadas n'outca e espsncado seo Bsbo. ,
Soldado invalido ; e que nao oecorrera mas
no* idede.
Dos Guarde- V. Exc. Prefeiim da
Comarca do Recife ai de Fevereiro da
i8g. Illm. e Ksm. Sr- Francisco do Ro-
go Barros Presidente da Provincia
Francisco Antonio de S Brrelo Pre-
leito da Comarca.

------------,-----------,-----------------------------!--------------
Diversas Ueparicoens.


ME7.A DO CONSULADO.
_ A Pauta he mesma do num. 44*
CORREIO.
O Patato Porluguez Paojo^te da T-rtei-
r.i de que lie Capitn Joaquina Maila da
Silveira sae para a liba' da TetCira a
de Maio m
QBrigue Portuguez GoTernador Vidal
Cap'to icclo Mara P-ssalaqa Jnior ,
iec> b- a ma'a para Mu'cambique ter^.t fei-
ra a do corieuteas 10 Horas da nuihia
OBRAS PUBLICAS.
O Administrador Fiscaf das Otr- P-
bticijs avizs aos Snrs Joie Fra'cisco de
'Faria S.lis ; Manoel GoniaUrs da MKa ;
j ze Machado S-ares ; Mi noel Correia Ma
ci] ; Guii'sai.o Francisco Chavier CaTalcan-
ti thoa ; e'Jo5 Piulo de Andrade que
(ujpreilarao avenda de. nadeiras" para a di
ta fltpariico ; os sinco pi imeirc Snrs. em
i) de Abnl doanno p. p. e>o ultimo no
piirueir.. de Jualn d'> mesmo anno ; obii
{/nido se a dar dita madeira no prazo de
sris raezfs contados do dia era que assig-
naio o papel de tr..clo qua tendo a mu
lo lempo lindado o ido piazo de 6 meses ;
h jao de remeter as madeir-s que tratarlo ,
s quaes se faz-m d urgente necessidade
para as Obras para que frfo encomenda-
das ; cuja falta faz-se muito apiejuaicial
coiilinuaco das mesmas Obras.
Amaro Francisco de Mouri.
Administrador Ficab
REZENHa DO ESTADO, E MOVI-
MENLOS DA EUROPA.
Exime do Estado du principa*! questoenr
qae oceupam a ntlencJo do* poltico* a
iua* Tariacuens.
A esquadr francesa destinada ao blo-
queio dos por tos mexicanos continua 3
estar vista de Vera Cruz ; e anda que o
commandante tinha ameacado at-car o cas-
tello de S. Joao de Uioa mais bem infor-
mado suspend o iti resolucao ate chega*
da do contra-almirante Baudtu cora 00-
vos reforcos. Entretanto as duas cmaras
da repblica coucedeiam ao goveroo ma
conlribUir>6 dequatio mtlhoens de du>os ;
organisam se e concenlram-se ate i costa
numerosos cor pos; e os peridicos meii-
caaes que sleclanism foriemenle contra a
Fr expedicio deS. Domingos, ao ejercito que
temar pisar aquelle territorio. Os pre-
juisos que a prolongsc- do bloqueio cansa
ao rommerrio tem comecado a deigostar
os Estados Unidos e Inglaterra 0 o*
peridicos daquella* oacoeos altamente cen-
suram a conduca do gabinete das Tulbe-
rixB g-^-ntes com amcacas fanfarronas,
e pigmea quandn se traa de tornal-as t {le-
ctivas. Alem disloca companhia mercan-
til do Mxico e da America o Sul enire-
gou a Lord Palmeraiou urna exposica ,
protestando contra o bloqueio e pedmdo
a inteiveiiC'.5 dj governo britnico: e a
anda que nao ten ha urna prompta resoiu-
cao com tudo sempre serve para prepa-
rar h opinia f.o!.lca que Iaglaterra mais
do queemquaiquer outra p*> tem gran-
de influencia. Junte sea lato a ptesenca
de um secreto embaixador mex cano em S.
Petrrshnrgo que seb pretexto de negoci-
os mercanli appareceo uaquella cidade com
o intento segundo disem, de induzr o
Imper .dor a lomar parle na que.st-5 : ssim
se coijeciwra Tista daisuas cunttnuis con-
ferencias com o mi inste: 10 do* negocio*
tst'augeiros e do inte**** com quea/g'inf
peridico russos tem c imeaado a fslar d*l
ITII AHA
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^ i A iJ* 9 M**1M N/MH 9 O o
T,U". .". >+
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mam
bl. quejo a (Jis pardas que o roamercio
etffre i sempre culpando o govemo fran
en. Q ae m cooht ce quinto o autocra la de-
zeja iulervir em todo* oa negocio* da al
guaa entid de q ie se ventilara, no mundo.
e a b-m sircad* aotipithia cora que, ve a
Franc da julho e ao principe qu a re
volucio fes subsano apocar da condes-
cendencia e haailiacoe n d'elle pira oa so-
beranos do noi u- *cilaenta ta persuadi-
r que o aatuto Nicolao nao pe dar a oc-
sazia5quese Ibe aprsenla.
Este he o ettado da q ue to mexicana qu "
ut-reue, u lr.,niW*d-, *- 1*H too, ca^lh;** O C*td coli-
mo existencia. Mi-qupate tean0 linua lraoqilb>*iinda que na fron-
teir
talves nio tvance muito roait anda
qiif
cheguem ao golfo oa esperados refo'co ,
poia o vaneado da estarn e a insalubri-
dad do clima podem in.ir terrivelnteu-
te na tripuUca francen. Diz te relativa-
mate noticia* particulares que o cnsul
ingles de Tampico foi asfaltado n'una bar-
ro mexicano, mas coa* bindetr ingle/a ,
pelo que eslava decidido a queixar *e. Es-
te tuccesH) te fosse certo poderi* faser
m tu odios* em Inglaterra a conducta do go
verno francs na quealio do Mes ico. IV
rece queja s tinham abarlo a* primeiraa
hostilidades entre urna embarcacio da re-
publica e outra francesa sendo desta fe-
rido* alguns soldados pela tripularn me-
( xicaoa que lomou trra e fez fogo da
<"* costa.
Ale agora nio ba indicio dearranjamea-
t) porea nio seria ditficil que o gabinete
francs receioso* de alguna rf-vej agora
que tem dividida, asa atiene e as su-
es forca en varios ponto*, tranzigiase con
a quese por aeios diplomticos. T das
es graades potencia*, e principalmente a
Inglaterra e os Eiados-Uuido procura-
rlo faser que as ta* succeda porque sup
roem Franca idas ambiciosa* ; cum
ludo o ministerio daquela naci he mu
fraco para execular prujertos gigantesco.
He maisprovavel qu a questio seja dedi-
nli^iro como o esa em sua origem a que
tesoscitou relativamente aosi5 ooa ooo de
indemmsaco que o governo notle-amtiii-
eano reclamava.
Em Bueooe-Ayrva o* representantes das
provincias reunidas spprovaam a condu-
ela do poder rxecuiiv ralaiivament ao
bloqueio, e aulborisaram o presiden!*1 Ro-
sas para qne adopte as medidas que julgar
conducentes honra nacional, protestando
reclamar de l.mz Filipoe os damnos e prc-
iuisos causados repblica com o injusto
bloqueio. O commandante da esqnadia
vendo que o governo n*5 ai nuia s recia
macoea da Franca, e teodo recibido algum
refo'CO prepa cavase 3 de jonlio para
bombardear Buenos A y res. Com ludo
soabe-se p silivamenie que nao se tinha
effeituado o boinb to de Buenos-Ay a celeridade : que o governo linha compra-
do varia embarcacoeii e dado o corsman-
do da esquadra se- almirante Browt ; que
este tinh* intimado ao commandanle da
esquadro francesa que levantaste o blo-
queio do Ursguay; e finalmente que o
presidente Rosa* nao estiva resolvido a ce-
der. A* priaaeirat noticias to espera da*
com impaciencia.
A injatiica ( senio no todo, ao menos
ras lyanoicat eondicoens e no lom de
potico ) com que. os francesa* |>edea satis
fc*6 s rrpablicas do Mesico Buenos
Ayies, e a lem brenca de que os seos ha-
bitantes hesp'ohoea como nos e igual-
mente como nos viciim s do* p-ifid lra-
ma* dos ettrangeiroe fez i>odeej ,r mui
to o triunfo do* nossos irmfu* ao JJItiamar
e a bamilhacio da btndeira t icolor no
golfo Mxico e no Rio da l'rata.
Pode Uiser-se que a questio do Oriente
nao se tem adianudo gracaa actividde
diplomtica da* grande* potencias, as quae
todas, menos a Russia ternera a gueira,
0 trabalham com ahinco em evii|-a va de
moial a. <.iu'tu empeitho .' A' final eiia
r>bent^i e eoni tanl* mii> forca quan-
11 mu Unpo e mais violenia te tiver
cuntido. I'urem habilidade o non plus
nltr-da poltica aciud he ir ent'i-teaoo o
lempo, e sahmd do da como ee costu-
ras aiser com anuila prupriedade, D-s
te mudo e complican) e ettiedam cada viz
rnais as quesioeus ci.m grave prejuiso di s
p< bre povos que irm de supporlar o
pZo d> uin ex icitoem p (Je guerra ou
e.-pt-.iar un piaso indiliiiiao para ver resol-
Tiaus o* potitos e que dependen! os seo i
animo do polen>*dea a saos mismlrte tan
leves considarac&es ae> lado do repausa
da* riqoeaaa, dos voluplesas praaera* qoe-
de*ruct..a no entaolo na per tu- be
pz anda qae a conaervaefio) de tal estad-
[nnfie .cnsle mais victimas aV que huma
guerra decisiva Tomando questlD do
Orienta diremoa que depois de t-r sbtd*
do seo* reapectivo* p ros as esqusdras tur
co aegypeia e de lar a esquadra francesa
seRUiud. primeira como em observacio ,
fe* ludo nislo seas que se veja un pr-
ximo rompimeoto-. Entretanto M-bemei-
Alt nia pe de o lempo de continuo se
oecapa em sulijogur os rebeldes do seo vi-
ce reinal, e prep.ra frxeis par vene -r o
Sullfo, quer este o ataque que o vico-
rei toma a iniciativa para proclamar su
indi-pendencia. A Russaquw he hoja in-
questionavelmente mais active a aslu'a de
todas as grandes patencias eataVtao diap^-
ta uaa guerra de intrigas como de ar
raat ; erro entanto a* sua* rivaes eorrten-
tam se com qualqu t vaatagam por naa-
quetia que sea : es I susf'ta novas difheul
dades semeia a discordia e a competen-
cia entre as outra* nac5s mu srrigeni-
ta e com urna finissima poltica,, porem
infernal encoraja Mehemet'Aupara que
siga em seos projectos de independencia e
eugrandecimento, e a Mahumud offerere
a saa proleecaS e alUancs contra todos o
sao inimigos fim de o ter sajit >in
iliianci da Russi. Pode di-er-se com
verdade que o gabinete de S. P>-tar*borgo
he que maia trabalha e com mais fructo:
sem. que baja outra couzs senso o terse
proposto um fim eempreg>- firmeza para
eoneeguil o, regeitando loda amb'guida-
de i da do beaa Rescliid em Londres, tem
chamado muito a attencaS porque atgrjem
ere que alem do oajpoto conhecido do tra-
etado de commercio feito com a Franca e
Inglaterra ha outro ocoalto da mai* im
poi lancia por esemplo a*se{orar-e das
ditposicoens de ambo* o* gabinetes a ras
licito do vice-rei do Egypto e leo plano
da independencia. Veremos.
A Persia be agora o poni onde os po
lilicwt fitam OS oiho*. Saludo O enviado
ingles do acampamento de Shah que jodo
entregue Russia fatia pouco caso do
rtpretentante britnico a companbia da
India alarmou se com o aspecto que as cou
zas biam lomando e vendo que o gover-
no nio podia re forrar as tropas da India',
determinou augmentar a cada regiment
um balalbio de mil homens : e o esercito
mglez entao oceupoo Bushira ponto que
domina o golfo precito e donde pode vi
giar a Persia e introduzir liura corpo dt
t'opa* no caso de ter necessario. Porem a
Russia que como temos dito va i aempre
ao seo fim sem que afastem dilficulda
des nem obstculos raandoo forca-. pura a
Peraia par apoiar o Shah, que com o mo-
vimento do iog|e*e* teria sido (me ida a
desamparar Otilio de Herat. D pois disto
o sobertno persa p< dio formalmente se
gundo parece, a nter venci da Russia:
e esla noticia communicou sa ao autcrata
que viaja por Alemanha ( nio certamente
por praser oa p..ra restabelecer a sua san
de ) : determinando o ministro da guerra,
ate que receba a* orden* imperiaea que
seja reforeadocom i5,ooo homens o eser-
cito de Armrr ia. O gabinete de S. Pe
le sbargo sempre preparado para qualquer
acconlecimento, ja tinha augmentado
esquadra do mar Caspio com marinheiros
engenheiroseoffic. e ordenado i novo alis-
lamentopara o rxercilo. Yerpioaoq' s In-
glaterra resol ve viste da atlitude rada di
mais hostil que a Russis loma a qual j*
nio occulla oa seos planos de dar o golpe
murtal ao imperio britnico rus tuts pi-s-
assoensda India. He vegonh par essa
ncoes occidenlaes, etta Franca etsa In-
i;l .ierra ter deixad" que a ant ga Mosco
vis leiiha invadido por assim diser,
iuuiiiIo iuieuo, eque urnas vetes com at
ai mas na mi, outras com destras e bem
dirigidas intrigas diplomticas dortine de
fclo tela Kuropa visto que influe e
he #linba de tudoa os seos governot; e poi
que ? Pe d. lu e ilUgiticna poltica de-
>as du.s'grandes nacoea, pela falsa p--i-
cao em que se tem collocado, compromet-
iendo gravemente internes de muito valar
americana todavia.exisiem algunagru
po de inanrgentaa. O parlamento ingles
anullou por illeg.il o deor-eto do Lor.1 Da
liam para de portea alcana dos candien
rebeldee. Anda se -nio sab1 o effeito qu
causar esta dteroiia.,-ao na colonia, cu
|a iranquaUdada nia est firmada em soli-
d os alicer ce.
A SaUsa qna ha muitos annos gisivs
le urna p*z e socego in..Iteraveis esta' ex
posta boje a um confliclo, cuja origem
isca d" picas mais remotas. Sabaee-
que o Re Carlos Joio (Bernardote, gene-
ral de Napoleio) subi ao trono por ven
lade nacional, deixando a amiga dignida-
de despojada do sceptro. O nova ntomr-
eh tem sabido grangear a benevolencia dos
Suecos e tem reinado tranquillamente
por ep*co de a8 annos. O Principe,
a quem pela ordem da legitima potsessio
perlencia a coro, est ao servici da Ao*-
Iris : e intil ha diser que com todos os
paetententes ni te#4 pedda. a esperance
da algum dia c >neagi r*Wn l'^e partencS- sio-alwseolada pelo, ho
lieraiios septenlrionaes os quaes nunca
econhecem plan e absolutamente o* R
is. cuja origem nio he legitima anda
que lranzijru com a circunstancia. He
d'este modo que na Sonsa tem cuidado fo-
mentar um partido anti nacional quaespe
ra elevar ao throno, morto Carlos Joio ,
ao Principe berdeiro de Gustavo Adolfo.
Mu bem o Imperador da Russia apresen
tou-*e repentinamente em Slorlt ilmo e
iulho ultimo, a leve huma pequea contV
venc com o R i. Ha pouco e como se
a presenta do aotocrtla tivease sido o tnal
do alarme.com o pretexto de seler prendido
o conselheiro Crusemtelpe por crimad m-
prenaa, pertubou tranquilidade da capital,
amotinando te o povo rouites dia ponto
de ter tido preciso recorrer forc rana-
da para dispersar os grupos dos amotina-
dos. Mesmo na Corte tem havido d'Ssen-
ces sobre os meios que a deveriam ado
piar para assegurtr a ordem publica : o
ancia monarca (cujo diclame prevaleceo)
vota va pela severidade e rigor e o prin
cipe Osear pelas medidas de cncilicio, as
quaes sendo regetadat, o Principe auen-
tou-ae da capital com lcanca d- tea pao :
a ette tuccetto nio nos parece que contri-
buir' a socegar os animo. Nio se pre-
cisa muita perspicacia para conhecar em to-
do cates disturbios m da Russia, que
pievendo proxim a mora do Re Car-
los Joio, quer preparar o campo para
levar ao fim os seus projectos.
Tambem merece considerar-se ltenla-
memamente a situaeio de huma parte da
Vllemanha. Nio fallamos dos estad >a da
Austria cuja poltica geralmente modera-
da e paternal nio d rasoavel motivo de
queia aos tubdilot do imperio, e deu um
p.sso de consumada clemencia e sabedoria
cum o decreto da amnista ambla. Po-
rem v..liemos os olhos par a Prussia e pa
ra outros estados secundarios. N primei
ra os desacert* do gabinete as ques-
loens dos areebspos de Colonia e do P-.
am, lorarr, digamo-lo aasim, a faitea que
Hcren.'cu a fogueira sempre disposta a arder
entre os catholicos < os protestantes daquel
las provincias helerogenio* em rerigi'o.
em u/os, e costumes como partes que
tem sido de diversos todos. Encorajarlos
os protest ules com a iniciativa do gover-
no prus-iano que pro fes a aquella reiigiio,
mostrario-sa orgulh* sos e insultantes com
os cat. lieos : porem sendo estes numerosos
e Dio inferiles em eoragem vieram a
mioa. esabe-seque em alguna pontea da
Prussia lea eccorndo scena lamenlaveis
O governo, mselando a questio poltica
com a religiosa tem supposto eontidera-
i5e*. e em eonteqoencia tem feito muiia-
p iz6e*em d-if rente* cidadet, ajudaJoem
tao santo proposito pei<> lyranuo da Polo
uia que receioso d'ease punhado da bra
voa os prende dispersa, d< alma a.
exereito ou s colonia* do Caucado o* in-
>ulta; eesgolada* as medida* de crueldadee
opre**ad te lauca noa dus meio mai* ridi
culo e poerit como a p oh a>c do al g
irage Polaco O' Polonia / Polonia! Che
ai da em (jue leoa flihos errantes pe.
nid*d. Em quanlo nao chega este apet
e-do nstente caiara lana* lagrimas ver-
tida*, tantas clamdadesoffridss., tanjo
angua derramsdo sobre os liypocrias rwr.
fi los. que com urna ma mostravam ano.
iar te para qu.* sac.udisses o pesa'o jun
moscovita e com outra <-judyela ,per.
lar mais e mais a* cadeasque hvje te op-
primem. E tu, Franca como (clava.
s da nodoa qil escurece O leu glorioso
nome? O grande triunfo de i8tj t*d-o
ocasiiode dar a libBrdadea todas as nac-sj
t-o grito res ou em iodo os ngulos da
Europa ; o teu exemn'o loi seg iido pe|
B-lgiea Italia Hspanba, Polonia,
Allemanha ....
Ve qu .1 he boje a situaci d'esta* naca-
ens e suffoca se podes os teos reaor.
sos.
Os estados 'eonstitucionses d'AHemanlia
esli bstanle alarmados rom O atrevido
golpe do R-- Ernesto Hannover ; teniendo
coa rasio que se elle ficar triumpliante, 0
imitem os nudos Reis zinhos. Coa ludo
anda ae nio resol ven a qu-slio e d *lgu
ma esperanca a decisio da Dieta Germatiia
co o o motivo do protesto da cidade de O-
suab'uh pois apesar de te nio ter lomado
em consideracio, nolificou-se ao enviado
de Hannover que faca saber ao seo soberano
qu.ntoa Dieta tem estranhado., que, nio
tenha explicado o occorrido na abolicio da
constituid o liannoveriana ; e que espera
que S. VI- o verifique no praso de seis se-
ma .as. He de crer que a Dieta na qml
iiifluem poderosa mela a Austria e a Prus*
sia proedrtr. com. mpite circuaspecci
n'esti delicada qu-sta j e fir de modo
que o aceonleciuiento de Hannover nao is
repita nos outros ettados, c institu ionaci.
A questio holando-bela, outra vez
pendente da confederacio d" LiOndres, ua>
tem achantado um paso : um* vez qu- sa
nichame -e adan| ir o torera se reun-
do os representantes das grandes potencias,
e concordado em, pedirem novas instrucc-s
i suas respeclivas corte vista a diver-
gencia dos enviad # na*, p;imeira,s discus-
ses. Parece que seguir o atatu quo e
ta apreasar a resoluco d,'et* como, d*ou>
l-as importanl ssimas qusi-s. J (lisie-
mos qoa exp**ar he o sy.lerna da diploma-
cia de hoje. Em lodo o caso os Belg >s tem
mostrado <> seu decidido, proposito de uso
ceder o Lmbu'go nem o Luxen'burgo,
nia obstante a frieldade com que o R-i dos
Franceses tea lindo este ppnjo lo lite-
rateante Franca como encama Blgica.
Tal ves a all lude doa Belgas e o. receio de
que se dispare um tiro na Europa (poique
posto qoa na Hespanha se esli mtudo
uns aos ontros ha cinco annos j te *'"s
que no senjir dos piadosos njoparclns eu-
ropeos nio pe iei.ee a nossa pennsula el-
la parte do mundo) influam em que nfo s*
decida defioilivaaeiila por em qu.inlo a
questio liolando-h-'ga.
A Sutta e>aa fiel visnba da Franc t
sua alliada he hoje O objecto d'agastamen-
lo e v-nganga do monatcha de jullio,
seo imbcil gabinete. Seivindo, teiQ o
conhecer de dcil insirumenlo d s poten
cas do norte p^ra suff C*r bberd de aon-
da quer que illaeusla,, t--m-s- propjst
sacific-ra Smssa e c.l.r sepodir, cj
a aaa independencia empreza grande,
maia ardua, do que abandona a I ..loma,
e perseguir o.s pidilas Italianos em Anco-
iia. O poderoso Re Cidadio nio se con-
siderva seguro no splo que o e|eou
vnti.de da um grande povo se permana-
cesse em Alenemberg /"Suits*) o principe
Luis N.poleio. O conde de Mu no .-eo
inexgotavel desejo de tervir ap seo more-
correo um espediente ao seo Ver mu' tta-
caro e de fcil ex- rucio. Fez-se urna n d
Suiasa para que (izetsa s .Inr do territorio
da repblica aqu>lle piincipe, deixnndo
eouhecr que se o nio fiteS"a assim > *
Franca usara do seo direilo. Foi ela no-
ta comaunicada Dieta e ouviiido o cuo-
selhe de Turgovia d'onde he cidadio o
principe Luiz t nomeou se urna commua*0
que se dividi ero maio i* e duat minoiiss.
ipinando lodat que te desprejttse peUC*0
da Franca, pato que venando todas as
olautulaa. E poique o as>umpto be de
anto interesse a Diela obrando com p'
'leticia determ n> u que o depulad 1
mundoe perseguidos na aua patria pelo fe- i ba5 novas inslrur<< dos set* can >s,
roz auleeratt vinguea ot ultrajes felos a | que se abi isse a discuto op jiriaei'W
o tea reme, a variad aa toda a huma-i outubro. Dout d'e|)es (Argovia e Luccr-
da
MI ITII


f f
P
>;
1

* V *
S
e


a) derad j ai sin opin5s contrarias
ul icitude do gabinete francs. A opinii >
publica declara d U'D m >do mu posili
vi e potente contra as exigencias de um
governo que nenlitim aggravo recebto de
sua pacifica vhiiiIi i e alliada. He neeesaa
ria toda a pre .imiicio e ineptidio de una
ministerio palaciano como o do Sr. Mole .
para d este modo compromeiier adignds-
de da Franca que no estado que as Cou
sas lenvcliegauifl, lie difcil sabir airosa.
A sito co poltica da Inglaterra e da
Franca off>rca tantos e lio profundos nn-
ti vos de reflexio, qae nio nos parece tila
leris para ser tractada de passagem como
incidente neste artigo S diremos que
a uni eous* importante que tem occorri
do na Gri Bretanha he a prorogacio d
parlamento, cujas dus cmaras na5 p>-
d-m convir em pon os essenciaes nem
t m o suficiente poder para vencer-se urna
a' outra por faltar Ibes oapoio d minis-
terio que comasua conduela indigna
T'cilUntM sem resolucio nem (i m-/.a.
t-m afeitado as aympathias dos l communs. O Connel que v deanno em
atnoseva dilatando de fater justici a' Ir
land tem comecado a agitar e nio ad
mira que esta aguacil? e a escassez que se
sent em Inglaterra juntas a tantas causa
de descontentamento contra o g bnete
\I-ll>JU'ii 'be d un o golpe de morle
apenas se abra o parlamento.
N'Franc o anniversarlo da revolucio
dejulho, eo a-cimento d- conde de Pa-
riz t-*m manifestado b-m as ca. ai com que
inlifF renca com que silencio celebra un
povo naturalmente bullictso eapaixona-
do da novidade dous successos que tem
perdido para elle toda a importancia que
de5 ter ; a respeito do piimeiro ni re
cordo mais do que uma revolucio, que
(Vita per elle, e aua cusa servio para
engrandecer ama turba de bypocaitas e pa-
rsitos polticos : e quanto no n .smenlo
do novo, principe uio a se nio ga tos ,
pompa palaciana, recordadas da dynastia
destronada, desejps de iraitd a e at de
axced-l a em todas as suas ridiculanas ,
su s extravagancias : n'uma palavra oiha
pida um filbo da Franca (como dizem os
aduladores de L-tiz-Filipue) na icono para
um defensor do povo, que quer que a
centtituicad seja urna verdad .
(Nacional.)
Cun ni ii nica do
Qui ne sait se borner, nesait jamis
ecriv*. Volt.
Desde lempos iram< moria.s ^continua-
remos com a devida venia) quem fiallou
d'aquilio que nio ulende disse seropre
porvoices. Ellas se encontrad em abun-
danc a no communicado inserido no Da io
de a a do corrente o qual em ver. de
desfazer as rasdes sidas do de 18 foiti.
fi.a-o muito mais. Para o provarmos ni.
usaremos da lingos gem ojeante d' que se
serve o Senbor Peinambucaoo s direi-
la e anda que nio nos cou be a for
tuna d<- cursar as grandes e.-c lias classiea* ,
neqi de ter anuos le pratica -m cas* de L
Irados, ni nos parece impossivel fuei
com qu q publico reconheca quio mal de-
f ri leu o Seubur i'eriiamhueano i d|re|lss
ama causa, de que se ei.c rregoo. Curo-
pre-l|Os iabo*s (le I g ritamos nio eomputera ro
tetro*. O nom-s dos que laes obr. s fize-
r-d nao merecem ser ridicularisados : t>m
lanodireitis ser reputados, como aquel
. *', 6 9ue tratarad de sciencis sociaes
ejuiiiiics, e a quem jamis alcunhare-
mo. I>to p sto respondamos a cada hum
dosaMigos pa sus orovm e materias
i." Nio lia dunda alguna que hum*
familia pos>ue exclusivamente a piaiir.g m
do porto de Peruambuco. D.jis irmo .
aobnpbos, amigos pat ds, o Senbor Pa
Ir o- Mor, prenle por afinidad e algn
protegidos -o os pralicus d- carta, e lic-n
f*. Asl.anx.is, suas trii-ulaces espas
ncore^s pie. pertepcem aps principas,
que si j os nicos, que sto po su**m. O-
ouiro,d'if)|,es dep-udev j e ,; i.U. talve
por uo Mies ,, ie do que ll-s.
'** A E,( un* Alcntara, a Kscuna An
dorjnha, ot}ryi|^ jVIar^uet dePombal,
BBBBJBSS*BBSJBBBBiB1BSSBMMBBfJBBBBaBpBaBSBBBBBBBI
commandados p-l > Senbor Reis, e outra
quslquer embareicio navegad na costa do
Norte pelo me>mo camiobo; as cautella*
sio gases. .Va embarc-icoes que entra
n > canal de S. Roque o mesmo acontece.
Nesta cosa Ecuiks, ou Naos evitad ii'O a
que O ais-sor a cbain.i glantemcnie c len-
cors e lraplbadas. O coslume que ,
segundo o proverbio, faz lev, be neste
nodo de serem todas as embarceos met-
'I' p*ia dentro por pratico da baira em-
bora tragd pratico da costa. A Naci pa-
g< paia aso paraos neus navios, bem como
os particulares para os qu-1 Ibes perteneem.
Isto he bem sabido do prolect ir, e pro
legidos. Equem se po lera persuadir.,
que oeste porto entra e sabe mais de vin
te veces nio tem d-!l-- c-bl conli-cimenm ?
'6* Acertou em lodasas respestas o Se-
nliif R'i.' nos o vimos, emtis alguem ,
>u todts que nio fossem o Sr. di-
reitas Cque linio eslava), eos seos. O
Seni.or s (Invitas aaba tal re p ir ex -
p-riencia, que se o -xaminando nio res-
ponde cunveOienlemente ao examinador ,
este corriga suas respo*tas, a nio querer
oa-sar por estupido. A sciencis porem
das marcas do porto e birras que a se
rem publicadas embamexame seriad n'a-
quelh. occisq aprendidas segundo se de
duz do arrasoido do Snhor s direi-
11 ten) regras e costo mea diversos ,
e sio estes Est^nganadi, nos c temos
oulns marcas Quanto manobra he
necesario vel-o escriplo para acreditar que
Senhpr as direitas diz ser humo Tora ,
outra e mais minuciosa entrada e den
tro do porto Ao S-nbur i'ernambuca-
no s direitas que escarnece os auctorea
de laboas de loganthmo pode, te nVstaoc-
ctsiip ppljcar oque dizia o P.oeta ab c
belleireiro Mes)re Andi, v lser cabel-
leras
Os estrangeiroj, entra e sabam com
Pratico i porque os cdigos do commer-
cio e o seguros a isso os obrigad. O
l obrigao. U e
nao he leigo aa-
nhor __ s direitas que ni
be sto bem.
Sa s cartas nio fossem suficientes, co-
mo se pedera navegar em lugares e lem-
pos arriscados e nessas paragens clieas
de Ihxos sonde nio aparecem pr .lieos ?
Diogo j.pige d Brito se enlrou, e M-
biu d'esle porto com pratico, j a raso
fica cima expendida.' Ignoramos com tu
do se depois o^'elle levantar o aeu pa -
no eritrou no. I^.oiqueiro pois c~ elle desde enlao comumidado wioa de
grande pode.
4 Seo Senfaores examinadores scinte-
mente oppostps segundo todas ss sppa-
renejas, eoS' R- para'nio darem puhli-
cfdade a soa mysteriosa sciencia, nio mos-
travad os erros d'este Senbor claro esl ,
3ue neiibum lecurso tinhaelle, senio O
o acreditado ro-ppa, ou carta liydmgra
pbica (e nio topographica). N ella se des
mascararia a impostura, e se provena se-
rem exactas as res postas. Q'ne'm sabe na-
vegar, oque sabe ussr do semiciiculo e
compaco, d'agulha de marear do pru-
mo, he idneo para rrsponder s vsiisntes
em fronte e dentro de Pemsmbuco. Co-
mo pqderia o navegador trasr o nav|o' de
lium a outro porto se o nao soubess roa
i car? He pn-ciso fl -ugma de H dlandex pa-
ra estar respondendo ludo islo.
5*' A mais de quatro pessoas, sendo al
guns praticos ouirnos dizer luda, e mai-
Hlguma cois do que esle do senhor s
direit.is contem. Nao sabamos p.nem,
.|ue o Sr. Jos Lopes nao era cidadio Ir.--
sileiro. O Sr. s direitas aism no I
.firma. Eis pOs uHo O exame porque
o Senbor Joae L'ipes, como extraogeiro
iiCm pode aer eximinador. Quanto ao com
padresco, e proleccio etd os proteg
dos as mi s em su is consciencias, e verio
ao que estas palavras lludem ; vedo quem
neme. Deixem de ndispor com nuaCo o
S Siqu- ra a quem reconheceroos p i
liomem muito de bem, e incap gas", e expbquem-se mis inllligivelmenle
a respeito do compadresco de i8jo, pois
uio entenJemos o qd u'isso Oos queieui
di ser.
A ninguem off-ndemoa, nem pertende-
nb's lomar o Sr. iVlnorl Pedro cOnbecido.
> m nos somos pessoa Lpt O'huma ou
..ut acuis O Jr. \l .uoel Ped O lie co
nlitcido e estimado de inultas peSaoas sen-
satas a'csta pVaca : o'seu crdito por tanto
' i > -< .'
est suficientemente estsbeUcido.
Oh .' e quer-nos o Sr. s direitas
auar o direilo qae temos de publicar nos-
sas ideas ; pedir que s pooba ein prali-
ea aquillo que julgsmos ser til ao noso
paiz, a nossa patria que nao he partilh*
de ambiciosos monopolistas ? Oxal, que
tivessemo* os necesiartos talentos para aer
l-gislador. Podamos isso aspirar : somos
Braajleiro e apessr de em neiihunaa scien
ca aermos formado, temos patriotismo.
Nem O Sr, s direitas nem os fus
clientes no-lo podero negar. Se queremos
pois fe anda instamos) a tal norma que
nio he calhecismo d'escbolla de primeiras
ledras, beplas rasdas expendidas e que
oigamos detnecessario reprnduzir. As leis
do Imperio permittem o uso da industria
licita: acabarad-se juisea d'..lucios. Sr
jasto, queso uma to diminuta parte da
Vicio faca o que quiser sem ter a quem d
satisfaed -s ?.,D-ixe se pois de ssreasmos o
Sr Parnambocano s direitas., nio
insulte nem chame mentiroso a quem Ihe
responde, como terho feito. Nem tenha
medo que t Senhor Reis, deixando s
espada pelo remo (se remo he a insignia
dos prcticos de Pernambuco) venha ter
mesquinhi ganancia ou ganhar reputa
co na pr'ati gem. Manuel Pedro nio
quer dar dinh-iro intilmente. Trabalha
para ganharlgum vintem para a velbice ,
e na'o ser pesado aoseo semelhante. Sabe
qu .nto Ihe he necessnrio saber para se exi-
mir de pagar contiiliuic forcada a quem
Ibe deixe o navio desamarrado, e receben-
do, n cansando varias. S" fez servicos
na crise do Pata digd-o o F.xm. Ministro
Pereira Pinto, eos Eams. Tenenlo Gene-
ral Msnoel Jorge e CheTe d'Esauadra
Taylor. A respost* ao choco palavreado
do oficial de marinha, Tenen'e Capiti<>
Pnente, Almirante etc. etc. fique no tin
teiro.' '''
Htm mentiras, nem falsidades, nem
paradxos'ae encontrara no noss'o commu-
nicado. F-speravamos ser tractados com a
dec licia col qu tractamos, e tinhamosa
sao direilo. Os Srs. Redactores nio serio
mais porns incommodados a hum tal res-
uelto, e Ihe agradecemos o obsequio da
publicacio dss n'oasas observ blico sensato d cidir de que parte est a
ras!*. '"
Hum Pernambucano.
LOTERH D\ M. DA BOA VISTA.
O Thesoureiro da Lotera a favor das
obr aos pos'iiidorej dos bilhetes premiados d
mesma Lotera qu- sendo a afluencia dos
rerebednres mui deminuta tem marcado
os dis Quirtas-feira a tarde para sua sa-
lisfacio, em caza do Escrvio na ra da
Santa Cruz'.
Avisos Diversos.
_ Hum Brasileiro cassdo de boa con-
duca civil | moral e bem condecido
nesta Praca propoem-se eoainar fora
u'ella as primeiras lettras Aritbmetica ,
eGrammalics Portuguesa, e juntamente
sua Senhora ensinar a ler escrever e
contar coser e bordar pois j ambos
tem exer. itado este magi-terio : a pessoa
que precisar (je s-u prestimo dirija-se a ra
lo A'ago to primeiro andar do aobrado
l). %i i\ue te di'i qw>m deesa pessoa.
Piecisad se llugar alguns officiaes
de pedreiro, e carpma; comprad-se al-
guns escrevos de i8 to annos para servi-
do de hum eng-nbo p-rto da praca ; e
igualmente se carece de hum Capellao para
este en{. nbo com obrigacio de ensinar
Grsmmatica sos 6lhos do Senhor do enge-
nho cuja cpelania be de sei-cento* mil
res aunuaes t defronte do Corpo Santo
. 3.
A que convier tomar conta de hu-
ma venda por bal-nco pata a dirigir '. dan
da fiador compaieca na casa front ira a
Hibeira da Boavisla at a g horas da m<-
nha e do meio da s 4' da tarde, que
i-dai com q em tratar.
' Hum ProfessOt deGrammalica lati-
na examinado e a p pro Vado, e cjm ba>
(ante uso' da ensinar so offereOs a qual-
n> r j s C! ytltt t tA '**"
qur Senbor da Eagenho ou m^anao para
o S*rio, qu^rn o pertaarder diiija t., a
ra da Pas qae he por d>-trs d*. rus das
Flores indo para a pool* duaa caa* depois
da fundicio.
Precisa-se de um sitio qne tenha boas
ierras de plantacdea, e bous arvoredoi,
que nao seja longe da Praca : quem quizer
arrendar derija sea roa da Alegra casada
viuva de Joi) Baptista Branro.
Aluga-se um preto muito apto aera
todo o servido por 3ao reis diorios, com
a condicio porem do alugador adiantar o
pagamento de 6 a 8 mezej: nesta Tvp. se
dir quem fsz este negocio.
Anda se continua aforar oa ler*
renos situados na estrada da solidada para
o manguinhe defronle mesmo da ponte ,
eda parlada estrada que segu do nma-
(Miinh i para a lgr>ja dos Afilelos come-
cando logo do hu das cssas novas do De-
r.embargador Msciel Monleiro contando o
fundo de c da palmos que se afora tao pal-
mos ditos, c na razio de 3?o rs. cad.i um
palmos ad veri mi porem que um e ou-
tro terreno, he todo enchuto e beneficiado,
e promplos para logoae edificarem propie-
dades indepeodenle de outro qualquer
Irabalh, quand p lo contraaio suc (i- com
utios tiren i por aquellas immediaides ,
que em Iamsc4 se tem aforado pelo mes-
mo pr.-co ; os pretendentes entendise
com o Escrivin Almeida que esl munido
de poderes para faz-r os aforamentos.
Aluga-se um sitio na estrada de S.
Jos do Manguinho ao pede sitio que fica
defronte da dita Ig'ej : quem perlender
lirija-se ao Forle do Mallos Prenca de al-
godad numero 35 e vende se uma car-
rossa com todos seosarretos^para ensino e
conduccoens rom cavallo.
O Sur. Jos da Cunha Pereira, irmlo
do Padie Cbristovad de Hold cante : dirija se a ra da Cadeia velha nu-
mero 59 a.*andar para negocio de seo
enteraste.
Os Snrs. fabriesntes de chapeos, se pre-
cisaren) de fundos para impremir, pois ha
uma pessoa que os imprime mu to bem ,
dando os seus donos as chapas da siu fa-
brica ou fiemas : quem a quiser dirija-se
a ra da Sentada velha venda num. i3
que echar com quem justar.
Arrenda-ae duas Olarias na ponte de U-
xoa eom barro dentro e duas canoas, hu-
ma de 800 lijollos outra de 4oo, e tara-
se vende a o' mesmo que arrendar mais de
aoo carros de lenba de mata e tres qnartaoa
do trafico da Olaria ; qu" pretender
dirija-se a ra Direita D. 36 para tratar do
do ajuste.
_ Arrenda-se annualmente uma boa
morada de casa terrea sita no lugar do
manguinho confronte ao sitio da Senho-
ra D. Lauriana a qual tem 4 bons quar-
los boas sallas estribara e quintal
murado : os pretendentes entendi se com
o escrivo Almeida que esl munido d
poderes para fazer tal arrendamento.
Quem precisar de huma ama seca ,
para casa de hornero, solteiro, ou casado,
que tenha pouca familia sendo de casa
para dentro nacional como estrangeiro :
dirijn-se a ra Nova ao p da ponte da
Boa Vista, lado do Norte penltimo ar-
masen).
Antonio Maris do Carino faz scien-
te ao respeitavel publico que por certo mo-
iivose assignara* de hoje em diante por
Antonio Maria O Connel Jersei.
Quem precisar de om rapaz portu-
guez de idade de ao annos para caixeiro de
Leja de fasenda ou de ferragero o mes-
mo sabe bem ler, escrever e contar e in-
da mesmo para lomar conta de qu Iquer
casa de negocio de roolludo por baUnee,
pois tem os conbecimentos do mesmo; po-
llero procura-lo na traves do RoaV'HO D.
t4 Loj d de bola xa que achara com queaa
tratar.
Algutna senbora professora de pan-
no, q' qu ira vir dar li^b-a de miaaica pi-
nino, aalgumas meninas em en caaes ,
pode dirigir-ses ra da GrtM numa-ro 39,
on annuuciar a sua ssoradi p*a eer pro-
curado
Quem percisar de om hnnvn para
f-itor iiu adminisUadur d qualquer vbra
de pe ireiro } a atawna an* a<-ire da
praca como ena alguna cN>'smis ariabadea
,ia mesma ; pi retare Tettenie Cree>el
Varejio atrs da i ja finta, fuese lase dir*
re 1


\*
r
^.*,

fe
_ Na boi de Quinta feira ai docr-
Tfofc('l*7 horas da noile desaparecao da
can i- Ma-ow-1 Jos da Silva Neiva ni ra
estr**ta da Rae rio obrado de dois andares
que tea por baixo tenda de b;ub -iro um
moleque aaeio novo na trra, que polco
sabe f.llar apellidad pelo nomo de Gas-
par, e sendo pelo de Joo no podar do
Manoel Adriano da Costa morador as 5
puntas qusndo d'ante- o possuio teru
muito boa figura, bem parecido tem d--
isdeotesda frente da parte de c toa Abar-
los para oslados, e a gengiva dos delui-
xo alguna coisa rouxa representa de ida
de l5 unos pouco mais ou menos fui
vestido cura camisa de paninho ji velho e
rota pelas costas na paite esquerda calsa
de brim paido de sl* j desbatada <>. tn
mendada no asssenlo coua chitas de pintu-
ras encardadas ; quem o tiver recolliid.i
talzez por velo vag-bundo, visto nada li-
le saber de ras on delle llver, noticia*
certas dirija se a csa a cima dita noe re
cebera uoi recompeoaa de us'ooo i-s.
Quem precisar de roupa eugommada
lisa e cun pregas com asseiue perfeiio ,
e por moneo preco: dirija-e a ra da
Pal ou Cano D. 11 junio a fabrica.
Lngomma-se com toda pe f icio e
asseio toda qualidade de iuum no breo
da Bomba D. 4 do lado do su|
Qieinquisor dar 25,010 a jilros
por lempo du a mezes cm boa Cima,
aunuocie.
Qaa!quer Sr. Professor que qneira
se tiar ao trabilbo de a noite ensinar a um
pequeo a comabehdade aonuncie sua
morada.
O abaixo assignado na qualidado di-
procurador bastante da Senhora D Anna
Crrela de Almeida e Silva, viuta do fal-
lecido Jos Ferieua da Sdta do ra tor
naos, envida a lodos os credores do ca
saldo iDtsinu fallecida pan apresornarem
as su.scuiil.s crreme firmadas, paiacom
a evia clareza prod.der-se ao inventario
respectivo; cujas cumas serio enir gues na
casa do ahmxo assignado ao pe do arco de
S. Antonio; o prest-ala aonuuciono com
preuende os Suis. ciedoics qiu leche-
rao carta firmaOu por dita viuvu c testa
111 uuiii. O abaixo asignado la cerlo n
todos o &tt, cieddsdo mesma casal, qtl<
se odia auilionsao pa tecrbor em nome
di relenda viu a primeira cit.cao par.,
a conniaco a qual pode ser l'eita nesta
CiUade paia,-.v.iar uJaiore Otsp- s Jucii-
ciaesj adiase igualmente com podeies
bastantes paia ajusiir tomas &. laie. Ma-
no-1 Jos G .iis.ivis Braga.
U Sr. Ucul de Mrioliaque no di/i
20 do coi lente loi a loja de fazoud n da ra
Ja Cunceicao da Boa usta 111 deligeniu.i
de coiuprdi una eicrava cam cria quena
ler a buudaJe de iur a mencionada loja pa-
ta &a Uj,. ilucruudc su bcIu uiiu panda de
0 inezi-s cuoi mullo boio icite.
ueuua se uiu sbt,adu de dois anda-
res o solo s:t isiuj do fU'ugel D. 20,
a quem se quisor prvpr a faior o conaei lo
que o misino pncisd para eicoiUar bu
antudameiiio ; us pictoudenles u>r jau se
ao i\Jai)0u.iiiio depo. da csiiaiia aampun-
gaeuuUu sitio conti-uo a l;ii-j uc 5.
Joa.
Cjuem precisar de um upaz b asili i
ro de luaUe de ; unos para caleiro de
i'ija, aimasein ou buica (tirija-Se a es-
ta Ijpogratia*
KCiia-io alujar urna casa terrea ,
ou tobradu que tenlu 4 QuarlOI Cot|ob&
lora, e quiitial com C>ci,(uba, e que seu
alugUel naotxc.-i de loa la mili, iikii
baca I liesla 'lypogioii.
_ O iei.ui que anuunciou nao eng< itar
trabalbu aeuUo bviu recampensado dirija-
tcoiui lia t_l l U. i)-].
_ i^uciu pittis.i uc lolliis corridas ou
p-issapv.ies i.iiiiu para dentro (lo l.npniu,
cuiuu pal lt uene e por piteo ucomo
UaOo dirija se a tua (id Ouia Caa i), la ,
que alnaciiaia quem uia*w se qoei lucuua-
Jair.
""firTiiaijBarnrriTir^y"'^'T]^^^i''g |".' uruswJsiwA Jggggg
velmente cose, e lava roupa o motivo
m
aft-i-rara
PARA A BAHA a Escuna Bom Jesrwde
Camaragrb de primeira viagem 5 qo#>m
quiaercarrejar dirij-e a VJinoal Jia
I :ii:i l'ereira da Costa na ruada Cadeia
11. I.
FRETA SE o MuteS. Sesbatio Mos-
tr Joaquim da Coata fiara Macei l'a
rabiba al Aracaty otj outra qualqaer
pirte, os pretndeme p a cisideManoel JosGunsalveafiraga, jun
10 ao arco de S. Antonio.
P\RA O FORTG segde visgem o Bo-
gue Ventura Feln com tola brevidade;
uiiiaer carregar ou hir d^ passagem dnija-
(oft, ou a i seu c nisignatariu Jos Bapusta
Ribeiro d&Faria.
JLe i lo
_ Que fazem Alexandre Me. Ry &
Compaiitiia por via do (Joiretor Oliveira,
do nm raesJIvntn ortimento le pni:ibos ,
uiadapotes cassas chitas, e palalilhas
If todas as qualidad'Se bom goato e em
Mima de grande diversidade do fizendas de
II, linho e algodo, na quera feira
^7 do corrente pelas io huras da maohi ,
in, seu inasem da rui da Cruz D. 44-
_ O Leilioanouuciado para O da 5 ,
'los pertences da Escuna Americana Sailors
lleluru naufragada no Rio Gf and: do or-
le 6cou iransfendo par Quinta feira a8
do crreme no caes da alfaudega as
11 hora, da manlia.
rommodo : na ra do Crespo lado do dr-
a L). 6 na mniffli loja um bom pianito ,
cimalgum uto>
ao travs de mangue Ap a5 a 3o pal-
mos cujas sa acho na praia do cllegio :
1 lrut*r as 5 pontasD 5i.
Um cvailo ru?S(, bom carregador:
na ra doQueimado lojade i poitas de
fronte do b cu da Coijjregwio.
j. fVtUi excilent'-s e superiores hichi
chegidas ollimiimeule do Portoads milhi-
ros e h os centos e mesmo em peque-
se dir ao comprador ; quem a quiser Bii-
iiuncie.
-- Ou aluga-se e troca-se diariamente
vellas de cera de meta quaita ule (< uelieie
ros, por precj-i commodo: nt ra do Ran-
gel D. 9 sobrado de um andar. --,,
Kscravs Fii idos
______
Compras
_ Urna emoa maueira para carregar
barro ; e um escravo para euchada ou ca-
uoeiro : nesla Typografia.
h. Um* carroca para cavllo ( inda que
seja yaada) quem tiver amiuncie.
_ Um negro que ae ja bastante ladino,
e que lenha boa fiura 4 quem o tiver un-
nuucie.
_ Eicravos ladinos moejs e sem vi-
rios prel'eiindo-SB os que forem pedreiios
f. carpiuas para engeuho < as,im como bur-
ros para carg: na ra estrella do Roza-
rio defionle do De. Grauge.ru.
Vendas
Avisos xtiaritiiios
PARA LOAlNA o Bngue Portuguez
Joacla a .alnr cun toda bieridade .- tiata-
ke com Lapuo Aiauoel dus Passos Gomes
OIT
_ Um terno de medidas de pao i na
ra de Hurlas enda da quina do beco que
vulta paia S. Pedro.
_ do casaos de bous pombos .* a* ru
ioLivimrino subiado b. -x!\.
_ iJius esciavas da naiao mocas e
de bonitas figures engummo cozmlio.
eostm, e lato ioup; e urna negriuba
de la anuos, com principios do ludo o
ser*ico ilo umac-sa; na mallo Aguas ver-
jes cisa lenca D. 07.
_ Um parda eopelho gr-ndts proprios
para se boUr (ib salla e coui liourauuu
a tinas ; em c>sa Ue Heioiauo Moni leus ,
ra da Ciuz 11. ad.
Urna il tuu de bano com 6 cbaves
de praia pcileilae^t vuzrs e purpuc
commodu : naiua u..s Quariea li>ja qu
1 >\ do Aiouca.
Cnapeus do Chile de aba Urg idm
sos de Caiua iraiteezas finas, ums ertiie
Unas Uilaa poiluguezas l.b'ras de retrc
uj Pollo sui e so. lulas, traversas de tar*
tuuga | nas Ue escrever : na piaca da independen
ca 11. (j.
Um retogio de ouio ede repetieo
por pie90 commodo ; nesta Typcgt. lia.
* Urna escravade nayo angut.i c zi
nba engomma li^o i-nsaboa ecosecl;
na la de L.viotueuio D. 4 hiodo pe.
piaciuba.
Ce;a de granito e bogias : na ra
larga do Rozarlo em casa de Francisco cir
Paula Carrillio, U. .
_ Bicos de linho muito finos ruancos
e prtlusede todas as l.rguras damascos
de seda de todas as cores, sarja li.-a de seda
prtta de muilo boa qualidade, essiieaes ,
selvas e espeviladeias de prata, e aiguu
adtie9os d ourodebam gosto cegadoj
proxlmamented* Porto mdo por preco
nasporces : na ra Direiti D. I*
Urna negra de naci de a4 annos
deidad, robu la e deligente pira todo o
servicJ coziriha o diario de urna casa '<
comprador se dir o motivo : na tua dn
Rangel no primero andar do sobrado da
quina do beco do Liceo.
_ Musirs ltimamente ebegadss do
Rio de Janeiro, para pianno fm te dos
melhores authorea : com. Rossini, 15 Une.
Pacini e Mefcadmiti, ludo por preco
commodo : na ra larga do Roario loja
de mrudezas D .
_ Um lindo mol que de nscSo. de la-
de de i4 nnos ni o tem 'icios nem arin-
ques, faz lodo o servido de urna casa ; urna
escrava da costa mui fiel tem aa annos .
paga por da 4^J > e urDa dita de naci
benguella de idade re ao anuos: pascan-
do a f ;ri'j dos Martirios no primeiro an
dar do primeiro sobrado.
Urna venda com 5 portas bstenle
sortida e em bom lugar de neg: ci sita
na ra de Agoa verdes D. 1 : a tratar na
mesma.
Um bom cavallo : na ra da Cruz
n. 3g.
Urna escrava da esta d- idade 'de a5
annos, eugomma cozinha sofrivelraent
e he boa bocetera ; e um escravo do gen-
to Je angola de idade de a* annos : nos
4 cantos da Boa vista D. 4*
_ Urna escrava boa qumtandeira toh
nl.a o diaiio de um casa, cose, e muit"
gil para todo O ervio e se toma em pa-
gamento um quarlu puss.mte ; e cumpra
se praia Vetha : atraz dos Martirios C3sa
defronte de urna S-ica.
_ Urna loja de fazendas na ra doQuei-
mado com poocos fundos a duiheiro ,
por mais de 6 anuos } quem quiser aiinun-
cie.
Um sitio ha pbvoaclo dos sffcgidcs
com duas casas grandes novas delron-
te di ,;riji de N S. do Rosario da mes
mi povoaco com sah da para a estrada
da piranga c >m um bom vivero lugar
para una grande otaria barro para fazer
lijlo baixa para capim bastantes ps
le c. qu-iros larangeiras e outra iructas.
duas cacimbas sendd urna do excellente
a;;oa de bcbei e a oulra aoiivel, com
bomba e lauque pira bnilio lugar par s^
ed fiear cisas lamo na Trente como no fun
do : a tratar 110 mesmo sitio u no R ci-
fe ra da cadeia loja de lerrageiis n. g.
Um prt-tocreoulo de dado de i6a
17 ai.n>s bem sadio e lobusto: na Pra-
oinlia da I.iviamHiilo D. a5 a traiar com
Jo: Domingues da Costa Cardal.
Urna prensa de fazer p.i'quilo pa
ra ob riu'a de homern : nesta Typig'afi.i
Um cavallo rastanho novo e muito
forte carregador biixo : na ra da a f.n
>l.ga vclha n. g.
Praios grandes da India para minos
e ditos pequ- nos urna terrina grande
lambeta d, ludia com dois pratos cumpli-
dos urna urna d cobre para caT i jar
ros grandes para plantar flores, e di>auj
mangas df \idroludo por preco c Uo : em Olinds defronte do armo ftosit.o
que fui d.< l)f. Bernaido
O verdaderos pot Pafisianos pur-
galivos auiyphilil:cos anti-d >rb oSos ,
e aiil:-biliiisus ; na ra da Flnrentina se
guuda esa nyva do br. Juio Zurrich <
na piuca da lud-.p< ndi ncia l.ja da relo-
joeiro do br. Men as mesuias paites ,
bons 11 coi es finos.
Um sillo no atierro dos a (Togados ,
cora vivi-iro h 5j j i dr coqueiros, e urna
asa nova de taipa e estribara para a ca-
vallos, e temar^ palmos de largo e de fun-
do 1800 a aooo da parte da mar grande;
e urna negra para fura da provincia : a
tratar na na daa Cuites l) 9.
Urna eseravadsnacao de bonita fi-
gura labe bem engomar cozinha sfri- i Ta. aTt?. DB i. Di r, i83gla
_ No da aa de Fevereiro desapareci
da casa de seo Sr. um nrdl'qne de nome
Dtmiao > rreoul", queixo fino, b icos gros-
aos ore lias grandes e *-m fi, a cor nao
be preta uem fulla psaplhetados: qaero
o pug*r leve ao pateo do Livramenio D.
1a da parte do msxiite que ser recam-
pensado.
No dia 2a do corrent- fugio a Pedro
Jos Cardosa urna negra maior de 3o an-
uos cor filia tem urna grmde falta de
cab'll's a configuracu de un 1 meia la
uac-ib-ci, ptlo que traz compre a cabeca
alada, t-muma sicatriz no rosto no lado
esquerdo junto ao nariz he bastante ladi-
na b be c gra f >i comprada no dia 5 do corren te a
Jos Fernandet Lima; quema levar a casa
do annuncianfe ser* bsm rec impensado.
--. No dia a8 de Dezembro do p. p. fugi-
rio dois escravos do lugar do Monteiru 1
negro de nome Luiz de idade de 4 > an-
n is nacao mucambique, estatua r-;u'ar
filio tem um dedi de ments em um p
tem sido visto no atierro dos allegados; '
negra de nome Miria de naci angola a
lim preta, boa figura, denlas abe-tos,
falla rouca I vou saia preta e panno da
costa; quem os p-gar leve ao trapiche da
companhia que sera* recompensado.
Estevio cn-oulo de idade de 4 *D"
nos d" idad pouco mais ou menos tem
um calumbo 110 pescoco d.< parte de di traz ,
fugio em Janeiro ultimo; quem o pegar
leve no forte do maitos em casa de Fu mi
no Jos Felis da Rosa que ser n com-
pensado.
Moviinento do l^orto
NAVIO SAHIOO NO DIA a3
M4CEI0'; PatachrJ Nac. Imperial Concei-
cao, CoiDtnand inte o i.Tenenle Juzo
Juaquim deAguiar.
ENTRADO NODIA a4
CEARA' pelo Assu'; i5 das do ultimo
palo, jumaca Nac. Amor da Pama de
197 tonel. M. Anselmo Jos1 dus Stu-
tus carga sal : a Roza & iruiao.
S \HIDOS NO MESMO Di A
ARACATY; Sumac Nac. Conceici^ Flor
do Mar, M. Joaqun Josda Silveira, car-
ga di veisos g"iieros ; passageirua 7 bra-
sih iros duas brasil ai as, porlu^i.e. s,
e i e-ciavos.
LIVERPOOL} Brigu^Ioglez Travelles,
M -treJ. Pallot caigi as-ecir. .
SAM'OS; Bngue Escuna Nac D libera-
co M. Jos Lucia.;o Djurauo car-
ga sal.
COl'lNUIBA, Uiate Nac. Especulador,
M Joaquun Jus Martina carga divtr-
sos gentil us.
OBSERVA^OENS.
No dia a3 do rorrele fuodiou no litnii-
ro a Baica Americana Cauuder, viuda*
das ludias tm ioodiaa Capito J Qai-
iio-iial carga assucar e cha : ao mes-
mo Capillo.
Dito : Boidtjava no lameirao o Rrigue1
Hespanhul L.1811S u,do de Baicelon*
Malaga com a8 das, Cap. Ver. lu a Ma-*
t a carga viuhos: abchiaium.
Dito : 1' unuiou no lameito un.a Sumaca
vmda Uo Norte e nao deo anda o re
gisto.
No dia a4 fundiaifo no lameiiio 3 Bri-
Sues Inghzes.

sfat.
JM
asta


Full Text
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