Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03722


This item is only available as the following downloads:


Full Text
-
Anno XXV11I
Seta feira 30
fie JuIIio de 1852.
N. 168.
DIARIO DE PEM4JHBUC0.
war.qo a suborifijo.
Piotaanro Aduntioo.
,jTtrimetre............
foremtre.............
Pnt ion0 ."'#
1 p,OODlRt0 DOtIHBTl.
...t .i de Jullio Minas... 26 deMaio
aVr.nhio. de Jilo IS.Paulo. 18 de jani.0
r .. 13de dito R.deJ.. 15 de Julho
rrhib le Julho Habla... 50 de Julho
4/000
8/000
Vooo
4/S00
ou-m mama. ADDirwc-lAs.
26 Seg. S. Synfronlo.l J"se Or3
2? Tere.S: /'.mulcio 2, e5. a n) horas.
medico. 1. taradacivtU
28 Ouari S. Inocencios, e 6. ao incio-dia.
20 Quii. S Marlha. I Pasenda.
30 Set. S. Donalilla J. e 6. ii 10 borai.
S. Rufino. 2. rara do civtl.
3ISab. S. Ignacio. 4. esabadoaao melod.
i Doin- Anua Mii ReUf&o.
da *S Vlrgem. JTerca e sanados.
ifimalBfi.
Crriceatr 24, a I horae IT minuto!da m.
Chela a 3l aoi7 mininos da inanbaa.
ingoante i9, ai 5 borat e 48 minuto* da m.
Nova i IT, a I hora 46 minuto! da manilla.
. tBUBAIBllOn
Prime ira al hora* e ,'it minuto! da tarde.
Segundaos 3hora* e;i8 minutos da manha.
VAKTIDA! OS OOBBHOI.
Oolaana e Parahlba, iieguada e lextaa-
feiraa.
Rio-Uaande-do-Rorte e Victoria ai quinta!
telrai
Bonito,Cmara, Garanhun no l'e 15 decad*
miz.
Florei.Ouricurj.F.xu e Boa-Vlata 13 e 28.
Olinda, todosns dia*.
Todos os Cor reos partemaomeio-dia.
BTOTIOrAS ITIlAKCriBAl.
Portugal
Hespanha
Franca.
Blgica..
Italia..'.. 1 de dito
Alemsnlia. 3 de dito
Pruisia ...S dedito
Dinamarca Su de Malo
Russla... 28 de dito
Turqua. 26 de dito
lde Junho Auitria ..
8 de dito
8 de dito
i de dito
2|deJunbo
Sulssi----- i dedito.
Suecia... ai de Mai
Inglaterra 8deJnnho
E.-Unidos23de Maio.
Mxico... 0 de dito
California l de dito
Chlll. '0 de Abril
Huenoi-A. 'de Julho
iMontevideo o de dito
CAMBIO! DB 39 B
Sobre Londres.a 27 27 'I, por
a Paria, 345
Lisboa,lOOpor canto.
aiTiDi.
Ouro.Onca heipanholai. ,;l
Moedasdeo/lllo velhaa..
. de6#400noTii..
a de 4/000.........
Prata.Patacoesbrasilelros....
Peso! columnario!.....
Ditoi mexicano!.......
JOXHO.
d. i/ooo
i....... IMMfi
....... 16/Ot'O
....... 16/0cn
....... 9/ofln
....... 1/9211
....... 1/MO
,...... 1/800
PAUTE OFHCIAL.
TRIBUNAL DA HELACAO'.
SESSAO DK 17 DE JULHO DE |8M.
'residencia do Exm Sr. consellieiro Asevedo.
As 10 horas da manhSi, estando presente,
os Srs. dsserobargadores Bastos LeSo ,
Souii, Rebollo, Luna Freir, Telles, o Pe-
rein Monteiro, faltando com causa os Srs
desembargadores Villares, e Valle : o >r.
presidente declara abcrla a sessSo.
JULGAMEST0S.
Aggravanle, a Eima Marqueza do Recife;
aggravado, O juizo da proveJoria.Nega-
ran) provimenlo io aggravo.
Appellanle, o juizo; appellado. (oncallo
Jos Soares.-Mmdiram a novo jury.
diligbkciis.
Appellante, a fazenila; appellailos,Mendes&
Irmflos.-Mandiramcom vista ao curador
geral e aoSr. desembargador procurador
da coroa.
Appellante, a fazenda; appellados, os her-
deiros do padre Antonio ThenorodeOli-
veira Antunes.
DESIGNlCOgS.
Appellante, o curador geral; appellado, Jo-
-. Iliilierlii deMoraes Silva.
appellante*) Maria da Penda de Franca e
uulro ; appellados, Joflo de Abreu Franco.
ai Viso BS.
Passaram do Sr. desembargador Lcflo ao
Sr. desembargador Souza as seguinles ap-
pellaces em que sflo :
Appellante, justica ; appellados. I.uiz Joso
Sarment e outros.
Appellanles, Miguel Jos Rodrigues Frang
e outros ; appellados, Jos RomSo Gon-
cilves Muniz o oulro.
Appellantes, Manoel Corrcia Maciel eoutro;
appellados, Nicolao Alves da Silva, sua mu-
llier e outros.
Appellanles, e appellados, Francisco Anto-
nio da Silva Chv.iIi-.uiI i e Antonio da Silva
Ferreira.
Passaram do Sr. desembargador Souza ao
Sr. desembargador Rebello as seguinles ap-
ppellacOes em que sao :
Appellante, o juizo; appellados, Jos Gon-
rjalves da Silva e outro.
Appellanle, a juilica ; appollado, Antonio
de Faria Brandflo Cordeiro.
App-llinte,o juizo; appe.lado, LuizSoarcs
Villcla.
Appellanles, Antonio Thomaz Pereira eou-
Iros; appellada, a Justina.
Appellante, Juaquim Franeisco Diniz; ap-
pellado, Lino Jos de Castro.
Appellante, Jos Alonso Uoncalves ; appel-
lada, I). Anua lliirin lis Bitancourl.
Appellanles, Pontea & Sampaio ; appellado,
Jos Aulouio de Leao.
passaram do Sr. desemba gador tabello
ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guinles appellagOes em que sSo :
Appellante, o juizo da Fazenda ; appellados,
os herdeiros de LoureiiQo Antonio de Al-
buquerque e Mello.
Apiellante, Antonio da Silva CusmSo ; ap-
pellada, a fazenda provincial.
Appellante, D. Joaquioi Benedicta Vieira da
gilva| appellaios, Pedro Civalcaiili de
Albuquerque Lins, sua mullierooulra.
Passou do Sr. desembargador Lun
Freir ao Sr. desercbarqidor Telles a se-
guinte appellaco em que sao:
Appellante, Joaquim Ferreira da Cuaba Sou-
lo Maior; appellado, Joao Baptista de
Pal va.
Ao Sr. desembargador Pereira Monteiro
a scguitile appellacilo em quesSo :
Appellante, Manoel Filippe da Fonseca Cao-
de appellado, Jos Ilodrigues ilO PfeMO.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro as se-
guidles appellar,es em que s3o :
Appellanle, Manoel Pereira Piulo ; appolla-
do, Josepba Leonor de Araujo.
Appellanle, Sevenno Francisco Bozarvia ;
appellada, Ceneroza Francisca de Jezus.
Appellante, o juizo de auzenies ; appolla-
dos, J ol oslo o Pater & Companhia.
distriduicObs.
Ao Sr. desembargador Pereira Monleiro
o seguinles aggravo em quo sao :
Aggravanle, Lourauco l.uiz das Noves; ag-
gravados Guimaraes cjt Rueda. Ilabeas-
corpus de Filippe Nery de Souza.
Ao Sr. desembargador Rebello a seguin-
leappella;ao em que silo t
Appellante, Malinas Vil de O'.iveira ; appol-
lado, Jos Fereir Cn neiro.
An Sr. desembargador Luna Freir a se-
guiute appellacao em quo sao :
Appellanle, Jos Antonio Pereira; appel-
lado, o juizo.
AnSr. desembarga lor Telles a seguinte
app< I la (.-.lo em que sao :
Appellante, M.noel Francisco Vaqueiro;
appellado, o juizo.
l.evMitou-sfia BftfBSo d-'pms do meio dia.
INTERIOR.
FOLHETIM.
oi:o\EEi;.\iiJi.\fi\iiL.\.('
(POR MOLK 0F.NT1I.II0SIME.)
PRIMF.IHA PARTE.
i.
O Iriump/io.
(Con tinuacao.)
RIO DEJANEIRO.
CMARA DOSSENHORES DEPUTADOS.
Srtiiin' rm 0 de ulhod I8f>2.
Presidencia do Si. Maciel Monteiro.
(ConctutSo.)
O Sr. prndenle : Segue-se com a pala-
vn o Sr- Barbosa de Almeia.
O Sr. Mello Franco : Esta doente.
O Sr. Vre$idente : Segue-se o Sr. Ilen-
riques de Rezende, que nSoestna casa.
Seguia-se o Sr. Mello Franco, mas trocou
com o Sr. Antau, a quein agora cabe a pala-
vra.
OSr. ntao : Sr. presidente, se as dis-
cussoes dotorcamentos versassnm t3o s-
menlc sobre a npreciacilo dos algirismi. e
a confrontagAn delles com as dispusicoos
decretadas autnrisando despezas, segura-
mente milito limitadas ellas seriam, eu
tsmbem n3o tena nec-ssidade de necupar
por alguns momentos a alinelo da cmara!
mas no lom sioesse o estylo, he princi-
palmente nos orgamentos do imperio e da
justica, onde as grandes quesides polticas
su ro-tmnan agitar no nosso parlamento ;
e eu confesso a V. Exc. que nesta vereda
muito pouco lamdein me oceuparia se aca-
so tivesse inteira conlian(a de que a poltica
do paiz tinlla de seguir debaixo da dirccco
dos nobres ministros urna vereda mais justa
o tnais moderailt do que aquella que leve
durante a gerencia dtis Srs. nx-minisLros,ou
da poltica passada ; mas encaro as declra-
cOos dos nobres ministros que actualmente
dirigem osdoslinos lio paiz, como palavras
que liSii de ter o seu inteiro cumprimenlo ;
elles disseram que a sua poltica era inleira
e ad-'il ni i'im-iil a poltica de seus anteces-
sores, que nao fanain dilTerona alguma em
lodosos pontos cardeaes, porlanlo eslou
convencido de queus nobres nnn-lms h.lo
de dar completa r\en ;jn do legado de
seus antecessores, e como osse legado en-
lenlo que oevesor (ntil ao paiz, vejo-me
obrigsdo a tomar parte na discusso.
Seuhorcs, a solidariedade em quo os Srs.
ministros acluaus se collocaram para com
s-us antecessores, me obriga a lazer alzu-
mas parguntas ao nobre ministro da justi-
ca ; principiare! por me servir das expres-
ses do Sr. ex-ministio, quandodescreveu
no seu rclatorio a Iranquillidadc e seguran-
i;.i publica.
O iiobre ex-minislro declarou queatran-
quillidade publica apresentava o mais agra-
davei asrecto, que nao baviam tantos re-
celos; mas que no poda dcixar de men-
cionar com inulta especialidad a continua-
(Do da propagan la. Ora, senhores, a insis-
tencia con que o tiobre ex-uiiiiistro nos fal-
lou conslanlemonte de una propaganda re-
vulucinnaria no paiz, o a conviccilo em que
eslou de que S. Lx., dotado como he de alia
capacidae, n3o poderia annunciar essa
propaganda sen) qu livesse serios recelos
pela ordem publica, me tem feto tremer!
Pois, senhores, sera urna cousa insignifi-
cante a existencia e cunlinuaco d urna
propaganda no paiz que nao mereja toda a
aitcnc,5o do parlamento ? Eu porlanto peco
o iiodre ministro dajusli? que nos liaj
e esclarecer a respeito do que ha de real
nessa insistencia doSr. Ex-ministrn da Jus-
ti^a, porque me persuado que o nobrn m-
nialro aceita todas as opimes coudas nes-
so relatorio.
Senhores, no se penseque he urna cousa
zir cons-quenciis funestas ao paiz. lApoia-
dot daoppositao'.)
Hi, senhores, certos acontecimentos que
os homens de estado devem antes oce.ulta-
los do que dsr-llies publiciil!ile,quando nflo
se tem consciencia da sua existencia e for-
te para repellir. (Apoiados da oppoiiqao'.)
O Sr. Taquei : Entilo como queria es-
i r o i i sodre isto ?
O Sr. Anlao': He pequeo o estrondo
que faz este annuncio nos relatnos de um
ministro dacora? He urna cousa insigni-
ficante, nSo vale nada, que um ministro, do
alto de sua posic.lo, declaro a oxistencia de
urna propaganda revoluciouaria ? NSo he
um estrondo mais que sulllcienle para por
em sustos o paiz '! [Apoiados da opposi^ao'. J
Ao menos a mi n estes annuncios me pnem
em susto, receio muito quando vejo annun-
ciar de ISo alio a existencia de urna Ciina-
plracto.
Se ella ho ro I, senhores, immediatamen-
te que he condecido o mal, Irata-se de ex-
tirpadlo ; se nSo he real, he grandemente
inconveniente propala-la. (Apoiados da oppo-
si;ao'.i
O Sr. Taquee : De sorte quo no ha cons-
tituintes, e nada por ah !
O Sr. Mello Franco : Entilo isto he urna
prooaginda revolucionaria ?!
O Sr. Sayao' lobato Jnior : = Um dos
miiores beneficios que o ministerio passa-
do foz ao paiz foi diminuir muito ess espi-
rito de propaganda.
O Sr. Mello Franco : Ora, pelo amor de
De us I
O Sr. Sa^ao' Lobato Innior : Tanto as-
sim, que ja n lo se filia mais em constituiu-
to, o emoulras ideas semcllianles.
O Sr. Figueirade Mello : Anda se falla.
(I Sr. Anfao': Sendores, os apartes dos
nobres depulados me odrigam a ir mais lon-
go no deseiivulvimento do ineu pensamento
a i -. i-i! > dessa inculcada propaganda.
Tem-se dito a propaganda de que falln o
Sr. ex-ministro da justica dea opinio que
se tem manifestado em alguns jornaes, ou
mesmoem algumas sociedades acerca da
reforma da constituido por meios ille-
gaes.
O Sr. Taques : Bagatella !
(J Sr. Aino' : Ora, de aqu que os nobres
deputados parece que enciram to'a a for(a
OSr. \ntSo : He isto o que nos ensina
i historia de todos os governos fracos....
O Sr. Mr/A/ Franco : -- Apoiado.
Sr. .I.'..iu: .... e he o que eu encaro
nessa constante denuncia de propaganda
revolucionaria no Brasil. O partido domi-
nante, senhores, no encontrando verla-
deiro apoto na opinio publica ; o governo
actual nao encontrando ni sociedade bra-
slleira a necessaria forca para se manler,
vendo todos os das escapar-lhe das rnos o
poder, procura mante'-se fantisiando estas
propagandas { apoiados da opposic-io, recia-
(,'"?< da malaria ), vn procurar ahi o seu
ipoio : Ve le, eis a sua linguagam, ogo-
verno tem diante de si urna conspiraco
urna propaganda revolucionarla, de pre-
' ciso que me ajudeis; > e eolio lodo o
mundo procura coadjuvar o governo que
se diz ameacado de um elemento tSo des-
truidor da sociedade. ( Conllnuam os apoia-
dos da oppoai'co e as reclamares da maioria.
O Sr. i.usebin : He o segredo da reper-
cursan em 1818
O Sr. KntSo : Todos calam assuas opi
oioi's, todo o mundo diz no momento : i
A sociedade est ameafada de ser arruina-
la por urna coaspiricao, he preciso esque-
cor lo las as considerarles, em vista dest
grande calimidado. E eu digo 10 gover-
no que, se acaso me persuadisse da exis-
tencia dessa propaganda de que falla o Sr.
ex-ministro da justica, de tal sorte quea
sociedade estivesse ameafada, me esquece-
ria das velleidades deopposicionisn, me
unirii ao guverdo para esmagar essa cons-
pirafSo lio prejudicial ao paiz, na qual eu
s encaro benellcios para o poder despti-
co, e nenhuma vantagem paia a liderdede.
i'. Apoiados da opposic,a'o. )
O Sr. Kptigio : EntSo, quando em 18*8
falla va m na repercursao dos acontecimen-
tos da Europ, era com a intenso de cap-
tarem spoio ?
O Sr. AnltTo : Sentnros, eu contino
pois a ver na constinte denuncia da exis-
tencia de n ni propaganda um plano pol-
tico falil s insiiiuic/>es do paiz, fatal mes-
lo acf3i> da autundide.
A autoridad, genitores, deve manter-Sii
pelos meios legtimos da justica, da intel-
igencia e da razSo : todos aquelles planos
que nao esliverem baseados nesles princi-
pios, mais tarde ou mais cedo caliem, e
a a
da propaganda : bem, pergunto eu, enteu-
detn os nobres depulados quo todas essasjaquelles que lanQirem mo de tses planos
opiniOesque inclcala revolucionarias, sojse verao alinal detestados pelo paiz : estes
fataes, prejudiciaes ao paiz .' meios de governo sin ephomeros. (Apoiados
O Sr. Aprigio : As revulucionanas \da opposita'u )
sSo. j Ora, senhores, vede roaisas consequen-
OSr. Anteo : Uir-me-hio quesim; eicM que Vem naturalmente da suppoaicao
em verJade eu sou o primeiro, senhores, a ae um, propaganda. Eu lomo a provincia
declararle todas iquollas opiniOes que ti-/,i Pernambuco como exemplo para vos
ve'em por lim reformar ou alterara cons-1descrever o mo resultado que pode ter um
lltuicao do Estado, sem ser por aquelles semelhaole plano poltico.
mi.a i- que na inesma constiiuipao se acham gabem todos que aquella provincia pas-
prdBcripios, s3o mais ilies aos seus auto-;sou pe|a crise de una revolta estrondosa ;
resdoque ventajosas (minio apoiados) ; el-jSadem que o governo at certa poca eo-
les pdenlo entender que dadi loes vira lo- tendn necessario acalmar all os espiritos,
do o bem, quea liberdade conseguir gran- segundo urna poltica de cuncilucao para
des vanlsgen, mas estarSoem perfeilo en-'iuj,,,, os cidadSos ; o nodre ministro da
gano, porque por esles meios so forlilicara jUStj{ qU0 te acda agora uccupmdo esta
mais o despotismo (muios apoiados); lie ,,os^..-,_ qUando prosiuente daquella pro-
convicc.io intima e.n que ealou ; mas est>s vincia, procurou acalmar os espritus, pro-
upiuiOe, senhores, orn quanlo so nao ta- curou mesmo nomear autoridades que lus-
duzem cm icios, poJem ser destruidas. saol ue acord com o seu peosimenlo
OSr. Aprimo: He o que solero leilo. oulro Sr. deputado que tambem ro all
OSr. Anrao': O propriogoverno pode presidente, oque fez? Procuruu conteros
muito bem, pelo espirito de moderacao e espiritos dentro desle peosamenlo de mo-
de jubtic., fazerdesappsrcciressasopimes dera^ao e de conciliacao ; mas a tal incul-
excenlricas, lilhas de um enlhusiasmo, ou oaui. propaganda revolucionaria translor-
dj uma irretlexllo (\poiados da opposudo'.) uou (0jas ,s Jas !
O Sr. Taques : Holl concorda em que
cia as provincias como presidentes ho-
mens que lonham vonlade prnpna. Seos
nobres depulados me informam que elle
nflo tem onergia para inipr a sua opim9o
a todos os partidos, muito mal vai a admi-
nistracSo da provincia do Pernambuco.
Para miin a provincia de Pernambuco deve
ser governada sempre porum liomem que
tnnba uma necio propria, uma vonlade su-
perior as exigencias de todos os partidos.
Alguns Srs. : Elle a tem.
O Sr. Anu'o : Essa opinilo eu I irme i
quando esludei as circumstancias de Per-
nambuco em 1818; estava entSo no ministe-
rio. Ileconheci que o estado de irritarlo
dos partidos em Pornamhuro exiga da
parte do governo a nnmeaco ile presiden-
tes que estivessem sempre cima das exi-
gencias dos partidos; por isso foi que
aquella gabinete man ion para alli o Sr.
desembargador Costa Pinto, e ninguem
negar que elle se achava dominado de es-
pirito superior s exigencias dos partidos.
He por este mesmo principio que depois
censurei a nomeac3o do Sr. Penna para
Pernambuco Eu queria que para alli fos-
se um homcm mais forte, decidido a nSo
transigir, e qu se lizesse respailar; assim
he que se evitam as revolles e transtoi-
nos di ordem publica. Para aquella pro-
vincia convm como presidente um liomem
que enlaja cima da todas as exigencias dos
partidos, quo leona accjlo e vonlade pro-
pria, que responda pelos actos por si ni-
camente, que se no deixa lavar pelas OO0-
siderapOes de partido. Porlanlo, digo eu,
se acaso a presidencia de Pernambuco se
acda hoje ns mSos do um cidadAo que s
tem cssas qualidades que os nnlires depu-
lados acadam .le referir....
Algum Srs. Depulados:Tem vonlade pro-
pria.
O Sr. Anlio :.... se no de dotado dessa
energa do alma que se exige neslas cir-
cumstuncias, cnlSo a sorte oe Pernamdocj
he desgranada, enUlo decididamente por
tituicO M que tem por lim garantir o parti-
do dominante em sua posiclo.
Senhores, he cousequencia do quo t.endo
ao principio dito, que os parli los que no
se un liuii na opiniSo publici, que nSo tem
le no paiz. procuram quando sobem esco-
rar-se em elementos diversosdessa opinifio.
Primeirumenle j disse como he que enten-
do que o partido dominanlo procurou as
eooapiraCof, as propagandas, a forca que
nSo tinha ; agora mostrarei como elle sn
prepara por outra maneira para conservar o
poder.
He viciosa a organisacSo da nossi sucio
dale ; he preciso confessa-lo; e dah vem
que os partidos, os gnvnrnos se vejam M
dura necessidade de, aceitando osses meios,
se conservar; he Iriste esta pisimo, porqu
assim translorna-st (oda a roarena legular
da sociedade, e a sua legislarlo sull' o por-
lanlo. Doscjara pois quu os partidos tires-
sem mais coi.flanea nos seus recursos, mais
eiiiili-iiiiM em si, mais eniili .nc.i no pai/.
para po.lerem fzer alguma cousa de bom.
Mas, sondores, o actual partido dominan-
te, encarando tolos os dias a condemnar;3o
de sua politica, tem procurado fortilicar-se
de tal maneira que seja impoasivel a accen-
sAo do outi o partido. NSo sei porque i a/lo,
na-, o coito deque o actual ministerio, o
seus antecessores, tem procurado fortificar
a conservarlo ilo partido por meio de ins-
liluices que tem sido creadas no interesse
iiiiieani.-ni" la conservadlo do partido. (,4-
poiados e nfto apoiados), o nSo no interesan
I ......ic.laoe. ..
lim >r. epulatlo:Vamos i prora.
O Sr. Ania'o :Eu digo que as diversas
leis que tem regulado o servico da guarda
nacional, as leis a respeilo da magistratura,
tem sido calculadas de maneira a tornar nn-
possivel o governo de outro pirlido que nSo
seja o actual. Pela lei da guarda nacional
lem-su cullocadoolla em toda a parte sujei-
ta, iiiln digo j autoridade, mis a agentes
do partido actual, para ero toda e quaesquer
propa
II miinsicr n, aterrado com o phantasma
de semellianle propaganda, assentou que
n3o poda lili conservar um presidente que
multo simples o annunciar-se a existencia
de uma propagan la com vistas revoluncio- ha propagan ll ?
nanas n'uma poca em que os espiritos lera | O Sr. Mello Franco : [lio lia tal
tal ou qual agilacSo; he preciso tomar mu- ganda (Apoiados. da opposiwo-.) que poreit r DOUCO
toan serio essean .unci do nobre ex-ra.- Mguns Senhores depulados da Maioria:- pcco cicatr;zan,lo as4 rerij.8 d, revoluto
oial res, declaro nosta tribuna que, se me per- O Sr. Anao : Eu entendo que a propa orejdenW que, se sSo exactas as noti-
suadisse.comoonobreex-n.inistro.queoxis ganda como o nobre cx-m.nislro da justi- tellho;iprocuril apartar-se dessa
lia uraa propagauda revolucionaria no paiz, ca tem declarado vai adiante.quo lauca mo .,,,,;, .saluUr coun medo, ja se sabe, da
n3omecontentariiemfazeroaiinuncio,te- de meios para edegar a seus resultados : en- P da i Loiados e rectamacoes. )
riaexercido umi acsSo muito mus eflVaz, 13o se exisle esta propaganda queesforfaa r
teria felo com queella desapparecesse por traduzir em Tactos o seu pensamento, era
aquelles meios que a prudencia e a nzSo preciso que o governo iivesse outro proce-
aconselham (apoiados daopposicao'} ; mas di ment,
vejo nicamente aiiunnciar-se a existencia
O Sr. Mello Franco. Medo, nSo prctex'.c.
O Sr. Anf3o : Consla-me, pois, que al
muitos empregados que tinham sido no-
Ma"s"7enhores, eu encaro quea constante meados anteriormente, foram ja demitti Jo.
_~ ..,,.. i-----..r-------- masdizom-
veiu utll.aiii'iiilii lumnH.i -a a v.uivu... .,..,-.......,------------.~ ^------------------------------- -
de uma propaganda revoluciona-ia, e fazer- denuncia da existencia de urna propaganda, tu nao Miotl c-em ni ormauo,
sedissouma bandeir. par. perseguir ad- de conspiracOes que se premeditan., t-m me que se lem demiltUo empreg dos que
outros lins quo nSo estes que primeira vis- tendo sido nomeados anteriormente, ja n3o
la parocem ; o alcance destis denuncias he servem para., politica do actual presidente,
multo maior do que multa genta pensa. Oque he certo he que, lendo triurnpha-
IApoiados da opposicao') do "o conflicto entro o chefe de polica e
Tolas as vezes que os governos s3o fra- o presidento de Pernambuco, antes apll-
eos, todas as vezas que nao se apoiam ua tici do chee do polica do que do presidcn-
opiniSo publica, ludas as vezes que elles te, a sorle de Pernambuco devo ter outro
seiitema forc exhau.ir-se por falta dos ver aspecto, do necossidadeesta completainen-
dadeiros elementos que devem sustentar o le mudada a poltica de Pernambuco, e di-
poder, recorrem sempre a denuncias de zem-me que o actual presidente tm dado
conspiracOes, dessas propagandas revolu- grande desenvolv ment a esta mudanca
cionarias(acolados da opiwii'cao'), propilam de poltica.
sempre esses sustos, procuran lo conservar Alguns Srs. Diputados: Vtmos aos
o poder poi taes manejos, visto como n3o o faclos.
po i.-in conservar pelos meios legtimos.
(Apoiados da opposic,ao''.)
Alguns Senhores Imputados : Oh oh !
" m
vorsanos sem uenduina diselo, sem ne-
nhum flm mais do que perturbar os espiri-
tos, trinstornar piz e tranquillidade pu-
blica. (Apoiados da oppoiiiao')
NSo he este anno o uuico em qne S. Ex.
nos vcio annunciar a existencia dessa pro-
paganda revoluc oii.ii .a, ; de duas uma, ou
o nobre ex-minislro estava convencido da
existencia dessi propaganda revolucionaria
e dos seus terriveis resultados sobre a or-
dem publica, ou uo eslava ; se estava con-
vencido da existencii, n3o bastava que
simplesmentea aununciasse no seu relato-
no ; se n3o estava convencido,fez um gran-
de mil aininiiciaii lo a existencia de um mal
que nSo existe, de una cousa que, forca
de ser innuncia.la, p le algum da prodii-
Kouile esta esla bell piostilul, ou ames
etsa nodre condena d'Angione? Mostra-in'a.
De inuilo boa vonlade cu o farla, slguor,
0 Sr. AntSo : Eu reconheco que ha ho-
mens partidistas decidos, masjusticeiros e
moderados. naj
he urna poinba perdida em uiu Dando de rainentc cmico em seu rosto lufunlil. Ascauio
abulrcs? voliou-ie de lodos os lados procurando algum
O mancebo dirigi seu olhar para a parle do conhecldo. Depois de um longo came, elle eo-
mashViriilJTeinpo'que em uma v.gen. Irado onde ae deatacara como um punto lu- mecava j a perder as esperancas. quando accr-
noio o harmonioso perlil da princesa, e fura lou de ver duas persouagena. um homem c
pelos arrabaldes de aples, a pobre Aziolelta
atacada de uma febre maligna, succumbiii cm
todo o espleudor de sua inoeldade e de sua bel-
lea. O duque, que diit'in nao chora Jamis,
derramou lacrimas |>or ella. He uin orvalho
inui raro pelo que parece, e a cousa foi consi-
derada como uui mllagre.
Diavolol Esls uiuilo instruido sobre as
intrigas da corte!
Oh.' respondeu Gabrino, sao tactos de
que lodo o mundo tem mais c-u menos conhe-
. ou.-111(1, porui eu sei segredos de mui dill'e-
renlc importancia, segredos cuja revelaco re-
iIiio ii a nada os mais allod deslinos.
__ Gabrino, disse um homem do povo ao sol-
dado, relreia > la lingoa, ha boje na prica
mais de um ouvido ein servico do duque, nao
passes adianle, louiao uicu conselno.
NSo tenho precisan de dizer-vos, conli-
nuou Gabrino depoia de haver cortado o 6o de
sua i,.,n... an para poupar o effello da inesma,
nao tenho preclso dedlier-vos me Gaml.utzi
loi vicio em irao palacio ducal. O que ahi ae
passou, cu o ignoro que argumentos en.prc- ca, lllba do nobre duque, nosso
lepar, vence; Uvirrne d. Irmla, lam- ae parece em lude enin i
gou elle p
o a
buil e a pequea Aisol
Tem razio, respondeu Gabrino; mas cm
le ahi se suinma quando eu disacssc que a signora Ulan-
nk. .i ...i.... Ihm nosso temido senhor,
ra Aziolella.que
Issor Por
lilhol
bem .o .el, m.s o que he rio he que Gam- | m.l haverla ni.sol- Oue prova.i l
iiolelia cesiaraui de repen- ventura n.o se esta a ver lodo, os di
te .le ipprecer msruas de Mllo com grande
peiar doijovens Bdalgos da corle ; o que he po-
silivo he que Ire dial depois, iiuando esle le
peidiam fin conjei unai lobre esta desoppari-
yao, licaram todos rilranhainrnlc espaiiladoi
ao verem entrar na la grande do palacio o il-
oi.....i'.aiiiiiiini, inj.....une llnha sido mbsil-
niido pelo de marques de Perdanaonle, e a bel-
la Aiioleua ornada coui o Ululo de llrauabllla,
condesil de Anglone.
(?) Vide Wario n. 167.
que nao leem nenhuma parecenca com suaa
mais? era culpada a senhora llianca de nao
existir nenhuma relacao entre ella ea duqueaa
Haiii f Ser isso nina raio para admiltir os
boatos surdoa que lem corrido a este respeilo p
Mas a proposito da lignora llianca, como lie,
signor, qur mu cavallelro moco elegante, c
bem feito come, va, no fliou logo sobre ella a
na aii.m Vde qne graca e que nobre
naluraes I Veodo-a to joven e lo fresca, com
seus vestidos brancoi enlre esle domea mr-
enos pela Idade ou pelo vicio, nao se dira que
facildecomprchender-sepelaeapressodcseu uma mulher. que, com todas as apparcoclas
rosto que um senllmenlo que nao era aindiffe- de urna salisiacao perfeiti, eilavim entronlsa-
reuca o tinha empedido de iuierrogar Gabrino dos sobre um pedaco de uiarmorc donde avis-
wbre leu reipeilo. tavim a pra9a em loda su. extensao. O hoineui
Klle foi disuadido da especie de eslaae em era alto e corpulento, seus hombros erm her-
que liull cabido por um ruido que se tez ao culeos, sua physlonouna franca e bonachona
seu lado, liram giiios, juiaa e maldices acom-. a mulher era morena e bella, suas turmas erara
pandadas de incaainos c de rlsadaa: este lu-1 lalientes, seus odos vivos e provocadores,
mullo provinha de dous mcuiuosquc escorre-i Estamos salvos : disse Ascanlo ao seu pe-
givain por enlre a mullldaocomo duas enguisi, queno companheiro, olha.eslas vendo aquellc
enipurrandoatodosieinseiuquiel.remcoinai lujelto corpulento que oceupa lao boa posic.o
cscl.tmacOei grossclras ou tunosas que le le- com sua mulher ? ....
vantavaui atrs de ii. Balla vendo, reipondeu Do.neoico, vejo-
Ellc! pararam einlim junto do grupo de qucjosmuilo bem, oh! aquelle he o lugar que nos
faiiam parle Gabriuo e o homem de pluma ver- convinha.
inelba. Eram dous iiieniuusde dci a doic an- Pois bem, egue-mc c vamos loma-lo : o
nos, um .los quaei principalmente tinha um eipajo que elle ao oceupa bastara para nos
rosto cncanlauor, c era chelo de liuura e de ai-
r.i, i. O leltoradevinha sem duvida que este
ultimo nao era oulro que o nosso conhecldo
Ascanio.
Ve l, Domenico, disse elle ao seu joven
dous.
Esls louco, Ascanin" Como le haveiias
tu para deci.ii-lo a t'azer un lalsacnticio r
Segue-me, elle nao me conhece, mas eu
o conheco bem : he Peraldi, o dono da estala-
de lo los, cniretauto cls-nos a dez passos s-
menle do arco de triumpho.
Sim, respoudeu piritosamente Domenico,
mas neo. por isso estamos mal adiantados, so-
mos ai udi mui pequenos, e nada poderemos
ver.
Ora essa! tule espantas de indo deixa a
cousa por ininhi conla, que achare) logo o nielo
de ter melbores lugares.
E com um ar de seguranf a e de atiento iolei-
i-oiil.i .la propagamia ha de haver grande eventualidades lnes servir de auxiliar; la
perseguicSo do partido decahi.lo, e isto ha (ostSo os olliciaes da guarda nacinnal no
de ser de fataes cunsequeucias. [ meados vitaliciamente, quasi lodos com ex-
Uma voz:Mostr quaes sSo as exigen- clu;3o de um parlidu ; l estJo elles para
ciasquese tem feito an Sr. lun.....i. fizer a tolo o tempo triumphir o pensamen-
OSr. Anido : Senhores, esta minlii opi- to do paitido actualmente dominante.
ni io eslendc-sea todas as provincias doim- Era por essa maneira que o nobre minis-
pario. PeQOao nobre minisiro que quandu te- tro da justica censurava a lei provincial de
nha de escolner presdnntes,escolha domens i Minas que dava postos vitalicios na guarda
cima de tudas as couiemplaces do part- nacional, (lomo he possivnl, dizia S. Ex.,
dos; mas lico uin pouco contrariado, qnan- que as vesperas .la mudanca de poltica,
do me record que o nobre ministro do im- quando j se reconhecia a existencia de un
perio profei io uma proposito contraria a novo governo, se admita uma lei que pe
esta. O nobre ministro do imperio dissn que emdara(os, udiigando o governo actoil !
desgracadameute a poltica do paiz era a po- Scmelhanle iustiluicSo nao he possivel que
lilica das rela(6es pessoaes. Oquecumpre se tolere ; essi lei nSo devo subsistir ; deve
ao governo ? lie fazer desapparecer esta po- ser suspensa, e por estas considerafes a
ltica; n.lo he pelas comlempla^des pes- suspe.ndeu.
soaes que se devo governar o paiz; he prc- O Sr. Ministro do Imperio (Juainln dissn
ciso governar a hem de seui interesses, de Isto?
seus mclhorainentos moraes e materlaes, o OSr. /Inla'o: Era esta a linguagem do.s
para isto he imlispensavel escclher homens jornaes do governo da provincia de Minas,
queestejam cima de todas as exigencias dos jornaes quo eram escriptos debnxo da
dos partidos, influencia da propria aulun lado da proviu-
Pargunto a todosos Srs. prcsidenles de pro- "', "Jos jornaes que eram pagos pelos cofres
vinciaqueuquiseaedam, se elles muilas ve- pblicos par este lun ...
zes, querendopraticar uin acto, nSo se vem 0Sr- Ministro dalustica: -Estengaua-
contrariados pelisexigencias de partido, re- u0 assevero que os cores pblicos nSo Con-
conhecendo alias que esse acto he dejusti- Inbuiam para jornaes.
ca ; acontece nflo pouc-s vezes que, a des- O Sr. Jnta'o :Parece-mu que exislia um
peiio da ma vonlade dos parlidos, os presi- contracto para esse lim.
denles cumpram o seu dever; mas o laclo o Sr. Ministrada Justica :Dou-lhe a mi-
ne que sflo contrariados pelo espirito de par- nha palavra quo durante a minha adminis-
tido que vem entorpecer a legitima marcha traeflo os cofros pblicos de Minas nSo des-
da a.lmiiiislr.Kn. penderam um real com a imprensa.
No estado actual da nossa sociedade. he. OSr. Ano'o :--Talez o Sr. presidente ac-
indispensavel escolder para presidente de tuaI seiba alguma cousa a este respeito, e
provincia homens cima de todas as exigen- de ni.tica dos contractos a quo alludo.
cas dos partidos, e quo tinham sempre al OSr. Barbosa .---Ratifica o que diz o Sr.
necessaria energa de alma para observar e ministro da justica.
fazer observar as leis, aeffi embargo dos Ca- 0 Sr A(J,0 :..Selliues eiI n0 dasco-
pnednsdo espirito de partido ; ospecial- phccoquco g0rrn0 tem uireito, tomobri-
menle para aquellas onde a irntacSo no ..nn,, ,le suslentar-se na imprens; he um
pirtido? he como em Pernambuco.... mei0 par, influir muito directamente na
Ur Sr. Deputado :-Temos feito tudo pa- 0pnj!l0i ,,,, era ess, nguagom da poca
ra destruir ess irntscfio. | ,t0 i,,., que n3o se poda consentir em uma
OSr. Ferreira de Aguiar : Pois julga que |ei que punha embarazo nova poltica;
nada temos feito para acabar com isto? Ain- mlietanto o que se dir hoje da le da guar-
da nflo discutimos aqu a cleicSo do Sr.! ,ja nacional applicada, nflo a uma s pro-
Chichorm. J ouvio urna palavra a respeilo'vinca, mas a todo o imperio, onde todos
da amnista ? da mais alguem condnmnado os ulnciaos sflo tirados de uma s cor poli-
em Pernamduco i Felizmente os presiden- ijca centre os domens mais exagerados do
tes destas provincias estflo todos na casa. : partido dominante. (Apoiados c mi' apoia-
OSr. Aino : Nflo sei al quando posso dos.) Toilo o mumlnsabo da influencia im-
fallar ; a lioia est a liantad. mensa que os olliciaes tem sodre a guarda
I m Sr. Deputado :Pode fallar anda meia I nacional, todos Sabem que elles influem lio
hora. i directamente sobre o voto do cidadSo, quo
OSr. Anlao : Coubo-OM infelizmente nSo ho possivel contar senflo com grande
to larde a palavra, que n3o ai como possa I opposiSo delles no momento em que uma
aagein, e ambos chegaram logo junto do esia-
l i) ol.-ii o. Ascaulo poi-se ao lado da linda llep-
pa, cuja ail.-ciacjo (riumphava dos elogios que
Ihe atirahia sua bcllesa, elogios dos quaes ella
nao perdia musi palavra, e que recompensa-
va com um sonisooucoin um olhar.
.Wil.ih! ciclainou de repente Ascanio ele-1 o conservare!,
vandoo dlapazao de auavoz allautada de ma- Vamo-i
neira propria a altrahir sobre si a atteneno, voz baii
acabamos de ver o famoso Cimirgnola! Elle ; posico
continuar sem ilesagradar a cmara
./.,iins sr--. D'pulados ;=P<3o. NSo.
O Sr. Anlao :-.... todava diiei mais al-
guma cousa, deixando para outra occasi3o
outros ponlns em que pretenda locar.
OSr. Mello Franco : Falle hoje, porque
amanhSa podem encerrar ji discussSo.
O Sr. Anlio : Fallarei a respailo di guar-
da nacional H ,la magislralur, ili corlo ins-
> ii,
eolra neste momento na cidade, e eslara aqu,
ames de lucia hora. Oh 1 que bella penprctiva .
elle vem cercado dos seus mais biavos capitcs |
dcsifiacadaincnie nio traz lodos os que levou;
uns licaram l no campo de balalha. ontios dei-
s.ir.iin l um braco, ou um olho, euiliin poucos
sao os -.ue vollam como partiram.
Depois, lingindo nao ter ainda visto Peraldi:
exclamou:
Al)'. V)))C aqui, signor Peraldi! folgo mul-
lo de o ver, pul polio dar-ldc informa^ca so-
bre um de seus lucidores amigos o capilo
bramante.
__ Ah!ocapito liramaote, repeli Peraldi
con) uin ion, mu calino; .un, sim, he um dos
meus bous amigos.... be sobreludo o mcu me-
Idor freguei.
Tu o visie, pequeo.' exclamou Hcppa
com uin tom muito mais animado. ^
__ li.an como vos cslou vendo, signora.
Knliio folgo muilo que elle nao tenha sido
nio rio, responden o eslalajadeiro ; espero tam-
bem que n.da tenlia perdido na batalha, e que
volte completo, com cabeca, peinas e bracos.
Ascauio abaixou a cabrea, e nada respondeu.
__Dar-se-ha acaso que elle tenha sido (cri-
do, perguolou Peraldi.
A esta supposlco que o silencio
parcela condrmar, Hcppa licou
paluda.
-- Signor Peraldi, responden n menino, en-
terrado como eslamos ua mullida.., Domenico
e eu, abalamos ; d-nos o seu lugar... entn
ealarei mais cummoilamente para tallar e du-
Ide iioilciis do capilo llrauaine.
Quete leve o di.bu. demoniuiio, guarda
as tuas noticias. O ineu lugar he ptimo, e eu
nova politica apparecer uo paiz.
Quaes sSo ns re os que fleam a essa
nova politica? Ser.. ..reciso faier um Iraus-
lorno i.u in.o-o em toda a sociedade ; e im-
possivel porlanlo he subir um partido com
e-peranr;as de poder bem dirigir o paiz, es-
tando creado esses olementos permanentes,
vitalicios contra tola o qualquer nova ad-
miiiist.-ic,flo que o paiz possa ter.______
-^~
de Ascanio
iuleii-jmeule
embora, dille Domenico em
bem ves que nao podemos tomara
Nos a tomaremos, respondeu Ascanio com
altivez.
Ao depois ella disse em voz alia :
Ah signor Peraldi, eu cria que o capilo
i; .o. ii le linda rm Vine, um inelhor amigo!
Elle se ha de sllligir bstanle quando eu Ibc
contar o pouco Interesse que inspira a Vine, c
signora beppa.
Ora, disse enlo Hcppa ao marido, pois
nao le compadeces desles pobres meninos 1'
Ters animo de delsa- los ahi no chao onde aba-
lan) e nada podem ver, entretanto que bes bs-
tanle alio para dominar lodis ai cabecil que
te cercan,?
Jaque isso he do leu agrado, iniulia itep-
pa, cedo de mu boa vonlade o lugar a estes
pequenos.
K o pobre homcm lendo saltado em Ierra le-
vou a condescendencia ao ponto de por elle
mesmo cm seu lugar a Ascauio e aeu compi-
uheiro, os quaes ncarain mui contentes veudo
que do ponto que oceupavam nao perderan!
una a particularidade da ceremonia.
l.-i.i lom, Ihe disse Heppa, agora conla
a meu marido o que sabes a respeilo do capi-
f.io Bramante.
_ De mullo boa vonlade, exclamou Ascinio ,
olhe bem ilgnor Peraldi, c Vmc. liinbem, lig-
nora, psra a peisoa que vier direlia do conde
de Carmagnola, e reconhecerio o capuao ara-
"- Ah! exclamou Heppa com um vivo leoli-
iiiemo de alegra, enlo nao esla lornlo.
-. Assim como eu o nao eslou, uguora
Gritoi eulhuiintlcos que romperain de re-
pente na /atremldade da praca auuunciaram .
a approainiifao doheroe.
,' (>i"iiar-re-ii,,
MUTILADO

m
;.
--r-
^


Mas dir-me-ha alguem que In lnrtispen--nmhe urna dosgraga! O juiz s'i d ile" polillos 'da propaganda ; so eiitctiileni que
sivol ti3o dar osses poslos a adversarios Se-Jmez em mex audiencias; vai-se robora'lie conveni-nle conservar o jaiz dobailo da
tibores, ha carias ioslituicfle qui nSo de-]para sua roca, he preciso andar atrs delles'oppressSoem qnese acha ; seentenlem quo
vem sompre estar expostss as conveniencias oo sabe dar um despacho, manda ao aJvo-jconvem, a pretexto da tal propaganda, con-
dos partidos; ha inslituic,Oes que duvem
ser unicamonte do dominio da socieds le, e
nunca dos partidos ; o ora minha opiniSo a
guarda nacional hu ama destas ; por isso n
desojara quo se re'ormsssem essa lei de mo-
do a tirar a inil'ii'iicu constante e porroa-
nonteda oillcialidado da guarda nacional
sbreos anidados.
E nem isto seria novo na organisarjao da
milicia cvica ; se nSo me engao, os lista
dos-Unidostem em suas milicias nili mu s
permanentes, e do nomeafSo do governo.
Mas esses oorpos nn sn> inquitalos para
toda qualidade 'lo servicoa a obngc,:1o de
cada eiddSo, desdo a Mude de 18 anuos at
45,he di alistar-se na milicia do Estado a
que pertence, e esquipar-se i Sua custa. S
em lempo de guerra o presidente da uniSo
pode chamar as milicias para debaixo das
lian lenas. Fra deste caso, alm do servi-
do de tnstrueco, e em determinados lem-
pos, os cidadflos n"in silo inquietados rom o
sorvico dis milicias.
OSr. Helio Franco :Aqu a guarda na-
cional s serve para fazer eleicOes acompa-
nhar procisses.
O 8r. Knta'o :-.... e aqui a guarda nacio-
nal actuilaionte serve como instrumento
depolitica.com incommodo constante dos
cidadSos.
OSr. Figucira de Vello : Lerobre-se do
servido que ella ac iba de prestar aoSul.
O Sr. Kprigio :--V. em lo lo o Brazil.
O Sr. Knta'n :Vnmos le acerca dos jui-
zes de direilo. Segundo nos disse o nobro
depulado pela Baha os magistrailos sSo
hoje nshoineiis niais independentes das pro-
vincias, s3n os permanentes ilominadoies
das comarcas.|n3o poJem receiar a nccilo do
governo, lem a sui subsistencia bem ga-
rantida pelo augmento de seus ordenados,
oatlrala-se dse Ihcs dar privilegio de
loro, de sorte que licam os maiores potenta-
dos da comarca.
Mas sonlioros, tendo sido pela maior par-
te nomeados juizes de direito os homens da
actualizado, excluindose urna grande par-
to dos outrns. ou mandando-se para comar-
cas insignificantes (apoiadoic na'o apoiados),
he claro que todas as melhores comarcas,
as de maior influencia poltica, estSo debai-
xo da dominarlo da opiniSo que actual-
mente governa.
Ora, cuno he que urna nova administra-
do podera marchar t Fallo de orna nova
.i.Miiiiistia(,'.in, porque ne possivel que os
similores nSo sejaiu eternos no poder, he
ii"- i v- 1 que se teuha ue mudar a actual or-
dem de cous Comi he, que por ejemplo,
um presidente de Minas ha de poder ter um
iiilUu'iic.ii regular na administrado quando
a maior parte dos juizes de direito, quo s3o
lilnos da poltica actual, c homens polticos
at os ossos, domina as comarcas da pro-
vincia ?
O Sr. Cruz Hachado:F.m Minas ha juizes
de direito de um e nutro parlido.
OSr. Antto: --Porlatilo, senhores, os ho-
mens que por v 'IIim la le quizerem aceitar
0 poder, no da seguinte tifio de larga-lo
para os actuaos dominadores, que ho col-
locado urna icde por toda a pane, que loma
impossivol a existencia de urna administra-
do de outro qualquer partido.
Ora, vamos ver outras cousequenciasque
podem provir deste estado de coosas. Sup-
ponha-se que um governo llio dn urna no-
va ni lem de colisas queira dar desenvolvi-
iiii.'iilo a idministracSn, i|'i Se ade mesmo
i-mii vniilii le deliberada do romper por to-
das as lifliculdades ; de duas un i, ou o
partido que assim s tem armado tem espe-
raui;a iih sua organisa^lo, e ha de so sub-
inetter, como se leve esperar do homens
Uo amigos da ordem como se lem annun-
ciado, ou entilo lera suas velleidales, tera
seus arruina, o a consoqtiencia le'i urna
grande conflagracSo no paiz.
I.ii i'1 iiiui muito receio da organisacSo
dos partidos em le,- eu desojo que os par-
tidos se organisem pela suas npimOes e con-
viccoos, mas nunca por meio de leis, por
seram eternos no pas; porque ho donde
podem vir grandes conflictos e desordena ;
he ii'ahi que p le vir um traiistorno real da
.locielade, inosmo a despeilo dessa opiniSo
do ordem.
OSr. Cruz Machado:At agora diziam
quo a magistratura dependa tuda do gover-
no; agora so diz que he independcuto de
iiii.v Miadas. )
OSr. Anto:Deixando de parte alguns
lacios particulares acerca da adminstraoslo
da pi-tica, vou encarar somonte a aduiinis-
1 rac.lo da justica em geral. Pela lei de 3
de dezembro sodeu essa nova organisaoSo
indiciara que condecentes, a crea;3o do jui-
zes municipal!- com a altnhui(3o de julgar.
Tolo o mundo dizia que se. devia esmerar
um grande melhoramento na administraoSo
da juslica, os argumentos que onlose apro-
sontavam eram que at essa poca a adoii-
nistracSo da jusilla eslava as m3os de le
gos, de juizes que n3o tinnam couhecimen-
to de legislado, que commettiam grandes
orros; vejo essa nova o'ganisaqSo judicia-
lia, e disse-sc: homens formados que
toeui urna reputadlo a perder, que Icem um
futuro, iiu polem deixar de administrar
muito melhor a justifa ; entretanto oque
tem acontecido? nunca a administraoSo da
jii-iic i esleva no paiz em peior estado do
que esta auora. ( Beelama^Oei. )
Tomemos urna provincia para cxempln ;
tomarei a provincia de Minas: lom muitns
municipios, muitos termos; cada um del-
les devia ter um juii municipal, ou ao me-
nos grande parte dclles; porm o que acon-
tece? grande parte desses municipios n3o
leem juizes municipaes; talvez a quinta
liarte dos municipios da provincia de Minas
Un juizes letrados; todos os oulros ter-
mos estSo entregues aos substitutos dos jui
zes municipaes, juizes que entendem mo-
nos tal ve/ que os anligos juizes municipaes
propostos pelas cmaras, porque mudas ve-
zes o governo nem sabe, nem conhece os
homens que noma, noma Dessoas sinuu-
lo porque foram cabalistas, porque sSo bous
agentes eleitoraes.
Eis-aqui os juizea, os mngislrados que
hoje temos nosquatro quintos da nrovincia
do Minas. Antigamenle havia um correcti-
vo para os males dos juizes municiuae
porque eram apenas preparadores dos pro-
e.essos, vinham para os juizes de direiio,
eran estes os que julgavam; mas hoje o
que acontece? Os meamos substitutos so
os quo julgam. Quantas inju-lrjis n3o se
tem rniic.iiln '.' lie um clamor geral con-
tra esses magistrados. I'ortanto, qual he
o melhoramento que se tem olitido? V-
nhum; entretanto s para a juslirja de pr-
meirs instancia gaaia-se urna quarla parte
da despe/a oreada, 500 e lautos contos, e
ainla assim somos mal servidos!
Se fallamos om materia crim, entSoan-
da ui.is seria lie a desgrana do paiz. Um
grande parte de processos quesSo intenta-
dos pola autoridade inferior contra crimes
ho romeltida aos juizes municipaes ; so ha
emponho, absolve-se completamente o cii-
nmoso, as vezas de alta importancia; o3o
digo jl as despronuncias sen carcter de
.entonen, mas em sentencia definitivas.
A admnialrasSo da Justina nesta parte
esta pessiina uo he esta opiniflo s mi-
nha, heopiniSo de todo o paiz; nico juiz
desta questSo, porque he elle quem soirre.
Ide a urna povoacllo, perguntai como vio
all os negocios judicianos, e todos vos di-
gado (ulano que ho o seu conselheiro, eomllinuira perseguir os seus adversarios em
quanlo o advogado n3o vai casa do juiz,toda a psrto se julgam, por ultimo, que
nSo est decidido o despacho, ^nfio ho possivel fazerem-se eleices nosU
Isto h" gem. Ora, quando os advoga- anni se ni o omprego de lodus csses mcios de
dos sSohnmens de conscienca, anda bem; violencia e de oppress3o que se deram as
mas quanJo nao tem conscienca, anda eloices passadas em 18*9, e ltimamente
corrompes] ojuiz. He isto facto constan- na provincia de S Paulo; se pretendem es-
to; faca-se um inquenlo, e achar-se-ha que tabelecer em regra que o governo ha da
de cem casos s tres ou quatro 080 estfio ls- f vencer a lodo transe, porque, senhores, des-
eados deste mal. NSo digo isto a rospeito | ta declarado eu preciso, e muito.
dos juizes letrados; haver queixas contra | Eu desejo que os nobres ministros nilo s
um ou outro; mas os juizes substitutos em
grande parte sedeixam levar poraffei(es
e por vistas contrarias boa adminisira;3o
da justi?a.
Eu n3o quero doscer aos subdelegados,
porqud podona ah ser mais geral a minha
censura, porque tenho visto cousas muito
notaveis; entretanto Irarei um facto acon-
tecido ha muito pouco 1-111.11 A um sub-
delegado foi romettido preso um hooiosi
que acahava de esfaquear urna mulher; os
vizinhos o pren leram e o mandaran! ao sub
delegado, que o recolheu preso; mas no
da seguinte o soltou. e foi depois visto a
tiabalhar na sua roja Talvez o Sr. pres-
deme da provincia da Minas tenha noticia
deste facto.
OSr. Barbosa :N3o, senhor.
O Sr. Antao;He um facto acontec Jo per
to do Ouro l'reto.
OSr. Ilarbosa :Fez mal em no m'o par
ticipar.
OSrAnt&o :Faco juslica ao nobre depu-
lado ; acredito que logo que livesse noticia
deste aconteciment, faria responsabilisar
este funecionario; roas factos como estes
passam-so as povoae.Oessem que o goveroo
mena noticia delles, sem que o cOefe do
polica saiba, porque ninguem quer mandar
dar estes avisos. Entendo, pois, que a ad-
iiiiiistra(3o da Justina por este lauonSose
acha em bom estado, ha muitos crimes que
licam impunes as provincias por contem-
plafesdos subdelegados.
Anda ha outro mal a respeito daalmi-
nisiracSo da jusliQa, que vem da falta de
n mimaos de segunda instancia, que dem
jroviniento a certas causas As paites mu-
tas vezes recuain diaiite das despezas que
leem de fazer ncorupanhnndo um processo
cara a iciiicun que Ihe llca distante. Eu
me animo a tocar nisto, porque ja nSo es-
la o Sr. ox-innislro da Justina oncarregado
de sustentar a sua opinio como ministro;
sta pelo o .n.ni.> o Sr. Souza llamos no
ministerio da juslica, que, tendo sido pre-
idente de Minas, sabe muito lumia neces-
idadeque ha da creac^o de usa relacSo
,irovincial en Minas, e mesmo em outra
provincia quo esteja as circunstancias d'a-
quella.
digam que el les promettem manter o vol li-
vre, fazer respoitar a opiniflo de cada um
dos cidadSos, poro u que tambesi procuram
fazer passar algumas med las que sirram
de garantir estas suas promessas, porque eu
n.ci me lio om palavras, principalmente de-
pois que o nobre ministro do imperio veio
aqui dizer que o governo nSo era o culpado
do que os seus delegados faziam as pro-
vincias, onde oxcluiam-se muitos cidadSos,
iin se davam os recursos em lempo.
O nobre ministro do imperio disse : a o
governo nSo he culpado disto ; isto perten-
ce as autoridades ; como ha de o governo
ingerir-se em atiribuices das autoridades
que faz.ein a qualillcafSo? > NSo est as
ni ios do governo garantir a libordade do
voto?
Quando ouvi estas proposiQes.flquei com-
pletamente desanimado ; smeute espero
agora resposla a urna porgunta que vuu fa-
zer ; desojo saber se pretendem a presentar e
fazer passar um projecto de le pelo qual o
cidadSo possa ser garantido na occasiSo de
dar o seu voto; porque, so acaso uenhuma
providenciase toma, declaro quenonhum
e ii .umiIi i tenho em ir expr a minha vida em
urna mesa parocltial.
Declaro que he mioha convicio que o
melhor servijo que poder prestara oppo-
-i .in he abandonar as urnas eleiloraes; di-
go que be melhor isso do quo irpleitoar a
sua causa vista das disposnjdes que enxer -
go as autoridades por toda a parte. A es-
clusan de votantes em grande parte das pro-
vincias me faz de todo desanimar. Disseram
aqui que ha smenle 5 ou 6 recursos do Mi-
nas ; vSo iviaeij, i- verSoo que ha. Por
exemplo, em urna freguezia que tem 200
e tantos volantes da opposi;So, exclui-
ram-se 17.
tiesta maneirapsra que pleiteara eleicSo?
i ie.mis hSo de so expedir essas circulares
dizendo que he preciso manter a ordem na-
quelles das, que a guarda nacional devedar
patrulhas ; islo tudo pote por em conflicto
os cidadSos, enSo sei quem lera mais for- I
cas para aconselhar a resignacSo ; melhor
sera que se abandonein as elei(Oes, deixan-
do que o governo triumphe, porque Irium-
pliaudo por este meio, ser urna completa
Senhores, a constituido do Estado tem'derrota; polo menos nSo se commotterSo
declarado muito positivamente que, para actos de immoralidade, nSo se ter necessi-
julgar as causas em segunda o ultima ins- dade de recorrer ao cynismo para negar fac-
lancia. haver as provincias do imperio as'los evidentes; he melhor que triuuiphem
lelac-Oes que forem necessarias para com- >ssim. Eu paro aqui, porque a hora est mu
inodidade dos povos. Depois o art. 163 diz to adianlada.
Iii.- ni capital do imperio, alm da relafSo
que deve existir, assim como nss demais
provincias, llavera tambem um supremo
tribunal. Pela constituicto esta claro que
devem existir as provincias aquellas rea-
ces quo forem deaccordo com as uecessi-
dades dos povos.
Portento deviamos agora indagar se se po-
Levanta-se a sess3o s 3 horas e I quarto.
DE PER-
ConilESPO.NDENCIA DO DIARIO
NAMBUCO.
Parabiba 23 de jolln de 1852.
Anda continuam as bcuignas influencias do
mea passadoein prol da captura dos Ibuggs
dem decidir todos osfeitosdas provincias ae ellai continuaren! por mala lempo, como be
do Minas, S. Paulo e outras no ItiodeJanei- 'de eaperar, mullo breve a cadeiapede aupple-
rosem translorno das commodidades dos ment, se he que ja dclle nao ueceaaita, para
povos; ese se precisar do mais urna, esl acominodar seus inquinaos
claro que nao de ser no Rio de Janeiro, e j ttt5*^JFm**. **** di.-
simem qualquer outra provincia que ain- imc,ra| 0ppoaico a qualquer edillciode aeu gc-
da nSo tenha rclac^o. Ora, eu vejo que uSr. [ner0i 0|Dda 0 meaos digno de lal uoine, e me-
i-x-minislrii dizia que havia necessidade de [ao capat de dcaeiupennar aeu liiu. Se alguiu
duai lelaCOes lio Rio de Janeiro, porque OS j poeta qulieite, sein plagiar Dante, piolar o in-
fetus eram em numero cunsideravel e exi- llcrno, nao linha tuaia du que ir habitar o que
giam maior numeio de juizes; logo est ]a'lul ehainam cadeia, e aob a liapresaao da-
provado que se deve crear outra relar;3o,
mas f ira daqui, porque, como euj disse, a
constituido nilo p nnuto duas icUc 's em
um mosnio lugar.
Alm disso, ninguem r ude nogar que mui-
tos fuilus nao vem a rcUc,3u do Rio de Ja-
neirn.porque as dospezas sao consileraveis,
c nos devemos lembrar que a nova ordem
Je cousas tem multiplicado os recursos para
as relaces, como sejam os estabelecidos
ela lei do eleictJos, etc.
Portaiito, ni i sei como se pode deixar de
entender que u.'n se deve crear urna relaeo
n'uma provincia como a deMinis. Mas. se-
nhores. ,eu tenho observado que os meus
collegas lem estado mudos a esses rcspeilo,
e peco-lhes que nSo me illudam a mim e ao
povo, que seapresentem pugnando por urna
ds maiores leceasidades que note a pro-
vincia de Minas, e que os senhores llzeram
promessa ( reclamares ) de remediar, como
O Sr. ministro he leslomunha.
OSr. .1/niiroaciJuiHca faz signal nega-
tivo,
O "r. Anto :--Pensva que V. Exc. tinha
sido testemunha ; mas ha de convir comigo
que he in llspensavel urna minean ero Minas.
OSr. Ultuslro da ustica :-- Hei de fallar
sobre isso.
quella caverna fazer sua discrlp(ao
Por mala robusto que aeja o individuo que
para all eutre em breve lem de visitar o hospi-
tal, e coutiuuar a frcquenta-lo com suas vi/u i.
peridicas, al que u corrupto e infecto ar, que
aln ae respira, euvenene a inassade seusaague,
c vea(a sua robusta conslituico.
A ni srguraafa recouhecida a todas as lu/es
daquclle chii/ueiro trai-ooa em continuos suatos,
porque estamos veado o iiioineato em quedes-
i li i ni auas paredes pela coinpressao do ar, res-
pirado em pequeao eipajo por ceato e taatos
individuos, e eulo, aquelles que nao acharcm
sepultura sob as ruioa, sollarem-se, qual baa-
do de famlicos gafaniiotoa, para talvez, preni
em coofuso e terror eila meima cidade, que
para sua seguranca nao tem actualmente cem
pracas promplaineute dispuaiveis.
Faco-lhe cata discripeo, talve um pouco
imporluaa, para ver se ella activa quem com-
petente for para auiiliar os cofres provinciaea,
de eiiguas poaaes, mandaado pelas readas ge-
raea faier urna nuva cadeia, com os precisos
cuianiodos e aeguranfa, melborando assim uos-
sa seguranca individual, e satiafaiendo osre-
clamus da humauidade, que se horrorisa em
vista d'aquelle infecto lugar de padecimentos,
onde o hoiuem vai vendo dia a da eacoar-se
sua pobre vida.
Os nossos cofres provinciaea leem comporta-
do as despegas de duas cadeias no centro, uiua
aa cidade da Arcia, c outra em Pombil, ambas
a perder de visia da da capital, priacipaliaeate
Sargento e apreolel o dous artistas Costa, e
Carolina, mal nao pedi capul, porque quera re-
serva-Ios para melhor occaalo. Pedir caput
com um auditorio lal he um verdadelro aacrlle-
glo, he urna completa impertinencia contra o
artistas, enjoadoa, e abatidos pela falta de apre-
ciadores.
I ni verdadelro actor s (rabalha pela gloria,
e in iihuni.i Ihe pode resultar de seus eiforcoi
maiiie um auditorio Ihaitadissimo ; portaato
hecrueldade moriica-lo, quaadodenossa par-
te pouco lbe podemos ofterecer em coiapeasa-
(o. ii contrario he um egosmo de nossa par-
le, que nao tica multo bem a mis, que entilo so-
mos o resneitavel.
Fes o seu acbout o Sr. Jorge artista dessa pro-
vincia, e multo bem desempenhou o papel de
luden ; outro tanto nao direi do de criado, pols
eslava acoatumado com o Sr. Guimares, que,
a mu ver, o deaempeuha multo bem, e aaatin,
e talvea por Isso, nao pude aprecia-lo como
mereca.
Tenlio-inc eiquecido de antlciar-llie um ra-
mo de industria, que vai prosperando mesmo
nesta cidade, e disem-me que com bastante in-
teresse da aocledade, que a elle ae val appl-
cando; agora, porm, aproveito a occasfao de
diier-lbe, que he muito perigoso ter aqu um
cavallo aeiu muila segurauca, porque a talso-
ciedade ao pode coaseatir que um quairuptde
esteja por inulto lempo em urna uiao, e he cala
a priuielra base da asaociacao.
.Vestes poucos das leem aido mudados de do-
minio s acata cidade uas oito cavallos ; e nao
sei bem quaolas^duzias pelo Interior.
I','l,tnieaic a aosaa asieinbta geral trata de
um melhoramento para este mal, que progrl-
dc eapaatoaameate, qual o de fazer proceasar
summariainente os ladres de cavallos e de ga-
do. Essea gneros de furtos quasl uenbLina pu-
iie.iij tiaham, porquaato dimcllinenle os rou
bados encontravain testemuahaa para proces-
sar os ladriiea, e quando depois de multo Iraba-
Ibo Ihes era possivel faze-lo, o jury grande-
mente oceupado em absolver criminosos de al-
tos Crimea, deizavasahlr impuaea os complica-
dos em uin furtusioho de c,vallo. Certos des-
ses resultados os queisosoa recorriam ao baca-
marte, que servio jior alguiu teaipo de punicao
a esse genero do crime, e as autoridades ao re-
crimnenlo, que velo a dar como resultado o
proinpto casamento dos industriosos permutante*,
de aorle que hoje dilncdmente se encoatra la-
drdea de cavado, solleiro, moco, ou que nao sc-
ja mutilado.
Alada ao vi a lei que se confecciona parti-
cularmente para esses maganos, mas calendo
que ella deve trazer alguina receita para os
facis compradores de animaos, assim como
para as autoridades policiaes, que deixain di-
vagar cmseusdislricios individuos, cujos meio
hoocstos de vida ignoram.
Adeos. Suade, e quanto he bom Ihe desejo ,
faca oulro Unto contigo que ao custa.
PERNAMBUCQ
Kcparticao da polica.
DIA 28 IH. Jl "I II'i.
Illm. e Exm. Sr.Cumpre-me levar ao co
nhecimento de V. Exc que das parles hoje
roe 'indas nesta reparticSo relativamente ao
dia de hontem, consta terem sido presos
ordem do subdelegado da freguezia do lio -
cife, Jos Piolo Ferreira, por ser indiciado
no crime dos artigos 26i e 167 do cdigo
peunal.e o pardo Justino Jos do Amparo,
sem declararlo do motivo ; a ordem do sub-
delegado da freguezia de Santo Antonio, o
prelo Manoel, escravo do Dr. Filippe Lopes
Velo, para ser castigado ; ordem do subde-
legado da freguezia de 8. Jos, Agostioho
Fernandos da Silva, para recruta, e Joaquim
Lessa de Britto, som declararlo do mo-
tivo.
Dos guarde a V. Exc. Delegada do poli-
ca do primenn districto deste termo, 28 de
julliu de 185.2. -- Illm. e Exm. Sr. Dr. Fran-
cisco Antonio Ribeiro, presidente da provin-
cia. Antonio Rangel do Torres Bandeira,
delegado.
Conde una 0 reo a SS dial de pristo sim-
ples.
*. SES8A'0 ORDINARIA EU 86 DE JULHO
HE 18S2.
Presidencia do Sr. Or. Manoel Clemenlino Car-
neiro da Cunha.
Promotor, oSr. Dr. Abilio Jos Tavares d
Silva.
Xdvogado, o Sr. Dr. Francisco Carlos Bran-
dSo
Comparece para ser julgadu Urbano dos
Santos Cardozo, aecusado por haver deli-
rado urna menina de 5 annos de idade, nSo
podendo porm comparecer a menor, por
achar-se doente.
OSr Dr. Promotor:Requer a transferen-
cia do julgament para outro dia.
OSr. PriMirnfe consulta o jury sobre tal
requerimento, e tendo este declarado que
era indispensavel a presenta da menor, he
ojulgamento transferido pari dia 31 do
corrente.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
RECIFE 29 DE JULHO DE 1852.
Pelo brlgueVouo Vencedor chegado hoje
de Lisboa recebemos varias gazetas porlu-
guezas datadas de 12 e 17 dejunho prximo
passado.
Nenhum acontecimento importante tinha
tido lugar nos estados europeos, todava no
porto de Mahon achavam-se, urna em frente
'!?!!!f?-M?a/?ii?f.,!i,-!.r."^f?_S Rendiroentdo'dTi''M!
dem dn dia 29.
der com a platea, 1.a 3.a o 4.a ordem epor
oslas razfles que lo ponderosas rogamos
ao mesmo Sr. que dando occasido de ser
mais amplamonte apreciado seu mrito^
tilento reduzi o preces di representsca0
aos meamos da cisa, pelo manos os dos
luhetes de platea geral cuja elevar.! i r
desmtdida por que dualicou o precoqUg
gara I ilion te se pagivi. Esperamos ser at-
lendidos. _____ L.
C0MMERC10.
ALKANDEGA.
Hendimento dodia 1 a 28. .
dem do da 29......
-a9:488,t9j
J:01,3|
256:889^,"
Desearrega hoje 30 de julho.
Brigue francez ~ Aspirante mercadoriis
uiiporiuciui.
Cette patacho francez Aspirante, manlfeiiou
o aegulnte :
60 caitas tnassas, 50 barra azclte de oliveira
dlloa oleo de linltafa, 15 calzas e 190 halnn,'.
pe, 20 caixaa chumbo de muolcao, i s diin
queijus, 10 ditas azeile de ollveira, 9 barricii
a me i, lu., 180 pipas e Hl mt-i.is ililn viuhnl
calzas chapeos, es fardos rolhas; aosconilg0,.'
tarioa.
CONSULADOGERAL.
Rendimentodo dia 1 a 28.. 31:330,t
dem do dia 29........ 6t3,927
31:974,387
DIVERSAS PROVINCIAS.
. 1:621,1)3.
16,0U
1:640,078
\|iort;i( :k.
Cear, escuna nacional S. Jos da 45 ton;.
JUIIY DO KEClFfi.
4.a SES90 ORDINARIA EU 23 DE JULHO
DE 185-2.
Presidencia do Sr. Or Manoel Clementino Car-
neiro da Cunha.
Promotor, o Sr. Dr. Abilio Jos Tavares da
Silva.
INeste dia comparece pan ser julgado l/iiz
Jos Ferreira, aecusado polo crime do estel-
ionato, sendo autor Jos de Mello Costa Oll-
veira.
Interrogado o reo e depois da discussSo
do processo, tendo o jury respondido nega-
tivamente aos quesitos proposlos
OSr. Presidente absolve o reo.
Mediterrneo, a primeira com posta de cinco
naus, duas de tres ponte-, duas fragatas o
tres vapores, e a segunda de 17 embarcacOes
de grande porte, ambas com consideravel
numero de tropas de desembarque.
A vigilancia as fortillcafOesdo porto era
grande ; smente as obras do Castalio de I |,d7s"condu"z"o"o seguinte"! ~ 347'volunn
la M na irabalhavam sem inlerrup;So nove- razendas
ceios homens. Parahiba, hiate nacional Parahlbano, Ja
Portugal llcara tranquillo, as cortes con- J7 l0IiaUllls conduzio o seguiste t 3j
tinuavam regularmente em seus Iraballios, V0|omo fiMnj0, s barricas encludas, -a
e nSo havia nenhum receio de que a ordem I cnapeos de moai 2 laix,9 e | p0rt3o e fnr.
publica fossealtrala. ro ,4 costados e -2 taboas de amarello. 1
A respeito dos mais paizes tudo o que le-1 caixa drogas, 1 barril azeile, 1 caixa louca
mos a noticiar aos nossos leitores consta do 2 bsrris vinlio.l caixa conservas, 1 diUlam-
seguinte artigo publicado pela Lei : pem, licaixas lalhas. 600 arrobas decir-
ne, 1 eixo e mais utencilios para engenho,
1 caixa mp, 20 barricas fannlia, 2 sacos
Os jornaes de llespanha aleansam a 12 do arroz, 3 c.rrinhos de 11180, 100 parafusosde
corrente. bronze, 1 barril mauteiga, 1 caixa cha, 1
O Heraldo assumiode novo a qualidade barril toueinho, 1 saca ervadoce, 1 bailada
de jornal poltico, por se adiar convenien- papel, 1 barril vingre, 1 caixa espermacele,
tmente habilitado o sou edictor, a quem 1 gigo louf-, 1 emlirulo canella 1 fardo
dirige todos os elogios possiveis, por na ac- fazendas.
luali la le se encarregar de ISo penosa res- Ceara, escuna S. Jos, de 44 toneladas
ponsabililade, por espirito de parlido, e sem conduzio o seguinte : 80 volumos fazeti-
interesse algum. das, 10 pipas vinlio, 1 caixa canella. 4ditas
Alguns jornaes dizem que o actual mi- queijos, 3 litas cha, 8 barrisbreu,4 gigos
nislro da guerra deixa esta pasta para sa Champagne, 8 birncas serveja, 13 barricas
encirregar de outra ; e que o marquez do graxa, 80 garrafOes, 12 bsrncas bolacinhis,
Novalichos ser o encarregado de o substi- 2 caixas euxofre, 6 ditas papel, 1 dita rai-
tuir na guerra. A Uespanha indicou para a carr3o, 4 barucas toucinlio,6 lilas orva-dj-
mesmi pasta o conde Yumuri, o desos o ge- ce, 26 barricas bolaxinhas, a caixas ctii-
11,.ral l.'Msuii 11. peos, 6 ditas passas e macsrrSo, 4 barris
A Heipanha do ultimo dia, dizque talvez paio o linguicas, 12 ancoretas azeitonas,6
hora em que eacrevia estivease resol vida a quea- cauastras batatas, 2 tornos do coniecas,8
to sobre a pessoaque havia substituir o gene- canastras batatas, I caixa cera, 2 frasquet-
ralEzpelela na pasta da guerra. Que esta ae ras genebra, 1 barril mil, lOcaixas doce,
havia offerecldo ao general Pavia, mis elle ti- RECEBEDOR1A UERENDAS liNTEK.NASGK-
nha recusado.
RAES DE PERNAMBUCO.
Esperava-se que 1 rainha mai honrasae com n _*,_. '. > n .,..,,
a suaPpre,enta amauguraeio docamiahodefer- ReddimenlO do d.. .7
ro de Loogreo, empresa que deve produztr fe- ijU.itiiAUU rnurintiai..
liies resultados i provacia daa Asturias. Rendi monto do dia 29.....l:288,93j
Conia noticia em Itarceloua de que alguna
vasos da esquadra inglesa, ancorada actual-
acatc em Mahon, ae Iriain estacionar por al-
guns das n'aquelle porto. /Vamos entrados no dia 29.
Pranca.-O objecto geral di que tractam 01 Lsb0i, .. 3g dias brigue portuguez
JVIovimento do porto.
4.a SESSA'O ORDINARIA EM 24 DE JULHO
DE 1852.
Presr/enca do Sr. Dr. Manoel Clementino Car-
neiroda Cunha.
Promotor, o Sr. Dr. Abilio Jos Tavares da
Silva.
jornaes franeczes he uiuapolcmica suscitada pe-
lo Constitucional. ste jornal pulilicou 11 ni ar-
tigo assiguado po. Ur. Gruvler de Cassagnac,
.11 te.mili virulentainenle o actual governo bel-
ga pelo aeu couiportameuto para coin a fran-
cez. Bate artigo causou profunda sensacao na
Blgica, por ser escriplo n'uui peridico qual
(Jflifi'udo'ia', que se suppaaha orgao do
Elseo. Mr. de Cassagnac, cin logar de e con-
tentar com o ol,ain produsido pelo dito artigo,
publicou outro declarando que pelo frequente
contado caique eslava coin o presidente da
repblica, conbecia pcrfeitainenle a sua poli-
tica e ideiaa a cate respeito, e que as relinos
que emittla cstavam em ludo coulormes coin o
pensameato do chote d'esladu.
N'esta aova publicaco, Mr |Craaier de Ca-
saguac rompia, em nomc de Luiz Naqoteo,
com o partido liberal da blgica, c declarava-
sc a favor do jiartido chamado catholico, ou
clerical, e propoahapara castigara Blgica,una
guerra de pautas le alaudegas.
Este segundo artigo devia chegara llruzel-
las dous das antes ne ac verilicarcm all aa
eleiedea. Talvez contasse o seu autor que in-
fluase elle contra os candidatos do parlido li-
beral. I,ileeiiv iiiicnio cauzou grande elfetto,
como lambeta o produzio etn Paria e na llolsa.
O Monitor tralou logo deste objecto dizeado que
ovo
Vencedor, de 166 toneladas., capiUo An-
tonio Perein Uorges Peslaiia, equipagem
12, cirga vlnho e mais gneros; a Tno-
maz de Aquiuo Fonseca t Filhos. Passs-
geiros, Domingos Anluues Ferreira Tassu,
jn.iii Vital Moieira Joaquim Fernaades
doSoulo, Joaquim litas da Silva Cuima-
rSes e Jos Caetano Borges.
Ilahi 1 -- 7 das, brigue sardo Carlota, de HU
toneladas, capitn Jacomo Itomsenhor,
oquipagem II, carga tabaco, agoirdeule
e mais gneros; aSaponti. Arnbouaes-
lo porto por ter rendido o mastro de prOa;
sendo u seu deslino a Costa da frica. -
1 iiiiileuii no lameirSo.
/Vacio sahido no mesmo dia.
M.ii-iinli'i ~ brigue escuna de guerra bra-
-ileiri Andorilllta omina 11 lano 0 pr-
meiro lente JoSo t.ualbortii deAtidra-
de Maia.
EDITAES.
OSr. il/i3o --Estimo muilo, eespero des-a do Potnbal, que dizem ser o melhor edlllcio
de ja que ha do ser um dos defensores dessa
idcia. Como est li ida a hora, agora uo
entrare! em oulros desenvolvimeulos ; e a-
penas pergunlarei aosr. ministro quo no-
vas occorreiictas lem liavido na provincia da
Habla que possam com.iiromctter a iran-
quillidadc publica, para que o governo se te-
a visto foiQaJo a expedir com muila pres-
-a para all duas companliias; dosejo saber
se ha ou nSo alguma co isa a respeito da
propaganda na Rabia.
OSr. Ministro da ustica :~N3o ha nada,
uei.i seexpediram essas compinhias.
O Sr. Anto :Consta-me que se v3o man-
dar amanha ; ho oque corre pela cidade.
O Sr. Ministrada lusticp : Esl mal in-
formado.
O Sr. AnSo : Eslimarei muito que nSo
sejam vordadeiros os boatos.
Eu tambem desejra que o nobre ministro
me dissesse se anda continua suspenso so-
publico da provincia, porlanto tem iaquestio-
uavel direito ao auxilio que lembro. Dito Isto,
torno ao meu priineiro assumplo.
Continuam a ser presoa os criminosos, e an-
da ao dia 20 do corrate foi preao jualo ao pa-
lacio do goveroo uin assassiao de aoine Jos
Cabala, que passeava desassombradameate car-
reaado, e foi cucoatrado cun urna faca de piu-
la. He i ao subdelegado desta freguezia que
leudo recebido ao dia aatecedenle recoinmeu-
,|..ea.i do Dr. chefe de polica com os signaei do
individuo, logo pdc satislazer aquella recom-
meadaco.
Tamnea lem havido outras prises pelo ma-
to de ciiminosos de pequea nomeada.
INao teta chegado a meu coalieciuieuto crime
algum cotnmettido n'estes diaa, salvo uuias
pancadas dadas n'uma mullier por outra, e um
lene ni n'uma daa ras mcuoa publicas desta
cidade. Vi alguns soldados em procura dos des
empeohadores da obra de caridade castigar
es que ei rain ; mas creio que elles aodaraiu
avisados, e nao ae deizaram culher.
Est ameacando proiimo deaabamento a casa
O Illin Sr. inspector da thesouraria de li-
zenda, manda fazer publico que etn cooformi-
dade da ordem do Ezm. Sr. presidente da pro-
vincia teiu de Ir a praca perante a mcsina the-
souraria para ser arrematada a quem por me-
cao n'outro jornal spodti comprometiera sua n0, nieri u0, das 3l de agosto e Seildese-
1 respoosabilidade. Ofimtilucionelvollouaques- ,e,br0prolimo futuro a obra do caes do Apol-
tao rectllic-ndo o que havia escriplo, e o pro- lQ um de Jer feiu pur collU do governo,
prlo Mr. de Cassagnac, cacreveu nclle o irgnin- sc((UQj0 orc..,mento que ser frauco nesta se-
te: Observe-se que o communicado do\MQ- crcur aJ pessoasque o quizerem eaaiamar, c
utlor nao diz couza alguma cootra a poltica conllicaesabaixo transcriptas; pelo que as pes-
que julgainos est ao iuieressc do governo ae- Joa) ^ preienderem licitar, comparecatn nos
guir para coma blgica. : referidos di.s as 11 horas da manat com sem
. conde de Chanibord saino; de V lena ein fil ai de ni.ii'i eiiiii a sua esposa, etn direccaoda secretaria da thesouraria de lazenda de Per-
alta Austria. O principe, segundo diz um pe- alnbuco !0 e juiiio de I8j.
in, 11, n He ni.ni, passar algum lempo as pos- O oflicial maior interino,
Fmilio Xavier Sobreira de Mella.
Clausulas especiacs para arremataelo declpca
lauyos do caes do Apollo na exlen{o total
de 175 palmos.
Primeira. Estes Uncos serio execuladns c
conl.ir nndade com o orfamento aeata data a-
prescnlado i approva9io do Ezm presideute
da proviucia aa importancia de 25:447/180.
Segunda. No prazo de 30 diaa ido princi-
piados estes laiifos e concluidos no de l iiietfi.
Advogado, o Sr. Rufino Augusto de Almeida. l0 do -utril d-, conriecer 0 seu
A s onzo 1|2 horas da manhSa, reita a cha- vdalielro pensameato, s o coaliava ao Moni-
mada, acbam-se presentes 38 senhores ju- tori sca nico orejo, e que qualquer pubiica-
rados.
OSr. Presidente abre a sessSo.
Procede-se ao sorleio do .conselho que
tem de julgar ao reo Manoel Jos Mosquita,
aecusado pelo crime de uso de armas prohi-
bidas.
Prstalo o juramento do estylo
O Sr. Presii/c/ie faz a r o seguinte
INTERROGATORIO.
uiz : -- Como se chama ?
Reo : Manoel Jos Mosquita.
luiz : Que idade tem ?
Reo : 30 annos.
Juis : -- Sabe lar?
Reo : Sim, senhor.
Jui; : Sua profissSo .''
Reo : Oin -ial de sapateiro.
Jui; : -- Sabe porque ho aecusado ?
Rio : Sei, sim, senhor.
sessSea do duque de Iliacas, um dos seus parti-
distas mal enihusiastas.
| > A gaseta de Calsrube conttn na parle olli-
clal a seguinte ordem do dia :
Julguei coavenieate tomar pcsioalmeate o
I commando em chefe do exerclto. Frederico.
Italia. A Guela l'iemuiKesa publicou o
tratado entre a Sardenba c Blgica para a eztra-
Os cuines oetle espe-
Terccira. A Importancia desla armiialasno
bre alguns Mineiros dlstiuctos uin processo da admiulsiracao da rendas, propriedade do ae-
de sedicSo por conta da eleigSo de 1849.
li/. iinn se processo do sedicSo em Paraca-
t, e foram pronunciados como sediciosos
muitos cidadSos que quizeram tomsr parte
na el.'ica i ..
O Sr. Wm'sro da Jusii-a :Isso OSO cor-
ro pela minha reparticSo ; deve andar pelos
tribuoMi.
OSr. Ando:Mas eu desojara sabor se o
nobre ministro outende que esses processos
leve n ctmlinuar susponsos sobre as cabe-
gas desses proscriptos.
O Sr. Ministro da luslicp :--Nem lenho no-
ticia disso.
O Sr. Sntio : -- Causa-me [a Imirago quo
uan corra isso pela reparticSo do nobre mi-
nistro ; pois julgn que o nobre ministro
tem obrigacSo de fazer com que a lei se
c.III), III.
Eu pergunto se o nobro ministro dajus-
i u;ii nSo tem nbrigarjSu de fazer com que se
cumpra a lei ? Eu nao digo que va despro-
nunc.il', mas fazer com quo a aIministracSo
dajusti;a seja all regularmente feita : ne
isto o queeu drsejava saber. Como esla, te-
nho eu aqui urna colleccSo i inmensa de por-
gelas (mostrando um papel); porm flcor
para outra occasiSo.
O qua eu deaejo, coocluindo, he que os
nobres ministros declarem muilo positiva-
mente se enteudem que devemos continuar
temorisidos com as cousequencias di tal
goclaote Carvalbo, pelo que, corre que o go-
verno mandara arreudar outro ediiicio para
transferir aquella reparlico.
Se desaba aquella casa antea da mudaoca
muito lora a que lameular oa apaixooadoa das
mi n.; t> pela lrreparavel perda dos origioaes
que all devem estar archivados mas eu esti-
mare! que por un meio lio summario ella oli-
teulia urna qultacao, e priucipie nova vida Bi-
cal Itvre dos -in n n i, y. que do taato que l-
ser aos nossos llnanceiros pioviociaes
(duerma alguna msls rabujeotos do que eu,
que seja supprimlda aquella repartifo ; mas
eu nao entendo assim, porque julgo que ella
pode vir a dar innmeras vaulageas, c ineamo
que as tem dado.
No dia 18, anuversat m daaagraco e coroacao
ile.i. il., tlvemos tbeatro; mas faltou gente,
porque estavaia uas eafadadoa da festa carme-
litana, que foi aaquelle da e eateve opllina, e
outros pouco dispostos para aaaiatlr a repetifao
doa Dousarreoegados que ha poucos das
tinha ido a scena. A falta de coacurso fez com
que tosiera pouco correspondidos o viva do
estylo.
Os camarotes estiveram. quaai em sua lota-
lidade, oceupados por meninos, e a platea lo
vasta, qua quem coinprava um asseolo linha
urna cama, em que se esteodia a vonlade.
A falta do priineiro ornamento tbeatral 1, /.
com que eu tina podease apreciar a peca, e os
esforcoi dol actores no seu desempenho- .vlor-
no turpor, perdoe-me a Sra. D. Carolina, de-
llc(o dos criminosos.
jui3 : No'dia 12 de fevereiro doste ail- cllicados sao asiasslnios. roubo, moeda falsa,
no O Sr. foi preso com um puilUal ? falso testeinunho e baacarrota fraudulenta. ......... ...............
ico --fui sim senhor O mesmo jornal cemBca que la bem se a naga na forma do artigo 9 da Icl provio-
neo i,ui, sim, seuiior. concluio um tratado postal entre a Austnae a i .,., .' ?,:
Ju.3 Para que traz.a esse punhal f Sanla M r lneio do qlu, 0, ,aJoa p0Dlifi. cut.o. sa obrlgado fa.cr
Iteo : Este p.inhal, t.nham-m'o dado closculra,,I1 a grande ua.o postal austro-ale- .^'o,[do ."Sa mciina "fado Apul-
aaa. 110 perlencentra aos particulares qae por por-
Alemania. ,0 Imperador da Austria quan- i
do regressou a Vicoa da sua ezcursao a Praga,
poz-se iminodi.ii imentc em cainlnho para a
Hungra. Devia chegar a nuda ao da 4 do
para bolar urna bainha.
tul : Quando Ihe deram o punhal para
botara bainha ?
Reo : A's 4 horas da tarde desse dia.
Jui; : A que horas foi preso ?
Reo
Correspondencia.
: A's 9 horas da noite. ou tinha ido ,:0rr^;.-cndcil.,c ,e0 C0Ogren de al-
para casa, e boloi o punhal dentro de um faDde '.deUerliu, que se darla celebrar em 30
chapeo de sol, e quando sah a noite nSo me de n,aio- pica adiado para i dejunho.
lembrei que o tuina ah, urnas multieres que p, Carlos de Unrboo chegou Haden, onde
estavam brincan lo com o chapeo de sol de- passar a temporada das agoas medicinaei.>
ram com elle, e enlSo fui preso. Bgt_______L-LSsmnegB*- 11
Jui; : E tinha por costume guardar pu-
nh es nos chapeos de sol ?
Reo .NSo, senhor.
Jui; : Onde llie deram com o punhal ? Srs, Redactores.- Asseslimos a primeira
Reo :Na venda do propno dono do representaeo do Sr, Alexanler, que ac-
anhal. tualinente d espectculos no lliealro de
Jui; : Oquefazia qoando foi preso? : S. Izabel desta citado, esomos os primciros
Reo : Tinha ido buscar um par de for- a confessar que oSr. Alexander, encantou-
masnacasado um camarada. nos pela agilidade, e perfeita illuzSo com
Jui; : Tinha liconca para andar armado? que trabalhoi anlo um publico, que bem
Reo : ~ So tinha licenca, nem andavaar- tnerecidamenle o applaudiu. Sentimos su-
mi0 ment quo os pretjos da casa fossem altera-
Jui : Conhece as testemunhas que ju- dos, e que por esto modo se tirasso ao pu-
raram nolprocesso ? blico pelo meaos a grande parte delle a oc-
tfo : S conheco i mulher o um tal casiSo do apreciar esie insigne artista. Po-
Al|[0(|j0 de bem ser que o mesmo Sr. Alexander
Jui; '-- SSo suas inimigis? i tenha motivos pondorosos, quaes os de
Rio : NSo, senhor. despezas avultadas para a elevado dos pre
Jui:--Tem algum motivo particular a os que fez; mas acreditamos que leste
aueatlribuao presente prooessu ? uieio nSo sera por cerle o mais proficuo
Reo NSo, senhor. para conseguir elle tirar mais vantajosos
Lijas as pecas do processo e linda a dis- resultados, porque |ioucas vezes consegu-
cussSo do mesmo. ; r* ter a casa chela. Mo duvidamnsque
O Sr. Presidente taz o relalorio da causa e a 2.a ordem, e as cadeiras que s3o oceupa-
ria do governo Ihe forem determinados, senJo-
Ihe paga a sua importancia pela thesouraria os
faieuda, lervindo de base o mesinoorcainrn
conlobate feito da arremataco na rasaoili
braca corrale. .
Quinta. Para tudo o m.is qne nao csltvcr ui-
lerminado as presentei clausulas segutr-sc-in
o que dii[5e a respeito a lei provincial n. as
Hala das icasfles da directora em consellioM
de
ves 1
Reg
o.
c Mamedc K\-
Ra|
Joao Luiz Vctor Lcuclicr.
c julho de 1852. O director Joic Mamedc i
es Ferreira. O engenheiro, F. Rapliael ue
Approvo. Palacio SB de julho de llf* *"
mim se apoderou, e eu llquei em proluoda aom "~ o'conseho os qe"s7to e vs'di! das por pessbas mais abastadas sejam sem-
noleocia quasl nos dous lercoi da reprsenla- <""'" prcenchidas, mas o mosino nSo suece-
t.iu. Acordei, oh Um, acorde! no duelo O | resposll uesie. v r
Conforme. O oncial-maior, Joaquim W"
res Machado Pnrlella.
Odoutor JosRavmundo da Costa .Mencfcs,
juiz municipal'supplente da segunJa vara
do civel e commercto desta cidade do nc-
ci'o de Pernasibuco por S. M. I. e C.
Fai;osaber aos que o prsenle oditalvi-
reni que no dia 18 do mez de agosto prxi-
mo futuro so ba de arrematar poryonda
qneru mais der, depois da audiencia ue
juizo, na casa das audiencias.duas casa un
reas, urna sita na ra das Cruzes n 5, "v''
liada em um cunto de ris ; outra sita na ra
da Sulcdade n. 8,avaliada em oitoceiiios rail
ris, penhoradas por Luiz Manoel llodngu"
Valonea contra Joaquim Caruetro Leal e
mulher I). Maria Sinhorinlia Li ligo Je Ai-
meida Leal.
Para qtio.ciiegue a noticia Jo lodo iua"
del passar editaes que sero publicados pe-
los jornaes o aiixados na pratja do cominei -
co, e|casa das au liencias.


pln r rassado nesta cidade do Rocife.aos Para o Aracsty, Aluga-ia o terceiro andar do sobrado
a de julhode 1852. --Eu lanool Jos da llegue impreterivelmenle, no dit 10deagos-lda praca da Boa Viata. muito fresco, excel-
.1,1(08, escrivo subscravi.
Jos llaymundo da Rosta Menezea
s
.. \ cmara municipal do Recife faz pu-
blico que, attondendo as propoatas que Ihe
(izara m osvereadnres Matnede, Barros e F-
ucirolo, teem resolvido suprrimlr osse-
undoi districtos do paz das frogueziss da
* Froi Podro Consalves, Pojo da Panella e
vrzea, e o terceiro da Boa-Vista ; conti-
nuando a flctro primairodistrictodesta com
, mesma divisUoj feita,o segundo compre-
iit>n ieii'to toda a extenso que partencia ao
(ercoiro. E pra que ctiegue ao conheclmen-
lo de todos mandn publicar o presento.--
jos Camello do Reg Barrospresidente
yano"l Ferreira Acciolysecretarlo.
_ O lllui. Sr. Impeclor da thesouraria da
imilla provincial, rm virtudc da resolufo do
tribunal administrativo de 16 do coirente, man-
da fazer publico, 1ue na* sessdea senulntes do
iucsuio ii iliuii-l que sao as qulotaa-feiraa con-
,i ii.ni as pra{ n dos condados de obras pu-
blicas abaiso declaradas.
Concluido da parte da casa de detencao,
coD'laoledo ralo do norte, casa central da ins-
neccsogeral e casa da adinlnlstrafo, avallada
l 70:fJOU/e0O.
Pooteda faiaagein da Magdalena, araliada em
l4;S80|8lO rs., tomando-se por base d'arreiua-
iicjo o oflereclmento relio pelo licitante Jos
onjalves da Porciuocula, de dous por cento.
As arreinatajflea serao feitas na forma dos
rticos 14 e 11 da lei provincial n. 286 de 17 de
niaiode iSSi, esobre as clausulas espeelaesj
aonunciadas.
K para constar se mandou aullar o presente,
c publicar pelo Diario.
Secretarla da theaouraria da fazenda provin-
cial de Pcrnami'udo, ldejulho de I85J.
O secretario,
'Antonio Ferreira WAnnuncifo.
m
to, o biate naoional Ligeiro, por ter seu lentes vistas a grandes commodo:
sarregamento quasi completo; para o rosto quer familia : no armazem da
fiara qual-
rna Nova
e passageiros, Irata-se na ra do Vigario
O. 5.
Para o Rio de Janeiro.
A galeota nacional Santissima Trindade,
aahe por estes poucos das: para paasageiros
e escravos a trete, trata-se no escriptorio do
K. A. da Cunba & Companhia, na ra do Vi-
gario n. 11, primeiro andar.
Para, Cear e Maranhao.
n. 67.
Jos Joaqun) Riboiro, morador no lu-
gar Bahia da traieflo, cima da cidade da
l'arabiba do Norte, deva a umapessoa des-
ta praca urna letra da quantia de 202,760
rs., que cum os juros de dous por cento
ao un1/, no praso da 18 annus, anda di-
ta divida i'in 1:078,640 rs., sabe-se de certo
quo o dito develor se arha ero muito bom
! estado de fortuna, estabolecido nsquclle lu-
ra
O brigue escuna nacional LlU-: 'gsrcomumaollicinadeazeiledecurrapato.
.i ___________ i e transporta liastant s porefles em baleas pa-
, recebe carga e passsgeiros. ra esta praca. O proprielario da dila leltra

Deca rayoes
- O capiU'io do porto desta provincia com-
pcientemente autorisado por S. Exc. o se-
nlier presi li'iilc, engaja tres mariuboiros de
rlasse superior, dous primeiro ditos, e um
segundo dito, para servirem no brigue es-
cuna Olinda ; os protendentes apresentem-
secoma maior brevidade possivol ao mesmo
11, ii.iii do porto.
O 1 lu. Sr inspector da thesouraria de
fazenda manda fazer publico que, om cum-
arin cuto de ordem uo lllm. e Kxm. Sr. pre-
sidente da provincia, irSo a praca peranto a
mesma thesouraria nosadiat 31 do corrente,
I o 2o do prximo futuro mez de agosto,
para serc.li arrematados a quem por menos
lizer os concertos precisos no guarid da
i'iinipanhia do arlifices, cujo orcamento e
rondicessero fi ancos nesta socrota
quonius quizer examinar, /vs possoas por
tanto que quizerem licitar comparceam nos
neDciunadoi diis as ti horas da manhSa
competentemente habilitados.
Secretaria da thesouraria de fazenda de
ivin.iml'iir i 29 de julho lio t852.
O uflicial maior interino.
EOilicio Xavier Sobreira de Mello.
-- lie ni- dem do lllm. Sr. director geral di
instruccjSo publica faco sabor a quem convier
quoS. Ex*, o Sr. presidente da provincia de
conformidadc como ai i. 4.* do regulamento
de 12 de maio do anno p. p. houve por beni
de crear urna cadeira do instruccao prima-
ria do sexo masculino na froguezia da Esca-
da; e o praso para este concurso ser at o
da 27 do selembro prximo. Directora
geial 28 de julho de 1852 O amanuense
archivista Candido Eustaquio Cezar de
Mello.
Tendo de secontralar a reraossa para a
provincia do Cear de urna cabrilha.dez ca
loes de difterentes tumanhos, com artigos
hclheos.n dous fardos com pannos para far-
daniento; assiin como para a provincia ila
Parahyba de um caixSo com artigos belli-
cos; convida em consequencia o lllm. Sr.
inspector do arsenal de mannha a todos os
raestresde navios mcrcantes.quc para alli se
deslinem a comparecer nesta si crelaria.afim
de se tratar convenienlemenle.
O arsenal da marioha compra 900 1o-
Ihas de cobre de forro de 28 onQas, 900 li-
bras de pregos de cobio, proprios para as
ditas folhas, 5 duzias de paz de ferro, e 10
arrobas de colla da tlahia : as pessoasque
laesobjeclos tiverem comparream na secre-
taria da inspeccSo do mcsa.o arsenal,no dia
JO do corrente mez, ao meio dia, munidos
desuas propostas eoi carias fecliadas, e das
eonipci.utos amostras, aliui de ser effectua-
da a compra.
Associacao rommeicial de Per-
trata-se com o consignatario J. B-
da Fonseca Jnior, na ra do Via
gario n. a3, ou com o capitao, n
praca.
- Freta-sa para o aracaly,ou Cear a escu-
na brasileiro Tentadora, e tratar com Anto-
nio Alves de Miranda CuiniarSes, ou com
Novaest Companhia.
I'ara o Itio de Janeiro.
Em poucos iiias, a veleira escuna Galante
Mana, por ter parte da carga engajada : pa-
ra o resto, escravos a frete e paasageiros ,
para o quo tem bons conamodos, trata-se na
ra do Vigario n. 4.
Para a Baliia
Sahe com a presteza do costume a velei-
ra ej bem conheclda escuna brasileira Ade-
laida : quem nella quizer carregar, queira
dirigir-se a ra da Cadeia do Recife n. 23,
ou a do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar.
O brigue nacional Rio Ave ,
segu impreterivelmente para o
Rio de Janeiro, no dia 3 de agos-
to prximo futuro : para escravos
a (Vete e passageiros, trata-se com
o capilao, na praca, ou com os con-
signatarios Novacs & Companhia,
na ra do Trapichen. 34-
Para o Rio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Olin-
da, segu no dia 3i do corrente ,
recebe carga e escravos a frete, of-
ferecendo a estes o melhor agasa-j
Iho possivel: trata-se com os con-
signatarios Machado 8c Pinheiro
na ra do Vigario n. 19, segun-
do andar, ou cotn o capitao 31. 31.
Per reir, na praca.
U patacho nacinI Valente,
segu com muita brevidade para o
Rio de Janeiro, por ter o seu car-
regamento quasi completo : para
o resto, escravos a frete e passagei-
ros trata-se com os consignata-
rios Novaes Se Companhia, na ra
do Trapichen. 34.
Cear, Maranhao e Para.
Destina-se a aquelles portos, o
brigue escuna nacional Graciosa :
quem no mesmo quizer carregar ,
ou ir de passagem, dirija-se ao
consignatario J. '!. da Fonseca J-
nior, na ra do Vigario n. a.'i, ou
ao capitio .los Maria da Silva
Porto, na praca
faz todo e qualquer negocio com quem pre-
tender negocia-la, os pretendentes dirijam-
se a ra do Vigario, sobrado n. 20, segundo
andar.
Precisa-se de urna ama para casa de
pouca familia, e que esta tenha bous costu-
ros : no pateo do Paraizo n. 16, venda, se
dir quem quer.
Antonio Jos Duarle Coimbra, vat ao
Maranhao.
-- Approximando-se a chegada dos va-
pores, e sendo costumo alguns malcriados
postarem-80 indignamente na ante-sala da
agencia do correio, pede-se ao senhor ad-
ministrador quetra requisitar duas sentinel
las para contorem aquellos que se 11S0 pos-
tarem como devem, parecendo mais um
ajuutaaiento do praUM chegadns d'Africa,
do que homens bem educados.
[Recom penca.
Dcsappareceu no dia 21 do corrente mez,
oraoleque l.uiz, de idade 12 annos, pouco
maisou menos, cor fula, de bonita figura,
tando no lado direito do rosto um taino io-
delnvel de urna queda, tem olhos vivos e
ps pequeos,levou camisa de riscado e cal-
(ti de I istias, sem cnspoo, be natural da vil-
la de Garanhuns, julga-se estar oceulto em
alguma casa intitulando se forro, pois he
muito astucioso e ja tem feito isto.a pontos
de illudir varias pessoss ; porlanto roga-se
a todas as autoridades policiaes.capitSes da
campo, e qualquer pessoa, que o peguen) e
levem-o na rus Direila n. 76, em casa de
Joaquim Anlunes da Silva.
--Antonio Perelra, responde ao annancio do
Diario n. 165, feito por Francisco Bibeiro de
Rritto, que tudo quanto Ibe irrogou, a elle ca-
be, sendo alm disto mentiroso, para prova Uo
que, pede ao Srs. redactores, hajain de trans-
ci 1 ver a certido da relacao. na qual mostra
ter. sobre as casas das mas da Gloria e Alegra,
que cstao na rclacao.
Leilao.
namhuco.
A direcco da associac3o commercial des-
ta praca, de conformidade com os arligos
'.'Oe 21, capitulo 3. dos estatutos que are-
-''iii ; convida a todos os sonliores socios
para a assemhla geral quo devo ter lugar
ao dia 3 da agosto do corrente anuo, pelo
mi'ii)iln., 11,1 sala dasuassessOes Pcrnam-
bupo, 26 de julho da 1852 Bernardo do
Oliveir Mello, secretario.
Banco de Pernambuco.
O riii.se,ho de Directo declara quo os
descunlos da semana que deccorre do 26 a
1 de julho, -,1o os de 6 por cento ao auno,
para as letras a veocert o flm de outubro,
epaia ato 6 mezes, de 8 por cento ; sendo o
expediente para os mestnoa descontos desde
'- II horas da manh3a,as duas da tarde. U
mesmo Conselho resolveu.e faz certo aos Srs.
Accioniatas.que a ultima prestarlo de 25 por
1 o i-i m que de conformidade com os cala-
lutos, deviam entrar de 15 a 31 de agosto,pa-
ra a csixado Banco, (ica transferida para oc-
casiao opportuna, que sera Icvidamente au-
"nielada (or este mesmo Diario.
REALCOMPAMilA DE PAQUETES INCLEZES
A VAPOH.
,x j-J No dia 31 deste mez, espera-
se da Europa o vapor Te-
viot, commandante Onsluw,
o qual depois da demora do
costume seguir para os portos d<> Sul: pa-
II ptssageiros, trala-so em casa da agen-
.1, u roa uo Trapicho Novo 11. 42.
-- Pela segunda seccSo da mesa do con-
sulado proviucial se faz publico, que do dia
i Jo crrenle mez so principia a cobrar o
imposto de 20 por cento do consumo das
igoas-ardenles do produccSo brasileira do
aegundo semestre do anuo liuanceiro de
M I 1852______________________
Aviso;, martimo:,.
Miguel Carneiro, far Icilo, no dia
sabbado 31 do coi reme, s 10 horas da ma-
nhfia, no seu armazem na ra do Trapiche
n. 38, de diversas mobilias, proprias para
sala, gabinete, quartos salas de janlar ,
cozinha etc., ote, assim como pianos, ri-
cos cortinados para sala, camas de ferro,
espclhos, quadros com estampas, louca, vi-
dros, reloitios, e oulros muitos ohjeclos
que nSo podem deixar de ser arrematados :
e ao meio dia em ponto ira leiliio, caval-
los, tanto para sella romo para carro.
Avisos diversos.
Pira Aracaly sahe imprelerivelmenio
no da 10 da agosto a escuna Tentadora ; pa-
ra alguma carga o passageiros trata-se na
la da Cadeia do Recife u. 49, segundo an-
ear.
Pora o Rio de Janeiro.
Sahir sem falla, no dia 31 do corrente, o
Patacho Bella Anita ; quem quizer ir do pas-
-i-in, ou embarcar escravos trato cum
Manoel Alves Guerra Jnior, na rus do Tra-
Mchen. 14, ou com o capilo Hanoul Jos
Jo Sena Martina, na pra(a.
Para o Riu de Janeiro, sahir dontro
'o poucos dias, o brigue nacional Amo-
"m, por lera carga prompta: quem no mes-
" o quizer embarcar escravos, ou ir de pas-
"gein, paia oque tem excellenles commo-
''os, dirija-se a ra da Cruz do itecile n. 3,
'cripiorln de Amorim IrmSos.
Vende-se o brigue escuna S. J0S0 Ven-
ador forrado de cobre, e de boa marcha o
']'il se acha fundlado ao p do Caes do Cul-
:'gio: quem o pretender dirija-se a bordo
1 patacho S. Francisco no mesmo ancora-
u,1iiro a tratar com Manoel l'ereira de S.
Piecisa-se de um raixeiro, que tenha
bastante pratica para tomar urna venda por
balanco quo d Dador a sua conducs : a
tratar na ra Imperial n 5.
Deseja-se saber se existe nesta capital,
ou em qualquer parto desta provincia Ma-
noel Connives Rodrigues, fllio de Ray-
mundo Joaquim Rodrigues, e de Mariana de
Jess, vindo para esta provincia em lins de
1842, no brigue Josephios, edaqui foi para
Panfilas, ou Bonito, a inlercsse do mesmo
Rodrigues: na ma Auguslan. 26, ou na ra
da Senzalla Nova n. 42.
- Hrecisa-se alugar urna prota escravi. ,
quosaiba engommar bem: na ra do 01-
tSo da Malnz da Boa Vista n. 4.
Precisa-so alugar urna ama. para O'lsr
de l"i 1 e a um menino de um mez, sendo quo
nao traga II10, e all'ni 1; :-e. o bom trata
ment: a tratar na ra do Rangel, sobrado
n. 47, primei-o andar.
-- Moje 30 do correlo, a porta do Sr. Jo-
s Pires Ferreira, como supplente dojuizu
dosorpbSos e ausentes, se hSo do ai rema-
lar, as 4 horas da tarde, por ser a ultima
praca. as letras, todas as dividas e papis de
crdito, e urna pequea casa meia-agoa, tu- comprado ao br. Antonio Domingues Pinto,
do perlencente a noran?a do finado Cabriel|como consta do respectivo recibo do incs-
ConQilves Lomba, ponderado pelos respec-
tivos credoies.
~ Jos Bapliita da Fonseca Jnior re-
mette para o Rio de Janeiro, o seu oscravo
creoulo, do nmii Ignacio.
-- J. B da Fonseca Jnior remette para
o Rio de Janeiro, por ordem do Sr. Donin-
gos Jos Braga, do MaranhSo, o seu escravo
Doiningns Aflonso Ferreira, cavalleiro da or-
dena de Christo, e secretario do tribunal da
1. -1.1, .11 de Pernambuco.
Em ciimpriiiieiito do despacho supra cerliii-
co, qne no archivo do tribunal da n I ." existe
uina appellacao em que he appellante Antonio
I 11 11 i, e appellado Francisco Ribeiro de ru-
to, a qual nao tem (ido andamento algum por
falta do pagamento do respecto preparo : o re-
ferido be verdade.
Recife, J8 de julhode 1851Domingo* \J-
Jbnso Ferreira.
Um a mi iiiiciu je pennas d'aco nao ser ia
novidade, se o preco n3o admirasse. Ven-
dem-se as melllores penas d'aco, quo at
hoje tem apparecido pelo reno de 480 a 640
rs., em caixinhas do 12 duzias. O annun-
ciante aceita as que depois de compradas
deixarem de agradar : na ra do Rozario
junto a botica do Sr. Bsrtholomeo, loja do
Cardad.
O que mais falta inventar.
Mr. Spculateur, celebre engenheiro da
grande cidade de Pars, acaba de enriquecer
o numero de suas maravilhosas descobertas
com mais una rica inveufo, com aqual so
pode em 5 minutos preparar excellento ca-
f para so lomar, por meio de um simples
alambiquesiuho. U puvo l'ornambucano, li-
caria leudo noticia apenas di leo Importan-
te descoboi'ta, se o correspondente du Mr.
Spculateur, nesta cidade, n3o mandasse do
proposito buscar os ditos alambigues pora
vende-los pelo diminuto prego do 4,000 rs. :
na ra larga do llusario, junio a botica do
Sr. BarlholoTOo, loja uo Cardeal.
-- Acaba de sul,ir d'alfamlege, um lindo e
variado sorlimento de finissimas trancas do
soda e de cores, flores artiliciios para en
feile de chapeos o vestidos de senhora, ricas
litas dr- voludo t.-inlo para cinto, como para
pescoco, pelo preco de 640 rs., vollas para
pescorjo oe lita de velu lo de soda com livel-
la de madrepcrola, e oulros enfeites, por
prei;o tilo diminuto, que nSo podea deixar
na ra larga do Rozario, junto a holica do
Sr. Ba tholomeo, loja do Cerdoil.
Sexla-leia 30 do corrente se hadear-
lematar peranteo Sr. I ir. juiz do civel da
primeira vara depois da audiencia urna pre-
ta por nomo Seriea, moca e sem vicios, do
casal da finida Ci'rtrudesMariaClaudina cu
ja escrava se arremata por desnecessaria e a
requerimento do teslamenteiro e invenla-
riante Manoel Joaquim da Silva.
UITerere-se para lavar, engommar, e
fazer toda a qualidade de costura, tanto pa-
ra homem como para senhora, urna mulher
bastante habilitada :quemdosuu presumo
se quizer utilizar.dirija-se a la da Senzal-
la Nova n. 25.
Justino Antonio Pinto faz scieuta ao
respeitavcl publico que lem disolvido ann-
gavclmcnte a sociedadu que tinha na ven-
da cila na ruada Cruz n. 28 com Andre llar-
liosa So,1 res sobre afirma de Pinto & Soares
lican lo o socio Soares encarregado da li-
quidacSo da dita firma como nico respon-
savcl.
Carlos Ernesto Mesquila Falcllo, decla-
ra, quo desde que se casou ho morador no
segundo andar da casa n. 59, da ra do
Rangel e que toda a mobilia que na mesma
existe be do sua proprindade por llave-la
Ii-se um cont e tantos mil ris a pre-
mio sobre penhorea de ouro e prala, ou by-
potheca em bens de raz; quem quier di-
rija-so a ra do aterro da Boa Vista n. 6, se-
gundo andar, que se dir quem di.
No dia 19 do corrente, desappareceu
um negro por nome Elias, creouio, com o
cilicio de serrador, de Idade 40 annos, pou-
co mais ou menos, tem sido encontrado pa -
ra as bandas da ra da Concordia, e coosta
que el,o anda pescando; pede-se as autori-
dades policises quo o aprendan) e o levem
no aterro da Boa-Vista n. 6, terceiro anlar.
Francisco Tavares Pinto, subdito por-
tuguez, retira-se para Portugal.
-- Precisa-so comprar um liteiro, para
charutos : quem tiver, annuncio, ou diri-
ja-so a ra da Senzalla Nova n. 22.
JosAntunio Lopes, rotira-se para Lis-
boa, a tratar de sua saude.
Precisa-se, no Rio-Formoso, do um
official do marcineiro, nacional ou eslran-
gen n, sendo solteiro; quem pretender,
dirija-se ra da Cadeia do Recife n. 50 A.
Hotel Recie ra do Trapiche
n. 5.
Tero sallase quartos preparados com docen-
cia para receber hospedes.
Almocos e j 1 ni 11 es avulcos a qualquer hora
no istabelecimento e fura dolie.
Fornece com todo o aceio o provimento
diario ou mensal para mesa de qualquer
individuo ou familia.
Encumbe-sede fazer jauta ros,para fura dan-
do louca, vidros etc.
Tudo pelo mais couimodo preco possivel,
com limpesao promptidSo,
-- Francisco Lucas Ferreira & Companhia
contraladores dos carros fnebres, fasem
scionte ao respeitavel publico, quese acham
estabelecidos, com casa de armac9o no pa-
teo do Hospital n. 10, onde adiarlo carros
por 8,000 rs., daodo-se-lhe caixo prelo
para conducco e de madeira para interra-
mento ; por 30.000 rs., carro ornado e cu-
mio prelo puxado por um cavado; por
40,000 rs., carro ornado e ra vio puxado
por urna parelha, os mesmos se encarregam
de mandar vislirqualquerjcorpoe do forne-
cer a cera precisa por menos prejo do que
em outra qualquer parte.
-- Perante o juizo dos feitos da fazonda
lem de serem arrematados por execuc,as
da fazenda provincial os seguintes bens : o
engenho de fazer assucar denominado Bir-
baino, sito na comarca do Cabo.avahado em
30:000,000 rs. por venda,um sitio com gran-
de casa e estribarla, cneneira c oulras bem-
feitonas, avaliado em 6.000,000 rs. no Poco
da Panella, um dito coniolaria e plantacfto
do ra, un no lugar de Apipucospor 4:000,500
rs., urna grande can na ra da Mangueira
dol'oeiid.'i Panella por 1 350,000 rs., urna
dita contigua por 1:225,UO0 rs. penhorados
a Joiio Baptisia Pereira Lobo ludu por ven-
da, um sobrado de um andar e sot,Mo no lu-
gar dos t'.oelhus n. 2, avallado por 9:500,000
rs um sitio no lugar de Apipucos, avaliado
por 600,000 rs. penhorados a Anacleto Jos
do Mendonca tambern por renda, a casa de
sobrado de dous andares sito no largo d
igreja do Paraso n. 30, avaliado em 6:000/
rs penhordo a Jos Pedro Velloso da Si I
vnia tambern por venda, a casa mei'agoa
terrea com serventa do cucheir.i sita na tra-
vessa do Veras avaliada por 150,000 rs. pe-
nhora la a Francisco Ribeiro de Brito por
venda,a casa terrea n. 56 sila na ra de San-
ta Thereza avahada em 900,000 rs. penho-
rada aos herdeiros de Jos Mauricio de ol -
veira Maciel, a casa n. 54 sita na ra do Mo-
t icolomb do bairro dos Afogadus em 150/
rs. penhorada a Manoel Goncalves Servina,
a casa n. 10 sita na ra dos Pocos avaliada
om 20,000 rs. penborada a Manoel Ribeiro
Machado para pagamento desello de lega-
dos, a renda animal da casa de sobrado de
um an lar e sotSo sila na ra dos Copiare* n.
Daiapparesau no'dia 94 de junho da
casa do ahaxo ssaignado, um esoravo, ero -
oulo, da nome Domingos, de idade de 95 a
98 annoi; estatura regular, aecco do corpo,
cOr fula, cara regular, aem barba, pea pe-
queos e apalhetadoa, pamas linas, levando
veatido calca de algodlosinho branco,cami-
sa do mesmo panno, chapeo de palha, e por
maior aignal he rendido de urna verilha, e
suppOe-se que o dito fugira para o engeniio
Brejo ou Ululas, por ter liino deste lugar, e
he bem fallante; por isao roga-se as autori
dades policial s e captSes de campo que .'la-
ja 111 de capturaren), e levarem a seu senhor
Francisco da Rocha, morador na cidade do
R'o-Forraoso, ou nesta prar;a ao abaixo as-
lignado, morador na ra Nova n. 58, que
ser generosamente recompensado.
J0S0 da Rocha Wanderley Lins.
Arrendase um bom sitio na estrada da
Roa-Viagem, denominado Imblribeira, com
boa casa de morada, urna estribara que ac-
commoda qualro cavados, duas casas uara
escravos, commodosaulTIcienle para ter vin-
teanimaes, como tambern vaccas de leitn,
boa baxa para c*pim,com trinla o dous ps
de mangueira, e mais decent o cincuenta
ps de coqueiro de boa pro lcelo, e todo o
sitio Cercado de valle; quem quizer arren-
dar dirija-se as Cinco Poutas n 42, primei-
ro andar. Na mesma casa ae dir quen ven-
de um bom quarto e bastante gordo,
-Previne se aoSr A. C L. P.quevlirar
o seu cavallo ja cocheira da trtvessa da ra
Bella n. 2, at o dia 31 do corrente mez, e
caso no o faca ser o cavallo vendido para
pagamento das despezas taitas com o sus-
tento do mesmo; visto no convir ao dono
da cocheira continuar a suslentar o mesmo
cavallo.por isao que no conta com o paga-
mento da despeza que elle possa fazer, por
que nSo val o referido cavallo a quantia da
despeza j feita na importancia de 68,080.
Na praca da Independencia
n. i3 e i5, loja de calcado do A-
rantes, e na ra da Cadeia do Re-
cife 11. 4G loja de miudezas de
Jos Fortunato dos Santos Porto,
foram vendid
saber
os os premios seguin-
tes, a saber : da lotera a favor do
hospital da cidade de Goyaz, em
vigsimos ia6G 10:000,000 de rs.-
em quartos iig\, 4:00o,000de rs.;
i334, 200,00c rs.; i357, 100,000
rs.; 1G41 400-oo rs. ; 3307 ,
ion.000 is. ; l3o8 aoo,OOOis. ;
4bi5, 300,000 rs.; 4915, l.-ooos
de rs.; 4940, 100,000 rs. ; 55)8 ,
200,000 rs.; 5p88, 400,000 rs. Em
oitovase vigsimos n.a89, 2oo,ooo
rs.;. em oitavos 5537, 100,000 rs.
Da quarta lotera a beneficio da
igreja matrir. de S. Joo Baptista
da Lagoa, meio bilhete n. ao53 ,
10.-000,000 de rs ; 1876, 200,000
rs.; 2459, 100,000 rs.: em quar-
tos 2022, 100,000 rs.; a 154taoo/
rs. ; em oitavos 4 h.,.'!, 200,000
rs. Sao pagos as lojas cima men-
cionada, os premios sem descont
algum.
- Aluga-se urna negra captiva para ama,
com leite de um mez i na ra da Cadeia do
Recife n. 51, terceiro andar.
Ilescja-se saber sonde mora o senhor
l.oonar 10 Albano Leal, natural da provincia
41 avaliada em 120,000 rs. por execucSo con-l J. Es' '""o Santo, para se llie fallara nego-
IraJot Concalves da Silva, a renda animal co do seu inleresse, ou dinja-o a ra do
da olaria sila na Iraveasa do Lucca avaliada *raao n. 10.
em 100,000 rs. por exec.uc.5o contra Francis-
cu das I.hagas Cavalcanti Pessoa, a renda
animal da casa terrea n. 9 da ra da Lapa
avaliada em 48,000 rs. por execucSo contra
a viuvade Joaquim Jos dos Sanios, a casa
terrea n. 53 sita na rus do Itaugel avahada
em 1:200,000 rs. por execucSo contra Joa-
quim dos loo.-. Comes e DamiSo imncalves
Kodiigues l'r.inea.ii escrava do no.....lo ni-
na com 55 anuos avallada cm 80,000 is. por
es r o,"' contra Bernardo de Albuqnerqu
Fernandes (.amina, 265 chapeos, 133 caixas,
una peca de seda, e divesos ohjeclos do
fanrica de chapuus penhorados a Frederico
ilassem avahados em 100,000 rs., a casa
terrea n. 85 sila na ra de S. Miguel do bair-
i,i dos Afolados avallada em 25,000 rs., ou-
tra dila sita na mesma ra n. 101 avaliada
em 160,000 rs., outra dita n. 103 sita na
Aluga-se um pelo muito foi te.que lar*
v.) pira todo aervic.0 : na ra Jas Larangei-
ras n. 14, segundo andar.
Troca-so o secundo andar de urna casa
Vende-se a moila a vista,
o muito conhecido engenho Saco
de Ipojuca, de excellentea trras:
quem ao mesmo pertender, diri-
ja-se a ra da Cadeia do Hecifo ,
loja n. 5t : a fallar com JoSo da
' nnlio Magalhes, ou ir no mes-
mo engenho, a tratar com o pro-
prietario.
Vende-se grammatica portu-
gueza stima cdiccao pelo pro-
fessor publico Salvador Henrique
de Albuquerque : na livraria do
pateo do Collegio n. 6, de Joao da
Costa Dourado.
' Vende-se papel de msica,
muito bom, a too rs a folha; do
de urna so face, a 4o rs. a folha :
na livraria do pateo do Collegio a.
6, de Joao da Costa Dourado.
Vendem-se carteiras deal-
gibeira, a 160 rs. : na livraria do
pateo do Collegio n. 6, de Joao da
Costa Dourado.
Vende-se um deposito de assucar, bem
afrrguezado, ou d-se suciedale a alguma
pessoa capaz, que entre com fundos o tomo
conta da casa, porque o dono acha-se do-
unto : a tratar na ra da Concordia n. 4.
Chocolate de San Ir.
Oe todas as substancias alimentares, que,
sendo em seu principio consideradas como
couzas de Iumi.I o iu'ii-se pelo tem.oa.dian-
te do ii m uzo geral, o chocolate pode, aem
contra licQo, uceupar o primeiro lugar.
Bfleti va mente, quantas pessoss nao vemos
nos preferir hoje ao uzo do quenle caffe o
do chocolate, e nisto seguir a opioiSo
los mdicos mais celebres,que.de commuro
acord sobre suas preciosas qnalidades, o
indican) como um dos nossos melhorcs es-
tomticos aquellas pessoas cuja saude he do-
bil, e delicada Prescrcvem-nu aos seus
duentes, aconselliilo-no aos velhos, e o re-
commeudati) asmis de familia para seus
filbus. Em urna palavra, o consumo verda-
deramente extraordinario que todas as
classes da sociedade fazem de-te alimento,
he o mais bello elogio que nos Ihe podemos
fazer: acaba, de chegarum nnvosortimcnto
dealn chocolate ja bem conhecido nesta pro-
vincia, por minia.,, pessoas que lem feito uso
delle constantemente : so ven le ua tavorna
da ra da Cadeia du Kecifen. 25 defrontodo
lie.vn Largo.
Os herdeiros e netos da fallecida t.
Cunslancia Leal de Andrade, viuva que foi
do alleei o Joan ll;,is da Cosa, vendoill OU
trocam por bens quaosquer que sejam
proprieladeou fazenda denominada Sapos,
e urna parte na propriedade Una, ambas as
pin. ii' da les de criar gado na ribeira de
Crumata, aartlo coberto de muitos bons
pastos, muito perlo desta praca, contando
na propriedade Sapos urna boa casa de vi-
venda perlencente aos ditos herdeiros :
quem pretender dirija-se a esta praca,ra do
Vigario i). 20,segundu andar.
Grande abatimento empreco de
livros, na livraria do pateo do
Collegio n. 6, de JoSo da Costa
Dourado.
Roislo, diccionario geral da lingoa lian
'/a, iini grande volume.por 6,000 rs.; obras
completas de Vctor Cousin, tres grandes vo-
luntes, a 10,000rs.; llentham obras com-
pletas, tres volumes, a 5,000 rs.; Comte tra-
tado da legislarlo, um v, I une, por 3,000
rs.; Segur historia universal moderna, dez
volures encadernadus, por 12,000 rs.; La-
martine obras completas, um grande volu-
:if, por .i.ii i rs. ; o* Evsngelhos de S. ala-
na ra do Collegio por outro| na ra Nova Il,,e,,s-u Bran,!? v,,,,|"mB com r,c"9 es.am-
com tanto quo no seia 3.. |:as> 5'000 rs a-b** .bn,i completas,
/iu- j i um srande volume, por 4,000 rs.; Guixot
Ulhciaesde llinilciro. historia moderna, 4,000 rs.; Valin comen-
Vi loja da ra da Cadeia do llecifon. 64,
percisa denfliciies do fuuileiro.
Precisa-se do lomar a premio a quan-
tia de 1:000,500 rs com hy.olheca von-
tade ; no pateo do Terco n. 139
-- Preci.-a-se do um feitor, que entenda
de hortahees e plantas ; na ra do Vigario
D. 3.
Rorda-se a ouro e a prala, com toda a
perfei^do : na ru> da Cad. ia n. 9, defrunte
da i ir i" i; Terccira dcS. Francisco.
-- floga-se ao Sr. Raymundo Jos de A
mesma ra a valia ia em 56,000 rs. penhora-: ruujo, de apparec -r na foja da ra do Crea-
das a Joaquim Caetano da Luz : quem qui- po n. 16, que so Ihe deseja fallar.
/ii : .i enlatar ditos bens compareca as.la
das audiencias as horas do costume na pri-
meira audiencia que houver.
Engomuiadeira.
Na i na da Clona n. 25, engomma se rou-
pa cum lodo o aceio e perleicSo.
Dos Dispde.
Acaba de chogar do Rio de Janeiro, tradu-
zido em porluguez, o excollente romance de
Alcxandre l)umas, HispOe, vende-se ua livraria da prar;a da In
dependencia n. 6 e8, a 8,000 rs constando
Cuinprat*.
erroulo, de noiue Athanazio.
Irmandade de No.isa Senhora da
Conceico dos Militares.
Convida-se os irmos comparecercm na
respectiva igreja, as 9 horas da mnima, do
dia 1." de agosto prximo vindouro, no qual
tem :. re lirar-sf a fusta de Santa Auna
. Participa-so ao Sr. Jos Luiz do Lima i de 6 voluntes.
Andrade, lavrsdor do engenho Santa Rita, I Precisa-se de um caixeiro que tenba
que no dia 2 do amianto, as 6 horas da lar-1 pratica de n-gocio de venda: a tratar na
de, appareceu umsiu escravo, denomeZa- ra da Senzalla Velha, vaada n. 15.
carias, procurando sonhur para compra-lo, |
e cuino o dito escravo, dissesgo queandava
fgido, o abaixo sssignado uvolli u-o en
sua cusa, para o dito senhor cima o vir bus-
car eu. quanto antes; nao licando o abaixo "HXZSZ JSJ^S 2ah. J" f"rte '
assign.dorespongav.l pela fuga, .norte, ou e1u" no tenha vico nen achaques, para
outro qualquer acdente que possa Conlo-|sem? ** C"S" : "'/nU'.do "TV, 'f
cr no dttu escravo. Itecile 26 du julho de r f fV? *Z.'J".!.'I lflnh hb"
1852.- Francisco Malinas Pereira da Cosa. '* I,"'8'('|uhfl/J'*'*J Z co,l"nar'
- na ra do Seve, casa terrea esoUo.'e4"? nao tenha vicios, nom achaques: na
que lica defronle uo theatro publico, pre
cisa-snde urna ama deleito, que nilu tenha
lillios.
aseja-se saber com urgencia o corto-
za, se anda existe Rosa Mana de Lima, ca-
sada com o porluguez Jo5u Francisco Feria-
do, lilla. que foi da parda clara, llosa Maria
de JeiiisudoJo.se Velloso Montoiro, branco,
roo Sr. Pinloe da declaracSu do proprieta-
rio da mencionada casa : avista do que, >i3o
he o anniinciante responsavel por quaes
quor dividas cotttraltidas por seu pai s pe-
lo facto do se adiar o mesmo morando na
c sa lo annunciante, o que se faz publico
para evitar contostaces.
Roga-se ao Sr. Jos de Mello Cezar de
Andrade, procura lor da cunara municp.il | mora.ioresem Nazaretli, Cabo de santo ,\-
de Olinda, quo compareca na ruado ('.ros-, gostinlio : quem della souher o der noticia
pO n. 23, a tratar de negocios do seu intt-j e podera entender na ra do Vigario, casa
resse. n. 7.
Antonio Ricardo do llego, embarca, Recobem-se de commissSo, comprani-
nara o Rio de Janeiro, os seus escravos asa-' sa o vendom-so esciavus : na rua das La-
ber : S-verin.i pardo idade 18 annos, Luiz rangeiras i). 14, segundo andar,
cabra, Manoel creoulo, Kslev.lo creoulo,! William Cuilu, subdito .uglez,rctira-se
rua do Amorim n. 25.
Compram-so iluas.'oscravas crooulas ou
;.-1 ,s de 12 a 20 annos. tendo boas liguras
piuam -si hein : na rua Nova n. 16.
Compra-so urna casa terroa que possa
rendar 10 a 14,000 rs. por me : na rua lar-
ga do Rozario n. 17,juuto ao quartel se dir.
Coinpram-sooccoes da com-
irmflos mombros da mesa regadora se '.Maitinho angola, Ilumina rreoula, 1) laura, para o llio de Janeiro.
pude encar. cidamcnlu que n:1o. faltem a ho<
ra indicada ; porque se tem de tratar defi-
nitivamente sobre ohjeclos de importancia,
para a mesma irmandade.
Precisa-se de um caixeiro, para uina
venda : a tratar no Recife becco do Capim
n.6.
-- Roga-se a senhora Viuva de Joaquim
Manoel de Oliveira, que foi empregado no
consulado provincial, baja a bem do seu in-
leresse mandar ao passeio Publico, loja n,
II, de Firmiano Jos Rudrigues Ferreira,
para concluir o negocio da escrava, que Ihe
fui dada em hypolbeca, cuja escrava se aciia
anula em poder da mesma senhora Viuva ,
com quem ninguem a poder negociar, por
ser o nico bem que o mesmo fallecido pos-
suia.
D-se al a quantia de 600,000 rs. a
juros, sobre penhores de ouro i quem pre-
cisar, annuncif. I
parda, lodos maioies de 18 annos.e os ni '-j Roga-se ao senhor Jos Ignacio Perei-
noros, Rita paida 11 anuos, Liunana parda ra, morador no lugar dn Mogeiro, que tendo
9 annos, Rila creoula 9 annos, Manoel par-
do 11 annos, Rene lito pardo II annos, len-
lo pai lo 10 annos, Raymundo creoulo 11
annos.
Kxportam-se para o Rio de Janeiro, os
prctoscreoulos, l.udgero, de II anuos ; lio-
nedirlo, do II annos; Sebastiana, du 11 an-
nos, o os cabras Themotcu, de 30 annus; Sil-
vino, de 10 annos; Claudio, de 10 annos;
Francisca, de 18 anuos, e Joaquina de 18
annos, todos escravos do JuSo Antonio Al-
vos de Rrilo.
-- Manoel Alves Cuerra embarca para o
Rio de Janeiro, a sua escrava parda, do lio-
rna Faustina.
Precisa-se de urna am>, que tenha bas-
tante leite, para nmamentar uina crianca de
3 mezes de idade ; paga-se bem : na rita da
Cadeia do Recife o. 29, segundo andar.
solteiro, quedando baixa do soldado appli-, pan'iia de liebiribe, e do banco de
cou-so a cnsinar meninos. Teve ella um ir- '., i _. .,.. ,,
mao de nome Florentino Velloso Monteiruj t'ernambuco na itia do Crespo,
Accioly lloliin de Mouia da Fonseca, e foram loja n 3, do lado do arco de .*.
intonio.
Na rua da Sonzalla Velha, defronte do
Sr. Maiiiu-, pintor, compram-so todas as
qnalidades de forros velhos e metaes de to-
das as qjalidadcs, assim como ourelos le
paonus linos, casimiras u todas as quali-
dades do mulanibos, quosurvirom para fa-
zer papel ; assim como cabos velos, lo-
nas, act.
Compra-se toda a qualidade de metal
velho : na rua Nova defronle da Cooceicdlo
i). 38.
-- Compram-se escravos de ambosossa-
xos, de iimnias Figuras, de 10 a 25 annos,
lauto para a provincia como para lora, pa-
gam-se bem : na rua da Cacimba n. II, on
de morou o finado vigario do Recife.
fallecido o seu presado irmo Antonio Fran-
cisco Peroira, morador em liana deNatuba,
que he duvedor da quantia de 668,000 is. a
Joaquim Riboiro Pontos, como mostra nos
seus diicutiiantos, por isso roga-soao mes-
mo senhu Jos Ignacio pereira que queira
fazer o favor do vir entender-se cum o se-
nhor Puntes uo Recife.
iil'e-i'i-o se un lumen para criado ,
ou para fuilor: ua rua das Aguas Vordos n.3.
Itelralo dodaguerreolypo.
No atierro da Boa-Vis'a n. 10, sobrado,
tira-se retratos por daguerreolypo, cum toda
a perfeicSo conhecida at agora. O arlisia
tendo, pois, de se demorar poucos das ties-
ta cidade, avisa s pessoas que dn seu pros-
limo sequizorom titilisar, para que o pro-
curen) das nuve horas da manhila As quatro
da tarde.
endas.
Vende-se fuifSo fradinho, em porco e
a retallio muito proprio para escravos a
mesmo para rancho de navios, be pechincha
em razode o mulatinho estar multo caro:
ua rua da Senzalla Velha n. 101 que faz es-
quina para o Becco Laigo.
Vendem-se botijas, e lh mies vasios, de
varios l..manilos o por lodo preco : na rua
do Rozario larga n. 36.
tario das ordenaces de marinha, 4,000 rs. ;
Chovellier anathomia discriliva, dousvoju-
mts, por 10,000 rs.; Chevollier dirito com-
mercial, 3,000 rs. ; Mangim tratado das ac-
edes publicas, 4,000 rs.; Duvivinr gramma-
ticas das grammalicas, um grande volume,
por 4,000 rs.; Andral corso de pathologia,
por 3,000 rs.; Itoslon medicina chimC8,por
4,000 rs. ; Ferdam phamacopa universal,
por 2,000 rs.; M. F. N. Bavoux, dous volu-
mes, por 4,000 rs.
Vandem-so dozecadeiras de palhinha,
com uso, por 30,000 rs tambern se vende
em meia duzia como j se tem engeilado;
urna cama, um armario, dous hahus de sola
do tres palmos: na rua do AragJo n. 12.
Attenco.
Vende-se urna taberna em um bom local,
na Roa-Vista, com os fundos a voatade do
comprador; advorte-se quo este negocio he
de grande vanlagein para o comprado', e a
dita casa tem commodos para familia: a tra-
tar no aterro da Boa-Vista n. 88.
Vende-se ou troca-sepor urna lia re ai; a
ou escravos, urna das mclhures catas da ci-
liado de Coianna, citas ua ruado Meio, n.
23, sendo de pedra e Cal, duas salas na fren-
te, 2 corredores, 6 camarinhas, duas salas
le dolraz, cuzinha puxada fura, quintal
grande e cacimba de buaagoa : quem a pre-
tender dirija-se ao seu proprietario no Re-
cife rua do Vigario n. 20, segundo andar.
Vende-se um sobrado de dous andares,
com moilos commodos, e em boa rua :
queit o preiender dirija-se a rua do Colle-
gio n. 13, segundo andar.
A 64o rs.
Lencos do seda para grvela: o comprador
nao creia que este preco tSo diminuto seja
pela ma qualidade da fazonda, a vista faz IV,
vonham a loja de miudezas do Cardeal junto
a botica do Sr. Rartolomeo.
l'entes de tartaruga
para coco a 3,500 rs., ditos como nao ha me-
mora 5,000 rs d-se a amostra: na loja
de miudezas da rua larga do Rozario, junto
a botica do Sr. Bartholomeo, du Cardeal.
As pechinchas acabam-se.
Vendem-se chitas linas a 120, 140, 160,
180, a 20d rs. o covado, p.-eas de dilasa
5 0110, 5,500' 6.500 e 7,000 rs., chitas para
clierta de cor lixa a 200 ra superiores cor-
tes do casomira de 13a pura a 5,500, e ditos
de meia casemira lainbom de lila a 3,000 rs.,
cortos de calca de gambroo a 1,800 rs., di-
tos de brim a 1,0"0 rs. e 1,200, chitas Iran-
cezaslargas a 280rs. avara, roadapolOes fi-
nos a 120, 160, 180, 200,220, e 240 rs., e
muito lino a 270 rs. a vara ; pecas de mada-
poln a 2,200, 2,800, 3,000. 3,400, 3,600 o
4,000 rs o muito fino a 5.200 rs., pecas de
algodSo trancado, proprio para escravos e
toalhas a 3.600 rs peCas de ?' ''-
bados a 2,400 rs., o outras mulla fazendas,
por precos exrraurJinriamento baratos : na
loja da estrella da rua do Queimado n. 7,
confrunte ao beco do Peixe rnto.
.- Vendem-ao tnnta travs de boas qua-
hdades.sendo todas de quareota palmos pa-
ra cima, e dous embonos de sedro para bar-
caca: a tratar na rua Direila n. 4.
Vende-se urna casa em Olinda, na rua
do Jogo da Bola n. 21 i Irala-se na rua de
Horlas, loja n. 102.
M**W
*m


*ia

Aloinhos de vento?,
com bombas de repuxo para regn
ebaixasdecapimnafundigaodeH,
min:ni rua do Bru n_.o},8 ej
1 hortaal
f. Bow-I
,6,8el
I ARADOS AMERICANOS. *
$ Vendem-se arados ame- m
m ricanos, chegados dos Esta-
f dos Unidos, pelo barato pie- #
90 de 4<>>ooors. cada um: na 5
% ra do Trapiche n. 8
s
Deposito de eal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Itecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos maissuperiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 e a4 rs- a garrafa,* i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
reguezes que he bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, ni ra da Cadeiado
rvecite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
fin outra qualqner parle.
I'otassa americana.
__No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada reconteniente que por
superior rivalisa com adallussia: vende-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin JMaw.
Ha ra de Apollo n. B.arinazcm deMc.Cal-
roontit Companbia, acha-c coniianteiuente
liona aortimentos de taia de ferro coado e
batido, lauto raa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar cm madrira de todos os l-
mannos e iiiodellos o mais moderno, machina
horisonlal para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro eslanhado
>ara casa de pulgar, por menos preco que os
ecobre, escovens para navios, ferro ingle
tanto n barrascomoem arcosfolhas.ctudo
pin barato nreco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RUA l)A SENZALLA NOVA N. 2.
Reste estabeleeimento conti-
na ahaverum completo sorti-
mento de moendas o mcias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, c taixas de ferro batido e
r.oado, de todos os tamanhos, pa-
ra dii".
-- Vendem-se os verdadeiros solios in-
glozos, patente, de molla e sem ella : na
ra daSi'nzalla Nova n. 42.
Vende-se marmelada nova, viuda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. i ir. Cosme.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprsta, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. l\i.
Arados de ferro.
Na (undigio da Aurora, em S. Amaro,
Trindem-searado!>de ferrodo diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nlua.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao dcsta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaesck Companhia, na
ra do Trapichen. .<\.
-- Vendem-se asseguintes semcnies:
nabos,ra baos,rabanctes encarnados ebran-
cos, sobla, couve trinxuds alface ala-
ma, repulhuda,chicoria, senoulas, feijao
carrapato de tres qualidades.ervilha torta e
direita, lava, coentro de touceira, salga, to-
mates grandes, ropolho, couve lombarda,
saboia, e musanla : na ra da Cruz n. 46,
defroDie do Sr. doutor Cosme.
Com toque de mofo.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se chitas escura com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a pega,e o
covail,i a 160 rs.
Taixas pava enijen/ios
Na fundicao de ferro de D.
\\ fiowman na ra do firum,
passando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
dSo, embarcam-se, ou carregam-
sc em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se amarras de ferro: na -'ia da
Senzalla [Novan.42.
.vi ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
so cortes de meia-caaimira de pura 13*, e
costos muito bonitos, pelo mdico prego de
2,560 rs. o corte; brim pardo de linlio, su-
perior fazenda, a 640 rs. a vara.
5a> farinha de mandioca J
2 Vende-se, por prego rasoavel, la- ^
milla de S. Malheus a mais nova <.
Z que existe neste mercado : na ra ^
. da Cruz n. 34, delronte da l.ingoeta. ,g
Mtk*****, ***********
__Vendem-se lonas, tirinzfio, brins, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Algodao para roupa de escravos.
Veude-ealgodSo muito encorpado, pro-
iii io para roupa de cscravus, com pequeo
toque de averia, a 148 rs. a jarda ; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
Sorlimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vcl-
ta para a cadeia,vende-se panos finos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e frao-
cez niuiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito a .ni a 2,880, 3,500,
* 000 o covado, corles de caiga Ue casemira
p'reta enfeslado a 5,000 e 6,000 rs,, dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
e outras mullas fazendas por prego com-
modo.
\< IDADEDE PARS.
Una do Collegio n. 4
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao respeitavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seu fre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, vlndos daFranga, um grande e rico
sorlimento dos melhores chapeos de sol d
seda, que tem vindoa estapraga, proprios
para a ealago do invern, e para senhores
de engenho, por serem muito fortes ; sor
(i mallo de chapeos de sol de seda de dille-
rentes qualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sortimento do chapeos de sol de seda
parasenhoras, de todos os feitios e tama-
nhos, que vende muito emeonta ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos dejunco de 1,500
rs. para cima; grande e escolhido sortimen-
to de chamelotes, sedase pannos empega,
para cobnr armagOes servidas, baleiasde
todas as larguras e tamanhos, para vestidos
ecsparlilhos parasenhora; fzem-se um-
bellas para lgreja; concerta-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos de sol, ludo por
muito menoa prego do que em outra qual-
quer parte. Vende-se em porgSo e a rets-
Ino. No mesmo estabeleeimento acba-se
um bonito sortimento de bengalas.
Deposito dii fabrica li Todos os
Santos nu Huilla.
Vendo-se.emcasa deN. O. tliebert C,
na ra da Cruz-n. 4, algodao transado a-
quolla fabrica,muitoproprio para saccosde
assucar eroupa dcescravos.porpregocom
modo.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina qnevol-
ta para a esdeia, vende-se cortes de caiga de
brim de quadros, e listras de puro linho a
1,280 e 2,000 i-., >l ilo inicuo pardo a 1.280e
2,000 rs. o corle, riscado de linho de listra
a 720)rs. o corte.
Vendem-se 8 escravos, sendo 1 carrei-
ro, de, bonita figura ; I moleque de 16 an-
nos de idae, com principio de cosinha; 4
escravos de to lo servigo ; 2 escravas, sendo
una muala dd bolilla figura: na ra Direi-
ta n. 3.
vende-se um selim inglez, com pou-
co uso : na ra do Queimado, segunda lo-
ja n. 18,
slocinlns superiores.
Na fundigSo de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro,acham-seavenda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
ronslrucgSo muilosuperioi
lispelhos por pouco dinheiro.
Na ruada Cruz n. 20, casa de Avrial Ir-
m9os& Companhia ven,lem-se ptimos es-
pelhos, com moldura, e sem ella, chegsdos
ltimamente da Franca, por prego dimi-
nuto.
Farinha de mandioca a i,6oo rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim n. 35.
.\ no rs. o covado.
4
Vende-ae um ptimo piano. No Passeio Publico n, 17.
Na ra doQueim.do, defronte de iac%rand, de autor muito acre- Ven\m-,e'\S^"!"}Z,^^,IK'^^Sl
, n o t. 1 i i- j 1 1 _i Icommodo; opnmeiro numero da Semana
do becco do Peixernto, loja n. J, ditado, muito nem acabado, por jornal littersno o instructivo, leria poaJthm,
vende-se riscadinho azul, com a'tersido de encommenda, o moli-iasLuziada deCamOe,resumod
1 1 j 1 r 11 do Brasil, aecretano portuguez, ex
largura de tres palmos, pelo bara- vo da venda he ter tallecido a pes- |niCOepariielo ao poema onoot
soa a quem era destinado, pores-iluziadade CamOes, grammatica portug
ta razo dispert, a atiendo iJ$^*$?***At
tissimo preco de seis vintens o co-
vado; esta fazenda he muito recom-
mendavel aos senbores chefes de pessoas que desejarem possuirum (sumoda historia sagrada
historia
exa ni* alta-
nte eom a
iza
phia pelo abbade 1.miliar
me, fablas de Lalonlalne re-
tao lindo, como importante in.stru-. v,e,'de;9heL" f^tJSi^^
'. .. por n8o ter bonita llgura, por 460,000 rs.;
ment: dirijam se a rila da Cruz ,(um dito bootcarreiro ; um dito ptimo pe-
n. 48 .- no mesmo tam-
armazem n. 40 : no
bem ha algumas muzicas para
pianos dos melhores autores.
Vende-se urna mulata, de 30 e tsnlos
annos: na ra do Livramento, sobrado n. I.
Vendem-se duas prctas de nigflo, urna
engomma, cose, cosinhs, lava e ftz o mais
servigo de os, e a outra cosinha, lava e he
vendedora do ra : na ra larga do flozs-
ga, para quem tiver animo de dar 750,000
ra.; urna prela com todas as habilidades e
de 20 annos de iJade, por 750,000 rs.; urna
dita muito forte esadia, boa para carregar
algum taboleirocom faiendas, por 360,000
rs. : na ra das Larangeiras n. 14, segundo
andar.
Vendem-se curies de 18a de cores Usas,
gosto mu linio, com 15 covados, fazenda
esta mais barata que chita, a 4,000 rs. ; na
ra do Crespo, loja amarella n. 4, de Anto-
d
familia; d-se as amostras com
penhor.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zea chegados pelos ltimos navios, polo di-
mulo prego de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Collegio n. 4.
Novo sortimento de fazendas na
loja da ra do Crespo n. 6.
Superiores cortos do cassa-chita,de novo
desenbos, a 2,240e 2,500 ; cambraiis frao-
cezas de cores a 440 a vara ; chita para co-
ln la, de tintas seguras, a 200 rs. o covado;
cassas lavradas a 2,400 a pega ; dita de flo-
res, eom 8 o 1/2 varas, propria para corti-
nado de cama, a 3,500 a pega ; esmbraia de
aalpicos, tanto brancos curso He cores, a
4,500 a pega ; lengos do cambraia de linbo
a 480 e 560 ; pegas de chitas escuras a 5,000
corles de brim de listras, depuro linho, a
2,000 o corle ; dito liso a 1,440 e 1800; ris-
cado de linho a 180 o covado; didu dealgo-
dfio, proprio para escravos, a 160 e 180 o
covado; puno preto a 3,000 e 4000 o cova-
do : e muitas outras fazendas, por prego
commodo.
Para latnciros c funileiros.
Vende-se na ra Nova n. 38, defronte da
ConceigSocadinhosde n. 1 te n. 40 a 120
rs o numero, areia de moldar, thezouras
grandes, minio boas, vidroa para vidraga,
tanto em caixa como a retalho, muilo bara-
tos, oleo de 11 n liara, tezouras pequeas, mo-
las para esporas, rozetas psra as ditas, ver-
niz copal, folba de (landres em caixa, e a
retalho mais barato do que em outra qul-
i|iot parte
Vende-se sal muito bom, do Ass, a
bordo da escuna Tentadora fundiado no
Forte dn Mallo : a tratar a bordo ou na ra
Direita, com Antonio Xlves de Miranda Cui-
marSes.
Igual pechincha nunca se vio a
i^o rs ocovado /
Vendem-se chitas escarales muito finas
de ramagens para coborlas a 140 rs cada commodo. (a> um dito de bonita figura com ollicio de
um covado: na ra do Crespo n. 14, loja' Advertencia que se faz aos freguezes tanoeiro, duas mulatas com algumas habi-
rii), loja n. 35.
- Vendem-se toalhas de l.byrlntho mui ",u f">ncisco l'"e'rsa-
finas e grandes, de bretnha,com blco an re-: i. v i... .......
dor, obra muito boa ; lengos de labvrinlhos, Vendem-se palito e sobre-r-.sacas
de bretanha, e rendas i na ra da C.deia do P"J Prlu "nc"' ** f"10.' **
Itecife n. 49 segundo andar. j9 *. d. ultima moda, inda di' Frnga
Aviso aos pais de familias. na '" Ue"P< loJ? "* de An
Na ra do Collegio n 7, acha-se um sorti-' lonl '"cl*? *"'"
ment de louga do Porto de diversas quali-: Aparemos de metal e machinas pa-
dade branca e de cores, a qual se vende por ,c1 caF.
preco muito barato e serve para quem tem .,._,___.....n.__j.__.
r i.Vli___. .i,.__,..'..... ...k.' Vende-se aparclhos de metal c maquinas
Na loja das seis portas. Iihasem novellos,
Vende-se pao fino de todas as cores, a i .. Vendem-se em casa de Me, Calmont &
2,000rs,, proprio para palitos, vestido pa-[companhia, na prsga do Corpo Santn. 11,
ra enhoraandarem a ctvallo,boni!ts de ve- s seguintes artigos por pregos baratissi-
ludilho a 320 rs., proprios para estar em ca-1 mos, alim de liquidar certa comas, a sa-
sa fresca ; chapeos de mas-a franceies j |,er; ole i de linhaga em latas de seis ga-
5,000 rs., e outras muitas fazendas por pre-' ioes, ago de milo sortido, marca 0,00,000,
gos qun laz cout trocar por sedula. |,reu em barricas muito grandes, ferro in-
(3~ Palitos Feitos. ^* Iglezem barra, follia e arcos sortidos em
Na ra Nova n. 26, tem para vender-se p.JporgOes grandes ou pequeas, ferro suecia
litOs de panno verde e preto.muito bem fel-1 quadrado, saceos vasio, barness abatidas,
tos.e m.is barato do que em outra qualquer '")" d fs'8 e>" c'*s de tres e sets
duzas.
-- Vende-9e quatro molcques de
parte; a elle antes queseacabem.
Farellos de arroz.
I'.sta ja tSo conhecida substancia alimen-
taria paracavallos, recentemente chegada :
15 an-
nos a 18, bonitas ligaras, um molatinhobom
para pagom por ser bonita figura, e ser bo-
lieiro, e tem o cilicio de alfaiate, um niule-
vendo-se no armazem do Sr. Antonio An- qafl de 20 annns tambem com oolficio de al-
nes, na escadinba da allandeg, a progo raate, um mulato serrador com boa condu-
ifi
de Jos francisco Uias das verdadeiras bolmnlus doces 1ineric-
Na ra do Collegio n. 7, acaba de abrir- as que anda se vendem na mesma venda
so um pequeo, mas mimosamente sorlido, do Itecife que volta para a padarla que ou-
armazem de louga do Porto, de dilTerentes tro lempo as venda,
crese delicados goslos:e vende-se por me-- Pddaria he urna pechincha.
nos do que em outra qualquer parte; a elle | Vonde-se a dinheiro ou praso a padaria
pois que he pechincha. "do largo das Cinco Pontaf n. 154, assim co-
-- So escriplono de NovaesA Companhia ^mo se da 0 necessario suprimeiito de Tari-
tem para vender por prego commodo o se- nhas so 0 comprador der a necessaria g-
guinte: panno de linho muito fino, linha de rlnlia- Tambem se arrenda a Iratar comJ.
Iloris, dila uecabega encarnada, chapeos do j. Tasso Jnior : na ra do Amorim n. 35.
* 6 OSSLH5nZ2?Mf I v,,nde-se um ecrv PS. muilo mo- ^VleoMldM.""!* modernVosto, a 1,600
SEJZSSSflSESSftTZZ t0" S"'i0' Sem Vici01'' cosi""ei|-' e "!M, hienda que sem pre se venden a 2,400
^iZSSSlS&VSSS^SL'SZ Pr.nCp.S d i8P"er0' P,r' ^ U ""." l dllos egorgUrtOTe casimiras a 1,000 e
.,tr?.? qn! ,.?. ir,TrtZ n l P I,oterlor U' Provlnc a: n da incordia, 3 500 ,. cnapos prelos fr.ncezes, de se-
quenas na ra do Trap.che n. 34. priineira c,sa do |ado do poente e norte, se d, e caslori 5%00 rs.; pegas de bretanha.
as da na-, ,! 6 varas, de puro linho, muito finas, a
! 4,500 e 2,400 rs.; chitas largas, francezas,
.preto de 22 an-; de ramagens, para coberta, a 200 rs. o co-
KS! ,^,,Cr n me^mn' arm.vrS, nr-nm B*' *" e'e|?""t8 npUr'' bm P'ra C'der'- "d0 : CreSP. l0 "" B" *
boa : a tratar no mesmo arma/e ni, ou com um dito psra campo de 30 ,nnos um An[onio r-railcjsco Pare ra
,,Novaes& Companhia, na rus do Trapiche dito'de 40 annos, bom alfaiate. e de todo 0
Roa dO Crespo D. I4, loja dejse n.34. | ser,go, urna preta mog, boa para campo:
lidades e lindas figuras e urna de muito boa
conducta,podando tomar conta de urna casa,
por ter disso bastante pratica, urna negra
boa quitandeira, e de boa figura : na ra do
Itozario larga n. 22.
Caldeiroes grandes de ferro.
Vende-se caldeirOes de ferro de 10 a
galdes proprios para ranxns de navios : n
ra da Cadeia do Itecife n. 64.
Cortes de casimira de core, moderna
a 4,000 e 5,000 rs.; ditos de fustOes de co-
Toda attencaoao batateii
i l i
quenas: na ra no irapicnen a primeira casa do lado do poente e i
- l*o armazem do caes da alhnlcga n. 7, drqUern vende, das 6 as 9 hora!
tem para vender o seguinte: vinho do Por- ,,,,_ ou das,, ,t as 4 da t,rde
to muito superior em barr de 4.'. 5. eS.:| Vendem-se um bonito preto i
Nova fabrica.
A llene."!o
hapeos de sol do ullimo gusto, tanto de ra da Cruz n. 46, delronte do senhor dou- chlcolate hespanhoi, fino, amargo, para re-
i como de panninho para ho.nem.e ven- tor Cosme de Si l'ereira. S";'0.' d" enlr8,-"n? Umbem |,ar" regfl,1''
-se por menos que em outra parle.tam- Bom e bar.to. d|l do ". dl"> rerreginoao, *Ul
temi para vender um grande sortimen-' Na ra do Passeio publico, loja n. 9, .de decaoel a, dito para oi diario, cafe muido
asedas de todas as cores e qualidades,' Albino Jos I eit, vendem-se ricos cha|e PU"S d'l de,car0'c*fe )" 5ev,d,'d'lo.?'n
uninhos para cobrir armagfies servidas, da la e seda a 3,200 rs.; ditos d 13a a g'So. cha da Iridia, cha preto.farinha do Ma-
rs o haleias para vestidos de senhora, ese con- 1,500 rs. ; ditos br-ncos a 1,000 rs.; chapaos ^MOMO, dita de mandioca da torra, canella
oilao! certa chapeos velhos; ludo lato cima dito deso a 1,000 r.; ditos a 1,400; sargHim ">'d?. puxun em favas, charutos da Baln.
rnah'se faz por menos prego do que em oulra de todas a cores a 200 rs. o covado ; panni. superiores, ludo por prego commodo.
Francisco Uias
Existe um delicado sortimento dn finissi-
simaschita decores com salpico, os mais
lindos gustos que tem viodo ao mercado a
240 rs. o covado, ditas cores de vinho e caf,
muito miudinhasde novnsdesenhos e cores
muito (xas a 200 rs. o covado, ditas de de-
ferentes qualidades a 160 rs. o cuvaclo, fins-
simas alpakas de todas as cores a 640 rs o
covado, ditas com fio de seda e de novas
cores a 1,000 rs., ditas prelas com flores
imitando chamaloto de seda a 1,100
covado, cortes de casemirasde lilaealg
de lindos gosto a 1,600 rs. o corte, os maisi se 'az P
superiores brins de puro linho e de riquis-l qualquer parle,
simascores a 1,280 is. a vara, brns do puro Catino preto lino a
linho de urna s edr, fazenda propria para
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras
bretanhas de rolo do 10 varas a 1,800 rs. a
pega, dem de5 varas, fazenda muito encor-
pada a 1,000 rs. a pega, assim como muitas
outras fazendas que se vender.lo por muito
menos prego do que eui outra qualquer|
parte,
Vendem-sc esleirs depalha dccarnn-!
ba, regulares e glandes, de, 2 varas de coni-
primento; chapeos de palha a8,000 rs. o; g ,a b0 conuucla na rua u0 Cu
cento; pellos decabra a 20,000 rs. ocen-!gio "^ pnrneru ,nJari SH dira quem
i na ru da Cacimba n. II.
ru ua t.acimoa n. ti. J-m nova fabrica de chocolate homeopa
. f-K-U- ,ip rl.anpns Ip sol no ~ Vendem-e queijos de Minas, muito! 'bico aprovado e applicado pelos senhores
a labrica de chapeos de sol no frescae(#viadospel0 Jliaio?8por/porpre..doutoresd. bomeop.ihia n. rua dMTrin-
aterro da Boa-Vista n. al, go commodo ; caixinhas com dez libras de;chelr,s n- *-0 P da matriz _de Sanio Alo-
um novo e lindo sorlimento figos de comadre tambem superiores: na nio.seencontra mais o segumte : o grande
Batatas de Lisboa.
Vendem-e batatas nova de Lisboa n.i.
diminuto prego da 50 r. a libra em prcSo
de oito libra para cima ; na rua do Culii.
gion. I.
Gosto e economa.
Na loja de 'erragens da rua Nova n, 20
confronte boneca, existe para vender orn
sortimento de riquissima louga francaj
psra cozmha, a mais aceiada que tem Tinl
a esto mercado; conslistindo em todo o na.
cessario para ter urna cozmha bem aptJ.
relhada, para toda a casta de petiscos: para
commodidade do compradores, vendan}-
sn tamil tu a pegas separadas. Alcm dt
muito uniros objectos desta natureza ha
mais, (natos, tigellas, chicaras, pires, aa.
timos jarro e nacas para lavar o rosto-
111111 to honilos Tornos para assar peruns ,'
outras muitas obra deate genero, enco'oi-
mondadas de proposito e capricho porum
amante dos bons petiscos. o variado gos-
to desles objecto, su 1 InJiapensavel aU||.
dade, e o baralissimo prego por que se v,,n.
de tornam recommendivel aua acqui9e]0
de 10o econmico quanto precisos utensis
para quem deseja saborear o paladar coq
guizado feitos e preparados nestasvatilhaj
de gosto e economa domestica, por sui du-
ragAo.
Na loja de J080 Fernandes Parela
Vianna, na rua Nova, vendem-se urnas con
bacia e torneira, para lavar as milus, mui-
to proprias para escriptorio, e o baralissi.
prego convida aos compradores a niuni-
rem-se deste liaste, pela sua utilidada g
bom gosto.
Vende-se urna cadeirinha dearruir,
om perfeito estado, de gosto moderoo, ri!
camentedourada, com caixilhos devidro
forrada de damasco de seda, com correa!
mes de marroquim, fardaojeoto echapeot
com galOt-s deouro fino; ludo no melhores
tado possivel : na rua Velha n. 57
Vendem-se excellentes cha-
peos de sol, de seda preta, pan
liomem, a 5,ooo rs. cada um : na
rua Nova, loja de Jos Joaqnim
Moreira & Companbia n. 8.
Vende-se urna plancheta c
urna mira, instrumento mathema.
lico, proprio para engenheiro, lu-
do em perfeito estado e de supe-
rior qualidade : na rua do Quei-
mado, loja n. 7.
A boa pitada.
Na rua do Queimado, loja da esquinado
becco da CongregagSo n. 41, vende-se rape
de Lisboa, chegado pelo ultimo navio; a pe-
de-se encarecidamente a algn freguezes,
que venham pagar quanto antes as suis
cuntas de rap, que ha muito tempo to de-
vedores, e nSo querem ter o dissabor de it-
r 111 os nomos nesta folba.
- Vendem-se 3 molecotes, creoulos, da
16annos; 4 escravos mogos, de servigo da
campo: Da rua Direita 11. :i.
Vende-seurna porgao do perlas aindapor
aparar eportadsscorrespondenlesasmcsmis
e algumas madeiras; mas n3o inteiradas,a
como e uo prccia mais; se vende por un
prego tao barato, que admira a quero com-
prar : na rua do Mondego n. 29.
Rico enhiles para theatro em louci-
dos, turbantes, resilhas, flore etc., e cami-
silillas da moda actual; em casa demadaoii
Millochau atierro da Boa Vista n. I.
~ Vendem-se 3 toalhas de labyrintlio.de
muito bom gosto, por prego comino lo: no
pateo des. Pedro n. 12.
2,aoo rs.
vende.
Vendem-se duas muas ( bestaa mua-
rs) muilo boas, vindas do Itio de Janeiro,
rs. o par, no aterro da Boa Vi-
ta, defronte da boneca n. 14.
Troca-se os mais superiores sapatos de
lo, chegados agora do Aracaty : na rua da
Cadeia do Itecife n. 49, segundo andar.
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gustos a 2,240 rs. o corte, cassa de qua-
dros fina a 280 rs. a vara: na rua do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia.
Vende-sea excellenta typo-
graphia do Diario Novo estando
Lem montada, tanto de bons pre-!
lOS, como de lypos : quem a pre- COUro de lustre, francezes e de Lisboa, para
tender, diriia-se a rua da Fraia! senhora, a 1.600 rs.; ditos de cordavaoa
__ ... 800 rs ; ditos para meninos, a 400 rs. ||.
n. 55, a tratar com a Viuva oma, paioes do Aracaty, para homem e meninos
Ancoras para navios. a 700 rs.
Vcndem-seem caa de llicardo l'.oyle, na! B Vende-se urna preta creoula, d^ linda
rua da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe- fiura e possante, com 18 a 19 annos, Co.-
rior qualidade, e por com'modo prego. nha bem o diario de qualquer casa, e|,gom-
- Vcndem-se8uperiorchampagne,vmho!n,a.co8e' e nHo tem defeito, nem v.cio si-
nos engarrafados de diversas qual.dades.1 Km> eaffianga e se d.ra a razao da
venda : na rua Augusta, casa n. 18.
uno cor de rosa, azul e preto a 200 rs. oc- Alerta amantes da boa pitada.
vado; grvalas de setirfli.'6 tiss ss cores, 1 Chegou pela barca Firmeza, vindadoRio
ultimo ",;,:,,, ,, i,.>nn is ; ditas de seda a da Janeiro, o rap novo princeza superior.
o covauo. 1,006 rs. jdilas de cassa a 100 rs., lengos de j Este rap he fabricado com todo o esmero,
Vende-se panno preto fin, a' vapor os mais bonitos que tem apparecido a conserva sua forga e aroma al ofim do bo-
Znn ra n ri iilo loi lo 2u0 rs linbos azues e de cores para jaque-1 te, prumovendo a distilagaosem causar ver-
2,joo i, o iumuu na ija ue tas a 320 rs. o covado ; castores proprios pa-, tigens nem ferir o nariz, acha-se a venia na
Flores &C 8a, na rua da Gadein dn' ra calcas a ion rs.: corles Je cassa chita rua do Collegio 11. 1, aoade he o nico de-
Itecile I com sote varase 2,000; cortes de coleta de posilo.
' *, i fusto a 640; ditos de 13a e seda a 800 rs. ; Jarros t> loies tildo de cera.
- Vende-se urna prela de 40 annos, per- ,encos de bico. 320e 400 rs ; chitas finas "ii.J^!!. ldo
hit. engommadeir. e co,nh,,ra, oplmia d t0?,.. .. ,uldide, *^tffi^&^$foXw
ZSXSSS?*" """'"''"'"'"^"'^dem.udez.sd.LdoCollegio n. 1.
--Na rua eslreita do Kozaro, travessa pa-' Calcado, troca-se por 700 rs. O
ra o Queimado. deposito n. 39 A, vende-se deseinr liauidar
superior chocolate do Lisboa, e o muilo re- Par' Por 8e i68""' ,, . commendavel chocolate de canella. he til no aterro da Hoa Vista, defronte da boneca
urna dellas ja ensillada para carro o, rua ptr, quom solrre do nervoso, sendo este um : n. 14, acha-se um grande deposito dos me-
do Hospicio n. 4, alo 9 horas da uMnnBa, doa remedios mais applicados, e que tem i 'bores sapatOes, que lem vindo do Araca-
Calcados a 400, 700, 800 e x.600 obtido mais vaniagens.
Etscravos futidos.
para tomar conta da administrag0o d urna
1 ty, para lodosos tamanhos, Unto para ho-
tiaixinrias a i 000 rs mem,como p.ra meninos; assim como um
uaixinnas a 1,000 rs. novo e C01p|et0 sort,m0nlo de calgados
Na rua estrella do Rozarlo, travessa para 1 francezes, de todas as qualidades, lano pa-
0 Queimado, deposito n. 39 A : vendem-soi r, i,omem, como parasenhora, meninos e
ricas caixinhas de amendoas eonfeitadas mennas, ludo por prego muito commodo,
por tao diminuto prego, que s t perfeigao ,|m de se apurar dinheiro.
dos ligunnos vale o importe. | .. vende-se para a praga ou para o mato,
Vendem-se os utencilios de urna pa- um, escrava, creoula, muito sadia, boa la-
daria, com forno novo, em Santo Amaro [vadeira,entendo de cosinha, e|he at propria
por diminuto progo, ou se aluga a mosma ,| para 0 servigo de engenho ; as pessoas que
cujoaluguel he favoravel : a tratar com .Ma-
nuel Luiz da Veiga.
Vendem-se varios terrenos, promptos
para se edificar; assim como um bom rl-
veirode peixe, un Santo Amaro: a fallar
com Mauoel Luiz da Veiga, no sobrado do
flanella muilo encorpada, e bolachinclia de
ptima farinha, chegada Diurnamente del ~ "^""^"."[""SLUT^ dM."J:, mesmo sitio, a qualquer hura.
Lisboa, por commodos pregos : na rua do com n>ul, bom ,elle- de.20, annos de.,jadef ., .' JL-jLf., p SPhore-
Vjg.no n. 19, primeiro andar. com urna cria, e urna mu a a de 22 annos de L.era de carnauD! e seDore-
Cal virgem idade, com todas as habilidades I na,rUa de finado.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do "^Vemto'm-se cortes de chitas css.s, pro- nl?0 u" tl^2cTru.lt luS
das seis nortas.' nico deposito eeral de rati areia 1 relia n. 4, de Antonio Francisco Perei-a.
Iticos e modernos manteletes pretos e
de cores, a 15,000 e 18,000 rs. : na rua do
Crespo, loja amarella n. 4, de Antonio l-'ran-
a quizerem comprar dinja-se a rua de Santa
Tbereza n. 46, e ao comprador so dir o mo-
tivo da venda.
Alpacas mescladas.
Vendem-se alpaca niveladas, do todas as
cores e de superior qualidade, pelo diminu-
to prego, de 760 rs. o covado : na praga da
Independencia, loja n. 1.
fauvas de pelica pura montara
Vendem-se luvas de pelica para montara
pelo diminuto prego de 320 rs. o par ; ua lo-
& I illio, 11111:11 rua do Trapiche, amazem de
Antonio Augusto da Fonaeca.
Brim trancado de puro linbo a 320
rs. o covado.
Na ruado Crespo loja da esquina que vol-
ta para cadea vende-se brin trangado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Chita para coberta, cor ixe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vende-se chita para cober-
ta de novos padrSes e cOr lile a 200 rs., o
covado.
-- Vendem-se barrs de breu, em lote, a
conteni do comprador: a fallar com Ma-
lheus Auslin & Companhia, na rua do Tra-
piche n. 36.
l'azenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpicus brancos de cor, pelo diminuto
prego de 3,500 rs.: na rua do Crespo, loja
n. 6.
- Vndese um ptimo escravo creoulo,
de 25 annos de idade, e alllansa-se a con-
ducta : na rua da Sania Cruz n. 70.
Sedas.
Muilo superiores sedas, de core e prelas,
para vestidos de senhora'e meninas, por
prego muilo comino: no aterro da Boa Vis-
ta, loja de calgado n. 14.
Na loja das seis portas,1.
Mantas de seda.e challes a 8,000 rsa, -run-
des, e do muilo boa seda, camisinilas ou
peseocinhos para senhora 1,000 rs.
a loja das seis portas ,
lroca-se chita escura a seis, sote vinlens,
meia pataca edous tustoes, o covado,) cassa
de babadoa dous luslOes a vara ; casja pre- acaba de receber pelo vapor Paraenso
ta para luto a seis violes, o covado; (cortes mais superior rape da mesma fabrica.
preta, da fabrica de Goutois &
Companhia, na Bahia.
O agente do estabeleeimento cima, na
1 ua da 1.ni/, do Itecife n. 52, primeiro an-
dar, previne ao respeitavel publico em ge-
ral, e a seus freguezes em particular, que
o
0
de cassa chita, a dou mil ris; lenco bran- annunciaute ceito na dedicsgilo sem termo,
eoscmh flores as ponas, a dous ttijioes, e obrigaguo sem limites, que empr:garam
proprios para mo de senhora e pak-a nie- seus fabricantes, nSo duvida Certificar que
ninas; lencos pequeos para meninjos a he igual, ou melhor a muitos oulros an-
quatro vintes, o outras muitas fazendins, que nuncados, para o que tica desde ja patente
quer reduzir a sedula. a quem se queira cunvencer da reaiidade ,
Vende-se cha hysson muito n(1V0 ,_, 0 mediante rfletidos e apurados exames ,
mais superior que ha no mercado, por prego sem que por isso altere o prego estipulado.
commodo,e em lites a volitado duscrmpra- Vende-se melade de urna casa, no bec-
dores : na escriptorio de Malheus AuJ
Companhia, na rua do Trapiche n. 3( .
Na rua Nova n. 26
Vendem-se sapalOes de couro de
lustro
pelo diminuto prego de 2.500 rs. o p r, di-
tos virado a 1,600 rs.; a ellos antes
ac bem.
-- Vende-se um escravo, perito clli
serrador, sem vicios, nem achaques:
Velha n. 61, das 7 as 9 horas da ma
das 3 a 6 da tardo.
"
stin & co da Carvallio n. 3, com 2 quartos, quintal
e cacimba, em chaos proprios : traase na
rua larga do Hozarlo n- 32.
Taixas de Ierro coado.
Vendem-se taixas .10 [oro cuajo, de su -
que se perior qualidade e por prego commodo : ua
rua da 1 adela Velha n. 37, casa de llicardo
pial de lio; le,
na rua Vende-se um cabiiolet om bom oslado:
i.i, e na rua do Vigarion. 3 a tratar das 10 ho-
. ras da rnanh&a at as qHatro da tarde.
cisco Pereira.
~ Seda prelas e decores, com um pe-
queo toque de mofo, pelo diminuto prego
de 20,000 e 25,000 rs., sedas que seinpre
custaram 40,000 e 45,000 rs. : na rua do
Crespo, loja amarella n. 4, de Antonio Fran-
cisco l'ereira.
(ortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., o
corte.
Na rua do Crespo, luja da esquim, que
volta para a Cadeia, vendem-se corles de
vestiJus ile cambraia de salpico brancos o
de cores, pelo diminuto progo du 3,500 rs. ,
o corte ; meias multo linas, para liomem,
com pequeo deleito, a 2,4110 rs. a duza.
Na anliga padaiia da rua da Senzalla
Nuva 11. 30, continus-se n vender a verda-
deir bulacliinha doce de hile.
Alerta.
Vendo-sn a loja nova de calgados da rua
tlirrita 11. 50, c um palanqun) em muito
bom estado; a tratar na mesma loja ou na
mesma rua 11.4, segundo andar: veuJe-se
por motivo do dono retirar-SC para Tora.
Na noite de 26 do corrente.desapparcceu
da casa do seu senhor, a escrava Marisnna,
cornos seguintes signaos: cabra, bislanU
escura, de idade 35 a 40 annos, de bom ca-
bello, algn dos quaes j brancos, costil-
ma trazo-Ios corlados atraz, e cresciJona
frente, torcido as pontas, e seguros com
era nipas, altura e grossura regular, rodn
bexigoso, olhos bastante fundos, e vennv-
liios, nariz muito pequeo, denles um pou-
co sahidose grande, limados, tem no ter
reo 11 de lo de una das mSos urna feridinlu,
levou bastante roupa ; quem a pega' ni>Ma
praga leve-a ao seu senhor AJolphv Curio,
na rua da Cadeiado Recitan. 53 ; se fr pa-
ra o malo, em Kio-Formoso, para onde tai-
vez ella siga, a l.aurentino Jos de Miranda,
no engenho Estrella, que se recompensara.
Uesappareceu no da 24 do currenle.da
casa do abaixo assignado, o seu escravo por
nomo Martinho. vestido com camisa deal-
godfiosiuho trangado, branco. o caiga di
mesma fazenda porm azul, representa ter
de idade 35 a 40 annos, equando anda pu-
cha por urna erna ; quem o pegar e levar
ao escriptorio do mesmo, na rua da Cruzr
66, ou na rua da Aurora, ultima casa, que
sera bem recompensado.
Jos Candido de Barros.
~ Oesappareceu no dia 21 do correte um
moleque da Costa, por nomo Domingos ;foi
vestido com camisa e caiga de algodao azul;
tem os signaes seguintes : cabega co'npn-
da, olhos pequeos, nariz chato, signaes J*
sua linean no ro-to ; he jjgador, anda mili-
to apsessado : a pessoa que o pogar p le le-
va-lo na rua do Arag3o, sobrado n. 26, que
ser gratificado.
100,000 rs. de gratiicacao.
Desappsreceu no dia 7 de maio prximo
passado, o pardo Leonardo, de idade I8an-
nos, pouco mais ou menos, e tem os signan
seguintes :baixo,o peito um tanto mettidn
para dentro, cabello carapinhado e ate "
meio da testa, e falla de vagar. Este escraro
vinha todos os dias vender leite no Kecife,
de um sitio da lioaviagem, pertencenlea
loanna Maris dos Pasaos, de quem fui escra-
vo : quem o apprehendor c levar a rua da
Senzella Velha, defronto o n. 144, segunle
andar, recebera a gratificagao cima.
50,000 rs. de nratificag.il).
lio engenho Santos Mendes, no dial3d>i
jiiulio, ausentou-se a escrava Mara, de J
annos, creoula, fula, de boa estatura, c lio"1
corpo, os ps carnudos, tem alguns cabellos
no bugo, bem ladina, com dos-mbarago na
falla ; trajos, saia de chita encarnada, cabe-
c:o de cassa, chsln de 13a rouxo, pode mu-
dar os trajos; o andar da dita negra lie pisar
duro, e he descargada, denles perfeitos, foi
vista na ribeira de Po-d'Alho : roga-sea
apirchengSo da mesma cscrava.e sua entre-
ga no dito engenho, ou nesta ri la le na pra-
ga do Commercio n. 6, a Mauoel Ignacio de
ohveira.
--Ua fabrica docaldcreiro da rua do Brum
11. 28 auseotsram-se, no dia 10 do passad.
o preto Antonio de nsgSo Cabinda, estatu"
regular, cabellos um pouco brancos, chei"
do corpo e muito cabelludo nos peitos, ros-
to carregado; cosluma em sua fgidas fre-
quentar a Solida de, .Manquiniio e Afilia-
dos, o em sua ultima fgida foi pe-gado 00
engenho Cucad districto do H10 Formse: e
no dia 13 do correle o preto Alejandre, d
usglo S. Tlioin, alto, corpo rofjrga I",
alegre, e ja oi escravo do Sr. llJlly e do
l'raiicc/ Mclei|iir, morador no II10 DOW, ''
gar que omesinoescravo eostuuia Iiviii"'11
lar as diversas fgidas que ha leil
roga-seas autoridades policiaes o a que"1
quer que delles der noticias, dirij2u-iOa
mesma fabrica quosera. recompensado.__
Pkrn. : Typ. de M. F. de Fahia.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYCI9SIL0_4DPDM6 INGEST_TIME 2013-03-29T15:28:48Z PACKAGE AA00011611_03722
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES