Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03723


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Full Text


Auno XXVIII
Sabdado 31
deJulho de 1862.
1N. 169.
DIARIO DE m PEMAMBICO.
wntqo iuborioAo.
1'AUiHXNro Aduhtado.
,Iltlmlf............
foricnifstre..... *
rol toa j1|0'11>rlowtiiiBnii,
, .i 3 de Julho Ulna*... 26 de Maio
...hio. a de Jilo S.Pulo. 18 de Iudo
""'?,adedito a.deJ.. 15 de Julho
ParaUba 20 Je Julho Babia... so de Julho
4/000
8/000
s/uao
4/500
1)11 Di IIH1 AUDIEHOlA-1.
20Seg. S. Syufronlo.l Juiod' OrpMo
27 Tere. S> i'anlaleo J, e5. s lOhorai.
medico. l. tur tocivil.
28 QuartS. Inocencio3. e 6. ao meio-dia.
20 Quii. S Manila. | Paienia.
30 Sext. S. Donatilla ; 3. e 6. ai 10 horas.
8, Rufino. 2. ora do civil.
3ISab. S. Ignacio. 4. e sbados ao melod
I linin S. Anna alai Atlaro.
da >s Virg;m- jfercas e sbados.
Uresceate i 24. al horae 17 minuto!da in.
Chela a 3i aoi7 minutos da inaohaa.
Mingoan te i 9, as 5 boras e 48 minuto da m.
Nova illi a > bora 46 minutos da wanha.
riuaiBDi atOJ
Prlmclra s 3 lioral e 42 minutos da tarde.
Segundaas l horas e 0minutos da uanba.
>
lilIlOil 0 OOBBEIOi.
Oolaana e Parahiba, s secundas e aextas-
felrae.
RIo-Crande-do-Norte e Victoria as quista*
felraa
Bonito,Caruara, c Garanhuns no l'e I6rlecada
MU.
Flores,Ouricury.F.xu e Boa-Vlata 13 e 28,
Ollnda, lodosos das.
Todos os Correios partem ao meio-dia.
aTOTIOIAl STllANOlCIKAi.
Portugal lide Junhotiustrla .. 2jdeJunbo
Hespaoba 8 de dito Suma.... i de dito.
Franja.. 8 de dito Suecia... lide Maio
Blgica... 5 de dito Inglaterra SdeJnnho
Italia.... 1 dedlto .E.-Unidoi 23de Maio.
Alem.nha. S de dito Mxico... 9 de dito
Prussia ...i dedlto (California I de dito
liii,-iiii..rc.i .! .! M..i iChlli. >0 de Abril
Russia... 28 de dito Hueoos-A- 3dcJulbo
Turqua. 26dedito jMoulevideo 5de dito
CAMBIO! SE 30 D*
Sobre Londres, a 27 27 '|, por
Paris, 345
Lisboa, 00por canto.
ITAII,
Ouro. untas beapanbolai....
Hoedas de 6/400 reinas.
de 6f400 novas.
. de 4/000........
Prata.PatacOesbrasilelros. .
Pesos columnarioi....
Ditos luesioanos.......
JUI.HO
d. i/ooo
........29/01
........ lb/Ot
........ 16/80
........ 9/00
........ 1/92
....... 1/0
....... 1/800
Appcllanta, o juizo; appellado, Manoel Jos
l'ereira.
Appellante, o juizo ; appellado, Rento Jos.
Appellante, Josquim Antonio do Forno; ap-
pellado, Jii.'m Lopes dos Santos.
Appellsiile, o provincial do convenio do
Carmo; appellado, Jos dos Santos da
Silva Jnior.
Appellante, a lazenda provincial ; appel-
lado. Antonio Luiz Coucalves P'erreira e
sua uiullior.
Appellante, o juizo de orpliSos ; appellado,
juLOAateNTOS. Fancisco Antonio do Souza Azcvedo.
Ilaboss-co'pus e Filippe Nery de Sou-I ppe||aIlte. Cabnol Antonio; appellados,
Francisco Antonio de uliveira & Filho.
Appellante, Lourenc Maria da CodceicSo;
appellado, Luiz Antonio de Lomos.
O Sr. desembargador Souza pedio nova
distribuido para a appollacSo civelem que
sao
PAITE OFFICIAL
TKIBUNVL DA KELACAO*.
SESSO DK ai Ut: JULHO UE 18.M.
Vrtsidincia do Exm Sr. conselhciro Aievtdo.
U 10 horas da manlila, oslando presente,
0, srs. desembargadores Villares, Bastos,
Leao, Souza, Rebollo, Luna Freir, Telles,
Pereira Montmro.e Valle : o Sr. presidente
declara abena a scssSo.
zi..Negaran) s ordetn de soltura.
Recurso.
Recurrente, a junta municipal da Anadia;
recorrido, l)r. Manoel Ro ingues Leite Oi-
licic.fs3o tomaram conliecimettlo do
recurso.
kggravo.
Aggravsnte, Lourenco Luiz das Neves ; ag-
gnvaJo, o juizo. Ueram provimanto ao
agravo.
Appellaces aven.
Ai'pollante, Joo (oncslves da Silva Iteis;
nppellncla, Mari Vcnincia de Abreu Lim
Baslos. Conlirmsratn a senlenca.
Alquilante, Jo3o Barbosa de S ; appellado,
Jos Bmlor de Araujo. Coiilinnaram a
sebienta.
Aupellanle, Joo Tsvares Cordeiro ; appel-
lado, Jos Goncalves Bellrao.Confirma
mu a senlenca.
Appellante, Antonio Jos Soarcs de Avellar;
appellados, Antonio Germano lligucira
Piulo de Souza c oulros.Cotilirmaram a
senlenca.
Ap; olante, o curador geral ; appellado,
Jos Huberto de Morses e Silva.Conlir-
niaiam a sentones.
Apicllanlcs, a viuva e lilho de GaudinoA-
goslinlio de Barros ; appellado, Jos Can-
dido de Carvslho Medeiros. Confirmada
e reformada em parlo.
Appellante, o procuralor fiscal; appellado,
Francisco Jeronymo da Fonseca.Julga-
ram nullo pela incompetencia do juizo.
Appellante, Maria da l'enlis de Franca ; p-
pcllado.loo de Abreu Francs. Julgaram
nullo de folha pela incompetencia do juiz
Appellante, a mes diSSOlvidt da irmandade
de Nos* Senhora da ConceicSo de Bebe-
ribe; appellada, a mesa actual.
iiim i.iiiL'lnii,,.
Ao Sr. desembargador Valle o seguinle
aggravo em que s3o:
Aggravante, Jos Antonio Bastos ; aggrava-
dos, os administradores dn casa fallida de
Lenoirr Puget & Companhia.
Appellante, o juizo; appellado, Pedro Bap-
li-t i dos Santos.
Ao Sr. desembargador l'ereira Monteiro
a seguinlo appellacjl i em quesSo :
Appellante, Manoel Antonio Gomes lliboiro;
appellado, ojuizo.
Ao Sr. des'inbargador Villares a seguinle
appellacSo em que sao
lo o oosso offiuliio nailon! teni inters^
provar a superloridade do governo repi
talivo. ... Ora, be..... pouco morlilicantei
despotismo triumphar lo genliuenle, c ti'
se til e popular e esta inortiticacao aug^
ta porque a Inglaterra ajunilica. Kdtes deSj
las faiem bastaotcs cousas boas, e nos nao
zemosnada absolutamente... Que direito le
ri* de os ceusurar euiqiiaiilo nada li/cn
A Europa zoinbai da criticas daquelle
fallando mal, menos l.urm. Uin dos supplii
eternos do inferno era gyrar eternamente; _
rochedo que cabla seinpre, ou deitar ago 'esa
um tonel Turado. Eis-aqui onde ebega, raplrfa-
inente o nosso parlamento.
O pretesto para ludo isto, be o systema
constitucin! e o governo pelos partidos....
isto he que a legislacSo fai como ella he no
nosso magnificor&t'belecimeiil' de Weitmlns-
ter, he um puro jogo do acaso onde se legue o
inelhor e o mais astuto conseltio. Em redor de
uina mesa os jogadores denoininm-se alterna-
tivamente por cores. Abolio-se por toda a par-
le o logo, para concenlra-lo smente no esta-
do maior da ordem e da le | nao temos mais lo-
teras, cicepto aquella em que o poder be a en-
trada, c a nacao uo tem senao bilheles lir.in-
cos. Que lempo durar isto ? l)izem-nos, con-
descendcnteuiente que lodos os males se cu*
raui to smeote ueste paiz. Sim, mas com re-
presalias. Mm, mais de uina ves o nial se te
curado smeute na Inglaterra, mas por mel
de revoluees Somos um povo loleruite e pa-
ciente mas por lim nos revoluuios, e eutao fa-
zeinos as cousas couipletanieute. Desde o prin-
cipio deste secuto, temos tido urna dusia da
movi'nentos serios, causados pela inercia ou pe-
la pertinacia do parlamento, e coroados por re
sudados que os polticos da vellia escola cha
iiavam revoluces, roubos, sacrilegios, e as
mu por dame Estes termos curemos lor.nu
lo trequeuteineole empregidos uestes ltimos
oploles, todas ascrencassao representadas.....
filie confia que esta solemne administrarlo po-
tlin as nossos males e que o povo do can-
de Fribourgo aqui reunido se mostrar dig-
(l.i liberdade e da independencia por sua al-
inde calma e tranquilla...
O Sr. presidente propozem seguida que se
mpletaes,e a coiiiiiiiis'o, todos o% uomes
ste acto de soberana popular lie app"ccia-
da do modo seguinle pelo Jorinu ic Debis
Sabe-se que depois dos aconleciinentos de
1817 o caoto da Fnburgo he govrrnado arbi-
trariamente por uina menora radical, qual
o vencedores tecm garaulidu o poder alguns
annos, suspeudendo lodos os direitos dos cida-
daos. A maioria docanlo nao deiiou jamis
Appi'llanti'S, Guilierme Augusla ito Miranda icnipos que elles perderam multo de sua loica,
por seu escravo e uutro ; appellalo, Jos c h. pessoas lespeitaveis queprincipiam a n.e-
Mana Eustaquio Vieira. ditar arevoluco. coulisco c sac.llegio bem eu-
L-vantou-an asestas 2 I, .rasern^ ^ffS^SSSSS ZT^Z
EXTERIOR.
ppreacnlados sao adoptados por unnimes ac- de prolelar coui-a cate estado de cousas (|ue
claiii.u ..rs. a coimnisso se acha couiposta do tein sido maittido at aqu pela (urca, rnt des-
inodo seguinle:
Presidente. OSr. Carlos de Hlaz, ex cou-
tetheiro de estado (preso J
Vice-presidente. O Sr. Wuillieret (LuiJ
de Roinont, advogado.
a Os seuhores. ondallai. de Nuvilly. de-
putado do grande conselbo.
a Harisvvjl, d'Alterswll, (preto.)
Diesbacb (Ainedo) du Brestheld.
Preiset, (samuel) notario em Montier em
Vully (preso)
a Alouraz. do Grandrillad, Degociante.
Perrler, (Fernando) d'Estavayer, coronel
federal.
Glasson, (Bonifacio) de Bulle, uegociante
ex-deputado,
a Von der Weid (Alfredo) ex-chanceller.
Giivet, d'Attaleos, profeasor da escola can-
tonal.
Miil-m, advogadoi de Fribourgo.
Cbollet /'Jos) cominissario geral,
PdSou-se depois a adopeo do programina
beiu conbecido daasscmbla pela distribui-
9o que fui feita. Os artigos o lido em fran-
cs e allemo dos dous ladoi da tribuna e suc-
cessivameute novamentc approvados. Oprimei-
ro foi modilicado. i i.r era ai&im coucebldo:
Para este ellelto. o povo de Fribouigo :
).* Heconhece ser chamado para piouuu-
pclto de todas aa pelic.dcs e recUma^des deseja-
das s autoridades federaes. Kste auno a
maioria lliiha couvocado beus partidos para
urna reunio geral na aldeia de >?oiseux para
ah faicr, apezar de todos o eforc.os do go-
verno, apeiar mesmo das violencias que elle
tem pmmettldo, un demoustraro que po-
desse convencer a Suissa des la veidade, que a
immeusa maioria da populado xa com elTci-
to opprimida nocauto.
Alm disl'j para nao serrn aecusados de
querer perturbar a ordem, coocordarain no
programma da reuuio que ella se despersaria
depois de um s discurso, e que este mesmo
discurso bavia de ser inuilo pacifico. Foi com
cuello o que leve lugar c apezar das prizdes,
apezar de ser vedado os lugares pblicos pela
furca. e das requiaices de cavallos afim de im-
pedir que os cidadaus podesacm ir a reuuio,
ella aiuda contou peno de quinte mil asslsten-
les. Vi Suissa, esta reuuio leve loda a im-
portancia de un acontecimeoto poltico.
Armande ferint.
( Pieste. )
a sorle dos oulros abusos? e fosse possivel
achar-se de repeule algum remedio breve e
decisivo para eutregar a obra do paiz mus
FUAWCA. mais habis ou mais activa? Ha no mundo
Parla, 2(i de maio. urna certa populacao que loma a le enlre as
Opovoinclez pretende habilualmenlc que j suas proprlas mos quando^ os tribuoaes nao
* ___i...........i.,,,, .tu. -i ii i
os cstraneeiros nada entendem dos seus neg- proceden! bem, e este povobc de raca ingle-
cius etiueein tranca, por eneinplo, elles sao aa. Podercinos nao recorrer ao eipedieute das
vistos semprealravea dos oculosfrancezcs. Con, commissoes le vigilancia da califorvia ; mas
IUnUu.|u..uUjU... cordaremos que ha nisto aliiumas ves raiao- chegaremos,,t jaolemos MM nm.Us ve.es .
ApnelLnle.. M..- da Penli.'ie Franca e'ou-e he porque prelerimo,ver .eHe-e.mo Jugar ^^^^f^J^d
Julgaram nullo de folha 227 em dilato, c
i em observadores supcrliciaes, ou prevenidos, tos, e aiuda que as tremas deslas deuionstaa-
negaraKi proviineoto ao aggravo. oa (na|evo|u,. |)e por isto que reprodujimos coes tenham variado com os lempos, ba uioaf
Appellante, Vleeota Jos de SoutO ; appcl- aaui 4S principies passagens de um artigo no- cous certa, he queo espirito que as tem jjrV
lado, Manoel francisco de Almeida.-Con- lf7ve| uuc acaba de publicar o Times [ duiido sl sempre vivo eiinc nos. Z^-
Navcrdade jamis n5o temos pretendido que | He o orgao o mais popular e o mais a
rV..--- ii .. (tercos (lili. anrrst;iiiavaii,, ut !'.>.fc-!,-
pcllsdo, ojuizo de capellas.-Oespress- .ta., o estaado lial vel de impossibilidade a que
ram os embargos.
Appellante, ojuizo; appellado, Msnoel Car-
ncito Leal. = Despresaram os embargos.
oiuoaWCial.
Appellante, Caetano l'ereira Goncalves da
Cunha; appellados, Jos tle Barros Cam-
pollo o oulro. Julgaram nlinal pruvados
usartigos de habilili<;ao.
Appellante, ojuizo da lazenda ; appollsdo,
l'rincisco Itibeiro de Unto. Mandaran
ouvir oSr, dosembargador procurador da
coroa.
DMIORI(0BI.
Appellanlo, a juslica; appellada, Manoola
Maria do Espirito Santo.
Paril 30 de maio de 1852.
Appellante, Flllppe lliboiro Servulo de Lima j i; se deve crer que estes perlgos de que lal-
t.'avalratiti; nppcIlaJa, a juslica
Apnellante, o juizo; appellado, Luiz Soa
Villela.
A|ipellante, o juizo da lazenda tff**h 'se^07rCmosvi.to lord JuUnltusiell fazer ca-
os herdeiros de Lourenco Anluuio de Al-j^ rt'us c0lulliun, ullia c,peae de c.nortaco
i mi,.un ebegado o governo e o parlamento. ~. ,
nrogicssos inaudito da ind.usu_ja, a introduc-,,
ci de nv clanes na vi Ja tteial e poltica I
embaracaram de lal sorte os lntcressea e as re- '
lacOes, que se loma cada dia mais dillicil regu- O que se passa em Iribourgo, onde o poder
. _.Q est lias mios ilo partido que se dia radical, re-
A discussao u5o pode mais seguir a marcha lalivaiiicutc ao que se passa cm outros panes
dis ueencios, e todas as quesiis cm litigio, ac- nosquaes o poder esta as mos do partido que
ciimulando-se na eslrada poltica, ubi rorniam se chama conurctdar, he um dos lacios os mais
uina como barricada de papis e de pergaroi- instructivos para o esludo do observador que
u'ios nur e.barra o cario do estado, paila- condemna o despotismo cm todos os lugares,
ment leria tido meioi de desviar os incouve- em todos os lempos, debairo de lodos os no-
nienles c os pengos desle embarace que vl mes e de todas a> formas.
crescendo KUlpro, e Ora dar mais campo ac- Sabe-te que o conselli" de estado do nanlao
cao c menos a palavra. Mas inleirameiile pelo de Ki iburgo linha prohibido que o povo se
conlrariot medida queo tiabalho augmenta, reunisse por ineiode uina proclamacao couce-
acloquciicia parece augmentar em proporfao. bida uestes termos :
"-* aiicmbtca popular pode deliberar so-
l Lima r sc deve crer que estes pengos de que lal- Urna aitcmUc popular pode deliberar so-
lanos, escapan, aos homeus polticos da logia- bre os usgocios do pan, votar, lazer propostas,
Soat'CS ierra, aaquelles que tecm maior experiencia usar do direito de pcltcao ; mas ella nao uo le
I parlamentar. decidir se ogu\erno possac anda ou nao aconiian-
llailos Ha muitos annos, naabcrlura quasi de cada fado povo. m
peilado as susceplibilidade da autoridade, o Sr
Wuilleret propc substilui-lo por um outro
cujo seutido he o segniute .
" l.v povode Fribourgo reprova o systema
politicoseguido pelo governo, porque he in-
compativel com o progresso material e iulellec-
tual do pni.
He approvado uuaiiiuiemenle. O Sr. Von
der Weid perguuta ao Sr. prefeito, se deseja
una contra prova este responde que ella fura
intil uina vezque a ii aioria nao he suspelta.
' Os artigos seguintes so approvados tem
opposico.
ii L'msmembro da assenilda tomoua pa-
lavra para pedir que a coimuissao seja encarre-
gada de empregar todos os scus esforcos aiiui
de obter a soltura dos presos polticos e ocha
uiauento dos exilados. O presidente declarou
que Uto hedas inleocdes c da missao da com-
tnissao; mas para provar a syiupatbia da as-
lembla, prope volar a inoco, o que leve lu-
gar.
A pedido do Sr. prefeito, o presidente ao
retirar-sc para a casa recoinmenda ainda uina
vez a calma, e roga aos Alemes d'alcui Simia
que nao pasiem por Fribourgo, aliin de evitar
loda a coiliso.
Agradece asseinblca a benevolencia c pa-
n ffue ni mili m ni c despede-se delta.
I.i i um pouco antes de duas boras.
i> linmediatamente tudo se poz einmoviineu-
to; cada um reune-se debauo de sua bandej-
as columnas dos municipios os mais alas-
lados pdem-sc em primeiro lugar em marcha ;
ellas ao logo seguidas por todas as outras, oa
calina a mais peifeita
Nada pcrlurhou esta immensa rcunio; a
ordem e a unio n;io deixaraui derciuar uella.
Lc-sc na Suisc, jornal que se publica em
Berne :
Bita immensa assemblca, o pessoal que a
compunha, sua ntlitude calma e digua, a mode-
raco do povo c a de seus chefes, tudo deu um
desmentido formal, csirondoso aos orgaos sein
pudor de um poder em nome do qual elles lau-
can! injurias e prc^am a violencia. A assem-
blca de l'oiseux ha de ser gloriosa e memuMVcl
uoslastos i n.ii / de Fiibourgo. Beto povo,
Apezar desta proclamacao que sejulgava re- qualiflcado outr'ora de ininuao na proclaniacn
diglda c aignada pelos uieiubros do parlido do governo s tropas que elle tinba reunido na
[DEM.
POPULAg A.
ciar por sim ou nao sobre a eooianca que elle ReUtoiio a/iresenadu ao /.residente da repblica
concede ao governo que o rege, e uo qual elle Jranceta.
s pode repeitar a auioridaue de um -cio ao Senhor. Ocenso .... populado que orde-
qual elle lie, em sua m.ioria, eslranha. instes por decreto do primeiro de fefCre.ro de
Altendenioque esta artigo parece ter des- acaba de ser terminado. Segundo! legU-
f Do Journal de ebatt. )
l.ii, "ii eaistenle, seus resultados deveham se
olncialmente veriUcados desde o primeiro de
jaueiro passadu mas nao foi possivil, apeiar
dos malotes esforcos, reunir todos os elemen-
tos para aquella poca.
Esta demora deve ser atlribuida, parte a urna
causa _.!.I, p.irte a circunstancias partcula-
res. A causa gerl c pcrmnei)te lie a necessl-
dade de obler para o senso, o concurso dos nos-
sos 37,000 inatrea, concurso que em um gran-
de numero de localidades, e mullo principal-
mente nos municipios rutaes, nao he sempre
prestado com o selo que se deseja. As circums-
tancias particulares sao as ini'oimaces iuleira-
ucule novas que foraiu peduUa pelas iuslruc-
ces inioisterlaes c complicaram a ciecuco
desta importante medida,
Kstas iuforiiiHCes sao relativas s idades.pro-
fnsdes cultos, nacionalidades c as iufrriiilila-
des ou tlifi nus externos, base de uina topogra-
phia medica reclamada ba mullo lempo.
A longa duraco do ceuso de 1851 nao pode
alm disto excrcer uina lulluencia muilo aensi-
vel sobre a aua exaclido. on.ui Jo muilo ella
deu lugar a um pequeuo numero de dobrados
enipregos, por causa to arrolamenlo dos ines-
mos iudlviduns ein muitos municipios.
Um senso geral da populacho, feilo m Ingla-
terra, no decur.no do mesmo auno, foi termina-
do em menjs de aeis mezes, bem que a admi-
(lislracao ingleza livesse, aiiossocxeuiplo, apro-
veilado esl*i occasio de rccollirr diversas esi.i-
tisticas das quaes algumas por seu carcter con
iidenclal,
em Franca. Urna tao graude dillerenca no lem-
po comparativo da incsma operacao nos dotll
palies nao se poderii explicar pela inftriorida-
dc da cifra da populacao inglesa comparada
cuma de Franca, iuferioridade que apenas he
de seis milhoes.
Klla tem por causa principal deste ficto, ruae
na Inglaterra, o censo, em lugar de ser eulre-
guc ao cuidado das autoridades locae.s, he con-
dado aos agentes dn estado civil (reoistror), \a-
la admiuisirac.ao que est sugcua ao uoveruo,
c cuja esfera de .uv.m abraca todas as parochia)
da Gril Hrelanlia. He verdade que o systema
ogle cusa ao estado peno de 8UU,00u Iraucos,
entretanto que entre nos as despeas do pee-
soal e de impressos eslo a cargo dos or^amen-
UM municpacs, aos quaes linaliiicnte elle im-
Estc vivo impulso dsdo s emlgracoes he
devidoem grande parle aos acnntecTinentoi de
i i crise commercial que foi a sua conse-
quencia. iocertexa do fuluro que tem pesado
sobre.todas as traosaccoes de 1818 a 1&D2, c
tambem, em urna certa propnrcao, descober-
la das minas aurferas da Californita, assiui co-
mo pacifcaoslo progresslva da Alegra.
Mas anda inesmo que o cenco de 1851 ves-
se tielinviite reproducido o augmento da popu-
l n, ni resultante do excedeute dos nascimentos
sobre osobitos e que as emigiacoes nao tives-
1' ni rcdusidn a cifra,este augmento serla ainda
muito inferior a aquello que os censos prece-
dentes verificaran).
A esplicacao desta .infeiiorfdade acha-se ao
mesmo lempo na dimfnuico dos casamenfos. c
por conseguintc dos nascimentos de 1846 a
1850, e nos estragos da epidemia do cholera em
18.0 ; e asslm he que se v, pelo esludo dos do-
cumentos ofliciaes, o numero dos casamento*,
depois de se ter elevado a 268,257 em 1846, des-
ceu em 1817, anno de penuria, a '240,486, de-
v.i -se rin 1848 para subir a 293,601 ; diminuir
outra ves em 18O e 1S>> e descer neste ultimo
anuo cifra a mais pequea verificada depoib
de longo lempo: 275.411, em outros termos o
numero medio animal dos casamentos que em
18I1 a ]'-"> tinha eheeado t 282,000, nao foi em
846 a 1850 seno de 26 000.
Os nascimentos, que no primeiro destes dous
periodo? tinha: excedido os bitos de 918.512,
apreseiitaram na segunda um excedente de
612,000 esia diiiiinufco he devlda ao mesmo
tfinpo mortalidadc consideravcl tanto em
1847 como ein 184), e dlmiuulco dos casa-
memos.
O afrouxainento dosprogressos da populacho
verilicado pelo desmemhramento de J8&I, se
acha logo suffcientemente juslieado pelos
factos poltico*, econmicos, soctacs e outrok
que se leem dado em Franca depois de iS.fj,
em que seja preciso recorrer, para expllca-lo,
hypotbese de inexactiddes graves nos lesulta-
dos desia operario.
A publlcaco umeial desles resultados sendo
impacientemente esperada, principalmente no
uleresse dos diversos servicos admioislralivo
e financeiros, pro-vos, seohor, que vos dig-
nis asslguar o projecto do decreto junto pelo
qual oh inappas da populacao que Ibe eslo
anexas, sao declarados auihentUos, para um
novo periodo de cinco annos, a partir do 1* de
Mi, no de I8a2.
Soucomo mais profundo respelto, senhoi,
vosso multo humilde e muilo dedicado ciiado.
O ministro do interior, da agricultura e do com-
meich.
( K. in. I-i 1: -n. 1 )
( a Presse. )
COItRESPONENClA DO DIARIO DE PEK-
iNAMUUCO.
Sr.
pelliCSo emque sflo : liohn Russell he derrotado em um bello dia por cip.-
Appellantes, e appellados, Francisco Auto-' um capriCho de seus amigos; elle cede o lugar O lugar da assembla era um vasto prado
nio da Silva CavalClitic Antonio da Silva'a lord crby que o nao acha sustentavel. lord cm amphllhealro por dclra da eslalageui do
Ferreire. 'Jobn Russell entra segunda ve/; malquista-sc .Sr. Uerrard.
Al a* II horas, as columnas nao cessavam
peilado, Joso Ferreira Cemeiro.
Appellantes, Antonio Thomaz Pcreira c ou-
lro ; appellada, a Justina
l'.'ssaratn do Sr. desembargado!- Luna
r'roire ao Sr. desembargador Telles as se-
K"inles aopellacoes cm que s3o :
Appellante. Jos Antonio rcreira; appella-
do, o juizo.
Appollaute, Manoel Anlonit de Azcvedo;
;i.'i"-IUdo, Joaquim Machado ue Albu-
qu erque.
Appellante, Francisco Antonio da Silva Ca
valcanli; appellado, Antonio da Silva Fer-
reire.
Passaratn do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monteiro as se-
Kuinlcs appellar^Oes em que s;1o :
Appcliantes, Manoel Thomaz Pereira e ou-
lros ; appellado, Albino Jos Pimentel.
Appellsole, Francisco Cavalcanti de Vas-
concelloso Mello; appellado, Manoel Pue-
des Gondim.
Ao Sr. desembargador Valle a seguinle
Ti '!.!<,'." 1 em que sSo :
Appellaule, Manoel Alves Guerra ; appel-
lado, Jos Nicolao Higueira Costa.
Ao Sr. desembargador Villares a seguin-
le appellacJo em que s3o
Appellantts, A'on-o Jos de Albuqnerquee
oulros; appellados, os judos de Arrun-
ches.
l'assaram do Sr. desembargador Pereira
HooUriro ao Sr. desembargador Valle asse-
Kuiutes appellai;0es em que sSo :
Appellante, o juizo appellado, Msnoel Luiz
de Freitas.
ccs Escasekicescnvia.sem um novo par-i ca era enorme ; quizeram contaro numero
Liento composlu como o antigo, o que he de homens que esutaw psenles, fizeram-nos
iiiuiuprovavel.oquese faria? Kntretanio os enllocar a dea de lundo.e destilar com a inu-
,KociosadmioisirJlivos os mala urgente- fi. sica deuiu na frenle, diantc da tribuna onde
camseii.soluc.io. e o desconlentamento contra coniavam as hlas. Mas esta mauoura levou
as insliiuicdes fas progressos. Ha alguina cou- muilo lempo para se organisar por causa ua d.t-
causa inesperada de alicraco ueste estado c
ver-se-ha o descontcnlauenlo popular tomar
formas mais seriasdoque gcralmente uinguem
parece crr. O artigo do Times que citamos,
prova loalineute que na Inglaterra mesmo
priucipia o alarma.
Eia oque diso jornal inglez:
Depois de cada discussao, a cmara volla
sempte ao plauu ajustado 00 come(0 da sesso,
a saber: que nada 6e faria senj aquillo que
fosse absoluiamente necessario. Mas quaudo
esta grande idea de uina sesso para nada fa-
.11 foi adoptada, penou-sc naturalmente que
ella seria ndlspensavelmenle muilo curta. Ca-
da semaua entretanto veto modificar esta idela,
e est presentcmeuie provado ao muudo que
um parlamento pude estar em sesso eterna-
mente enada faer. A iuiporiaucia desta verda
de creice por cstefacto, que o parlameuto, por
causa de raides particulares, uada fez o auno
passado, e que, por outras raiOes particulares,
nao far nada lamuem o auno vindouro. He
evidentemente um habito que quer tomar.
Mas o povo loglez que espera que cada um
cumpra o seu dever, que aborrece, desprca e
pune apregulca, acabar por eslabelecer cate-
gricamente esta questo : deque serve um
le parte 0a assembla; fura preciso umitas ho-
ras para que loda ella passasse.
Tluba-ie esperado que os .enhoies com-
inlaaarloi federaes houraiscm a assembla eom
sua presenca, c a sua ebegadu iiuha sido au-
nunciadapara meio da ; mas esta espranos
foi euganada, assun como a da soltura do Sr.
Charles c outros prisioueiros.
A assembla fui aberta pelo Sr. Alfredo
Von der Weid meia hora depois de meio da.
tir. prefeito Thorn acompanliado do Sr. lanc,
ex-prefello, assisliram-u'a na tribuua mesmo
da commisso.
U br. Von der Weid propoz cm primeiro
lugar que se nomciasse um presidente da as-
sembla de Puiaeux ua pesoa do ar. Carlos,
que anda est preso. Uina acclatuacao uuau-
uie e tres vezes repetida approvou esta uoinca-
c.io. Allendeudo a imposiiilidade em que esta
o Sr. Carlos de lomar a presidencia,o Sr.Von der
Weid propos a uomeaco de um vice-presiden-
le, o Sr. advogado Wuilleret foi proposla e ap-
provado lumbcui por acclama^o. O Sr. Wuil-
leret loma logo a presidencia. Ella agradece a
asfttmulcaa conhauca que llic acaba de teste-
munhar, u aceita a disnntia honra de a presidir
em lugar do honrado cidado que sotTre boje
na priso. Elle nao desenvolver o quadro dos
^r^ra^na-o.ra^bor^e^..; X^^W^o"^;^.^ una He uuia sUuatao
:u?omra..nos? ,i.au.enle oeste momea-1 reuu.ao oa qual lodo, oeloUrel.es,tottol as maisdepres...
ou de TS,>S8 I' 11' auno. He mu augiucuto de
t.uHpor ceotopara o periodo nuinijueual Inlci-
111 .ii' um pouco mais de t),i por ecnto por
nao. stc auxilenlo be uulaveluicule mais
pequeoo do que u dos census precedentes, co-
mo se ve do quadro seguiulc :
Auno. Popalanlo. Avainenlo. Augmento Por auno
0/0 para o
1 su I
l'.MJfj
19.' I
1H.I1
|83
27,349,003
2, 107,420 1,758,412
:iu.4i.75 i,854,40
3t,atJ9,i3 2,107,318
33.5iO.9lll
071,087
eit.its
i,i7o,aOs
381,335
penododo
inlciio.
0,43
4,05
0,02
3,lili
2,0s
3,42
1,08
1,28
0,51
0.09
0,i>0
0,41
0,08
0,21
. (juaoto a cifra do povo, o Ikunl, asslm co-
mo o \ternerzcilsang, a llmilam em dote mil. P-
de-se portauto, ajuutar aiuda tres ou qualro
mil pessoas sem se chegar cifra exacta.
i< (lunil 1 uestes ltimos dias o povo peo-
sou em reunir-sc em assembla, o goveruo ile
Fribourgo, que tena sem duvida enviado Bas
tropas a Poiseui se livesse podido contar com a
sua lidelidade, rodeando-se de baioueas, tic
artiibaria c murrao acceso, c fez euearcerar
oscbtfes e lodos 09 bouiens intluciites do povo,
que seus gendarmes podiam prender. A as-
sembla leve lugar nao obstante isto, porque
nenbuma forca ciislla no cautao que sc Ibe po-
desse oppor. U conseibo federal, depois de
ter usado, segundo s pecas publicada, de
urna lingoagem que eda um dos partidos p- : l4l 31,240,178
de inlcrpelrar a seu modo, tcriiiiuou por eu- 1x10 3i>.400,180
viar dous comiiiissarios federaes eucairegados j 1851 37,781,821
a orgauisar um itlalorlo exacto do estado das !
cousas, c de tomar as medidas, que elles jul- | lie natural que 9e perpunte 'ual a rai.o que
eas.cm necessarias para faier respeltar a cons- produiiucstc al'rouianiento nos progressos ua
iiiiiicouautuualassiiii como a oouUluieio fe-j populaclo da r'ranfi. Dlremoi algumas pa-
dcral. I lavas.
. Entretanto os cheles do povo sao preos I O examc dos estados.annuaes dos casamentos,
pelo facto de Icrem exercido um direito cons- uascnneulos e bitos nos leva a rccoubcccr
lilucioual relativamente reuuio da asaein-I que, para os cincu auuosde periodo do 161b a
bla iccldiuadapelo povo. tiles nao iutervie- ; I850o excedente dos n.scinieiiios sobre os oni-
raui seno com o fim de moderar o impulso l .8 cxccdcu de OO.OOo, islo be que a populacao
popular, mauter a ordem pela sua influencia ; cresceu, por este uuico facto de um mel ini-
e o jornal do goveruo de Fribourgo, OlVurro- iho de ludiiiduos. Se o censo livesse sido lei-
lur. eos diiqueessescidadaos, entre os quaes lo com urna mteira cxactidao, ou antes se a
tem o primeiro lugar o Sr. Carlos, conselbeiro iinigrajo nao livesse trasido, uo luoviuieiilo
de estado, foram presos como reos de >lla trai- normal da populaf.n, elementos novos e de al-
co. Oulros cidado deixaram o cantao alim guma sorle perturbadores, ler-sc-bla venlicauo
de se subtr.ireui s priies dos dictadores. em I85l a existencia deste augmento.
Di/.em que os seuboiescoinmissarios fede- Mas aindi que o resultado do ceuso uao po-
raes teem solicitado a soltura dos preos e que desse ser considerado como a expressao multo
o goveruo de Friburgo tem recusado obstinada- : exacta da verdade, he oerto que as em gracoes
mente, acescenta-sc qne o processo ja foi foram cousldcraveis de 184b a IKjO. He deste
principiado que outias priies teem tido lu- modo que um so departamento, o dos llaiios-
gar eque a violeucia c o terror sao a ordem do Pjrencos, perdeu no mesmo periodo peno de
dia naquelle deseracado canillo oude o povojli.nOO de seus habilaui.es. embarc
acaba de uioitrr e'm pleno dia a ua maioria. 1 maior parle para a America do lu, e
- cousiuui.Oes eslo violadas c a aulori- o/rei ileparlamcnlot
dade federal nao be evidentcincutc obedecida, j se
He urna situaco estada qual importa sabir o 3 m
IIIB
l'arahyha 26 de julho do 1852.
Cheitou ante-hontein o vapor Vacense do
sul, e cot ello a nimba missiva dn 16. Oh
ecos! Que tem pealado se leva ntoo contra
Dio! Bem aabeque s3o s cholcr-s mair.
para temer, a de mulher, coja furmosura li><
posta em duvida, e a da poeta, cajos verso*
mo belicados poralgum imprudente Mece-
nas. Irrilaram-sn os poetas, o chamaram
em seu auxilio as Musas, mas estas estavam
muilo oceupadas com geule de mis alio
borlo, o s acharam soccorro no Pegaso, e
sment-i por espirito do classo. Sob to
valiosos auspicios l'orjam centenares de sa-
tyras richesdas de lo las as pragas do Pin-
daro, tudas as furias da Esligia, o todu o
fcl de poetas otfendi los; e muito breve,
met amig), esUrei eneadea lo no Averno
com os Agudos rodos por algum abutre, ou
lalvez mclliamorphoseado ii'aiguma carn-
guejeira, ou cousa que o valha
Que domonio malicioso me tetilou para
jolromeller-ine com a illost'ada rlasse dos
amigos da cavalgudura de Apollo? So te-
ntio um espcratiQi, h he quo talvsz este ->o
nhor, para consola-Ios, os iiietliaiiinrphosee
cm oulios Untos Pegasos, pudendo assin.
batler com ns patas ocompaco para caden-
ciar os versos qoe no Parnaso se houverem
de compor. So esla mo faltlar adeos on-
-::- j nilas oncomrnendas.
.la, I jiinda msis esla vez licaram onforqoilha-
dns os amantes das nocidades. A corle nada
d, e nessa calma podra n5o val apena o
olllcio de peleador politice, que, como tocios
sib mus, ao contrario dos pescadores pro-
tegidoa de S. Pedro, s deiUm a rodo nas
occasies de temuestade.
As furias dos polticos molhoradorcs do
mundo, convergcn agora contra o general
I i| 1/..1, porque, dizem elles, vai-secons-
Mm o io um novo llosas. Foi-memistervi-
ver at agora para conveocer-rne de qoo
Rosas foi man ; pois mi i ha muito qoe OS
ouvia gaba-lo e flva-lo aos cornos da la,
como amanto da Itbtriude, heroc americano,
pai da patria.
Se, pois, llosas nSo foi nada disso, n el-
les o iziam, nao hu muito que Ikquiza n3o
seja lambem quanlo queretn dizer; e por
is>o fico no meu pensar, isto he, quo llosas
loi um lyranno, e Urquiza, ale aqu, un
honrado amoricano, e salvador de sua pa-
tria. Talvez al que a lenha salvo mais do
urna vez.
A nossa polica continua a merecer-mo.
Ha poucos dias deu ella um tallo sobre
um club dn ladres de cavallos, cercaudo a
casa do chelo; mas foi.infelii, porque ne-
nhum pilhou por ostarem previnidos. bi-
zem-me, mas nao me ssseveram, que elles
teem socios ate entro os sol Jados da compa-
nhia lixa.
O quo de verdade he que nestes ltimos
lempos tem-se desenvolv lo um grande a-
mor as armas, e teem querido assenlar pra-
ca alguns volunlanus dn physionumla aus-
peita, pelo que o Kxm. presidente leni ac-
cuilsdo puucos, e a'alguos desses tem luilo
seguir para a corte; assim como que os
primeiros voluntarios, mo lodos, leem-so
ausoinado sem iicenca, e uns dous monta-
dos em cavallos insicnlibus domini.
.Nada tem occorrido contra a seguranQa
ndividual, e n.im contra a propriedade, sal-
vo da especie civallar, como lie dito.
A poltica provincial usda oil'erece de no-
vo, e estamos na calma precursora da tem-
pestado eleiloral.
Ambos os lados proparam-a para a lucia,
e cu ja eslou em aperlos para confeccionar
miabas listss para juizes de paz overeado-
ros. ,
Segundo o actual systhoina os juizes de
paz devem ter disposicoes guerreras, o eu
aqu na csplal nao vejo um que me cucha
II moJidas. Kxiste a gora um em quem vo-
tara, mas nao he da Ireguezia, e nao que-
ro porder me
voto. F.-se do quem fallo
eus habllaues, embarcados pela I [grntodas as disposices guerrcirai I nren-
que oinle lllu,jru, pieoiHS a um ptimo juiz de paz;
nucirs piCOIMI
ni 'r-............... > circuinstaucia que anida ia(aizmi!ule DBO posso aproveila-lo.
nao iinbidado)iccm visto igualmente di-' I voreadores, como seja um cargo du
,nca,aUa '"""",tJl'' e """'l0,l0, l'e" '""" I (.Urcrkn, tcnlio mulla genle, que ale de>t-

MUTILADO : ILEGIVEL


ja pira ter seus lilhinlios cadetes, e tua se-
nliura dono.
Nu dia Si livemos urna recita no noaso
Apollo surdo. Chamo-lha surdo, porque se
elle ouvira, neni grasnariim os patos em lu-
gar da cisnea, no u loca' u a msica que nos
omboli os ouvilos, ncm escoucearia mel
duzia de engr.rjaJos da plala impune-
mente.
Foi levada sc;na urna poca, cujo nome
me escapa, e so me record de um ulico
de nome Antonio Cont, ou cousa que o
vallia, que, como quasi lodos, era um per-
verso do quinta essoncia. Tovo um morte
melhor do que merecia, porque morreu da
um cocoroto e um susto.
Foi o favorito do cabera mais fraca que
lenho c uil.eci lo.
A farc;aO recrutamento na Aldoia li,
como ouvi Jizor a um individuo de espirito
um grotesco sem grata; e cu accrescen-
tarei aemparte approveitavel.
Os actores esuveram bous, o o Sr. Costa
ouvio minha ubservar;3o e taz reformar os
trages, polo que Ihe sou milito obrigado.
A Sra. I). Carolina d.ncou com a graca do
costume, o lundu de man roi. Que bellos
corropios Parecia-me, comparadlo mal,
um beija-Qor penetrando de una a outra
llor.
Nada mais quero dizer, porque nSo tenlio
cabedal quo IheolTerlo, digno do seu lundu.
Estimo que goza por l o bello theatro de
S. Izabel, que eu vou approveitando a nossa
capneir.,_______________^^^^^
PERHAMBUCQ
JURY DO UECIFti.
. SESSAO ORDINARIA BM 27 DE JULHO
DE 1852
Presidencia di Sr. Dr. Manael Clemenlino Car-
neiro da Cunha.
Promotor, o Sr. Dr. Abilio Jos Tavares da
Silva.
Advogado, o Sr. Dr. Jos Bernardo GlIvBO
Alcofo'ado.
A's onzo 1|2 horas da manhfa, feila a clia-
maila, e achando-se presente numero sufli-
olete de lenbores jurados.
O Sr. Presidente abro a sessSo.
procede-se ao sorteio Jo consollio, que
tem Je julgar aos reos Antonio Fernandos
Loureiro o Antonio Goocslvas l.ima, aecusa-
dus por liaverem importado Alricanos bu-
cees, aquell'' pomo ca"itIo e este como con-
tra-mo-tre do patach-i|llermina.
Presta lo o juramento Jo rslylo
OSr. Adoogado:llequer, que apenas fin-
ulorrotaiio o seu constituidle Antonio
qusndo eremos a contempornea mais cu
menos aproximada da esfera do bom senso
nacional, ei-W (oh dor !) impingiodo-nos a
repblica como urna consecuencia precisa e
iuevitavel do leu piaugierel
Soffre ou nSo de monomana ?
E qual o remedio de semelhnte eofer-
midaJe ?
He o que Ihe vamos aplicar
Seas invectivas enjoam a rasSo, a malig-
nidada a nSo fere menos.
A historia nos diz que houveram em to-
dos os seculos. o om todos os paizes, escrip-
toresderrimadoso mirlados contra a orJem
de cousas existente; que esses cscriploros
Lean lo os homeos sem poupar cnnlu-co,
jerarchia o dignidade, gouberam, no meio
das mais violentas invectivas, acatar a ver-
dade, o respoitar o decoro Jevi lo o gover-
no, porque elles reconheciam porventura,
que ridicularisar o governo be eusinar a Ni-
(3o a despresa-lo, e a NacSo que despresa o
seu governo, corre a velas cheias para a sua
total dissolucSo!
Nos, que comprehendemos lielmcnte as
condicsflosdo regimo constitucional, nlo
poileriamos jamis recussr a presenta de
um princljio opposto ao principio, que do-
mina, isto he, u3o poJeriamos excluir a n-
cessidade d'uma opposico, nem dcixar de
aceitar a sua intervengo no man jo dos no-
gocios pblicos ; masassim como reconhe-
cemos a existencia desso segn lo poder,quo
na frase de Cuisot, representa a miuoria
do momento, n3o podemos tolerar os seus
abusos, excessos o immoraliJaJes.
Desejamos que a oppjsi(3o n3o ultrapas-
se o circulo do sua miss3o, que preh india
sim o grave papel de severa sinJicancia so-
bre os actos do governo, que demonstre em
face das leis, o com a mais stricla imparcia-
lidadc, a inconveniencia ou injustifa des-
ses actos, provando do9t'arto ao paiz, que o
systheina porque lie elle governado he o
menos proprio, e o menos conforme com os
seus interessas e exigencias. Esquccer es-
tos deveres, esliguiaiisanJo faltas quo n3o
existem, o exasperando o espirito publico
conlra su apostis infracgdes do governo, he
pervertir o uso da palavra, he Invocar a a-
narchia revolucionaria, he contrariar to loa
os (Ins do seu sacerdocio poltico, be final-
mente chamar sobre si a oJiosi Jade, a infa-
mia e o opprolirio quo senipre aompanham
os calumnia lores pblicos.
Importa muito a opposic3o, por seu pro-
prio inlorcsse, evitar ludo quanlo possa dar
s suas cjnsuras o carcter de aleivosia e
d i falsidade; sbster-se de ludo quanto pos-
sa JustitlCarS arguicd de arroualameuto,
Je indisciplina, Jo precipitadlo, do nupre-
videncia, i Je ene,itiJo ; por quanto o a
=2
he que nsquella fregus!, nao exlitera qua
drilhas, nem so com melle-n frequentei rouboi,
desorden! e etc. corno ae icm aflirtnado, e
que ella gol. da malar tr.nquilldade pouivel,
liso nio pode ler desliuidapor hum ou oulro
faci que por ventura appareca.
He verdade que foram presas eaaas dual
mulhere, de que traa o Sr. eacrlptor do
Correio, cujoi no mes sao Uariadc Jess c Jose-
fa alaria da Conccic-an, moradoras no lugar
(.'aboc ellas foram recolhidaa cadea no da
11 do correnle por cstarem ebrias, em brlga, c
proferindo expressei indecentes e deonestas;
e foram aoluano dia l>, tendo apenas sofrldo
24 boras de prisao. As certidoes que se podem
lirar dos livroa da cadea, piov.rn s.lisfactori.-
ucote o quetenho Jilo; e que conseguinte-
mente foi mal Infrmalo o Sr. cscrlplor do
Corris quando no dia 28 .sseverou que ellas
aioda se aebavam presas. Era mais prudente
averiguar os fictos para nao cabir em Untas
deerpees.
Paasando finalmente aos hornillo n ... aos
AomiiioVs, de que filia o Sr. escrlpior do Cr-
riio dlr-lhe-heiqueosindlquee acua anlroi para
a policia cumplir i. seu dever; que a jurlidi-
co da delegada se esteode a todo o ler.no, ea
do chele de de Polica a toda a provincia.
Ali! Snrj. Redactores! nem tanta deile.l-
dade....!l Hum homem de honra, como
julgoo Sr. escriptordo Correio naodeve pro-
ceder assiin.
Srs. Redactores slivao-se de publicar estai
poucas linbaa do Seu ltenlo venerador -
A. J. de Uoraei Silva.
Recite 29 de julho de ni).
-cubico. Fura da cidade ion le a agoa ser
lomada en maiores quanlidades para regar
hortas repuxos ornamentaos talvez, o preso
de 5 ris, por palmo cubico pode ser etla-
belecdo. Tomando o pre^o medio do 7 1|2
ris e suppondo somante a motade d'agoa
disponivel vend la. uren lmenlo di rompa-
ulna ser augmentado de il mil ris por
i .(ai mais que 51:090,000 por anno.
Dos guarde as VV. SS. Recifo 13 de maio
do 1851. lima. Ad umisl-ae i da Compa-
nhia de Bebiribe.DiviJ W. Bowmin.
Parecer do Sr. engenheiro Dr. Mamede, sob o
mesmo objeelo cima dirigido.
I'Ioij, Srs. SalisfozonJo a commissSo
de que conjuntamente com os Srs. Antonio
Valentn da Silva Barroca, e David VV. BovV-
iiini, foi oocarregado por esta administra-
dlo da companhi. de Bebiribe em dala de
j de maio do auno prximo passado, para
responder aos quatro quezitos abaixo trans-
criptos, e nSo tendo silo possivel at o pre-
se i reuntr-me aos maia membros d'esta
i .missOo para deliberarnos a ;respeilo,
pora.sso passo a dar o meu parecer em so-
parado, a lim de nfio demorar por mais tem-
pe esta queslSo.
Proposta i'adininistrafS') da companhia.
1.a Se actualmeote convem aos inlere8'
es 'da companhia de Beberibe contracta
de o i .
Finlands Loureiro, seja o mesmo ilispen
sadode conservar-se no tribunal, visto oseut pello esses maios indecorosos, e altanien-
mao estado de saude, presiando-se todava
avirao tribunal dar quaesquer informar;6es
que exigir-so possam ; accrescenlan lo, que
o paciente desoja D8o obstanlo o sen mao
estado de saude, ser julga lo, porque cons-
cio do sua innocencia, quer dado o caso que
sucumba infermilade deque se echa ata-
cado, saber com antecedencia qual a sua
senlenca.
OSr. Presidente :--Manda examinar o ac-
cusido pelo Sr. Dr. Caetano Xavier Pereira
de Brilo, e tendo este sonnor feto as in la-
gaons neeesaarias, declara, que o aecusado,
n3o obstante sa adiar bastante molesto, os-
la em s^u juizo perfeilo, e pJe respouJer
as porgunlas que liverern de se Ihe fazar.
OSr. Presidente difere ao requerimento
doSr. advocado, e om seguida passa a iu-
ler-ogar o mesmo aecusado pela maneira se-
guidle :
Jiij : -- Como se chama ?
Heo : Antonio Fernandos Loureiro.
Jtifa : Oue idade tem ?
Ho : -- 33 annos.
),:.. : -- Sabe ler?
/fo : ~ Sim, senhor.
Jui; : yu.il lie a sua prolisso '!
leo l A arto martima.
Jui: : Trouxo da Rabia Africanos a bor-
do Jo patacho llermina ?
Reo : Trouxe 28 escravos com passa-
po'tos da polica, e entre ellos 6 creoulos.
lo: : Estes escravos fallavam a lingoa
do paiz :'
Ho : l'erfeitamente.
Jui: : Unde d^sembarcou ?
Ho : Na Parahlba, una fui preso.
Jui; : De quem eram estes escravos ?
leo : N3o sei de quem eram, mas do
livro da carga hade couslar.
Juis : Assislio ao exame que na Paralii-
ba se fez nos Africanos que conduziu da
Babia?
Rao : -- S3o, senhor.
Juis: Sabe como foram considerados
naParahiba esses Alricanos?
Ho : -- Sei que os recebi a bordo por tra-
zerein passaporte legal da policia : e por ter
sido registrado o meu navio na llahia o M.i-
cei, onde os escravos foram examinados
pela policia, ese elles fnssem bu;aes a poli-
ca nao Ihe daria passapones.
Juis : ~ A quam foram entregues os (i es-
cravos creoulos i'
Reo : -- AoSr. Victorino Pereira Maia.
Jui: : -- Conhcc i as leslemunhas que ju-
raran) no processo ?
Itio : .Vio, senhor porquo foram sol-
dados.
Juis : Tem algum motivo a quo altribua
esta processo ?
Heo :-- Nfio, senhor.
Juis;.vio saina quo ora prohibido ne-
gociar com Africanos importados depois
de 1831!
Reo : NSo sabia, e la fosso prohibido a
polica uSo dara passaportes i esses es-
cravos.
Em seguida he interrogado o reo Antonio
Concalves Lima, que responde inteiramente
de eccordo com o seu co-ro.
Li las as nogas do processo e linda a dis-
cuss3odo mesmo.
O Sr. Presidente faz o relatorio da causa e
entrega ao cuuselno os quesito9, e tendo este
respondido negativameute.
OSr. Presidenie absolve os reos.
ta reprovados, revela ausencia de justici e
honestidade, e um partido injusto, o nmno-
ral ni i merece Ja ser consideraJo na balan-
za poltica do paiz ; he um biudo faccioso
que se nao limita a al car a o-leu actual
da socie lade.elle leva ao infinito o > u o lio
mortal contra ludo que otfareco urna lisiu-
oomia desegurauca e de estibelidade. Eis
aqu porque obs-rva um moderno escriptor,
quo nos estados livcs o, que inultas vezes
inhabilita para sem pie os enthusiaslas da
liberdada he o mostrarem-se elles incapazes
e Indignos dola, por seus assomus de deli-
rio o de tresloucada ousadia. ArrebataJos
por um rnlhusiasmo irrellctJo, rompain
tolos os diques da prudencia, e mais pro-
prius parecem para o confuso relentir do
pugilato, do que para os gozos de urna II-
I) -i il i le s -relia, c lian Hlill.i.
Avista desle principios, que fazcm parle
das gran les conquistas Jo presente seculo,
nSo seria pussivel quo nos conservassemos
silenciosos anta o Julo de morto quo se
acha travado entre o partido anarclnsla e o
governo do paiz, por sem duviJa o mais pa-
tritico que tem dirigido os destinos da
\ac3o. O intento dessepartido he tudispor
opovo cunta o govornu, fazvndo-o odioso
por seus actos, o por lodos os lados que a
cal nimia possa achar geito de o conseguir ;
mas engariB-se em suas douJas esperaucas;
porque a verdada he d'uma forja irresisti-
vel, he de una immensa supenoridade so-
bro o embuste. As calumnias que corrern
em ondas as pagiuasdesscs folicularios da
anarchia nem sa quer lulo de arranhara
subosla victima, porquo illa guarnecida do
broquel Ja justica ha Je sempre triumphar
dos eslorjos imptenlos de demagogus in-
o 'in particulares a venda de anneis d'agoa'
2.a Seresolvido o pnmeiro quesito pela
>ii__________ alirmitiva, levo haver recoio de que o
publico solra por filia de d'agoa ocrasiona-
.S'ri. JiJifi"'. da por taes concessdes?
Enlate nesta provincia una estrada, melhor 3 o Quaesos meios Je regular a destri-
direl, urna travessa, que leudo principio na buiefio d'agol, que for concedida IOS par-
estrada geral do Norte, paisa pelo engenho Uculires, de moJo que se pojjSo cautelar
Timb, pela pequea povaajao de ParatlDe. 0. abuzo-t ?
rp'.$ d'eaCB"d)crVbrc:,;"de,h.,o Ar r.n.lmente quies sa b.zes par. o c.l-
raial al entrar" 00 bairro da Boa-Vista culj da vend de anneis o pennas d'.goa, e
Pela fallada estrada, transita quasi todo o ga- para as condicOes do contrito?
do que se consom nesta capital, e os hab- Itesposlas.
tantea dos lugares ^^S^VmS,^ < P" 1"" pnmeiro q.listo COn-
mX^tU&SX^SSS^ venha.companhi.ho necessario ,, por
eate ta" eu. esia estrada um barranco, ou esse melse augmente o consumo d'agoa,
obstculo, conhecldo pela denominafao de sem todava croscer a despeza do sea cos-
1 a.i,'ir..-.tn-l 1 v.i-u ip.i. assiin chamada por al- teo. 111 a he sabido que com a venda d'an-
iusio ao regalo do mesmo nome que abaiio neis d'agoa aos particulsres lacilita-se-lhes
delta corre: he hum dcspcnhadelro que pare- os meiosdu obterem esse genero em suas
ce impn.-ivi'i por elle paasarem aninacs car- pi0prias casas sem mais trabalho algum, e
regados, e mesmo boladas, poia o perigo e como em geral O consumo de todos OS ge-
daulho as peisoaa que por .111 Uaosit.m, lo maior, quanto mais facis sao os moie
nriohcsiiaiuaUronta-lo. Por iiio, enteudo que de obter, claro esU que por meio da venda
inou 1 utd seria aessas innmera! pessoas, que de p unas d agua a companhia ter da aug-
do decurso do auno por all viajam com aros mentar os seus lucros. Mis para que essi lu-
gdoi ecargas o remover-se (ao ternvcl obsla- ero seja real, e n3o apparente sera necessa-
cnlo, cuja cousecufio me parece facihma c de rio quo a par dessa vaitagnm n3o venha
mdica despea; pois sera bastante acbar a di- mesmo companhia despezas que possam
ma ou a esquerda om desvio, onde mais com-
iimd niiriiic se possa por meio de enxadas e o
pagar todas as despezis, que 10 houverem tos do Norte em 4 de agosto prximo ; e
de fazer com o est ibolecimento e oonservs- sabiri para alaceio Baha e Rio de Janeiro
;3o do cano o mais apparelbos necessirios no dia seguinte ao de sua entrada,
para coadzirem a agua denle o cano da | O capullo do porto dasta provincia cota-
Companhia, qua paisar em frente de Aii; potentemente autorizado por S. Exc. o ,
propriedade, at o interior de sua cisa aon-
de for Ion la a agua, cujis obras deverto
sempre ser feitas por empregidos da Com-
panhia.
11 'mal.- a Companhia nunca dever is-
sentar um cano de ramiflcac3o para destri-
I1.11e.i11 das aguas por casas particulires
sem que primeiramonte tenha um numero
tal de compradores nesta ramificado que
o pro lucio de suas pagas cubra o juro das
despezas necessaras a fazerem-se com es-
sas obras. Outrss militas ciudgiies me
par 'ce n serio necessaras estabelecer-se,
as quos por Jependerem das localidades,
em que se liverern do fazer taes concessdes,
iiii me he possivel aqu mencionar, porem
que so devem ter minio em vistasalim de
nSo solfrerem os interesses da Companhia.
S3o estas as considerandos pue me oc-
i'ii' rem, e me parocom mais convenientes
levar a presenja de VV SS. com o que sup-
ponho ter cumprido o objecto dessa Cotn-
eiisSo.
Dos guarde a VVSS.. Recifo 11 de maio
de 1852 lllm. Srs, directore maia mem-
qros Ja cummi'ss3o administrativa da Com-
panhia de Bebiribe.Jus Mamede Alves
Ferreira.
COMMERCIO.
ALFANDECA|
Rendimento Jodia t a 29. .
dem do dia 30......
.256:889,881
. 6:228,588
263:118,169
rt*^^^*^?^: abserver esses lucros; por tanto lomando
tros iniiruinenioi.nproprl.de.., fazer algum. fe s precauefles indicadas n. resposl. ao
o, aplalnando o terreno, e dlinioindo quarto quizito, p.rece fora de toda duvid,
a iiigrimid.de d.ladcir.. queesse primeiro quezito he conveniente
Ja vtem, Srs. Redactores, que no se trata Blo s a companhia mas tambem ao publi-
dofaziinento de um. nov. estrada, nem mea- coom geral.
no do mcluoramento total de outra que exii- c._. A resaosta a este segundo quezito de-
te, mas sim de remover mu einbarato, que sement da qoantid.de d'agoa com
10101 so ponto se oppde ao llvre transito do pu-
hiice o tiue. ctiiuo dito lie i, se pode obte.
wm U ?n."gnlUc.nte despez. e judt.meute do seu consumo. NSo me len-
Auimado pnanlo, das raides eapendidas, e do sido posaivcl pelos meus mullos afazeres
priiicipalinciiie pelos bous desejos de quejulgo fizor as espariencias necessaras para co-
possuid cm prol de sua prosperidade e bem citar, com secca, pode fornecer o riacho do Prata e
o maia profundo e respeitoso actaincnio, tomo gUjlndo-me pelis observicdes j feitas pelos
aliberdade de rogar ao iiicsmo E.n. ir. que, eogenheros Conrado, e BelligarJe, as quaes
:Xm&"^**%^ merecrlodaconliana' 8C,sr?m,M"
Z habilitada examinado o obstculo que Clonadas cm urna memoria, publicada a res-
ine retiro, oreada sua despea, 6;. par que Peit, devo observar o seguinte :
com a possivel brevidade possa o puvo fruir o riacho do Prata fornecendo desesois
esse benelicio. palmos cbicos d'agua por segundo, o que
Sirvam-se Srs. Redactores, de publicar cm crresponde,l:382,l)0 palmos cbicos por
,eu acreditado Diario estas malainbavadas ex- d| e suppondo os cisos mais desf.vora-
presses do seu assignante: .->. t 11. A.
Descarregam hoje 31 de julho.
Brigue belga -- Uaree Reg -- mercadorias.
Brigue portugus. Novo Vencedor --sebo -
las e batatas.
CONSULADOGERAL.
Rendimento do dial a 29.. 31:971,387
dem do dia 30........1:951,778
33.926,165
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentododi. 1 a 29 .1:640,078
dem do dia 30........ ,985
Publicayao a pedido.
Companhia de Beberibe.
veis, que s3o de consumir-se nu ac.11.ie pelo
evaporado, O liltraces do terreno niela le
dasta agua, e que pelo sangraJouro se per-
de mais a qua ta parle, anida restar um
volumo da 344,600 palmos cubicas d'agua.
erantes, incontentaveis, o enllimmaJusr blico soflra por falla d'agoa occasionada por
cm colera contra tudo que Ibes embarga o iaos concessOes.
passo na senda dos des.iliiius e precipiciosi 3. Quaesos meios de regalara destribtti-
e.n que mi Ii.o urreiuecado. Prosiga o go-!g3o d'agoa que for concelida aos parlicula-
vemu na mosma maicha, que tem sompro]res Je mudo que si poss3o aciutelar os
segu Jo, que hado continuar a adiar todo I a buzos,
o 0.0 na maioria sensata du paiz, a parda
mais plena couliauea JeCosai iliasiielio.
O Ganso do Capitolio.
Parecer do Sr. cngenl.eiro Dwid W. Bowman <-<><. quil se podo cuntir para o consumo
arca da venda de aneis e pennas d'agoa. J" id. le Ora he sabido quo at o presen-
lll-ni. Senbores. Ten lo receb.do una venda diaria nao cliegou 45000pal-
communics(ao informando-meque VV.SS. "" cabicos, isto he loOOO bailes, logo ^o-
dignaram.iomear-memembrodeumicom- **<'<>* conl.r com um excesso da 3U0.000
m.s-nodesccionistas para dar o seu pare- Pa"" cbicos, e suppondo anida, que se
cer a cerca da seguinte proposta : PerJem 5.u'o0u P,ln, cu,blcos P"r dl a'
i- Se actualmente convm aos inters- "Pf do?. cal"'s nos chararizes, restara
ses da companhii do Beboribe contratar o volume dispunivol de 2*0,000 palmos cu-
com particulires a venda deanois e pennas icm. quaul.dado essa, que certamonte
i- nao sera consumida na ven Ja dus anneis
S? Se resolvido o p-.moiro quesito pela "'. por conseguiote neobum receiu
allirmativa deve haver receio de que o pu '
1:641,063
ii \intrincan.
Rio de Janeiro, patacho nacional Bell
Annita, de 144 tonelads, manifestou o se-
guinte :
130 toneladas inglezas decarvSo de pe
dra, 1 caixole com 72 libras de rap
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 30.....278,644
CONSULADO PROVINCIAL
Rnndimnnto do di. 30.....1:320.218
Movimento do porto.
ffawtos sabidos no dia 30.
Parahiba -- hiato brasileiro Pa'ahibano ,
mc-tre Henrique de Souza Mafn, cirga
varios gneros Passageira, Joaquina Ma-
na do Espirito Santo.
Ceira escuna brasileira S. Jos, mestre
Jos Francisco de Souza, carga varios g-
neros. Passageiros, Antonio Joiquim de
Barros, e Francisco l.uiz Carr.iro.
EDITAES. ~~~
pode baver, de que da venda dos anneis
d'agua particulares possa resultar prejui-
zo algn ao publico Anda mais quando
polo decurso do tooipo se livesse de aug-
mentar mmlo a populacao, e desenvolver
os estabelecimentos industriaos, de manei-
ra tal que e a quanlid ni 1 d'agua se lo. -
Correspondencias.
Comtiiuiiicado.
A imprensa constituinte melle Jo lid
urna lastima collada, solre de monoma-
nia !
Oiii;ani.iia em seus ultimes lamentos.
N3o parece mesma Como quo quer
entrar no camlnho da penitencia Propor-
:,,i 111 1 candi lata boati!ic..i;.io '!
Quem sabe 1
M s ella li tu 1 incorregivel !
O caao lio que, ao ouvi-la, ninguom dci-
xara de convencer-sa de quo ella, quando
n3o morra virgom, pelo menos n3u puJera
doixar de deco'ar-sa com a palmado mar-
lyrio! II1 cerlos lia-0111 que, utravez do
bilvardesorpente furibunda, ustenta um co-
radlo de pomba, un le uj reina, S'i n.in a
innocencia,,, meiguice, endura, a abne-
gaclo, ea humildadc mais que evange-
llCl t 1
Como ha ella insigne nos embelecos da
liypocresia I
'\.s angustias de sua viuvz, na implaca-
btlidade de sau dostiso, n dura auzencia
deisis vaccis gordas que, como '0 corvo
de tto, foram e nSo voltaram man, a im-
prensa constiluinte, debulbad. em pranto
margo, qual o profeta das ruinas, ora des-1
Sr. Redactores.
1 ..i inlii cm todos os rcconlros, desalojado de
lodosos reductos o Sr. escriptor do Correio da
provincia anda apparecc na Imprensa n. 161 de
'j do andante mez armado de novos fados, com
que pretende desabonar a polica do Po(0 da
l'.iinl; 1, c usando de reticencias que melhor
seria as tlvessc ucixaduno fundo do seu tin-
iciiii. ecouio novaiucnic me provoca forca he,
que aind. eu llic responda, e o acoinpanhe
nesse novo lerreoo para onde me convida.
Examinemos os factos.
Foi com clleilo espancado no dia 18 deste mes
pelas oito horas c mcia da noite esse senhor,
de que trata a Imprenta, gcraluieulc conbeci-
do por Juaquim l'araliibano, o qual immedia-
tamenlc diiigio-sc a casa do Sr. Subdelegado,
e este mandou sem demora proceder ao com-
petente corpo de delicio.
Fcs-sc na verdade o corpo de delicio depois
doatteotado, mis cu u, nao devera isso causar
1 nu in o a I m n. vio ao Sr. escriptor do Correio
pois que bem sabe elle que se o nao podia fater
antea. Este beofacto real, porem as clrcmns-
laucias de que o Sr. escriptor do ^orreioo re-
vate sao men un mi falsas, o que li ni pro-
va quiio mal lulurmado foi a tal respeito.
O otlcndido nao licou quasi 1110 lo, ncm aua
vida correu jamis perigoalgum, e ainda me-
nos corre actualmente, como ollirma o Correio;
por quanto elle foi pessoalmente queixar-se ao
Se. Subdelegado de todo o occorrldo; os pe-
ritos cali ul 11 .un o lempo do seu curativo em
4' Fin.lmentequ.es as bazos par. ocal- nas,se insulficiento s nocessidados, entSo
culod. vend.de .neis e pennas d'agoa e os lucros da Companhia augment-riam ex-
oara as condicoos do C-intrato.-e como n3o traordinariamen e e poder-se-hia sem
tVnhc podido rallar com os mus collegas e granJes diinculdades tambera augmentar
VVSS.desej.ndo. presentar o nosso pire- aliment.cao do manactil pela reuniao de
cer emassembla geral dos accionist.s na, 'B'"" utro r,a,cno- ,
prxima reuniao annunciadap.ra o di. 14: _" '"" sao os meios, que so podem
lo correnle, o mais que eu poso fazer a flm i olTrcoer para sattsfazera este quesito, dos
Jo servir asW.SS. e remeiler-ll.es as se-; ruinina rcneirtes nrourias principies : 1 f.zendo passar a agua for-
gU "lO acudaTaPpr.u"mosmo na estaca*: *< aos p.rticul.res por um cano de um
maisseccconforme urna medilo que fiz pojueiio dimetro ( vulgarmente denomi-
no mez de marco do anno de 1845 fornecj nauo, I" l"1 corressa coostante-
I0UM palmos cbicos de .go. em 24 horas 9"18 I 2- Por, ei, d lur'ie,ras Ml,b-
om quanto a venda diaria actu.l ..So exce-|lcc,J" em. C8rlus Jos "nos, os
da 25,000 palmos cbicos, por tanto a com- .u,ers Jvenam ser abarlos por entregados
oanhia possue 76,390 palmos cubicas des- da OOBOiObU em corlas horas, e asstm
pniveispor dii.'os quaesj nSo h, duvid. conserv.rem-se .bertas por um cerloaspa-
envern vender 'co Ua te,Dpo' e dep0" fuchJ,s i '
TTw par. suppor que a quantilade do'"'1"1 estabolece,,Jo-se cerlos appa-
ago.prorenio11ledo.5ude do prata nunca,"11"" certu luB sera menor do quo Je cim menciona!. I""" nflo ?'"" sso!n Passar m.is do que
uorm parece-me conveniente que a con- ai"8"' ""a?,^ajfi* "" c*""""'P
aiihia conserva nos contritos com p.rti- P^^,.^t: ^T^'J^n^^.r.
culares o direito de fes.r as suas pennas ou
aneis em casos de necessidade.
3." Os meios para regular a destribuico
d'agoa s5o Irez :
1.' Una peone ou cano pequeo constan-
temente correndo
2 Urna dita com torneira pira ser aberta
em tempos marcados pelos srvenles di
companhia. 1
3'Urna dita com a.arelho interposto
nos canos para medir e registrar a quanti-
lade d'agoa qu passar. -Como o segunlo
dor pague lo la a agua que constantemente
corre para aquellecano. O segunJu lera o
inconvouienlo de permitlir alguns abusos;
por isso que exige nimia oxaclidao o. hora
da abertura o fechamento das torneiras. O
terceiro linilmeote aprsenla maisexacti-
il.io, pon: n est .-.'je lo a mullos reparos,
e por cunseguinle, a intercopcOes neste
1110.11C11I01.
Do toJos estes Ires meios o primeiro be
sem duviJa o melnor, podendo-se para
isso moJifica-lo, eslabelecendo urna lor-
--" "" O .-' p 'I II 'i, m '. t
viaudii, no terceiro o quarto dia j elleau-l mei0 t^acatella eirectivamente os abu- nelr? que se feche em alguns das, ou fa-
davapelarua, como me informar., diversas zos 0 ,o e 3* s3o us meios que a companhia zeiido-se algumas outras couvencOos.
pessoas: e no sptimo cu c toda as pessoas do! jeveenteter. O 1.' he o mis simples, po- *' Qu.ulo as bases para a quatitiJade
lugarovimus na ra da tasa-Forte. ,m t.ecessila que o comprador pagasse o daua' 1ue Be deve c0"lar Para a venda
lie igualineiitc inexacto ducr-sc que n delic-
to fora perpetrado a pouca distancia da casa do
subdelegado. Elle loi Cuimnettido entre o
porto do sitio do Sr Jos Lopes Roa, c o
primeiro porto do sitio da tallecida Sra. D.
Isabel, o Subdelegado mora no meio da ra da
.Mangueira; e todas as pessoas, que tem per-
feno c .i.h iineiii'i daquellas localidades sa-
be., '| ue li 1 1 iniien-.i diilaocia entre aquellos
dous pontos, para que fosso o offendido socor-
rido de prouiplo /"i" Subdelegado.
8e o processo por esse delicio ainda nao est
instaurado, he por que a Subdelegad, est
.. 1 cup.id.i con. oulros u .iii.ilii.i- mais antigos,
c oiuguein ignor. diliculd.de que li cu.
man 1.11 vir testc.nu
cusa conclulr-sequi
cid-des. E sendo o enme ainancave, como 80 deve 0|ferecer e lerceira o consumo pro
Sr.:r^r%S'.!:,0V.o^ por isso que uestes lugires/attentis as
vs&nsxrggusr zzzx^^^zz o^^^r^<^
miiuosisdo:
P
quanlidade sera necessario quu -.
tenha urna cisterna ou reserv.torioem que dl". wnda que, pela respost. ao segundo
o c.no podo continu idamente descarregV q"s.to, v-se que existe d.sponi.ci mu.lo
se. 0 3.permitte iulroduCQ0u de canos ma.or qumlidade; porem
maioiese registra elTeclivamente a quanti- H \iea\ Le mu.to conven
dada qua passar .inda que pequea, o di.- marchando .0 par da experiencia, e si
pensa com reservatorio o tamanbo
O lllm Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda, manda fazer publico que e.n confor.ni-
dade da orden, do Ex.u. Sr. presidente da pro-
vi mi 1 te, de ir a pa,-, perante a mesma the-
souraria para ser arrematada a que, por me-
nos zer, nos das 3l de agesto e 8 e lldese-
tcinbru proiiu.o futuro a obra do caes do Apol-
lo que tem de ser feita por coma do governo,
segundo o uro menlo que ser li anco nesta se-
cretan, as pessoas que o quizerem examinar, e
condlcdes auaixo transcriptas ; pelo que as pes-
soas que prclendcrem licitar, coiuparccatu nos
referidos di fiadores devldau.cnle habilitados.
Secretaria da thesouraria de fa/.enda de IVr-
nambuco 29 de julho de 1 s.i).
O 'iili 1 al maior interino,
Fmilio Xavier Sobreira de Mello.
Clausulas especiacs para i,rre...atacao de cinco
Unen- do caes do Apollo na extenco total
de 475 palmos.
I'riineira. Estes lam os scrao executados de
cooformidade com o urcatiienlu nesta data a-
pi'ci m 1 lo .1 .ij'pmv ij ni do Em presideale
da proviocia na iinporiai.cla de '-'.i.i ?; 1S0.
Seguuda. No prazo de 3o das seio princi-
piados estes lineo- c concluidos no de 1G mezca,
Terceto. A importancia desta arrematado
ser paga n. forma do artigo 39 da lei provin-
cial 11. 28b'.
i.i.ian 1. O arremtame ser obrlgado a fater
aquellcs laucos do caes da mesma ra do Apul-
lo pcitcoceulcs aos parilculares que por porta-
ra do governo Ihe fore.n determinados, sendo-
Ihc paga a sua importancia pela thesouraria da
faxeuda, servindo de base o mesmo ornamento
com o abate feito da arremalsco na raso da
braca correte.
Quinta. Para tudo o .mis qne nao esllver de-
terminado as presentes clausulas seguir-se-lia
oque dispe a respeito a le provincial n. aSB.
Sala d.s sesses da directora em conselho 14
de julho de 1152. O director Jos Mamede Al-
ves Ferreir.. O engenbeiro, F. Raphael de M.
Reg. Joao Luiz Vctor Leuclier.
Approvo. Palacio 26 de Julho de 1852. Ri-
beiro
Conforme. O omcial-maior, Joaqun. Pi-
res Machado Pnrtella.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
la/eii'l 1 provincial, cu. virtude da rcsoluco do
tribunal administrativo de 1'. do co.rente, man-
da fazer publico, que as sessoeasegulntes do
mesmo tribunal que sao as quintas-feiras con
tinuaro as pravas dos contractos de obras pu-
blicas abaixo declaradas.
Concluso Ja parte da casa de ilclenco,
constaote do raio do norte, casa central da ins-
peccao geral e caa da adiuiuistraco, avahada
em 70;0UU/o00.
Ponte da Passagein da Magdalena, avahada em
>4:88of8l0 rs., (on.ando-se por base d'arrciua-
11,10 o "lleicciinciiin i'ciio pelo licitante Jos
Gon(alves da Porciuucula, de dous por cento.
Aa arremalacoes sero feitas' na forma dos
artigos vi e 21 da lei provincial n. 286 de 17 de
mainde iS.'n, e subre as clausulas especiacs ja
aonunciadas.
I. par. constar se mandou ahilar o presente,
e publicar pelo Diario.
Secretarla da iltesouraria da fazenda provin-
cial de Peiuami udo, lude julho de I i-.
O accrclario,
Antonio Ferreira d'Kniuuicia^ao.
O lllm. Sr inspector ila thesouraria Ja
fazenda manda fazer publico.que, em cum
iihor presidente, engaja tres mariuhoirosde
classe superior, dous primeiro ditos, e ura
segundo dito, para servirem no briguees-
Cuna tiln la ; os pretendentes apresentero-
se com a mnor brevidade possivolao mesmo
eipil.lo do porto.
-- O lllm. Sr inspector da thesouraria i|g
fazenda manda fazer publico que, em cum.
pi 1 nenia de ordem do lllm. e Exea. Sr p,e-
si lente da provincia, irSo praca penntei
mesmi thesourarii nos di is 31 do correte
1 e 2 Jo prximo futuro mez de agosto'
par. seren arrematados a quem por munos
lizer os concertoi precisos no qoirtel rja
companhia Je artfices, rujo orcamento g
condicOos serio francos nesta socretiri. ,
quemosquizer examinar, as pessoas por
tanto que quizerem licitar comparecam nos
mencionados din as II horas da matiha
competentemente habilitados.
Secret.iia d. thesour.ria de l'azcn la de
l'einamliue 1 29 de julho do 1852.
idli 1 il maior intrino.
Emilicio Xavier Sobre ir. de Mello.
De ordem do lllm. Sr. director geral di
instruccSo publica fagosabera quem convier
queS. Ex', o Sr. presidente d. provincia de
conformid.de como irt. 4.* do regulameato
de 12 dn maio do anno p. p. houve por bem
de crer umi cadeira do instrucQo prima-
ria do sexo masculino na freguezia da Ksca-
d. ; e o praso para este concurso ser* al o
dia 27 de setembro prximo. Directora
geral 28 de julho de 1852 O amanuense
archivista Candido Eustaquio Cezar de
Mello.
- Tendo de se contratar a remessa para 1
provincia do c -ina de urna cabrilha.dez ni-
vfles de difTerentes tamanhns, com irtigos
bellicos,e dous fardos com pannos pin far-
d.menlo; a.-mi como para a provincia di
Parahyba de um6aix3o com artigos belli-
cos; convida em consequencia olllm.Sr.
inspector do arsenal de m.rinha o todos os
mestres de navios mercantes,que para all sa
destinem a comparecer nesta socretirii.afim
de so tritar convenientemente.
Associacao romineicial de I'rr-
namhuco.
A direccSn da associa;o cnmmerciil des-
ta praca, de conformiJaJe com os arligos
20 e 21, cipitulo 3 dus estatutos que arc-
gem ; convida a todos os senhores socios
para a assemhla geral qoo divo ter lugar
no dia 3 de agosto do correnle anno, pelo
meio dia, na sala dosuassesaOes.I'ernaai-
buco, 26 de julho do 1852.Rernirdo do
11,iv 'ira Mello, secretario.
Banco de Pernambuco.
O conselho de Direccilo declara quo os
desceios da semana que deccone de 26 a
31 do Julho, -o os de 6 por cont ao anno,
para as letras a venerlo o lim de outubro,
e para at 6 mezes, de 8 pur cento ; sendo o
expediente para us mesmos desceios des le
as lt horas da manliua.as la- da tarde. U
mesmo Conselho resolveu.e faz corto aos Srs.
Accionistas,que a ultima prestar;9o de 25 por
ceolocom qua deconformidade com os esta-
tutos, deviam entrar de 15 31 de aguslo,pi-
ra a csixa do Banco,Tica transferida pin oc-
i'i-ii'i nppoi lona, quesera Jevidamentean-
nunciada por esto mesmo Diario.
Pela segunda seccSo da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que Jn dn
2 do correte mez se principia a cobriro
imposto de 20 pur cento do consumo das
agoas-ardentes de producQSo brasileira do
segundo semestro do anno fiuinceiro de
1851 1852.
RE*L COMPANHIA DE PAQUETES INCLKZES
A VAPOR.
No di. 3t Jeste mez, espera-
so da Europa o vapor Te-
viot, commandante On9low,
o qual depois da aemorado
costume seguir para os porlos doSul: pa-
ra passageirus, trata-so um casa da agen-
cia, na ra do Trapiche Novo D. 49.
jgfc
THMTRO
preco di toda a agoa que o cano pode des- Por nn,e,s ou pennas, me parece, que, por
arregar B de poder .pproveil.r tod. precueSo, nao se deved.spor prese.ilemen-
esl. quan.id.de ser necessario que elle dB.!"d! 1^.^'^ Ca^udo
disponivel mu.lo 1 p'nmn|0(la urdem du B,m,-gr. pre^'ionte
ni'eie nuasevlda Pruvincia, tem de ir praca peranle a
!i"!'i ,,D mesma tbesourar.a. para ser arrematada a
aua n quem Por menos lizer, nos Jias 3, 6 o 10
ao dmi"' "80*10 prximo futuro a obra da abertu-
.P i "Ira de urna cacimba no quarl'l do Hospicio,
actual P"ra fofnecimento d'agua po'.avel ao ines-
u 1110 quiiriol, segundo o plano e orcamento
mi.cuiu.uc iiuc 11a 1-111 t *>.- a. ul.es lisia ufcaiuuiu' ua iduih uo -:------ -- I .I... ...
uha. de louge. e quanto 8QejSe penas d'ago. sSo : prime.ra a quanti- <*> comprador basta o recebimento d agua
talquer proce.iofor. da. j^desponivel fsegund. o preco pelo qual > ".Uro da su. hib.Uclo. Porem para
erime .Biancav.l, como "a8,e nVrecer e terceir. o consumo pro- os h.b.l.ntes de for. d. c.J.de me parece
r_. _.. v-,------.-._, ~-r-- qUem por menos lizer, nos dus 3, 6
m,ior a grande distancia ^ .po?.tOS_m.1Ul8.0!de agosto prximo futuro a obra Ja abert
I
Her* Alcxamlcr tem de fazer cons-
tar ao respeil.vel publico desta cidade, quo
o innsperado acontec ment da cihida Jo
lustro do theatro. o impossebelita por 2ou
3 das da continuacSo de seus espectculos,
as logo que eslejam reparados os cITeitos
de somelhante desastre, far os avisos ue-
cessarius para a sua segunda repreaentacSo.
Her- yVlexuiulcr tomando na manir
considera^ao as rellexoos de varias pessois
Je sua amisade, e mesmo a correspondencia
publicada neste Diario n. 168 de 30 do cor-
renle, tem declarar que os bilhct'S de ca-
marotes, platea,etc serio vendidus da mi-
neira seguinte :
Camarotes da primeira ordem 10,000
Ditos Ja segunda Jila 12,0(10
Ditos da lerceira dita 8,000
Ditos da quarta dita *.O00
Cadeir.i a.
Caleras 2-o
Plata^___________________J
1 11 1 ......
Avisos martimos.
o cano perm t uJ sabidTrepentin. de P* ^^por obstculos. Quanto .0 pre
qualquerquantUade d'agoa que se possa V> <""hem me parece que para a
'ce'sitar .deven ser de 20 rs. por naide, como
'* As b.zes par. o calculo d. venda de mente se vende pois pira grande yanUge
. ***""- av ,__,_ .... pnmnrailnr lia-la n recelollnnlo lac
seria conveniente reJuzir o prego metaJe,
que sero francos nesta secretaria .quem
usquizer examinar: as pessoas, portadlo,
que pretemlerem li 'itar, compare(am s II
horas Ja me.....dos referidos das, compe-
tentemente habilitadas.
Secretaria da thesouraria de la/. 01 la de
eose-seem lagrimas abundantes
verno absoluto, ora expaude-se em mam- i.oUiio.' Quando foi que elles jamis
fasmOes de rdeme eelhusiasmopel for- deealitir? QMP'i'do '"urB^'dajdan'Te'r de .neis suponh.. n3o ser menor que
KSL^.nLrS^^ nos juafanzes ou ,0 rs.. por p.l,
todo consumo, publico.podemusconiarcom o quo > ?"~--r-T^T""-3 I
muita certeza em ter 3,801 p.lmos cub.cos tem diminunjo do preco. com o que ga-
na", destribuir .os p.r.icul.res, nb.ra muilo a compinh., po.sque .ng-
o niliei il-in '.i"i- interino,
Emilio Xavior Sobreira de Mello.
oradas-, Mal srs. Redaclore, o que he quepodein Dar, ue
pelo go-iiigamc,r contra, polica u.n ou nutro ficto s e,eesUbelecer pira agoa menta o seu rendimenlo sem com ludo
D mu\-Utllvia! Quando foi que elleijamaii. deisarao i,.."^,^ ,rticulares ua cidade por meio croscorem as su.s despezas. I
Declara^des
mal fprneci..1
leccOe. quer n'um, quer n outro sentido, o / jiaiii
O vapor brasil oro l'ei o-un .me na com .
r, de"'que"" "^mprtiit d'agua "se obrigue a mandadlo J. II. Otten, devo chegar dos Por-
o (lo, que me parece muito essonciil sera
Para Aracity sabe imprelerivclmenlo
no dia 10 da agosto a oscuna Tentadora ; pu-
ra alguma carga e passageiros trati-so M
ra da Cadeia do Recife 11. 49, segundo an-
dar.
Para o II i o de Janeiro.
Sahir sem falta, no da 31 do correnle, o
patacho Relia Aila : quam qnizer ir de p-
sagem, ou embarcar escravos trato com
Manoel Alves Cuerra Jnior, na ra do Tra-
piche n. H, ou com o capino Manoel Josa
de Sena Marlins, na prafa.
Para o Rio de Janeiro sahir dentro
em poucos dias, o brigue nacional Amo-
rim, por lera carga prompta: quem no mes-
mo quizer embarcar escravos, ou ir do pas-
sagein, para oque tem excellentes comm"-
dos, dirija-so a ra da Cruz do Recife n. 1
escriptori 1 de Amorim IrmSos.
Vende-se o brigue escuna S. Jo5o Ven-
cedor forrado de cobre, e de boa miren o
qual so acha fundiado ao p do Caes do Col"
logio : quem o pretender Jinja-so 1 bordo
Jo patacho S. Francisco no mesmo ancon-
dnuro a.tratar com Manoel Pereira de Sa.
Para o Aracaly,
segu mprcterivelmente, no dia 10 de agos-
to, o liiate nacional Ligeiro, por ter seu
carregamenlo quasi completo ; pan o resto
a passageiros, irata-su na ra do Vign"
n. 5.
Para a Baha
Sahe com a presteza do ostumo velei-
ra ej bem conhecida escuna brasileira Ade-
laida : quem nella quizer c.rregar, dirigir-se a ra da Cadeia Jo Recilc n- *'
ou a do Tnpiclic Novo n. I, segundo su-
dar.
.:
MUTILADO


i
Rio
nIS
Para o
i g.leola nacin! Sfi
..L ,,or estes poneos e cr,vs arete, trata-
ba Cunh.&Cornpan
arion. 11. Pnme.ro .nd.r.
|>ar, Ceara e Mar
O brigue escuna naci
, recebe carga e passs
Uil,a-Se com o consignatar
Ja Fonseca Jnior, na ra do
gario n. a3, ou com o MplttO,
oraca-
^ Para o BO de Janeiro.
tm poneos dias, voleira escuna GalnM
H.ri portar parto da c-rga engajada pa-
lo esto, escr.vosa Trate o P"'!8"'
,", Tquefm bonscommodos. tr.l.-se n.
ruado Vigario n. 4. .
O brigue nacional llio avc ,
secue impreterivelmente para o
Rio de Janeiro, no dia 3 de agos-
to prximo futuro para escravos
a fete c passageiros, trata-se com
o capito, na praca, ou com os con-
signatarios LNovaes & Companhia,
na ra do Trapichen. 34-
patacho nacin! Valente,
segu com muita brevi.lade para o
Bio de Janeiro, por ter o seu car-
regamento quasi completo para
n resto, escravosa frete c passagei-
ros trata-se com os consignata-
rios Novaes & Companhia, na ra
do Trapichen. 34.
Cear, Maranhao Para,
estina-se a aquelles portos, o
brigue escuna nacional Graciosa :
quem no mesmo quizer c-uregar ,
ou ir de passagem, dirija-se ao
consignatario J. B. da Ponseca J-
nior, na ra do Vigario n. a3, ou
ao capito Jos Maria da Silva
Porto, na praca ^________

neiro. O eogenbo Benlo Vel'no, ero S AntSo
na Trindade |fu8io no a<* 2* de julho do correte aono
rn.OBirAll mualo Joiqulm, de cira bexigosa, olhos
c'criDtno del,un'os e ""ovados, xeio do corpo, ps
naru do Vi-lB"r,n',M e lin>P8> com urna peauena bai-
xa|im uma orelha ; escravo do Dr. I'edro
liezerra Pereira do Araujo BeltrBo, que o
comprou neata praca a Antonio Ricardo do
Hego : levou uma pega om um p e uma cor-
renle cm outro; aabe-se que est oceulto no
lugar do barro, entre Peros e Ciqu. Boga-
se as autoridades ou qualquer pessoa do
povo que o encontrar ou delle souber o pren-
dam e conduzam a ra do Arago n. 1, se-
gundo andar, ou a seu senhor no referido
engenho que ser dividaoiente gratifi-
cado
--Precisa-se alugar um preto de mcia i-
ade, ou mesmo moco nesla typographia,
u na praca da independencia livraria u. 6,
bao.
Lu-I
- Deseja-se saber se existo nesta capital,
em qualquer parte dista provincia Ma-
Concalves Rodrigues, filho de Hay-
do Joaquim Rodrigues, e de Mariana de
' vindo para esta provincia em lins de
o brigue Josepbios, e ilaqui foi para
as, ou Bonito, a inleresse do mesmo
es: na ra Augusta n. 26, ou na ra
illa Nova n. 42.
isa-se alugar uma ama, para cuir
menino de um mez, sendo que
IIid, e flianc,a-se o bom trata-
ir Da ra do Uangel, sobrado
Leilao.
' Miguel Carneiro, far leilao, no dia
,ikliado 31 do crreme, s 10 horas da ma-
lilla, no seu armazem na ra do Trapiche
n US, de diversas mobilios, proprias para
u|i, gabinete, quartos, salas de jantar,
raziaba ele, etc., assim como pianos, ri-
cos cortinados para sala, camas do Ierro,
espellios, quadros com estampas, loucj, vi-
ros, telonios, e outros muitos ohjectos
que nilo poJeiu deixar do ser arrematados :
eo nn'io dia em ponto ira leilSo, caval-
los, tanto para sella romo para carru.
Avisos diversos.
.- Avisa-se a pessoa quo annunciou que-
rer abernulicias de Joaquim Antonio Per-
nindes Uma, natural da villa d'Arouca ,
reoo de Portugal, que o mosmo reside na
cidade do Itio Kormoso, na ra do Commer-
cion. 5.
.-I'ede-se aoSr.JoSo Joaquim da Silva
Linieira o favor de dirigir-so. a ra do Quei-
mailo, luja n. 18, para receber uma carta.
--Quem nnnuncioO querer Vi nJcr urna
pnrciln de portas, portadlos o madeira : di-
rija se a pra<;a da lloa Vista n. II.
- A pessoa que annuuciou por este Dia-
rio n. 161, de 26 docorrente, quorer com-
|rar, uu arrendar um sitio, que tenlia baixa
piracnpio c pasto para vaccas : dirija-se a
l'racinha do Livramento, loja n. 57, das 8
horas oa manhDa cm dianto, que se dir
ifivm tem.
-- 0< mijos lulln'les nmeros 186 e 131 da
1j.' lolTia a benelicio das casas do Cari-
rJldedo Bio de Janeiro, foiam cmpralos:
O primeiro por ordem do Sr. Joaquim llo-
niJoSeabre de Mello, o o segundo por or-
ilfin dii Sr. Francisco Comes da Silvo ; bem
romeo vigsimo n. 1621, da lotera a bene-
licui da igreja de Nossa Ssnhora do Rozario
di Boj Vista, foi comprado por ordem do
.' -i: i Sr. s /lu de Mello.
-- 11 i-i-.i- de uma ama para cosinhar:
ni ra da Lingoeti n 6
-- OSr. ollicial do Juaticj, que no dia 29
co correte, levou a ra do Itangol n. 59,
gunlo andar, uma carta para o Sr. i.i.i-
Amonio Mesquila l-';ilr.o>, pode ir busca-la,
poique o mesmo Sr. no mora niais nessa
cas.
-- Tendo na tarde de29 do crrente, voa-
o do sobrado de dous andares, da ra das
Flores, para a mesma ra, uma Carauna
muilo mansa, e n3o se achando apesar de
tur sido procurada immedialamenle, psde-
a quem a apanliou, ou quem fr nilWe
la para compiar, que a leve a menciona-
' casa, que sera recompensado generosa-
rrente.
-- Previne-se ao estupido o celebre no-
ticiante sem negocio, autor dos divertidos
"ticos do Echo l'ernamhucano que se
uredos Tactos de sua decantad vida, e
Itutie elles o ressentissimo pralicadocm
na luja desta cidade, e deixe-se de brin-
'ircom honra alhei ; se nao tomar o
W'So conselho, por-lhehemos a calva a-
ostra ; islo lite assegura -- O Boi de baga-
teira,
- Desappareceu no dia 5 de julho, da l'as-
"gern da Magdalena, um muUliriho, deno-
te Cietmo, de 14 annos de idade pouco
"mis, ou menos, tendo os signacs seguin-
'>:-cabellos estirados, rosto redondo e
ira algumas sardas, m8o.s o pea bastantes
fqienus: recommeoda-se a polica e a
qualquer particular, que delle tiver noti-
de dirigir-se a ra do Vigario n. 31.
AttencSo.
Miguel Goncalves Rudriguos Franca faz
n'iei.t'! au respeitavel publico, quo vendeu
melade de uma casa da ra do Itangel n. 53,
Joaquim dos Itcis Gomes, com a condi(ilo
escriptura.de morar o dito vendedor gra-
.Mi 11'. nos fundos da mencionada cas,
onrite vid do dito comprador; e para
que se uSo chamem a ignorancij e por isso
fcissim comprar ou arrematar a dita casa, o
'anunciante faz o presente annuucio.
~ Alug*-se o primeiro ndr do sobrado
""lila ra do Pilar: a tratar na mesma
Mi venda n. 86.
- Quem achou uma carta dirigida por M.
'Alvesao senhor A. J. deOliveira.em 29 do
'"rento me de julho, e por este respondi-
do dia 30, incluindo um mero bilhete de
| l'J'i-', o um i|u irlo do n. 3787 da decima
' -'na loteri do Rio de Janeiro a beneficio
r,'s casas de carilade, a qual foi perdida no
mesmo dia 30 pela uma hora da larde, qui-
'' aniiuiiciar a sua morada para ser procu-
'Wo, ou mandar entrega la na casa n. 6,de-
"iite do trapiche novo ao mesmo Alves, o
1"! propia mente gratificar o adiado
- Quem precisar de um criado diqui pa-
lora, dirija-se na praia do Caldereiro
'"casadeManoelFerrelra.
- i'recisa-se alogar uma prela eacrv ,
?,ue "iba engommar bem : na ra do oi-
'".d Matriz da Boa ViU a. *.
fie
del-ile i
nSo trage
in-nlo i i
n.*7, pri
Iiiii.iiii'
Coi ,r
Convida-,1^
respectiva it,
dial.0 de ag,
lem de celeb
aos irmSos m
pede oocar.c
i mil i- 'ii ;
nitivamenle!
para a mesm
Precisa-
venda : a Ira
n.6.
Roga-sn
Manoel de 01
consulado pr
loresso mand
II, de Firmi
para concl
ossa Senhora da
;iio dos Militares.
I irniilus compareoerem na
9 horas da manhSa, do
limo vinlouro, no qual
fesla de Sinta Auna :
da mesa regedora se
lo que n3o faltem a ho-
se tem do tratar defi-
ject09 de importancia,
dade,
II caixeiro, para uma
cife becco do Capim
\ra Viuva de Joaquim
,io foi empregado no
Maja a bem de seu l-
alo Publico, loja o,
, Aoidrigucs Ferreira ,
ovVii rsi'i.-ivi, quelite
sja escrava se iohi
yo^ senhora Viuva ,
ivi'-ra negociar, por
p fallecido pos-
y,i?8 o> 00,000 rs. a
o : q uem pre-
,. aop i i3o soria
dnrasse. Ven-
d>.?. 1- "81. a ao
0 ao un.
impr las
1 ItOZ) o
foi dada em liypoln
sitala em poder da
com quem uinguem
ser o nico bom que o
suia.
D-se at a quar
juros, sobre penhores -
cisar, annuncie.
lu annuocio de pe
novidade, seoprccpno
dem-se as melliores penas
hoje tem apparecido pelo prel
rs., cm caixinhas de 12 dozi
cianto aceita as que depois
dcixareni de agradar : na ru
junto a botica do Sr. Bartliolo
Cardeal.
O que mois falta invenijro
Mr. Spculateur, clebre engenho'
graude cidade de l'aris, acaba de enrii
o numero de soas maravillosas deseo
com maisuma rica invencSo, com
podo eoi 5 uiioulos preparar exccllei.
fpara se lomar, por meio de um si
alambiquesinho. O povo l'crnambucan
caria tendo noticia apenas de iao Imporli
le descolierta.se o correspondente do M
Spculateur, nosta cidade, nao mandasse
proposito buscar os ditos alambigues par.'
vendc-los pelo diminuto.prego de 4,000 rs. :
H ra-iar&-4o-iu>suio, jutna ft-lmuca.do
Sr. ISarlIiolo i-no, loja oo Cardeal.
--Acaba dcsaliir d'all'andega, um lindo e
varia lo sortimento de finissiinas Iranias do
soda e do cines, flores arlillciaes para en
feitede chapeos e vestido* do senhora, ricas
lilas de vellido tanto para cinto, como para
pescocp, pelo preep de 640 rs voltas para
pescor-o uo lita ilc velu lo do seJa com fivel-
la do madropcrolB, o outros enfeiU. por
precolflo ditnioutO, que no podera deixar
Jesurprehendcr, *|anqueam-se as amostras:
na ra larga do R':ario, junto a botica do
Sr. Ba tholomeo, ibja do Cerdeal.
~ Olferece-se paia lavar, ongommar. o
fazer toda a qualidado de costura, tanto pa-
ra nomem como para senhora, uma mullier
bastante habilitada : quem do seu presumo
se quizer utilizar, dirija-se a la da Seuzel-
la Nova n. 25.
Justino Antonio Pinto faz scienla ao
respeitavil publico que tem disolvido ami-
gav.lmcnte a sociedado que Hulla na ven-
da cita na ruada Cruz n. 28 com Andre Bar-
bosa Soares sobre alirma de Pinto & Soares
licandoo socio Soares encarrogado da li-
quidaefio da dita iirma como nico respon-
savcl.
Carlos Ernesto Mesquila FalcSo, decla-
ra, quo desde quo so cusou lio morador no
segundo andar da casa n. 59 da ra do
Uangel e que toda a mobilia quo na mesma
existe lio do su propriodade por hava-la
comprado ao Sr. Antonio Domingues Pinto,
como consta do respectivo recibo do mes-
mo Sr.Pinloe da oeclaracSodo proprieta-
rio da mencionada casa : avista do que, n3o
he o annunciaote responsavel por quaes
quer diviJas contralndas por seu pai s pe-
lo facto de se acharo mesmo inorando na
casa do aununciante, o que se faz publico
para evitar contcstacOes.
Boga seao Sr. Jos do U-.\\o Cezar de
Andrado, procurador da cmara municipal
deOlin.la, que cumpareca na ruado Crea-
po n. 23, a tralar do negocios de seu inle-
resse.
-- Manoel Alves Guerra embarca par o
Bio de Janeiro, a sua escrava parda, de no-
meFaustina.
-- Precisa-aedeuma ama, que tenlia Ins-
tante leite, par aoiamcntar urna crianca de
3 mezes lo idade ; paga-se bem : na ra da
Cadeas'Oi n i-ii n -j'.i, segundo audar.
annos de idade altura regular,
bem fcito do corpo, ps pequeos,
he aleijado do braco direilo ao p
da mnnheca, proveniente deferi-
mento d'arma de fogo, e tem todos
os costumes e Tala du mato. Este
cabra foi lurtado em 183*3, ean-
dou pelo sertao em varios lugares,
como fossem Riacho do Sanguc,
l!icjo de Bananeiras e Catle at
i85a, em queveio para esta cida-
de para o poder de seu senhoro
abaixo assignado j roga-se por-
ta nto as autoridades policiaes e ca-
pitules de campo a captura do mes-
mo, e mandar entregar na ra dos
Prea na Uoa-Visla n. a8, que se
recompensar generosamente.
Manoel Joaquim Carneiro Leal.
Novo armazem de ieilSes, ra
do Trapiche n. i'|.
O agente Antunes avisa ao pu-
blico, que o seu armazem de lei
loes, de hoje cm diante se adiar
aberto nos dias uteis, das 8 ip
horas da manha, at as 5 da tar-
de, aonde? pode ser procurado, e
ahi recebet em deposito quaes-
quer elfeilos, que Ihe quizerem
entregar para serem vendidos em
leilao, prestando se oannunciante
igualmente a ir faier leiles, as
casas e armazeis particulares, que
o quizerem honrsr.
?^'('I
? Alugam-so e vendom-se bixasna
praca da Independencia n 10, con- !Si
fronte a ra das Cruzes. *
0)#t>#tJr^f>9at#9#j>f}4'
Mentido! 3) A lie ao p do hozazio
de Manto Antonio.
Quem te mandou este doce. Perguntava
em urna mesa uoi hospedo a s;u amigo ; de
tantos amigos, anda nenhum me mandou,
quo,se compare com este, Ihe tornou o ami-
go, em abono da verdade que s ainda o sa-
boriei igual a este, comprado ao J. J. Mon-
des da Silva n. 39 A da ra estreila do Ro-
zario ; amigo, satisfazei o appetite que esto
l foi comprado j tambem por me o torero
informado. Carissimos leitores.sendo o hos-
pede mea amigo,communicou-mo o que re-
lato cima, o eu para que o respeitavel pu-
blico possa apreciar a boa qualidade e dar
crdito a sinceridade com que Ihe fallo, os
convido a que venham antes quo so acabe,
jontamentoa muilo acreditad bolachinf a
de ararula.biscoitinhos.fatias, e outras mul-
tas qualidades, como sojam mendoit) con-
fesadas n lerr,bolinhos frtncezes e amon-
L'oas linas de cores, tu lo por commodo pre-
C'i, como he de coslumo no 39 A.
L""jteria de Nossa Senhora do lio
\ zario da Boa Vista.
"Jo sendo possivel ao thesoureiro poder
fazer1 correras rodas desla lut -ria.hoje 29 do
c.0Ile nt0' Por a'n,la hver billictos,que exce-
porconligem da irmandaie, e esta
I10TEL DA BARRA.
RA DO TRAPICHE ti.' 2.
Com a cnl'ada pola ra dos Tauoeiros.
Este estabelecimento, cujo asseio e excel-
lenle cosinheiro, tem-no tornado recom-
men'davel sol a direccSo de seu iropri'ta-
rto, o Sr. P. Garrida, lera de paasar no dia
Io de agosto prximo a novo propriela-
rio, sob a ilenomioacao do -- HOTEL DA
BAIIRA o fli iiii,-.i-.s que se empregaro
as precisas diligencias, elim de que as pes-
soas que o hourarem sojam completamente
bem servidas : aos senliores assignantos ,
que leucionarem continuar, roga-se-lhes
boiidndu de o coininunicar, na ra da Cruz,
armazem n. 13. ril o da 31 do crrente.
Cavallo fgido.
Sabbido, 17 do crranle, desappareceu do
sitio do abaixo assignado, na Pcule de U-
clia, um cavallo nisso pedrez, facca, e bai-
tanto selado, com uma blido u'iiin o io :
quem o tiver achulo queira entrega-lo no
mesmo silio, ou oo Recife, n ru do Amo-
run n. 35. J. J. Tasso Jnior.
OITerece-se uma mullier de idade mo
dia, sem vicios nem achaques, para servico
de casa de homem solteiro ou casado sem
pi'iisin de r'iiiui; is, a qual sabe cosinhar
um ludo, e faz massas e doces; o tambem
entendo do cosinha eslrangeira : quem a
pretender dirija-se i ra da Guia dentro do
Recife, casa n. 7.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado
da praca Ja Boa Visla. muilo fresco, excel-
lentes vstase grandescommodos para qual-
quer familia : no armazem da ra Nov
n. 67
Jos Joaquim Ribeiro, morador no lu-
gar Babia da traicSo, cima da cidade d
l'arihibi do Norte, deva a umpesso des-
la praca uma letra da quautia de 202,760
is quo com os juros de dous por ceulo
ao niez, no praso de 18 annos, and di-
ta divida em 1:078,640 rs., sabe-so de certo
que o dilo devedor so arha em muito bom
esUdo de fortuna, estabelecido naquelle lu-
garcom uma udicina deazeiledo c.rrapato,
e transporta bastant s pori,Oes em baleas pa-
ra i si i prapa. O proprielario da dila leltra
faz todo e qu ter Icr negocia-la, os prcten lenles dirijam-
se a ra do Vigario, sobrado n. 20, segundo
andar.
-- Antonio Jos Daarte Coimbra, vai ao
UaraohSo.
-- Na ra doSeve, casa terrea e sotao i --Vende se um requonosobrado de_dous
que dea defronte uo theatro publico, pre-
cisa-se do uma ama deleito, quo nSo tentia
filhos.
-- Desoja-se saber com urgencia e certe-
andarea, sito no principio da ru do Calde-
reiro, contigua de Santa Therez,em chos
proprios, e faz parle do mesmo sobrado duas
casas no fundo, e um cocheira, o que ludo
Consultorio hoiueo-
pathico.
2 lina do Collegion. 25, pri-
* meiro andar.
| O Dr. P. A. Lobo Mosco-
I so, d consultas gratis hos
todos os dias ds-f.8
za.se anda existe Rosa Mara de Lima, ca- rende mensalruente 55,000 rs., e maia ren-
sda com o portuguez JoSo Francisco Furia- dera uorquo a cocheira lem so tilo e estrib-
do, lilil quo loi da parda clara, llosa Maria ria, e nao osla alugala em proporcSo do seu
de JozusodeJos Velloso Montoiro, brinco, valor Esta propriedade se veode por com-
solti'iro, que dando baixa de soldado appli-. molo preco,e se recebo em pagamento ipo-
cou-se a eusinar mooinos. Teve ella um ir- lices da companhia do Bcboribe por seu va-
iii o de no e Florentino Velloso Monteiro'lor real, isto he, apolices de cincoenl por
Accioly Rolim do Moura da Funseca, e foram ^incenla, embora estejam ellas por quaren-
moradoresem Nazaretli, Cabo de Santo A- ta,e talvoz menos lra(a-se na ra de Santa
goslinho : quem della souber e der noticia iRita n. 37.
>e podei enlonder ua ra do Vigario, casa I Na estrada doa Aflictos em uma casa
o. 7. que est por acabar.que temjtres porlas.ven-
Bctrato]dedagderrcolypo. de-so quautidade de merlos de laranja de
No lien o da l .n-Vis n n. 10, sobrado, umbigos, quantidadede sapuiis, limaa de
tira-se reir tos por daguerreolypo, com toda umbigo, coracSo da India, ps de jabutica-
a perfeicSo conliecida at agora. O artista bas, ps de cidras, e ps de alticu'-ap.
tendo, pois, de se demorar poucos das nes- Vende-se uma prela da idade, proprla
la cidade, avisa as pessoas quo de seu pres- para o servido de campo: na ra Direita un -
limo soquizerom utilisar, para que o pro- mero 52.
curem das nove horas da manha s qualro Vende-se feifSo fradinho, em porc-2o e
da Urde. a retalho muilo proi rio para escravos e
lliciaes de flinilciro. mesmo para rancho de navios, he pechinclia
Na loja da ra da Cadeia do Recife n. 64,
percisa deofflciaes de funileiro.
Precisa-sede tomar a piemioi
lia de 1:000,500 rs, com hykotlieca i "von-
lade ; no pateo do Terco n. 139.
I'.mid i-s" a ouro e a prala, com toda a
perfeicjJo : na rui da Cad'ia n. 9, defroute
da Ordem Terceira de S. Francisco.
em razSode o mulatioho estar multo caro
ua ra da Senzalla Velha n. 104 que faz es-
oun- 1ulna <"T* Becco Largo.
^_ Vanr1i>m-tiA hntiiao A ti
Vendem-se botijas, e Bandea vasioa, de
varios Umanhos e por todo prerjo : na ru
do Rozario larga n. 36.
l'rensas para farinha.
Na lundirao da Aurora em San-
-- Roga-se ao Sr. Raymundo Jos de A- T
raujo, deapparec-r na loja da ra do Cres- to Amaro, e no depozto di mesma
po n. 16, que so Ihe deseja fallar.
Dos Dispoe.
na entrada d-i ra
cham-se venda
do Brum a-
machinas para
Acaba dechegardo Riode Janeiro, tradu- !___._.__ i:i J_ ~j;n(,
zidocm portuguez, o excellente romance de ^'prensar lannhade mandioca, e
Alexandre Dums,que lem por titulo, Daos outras para espressSo do oleo de
ispOe, vende-se na livraria da prac;a da In- m.mnna ,i mn inVpnrao intei-
dependencia n. 6e8, a 8,000 rs. constando mainonj uc uma inven9do nici
dc6volumes. ramente nova. Os annuncianles
A 64o rs. ii:io lir-.il un em publicar, que es-
Lencos de soda para grvala :0 comprador tas machina! de suainvencSo sao
nao eren qu-i oslo pre?o lao dimiiuilo seja *,,
pe i ma qualidado da fazenda, a vista faz le, superiores a tudo, quanto ate aqu
venham a loja de miudezas do Cardeal junto {ern annarecido neste genero, re-
a botica do Sr. Bartolomeo, ,-
l'en.es de tartaruga un,ndo a Sran.JfJ f*rS de Presso
para coco a 3.500 rs., ditos como nao ha me- a maior sunplicidade de construc-
ilior a 5,000 rs,, dase a amostra: na loja
de mi i.l. zas da ra laiga do Rozario, junio
a botica iln Sr. Ilartliolomeo, do Cardeal.
Ps
e facilidade na operaco, o
diiicilmentc se
Coin|>ras.
cao,
que faz com que
possam desarraigar.
Salitre retinado
vende-se
dera a.
Botica Miomopathica.
28 RUADAS CRUZES 28,
<-,
<
jav Dirigida por um pharmaceutieo
> approvailo. ^
* Este estabelecimento possuo todos
** os medicamentos al agora exper-
* mentados, tanto na Europa como no J
Brasil, e preparados polas machinas ^
da invencSo do Dr. Mure. ^
PRECOS.
dan carl/irai homopulhicas. ^
Emcrteirs de 12 tubos grandes 12/
24 20/
24 pequeos 15/
* Tubos escolhidos (cada um) 1/ 2
** Tintura s demodicasientos em ^
S frascos de I|2onc (cada umj 31 3
L Ha mal, alomdestas,outras muitas ^
a caixasconi globuloso tinturas por aj
precos variaveis, conforme o tama- *
nho ea qualidade das caixas, e a
quantidade dos remedios e assuas -3
dynamlsC>s, etc.
AVIAfJ-SE CBATUlTAMEiNTE ^
para ospobr s, todas aareceitaa que J
para ali mandar qualquer professor. ^
Desappareceu no dia ai do
passado mez um cabra de nome
"So pjendoarriscar maisdoque Ihepcrten-
cej pov jss0 o respectivo thesoureiro ve-se na
riK"V-0 ,1c BapiQiT o andamento das ro-
i; ll0r,.m assevera o respeitavel publico
C0T1'qualquer venda que se fizer, ma>
0 imi'relerivcl, o qual nilo sera es-
,' : l resto dos billieles estflo venda
'B.Bre 'l0 coslume.
r ,rel orinado Florencio da Sil-
1 ,v" 5'iti de Albuquerque, desde
10 do co-_ente mM| ac|U-se constilui-
"nte T ''curador do lllm.Sr. !lr. Fe-
veu
i du
do bi
lix Pe
de todi
tod
os.
BE
ito o Mello, afim ,.a trat-r
e,?uS negocios nesta provincia ;
1 -'8i. oulra qualquer procura-
ca'do mi m ma sennur.exist0 cm Poder
co. quf. d. ; j ?" ITovincu.
delguem, 'd,,cn> Cfll*eir.'> 9"\?
- Precisa- ailor ,' *"* s"J,a bfn 01".1"
muita pralica ,M eai> conduela, lendo
ligento^ed I do-, reo n!,0f d1uvlua
a,?qualidades q ."L. > 'rga do Roza-
dar bom ordena
rio, venda da esi
iiini
es.
J. Jiim dentista,
nlina a pAr de
lana looorropliveii
\o n,"licia,,ao publico que
llej ""jciae* de porce-
contin por de.Ca"rneci'JC,"leenche,,l'
de um ou todossefVeW'emunl.sardo
.todasas pessoas qu..\ tSo beip'B" ,*. JI.T8.
seu prost.mo, que naVencor j "Uuc^ os
no lican lo os denles\lsl;Rar proprios
quo nao se possa dilTe\,r or\t*oerco-
naluraos.podendo-se m .a|sa os jT-,.i
m'da sem sentir a mem m ouro ?nles "
do os quebrar, tambem ,Uac5o du',r"'"'
luraes l'urados da caria c r e3sa raVrfl
prevenindo assim a conti ,rad03 ,,"' ae
dores o mesmo evitando p aosden? .
passaracaria dos denles iras quo, ,.
outros s5os, como bem.aliaj II)ao |d
geral, tirando as caries ou ^ ez anll0i ,J u
os damnilica e coopera para ,|ijsao ,,1"''
bocea nSo sendo tirado; ha i> 110 te[D ja!8
oannunciante exc-rce sua pri basta pa
cidade, eos muitos exemplos q ova n_ j
nesse longo lempo ser quanto ,
garaulir sua residencia n ra N\ Jos para
pnmoiro andar. ,1'onso, o
Aeham-se nomeados e contraa ra|co ue
leccliinareiii no collegio, Sanio A,,l0C0|.
senliores doutores Innocencio SeV,ra|,|)ia
Assis Cervalho,professor do rbetoricV,ire(ji
legio das artes, as cadeiras de geokUi .lS
e rhetorica ; o Antonio Pedro do r-'iguls'pes-
professor de lingoa nacionel do lyceV.ua|.
de inlcz, pliilosophia e geometra : al|rPC.
soas quo so quizerem matricular em \ p0r
quer dcstas aulas,podem dirigir-se ao a\ ,.
tor respectivo no mencionado collegioA'pg
quanto lem cessado nesles materias, o I
sino particular daquelles dous professor
em suas casas.
I'ublicaces llomeopathicas.
A 25 DE AGUSTO sahir a luz a continua-
Co da pathogenesia homeopathica,compos-
la de 12 medicamentos europeos, trrdozda
do manual do l'lt JAR, e a de 12 modica-
menloa brasileros extrahida da obra inti-
tulada Huulrinu da Escola tlomeopathica do
RIO DE JANEIRO, pelo DR. MURE. Este vo-
lumesera augmoulado da Theoria dn appli-
cac3o das dozes pelo Dr. Mure, lacuna im-
porlanlissima deixada por llahncmam ao
cuidado dos seus discpulos. Ilecebem-so
assignsturas a 3,000 rs. pagos na occasio
daenlrega, no consultorio~do prof bomeo-
patha Gosset Bimoui, ru das Cruzes n 28.
~ No dia 19 do corronte, desappareceu
um negro por nome Elias, creouio, com o
offlcio de serrador, de Idade 40 annos, pou-
co mais ou menos, tem sido encanlrtdo pa -
ra s bandas da roa da Concordia, o consta
que elle anda pescando; pede-se as autori-
dades policiaes que o aprndame o levem
no aterro da Boa-Vista t. 6, terceiro anlar.
~ i'ri'i-iso-si- de um ama para casa de
pouca familia, e que eslaJenha bous costu-
mes : no pateo do Paraizo n. 16, venda, so
pobres, toaos os uias aac/ao ^
as 12 lioras da manhaa. Plp- *
tica qualquer operacao de r*- 8
rurgia, ou de partos. Rec-v S
* be escravos doentes para Ira- I
Oji tar desuasenfermidades, ou 4
fazer qualquer operacao, por 9
E preco commodo. >
#***'*.***.*>.ft*|* ^9mm loja n. 3, ao lado
O-se um como e lanos mil res a pre 1 ^nton0#
mi sobro penhores do ouro e prala, ou hy-
polheca em bens de, raz; quem quizer di-
rija-ae a ra do aterro da Boa Vista n. 6, se-
gundo andar, que se dir quem Ja.
Francisco Tavares Pinto, subdito por-
tuguez, relira-so para Portugal.
Uotel Rcce ra do Trapiche
K
e que nao telilla vicios, nem achaques : na
rii.> do Amorim n. 25.
Compram-so duasjescravascrcoulas ou
parlas de 12 a 2(1 annos, tendo boas figuras'
pagam-se bem : na ra Nova n. 16.
-- Compra-se orna carrooi de cavallo ,
em bom uso 1 na ra do Trapiche n. 8.
Compram-se acees da com-
panhia de Rcbirihe, c do banco de
l'ernambuco : na ra do Crespo,
do arco de S.
na botica da ra do Kangel n. 6-i,
por incii is preci
'l qualquer parte.
SALSA r:\IIIIILIIA
DE
Compra-se um proto, quo soja forte ,
e que n3o lenha vicios, uom achaques, para por menis pre^o do que em oulra
sorvreo de casa : na ra do Amono 11. 25.
Compra-se uma prela, que tenha bo-
nita figura, que siiba ongommar, cosinhar,
Na ra da Senzalla Velha, defronte do
Sr. Mari 1 iis, pintor, compram-se todas as
qualidades de ferros vellios e melara do to-
das as qualidades, assim como ourelos de
pannos unos, casimiras o lolas as quali-
dades de mulambos, que sorvirem para fa-
zer papel; assim como cabos velnos, lo-
nas, ect.
-- Compram-se escravos de ambos os sa-
xos, do bonitas figuras, de 10 a 25 annos,
tanto para a provincia como para fra, pa-
gam-se bem : n ra da Cacimba n. II, on
de morou o finado vigario do Itecife.
Aluga-Sii um molequ", de 11 aunos de
rindo: na ra do Livramento n. 1. Na mes-
ma casa lava-se e eogOinma-se, por preco
commodo.
Na ra Imperial n. 165, precisa-se de 4
ollieiaes de charuteiros.
n i>.
Tem sallas e quartos preparados com docen-
cia para receber hospedes.
Almue/i- c janlircsavulgos a qualquer hora
no estabelecimonlo e Tora dolle.
Fornece com todo o aceio o provimento
diario ou mensal para mesa de qualquer
individuo ou familia.
Encumbe-sede fazer jantares.para fora dan-
do louca, vidros etc.
Tudo pelo ruis comino lo preco possivel,
com limpesa o promptidlu,
Francisco Lucas Ferreira & Companhia
contialadores dos carros fnebres, fasem
seiorile ao respeitavel jiublico, quese acham : ,_...... .. -.---
estabelecidos, com casa do armario no pa- .. vende-so um escravo pardo, que ro-
teo do Hospital 11. 10, onde achnr.To carros presen[a |g a 19 nonos do idade : na ra do
por 8,000 rs., dando-so-lho ciixao prelo Livramento, sobrado n. 1, primeiro andar,
para condcelo e do madeira puainterra- jande-ae una loja da Calcado 1 nu ra
ment ; por 30.000 rs., carro ornado e ci- Direita 13, pertencenle a Miguel dn Costa
no prelo puxado por um cavallo; por _\0guc;a
40,000 rs., carro ornvlo e cainao puxado ven le-so no biliiar francez da ra No-
por uma parelha, os mesmos se encsrregam von i to moleque, sem vicios, nem
de mandar vislir qualquer corpo e de fome- aC|,agues
ondas.
cer a cera precisa por menos prcro do que
em oulra qualquer parto.
Participase ao Sr. Jos Luiz do Lima
Andrade, lavrador do engenho Sania Rita,
que 110 dia 26 do andante, as 6 horas da lar-
de, appareceu um seu escravo, de nome Za-
caras, procurando senhor para compra-lo,
o como o dito escravo, dissesso que andava
fgido, o abaixo assignado recolheu-o em
sua ca, para o dito senhor cimo o vir bus
Loteria do Rio de Janeiro.
O cauleiista Salustiano de A
quino t'erreira avisa ao respeita-
vel publico, que os seus bilheles e
cautellasda primeira loteria, a be-
nelicio do Santissimo Sacramento
di cidade de Jlacei estao cx-
car em quanto antes; nlo cando <1 abaixo j da ,nde_
assignado responsavel pela foga, morle, ou p"' ) '1 1 1
outro qualquor acdente que possa aconte-
cer no dito escravo. Recife 26 de julho de
1852.-- Francisco Malhias Pereira da Costa.
Na praca da Independera
n. 13 e i5, loja de calcado lloa-
rantes, e na ra da Cadeia do Ite-
cife n. 46 > loja de iniudezas de
Jos Fortunato dos Santos Porto,
foram vendidos os premios seguin-
Vs, a saber: da loteria a favor do *> immedialainentepagos sem
hsp,talda cidade de Goyaz, em'cont Igiim, todos e quHesquer
V'luimosiaGG, 10:000,000 de rs..- (prem.os qpeah.rem nos bilhetes
e cautelas as lojas acuna de-
pendencia n. i3 e 15, loja de cal-
cado do Arantes, e na ra da Ca-
deia n. /|6 loja de miudezas de
Jos Fortunato dos Sanios J'orlo.
A. dita lotera corren no dia 17 do
correte mez, e no dia 4 de agosto
espera-se a lista da mesma pelo
vapor da companhia brasileira, c
des-
As numorosas experienciasfeitas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades,originadas pela impureza dosingue,
e o bom xito oblido na corte pelo lllm.
Sr. Itr. Sigaud, presidente da academia im-
perial do medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sua afamada casa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito o por varios outros mdi-
cos, permiltem hoje de proclamaraltamenle
as virtudes cllieazes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garraTa contem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Brislol he
garantida, puramente vegetal som mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-sc a 51000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Maria Connives Ramos : ra dos
Quarleis nevada ao uuarlel de polica.
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na ra da Madre de Dos ,
armazem n. 20.
Vende-se a moda a vista,
o muilo conhecido engenho Saco
le Ipojuca, de excellente trras:
quem ao mesmo pe tender, dir-
jase a ra da Cadeia Ai Recife ,
lo|a 11. 51 : a fallar com Joao da
em quartos 129, 4 = 000,000 de rs.;
^^'~\, aoo,ooo rs.; 1357, too,000
"> tG4i ,
i.0So IS.
461 ir
400.000 rs.
a3o8
, a3o7 ,
aoo,ooo rs. ;
200,000 rs.; 49'5, l.'ooos
de rs.; 4g*,o, 100,000 rs. ; 55q8 ,
200,000 r.s-. 5o8y) 400)ooo rs. Em
oitovas e vigsimos n.28!), 2oo,ooo
s,,- em o^avoj 553^ 100,000 rs
1 la quarta 1 |0teria a beneficio da
Lreja matr,z de g. jOa0 Baptisti
ig Lagoa, n,e0 bilhete n. 2o53
da 00,000 de rs. j.876, 200,000
io:o\2459 I0'o,ooo rs.: em quar-
rs.; ?2a, 100,^QQ rs#. 3i54*,aoo^
tos 21 m c-i'avos 4853, 200,000
rs
rs
cionada.*.
algum.
; e\pag08 naH lojas cima men-
. SaoT os Premjos sem descont
-sedecomnnesao, compram-
- .se escravos r ... ,., ,i 1 -
- Recebe\-
sa o vendem
rangeiras n. 1
-- Offerece-
ou par feilor: ^
--Aluga-seui*. n'jari
ve par todo ser
ras n. U, segn a
, 1: un ra
, segundo ,ldar_
ce um homes para crido,
na ra das AjfLtg Verdos n.3.
1 prelo mu |0rte,quc s-r-
das l.irange-
claradas.
Meios
Quartos
Oitavos
Vigpsimos
11,000
5,5oo
2,800
i,3oo
Vendem-SJ velas de ciruaba, as me-
lliorosquo se lem visto, ja pela boa luz que
da, romo por nfio remolarom ; o nico de-
posito lio na ra da Cruz do Recife 11. 31,
defroute do becco da Liogoeta,primeiro an-
dar : pierdo om anoba 9,600 o a rolalho a
320 rs. a libra ; poucaditerenga fazem easas
velas das do espermacete.
Alten cao.
Vende-se a loja nova de calcados da ra
Direita 11. 50,e um palauquim em muilo bom
estado : a tratar na mesma loj, ou mesma
ra 11. *, segundo andar ; vonde-.se por mo-
livo do dono retirar-se para fra.
Vendo-so superiores ligos de eomma-
madre a 200 rs. a lilira, passas a 160 rs. a li-
bra, bolaxiiiha ingleza nova 240 r. man-
Ulga ingleza e franceza de superior qualj-
dade.e superiores queijos ; c ludo por dimi-
m.to preco nos quairo oanios da Roa-Vista,
quina de S. Conijalo, venda do sobrado
n. 1.
(jesso.
Vende-se gesso em barricas. clW""'" '
timamenle : 0111 casa
oln
Antonio, que representa ter 3o [dir quem quer
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
Cucha Magalhes, ou ir no mes-
mo engenho, a tratar com o pro-
pietario.
Vende-so um deposito de assucar, bom
afreeuezado, ou da-so socieladc a algum
pessoa capaz, que entro com fundos e tome
coma da casa, porque o dono acha-so do-
ente 1 a tratar na ra da Concordia n. *.
Chocolate de Saude.
De todas as substancias alimentares, que,
sondo om seu principio consideradas como
couzas de luxo,tornam-so pelo tam.'oadiin-
te do 11 m uzo geral, o chocolate pode, sem
contradicho, oceupar o primeiro lugar,
lffeclivainenlo, quantas pessoas nflo venios
nos preferir hoje ao uzo do queme calle o
do chocolate e nisto seguir a opiniao
los medios mais celelires.que.de cornmum
acord sobre suas preciosas qualidades, o
indicam como um dos nossos melliors es-
tomticos aquellas pessoas cuja saude he d-
bil, o delicada l'rescrevem-no aos seuc
docnles, aconselhao-no aos velhos, eo re-
criminen lam asmis de familia para seus
(illios. Em urna palavra, ocoisumo verda-
leiraiueuto extraordinario que todas as
classes da sociedade fazem dostn alimento,
he o oais bello elogio que nos Ihe podemos
lazer: acaba, de chegarum novosortimento
d sin chocolate ja bem conhecido no-la pro-
vincia, por muitas pessoas que lem feto uso
delle constantemente: s vendo ua Uvero*
la ra da Cadeia do Recife u. 25 defronte do
Uecco Largo.
Vende-se grammatica portu-
leza stima ediccSo pelo pro-
fessor publico Salvador lenrique
de Albuquerque: na livraria do
psteo do Collegio n. 6, de Jo3o da
Costa Dourado.
. Veude-se papel ('
multo bom, a ioo
de uma so face,
na livraria do r o, de Joao da ^ Uourad^
. e.m-se carteiras deal-
gineira, a ^ rs na ]vraria do
paleo do
Costa T/
- Ve- '
. adose ou lroc-se por uma btrcac*
1" 1 jravoa, um das melliores casas da ci-
o, adeCoianna.cilasna ruado Meio, n.
sendo de podra e cal, duas sala oa fren-
e*2 corredores, 6 camarinbas, duas salas
I de' detraz, cozinlia puxada lora, quinUl
grande e cacimba de boa agoa : quem a pre-
tendor dinja-seao sen propriataiio no Re-
cife ra do Vigario n. 20, segundo andtr.
1-0, a lollu; do
,1 4o rs. a folha
Colegio n. 6, de Joao da
dourado.
MUTILADO



Moinhos de vento
com bombes de repuxo para regrar hurlas
e baixasdocaplm nafundigUodeD. W. Iluw-
uiau; ra do Brumus.6,8 e 10.
i ARADOS AMERICANOS, f
i
f
Vendein-.se arados ame- 4
ricanos, chegados dos Esta- 9
dus Unidos, pelo barato pre- 90 de 4ooo rs.cada um: na j
ra do Trapiche n, 8. +
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doHceile n. 13, lia muito supe-
rior cal de-Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa cliegada ltima-
mente, a preeos mullo rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Vellia n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 300 e ajo rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he barutinho, a elle
freguezes quelie bom vinho.
Deposito de cal virgem.
< iiinhii llocile, a. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, cliegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
mu outra qualquer parle.
l'otassa americana.
--No anligo deposito da cadeia velha, n.
13 existe UBI pequea porgSo depotassa
americana, chegada recentemente que por
superior nvalisa com adaltussia: vende-
se por proco razoavel.
Agencia de Edwin iMaw.
Vi i 11.1 de Apollo n. li, ariiia/cm de Mc.Cal-
moui.v 1.<>! |>.mili. 1, acha-ae couaianlenienie
bous aciriiiiiriiiiK.I'- iiix.i de ferro coado e
balido, laulo rasa como Tundas, inocndasin-
eiaa todas de ferro para auimaea, agoa, eic
Illas para armar em madeira de todos os ta-
annos c iiiadelloa o mais moderno, machina
horisonlal para vapor, com orca de 4 caval-
lus, coucos, paasadeiras de ferro eslanhado
para casa de pulgar, por menos preco que 01
de cobre, escoveus para navios, ferro inglez
lauloein barrascomo em ireosfoibas,eludo
l'nr barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Mooi.
1,1 A DA SENZALLA NOVA N. 43.
Reste estabeleeimento conti-
na a lid ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
daspara engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Veadem-sc os verdadeiros selins in-
gleses, patente, de molla e sem ella : na
ra da Senzalla Nova n. 12.
-- Vende-so marmolada nova, vi nda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. Dr. Cosme.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprta, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Arados de Ierro.
Na tundilo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosde ferrode diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodSo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
tl io desta fabrica ; em pessa, a
A 130 rs. o c o vado.
Na ra doQueitmdo, defronte
do becco do Peii* Frito, loja n. 3,
vende-se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
tsimo preco de seis vintens o co-
rado; esla fazenda he muito recom-
mcndavel aos senhores cheles de
familia; d-se as amostras com
penhor.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol de seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di--
irinulo pre<;o de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Collegio n. *.
Novo sortimento de fazendas na
loja da ra do Crespo n. 6.
Superiores cortes decassa-chila,de novo,
desenbos, a 2,240e 2,500 ; ranibraiis fran
coz, de cores a 440 a vara ; chita para co
berta, de tintas seguras, a 200 rs. o covado;
cassas lavradas a 2,400 a peca ; dita de do-
res, com 8et/2varas, propria para corti-
nado de cama, a 3,500 a pega ; camhraia de
.lpicos, tanto brancos como de cores, a
4,500 a peca; lencos ilccambraia de linho
a 4S0 e 560; pecas de chitas escuras a 5,000
cortes de brim de listras, de puro linho, a
2,000 o corte; dito liso a 1,440 e 1800; ris-
todasss larguras e tamanhos, para vestidos, cado de linho a 180 o covado; dido deslgo-
" d.io, proprio para escravos, a 160 o 180 o
covado; panno prelo a 3,000 o 4000 o cova-
do : e inultas outras fazendas, por preco
commodo.
Igual pechincha nunca se vio a
14o rs o covado .'
Vendem-se chiles escarales muito finas
de ramagens para cuberas a 140 rs.cada
um covado: na ra do Crespo n. 14, loja
de Jos Eraocisco ias.
Panno pretofinoa 3,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno prelo fino, a
3,5oo rs. o covado : na loja de
Flores & S, na ra da Cadeia do
liedle.
-- Vendem-se duas muas ( beslas mua-
rs) muito boas, vmdas do llio de Janeiro,
4
vontade do comprador: no escrip-
toriode Novaesrk Companbia, na
rua do Trapiche n. 34.
Vendem-se as seguintes semenles:
nabos,rbanos.rabanetes encarnados e bran-
cos, tebola, couve trinxuda Blface ala-
1111 ni, repulhuda,chicoria, senoulas, feijSo
carrapato de tres qualidades,ervilha torta e
direita, fava, coentro de toucuira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, o inustarda : na ra da Cruz n. 46,
defrome do Sr. doulor Cosme.
Com toque de molo.
Na ra do Crespo loja da esquina que Mil-
la para a cadeia,vende-se chitas escuras com
poqueno toque de mofo a 5.500 rs. a pega,eo
rovado a 160 rs.
Tabeas para enaen/ios
Na fundicSo de Ierro de D.
\V. fiowman na ra do lirnm,
passando o cha Cariz, contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido c ba-
tido, do 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
do, embarcam-se, oti carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-seamarrasdeferro: na 1 a da
Senzalla Nova n. 42.
Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
se cortes de meia-casimira de pura 13a, e
gostos muito bonitos, pelo mdico prego de
2,560 rs. o corte; brim pardo de liniio, su-
perior fazeuda, a 640 rs. a vara.
jg/f/f f fpf WWV <***? # WW -> lamilla de mandioca
j* Vrnde-se, por preco rasoavel, la- ]J|
_ rinba de S. Malheus a uiais nova ,>
^ que existe ueste mercado : na ra 43
aJ)j,Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. ^
- VeuddnftAAA Mk
meias lonas dan'^uas, urinzao, brins, e
O. Bieber & Comp'f. J '"' armazem de N.
11. 4. \a> na "" da Cruz
Algodao para rouV ,
Vende-se algo daomulV10 cravos.
prio para roupa deescravolncorflado> Pro*
toque de varia, a l4orAC0'" pequeo
limpo a 180 rs.: na rua do iV Jal"da ; dlt0
Sortimentos de panos S*0
miras de todas as qal _
Na ra do Crespo loja da esqmn
UEI "<|eia,vende-se panos fli,
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 raT7
cez muno superior a 6,000 rs., o cavad
to verde a 2,800 rs. dito a. ul 2 wSSLm
Hila 00 Liollegio n. 4*
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao respeilavel publico de
Pernambuco, e principalmente aseusfre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, viudos da Franca, um grande e rico
sortimento dos melhoreschapeos deso de
seda, que tem vindo a cstapraca, proprios
paraaeslagSo do invern, e para senhores
de engenho, por serem muito fortes ; sor-
timento de chapeos de sol de seda de dife-
rentes qualidades de 5,000 rs. pira cima,
lindo sortimento de chapeos de sol de seda
parasenhoras, de todos os feitios e tama-
nhos, que vende muito em con la ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande e escolhido sortimen-
to de chamelotes, sedase pannos empega,
para cobrir armages servidas, baleias de
para vestidos
e espartilhos parasenhora; fazem-se um-
bellas para Igrcja; concerta-setoda e qual-
quer qualidade de chapeos de sol, tudo por
muito menos prego do que em outra qual-
quer parle. Veodc-se em porcSo e a reta-
Iho. No mesmo estabeleeimento acha-se
um bonito sortimento de bengalas.
Deposito iia fabrica le Todos os
Santos na i'.aiiia.
Vende-se,em casa deN. O.ieber&C,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado a-
quella fabrica,muilopropr 10 para saceos de
assucsr eroupa deescravos.porpregocom-
moJo.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vende-se corles de caiga de
brim de quadros, e listras do puro linho a
1,280 e2,000 rs.,ditoinleiro pardoa l.280e
2,000.rs. o corte, riscado de linho de lislraj
a 720)rs. o corte.
Vendem-se 8 escravos, sendo 1 carrei-j uu' jeMas ja ensillada pra
ro, de bonita figura ; I moleque de 16 an- do los, icio 11. 4, ale 9 horas da manlia.
nos de Ida 10 con. principio de co-inha; 4 Calcados a 400, 700, 80O C I (JOO
escravos de loJoservico ; 2 escravas, Siindo; ;">" .u
urna mulata de bonita figura: na ra Direi- rs. O par, no aterro da lina Vis-
la 3- ta, defronte da boneca n. i.
vende-se um selim inglez, com pou-, -, ,
co uso : na ra do Queimado, segunda lo- rroc?'c os a,-B" superiores sap.tos do
ja 11. 18.
Moendas superiores.
Na fundico de C. Starri Companhl
em S.-Amaro, acham-seavenda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
construccSo muitosuperioi.
Espedios porpouco dinheiro.
Na ruada Cruz n. 20, casado Avriai Ir-
mSos 61 Companhia vendem-se ptimos es-
pelhos, com moldura, e sem ella, chegados
ltimamente da Frang, por prego dimi-
nuto.
Farinhade mandioca a 1,600 rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim n. 35.
Toda alternan ao baratcirO 1 ae ""ado a duus lusioes a vara ; oasti pre-
) 1 i.;. j_ 1._' la para lulo a seis viules, ocovado; cortes
Ra do ( respo n. H, loja de .lose de C8Ssa ohlu,tdoaimifrli, lencos bran-
Francisco Dias.
Kjiste um delicado surlimento de finissi-
slmas chitas de cores com silpicos, os mais
lindos gostos que tem vindo ao mercado a
240 rs. o covado, ditas cores de vinho e caf,
muito miudiuliasde novos dosenhos o cores
muito fixas a 200 rs. o covado, ditas de dif-
erentes qualidades a 160 rs. o Covadn, finis-
sirr.as alpakas de todas as cures a 640 rs. o
cuvado, dilas com lios de seda e de novas!
cures a 1,000 rs., Hitas prelas com fluresl
imitando chaaaloto de seda a 1,100 rs. o
Farellos de arroz. Jarros e Horea, todo de cc>a.
Esta ja tSo conhecida substancia alinien-1 Vondem-ga jarro t' flores tudo de
taria para cavados, recenlementn ebegada : cora,pelo diminuto prego de 1,000 rs. o par:
vende-se no armazem do Sr. Antonio ,\n- 111 luja du uiiudezas da ra do Collegio n. 1.
"immo,loeSCa(Inh* d* lfandeg, a pre! Alpacas inescladas.
'-n-mvenie-se um erara poga. muito mo-L VanitanvM alpaca meaclad.a, de todas as
'"" crese de superior qualidade, pelo diminu-
n to prego, de 760 rs. O ovado : na praga da
endencia, loja o. 1.
commodo.
Vend
go, sadio, sem vicios, cosinheiro e
principios do sapateiro, para fre. ou para o )" Pre
interior da provine a: na ra da Concordia,' ",ueP
primeira casa do lado do poentee norte, se; uuvas de penca para montana.
dirquem vende, das 6 as 9 horas dama-! Vendem-se luvas de pelica para montai 1a
nliaa. uu das II ate as 4 da tarde. pelo diminuto prego de 320 rs. o par; na lo-
Vondero-se queijos de Minaa, muito .ja de iniudezas da ra du Collegio n. 1.
frescacs, viudos pelo ultimo vapor, por pre- -- Sedas pretas e de cores, com um pe-
go commodo ; caixiuhas com dez libras de
figos de comadle tambem superiores : na
roa iia Cruz 11. 46, ilnli mu- do senhor dou-
lor Cosme de S l'ereira.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n, 9, de
Albino Jos I eite, vendam-se ricus chales
da Lia e seda a 3,200 rs.; ditos de lila a
1,500 is.; ditos brancos a 1,000 rs.; chapaos
do sol a 1,000 rs ; ditos a 1,400; sargelim
queno toque de mofo, pelo dimiauto prego
de 20,000 e 25,000 rs., sedas que sempre
cus a rain 40,000 e 45,000 rs. : na ra d
Crespo, loja araarella n. 4, de Antonio Fra
cisco i'.-n-irii.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs.
corte.
Na ra do Crespo, loja da esquin
Arados da
Proprios pa
differenteem
tada fabrica
Pe
mere
terreno
arranj
O bici'

a
de todas as cores a 200 rs. oicva du; panm- |TOi 'p,ra a Clela, vendem-se" cor
nho cOr de rosa azu lo prelo a 200 rg. o co-! Tesli(|os ,.le cambraia de salpico brar
vado; grvalas de setim de lo las as coros, de cores, pelo diminuto prego de 3,.r tT ."
ditas de soja a .i ~.:... ...:.- 11 ___ uo..
processo que da-lhea eoniiSu'11
. ,0 temperado da m.neir.^"?\\
."initaduragSo.alem de que lera i, d'
^bre-excellenle^naruaVCi^C;
hmcasadeJ. Keller&Co''
panlua, acha-se a venda vinae
branco, superior de Nantes V
barris de 36 medidas.
Vende-se urna casi
do Jogo da Bola n. 2i :
(lorias, loja n. 102.
emotinda, Bl| .
irala-se na rui 7
de todas as qualidades o cores fixas a 160, de oito libras para cinta; na
200 e 240 rs. ;"e outras umitas fazendas por B'
commudo prego.
Na ra estrella do ftozario, travessa pa
ra oQuelmadO. deposito n. 39 A, vende-se
yta.
r Nova n.
* ra Hn 11 lar
Costo a econ
Na loja do rerrageos da
confronte boneca, exist-
superior chocolate do Lisboa, e o mullo re- sortimento de riquissima
commendavel chocolate de canella. he ulil p,ra connha, a mais ac
para quem solrro do nervoso, sendo esle um > a este mercado; cunslis'
dos remedios mais applicados, e que tem !cessario para ler urna
obtido mais vanlagens. relhada, para toda a ca
(.aixinlias a 1,000 rs. ;coaimodidsde dos co
Na ra estrella do Kozaiio, travesss para,80 lambom as pegas
o Queimado, deposito 11. 39 A : vendem-se | muito oulros object
ricas caixiuhas de arupnJoas eonfeiladaa I ma!i. ralos, tigella
por lo dinnnulo prego, que so a perfeigSo i limos jarros e baca
dos figulinos vale o importe. muito bonitos forn<
Taixas de Ierro coado. outras muit.s obr,
... mondadas de prop
Vendem-se taixas de ferro coado, de su- .manta dos bous
perior qualidade e por prego commodo : na lo destes objeclu '*""" p0r que S" Ve?"
sdea Velha n. 37, casa de ltic.ir.lo 'daje e o barali.'
20,
ra vender um
I ,iga franceza,
f que tem vinlo
11 todo O im-
illa bem appa-
. peliscos: para
dores, vendem-
radas. Alm de
ta iialuru/a, ha
jaras, pires, op-
a lavar o rosto;
a assar peruns, e
le genero, encom-
e capricho por um
1os. n variado gos-
I imlispensavel ulili-
couro de lustre, francezes e do Lisboa, para
senhora, a 1.600 rs.
800 rs ; dilos para meninos, a 400 rs. ; sa-
palOes do Aracaty, para homem c meoioos
a 700 rs.
-- Vendem-sc cortes de chitas cassas, pro-
prios para quem gosta do baialo, a prego
de 1,200 rs.; csuibraias lisas de 10 varas, a
1,800 rs. a pega e a vara a 200 rs. : no pas-
seio Publico, luja n. 11.
Na loja das seis portas
Mantas deseda,e challes a 8,000 rs gran-
des, e do muito boa seda, camisinhas 011
pescocinhos para senhora 1,000 rs.
.Na loja das seis portas ,
lroca-se chita escura a seis, ele vintens,
1111:1-1 pataca c dous tusles, u covado; cassa
de babado a duus tusiOes a vara
ra da
Ro>''j> idetornain ri
-- Vende-so um cabriolet em bom estado: ,e laoeconom
na ra do Vigario n. 3 a Halar das 10 J10-
ras da inanhSa al as qHatro da tarde.
No Passeio Publico n, 17.
Vendem-se assoguinles obras por pregos
commodos; o primeiro numero da Semana
ditos de cordavSo a j jornal Iliterario o instruclivo, leria milica,
as-Luzadas de Camcs, resumo da hisloria
do Brasil, secretario portuguez, exanie ana-
ltico e parallelo ao poema oriente com a
para quem ue
guizadosf.eiios
de gosto e ecor
ragSo.
- Nal loja ,
Viann na
bacia^ e tur
to *" opria
pre j co>
I ve 1 sua acquisigSo
lauto precisos utensis
aborear o paladar com
arados nestas vazilhas
domestica, por suadu-
o3o Fernn les Pareute
ova, vendem-se urnas com
., para lavar as mos, mui-
a escriptorio, e o baratissi-
a aos compradores a inuni-
traste, pela sua utilidade e
se urna cadeirinha de arruar
eos com flores as ponas, a dous tustes,
proprios para mlu de seiihora e para me-
ninas; longus pequeuos para meninos a
quatru vinles, o outras mullas fazendas, que
quer reduzir a sedulas.
-- Vende-se cha hysson muito novo o o
mais superior que ha no mcrcido, por prego
i-ii-i,11.mlu,11 em lotes a vonldo dos compra-
dores : ua escriptorio de Malheus Austin &
Companhia, na ra do Trapiche n. 36.
Na ra Nova 11. 2(5
Vendem-se sapalOes de couro de lustro
iuziada de Cames, grammatica portugueza
oingleza.geographiapelo abbade Caullierjb'.mgos ,0 estado, de gosto moderno, ri-
pnmeiro vulume, fables de Lafonta.ne re-[ / Ve.d0UraJ, carll caixilhos de vidro ,
sumo da historia sagrada. *m ,rf de damasco de seda, com correa-
-- Vende-se urn inolecote, de 18 annos, y carrf n marro im r,rd,a,enlo e chapeos
por nSo ler bonita figura, por 460,000 rs. ; forradi,,^ deourufino; tudo no melhores-
um dito bom carreiro ; um dilo ptimo pe- mes d<,0SSlve| na rua Velh(1
ga, para quem tiver animo de dar 750,000 com g 11 1
rs; urna preta cum lodas as habilidades ai lado Vendem-se excellentes cha-
de 20 annos deilade, por 750,000 rs.; urna i de sol, de seda preta, para
dita muito forte esadia, boa para car redar 1 <~___ k _.__ ___1.
algum UboleiroeOffl fazendas, por 360,fuo pf*t a 5 da um : na
rs. : na rua das Larangeiras n. 14, segando li/ua Nova, loja de Jos Joaqilim
"ndar,; .. r/loreira & Companhia n. 8.
Vendem-se cortes de 13a do cores/Tas,: .. ,
gosto moderno, com lcovados, fuenda Vende-se urna plnchela e
esta mais barata que chita a 4,000 rsj na umj mir8 iQstrumeQto mathema-
la n. 4, "
-Na noite de 26 do corrente,desappirecJ
da casa do seu senhor, a escrava Mrj,nn,l
cornos seguintes signaes: cabra, bist.mf
escura, de idade 35 a 40 annos, de bom cal
bello, alguns dos quaes ja brancos, cosiiil
ma traze-los corlados atr.z, e cresciloni
rrenle, torcido as pontas, e seguros conl
grampas, altura e grossura regular, rof
boxigoso, olhos bastante fundos, e vermyl
Ihos, nariz muito pequeo, denles um n0ul
co saludse grandes, limados, tem no terl
ceiru dlo de urna daa mSos urna (aridlakal
levou bastante roupa ; quem a pega- ni>J
praga leve-a ao seu senhor Adolphv Cur'inf
na rua da Cadeiado Reci'en. 53; se fr pal
ra o mato, em Rio-Formoso, para omleinl
vez ella siga, a Laurentino Jos de MiranJ, I
no engenho Estrella, que se reeoaptflMrif
esappareceu no dia 24 do c irrenla 1
-asa do abaixoassignado, o seu escravo'p-,1
tu parlu
simas cores a 1,280 is. a vara, brins de puro
linho de urna s cor, fazenda propria para
palitos a 320 rs. o covado, as verdadoiras
hreanhas de rolo do 10 varas a i,sun rs. a
pega, dem de 5 varas, la/en la mullo encor-
pada a 1,000 rs. a pega, assim como multas
covado, cortes de casemiras de 13a ealgodSo' polo diminuto prego de 2,500 rs. o par, di-
de lindos gostos a 1,600 rs. o coito, os mais- tos virados a 1,600 rs.; a elles antes que se
superiores brins de puro linho e de riquis-, acabem.
Vende-se um ptimo piano
de Jacaranda, de autor muito acre-
ditado, muito bem acabado, por
ter sido de encommenda, o mol-
bulras fazendas que vender3o por muitol Vo da venda he ter fallecido a 1)CS-
menos prego do que em outra qualqucr; r
pa,to, i soa a quem era destinado, por es-
- Vendom-sc novas cassas chitas do lin- ta razao disperta a aliene in das
dos gostos a 2,240 rs. o corle, cassa de qua-i______ j
dros lina a 280 rs. a vara: ua rua do Crespo. P.essoa!i <\ue desejarem possuir um
loja da esquina que volta para a CaJeia. la o lindo, romo impnrtante intru-
Vende-sea excellentj typo-l ment : dirijam se a rua da Cruz,
graphia do iario Novo estando I armazem n. 48 : no mesmo tam-
bem montada, tanto de bous pre-! bem ha algumas muzicas para
los, como de typjs : quem a pre-j pianos dos melhores autores,
tender, dirija-se a rua da Fraia: -- Vende-seuma mulata, de 30 e Untos
n. 55, a tratar com a Viuva Roma.! ,nnMv:.; ,.r"a.doaL,w,me,olo mbtV"' n"'"
' i venlem-so duas prelas de OacaO, urna
Ancoras para navios
rua do Crespo, luja amare
ni 1 Francisiio l'ereira.
A 20 000 rs.
Vendem-se palitos e sobre-ca.-
pannu preto francez, muito (na prn
de seda, da ultima moda, vinda a
na rua do Crespo, loja amarella '
Ionio Francisco l'ereira. .
Chinas
(tico, proprio para engenheiro, tu-
.',',' do em perfeito estado e de supe-
ga; rior qualidade : na rua do Quei-
*""'mado, loja n. 7.
p ; A boa pitada.
1 Na rua do Queimado, luja da esquinado
Aparelhos de metal e 111 becco da ,:onsregaco n. II, vende-se rap
ra caff. juinas do Lisbua, chegado pelo ultimo navio; e pe-
g ^tal o r, uiizfnba, do-se encarecidamente a alguns freguezos,
jr#| P'rajpr ego : na que venham pagar quanlo antes as suas
de ferroeslanhado,epordf.'nut' contas de rap, queha muito tempo so de-
rui da (.adela do Recife rj* ^ '5 ""' ve"ores, se n3o quercm loro dissabor de ve-
Vendo-so qualro Di'e1uo'>lat inhuhom ; nm os uomes nesta folha.
nos a 18, bonitas figuraJ^,D,1mi,lr', *'r 1- j Vendem-se 3 molecotes, creoulos
para pagem por ser br/ ,, Kale> am mule" '6 annos; 4 escravos mog
lieiro, e temo ollicio/0 *"")li oullicio deal- campo: na rua Direita 11. 3.
que de 20 annos l.K*!".C.c,\7bo^?0"a~ i
faiale, um m
Vende-se aparelhos de
para calle assim como
ta, um dito de borJ
o o uc 0_ .
tu>figu'
um mul 16 annos; 4 escravos mogos, de servigo de
mpo: na rua Direita 11. 3.
- Vende-seuma porg3o deportas ainda por
alTa
COI,
a cjbm ollicio ile aparare portadascorrespondenlesasmesmas
111 allgumas habi- e algumas madeiras ; mas nSo inteira las, e
tanoeiro duas in*'is C0Aima/de multo boa como so nSo precisa mais ; so vende por um
lidades e' lindas fi"'"" c/contfc de urna casa, I prego tlO barato, que a Imira a q uem com-
tt tomar/raliaja, urna negra, prar: na ruado Mondego n. 29.
uadoi --Ricos enfoites para theatro em touca-
dos, turbantes, r-silhis, flores etc., o cami-
: sinhas da moda actual; em casa de madama
Millochau atierro da Boa Vista n. I.
Tachas de ferro.
conducla.podend' "">raua;a, urna nc
per tor disso ba/u.nl? liSnra : na rua
boa,ut.ndeirf?-,,bo ,
Rozno larga n) ** ndes de Ierre.
Caide-r8 Sra sde ferro do 10 a
rs fazenda 1ue Jr3o e casimiras a 1,000 e
engomma, cose, cosinha, lava e faz ornis n', |(osdegur oj prelos francezes, do se-
Vcndem-se em casa do Ricardo Royle, na servigo de casa, e a outra cosinha, lava e lio u s.; chaj o)0 rs.; pegas de bretanha,
rua da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe- vendedeira do rua : na 1 ua larga do Roza- da astor, a 1"
rior qualidade, e por commodo prego. rio, loj1) 11. 35. 1 varas, d
- Vndem-se superior champagne,vinhosi __ -r^endem-se toalhas de labyrintho mui ,,
Vende-se iwldeirOe. ranxos de navius :
galOes pror.fiof P,r8cife n. 6i. ; Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro,
rua da Cdia do miras de cores, moderna .0 tambom no deposito na rua do Itruin logo
Crl" l,e casi d'ls de fustOes de co- r.a entrada, e defronte do arsenal de mari-
a 4,000 c5'000 rs' e moderno gosto, a 1,600 jnha ha sempre um grande sortimento de
res, aleo*0"00? sompre so vendou a M00; tachas tanto de fabrica nacional comoes-
irangcira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fundas ; o em ambos os lu-
gares exislem guindastes, para carregarca-
noas ou carros, livres de despeza : os pregos
s3o os mais commolos.
CERA EM VELAS.
Vende-se cera em velas dos
melhores fabricas de Lisboa e da
Rio de Janeiro, sortiiiientos mui-
to variados e a precos commodos :
na rua do Vigario n. iq, segundo
pandar, escriptorio de Machado &
1 l'inheiro.
puro linho, muito finas,
s.; chitas largas, francezas,
J e 2,100 para coberta, a 200 rs. o co-
amagens, 1 do Crespo, loja amarella n. 4,
o : na ru> Francisco Pereira.
Antonio Nuva fabrica.
va fabrica de chocolate bomeopa-
F.m a noivado eapplicado pelos seuhures
doulures 8,ao p da matriz de Santo Anlo-
i cheiras nocuiura mais o seguinlo : o grando
rs. o covado.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para cadea vende-so brin trangado par-
do de linlio puro a 320 rs. o covado.
Chita para coberta, cor lixe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo,loja Ua esquina que vol-
ta para a Cadeia, vende-se cinta para cober-
ta de novos padres e cor lixe a 200 rs., o
covadn.
Vendem-se barris de breu.em lotes, a
contento do comprador : a fallar com Ma-
lheus Auslin & Companhia, na rua do Tra-
piche n. 36.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpicos brancos do cor, pelo diminulo
prego de 3,500 rs.: na rua do Crespo, loja
n. 6.
-- Vendo-se um ptimo escravo creoulo,
de 25 annos de idade, e alliansa-se a con-
ducta : ua rua da Santa Cruz n. 70.
Sedas.
tluito superiores sedas, de cores e pretis,
para vestidos de scabora o meninas, por
prego multo commo.- 00 aterro da Boa Vis-
ta, loja de calgado o. 14.
Na rua do Collegio o. 7, acaba de abrir-
prea enfestado a 5,000 e 6 oors" du""'*\\se um ('Q.ueoo, mas mimosamenle sonido,
ceza elstica a 8,000, 9,00o e 10 Olio airn i" tTmrlea> j6 loua do Porto, de dillerenles
e outras muitas fnrt. ...'___ocone,
modo.
finos engarrafados de diversas qualidades, njMfc grandes, de bretanha,com luco ao re-
flanella mullo encurpada, o bolachincha du dtatajaVlua muilu boa ; leugos de labyrjnlhos,
oplima lamilla, chegada ltimamente de1 de bretanha, e rendas : na rua da Cadeia do
Lisboa, por commodos pregos : na rua do Recife n. 49, segundo andar. 1
Vigario n. 19, primeiro andar. Aviso aos pais de familiaSy.5
'lu virrrpm Na rui do Collegio 11. 7, acha-sife tn sorti- J.*
Vende-se cPd u EST mais nova do ,*'%? ^'d. gft. quali- )j*
mercado: na roa do Vigario o. 19, pr.mei- 1" ^ ."'d =>res. a q. ^ se ven de por '
andar, escriptorio de T. de Aquino Fon.ee. Wgjto lo e serve para quem len^ ^ hes>thal, fio;.0rgo, para re-
&Filho,ouua rua do Trapiche, am.zem de Kehe pechinh. adeMiAo ralt?a/" "hicolatlito entrefino la.nbem par. regalo, .
Antonio Augusto da Fon.ec. so eu? sSul.,"r.-vrnnS ..m?- rl.jTua. 6a-lo, rmusgu, dito ferreginoso, chocolate v
Brim trancado de puro linho a 3o l"tZ?^rZXi,'r> 5"%'V Jlt0 >tnJ0' cafe muidu anchadas de superior qualidade
de caadilo de carogo, cafe Je cevada.dilo em I calcadas (le arpo,
puro, cha da India, cha pretu.fannba du Ma-, Vendem-se ei'n barriquinhas de 100, por
graO.So, dita de mandioca da Ierra, canella mil, commodo prego, no armazem de Bar
ranbda, puxuri cm favas, charutos da Baha ; roca & Castro: na rua da Madre de Dos nu-
mupenores, ludo por prego commudo. \ mero 26.
su Alerta amantes da boa pitada. Vende-se vinho de champa-
Chegou pela barca Firmoza, viuda do Rio 1 _i 1__-..:___. ,i_ ... i
da Janeiro, o rap novo prmceza superior. 1 nhe 'eg""no e de superior quall-
'Esle rape he fabricado com todo o esmero,
conserva sua Torga e aroma al o liin do bo-
to, prumovendo a distilagSosem causar ver-
vazias em que veio a louga.
Ai loj idas seis portas.
Vende-se pao fino de todas as ci
2,000 rs., proprio para palitos vesti
ra senhorasundarem a cavallu,bonet
ludillio a 320 rs., proprios para esti
sa fresca ; chapeos de massa fra
5,000 rs., e oulras umitas fazendas / Pr Pr0*
gos que laz cunt trocar por sedu' 'as"
T Palitos J-'eitos. Xbe'm f
fazendas por prego &*&****"*"'^V^Z^l?', T.
Na rua Novan. 26, tem para viftra qualout" tigens nein feironariz, acha-se a vend
lits de panno verde e prelo,mabem.
tos.e mais barato do que em ri aos fregu'' psito.
ruado Collegio n. I, aoode he o nico de-
parte ; a elle, antes que se a doces amer- fs (Jaleado, troca-se por 700 rs. O
Adnertencia que se faja mesma v, 'ca I .r .' .
das verdadeir.s bola^mhaspadarla qui/6nJa par, por se desej ir liquidar,
as que ainda se vendem 1 ou- no aterro da Boa Vista, defroote da boneca
e
dade ; em casa de J. Rcller &
ompanl/M na rua da Cruz n.
55.
> "
or<
do llecife que volta para a, g k(,|,
tro tempo as venda.
Cera de carnaub'0, .
, Andrado S
nnae carnauba d Pompa-
No armazem de I), to, o mais se -e pnmei-
nbia, venJe-se cora sim como, s -perior que
ra sorte; sebo relinrcommodo pr u'a e peles
na noineicado; a urna pecl .e,
de cabra ludo po1(e|ro 0 lincha.
Padarta lito Ponas n. ,so padaria
Vende-se a d'essano supri '**> assim co-
do largo das Cin'idor dera nenio defari-
mo se d o nec aarrenda necessaria
n. 14, acha-se um grande depusitu dos me-
lhores sapalOes, que tem viudo do Araca-
iv, para todos os tamanhos, tanto para bo-
linea!, como para meninos ; assim como um
novo e completo soitiuienlo de calgados
francezes, de todas as qualidades, lano pa-
ra liomem, como para senhora, meninos e
meninas, ludo por prego muilo commo lo,
aliin de se apurar dinheiro.
Ricos tpeles avelludadus, para sala,
a 10,000 rs.: na rua do Crespo, loja ama-
rella 11. 4, de Antonio Francisco l'urai'a.
Ricos e modernos uta nileles prelo. a
de cores, a 15,000 e 18,000 rs. : na rua do
1 arrenda necessaria ga-
ndas se o comi.M ,rua do.' a tratar com J. Crespo, loja amarella n. 4, de Antonio Fran-
raniia. Tamhej ^imorimn. 35. cisco l'ereira.
m modo. "- wiu-iuu lalquer parte; a elle raima. iamo^^^^^__^iuiuriuj 11. a. cisyu icigim.
^Ti MELHR EXMPLAR ENCONTRADO
Deposito de lecidos da labn-"-;
ca de Todos os Santos,
na Babia. JJ
> Vende-se em casa de Dom.ingos ,\l-c-,
%> ves Malheus, na rua da Cruz do Re-4*.
<*? cifen.52, primeiro andar, algodSo'*!'
* t ra usado d aquel la fabrica, muilopro-^
prio para saceos e roupa de escra-S
^ vos, assim como lio proprio para re-2>
9, desdepescar e pavios para vella.,S
^ por prego muito commodo. *,
j,*4AktAA**AA4A*4AAl.**A
Vemu de gomma copal ,
contina a vender-se a 1,600 rs. ,
a garrafa : na botica da rua do
Rangel, que foi do finado Sebas-
tiao Jos de Uliveira Macedo.
iinine M.iilinlio. vestido com camisa dei
godSosinho trangadn, branco, o caiga jJ
megma fazenda porm azul, rop'osentateL
de idade 35 a 40 annos, equando anda i I
cha por urna ;erna; quem o pegar e ler(T
ao escriptorio do mesmo, na rua da Cruu
66, ou na rua da Aurora, ultima casa, 1
sera bem recompensado.
Jos CandiJode Barros.
Desapparecnu no da 21 da correntn,
moleque da Cotti, por nomo I).imingos;(I
vellido com camisa e caiga de algo |j.ia', J
tem os signaes seguintes: cabega CunprJ
da, olhos pequeuos, oariz chato, signaes Igl
sua n.gSo no rosto; he j)gador, andi nuil
to spsessado: a pessoa queo pogarpleltl
va-lo na rua do AragSo, sobrado n. 26, qu.I
ser gratificado.
100,000 rs. d.'gratilicaco.
Desappareceu no dia 7 de maio'prximoI
passado, o pardo Leonardo, de idade t8aa-l
nos, pouco maisou menos, e tem os signaesl
seguintes:baixo.o peito um tantu v<[: '
para dentro, cabello carapinbado e ale al
mel da testa, e falla de vagar. EsteesemoI
vinha todos os dias vender leile 00 Recife,I
de um sitio da Boaviagem, perlenceoteil
J"--mu Mara dos Passos, de quom 1 .- 1
vo : quem o apprehender o levar a mi da I
Senzella Velha, defronlo o n. 141, segn:. I
andar, recebera a gratificag.lo cima.
50,000 rs. de graticagJu.
Do engenho Santos Mendes, uodial3Ji|
junho, ausentou-se a escrava Mara, de li I
annos, creoula, fula, de boa estatura, ebot I
corpo, os ps carnudos, tem alguns cabelloi I
no bugo, bem ladina, com desembarigo I
falla ; trajos, saia de chita oncanij./acih<-l
g.lo de cassa, chal>< do/ltarouxo, pule oiii-I
dar os tra]os; o andar da dita negra lie pisar I
duro, e he desfargada, denles perfeilos, ji[
vista na ribeira de Pao-d'Alho : roga -seal
apprehengSo da inesma escrava,e sua entre-1
ga no dilo engenho, ou nesta ci la Jo na ni
ga do Commercio n. 6, a Manuel Ignaciodel
Uliveira.
Da fabrica docaldcreiro da rua do Brutil
n. 28 ausentaram-se, no dia 10 do passijoj
o preto Antonio de nagSo Cabin la, estalunl
regular, cabellos um pouco brancos, cbeitl
do corpo e muito cabellu lo nos peitns, rus-f
to carregado; cusluma em suas fgidas (re-|
quenlsr a Solidada, Manqumiio e Afoga-I
dos, e em sua ultima fgida fui pegado 00]
engenho Cuca districto do Rio Formmoie
no dia 13 docorrenleo preto Alexaodrn, de]
llagan s. Tlioine, alto, corpo refurgaJu,
alegre, e ja foi escravo du Sr. Bolly e Joj
fraucez Melequir, morador no lliu Doce, lu-
gar que o mesmo escravo costuma frequan-j
tar as diversas fgidas que ha leitu.
roga-seas autoridades puliciaes u aqumii
quer que delles der nuticias, dirij3o-ei|
mesma fabrica que ser recninpensado.
Keeunijieiie 1.
Desappareceu no dia 21 do crrenle iuei,|
o moloquo l.uiz, de idade 12 anuos, pouol
maisou menos, cr fula, de buinla ligua,
laudo no lado direito do rosto um tainon-
delevel de urna queda, tem olhos vivostl
pus pequeos,levou camisa da riscado e cali
gu de listras, sem cnapeo, lio natural ilanl'l
la de Carauhuns, julga-se estar ucculloeil
alguma casa inlitulando se forro, puiiC'l
muito astucioso e ja tem Coito i.to.a coiiio*I
de illudir varias pessoas; porlanlo rojiel
a lodas as autoridades puliciaes, capitSuviij
camio, e qualquer pessua, quo o poguiu'I
levom-o na rua Direita n. 76, em C1S1 Ji|
Joaquim Autunes da Silva.
- Desappareceu a 10 da maio deste ao
a negra Joaquina,de nag3o Cagange, que'e-I
presenta ter de 35 a 40 anuos, cheia domr-r
po, altura regular, cor fula, olhos pequen,!
e com carne sobre elles; lem urna costura|
de um talbo na cara do lado esquerdo, po-I
rmanliga que mal se percebe ; nariz chl>,l
falta-lhe alguns denles da frente senJoJ'l
um e outro lado, e he fea ; tem urna eiiLim-
ge em tudo o rosto que parece ser uexigaf >;
pellos muito pequeos e murchus; lemil-i
guias cicatriaes do relho as costas ;i'B 1
as nadegss lavantadas para ir a que aun
mostra quan lo anda;quandu fugiu nnlu u|n
p mais grosso ; levou diversa roupa que sel
nSo sabe de que usara; he bem falaiiiequ'i
parece ser creoula ; ltimamente fstM*l
cupada no servigo de cosinha," tem porcov
turne andar suja-; quandu foge coslurai 'I
dar pelos arrebaldes dosta praga qiii!anJ'-'l
do, lavando, offerecendo-se para aina.e i"'l
titulando-se forra ; qualquer pessoa que '-I
leja servindo-se com ella na ba fc.queiriI
deuunciar-se, e do cunirariu se usan u*
meios que Itie faculta a lei : roga-se asml
toridades policiaes, capitaes dec qualquer pessoa, que a prendam 00 fit"U
prender, e levar ao seu senhor Domingo*"*l
Silva Campos, na rua das Cruzes n. 40, q"!
ser generosamente recompensado. I
Aindaacha-se fgida anegraescriM'J
nome Dellina.que desappareceu nu prineif I
de maio passado,a qual fui cmprala 10'J
Manoel Joaquim Pascual Ramos, tem os svi
naes seguintes 1 idade 50 annos pouco'!
ou menos, levando um vestido, decbiu I
oulro de riscado, he alia e magra, eco
poucos denles na frente, levou com >if i
um panno da Cosa tem de costum*
vezea andar vendendo agoa e lm,"'n.r^i
las. Koga-sea todas as auloridad-'spol1"" I
e eipitJes de campo ou qualquer pessoa ij |
dclla tiver noticia a man le appretninil
levar na rua do Apollo em casa do Sr. IW'"
Joaquim Jos Guedes. Exislindo si
que est occullada.


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