Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03721


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Full Text
Anuo XXVIII
Quinta feira 29
deJulho de 1852.
N. 167.
DIARIO DE PEM4MBUG0.
nr.yo guaoairglo
p.(iiMmo Adurtado.
., trimestre...........
Ton""'".......' '
PtOOOIHTIO DOTtlMESI*.
BIAhDA IIKl AUDIUTOlAs.
fm tuUl9mt
Manaban.
CMTB.
Pirihib
3 de Julbo Mu!
de dito S.Paulo.
i:idcdilo R. deJ..
16 Ir Julho Baha...
4/00012Jj Se*. S. Sjnfronio.
8/000 27 Tere. S. /'amalean
16/000 I 1DCdlco.
T 28Quart S. Inocencio 3
4/T-00 29 Qulut. S Marlba. |
i 30 eit. S. Donatilla 1
26 deMaio I S. Rufloo.
18 de Jnnho 3ISab. S. Ignacio. 1
Ifc de Julho > Dom. S. Anna Mi
Jallo d. OrpMa
!,r,'i.5 10 lloras .
1. vara dncivel.
e 6. ao nieio-dia.
/atena.
e6. s lo horai.
2. vara do ctvel.
esabadosao melod
XelfSo.
l() de Julho da !S. Virgem. jTerca e sbados.
Creaceatei 24, al borae n mlnutoidain.
Chela a 3l aoi7 minutos da ni.int.ia.
Mlngoante i 9, aa 5 boraa e 49 minuto* da ni.
Nova II, a I hora 46 miuutoa da inanbaa,
riiiaimii OJ
Priroelra s horas e minutos da tarde. ,'
Segundaos 2 horas e 3fl minutos da manha.
fiaiiiiii oa ooBBiiai.
Colaina e Parahlba, ia (guadal c leitaa-
SMns.
Rlo-Crande-do-rlorte e Victoria aa quinta
feira
Bonito,Cmara,e Garanhun no le Ib decad
D*l.
Flores,OurlcuiT.F.xii e Boa-Tlata 13 e28.
Ollnda, lodosos das.
Todos os Correiospartemaomcio-dla.
TOTICIAB IITIHHQIIIHI.
Portugal i &de Junho Austria 2{deJunbo
Hespanha 8de dito Suiasa.... I de dito.
Franca.. 8 de dito Suecla... Jlde Maio
Blgica... '* de dito Inglaterra HdeJnnho
Italia..:. 1 de dito |E.-llnidos 23de Maio.
Alemanha. 5de dito Mxico... 9 de dito
Prassia ... dr dito .California I de dito
Dinamarca'" deMaio Chlll. 10 de Abril
Ruasia... 28 de dito Huenos-A. a de Julho
Turqua. MdodltO iMonteydeo Sdi dito
CAMBIO* BE 2 DE JULBO
Sobre Londres, a 27 27 '|, por d. 1/000
Pars, 345
Lisboa, lOOpor cento.
HET1II.
Ouro.One as hespanholas............ 29/0n
Hoedaa de 6/4U0 relhaa.........ltt/OvO
. de6#400noTa..........16/00
> de 4/000................ 9/0Of>
Prata.Pataedeabrasilelros........... 1/I2
Peaos coltimoarioa............ l/'2"
Ditos meilcanoa............ 1/80O
PARTE OFFICIAL.
(Jommando das armas
ihiarlelotn'ralna eidadedo Recife 28 deiuV'O
^ de 4852.
nnllKM DO DA N. 116.
Manda o Sr. marechal dt. campo Antonio
Corra Scra, commandanle das a'tnas dar
publiciiladoao aviso circular do ministerio
da guerra de 19 d junno ultimo, que legue
transcripto, o qual por copia Ihe loi dirigi-
do pelo Bsm. Sr. presidento desla provincia
lomolicio de 24 do corrento.
ii Circular.Ilio de Janeiro. Ministerio dos
negocio) da guerra em 19 de junno da
4852
lllm e Esto. Sr.llaveodo por bom S. M.
ImporaJor determinar, em addilamento
tros; appellado, Albino Jos Pimentel
Ao Sr. desembargador Leao as seguintes
appellacOcs em que sfio :
Appellante, o promotor publico ; appella-
dos, Luiz Jos do Sacramento e outros.
Appellantes, a viuva e (ilhos de Agostinho
llenriques da Silva; appellado, Gabriel
Antonio
dos debales, corotudo a sua drliberacio a este
respeito est sujelta ao tribunal da relacao,donde
se deveconcluir necessariainente que, pelo q
pertcnce i adtnlnilraco da justica criinln.
nao ha perlgo deque os julses de dircito poi
san adquirir grande influencia.
Ora, quanto a adininlstracao da juslica cfv
primeiramente he preciao ponderar que nao *
por una ou por outra deciso em que possa ter
Ao Sr. dosembareador Souza as seguin-i Interesse umououtro iniluente do lugar que
laa nnnllacAea nm nue in I Io magistrado ha de conseguir a vol.rao de toils
tes appel aces em *IMI provincia i depois, as declsacs do msgis-
Appellantes, Antonio TlioraazPere1raeou-tradoPniiue(lf)(icv- no >ao *
tro; appellada, a juslica. '
Appellante, a mesa ditsolvida da irmanda-
de de Nossa Senhora da ConceicSo de Be-
beribo ; appellada, a mesa actual.
Ao Sr. desembargador Hebello a seguin-
teappellacSo em que sao :
Appellante, a f.zonda ; appollados, Mendes
& IrmSo.
Ao Sr. desembargador Luna Freir aso-
ao aviso circular de 31 do'Janeiro dcste an- LuD[e appcllscuo em que sao
no, que os oftleiaei do estado-maior empre- A j|alllei j30 Affonso liigueira ; appel-
lado, Joilo da Silva Loureiro.
Lovantou-sea sessiio depois do meio da.
galos as provincias no servico de enge
pheiros remettam ao commandanle deslc
rorpo dous relatorius das obras a sen cargo,
as pocas prescriptas aos odiciaes enge-
nheiros para taes remessas na forma dasor-
densem vigor, afim de licar um archivado
no dilo corno, e outro subir esta secreta-
ria de estado por intermedio do r minian--
danl-ilas armas da corto, que juntar as
cuiisiderscOes, que entender convenientes
as que forem lenas por aquello comman-
daiiU'S, assim o declaro V. Exc. par que
tenlia odevido cumprimento na paite, que
lh" loca. /
IMos guarde V. Esc.--Manoel Felizardo
de .Souza e Mello.Sr. presidente da provin
ria de Pernainbnco. -- Cumpra-se
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOSSENHORES DEPOTADOS.
Srsiao' nn 9 de julho de 1852.
Presidencia rio Sr. Maciel Monteiro.
i Canliiuiacao ilo n. antecedente. )
0 Sr. Uoraes tormento : Eu sei que o nobre
deputado, c todo os que pensatn como elle, di-
xem que he mu oVirdrrauiM as Incompalibilida-
Islo
. des, pelo qual clama o pal* inteiro. Islo para
, Palacio miro nao tem valor alguro. Eu tenho visto as-
ilo coverno de Pernambuco 2 de julho de severajao aemelhantc a respeito de outros non-
.....ii. tos sobre cuja pernicioiidade nem cu, nenio
1852.--llibeiro
Candido leal l'erreira,
Ajudanle de ordrns cncarreeado do delalhe
cuja p___
nobre depuudo tein a meiioi duvida: citarci,
por exemplo, a ideia da coostituiute.
O nobre deputado sube que em todo paii se
levantou a bandeira da constiluinte ; dilla-se,
c anda hoje infelinuente se diz que grande p ir
ledopaiz deseja una constiluinte, idzia-se, e
diz-se,que logo quehouvesseiima constiluinte,
o paizcilavasalvo. Declaro a V. Enc.quc tenho
ouvidoistoalde pcssoai cujasluzesc esperien
TRIBUNAL D KELAC\0'.
SESSAODRI3DEJULHO UE l8M.
Ymideucia do fe'xm Sr. conselhiiro Azcvido
As 10 lloras da manliSa, estando presente, cia respeito, c entretanto o nobre deputado sabe
01 Srs. dseinbargadores Bastos, Leilo I que esta Iembran9a he infelicissima o nobre
Sunza, lleliollo, Luna Preire. Telles, e l'e-| depuudo sabe que osla ideia he errnea, sem
reir Monteiro, faltando con. causa os Srs I fundamento, r reprenda P"'^""''0'".u'
,,,___. ,..,, taii_ ,. c- i lie senso, lano tic um como de ouiro partloo.
leseabargaJores V lia re, e Valle o Sr., arf, j por(anlo, n5o t,a5U quc ,.
presidente declara aberla a sessoo. diga: Todo o paiz reclama por sto; n5o
JULOAMBSTOS. basta que se diga que lodo o paiz deseja urna
Appellante, Antonio Corroa de AraujO ; ap- |Cousa para que desde logo nos devano curvar
pellado, 0 juizo. Mandou-se a novo a laso; cumprcciamlunr scassim he, se a ideia
juro. suscitada he verdadeia, justa, de averiguada
^gravante, Caelano Silverio da Silva ; ag- | utilldade^ c se he exacto que toda a naco a
gravado, Flix Venancio Canlalicio.Ne- adopta.!. .'.... ,.
,... ... ..__:____... O nobre deputado sabe que na hranca, na-
gOU-se provimenlo. ... ,n I cao alias summamente .Ilustrada, pregam-se,
Appellante, Jos da Rocha Paranhos, ap- f|a mulos ann01 a| jd,jM ,occl(lr,s, auslen-
pellado, Ulisses Cockles Cavalcautl ue lando-seque s isto podtr salvar a l.umanida-
.Mello.Dcspresaram os embargos. ,de: grandes talentos icei.i escripto obras, c
Appellante, Mauoel Jos de Siqueira ; ap- jobras volu.nosas, mostrando que averdadees-
pellado, Jos francisco do liego Barros. U da sua pane ; c sem embargo disto o nobre
-Julgaran. millo o processo pela incom- : deputado abe que os socialistas sustentan, un.
nr-lniria da ar-pln crio palmar, c tao fatal que ja lem Mo correr
petene dicv.'0. laaogue e a.nda ha de fa.cr. ( Apoiado,. J Cum-
Appcllantp, Marcelino Jos Lope-; appel- goosm.,r, Sr. prosidcie. qe nao he to
lado, Francisco JoBo Carneiro da Cunbe, ,1C, 0DJrrvar hrta. ,.,llUla aa seja malttrl-
declarandu o accordSo. Mandaraui des- v,a|, naaliordinario, do que atlnbuii a causas
rer OS aillos para o juizo a qu. I falsaselli-ilos que seicntcn. sendo que por
BlVISOU. !iso he que as ideias errneas, reprovadas e
i'assaram do Sr. desembarga ior Leilo ao mil tomam ala e adquirem proselytos- he
Sr. dcsembargaJor Souza as seguintos ap- '"i'o diflicil observar brm, repito ...as a dcs-
nollarps pm nnp aSn ipcito disto, qi.eni analysa as cousas, quero pro-
|.|l.icucsl.mqu. *"> cora ir rai.dellas, que... indaga con. calma os
Apellantes, Carlota Lucia do Brito, >- i catI,to. que e >cotni e as causa que os pro-
quini Jos dos S.tilos Leal e outros ; P- duzc.n, coohccc coi facilidade a nct.clldo
pellada, > juslica. I de certas proposites, que alias estao na bocea
Appillsnte, Filippe llibeiro Servulo do I i- 'de ...uitos e no prnsainenlode grande numero.
ma Cavslcanli ; appellada, a jusilla. Procedan, assim os honrados uiciiibros. emu-
Appellante, Josc Alonso Concslves ; appel- daro de opinlao.
lu. II Auna Isnrnulla Hilannnurt Ouando lallavam os nobres deputados, di-
lana ii Auna ilumina nuancoun. ...,, ,...., ii.es nedl em .marte nue de- boa admln stracao da juslica do que eu
Appe antes, Autonio rabiao (le Mendonca e.,*0"8 ve,es mes pcui. '"' af""JJ"e D j0 Anotado
< m..lhr .nni.ll.dr. R.IMan Ins.. Pao. monstrassem ao paiz emcomo os elle.lo, que CfcV. IJ. Jo 11 o, c-i.ni Miji'ii.ii :i iini:i appellat;o. e recur
de revista para o .npremo trii>uaal de jusiicai
Portaoto, ainda snppondo que o magUIrado
possa l'titir aosseus devores com os olhoi era
votos; .nii vo de amor e nao de odio para o povo, v->e
que Dioba csaa grande probabilidade de qoe
por este meio elle adquia a ir>tluencia precisa
para ser deputado ou senador/
Nada inais direi a respeito da incompatibill-
dade, Sr. presidente, e passarei a breves retle-
\ni's a respeito de uin emenda que esta sobre
a mesa, quero fallar da emenda que tem por
fim revogar a disposi(o da |ei promulgada em
i80, que determina que os juizes de dlreito
mi contem antiguidade do lempo que servi-
mni no parlamento.
Quandose tratou aqui desta dsposifao vote
contra ella ; e assim proced porque me pare-
ca, como ainda hoje me parece, que se fazia
urna tojustica relativa. ( A/ioiados.) tu via que
os Srs. militares no perdiam a sna antiguida-
de ; via que os Srs. lentes dot cursos jurdicos
e das escolas de medicina nao perdiam as suas
antiguidade*; euviaqueos em|>reg*dos de fa-
Zfnda nio perdiam as suas autiguidades; va
lambem que no se estendia esta disposicao
aos Srs. desembargadorrs, e cnto disse comj-
Ho : porque razo se h de hnpor esta penaiao
hmente aos juizes de direlto ? Isto he injus-
to.....
OSr. D. Jote: Apoiado.
O Sr. Montes Sairnenfo :Oulra consideracao
houveque prsou no uieu animopara cjueeu nao
dsse o meu voto a mencionada disposico, e
vem a ser a pcisuaso em que eslava e eslou.
de que o lugar de deputapo he um onus ; posto
que seja um lugar muito honroso, posio que
para mullos, ou para alguns, seja um lugar de
deleites, comludo no se pode considerar assiin
em geral ; sabir da sua provincia, e por conse-
Euinte ter de delxar a sua familia, vir para o
io de Janeiro, luiarcom o poder, ncorrer em
odios c iniiiisades, como Incorrem aqurlles
que se oppde aos desvarios e desmandaincntos
do poder, e aos Intcrcsses particulares, he se-
guramente tarefa mu ardua.
Ora, considerando eu assim, considerando co
mo considero onus u lugar de deputado, no
podia nchai justo que ao magistrado que viaha
carregar com este onus se Ihe unpuzesse ape-
na de perder no tempe das sessdes a sua anti-
guidade. Votci, pois, cont'-a essa disposico;
fui vencido, como infelizmente o sou quasijposit;o" do" nobre deputado he rep'clllda "pe
sempre oesta casa. Agora quer se a revogai'.o? conscjeDC,a o pax
desti disposico No acho bonito, nem deco-j Atgumas-vozes : [Shlo nao tem raio, mas
rom que xquillo que se fe* em 1850, j se des-jem lU4j0 M,dl, ciisse niU([o bem.
mauchc em 185?, mas.... s OSr. Paula Fonseca ( pela ordem ) pede o eu-
L'm Sr. Deputado um aparte que no pode-|CCrraiueii(o da discussao.
inos ouvlr. f Decidindoa cmara alfinmlivamenle, pio-
( Sr. Moma Satnenlo : He *da acho que todo o lempo he lempo de desmn- jcinos.
char un erro ou de reparar uiim injuslica ; mus O Sr. Aprigio manda mesa a seguinle de-
quando assim no fo>se, quando nisio haja de-claraco .
zareu nao inrorria nelleporque no volei Ucclaro que votci contra todos os aug-
por essa disposico por conseguiute vou cuhe- mcnlus de orenados c vcnciincntos dos minis-
reute comign votando contra a emenda de que Irof, presidentes, esembargadores, e inembros
trato, e bem assim contra a que consagra a mes-1 do tribunal supremo dejusuja
dijelto, bons de*embargadores, bonsmembros
do supremo tribunal de fustea.
Gmquanto, pore*m, as escolhss dos magistra-
dos forem determinadas por cooslderaces ex-
tranhas s que devem servir de norma de con-
ducta aos ministros, emquauto se chainarem
para a Importante classe da magistratura aqnpl
les individuos que forem ou genros, ou sobri-
olios, ou flbos dos ministros ou de srui ami-
gos e correligionarios, corno deigracamente te-
mos presenciado, embora nesses Individuos se
nodesiem todos os predicados de que devero
ser dolados para poderem ser bous julgadores,
facam o que fiereui, decrelcm quantas Incom-
patibilidades quisercm, continuaremos a de-
plorara ezstencio de membros que deshonram
a classe da ruagisiratura, e o paii no ter Uoa
administrarn de jusilla.
A nica garaniia segura, Sr. presidente, con -
tra as prevaricares he a probfdade, em (oda
a extenco da paUvra, dos juises, he a sua in-
lelligencia e saber ; facam quantas leis quizc-
rem, fulinlnem quanias penis de responsabili-
dade quizerein, se os magistrados nao forem
homens mnralisados, honestos, instruidos, nun
ca teremos una boa magistratura. Com bous
magistrados anda as peiores leis sao supporta<
veis, dina PUtio...
OSr. Jos : He urna grande verdade.
O Sr. Moraer barmento: Eu alegrei-mc
Sr. presidente, de ver no relatorio do Sr. ex-
ministro da juslica consagrada esta grende ver-
dade, nio obstante ter certeza de que elle pro-
cedeu em grande numero de casos como quem
peusava de modo diamelrahnente opposto ; e
ategrei-ine porque essa declaracSo rne d es-
peranza de que approxima-sc o da emque es-
te peusamenlo, que j foi manifestado ale por
quem mais o conlrariou, ser o nico que de-
termine a escolha dos magistrados, porque as-
sim no teremos de deplorar a desgraca ue se-
ren chamados para o importante cargo de Jal-
gador hon:eus rccnuhecidameute iuhabililads
para isso, j pela sua falta de luzes, j pela sua
falta de probldade, j por outros defeilos, ou
por lodos elle* junios, como, torno a dizer, iu-
felizmente sobretud nesles tres ltimos anuos
lem acontecido J ( Apoiados.)
Iteconbeco, Sr. presideule, com o hourado
deputado pela prorincia do Rio Grande do Sul,
que a magistratura braiilcira contm membros
luuito distinctos no s pelo scu saber, como
pela sua iniegridade, pelo seu espirito de rec-
tiduo e pela sua coragem contra o poder; folgo
de o coni'essar ; mas peco licenca a V. Ezc. e
casa para dizerque no concordo com o honra-
do meinbro quaudo disse que o rasil se devia
ul iii.ii da uiagislralura que tem ; quaododisse
que a maiorla dos magistrados era digna das
l>euc.ios do paiz pela sua alta moraiidade (a~
poituios ) e lllustrafo. (Apoiados.) Ku no
concordo nisto : protesto contra esta proposi-
co. ( Herlamaecs. J Noent'arci em dcscnvol-
vimentos; no desejo magoar a uinguem ;
no desejo cll'ener a iieuhum menibro
desta classe; conlenlo-me em fazer este pro-
testo, porque eslou convencido que a pro-
ma pena aos desembargadores!
Sobre mim nao recahir responsabilidade al-
guma de que j se queira revogar em 1852 o
que se fez em |8d. porque eu no.coucorrl para
o que se qur desfazer, pelo contrario tiz o que
eslava da minha parle para que tal injustica
no consagrase na legislaro.
O Sr. D. Josc: E fez multo bem
(..Murados dcpulados, 'J de julho de .852.
Aprigio Jos de Sonta, t,
SEGUNDA PARTE DA ORDEM 1)0 DA.
OBCAMEKTO DA JUSTICi.
Conlinua a discussao do ornamento da justifa
e com as emendas apoiados.
OSr. Taques : U nobre orador que se oc-
cupuu na sesso de honlem do orramenlo da
O Sr. Maraes Sarment: Devo, para con- juslica propos-sc demonstrar que as despezas
cluiromeu discurso, protestar cimara que publicas que corren por esta reparlico lem
ninguem d maU importancia necessidade de sido extraordinariamente elevadas nos ultimo
quitraanuos.aoines.no lempo que o servico
tem sido cada vez peior ; por oulra. o hourado
I'i.-.mhi do Sr. desembargado!'
Freir ao Sr. desercbanzador Talles a
e.uinloappollar.ao em que sao
Appellanie, o juizo de auzeule desta cilia-
do; sppelladus, Johnslon Patcr 6i (!om-
ptnhfi.
Pasaou do Sr. desembargador Telles no
O Sr. Morats Sarment l .... que ninguem orador sustcnlou que as instiluicoes, a cuja
deseja que haja memores magistrados do que f'enle se acha o ministro da justica, gastara a<
u. mu.her; .ppcllado, E.I.T.0 Jo.c l>,cs | SJS'^., K .e^r^i^d. d...,.o'K;
larrelo. (ineompaiibidades ; mas elle, em ves de o fa- _.
Luqa 'lerom, iain por dianle repeiiudo sempre a pro- Cu ; ecnnlraestc proleslo nenhuma illaco se tualenlc mais do que nunca, cmquauo que por
a Se-' postean que justamente se cmbale; Isto he. pode tirar de oppr-me eu a que sejam priva- outra parle produzem menos bem, nao prcen-
1 que quando v* magistrados nio poderem ser dos os magistrados de lerem asseutn tiesta e an che.n osseus hos. Se o honrado iiieinbro con-
que qua
elettos, elle
w.* ...oglslranos uno pooerein aer dos os nn^.................. .^.-------------------------
... dcixaro de ser polticos, de ser oulra cmara, porque, como as*s tenho dito, senuisse lornar concludcnle a sua demonstra
partidarios; assim he impossivcl decobrir se a nao he disso que espero o resultado qudese- cau, por cerlo que elle lena leilo um ataque
verdade. jo ; nao he por semelhanto modo que euteudo batanle vilenlo a actual ordem de cousas.
Bu poderia ainda entrar cin oulros desenvol- qUe ho de consegnlr-se bons magislrados. Ooter a malor soinma de iililidadc com o menor
vimenloi para mostrar que os mcus adversarios Uepclirei aquillo que tenho dito um milhao diipendlo, com o menor emprego de torcas,
nos seus vos de apia, pois conhec" hern a
distancia em que meleno dos seus talentos, da
sua illustraco ; a cmara permitlir porm
queeu exprima com a fraaquea que Ihe devo
as minhas oplnies acerca dos inesmos assump-
los de que se oceupou o Imnrado memhro.
Comparando o art 3* da proposta do gover-
no com as despezas da mesma repartico ante-
riormente aos ltimos dez annos, o honrado
memhro declarou que o orcamento nesta parle
(em tldo urna elevaco exlraordinaria. Sem
duvida, Sr. presidente, oorrameoto actual do
ministerio da juslica contm urna verbat tana lo
superior s decretadas as leis de orraiueals de
outros annos; a questo, porm. no be slrn-
plesmente de comparaciio de algarismos, a
uesio he se este augmento de despeza se
mida em inleresses reaes. se esle augmento
de despeza he exigido pelas necessidades do
paiz. A elevaco que tem lido as despezas fei-
taspela repanico da juslica no he devida
u gerencia desta paite da administraco, se-
gundo mesmo a opinio do honrado deputado,
no he devida lambem vontade do ministro
da justica.
O honrado membro sabe que a elevaco das
despezas do oicamcnto da justica lem lido lu-
gar em \ ii luir do voto do poder legislativo :
porlanlo o que cumprfa discutir era se nesse
voto linham sido bem consultados os inleres-
ses pblicos, a utilidade do paii. Se o honra-
do membro compararse o orcaincnto actual
com o orcamento do anuo de 184I, votado pela
opinio poltica a que perlence o hourado mem-
bro, vera que addiclouando-se ao orcamento
desse anuo os augmento que dahi paraca lem
sido volados pel coipj legislativo, rjufl \-as-
sando a ser jiagospel is cofres gcrac os paro*
ellos, os eiiipn-gadas das uathetiracs, tendu-se
augmentado os ordenados de juizes de dtreito
c juies mnnicipaes, vera, digo, que nenhuma
exagersco se dva no pedido do governo no
artigo de que traamos.
Se o honrado membro accrescentassc ao or-
orcameulo de 184(5. em que se l'nou a despeza
(cita pela repariicao da JasUea em i,74:37l/. a
quantia de l45:000jjf de augmento de ordeuado
ao^ jui/.es de prmeira insuucia, a quantia de
478:000/, com as despezas do culto cargo dos
cofres geraes, a quania de 2(j:000j com semi-
narios episcopaes, e mais a quaulia de -.'"'.,''
com a despeza da represso do trali o, que ou-
tr'ora no se faiia. vena a soinma dcste or^a-
eulo elevar-se a 2,24*2:000/, omina superior
xada no ai ligo da propona que se discute. O
exame c coinparaco de alguus paragraphos
do art. da le do orc.amcnlo dn l8ili, coui os
paragraphos do artigo que se discute, mostra-
ran! ao honrodo membro que nenhuma exa-
geraco ha no actual ornamento d.i repartico
da Justina. Eu chamare! a aticnco da cmara
para algumas verbas que apontarei.
No ornamento de 18*6 dava-se para o corpo
de munlcipaes permanentes a quantia de ris
3!t;28ri, e noorcamento actual se d a quanlia
de 28!t:2l !#. Este augmeulo de despeza he re-
sultado do augmento de sold que pelo corpo
legislativo se coucedeo o anno passado s pra-
cas de pret deste corpo, he augmento de desbe-
za que foi aqu discutido e approvado o anno
passado ; a aun utilidade uo foi contestada
he
urna despeza que nao se pode deixar de consi-
derar como productiva, como ...II. !'ara a .1- SU..2f ^.V ."f.'.'."'.?.'..? ."Sf?f!5
comparar as despezas feitas nos ltimos qua-
tro annos i>ela repartico da Justina, com as
despezas feitas pela tuesma repartlcd nos an-
nos anteriores ; porque j na sesso passada o
honrado membro pelo Para Instituto um .mi. -
Ihanle debate, e o honrado memhro destacaaa,
que eulan oceupava a pasla da jusilla, respon-
deulhe victoriosamente : nao reproduzlrei
pois esse exame, porque no poderia seno re-
petir, c mal, aquillo que ento disse o honrado
Miembro pelo Ilio de Jauelrn ; pedirei smente
a attenco da cmara para os resultados da ees-
to dos dinheiros pblicos por esse ministerio.
O honrado membro cbatnou a discussao para
o ponto de saber quaes eram as economas que
linlia leilo o ministerio dajustlsa de i9 de e-
lembro, tendo recebldo um^rcainentoavulta
dissimo que se elevava quantia de *z,'22o:00oi'.
Primeirameule a cmara sabe que o ministerio
de 70 de seleuibro quando subi ao poder en-
controu j quasi concluido o orcamento, que
foi adoptado para reger nesse eierciclo de IS4M
a Ifl-i e no seguinle ; foi a opinio a que per-
lence o honrado membro pelo Para quem con-
feccionou a le da orcamento de 1848 ; o minis-
terio de *2 de seleinbro, subindo ao poder as
vesperas do enerrramento das cmaras, vio-sc
na necessidade de aceitar esse orcamento sem
alioraco alguiua quando la ser volado pelo se-
nado, reconhecendo todavia que nesse orca-
meuto h.iv 1,1 algiima exagera cao.
Ora, o honrado membro a quem respondo
perguntou quaes eram as economas que se tl-
iiliamfcilo na execucodessa lei ;as economas,
senhores, sao patentes. Se o honrado tnembrn
cousullar o balanco de 1848 para 1840 encon-
trara sem duvida que, sendo a quantia lixada
para s despesaB da repartico da juslica de.
2,220:273*781, smente se gastou por esta repar-
lico no exercicio de 1R48 a IR 19 a quantia de
1,720:082^313, liavendoum saldo de 50;l91/4(iS.
Se aiuda o hourado ineuibro consultar o ba-
lanco distribuida na casa, pcrteocenle ao exer-
cicio de 184*J a I8MI, ver que seudo a mesma
somuia votada para despeza dessa reparlico,
ncie exercicio, apenas se gastou a quaulia de
i ,*'!- 7TT^''t haveudo porlanlo una economa
ilr- .'iMi:l:n;.'i I?, islo he, de pouco mais de um
scito do total do orcamento neste anuo e de
mais de um quiulo no primeiro anno da le,
Ura, parece-me que o ministro que ecooomisu
um quinto da soturna votada para despezada
sua repartico merece smente louvores do
corpo legislativo. [Kpoiados ) Parecc-me por-
lanlo que os algarismos que o honrado mem-
bro pelo Para gosla lano de cousullar, respon-
drm de um modo satisfactorio sua queslo.
O Sr. Souza Franco Houve economas
no se s-tisl'azendo aos servidos ordenado.
O Sr. Taques O honrado membro, senho-
res, disse que alguns servaos decretados dei-
x.u un ti- ncr sntisteitos ; que, por cxemplo.
cento e tantas parochas deixaram de ser pro-
vidas. Mas essas parochiai, senhores, deixa-
ram de aer prvidas por culpa do ministro:'
O Sr- Souza Franco Ma* nao houve econo-
ma, v>lo que se dcixou de fazer essa c oulras
despezas?
O Sr. Taques Se essa despeza, em lugar do
ser feila pelo cofre geral, coutinuasse a ser
feila pelos cofres proviuciaes,,4enain essas pa-
rochas mais bem servidas ? E' o ministro da
fura Helia,
,. >iini iiiui lidia tiiuai la.iiut. *,..*.**'"- ...|^.... ., ( ..... ( ... B.
5r. deembargdor l>ereira Monteiro a se- tlttMBUm o erro.adrofaih urna causa dcsar- de veies, nao s nesta casa. ...
gumte appellavao em que Silo : i raioada e injusta poderia entrar na demons- he ipic bons magistrados se bao de ter quando o cial
Appellante, O promotor; appellado, o juiz| traco de que pela mancira por que a juslica governo se houver de um modo diverso da-
de direito
I.l-I I.II.LI.Vl--..
Ao Sr. desembargador Telles o seguinle
aRgravo em que silo :
Aggravantes, a viuva e herdeiros do ICxm.
marquez do Recile; aggravala a admi-
iin.l'ac3o dos estibelecimcnlus de cari-
dado.
App llint.'s, Manoel Thomaz l'ereira e ou-
FOLIIETIilI.
0 CONDE OK CARI AGN0LA.C)
(POR MOLE -. i M i u ii i M m i .
PAIMEIHA I>ARTE.
I.
O triumpho.
'lii.nj iodo inteiro eslava de fes la; logo pela
M,..n!i;i i ,i- lojas se fecharan), c as casas foiam
decoradas de bandeiras ; o pevo apinboava-sc
naa ras, e as jinellas cstavam cheias de mu-
Ihcrcs bonitas, que nesse da se tinhain ornado
com suas m ^'-..i iiicsin.i )m ir-.i que tinha vislo cahlr a
>''lnxa da duqueza Heatrix.elevavam-se, de um
lado, um arco de triumpho colossal, resplan-
dr mu estrado magnico decorado de sauefas de
purpura eouro. Esse estrado era reservado ao
duque Visconti, que o oceupava com sua fami-
lia c com os personagens mais eminentes de
ua cne. Elle era guardado por quatro com-
I'.hiIii.i. de soldados stiiisos os quacs manli-
"ham o povo em urna certa distancia.
Todos estes preparativos lohara por llm fes-
tejar a entrada em Milao do conde Francesco de
Cannagnola, o qual ha tres annos apenas que
P'dhppe *'aiia Visconti olinha elevado, de sim-
ples soldado que era, ao posto de capilo, pri-
i'irirainenle, depois o de general em chefe de
rus i u mos, tlnha-lbc conquistado rnais el
dadesegauho mais balalhas do que tiuham
teiio em dc> annos todos aquelles que o haviam
precedido. Seus raros tlenlos mudares, que
desde odia em que elle os pode pi em evi-
dencia, nao linham Jamis recebido a aflrorita
de um revs, a habllidade poltica de que deu
piova em certns casos em que se vira obrlgado
> aubstliulr a diplomacia ao poder das armas, 0-
( *) V ide i>i'n i u. iC
tal he o principal problema de ccconoiuia so-
la
ara sustentar a sua opinio o honrado meta-
he administrada no nosso pa/., n._, ha essea pe- quelle que ale hoje se lem havido este respei- bro constderou em geral o osamenta da jusii-
rigosque os nobres deputados suppemcm al- to. Tudo, Sr. presidente, depende da escolha fa ^np^aildO_M_fMfPM 5^^""*^
guns magislrados tomarem parte na poltica da
paiz; poderia, poi exemplo, dizerque, quauto
ao crime, oo sao os juizes de direito quem jnl-
gam os julgadores sao os jurados, e posto que
o juiz de direito lenha a ailribuico de confor-
mar-te ou delxar de conformar-se com a deci-
siio do jury quaudo entender que ella he contra-
ria prova dos autos e evidencia resultante
nhau-no leilo de repente e um coudotticre
obscuro c dcsconhecdo na vespera, o homem
mais nolavcl .la Italia. Desde o principio de sua
carreira, leve que combalcr os mais Ilustres
capitcs dessa |ioca, os Hraccins, os Pandolfos
Malalestc. os Palavlccinis, os Sforzas, todos ho-
mens que ajimtavam s mais altas capacidades
essa experiencia e esse hbil, que na arle da
guerra podem supprir as maiores qualldades.
e lodos esses homens superiores virama victo-
ria, at eulo to fiel s suas bandeiras, passar
para as de < arintagnola.
Grabas a elle, o duque Visconti era a essa ho-
Kxe. certo, assim co- urna contestado valiosa opinlao do honredo
s bons juizes de di- membro pelo Para: nao posso acuinpanha-1
Iiiniin-.\ .H dava-se na le do orcamento de IRI
a quaulia de m.lUi/; noorcamento actual se
daquentiade i ..i..ii< i,\ lie iiniauginenln de
despea que tem por fiindamruto a uonveolen'
cia, os inleresses pblicos; lie porlanlo um an-
menlo de despeza pro Micliva, til
Os auginculos de despeza que tenho aponla-
do no podem ser considerados da classe da-
quellas despezas de que fatlou o honrado mem-
bro, dixendo que a despega tem crescido ao pas-
so que o servico he peior.
Ao passoque algumas verbas do orcamento
da justica tem augmentado, a despeza com ou-
lras tem sido diiniuudas. Chamo para esle
poni a allenco da cmara. Gom a cathcdral
c capella imperial do itio de Janeiro gaslava-ae,
como se ve do orcam-Mito de i i a soinma de
80:*7'/l)0o ; no actual pedt-se para essa despe-
za a quanlia de j;/1 ciiuentos dos empregados di cailiedral melho-
i.ii mi, em virlude da autorisaco que para es-
le iiui concedeu o corpo legislativo ao governo,
3uc nsou dclla no decreto de ll) de seleuibro
e 1850. A di-5peza com a polica e seguranca
publica, deqieza em que tem inuilo arbitrio o
ministro da jusliea, en pela lei de l8* de i74
coutos ; no orcamento actual se pede para este
mesmo Um a quanlia da l!M:000/iiOO Desta
sorle comparando-sc um orramentu com ouiro,
vc-se que o augmento que lem lido as despezas
pela repartico daj-istica tem sido com eslabe-
leclinenlos nos quaes era preciso algum aug-
mento por utilidade publica, ao mesmo passo
que se lem diminuido a despota em oulros, e
naquelles ramos em que malor arbitrio tem na
despeza o ministro da juslica.
Por aqui j se pdc ver quo infundada he a
arguico de alguns uohres deputados, de que
n governo despende largameule os dinhei-
ros pblicos para iriuinpho de scu partido, (te
seus amigos ; todos os augmentas de despeza no
orcaueniu da repartilo da juslif a lem sido exi-
o tenho esperanca de de fazer gtdos pelas necessidades, pelos mercases do
paiz.
Ku ni
daquelles que se houverem de encartar na car- se fazem por esta reparlico com as feitas em
reir da magistratura. Escolha o governo com oulras pocas ; desceu depois ao exame do es-
o cuidado, com o zeloque o dcvla caracterisar, tado da magistratura, especialmente da pn-
e que no o tem caracierisado al hoje, smen- melra instancia, c da guarda nacional, assnmp
le aquelles hachareis que se liverem distingu- tos que escolMeu para a applicacaopartcula i
do pela sua probldade, pelas suas luzes, pela da sua opinlao. N,~*
sua inoralldadc,|e fique V
ino cu eslou, dr quf tere
mundos, aeu.ostu niaciicuti. bron/.ea.io, atoo- mas entao vosa seuhoria uo esta ao servico de
gado pela miseria e pela devassida marcado nosso honrado duque?
com esse cunhobrilhanle que cada vicio imprl- Nao, spu esirangeiro. E porque raz.o o
me sobre o pl.ysico medida que penetra n'al- duque VissVnti em ves de collocar-sc no prunei- buzn. hoje amigo c consellieiro do duque \ is-
na. Este individuo era pequeo e secco ; mas ro lugar para poder ser visto de todo scu povo, conti, percuma is ras de Mil.o vestido quasi
debaixo de suf fragd corpulencia, adevinbava- se conserva obstinadamente escondido no meio como eu ; mas elle Utiha sobre mim urna im-
se urna natureza llexlvcl cuma grande forc de seus corlezos, como se temesse mostrar-sc mensa vantagem, pois nao percorria as ru.s de
muscular; sua physionomia an.iunciava a asiu- em pleno dia ? |Millo s; u.ua irn.a. o aconq.anhava caniando ; propostas .neleein a ^ofeitas,^e U as enbo
cia.masessaasiuclado ticre da qual a cruel- Vos mesmo respondis, senhor ; be por-,e mendigando por todas as encruulhadas. c ; sempre rrjeiado tomo reje lo agora a ,osa.
toFteZmMKWO o tiu. c o i ovtl que elle teme moslrar-se em pleno da. essa lroh er. tao bella que sua be..c,a bnlha- jlglior. JlM-pit taJsjes, Mt^
Alguns passos distante achva-,e um perso- De veras? Mas que molivo.... (va a despeito de seus farrapos, c por toda a ~'PJnJf- jjj1* dc mml,a Ir"ld-fl C
nagem que contraslava de um modo not.vel Que queris, senhor ? o bomem he per- parle em que cantavam.< osjoyens lida.gos mila- meu proprio r"8C- .
" ito. 5c a nalureza deu em parlilha ao nosso ; nezes paravam para ve-la mais que para escu- Sao com clleilo grandes obstculos mas
lalvez que nao sejatu Invcnciveis, he o que ha-
i me occupirei um- especialmente em
mi i" i n tmmmmmm^tmi
(.outal-m'a, isso fara pissar o lempo.
Olhai para mim, signor, disse Gat>rino ;
est bem! ha vinto annos, o Napolitano Gam-
i >r certo que nao c creio que o hourado
membro que me iiucrrompe nao aigui o no-
bre ex ministro da justica de baver demorado
qualquer proposta dc parocbos fciU pelos dio-
cesanos.
Se no estado do nosso paiz a vida sacerdotal
nao tem basta mes incentivos, se nao be bas-
tite procurada, se no ha mcios p^ra se for-
mar nm clero instruido e abundante para o
proviuiento dc todas as parochias e satisfaco
das necessidades do culto, a culpa sem duvidn
nao he do nobre cx-mluislro da justica, a cau-
sa he outra.
Enlrelanto, Sr. presidente, cu recordare a
cmara que opinio que actualmente se acha
no poder, e principalmente ao nobre deputado
que foi ministro da juslica depois dc 29desc-
tembio, deveo clero do paiz alguma cousa,
porque fot esse ministerio o primeiro que st>
lniii.ru i de dotar os seminarios episcopais, di
fuer alguma cousa f^vor da educa^o c ins-
trueco do clero, para que teutuuios um clero
mais numeroso c illustrado.
0 honrado membro, proseguiudo na de-
ini.iisii .ir.ni dc suas proposi^es, ainda sus-
tcnlou que o servico da repartico da Justina ia
em regresso, era peior do que nunca, porque,
reeorreudo-se a dados estatislicos do paiz fio-
se que o numero dos criminosos levados aon
Irbunaes nos ltimos annos tem sido malor do
que o numero dc criminosos aecusados nos
anuos anteriores ; e o hourado membro ainda
fez apparecer urna grande disproporfo cutre o
numero dos criminosos julgados no anno dc
1->.n e o numero dos julgados no anuo prec-
deme ; porque, disse eile, em 1850 se julga-
ram !>08 criminosos e no auno seguintc 1,518,
dc sorle qne houve um augmento de mais dc
600 reos de um anno para o uutrn.
Mas o nobre deputado v que no era poati-
vi I que dc un anuo para o ouiro tiouvesse un
augmento to graude de crmes ; o nobre depu-
tado no considerou que dos mappas que
acompanham o relatorio ultimo do ministerio
da Juslica, um he do criines com metidos _c
ti e a la innaa cima da pusteo iniscravel cm
que ambos vegetis.
Signor, responden Gambuzz, tenho ate-
licdade de ter bstanle intelligcucia para com-
prehender as cousas a meia plavra. Adevinho
sem cusi o motivo do interesse com que vossa
senhoria se digna honrar-nos, mas as mesinas
com seu cq-iivco vizinho;
era alio,
fe i
iros, reluinbava cnto por toda a Italia. allirmava que elle basta sabido das ultimas
classesdu pivo, quem pretenda pelo contra-
rio que a superioridade de seu espirito, a va-
riedadedesrus conhecimentos, a dislincco dc
seu carcter, eram slgnaes cerlos dc urna alta
origem. Em summa ludo era u.yslerio e incer-
lesa a seu respeito, oque nao fazia seno cres-
cer a curiosidade de que era objecto, entre as
mulheres principalmente, porque havia um
ponto sobre o qual todas as iuforinacdesse reu-
iii.un com um maravilhoso accido, be que el-
le era um cavalleiro moco e bello.
Esperando o triump'iador, a multido que
invada a pra je do palacio ludia sua Impacien-
cia com gracejos e cplgrainmas dirigidos aos
rurie/os da dnque ; rlsatlas accolhiam cada Um
desses gracejos, excitavam a vcia dos moleja-
(uii-s um homem, principalmente, entre essa
plebe Inslenle e critica se distingua pelo co-
Dhecnuento profundo que ruoslrava da corte
de Visconti, couhecimeuto que admirava a
quem conilderava seus vestidos velhos e lin-
io, mas com precacao, c cuino se livesse le- elevou a altas dignidades dous capitcs de seu seu cosiume, em um capole q
.ido ser aocrcebido por aquelles que exami-texercito. por que estes, prevenidos dcantrmao inleiramentco roslo, o duque esperuu que
.!.-____!J^._ _n.*A_..u ,,,.!...,.. I..II a .,,.!..! 1 i!!.',,' lili. .1.1 tllj lllllMl I t.lll
Os gracejos do povo n,o linham o poder de
fn/.er que o menor sorriso se Ihe dcsllzasse pe-
los labios, mas elle cscutava com um interesse
vistvel ludo o que se dizla sobre o duque e so-
bre aquelles que o cercavam; algumas ve/es
mesmo digoava-je fazer urna per^unla ao ho-
mem que pareca conhecer lo peieitamente a
corte do ouque, perguuu a que esle lisoogea-
do de se ver interrogado por um tal persona-
gem, se dava pressa cm responder com muiu
miiiuciosdade.
Eulo, disse o homem de pluma encarna-
da, esse senhor to negligentemente vestido,
que lem a gorra enterrarla at aos olhos. e de
quem quasi que se uo ve seno o gibo, he,
seguudq.disris, o tiuque Visconti?
He o duque Visconti, siiu, seuhor; to
certo como que cu snu o toldado Gabriuu, e co-
mo que vos lendeso ar dc um capilao valcnie-.
por alguma alma caridosa, pode rain sustentar belU cantora livesse laucado su* ultima ola,
seu primeiro aspecto sem estremecer, c sera depois quaudo ella se re ilion com o braco cu-
dcsviar a cabeca. lacado no do irmo, elle seguio a ambos de lon-
Isso he urna extravagancia exlraordinaria. ge, e de modo que no desperlasse sua atteu-
Equein he aquelle homemxnho de cor more- vo. Elles inoravam na exiremidadc da cidade,
na que csi diante do duque em urna postura mas ainda que livcssem andado durante dozc
lo humilde e to submissa?
He seu secretario iutimo, o senior Eric-
cio, homem hbil, o qual como vedes, leva a
negligencia em seus vestidos al imuiuudi-
cle, alim de fazer a corle a Viscouil, cuja leal
desU'S vestidos esl'jrrdpados, t um ciuprego lu-
crativoein vez, de alguns miscraveis scud que
apauhas no lodo dos ros ?
Oh! eulo, exclamou Gambuzsi,cujas fei-
jOcs se dilataran! dc repente a esta bnlbanic
perspectiva....
-- Eiuiro, rcspoudeu o homem de capole, com
is, elle os icria seguido sempre. Kmlim os f um lom geiramenle irnico, uo realaria mais
dous irmos pararam d'anle dc urna cabani- queuui obstculo, a virtudede la innaa,
nhS arruinada, encostada nos murosdacidide ; He verdade, respendeu Oamussi com nc-
uuandoiam entrar, o duque aproximou-se dc gli^cucia, mas quem pude lisongcar-se aero-
Gambuzzi, c baleudo-lhe no hombro, com o ros-' nheccr o coracao das mulheres, c quem sane
Oieterlof
Ah.' signor, ha ahi urna histoiia interna
en tao o canior ao duque.
Pcrguutar-le seno desejas elcvar-le, a
Xantiauar-se-ka).
ILEGIVEL
. >


-L-l
julgados no nno de 1810, e o otitro he doi
criines julgados no anno ile i s.">. commellldoi
ou n.iii nrsse anuo: le o honrado meiabro
i-ompaiasse o mappa de i850 que acorapanhou
o rclatoiio dcala anuo cuno mapa dus julga-
menlosdcsse auno que acompanhou o u-lalo-
lio do anno pmiado, vera que olotal do
reos julgados do auno de 1850 ful nao dd 908,
man 1,408. A razo por que no mappa que
acnmpauhou o ultimo rclalorlo da reparUcao
da juslica o numero de criminosos he de DOS,
he por que o mappa se refere aos ciiines julga-
dos e coimnettidos denlrodesse anno como ae
di'prcbendc du titulo du mcsioo mappa (lj|
c u uiappa aeguinte lie um apanhaiiienio rcla-
11%- ini-iiii- .i" anno de iS.r, c tciu um titulo
multo direrao (leudo): a Mappa dos criines
julgados pelo jury em 1861 na corle e provin-
cial. Rao declara que sejam crimcs comme-
ii,i,i-. nesse auno....
Porein, Sr. presidente ainda que o numero
de ciinies julgados nos ultimos anniis seja
mullo malocduque ouumcro decrimes julga-
dos noa anuos auteriores, nao sei eiu que se
lunda a arguico do honrado membro de que
hoje a a,lmu i.ii.>v.ni da juslica he pclordo que
a do lempo ciii que scus amigos cstavain no
poder., Pois senhores, he peior a adminis-
tiaco dajustica quaudoella conscguciiiclliores
resultados, quando arrastra aos iribunaes maior
numero de crlininusus? Me parece que a argu-
inema ,in do uobre depuiado he luleiraincnle
contraproducente. Maior numero de crimino-
sos ti ni sido ltimamente arrastrado aos tri-
buna ; logo a adiiiinisliaco da juslie a be
ruelhur, tem preenchido inelhor u scu lim,
que he a puniciio dos dellctoa
U Sr. Soiiin Frailen : O seu lim headi-
nlnuico dos crimes.
O Sr. Toan Pois, senhores, quanto
maior numero de ciiminusos fram_ punidos
tanto maior nao deve ier o ejemplo
O Sr. Sonsa Franca Devem nos anuosse-
guintei diminuir, eaugmentaram.
O Sr. Taquea- l'ois se amaior repressao
ilos crimes nao pode produilr os efteitos que o
nobre deputado deseja, que lie a sua diminui-
do, nao sei o que pudera produ/.ir esse resul-
tado. Entre os meios que concorrem para a
diininutco dos crimes, um, >cm duvida dos
hus valiosos, he a punirn dos ciimiuosos;
nuc mi,i que o hunradu membro quer que
no outro lempo a adininistracao da Justina
fosse inelhor porque poucos erain os crimes
que se puniain.
O sr. Sou Franco Poucos se coinmcltiam.
O Sr. Taques Para que a arguincntacao
do honradu membro fosse proccdcnlc seria
uecessaria que deinoustiasse que os crimes
actualmente couimctidos sao em maior nume-
ro, e Isio pode demonstrar, porque nflu le-
mol uina peilcita cstalistica duimperiu.
O resultado oblidu do maiur numero de cri-
mes julgadus pelos tnbUHiies est ciplicado
no relalorio do uobre cx-mioistro da juslica;
pelos esforros c empenho da anloridadc na
perseguico'do crlmc ; ah ic di o scgiiintc.
He paranlo a esles eslorcos que se deve o
augmento que lem apparecido nos mappas
iinii, ii.ii ni- As palavras du honrado deputado
podeui produzir um resultado funesto, que
vriu a ser o esmurecimenlo das autoridades
na repressao e perseguico dos crimes, porque
u honrado membro como que lauca uin estig-
ma sobre ellas dizendo:
Vede que no vosso districlo, segundo o
nappa queapiiresentais, apparece um graude
numero de criminosos, e se dais noticia de
mullos criines no vosso districto. he porque
nao administris bem a juslica. De mudo que
as autoridades, para se verem livres desta ar-
guico do honrado membro e de outros. cs-
inorecero ua perseguico e repressao dos cri-
mes, .mu do uaoligurar nos seus mappas um
numero cllcvado de criminosos dos scus dis-
Irictos; no entanto que eu emendo que se deve
proceder de diverso modo
O honrado membro nao ai guenla muito
om os mappas dos julgamcntos para avallar o
que se passa no pais. O relatorio do nobre
depnudo que preside :i provincia de S. Paulo,
c que I.....i, ni lu aqu citado pelo honrado de-
pulado do l'ar, ainda o advcrle a esle respei-
lo. iNeste relatorio vera o honrado meuqiro
que os criines de homicidio coinmelidos c jul-
gados cm S. Paulo no anno de 1851 erain'25,
entretanto que scguiido as participares recc-
l idas ollicialiiiciite elles inuntaiiia Vi. l'urtautu,
repito, mi se guie o honrado mcml,ro pcloi
inappas dos julgaiiienlos para avallar o iiunic-
10 dus lacios ci Humosos que desgraciadamente
se djo no paiz.
O Sr. bnu; /'Vaneo Aluda se cuininclK.ni
niais crimes do que constaodus mappas!
O Sr. ragesNao se pode avaliar Deui.com-
parando esses inappas, qiul o numero de cii-
uies comiucllidos us diversos aunos, c lie por
isso que eu digo que o boniado membro nao
pode demonstrar que o numero dos crlmea
que se cuuiiui-tieiu buje no pali he maior do
que os que se davam ha quanu auuos antes.
O que nao se pode negar he que huje ha
nials repressao c puuico dus crimes du que
liavia, ( Spoiados e nao apoiados.)
EU j em outro da demonstre! isto ; c rc-
eordo aluda o cxemplo das extremas do Piaulii,
Ccarc dei:axias, oude lem melhorado inuilo
a seguranca individual, pela priso e prrsc-
guicau dos criminosos, assiincomo cm oulras
paites.
O Sr. Sonsa Franco B das Alagas ha
agora multas <|ueiiai.
O Sr. Taques Senhores, eu deseo a um
ilaquellcs puntos que lizeram o objecto parti-
cular do exaiue do honrado deputado' que
vciu a ser a magistratura da primclra instancia,
O honrado membro entende que nos temos
peiorado muito a este respeito, porque hoje
lemol juizes municipaes qualricnnacs que nao
gozam da perpctuidade dos junes de direito de
que falla a coustilulco, e disse que por uina
urijanisaco judiciaria, de que nos den o es-
boco, podcrlauus ter una magislature inelhor
t- ni ns barata du que a que existe.
Senhores, priuieirameutc direl que nao
rslou persuadido que a organisacao da mages-
tialura da I' instancia, como actualmente se
racha, coiupoila de |uizes de dreilo e de juizes
municipaes, seja opposta a ronsiltuico do
Ksta.io. Abrudo a cunslilulcao vejo com ellei-
toque nella se diz, ciu gcral, quo poder ju-
dlciario compor-sc-ha de Juizes c juradus :
juizes que applicam o direito ao fado, e jura-
dos que julgam do facto ; que os juizes de di-
reito aeio perpetuos ; vejo, na verdade, que
na constiluico o juiz de direilo se conlrapoe ao
juiz de facto; mas quanlo aos Iribunaes cin
que se nao da uiua c outra sorlc de juizes a
lunsliiuican nada uos diz. Veju lim, que a
ousliluico diz que us juizes c jurados func-
iiiu.il .ni ua furnia regulada pelas leis ordina-
rias; c tanibem encoulro no 17 doart. I"Q a
leclaraco de que podero luver juies espe-
H ', na turma determinada pelas leis. Emen-
do, pin i mili, que ua oualiluico nada se cu-
contra que sirva para coudciiiDara ioitiluico
ilnsjui/.es muuicipaes.
O Honrado deputado dlisc : Os juizes mu-
nicipaes san juizes de direilo, porque applcain
n dircitoao laclo, c cnlrctaulo nu sao perpe-
tuos coinu a conrtiluicao quer que sejam.
Proseguindo neste argu'meuto, dir-sc-hia taui-
bem que os juizes de paz o j unes de direito,
porque as pequeas demandas appllcaui o
direilo ao faci.
Ora, senhores, urna constiluico nao he urna
Ici de orgai.isafio judiciaria; urna constiluico
ni si s material au pode dar senau as grandes
kices das inililuicOcs. A constliiiciiu apre-
isrulou, pur assim dizer, o esqueleto do poder
imlii.i ii i i ; he preciso que esse esqueletu seja
revestidu de uiuitos outros clciiicutos para que
Icnbamos o corpo. Eu uo sei que baja paiz
algum cm que exista smenle urna elasse su-
perior de juizes, itiesmu de priiueira instancia
ilesacompaiihada de outras clasica inferiores
Vi Inglaterra e nos Estadus-Uuldos, paizes
que todos os dial sao citadns pelo bonrado uieui
bro como um ejemplo que devemoi seguir
nao ha dinenlc os juizes, ha o sherjs, que
corresponder aos nossos jues municipaes
um allrihuiciies judicial las, e cutral muitaaeu-
li I ules que julgam
Kmlim, nao sel de pas alguiu cm que ae d
cssa simplicldade que o honrado memoro quer
inn- ge d ua nossa maglittalura de instan-
cia. Jaum grande publicista disse, meui se-
nhore, que nai ocledadoi, aulm como ua
natureza', nada he slmplei. I'orlanlo, descuu-
lio multo deiic alvltre qn noi propOe o Hon-
rado deputado.
Eu recordl i InstUuicoei judiciariai que tc-
moitidoe ni i encentre! realmente poca al-
euina em que hooveise mulla dillerena entre
a organlMcio do poder judica,rlo de enlao, c
nellaque boje icmoi
Todos nos fomoi M-
irrtldo tirocinio algum
O Sr. Soiuii Froneo :
sim DOmeadoi.
O Sr. Taqati: Muiros tcmildo nomeidoapa-
ra juizes de direilo leudo exercido lugares Infe-
r,ires, onde se luppdc que tem dado proras de
capacidade. Porlanto, nina grande vanlagtm
da le de 3 de dezeuibro de 1841 he tVjdc for-
mar um tyroclnlo para a magistratura ; o no-
bre membro acaba com ella.
Em 2 lugar havia de resultar do plano do
nobre deputado um graviiiimo inconveniente;
actualmente nal comarcas ha um juii de di-
reilo, e dous, tres e quatro juizes municipaes,
e apezar disso tnuias vezes acontece terem as
cmaras juizes de direito leigos ; e o que nao
ser se se adoptar o plano do nobre deputudo ?
Qual serla o substituto dusjuitea de direito?
Das Importanlissiuias funeces do juiz de di-
reito estarlain frequenli-ineule un nuil,idossulit-
ttulos leigos, ou serla necessarlo chamar o jut?
de direilo de urna comarca a exercer Jurisdlcco
etn duas ou tres. Em ultimo lugar o honrado
membro acabarla com urna providencia consi-
grada ua nossa legislaco, acabarla com toda
O honrado deputado dlise : Hoje aasta-sc
muito, e val lito a pior. > Mas lem&e-sc o
honrado deputado que koje temoa jSlxes de
direilo perpetuos c juizea municipaes ftxus por
uin i i-i lo periudo, porque teui o seulugar-aegu-
ro por 4 annoi: ao ministerio de 29 de setembro
devenios tambeiii ui substituios ou sunplcnies
dos juizea munlclpaes,eom urna lal ou tfual per-
mauencia, porque pelo decreto deui de no-
veuilirn de 1849 acabou-je com o arbitrio que
antes exislia no rcvolvimento continuo que se
diva nos lugares de substitutos ou supplentes
desses juizes
Antes da lei de 3 de dezeinbro, a organlsa-
cao judlciria era pouco mal ou menoi a que
existe : havia na primclra instancia juizes de
direito e juizes muuicipaes tricuaei clcitoi pe-
lai cmaras, com esculla do governo ; hoje
ha os inesmos juizes, com a dillcrcnca de que
os juizes municipaes actualmente nao sao pro-
postos pelas cmaras, e lina nomeados pelo
goveruo.
O Sr. unirlo : Esses juizes nao julgavain.
U -r. Taquu ; Se os juizes municipaes
hoje nao ollerecem grande garanta, offerece-
I i tu un os juizes do ccatlgo do processo ? Eu-
teiideni us nobles dcpntados que fazem pane a luspeceo dos juises superiores sbreos jui-
da opposico que esses juizes municipaes es-: zes subalternos, iospeceo que produz algum
colliidos pelas cmaras dos municipios, quero'estimulo para que um juiz Infeiior lenha todo
dizer, desiguados pelas iniluencias locaes, po- o zelo no cumprlinento de seus deveres,
dcrlain ollerecer mais garanta de imparclall-1 U plano do honrado membro traria muitos
dade e illuslraco do que os juizes escoltados inconvenientes, sobrccarregarla os juizes de
por unidos supremos poderes do estado? Se- direilo de muitas attribuicoes ; nao dara subi-
rla sem duvida urna opinio errada aquellaque, tiiulosaestes juizes; nao daiia lyroclnio para
osusteniasse. a carreira da magistratura ; acabara com toda
Hecordo ainda a organisacao jurdica que essa inspeccio ; licarla nos longiquos serldes
precedeu a promulgado do cdigo do processo os juizes de direito julgando em todas as mate-
criminal : haviam corregedores, ouvidres ras, Meando apenas sujeltos os Iribunaes de
de comarca, juizes de lora trienaes, e juises 2'lustancla, de modo que os recursos se torna-
ordiuarios, alin dos juizes da vimena e de 11- riam muito dillicultosos, e em casos pequeos
miles substituidos pelos juizes de paz; hoje ha nao haverla possibilldade de recurso,
juizes de direito e juizes municipaes; assim a O nobre deputado consciderou que a juslica
actual organiacn judiciaria de primeira ins- de l'Instancia lem peiorado no nosso pali, em
tancia lie pouco mala ou menos a que tem exis- razo da inlluencia que sobre ella cada ve/.
ii.lo seuiprc no paiz com poueas modiiieacoes; mais exerce o poder execulivo ; comtudo esla
as gradaces sao as roesinas, ha dlllerenca sd asserco do honrado membro contraria evlden-
quaoto escolha, e a este respeito eu acho que teniente os factos. Hoje o poder executivo
temos feito um progresso, e nao retrogradado, menos do que nunca exerce inlluencia sobre a
un. me parece que a transferencia da attri- magistratura vitalicia, a le de 1850 acabou
liuii ao da escolha dos juises municipaes, das com as remoedes a arbitrio
iniluencias lucaes para u governo supremo do Uin juiz de direito para ser removido he pre-
paiz foi de inuita vaulagein, fol um progresso clso que o seja para a comarca de superior cate-
imuieiiso. goria, e islolcnde o juiz prebenchido o tempo
Mo digo que conservemos os juizes munici- preciso ; para passar para urna comarca de
pacs com ludas as altribuicdes que aclualmen- igual categora he preciso que requeira are-
le lem. Du seio d.< maioria uiesino ja parti uioco, ou que se ,i,-m fados extraordinarios,
tiuiu projecto modificando as allrtbuiccs des- que se especihquein as razdes da reinoco, seja
les juizes, c cu culcudo que esse projecto me- sulire ellas ouvldo o magistrado c depols o con-
recea appeovaco do corpo legislativo ; entcn- sellio de estado. Anligainenle os juizes de dl-
do que lie preciso tornar taes juizes aules au- relio eram removidos por uinacartinba do pre-
libares dos juizea de direilo, preparadores, sldente da provincia que dlzia: Preciso a re-
cxcculorcs de julgauentos, do que verdadel- inoco de fulano. A este respeito tem me-
ros julgadores... lhurado muiloa magistratura.
OSr. >'u: i Franco: Ja Quaulo aos accessos, nao sel como lie possi-
ti sr. Taqxut ; Eu nao quero queselique vel acabar com os accessos na magistratura,
estacionario, que nada inellioremos... Na Inglaterra nao ha accessos, porque os mes-
OSr. A'ouss Franco: Vil chegando, mos juizes que julgam ciu I" instancia julgam
O Sr. i'a./itr : Agora, Sr. presidente, pe- cm a'instancia. Nos nao temos juizes eline-
cu llc-cuca no honrado deputado para examinar raines que faeam correico pelas provincias, e
u esbocu que elle nos apresenlou de urna nova depois furinain na capital os Iribunaes* de 2'
organisacao de juslica da Ia instancia, pretcn- instancia. Assim inesino na luglalerra o po-
deudo demonstrar que assltn se gastarla menos der execulivo exerse alguma inucucia sobre
e se obteria inelhor resultado. os juizes pelas nomeaces para as presidencias
Ku pens de modo contrario; me parece que dos iribunaes, chancellarla, ele.
o projecto do hourado deputado importara em que vejo be que pela Ici que regulou ai
maior despeza e darla pelores resultados do prouiocdes dos juizes de direlta, e dos desein-
que a organisacao actual. bargadores corlou-se multo o arbitrio do ml-
O honrado deputado deseja que se acabe com nisterio. Aiiligamenle o ministerio podia es-
uma dessas eulidades, que s hajam juies de colber para desembargador um juiz oe direilo
direito e nao desapparecam os juizes munici- antigo ou moderno. Se llnha aeieo a um
paes, que umjuiz de direito tenha por dislric- magistrado mais moderno, dizia be homeiu
lu da sua jurisdico um ou dous termos. notavel pela sua illuslraco; se desejava ei-
Farci o calculo do quaui.o gana a aclualmen- colher um amigo, dizia he um boiuem an
te a juslica de l' loaiancia, e do quanto gasta- ligo, A le acabou com iiso ; o governo be
ria se se adoplasse a idea do hourado depu- obrigado a cscolbcr entre os mala amigos.
I"1"- Devo dizer acamara com loda a frauqueza,
leudo que a
o anti-
cua 8 a ni
..- capacida-
Ici; ha laiiibem Volt juizes muuicipaes e de or- de cIcvada ,J 110 casu ue ler desembargador,
pilaos; os veuclmentos por Inteiro de lodoses- cntcnillJ(,uc hc a uioa fMnu com a qual seha
les juizes de direito com osjuizes municipaes dc Cllse(r uma Doa magislralura de se-
e de orpliaus, e pnimolures, importa na quan- d iiiancia.
tudcJ4a;0bu/onuiialiiieDlc, a saber : iiBju- b
zes de direilo a 2:I0HJ, vcuceiu Ja;200/; 258 U hourado membro tratou tamben da pro-
juics muuicipaes c de orphos, especiaes ou mocao dos juizes de direilo para desembarga-
nao, 123: 40, ; Ul promotores. -70:72o/. dores, c enxcrgou vicios na lisia que setinba
Esla soiiiiiiaclcvar-c-liaa7O:U00ise, como oranisado para esta promocao. Se, como pa-
cntendo conveniente, os ordenados dus juizes rece que enlende o nobre membro pelo l.ra, o
municipaes c promotores frcm elevados a ministro da juslica nao eslava obngado a f.zer
ruuuwuo a nomeacao por propoaia dos mais antigs, hc
'o *r. Sonta Franco : Sao 730:000/. comtudo claro que nenhuiua lei poda prolii-
O Sr. Iu./itci: 7!):U00/, segundo incus "'r que o ministro connultasse a anliguidade
alculos- uo' 'B'"dos
2
pareceise para o nomear juiz de direilo, lemriou caparte pedir menor couia aquem fajo
Se a uova lei ja devia ler
A despeza total actualmente com os 24S jui- esecucau, outra cousa nao se poda,few ie-
/.csded,r.llu, e con. o, 2t.8jui.es municipaes, nao o que se fez O honrado ex ma I ra.da
e t\7 promotires, he de H9lOB0/. Ueluzindo- JuaUca lomou a lis a como foi organisada pelo
se u ordenado do juiz do c.vel, fallo .uniente lu^'^!^'fj!^A^AS^'Sum
dos vencimeutus aunuaei, nao comprchendeu- H ulllmo julganiento do supremo tribu-
do as aiudas de cusi ; no orcameiito vem cal- al eslava couaiiluida lista pela qual se gutou
culada a despezade ajuda de cusi livros, etc. ; ""rc ex ministro ; era lito o que exista at
cu calculo smente cum os oidenados e grali- cntao; ao supremo tribunal compel- ojulga-
Hoacoes que cousliluem os vcncinienlos an- ment da aniiguidade dos juizes de direilo, e
u(la> s segundo os ulluuos julgaineulos rcgulou-se o
Augmentando-sc i:in:O0o|l paraque cada juiz hunrado ex ministro,
municipal e promotor ti ulia 1:000/ de ordena-| Mas disse o honrado inex.bro que o trlbu-
dOi e leudo alten(o a vagas e InlerrupcOts na| sc dlsviira das regras estabelecidas na lei,
que sempre se eUo, teremos a soturna ,1,- .. ,. opon!,ni um principio que fra esquecido,
li7n:Von/ : abatendo 30:00U/ para iutcrrupsScs! purquauloalcl de l8dc selembio de I8a8 esta-
e licencas na despeza com os juizes de direilo,! beleceu a matricula dos juizes de direito no
creio que elevados convenientemente os orde- supremo tribunal, ca rcsolujo de aO de de-
iiadus se poder lazer a despeza de manuten-] zembro de 183o obrigou os jui.es de direito
despachados ou removidos a apresentaretn
dentro de ceno praso no tribunal a certido
de suas posses. sob pena de sc Ihes nao con-
tar a antlguidade da demora. Ora, o honrado
nombro cutende que a perda para os magistra-
dos que nao aprescnlarein certido de suas
posses vem a ser nao sc Ihes contar antlguida-
de o, ni........ ncm inesino da dala da posse
at a dala em que apresentarem a sua coni-
dio; de sortc que o magistrado que tenha JO
anuos de cxcrcicio effecltvo nao lera uenbum
lempo de anliguidadc se nao mandn ao tribu-
nal a certido da posie !
bonrado membro parece que conliccc que
a Ici nao pode ter ella inlelllgencla. A mate-
ria da antiguldade dol magistrados nao sc regu-
la po-- disposiedes modernas, regula-sc por as-
sc.iios multo amigos da casa da suplicaco.
Segundo estes asseulos, a anliguidadc dos ma-
gistrados he regulada : t, pela data da marea;
a, pela anliguidadc do servifo ; 3", pela an-
liguidadc da posse.
Por consequenci o magistrado que era pri-
meramente despachado era mais antigo, em-
bora oulro despachado depols tomasse posse
priineiro. Para que o magistrado contasse a
anliguidadc de sua nomeacao. e nao smente
a contasse de sua posse, era preciso que deu-
Iro do praso marcado, c sem ser culpado da
demora, tomasse posse. A resolujao de 1830,
dcaccoido com este principio que sc acha es-
tabelecido uos amigos asseulos da casa da sup-
plicaco, determina que o magistrado que den-
tro do jirazo marcado nao apresenlara certido
da posse ; nao tomar posse, nao veuccr aull-
guidade pelo lempo da demora da posse. Por
couscqucncia emende que a anliguidadc dos
magistrados, deve-sc coular da data de sua
posse, no caso de nao terem remctlldo certido
de posse dentro do praso marcado, perdendo
assim a vantagem de se Ihes contar a aullguda-
de da dala da nomeacao c nunca pode esta
falta ser o ell'ciln de desconlar-se ao magis-
trado, que efectivamente tem servido 2o ou
30 anuos, todo esse lempo em que elle nao rc-
mcticu a certido de sua pone.
He esta a niancia porque pens que o su-
premo tribunal lem euleudldo a lei, c na ini-
nhaopimo, inuilu bem, porque a Ici dizque
sc perder anliguidadc da demora, mas da dc-
mori em lomar posse do lugar....
Sr. Soasa Franco : Da demora cm remet-
ter a certido. ,
USr. laques Parecc-me Itnposslvcl, por
absutdo, que sc possa entender que o magistra-
do que liver 20 annos de servico perca loda a
sua anliguidadc s porque nao se recebcu no
tribunal um papel que poda ler sido iciucltldo
e elraviar-sc, inesiuo uus crrelos : cutretau-
lo o honrado iiieiubro reclamou creio que con-
tra 0 magistrados que j o eram quando o
honrado membro ainda era estudaute, c pre-
me que fundado nesse principio.
O Sr. ouui Franca : Contra 40, esla coga-
nado.
O Sr. Tai/ius : Nao sei quantos, mas prete-
rir magistrados despachados antes que o hon-
rado uiembra llvcsie concluido os seus eslu los
de direilo ; julgava lalvez que eslava uo caso
de entrar na proposta de desembargador com
rxcluso de todos os outros,. .
0 Sr. Soiisn Fronm: Nao lalUI Jiara entrar
na lista ; uuuca pedi nada ao ministerio, nem
cao da jusdica da 1" instancia com a quanlia de
650:00"/ pouco mais ou menos.
O Sr. Sousa Fninr : Sao 730:0u0/.
O Sr. Taques : Pode ser ; o meu discurso
ser publicado e o nobre membro ver onde
est o engauo.
O Sr. Meti Franco : Nao se pode com o Sr
Souza Franco cm algarisino.
' o Sr. Tuques:__Eu realmente tenho recelo
de i ni i lie tratar de algarismos ; o nobre de-
putado com ilcito scouiica de tal forma cum
os algarismos que faz inedo se Ihe chegar ; mas
he lorca ducorrer um pouco a este respeito
COatO COtn a indulgenciado nobre membro
ei|iero que elle uo querer prevalecer-se da
sua superiorldade ueste caso. Pelo projecto
do hourado -.nembro a despea se elevara so-
bre est< a nao menos de 100:00/. ( Ua um
u/aurte.) Temos 127 promotores.
Osr. S"', i Franco d um aparle.
O Sr. Taques : Sao 126 as comarcas : to-
das tem um promotor, menos a do llecifc
que lem dous ; logo sao 127 os promotores.
Us juizes municipaes e de orphos acluacsso
a58 ; heoque consta do mappa da divlso Ju-
diciaria do impeli que vem anuexa ao rcla-
loriu da juslica. suppriinlndo-se os juizes mu-
nicipaes, nao poder haver uieuos de 548 jui-
zes de direilo, porque muitos juizes munici-
paes tem debaixo de sua jurlsdicfao mais de
um inuiiiLipiu, e suppriuiiudo o nobre depu-
tado urna dcstas categoras de juises, e acu-
mulando ua outra todas as luncces que actu-
almente sao exercldas por uns e outros, nao
querer que baja menor numero de julios de
direito do que lia actualmente s de juizes mu-
nicipaes, pulanlo, lercmos ja por esta rallo
758 juiaes de direito ; accrecciitc-sc a este nu-
mero os juizes de direilo especiaes, os elides
de polica, us juizes dos feito* da fazenda, os
juizes dediielio de coiiimerclo, que o nobre
membro cutende com razo que iievcui exu
tir uas piafas mais iuipurtautes do imperio
accrescente-sc mais os juizes de direilo neces-
sarios para os termos que uo leudo juizes mu-
nicipaes letrados, e acliaiidu-sesubajurisdic-
cu dus substitutos, i o liguiam no quadru
actualmente ; e ver-sc-ba que, adoptado o pio-
jeclo do uubre deputadu, teremos sem duvida
nc.isi.l.idt de niaiss00jui.es de direito. Nao
poder haver nieuus de Ofl juizes de direttu
que exigirao um numero igual de promotores;
tlaudu-.c a cada jui de direito >:00b#jC l000|
a cada prumulur, ser a despezade 000:000/;
lazendo-se abalimeoto de OU'OOi poi vagas e
iutciru|iccs, licai ella cui 850.000/, Uto hc,
em -ii0:U0l)JI mais que sc gastarao com a juslica
de primclra iuilaiioa. 1-clo lado de euuuouua
pon o plano do nubre membro nao pode dar
resultado algum favoravel, mas smente um
graude augmento de despea.
Mai, seuhores, a queslo nao be de econo-
ma ; ueste caso o que cumpre be saber se cou-
vem a boa adinlniairaco Uajuslica sementan-
te medida ; mais ou menos 100:0uo/ quaudo se
trata da boa aduiimslraco da juslica, be ques-
lo que nao importa nada (apoiado ); a ques-
eas be se o plaiu. do uobre membro pude ser
adoptado rom vaulagem publica ; eu enlendo
que uo.
Km l. lugar o honrado membro pelo seu
prujeetu acaba com o tyrocinlo para a vida da
magistratura ; o governo serla obrigado a lau-
car mao do prluiciro homem formado que ap-
opposlco,
USr. Taques : Nao digo que pedase ao go-
verno semelbanlegraca, mas se em suai recla-
maces ao supremo tribunal suitcnlava que
devia ler incluido na Hita dos det, a comequen-
ola era que eslava no caso de ser escolbldo des-
embargador. Mas, ciiillm, delio esta pane do
discurso do nobre deputado; limito-me ao
que tenho dito : se relmente nao tenho discur-
rido nesla malcra com lodo o acert, ao me-
nos me ser relevada intencito com que o te-
nho feito em pro! do direito de magistrados au-
ligos, que nao tem urna posico poltica, que
nao podem levantar sua vos no parlamento, e
faze-la retumbar fradaqul.
Resla-me smenle tratar de um ponto a que
desccu cm suas observaedes o honrado mem-
bro: he a guarda nacional. Ku nao acompa-
nharel ao honrado membro na confrontaco
da lei de l850, que reorganlsou a guarda nacio-
nal, i- im as leis de 1831 e 1832; o honrado
membro por Minas j fes esta confrontaco de
uin modo o mais lucido e mais completo; c me
parece que, mesmo aperar de todo o talento
que ninguem desconhece no honrado membro
pelo Para, alguns apartes do honrado membro
pur Minas deicomertaram Inleiramente a sua
argutneutaco de hontem. Tomare! em consi-
deaco algumas observaedes geraes, s quaes
pde-se di.er que se reduzo o discurso do hon-
rado membro sobre este tpico.
O honrado membro emende que a lei que
rcorgauiou a guarda nacional he m, porque
den a esta forca a natureza de forca militar,
desnaturando-a de forca cvica; enlende em se-
gundo lugar que ha nina grande dlllerenca en-
tre os lempos passados e os lempos actuis,
pela qual aquillo mesmo que era bom em 1831
nao he bom boje.
" Sr. Sousa Franco: -- Nao me lembro desse
argumento.
O Sr. Taques: O nobre deputado dizia:
Em IS.'li podia ter o governo o direito de dis-
solver a guarda nacional; havia um governo
paternal, liberal; mas boje essa disposico hc
pi-ssnna.., Senhores, a lei que reformou a guar-
da nacional introdu.io nestainstltuico graudcs
benelicios ; a honra desles beneficios, que sao
incontestavels, a opinio poltica a que perten-
90 nao a reclama para si s; a reformada lei
da guarda nacional foi votada nesla casa em se
guuda discusso pela opinio a que perieuce o
hourado membro pelo Para; a opinio a que
eu pcrlcuco aceitou os trabaihos que j exis
tiam, aceitou todas as ideiaa capitacs que ha-
viam sido adoptadas pela opinio que nos lie ad-
versa (aiwiados); fe. multo pequeas altcra-
ces, c altcraces sobre pontos multo acclden-
taes, Porlanto a lei que actualmente existe nao
he obra da opinio publica que se acba presen-
temente no peder; he obra de todas as opi-
uides, de todos os partidos que existem no paiz...
(poiados.)
O Sr. Sousa Franco: -- lie proposta do Sr.
Paulino adoptada pelos senhores.
O Sr. Tagnes-: ~ Se ha uina reforma que te-
nha sidoaceita pelos volos de todas as opinioes,
de todos os partidos, opiuii-s manifestadas em
todas as provincias pelos actos adoptados em
toda a parte do imperio, be a que se fez ua lei
da guarda nacional. O systcma adoptado ua
le di-isii, pelo qual a guarda nacional era
commandada por otflciaei da proprla elelco
dos guardas, novlgorou em parte uenbumado
imperio (apoiados): cm todas al provincias foi
derrocado este systema, todas as oplnlcs se
consplraram contra elle.
Debalde o governo gcral bradava s asseiu-
blas provlnciacs queua inettesseiu a mao ues
la maierla cm que uo podiam legislar, as pro-
vincias gritavam que a reforma era urgente
que nao podlain esperar pelos trabaihos da is
sembla geral, e lam reformando por diante.
Por loda a parle se adoplou o systema de seren
os oUiciaes escolbidos pelos presidentes ; creio
que al lito leve lugar em uina das provincias
que o honrado memoro governou, na provincia
das Alagoas, nao sel sc no seu lempo mesmo
O hourado membro disse que 01 lempos ac-
tuaes sao multo dilferentes; que hoje o gover-
uo lem grande Inlluencia no puvo, graude in-
fluencia sobre a guarda uaclonal, e que por coo-
sequencia uo precisava desta Inlluencia dada
pela le. O honrado membro Irouxe-nos oex-
emplo decomo sc aeham organisadas as mili-
cias na Inglaterra c nos Estados Unidos, dese-
j in i-i que no nosso paiz esta iuslltuicao fosse
tal qual se acba estabelecida uoises outros pai-
zes
OSr. Souza Franco d um aparte que nao ou-
vimos
O Sr. Taques: O bonrado membro entende
que a guarda uaclonal como actualmente se
aoba he luteiramentc opposlas s uecessldades
do paiz, nao jide. preeucher o lim que a le
Ibe preacreve de defenilcr a liberdade. Creio
priiueiramentc que, coinparando-se urna insli-
luico do nosso paiz com a de outras, devemus
laucar em cuma as nossas circumsiancias, os
nossos hbitos. Teremos ns esse habito de
puudctaco que tem o cidado americano, ou
que tem o cidado ingles P de ceno que nao.
U honrado membro sabe que o nurte-ameri-
cano uonheco o scu dever, obedece a lei, exe-
cuia-a pur moiivu de sua conscieucia, faz o seu
orgutho da obediencia le, sem que ncnhuina
aeco externa inllua para Isso; os uossus babl-
lus sao outros. Podemos ns delxar as luslltui-
coes do paiz eutregues smente ao impulso dos
cidados .' De ceno que nao ; por cousequeucia
de algum modo parece impossivel at cerlo
pomo estabelecer o self-governrnenl com os uos
sos coslumes.
vessem no poder ou fura delle; oque deiejavia
era que se acabasse com esta guerra de ard
que constantemente se fazem, 01 partidos, se-
gundo ai poilcdea que ocupaui [apoiados); que
por conscquencla os homens respeitassem suaa
opinides anteriores, fossem com ellas coheren-
tes, para que podessem acarear a conflaoca na*
cessaria na direcefio dol negocios do paiz, e que
se nao pude lar sem estabilidade; que regu-
lassem sua conducta pelos Interesses pblicos
e uo pelas exigencias de cada da de um parti-
do .- para que exista separacio, entre os parti-
dos nio he preciso essa guerra de ardil, de ar-
tilicios e mesmo a falta f {apoiados); o pema-
iii' nio he muito variado, c a opinio sobre os
inlcrcsses pblicos ha de ser sempre dividida
Hc o que tenho a dizer.
O Sr, prigio: Muito be n.
I.i-m-se eapoiam-sc as seguintes emendas
n Ao artigo 3.. 5 ', accreicente-se: per-
cebendo mais 200l como graliflcaco cada um
dos amanuenses da secretaria de polica do Ma-
ranho, e augmente-se a verba para esse lim
Santos e klmeida. Antonio do Poco.
Art 3.i, 5 8. Augmente-se a verba com a
quantia de 10:000/ para auxiliar a labrica nos
reparos dacathedral do Maranho. S. R.
Santot e klmeida. Marlins Verrcira.Mentlcs de
Klmeida..-Antonio do Vaco.
a Emenda ao 8 10. Ao 10 accresccnle-se:
licando incluida uas congruas dss dignidades
da primeirae segunda gerarchia a graliflcaco
que Ihes foi dada por decreto de 10 de setem-
bro de 1850, que reforma o pessoal da capcll
imperial. Henriques de Resende. D. Jote.
.1. A. de Miranda. Vandeira de Helio. A. J.
da Silva.
____________________(Continuar-se-ht.)
PERNAMBUC0
Keparticao da polica.
DA 26 DI.JI I.IM.
III m. e Rxm. Sr.Cumpro-me levar ao ct>
nhecimeoto de V. l-.xe que das partes hoje
recebidas nesta repartido relativas aos das
2( e 25 do correte, consta terem sido pre>
sos ; a minha ordem, Cosme Jos Ferreira,
Jo2o BeruarJo e Thom llaracho, para re-
crutas, os quaes meforam rerneUiilos pelo
delegado to termo do Igtiarass, o preto
Manuel, i'-ri 11 vi> de Manuel Vieira, para i-nr-
roccSo, e pelo mesmo motivo a preta Joa-
quina, escrava de Jnaquim Maria de Carva.
lim ; a ordem do subdelegado da freguezia
de Santo Antonio, a preta livro Maris, por
briga ; ordem do subdelegado da freguezia
de S. liisi',11 caboculo Manuel Soares do Nas-
cimenlo, por suspeito, Mareolino Ferreira,
sem declarado do motivo,e o prelo Antoni o
Malinas da Costa, por insultos ; a ordem do
subdelegado da froguezia da lloa-Visla, Veo-
coslao tlernarJino, por ebrio, o cabra Amo-
nio Bonifacio da Silva, para averiguares
policiaes, o preto Manuel Alesandre, por an-
dar 1 r .1 de horas, e Jos ADtonio Franco,
paraaveriguac,0es e por ebrio.
Dos guardo a V. F.xc. Delegacia de poli-
ca do primeiro districto deste termo, 26 de
jullio de 1852. lllui. e lixni. Sr. lu-. Fran-
cisco Antonio Ribeiro, presidente da provin-
cia. Anlouio Rangel de Torres Baudeira,
delegado.
trollanoel Sopbio da Pcnha, carga varios
gneros.
BDTAESr
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria di
fazenda provincial, em virtude da reso|uc.-. .
tribunal administrativo de la do coirente m,n
da fazer publico, que as sesiei legui,,',,, ?
ini-snio tribunal que sao as qulutas-fciras con"
tlnuaro as praesa dos contractos de obras dii
blicas abaixo declaradas. p
Concluio da parte da casa de iletencao
constante do raio do norte, casa central ca 1' '
peccao geral e casa da adinlulitraco, avallara
cnn0;000/i-00. ""
Ponto da Passagcm da Magdalena, avallada cm
M:88u#8inrs., tomandn-se por base d'arrenij
lacio u Hiten cimento frito pelo licuante Jos
Goncalves da Porciuncula, de dous por cenio
As arrematacoes sero feitas na forma Ao'.
arligos Jl e 21 da lei provincial n. 288 de 17 rje
malo de 1851, esobre as clausulas especiaes y
annunciadas. *
K para constar se mandn afflxaro presente
e publicar pelo Diario. '
Secretarla da thesouraria da fazenda provin-
cial de l'ci-naiiii udu, lli de julho de 1852.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'knnunriacio
ajajaj
Declaragdes
Ju:
Reo
Ms
Reo
0 honrado membro disse que a lei da guarda
nacional actualmente hc in purque os lempos
tem mudado. Creio que se os lempos tem mu-
dado, he o, r,--siiio termos hoje esta institu
cao organisada mais fortemeolc. Segundo o
honrado membro, a guarda nacional uo pode
precncher o scu lim, que he a inauutcncu da
liberdade. Mas foi creada a guarda nacional
para seoppor autoridade? para defender
liberdade dcixando de defender a comtllulco
do pai.-..' De certo que nao
1 .:i 1 L-r-iiu- que a guarda nacional defende a
liberdade defeudeudo a conslitulco do pais,
defendeudo a ordem publica, as insiitulcdcs ju-
radas. [Jpoiadus.) Nao sei como o nobre depu-
tado queria que se organliaise urna forca cvi-
ca para defeuder a liberdade em oppoiico ao
governo do paiz, em opposico s Instituices
delle; be defeudendo as instituir.,es do paiz,
defendeudo a coustilulco que a guarda nacio-
nal sustenta a liberdade {apoiados), porque a
liberdade nao be opposta a ordem publica; o
governo nao he iuiuigo da liberdade, o gover-
no, pelo coutrario, tem um problema a resol-
ver, que be o consorcio da ordem com a liber-
dade. {Apoiados.)
O honrado membro enlende que a guarda
nacional como actualmente existe prejudica a
liberdade do voto, a realidadc das nossas instl-
luices, a liberdade dos cidados....
Um Sr. eputado: He facto que nao preci-
sa demonstrar.
OSr. Taques : A queslo nao he se a guar-
da nacional d forca ou nao ao governo, a ques-
lo he se convin ou nao esla organisacao. Ja
drmonstrcl que, segundo o voto de todas as opi-
nides, segundo a manifestaco de lodas as pro-
vincias, esla reforma era gcralincnlc eligida;
por consequencia a sua conveniencia nao pude
ser contestada. Mas cu considero a queito pelo
lado politico.
A altendcr-sc ao que dlzem os honrados
iin-niliros, lodas as nossas nslituices poe em-
baraco liberdade; o nosso cxercllo be um
embaraco liberdade, a nosia marinlia lie um
embaraco a lilierdade; o nosso clero be uin em-
baraco liberdade ; a nossa magistratura hc
um embaraco liberdade; a guarda nacional
hc um embaraco liberdade, de sorlc que cm
loda a parte a opposico enenntra cuibaracos
liberdade. aotriuuiplio das suas ulnas, das suas
opiules, do scu partido: De sortc que s ua
dc.oig.iiii-iac.ii> geral do paiz, c no transluroo
de todas as suas iuslituices poderla dar-se o
seu Iriumpho. {Apoiados.)
0 Sr. Souza Franco : Islo he seu.
O Sr. .11 '.', Franco: lulo Isto hede sua ca-
brea.
OSr. Taques: He o que ouco lodos os das ;
qual he a inslililico nossa em que os honrados
incmbros nao encontrad! embaracos liberda-
de Todas as iiistiluices sao opposlas lili.-r-
dade! O que eu desejra era que a nubre op-
posico livesse mais boa f nestas queslocs
(opoiados); que imiusseiii os nobres deputados
a conduela du honrado deputado pela provin-
cia de Minas, que conheeen lo que a reforma da
guarda nacional tmha sido aceila pelos seus
JURY DO I.EC1FE.
*.' SESSA0 ORDINARIA EU 22 DE JULHO
DE 1852.
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Clemntino Car
nciro da CunAa.
Promotor, o Sr. Dr. Abilio Jos lavares da
Silva.
A's onzo horas da, ai-h rn-> presentes 38 senhores jurados.
O Sr. Presidente abre a sessSo.
Sorteia-so o conselho, que tem de julgar
o reo Mauricio Jos do Nascimento, aecusa-
do pelo ei 1 neo- uso de armas prohibidas.
Prestado o juramento do estylo
O Sr, Presidente faz a r o segualo
' INTERROGATORIO.
luis : Como se chama i*
Reo : Mauricio Jos do Nascimenlo.
Jui'j : Que idade tem ?
Rio : 33 annos.
Juiz : Sabe ler e escrovor ?
Reo : Mo, senhor.
Qual he a sua prolissilo .'
Servente do pedrciro.
Sabe porque ho aecusado i
Por ter sido encontrado com urna
bengala o urna faca.
Juis : Tlnha licenc.a para usar essa
faca ?
Reo : N3o, sonbor, ou estava cm casa s
9 horas da noitc u londu de ir praia a Ta-
zar urna procisiio, como tinlia tido urna
quesUo com um homoin la ua obra, e elle
andava por all, levei a Tsva.
luis : Do que so tema para Ir'zeressa
arma ?
Reo :~!)e um homem com quera Uve urna
queslSo.
Ji. : Onde foi preso 1
Reo : i ra do Pocinho.
Jm; : A praia olido lu era distante de
sua casa ?
Reo : Era parto.
Jui'3 : A que horas sahio de cssa ?
Reo : A's 9 horas.
Jui .- ~ 1.111 Ihe disse o inspector quando
o pron leu ?
Reo O inspector me chamou e disse a
um outro que viuha com olle, parece fulano,
mas nao he; entSo me 1 erguntou se eu vinha
armado, e eu disse qu trazia aquella Taca...
Juis : Conhecu as testomuulias i'
Reo : Conheco 2 de vista porque i)3o
sou lilho desta trra.
Juiz -- Donde lio Gibo.
Reo : Das Alagoas.
Juis : Tem algum motivo particular a
que au unta esto processo ?
Reo : 1NS0, senhor.
i- ni 11 a discusso do processo.
O Sr. i1 resiiienu Taz o relalorio da causa e
entrega ao cousulho os quesilos, o avista da
resposta deste.
(.mi,le.una o reo a 35 dias de priso sim-
ples._____ ^^
COMMERCIO.
ALFANDBGA.
Ilendiinonto do dia I a 27. .
dem do dia 28......
.238:074,921
. 11:413,572
249:488,193
Do ordem do lllm. Sr. director geral d(
instracejio publica Tacosabcra quem convier
quoS. Ex", o Sr. presidente da provincia de
conformiJado comoarl. *.' do regulamenlo
de 12 do maio do anno p. p. houve por bem
de cresr urna cadeira do instruccSo prima-
ria do sexo masculino na Treguozia da Esta-
da ; e o praso para este concurso ser al o
dia 27 do setembro prximo. Directom
geral 28 de julho de 1852O amanuense
archivista Candido Eustaquio Cezar e
Mello.
Tendo do so contratar a remossa pars
provincia do Cear de urna cabrilba.iJezcai-
Mies de dilTerentes tamanhos, com an .
bellicos, doii9 Tardos com pannos para Tar-
damento; assini como para a provincia di
Parahyba do um caix.lo com arligo9 belli-
cos; convida em consequencia o lllm. sr.
Inspector do arsenal de marinha a todos os
me9tres de navios mcrcantes.quo para lili te
destioem a comparecer nesta srcretaria.alim
de se tratar convenientemente.
-- O arsenal da marinha compra 900 fo-
Ihas do cobre de Torro do 28 on$s, 900 li-
bras de pregos de cobre, proprios para .-
ditas Tullas, 5 duzias de psz de Trro, c 10
arrobas de colla da Baha : 89 pessoas que
taesohjoclos tivornm comparc^am na secre-
taria da iOSpCCOO do mes.,.11 arsenal,un ;n
30 do corronte mez, ao meio Ii >, munidos
de suas propostas em carias Tcichadas, e das
competentes amostras, ali.n do ser effeclua-
da a compra.
ssociacao commercial de l'er-
nambuco.
A direccSo da associacSo commercial des-
ta prara, de conTormidade com os arligos
20 a 21, cipitulo 3. dos estatutos que are-
gem ; convida a todos os senhores socios
>. r.i a assembla geral quo devo ter lugar
00 dia 3 de agosto do crrante anno, pelo
un-1 o da, na sala da suas sessoes.Pernam-
buco, 26 de julho de 1852.Bernardo de
Olivetra Mello, secretario.
Banco de Pernambuco.
O conselho de Direc(9o declara quo os
descontos da semana que deccorre do 26 a
31 de julho, s3o os de 6 por canto ao anno,
para as letras a vencerl o lim de oulubru,
e para al 6 mezes, de 8 por ceoto ; sendo o
expedienta para os meamos descontos desde
as II boras da manhtla.as duas da tarde. 0
mesmo Conselho resolveu.e Taz certo aosSrs.
\e mu!-tas,,|ii a ultima prestacSo de 25 por
centocom que do conTormidade com os esta-
tutos, ileviam entrar de 15 a 31 de agoslo,pa-
ra a caixa do Banco, (ica transTerida para oc-
casi.lo opportiiiia, que sora ilevidamentoati-
nunciada por este mesmo Diario.
REAL COMPAMI1A DE PAQUETES INCLEZtS
A VAPOR.
No dia 31 tli-sto mez, espera-
so da Europa o vapor Te-
viot, commandante nsloiv,
o qual depois da uemora do
costume seguir para os portos doSul: pa-
ra passageiros, trala-so em casa da agen-
cio, na ra do Trapicho Novo n. 42.
Pela segunda sec(3o da mesa do con-
sulado provincial se Taz publico, que do dia
2 do correlo mez so principia a cobrar o
imposto de 20 por cento do consumo das
agoas-ardenles de produccHo hrasileira do
segundo semestre do anno fiuanpairo da
1851 a 1852. '
^|L

r
JTIIMTHO
Dcscarrega hoje 29 de julho.
Brigue Trance/. Aspirante mercidorias.
CONSULADO GERAL,.
Heiidiineiiloilo dia 1 a 27. .30:780.615
dem do dia 28........ 519,845
31:330,460
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimcntododia I a 27 .1:560,322
Ideuiiln dia-JS........ 63,714
1:624,036
RECEIIEDORIA DERENAS INTERNAS GE-
RAES DE PEIl.VA-MItUCO.
Rondimenlo do dia 28..... 471,178
CONSULADO PROVINCIAL.
ItiMidiiiiuniii-I > .lia :!S.....1:488.588
_.. .____a_______L_ __l_JBSI
Movimento do porto.
Navios taliidot no da 28.
Buenos Ayres -- britiuo hespanhol I piulo,
capillo Antonio Viera rom o un-s.nu
lastro,
ascrcuinstaucias do momento, segund esli- \ Parahiba biute hiasileiro Espadarle, inos-
mlgoi, longc de combate-la, vcioapoia-la nes-
ta casa ; o que desejava era que bouvesse boa j
f, que nao se decldlssem pro e contra segundo ,
I
CIUINTA FEIRA 28 DE
JULHO DE 1852.
SECUNDA REPRESENTAR\ DO CELE-
BRE MGICO AI.LEMA.
MGICA APPARENTE
DE
IIERK ALEX.WBEII.
Ilcrr Alcxuiulcf penhorado 5UB1BH
mente, pelo honroso acolliiminlo do rrs-
peitavol publico desta cidade em su pri-
meira roprcsontarjo, tem o prazt-r do an-
nunciar paia a sus segunda: -- nuvos eXpe*
rmenlos, mctainorplinscs chimicas o sin-
gulares lineirozas quo scrtlo asecutldU
com aquella promptdSo quo o caraetc-
risam
Esla represculai;3o ser dividiiln cm dous
actos.
Os bilhelos do camarotes o platea estarse
venda no tlioatro ditranto todo o dia,
sous procos serSo os tnesmos annuncialos
no Diario de 26 u 27 do corr lite.
Ilerr Alexiiudci- espera a benevo-
lencia o Cdadjuva^ilo do rcspcilavc! publico
desla cidade.
Ciiiiiei; ira as 8 horas da noile.
-r-
m^ammrtMamamawmaswm
Avisos martimos.
Para o Rio le Janeiro.
Sahir som falla, no dia 31 do correlo, o
patacho Uella Anita : quem qui^er ir de DI*"
sagern, ou embarcar escravos t'ato com
Manoel Alves Guerra Jnior, na rus do Tra-
piche n. 14, ou com o i-apii.ln ksnool Joso
de Sena Marlios, na prara.
-- Para o Rio de Janeiro sahir dentro
em poucos dias, o brigue nacional Amo-
rim, por ter a Carga p ruin pa: quem no mes-
mo quizer embarcar escravos, ou ir de p*'
sageui, pata o quo tem excelleuloa comaio-
dos, dirija-se a ra da Cruz do llecife u. 3,
i-M-i-iplu i de Aiiiuriin IrmSos.
Vende-se o brigue escuna S. 080 Veu-
cedor forrado de cobre, e de boa mtrebs o
^yt


ma! seachafundiado aopdo CteedoCol-
Lio quom o pretender dirija-se bordo
,io patacho S Francisco no mesmo ancora-
jouro a tratar com Manoel perene de 8*.
" ',. -A i nuil' \i. ihvi'su apicsnuiBi ** %
secuoimprctcrivelinent, no di* loaeagos- pub|ico 0 noto plano desti lotera, que cor-
lo o hiale nacional Ligoiro, por ter seu re, em 5egada daquella. O tliesopreiro
Carrrgmonto quasi completo; para o resto pede a attensao do publico para este plano
passageiros, trata-se na ra do vigano que muto se assemelha eos das loteras do
e
D.
Rio da Janeiro, e espera que nfio spelas
Para O Rio de Janeiro. vantagens que elle oflVrece, como principal-
i gsleota nacional Santissima Trindade,; mente em altensSo a que o beneficio^ desta
0 briguc escuna nacional LlU- designasSo; e espera'que "a extrasSo da lo-
nrebe carea e passageiros : I >" adoRozario, e a proraptavenda dosbi-
i;i, receoe cargd e p & i ihetos da dita matriz o habilitarSo em bre-
trata-c com O consignatario .1. [ ve a lixar o da da extrasao, que ser im-
Ja l-'onseca Jnior, na ra do Vi- prorogavel. Os bilhetes achar-se-hao a ven-
da I onsecrt ..uuiui, IJa dQ dU a (lofuturo mez de ,g0St0 em
ario n. aJ, 0U COin O capilUO, "a dianto nos lugares seguintes : praca da "-
, .. Vista, botica da senhora viuva Cunha, f
iloa
Santo
Noracsfc Companhia
l'ara o Rio de Janeiro.
Km
Maria
ISOris
1 bilhete
t dito
2 ditos
2 ditos
* ditos
8 ditos
8 ditos
18 ditos
1205 ditos
1 dito
poucos dias, a veleira escuna Galante
. por ter parte da carga engajada: pa-
ra o resto, escravos a rrete e passageiros ,
para o que tem bons commodos, trata-se na
na do Vigano n. 4.
Para a Baha
Sahe com a presteza do costume a volei-
ra oa bem conhecid escuna brasileira Ade-
lijde: quem nella quizer carregar, queira
dirigir-se a ra da Cadeia do ReciTe n. 23,
oh a do Trapiche Novo o. 16, segundo an-
dar. .
brigue nacional nio Ave ,
segu impreterivelmente para o
Rio de Janeiro, no dia 3 de agos-
to prximo futuro : para escravos
a lete e passageiros, trata-se com
o capitao, na praca, ou com os con-
signatarios Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche n. 34-
l'ara o Rio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Ulin-
ila, segu no dia 3i d> correnle ,
recebe ca ga e escravos a frete, of- j taso ditos pr
erecendo a estes o melhor agasa- oo ditos braneoa
llio possivel: trata-se com os con- 3T50
signatarios Machado & Pinheiro ,
na ra do Vigario n. 19, segun-
do andar, ou com o capitao 31. 31.
lerreira, na praca.
U patacho nacionnl Valente,
segu com muita brevidade para o
Rio de Janeiro, por ter o seu car-
regamcito quasi completo : para
o resto, escravos a frete e passagei-
ros trata-se com os consignata-
rios Novaes & Companhia, na ra
do Trapichen, 3q.
Cear, Maranhao e Para.
Destina-sea aquelles poitos, o
lirigue escuna nacional Graciosa :
picni no mesmo quizer carregar ,
I ntau-U da malriT il 1 lina-Vista i --Um dos filhog do proprietario do sitio
I.otena da matriz oa, noa vista. lr,vesg, do yomedio n. 15, morador no
Tendo de correr boje a lotera*"* mesmo sitio, respondo aosenhor pedincbo
obras diiigreje de Nossa senhor. 1do Rozar oI Pernambuco n. 165, que elle
da Boa-Vista, o actual thesoureiro da dita infringir as dispsisOes dos arta.
m^,frel0J!eu_.aprTnA'^.,".re8.P.f'!!.e' 2.*o 7.0 do titulo l.o da posturas munici-
paos, om vigor, porquanto no primeiro ca-
so, nada mais li /. do que mandar espalhir
luis galhos deespiilii'iro pelo lado Inte'ior
do vallo, em terreno do propriedade do sitio,
ri'f,./.-r o restante da cerca, que ho toda
do arvoredos como 11S0 ignorar lalvoz o
senhor pedincliSo, e com islo nSo edificou,
reedificou ou demoli qualquer obra de pe-
dra e cal, de taipa ou do madeira ; e no se-
guudo caso, dir-lhe-ha,quese ilguem hou-
vo que usurpou a divisSo da estrada ou par-
to dola, loi o proprietario do sitio n 21 da
ni. sin 1 travessa quando abri o vallo ac-
tualmente existente ; e se esto vallo, como
.'un bem sabe o senhor pedlncbSo.he adiyi-,
sSo do sitio, o do da divisSo paradentro nin-
guom iimln-.i por p sem licenca do proprie-
tario,ou entSo o governo,nos diversos casos
do servido publico ; confesse mais o Sr. pe-
dinchio que fui precipitado quando disto
que nos haviamos incorrido na infrac^So do
citado art. 7." titulo 7, das posturas muni-
cipaes, em vigor.
-- Precisa-se de um caixeiro que tenha
muita pratica de venda, que seja bem intel-
igente e de fiador a sua conducta, tendo
as qualidadns que se exigetn nSo se duviua
dar bom ordenado: na ra larga do Roza-
rio, venda da esquina, n. 52.
Troca-se o segundo andar de urna casa
na ra do Collegio por oulro] na ra Nova
com tanto quo n3o seja 3.".
lliciaes de lunilciro.
Na loja da ra da Cadeia do Recifu n. 61,
percisa de ofllciaes de funileiro.
Precisa-sede tomar a premio a quao-
tia de 1:000,500 rs., com hypotheca von-
tade ; no pateo do Tere/) 11. 139.
-- Precisa-se de um feitor, que entenda
de liortalicos o plantas ; na ra do Vigario
0.3.
A pessoa que annunciou querer com-
prar um sito, para pasto de vaccas, queren-
do um em Santo Amorinlio, porm sem casa
pode entender-se com Manoel Luiz da Vei-
ga, no sobrado do silio Arasa.
Retrato dedaguerreotypo.
No atierro da Boa-Visla n. 10, sobrado,
tira-se retratos por dagucrreotypo, com toda
a perfeicSo cnnecida at agora. O artista
tendo, pois, de se demorar poucos das nes-
ta cidade, avisa s pessoas quo de seu pres-
umo sequiznrein utilisar, para que o pio-
curein das nuve horas da manhSa as qualio
da tarde.
Aviso interessante.
A viuva de Manoel Joaquim Pinto Machado
Guimares feonhecido por Manoel pequeo;
fazscienle a todas as pessoas que tem pe-
nliores em sua mo e que ainda os nao fu-
ra m reagitar, e nem ao menos apparecido,
n3o obstante um aviso por esto Diario, em
que se Ihe dava o praso de 15 dias para tal
(im; de novo se Ibes faz orto que, se atoo
flm do crrente mez nSo forem resgatarseus
penhures, scrSo vendidos para pagamento,
visto que todos elles ja se acham vencidos.c
nSo valem mais (o talvez nem isso) do que o
valor por quanlo foran empeiihados oseus
juros.
Francisco Mathias Pereire da Costa.ex-
3
dio JosMonteiro,bracinha do l.ivramentoj
no Recife, loja de Domingos Teixeirn Bas-
tos, ra da Cadeia, e om casa do thesourei-
ro, "ra do Trapiche n. 17.
PLANO
Diluira lotera que comprehende a 2." 4.,
parte e melado da 3 da *." nova lotera
concedida pela le provincial n. 100 de 9
de maio de 1819 beneficio das obras da
matriz da Boa-Vista.
3,750 bilhetes a 10,000
12 por cento a beneficio da ma-
triz 4:500,000
3,750 vrrlias do sello a
37:500,000
562,500
5:062,500
32:437,500
1.000,000
500,000
200,000
100,000
50,000
20,000
10,000
reniiados
10000,000
5:000,000
2 000,000
1:000,000
800,001'
800,000
400,000
360,000
12:050,000
27,500
32:437,500
N. B. O quatro primeiros premios estilo
sujeitos ao descont de oito por cento do
imposto geral, que serSo cxtrahidos no ac-
to do pagamento.
-. O obaixo assignadn faz scicnte que
comprou por conta do Sr. Domingos Ro iri-
gues da costa da cidade da Paradina o qnar-
lo n. 4120 da l.'lolcriaa beneficio do SS.
Sacramento de Macei. Ventura Pereira
Pena.
Roga-seao Sr. Jos do Mello Cezar de
Andrade, procurador da cmara municipal
de Olinda, que compareca na ra do Cros-
po n. 23, a tratar de negocios de seu intfc-
resse.
Antonio Ricardo do Reg, embarca
para o Rio de Janeiro, os seus escravos a sa-
ber : Sevcrino pardo idado 18 annos, Luiz
rio, o Sr. P. Garrida, trri depassu no dia
1. de agosto prximo a novo proprieta-
rio, sob a denominarlo de -- HOTEL DA
BARRA -- n .-.Ili mra-s que se empregaro
as precitas diligencias, alim de que as pes-
soas que o honraren) sejam completamente
bem servidas 1 aos senhores asignantes ,
quo leneiooarem continuar, roga-se-lhes a
bondade de o communicar, na ra da Cruz,
arma/ -in n. 13, at o dia 31 do correte.
Hotel /fucile ra do Trapiche
n. 5.
Tona sallas e quartos preparados com decen-
cia para receber hospedes.
Almo;os e jantares avulc.es a qualquer hora
no estabHecimcnto e Tora dclle.
Fornece com todo o aceio o provimento
diario ou mensal para mesa de qualquer
individuo ou familia.
Encumbe-se de fazer jantares,para fora dan-
do lotiza, vidros etc.
Tudo pelo mais commodo preco possivel,
com limpesa o promptidSo,
-- Francisco Lucas Ferrclra & Companhia
contratadores dos carros fnebres, fassm
scienle ao respeitavel publico, quese acham
cstabelecidos, com rasa do armaran no pa-
teo do Hospital n. 10, onde acharan carros
por 8,000 rs., dando-se-lhe caixSo preto
para conducc.lo e de madeira para interra-
mento ; por 30.000 rs., carro ornado e Oti-
lio preto puxado por um cavallo; por
40,000 rs., carro ornado e caix3o puxado
por urna parelba, os mesmos se encarregam
do mandar vistir qualquerjcorpo e de forne-
cer a cera precisa por menos piejo do que
em outra qualquer parte.
I'ergunta-se a um procurador de cau-
sas, moiador no bairro de Santo Antonio, se
tem de costume proprio, ou se achou na sua
lei de que tendo-se-lhe dado urna letra pa-
ra executar em 48 ou 49 da quantia de prin-
cipal de 55,000 rs., e que elle fizesse penho-
ra em urna escrava, desde entfio at aqui
anda nfio achou tempo para concluir essa
negocio, tomando por desculpa que os pa-
pis esto em casa do cscrivSo, e outra vez
em casa do juz, e finalmente com os papis
em casa sem dar solufSo alguma, e assim
tem apalrocinado odevedor; so, porque.diz
elle, ter-se ido valer de sua senhora. Ora,
'senhor procurador, se quer fazer corle/ias.
Tara com a sua bol(a, e nao coma bolea do
seu -constiluinle; faca o favor de no praso do
tres das decidir essa negocio, do contrario
ver 86i nome por extenso, e se dir tudo
mais pelo miudo.
-- Pera uto o juizo dos fcitos da fazenda
tem do serem arrematados por exccuc,0es iendO-meo tal senhor SOUM que o proto
da fizenda provincial os seguintes bons : ongulln|lll vicios, que serva muilo bem para
engenho de fazer assucar denominado B.r- 1 uma pCSS0S pobre, fiado cu as cantiga do
baino, sito na comarca do Cabo.avaliado em j ,a| menino, estou sem os meus 500,000 rs ;
30:000,000 rs. por venda,um sitio com gran- 0 mi!||,or negocio que ha he vender escravos
de casa e estribara, cocnera e outras bem- |de.|a maneira ; faro este aviso para quem
feitonas, avahado em 6:000,000 rs. 110 Poo|quzer comprar escravos fallar com o senhor
da Panolis, um dito com olaria e plantacao Suuza quo he bom e o3o engaa se estiver
ir ra un no lugar do Apipucospor 4:000,500 dorinindo.
Deieja-se saber com urgencia e certe-
za, se alada existe Rosa Maria de Lima, ca-
sada com o porluguez Joflo Francisco Furta-
do, lilhi que foi da parda clara, llosa Maria
de Jezu9edeJos Velloso Montolro, branco,
solteiro, que dando baixa desoldado appli-
cou-se a entinar meoinos. Teve ella um r-
mSo de nome Florentino Velloso Monteiro
Accioly Rolim de Moura da Fonseca, e foram
moradores em Nazareth, Cabo de Santo A-
goslinho : quem della souher e der noticia
se poder* entender na ra do Vigario, casa
n. 7.
Recebem-se do commifsBo, comprani-
sa e vendem-sc escravos : na ra das 1.a-
rangeiras 11. 14, segundo andar.
William Guild, subdito ingloz, retira-ae
pira o Rio de Jamro.
~ Na ra do Rangel n. 42, exislem lindos
pares de fronhas do labynntno para traves-
seiros, que tem dous palmos de romp 1-
mento e um e moio palmo de largura, toa-
Ihas de bretanha com labyrinllio as pontas
;aIgnns ! sem bicos,assim como uma toalba toda cer-
cada de labyriiilho de mais de palmo de lar-
gura de minio bom gosto, o na mesma casa
contina haver sortimentos de bicos e ren-
das faitos no paiz ; os presos das fronhas e
toninas sao os mais commodos que podem
ser, e quem duvidar pode examinar.
No da 22 do corrente a tarde, desap
pareceu do porto das canoas, ao p da pon-
te da Boa-Vista, uma barrica de farinha de
trigo, com a marea XX;roga-sea quem so l-
ber della ou a quem for oh"erecida,dar parte
na ra liireita n. 69, ou nos Apipucos a Jos
Bernardino Pereira de Brito.
-- l*recisa-se de uma ama forra para todo
serviro do portas a dentro para casa do pe-
quena familia : na ra das Cruzvs, primeiro
andar, defroate da venda do sonbor Cam-
pos.
Itoga-so ao senhor Jos Ignacio Peroi-
ra, morador no lugar de Mogeiro, que tendo
fallecido o seu presado irniflo Antonio Fran-
cisco Pereira, morador em Barra de.Natuba,
que he devedor da quantia do 668,000 is. a
Joaquim llibero l'ontes, como niostra nos
seus documentos, por isso roga-seao mes-
mo senhor Jos Ignacio Pereira que queira
fazer o favor do vir ontender-se com o se-
nhor Pontos no Itecife.
No dia 23dejunho, as duas horas da
tarde, comprou o abaixo assiguado ao so
nhor Amonio Jos Vieira do Souza, corretor
de esciavos, um preto por uouie Thoni, e
na uiosaia lardo toniou o dito preto uma be-
bedeir*, fez um roubo, c frigio at boje, di-
gam-se bem i na rua da Cacimba n. 11, on-
de morou u tinado vigario do Heda.
aUiat-
mor, na rua do Vigario 11. a3, ou
ao cupito Jos diaria da Silva
l'orlo,
na praca.
Ltilao.
cabra, Manoel creoulo EslevSo creoulo
Martinbo angola, Romana creoula, lid mira
parda, todos maiores de 18 anuos, o o* me-
nuir Ho nosuno-orn di rii.i-st- ao ores, Rita parda II anuos, Liunana parda
ouir ae passagem, airi|a se ao 9,nllus> llita creuU|a oannos, Manuel par-
coasignatario J. U. da ronseca Ju- do 11 annos, Benedito pardo 11 anuos, Ben-
to pardo 10 annos, Raymundo crooulo II
annos.
Exportam-se para o Rio de Janeiro, os
preto* creoulos, Ludgero, de 14 annos ; Be-
nedicto, de 11 annos; Sebastiana, dolan-
nos, e os cabras Tbemoteo, de 30 annos; Sil-
vino, de 10 annos; Claudio de 10 anuos ;
Francisca, de 18 annos, eJoaquma, de 18
annos, todos escravos de Jo3o Antonio Al-
ves de Brito.
-- O abaixo assignado.respondendo ao an-
nuncio do senhor Jos Luiz de Mallos, inse-
rido ncsie jornal n 157, muilo agradece o
telo que leve cm avisar ao publico um inci-
dente a que tolos estamos sujilos; porm
para ser justo, e imparcial o senho: Mallos,
bom sera, que tambera patcnleie-se 10 pu-
blico, dascacctadaaquefoi victima na mes-
ma villa do bonito, na noito de 25 de maio
do corrente anno, as quaesdeplorei e anda
deploro : eis o que a minha consciencia me
JuliSoTegetmeier, lina Inl.'.n, por in
1'TvencHo do agente Oliveira, de toda a rno-
ilia d sua casa, coosistindo em sofs, ci-
deiras usuacs, lilas de I aliuirn c de Ir an s,
consoles, mesas redondas, bancas do jogo ,
cuuimodas guarda vestidos, marquezas,
...'.i 1 <, espelhos, relogio do cima da
misa, piano, iaulernas, cainliciro de globo,
louea para mesa, vidros, lieni de cosinha e
a ios mullos objeclos asss necessarios:
quinte Teira, 29 do corrente, as 10 horas da
a anhaa na Ponto d'l'chria sitio do 8r.
11 i'i'-u, di liini'r ao do sonbor commenda-
iinr Kiancisco Antonio de Oliveira
-- Miguel Carneiro, far leililo, no dia
sabbadoSI docorrenle, s 10 horas da ma-
nilla, no seu armazem na rua do Trapiche
n. 38, de diversas mobilias, proprias para
sala, gabinete, quartos, salas de janlar,
roziuba etc., etc., assim como pianos, ri-
C0< 1 ii.ua .'- para sala, camas de ferro,
tapelhoa, quadros com estampas, lou^a, vi
dri'S, relnaios, e outros n^uitos objectos
'|ue tito podem deixar de ser arrematados:
e an meio dia em ponto ir l"M0o, caval-
lo, tanto para sella romo para carro.
Iloje 29 do corrente, ha leilSo de uma
Iii{aode uianleiga franceza nova no caes
Ja aifandiga, em lotes a vonlade dos com-
piaduret,
- Manoel da Silva Santos l'ara leilSo, por
lonla de quem peitencer, de 70jacazescom
1 'lalas: hoje 29 do corrate, as 10 horas da
iiianh'ia, nu Caes da Alfandega.
Aviso diversos.
--Sexta-feira 30 do corrente se hade ar-
it'inatar peranto o Sr. Dr. juiz do civrl da
1 mi'.1. a vaia .le os da audiencia uma pre-
U por nome Sciina, moca e sem vicios, do
Cilal da finada 1 .n t: udes.M 11 1 1 lau 111a cu*
I* escrava se arremata por desnecetsaria e a
'equerimento do leslainenleiro e invenla-
nante Manoel Joaquim da Silva.
-- Offerece-se para lavar, engommar, e
lazer loda a qualidade de costura, tanlo pa-
la lionieni como para senhora, uma mulher
'asante habilitada : quem do sou presumo
,: quizer utilizar, dirija-se a 1 ua da Senzal
la Nova n. 25.
--Justillo Antonio Pinto faz scienle ao
respeitavel publico que tem disolvido ami-
-:' im 1,ir a sociedad quo tinba ua ven-
Uacila na ruada Cruz o. 28 cun Andre Bar-
lesa Soares sobre afirma de Pinto & Soares
acandoo socio Soares encarregado da II-
.:,!..,,. da dita firma como nico respon-
savcl.
- Carlos Ernesto Mesquila Falcan, decla-
ra, que desde que se casou he morador no
"Vinillo andar da casa n. 59, da rua do
1 ui..|.|,. i|u |, ,|,| nmliili 1 que na mesma
'lisio he de sua propriedade por have-la
"""i rado ao Sr. Antonio Doroingues Pinto,
'enwi coosla do respectivo recibo do me9-
"ivSr. Pinto e da declara^So do proprieta-
j'odi mencionada caaa : avista do que, 1180
lie o aoounciaute responsavel por qoaea
JUer dividas contra Indas por seu pai s pe-
''laclo de se acharo mesmo morando na
c'sa do annunciante, o que ae faz publico
l "'a evitar conteatac/jea.
Manoel Alvea Guerra Jnior embarca
P"a o Rio de Janeiro os seus escravos An-
K'.'i rrenulu idade 24 annoa, e Luia parda
dd.. aiunos.
_. i3UMl(UII 1'" "Ht Maa t-w viv-
porta para o Rio do Janeiro os seue escravos d ,,er,ison. 30, .vallad
Domingos, crcoulo.de 20 anuos.Luiz.creon- JpenhorJ>do a Jos Pedro V,
lo, de 8 anuos, Affonso, crooulo, de 14 an- wlrUbempor Yenda, a casa mei'agoa
nos, Anglica, creoula, de 22 annos, Huno- t serventa de cocheira sita na tra-
rs., uma grande casa na rua da Mangueira
do Poro da Panella por 1 350,000 rs., uma
dita contigua por 1:225,000 rs. penhorados
a Joao llaptisia Pereira Lobo tudo por ven-
ia, um sobrado de um andar o soto no lu-
gar dos lacillos n. 2, avallado por 9:500,000
rs um silio no lugar de Apipucos, avahado
por 600,000 rs. penborados a Anacleto Jos
de Mendonca tambem por ronda, a casa de
sobrado de dous an lares sito no largo da
ado em 6:000/
elloso da Sil-
rata, cabra, de 14 anuos
~ A quem pertencer um bah com tou-
cas para menino, que em mano desle au-
no se cmli.11 ron na barcada Flor da Guia,quo
navega desto porto para o de Barra Grandi
vessa do Veras avaliada por 150,000 rs. pe-
nborada a Francisco Bibeiro de Brito por
venda,a casa terrea n. 56 sita na rua de San-
ta Thereza avahada em 900,000 rs. penho-
' rada aos herdeiios de Jos Mauricio de Oh-
dinja-sc ao nirstre da mesma barcaca, An- M,clH cusa 51 sta ;, roa do Mo-
lonio Nanea de Oliveira, que dando os sig- uo d0 balrro dos Afogados em 150/
naea, lho sera entregue.
Aluga-se um preto muito forte,que ser-
ve para todo scrvic.0 : na rua das Larangei-
ras n. 14, segundo andar.
-- Theodozio Pereira de Oliveira, residen-
te na villa de Pao d'Alho, rua da Matriz, faz
publico, que elle vivo de comprar c vender
escravos po.' commissfio; perianto qualquer
pessoa que pretenda fazer o nferido nego-
cio, podo dirigir-se a casa do annunciante,
que procura servi-los a conteni.
Na praca da Independencia
n. i3 e i5, loja de calcado do A-
ruules, c ua na da Cadeia do ite-
cife n. !\6 loja de miudezas de
Jos Fortunato dos Santos rorto,
foram vendidus os premios seguin-
t;S, a saber : da lotera a favor do
Im. pii.il da cidade ile Goyaz, em
vigsimos 136G, 10:000,000 de rs..-
rs. penhorada a Manoel Gonc.lves Servilla,
a caaa 11. 10 tila na rua dos Posos avahada
em 20,000 rs. penborada a Uanoel Ribeiro
Machado para pagamonto de sello do lega-
dos, a renda animal da casa de sobrado de
um andar e sollo sita na rua dos Copiares 11.
41 avaliada em 120,000 rs. por execu;3o con-
tra Jos Gonsnlves da Silva, a renda animal
da olaria sila na iravessa do Lucci avaliada
dicta, o desde j lho protesto no respondor
a mais ne.ihum pasquim que possa appare- iem quarlOS 12<)q, 4000,000 de rs.;
cer em publico, salvse os Uros da malcdi-j j334, 200.000 rs.: l3:>7, 100,000
cenca foram ferir a minha reputaso que
tanto preso
Jos Antonio de Souza Penetra.
D-se um cont o tantos mil rcis a pre-
mio sobre penbores de ouro e prata, ou hy-
potheca em bens de raz; quem quizer di-
rija-se a rua do sierro da Boa Vista n. 6, se-
gundo andar, que se dir quem da.
No dia 19 do corrate, desappareceu
um negro por nome Elias, creoulo, com o
ollicio de serrador, de idade 40 annos, pou-
co mais ou menos, tem sido encontrado pa -
ra as bandas da rua da Concordia, e consta
que elle anda pescando; pede-se as autori-
dades policiaes quo o aprendam e o levem
no aterio da Boa-Visla n. 6, terceiro an lar.
Francisco Tavares Pinto, subdito por-
luguez, retira-so para Portugal.
lia : at a quantia de 600,000 rs. a
juros, sobre penbores de ouro : quem pre-
cisar, annuncie.
Precisa-se comprar um fileiro, para
charutos : quem tiver, annuncio, ou diri-
ja-se a rua da Senzalla Nova n. 22.
Manoel Alves Gueria embarca para o
Rio de Janeiro, a sua escrava parda, do no-
me Faustina.
__Procisa-se de uma ama, que tenha bas-
tante leile, para aniamentar uma ruanca de
3 mezes de idade ; paga-se bem : na rua da
Cadeia do Jlecih n 29, segundo andar.
I.uIcim de No3sa Senhora do i(o-
zario da l!oa Vista,
Yin sendo potsivel ao thesoureiro poder
fazer corrers rodos desta loti'ria,hoje29do
corrente, por anda haver bilbetes,que exce-
den a porcenlagem da irmanda le, o osla
nSo podando arriscar maisdoque Ibeperteu-
cr; por isso o respectivo thesoureiro v-sa na
obrigacSo de espasar o andamento das ro-
das ; porm assevera ao respeitavel publico
que, com qualquer venda quese fizer, mal-
eara o dia impreterivel, o qnal nao sera es-
pasado : o resto dos bilhetes eslSo venda
nos lugares do costume.
O hachare! formado Florencio da 811-
veira Cavalcanti de Albuquerque, desde
o dia 10 do corrento mez, acba-se constitui-
do bastante procurador do llloi. Sr. Dr. F-
lix Peixoto de Brito e Mello, afim ..o Iratir
de todos os seut negocios nests provincia ;
brando sem vigor outra qualquer procura-
Sflo, que do mesmo senbor exista om poder
de alguem, na mesma provincia.
-- Jos Antonio Lopes, retira-se para Lis-
ba, a tratar de aua saude.
- Precisa-se, no Rio-Formoso, de un
ofllcial de marcinoiro, nacional ou eetran-
geiro, sendo sol le 10 ; quem pretender,
dirija-se a rua da Cadeia do itecife n. 50 A.
rs.; l64l 400-000 i '"'7 >
100,000 rs. ; a3o8 aoo.ooo rs. ;
46i5, 200,000 rs.; foiS, l.'ooos
de rs.; 494o, 100,000 rs. ; 55rj3 ,
200,000 rs.; 5988, 400,000 rs. Em
oitovas e vigsimos n.289, 200,000
is. em oitavos :>.>.''>;, 100,000 rs.
Da quarta lotera a beneficio da
igreja matriz de S. Joao Baptista
da Lago 1, meio bilhete n. ao53 ,
10.000,000 deis.; 1876, 200,000
rs.; 2459, 100,000 rs.: em quar-
tos 2022, 100,000 rs.; 2154,300$
rs.; em oitavos 4H,,.''), 200,000
rs. Sao pagos as lojas cima inen-
cionada.i, os premios sem descont
algum.
Publicaccs llomeopathicas.
A 25 DE AGOSTO subir luz a continua-
(3o da pathogeuesia homeopathica,compos-
ta de 12 medicamentos zoaopeoa, trrduzda
do manual do 1 >K JaHR, e a de 12 modica-
mentos drasilbiros oxtraliida da obra inli-
lul-.da lioulrintt RIO DE JAMURO, pulo DR. MUIIF.. Kste vo
lumoser augmenlalo da Tktoria da appli-
c cao das do/cs pelo Dr. Mino, lacinia 1111-
poilantistims deixada por llihuemam ao
cuidado dos s us discipuloj. lleccbem-so
assignaluras a 3,000 rs. pagos na occasiSo
Domingos Jos Pereira da Costa.
Aula de primeiras lettras.
O abiiiM) assignado avisa aos respeilaveis
pais de familias, a quem esto possa inleres-
sar, que na rua das Agoas Verdes n. 22, se-
gundo andar, ensina primeiras lettras com
todo o esmero e perfcico, para o que Dota-
re do I'.mii. presidente da provincia a Hei-
r de que trata o ai ligo 38 do regularnento
de 12 de maio do anno proxiaio passado,
sendo as materias qua leciona leitura, es-
ri 1 |il 111 a .o, lau' i .n i chri-l i.l. a l l' h 1'i r I i ra
em quatro operases do inteiros, quebra-
dos, decimais, complexos, regra de tres, ju
ros e companhia, gramiuatica portuguoza
gaomelria roctelinea, c nosoos de geogra-
phia e historia ; assim como se offerece pa-
ra leccionar externamente ditas materias
quem do seu pr.stimo se quizer utilisar
inonieltendo aos Ilustres pas, que llie con-
liaremaeduc i de seus lilhos, esfumar-
se quanlo om si couher, afim do bem de-
sempenhara ardua tarefa a quo so prope.
Simplicio da Cruz Ribeiro.
Cavallo fgido.
Sabbado, 17 do correnle, desappereceo. do
sitio do abaixo assignado, na PluIo de U-
cha, un cavallo russo pedroz, facca, e bae-
tante selado com uma bolide n'um olno :
lo no
codas Chacas Cavalcanti Pessoa, a renda mesmo sitio, ou mi Itecife, na rua do Anio-
annual da casa terrea ti. 9 da rua da Lapa |run n. 35.J. J. Tasso Jnior.
avaliaJacm 48,000 rs. por execusSo contra Offerece-so uma mulher de idade mo- i.wtrumeilto mathllia-
a viuva de Joaquim Jos dos Santos, a casa I dia, sem vicios oem achaques, para soivicoj uma mu 3, II
Ricos tapetes avelludados, para sala,
a 10,000 rs.: na rua do Crespo, loja ama
relia n. 4, de Antonio Francisco Pereira.
-- Ricos o modernos manteletes pretos e
de cores, a 15,000 e 18,000 rs.: na rua do
Crespo, loja amarada n. 4, de Antonio Fran-
cisco Pereira.
Sedas pretas e de cores, com um pe-
queo toque de mofo, pelo diminuto preso
de 20,000 o 25,000 rs., sedas que sempre
custaram 40,000 e 45,000 rs. : na rua do
Crespo, loja amarella n. 4, do Antonio Fran-
cisco Pereira.
Gosto e economa.
Na loja do 'erragens da rua Nov n. 20,
confronte boneca, existe para vender um
sortimouto de riquissima louea franceza ,
para rozinha, a mais arriada que lem vin lo
a esto mercado; constistindo em todo o no-
cessario para ter uma cozmha bem appa-
relhada, para toda a casta de petjscos : para
commodidade dos compradores, vendem-
so tambem as pesas separadas. Alm de
mullas outros objectos dcsta natureza, ha
mais, pratos, tigellas, chicaras, pires, p-
timos jarros e barias para lavar o rosto;
muito bonitos fornot paia assar peruns, o
outras muitas obras oeste genero, encom-
mendadas de proposito o capricho por um
amante dos bons petiscos. O variado gos-
to destes objectos, sua Indispensavel utili-
dade, e o baratissimo preso por que se ven-
de tornam recommondsvel sua acquisis-o
de tilo econmicos quanto precisos utenais
para quem deseja saborear o paladar com
guizados fcitos e preparados nestat vazilhaa
de gosto e economa domestica, por sua du-
racio.
Na loja de JoSo Fernandes Parete
Vianna. na rua Nova, vendem-so uruas com
baca e torneira, para lavar as nios, mui-
to propiias para escriptorio, e o baratissi-
i'cro convila aos compradores a mui-
r ui-se desto trasto, pela sua utilidade e
bom gosto.
Vende-so uma cadeirinha do arruar ,
em perfeiio estado, de gosto moderno, ri-
camente durada, com caixilhos de vidro ,
forra la de damasco de seda, com correa-
mes de marroquim, fardamento e chapeos
com gales de ouro fino; ludo no melhor es-
tado possivel : na rua Velba n. 57.
Cortes de cambraia de salpico
brancos e de cores, a 3,5oo rs., u
corte.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que
volla para a Cadeia. vendem-se cortes de
veslidos do cambraia de salpico brancos e
de cores, pelo diminuto preso de 3,500 ra. .
o coite ; meias muito finas, para lioruem ,
com pequeo defeito, a 2,400 rs. a duzia.
Na anliga padaria da rua da Senzalla
Nova n. 30, continua-se a vender a verda-
deira bolachinha doce de leile.
Instrumentos de muzica.
Vcnde-se toda a qualidade de instrumen-
tos de muzica, para muzica militar, por ba-
rato preso e para liquidar contas : cm casa
de llruiin Praeger cV Companhia, na rua da
Cruz n. 10.
\ inlio dejehampagoe.
Vende-se o verdadeiro vinho de cham-
pagne, do excedente qualidade, ao preso
de 25,000 rs.; assim como de qualidade in-
ferior, muito em conta: no armazem de
Brunn Praeger & Companhia, na rua da
Cruz n. 10.
Charutos de llavaua.
Os melhoresque leem un lo a este mer-
cado : vendem-se continuadamente, em ca-
sa de Brunn Praeger & Companhia, na rua
ila Cruz n. 10.
Vendem-se excellentes cha-
peos de sul, de seda preta, para
liomem, a 5,000 rs. cada um : na
rua Nova, loja de Jos Joaquim
l\loreira & Companhia n. 8.
Vcnde-se uma plancheta c
na com 55 annos vahada om 80,000 rs. por
execusSo contra Bernardo de Albuqnerque
Fernandes Gamma, 265 chapeos, 133 caixas,
urna pesa de seda, e diversos objectos do
fabrica de chapeos penhorados a Frederico
llasscm avahados em 100,000 rs., a casa
terrea n. 85 sita na rua
ro dos Afogados avahad
Ira dita sita na mesma
em 1
mesm
das a Joaquim Caelano da Luz : quem qui-
zer anematar ditos bens comparece na sala
das audiencias as horas do costumu na pri-
meira audiencia que houver.
Na noite de 26 do corrente.desappareceu
da casa do seu senhor, a escrava Marianna,
cornos seguintes signacs: cabra, bastante
escura, de idade 35 a 40 annos, de bom ca-
bello, alguns dos quaes ja brancos, costu-
ras trazo-Ios cortados atraz, e crescido na
frente, torcido as pontas, e seguros com
grampas, altura e grossura regular, rosto
pretender dirija sea rua da Guia dentro do i n
Itecife, casa n. 7. i '
-- Prccisa-sodo orna ama forra de mua] ,
idade, que saiba cosinh ir bem, e que seja A 008 pirana.
muilo li.npa; na rua Nova n. 34. Na rua do Queimado, Joia da esquina do
- Antonio: Jos Mcreira Ponlcs avisa ao boceo da CongregaclO n. U, vende-se rape
de S Miguel do bair- respeitavel publico que desdo 21 do corren- de Lisboa, chegado pelo ultimo navio; o pe-
la em 25 000 rs., ou- te tem concluido a venda da sua loja de miu- dc-se encarecidamente a alguns freguezes,
.a rua n. 101 avahada dezassita na rua da Cadeia n.l7,com osSrs. que venham pagar quanto antes as sua
6 000 rs ouUa dita n 103 sita a Serau. Alves da Rocha ll.sto,|e Jos Louren- cantas do rape, que ha multo tempo afta de-
. I ua avaada m 56.00? r penhora- 5o di Cruz, a roga a todas as pessoas que Ihe vedores, se nao queren. ter o d.ss.bor de ve-
tSo dovedores, touliain a bondade de o pro- rem os nomos nesta folha.
curar na rua larga do Kozario n. 20, afim de Vendem-se 3 molocotes, creoulos de
saldarem seus dbitos, e do contrario nilo 16 annos; 4 escravos mocos, de serviso de
nolaram do procedimonto que o mesmo u- campo: na rua Direita u. :i.
sar paia poder receber.
-Vende-se uma porsSo deportas aindapor
aparare portadascorrespondentesasmesmas
aumpras.
Compra-se um prulo, que seja forte ,
eque o3o tenha vicios, nem achaques, para
servio de casa : na rua do Amorim n. 25. _
Comprase uma preta, que tenha bo- snnag da moda actual; em casa demadama
e algumas madeiras ; mas nao inteiradas, e
como se nSo precisa mais; so vonde por um
preso to barato, que admira a quem com-
prar: na rua do Mondego n. 29.
Ricos enfeites para thealro em touca-
dos, turbantes, rcsilhas, flores etc., e cami-
boxigoso, olhos bastante fundos, e verme- t Hur, que s,,,a ongommar, cosinbar, Millocliaualtorro da Boa Vista n. I.
eiro dedo de uma das mSos uma fendinha, i __ (on)D,11m-se duas escravas, pardas ou Vendem-se chitas finas a 120, 140, i mi,
vou bastante roupa ; quem a pegar nesla lereou, ^colbidas, n.osas.do bonilas ligu- 180, e 2001 re. covado, **? "
rasa leve -a ao sou senhor Adolpho Cuno, :, "_ a cnstureia, outra coiinhelia e n- 5,000, 5,500' 6.500 e 7,000 rs., chita para
arue da.Cadeiado Itecife n. 53; se for pa- i"""^a: na r'u. Nova n. 34, cas. da cubera dVeor u a900_ra, MNMMMM>
ceiro dedo de uma das mSos uma fendinha,
levo
nrua da.cau
ra rnalo, em llio-tormoso, para onde tal.. moi,|Sla btM,|e|rt.
vez ella siga, a Liureiitino Joso do Miranda.
no engenho Estrella, que se recompensar
tes de caseniira de Ua pura a 5,500, o ditos
::ompram-se duascscravascrooulaS ou de meia M"lr1*J"b"A8J^Sff "i-
l .._j. u... neuras cortes de catea de gambreao a l.sou ra., ui-
S tos de brim a l.ono rs. e 1,200, chitas Iran-
prJs de'12 a 20 annos. tendo boas
-se bem : na ma Nova n. 16.
da idade 35 a 40 anuos, equaudo anda pu- loja II 3, dO
cha por uma erna ; quem o pegare levar (^I,toni0.
lado do arco de 6.
i ii.ii ni para escravos o
s .ir cissa paia ba-
ii.'.s muita la/, n ia .
escriptorio do mesmo, ua rua da Cruz n.
68, ou na rua da Aurora, ultima casa, que
.sora bem recompensado,
da entrega, no consultorio do prof horneo- Jas Candi lo do Barros,
ossel Bimoui, rua das Cruzes n. 28. .. n
iiomo M<.rtinho. vestido com camisa do al- .)an Ja de Jiebil'ibe, e do banco de aigodao transado, prop
godSosiulio transado, branco, o calea d"a ., i |U rlla J0 Crespo, toalhas a 3,600 rs posa
mesma fazeoda porm azul, rop-cscn.a ter l-rnamutico naruaaavinw, badosa 2,400 rs.,e outr
por presos oxrraoi'hnrinmenle baratos : na
loja da cslrella da rua do Queimado n. 7,
coufrunle ao hoco do Peixo Frito.
pal lia COS
Pedo-seaos diguos senhores vengado-
res da cmara municipal desta cidade, a
grasa de indagaren) do inti-lligentissimo
fiscal da fieguezia dos Afogados Joaquim
Jos Bello, su o proprietario do sitio da tra-
vessa do Remedio n 15. requeren ua forma
i do titulo stimo ailigo segundo das postu-
ras, om vigor, a competente lieenea e cur-
diacao para fazer ou reedificar a cerca que
esta fazendo com galbos de espinho, e no
caso de alliniiativa se elle podia consentir
que olla so fasa da largura que se est fa-
zendo vista do artigo stimo e oitavo das
inesnias posturas.
liUTEL DA 13AKRA.
RUA DO TRAPICHE N. 2.
Com a entrada pola rua dos Tauoeiros.
Este estabelecimento, cujo asseio e excel-
lente cosinheiro tem-no tornado recom-
mendavel sob a direcsao de seu proprieta-
Parlicipa-so ao Sr. Jos Luiz do Lima
Andrade, lavrador do engenho Santa Rita,
quo no dia 26 do ndenle, as 6 horas da lar-
de, apparecou ums'U rscravo, do nomo Za-
caras, i'i.r.ii 'i a senhor para coiopra-lo,
e como o dito escravo, aissesse queandava
fgido, o abaixo assignado rccolh.u-o cm
sua casa, para o dito senhor cima o vir bus-
car em quanto antes; nSo ficando o abaixo
ansignndo responsavel pela fuga, uiorle, ou
nutro qualquur acdente que possa aconte-
car no dito escravo. Recile 26 de julho de
1852.-- Francisco Mathias Pereira da Costa.
Na rua do Sevo, casa terrea o sotao ,
qua lica defronte uo theatro publico, pre-
cisa-se de uma ama deleite, que no tenha
(i I los.
-- l'recisa-se de uma senhora que nSo te-
nha menos de 50 aunos de idado, para ser-
vir de ama em uma casa de familia: no ater-
ro da Boa-Vista, venda n. 49. _
C'oinpra-se para lora da pro-
vincia, uma escrava parda, ou pre-
ta, moc, de bonita figura, que
saiba bm coser, engommar e pen-
tear uma senhora, paga-sc bem :
na rua do Vigario n. 19,
andar.
Na rua da Senzalla Velba, defronte do
Vendem-se saccas com fa-
rdos : na rua da Madre de Dos ,
armazem n. ao.
Vendem-se trinta travs do boas qua-
lidades,siiido todas de quarenta palmos pa-
ma, e dous embonos da sedro para Dar-
casa
aonndn ra cima, e dous e
segundo mcb. 'tr,tar n, rua Direita n. 4.
Batatas de Lisboa.
Vendem-se batatas novas de UadMfjjalo
i\a rua uiosinm .ou, ...,..... vendem-se oataias uu' ~-------- ..
,r. Martins, pintor, compram-sc todas as dimillulo preso de 50 rs. a libra em PW
lualidades de ferros vellios e metaes de lo- ,ie oito ijbras para cima; na rua uo ooue-
dasasqualidades, assim como ourelos de _jo 1.
panno.-. Unos, casimiras e todas asquah-
dadus de mulambos, que sorvirom para fa-
zer papel ; assim como cabos velbos, lo-
Alerta.
Vendo-se a loja nova de caleedoi da rua
o um palaoquim em muito
tratar na mesma loja ou na
Direita n. 50,
as, ect. tratar ni meama iuj ou
- Compra-se toda a qualidadeido metal boai ', a ind,r vende.se
velho ; na rua Nova defronte da Concedo mjers,olriuv* So dono retirar-se para fra.
11. 38.
P Vedem-se 3 toilbti de labyrintho, de
- Compram-se escravos de ambos os sa- -- "" g0,lo, por preso commodo : no
xos. de bonilas figuras, do 10 a annos, muilo bom go^^.Pi.
tauo para a provincia como para fora, pa- pateo de S. 1 euro
. I tjaaeanaaii m ~T*T~~^J" m 'naja
V


Moinhos de vento?
com bombuderepuxo para regnr hortii
ebaixasdcciplm nafundicSodeD. W. Row-
n>an:na ru do llrum ns.6,8 e 10.
$ Vendem-se arados ame- 4
D ricanos, chegados dos Esta- 9
dos Unidos, pelo barato pre- I
* co de 4 % na do Trapiche n. 8. g
#*********
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doKecife n. n, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
im coo potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazcm de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado, pelo diminuto preco
de aoo e aqo rs-a garrafa, e i,5oo
ai,8oo rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baralinho, a elle
ireguezes que he bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Conba & Amorim, na ra da Cadeiado
rtecite, n. 50, vende-se barra com supe-
rior cal era pedra, chegada pelo ultimo
navio de Liaboa, por menos preco do que
em outra qualqner parle.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
19 existe urna pequea porcSo do potassa
americana, chegada recentementc que por
uperior rlvalisa com adallussia: vnde-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin Waw.
Narua rtc Apollo n. 6, arwazcm de Mc.Cal-
monlfc Companhia. acha-e constantemente
l.ons aortimento. de laixa de ferro coadoe
batido, tanto ra como fundas, moendas m-
elru todas de ferro para animaes, agoa, ele,
lilas para armar em madrira de todo o ta-
manhos c madellos o mais moderno, machina
hurisoutal para vapor, com for9a de i caval-
loi, coucoa, passadeiras de ferro cstanliado
para casa de pulgar, por menos preco que oa
decobre, escovens para navios, ferro inglez
taotoem barrascomoem ircosfolbas,eludo
por barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RUA A SCNZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vendem-se os verdadeiros solins in-
Klczos, patente, de molla e sera ella : n*
ra da Santalll Nova n. 42.
~ Vendo-se marraelada nova, vinda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n.
46, ilefronte do Sr. I)r. Cosme.
Vendem-se relogios de ou-
ro cprsta, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Arados de (erro.
NafundicSoda Aurora, em S. Amaro,
vnndom-se aradot.de ferrodc diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nbia.
Vende-se por preco commodo
o bem couhecido panno de algo-
dio desla fabrica ; em pessa, a
vonlade do comprador no escrip-
torio de Novacs & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34 .
-- Vendem-se as seguinle sememes:
naliiis.iaaiius.iabanetes encarnados c bron-
cos, sebola, couve trinxuda alfacc ala-
mOa, repulhuda, chicoria, senoulas, feijSo
carrapato de tres qualidades, ervillia torta e
ilireita, fava, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e muslarda : na ra da Cruz n. 46,
delimito do Sr. doutor Cosme.
Com toque de mofo.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a peca.eo
covado a 160 rs.
Tainas para engenho
Na fundicao de ferro de D.
\V. Bowman na ra do Brum,
rtSSdiido o chafariz contina a
haver um completo sortimenlo
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes ocham-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, er barcam-se, ou carregam-
se 'os,semdespezasao com-
ioamarrasdoferro: na "ni di
n.42.
,o Crespo, loja n, 5, vendem-
meia-caaimira de pura la, o
g .uuito bonitos, pelo mdico preco de
2,ji) rs o corte; briin psrdo de linlio, su-
perior razenda, a 640 rs. a vara.
9VffVVf f f f tIfW tVfV f f
*> lamilla de mandioca J|
?* Vcnde-se, por prego rasoavel, la- ^g
L rinha do S. Mathcus a mais nova ^
S que existe nesto mercado : na ra 43
. da Cruz n. 34, dclronte da l.ingoeta. ;<
Voodem-se lonas, lirinzSo, biins, o
moias lonas da Russia ; no armazem de N.
n Bieber & Companhia, na ra da Cruz
I). 4.
Algodao para roupa de cscravos.
Vende-sealgod3o muito encorpado, pro-
prio para roupa deescravos, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda; dito
limpia tsors.: na ra do Crespo n.5.
Sortimentos de panos linos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ru do Crespo loja da esquina que vol-
ta Dar a cadeia,vende-se panos linos pretos
2,800, 3,200,3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
rez muiio superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito a. ul a 2,880.3,500,
4 000 O covado, cortes de calca de casemira
nreta entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita frin-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
e outras muitas fazendas por preco com-
modo.
ACIDDEOEPAinS.
Kua do Collegio n. 4.
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao respeitavel publico de
Ivi iiiimluiio, e principalmente a seus fre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sortimenlo dos molhores chapeos deso de
seda, quetem vindo a esla pra^B, proprios
para :i i'Micii do invern, e para senhores
de engenho, por seren muito fortes ; sor-
timenlo de chapeos de sol de seda dediffe-
rentes qualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sortimenlo de chapeos de sol de seda
para senhoias, de todos os feitios e tama-
nhos, que vende muito emeonta ; ditos de
panno para menioos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos par liomem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande e escolhido sortimen-
to de chamelotes, sedss o pannos empece,
para cobrir armaefies servidas, balei.s de
todas as larguras e tamanhos, para vestidos
e esparlilhos para senhora ; (azem-se um-
bellas para Igreja; concerta-se tod e quil-
querqualidadede chapos de sol, ludo por
muito menos preco do que em oulra qual-
quer parte. Veode-se em porefio e a teta-
Iho. No mesmo eslabelecimenlo acha-se
um bonito sortimenlo de bengalas.
Deposito iln fabrica le Todos og
Santos na Ualiia.
A no rs. o covado. Vendem-se casas terreas, di-
Na ra doQueimido, defrontestas de sobrado de 1, a e 3 anda-
do becco do Peixi Frito, loja n. 3, res, e sitios perto da praca : a fal-
Padaria he urna pechincha.
Vende-se a dinheiro ou praso pidarl
Ido largo das Cinco Ponas n. 154, assim 00-
mo|se di o neceisario suprimento defiri-
vende-se riscodinho azul, com a lar com o coiretor ceral M. Car-|nhis seocomprador der necestaria ga-
, 1 1 i_ 1 rantia. Tambcm se arremla a Ir,
largura de tres palmos, pelo bara-neiro.
tissimo preco de seis vintens o co-! Vende-se um rico piano, novo, dme-
, ., su de Jacaranda e de excellentes vozes. o
vado; esta azenda he multo Tecom- me|hor que pode haver : na ra das Flores,
mendavel aos senhores chefes de rasan.21.
dase as
amostras com
t
Vendem-se duas pretas, anda mocas ,
que sabem coser bsm, e juntamente engom-
mar e cosinhar o diario de urna casa ; dous
pretos carpinteiros, tambem ainda mogos ;
um prela e um preto, creoulos: na ra Bel-
la n. 30.
Na loja das seis portas ,
troca-se chita escura 1 seis, sete vintens,
familia;
penhor.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos deso de seda ingle-
zea chegados pelos ltimos navios, pelo di-
vinillo preco de 5,000 rs. cada um : na
ra do Collegio n. 4.
Novo aortimento de fazendas na moia pataca e dous tusines, o covado; csssa
r\ovo soriimenio ae iazenaas na ,(|e babado dous tnsloM Vlra cas prB.
loja da ra do Crespo n. O. ta para luto asis vintes, ocovado; cortrs
Superiores cortes de cassa-chita.de novos do cassa chita, a dous mil ris; lencos hran-
desenhos, a 2,240 e 2,500 ; cambrains Irn- eos com flores as pontas, a dous tujles,
cezss do cores a 410 a vara ; chita para co-1 proprios para mSo de senhora e para me-
berta.de tintas seguras, a 200 rs. o covado; ninas; lencos pequeos para menioos a
csssas lavradas a 2,400 a pc?a ; dita de lio- quatro vintes, e outras muitas fazendas, que
res, com 8 el/2 varas, propri para corli-lquer roduiir a sedulas.
nido de cama, a 3,500 peca; cambraia de' Vende-se cal virgem em pc-
salpicos, Unto brancos como decores, al rahPra rlp r irnci'ro no ar-
4,500 a peca; lencos de cambraia de linho!ara' caueVa ae Cirneiro. mar
a480e560; pecas de chitas escuras a 5,000 mazem de assucar da Viuvale-
reira daCunha, na ra da Cruz do
Kecife n. a3.
Vende se um ptimo piano
de Jacaranda, de autor muito acre-
ditado, muito hem acabado, por
ter sido de encommenda, o moli-
Vende-se n ra Nova n, 38, defronte da _ji_ rii.u. .
ConceicSo cadinhos den. laten. 40 a 120 jvo da venda he ter fallecido a pes-
rs o numero, areia de moldar, thezouras soa a quem era destinado, por es-
cories do i'iiin de listras, depuro liobo, a
2,000 o corte ; dito liso a 1,440 e 1800; rs-
cado de linho a 180 o covado; didu de algo-
dSo, proprio pra escravos, a 160 e 180 o
covado; p do : e muitas outras fazendas, por preco
commodo.
Para latoeiros e funileiros.
?S!s^?Zl2ZSSz KSftKtiSh "* atten^J"
n ra da Cruz n. 4, IgodSo transido -
quollarabrica.muitopropnoparasaccosde
ssucareroupa deescravos.porprecocom-
moln.
Cortes de hrim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a caduia, vende-se corles de cajea de
brim ilc quadros, e listras de puro linho a
1,280 o2,000 rs.,ditointeiro pardoa 1.8806
2,000 rs. o corto, riscado de linho de lislra
a 720]is. o corle.
Vendem-se 8 escravos, sendo 1 carrei-
ro, de bonita ligura ; 1 moleque de 16 nn-
nos de idade, com principio decoslnha; 4
escravos de tolo servic ; 2 cscravas, sendo
urna mulata de bonila ligura: na ra Diroi-
t n. 3
vende-se um selim inglez, com pou-
co uso: na ra do Queimado, sogunda lo-
ja n. 18.
Moendas superiores.
Ni taodlfSo de C. Slarr& Compinhii,
em S.-Amaro,acham-seavenda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
construccSo muitosuperior
Espelhos porpouco dinheiro.
Na ruada Cruz n. 20, casa do Avria! Ir-
ratar com I.
J. Tasso Jnior: na ru do Amorim n. 35.
~ Vende-se um escravo peca, muito mo-
co, sadio, sem vicios, cosinneir1) e com
principios de sapateiro, pin fra, ou para o
interior da provine a: na ra da Concordia,
primeira casa do lado do poente e norte, se
dir quem vende, das 6 as 9 horas da ma-
nhSa, ou das II at as 4 da tarde.
Vendem-se um bonito preto de 22 mi-
nes, de elegante figura, bom para cadeiri-
nha, um dito para campo de 30 annos, um
dito de 40 annns, bom alfaiate, e de todo o
servico, urna preta moc, boa pin campo :
na ra da Cacimba n. 11.
Vendem-se queijos de Minas, muito
frescaes, vindos pelo ultimo vapor, por pre-
eu commodo ; caixinhas com dez libras de
gos de comadre tambem superiores : na
ra da Cruz n. 46, defronte do senhor dou-
tor Cusma de S l'ereira.
Bom e barato.
Na ra do Passeio Publico, loja n. 9, de
Albino Jos l.eit, vendem-se ricos chales
de 19a e seda a 3,200 rs.; ditos de ISa
1,500 rs, ; ditos brancos a 1,000 rs.; chapaos
deso i 1,000 rs ; ditos 1 1,400; sargelim
de todas as cores a 200 rs. o covado; panni-
niio cor de rosa, azul e preto a 200 rs. o co-
vado; grvalas de setim de todas as cores,
ultimo goslo, a 1,500 rs.; ditas de seda a
1,000 rs.; ditas de cassa a 100 rs., lencos de
vapor os mais bonitos que lem apparecido a
200 rs ; linhosazues ede cores parajaque-
taa a 320 rs. o covado ; castores proprios pa-
ra calcas a 200 rs.: corles de cassa chita
com sete varas a 2,000; cortes de colete de
fustSo a 640; ditos de ISa e seda a 800 rs. ;
lencos de bicoa 320 e 400 rs ; chitas linas
de todas as qualidades e cores fixasa160,
200 e 240 rs.; e outras ipuitas fazendas por
commodo preco,
Vende-se um escravo creoulo de bonila
figura, moco o de todo o servico porser mui-
to halnl : oa ra Nova segundo andar da ca-
sa n. 67.
Vende-se um deposito de assucar bem
tos, oleo delinbaca, tnzouras pequeas, mo-'pessoas que desejarem possuir um
las para esporas, rozetas para as dilas. ver-; t5o ymo como Importante instru-
111/. copal, Tol ha de (landres em caixa, os '. .. .,
retalho mais barato do que em outra qmi- ment : dirijam se a ra da Liruz ,
5s^al-.~-r, armazcm n. 48 ; no mesmo tam-
00O>00OOOOOOO)Oli.pm h, n|limn, mil7f.a, nira' vende.se um deposito ue as
O Para criados. o,nem na algumas muzcas pra',rreguez,d0f vende-se porque o seu dono
n Vende-se chapeos envernizados.ga- j' pianos dos melhores autores. se sena doente e tambem se dsociedadea
X 13o de ouro e prata para guarnecer .. vende-se cha hysson muito novo o o algum pessoa capaz que enlre com fundos
Jjosmesmos, assim como glOes es- mais superior que ha no morodo, por preco e que lome conta da casa : na ra da Con-
ft treitos, ludo por commodo preco: Y commodo.e em liles a vontde dos compra- cordia.
{) na praca da Independencia n. 17. O dores: na escriptorio de Malheus Austin & Na ra eslreila do Itozrio, travessa pa-
Igual pechincha mmci se vio a Vcndem-se duas pretss de nacSo, urna'superior chocolate do Lisboa, e o muito re-
i/ai- I ongomma, cose, cosiiihi, lava e (( omais commendavel chocolate de canella, he til
I |0 rs. o (mulo 1 Sl,m(;0 je cag>i e a outra C05ha, |iVa e lie para quem solTre do nervoso, sendo este um
Vendem-se chitas escarales muito linas vendedeira do ra : na ra larga doltozs-ldos remedios mais applicados, e quetem
de ramagens para cobertas a 140 rs. cada rio, loja n. 35. obtido mais vantagens.
um covado: na ra do Crespo n. 14, loja Na roa Novan 2fi Na ra das Cruzes n. 22. segundo an-
de Jos Erancisco Dies j Vo,,m^ ..,/,. j L.rn .,a ,.,, I dar, vende-se urna mulata, de 30 annos de
Na ra do Collegio n. 7, acaba de abrir-
se um pequeo, mas mimosamente sortido,
armazem de louca do Porto, de differenles
cores c delicados costos: e vende-se por me- cabern.
nos do que em outra qualquer parte; a elle "' vendem-se toalnas de labyrmlno mu
pois que he pechincha. as e grandes, de bret.nha^om hico ao re-
-- No escriptorio de Nov.es& Companhii' d,or. 0ra muil "> : '"o de labynnlhos,
lem para vender por preco commoloose- de bretanha, e rendas: na ra da Csdea do
.. 1 (i"i, i'-ti'H. .vi uina Miinnii, uo t/w auijuiuu
brir-' Jeodem-se supatOes de raro de l"*lro idade com lodas as (labilidades, e duas pre-
ndo, pel diminuto preco de 2,500 rs. o par, di- U( d(J' bl)QJlaj u uma creou|a 0^tra
nlcs tos virados a 1,600 rs.; a elles antes que se de Angola que engommam. cosem, cosi-
mo"sefcompaVend"mVSeVptmo8"e-
pelhos, com moldura, e sem ella, chegados Koris, dita lecibeci encarnada, chapeos do nJuZLE,,!f
ltimamente da Franca, por preco dimi- Chille grandes, ditos pequeos ordnarlot,I ""UiOoWMemoo.
nut0 ditos pequeos muito linos, cera em velas mc."lov..r. :^ .,...__.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim n. 35.
Toda attencaoao barateiro !
Ra do Crespo n. i4, loja de Jos
Francisco Dias
F.sistc um delicado sortimenlo de finissi-
simas chitas do cores com sdpicos, os mais
Indos gostos que tem vindo ao mcrcdo a
240 rs. o covado, ditas cores de vinho o rafe,
muilo miudinlias de novos desenhos e cores
muito fixss a200rs. ocovado, dllaade dif-
ferenles qualidades a 160 rs. o covad", finis-) de chapeus de sol do ullimo gosto, tanto do
simas alpakas de todas as cores a 640 rs. oi seda como de panninho para homem.e ven-
covado, ditas com (los de seda e do novas| dem-se por menos queem outra parlejtan-
Aparelhos de metal e machinas pj.
ra cafFc.
Vende-M iparelhos de metilemaqni,,,,
pira cafli issioi como trem pira cozinhi
de ferroestanhado. por diminuto preco: qi
ra da Cadeia do Recite n. 64.
Veude-se por 900,000 ra. a casa terrea
n. 1, sita na traveasa deS Pedro; osptg.
tendentes dirijam-se rui do l.ivramonln
n. 28, ou i rui dis Aguis-Verdes n. 61, ,.
gando indar.
Vende-se em casa de Me. CilmootA.
Companhia, na praca do CorpoSanto n.li
linhas em novellog. '
Veodem-se em casa de Me, Calmont 4
Companhia, na praca do Corpo Santn. \\
os segaintes irtigos por precos baritina
mos, alim de liquidar certas contas, 1 Sl.
ber; ole* de linbaca em latas do seis gi.
Ides, ac de milo sortido, marca 0,00,000
breu em barricas muito grandes, ferrlo.'
glez em barra, folhi o arcos aortidos em
luirces grandes ou pequeas, forro suecii
quidrado, saceos vasios, barricas abatidas
vi.iho de Mrgala em caixas de tres esei
duzias.
~ Vende-se quatro moloques de. 15 to-
nos a 18, bonitas (garas, um molitinhoboia
para pagem por ser bonita figura, e ser bo-
lieiro, e tem o oflicio de alfaiate, um niule-
que de 20 annns tambem com o oflicio do al-
faiate, um mulato serrador com boa 0.011,1...
ta, umdito de bonita figura com oflicio de
tanoeiro, duas mulatas com algumas habi-
lidades e lindas figuras e uma de muito boi
conducta,podendo tomir conta de urna casi,
por ter disso bastante pralica, uma negr,'
boa quitandeira, e de boa figura : ni ra do
Rozarlo larga n. 22.
Calileir5es grandes de ferr.
Vende-se caldeirOesde ferro de lo a u
galOos proprios pan ranxog de navios ni
ra da Cadeia do Recife n. 64.
Cortes de casimiras de corea, moderoi
a 4,000 e 5,000 rs.; ditos de fustOas de co-
res, alcoxoado*, de moderno gosto, a 1,600
rs, fazenda que sempre se vendeu a 2,(00
rs; ditos d>! gorgurfio e casimiras a 1,000 e
3,500 rs.; chapeos pretos Trancazos, d su-
da e castor, a 5,000 rs.; pecas de bretinhi,
do 6 fin, de puro linho, muito linas, i
4,500 e 2,100 rs.; chitas largas, francczis,
de ramagens, para coberta, a 200 rs. o co
vado : na rus do Crespo, loja amarolla n.4,
de Antonio Francisco Pereira.
Nova fabrica.
Km a nova fabrica de chocolate homcopi-
thico aprovaJo e applicado pelos senhoroi
doulores da homeoualhia na ra das Trin-
cheiras 11. 8,ao p da matriz de Sanio Anto-
nio, se encentra mais o seguinle : o grande
chicolate hespanhol, fino, amargo, para re-
ga-lo, dito entre-fino lambem para regalo,
dito de musgo, dito ferreginoso, chocolate
de canella, u dito para o diario, caf muido
puro, dito de caroco, caf Je cevada,d!loeai
grSo, cha da India, cnt preto,farinha do Mi-
ranbSo, dita de mandioca da torra, canella
muida, puxuri em favas, charutos di llilm
superiores, ludo por preco commodo.
Alerta amantes da boa pitada.
Chegou pela barca Firmeza, vinda do Rio
daJaneiru, o rap i,ovo princeza superior.
Este rap he fabricado com todo o esmero,
Corel 1,000 rs., ditas preas com flores
imitando chamaloto de Isdl a 1,100 rs. o
covado, cortes de casemiras de lila o algodSo
de lindos gostos a 1,600 rs. o corle, os mais
superiores brinsde puro linho e de riquis-
simascoresa 1,280 is a vara, brins de puro
linho de uma s crtr, fazenda propria para
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras
breanhas de rolo do 10 vares a 1,800 rs. a
peca, idem de 5 varas, fazenda muito encor-
pada a 1,000 rs. a peca, assim como muitas
nutras fa7endas qnese veiulerlo por muito
menos preco do que em outra qualquer
Pi'lp>
--Vendem-se esleirs depalha decarna-l |>__i
ba, regulares e grandes, de 2 varas do com-i '"""
primento; chapeos do palha a 8,000 rs. ol Vende-so urna preta do 40 annos,
cento; pelles de cabra a 20,000 rs. ocen-
to, chegados agora do Aracaty : na ra da
Cadeia do Recife n. 49, segundo andar.
11 tihm e lavam de sabio, e una dita de meia
idade, para lodo servico de casa e de ra.
-- Vende-se um moleque peca, do nacSo,
sem vicios, nem achaques: na Camboa do
Carmo n. 14, ou na ra Nova, no hilhar
francez.
Vende-se uma escrava de meia idade ,
. 7, acna-se um sorli- opim, cusinbeira, lavadeira e faz os mais conserva sua Torca e aroma atT> fundo no-
. pequeos muilo linos, cera em velas "u """f Porto do diversas quali- arranjos de uma ^^ ende-se por se preci- te, promovendo a distilacdo sem causar ver-
de bom sortimenlo, tachaduras lisas, gran- 1 "de8 branca e de cores, aqualsevende por sar de ,ljnnero. alras j, matiiz da Boa Vis- tigens nem fe-iro nariz, acha-se a venia ni
dos apcquenis.ditasdo broca grandes o pe- preco muilo barato e serve para quem lem ta n. 21, se dir quem faz negocio. rua do Collegio n. I, aonde he o nico de-
quenas : na rua do Trapiche n. 34. i P"R0 dinheiro; a ella antes que se acabe I .. Vende.se um prel0 w|n da 50 annos, psito.
--No armazem do caes da alfan lega n. 7,1 Porque be pechincha, edepoisnSo vainada muito proprio para todo servico de um si- Jarrse flores, tudo de Cera.
tem par. vender o seguinle : vinho do Por- -o "^".M"" o he fiel: a tratar na ru. da Senzalla Ve- vendem-se jarros o flores ludo M
lo muilo superior em birria do 4.', 5. e 8.: J- "'\ZBZIT. ""' P'd\r"- n- 9.8" cr'.Pel diminuto proco de 1.000 rs. o par:
DoTa S*FmSm iViltS, O0%O -- Vendr.se 5O.cc0eCsd. Comp.nhi, de : Caixinhas a ,000 rs. n. loja de miudezas da ru. do Collegio n. I.
t^TSmHS^MnTa'lnJSi ebiribe: no esenptorio de Manoel Alves Na rua estreita do Rozano, travess. par. Calcado, troc--se por 700 rs. o
Novaes & Compannia, na ruado rwpiCO. V do Queimadu, deposito n. 39 A : vendem-se Heaeir litiuidar
n-3*- .... n 14. i ricas caixinhas de amendoas confeitad.s, par, por se aesejir liquiaar,
Attencao. .. yende-se urna canoa aberta, pintada e por to diminuto preco, que s t perrero no *lorroKd' Boa Vlsl8' "eronto da boneca
Na fabrea de chapeos Je sol, no prompta para conducSo de familia; quem dos ligurinos vale o importe. ". *-> ^"^l^J^J"^:
'pretender, dirija-se a'rua Direit, n 16 -- Vende-so uma preti ereoula. com 24 08.8^1.0;8' ,1 'f" T,.nd? do Ar".cl'
Na Im 1 Has ps n,ir lis annos de idade, c com uma cria de 2 mozes,
na 10jd das seis portas. |8, engomma, cosinhae faz tolo o servi-
Vende-se pao fino do todas as cores, a d(J ca8a n, ru, U|ri)jli 7t
2,000 rs., proprio para palils, vestidos ua- | .. vendem.sn us utencilios do uma pa-
ra sanhorasandaremacavallo.bonetsdevc- daria com forno n0VOi em Sanlo Arllaro ,
ludilho a 320 rs., proprios para estar em ca- ordimMulo ,._ uu se uga a momi
sa a fresca ; chapos do massa Irancezes a cuj0 a|ugue| he f.voravol : a tratar com Ma-
5,000 rs., o outras muitas fazendas por pre- 1 noe| i^u|j da Vcjra
Cos que faz conta trocar por sedulas. Vendem.se varios terrenos, promptos :
para so edificar
aterro da Boa-Vista n.
Recebeu-se um
ai,
novo e lindo sortimento
bem tem para vender um grande suilmen-
lo de sedas de todas as cores 11 qualidades,
panninlios para cobrir armages servidas,
baleias para vestidos de senhora, e se con-
certa chapeos velhos; ludo isto cima dito
so faz por menos preco do que em outra
qualquer parte.
Panno preto fino a a,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno prelo lino, a
>., ion rs. o covado : na loja de
Flores 6c S, na rua da Cadeia do
per-
foita engommadeira e cosinheira, ptima
para tomar conta da idmfnistricSo de uma
casa, pela boa conducta : na rua do Colle-
Vendem-se novas cassas chitas de lin- 8io n. 21, primeiro andar, se dir quem
dos gostos a 2,240 rs. o corle, cassa de qua-i vende,
dros fina a 280 rs. a vara: na rua do Crespo, Vendem-10 dui
loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-se a excellenta typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto debonspre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dh-ija-se a rua da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva liorna.! couro de lustre francezes ede Liiboa. pe
' 1 senhora, a 1.600 rs.; ditos de coniavao
Ancoras para navios. | goors ; ditos para meninos, a 400 rs ; H-
Vcndem-se em casa de Ricardo l'.oyle, na palOes do Aracaty, para homem e meninos
re.-: muito boas, vindas do Rio de Janeiro ,
uma deltas ja ensillada para carro: na rua
do Hospicio n. 4, al 9 horas da maulia.
Calcados a 400, 700, 800 e 1 600
rs. o par, no aterro da Boa Vis-
ta, defronte da lionera n. i4.
Troca-se os mais superiores sapatos do
ty, para todos os tamanhos, tanto para lio-1
mam, como pura meninos; assim comoum
novo a complato sortimanto da calcados I
francezes, de todas as qualidades, tanto pi-
ra liomem, como para senhora, moninos e
meninas, tudo por preco muito commoJo, |
alim de ta apurar dinheiro.
Vende-se para a praca ou par. o mito,
uma escrava, ereoula, muilo Noli, bo> la-
Thereza n. 46, e ao comprador se dir o mo-
tivo da venda.
Alpacas mescladas.
Vendem-se alpacas mescladas, do todas. |
iv Comp- Cr>rC;j.. dc superior qualid.de, pelo (inmun-
da .
rua da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo preco.
- Vondem-se superior chempagne,vinh03
a 700 rs.
-- Vende-se urna prela ereoula, de linda
ligura e possanie, com 18 a 19 anuos, cosi-
finos engarrafados de diversas qualidades, nha bem o diario de qualquer casa, engom-
flanella muitooncorpada, e bolachincha de
oplima farinha, chegada ltimamente de
Lisboa, por commodos precos : na rua do
Vigario n. 19, primeiro andar.
- Vende-se um palanquim, novo, do mui-
to bom gosto, por preco commodo : na rua
Imperial n. 171.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na rua do Vigario n. 19, pnmei-
mdir, escriptorio de T. de Aquino Fonseca
& Filho, ouna rua do Trapiche, amazem de
Antonio Augustu da Fouseca.
Urm trancado de puro linho a 'i mi
rs. o covado.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
la para cada vende-so brio trancado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Chita para coberta, cor iixe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ts pin 1 cadeia, veode-s chita para cober-
ta de novos padrOes e cOr Iixe a 200 rs., o
covado.
-- Vendem-se barris de breu.em lotos, a
contento do comprador : a fallar com Ma-
lheus Auslin &Compmbii, na rua do Tra-
picho n. 36.
-- Vendem-se cortes de chitas cassss, pro-
prios para quem gosta do batato, a preco
de!,200rs. cambraiaa lisas de 10 viras, a
1,800 rs. a peca e a vara a 200 rs. : no pas-
seio Publico, loja n. II.
Vende-se sal muilo bom, do Ass, a
bordo da escuna Tomadora fundiado no
tuiii do Mallo: a tratar a bordo ou na rua
Direita, com Antonio Alves de Miranda Cui-
marSes.
mu, cose, e nao tem defeito, nem vicio al-
gum, o que se atlnnen e se dir a razAo da
venda : na rua Augusta, casi 11. 18.
Vende-se uma bonita ascrava ereoula,
com muito bom leita, do 20 annos de 1 1 ule,
com urna cria, a uma mulata de 22 annos do
idade, com todas as habilidades : na rua do
llortas n. 98.
-- Vende-se uma esorava de nac^o, que
representa ter 30 a 32 annos de ida lo : na
rua do Pilar em Fra de Portas n. 131.
- Vende-so um ptimo escravo creoulo,
de 25 annos de idade, o alliansa-so a con-
ducta : na rua da Santa Cruz 11. 70.
Vcnle-se um cavallo lino, com selim,
ou sem elle : na coeneiru da t-avessa da rua
Velha; lambem so vende, ou se aluga uma
c mu de 900 lijlos, e uma ila do carrcir4
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpicos braucos do cor, pelo diminuto
preco do 3,500 rs. : na rua do Crespo, loja
n. 6.
Na rua do Livramonto n. :is, vend.....
um negro proprio para engenho, por dimi.
nulo preco, a urna negra de 18 a 20 anuos ,
tambem muito barata.
Na loja das seis portas.
Mantas do ieda,e challes a 8,000 rs., gran-
des, e do muito boa seda, camisinhas 01:
pescocintios para seuhora 1,000 rs.
Vende-se urna muala, de 30 e tantos
annos: na rua do Livrameuto, subiadu ti. 1.
Sedas.
Muilo superiorns sedas, do cores a pretal,
pira vestidos de senhora c meninas, por
das 3 as 6 da lardo.
I arel los de arroz.
Esta j 13o conhocida substancia alimen-
taria paracavallos, recenlemenle chegada :
vende-se no nrmazem do Sr. Antonio .An-
nes, na escadinba da
commodo.
-- Vende-se um par deadrngonas de ou-
ro, muilo ricas, para lente coronel; um
chapeo armado, com pluma verde, muito ri-
co; uma barretina e outros mais objectos ,
por preco commodo, n. rua de (lorias n.110.
Advertencia que so laz aos freguezeg
il. 1- ver Mil.mi e. boUmlias doces america-
nas que ainda se vendein na mesma venda
do Kecife que volta para a padaria quo ou-
lra tempo as vendii.
-- Achs-se a venda na livraria d. rua do
Collegio u. -20, o dicionario histrico, lopo-
grapnicoe descriptivo da nova provincia do
Alto Amazonas, pelo capito-tenenlo d'ar-
mada Lourenco da Silva Araujo.o Amazonas
por 5,000 rs. cada exemplar tiroiaio.
vende-se por 500 rs. para concluir um
reato quo hadas razOes de appellaco 111-
lerposta polo doutor Filippe Lopes Nelto da
decisao do jury por a relacflo do dlslricto,
com observares sobro o aecnrdao que con-
linnou a decisjo appellad pelo doulor Ma-
nuel Mendos da Cuuha: no pateo do Colle-
gio, ollicina de ene i.iei mu ,m.
-- Vende-se no pateo do Collegio, ollicina
deencadcrnacSo o seguate : selecta, Virgi-
lio, saluslio, fbulas, cornolio, prozouia
de nenio l'ereira, callepinos ciiendo 8lin-
goas da ultima edico.gradus ad parnasum,
eutropio, horacio, quinlo curcio, burro de
salustio, dicionario de coniposirlo latina
por Fonseca, e outros latinos que por nSo
tornar o aununcio mui grande se deixam de
enumerar; cartas da a be, ta Imadas, calhu-
e.sinos, apudaulas, piocnmi O. s bstanles,
cticas, conlieciuienlos, lulliotes dp vinbo,
e licores de lodas as qualidades e cores, a
tambara con; c-nipo em brancu para se es-
etever o que a cada um eonvier, traslados,
pautas, papel de lodos as roios proprio para
eufeile de bandejas,e aiuilos livios de di ir -
rentas SCIOQCIII de direilo.
Vcnde-se una canoa da um s pao;
Escravos fgidos.
--W
Attencao. I para seedificar; assim como um bom vi-1 vadoira.ontondede cosinha, e|healc proprn
Vende-se doce de tolas as qualidades em \ veiro de peixe, om Santo Amaro: a fallar 1 Pr. servio do engenho; as pesso.iiqoe
barris pequeos al proprio para embarcar com Manoel l.uiz da Veiga, no sobrado do ,.u.l.z.ertm."0mpr*!' dJr,J"".se 8 ru?id?_S"!'
para fui a da provincia a 1,800 rs.,vinho mus- mesmo sitio, a qualquer hora,
catel francez a 500 rs a garrrafa, raf de I Cera de camauln e sebo re-
LisbOa de todas as qualidades, vinho do Por- j r-
to ongarrafado muito bom a 500 rs. a gar- I1118UO.
rafa, presunto do porto superior a 400 rs a No armazem de I). R. Andrade
libra, amendoas com casca |a 210 rs a li- nhia, vende-se cora de carnauba de primei- t^ preC0l ,|e 760 rs. o covado : na prec
bra; assim como tambom cappill de li- ra sorte; sebo refinado, o mais supejorque ln lepondencia, loja n 1.
Sr^Ti'uTn^^ r uVas de pelica para montana.
,a0Fr,r;;vUB volu para beco d0 ,,ei-'Un,c? deiiosilf8erl de nareia! Jti^tttZiESZ
__" i,, n ^^ preta, da fabrica de Goutois & j. do miudeai da ru. do Collegio n. 1.
i3T l aillos J'eilos. jE ', ,. D ..
Na rua Nova n. 26, tem para vender-so pi-! Companhia, na Baha.
lits de panno verde e preto.muilo hem fel- i O agente do estabeleeimento cima, na
tos.c mais barato do que em oulra qualquer irua d Cruz do Recife n. 52, primeiro an-
parte; a cites anles que se acabem. i u"r> previno ao respeitavel publico em ge-
- Vende-se um escravo, perito ollicial do r,l> e a seus freguezes em particular, que
serrador, sem vicios, nem achaques: na rua ac,,.D" de receher pelo vapor P.raense, 0
Vellia n. 61, das 7 as 9 horas da manhSa, e m"ls superior rape da mesma fabrica. O
annunciante certo na dedic3o sem termo,
o obrigaco sem limites, que empregaram
seus fabricantes, nSn duvida certificar que
lio igual, ou tnelhor a muitns uulros 11-
nunciados, para o que lie. desde ja patente
a quem sequeira convencr-r da reilidade ,
Kandega, a proco j mediante redolidos e apurados exames ,
sem que por isso altere o preco estipulado.
Vende-se um molecote, de) 18 annos,
por nSo ter bonita figura, por 460,000 rs. ;
um dito bom carroiro ; um dito ptimo pe-
ca, para quom tiver animo de dar 750,000
rs ; uma preta com (odas as habilidades e
de 20 annos de i lade, por 750,000 rs.; umi
iliia muito forte esadia, boa para c.rregar
algum laboloirocom fazendas, por 360,000
preco muito commo: no iterro da Bol Vis-I grande o he do boa madeira, por preco com-
a, loja de calcado 0.14. I modo: na rua do Crespo luja.
rs. : na rua d.s Lerangeiras n. 14, segundo
andar.
-- Vcnde-se Botada de uma casa, no bec-
co da Carvalbo 11. 3, rom 2quartos, quiutal
o cacimba, om cliflos proprios : trata-so na
rua larga do Rozano n- 32.
Taixas de Ierro coado.
Vcndom-so taixas da Ierro coado, de su-
perior qualidade o por preco commodo : na
rua da Cadeia Velha n. 37, casa de Ricardo
Roy le,
Vendem-se corlas da ISa do cores ffxas,
gosto moderno, com 15 aovados, fazenda
esta mais barata quo chita, a 4,000 rs. ; na
rua do Crespo, loja amarella 11. 4, de Anto-
nio I 1.1111 isco l'ereira.
A 20 000 rs.
Vcndcm-sc palitos e sobre-casacas de
panno prclu francez, muilo fino, Torrados
da seda, da ultima moda, vinda da Franca ;
na rua no Crespo, loja amarella 11. 4, de An-
tonio Francisco Pereira.
No Passeio Publico n, 17.
Veodem-se as seguintes obras por precos
commodos; o primeiro numero da Semana
jornal Iliterario u instructivo, leria potica,
as l.ii/iadas de CamOcs, resumo da historia
do tlrasil, secretario poi(uguez, esame ana-
ltico e perltelo ao poema oriente com
luziada do Carnos, graiiiuiatica poitiiguoza
e inglez., geogr.plna pelo atibado Caultior
primeiro volume, lables de Lalunlaine re-
sumo da historia sagrada.
- Vende-se um cuhiiolel em bom oslada:
na rua du Vigario n. 3 a tratar das 10 ho-
I ras da manilla ate as qHalro da tarda.
Dosappareceu no da 24 do crrante un
moleque da Costi, por nomo Domingos;!'
vestido com camisa e calca do algodao azul;
tem os signaes seguimos: cabeca conipn-
da, olhos pequeos, nariz chato,signaesd*
sua naci no rosto ; he jigador, and. mui-
to apsessado: a pessoa que o pogarpJeH'
va-lo na rua do AragSo, sobrado n. 26, qu
ser gratificado.
100,000 rs, de gratilicaco.
Desappareceft. no dia 7 do maio proximn
pasando, o pardo LeouarJo, de idade 18 an-
nos, pouco mais ou menos, e tem os signaes
soguintes :baixo.o peito um tanto mellido
para dentro, caballo carapinhado e te "
meio da testa, e falla de vagar. Este escravo
vinha lodos os dias vender leito no Recil,
do um sitio da Roaviagem, perleoceotea
Joanna Mara dos Passos, de quem foi escra-
vo : quem o apprehender e levar a rua di
Senzalla Velha, defronte o n. 141, segunJo
andar, recebera a gratilicaco cima.
50,000 rs. de gratilicaco.
fin engenho Santos Mondes, no dia 13 da
junho, ausentou-se a escrava Mana, de ->
annos, ereoula, fula, de boa estatura, e bom
corpo, os ps carnudos, tem alguns cabello)
nu buco, bem ladina, com desnnb.raco o
falla ; trajos, saia de chita encarnada, cabe-
Clo de cassa, chalo de 13a ruuxo, p le mu-
dar os I cajos; o andar da dita negra he pisar
duro, e he desfajada, denles perfeilos, fol
vista na nboira de Pao-d'Alho : roga-sea
a|i. 1 cliciii;.'io da niesina oscrava.o sua entre-
ga DO dito engenho, ou nesla cidade ni pri-
sa do Commercio n. 6, a M.udel Ignacio de
uliveira.
--Di f.bric. dec.ldcreiro da rua do Brum
n. 28 ausenlarain-se, no di. 10 do passadn,
o preto Antonio dc inciio Cabinda, ostatur*
rotular, cabellos um pouco brancos, cheio
do corpo e muito cabelludo nos peitos, ros-
to carregado; costuma om suas fgidas fre-
queulir a Soliilade, Maiiquinho u Afog-
dos, eemsua ultima fgida foi pegado no
engenho Cuca districto do Rio Formoso:e
no da 13 du correnta o preto Alejandre, de
iiac.io s. I iioinc, alto, corpo reforcado, B
legre, e ja foi escravo do Sr. Uolly e do
frailee/ Mtlequer, morador no Rio Doce, lu
gar que oinesuioesciavo costuma 'requin-
tar as diversas fgidas que li. fe'o
roga-seas autuiid.des polici.es o luem
quer quo dalles dar noticias, diriJO-M
iiicsinii fabrica quuserl recompensado.
Pbbn. : Tvr. ue l. \\ du IabiT _.


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