Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03726


This item is only available as the following downloads:


Full Text
c

^mO DE i839. TERCA FEIRA
Cambios.
Fenreiro 4
Londres > 1/ 3o 3/1 Di. St. por iffooo ced.
Lisboa Sopor 100 premio, por metal. Rom.
Franca 3-o a 3i5 Rs. por franco.
Rio d*e Janeiro ao par
Moedade6#4oo M " 4f00 8|iooa 3|joo
Pesos Colurnnario ifoao a i|64<>
Oittos Mexicanos i|i8o a fooo
Pataccs Biasileiros 1J610 a ij6 Premios das Letras, por mes i a i|4 por too.
Cobre ao par
PARTIDAS DOSCORREIOSTERRESTES.
Cidade da P.rarba e villas de sua preteiicio ....
Cidade do Rio 'iraoite do Norte, e villas dem ... I gtundai*e Settas feiras.
C daile da Fortaleza e villas dem ........ 1
Villa de Goiaima........' n, Mam
Cidade de l.nd............. Todoso,*"-
Villa de Santo Anto........... Quintas fei
n,ta de Garantios e Povoaco do Ronito..... D,M lo' e ,V^
nlltas do Cabo Serinh.em, Rio Formoso, a Porto Calvo dem i n ditto d.do.
Cidade da A iago.s e Villa de Macei...... dem ^ern.
Villa de Pajau' de Flores.......... dem i3, dittoditlo
Todos os correios partem ao meio da.
S DE FEVEREIRO. NUMERO *:
Tudo agora depende de nos meamos; da nona prudencia,
moderaco e energa: continuemos come principiamos,
*eremo pontados cora admiraco entre as Nacei ais ul-
Us.
proclamado da Assemblea Geral do Brasil.
Snbsereve-se par* esta folba aSfooo n. por quurtel, pagos adl-
antailos nesta Tipografa, ra das Crines 0. 3, c na Praea
da Independencia D. 37 8, onde se receben correspon-
dencias legalisadas, e annuncios: insirindo-sc estes gratis
sendo dos propriol assignanles, e vindoi assignados.
DAS DA SEMANA;
4 Segunda S. Andr Corsino C. Audiencia do J. da Direito da a. vara de manht.
Terca S. gueda V. M. R. de manhfi e aud. do J de D. da 1. vara de manh.
6 Oua'rta As Chayas deChristo. Scssio da Thesourana de manh. Q. ming. asi
6 Quarta As Cliagas
minutos da inauh.
- Quinta S. Romualdo Ab. Relacen e aud. do J. de D. da -i vara de manh.
& Sexta S. Joo da Malta Fundador. Se..da Thes. eaud do J. de 0. da 1. v. da
9 Sabbado S. Apol nia V M. Re. de manh. e aud. do V. G. de t. em linda
10 Domingo da Quinquagesima. S. liscolasiica V.
Mar cheia para o dia 5 de Fevereiro.
As 10 horas e 6 minutos da manh. As lo horas e 3o minutos da tarda.
hor. a il
--
PARTE OFFIGIAL.
do determina o Governo Imperial em A-
viso de 7 do corrate mez.
PERNAMBUCO.
GVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 3i de Janeiro de
1839.
Oficio Ao Commandante das Armas
ordenando iiue mude dar baixa ao reo u
la Luiz de Franca que se acha com praca
n d. psito vislo nao estar no caso de
servir na primeira linha como provoucom
documentos.
Dito Ao mesroo, para mandar colloc no di.i a do pr< ximo fueluro .111-1 na por
ta da Imperial Capella da Senhora das
Fronteiras urna Guarda de H jura do Ba
taihio Provisorio afim de se fas*r com mais
olemuidade a fesla d'aquella Sjnhora,
conforme pede a respectiva Irmandade.
I Jilo Ao Inspector da Thesouraria,
para ordenar que se pisse revisia de mos-
tra no 1. do prximo fueluro mez de
Fevereiro a Companbia de Ailifices, no
Arsenal de Guerra onde ella se achara'
prumuia conforme partecipa o respectivo
Director.
Dito Ao Presidente da Cmara Muni-
cipal de Iguarass, pra facultar ao Elige-
nlieuo J. B yer encarregado da obra do
Caes desde o Arco de Santo Antonio ate*
a Ribeira, a escollu das pedras de canta-
ra que lorio liradas da Cadeia e Pelouri-
riuho daquella Villa, afim de serem em-
pregada no referido caes, ficando da in-
teligencia de que qundo se liouver de
oonliuir nova Cadea na mesma Villa se
mandara' indemnisar o valor das pedras
que furem agora escolhidas.
DitoAo Engenheiro Julio Biyer,
communicaudo-lhe a expedicio da orem
aupra.
-- Recebi o officio de V. S. com data de
aa do crtenle mez, no qual relala o es-
tado de tranquilidade ero que se cha o Ar-
raya! de Jacuipe eassevera que nenlium
recelo bit de que o socego sej 1 a i le -di por
isso que os indios niamlesio as melhores
inttiices desejando traballiar, e viver
t c..ui oideni : e em esposU cumpre signi-
bear aV.. que estas noticias me dei-
xio suin. menii satisfeilo ; equelouvan-
do osrxtoico, que V. S. emprega para
que os rele idus ludios se tornero labo-
raos, e obediente, espeto o,ue continua-
ra a desenvolver o mesmo zelo fasendo-o*
cumplir sempre os seus deveres.
i)eus Guarde a V.S. Palacio do Gover-
no de Ptitiamburo i de Janeiro de 18.3y
Fi ancuco do Reg Ra ros -- Senboi
* FranciiCu de Barios Reg, Coronel Cbefe
da Legio da Guarda Nacional de Siri-
nbaem.
PortunaAo Inspector do Arsenal de
Marmita, para nomear um pi tico lia
bil que couduza to Ceara' e Vlaranbao o
Brigue de Guerra Tre de Mio, ifguti-
THEZORARIA DA PROVINCIA.
Expediente do dia 4 ^e Fevereiro.
Orfic'o Ao Administrador Fiscal d Obias Publicas para fornecer ao 1 Te
nenie do 4. Corpo de Artelheria encar-
regado da demaicacam e valiaciS : dos
proprios nacionaes, 4 enchadas e 4 p* que
he sao precisas para fazer eseavacS" e exa-
minar os alicerces das icurallias da Forta-
lt za do Bom J' zus.
DitoAo Dito comunicando-lhe ex-
pedicio do precedente officio, e auctorisan-
do-o para alagar o* 6 serventes que exige
paia se empregtrem no trabdlio do exame
do. alicerces da Fortaleza do Bom Jezus-
" PortaraAo Tliezoureiro dos ordena-
dos mandando pagar aos Empreg'dos da
Repart'cio dj Saude a quantia de |8;'93
reis impurtancia dos seus vencimenlos do
mes de Janeiro ul'imo.
Diversas Repartiyoens.
MEZA DO CONSULADO.
_A Pauta be a mesma do num. %7,
CORREIO.
A Fscuna Porluguezf Eiperanca rece-
be a Malla i)-. 1 a Bengu lia e Ang.'la no dia
S do crrente as 9 lior.s da man lia a.
ARSENAL DE MARINHA.
O Arsensl de Marinha preciza comprar
os gneros seguinles -- Bacalbo Sebo em
vellas vellaa de Spermacele -- Arroz ,
e carne salgada ; as pessoa. que estes gene-
ros tenlio e quizorem vender, compareci
no mesmo Arsenal as 11 horas do da 6 do
corrente bfinde se effecluara compra.
Arsenal de .Marinlu de Pernambuco 4
de Fevereiro de 18^9.
Manoel de Siqueira Campello..
Inspector.
ARSENAL DE GUERRA.
O Arsenal de Guerra tem de remetler
paiaa Provincia do Cear 121.00 bailas do
ad. 17 : as pessoas a quem convir fa/.er
em alguma emba cacao tal conducca ,
queirao comparecer no mesmo Ai seal pa-
ia con radar o ajustes, e prenr-seaquem
por menos frete quizer leval-os,
Arsenal de Guerra 3i de Janeiro de
18*9.
Joa Arceno Barbosa.
Diiector interina.
PREFEITURA.
Parte do dia 1 de Fevereiro de 1839.
Illm. e Exm. Sor. Fora5 presos bon-
tem a minlia ordem e tiveaS boje dis-
lino Ignacio Pires Ferreira Joo Pedro ,
e Euzebio pretos este escavo de Joo
Paulo Moreira Temporal pelo Sub pre-
feito d* f'regu*zia de Sanio Antonio o
i.por ler insultado a urna mulher o
a. por desob Hiencia e o ultimo por es-
lar pronunciado pmio, e |i vi menlo
pela 1. Vara do Jnizo Criminal desta Co-
marca Domingos Baibosa ; lambetn pM*
lo pelo Sub pie feito da Freguezia da Baa
vista, p,r ler insultado, e injuriado a
urna familia honesta e arrebentado pao
a porta da casa, em que reside a d la fami-
lia ; e Francisca Mara da Annunciac>o .
(amb-m prela pelo Snb-prelVilo d Pre-
guezia dos Affogados por ser vagabunda,
e de psima conducta.
E' o que consta das partes hoje recibi-
da esia Secretaria.
Dos Guarde a V. Exc. PrvTeiUia da
Comarca do Recife I de Fevereiro de
183o. Ulan, e Kxm. Sr- Francisco do Re
go Barros Presidente da Provincia
Francisco Antonio de S Brrelo Pre-
teito da Comarca,
Parte do dia a.
Illm. e Exm. Snr. Forafi presos hon-
Um a nimba ordem e l.vera destino :
LuizSoares de Freitas pardo e Pide-
hsCan.eiro preto pelo Sub Prele.lo da
Fiepuesia de Sanio Antonio, este por
quila de Antonio Ferr-ir- de o haverelle
mesedo de 0 assassin.r e aquelle por
ler querido desencaminhar a tamula da
ca' de um Cidadio.
E' o que consta das parles boje rece-
bidas netla Secr.taria
Dos Guarde a V. Exc. PrefHtur. da
Ci.ma.ca do Recife a de Fevereiro de
1839, &c.
Parle do dia 3.
Illm. e Exm. Snr. Foto presos hon-
tem a minha ordem e titetfo comnelenle
destino : Jq Soi Cunto brin-
co f pelo Sub-jirefeitoda Frrgaem de S.
Antonio, por ler d.do urnas, b. fet-da, ..
urna pardinba Anto.,.0 Rodngue. de Al-
roe.da, pa-do pe.U a. pat.ulb. do d,a
icio daFR.beira por ler sido enconlr.do
em alta '' drdo dei.tr, de urna
Canoa, eLae,-sesuspe..o;J.ao de Mo-
rae, preto, por um Suldado do oipo
Policial, rr ler .tirad, gradas pa
dentro de ^a ube.n < i '-cisco Per-
nande, Angelo Miguel do Eap.r to San-
, Manoel Rodrigues, e J'* Mar,. 1).
sPe-eira, pardos, o 1. m
Soldado do Batalliam Proviso. eou
lino do 4 ^P dw A'le'he'a, pelo
Ollicial de a. Ronda de Polica por ha-
velos encoolrados em horas incm ptenles;
e Luii Ferreira de Paiva linben paido,
a*
pelo Sub-prefeilo da Freguezia de llama-
ra c.
O Sub-prefeilo da Freguezia de Santo
Auto io participa que bonlem pelas 11
lloras da noite observou-se que a l'onte do
Reciffe co meca va incendiarse e que ,
leudo se aecudido lempo com os preto
do porto das canoas consegun-se feliz-
mente a pagar o dito incendio sem a me-
nor nov dad e nem peiigo,
E' o que consta das partes boje]arecQ
Cebidas nesla Secretan.
Dos Guarde a V. Eva; PrefeilQra da
Comarca do Recife 3 de Fevereiro do
113o &.
ANNUNCIO.
O Sub Prefeito da Freguezia de S. An-
tonio e encarregado t5hum de Polica do
Bairro d<> Recife faz publico que na noite
do da 97 do crtente fora aprehendido
pelo Cabo de Polica ; Manoel Joi>quim de
Albuquerque cinco sacas com assucar e
huma trouxa grande cheia lmbeos de as-
sucar : quem pois fr seo dono baja de
oropirecer na Prefeitura dnata Comarca ,
paralhe ser entregue, dando <> signaes
cerlos.
Sub Prefeitura de S. Antonio do Reci-
fe 3o de Janeiro 1839.
Luis Francisco Barbilbo.
3. C, e Sub-Prefeilo.
Administracio do Patrimonio dos Orfos,
Perante a Administracio do Patrimonio
dos Oifios se hade arrematlar a quem os-
is der as vendas da casa 11. la esta na ra
do Cebo do Biirro da Roavisia pelo lem-
po e com as condieo-'s que serio presen-1
te no acto d'arremitafio; as pessoes que
nella quizerem laucar podero comparecer
no dia b do conente mis as 4 horas da
tai de na casa das S-s-es da mesma Admi-
nistracio com seus fiadores,
Salla das Sessoes da Administrarlo do
Ptirimonio dos Orlaos 1 de Fevereiro
1839.
Joze Maria da Crus.
inspector.
t
ANNUNCIO.
O Cnsul de Portugal, avisa s pessoas
que liatario quereiem ajustar-se para irem
para Angola na qualidade de Aguardeutei-
ros e Mesties de Assucar, bajo de compa-
lecerem na Chajicebaria do Consultado pa-
ra tiatar-se do difinilivo ajuste, e dos mais
a ranjo iitceasai ios.
Continuacio do N. a5.
Ia a lu.rnEssIo Dos dElictm
MENOS GRAVES.
D pois da punicio dos criases nada (lo
inleressante como a represio de toda a es-
I pecie de fraude. iU rtifo det asrecef


I
DIARIO ti ^BBttAJBflO

wm-mm



i


muiti atlenci > do hornern d'EsWd o : en
lizieriiteelle ni> p le punir directamente
luij quan'o reprehjosivl ; mu p I -
cjin ne dispar as comas de manera qu
tula o mi pr>c-lmenlo venhn a ser m
teiialment' prejudicial o S"U au ll >r alo-
ra a pi uc* > d > Oiiimio publica, que ell
nio poder evitar se as imtiluieji de-
fi-m (na liifici asa opimio.
A b ni Me ci\i. simplicnla le celerdide do p o
ce>o a se vendido das providencias conira
os fallidos fraudulentos, a cond-ran .cao <
cu-ns contra os litigan!** de mi f, o ui
dado dWluir de t -do o lugar un por n i
rneaclod > (ij eruo a li irans que goz.
de roa repulaco cjitribuera wo'lero*-
' mente p ero noeiDpirg'ii quanto for'poS'ivef, o
lioroens fuij na Provincia que os tro
ii ser e na cirruir, a.qo* desd'os seu>
primeiros unos se destinaran 'ambera
uro ai^ioenerg cu, para queestando sera
predrboxo das vistas dos que os conh--
cem nj po**> de xar de colher o fiuclo
di sua conduca passada. Ninguno p ir
bem im-guiar ,' quio perigosos io os h-
meos iiiiuralisados : d'isto temos a visia
mu num-rusus e Cutoslos exeniplos.
Cuuli co que sena esle o lug ir de fu
Urd Polica, vate poder ais qu-i todo-
dilKcil d'orgaoisar, parque de lodoso
tnai* ex posto a tomar-so impotente 011
opresivo ; porem sendo o objeclo d'esle o
pusculo antes mostrar, quaes sio as im
presoVj roais influentes sobre o* hmeos
do q i* desenvolver os ra un de produiir
essi unprrsses nao posso a este respailo
p esentar senio algn* I) osqm \ lar me-hei pois a dizer da Polica que n>
regras por ella prescriptas nunca devem sei
minuciosas, mas q' os amigos 'I > liberdade
de>2 ab>ler se de concrber rain fcilmente
u.pvitasdasua actividade. Cora lauto o/ella
e restiiuja a remetler proinplamenld ao->
Trtiuuaesaquetes que prendar, nao p
de ser perignsa pritu-ip-lO' me se as u-
thondades supremas do Estado forero b*m
cousiiluidas: com estas eaulellas pode si-
sero inconvenientesdeiaar lh* m'uita latttu
de para prender. Fifi ero tudo aos m> u-
pr nci pos quem-a antes um pouo incom
moda, do que paraly'iei; por quanto a se
cunda base da Moral e-rt.raiite toru>r o
uccessoda fraude Uo difficil quaulo Por
passivel:
3* Das oi'cisiiis de faier mal a outrem.
Se nenhum crime podaste finar impune ,
nem a fiaude soilir efF'ito apenas se con
cebe, o que restaras fuer para incln..
osliomens aobera, e operar a felicidad,
d'iun sociedade. Mas desgraeidamenl-
nem tod* a accio reprehensivel cabe na al-
eada d< Le; e entre aquellas mesmas.
que illa p le condemnar expresamente
U'n prand- numero escapar sempie su
justa vi gioca. As lis da suciedade sao
obra dos lioroens; r|Us nao p nl-m d ix i
i\- ie-.?i.lir-se ila fr-qu-z<, e impeifeicio
de sms aulbort-s \ el.ai nao podem terco
roo as da Na'uresa aquella certeza, e c nti-
mud 'i d'arcij ,' aquella pleiniiid- de po
der, que faz coro que nunca piimo
escapar ao seu imperio que ellas nos A
ciiicrm nos meiinr.-s depaitiroenlos da nos
sa exivlencia. O -II Ho das leis liu.n.nia
nunes pode ser lio certo tai completo
como o da leis da mecnica ; porque estas
tio a expressio da mesma necessidade, <
aqiella* nao sio mais do que convem-s.
E la observar nao escapuu a moburii
d'a.|U>ll-s. que roedilarad sobre a felicida-
de de seu- se uelhanles. Vivamente t ca-
dos da influ -una dos roeios de represiio ,
elles procurara tirar aos bomens at a pos-
tibil dade de se cifendeiem routuanieuie :
procurara6exiirp r al a rais de ledo o mal
moral; ejulgaraacbal-B, napiopiied.de
Com't-Uo, dixiao'lies, que injuslica se-
ria possivel, se nada pertentesse de pro
p ied*de a alguem ? E t >dos os aniigos L"-
gis'.adores bU Filosofas se esfuictrafi por
b>sear a Sociedad* sobre a comrounliij ab-
soluta de todos os b ns; ou se nao empm-
b nder^d eircul1, julgarQ, que ero Ihe
oria eraesse o ponto de p-rfeirio, e mu
tus modernos os imuara n'ette erro. E
lef oadvertir, que para esta coromu
lisivrsiel inteiro tlfeiio seria du mis-
r.1^ quoasds bmm ^4m iwr totsj
ibneg'cio do seu proprio indiviJuo para
entrar cora elle todo, e sero restrjecio pira
a mi?a commum ; por quanto se <-|!e con
serva sequer a prop'ieaiide do seu p'iisa-
nenl) e d hshiis b~aC''S segm se que
tero a do tr*balh'> d sus mo, e p-r umi
consequencia ncessHria que a caca que
ellem.tou, a ceif i que semeou o ius
triun-rit.i que f.irmou rr'uina psla*ra .
que lo ios os producios d'esse trajatllio a a
II" | ide o peitencer.
Finalmente q-.iando o lnun-m podesse
calcarnos pi'odis a> leis da Nilurezi al
eliegir a r-mn tar assim a ludas as mas
consequencias immediatas ero por isso
elle viv ii m inte, 5 parque tod is os interesses iudivi-
duaes renaseeria qu'md.i se tratasse de
tirar cada un o seu quinliio da maca cam
mura lis penas, e dos gozos, e nao se a
cliaru ero menor opposi^lo n'esta parti-
ilu, d que na posse di'ecla e pnticular
dos bjns que conh-ceinjs. Squ-r II .u-.-
seau foi mai consequente do que osan
tigos : quando elle pro >uuciou que o
leu e in-u a ei^o a causa de todos os
crimes declarou sem hesitar, que a Socie
dade era a ongero de lodos os vicios, e a
chou a peifeicia n'um estado d'isolarjio ,
cuja possibilidade m s no ninguem par cer-
to p le conceb r. iliseinfiui nao s- pode
negar que nao ha mal moral, onde nao
existe relic' moral.
E' a esta insignificante verdad. que se
reduzem lodos esses parad jxos que p-r
tu Inra lanas cabeeas e li/.er malvados
por virlude. E o vez de ludo i-so dever-
se-bia ler dito : todas as vezes que ha dou>
entes sensitivos, existem dous inleresse-
distinctos, que podein vir a ser opposlos
Oecupemo-nos ero coucilis-los, e conte-los.
A idei de teu e meu d velmenle da de lu e eu; nao podemos
pois dettrui la : facamos, coro que tu, e
eu nio sej- nem opressores, nem op-i
nidos : nio aspiremos a mu,. Para qu-
urna cormunbio real, e p^ciGca fosse pos-
sivel seria de roister, que um hoin-ru
podesse gozar, esoffrer pelos o:gio< d'ou-
tro assim c -roo pelos seus proprios.. Eo-
lio elle maria realmente a seus aeuwUsaai
tes, como a si mesino, o mal mor.d ao
menos seria b.nido da trra.
. Eis.qu um grao de perfeico a que
nos nao dado cliegar. Legislador, que
quizer, que amemos o nossi prximo pre-
cisa in-n'e com i a nos memos e aquelle
|oe quizar que vivamos exactameute iso-
I d >s nos prescrerera duas cousas igual
mente mpossiveis darlo uossa Morai
du'S bises igualmente falsas. A iialureza
dos homens tal, que elles nao podero ap-
proximar-se sem ler interesses dist netos e
opposlos ; e lodavia veera-se ob'igados a
approxim >r se para poderem Soccorrcrse ,
ate para pod fizer elles? e que fazem na lealidaiie?
Prescrevem Mmesmos regras communs
para so iinpedirem reciprocamente de ser-
vir-se das fi quenlissiin -s occasi-s que
elles tero de fazerem mal uu> aosoutros.
Estas regras sio as leis, de que temos falla
dos as que puera os crimes e reprimen
os deudos Ellas sio os Teid deiros estelo
la Moial, nio podem destruir as occasie
do mal, mas pretinem os seus perniciosos
effeitos : sio estas as boas leis.
Mas a desgraca que em todas as oossas
sociedades comee idas entes de conhecerero
os ferdadeiros interesses dosnomens, te-
mos urna mullido d leis que bem longe
de diminuuem as occatiies d'off^nder a S >
cied.de, ou os seus membios, criad ou-
traa novas.
Toda a le intil, p. ex nio remed, mal
algum o r-ria uro novo fornecendo nova
occasiio de lailar relativamente a essa |ei,
ao respeito devalo aulliortdade publica-
Toda a le impraiicavel esl no mesmo
caso. Tudas a<|Uellas que criad pa cer-
tas classt a do Povo mieiesses opposlos ao>
das oulras classes dio aos Cidadios orea
sies de se odiarem e de se atacarem. To-
das as leis, que prohibem couS'S innocen-
tes em si roesmas, geia um novo delicio :
fszem dos contra venientts urna nova classe
de criminosos j ed'squelles, que vigilo
sobreellas, outra muitidao d'enles, qu-
vivero cusa tU desgraca de seus seme-
ntantes, d ua grandes males que sem el-
las nio exisliru.
Toda, a negligencia na tdimotracio ,
toda a dosordem as GnsnQas do Estado
abrem a porta a urna rou'iidio de contrae
Ijos fraudulentos de combinacSeS prfidas
que sio outros tantos nevos modos depre
u licar ao Public >.
Toda a itjstiiuicio que propaga ou fa
vorece uro erro ptejuizo, urna su-
p-rsticio, d armas a certos lioroens par*
offender a outros.
Toda a le qu* quer transtornar por
foros i naiurav.a lerna das cousas como
qu-lla que quer fazer do papel ouro, a
bre urna fon le abundante de novos delic-
tos.
S a obscuridade das leis a mi* ersa
lili dade a hua fslte d'umformid ..de era lo
do o territorio da mesma Sociedade for
necem aos liomeos meios de sejenganarem
reciprocamente.
Pel^s rasdes contrarias toda disposicao
tendente a fundir todos os intere* **
leresse geral ,-a approximar todas as opi
nies da rasio, seu centro commum a dar
o seu cutso natural a todas as con indi-
ferentes em si mesmas, a reslabelecer lo
dos os Cidui-s sob a direcelo da N .tu^e
za em quinto inno nte a restituir Ib s
o inteiro exerricio da liberdade individual ,
que nao prejudicial ; e por outra parte.
toda as qie inlroduzem na acco do Go
verno a simplicisde a el reza a ngula
ridade a constancia, todas est di;o sio roeios efficizes de diminuir o nu-
mero das occasies de fazer ml. P6d-se
dizer que uma boa constiiuicio nao ou-
tra cousa se ni i uma collecc' de medidas
n>.bilmenle combinadas para que osen
carregados de reprimir o ml nio tenlio
occasiiu de o cominetter e abs-se quan
lo ella pode,para o melnoramento d'om l'o
vi.
Nao ha por tanto quasi actolgura'8(Jmi
nistralivo, ou legislativo, que ni > tenli-*
uma influencia moral importanlis'.ima s
d buxo di reacio do augmento ou diroi
nuicio das occ sies do delicio.1 Todavi
con vero nio esquecer q.ue perfeicio
qa os bomens p I m alcancar a este res
peilo consiste ero nio terem alguma nova
urcasiio de se offnder mas que oda a
sua arlesoci^l ni i pdeebegar a ponto ib
.anniquillar ama d'aque'l desgracid-*
xcasi s de l, lirios, que sio inherentes
sua naturez-4 e por isso mesmo indestruc
liveis. E' o que me faz tornar a di/.er ,
que os roas poderos >s de todos os tnei"s
mor >es e junto dos quaes 08 outros sio
qu .si nuil,,g sio ss leis repressivas, ea
sua pe fela e inleira execucio.
(Traduzido.)
(Continuarse lia.)
Exterior.
HESPANHA
Accio de Chiva.
Os reb-ldes iecebram uma dura lelo,
os nossos bravos se encheram de gloria.
Os eampvis de Chiva viram pela terceira vez
a derrota dos facciosos e o seo o gullio
que desde a deagr ca de Morella tanto ha
va augmentado ficou inleiramente aba
lid.
A accio em si e em seus resoltados e
das mais importantes e o seu e ffeito mo-
ral incalculavel. O destroco foi grande ,
e a dispersio completa. Os rebeldes bm-
donaram o fructo de suas rapias na rib
ra do Jucar e. espavoridos procurara a sal-
v.cio na fgida.
O /.elo das authoridades procura tirar ro-
lo o fi ucto possivel desta assi^nalda victo-
ria. Affixou-se um bando da municipali-
ilaue cuiivmdo os nacionaes lios povos im-
meilixtut a reunirem-se em certos p utos
pa furmarem partidas que saiam a reco-
Iher os dispersos. Mu tos destes tero j
cabido em poder da gente do campo e
de espetar que as guarn'cd'S dn Liria ,
Vlurvidro e 5 g ube lenham aprehendido
muitos mais.
> (unci as noticias do exercito a raor-
tauuaue eos oespejos seiem mu superiores
ao que no ufficio do general se ilizia. Uui
das l'.irces mais bem qrgauisadas qual
era-a Liangostera, ficou q casi inleiramen-
te anniquilad.i
Nesie momento cbeg'a ordem para se
apromptarem todos os carros e cavalgadqrat
pira conduztr para esta qidade os rebildes
l'eridos assim como os noisos Os1 ba-
vos esqaadr s do 4 2- ligaros das
oanidas volantes deste districto vingarant
nobreroente o sangue de seus infelizet ca-
rneradas sacrificados pela ferocidad do
infame cabecilha Cabrera.
CANAD.
Noticias ex Ira ludas do Monlreal Courrier
de 5 de Novemoi-o.
O "sp rito de rebelliio manifes'ou-se o
riovamuta ero Monlreal, por fictos de
violencia e derraro monto de sangue.
Parece que em LiToriue-, j oti S mi
Ibas cima de Leprairie certo numero de
rebeldes atacou sabbulo passado noile ,
os leaes habitat mies d .quelles sitios sendo
assassinados a san;ue (rio proprietario res-
peitaveis. Tendo so porem partecipado
istoa Lapraitie vieraro dalli algnjis bus-
sares que a pouco rusto eonsiguiram dis-
persa los nao sibendo poiem se Ihes fi-
ze>am soffrer algunas perda.
Na mesma noile atacaram os rebeldes
"ra Ii -aub -rmais es leaes da villa e apri-
-ionararo alguna. No rio Ricbelieu pare-
ce que se rebellaram os moradores de Sin-
t* Mora para baix e segundo as ulti-
mas noticias, tinhamj reunido uns \oa
huroens. Dis-se que pretendam atacar
Sorel i porem seriam bem r.cebid s, pois
que se acha l o regimeuto 66*
E-te mesmo jornal d noticia de mais al-
gumas revoltas bem como dos preparato-
rios que se fazem para Ihes resistir: d
igualmente parte de algunas pr.so-.-s qus se
lern fet'i em vanas partes.
Sir Jolin Colbou ne administrador do
governo da provincia do i ixo Canad e
lenle general em chele das forc s ingle*
zas all havia proclamado aos povos
i Nova Abelba de Orleans publica o se*
guinie : Na noile de t de Outuluo o ge-
n-ral Mon enego frente da guarmeio de
Tampico (\l> xio) se d- clirou a favor da
Constiluicio federativa de 18a4- Este ac-
conteciraentoteve logar sem effusio des n-
gue e logo depois o general Jos Uidof
Piedras um coronel de infantera um
espillo de engenheiros outro de aililhe.
ria e uro lente fora mandados em-
barcar pa-a esta cidade porem a ro?os
destes oflu-iaes foraS desembarca los em Ma-
tamoros a i i. O navio qu- trouxe a no-
ticia partiu deTamp'CO a 8, e reiuava
enta o maior socego. Hivia seis semanas
que se nio via apparecei por ali alguma
embarcaeie franceza de guerra. Eis aqu o
extracto de uma carta : Tampico 7 de
Oulubro. A noile passtdaa nossa guarn*
ci pruelamou o restabelecimento da Cons-
tituirlo federativa e os conjurados expul-
sarlo d'aqui o govern'ador Piedras e varios
oIBcises. Nio sabemos se a revoluclo tero
raroificacSes noinleiior, porem de crer
que sini. Se assim for equi as ti opas
sejaS ti udadas por oulras, o actual goV-K-
no do iVl> xico deve oahir e (eremos om-
posicao com a Franca.
Nio appai eee navio nenhum do bloqm io,
os revolucionarios querem commuuiear is-
lo ao commandante de alguna dell. s lo o
que ppirrca nestas aguas, pedindolhe
que deixe entrar os nav s que qmz rem ,
attendendo a cstarem levantados contra o
governo.
Os cilicios de sr. John Colboor do
Canad sio do da 5 de Noverabro, dan-
do parte da reb II ao ; e do dia 11 do mes-
roo paitecipando que forafi os r-bedes
balidos em quasi lodas as parles fatendo-
se-lhes mullos prisioneros e que se es pe
ravaque dentro em pouco tudo estaria ou-
tra vea em socego.
(Nacional ue L*boa de al de Del-)
NOTICIAS DIVERSSA.
A Mofle do Conde de Lobiu.

A Franca acab um de seus melbores
cidadios a guarda nacional o eu illuslre
commandante general, e O exercilo um
de seus mais bellos ornamentos na p ssoa
do marechal conde da LobaO que fibceu
no da 37 de No*e Jorge Mouton conde de Lobau nasceu
em 1770 no d ..partimento da.Meiinh: Agosto de 179a era soldado n baUUiao do
leu depsrUmeuio e por seu valor dil-



S!
DIARIO DB MINAMH6H
tinelo lalenloa militaras tubiu rpidamente
o grao de general e conde do imperio. Sa
as p)ii)MM feilos de andad* udor dest-
mida, merecerio que V.tp >leio dissesse d)>l
le ao'O enthusiasmo *' Man Moalon c'est
n lian / ( Oomu caraeiro be un
Icio ) .
Nomeado oommtndaniA superior da
guarda nari -nal de Par* depois de t83o ,
elle 8'ul>e constan temen merecer a sfl'eiciu
da milicia eidadio por un bellas quabda-
d-i e*aro como misada de Luiz Fd'ip-
p que o eleyoo dignidad i de marechil
de Franca e de seu ajudanle d'nrdens.
As dezesete legi s da guarda nacional
de-Paria e seu tormo prepaiio magnficos
obsequios fun* bres ao -eu digno comtaati-
da-nte.
Su-s Wagestaes o re a rainha e mas
alteaas o duque e duqu'za d'Oleans, o du-
que Nem-urs e a prmceza Adelaida vi
sitartm por esta occasi era sua casa a con-
dec de Lobau rsauS do efundo mare
chai.
A conquista de S: Petersburgo. Urna
carta datada de Posen e citada pelo Com
merce, d a'gums noticias sobre a cou.-
piraci'i ltimamente denunciad* era S. Pe
tarsbu'-go. Diz que o uiim- o dos conspi-
radores pequeo po: u que ha entre
elles varios b yirdos russianos poderosos ,
e eousa da i > otuoiaes das j;aardas imperi-
aes.
O Imperador julgindo prudente suffi
car este negocio tinta l.its.lnr da e t.l os officiaes e deu ordem -o raini,tio da
guerra par que o mandasae fazer tervicn
na guaro'c5es de Siberia ou no exw ito
Caucaso Diz-s- agora que os conspira
dures haviam tul reUc-'s coro varios des
contis polacos, ajustada un reuma i
com elles a qu-l devia brevemente ter lo-
gar em Vitep.sk (Russia) onde se aupp5<-
q ie os seus di-I -idos tem j (id.. 5 cuiil'e-
reavrea. Km c rirmc> desta ooticia, se
amescenta que o gov- rnalor general de Vi
tepsk o teueute g ri ral conde d* Jarkie
viin-h liaba sido d mitlido por um uksae ,
e o s- u nomo riscado da lista do ejercito ,
porem que a ultima paite do uksse lluvia
sido trancada pelo imperador que non"e
deu urna pensioinn> cenca de continuar a usar do uniforme e
insignias de ua patente.
A brandura do czar nesta circuntanoi;.
attnbuida ao seu desej de qu* a conspira
ci ni ganbe publicidade.
O Dote da Duqueza Mara S-gundo
algunas fulhas publicas, o dte que a do-
queza Mana leva a seu esposo o duque de
Leuchtemb-rg sb a 17 milhes de rublos
( ou Sao mil cruzados ) da renda. Falla-
se tamb' m de urna adunca entre o g'io-
duquoh redita rio da Russia e urna p-tu-
erza de Wui temberg. O casamainto de um a
tllia de I\ ic.il j com o Bilio de Eugenio Be-
auliarnais, o magnifico dote que Iba da-
do, o governo da Polonia que se diz es-
ti ptomHiido ao . espantado todos os puritanos do absolutis-
mo os qwaet nunca -sp-ra varo que o aute-
crata se lembiasse de ailiar se a familia de
[Napoleio,
do tora que elle falla nao eU' quereos
com a integra das interessantes e benefi
'entss palaviHs do Vigilante. E como i
mia|m nao cabe soite de ser adu'ad*
(co*no o Sor. inimigo dos ingratos ), ro
o-lhrs Snrs. Redactores quei asseguintes pergunlinhas que se faz a.
mnamo Sor.
I Judas sendo casado tomn a premio
bura dnheiro a boma pobre velba Ti,
de sus mulher, e depois de oerto temo
deu parle de valent. e nao pagoa mais
ifm juroa e nem principal ateestadacta ,
quer-se saber Snr inimigo dos ingratos s"
isto entra no numero de huma das maiores
ingratides ?. .. !
a Morando hum Irwio de certa vene
nvel ordem 3. em huma ca-a da mxma .
por anuos quando drlla se mudan dei
1'u a toda de pernaaa cima, finando deven
do -i*" esta data diversos meses de allu^iel,
* aquella veneravel ord m ngnea mandan
do esecutar judicial por compaixio dta
numerosa, e indigente familia, e d apre-
sando de todo as de-eomnosttiras, q.ie o
i'iquelino fas i a continuadamente aoa seu
C. ornis quando o procurador instara
|>elo inbolsii devido ; deseja-sn pois que o
Sor- nimifto dos ingrato responda se ss
arces pratinada, pe| C. Irmio se be ou
nlo huma d ., mai, notsvs ingratides qw
se pode praticar ... !!/
a e ultima. Hum cavalleiro de indus-
tria casando se em urna familia leve oc-
nasiio de ficar mal, e bem por umitas ve-
es fque tal era a -ua capacid .de), com
todos os prenles d'ella porque tanto Ib-
eslava bem f<*lle,r mal, e deseob' ir faltas
de todos a noitl com > de da visita los,
e em suas pr>sencas exagera-los quinto Ihe
pediss--------; mister se fsz que Snr
inimigo* dos ingratos respond do qu- se-
na este cavaleiro apoderado para prati
car estas continuadas acedes.p...
Snr. inimigo dos ingratas sa respon-
der como espero, Ihe toiara' o quinhi i que
merece pois ,, cada hu*i d o que tm ,,
nomo dice sua merr (anda que a diseu
b^ita nlo he sua, sim do ChrisKo velhn)
por agora pode ir a quem Ihe enremendou
o sermin que Ihe pau, e a D?oa que
ro temno opportun farei a defesa que tio
bem merpen o atribuido Vigi'ante que
inocentemente merecen as suas boas en-
tradas de anno, com o beneficio feito por
tro-
Queira Snrs. Redactores aceitar os vo-
tos de quem he seu constante leitor eobri
gado.
O verdadeiro vigilante.
"dada real de agricultura de Franca tem
honra de avisar aos Snrs. amadores que
elle acaba de ch g*r a esta capital com um
sortimento detod.i a qualidade d'arvarns,
arbustos una queso da flores outros fruc-
tot, como rosas do J pao ou camelias,
magnolia**, detrs, dapheas, Rhodendrum.
Kalmias, jasmins peonas, arbtrea metro
sineroa Andrmeda, araleas, e roseiras ri-
mis de ano variedades ceblas a fl rj
como jacinthos. lulepas, jonuuilho*. nar
5
LOTERA do seminario.
Adiando se bastan!* mente adi. venda dos Bilbeles d Lotera do Semina
rio Episcopal deOlinda, o Reitor domes
oo S-minario aviza ao respcitavel Publico
que com a maior hrevidade possivel annun-
ciar o dia do andamento das rodas.
Correspondencias.
Snrn. Redactores L*-ndo no seu Da
rio de 28 do mez prximo passado, hum
annuncio assiguado por -- bura inimigo
dos ingratos m que (asa huma defesa a
pessoa do Snr. I A da S. Santos se
tjuidi-se esta a um outro annuncia d .
-u Daro de 3 (do mesmo mez, em qu-
avizava a-Domingos Pereia Caldas, e
Francisco de Paula Cava'cante, a alantes,
como herdeiros da Testadora Ftanci-ca
da Roclia Bizerra ( de que he o mesmo Si
Santos Testamenta iro, e inventaiiente ) .-
Jjue aparece quanlo anlesj a bea> dos ma
l* b.-idviios existentes, nao posso deixai
Pastar em tibncao, come he que se ultra
ja a quera se julga ser o vigilante as-i
guadu nquella nnuiicio do Diario acim.
Wfc Jo, nomo o fez o S'ir mim (o d<
gratos .' / Snrs. R-dawpras. se o Sur
"'"oigo dos ingratos fosse imparcixl com..
cnicas* njo uta gaalaosaeus dntf-itos par epresentar as
oeiras, que o Publio sensato as nio deze-
a saber, pois bem se collige que o sauti-
SOCIEOADE THEATRAL.
O* S icios j reuiridos conhecendo que
nio era possivel dividir as trez ordena de
Camarote- as cinni representares de
Quaresma com igualdad* pelos Socios os
qures ficnio prejulinados receb'i.do
Irons | Camarotes de ntelhor ordem do qu*
outros : combinaiiu com oemprezario, pa
r-< qu em lugar de sinco d seis rapio-
tentac- s : para desta -forma locar dois Ca-
marotes da t. ordem, dois da a", f
dois da 3. igualmente a cada socio, com
os seos competentes bi I lo tes de PUtea
Va andas : dando para isto mais dous mil
M.I cada socio. As pessoas que pretende-
r m entrar de socios, o la a olbe o da 6
de Fevereiro de cujo dia em Va ate a So
c edade principia os seus t>ahilh-s: e co-
no algumas pessoas se reservio para rom
prsrem bilhetes, ou Cam-irotvs para as le
presenl c5s a Sociedade faz cello qu-
nso se venden. nem camarotes, nem b -
Ihetes de maneira ulguma; poi> que o The-
iiro passa ser partcula- e s da Socio
dade. O prelendentes dinjao sea casa das
pessoas j annunciadas por esta f"ll.a.
Avisos Ji i versos.
isos tuberosas, lirios, amarilis dalias
rainunciilos e anemonas S ment-s de
o tabee* e fl tres arvores de froct', como
pereiras, macieiras, ameixeiras, perceguei
ros damasqueiros ceregeiros, amendo
iras y gros/ Iheiras ribes preto, avelan-
zeiros nogueias, caslanheitos f'marrons)
vinas das melbores especies de Franca, e
um grand- numero de outras plantas, cu-
jo detalbe se tornara mu longo, q >e
s-rio vendidas an na..s mdico preco.
N B. O s< bredto Runel roga sos Snrs.
amadores de agricultura e b 'tnica de o
nao confundir-era com os Charltlans que
tio indignamente abuzaro ha das de sua
onfianca.
Alera de que elle atreva-se a lisonjear.se
que merecer a eonfianca dos oonhacodo
res p-U fresquidio bjm arranji e aparen-
ca de eus vegetaes o aatq que pora a
prefiencheros desejos desses senhores.
O Snr. Rimel encarrega se tanib-m de
mandar vird En opa as encommendas q'
Ihe fizerem. EHe se transportar a ca a das
pesoas que Ihe fizerem a honra de o m indar
chamar. O encaixam -nlo* para o interior
i r-se-iio com toda a cautella que exigem
as snbreditas mercaduras. O seu deposito
he ama Noa n. 17, na livraria Fran
ceza.
Arrenda se hum Vinculo de trras
lavtadits a de -reacio na liba de S. Mi-
guel no piteo da Magdalena, sitio da viu
va D. <"aiharna.
_. Qiiem p'erizar de um preto ptimo
nul.r 1 dii.ja-se a ra do Fagundes sobra-
di D i5.
_ Precisa-se de allogar huma casa ter
feaj com cmodos para p-qu<>na familia ,
loada quintal e cacimba e nio exodend
* ios rs. meosaes : quem a liver annun
ce,
_ De hum dos sitios da Capunga desa
pareceo no dia 3t de Janeiro huma vaca
com huma cria hum garrolinho preto ,
e huma vaca raposa; a ptimeira he de cor
esbranquicada, e o bezerro beam-relloa-
em.do: as pessoas que das ditas rezes ti
verem noticia, ou as tirerem apanhado dis-
persas poder avisar a su dono Jacinto
Moreira S -veriano da Cunlia ni ra do
Collegio que gratificar alsim como oft
prompto a salisfazer qualqner deslruicio
qoeells- tenbi litoem lavou'as
Roga-se pela segunda ve ao S". Jo-
aquim Machado Po tul a e Francisco Ma-
chado Teixeira Cavslcanti ou a sen- pro-
curadores nesta (traca quejrii dirigir-se
ra das Larangeiras caza D la para tra-
tar de negocio de su interesse.
Jerdeu .se no dia primeiro do corrente
desde a portado f le:cidoGervasio Pires .
ate a estrada da S I- d-.de hura crdito dr
sei^centos e Irese mil e tanto res deque
he credor Antonio Alves Bandeira Campe
I, moiador na povoacio de Hebiribe e
deveiior Pedro An'onio de Albuquerque.
morador na Villa do Ir quem o achar diii-
ja-se a casa do bm. (. api lio do (/ junto .
Igreja do Rtsirio da Bja-vsla qu- sera'
recompensado, isto no praso de oito di s
Srs. Luiz Antonio Rodrigues Es
teves Francisco Aritoni.. Ramos F an
cisco Zumban de Alenla Pires M no
[el da Silva Leito roga-se pela terceira vz
para que ao ou mandem pessoa auth risa
*ia u concluir negocio de que esli h-m o
fado para que nio cause esla demora
maioi eucommodo e com pn juiso que o
d pcis Vi m recahir sobre os meamos Srs.;
dirija t-se a lora de portas n. 104 das 6 as
7 horas da oaanhi e das 5 da tarde em
fiante.
_ Um pessoa de capacidade offerece se
pa ensinar primeiras letras para d.s1..
prapa aihe di-tamia de tinta legoas ; a
pessoa a quem convier t radar esta res pe
lo dirij se a L j 1 de Lrvros por bailo d
Tyii'g'aiyhia fidedigna, que ahi se dii.
quem o pretendenle.
Botnica e -\gi icilltura.
O Sor. Ramal florista inembro dosoci- t^> A peesoa que livor ira uta ftaut m
bom uso e a queira vender, procure ara. O
nasa da Nev ..* travesando Tbeatio. que
a hi ochar com quem tratar \ na raesma se
p-Oeisaj de hum b .m pad- no a pessoa quo
eotiver fiestas circunstancias pode dirigir-
so para o ajuste.
_ Quem liver um Oratorio de dois pal-
moa e meio em bom uzo e nio preci-
so ter molduras oudurados: quera qui-
ser vender innuncie paia sei procurado,
Quemquiser comprar a* M moris
Histricas do Rio de Janeiro, em raeia en-
cadernacio. Esla obra he utilis.-ima porqua
ennerr.s umitas particularidades do nosso
Impeiio ; dirija se Praca da Independen-
cia luja de Encadernador D a6.
- Joaquin Jos de Santa Auna Bar-
ro- fas scieute ao publico que as suas
Aulas de Primeiras Letras e Francs se
achio abarlas desde o dia y do correnta
mez no lugar do costuran como taoibem
principia a ensinar Latira do I. le Fe-
vereiro era diante : todos os Snrs. P-es
de Familia que arabicionao o augmento
d s-us Albos e q' do seu prestirn se quei-
rao ulilisar dirij5 se a F na de Poit.s em
a ra novideSmto Amaro, caza D. 3.
\dv^rte que o estipendio mensal dos de
Prirai iras f, tras ha de ilfn to rs. ,.os du
l'Vancez 3Uooo e os de Lino Uooo
res sendo o desvello o melhor possivel,
nomo se poder ir observar a qualquer ho-
ra dos das uteis, deixaudo a censura dos
ex peladores que -a isto se q .iserera
propor.
No dia a a 3 do prximo mez de Fe-
vereiro partir' da Baha em dueiiura aa
porto de Msceio a Saic.i de vapor Todos
os Santos onde pretende chegar no dia 3
ou 4 (' raes'iio mez para com demora
de seis horas at dez seguir viagem
para Pernambuco, onde se demorara' de 1
a dous I 1* pertendendo estar a este por >
10 de Maceio no dia 8 de Fevereiro poco
mais au menos para c >m demora de seis a
oito horas seguir viagem para a Babia
O or.de espera chegar dentro de 36 horas do
lempo da sua partida.
A pessoa queanunciou no Diario do
l. d co> rente precisar de huma ama para
o sei vico de huma casa de pequea fami-
lia ; dirija se a ra da Gloria antes de
ebegar ao Convento, na Olaria onde mo-
ra o Sor. Ignacio Alves da Silva Santos,
que achara com quem tractar.
Quera quiser trocar cu traspassar a
raoradia de huma casa aa ra da doria
numero 10, por outra em qualquer ra
em Santo Antonio ou mesmo na Boa-vis-
ta, anda sendo oito mil reis de aluguer,
tendo os rommodos qu se precisa, sen-
doaque setr p>ci de 7U000; dirija-se a
raesma ra da Gloria no mesmo numero.
Hum pintor hab I chegado prxima-
mente de Himburgo offerece os seu* ser-
vicos a aquellas pessoas que quiserram man-
dar pintar as suas casas e ti-l alhara' rom
promptido e a preco cmodo; quem
se quiser utlisar do su preslirao dirija-
se ao beco do Cabouce i5
Arrenda-se annualmente buraa boa
casa terrea a piuco ac-bada, e sita entie
a- duas estradas do Miuguinho. e Aflictos,
deironte do sitio da Senhora D. Lauriauaj
cuja propriedade tem quatro bous quar-
tos rxcelenti s sallas rslribaria e quintal
murado: os p>ete*hdentes enlendio-so com
o Esenvu Almeida, que tem poderes para
lser tal arrendamenio.
Quem aununciou querer saber a mo-
radia Ua Viuva de S-bastiio Teixeira ,
queira ter abondade de dingir-se a ra
nova D. 10.
Precisa se Jugar eis ou oito srven-
les pagando-se-lbe* duas patacas por dia,
quem estiver as circunstancias falle na
loja do Relejo* iro Perret,na ra aova Dtt*
__ Nesta Tjpog fia existem duas cartas,
para o Snr. Manoel Ferreira d Atoo*
rim mor-dor que foi ou he da Boa-vista
na ra dos Pires, cujas fors viudas de um
Cert 6 mu naoto, e ha ja paseados alguna
mezrs, que por se ignorar quem seja os di-
tos Sur.-., se as h 5 .lmur alo seos se as en-
cegar apesar de ja se ter annoociado por
varias vezes.
A peasca que annncion no Diario n. a6
de pierisar de 4 ceios mil res ajaros,
quen ndo a |. i* por centoao ases, sendo
estas firmas de p ssoa seguras, derija-sa a
ra da SanzaUa vtlba venda a. ti, sa a\i-
lquaaaodi.



I *
DIARIO DEPRNAMBCGO.



i
i,
i i

ii
I:.
Casa D }$ ro d* IJu< viia mi04 se s pi i mearas I*
lias giarainal ci d.i ling.a m itero ari
lluro. Oca e g-jnj-lrn pratici por pr-c
coiDiDudo e na ni-sma casa entina >< i
meninas a L-r escrever copiar, bordar ,
cosvr, fic. por prr-co commodo,
Ir- cist se de una pelo serrador, pi
ga se por du i ii porseira na ra da prn-
aeirana junio u lauque, d'agoa. na me.ina
vende m* um teireno cono ao, palmos de
ii ni.-e. d,.jde (linios cun algumas b*m
felorias sil > di fronte da nlwira do peixe
e 27 canga de amaiello a 7000.
N-> Rio 1 ..|i Inii!)' I.ii ach-'da um--
tioxa ruin algUQM loupi e oulros objetos
roai ; quem |dr s^u dmn procme-a tc>i>
do raen vio Perreira ni rm d ras D. 18 (jiH dando o s gnaes I lie sei
entregue.
A profVssori particular, qu mora
no 1 and,rdo sobrado D. 10 dtfroole
do llie.ii,u f vis-* as suas discipulas e a
quem ranvii>r que se acha no ejercicio
de seu m ciUerio
No da Si-xli fe ira i. de Fevereiro
5 6 bo>as da lard- perdeo-se um ocufo dr
iinacao d prata dentro de urna cdxt
de marro.juic. encimada ja vrllia d 1 R -
cif.- a iua ilusa e praciQba (Jo Livraroen
to qu-m o a li ,ii ,iii.' endo restituir leve
a iui nova oa loja de louei que s.i rccom
pensado.
_ D^seja-sf sab-ra tnoradia do Sn<
J11 quira ... ai- -s de |i i)o-.i a Oro da se
HiK'iilr g.r u.na caria vindt da Cidaded
P.no ou procure em cisi de Manuel
Francisco l'ouies no Recife ra da san
Sala vi-.ba,
A p-ssia que no Diario de 4 'lo c r
rente aniiuiii'ioii q >etrr dat 4 000.000 apre-
m.o Unij se a 6 pintas sobrad D, 3i.
que alu s du quem pieci-a ; das J boras
a* 1 da maull,
1 1 cia ai- d' um rapaz po'luguez
ou brasileuo |(ra um. loj de fi/eudas na
Paral.ib. ; na ruadaC'Uzn .41.
~" Ua ae ociei],tde em urna ilns mellio
res venda* na Boa vtaia dentro da libeira,
qulqu>r rpa? q^i Ibe env.-nli*, pm
que a UI14 V; n M fat UBMUO O- gOCIO e CU
Uio o dono Urlla, la/, urna vi igem para lora,
Ibe cu. v.ii) dar si ricuade pata limar cotila
delta ; e i.a falta se (Imite uro rapa/
que l .ine cuna pur bataneo dando i -do
a s.ia cuiiUueu queai pretender mb.s os
iitgocios. I..I..-.I telonio Joaqun Fereiie.
L)e ja s. f..iar ao !>r. Jaioniau Lu
Feni 11 es a tia de se Ibe eutirgai
_ urna Calta vi..da da Lid.de da Riiiia ou
i Ji sea iy d. Cru a casa de .Vlaiii.el
J..se Aun.i,la Co-U dcfionle de Joi>
Carotl
Precisi se de 4.4 0,000 a premio po>
lempo de 1 anuo ando se paia aeguran-
C* peno li*r 8 ; quein quiser dar au
IIU lele
-- Mr. Kissel relojoeiro franepz no
aller'o da Bja vista acha-se pruinplu a
conceilar qualquer /elogio ue llie aeia
cuiilid.l,i prli ni iis c xiiiuodo pieco j elle
obii',i-sea esliiuir o diuiiciiu que me,
leceidoeui pagamento de qu.l.juer con
certo que nao iur bem execul.ido.
"~ Eiu casa do Gjlitalo los di Cos
taeSa moiudoi na ni. lia M de IJeos
p;.. um. cnia nda Ue poilu;,| para o
bi.J.oe ti riiaidv. itnoes, rgase pui Lin-
io u dil > a bem de sru luleiesse queira
ir recebe la.
qiiHin quiser carregar ou birde passogetn ,
linja-seaua seus consignalarios N. O Bie
b-ri Companlna ruada Cruz n. 63.
PARA RIDOR JANEIROsabir al
10 d.i correntio B igue Triunfo America-
no, quem nelle quiser carregar ou birde
itasi^ein dirija-se ao < 'apila j Manoel
Sim'* na praca do Commercio.
F.t RAO i'ORTO saldr con a brevida-
Je pj.^ivel o B igije l'ortufluez Flor de
das
Iteiiiz, Capio Js Thunnz de Li>a
pi-m 110 mesm-' quisir cariegar ou Iur de
pauagi'CB para o que lem excrlleiit s com
nodos eutenda-se com o dito C-:pnio ,
;u c-im Joaquun Jos de Amonm.
I'ARA Rl DK JaM'ICO saldr
poi toda .ipie.enle semina o Brijjue Br.si-
leiro S na Harta Boa SjiIb qu .> de recebe! algumacarga miada afiele ; a
|iiem coiivier carregar ou birde pissi;em
pode en ender-e cjm Jos Gont*lvea Cas
c ) na rua da eadeia? n. 4^> <>u com o aclu-
I i'apilo Jos Jo. q dm O1.15 dos l'razeres,
na praca.
PARA LISBOA o BriguePo'lu;uez S
!) mi 11 >t > s por ter a maior p.rte da car-
>a prompa ; (uem quiser caregar oq liir
1^ passagem dirija se a H-icilano Miria
15 -saobO cu ao Capitio na praca do Cm
'Ueicio.
PARA LIVERPOOL o bem conhecido
Rrigue Ingl z i;ybe|i-, Capillo W. A irom ; quem qui.er carregar ou bir de
pasiag-in dinja-so a Me. Caimoot &
Cowpanhia.
FttETA SE para Montevideo o Biigne
E.cuua Americano N cholas Bddbi, novo,
f-irrado de Cibre e l^m exc- lenles c mino
dos para passageiroa .egue com toda bre
v dade : a tratar com L. G. Fe reir &
Alallifirld.
Leil o
_ Qj- lazem M\ Clnoont & Comp
nlii i por via d corretur g(*'al Oliveira
de varias fi/enda limpas r av s no
sen >) m di iua da cad aD 65, Qi*r,
la f ir* 6 do correte p-la9 10 hoias da
iianlia em i; iniinii.i< 1 .10 j'i principiado
> id \) de .1 'iieiro iiliimo.
_ Do armasem u. 10 da rua da Cruz ,
h'je Teiyi f ira as 10 boraa e melada diu
C o tn p r a 8
Pao de latajuba : defronle do trapi
ebe aova cas. n. 18.
Escr-ivos para fora da provincia : na
ma das Cruzcs sobrado de um andar De
cima 48.
Vendas
Avjsos Jlantiiiis
PARA O AS5' o Bngue Ecui.a Bra-
sil.uo Ar-.c.i'V Alestie J o Anl nu (|,
Siiva aalina no ia 6 do coirenle, qu in
quiser ca i. gal uu liu d pastagein dirija-
se a la.lar com \uloiilu Jo-qumi de SjU/.a
Ribeiio, ou o dilo Mes re a boido.
PARA M1IL UELl'lilA o bem col,H-
Clllo Rilgue A.ieiic.li iN.Vane, nu (ll-
fcO ai A u CJIleiile j (jil m i|in-er bu
de passogr-m ilmja-seao e>cii|iiri de L
G Fuen txc llt le <*<>nn'.dos
TARA H M BU ROO por ter parte de
lia caiga engajada e sabe mu beve o
mullo veiteno e bjoitu Brig ie Hnnbur
't.z C iine Cap lid J. J. Posiu.uer,
raceb* curir* por in-to muito com modo ;
Umpocaode cera de carnauba p
dnas graodes canora de amaiellt basl.nte
.".'os.as, camjahS palmos de compri
ment : a f illa> com Manuel Francisco da
Iva em a sua loja na pracinba do Livra-
mi'iilo.
_ Cb aljfar d'to isson e isson se
km ^erveja preta e branca quei|os lon-
diino mullo frescos viuho engariafado .
das m Ibores qua'idades frasqoeiras de
ginebra de H llanda, gigos de clMinpagnhe,
. culos de ver ao longp cadeiras A nerica-
11.s, batatas i/igl z's, salmio de latas,
culi.el vas sdeli./. em vidios e c.ii.xa pa
i.acea latas com Unta graixi sal de
gob salem gigos cam'ixaf de mad po
lio de ri.cado e de baeta ineias d>-
ilgodio e de I bon para marojos em
P"'Cao e a retalhc linta de esc ever, vas-
,.,uras de pelba americana c.misas de
meia, igoaardfciite de franca, calsas d^
i>m cli p.os amei-icaiios caixas cvu
I os foros ilie.no-nei es, grammaticas in
;;leds ; na rua d> C>uz n 4'-
_ Uma escrava de naci, bonita figu-
.1 ijue icpieseiita a5 anuos, coznb
10/fclii, lava devanella, e boa quiln-
lina da III quem a pertfider dinj -se
.1 luado Vigario n. 17 no te caira andar;
I- maulia l 9 doras e do m-io dia at as
i da larde quo^acbat com quem liac-
lr.
Um ptimo violam com ricas vos
na rua nova loja Francesa D. II.
-- Uma bonita escrava de 24 a a8 naos
de idade cozifih* o diario de urna caja ,
enguanta e faz todo o mais gervic >: na
rm ueila do lado da Igreja doLiviamm
lo sobrado D. ao.
Um.mol que Je naci cabinda de
mui linda figura lem 1 f\ a |5 aunes de
idade sem vicios nem acilaques tem 6 pal
nos e meio de altura, du*as mol-cas de
n icio Ijanda uma tem i5 anuos e a ou-
Ira ia; e um bomescravo muito ladino e
fiel de naci rebolo, e de i\ annas pas
sandoa igr.eja dos Martirios no i. an-
dar do piiineim sobrado.
Remedio para Erisipela feito na In-
glaterra e aprovado pelos melbores pro-
l'-ssores de me.tecina daquelle paiz: ua rua
nova loja de ferragem D 18.
Rap de Lisboa ltimamente chegado
a 5o rs. a oilava b ;i s peniambncanas
de cera de carnauba, de 6 em libra iguaes
is de Lilbaa .-.v .Ihas de baiba e ca-
ivetes suprefinos, e oulras muit s miude-
z 'S tn lo a pirco commodo : na rua lar-
ga do R /ario loja de miudezas D 7.
_ O, seguinles livros : versos de Belmi-
ro pastor do i).-uro a voluntes em broxura
novas por aooo, Telemaco em poriugoez 1
volume encadernado novo por Feuelon ,
Jo(,o grammalica fraucez iur Constancio
1 volume encaderiiada por aooo no atier-
ro dos anegados passaudo a casa do Sur.
iii ii" casa terrea onde se arrancbao roa
tu'os.
_. Uma negra de angola boa cozinbei-
ra eengominadeira : ua rua nova a.
_ Um cabritilla com idade de 11 anuos
pouco mais ou menos, proprio para qud-
quer offieio : na rua estreila do Rozario D
10 no pnmetro andar.
_ Cal branca a loco o alqueire, eiima
porco de lijlos para alicerce : na praca
da Bi>a vista D. i5.
_ Uma negra rooc, de bonita'figura ,
com idade de ao annos : na rua velha De
cima 9.
Linterna de vidro liso, sem uzo
algum com oa seus competentes canicies :
no pateo de S. Pedro lado esquerdo De-
cima 6.
Uma preta creoula com 3o annos de
idade, bem parecida cose cb engom-
ma liso ens.b a. e cozinb 1 sofrivelmeute;
ua pr. ciulia do Livrinienlo D. a6.
Taboado de Pinbo de toda a largura *
cumplimento : no ai masera por delraz da
casa d.i Op"i a.
No atierro da Boa vista na casa ter-
rea que fica defronte do sobrado do Snr
Joaquun Candido aop do lampiio, pom-
boa bileoies de muito bom rassa todos
de co< cuiuja
Urna negra de id 1 Je de a6 a 3i an
nos com offieio de tiipeira e m.-mo pa-
ra fora da provincia : na rua das larangei-
ras D. 8. 5
Um sitio na Magdalena, com casa de
pedra e cal com copiar cozinlia lora ,
estiibaria parad is cavallos qu ni I mu
ado para galiuliai, grande baixa para
camin ; bistantes arvoredosde I nietos, e
terreno para 5 vaccas de leite : na rua d*
Flori nliua no sobrado novo ao peda mar
--Ero pequeas ou em grandes porcs ,
v IU- de sebo a pieco commodo : na rua
da cirnbi aimasem d assucar D. 5.
_- Uma l ni ,1 de bano com muito boan
vozes ai. tbodo e varias msicas : nesla
Tipografa.
Una m lita moca de bonita figura ,
"com.mudo boas babelidades : na raa da
Peiiba no pri.iieiro and.r do s brado da
quina por cima da vend de garapa.
Um escravo do 40 annos de idade ,
muito p.opilo fiara o servico de campo por
entender muito de pliiit.coes por pri-co
commodo : na rua do Queimado 5 loja
(1 miudezas.
um nenegirico ao lado do" joelho direito
tem uma grande secatriz ; quem a pegsr |.
veaseuSr Antonio da Costa Ferreira do
armasem de assucar na rua da Cacimba nu-
ra -ro C ou na rua da Cruz no sogunda
andar do sobrado aonde roorou o Snr. Jos
F-rnandes Eiras que geurosameuU gra-
tificar.
- No dia 21 do passado fugio um ne-
gro de nome M.uioel b.n'xo e grosso do
orpo de naca S. Tbom tem a falla
muito vagarosa no pa direito junto ao
tornoselo uma grande costura procedida de
uma ferida que teve levou vestido nalsa
de estoupa grossa e camisa de algodio de
m inga, curias e levou comsigo um caneco
pintado da verde ; quem o pegar leve a
casa de Joaquim de S,ouza Pinto que gra-
tifcala.
No dia 10 de Dezembro de i838 ,
fugio uma preta de nome Anna levando
*aia de riscadinbo azul camisa de algo-
doziuho de id do de 4o acno* muito
alrapalhada da lingoa piuco retinta da
cor, pernas finas cspgada do 'carpo,
esroalmad* dosp-itos com o deJo do p
direito cuito e t irlo para fora desconfia-
se estar occulta em certa, cas poris.o se pro-
testa com lodo o rigor da I-i contra quem a
liver occulta quem a pegar l -ve a rua das
Flores D 5, que ser g'atificido.
Roga-se hs aulliondades policiaes ,
capitaes do campo e pessoas particulares
desta e mais comarcas, hajao de empregar
as suas vistas sobre um escravo creoulo do
nome Eduarde de 3o a Ja annos de idade,
olficialde sapat'iro altura regular se eco
do corpo; bem preto cara lisa denles al*
vos, quando falla gago ja muilo fiata e
se intitula por forro, e muda o nome para
oulro qualquer quando anda fgido e
gosta muito de andar a cavallo fgido a
a8 de Novembro de 18J7 este escravo
fui do Sr. Tboniaz Ferreira Ramos e bo-
je he de Justino Candido Mmdelo mora-
dor no Brejo da Madre de Dos j a pessoa
quo o pegar ou dejle der noticia certa quei-
ra dingii-se a rua do Raugel 011 no for-
te do manos prensa de algodio a fallar
com Elias Francisco Mmdelo eu ao sen
Sr no Brejo que ser generosamente le-
compensado.
Muviiuento do1 Porto
Esc ra vos Fgidos
Maria de naci cl.bar, vendia pan-
de l ao p da ponle'da B a visla da p^rte
da rua nova e por ser alta be bem conbe-
cida por Maria grnde lem uma velida
no olluifsque.'do bem parecida de eicots
ps bastantes giossos no dedo grande do
pesquerdo lem uma grande coitura de
NAVIOS ENTRADOS NO DA a
M.vR NHAO' e Cear trazando do ult rao
parto 11 dias Escuna de Guerra N'a-
conal Piruja (Jommandanle o Capilao
Tenente Roberto tl.ydeu conduz 07
pracas do i.Balalliio da brigidi'de
Pernambuco, 6 presos sentencia los para
Fernando c um a d spos cao do Ev o.
Presideule da Provincia. passag iros
um Capitio Tone 11 le, eumi. Teen*
le da Armada N. I. e um estrangeiro.-
LIVERPOOL; 43 dias, Biigue Ingles
Cognac Hackel de 181 tonel. < p J.io
Tudbmtei, carga varios gneros : a Ro-
za & Braga) passageiroa o luglez Richard
R-^ynol s sua roullier o um lbo.
PlilLiDELl lilA ; 44 das Bngue A-
m. iicano L'-xingl 11 de ai.j tjnel. Ca-
pitio M. Bell, carga familia echa;
passageiro um Ameiie.uio.
SAHiDOS NO MESMO DA.
MAR.\NHAO* ; Brigue Escuna Nao. Lau-
ra 1. Cap. Luiz Ferreira da Silva, car-
ga vano, gern ros ; passageiroso.Capitio
de Mar e Guerra Fiancisco de Ass
Labial eT.-ive, com sua fa.niba Jos
Giegrorio Loureuco e a ti escravos a
eutttg*r.
ENTRADOS NO DIA 3
DA COSTA DE PATAG0N1A; i'ao das,
G.l-ra Ameiicaua Jovem de 16 tonel.,
Capitio Asapb R Jaler : ao me rao Ca-
piio fon liou uo lameirlo e segua
para .V w Belferd.
l'Eaj. waTxr. di k, r. db r,- i83q
BS
--J


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EP5MWZ13W_0YMEBZ INGEST_TIME 2013-03-29T18:38:18Z PACKAGE AA00011611_03726
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES