Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03728


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Full Text

AtO DB 1839. QUINTA FEIRA.
CAMBIOS;
Fevrreiro 8
Londres 5c 1/2 3o3/ D*. St. por ifooo ced.
LLUboa 80 por 100 premio, por maUl. Moa.
Franca 3io 3a5 Ri. por franco,
flio da Janairo ao par.
Moadaa da6*400 14#5oo ai velha* novas 1 *f 100.
4|ooo 8/100 a 8f 100
Peso* Coluranario i|6ao a if6{o
Dittoa Bfexicauoa ifoo a ifoo
Patace* Braiilairo i|6io a if6 Premio* da Letra*, por mes 1 a i|4 por f 00.
Cobro ao par
PARTIDAS DOS CORRE10S TERRE8TES
f DE FEVEREIRO/ NUMERO IV
Todo agora depende da na* mtimoi; da nosaa prudencia
aaodcracSb energa: continenlo* como principiamos,
seremos aportados cora admiraco entro ai Hac*s mais cul-
ta.
Proclamado da Asseaabrca Gara I do Brarilj
Cidadc da Paraiba c villa* da la preteneo .* .
Cidade do Rio Cidadc da Fortalea c Tilla* dem ......
Villa'de Goianna............
Cidadc de Ulinda.....v ..... .
Villa de Santo A n tilo ....' 2 .....
Dita de Garanbuna a Povoaco do Bonito. ....
Ditla* do Cabo Sorinhaem, Rio Forrnoso, c Porte Calvo
Cidadc da* Alagoas, o Villa do Maceid. ... .
Villa do Pajau de Floree. .........
Todo* oa correios partera ao mcio da.
i Segundas SifiraJ
Todo* oa d,-
Quintas feira.
Dia* 10, a *4 dcada
dem 1 11, iidittodido.
dem idem.
ldtm i3, diUoditte
Subiere ve-*c para cata foiba a 3f 000 r*. por quirlel, pago* adi-
anUdo* nesta Typografia, roa da* Craso* 1). 3, e na Praea
da Independencia D. 37 a 38, onde *c recebem correspon-
dencias legalisadei, eannuncios: inairindo-s* este* gratis
ando dos proprioi a*nanles, rindo* assignadot.
DAS DA semana;
4 Sanada S. Audr Corsino C. Audiencia do J. de Difeto da a. Vara de manhli
5 Tarca S> gueda V. M. R. de manba e and. do J. de D. da 1. vara de manda.
6 Quarta A* ChagasdcChristo. Sessioda Thesouraria de manhi. Q. ming. as 4 or. ll
minuto* da mauh.
2 Quinta S. Romualdo Ab. RelacSo a aud. do J. de D. da 2. vara de manhi.
Scsta S. Joo da Matta Fundador. Sei. da The*, c aud. da J. de D. da 1. v. de m.
O Sabbado S. Apol nia V- M. Re. de manh. o aud. do V. G. de t. era OKnda
10 Domingo da Quinquagesima. S. Escolstica V-
Mare cheia para o dia A* Fevereire.
As 12 horas e 4*2 minutos da manhi. As 12 hora e 6 minutos da Urde
mmm be fehhambu^o
PARTE OFFICIAL.
PERNAMBCO.
COHMANDO DAS ARMAS.
Expediente do dia i. de Fevereiro de
1839.
Officio Ao Exm. Presidente, remet-
tendo-lbe pera que enderestasse Secreta-
ria d'fistsdo dos Negocios da Guerra os
mappas de nao. 1 a 3 e de 5 a 8 a re-
lace dos Officiaes que fora Reformados,
Licenciados oa forma da Lei e que fate-
cera durante o anno p. p. 5 assim como
as informacoena de conducta dos Officiaes,
Inferiara* a> adotes da Guarnica per-
teocentet ao segundo semestre do referido
anno e dizeudo-lhe que .5 acompanha-
va atodoaestes papis o mappa num. 4
dos Movimentos Literarios 'Academia,
Escollas das Sciencias Militares e Ins-
trucca primaria do Ejercito, porque nem
umdeslesEstabelecimentos haviari na Pro-
vincia onde podessem ser matriculados oa
Militares de sua Guarnica.
Dito Ao Mejor Commandante do De-
pozito ordenandu-ihe em vista das dis-
poiicoens do Aviso de 3o de Setembro d
1834 que desse o Commaodp de buma
daa Companliias do mesmo Deposito ao
Capita iVlanoel Joaquina Paes Sarment ,
Iue em seo favor bavia obtido urna ordem
B Habeas Cornos.
Portara Ao mesmo mandando dar
demica ao recruta Luis de Franca por
nao estar no caso de servir na Primeira Li-
nda e assim o determinar o Eim. Sor.
Presidente em officio de bontem datado.
Expediente do dia 4*
Officio Ao Exm. Presidente pon-
derando-lhe que abordo da Escuna de
Guerra Piroja jse achava algamas piscas
da 4* Coropanbia do 1.* B. sadores Expedicionario ao Sul informas,
e que necessario se fasia mandar para ali
algumaa gulinhaa, servindo-se de dar suss
ordens ueste sentido ao Inspector do Arse-
nal de Manaba.
Dito Ao inspector do Arsenal de
a Marinba para que tivesse a bondade de
mandar transportar de bordo da Escuna de
Guerra Puaj para o Quarlel do Hos-
picio um soldado da 4. Companbia do 1.*
Balalho Expedicionario ao Sul que se
achava com bexigaa e devia ser recolhido
ao Hospital Regimenlal.
Dito Ao Commandante interino do
4'* Corpo d'Arlilheria para receber e
mandar recolber ao Hospital Regimental o
soldado do 1.* ftatalha cima menciona-
* do assim como todos os maia do mesmo
Batalbo, que para ali fossem remani-
das. '
Dito Ao Capita Commandante inte-
rino do Balalba Provisorio de Cassadorea,
coDjmufttcaado-Jbe, que o Regenta tu
Nome do Imperador bouve por bem conce-
der que fosse conservado em urna das For -
talesas desta Provincia o preso Manoel
Boa-ventora (farras e que o Exm. Sor.
Presidente destinou para esse fm a Forta-
leza do Bruna onde ja se acba.
Portara Ao Capita Commandante
interino do 4** Corpo de Artilheria man-
dando dardemicfo ao 3.* Cadete Urbano
da Silva Pereira e soldado Antonio Joze
Rodrigues, que forio julgados incapases
pela Junta de Ssude e por assim o deter-
minar o Exm. Sr. Presidente em officio do
1. deste mes.
Dita Ao Commandante interino da
4-Companhia do 1.* Batalhlo Expedicio-
nario ao Sdl, ordenando-lbe, que con-
seolisse vir a trra o Alfares Antonio Faus-
tino de Miranda que se devia recolber a-
bordo boje mesmo as 6 boraa da tarde. |
THEZORARIA DA PROVINCIA.
Expediente do dia 5 de Fevereiro de 1839.
Officio Ao Contador da mesma The-
zouraria partecipando-lhe para sua iotelli-
Sincia e cumprimelo tero Regente em
orne do Imperador Determinado por
Aviso de 5 do Janeiro ultimo expedido
pela Secretaria de Estado dos Negocios da
Guerra que no Qrcamento da despeza
com o Presidio da liba de Fernando se
carregue somente ao Ministerio da Guerra
o que disser respeito ao Destacamento e
Fortalesas, bem como o que for de natu-
reza propriamente Militar, fasendo-se
tancar qualquer nutra nao s do presente
como do futuro ao Ministerio da Justica.
Dito Ao Contador da Thesouraria
Provincial com a Avaliacio das Etpes e
Forragens para a tropa de 1. Linba desta
Provincia no semestre do 1. de Janeiro
ultimo 3o de Junho prximo futuro.
Dito Ao Director do Arsenal de Guer-
ra nartecipando-lhe que tendo o Esm.
Presidente da Provincia mandado entregar
ao Commandante do Corpo Policial qui-
nbenloa Capotes doa que so acbio reco
Ihidos ao mesmo Arsenal ordenando-lbe
que entre para os Cofre* Genes* com a res-
pectiva importancia o dito Commandante
foi prevenido nest* data que tnto esta
imporiauci como uva uuis Cipote ,
que anteriormente Ihefura fornecidoa de-
vem ser entregues ao mesmo Arsenal, por
que achando-se ja por este despendidaa ,
he por aeu intermedio que de vera aer re
colbidas aos Cofres da meama Thesouraria.
Dito Ao Commandante do Corpo
Policial a respeito do eonteudo do prece-
dente officio.
Portara Ao Tbesoareiro daFaseoda
mandando acceitar e pagar no dia do veo-
cimento urna Letra de i'aioooj' reis saca-
da pelo Tbeaooreiro Geral do Thesoureiro
Publico a favor de Me. Calmont & Comp
Dita Ao dito mandando tambera ac-
ceitar e pagar n d'a do venciesento ou-
tra Letrado i3;ooo.f reis sacada pelo mes-
mo Tbesourciio Coral do Thewuzouro
Publico a favor dos ditos Me. Calmont &
Comp.
Diversas 'Reparticoens.
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a mesma do num. a7.
CORREIO.
OjPataxo Nacional Columbia de que he
Capita Idelfonco Ignacio de Meneses sae
para Lisboa no dia 9 do correle.
A Barca Santa Rite Capita Felician-
no Juae Gomes sae para Lisboa no dia
13 do corrente.
O Brigue Urbano do qual be Capita ,
Manoel Joaquina Santos sae para o Mara-
nho no dia 16 do corrente. .
O Hiate Portoguez S. Jos do qual he
Vlestre Joaquina Jos de Sousa sae para
Lisboa no dia 12 do corrente.
O Brigue Fama do Do uro do qual be
Capita Jos Josquim de Sousa sae pera o
Porto no dia i5 do corrente.
ARSENAL DE MARINHA.
Por ordem doSnr. Inspector do Arsenal
de Marinba se mz publico que se precisa
comprar urna porca de toucinho : convi-
da-se por tanto as pessoas que este genero
tiverem a que compareca ua Secretaria do
mesmo Arsenal a manhia 7 do corrente
pelas 11 horas do dta afim de tratar-se
do ajuste e compra.
Inspecca do Arsenal de Marinha de Por-
nambuco 6 de Fevereiro de 1839.
Alexaodre Rodrigues dos Aojos.
Secretario do Arsenal.
PREFEITURA.
Parto do dia 5 de Fevereiro de 1839.
Illm. e Eim. Snr. Fora presos hon-
tam a minha ordem e tivea destino:
Luiz Moieira de Carmino braoco in-
valido addido ao 4- Corpo d'Artilhe-
ria pea 1. patrniba do distrielo do Por-
.- J-- /^-. ..a im. ...r lupft. "Alte
iu ^uw |w. >-..-. :ar" as -,-jiic
deitado a porta de urna taberna e faser-se
snspeito i Manoel Guintees tambera bran-
ca pela mesma p.itrulba por Ibe ter si-
do apprehendida tambem tarde urna espin-
garda de passarinher; Francisco Antonio,
tambem branco pela 9. patrulha do dis-
(ricto do Corpo Santo por ae faser sus
peito ; Antonio preto ; escravo de Jote
Mar da Costa pelo Capataz dos Cano-
ai ros da Sessa do Porto das Canoas por
Ihe ter sido apprebendido urna navalha e
querer brigar ; Manoel tambem preto ,
escravo de Jofo dos Santos, por um sol-
dado do Corpo Policial por Ibe serem ap-
prebendidos um hacamari e urna faca de
ponte Rita Helena, parda, Lucrecia
Maria da Concoici, prela pela i* pa-
trulha do districto do Cu mo > por estreo
ebrias, e insultarem a mesma batrUlha;
Manoel Vital, e Martinho das Virgens ,
pardos, eum Americano Ingles tambem
pardo pelo Sub-Prefeito da Freguezia da
Santo Antonio este por se ter lineado ao
mar logo que avistou o dito Sub-Prefeito,
fasendo-se assim suspeito, o segundo por
se ter querido enforear e o primeiro
por estar com alaridos tsrde da noite ; Ma-
noel da Ora e A itonio pretos ate es-
cravo de Joze Maria pelo Sub-Prefeito
da Freguezia da Boa-vista, o 1.* para urna
averiguaca e o a." por ser encontrado
as 11 horas da noite e suppol-o fgido.
E' o que consta das partes boje recebi-
das nesta Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recife 5 de Fevereiro de
1839. Illm. e Kxra. Sr- Francisco do Re-
g Barros Presidente da Provincia.
Francisco Antonio de S Brrelo Pro*
feito da Comarca.
Parte do dia 6.
Illm. e Exm. Snr. Fora presos hoto'
tem a minha ordem e tivera destino 1
Malinas, pardo, escravo de D. Theresa
dos Santos Lobato pela 1. patrulha do
districto de Fora de Portas, por suspeita
de estar fgido ; Ignacio Pacheco Lisboa ,
branco Francisco de Paula (.Pin-
to Joa Francisco de Souca Joaqun
Isidro Ramos, o Marcos Rodrigues da
Silva psrdos, Joa Correia Barbosa ,
brancop, e Jos Angelo de Almeida pardo
pelo Sub-Prefeito da Freguesia de Santo
Antonio por terem sido encontrados em
jogo de dinbeiro em urna das easinhas da
Ribeira, onde se acoutfo escraves, que
para all tambem concorrem jogar se-
gundo as respectivas represenlacoens da
visinbaoca ; Bernardo Bandeira preto,
pela 1. patrulha de S. Jos por ter-se
negado entrega de usa ccete ; Joo ,
tambem preto, escravo de D. Anglica
Maria da Conceica pela 1. patrulha do
districto do Carmo por estar esfolando
um Carneiro que se julgou ser furtado.
Nada mais consta das partes hoje recebi-
d. Dos Guarde a V. Exc. Prefeitura da
Comarca do Recife 6 de Fevereiro de
l83o, &.
ANNUNCIO.
O Prefeito da Comarca de Flores da
Paja abaixo assignado fax sciente sos
Sors., Juiz de Paz da Villa de S. Romio
Loureoco Urctno Francisco Antonio ca-
sado com a Senbora D. Antonia morador
no Engenho Cat on T'aip e Goncalo
Loba Asedo com D. Maria Vctor ua ,
morador na Villa delubaiana qoe no dia
7 de Desembro prximo futuro lora teco*
Ihidos a Cadeia d'esta Comarca os escravos
seguintes; Hypolito Cabra que diz per-
tencer ao primen o Snr. ; Jos Cassange,
que eonfessa ser escravo do aegondo, e Jo-
to .Crio ulo,; que confessou ser capTO 4a?


8
-


terceiro Senhor ; em consequencia do que
queirao os mencionados Suhores appre
zenlaiem nesU l'refeitura documentos au-
tnticos que mo5lrem as posses e domi-
nios afina de ton trem con la dos referidos
escravos.
Villa de Flores do Paia q do Janeiro de
i839. J
Francisco Barbota Nogueira Paz.
Rendiroentos da Meza da Recebedoria das
Rendas Gerae internas n<> mz de J
neiio p. p.
Aplicados Oespeza Geral.
DIARIO D K PKRMAMBU'GO
ciedade brasileira. Ambas essas foro
si a necetsidade de d*r mais amphtude,
governativas hio sido altamente despresa- as ettribuic 's do anligos conselhos pro-
das pelas maiuria do paiz arabas repelidas vi pi foi de rai>ter recorer as-ar
e condenadas pela razio publica. Todava,
so tivessemos de temer alguna roovimento-
revolncionario aria ante a favor d-i
democracia do que do despotismo. O im
pulso de liberdade communicado ao pa-
iz pelo factJ da independencia nao tea
esmorecido; pelo contrario, cad.i ve
Sello de H*r ancas e Legados
do anuo de i8ab
Din-i tos novse velhos
Ditos de Chancellara
Dizrmo da raesma
Siza de bens de raz
Imposto de i/j por cinto ao
auno sobre Letras
, 8 s'ia8
3tji'.b,
i l'iio
6'979
torna mais vigoroso, e e ningtitm e
dado destruir as ron*incoos tb'li'iin po
vo inteiro que conhe.ee is vaniageiis de
hum'govemj livre e o quer admitiFW
sen aeio.
O estandarte da liberdide arvonda em
Portugal em i8ao, foi saudado qu-m
do Atlntico com as mais meras di
monslracdes de jubilo. O Brasij o jurn
defen ler e al boje, Dos loUvad i ," ni i
l'.ltou a promeasa que havia contribu', a
face do universo. O Portugueses liver*>
de lutar largo temp > com os prejjiis s qMi-
de todos 08 lados se erguero contra a no-
va ordem de cousas ; preciar) Ihes foi >r
raocir essas raises seculares que o feuda-
lismo havia lamido no meio da nciedade
revolver debiixo p^ra cima r> terreno em
tfiue devjio fructificar as novas instituirles.
Nosso solo porem era virgem, o despotis
mo nao tinba podid > abarrar em seus bra
eos de ferro a vasta extencio do ao.so l>r-
ulorio, os prejuisos nobiliarios tl'sap.re-
iio ante a influencia do agricultor abas-
tado, cuja altivez I lie nio peimittia dobrar ,
' ho capricho! de boma casta que elle
desconhecia. O triumplio d liberdade foi
po tanto fcil ludo eslava disposto para
recibe la : -- como pois ha de suecumbir
ho -que os ann>s a tem sauccionodo lio
Nota do Reodimento arrecalado pela Col ja |ue o paiz ja tem (osado de seus ina-
li clona Geral das Raudas Iulerna^ Pr< pf ciafeis beneficios ? O triumpho de bu
3;6u8s'|oi
Aplicados a amortizaca da muida pap- I.
Imposto sobre Lijas abultas ,
docorrenteanno financeiro
Dito si bre Segis e Carros
Stllj dos papis
i:544?6oo
35J'o o
585-a
a: losgi
Rs. 5 8t4.foaH
Antonio Feneira Duaite Vellozj.
Auininist ador.
vinciaes no
Gndo.
imz de J
aneiro proxime
Reudimentos metade geral e melade
Provincial 8jj i ii3*.
Dcima Uibanado Biirro da
S. Antonio
Dita dita da Boa-vista
irt i. t836
Decima U i baa do Bairro de
S. Antonio
Dita dita do Recife
Dita dita da Boa-vista
iJ5 ai836
Decima Li baa do Bairio de
Santo Antonio
Dita dita do Recife
Dita dita da Boa vista
Reudimentos Proriuciaei
i83(i 1837
Decima Uibaua do Bairro de
S. A11K11110
Dita dita do Rscife
Dita dita da Boa-yi$ta
Dita dita dos AbTogadoi
1837 a 838
Decima Urbana do Bairro de
S. Antonio
Da dita do R.c fe
D.ta dita da Boa-vista
Dita dita dos Aff gados
i838ai83g
Decima U bina de Bairro de
S. Antonio
Dita dita do Recife
Dita dita da Boa-vista
Dita dita dos Affogados
Serrana do Bairro de S.
Antouio
Fabrica de Tabaco dem
Cazas de modas dem
Meia siza de escn.VQ.9
Novos e velhos dirtitos
Passaportes de Polica
Matricula das Aulas
360^4-
gUooo
32|)0
aUioo
aUito
4aUiao
4U3-2o
aUito
475ao
lL'lao
48o
1U080
a^Uta 4
4'U75a
9Uo?4
L888
a:o5aUy6o
i:j77Uit>9
9>rJ4t9
- L Jo'
5r
64U000
iaU8oo
it Uojo
K<;ti^..a
i8U,ao
19U00
.3aUuoo
Total 5.51 Jli(j.,o.
Collecloria Geral de Rendas Iulernas
Provinciaea da Cidade do lieciie 5 de te-
Veieiiu de 18J9.
O Lscriya interino,
Jos Guedes S^lgaei*.
O Br.ASIL E Ab REVOLUf^OENS.
A democracia, e despotismo distemos
nos nio poden aspirar 49 dominio da so-
ma cauza. que se nao apoia nos nteres-
s-s e as couvineces popu'aies seria
hum impossivei moralmente fallando.
Alem disto, em que sentido tem a4o in-
tentadas as rebelbo's q>ie por^ veset tem
rebenlado entre o? Nenhiima ainda
proclamou o goveruo absoluto nenbu-
ma o rgimen da aristocracia todas ellas
adupiao o mesmo principio, todas pro-
cUmo os principios da demoracia pura
Este ficto he porisso b todos os receios daquelles que ciiieeramen-
le acreditio na possibelidade de hum
systema cujo> fim seja o regreaso para os
lempos das mouarchi.-s ti* idad< media.
Feudalismo e Brasil sao duas idaias repu-
gnantes, cuja allianca he e sera' sempre
huma cbime>a.
Se, pois, como ja foi demonstrado, a
mnnarchia representativa Jie a nica for-
ma de goveini que conta cjm as sympa-
thias da maoria se todas as tentativas a
favor da democria tem sido infructuosas,
se nenbuma anda houve 1 favor do abso
lutismo, em que sentido se fara' a re.volu-
ci que aigum suppem eminente ? que
fins lera' ella em vista? que esperancas de
ser bra sucedidas.
He sabido de todos que hnma revolucio,
longe de ser hum facto destacado sem
rel.ces nem antecedentes, nem.fucluro,
representa huma ideia importante, cujo
ti iumpbosejulga necessario ; huma revo
lucio nasce do seio da sociedade coo>er-
va relaces om ludo quauto Ihe di/tes
peito, e tem hum fuclmo que desoja ver
eatisdu. Ora, se essa ideia falda se a
forma de governo he umversalmente es-
timada como sera'que rebeote huma re-
volucio P
O acto addicional no pensar de pessoas
sensatas pode dar monto a serios umb qos na geraes e provinciaes que elle leude aesti-
belecer e dahi origina-se a desarmonia
e a descunflanea que sio sempre os per-
cussbies das revoiuces. Nao he pois im-
possivei que as provincias desejosas de a-
Urgsrem a espbera de suas alnbuiees se
desmandem e pugnen) a favor de huma no-
^a eousiituicio que suppouho mais sd
quilla as au*s necessidadea.
Com effeito so todos os cor pos d< libera
tivos tendera a ex .1 hitar de suas atlribui
coas, se todos procurio os nt-ios de am-
plilas e detenvolvel-aa nao admira .que
se siglo todita estas consecuencias. Mas
i.o havera' oas leis meios da consegui-
la* sem recorrer ao extremo das revoiu-
ces ? Quapda se proclamou pela, impren-
aara consegu la ; os biados de Fede
HK fcrao repellidos, e a refor-
ma f.H admittid*. fpgundo os tiansmites
constitucin s Domis a assemblea ge
'al ja reconbeceu a ne.cessidade de nter-
petrar a lei de 1-2 de ag >sto e desta ar-
movidos a maior parte dos in-
eonvejii. ntes qui ella pode par ventura
o Tf-* inleresses diversos das nossas pro
vincias to-nio alem disto dimcilima se-
impoisivel, a u >iformidade de pensar.e
querer Em (|iianto que bumis itendem
o acto addicional na sua nvnor lititode,
oulcas mais cautelo-as e r< Uclida's recel-
ao 'guir a mesma varedi. I'ara que lo
das se reunas*m em huma s roQtada se-
ria de mis'er huma t^meidad.- infl xive'
di p^rle do gobern geral em negar-lhVs o
i|u-' Ihe fosse l> gilmente ci-* ido. esse mal,
porem lie (iuis im|>ossivel d aconte-
cei ; a poltica' do poder s gundo a oossa
prma de afi&-uo, ruio pode prevalecer
sem o assidKjoento da aaioi i 1 p ritmen
lar. Oa t s a nsso.mUea geral he com
sania dcilepotadns Ur prouncias eom
suppor que < lies doptem hura systema'go-
veruativo ileirment contrario aos in-
l>"iesse dos eus ooostito'tes ? Caso se ve
rifique issa hypotiie^e quasi inadinissivel,
aln Shlt a urna eleiloiai que, declarando
sea f.vcr de candidatos mais dignos di
cuifi 11.9a publica, restabet< cera o equi-
libio entre o imperio e as provincias.
Nos Go ve nos. ie presenta ti vos s pre vi-
nera as rcvoluci'B por meio da inprensa
e da t'ibuna. Era vez de os odios se con
s-'iitrarem e appellarem para a forca das
armas uatursmente encontrio por via
da publicidade hum lenitivo que os mili
ga e appjaca. A quelle que tem motivos
de queixa contra o governo publica-os
cora oa comoaeutarios que julga necessa-
cutir novas questes de mais presentane
interesse; os jornalistas approveitam o pri-jj
raeiio numero que no anuo novo tem de
publicar, depois do descanso da- ftUs,
(>ar- Imicar urna vista d olhos no vtto pa-
norarc-1 do mundo resumir as cenas maja
impoitantea d'e se drama de que fu-
ra m aut tcs ou espectadores nunca
porrina impassveis indagar qinrl fe.
ci dominante do anuo qua entrn no do
nimio do pisaado e dizer-lbe o ultime a-
deus. E n) que do t-^mpo t miainos o no-
me nio podemos fonar-nus a esse trabt-
Ibo ; sim olberaos pira o anuo que fin-
d u.
i>o levaremos nossos leilor. s aoaivimpos
.Uiopeus nio OS Orcuparemos cora os gra-
ves inleresses que sh discutirm no g.bne-
te dos res e cuj decisio anda t-st pan
deul- poique a espada tal vez seja u unic 1
coinpi'teniH pan res dvt-1-os 5 e o ivco de
umn geral co>fl>grt desHUibinhar-.ie a rapada., infunde pru-
dencia, pici'iicU e desojo de c^nt mprui-
r. Nao most'aremos como tem ?***
senliraentos manlido urna paz insustentavel
entre as pot. 1,ci..s europeas unta paz que
aera sempre se compadece com sua digni.
d.de e com seus intereaaes. %*Mh]
S. I'elersburgo, a Porta Otomana,
L mdres a Persi o Egypto e a Turqua,
saoeem duvida dignos de altas considera.
ces ; sem duvida que essa questao que abi
diai lainent se discute e que cada da fica
denovo addiad tem summa giavid-do;
lera v.diosa influencia 110 tundo comraer-*|
cial sua decisao: n* porem detxaieuios
que a decidnn 4a nacOM inletessadas c >m
suas fui cas sua prudencia e nio tena-
nos, e reveste-OM das cores que quer, e
deste modo saptisfac seus dVzejos de vin-
ganca e ufo se lembra de conspirar. Nos
govornos despticos as conspiracS^s sio
mais frequeitlata oais sanguinolentas, a
vin^anca nio couhecu oulns meios dse
satisfaser, e ve se obrigada a laucar mo da
nico que. Ihe resta
Ora, os partidos sao lio vingativos co-
mo os individuos se he que o ni* sio a-
inda mais, Nio ha injutia que peidonm
ou esquejara, e por isso ni vemos todos
o das o euciruictinento com q -e discutem
as questeg mais simples. A imprensa e
a liibuiia liten serven de campo em q'm.--
eta is i uas orcas e corabalem seus mais
formidaveis antagonistas Proiba se Un-
esto meio de des.vbafo elles ouceutrario
seus odios em si mesmos, perscrutario em
silencio o momento mais prnprio de si
lisfazel os, derrubando violentamente o
poder de seus rivaes.
Para que a imprense e a tribuna sirvi
de estimulo as revoiuces preciso he que
a sociedadd desgosle*a da. psente reco-
uluca a necessidade de hume raudanca q-ue
julga frivoiavel aos seus iuteresses Ora,
no Brasil nio se verifica essa. condicio o
pdiz, contente com a somnaa de Liberdade
que. podsue, so deteja a ordem e alian
quilid.'de publica. Quando quiz ludo ol>
leve, paia que mais revoluaionar-se ? E com
que fim ariscara' a aeguranca. do pre-ehte
e do fucluro ? Onde se viu intentar se bu
ma revolucio sem hura fim certo edeter-
minado que fhle as sosssase concibe as at-
leuees populles.
(Do Despertador.)
. RETROS PECTO.
O auno do i838.
Tem-se no joi tialismo inlroduzi.lo um
co-iurae a cuja observancia ligar-nos-he-
mos: quando um anno este concluido,
<|u ndu mais um elo vi prender-se cada
do pasaado; caucados do longo estad o que
bao percunido invidando cada dia todas
as torcas de sua iulelligeucia em poifiado
aiu e cada dia acha do sua intelligancia
novas fuljas para novas porfiasz obrigados
a perpassar a um tempo rail objeclos aven*
lar mil questea dar-lites de asi para dis

remos adivinbar o que entre lmannos ti-
vaes aguarda o fuluro.
Tambem nio iiem'os velha Inglaterra ,
nao a veremos dancar alegre em torno do
ibrouo de sua joven raiuba 00 lempo em
que o gigante da Llanda appoiado 110 ra-
dicalismo inglez, abala-Ihe os carcomid s
aliecrcea e cada da mais aineaca aua exis-
tencia.
Abastaremos os olhos d'esse thestro em
que auxiliadas pelo crime sobre mon-
toes de c^dajreres as faece dispuUm 11-
lie si o mando ; a Hespauba que ainda
eslrebueba n'essa leula agona t. baixo do
Ierro d'esse multiplica atsessinio a que a
Europa assiste irapassival como be nio
,*era homens os que se declino como se
xd're^tiU nao live-se, de influir o xito do
longo duello do desp -tsmo e da liberdade.
Anda beta que em P rtugal o espiriio de
subversao j nio derrama aangue e vae-se
anlisf.itendo com clamores, vitas e vitulen-
las dielaraaedes.
Tambera nau nos oceuparemos cem a Ita-
lia api-zar de su da de jubilo, apezar da
coroacao de *<-u novo re de Lumbaxdie e
u'ts- ntnistia por elle concedida pricur-
sora de celbores futuros iodiwo da ad-
misso da humanidada noo calcuUa do-ga-
bnele de Vienna.
Deixareraos que ouiros se oceupem com
a \liemanha es^u Hanuover a Prussia e
sms eiigfandecimenlos a Blgica e a H^l-
lanua e su s desavencas. Pastaremos, lam-
ben em silencio a Franca eseu minisleiio
lo guerreador que duas vezes mete* a
Suissa, ea quem por duas vezes a icpu-
bbcazinha resiste sem -e Ihe dar da seus ar-
it-ganhos, de suas ameacas, da su- bra-
vatas; a Franca que, iv^ *"* d* inao
humor, manda por un seu viee eoitsul
bloquearos porlos de Buenos-A y rasa e os
do Mxico debaiso do* mais frivolos pre-
textos que ameaca o Chili e liga-se com
Rivera, usurpa-nos o nosso terriloi o sen-
pretexto nem motivo, sem dar-nos salisa-
ces e manda por compensaco que pas-
s-entre n, que nos insulte o seu prio- j
cipe de Joinville !
At mesmo na America pouco nos demu-
rsiemos : apont.reos apaas as tentativas
e movimentos do Canad para separarse
da metropole, a gnei ra do Chih e Buenos-
Ayres contra Santa-Crux, a seble^eo e
triumpbo dt> Rifera ccntia Ortbe;
emque nio vemos sioio gueiras de
?6es e odios particulares, erobor* tigam
elle que do triontpho do principio ti-
larie ou de federativo que se trata. S-
menle aos ocuparemos con o Brasil,
com o que n'elle de mais Bottel ceor-
reo.
Graves enrbaraca bovi* o anuo do HW7
A



DIARIO
I> UN AMtOCG
3
,o seu successor; urna administraci
que'se suicdou, outra que llie succedia ,
acollii'la cono qua.ai unnime enthusia-nio,
leudo porem de, em alguna pontos, lutar
conti i o malquerer de alguns, que sen-
lO nfi n chegido o momento de largar a
for;. ea pos ci que haviam adquirido e
que drsejcva* conservar entre ruinas;
revoll'a alyntada peh fraqu^sa e condes-
cendencia iriu-npliinie uo Rio Grande;
o cofres pblicos exhaustos, o exereilo
de Hume exis indo : tal era o estado do
B asil quando o novo ministerio em no
me da ordem e'da intcgridade do imperio ,
rece.beu o mando. Quando porem, em
deserapenho de sua miss >, elle reuna
soldados e recursos para os campos do Rio-
Grande eis que um pugillo de caudilhos ,
appuradosna insubordinaco da tropa, ap-
piove;ta se da nconeebivel cegueira das
autoridades locaes, loma, conta da capital
dd Babia e proclama a repblica na segun-
da cidade do imperio. Eis como termmou
o uno de 18J7.
NVsta complicaco, oministiio nio fie
desatenta e acha recursos igoaea gtcvida-
de das. circunstancias onde lodos pensa-
v6 que 5 existisse a inopia, Eraboia nos
cotes, quer pblicos quer particulares ,
encontr a rebelda diuheiros para suas
despeas, nas classes m lis abjectas da po-
puUcio at mesmo entre osscravos ro-
erme soldados para sua defsa ella teve de
succunibir ; e reconhecehdo sua impoten-
cia por despedida ao expirar lentou
um cnmehorrivl que de nada Ihe serviu,
nem si-i|uer para a vnganca.
Desaunada e vencida a faccio foraaos
tribuimos entregues os seus che fe e duis
entricas d; pena capital, outras menos
grave, viera em 6.n entre nos terminar
reinado da impunidad* para o crimes
polticos e pr'eobro talvez sua reproduc-
9*0 e felizmente n'ssesjulgimeut-s, ao
menos assim o pensamos, nem sempre fol-
garam a humanidad* e a justica ; a vingan
? foi lalvet consultada pelos juizes popu-
lare ts'vez que a imprudencia a conoitas-
ae>
Em quanto ira Babia as armas do impe-
rio ae coeupavam com esag?- as 100 cabe-
cas da hydra revolucionaria, outra* pro
viucias pareciam ame. cadas em sua paz in-
terna. As usurpaces da assembla rainei-
ra as invectiva de teus oradores os prin
cip.os anaichicos que proclama vain, o ar-
rojo cun que o f mam ; ludo isso causava
leceio e os amigos da ordem terciara que
essas calumnias essas declamacSes, nio
livessem perniciosa influencia napopulacio
m neira. Felizmente Minas deu tres va-
liosa lices aos demagogos, cada qual uns
terminante: deu, por tres vezes aos .-mi
goa da ordem, aos amantes da causa do
imperio, provas exuberantes de que nao
n'uara populacio industriosa e tiabalhadora
que-anarchia poder recrutar sate'rlites e
alistar soldados.
Tratava-se da reeleicfo do diputado mi-
neiro, escolhido para merobro dVs-e mi
nisterio 5 a opposico invida quintos re-
cursos Ihe fumece a intriga e a calumnia :
apilar de rudo, o ministro sahe re. kilo.
Tratava se -. organisar a lista dos can-
didatos ao senado5 e esses mesmos eleitores
mineirus appresentam escolha do poder
moderador o ministro que a opposico mais
detesta, o presidente contra quem mais
clamara a as>emb!*i provincial.
Tratava-se, einfai, de eleger nova assem-
b!i proviueial ; e os eleitores mmeiios nao
reelegem um si-quer dos declemadores d'es-
sa aembla crasam a esses deputados o
mandato que Ibes haviam dado para cura-
ren* do seus interesses e de que elles bu
savaro para semear a desordem e bastear a
% bandeira da revolucio.
Outra provincia parece seguir o mesmo
cam.uiho a do Cear : ah a assembl 1
provincial ps-se tambera em aberta hosti-
itdade contra n presidente, as argaiedes
infundadas se reproduzem as declamaces
? nulenUs se repeiem. Okal que, como
pensamos essa opposico nio seja sino
pparente, que ella se reduza a um pugillo
de individuo* despeitosos por verem perdi-
da a influencia de que ahoVavam e que os
eleitores cearenses, como os eleitores mi-
"eiros, mostrem sua adbesio causa do
imperio e amor a ordem rejeitando esses
As mais provincia* gozaran de paz e na-/
da. n ella perturbo a tranquillidade que
nao metiremos em linha de malea graves
esses queixumes quoexcita no Para o pre
sidente Andrase s'ua administraclo essas
mitigas qfte retalham os jornalislas do Ma-
r nhi o nem a itisubordinacio dos estu-
dantes de Ohoda era mesmo as desor-
dena de que tem sido theatro urna villa d->
provincia de S- Paulo.
Por toda a parte o princ pi salvador do
imperio vae ganhando proselytos eembo
ra bravejft a opposico embora seus jor-
naes abusando, por modo inaudito da li-
berdade plena e ampia da imprenta que se
tem tolerado amontem infamias; o amoi
ordem o desengao de vas theorias.
vio -so p'opgando victoriosos, e oannode
I38 nos pitenteou seus progressos.
No Rio-Grande mes rao*, n ssa provin
ca que a anarchia pareccu er votado 8o
exterminio, provas achamoS d'essa verda
de. Um presidente hbil armado da es
pada do guerreiro e da olivera do pnci6c
dor foi mandado substituir u'essa desdi-
tosa provincia o presidente que l eslava .
hornera probo sem duvida sem dovida
instruido, mas que srmpre vivera arreda-
do do goVeruo de iioraens, e que til vez
tosse o menos proprio para presidir aos
destinos de urna provincia entregue a guer-
ra civil. Em breve o novo pr sidente se
applic a conhecer e obstar aos graves pre
juizos quesoff-em as financas pela con fu
zio com q'ie 3o admim-tiadas", pela l.h<--
ralidade com que sao e'sbmjada* introdoz
severa economa e ao pisso que nao del
xa padecer o ser vico publico poupa contos
de res ao estado. Os soldados, quede
todos os pontos do imperio rene o gover-
no nos campos do Rio Grande, sfo pelo
presidente exercitudos no traquejo das ar-
mas ; sua prudencia aguarda occasiio op-
portuna e O acto pelo qual abre a cam-
pa n ha liberta a capital do duiadou'o as-
sedio de de que ero victima e d -Ihe le
guas e leguas de terri orio que suhtrahe ao
jugo da anarchia. Ftiliz si suas ordns hou-
vessem constantemente sido seguidas si a
intriga ea cobaidia nos nio tivessem feito
pagar caro esses di .s de gloria esses resul
lados lio lisongeir.is O desistre porem do
K10 Pardo nio deslenla o presidente ; per
demos n'elle homeos, perdemos rounic-s
e recursos, perdemos mesmo forca moral;
mas ludo lera remedio, e si a campanha
teimiuou com esse infausto accontecimenlo
lude est preparado para que nova campa
nha d solidas vantagens. Nem nos atier-
ra a intriga que lavra entre os legalistas ,
que na occasiio do perigo deporto seos o
dios no altar da patria : Vemos que igu l-
menle divididos esli os reb ld-s fallos de
recursos, odiados por suas exto-ses 5 ve-
mos, emfim, que o anno de i83g nao se
p is>ai sem quecolha por fin a p-rseveran-
ea, do ministerio e seus exforcos a gloria
d'essa pacificacio.
Para terminjrmos o quadro do que oc-
corrtu de notavel no anno que acabou de-
vemos anda o cupsr a attencio dos leitores
com um objecto, a sessio legislativa.
E' nospixsconstitncionaes a represen
lacio nacional bitola mais segura do espi-
lito que anima a.son edade ds sentimeii-
tos que n't Ha dominara j devemos pois <>c-
eupar-nos com a sessao legislativa.
Felizmente adanos a representscio na
cional unida decxoicos e de>'j"S com o
goveino concordando em todas as suas
vistis, approvando todos os seus actos;
vimos pela primeira vez urna minora sem
consistencia poltica sem principios que
unissem seus membros. depois do en ha-
lfas declamaces haver perdido os tres
quartos da sessao, condemnar-se a absolu-
to silencio como *i assira po.lesse conse
i'uir o que nio conseguir fallando, agitar
o paiz alear o facho da discordia ; Timos
anda imptente esse recurso e o silencio da
Gugida coaccio eaoruecido, como despre-
zados haviam sido os clamores da ducus-
Summamente inlerestantes loram as dis-
cussses que seguira ao silencio da oppo-
sicio : os assumplos os mais graves p-ssa-
ram pelos votos dos representantes e a luz
dos debales foi levada ao abysmo de noasas
Gnancaa esse abysmo que o espirito de
desordem tem cavado, que o destello a-
oesperen! e possam cons-r;uir.
Emflm o anno de 1838 deixa a seu suc-
cessor um estado mais lisongeiro e esperan-
paso do que o que havia lecebido do anno
de 18 i; D-fficuldade- anda exigiera e
mesmo gravissimas, quer para a poltica
interior e a marcha da admiuistraco, quei
em oossas rtlsces exterieps, pira obter-
mos da Franca a restilucio do territorio
que nos uturpnu e de nossos visuhos dj
Sul neutralidad. absoluta para com OS re-
beldes do Rio Grande. Alem de que nio
quando lia perto de nos ns immedia-
ces de urna provincia sublevada se agi
tam lio graves interesses como os que hoj-
se discutem em Buenos Ayres'e Monte
Video, quando Rosas, Fructo, Oritw e
a Franca pl.-iieamsub pretextos e apparen-
cias com fins talvez oceult >s e sinistros ,
que poleo Brasil cruzar os bracos, espe-
rar os accmiecimentos como oi elles o nio
interrssaisem como si elles nio livess-m
de influir sobre a pactfic i.io do Rio Gran
de sobre a oecupacto do Oy ipoik.
Oxal que qutndo era 18 > livermos
de laucar para Iraz os olhos sobe o anno
que, vae correr tendamos de ver termina-
das em bem do Brasil essas dilneu dades ,
ten hamos de abencoar o anno de 1839.
(Do Clironist* de 5 d Janeiro )
Avsc Diversos.
I
que tao mal perdem seu lempo, tio mal profundou e que o patriotismo e. habili
empregam sua influencia I |de tr.um eobrir, sem que lia cedo
_ Quem precisar de urna ama de casa
para o servic de portas a dentr dirja-se
a 1 na da Roda N. a3 que achard com
quem tratar
Na ra do Crespo D. 8 lado do su!
ha para vender urna escrava parda para
fora desta Provincia e vista do cipopra-
dor se diro as prendas que lem e os moti-
vos da dita venda.
_ Quem quizer comprar urna venda si-
ta na ra de Mmocl C>co travssa de 8.
J s que tem poucos fundos e cmodo
para urna lamida dirija-se a mosma ven
di U. 11 qual o dono a vende por te
de retirar se pra o Celtio.
No da Sexta feira i. d Fevereiro
as 6 horas da larde perdeo se um oculo de
ai maca j prela denl'O de>uma caixa de
marroqnim encarnado j velha do Buril'.
iua Nova, e pracinha do Ijivramento :
quem o acbou quereudo restituir leve o a
tua Nova na leja de louca que ser recun-
pensado.
_ Na ra Direila na pulira D. 33 a
luga-seescravos de ambos os sexos, para
venderem pao justando-se para isso por
aluguel ou por vendagem.
_ Offerrce-se um rapaz brasleiro para
c-ixeiiode venda botequim, padaria,cu
cobranca dando fiador a sua conducta ;
qum precisar annuncie.
_ O Sr. Jos Tavares Cajoeiro e a
Senbora Rita VJaria Ferris, queirnfi an-
nunciar suas moradas para se tratar negocio
de nteress".
_ Arrendase hum Vnculo de Ierras
lavradi.'s, e de creaco na llha de S. Mi-
guel : no pateo da Magdalena, sitio da vio-
va D. ('albarina.
_ Precisa-se de allugar huma casa ter
rea com cmodos para pequepa familia ,
lendo quintal e cacimba e nao exedendo
a ios rs. mensaes : quem a liver anoun
ci.
_ Precisa se de um cont de reis a ju-
ros sobre liTP theca em urna caza livre e
desembaracada, que rende de alluguel dez
mil reis mensaes: quem quiser esle nego-
cio annuncie.
Roga-se encarecidamente a lodos os
Sor. visinhos da ra da gloria, e mora
dores no Bairro da Boa-vista que quan-
do bouverem de mandar deilar siseo fora
por seus escravos de os mandarem no
fundo (na mu" da Otaria em que mor%
na mesma ra o Snr. Ignacio Alves da sil-
va Sanios para se dar principio a hum a-
terro que se lem de f-iser em todo caes,
como seja mais cmodo este despejo . mesmos moradores ; rasio por que se pede
ao rspeitavel publico este obzequio alem
do que muilo ficar obrigada as pessois ,
herdeiros da prop edade a cima) a quem
por direilo que Ibes pertencem se acliio
com o dominio, e posse de lemellianlc ter-
reno.
Hum pintor hbil chegado prolima
menta de llunbuigo o'.:rece os seu ser-
vidos a aquellas pessoas que quiserem man-
dar pintar as suas casas e trabilhara' com
prom]>tidio e a prego cmodo } quem
se quiser utilisar >lo seu prestimo dirija-
se ao beco d> Calahour^ D. i5
Tintu-a de Venns.
Todas e quesquer pessoas Senhores,
ou S 'nlioras, a que por qualquer accidente,
Ihe tenha esbranquiC.idu pule do cabello
ou suissa e queirio os restituir a sua pri-
mitiva cor seja loura acaslanhada, ou
mais ou menos prela sao avisados que por
raeio da tintura de Ver.us, elles podem al-
cancar'aquellas resultados, e islo coma
miior facildade, e pelo mudo mais simples
possivel garntese alem disso que dita
tintura be segura e duradoura, nio des
inerecendo nem com os mais forUs
detergentes para livrar em flm de toda
uspeita dar se grat is huma pequea por-
co para prova aos que exigirem e rece-
beiio-seos frascos, que antes de tres das
se engeitarem, por nio terem produzido
oeffaito annunciado. Cada fraco vai a-
companhsdo de um impresso explicativo,,
conlendo o modo de se servir da dita tin-
tintura
O Deposito de tintura de Venus
seda se em dsi do Snr. Meroz, pacada
Independencia em Pernambuco.
Quem quiser trocar ou traspassu 8
moradla de huma casa na roa da Gloria
numero 10, por outra em qualquer ra
em Santo Antonio ou mesmo na Boa-vis-
ta, anda sendo oto mil reis de aluguer,
tendo os romraodos que se precisa, sen-
do a que se Ir spicae 9U 10 dirija-se a
mesma ra da Gloria no mesmo numero.
Arrenda-se animalmente hia-raa boa
casa terrea a pouco acabada, e sita entie
as duas estradas do Manguioho, e Aflictos,
defronte do sitio da Senhora D. Lauiaoaj
cuja propriedade lem qualro bous quar-
tos exceleiit'S sallas estribara e quintal
murado: os pretendentea entendio-se com
o Escrivio Almeda, que lem poderes par
taser tal arfendamento.
Sem perda de lempo pede se ao Sr,
I. A. S. Santos queira pelo prelo
mostrar pa veracidade huma historia,
que conta r pelos assento^ do Vigaro ,
de huma casa cita na 1'raci da Boa Vista,
q' o seu tinado av por seu falescimeoto fes
doacio a huma sua trida de nome Auna,
nio deixando noesquecmento os prctexl s
que ficaro firmados na mesma doacco ,
eque fim levou esta casa !.'/... Pois islo
muilo iuturessa a quem be
O inimigo dos ingratos.
Pede-seso Sr. copista de Lista das Lo-
teras ( ilo he hum aparecido tte novo que
prin.ci"U nesle modo de vida, na loteria da
Bou vista ultima corrida e principio dado
Livrameiilo, cujo dito cima anda de lu-
to ) dente de andar pregado mucas de sua
lista ser certa, pois sempre parece, para
copl-as depois de darem principios as ro-
das das mesmas loteras, assira nao quei-
ra engmar ao publico, com eslas velhariasj
assim cumoenganou o
Escaldado.
m Precisa se de urna ama de leile forra,
ou captiva : em Fora de Portas sorbado do
falet-ido Sr. Agostinho.
_ Quem precisar de urna pessoa para
Caixeiro de E genho para qu-i l*m bstan-
le pralica por j ter oceupsdo esse lugsr l
annuncie.
_ Quem precisar de um criado de casa
de porlas a dentro o qual entende alguma
couza de cosnlia e d conhecimento de
si : annuncie. ,
m, Huma pessos sizuda deseja escrever
n'um Cartoro : quem qoier utilisar-sedo
seo prestimo anuncie ou dirija se a casa
de Pasto no beco do Corpo Santo.
_ Vesle-e Anjos paia a PorcicaS de
Sima pi lo guslo de quem o encommendaf
e beminfeilados de p-dras p-.r preco com-
modo : na ra do Jardim casa L>. a.
Precisa se alugar urna prea foira ou
captiva para lodo o servico de ama casa
de pequea familia que saiba cosinhar e
ensaboar e que seja e boa conducta : na
roe das Flores D. 3,
Maria Theodoia Viaona de Carvalbo
Profeasra de Primuras Lelras do Biirro
do Recife faz sciente ao respeiiavel Pu-
blico que abri a sua Aula no da 4 di
Kevereiro, que foi marcado pela Leu


D
I A RIO D PRNAMBBCO

__ Precisa-se de urna ama parda para
fazer todo o servido dt; portas dentro de
urna casa ; no beco do sarapatel sobrado
iiuvu de a andares no primeiro.
_ Manuel Cattano Espinla avisa aos
Pas de Seus alumnos que abri a sin
aula.
Quem tiver tima ou duas canoas de
conduzr agoa dirija-sea ra do Cabuga
i). 4 5 ou anuncie.
m Piecisa-se de um caixeiro portnguez :
na ra do Livramento venda do Cardial.
_ Urna Senbora viuva de meia idade ,
prope-se a ser ama de urna casa de um ho-
rneo) solteiro; quema precisar diiija-se a
olidade no sobrado grande que foi o con
vento dos fradesda compmbia.
O Sr. Jofo da Cruz Feuiaiides Sou-
za queira dirigir-se a praca da Boa vista
botica D. io ou annuncie sua morada.
Precisa se fallar aos herdeiros fiihos
de Narciso Jos de Audi ade fallecido nesla
Cidade do Recife a 8 para lo anuos a
Jim de recebare-m a heranca pertencente ao
dito fallecido por parte de seus pas a
qualse aclia em de tinto da Cidade do
Pollo : os interessados dirijio-se a caniboa
do Car mu D. i .
Aluga-se o aimisem e \. and ir da
casa da ra da Moeda ltimamente re-
edificada os preteudeutes dirijao sea ra
do Vigano D. ia.
_ Arienda-se annualmenle urna casa
terrea abarracada de novo acabada se-
gundo o gosto moderno com sea corredor
lavado sala de vesita forrada com S
palmos em quadio, 5 janelas de peitoril
euvidrassadas 8 quartos sala de janlar ,
cozinba fora com o assentamento do logio
inglez eoin 5 fornalhas e seu respectivo
forno, quintal grande com cacimba que tem
agoa para bebdr sanzalla para Ci esc/avos ,
estribara para dois cavallos com porto
para a frente da ra independenle da
porta principal e ludo muito bem pinta-
do, e suficientemente assiado cuja pro-
priedado be situada ua ra que vai da estra-
da da solidade para a do Manguinho e
junto ao muro do Dezembirgador Maciel
Alouteiro: os prelendenles er.iendao-se com
o esciivo Aliueida que est munido de
poderes para fazer o airendamento.
A pevsoa que quer lallar a Joio Ja-
cinto Soaies dirija-seao beco da Gloiia
ua Boa vista \ elida L) 7.
Os ira. Lmz Antonio Rodrigue* Es-
toves Francisco A11 I.jih< li un .s Fian-
cisco Zumban de Almeida Pires Manu-
el da Silva Leile roga-su pila teiceira vez
para que vio ou inaudem pessos aulborisa-
da a concluir o negocio de que esli bem o
faci para que uo cauze esla demora
maiorencommodo e com prijuiso que o
depois vem recabir sobre os meamos >rs. 5
dirijao se a lora de portas u. io. das 6 as
7 liuras da mauh e das 5 da tarde em
(liante.
Hypolile Lavenue marcineiro fran-
cez no aiterro da Boa vista D. 7 do lado do
aul fabriuaule de pianno avisa as pes
soas que ttverem os mesmos para concertar
que elle tem traballudo 4 anuos em i'ariz
u'umasda melboies fabricas de piauuo e
que se obriga a concertar iuteirameute lo
Jos e quaes quer desses insirumeulos que
se Ibes appiesenUr por mais arruinados que
eslejo e compra lambem piaunos velnos,
e precisa de um aprendiz.
__ Precisa se de 1 ;4 u,ooo a premio por
teinpo de 1 anuo dando se para seguran-
za predios livres ; quem quiser dar au
nuucie.
Precisa-se alugar seis serventes para
trabalbarem as escavaces que su tem de
fazer na fortaleza do om Jezus, pagando-
ge por cada um lijo por da quem tiver
os ditos serventes uparte d'elles, e os
quiser alugar duija-sea ra do Livra-
mento do lado da ra (irrita no 3. an-
dar do Sbbiadu D. q.
__ Precisa se de alugar um andar de so-
biado ou urna casa Un iea, que o seu alta
guei uio esceda de 8,ooo a 10,000 no
Lauro de 5. Antonio quem liver annun-
cie.
_ Piecita-ae alugar urna casa terrea no
bairro da Boa vista ; quem a tiver annuu-
cie.
O Sr. V. J. C. queira quanlos anUs
hirarua do Queimado pagar o que deve
esa a casa que o Sr. nao ignora do con
trarioser publicado o stu uome.
_ Precisa-se de um bou cozinheirofc
ou cozinheira : fia ra da Cadeia do Recife
n. 63.
_ Um morador da cabanga lendoo an-
nuncio enserido no Diario n. ap e no
qual trata do fados do Judas ou cava-
Iheiro de industria ancioso de saber e
couhecer esse bello hroe para se poder to
bem prevenir para com elle, rogt ao mesmo
annuncianleque por obiequio queira de-
clarar o uome do mesmo para ser conheci-
do puis Iho ficar obrigado O jhama
antes que te chamem.
_ Quem precisar de umi ama para to-
do o servico de urna casa, dirija sea qui-
na do beco largo ra da sanzalla velha no
primeiro andar.
_ Quem quiser dar adiantado 5oo,ooo
por a5 milbeiros de lijlos do alvenaria de
boa marca e cozimento deitando-se por
semana a a 3 milbeiros e dando-se por
segurauca um casal de escravos annuncie
Avisos Martimos
FRETA-SEpara Montevideo o Brigue
Escuna Americano Nicholas Biddle, novo,
e forrado de cobre tem ezcelleules com
modos para passageiros segu com toda
brevidade : a tratar com L. G. Ferreira &
MansfielJ.
PARA O RIO DE JANEIRO sahir
por toda aprsente semina o Brigue Brasi-
leiro Santa Mara Boa Sjrle < qud aiuda
pode receber alguma carga miuda afrete ; a
quera convier carregarou hir de passagem
pode en ender-se com JosGonsalves Cas
cao na ra da cadeia n. 45, ou com o actu -
al Capitio Jos Joaq iim Das dos l'razerts,
na praca.
PARA O MARANHAO' sahir dentro
em p >ucos dias a Escuna Brasileira Jovina,
forrada e pregada de cobre recebe carga,
escravos afrete e passageiros prao que
tem excedentes commodos a tratar com
Francisco Marques Rodrigue* & limaos,
ra do trapicli*' 11. la
TABA i'HILADELl'HIA o bem conhe-
cido Biigue Ameiicano Navarre no dia
ac ule a8 do correute ; quem quiser hir
de passagem dirija-se. ao escriptorio de L.
G. l'iiuiii & Mansfield.
.Le i 1 Ao
De urna por ci de tadoado e pian-
xj s de pinho e de faia junto com urna
porco de b ir ricas abatitas uncas na Galera
Americana Tuscany, com agoaaberta e ven-
didas por coma de quem perfneer 110
caes da Alfandega sabbaduy do correle
as 11 horas da manhi.
C o ni p r a s
Dois bons negros ladinos bem ro
bustos e .-em vicios na ra da Cadeia do
Recife n. 6a.
Urna casa terrea em qualquer dos
bainos que uo exceda de 5oo,ooo; an-
nuncie.
Um Ponelle ; quem tiver annuncie
sua morada.
Vendas
_ Urna escrava de naci, bonita figu-
ra que representa a5 anuos coznha ,
rij/i' i'hi lava de vari ella, e boa quitao-
deiraderua; quem a pertender (Mrija-se
ruailo Vigario n. 17 no le:ceno andar;
de manbi t 9 horas e do meio dia at ai
3 da larde que achai com que trac-
tar.
_ Urna prela de naci de ao anuos de
idade sabe cozinhar, engommar, e lavar
roupa ; e urna moleca de idade de 14 a i5
aunos com bom principio de fazer''1*) ser
ico de urna casa : no pateo de S. Pedro
obrado de um andar D. 8.
_ Sacas rom feijo branco de'alqueire
da medida velha por preco cosnmodo :
no armase Ue Fe'nando Joa BrsajutiC na
ra da cadeia velha,
_ Dua* olarias perto urna da outra a
margemdo riocapibaribe com barro pro-
prio para toda qualidade de obra dois es*
cravos duas canoas grandes e 3 quartos
do mesmo servico destros a amassacem
barro, sern precisaren) ps de**escravos ,
a5 mil lijlos 10 ditos de lelhas e os
utencilios pertencentes as ditas olarias, cu-
jos fornos sio grandes e injler.ios : a fal
lar ao Sr. Jos da Silva Braga atraz da ra
da cadeia do Recife e em sua amen-
cia a Antonio Brasilino de Hollanda Caval-
canti na sua do Palacete.
_ Rap da Babia deareia pfeta dito
Hamburgurzem garrafas, penas de escre
ver libras de relroz pretu azul ferrete ,
e sorlido chapeos do Chile de aba larga,
fsforos de tirar fogo : na prac da Inde
pendencia n. 39.
-- Urna bonita escrava de tu a a8 annos
de idade cozinha o diario de urna casa ,
engomma e faz todo o mais servicu : na
ru'i Direita do lado da Igreja doLiviamen-
to sobrado D. 20,
Um mol que de naci cabyjsda de
mui linda figura tem 14 a i5 annos de
idade sem vicios nem achaques tem 6 pal-
mos e meio de altura duas moltcas de
naci loauda urna tem 15 annos e a ou-
tra 1 a 5 e um bome&cravo muito ladino e
Gel de naco rebolo, e de 24 *nnos pas
sando a Igreja dos Martirios noi.an>
dardo primeiru sobrado.
_ Um moleque de idade de 8 annos ,
de afio benguella : no primeiro andar do
sobrado deroute da batanea do pelourinbo.
Umorada de casa de podra e cal, si-
ta em Oliuda na rna do Cubral nova e
feta a moderna com 5 quartos e cbos
proprios ; quem a quiser annuncie.
_ A obra completa Recreacio filosfica
por Tbeodo de Almeida, por preco com-
modc ; no atierro da Boa vista toja de tniu-
dezas D. 16.
_ Umcavallo, sellado e enfruado : no
foite do mallos prensa do Sr. Bastos.
Urna casa terrea em Oliuda na ra
de S. Joao chaos proprios, com um oito
prumpto,, e todos os materias para se fazer
outia 5 e um rete carn seu trassado: a
tratar na ra da sanzala velhi n. 54
Urna grande morada de casa terrea
com 90 palmus de frente e 3o de largo,
com grandes commodos feiti a moderna
com um bom quiutal que tem aoo pal
mus 1 eslribana de pedra e cal, e quarto
parapretos, silla na ra do sebo: a tratar
nos 4 cantos da Boa vista D. 41, e na mes
ma urna canuca com um boi e um mo-
leque creoulo de idade de la annus.
Ricos setiujlav lados, e de todas as
cores, para vestidos a 1600 o covado :
na leja da quina que vira para a cade a.
-- Rap princeza de Lisboa em libras e
as itavas a 4o rs., dito areia prela da Ba-
bia dito de Pernambuco dito imperial,
rolio fiaocez engarrafas de libra, cha isson
de pnmeira sorte dilo perola dito im-
perial bicos finos largos e eslreitos ren
das largas e estreilas, ditos das meimas
largura mais ordiuarios pira enfeilas de
vestidos ricas fitas de guarnicio de bom
gusto ditas mais estreilas peales de tar-
taruga para marrafas estojos de duas na-
vallus tisouriuhas para unhas ludo fino
e inglez pentes fines de marfim, dilos de
alijar linos de balheia eseovas para den-
les ditas para roupa e cbelo, caixinhas
de jugo de lotera chamado vispora tinta
fina de escrever preta e encarnada bo-
loes de vidro para colele estrelas e globos
para officiaes de G. N. e inferiores tira
fogo de varias qualidades e urna dasqua
es nunca visto aqu peonas de escrever a
aoooquarleiro as verdad iras pilulas da
lamilla entrases de 5o e loo com o seu
competente folbeto, supeiiores bichas ebe-
gadas ltimamente ludo se vende a preco
barato: na praca da Independencia n. ao,
e na 1 ua dos Quarteis D 3.
3 escravos possantes e urna negra
com urna cria mui linda : na rna da Penha
no a. andar do sobrado D. 7.
Na ra nova n. ao3 pedra de {can-
tara de superior qualidade, por preco
com modo.
Barricas com farinka de trigo de va-
rias qualidades e por preco commodo: na
ra nova D. 19.
_ Urna casade sobrado em chfos pro
prios na Cidade do Olinda ra de S.
Beuto n. 45 com lj*' tribacia oauintsi:
a tratar na ros da Cruz n. si em casa d
Antonio Jos da Amorim.
Urna preta de naci angola com as
a a3 annos de idade engomma lava o
cozinha : em fora de portas do lado da mar
> grande n. 17a.
. Por preco commodo um ca vallo car-
regador baizo bastante novo, e sem acha-
ques : na ra oova'loja francAa de Fie-
derico Chaves D. 5, na mesma toja supe-
riores chapeos do castor pretos e braocos ,
da ultima moda dites de massa para bo-
mens e meninos e dilos de seda chega-
dos nltimmenle de franca para Senbu-
ra.
4 pedras para muinhos : na praca da
Independencia n. ao.
_ Bicos pretos largos e estreitos ren'
das lisis de todas as larguras lo. de linhor
grandes e pequeos cambraias finas de 9
varas, meiasde olgodio e de seda para
Senhoja e pescocinhos da linho grande
e pequeos: na prac 1 da Independencia
n. a3 e a4
Urna mol it 1 de ao annos de idade ,
boa coslureira engommadeira cozinba o
diario de urna cisa sundo para fora da
ierra: no armasem do Sr. Lobo, ra do
Apob.
Botins de Lisboa meios dilos t-
palos a bolinados de bom bezerro sapatos
de duraque para Senhoras e meninos, di-
tos de cordavio ditos de duraque selim,
e marroquim Ir.mcezes, botinzinbos e sa-
patiuhos para meninos chinelas para ho-
mem sapatos de bezerro frapcez de sola
fina e grossa chapeo do Chile de todas as
qualidades e bichas de boa qualidade ,
ludo a preco commodo: na praca da Inde-
pendencia n. 7, e 8.
.- Umcavallo bom carregador bastan-
te gordo e por preco commodo : na roa
nova lja de traste D 34*
Rap de Lisboa ltimamente chegado
a 5o rs. a oilava bogias pernambncaoas
de cer de carnauba, de G em libra iguats
as de Lisboa navalbas de haiba e ca*
niveles suprefinos, e oulras muitas miude-'
zas tudo a preco commodo : na ra lar-
ga do Ruzario loja de miadasaa D. 7.
jEscravos Fgidos
Segunda feira 4 d correte desapa*
receo urna negra da costa do norte Maria do
Bozario, alta secca do corpo com falta
de lodos os denles na frente o bol e na-
riz de quenos, cor bastante preta levou
vestido de chita encarnada e panno da
costa ja nm pouco uzado; quem a pegar
Uve a ra da Penha no i. andar do so-
brado da quina por cima da venda de ga-
rapa que ser bem recompensado, adver-
te s que a dita preta be bastante ladio*.
No dia fiducorren'e desaparece da
estrada de parnameinm um cabrinba fullo
de idade de 7 annos levou vestido camisa
de clulli azul, sem chapeo supa-ae -ser
furtado ; quem delle souber ou pegar leve
a ra Direila loja D. a5 defronle do oilio
do Livramento que ser recompensado.
-- No dia 10 de Dezembro de i838 ,
fugio urna preta de nome Anna levando
saia de riscadinbo azul camisa de atgo-
daozinho, de idade de 4o ai;nos muito
atrapalhada da liugoa pouco retinta da
cor 1 pernas finas esp gida do corpo,
esmalmada dos peitos com o dedo do p
di re tu cuito e tarto para fora desconfia-
se estar oceulta em certa, casa porisso se pro-
testa com todo o rigor da le contra quem a
tiver oceulta quem a pegar leve a ra das
Flores D. 5, que ser gratificado.
Movimento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA 5

MAR PACIFICO ; 3o dias Brigue Barca
Americano Alexandre de 3ao tonel., Cap.
Robert Doglas caiga axeila : ao mes-
mo Capitao fundiou no lameirfo para'
refrescar e segu psra o norte da Ame-
rica.
4BRH. >? Ttr, PI M, r. DB F. ~ 1839


Full Text
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