Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03737


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Full Text
ANNO M 1839. SEGUNDA FEIRA
CAMBIOS;
Ferereiro itt
Londres 3o l/i 3o 3/4 Di. St. ponfooocsd:
Lisboa Sopor 100premio, por mut. offerecido .
Franca 3ao a 3i5 ns. por franco.
Rio da Janeiro ao par.
Moedas de 6#4oo 1f700" ai ralba* or a 1 i4/ioe.
4f0O 8|ioo a 8|ioo
Peto* Coluronario if6&o i|65o
Dittot Mesicauoe ifOoo a ifoio
Pataca* Braieiroi 1 |64o a i|6So
Premios daa Letra, por mee 1 i|4 a 1 ira por too;
Cobro ao par *
PARTIDAS DOS CORREIOS TERRESTES.
^*Uif i*.
------
V DE FEVEREIRO: *NUMERO 46.
Tndo agora dependa de nos aaeimoa ; da nona prudener
moderaeio o energa: Continuemos como principiamos
seremos apootado cora admiraco entra ai Naeoe m.is eo|I
Proelamaeo da Asiembles Geral do Brasil.
Cidada da Paraiba a Tilla de sua pretendo .
Cidade do Rio randa do Norte, e Tilla* dem .
Jidade da Fortaleza rilla Idean ....;.
Villa de Goianna ............
Cidade de Olinda ............
Villa de Santo Anto .... V .... .
Dita de Garanhuna Poroaco do Bonito.....
Ditta* do Cabo Serinhaera, Rio Formo, Porto Cairo
Cidade da Alageos, a Villa da Macei......
Villa de Pjau' de Flore*..........
Todoa o eorreio partem ao meio dia.
I Segundas
a SexU feiraj;
Todoa oa dial.
Quinta feirai.
Diai 10, e ai dcada mea.
dem 1 11, 11 diltodido.
dem dem.
dem 13, dittoditte
SubereTe~ie para alta folba a 3|ooo n. por qoartal, pagos adl-
anUdoa neite Trpograha, na das Cruaes D. 3, a ua Praea
da Independencia D. 57 a 38, onde a* reecbem eorrespon-
dancias legelisada, e annnncio: insirindo-st estes gratis
lando doi proprioi astignantai, a rindo axignado.
DAS DA SEMANA.
1 y Segunda S. Theotonio Prior. Audiencia do J. da Direito da a. rara de manha.
19 Taren S. Conrado F. R. de manbi e aud. do J. de D. da 1. rara de manhi.
ao Quarta Tmpora. S. Eleuaerio B. M. Sesao da Thesouraria Quarto cresc. as 5 hor.
e v minutos da tarde.
91 Quinta S. Maximiauo B. RelacSo'eaud. do J. da D. da a. rara de manbi.
aa SexU Temp. O mist. da Paix. de N. S, J. C. Ses. da T. a aud. de J. de D. da 1. r. da m.
ib Sabbado S. Lan.ro Mong. Re. de manh. e and. do V. G. de t. em Olinda
34 Domingo a.eda Quaresma. S. Mathias Ap.
Mari cheia para o dia 18 de Fevereiro.
As 8 horas e 3o minutos da manha. As 8 horas e 54 minutos da tarde.
wt&mi s
PARTE OFFIGIAL.
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 8 de Fevereiro
1839.
de
<
:
Oficio Ao Inspector de Thesouraria,
ordenando I be en aditamento ao oficio,
que Ihe foi espedido em 7 do correte,
que entregue a quota deslioada para a
suslenticio dos presos pobres de Jntica da
Comarca de Santo Antio, a Larentioo
Antonio Moreira de Carralbo autborisa-
do pelo respectivo Prefeito para a rece-
ber.
Dito Ao Prefeito da Comarca da Boa-
vista, aecusando o recebimenlo do seu of-
ficio de 29 de Desembro do anno (indo, e
respondendo Ihe que forio entregues 01
1 a recrutas qaeenviou, e que nio obstan-
te declarar, que tendo-os pgo e sustenta-
do a sua costa nada exiga da Fasenda. Pu-
blica deve todava apresentar a cunta da
despesa que fes com os mencionados re-
erlas a fim de ser indemnisado da sua
importancia pela Thesouraria Provincial.
Dito- Ao Director do Arsenal de Guer-
ra respondendo ao seu oficio, em qoe
pede er sutorissdo para comprar duus
fardos de bnm para roupas de recrutas
Joaquim Viegas que o d a 3ao reis a vara,
visto ser o melhor em preco e qoalidade ,
assim como 60 quiulaes de chumbo em
barra a Caetano da Silra Azevedo a t a,600
reis o quintal, e finalmente algumss barri-
cas de pregos surtidos ac, taboas de pi-
nito, pedras de fogo, e lona j qoe em con-
formidade das ordens da Presidencia de
aa de Desembro dosnno passado, e de 18,
e 33 de Janeiro do correte o auctorisa pa-
ra comprar os referidos gneros, orna vez
que delles ba necesidade, mas quanto a
preferencia do vendedor equalidade do
objeclo, preco, &c., qoe se regule peles
citadas ordens reatando somenle obser-
rar-lhe em additamenlo a ellas, que fei-
tas as compras devei dar parte da quan-
tidade dos gneros comprados, por quanto,
e a quem.
Dito Ao mesmo commnicando-lhe
que deve entregar a Laureotino Antonio
Moreira de Carvalho auctorisado pelo Pre-
feito da Comarca de Santo Anto, aqosn-
tia de 16U000 reis por este despendida
com a condcelo de ama peca de Ai tube-
ra que se achara na Sorra da Russa, e
cajo pagamento foi ordenado em portara
de 7 do corrente.
Portara Ao mesmo para faser apron-
tar So martellinbos psra serem remeltidos
com as patronss, e siotuides qoe requisi
tou o Exm. Presidente da Provincia da l'a-
jeba para a Companbia de primeira li-
nha que ali se est orga miando.
Dita Ao Commaddante Geral doCor-
po de Polica, para mandar por a dispo-
icio do Engenbeiro J. Boyer, d'ora em
diaote, e em quanto o contrario Ihe nio
for determinado, urna ordenanca bem
montada, a Gm deoacompanhar as com-
mis.Ses e trubalhos de que seacha encar-
regado fora des la Cidade.
Eipediente do dia 9.
Oficio Ao Commandante das Armss,
communicmdo Ihe em resposla ao seu of-
Gcio de n do corrente em que parlecipa
ter-se finalisado a licenca com que se acha-
ra na Corte o Alferes arolso de primeira
Linha Silvestre Henrique de Pinho, e pe-
de esclarec men tus a cerca deste oficial;
dencia Aviso slgum posterior ao de 6 de
Junho do anno passado acerca da referida
licenca, dere proceder contra o menciona-
do oficial na cooformidade das Leis, e
ordens militares em vigor.
Dito Ao Prefeito da Comarca do Re-
cife ordenando qoe remeta ao Com-
mandante da Escuna Lebre, a fim de se-
guir para a Corte do Ro de Janeiro o
Preso Fernando Mara Rebello vindo da
Provincia do Maranhio para ser entregue
a desposico do Esa. Ministro da Jus
tica.
Dito Ao Prefeito da Comarca da
Boavista, communicando-lbe que foram
espedidas ss convenientes ordens a The-
souraria para Ihe ser psgs a quantia de
1391460 re's 1ue despendeu com a surten-
tac'a'o dos Presos pobres de sus Comarca,
desde 5 de Junho do anno passado at 7 do
corrente mez, e bem assim a quantia de
196U000 reis que despenden com a com-
pra da Caza pira Cadea e de alguns mo-
vis pars a Caza dos Jurados.
Dito Ao Inspector Geral das Obrss
Publicas, para enviar a Secretaria urna co-
pia authentica das instruccos que dirigem
o ArremsUnte* do segundo lanco da Es
trada do Sul.
Dito Ao mesmo, para organissr com
a possivel brevidade e remoller para serap-
provado, o Begulamento sobre o tempo,
e maneira de faser a limpesa peridica das
rallas e comerlos das estradas como Ihe
foi determinado em oficio de 14 de Agosto
do anno passado.
Dito Ao Administrador Fiscal das
obras Publicas, ordensndo que mande re-
ceber por inrenlario os materiaes perten-
centes sobra do novo Hospital Regimental
que se scba5 em ama das companhias do
Quartel do Hospicio, e os faca recolher
aos rmaseos de sua reparticio, dando par-
te de assim o harer feito.
Dito Ao Commandante das Armss,
communicando-lhe a expediccio da ordem
supra.
Dito -- Ao Commandante do Brigue
Constan?* ordenando-lbe que entregue o
Marinheiro Portugus Antonio Soares da
Silva, que se achaa seu borbo, ao respec-
tivo Cnsul, que o requesita em conse-
quencia de ser 47 mesmo Marinheiro* Sub-
dito de toa Naci.
Dito Ao Commandante da Escuna
Labre cotnoaunicindo-lhe em resposta
ao sea oficio em que requesita urna lancha
para o sei rico da mesraa Escuna, e a troca
de 3 caronadas de cal. 1 a por a pegas
de bronze de cal. 6, 009 ; que nio sen-
do possirel fornecerem se Ihe os referidos
objertos por nio liatr absolutamente o
segando, e depender o primeiro de si-
guana demora dere por isso requesilal-os
na Corle para onde se destina.
Portara A o mesmo, para recebe r a seu
bordo e trsnsportar para a Corte do Ro de
Janeiro, onde entregar a disposicio do
Esm. Ministro da Justica, o preso Fer-
nando Mara Rebello, que Ihe sera' enria-
do pelo Prefeito da Comarca,
Dito Ao Commandante do Paquete Pa-
fagonia, ordenando que largue deste Porto
no dia ti do corrente, aeguindo em direc-
tora para a Corte do Rio de Janeiro.
THEZORARIA DA PROVINCIA.
Expediente do dia i5 de Fevereiro de
1839.
Oficio Ao Inspector daa Obraa Pu-
blicas com o requerimento de Manoel Co-
elho Cintra pura dar os esclarecimentos
a respoito.
Dito Ao Inspector d'Alfsndega com
copia ds ordem doThesouroPublico N. qoe
acompauhou o requerimento de Manoel
Claudio de Queiros para informar sobre o
conteudo do mesmo requerimento.
Dito Ao Inspector do Arsenal da Ma-
rinba para fornecer ao Tenente encarre-
dodo esame dos Propros Nacionaes A-
delo Lopes de Santa Anna huma bomba
e os Officiaes que forem precisos para ar-
mal a e na sua falta o baldes para o
esgotamento d'agoa que tem apparecido
na escaraca que se esl fasendo no Re-
ducto do Bom Jesas das Portas.
Dito Ao referido Tenente Anacleto
Lopes de Santa Anna partecipando-ibe a
expedicao do precedente officio, e autbo-
ruando o para alugar mais 4 serventes,
como requisitou pars se empregarem no
Irabalbo de que trata o precedente officio.
Diversas Reparticoens.
MEZA DO CONSULADO.
_ A Pauta he a mesms do num. 3y.
CORREIO.
A Escuna Nacional Jovina recebe a mala
para o Maranhio boje 18 pelas 3 horas
da tarde.
Os Brigues Olinda, e Paquete de Per*
nambuco, recebe as malas para o Rio ,
a Santos boje id as 11 horas da Urde.
OBRAS PUBLICAS.
Pela Administracao Fiscal das Obras Pu-
blicas se arrenda orna casa terrea no lugar
do Manguinho pars servir d'Armazem pa-
ra recolher os materiaes e utensis porten-
centes aos trabalhos das obrss do mesmo
Manguinho : a pessoa que a tiver e qui-
zer arrendar pode comparecer na Salla da
dita Administracao para tractar do seo a-
juste ,* assignar o termo d'arrendamento.
Amaro Francisco de Vloura.
Administrador Fiscal.
PREFEITURA;
Parte do dia i5 de Fevereiro da 1839;
IIIra. Ezm. Snr. ForaS presos hon-
tem a minha ordem e lirer6 boje desti-
no : Goncalo, preto, escravo de Jos Lu-
ir Gonclree pela 2. palrulha do diari-
ero do Porto da Canoas Theresa de Je-
zus e Marcelina Francisca tambem pre-
tas, pelo Sub-I'refeito da Fregueiia de
Santo Antonio, por terem ocultado em sua
casa para o venderem o preto Elias es-
cravo de Frsncisco Jos de Aguiar Pires,
o qual foi apprehendido ; e Paulo Jos
da Silva branco, pelo Sob-Prefeito de
S. Lourenco da Matu por suspeita de
ser cmplice no furto de sete carallos,
feito na mesma freguesia no dia i3 do
corrente mez do que depois se veio so
conhecimento do contrario.
E' o consta das parles boje recebidis
nests Secretaria.
Dos Guarde a V. Esc. Prefeitura da
Comarca do Recife 15 de Fevereiro de
1839. Illm. e Exm. Sr- Francisco do Re-
g Barros Presidente da Provincia,
Francisco Antonio de S Brrelo Pro*
feito da Comarca.
Expediente do dia 16.
Illm. e Esm. Sor. Consta dss par-
tes hoje recebidis n'esta Secretaria que
forio presos hontem a minha ordem, pa-
ra terem o devera destino : Manoel Joa-
quim pardo trigueiro pela Guarda da
Alfandega por ser dezertor do Doposito
de 1. Linha; Luiz da Costa, preto escravo
de Paulo de tal pelo meo Ordenan? por loe
ter sido apprehendda urna naralha de mo-
la ; Luir Mara parda pelo Commissa-
rio de Polica do aterro dos Alfogsdos,
por ter dado urna bofetada em outra ; Do-
mingos preto escrsro de Mailinho Jo-
ze de Souza, por um soldado do Corpo
Policial por estar em desorden ; e Jos
Vas Salgado branco, pelo Sub-Prefeito
da Freguesia da Boarista por se nio
querer prestar so serrico da Polica.
O Sub-Prefeito de Tegicupapo remet-
teo tambem presos os pardos Manoel Pe-
dro e Joaquim Jos de Santa Anna o
Jos d'Andrade, branco por serem oci-
osos e estarem no caso de servir em rn-
meira Linba.
Na5 occorre mais novidade.
Dos Guarde a V. Esc. **?*
Comarca do Recife 16 de Fevereiro de
x83g, &cj
'^.k


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DIARIO D K PER
H M

HUGO
Continuaco da Falla cora qe o Eim. Pre 'da, como representa a imandade. Itapnr-
gidente da Provincia da Paraiba do Nor-|tt tamben declarar-vos, que aOaza,deCs-
le, o Dootor Joto Jase de Moura Ma-
ealhfet, i brio a segundo Sesso da
segunda Legislatura da Assemblea Le-
gisla va da mesma Provincia, no dia ib'
de Janeiro de 1839.
Vaccina.
A propagelo da varcins tem encontrado
obstculos em alguna Municipios da PfO
vincia. Muitos do nossos concid.dos
imbuidos em prejuisos inveterados e sur
dos a voz da experiencia aind < rilo se
deixio penetrar dos salulares eff'-ito* leste
poderoso preservativo das bexig's ; c'un
de vem, que este flagrllo vai contirtuamen
te fazendo estragos, e ceifando 1 mequi
nba populadlo do Campo. Em os ltimos
tres mrzes do anno findo mai 1L 31 on se
contagio das bexigas tiVst Cidade, e mor
rero alguns presos ente os quaes Pe-
bre varilica dVsenvotveu so corr accbi-
dad. Do mappa do Cirurgio :ieclot
da vaccina veris, que n'esta cidade foi
no anno passado inoculadas as bi-xigis e.
359 pessoa numero q.ie me parece bem
deminuto, alienta a populuao da C>pital,
o que de ajguroa forma confirma a repug-
nancia em que muit' s esli de verem seus
filhos vacci nados. Laminas d.- puz vacci
nico foio enviadas a diversas pessoas para
alguns lugares da provincia, por> m nao
tem bavido partecipac s do esull d<> ; i.l
o pouco interesse, <|ue inspira ete i.bjec-
lo, aliaos de anta impoitancia. Compre
declarar vos que aquanlia marcada parh
a propagaco da vaccina insignificante ;
e crio que este ramo de servic> publico j
nuito melhorara', se for des'gnada algu-
m.i gratificarlo para aquellas pessuas ,
que se encarregarem da vaccinatlo no in-
terior da Provincia, moslraud > por docu-
- menlos seus benficoseieitos, e o numero
das pessoas vaccinadas.
Scccorroa Pblicos
A prestsco de socorros pblicos um
preceito Constitucional c um dever, a que
a Sociedaoe est ob'igada reclamado pela
necessidade do Cidado e que prntica em
seu proprio interesse. De lodos os Estabe-
lecirvenlos de Caridade os llospitaes mere
cem toda atienco como a maior obra de
benificencia que se pode subministrar aos
Cidados. Huno jornaleiro que nao tem
meios para acumular bens logo que ado-
ece victima prematura da moite se un
destes Estab.'lecimentos o nao recolhe.
IVluitas molestias pouco graves sao venci-
das pela forca da rnturesa, urna vez que ha-
ja dela, e agasalho e justamente estas
duas couzas s o, as que failo aos pobres,
e indigentes, que nanitas veses sucurrbem
antes a desgraca do que a rioenca. Pza-
me dizer-vos, que o U ispital de Caridade
desta Cidade, pela falla de rendimenios ,
io pode prebencheros fias de sua piedo-
?.a Instituicio. O seu Patrimonio apenas
de iw^'iUyb'i, incluida a quola paga
pela Fazenda Publica e sendo a sua des-
pega animal de a:3459?4 res, v se que
a Santa Caza nao U-m meios suficientes para
occorrer as mais urgentes necessidades. O
numero dos enfermos recolbidos annual-
menle ao Hospital, conforme o calculo feiio
em osannnos anteriores desde 18J1, de
43, sem duvida tnuito deminulo alienta
a populacio e capkcidade da Provincia.
Alem disto tanto o Hospital, como a ]>re-
ja da Mseieordia nrcossitao de Reparos,
para os quaes a Irmandade carece de meios:
bem como para conseriar o maladouro pu
b'ico, peitencerdo a dita Sania Caza o im-
posto eslabelecido no acto de se arrobar a
carne verde. Par todas estas rasesjulgo
necesario, que augmentis a quola que
foi marcada na Le do Oicametuo do an
00 fiudo para que este eslab lecime-ilo
posta preheneber seus encargos c ir ilativos-
at mesmo porque nenhutn t-HVito tem
resultado da Lei do I. de Fevereiro de
18J7, que concedeu urna Lotera por espa-
co de cinco anuos em beneficio do referido
H ispital oque talves se deva attribuir
as InstruccSes de 10 de Abil de 18J7 ,
que roandoa vender e pgar os Bi-
lhetes em ourn ou prata pelo valor legal
mateado na Tabella de 10 de Outubro de
l833, medida esta que preci/a ser altera-
ridade desta Capital recebe os ex-
postos, que algunas Mes desumanas
ou frtcas abandonao impelidas pe
frsras abandonao
I* nececidade 011 pelo temor de se
deseobrr a sua fraques* ; e he esta mts
ama rasa para que se augmente a refe-
rida quota att^ndendo as rlapesas que
h preciso faser cam ami.s as$lnridas que
cuidem deamsmentar essas infelices crea-
luras. Cumpre tamb'-m lernbra que o
Conipromisso da Irmandade neee.ssita de
modificacoens. n5 convindo sojeit .r todos
os negociosa decisoWa Mesa eomp-.st
dsete Memlvos, como requero Cpitti
lo i3 do dito Compromiso sendo mais
til anlhorisar o respectivo Provffdor para"
dar as providern-ias qu s circunstionias
necorrentes exigirem V lomanis este
ohjeclo na ennsid-racaj, que merecer.
D^ve igualmente m"recer toda a vona sol
licitude e piedade os orfos que sem
P-o nwm Mi vivem desamparados 1OC
iiVste objcto, nao para vo -consplhar a
creac5 de Collegios ou Hospicios onoV
-op. r> colbid s estes denvalido* porqn*
"iilend'o que taes Rstabell'-cmeiUos tra-
zem enmsigo enormes despesss e dn or
dinario os administradores e directores
sadoaqoe tirao pr<-veito : mas para vo
l"mbrar que os Parochos devem sepen-
canegados de tomar elidido d paraos faser educar sepiradanvnle, en-
iregando-os a pessoas ou familias hones-
tas de urna reconhecid* p edade pagm
do-so urna penso alimentaria, ('reio ,
quroaQrfas assim educadas crcsciriSo
em virtudes domesticas sem qufosvici
os de un d> Ih'S infectassem aos o 11 tros ;
cumprindo aos respectivos Vlagis'r.idos dar
as ulteriores providencias nara que os
mesmos 01 fa5s aprenda os educios mecani
eos ou se jad assoldadados pelas casas par-
ticulares como recommendao as Odena-
desempenhem as obrigac5es recommenda-
das no Artigo 69 da Lei do i. de Outu-
bro de i8a8 pelo mdico honorario de
3ooL Meios portanto se tornio precisos,
para se prorqoveiern os melhoramentos ma-
terias'das localidades que faca sentir ao
Povo antes sujeito ao Mundo das sensa-
COens d. que ao das ideias os bjnefi-
cios pralieos d*s nossas loslitnicS'ns de
maneira que o poder Municipal s mani-
fest constantemente tutelar, e prestes as
vant^g-ns reclanndas pelo estado de civili
tac-<5 Nao doixaiei de notar, qu a or-
garnsaciS d.>z-, ca
este respeito o Giverno tWal repetidas ve
zes tem chamado a altenc idas Camar s Le-
gislativas, Seria necessario conciliar a
ant*gem da gravidade das deliberacoens
das Cmaras coro a necessaria promplida
na-execuc-5 e ao mesmo tempo definir
mais claramente suas nttrihuicoens fim
de evitar conflictos de |ursdua5 n im
pedir que ellas exo'bitcm dos seus deve-
res. Cae em lineo fallar neste lugar do
patiiroonio dos Bodrios p rd'im -ote a
Cansara da Villa do Pilar. F.i r.cebida a
'luantia marcada na [>i do O camento
para a demarccf 1 do dito pat'imono a
qual ja se ncha adiantado lando se demar-
cado toda a linha da parte do NorlecS 3 le
t;oas d cdrrimnto, e 1 de la gura di par-
le de L'sie, fallando a linha do Sul. e paite
da do Ueste onde alguma opposicaS apa-
rece. O Governo exigi informaciens
mais ciseunsta ciadas qu-vos serio pre
zenles logo que clieguem ao s ucouhrci-
menta.
Agricultura Commercio e Artes.
coens Patrias-, e Alvais que nestas mate
rits sao caracterisa los com o cunho da sa
b-doria. Alem do H >sp I il de (.'.tridade
existe .mais nesta Cidade urna Enfermara
collucada no Convento de Sanio Antonio
creada por portara do Govetno Provincial
de 7 de Fevereiro do anno pastado em
virlude da aiithoiisaco do Governo Geral
por Aviso da Secretaria (TEstado dos Ne
gorios da Guerra de 5 de Janeiro de |833
que, ltenla a deminuta Forca d-a priniei-
ra Linda desta Provincia, uo julgou con-
veniente a creaco d'um Hospital Rgimen-
tal. Esta Enfermara que se ach de
baixo da direcgo e inspeccio do Cirurgio
Mor da Provincia receba os doente do
V orpo Policial do Destacamento da Guar-
da Nacional, e Recrulas, e quando aqu
porteo Vazos de Guerra Naciouaes, os Se-
dados da litigada da Marinha, e Marinhei-
ros da Armada. A qoauta de 2:ooo| con-
signada na Lei do Orcamento do presente
anno p. da me parece deminuta ; pois que no se-
mestres decorrido ja se despende s com
os presos, que existen) isa Cada desta Ci-
dade i:'itk)Ui^j. A vista d'slo tipro-
videnciartis como julgardes conveniente.
Camarss Municipaes.
Estes Corpos a quem a i onstituica
incumbe o rgimen da Polica local o go-
vi 1 no econmico das Cidades e Villas ,
mal podem preeneber suas importantes
fuoccoens relativamente a limp sa e salu-
bridade dos lugares segura- 91 e com
mudidade dos Cidados sera rendas lufti-
cientes. A pesar das O diaras mana-
das na Le do Orcamento do anuo findo
para as Cmaras Municip >es da Provincia,
ju'go que ellas anda carecem de novos
auxilios e para esse fim vos lerobro que
seria mais vanlajoso deixir para patrimo-
nio das Cmaras a decima uibana exce-
pto a da Capital que pouco avuha na Re-
celta Provincial equejulgo seria d'esla
maneira inelbor arr-cadada. Al o pre-
zente apenas tr^z Cmaras que sao as
das Villas de Monte Mor, Brejp d'\rea,
e Biaeiras tem Cirurgioens de partido o
que he di-vido insuficiencia ilaquantm de
/}:5 >o' rei?, que, divididos por quiuze
Municipios da Piovincia nao contando os
do Pilar e da Capital, cabe um pequeo
quociente a cada um d'elles ; nao seiido
fcil encontrar Cirurgioens habis que
A Agricullure primeiro elemento, e o
mais solido, e perenne da 1 iquesa p'iblic
acha-se p>ra assim diser anda na sua in
f.mcia Innmeros obstculos existem
que he precir.o remover para que ella
necesario incremento e cor
tenha o seu
responda a ferllidade espmt< za do nosso
solo. A pone ou nenh ma instriiccSo
dos nossos Agricultores a falta de bracos
iue utilmente seja empregados no trabt*
Iho a penuria de estradas pontea ca-
naes e outros meios de condiecaS e de
transporte, contrihuem para o seu vaga-
roso andamento. Ja em outra parte vos
mostrei a 11 eessida le de espalhar os conhe-
cimentos praticoa di Agricultura, certo
de que a instroc<5 ser o maior agente pa-
ra acceleiar o seu d> z-nvolvimenlo : ago-
ra me oceuparei de ouiros nao menos im
portantes objectos Deque nosserve um
terreno va-10 e ferlilissimo a grand>za
de tantos ros e tantos recursos que nos
offerece a Naturesa em sss variadas pro
duccoens se acaso nao livermos bracos .
que venho explorar todas estas riquesas ?
Importa pois Senhores que promovis
com todo o desvello a emigrecaS de otis,
e industriosos para esta Provincia o que
se pudet obter por intermedio dos nossos
Agentes Diplomticos as Coi tes da Euro-
pa designndose o numero e qualida
'le dos colonos a sua despea*), quanlos in-
viduos devem caber a caria plantar; la-
voura ou frabrica e finalmente empre-
gando-se outras medidas, que nao podem
escapar a vossa prespicacia e sabidura ,
t-nrlo de aerescentar nicamente que tanto
mais necessario se torna promover a colo-
nizaca quanto seconsierda a diminuirlo
de bracos que vi experimentando a la-
voura pela 8bolic5 jusla do brbaro e
deshumano trafico da escrrituri. Out'i
necessidade urgentissima lie a construeco
de estradas, as quaes sao para os produ-
ctos da industria o mesmo que o sangoe
para as arterias do coi po humano. Os
Estados Unidos dio exemplo do augmenio
* xtraordinano de riquesas a par de inu
m. iiiii iaii 1 iwm
ia directamente por quanto facili'ando
voso transporte dos productos, diminu-
iris as despesas da produccio em aug.
menlo das Rendas Publicas, e particulares,
Melhorar em fimaa commnnicacSes tra-
balhartPf tiva e pratiea. Devo tambem chamar a
vossa Attcnca sobre a conservac5 das
.malas e florestas da Provincia de que
ja fos-fallriu-um dos1 meOS Antecessores.
Esle rA eclo he do grande importatica ,
e se d'elle no cuirlardes seriamente em
breve no existi'i madeiras de construc-
ca5 ou se ir5 buscar lorifje com giande
dispendio e trabalbo por quinto .sali;-
se que aguns prupririirios pa/-a o fint^y
de faserem rocados de.plantacoens tolero
ou rniibori/. a dr*strrjicio das matas en-
tregando as as climas que consomena
ososo as mesraas mad-'iras de cori^liuc-
cio reservadas poraLet, ratas ni.idao pre-
ciiz 1 p'u de lintorarta urna das riquesas ,
rio Est sistema ti > destruid.ir sendo di;;no d I
piinicjtrao^p-lle-q' d.sapicd idament Jer-
rubi em um momento umi d'essMa famozas
arvores qui^aeculo talvez fo-o pre-izis
para a sua fornicio. A providencia dad i
pela vossa L'i de 15 d'Abril-da-1837 art.
t. 14 be inmeiente ; rumpre., que a
ccio rli Aaihoridades-ja mellnir auxilia.
da. Nao he mais prospero o estado do
Commercio e nem p iba ser a vista da
nos-a acanhadr Agricultura p'iacipal-
mi-nle na ultimo auno em qu muiio di-
minuio <>s p'oductos da lavoma mxi-
me oiilg.idlo pir cauza d m,l que Y ob-
seiva nos alftodjeiros que os latrado-
resappell da5-mofo Importa declusr-
1V08 que o C mm-rcio de r xp ir lacio dos
producios do Paiz p.ra fora da Provnuia
no anno pass'do for de 118 (i 18 anonas
dealgodio 5 68 >86 de assucar; 715o cou-
ros salgados : a:5oo ponas de bol e 8>o
canudas d A;oardente no valor de
i?oo3:35ti'5a5; o que he sem duvida
rnuito diroiniiio e pr.duzio grande des-
falque as l'.erdas Publicas. Ainda em
mais a trazo do que a AgnVuliur se
acln a industria da Provincia. Ella, pira
fallir a verdade he quazi nenhuma e
r-onvem milito fomentar, eanimtr porto-
dos os meios possiveis as artes e ornos
mecnicos introduzir o g"sto da indus-
tria lbil, donde resultar tantas vuta-
gens para a Sociedad" Seria rriesmo con-
veniente se as (acuidades da Pravinciao
permitissem enviar alguns moco* de t-
lenlo a Inglaterra o aos E-ta I s Uni-
dos, para esludarem o uzo eempegodas
maquinas com aplicacio as Artes bem
coni) o e.tado de adiantamenlo em que
se ellas achio e de valu ao seu Paiz pro-
pagarem conbecimentos uteis e ensinanm
as mvencoens meeaoicis, pelas quaes tan-
to trah dho se poupi ao mesmo lempo
que se augmenta a produce Senhores vos cumpre promover a ,feli-
cidade de vossos Concidad5es e nao desa-
nimis visla dos ob'laculos que encon-
trardes antes redrobrai de esfoic >s, din-
brando-vos, qu< a prosperidade publica he
como as mais brilhtnles cristalisaces obra
lenta do tempo e di Nitureaa serena o
bem ordenada.
[Contiouar-se-ha. ]
Diario de Pcriiunibucu.
O espirito da intriga e da desordem a
lempos desamparou as nossas plagas dei
xando que, no regneoda Pax gozar po-
dessemos dos immensos bens que belda-
mos da natureza ; e as im ser perpetua a
nossa felieidade, se a poderosa mo do
Omnipotente o tiver para sempre alado com
em cadeias de bronce no mais profundo
los abismos.
E' s deste modo, que a nossa cara pa-
tria continuar no progresso da felieidade ,
nao arripiando a cineira que prspera-
mente vai tiilliando. Se alguns dos art-
fices e trabalhadores vivessem como em
lempos passados, oceupados em demo-
lir a em vez deconsti uir nao teriamos
boje a satisfatio de vei mos o caes da pra
do Coldgiocom tanta presteza augmenta-
do ; mas estio elles boje desengaados de
que, com o imbalho e nao foi mando
Peinambuco/ com aqual esta commerce tbrono, para nelles se sentaren viz ambi-
meraveis vas de communicaco pelas
quaes se pode sem erro avahar a civilisa-
cao, e prosperidade d'um Paiz. Todas
as despezas feilas com estradas e outros
meios ra.'tenaes de condueco se consi-
der como productivas ; e por isso os
im[Kistos,_e emprestimos que se destinio
a esse fim sao c'assificados no numero dos
sacrificios sociaes os mais proficuos. Cui-
dae pois Senhores da. estradas da Pro-
vincia que segundo sou informado ,
esta em pessimo estado, pYincipalmente
d'aquelas que se dirige, a Provincia de
V


H
- l f S
DIARIO DE PER NAMlOCO
S
tendo o
e
tioso, que poderao ser felice, tndfl
pra'er de verem' suas familias nutridas ,
contentes sombra da L-\, que os prote-
g'. Esperamos por tanto o fim desta ele-
gante obn -ira rendarmos sobre o altar
H > rcconhecimento as devidas gracas a 9.
EjC< 6 Sr. Presidente de cuja pstriotrs-
m> esperara >* e com m>*eo toda prosin-
c i ,* neces.sdade nio s na construccao
(1 s obrs necessaras e uteis a o paz .
c imMU, rppar 0*0 daqusllas que arsvaea"
ruina, pind pm pralica lodos os meios ,
murados pela Lsi para a exeeucao destes
negOOOS.
Entre oulros edificios que necessile dp
reparos um delles i (Convento do Carmn
eroOnd. Este grandp templo, depois
de perder a [reja dos Torcpiros anwaca
urna prxima ruina.pido lado do mar. S*
os Religiosos o nio podern reparar ore-
mos ,* que o fi'rno pode aprovpilarsp
1 deste grande edificio em utilidade pifl>lca.
Nio vemos nos tantos tempes applieado-
pora eslahelecimentos civix e mesmo desa-
lojando se dp)|ps osseus anligos possuidores''
Com quinta maior rasio podar se- po
vitar este, que est pode 4izer-se assim,
em total abandono, orcupadu lio somenie
por um R-ligioso que, paraca Ipr nase-
do nodia em que se collocou a primeira
pedra da edificio P
A cada ranto ouviroos dir.pr que por
falta de edificios se nio, mntio alfonsea
tabolecraentos. Mas por ventura na esl
aquell* has circunstancias de ser prosita-
do p Quinto p"lo nrnoi, se nio econo-
miza us matei i amnnloando sa sobre o chao se por ven-
tura se nio desabor sobre alguna infelices?
O Carmo do R-cif- tantos annos nio t"m\
servido de um eMabelecimenlo de cardade,
e istocom o prejui/.o de lam >s Religiosas,
que por abi and 5 dispersos ? O dos The-
rezio o dos Bi'h >nos parle do do* B'
nedictinos e o dos Vlangrepo* qoe (alem
da Alfandcg-) serve h >je de deposito pir
ticu'ardr bacalhao, mantega azeite de
peixe, p ouiros gpneros de commercio.
nio tem sido occu padus pelo estado ?
S-remns pois incansaveis em clamar
prol da felicidade de nossa patria ; pois es-
limos convencidos de que as nossas pala
vr.is nio serio como a voz do que clama
no deserto.
Com nuinicad o.
Dada lempos immpraori.aes as Naces
martimas tractara de fazer condecidas suao
costas, e portos. para que, tornados de
fcil accesso fossem pelos navegadores
'procurados, e visitados. Assim os Pimen
leis, os Horsburgs, os Tolmos, os Fran
nnis e oulros immorlalisaraS sens nemes
e com su s ob*erv c5- enriquecera nio s
o mundo liuer.trio como os cofres de di
versas Nacet, rujo commercio rmritimo
deve seu engrandecimento aos incalculaveis
trabilhos de lio destinctos rosmngraphos
Os faroea, a collocacio de b'das sobre os
esclitos, as marcas fixas mandadas cons
ti uir para servirera de bullir a canses s
entradas, e sabidas dos portos sendo da
mais reconbecida utilidade suas posices
geographicas cosiumar-o senpre ser trans-
miltidas so publico j por peridicos de
associaces scientificss e de commercio ,
e j por natas diplomticas diiig'd's s Ir
gac' s e consulados existentes no paiz on-
de taesobras se concluem Nt vemos quan-
tas vezes a nossa Juila do Commercio faz
Himuncios d'esta natureza. He quando
taes obras upparecem que os embarcadicns
recebem o m que mais buin unitivo se apresenta a suas
penosas taref.is e que a destruidora mor le
mais buina lurreira enconlra os seos es
tiagoa. A Naci qoe homanidade pres
tou este servico, se ufana, e encbe de con
tentaiaienlo. Nenliuma N^cio orculta acin-
temerrie as noticias que podem dirigir com
segurarla os navegadores ao lugar de seu
deslme, e aern os praticos propriamenle
ditos deixem de tirar dcgua profi.ssio lucro,
eproveilo, os Nui"S, os Sieells, os
Blaikforls frnecem ao mundo inteiro ro-
leiros de todas as partes do globo aonde
tem podido chegar o pavillio Britnico;
os Roussins e os Barris apresentaS o
mais correctamente possivel a costa do Bra-
sil, aes "portos, lbat, e essei poucos
biixos, que jasem fiesta parte de hemisfe-
rio austral e j ninnem ignara a posicio
do biixo de Manoel Luis nin^unm teme a
vr^ia deMedeiras, nem e suppS.a ser en
cantada a Iba d Ascensio.
M is psquecia-nos qio um ontro objpcti
os ^z laucar mi di penna. Vamos a el
le. Em P-mambuco que cm muiu jds-
tifii figura com buma da* primeiraa- Pro
vincias do Brasil, p cujo porto he frequen-
tado por immpnss embarcac"* que pa
gao buma forcad? nao pequea, e dus
npcessaria contrihiiicio a buns h im n*
chumados Praticos e q-m suppS' nin
guem poder exercer este fmprpgn por ca
ber elle em partilln a Huma famiVa e ao
seus dppendentps acontecen no dia i5 d
torrente Fevereiro hum cas cdebrp. O
Senhor Manoel Pedro dos R-i* habi!, e
deslindo offioial da nossa Armada clul
mente licenciado para servir na marinba
mercante, cujo crdito como nffi-isl theo-
rico, e pralic he as** eonhcTrhr rmsta
praca, e em tod s as outras de diversa* par
le* do gl bo pata onde |pm navegado ; qu
cimmandando hum Paquete do Norte* j
mais tronxe pratico a bordo pelo qup o
Giverno Ihe mandoq abonar hurnt gratifi-
cacao, qu elle voluntaria nente cedeu para
prestar mais esspsertfic i Nacao ; que he
l'ratico examinado da costa baixos e
porto do Par cuja navegaqio be a mai*
perigosa d > B asil requeren caita de Prati-
o dVsie porto, no qu>l tem entrado, e
sah'do algumas dezpnas de vetes e sendo-
;|ip manado o dito dio i5 para ese fim a
prpsentou-se para responder ao exime ne-
cessario.
O faci de ter o Senhor Reis req-ierido
pxame j tinba sido fsegundo be fama) spn
surado na roda que f z p-rsuadir -er qui
dratna do circulo (pprmilta sp-me a ex-
pr sso; a praticagpfh d'e*le porto. O S
nbor Capilio de Mar p Guerra Siqu-ira
benprneiito Inspector do Arsenal, ha va si
do mordido por pessoa que por esUirito
de classe comprad -seo, ou monopolismo
o qnizera dissuadirde conceder licenca pa-
ra hum tal exime. Alguem sabia qun o
Seribir Reis seria reprovado, nio s por
que nunca pralicava naa lanxss e por con.
seiiuencia nio saberia o palavreado techni
co dos Eleusinos misterios praticos mas
principalmente porque a ser approvad i .
viria tirar o po. Certa gente (medo da di
cladura praticalj Com eflvito ebegada a
hora aprazada vimos os S*nhores exami-
nadores tomarero .-uas cadeiras, e princi-
piarem o exam, disendo ordinariamente
* respostas do Senhor Re* Vio be as-
sim esl engaado, nos e tem >s outras
marras(as quaes nunca puhlicava) e
d'esta madeira e com pergunlas inept levaran hora e meia ebegando al a per
gunlarem como se faria o navio v. lia em
dilT-rerite casos ao qoe tivemos o gostb
de ver o Senhor Rey* responder como cum
p a a quem tem huma corla de i" Piloto.
a quem coromanda navios, ha mais de
quinze annos e a quem tem huma patente
na mariuha do guerra Brasileira. Em fim
tanto exasperaras ao examinado que se
vio obrigado a apresenlar o ptimo plano
d'esle porto e suas immediaces levanta-
do pelo instruido, e honrado Chefe de Es-
quadra Sr. Diogo Jorge de Brito e rectl
Picado pelo Sr. Almirante Franeer. Bario
iloussin pelo qual mostrou serem exactas
as respostas, que dera e que s a pre-
vencio ou m'vontade as poderiaS cla*si
ficar de erradas. Hum examinador porem
nao sabia ler O oulro disse que nada en-
tenda de mappas e assim terminou o ex
ame. Advinba nos o coracio que n r-
pruvacio geral foi dado ao Snr. Reis
pelos examinadores, hum dos quaes (ou vi
dizer) sendo aqu Coiitte Mesire no tem-
|io de Luis do Reg leve tres mezes de
pratca evaporouse depos ah pouco
tempo resppareceu : mas., como be com-
padre lem carta geral.
Esl pois relatado o f*clo ; liremos-lbe a
morahdade. He oecessario, e digao-o os
entendedores haver na Ihspercio do Ar-
senal bum padreo que ra de norma a
aemeluanlea exames. O Inspector que
pode ser hum omcial de reconbecida ha-
bdidade sem com ludo ter bailante prali
ca d'ete porto -, o Palro-Mor. que igual-
mente pode ser hum Mesire d'Aunada, a
quem por accesso, em remuneracao de
ser Tifos tocasae este em prego; estas duas
pessias p-ri* que, pelos I o, [pres TjVie exercem,
tem de assistir aties ex'irhes precis5 in-
dubitavalmente dt hniia regra invariavel
ola qu*| se guiem Tin de que o moo >
oolio nioiombe d'elles; e atrj msmo por-
que, se pdr queixa contra algum pralico
for neepssario sosppnder a pste do -eu'eier-
cicio s5 consultando huma tal mrnJa ,
h* qu se pode faser justipa imparcial.
S Exc. o Sr. Presidente d Provincia ja'
beneficio o commercio coneedendo Ibe,
qu os praticos fotsem escolhido* vonta-
d dos propriMarios. e consignatarios, e
nio por escalla como d*antes aconteca.
Raperamos, que estas nDssrs observaces
tenha na ana presenca o devido peso e
que huma medida de tanta utilid ralmente usada entre tod*s as Nac5s sja
aqui adoptada airtda qpi nio agrade co-
mo hdacer, aos monopolistas da scien-
cia infusada* lanxas, espas, marcas de
coque i ros etc.
Hum Pernan bucano.
Correspondencias.
Srs. Redactores Com me nio cinsti-
tuosurdo. e tenho hum qenio (olo muito
hom) conheeido por mais dp meia dona ;
pois costnmo dizer ns cra dp qualquer o
quo sinto, e t>mbpm sei faser incomios as
ppssoas que t> mrecem ; queir 5 Vms.
publicar se em su* Typgrafi i existe algum
i no unci por mim assignado', pro, ou
contra a pessoa do S' Ignacio AIvps da
Silva Salios, bem comosejaa corresponden-
cia mserida no en Diario de 5 docorrente,
asignada or O verdadeiro Vigilante v
E com a afirmaliva de Vms. nio deixo d-
fazer sentir a certas pessoa que com mai*
especialidad* rao conb'cem que haj''de
eliminar ornen nome do catalogo dos sed
pensamentos inherentes a a sentidos cima ,
p prevlfcendo-ie do enaqi direi que o
Sr. Ignacio Al ves da Suva Santos sempre
de mim mereceo a c lizarle eenerg de honra requerem.
Com a ptihlieid.de Srs Redactores des
lasdeb-is frares muito Ihe ser obrigado
oseo venerador, eassignante.
.loaquim Manoel de Castro
Nio foi o Snr. Joaquim Manoel de
Castro o auctor da Correspondencia sssig-
nada por (.) Verdadeiro Vigilante nem
de nutro qulqoer escrito contra o Sr. I*
naci A Ivs da Silva Santos ; como tamb'-m
nos nio consta que o me-mo Snr. t^nha
para ella cooperado anda indirectamente.
Os RR.
Srs. Redartores. Sempre pensei,
que com o meu annuncio o Sr, Antonio
Manoel Tbennrio deixasse tnicamente de
iproveiur se do meu crdito para fiz-r al-
gnma das suas costomadas persuadido de
que rile se conservara silencioso, lemhran-
do-se de que na rniriha ca tera anda ex
istem documentos com que poderia pro-
var cabalmente fados, que de certb nio o
aona muito ; mas como oosou tachar de
falso o meu annuncio e S p-ra o fim de
desacndital-o de novo tenho de encom-
rodar o publico, fazendo-lhe ver, que
tendo j bastante conhpcimenlo do Sr The"
norio e sido infelizmente alvo das suas
briiiculeii s e apresentando-se dppois de
sua sabida da minha caza cprto caixeiro de
loja cobrando o emporio de urna pessa
de pao, e tendo por noticia, que elle
fonlmuava; pra impedir, que me nio
vesse por ahi alguma grapa que me fosse
maissensivel tratei de prevenir aqueles ,
que por contemplacio minha linli o nelle
alguma confianfa pelo que nio certifi-
quei, nem apontei facto algum mas disse
vagamente, que era noticia queme tinha
ebegado aos onvidos, e nio de estra-
nbar este proceder em quem lem pago at
quautias, pelas quaes o Sr. Tenorio tem
ido executado i como succedeo em um
Mandado contra elle expedido pelo Juzo
de Paz da Boavisia. Como o meu fim ni .
como j disse prevenidme, e lal fim j
leiiba conseguido, protesto nio diier mais
a este respeilo urna s pala va.
Sou Srs. Redactores seu constante lei-
tor
Jacinto Heliodoro Martyr d Oliveira.
LOTERA DO SEMIN"ARIO.
O Reitor do Seminarlo Episcopal de O-
lindafiz sriente aos amantes da Lotera ,
que as ro'las'da Lotera concedida a favor
da in*t- uccSo dos Estudantes pobres nnda
impreterivelmehte eoi o dia 18 de Marco
no Consistorio da Igreja de Nosa Seobora
do Rosario.

SOCIEDADE THEATRAL.
Ha vendo sido a primeira reuno dos so-
cios no dU 15 do correte, onda teve lo-
gac a formaci da meza que tem de dirigir
os trabllos da sociedade ; e coiibccjido
esta que nio he posivel pela b*rvidadedo
lempo faser sp no dia 17 do correte a pri-
meira represenlacio pievine aos de mais
socios, e ao Publico que el la ter lugar
sabbad 15); fiemdo as pais representacej
em todos os sabnad 19, reab'sando-se a ulti-
ma m eutro qnalquer dia da semana. Os
memhros da referida meza approveita a
occasiSo con v'dar ainda aos amigos de taes
associaces para se encorpor*rem a ella ,
visto llover vaga de alguna lugares rm seu
gremio ; dirigindo-se para esse fim .s pes*
soas j annunciadas, como ecarregados
dessa laref.i. Convidando aoS Socios j
assignados para compaiecerem segunda
wuniao, qu ter lugar Terca I"e'ri ')do
coirenie na c sa do Sr. I.uiz Moreira da
Mendonfa na ra do Rangtd D. l6
COLLEGIO PERNAilBCVNO.
Dirertrl Commercial e Martimo.
O Bicharel Joo Carlos l'creira Ihi.api-
n contrariado Cjm o Director do Colle-
gio IVrnarrrbucanaj para iM ensinar o Di-
ieilo Comm'rcial e Martimo n'aquellas
partes que forera esencialmente necessarias
aos negociantes e mais ppssoas do Commer-
cio aTris- ao'Publico que a matricula dista
aula coroecara no dia 10 do cum me ; f-
cando assim notaveimente ampliado o
Cursn tbeoric > e pratico do Commercio
que j seacha creado no mesmo Ccltegio.
Sao admillidos como externos alumnos
nai Avisos Diversos.
'
Vende-su urna escrava ladina de na-
ca5 songo de luida figura que repre-
zents ter ao annos de idade coza lava,
engoma e faz todo o servico de urna ca-
za : na ra larga do Rosario no segundo
.ndar do sobrado D. 4 das a as 5 da tar-
de.
_ Quem quiser comprar urna meza de
Jacaranda de meio de salla com muito
pooco neo e de goslo moderno : na So-
lidado lado da Igreja sitio qoe foi do fa-
lecido Boavenlura Goncdves. %
_ O abaixo^ssignadofaz sciente ao res-
peitavel Publico que apartoa a sociedade ,
que linha no seu negocio com o Sr. Jos
Joaquim da Costa Braga, e d'hoje em van-
te (ico a assign .tura do seu nome e G-
ca responsavel a pagar a todos os acredores
e receber de todos os devedores o que de-
vena a dita Sociedade por ter pago o que
pertencen ao dito socio na occasiio do apar-
tamento da Sociedade.
Antonio Ferreira ds Costa Braga.
A pessoa, que se prope a ser feitor
segundo annonciou no Diario n. 38 diri-
ja-se ao atierro da Boavisia sobrado D. 10
primeiro andar que ahi achara com quem
tratar a respeilo.
_ Aluga-se o segundo andar de um so-
brado no Forte do Malos, para pequen!
familia : ia ra do Crespo loja D 8.
_ O annuncio que sabio por esta folha
mais de trez meses sobre uma vaca que
pastava mais de dez meses na campia do
Forno da Cal e sitio da Floresta d'Olin-
da ja nao existe a dita vaca em podes do
mesmo quo annunciou para quem fosse.
seu dono procurar no sitio da Floresta
com casa no alinmento da mesma ra ou
estrada non. 6 dever procura la na
casa da ranxo junto a referida casa ; por
quaiito o 1/annuncianle tendo de se
mudar, e por falla de proporcoens de-
xou andar denovaroente a reveno com en-
commodosdos visiuhos : em consequencia
o segundo annuocante a fez jun'ar com *
suas para sentreger a sea dor* a vt|t*
dos signaos.

J


V
^v
D 1 A E i O SiSIi N MBDCOi

m Desa pereceo no dia i3 do correte
a urde do litio de Francisca Antonio de
Ohveira na ponte do Ucboa um catorro
brinco muito magrinho coa m orelhas
cor de caflEi com eite barriga 6na per-
sas muito finas e compridts por ser da raa-
m galega a hemate petit; quem delle
souber he favor partecipar do nesno titio ,
on no atierro da Boa vista passando a pon-
te do lado esqoerdo terceiro sobrado ende
tamben poderser entregue qoe generosa-
mente ser recompensado*
_. Precisa-sede loof a jaros sobre pi-
nhores de prata por tempe de 6 meces;
quem qoiser dar annaneie.
sferir petos, medidas vara. e estada ,
Sr. Hvnolito Castitane Pamplona
on sen procurador qneira hir a rna da
sanialla velfaa, sobrado de dois andares
defronte do ettrangeiro Bolli a tratar ne-
gocio de seu interesas.
O Sr. Antonio da Silva Perrira quei-
ra dingir-se a ra do Qeeimado D. i para
teceber ama carta viada do Maranhio ; a
qual for tirada do correio por eaganho.
_ O Sr. Gustavo Jos do Reg, queira
-anunciar sua morada, que se Ibe detej.
fallar a negocio de seu inleresse.
Um menino braaileirode idadede la
nnos, sabe ler, escrever, e contar, se offe
rece para caixeiro de qualquer negocio ;
quem o pretender anouncie.
_. Precisa-se fallar com a Senbora D
Joaquina Alves da Paiva que mora com
Manoel Cypriano Rabello para se tratar
certo negocio de seu inleresse e se Ihe fa-
aer entrega de nma carta viuda de Goiana,
' como se ignora soa morada, dirija-se a ra
das Flores D. ia do meio dia aa 3 horas.
_ Abrio-se urna casa de pasto e bote-
quim na ra da roda ; e tambera da-se
jantares para fora por preco commodo os
pretendeutes dirijf o-se a mesma casa De
cima D. 3.
Quem annunciou querer comprar
meia duzia decadeiras e urna meu, dirja-
se a ros ds praia sobrado por cima onde
Louve um barbeiro.
m Aluga-se urna casa terrea na ra da
Florentina a primeira da carreira das casas
de Jlo Zurrch : a trat.tr na ra do Colle-
io no 3. andar do sobrado do Sr. Mano-
I de Carvalho.
A pesaos que annunciou querer com-
prar duas vsteas paridas de pouco lempo ,
querendo urna filha do pasto e parida de
lo das, dirjase ao pateo de S. Jos De-
cima 3.
. A pessoa que annunciou no Diario
n. a8 querer fallar com Manoel de* Ol
veira Ramos dirija-se a ra do Lrramen
toD.34.
Precisa-se alagar por anno um aitio
que tenha porto de embarque da Boa vis-
ta at Monteiro e que tenba bastantes ar-
Toredos de frnctos e alguma ierra para
capim; quem tiver snnuncie.
Francisca de Paula Juvita Pernambu-
cana avisa a suas alumnas que abre boje
18 do correte a sua aula.
Arrenda-se um sitio em S. Jos do
Manguinho com muitos srvoredos de fru
ctos grande terreno para plaotacSes ,
com casa com muito bom commodos, co-
cheira estribara e maisarraojos; a fal-
lar ao mesmo lugar no sitio da Senbora
Mariana Thereta de Jess Squeira.
Sebastio Jos Pinto de Lims, es
envo da Armada Nacional Imperial em-
barcado na Escuna de Guerra Lebre, tendo
de partir para a Corte e nio Ihe sendo
possive! pessoalmente despedir-te de lodos
os seas Amigos, e das petsoas que tanto o
obsequiarlo l.ncou mi detle recurso pa-
ra enmprir com os sagrados dcvsrea d'ami
aade e grslidio ; certificaodo a todo, que
nem a dittancia, e tempo fario etqaecer
os favores que com tanta proJigdlidade se
dignario prettar-lhe
mm Precisase de um rapas que queira
se oceupar em vender fatendaa com pre-
1 tas, que d fiuca a tus conducta: na pra.
ca da Independencia luja de chapeos n. 28
e *9-
.- Avisa-te a Senbora Dona Francisca
Mara do Espirito Santo, que va ou mande
a roa da sao zalla velba no primeiro andar
do sobrado do Sor. Braga receber urnas
eatcomendas viudas da liba de S. Miguel
wm Jlo llario de Barros a rematante da
a ferelo o revisio dos pesos e medidas do
Municipio da Cidsde de Olinda nette
prezente anuncio triza a todos que oslo de laceadores.
que morio na mesma Gidade Bebiribe ,
Paralibe, e praia do rio doce at Mara fa-
rinha que continua com a affericJo noa
das 18, at si do correte no lugar do
varadouro terceira casa que bota 01 fundos
para o rio e para que ebegue a noticia a
todos faz o presente snnuncie.
Quem quiser trocar um moleque que
nio tem vicioss por ums negra de ao
annos de bonita figura sem vicio algum
dirija-se as 5 pontas loja de faiendas Deci-
ros 44*
_ Precsa-se de saber nesta prsca o
correspondente do Sr. Anselmo de Souza ,
de Serinhaem, para negocio de nterease do
mesmo, para cujo fin se deve dirigir s
luja da ra do Crespo D. 11.
Um Pernambucano branco oficial de
calafate com conbecimenlo de toda e qual-
quer obra de seu officio, se offerece para
quem delie precisar Unto nesta praca ,
como para fora, por um preco ratoavel
calculando a qualidade das obras o mes-
mo offerece tambem os seus servicos a os
Srs. proprittarios que tiveremde calafetar
qualquer casa com toda perfeicioe delica-
deza como podem attestar os Srs. que delle
Que fat o Corretor geral Oliveira ,
de grande diversidad* de fazendas liropas ,
e a variadas Quinta feira ai do corrente ,
pelas lo horas da manhl, noten armasen)
daruada Conceicao n. 34, no primeiro
andar.
C o mp ras
_ Um Oitante, doia Mappaa Norte e
Sul,eum livro das iaboas deNory;
quem tiver dirija-se a Reparticao da Saude
do Porto.
_ Espidas direitas daa que uzavio os
Officiaea antea de 1817, afloretadaa, de
bainha de couro e globos ou mangas de
pendurar : no Tbealro a fallar como Em-
presario.
Superiores chapeos pretos de maiM 1
ditos de castor branco e pretos, da 0|,'
011 moda ditos elsticos, bichas grsnd
de Lisboa ; e na mesms se consertio e poe-
te a moda chapeos de castor e de mas*
ludo por preco mdico ; astim como se'
informfn chapeca do Chile: na fabrica ma-
to a cadea. JW
- Um tonel a dais pipa, arquede de
ferro que forlo de ..te de carrapaio : i
ra nova venda D. 3.
-- 10 ou
Vendas
se tem servido 5 assim como convida a oa
pais de familia que quiserem dedicar seus
tilbos ao officio de calafate que elle enti-
na aem Ihe causar menor despendi; quem
delle precisar procure atraz de S. Jos casa
D. 1 a todos os dias a boca da noite.
Procura-ae um andar em urna casa
boa em S. Antonio ou Recife ; quem liver
paraalugir, dirjase a ra da Cruz a. I.
_ As pessoa que tem justo mandarem
para o Maranhio escravos na Escuna Jovi-
na queirio mandar entregar os despa-
chos e passaportes a Francisco Marques
Rodrigues & Irmio na roa dos taooeiros
n. la pois sabida he no dia 19 do cor-
rente.
_ Quem quiser dinheiros a juros so-
bre pinbores de ouro, e prata, em pe
quenas quantas at 200,000, dirija-se a ra
estreita do Rosario botica de Jos da Ro-
cha Paran boa.
_ Faz-ae saber ao Snr. que deseja ser
socio da Sjcied.de Pastoril, que os socios
influentes da mesma nio tem que Ihe dti
salisfacio : adverlindo-lbe porem que nio
se atreva a fallar da couzaa do que pelo
modo, com que falla parece nada saber)
pois que assim arrisca -se a errar, e por con
sequencia a........isto Iheadverte por sim-
ples curiosidade o Impostor.
Quem quiser dar 400,000 a premio,
snnuncie.
Avisos Martimos
PARA O HAVRE a Barca Francesada
melia Capitio Guillebert aahir al a8
do mez coi rente ; quem quiser carregar ,
ou hir de passagem para o que tem excel-
lentes commodos dirija-se aoa seus con-
signatarios Lenoir Besucbet & Pagel.
PARA HAVIBURGO, tem a maior par-
te de sua carga promU e saliir al o fim
do mez o muito velleiro e benito Brigue
Hamburgus Camoes, forrado e enea vi
jabado de cobre ; quem quiser carregar ou
hir de passagem diiija-se sos seus consi-
gnatarios N. O. Bieber roa da Cruz nu-
mero 63. **
FRETA-SE para qualquer porto da Eu-
ropa a Galiota Holandesa Harmona muro
veleira e forrada de cobre a tratar com
oa seus consignatarios N. O. Bieber. ra
da Crnz.
PA R A O RIO DE JANEIRO e Smtos ,
sahr impreterivtlmente em o dia 18 do
corrente o Brigue Brasleiro Paquete de
Pernambuco recebe, psssageiros para o
que tem excedentes commodos ; quem Ihe
convier dirija-se ao forte do mallos casa
que faz quina com a ra da Lapa, a tratar
com o Capitio e proprietario Leopoldo Jo-
s da Costa Araujo.
_ Bicos de linbo muito finos, pretos,
e brancos de todas as largaras damascos
de seda de todas as cores ssrja de aeda
preta lisa de muito boa qualidade csslica-
es salvas e espevitadeirss de praia e
alguna aderecos de ouro de bom goslo ,
chegados prximamente do Porto, tudo
por preco commodo : na ra do Crespo la-
do do norte D 6.
_ Urna morada de casa de pedra e cal
sita no poco da pannella; a fallaa com An-
tonio Ferreira Duarte Velloso na ra da
sanzalU velha n. 5o.
_ Urna eterava creoola moca de boni-
ta figura pojada de 3 mezes e quaodo
pare- tem muito bom leite para criar co-
zinha o diario de urna casa, engomma bem,
cose chi, fas flores do penna lava de sa-
bio adverte que nio se vende por detfei-
10 a vista do comprador se dir o motivo ,
preferindo-se para o mallo : na rna nova
da Trompe casa pintada de amarello ao p
de um parti.
_ Umetcravode i da de de 18 a ao an-
nos de figura agradavel, aem vicios nem
achaques muito forte e proprio para ar-
mase ra de assucar ; e urna escrava de na-
ja alqueires de caslanhas da
caj quarliobss fioas para____
commoda com
finas
muitas
agoa uma
Li e i I a o
Terca feira 19 do correte mes de
Fevereiro no Caes d Alfandega vende-se
em Leilio uma porefo de pipas de vin.no do
Porto em lotes da 5 pipas ou vontade dor baixo, e grande, proprio para carrinho:
ci bengulle fas todo o servico de uma
casa vende-se por precalo e preco coa
modo: passando a Igreja dos Martirios no
1. andar do primeiro sobrado.
_ Meias de seda preta compridas de su-
perior qualidsde : na ra do Queimado
loja D. 4.
_ Urna venda oa praca da Boa vista na
eotrada da ra do Ario com poucoa fun-
dos de fronte da botica D. 185 : a tratar
oa mesma*
_ Uma preta de a4 annos de idsde, co-
znha engomma o he lavadeia : na ra
de Hortaa sobrado de um andar na quina
do beco que vai para o pocinho, Deci
ma43.
Na loja de encadernador da praca da
Independencia n. at os seguintes livros :
Obi as de Mattos 3 vol. Segredo revelado
3 v. Sonetos de Diniz Historia Roma-
na dita da Grecia Poezia de Gsrcio .
Versos de Belmiro, Poemas de Diniz ,
Odea do mesmo Obrigaces do Jury ,
Gergica portuguesa Aula e Belizario.
-- Uma bonita escrava de 34 a 28 annos
de idade cozinha o diario de ama casa ,
engomma e faz todo o raais servico : na
rus Direita do lado da Igreja do Livramen-
lo sobrado D. ><*
_ Uma escrava moca de bonita figura ,
engomma cozinha e isvs rct:p: .- aa
ra de Agoaa verdea casa terrea D. 37.
_ Uma porcio de cera de carnauba : a
fallar com Manoel Francisco da Sil a em
sus loja na pracinha do Livramenlo.
_ Poe de mangue de 28 a 3o palmos,
e doia e meos de grossura, por preco com-
modo : na roa da praia cata do Vianna.
_ 5 moradas de casas de pedra e cal na
roa do Gequi : a traur no mesmo lugar
com Jos Joaquim de S. Anna Frazio.
Ou troca-se por dois moleques de
idade de la aonos ( anda nio sendo mui-
to ladinos) um negro padeiro de idade
de aa a viole qoatro annos, em cuja oceu-
pifio ganba 16,000 mensaes: na rea de
Hortas sobrado junto a Igreja.
Um alio castanbo, carregador
"7777. .u, gualas peqoenas
pistola, de.lg.beir., navalhoespl, C-
drese vi.j.ote., eum negro pam lo0
servico: na roa nova ,0 p da ponte penul-
timo armasemdoladodo norte
- No atierro da Boa vi,t o>fronte
Matriz.endanov. umlampiio novo de
4 vidros, e teroos de peso de bronze de 8
libras al meiaquarta.
- Duasneg.inhas tendo uma dade de
16 annos e aoulra 10 creoul.,, pro-
pn-spara mubandas : no largo do LivrL
ment D .6 fabrica de chapeos.
~ Bolina de Lisboa meios ditos, ...
patosabotioadoadebom bezerro pa,0
de aunque para Senhoras e meno.. d
tos de corda vio ditos de duraque stisa
e marroquim .rancezes bolinznhos e sai
patmboa pin meninos, chinelas para ho-
rnera aapatos de bezerro francs de sola
fina amata, chapeo do Chile de lodata.
qu.hd.dea bichas de boa qu.lid.de
ludo a preco commodo; na praca da Inde-
pendencia n. 7, e 8.
Escravos Fgidos
- Francisca de naci eosta idade de
* annos alia secca afana do rosto
alus cor preta he
gagrf e tem a
, v a -- perna
direita torta levou saia de chita branca
|a rota uma Iroix. com algum. roupa do
menmoa e um lenco) grande de panno do
Imno ; quem a pegar leve a roa de agoat
veriles sobrado D. 3 com empeada qu-
iera recompensado. ^
Pordeo se vindo da estrada nova do
pao d albo para o Recife na noite de quar
t feira de Cinza um moleque que condu-
11a uma truusa de roupa, de nome Fran-
ci.co, congo, deidadede 10 a laanoot,
vestido de calta e camisa suja e jaqueta 1.1
v.da de riscadinho encarnado, tem os odios
muito vivos e abogalhados os de.itea
aberlos e bastantemente grandes e dois
ou 3 pequeos talhos pouco abaixo de uma
das fontes he algum coisa bruto porem
diz os nomes de todos os parceiros, e os
dois primeiros do seu Sr. o abaixo assigna-
do quem o tiver achado ou delle aouber
tac. o favor de dirigir-sea ra dos Marti-
nos no segundo andar do terceiro sobrado
passando a Igreja, ou 00 sitio que foi do
Amorim no principio de estrada nova
onde boje mura o Tenene Manoel Ama-
nes Corris Gomes, que receber em qual-
quer dos lugares 5o,ooo rs. de gr.tific.cio.
Ignacio dos Santos da Fonseca
*o d a 15 do correle fugio um es-
cravocomos sgnaos aegnintes : Joaqun
de afio embada estatura baixa aecco
do corpo cor preta muito relila beicoa
vermelhos, e o debaixo cabido quesera-
pre traz ferido, levou vestido camisa e cal-
as de algodio da Ierra e chapeo de palha
pintado de preto ; roga-ae as autorida-
des policiaea capilies de campo o outra
qualquer pessoa que o aprehender de man-
dar entregar no lugar da trempe no sitio
da casa de sobrado que tem 7 portas de fren-
la que ser recompensado.
Movimento do Porto
NAVIOS SAHIDOS NO DIA t^,
BOSTON ; Barca Americana Effort, Mos-
tr S. B. Hausey carga assucar.
DITO j Barca Americana Lexington M.
Silden j carga assucar.
na 1 na nova loja de caldereiro D, i4*
Pim. *a Ti, m r, r, 01 r. -, i83.g


Full Text
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