Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03720


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Full Text
Auno UV11I
Quarta feira 2<
de Julho de lM.
N. 166.
DIARIO DE PERflAlIBIfCO.
x-beco soBorni-gAo.
PXO.ItaHTO ADUNTiDO.
Um trimestre............
roriemeitrc.............
I'of un0 *
FiaODINtlO DUTlIHIiTH..
,,.i 3de Julho Mlnai... 56 deMiio
M.,hao. o de dito 'S.Paulo. 18 de Jonlio
r"'i .3 de dito R. deJ.. li de Julho
Parihlba li> le Julho Habla... de Julho
4/000
8/000
l.'./lWO
4/r>oo
BU-Di MANA. ADDIIWClAs.
2l>Seg. S. Syofronio.l Jnod Orpa
27 Tere. Si Paotaleo J, e5. 10 hora,
medico. I. varadoeivel.
28QuartS. Inocencio 3. e 6. ao meio-dia.
!i!> Quii. S Marina, fattnia.
30 iext, S. Donatilla ; J. e 6. il 10 horas.
S. Ruflno. | 2. ara do eivel.
-ixiii. s. Ignacio. 4. e sbados ao melod
l Dom g, Anua Mlj Rtlafo.
da SS. Virgeni. (Terreas e axbadoi.
Cresceate i 24, a I hora e II minutos da ni.
Chela a 3l aos7 minutos da uianha.
Mingoante 9, as 5 boras e 41 minutos da m.
Nuv ll,H hora 46 minutos da inanbaa.
rauisDi aOJ
Primelra > hora e 18 minutos da tarde.
S::iimi-i.i I hora e 12 minutos damanbaa.
UBTI9AI >OI OOBBHOI.
Colaina e ranhlba, as segundas leitas-
felra.
Rio-Grande-do-Norte e Victoriaai qulntaa
letras
Konito,Caruai u,e Oaranhuns no l*C ISdccad*
Btt.
Floras,Ourlcurj.Exu c Boa-Vista i: e 28.
Olinda, todos os das.
Todos os Correiospartemao meio-dia.
KOTICIA BSTIUKOIiml,
Portugal udeJunb
Hespanha 8 de dito
Franca 8 de dito
Blgica... '' de dito
Italia.... 1 dedlto
Alemanba. 2 de dito
Prussia ...' dedlto
Dinamarca 30 de Malo
Russia... 28 de dito
Turqua. 26 de dito
o Austria.. 2deJunho
Suissa.... I dedlto.
Suecia... 'i.', de Malo
Inglaterra 8deJnnho
E.-Unldos 23de Malo.
Mxico... 0 de dito
California l de dito
Chlli. '0 de Abril
Huenoi-A. de Julho
Montevideo 5de dito
cambios DB 24 D
Sobre Londres, a 27 27 '|, por
i Paria, 343
Lisboa,100 por canto.
ITill.
Ouro.Oncas beapauholas....
Hoedas de 6/400 reinal.
. de 6/400 oras.
* de 4/000........
Prata.I'atacoeabrasllelroi...
Pesos coluuiuarios....
Ditos meiloanos.......
jcliio
d. i/ooO
20/OtiO
16/UX)
16/000
9/00(1
l/Stll
I/M0
1/80H
PARTE OFFICIAL.
cellino Je Britto, Perolti, Pimenla Maga
Ihaes, Joaqun Vilella, Das de arvavalho,
c irneiro da Canil i, Corroa Lim, Vctor,
Taques, Teixeira do Souia, vigsrio Sil*!,
Mendos de Almeida, Holisario, Forrelra de
Abrcu, Nebisa, Pcreira Jorge, R.malho,
MINISTERIO DAFAZBNIV.
1N 10 IH I I I DO DI* 25 DE JL'HUO.
.. A' ihesouraria de Peniambuco, que to- ...
B,,Ddo o tribunal conl.ecimei.to do recurso Vieira de Mallos. Ferre.r. ie Agu.srJ3ive
d Jo3o Pinto de Letnos o lilho, da deciaSo : ra, Angelo Ramos.Leitao da Cunta, Fernan-
da thesouraila, que conlirmou a da alfaude- des Vieira, Secco, lg..acio|barbosa, Domn.-
g. quo impoz a escuna be.paohola.^B, gues da Silva,Bsito da Dliveira, Augusto
s inulta do artigo 160 do regulameiito de de uliveira, Geabiqueira, Aotao.
M da iunho de 1836, vista da ordem de 30 Comparecen! depois de berta a sessao os
do Janeiro do 18*9 e considerando o mes-! Srs. Peona, Conego AlTonso, Livratnenlo.
mo tribunal, que para a ssnccSo penal do Am.r.l, Paula Baplieta. Vaaconcello., Bsr-
ciUOO artigo 160, nao he necess.rio que se boae.lviaeonde de Baepeedy, HeviqueS, CU-
verifique a circuu atancia de dolo ou fraude nl.s Figueiredo, Lisboa sala Bocha, Souza
,a missSo do manifest; considerando Franco, Paul Santos, S.y.1o Loba o. W.n-
he menos til, para naodizer n iisp-nsav. I,
porque, garantindo toda a S"guinca ne-
cessaria as trinsicces dos bancos, ten le
evidentemente por isso mesmo a animar o
estabeleciinento de taes bancos. Creio mes-
mo, Sr. preside ite, que urna das difllculda-
des que oais tem actuado para i.8o se levar
a effeito o estabelecimento de bancos que
prolojam a propriedada immovel, como lan-
o importa as nossas industrias agricola e
fabril, tem sido essa que procuro remover
como projecto. Portsnto, e aulorismdo-
iii" r i ii a c mceituida opiniSo donobrede-
putado a quem me rcOro, devo crer que t.3o
se qualificara de impertinentes providen-
cia, que lombro, deestonder-se a obrigac3o
do registro a to las as hypothecss indialinc-
tamonte.
E nem se diga que he isso impralicavel,
porque a le de 1813, que autorisou o regia-
tro, nSo particularisou as hypothecas cou-
venciones, e entretanto s esUs coutem-
plo.i o regulamento feito para sua execucio.
Isto quanto a mim, Sr. presidente, s prova
que o nobre ministro da juslica, qui con-
faccionou esseregulamento, prudentemen-
te nSoquiz usaren, toda a sua amplitude
da aulorisacSo da lei, por se tratar de 80-
saiar no paz urna inslitui;9o inifirameiite
nova edesconhecida.
I.imitou-se, corno era muito natural, o
at luuvavel, aquella especie de hypothecas
sobre que mals fcilmente se poJia operar
o registro. Oulra n3o podo ser a intelli-
gencia desse (aclo, vislo co i o contra a sup-
posicSo de impraticabilidade prolestam as
legialaiiOai de povos cultos, que alias nao
lBI,'ii.dVa'un-se"a3o'das (latentes, e a vis- zia da Candelaria, ped.u.o m ll.or.mento offerecem graves dilTeroncas da nossa legis-
1. Uosomenle do aviso los decretos de no- de congrua ou ampliacto de agella.- A" lacio na pane em que pode esta entender
, eaeo azc "lo o oag.meolo dos dirailoa commisaflo ecclesiast.ca. com o registro das hypothecss.
Te noluniontos pelo descont da decin. Vai a imprimir para entrar na ordem doa I Algomaa coiisideracOea. Sr. preaUenle,
p.3osvenc.mePll[Js; mas quaaemilban- trabalho a -eguiute resolucSo offeraoida quitara eu tamben, f.z-r sobre as bases
lo ligislacao DIO vigora msisdepois dos de- pela couimissao de pensoes e ordena-
(reos e regulamentos de 26 de abril do dos:
I8H elO dejullio de 1850, porquanto de- A asscinhlea geral legislativa resolvo :
terminando cales que o sello seja pago por Arl. nico. Fica approvada a peoilo
mi..i vez smente, e que a ninguem se pa- animal coucedidade1 pelo decreto de 13 de
guem vcncimentos sem o previo pagamen- setembro do 1851 a D. Mana Senhonnha de
tu dellc, este impondo multas pela infrsc- Jess Bocha Brazil, Josuin l'ara-assu Bo-
cau dessa disi.osicflo ; claro esta, que nao cha do Brazil .Edcllrudes llosal.ua ludiana
se tide pagar aos militares Horneados pro- do llra/il e Elisa Bocha do Brazil, a pro-
movidos ou reformados, sem aprsenla- meira viuva e as tres outras;(.llns do Uado
rem sellados os seus ttulos, que sSo aspa- capitao Isodoro Jos lloclla do Brazil, cr-
tenles, oque alissseacha de conformida- respondenteao meio sold qun venca o dito
de com o que expressamente determinara os capitao.
decretos e regulamentos de 29 do Janeiro Sala das commissoes, em 3 de julho de
de 18*2, n. 119 no artigo 6, e de 10 de janoi- 1852. a. F. Perelti. Uomes Itibciro.
ro de 1843, ea. igual aitigo ; sendo de no- J. E. de N. S. Lobato.
lar pelo que respoila aosdireilos de 5 por AUGMENTO DEUU llEPUTAOO PELO IWIIA".
!L^i!!!S.^!l'Sl 0Sr- eimnla *'*" :- 5" a p- uespezas do funeral oda ultima molestia
meiisaes durante o pr.meiro ar.no do ven- v Sr presiJciit.-. para apresontar u-n Z ..,,,.,,, da nrariini pntUmu nniirha.
emento, como permit. a lei de 30 de no- prj,.c[u uPgU,0ud maisum deput.do a 0f le,urV 'S?, auaesauer outra,
vembro de I8M. Adverlo se todava : pr.- Se,,Jutlcai) uba provincia do Para, visto quo | ZELffiX>mmT^
niciro.quodess. r.gra sao excepluadosos Hl. t.So esta represent.J. naata cas. o r.-| pr,"A"f'/ y'JSSm cKulameuto de-
lllciaes reformados, que umA Htfn s3o de soa popul.cJo, tiem mesmo em re.- I *,^*X pr.tcoTnSrS Uas
Ulereado, resolveu-se a vender o carrega- i de Mello, Jos Paco, Souto, Almeida Albu-
nieiito, e nao s nSo ignorou, como at foi querque, Azamhuj, Cilvot, Gomes KiDei-
avisadodos onusaquelicavaobrigado, su-,ro, Mendonca, Bezende, e firmino.
leitando-se assim Turmal e positivamente | Filian, com cauza os Srs. Barbosa tle Al-
iena daquelle artigo no caso do dar entra- meida, Vianoa, Alvea K.beiro, Jos M-tiocl,
la, como deu para completa desearg ; o d.uto ; e sem causa os Srs. Pscca, o Silva
eonrmou a decalo recorrida, cumprindo Guimaraes.
proceder ulteriormente na conformidade O.Sr. VrimeiroSecrelano da cunta do se-
,l.s disposices em vigor. guinte expediente :
DEM D3 OA 26. Una iepresautacr.0 da cmara municipal
A' thesouraria da Baliia.msponde ao offl- da cida.le Diamantina, pedindo a revogar3o
io do nrimeiro de mareo, declarando que do urna le provincial que dimmue o impus-
' ;< ** __ l... I> .i.. a- /tai.ipiliii. ___ aV .'..tii .
que lancei no projecto com o lim de deter-
minar o modo por que devu ser esse regis-
tro feito ; mas nflo tendo anda merecido
o projecto a honra de ser apoiado pela c-
mara, aguardo-me para mais opportuna-
mente faz-las se por ventura merecer elle
as honras da discussSo.
L-se e julga-se objecto de deliberagSo
o seguiule projecto:
A assemblea geral legistaliva decreta :
Arligo 1 A disposico doart. 4. do re-
gulamento approvado pelo decreto a. 482
de 14 de novembro de 1846 lies extensiva
s hyputhecas lgaos, judiciaes e privile-
gia las.
a ...Excepluam-se as que prucederem de
dividas: I. de despezas de justifa; 2. de
soldadas e salarios de operarios ; 3. de
ttjfSttOJSSr. 3:SP,r"'U^ d ;.pni--o^..ul. erando a.
- Ramento, sem emba-godo que so l.avia w -.--- ~-
lerminado na de 17 de margo do anno
passado; segundo, quo nenhuma applica- ^"pTirque'a sua materia he imprtame, se- comarcas^uud'e fore(
c3otemaordemdel6dJdezeinbrodel8oO, au pluut, Ja esta nos no meio oa sessSo e Sujejl0i 0 hvnolhcca
" e pncisoproinoViT oseu a iinitainento. MJU df
L-se o julg-se ohjeclo de deliOeraso o MnCj0n
ulamei
Art. 4. Consliluc o registro a inscrip-
pigameoto, sem emoa go uo que o nar.a Ap:oveito a occcasiJo para poliraV. Ex. ""\"in"', "^eK^slri
dclerminado m de 17 de marco do.nno urgenci, an, io,preaodo projeclo, n3o ct^ ^0,1%T0Z"* comarca ou
9m sita los os beus
suje.tos a liypotncca ou privilegio, como
--------- |H) ui ICISO \fl iiiuui aou a oamesm. ordemi.^p^nM, L-ae ajulg.-aeobjecto da delioaraclo o renel01urt p6lS artSf s. e g;d0 ciudo re.
dem oo da 2i di iilho projecto do nobre depuUdo nlmnlo
-Ao inspector da alfaodege, responden- t)Sr /nacl0 arboM Sr. prosidente,' g
do-se ao ollicio de 11 do mez lindo, deca- ,,,.a ,in inrssnntar um or^ecti tiara tor-
raudo: 1.* que a portara daquella dala re- L,,".^ c,3o do Ululo ou julgan.eu lo que der or.
i-r,, ,n rnliflniin nn hilhala do aaUr <-xteiiaiva as nypoiuei-as ie.s, ju n a l.ypotlieca ou privilegio,
tena-se ao cerlii.cado on mnele u., eatar Ciaes, e privilegiadas a obrigacSo do regs- B ^ '- dlamwleBo nf hi
,.,.ln ^ .xnh.irPi4,>'Iit nalii H tallllpvn. lilil. .. '. .. _______......7.....i____. r... S C.MB UISUOSK.IO II..O III
que tem em vista um casoparlicula., como |l0 pi,eisu pr,nV,r 0 seu admtamelo. es,a delernilnill0 pfri ,s bypoUTeea'a con-
de magistrados e presidente de provincia, e O nobre deputado nao querinaglslradospo/i-
aa de mernbro dosti ou da outra eamara | *w. ate pederia Ucenca ao nobre deputado
eu cstav. lato compromallido Sr. presi-', ZSEESETE 3SZZ&
dente, desde a primeirai vez que Uve a non- lid0i hiDU ua p0||Ueai significa tambe... ho-
ra de me exprimir aqu acerca deslo ohjec- ,lie,n corletl cia e rinaln.eute hornea fino que
to, vi8'.o quo enlSo stenlo a observarlo de
V. Ex. nBo pude estender-me como deseja-
va sobre a materia.
O nobie deputado pela provincia de Per-
nambuco, o Sr. Paula Baptists, principiou
o scu diicurso fazen lome urna censura por
haver eu pretendido mostrar, soccorrendo-
me aos principios de hermenutica jurdica,
que era aiiti-conslilucional tratar-sed' Bl-
bnlhar em urna legislatura ordinaria d.di-
reito de representar o psiz os magistrados e
os presidentes de provincia. O nobre depu-
tado disse que proceJendo eu doste modo,
tinha imesquiuliailo a queatSo, que a tinha
colloctdo eni um terreno estril e secco, co-
mo elle chatnou. Greio que u3o altero as
expressdes do illustre metnbro, e que re-
produio fielmente o que elle disse. ( Apoia
das. J.
O nobro debutado, Sr. presidente, nenhu-
ma razSo leve. Eu nSo poda deixar de in-
vocar, em apoio de mmha opiniSo, os prin-
cipios que invoque!, porque s por olios se
pode resolver queslSo. Fiz pois o que n.lo
havia oulro remedio seuSo lazer. Tntava-
se de unta lei secundaria. Ora lie principio
geral quo todas as leis secundarias deven,
cunformar-se com oespirilo da lei funda-
mental, sol. cuja proleccSu vem collocar-se
us privalum iiib tutela juris pabtici ate', por
que s sSo boas, como diz llennoi. de i'ou-
sey, as leis quo eslSo em baru.onia cim a
natureza do governo u com o corpo da le-
gislarlo.
NIo sei pois, Sr. prosi lente, orno pu le
eu incurror na censura do uobru deputado,
eu que i o li/ mais do que ,cin;ir-tne com
estes principios averiguados e correnles, e
que o nobre decutado n3o pode contestar.
OSr. Vaulu Bnplista: -Parece que o dic-
cionario est alterado uesta casa Eu diver-
g do noliro debutado ; mas o3o o censurei.
0Sr. Moma Sarment: Accresce, Sr.
presidente, queeu n3o podia deixar de se
guir a marcha que segui, porque o nob'e
deputado nSo ignora que, segundo o nuiso
direito publico constitucional, as legislatu-
ras ordinarias nSo podem legislar sobre
aquillo que lie constitucional.
O nobre depulado tambem nSo ignora
que nos termos do art. 178 da constituido
he constitucional quiln que
aos limites e attribuicOes dos
bucos o aosdireilos polticose individuaos
com boas maneiras consegue os seus fios! Nao
querer* o nobre deputado que os mgistrados
sejain crteles, civis ? Seo. duvida que nao po-
de querer isto, e por conseguidle nao he ..este
sentido que o nobre depulado toma a palavra
poltico.
Nao quercr que o magistrados sejam d-
meos linos, que com maneiras delicadas comi-
gau. os seus fins? Tainbcui nao pode ser nesle
sentido que o honrado u.embro toma a palavra
poltico. Nao querer magialrado. versados, ha-
beia na poltica? Ser ueste sentido que o no-
bre deputado toma a palavra politicol Sebe
oeste sentido, parece-ine que o nobre depula-
do nao tem raso alguma, porque nao aei que
mi... resultar mal algn, ao paiz d trados li..j.lu que sejam versados na sciencia
de governar, de admiuislrar o pait, que he o
^ue significa poltica.
Nao acredito portanlo que seja nesta ultima
accepcao que o nobre deputadu loma a palavra
poltico; eu. que accepf o pois ser que o hon-
rado iiicmbro toma cite temo? Tal vea que elle
me responda que magistrados polticos sao a-
quelles que se envolvcui, que cnteudam no sys-
It'ma de governar o p.ii. Se he ueste sentida
que o nubre depu lado euiprega* pal a v^/Jo/'f ico,
como me pireceque he, perguntarei ao uobre
depulado quem vos deu dircit'i de eligir que
um magistrado nao se interesse pelo bcni de
seu pas .' Quem vos deu direito de exigir que
um magistrado nao i..... meditar sobre os
lucios pelos quacs a prosperldaJe da sua patria
serealisara? Qucn. vos den direiio de exigir
que os magistrados sejam anacoretas ou eruii-
loes, coii.j esses muiiges que vivan, nos des-
erto da Nitria oo da Tbebaida?
Nao podis exigir semcll.ante cousa dos ma-
gistrado, seuhores; semelbaote exigencia uo
se fuuda em motivo algn, plausivel; e para se
recunheccr que coi., elleito teuho raso, basta
considerar que o uobre deputadu nao 11 < seme-
lariadoa pela corte, que esto em perfelta de-
pendenciado poder, diz cate escriptor que nao
deven, ser excluidos absolutamente daa urnas,
visto que isto coarctaria a pleua llberdadedoa
suSragios pblicos, visto que isto serla um em-
pecino que teria a naco na escolba de seus
representantes, com que raio se ba de excluir
das uroa. a elasse de en.pregados, que he urna
dss que mais garantas de independencia ofle-
rece pela perpeluidade de que gota, e por ou-
tras circunstancias que se dio a seu respelto
(fallo eu. these, fallo em geral), aa quaea in-
duxe... a presiimpco de que ella ba de des-
eiiipentiar pcrfeitainente a .ni&so de .legisla-
dores ?
Senhores, nao facamos caso doa abusos con.
os quaes nao se deve argumentar ; o que se de-
ve presumir he que a elasse da magistratura
pelos seus conhecimentos, pela sua rnoralldade.
pela sua experiencia, he urna das que mals se
deve.n considerar habilitadas para deaempenbar
as funeces de legislador, be urna das que mais
.mi.niims deven, offe.-ecer, e em que mais con-
H.ni. .i se deve depositar.
Oeploro sobretudo, Sr. presidente, que seja
o partido liberal que se teuha posto a frente rio
erro que combato, que seja esse partido que
traballie pela realieBflo de urna idea falsa, e
que nada leu. de liberal Mas se o que oa hon-
rados membros querem he que o poder legisla-
tivo seja, como cumpre. independente do exe-
culivo, ento pefn-lhea per.nissao para lembrar-
ll.es que outros sao os meios que devem ein-
pregar outras sao as medidas por cuja realisa-
co devem pugnar. Ento p co licenfa pata
aconselbar Ibes que bradem pelo augmento do
numero dos representantes, pela abolicfo do
subsidio que percebemos, e pela promulgado
de urna le determinando que nenhum deputa-
do possa receber einpregos, gracas, condecora-
caca do poder durauleas funces de legisla-
dor / ( Apoiadot,) Sao estas as verdadeiras me-
didas que sem duvida nenhuma Irariaii. o re-
sultado de por a cmara dos Srs. deputapos in-
leiraineule independente do poder, poia na de-
pendencia do poder be que esta o perigo...
O Sr. I). Josc: Apoiado muito be.n.
OSr. Moris Sarment : ....e uao da de-
lliante exigencia a nenhum oulro cidado bra- peudencii dopovo, como parece que inculcau.
sileiro. E se a uo fateis a neuhiim outro, por-' cm sua argu.neulaco os nobres deputados.
que a fateis aos magistrados? Dixei-mc, eu vo- ( Ua um aparte.; Pois o-o A rasao que se leui
lo peco encarecidamente, que vantagens espe- constantemente apreseutado para que os ma-
raiscolher de que nao sejam polticos os ina- gistrados nao possain ser cienos deputados ou
gistrados? Pois, Sr. presidente, por mals tratos seuadores, he que elles por votos bao de falla,
que leoha dado ao ...eu espirito, uo as posso aos seus deveres ; mas quem da votos be o po-
descobrir. Bu verdade o que significa inagis- vo ; logo o que uo querem os honrados miau
irado poltico, ou que inconvenicuie pode haver bros que opimo pelas incompatibilidades he
nj0 f i que os magistrados u.ere(am o amor, a est.iua
O que he magistrado venal, ignorante, estu- do povo, que dependan, delle ; mas nislo nao
pido, seu. amor justica, servil ao poder, aei ha perigo, o perigo esta na depeucia, na liuun-
eu bein, e magistrados que taes sem duvida al- IbacAo ao poder...
guma sao uni verdadeira peste para a socieda- OSr. D Jos : Apoiado.
. de. (potados). Mas poder-se-ha dier con. ra- O Sr. Moraes Sarment : Porem dirao os no-
dlZ resoeilo sao que un. magistrado que medita sobre os bres depulados : .. o que nos queremos sao ma
Dudares ou- eios de administrar o paz, que esposa estas gistrados instruidos, ...agis.rados que se nao
hulivilnana ou aquellas ideias polilicas, quetrabalhau.es- vejiiu na nece.sidadc de Irau.r a causa da jus-
uiiuub o.oouiioiios iniiuw. llldi VI'luios u,0>rarc,|iia.|a, urna-s por isso vil, estu- tica para obte.eu. votos. Ora, seassiu.be.
dos ctdadSos ; conseguintemente, tratando-1 .J ignorante, e sem necessaria dignidade perguntarei aos honrados membros : e a exclu-
se de urna dispusicSo que tinha por lim es- ra resistlrao poder? Ninguem o poderdizer sao que queris faier paliar trara esteresulla-
bulhar doas importantes classes de funccio- co, fundamento. do ? Unco diier que uu...
(lirios pblicos do direito poltico mais i -n- I Or, seuteuder nos incios de governar o U Si. D. Jos: Diga sem susto,
portante, qual he o de representar o paiz, pala que he oqueaigniticaser poltico,se espo-
-- leolio ouvido dlier
- i. iiitit-. i( >iii iranias m* |iv4-- -o -. -^---------------- > ,
na fazer plisar consagrando a Idea das ineu- jj, abailminlo do carcter do magistrado, e Priineiramcute as iuuccdca legislativas ar
Clonadas inconipotibilldade, feria, e fern ; ,ua ignorancia, co.oo lie que se pode pretender duram 4 meses eiu srguudo lugar; nest
mortalmet.te nflo S O Citado art. 17S da | ,lue oi magistrados se tornein nileiraiiiente es- niara todos os das se esta a ventilando, i
constiluir;3o, mas algUI.S nutras quo n3 I tranhos aquillo que toca lodos os cidadaos, dando quesiOcs de direito da n
vem ao acaso gura mencionar, porquanto aquillo a que neuhuiiiboincidadao deve deixar ca! Nao sei pois como se pos
desde queeu como me persuado que Ht, deprailar-ae? parlamento se de.apienda.iirat
rnnseciiisse mosliar uue urna leOlilatur ^u Dio sei realmente o que he que pretcn- Sera por veuiura a escola ma
,r .o5r. nao indi. IflL^lTtohm sme- en. os nobre, deputados, quaodo lo fervoro- a acqu.sicau do, coubecuen.
ordinaria n3o podn legislar sobre seme- lle adv0 ,aii; ,iaia ,,J srja... excluidos do habito nao lulerro.npido de di
Ihanle ponto, parece-mc queeu tinha con- laiueiltl) 03 magistrados nao sei se oque siguilicaules, como :-vila a. ]
-----------------_-----------_ --- UIBCS, O pi l*TII.M"J *,"' lft"V',u M ,DBiJ K
crrenlo a embarcacSo pela alfandega, aom; lr ac,u,|mcle ,inposla as hypntliecas con- J
lie applicavcl
nesta ca-
que os magistrados se tornein oiteiraiiienic es- niara loaos o u, bk h,u, .^.....-ado, esiu-
COI.StiluicSo, mas alguna nutras quo n3 i tranhos aquillo que toca lodos os cidadaos, dando quesles de direito da inaior luiporlau-
vem ao acaso agora mencionar, porquanto i aquillo a que neubumboincidadao deve deixar ca! Nao sel pois como se possa oiicr que uo
ss? s^v&tJSA idc""--1-'- f- ''*;-2-r -tt r.
conseguisse moslrar que urna n ur|^----------,. ,,.,,. a,.,io nio fervor,,- a acouisico dos conhecimentos de direito o
dar despiertos iu-
inagisiMdos; uao sel se oque sigmncaiiies, cuino .. paites passe .i
clles querem he que hajain depulados indepen- certdao requerida,-c de prolenr as seiilencas
deules e (Ilustrados, se he que a cmara dos se- corriqueiras e para assim duer labrliioas, que
i.horcs deputados c a do seuado se tornen, com- sao as que todos os das se pronuncian, na
postas de membros iudepeudeules do poder, e maior parle dos lugares onde o fOro lie peque-
seguido demostrar que uina tal disposico
n3o podia ser adoptada pela cmara. .Apota-
dos.)
Fica pois evidente, Sr. presidente, que eu
nSo colloquei a quesUj no terreno em que
lint i 3 m. .na, a **.> i > i- >......- |-------"i i-------- w i i,.iii
espaacs de resisilr-llie quando formisler; se uo .'! Eu uao o ac.edito : ao contrario estou
! ....__________. ................... r .a., i i.l.'I i.m'M O (>
mos dos regulamentos de o dejulhoe 15
de novembro de 1844 : 3 que verificndo-
se do bilhele impiesso, que acouipanhou o
ollici",.-ereiii taes documentos uleulicailos
pelo guarda mor, e escnvSo da descarga,
sendo quo o conhecinienlo de semelbatite
laclo he peculiar do escrivao eescriplura-
ros na forma da artigo 35 mento, conven, fazer cessar essa pralica,
licando na inlelligencia de que ao escriv3o
da alfaedega on quem suas vezes lizer,
compete autenticar esses cerlilicadoa.
dem do da 28 Dt JUDIO
-- Ao Inspector da Alfaudega que em
quinto definitivamente se n3o providen-
ciar sobro o praso para o recurso das multas
impostas.pelos chefes das rcpartir-os lis-
cacs, a lim de que seja a importancia dellss
distribuida a quem ue direito for, segundo
o disposlo nos respectivos regul.mentos ;
cumpre quo d'ora em diante, sempre quo
liuuver decorrido um mez da dala do paga-
mento da mulla, sem que se haja nilerpos-
lo recurso, se niaii.ie entregar aos en.pregi-
dos a parle a que tiverem direito, sob lianc.i
idnea, quando a impoilaucia exceder a 5,*
parle dos vencimentos que Ihes compeiem
em um auno ; e sem li oca, quando fr me-
nor; n.lo prejudieando tcinellianle euliega
a reposi(3o futura, se por ventur o thesou-
roder provimentu a recurso pustoiiorinenle
iiilcrposio. ____
guem, muiti arrscalas, e po
mais gravosas se lornam quaesquer Irn
.sm-cim's sobro a propriedaite immovel. F.
se isto he verdade, partmdo do presuppos
o registro lodis as pessoas interessadss na
couserva^So dos direilos hypolhocarios.
* Tem ngoioss obrigac3ode o fazer : I. os
OSr. Moraes Srirmcnio :=Pde muito bem cumstancias que nao he possivcl improvisar:
ser ; eu purea estou contestando o que me d!Plj,e_0i.P0J 'STSSSST'
foi pussivel enlender. Ora, os pi
dos incont
-, llUtJ DsIMU^l pina uvinudM rd I li (II11
de convir que a necessid.de da providencia I"5"" .uee3lle"l''at J lipularem sobre os J,, cumualCr a adversa, por tal
que indico recresce, se se altender a que a ua ben liypolheeia convencionaea aeoj ta|avam_ por to, sorle lorioravaol
?,oss. legTslacSod. preferencia as hypolho- '^.d"U^^r.?ta. 'lepU"d' "Ue e"e "Su le"B Utr
cas leg.e's e !piiv,leg,.d.s sobre as que s3o f-:" ZV^V^.V^'^J. : 1" "! !ra. ">t C""'u J ? !U"''"
tendo
asseuto ba tungo
ra, ucm por isso deixam de ser habis juna-
t.=s r^rff^r^s:^ {reas
* i'll.l ih'i", I' lllli;i li m' i's1 I ti .:tt -mu ...i l.t-i. itil ^ '.
voisascspeciea de hypoih cas.
INTERIOR.
RIO DJANEIRO.
CMARA DOS SENHORKS DEPUTADOS.
Sesiao' em de jullto de 1852.
Presidencia do Sr. Maeiel Monleiro.
SoaTsnajO. Expediente. Apreseatac;do de
projecto. Discursos dos Srs. f menta lUa-
galhaes, e Ignacio Barbota. fovos orde-
nados aot ministros de estado, ele Discur-
so do Sr. Maraes Sarmcntc. Kolricdo Or-
CiiiAen'o da Jusli(a. Discursos dos Srs.
Taques c AntSo.
a's 10 boras, feila a chimada, est3o pre-
sentes os Srs. Maeiel Monleiro, Paula CiD-
dido, Paes baireto, Araujo Lima, Ualiia.Eu-
sebio, Jua, Pereira da Silva, Pedreira,
Keis e Silva, Carneiro de llampos, Helio
Franco, barreto Pedroso, Paula Fuoseca,
Sayao lobato Jnior, Aprigio, Martina Fer-
ieir, Moraes Sarniento, Rocha, Coala Pin-
to, Almoiada e Albuquerque, Fernades Cha-
Ves, Monleiro de lian os, 1'eniadi s da Silvei-
', MagalliSea Castro, Nunes de Aguiar, bir-
los e Visconcellos, J rdiiii, Pacheco, Mir-
Ihor.meutos maieri.es. como declarou um ^.T 0VvisoUc.rtaa ooderao reaue- mP611*'109 de P0^""" ***+&* uu na
illustre deputado pela provincia do Rio Ail.7. ua nypoucanos poutrau rtque cmara.
(i ande do bul quinao em uta. das sesses "' reduccSo das hypothecas para que Bam ,cra> Sr. lentP> n3o acornpa.
p.aaadaaDoa diasque haviamua attiogido S venhqued. some.it lem ce.toso onar 0 nrad0 deputado nos.a iod.g.CO,
a epoch. do positivismo, que eu traduio delermioadoa bena, quaudo as repu ero por(|uo tl>J. discusso a este respeilo, au-
por uet.eliciosVe.es aop.u-p.rece-.oe que excess.vas da garanta a que eslSo obr- IJ J, a8cretil|t n60aaaidadaideaerem re-
seria da mais alia couveniencia dirigir par- f~ a ..,. ..i.,.. a. ; formados os aitigos da le fundamental, que
tratam dos cidadSos que esl3o no caso de
aerem eloilos depulados ou senadores, he
Soria oa uiais ana uouYouioooia u,t te desses pitaes ebons desejos em favor, mA&**2Lt!** as lels c UIS" tr.t.m dos cidadSos que esl3o no caso
da propriedade immovel; tanto mais qoan- posivoes en. connario. serem eloilos depulados ou senadores, _
to nisto vai urna proieccao directa as nossas >'? uoi lepuUdoa. em 9 Je sem uuvi Ja oppo,tuuai visto como he pon-
industrias agrcola e fabril. Ora, cu des- Ju,u ie *, ,3n.ac">. >m'Jmm *"* lo averiguado acrranla que he cor.st.lu-
v.neco-me de acreditar que um d'os meiosl igu.linenU julg.do objecto de delibe- c0i,a|, Jpor consegu.i.lo tora da rlcad. das
disso conseBuir-,e se.ia a ado|.c.3o da pro- "00, e va m,,r....,r para entrar oeor- ililllr,F1| rdiar,as ludo quanlo diz res-
v Venca que lambroi poia que, suo.ti- deo do l^rebeJboa, um prejeeto do Sr. Joa- peito .os dueitos poiicos do cid.dao bra-
luindo esse estado de ioeertea, que na ae-.l-'f iof de 0l"B,,tt oroan.saudo escolas J||eir0 toi11 Sr. preaideete, eu oxatnins--
tualidade paira sobro as transaccos da pro-, regiuieulaes. roj a materia pelo lado pelo qual a tratot o
pnedade immovel, pelo principio da pu- l'rimeira parte da ordem do dia nobre depulado i por quanto peza-mode-
blieidade na mala larga eao.la;toraar-ae-bla I rimara parte aa ordemloam. vr.s que subsista um erro que concidero
aproveitavel o credilo. quedara lugar um. Movoi ordenados aos ministros de I muito el iro, o quo de quanJo em quando,
grande parto dessa inesina piopriedade,que estado ect. sendo reproduzdo como n tem sido, occa-
lioje, pelos ombaragos com que luta, ou n3o Couttoa a terceira discussSo do projec- siona a perda do precioso tompo que poderla
entra em cnculac3o,ou socnlram com a pro lo n. 10 que augmenta o ordenado dos pre- ser empregado coa. proveitc da paiz .
pria ruina. Parece-ine, Sr. presideule, quo Bidentes de provincia, ministros de listado O nobre deputado disse que elle desejava
o (o inri,on da publicidade he a base natural etc., com as emendas olTerccidas.
do crdito, eque, pois, longede Ine s;r fu-, Le-seeapois-se a seguiule emenda :
nesto, he ao coutrano urna condir,3o essen-' o Em lugar de 5:000/ a 8:0U0#diga-se
cial para que elle se esiabeieca de urna uia- de 4:000^ a6:000f. S. R.Angelo Ramos.
t.eir solida, e conseguinlemenle extenss. OSr. .lloris Sarment : iMo causaroi pes., sobre o brasil'; acicsceiitaodo que quau-
Um nobre deputldo por S Paulo, reco- mus, Sr. presidente, a atlenc.it) da cmara ,io le iaconveuieute desapparecer, quaudo se
uhecendo a necessidide o tslvoza opportu- prodiizm lo razOes para sustentar o voto delermiusr que os magistrados nao possam mais
nidade deazer-se algum beneficio as nos- que ja dei e estou disposlo a continuar a ler cleilo, deputados ou senadores, enlao o paiz
sas industrias agrcola e fabril, ja miciou na oar o augmento dos ordenad.- dos presi- entrara em urna nova era : 8'a SoSu\
'.a. um projecto eu. que se aci.am cotisig- denles de provincia e dos ministro de ..la- l^^gmjmgmm qu. "**!. o
iiidasprovideiiciasparaanim.ro eslaUele- do; julgo que a materia se aclia s.illicien- uc ,em aprl.i(.aUU0 aiversus oll|,os membros
cimento de bancos que sipropuiihau eape .lmente esclarecida e por isso nao tratei ,1U1. pcu,aill 001U 0 nobre deputadu divcrsili-
c.alu.ente a proteger aquellas iuluslrus. u.ais dalla. Totuei a palavra nicamente 0am|o apenas em palavras! aupponho, puis,
Un linda por essa lido coii.si.l. ra.lo, me para responder aos nobres oradores que lem que rclutaiido o uobre deputado, lerei dado
parece que o piojelo que teubo a honra de. sustentado conveniencia de decrelar-se respostaa lodos os mais que sao da lucarna epi-
submeller a cuus.deracu deslo cmara u3ol que ha incompallb.lidade entre as fuucces nlo.
que os maKistrados oa pudesseni aer eleilos
depulados ou seuadores, porque em suaopiuiao
nada lo,va mais peruicioso ao pai. do que ma-
giatr.dos politicoi; a magistrados polticos al-
tribuia o uobre deputado lodos os males que
escriptores sao deopmiao queessas uicsinaa ...-. ""C^50^qVrer, Sr. presidente, porque
compatibilidades consagrada ac.s.s coasl.lu ^"."'^f^^cUa suppr que o povo brasi-
cesso deiuasladanieule pengosas e contra- par=1.10 lora vj 0 ,
ria. llberd.d. dos sullragio. publico.,.. ffJJgft*KVeVe3ei que qu.si se nao
O r, U. Sote : Apiado.
iMll-M.I .11 I. ti,i ll
O Sr. Moraes Sarm, i"';., sustentando elle. f^^^^VTsuM&W* respeuo
se deve dcixa. ...tciramente a deliberacao 2"' sofereccmdigoa$ao e despreso I Pode-
novo, a uo ter cheg.do a esse eslado
1 ...,,.. ,,i ,r.ll' llMIIn
c iuc me partceui
iT'i.i.ttii o despreio,
''f'XlT, rTerX.MxS."~.". ec.
pcu. algumas coiisiiiu.,dei que os
conselbeiios de eslado, os empregados .las se-
cretaria, cortetos eos assalariados |iela corte
nao pdssam ser eleilos representantes. hila
disposico he demasiadamente rigorosa; olien-
do a liberdade dos sultragios pblicos : pode
excluir da urna eleiiural hoiucns tanto inais
diguo da coiiliauca do povoqiiaulo elles a lem
sabido captar em poslos oude lie inais diilicil
conserva-la. Nesle ponto parece smeteme que
a naco seja dirigida pelo senilmente de seus
imeresses. Se ella quer realmente ser repre-
sentada, coinprehendcr por si mesiua que
no... as,eo,olea em que allluissciu os emprega-
dos na admiuislraco do palx, isto he, o, dele-
gados do poder execulivo, do elemento n.oiiar-
chico, nao pode deixar de ser mal lepiesenlida;
portaiilo um povo illu.tra.lo nunca escolbc os
seus representantes rom prejacncia d'eulre os
l'uiicel.liarlos pblicos; mas uo os exclua
absolutamente se estes llie parcc.ieui digeo
de sua i-onliaiica,
O Sr. Ilrllo nanea : -- Ab :
O Sr. Moris Sarniento : Ura, se os lliesinos
miuislros conselbeiios de eslado, se o. eui-
pregadus das secretarias, os corleocs c os assa-
concidados para colisa alguma, quanlo .ais
liara inereccrcui a
orna de scre.n chamados a
-iircsentarosiutciessesdopaiz uo parlamento ;
nurque nao he natural que se depo.ite a alta
couliauca que he preciso depositar naqueiles
que sao mandados para esta ou para a outra
cmara, em magistrados que se inoslram hosn
aos imeres.es ,,o, moslraudo-se indignos, proslituludo em
sniiiin i a sua saola inissao.
Discorrendo portanlo deaUBJOdo,^IVcS!
ue nao podercl ser contestado se aflirmar, co
gistrados para serem eleilos depulados ou se
dadores nao he ...olivo pac qu ucm mi. ; ote. he ...ai. un atan para que
sr iiesvclle. no desempenho de seusi neveras,
.ara ..ue s" dnneau. ,.ela su. integ.idade, rec-
doe l"s; pol. hees.e o nico meio de cap
larcm a estioia publica, e de poderem espera,
, su lag.o dos se... conc dadaos, sendo l.vr...
leoes, a podendoo pan la/.er eicolha d.
rep.eseuiaules, bem entendido! ( Apoio-
is ele
seus
do.
Mas, Sr. prndenle
eu .onda quero ir uiais

Y
s|

' --. ..-

/^-


longc : dcsejo considerar materia por todas as
auas lacea.' Assim que, perguntarei aoi nobrea
deputadus que cao pcnsam comigo a eite res-
peito : o que consigulreis, senhores, se nio pn-
derdes-rcduzlr le o vosso pename nio ? Abs-
ter-se-bo completamente 01 magistrados de
iuicrvir nos negocios pblicos, de tomar parte
na poltica desde que nao poderam ser elcitos '
Me o pensaia, eoganai-vos redondamente. Para
suppr que um magistrado, desde que nJo po-
der ser dep'itauo ou senador, niio tomar mals
parle nos negocios do pata, abater-se-ha com-
pletamente da poltica, he preciso suppr um
impussivel, be preciso suppr que a classe dos
magistrados, be s a cl<*sse dos magistrados, he
saturada de egosmo tao pequeniuo, dircl mes-
iii" tao estpido, que se torna inconcebivel ;
.he preciso suppr que os magistrados fossein
intelramentc privados de todos os sentlmcnlns,
de todas aaalleicea que existem nocoraco de
todos os boineus! Acaso, por nao poder ser elel-
lo o magistrado, nao ter elle prenles, ami-
gos; nao desejar adquirir novas relaeocs ;
nao ter asplrajea nao lera tuesmo patriotis-
mo, Sr. presidente, paia que gmente Induii-
do por este nobre senlimeulo, quando os outros
o nao actuem, tome parte napolitica, e se en-
volva as lulas dos partidos?! Pois s se ha de
suppr no coraco dos magistrados brasilelroa
a ambico de ser deputado ou senador, de son
que atalhado o passo a ella, nao se embarace
mals com este mundo, torne-se um egosta, uin
ente sem atteices algumas! Ilelslo crivel? Ha
quem possa capacilar.se disto? Nao estamos
vendo o inverso disto todos osdias? Por ven-
tura todos os das nao estamos observando re-
sultados diametralmentc oppostos aos que os
nobres mciubroa sustentan! que se ha de se-
guir? Nao estamos vendo todos os das que
quellea que, ou por nao icrcm a iiladc, ou por
oulras razes nao podem oceupar urna cadeira
no senado, toinarcm cointudo vfvUsima parle
as eleicdes de senadores? Nao lemos repetidos
exemplos de que mullos magistrados que nun-
ca aspiraran!, que nao aspiram um assento nes-
ta casa, sao nao obstante acrrimos partidarios,
c nunca deiain de envolver-se as elelyes?
Nao vemos todos os das que individuos que nao
podem esercer cerlos cargos, todava, para que
este ou aquelle seu correligionario, seu amigo,
seu prenle, os alcance, eslorani-se decidida-
mente, compromeiieiu o seu socego, o seu bem-
cstar, fazein quanto se pode fazer para que isso
se realUe? Gomo, pois, suppr que s os ma*
gislradoa faro umaeiccpcao regra geral, ao
que se tcm observado e se est observando to-
dos osdias al nos proprios magistrados? He
misler fechar os olhos luz da razo e da ex-
periencia para nutrir as esperanzas que uutrem
os illustres dcpulados! 'I cubo para miro, por-
lanlo, que por estas breves cousideraces hei
demonstrado que a cxcliiso dos magistrados
do parlamento nao trar bem algum, nao pro-
duzir nenbuin dos felices resultados que os
honrados iiicinbros patriticamente desejam;
taubcm me persuado que podcrcl mostrar que
scmelhante medida as circunstancias cm que
se acha o palz produzlria emoaiacos, e qulc
males. ( A/miados, j
Eu nao quero dizer, Sr. presidente, que s-
nicute no corpo dos magisti ados estejain as 1 aa
zes i sel que outras inultas clasaei ha bananle
inslruldas*, mas o que uiugucm me podercon-
lestar be quena classe dos magistrados existem
muilus homens habilitados para bem deseuipc-
nharein as funeces de legislador. Ora, consi-
derando-s que o brasil he um paiz uovo, oude
as luzes priucipiaram a talar ba inulto pouco
lempo, nao bavera por ventnra inconveniente
em excluir cssaclasse do numero daqucllas de
entre as quacs o povo baja de escolhcr os seus
representantes? Naoresultarao embaraces des-
ta exclusa!)?
A' excepeo de uin ou outro, estranhos
classe da magistratura, pergunto eu aos honra-
dos ineinbros quaes sao os que mais se lem di!-
linguido no pailamento brasclro, que mais
servico* ncllc tcm prestado ao paii ? Nao sao
por ventura os magistrados? Islo sao lacios que
ilIo podem ser contestados! t potados )
r- Creio, Sr. presidente, ter dito sobre a mate-
ria oque mepcrmitliam as iniulias fracas forcas.
Protesto a V. Gxc., peranlc o paii, que quinto
mais medito sobre esta materia mais me con-
veuco da scm-raio com que se promove a
adjpcao de scmelhante ideia.
O Sr. Paula taptiila : Entre miin c o no-
bre deputado ha um verdadeiro contraste.
Quanto mais medito sobre a materia, mais me
conveuco da justica dcsia ideia, que he recla-
mada em todo o paix.
(Continuar-e-ha).
^^a<-^*tmmmmmmmtmMmmmmmmm^>mmmmmmma'*ntmsi^iMmmammmmmmsmi^*********mattltsmtmmmmm^
luiz : Ssbe quem fez esges feriruontos ? que annui piri oblcr o mea socego, des-
Re1 : Poi urna tal Maria Pequea, mas presando at ai cusas do processo, porque
quindo eu desci psrs bilxo nSo vi mais a era de tuppor alo tivesso dondo as ir ha-
bulhs e entilo disseram que tlnhi sido eu e ver do dito arrematante Bonifacio. E para
olla me deu urna tipa. que oo diga 6la vtuva que concorde! na
Jtt :--Como soubeque foi a Mara Pe- venda do mesBO sitio pelo facto de recetar
quena quem fe os ferimentos ? da qnestSo em que me julgava com todo o
li :Porque ellas titiham tido umagsa- direito e justioa; vejo-me obrigado a pa-
tlsfacOes quando vieram da venda, edepois tontear ao publico o negocio tal qual se
lio barulbo a pequea dcsapparecou o quan- passou, e vet sa por esla forma tica corrlg-
doeu vi foi ella ferida. da esta vilenla viuva, que s se importa
Juiz : Quando voc foi presa nSo ostava com o seu bem estar, sem se lembrar que a
com uroanavalhanoseio? juslicado coa ha de punir acabando com
R : Eu eslava oceupada com a nava- ella.
Iha no sotilo quando ouvi os gritos etitSo Provino & minha familia que qualquer
desci e boteia no seio o enlo o Inspector me cousa que possa ou soffrer, deve queixar-so
pegou com a navalha. dessa mulher, cujos factos arbitrarios que
luiz : Antes dosse barulho, no estove n'aquello lugar tem pralicado, narrare se
com Antonia Hara do .Nascimento? preciso for.
R : Eslive de manhSa, depois sub Kecife 18 de julbo de 1852.
para fazer o meu servico. ttanotl Antonio SimOts do Amiral.
luis :- Conhece as testemunhas do pro- _________
cesso ? "~~~~~"~
M I As mulhercs conheco. redactoros.-O dever de gratidao he
2
cnt
R : -- NSo, senlior.
luis: Tem algum motivo particular a
que allribua o presonle processo ?
II'' : Nfio, senhor.
Finda a discussSo do processo.
O Sr. {'residente faz o rulatorio da causa e
entrega ao couselho os quesitos, avista da
resposta deste.
i ,in ii'nna k r a um auno il i prisSocom
trabalho. _________
Correspondencias.
Srs. ItnJsctores. Itogo-lhes hajsm de
dar ptibliciJade emseu Diario a esta minha
exposicSo.
Tendo eu sido por vezes, perseguido pela
honrsram com seus elogios, no sendo eu
merecedor de lo subida honra. Na verdade
fui rendido do destacamento da povoaQSo da
Clotia no dia 20 do presente mez, por or-
den do meu general, por assim ser do regra
militar, e no por qualquer outro motivo
alheio a minha honrada prolissSo, tendo
por meu substituto ao Sr. tenente Candido
Francisco de Carpes, que sendo um militar
experimentado, i' dolado de prudencia, ha
de por certo fazer aos Gloranos aquella jus-
tica de que sSo merecedores, por suss ex-
celentes qualdades, morigeracSo e espirito
deordem. Diz o Gloriano, eo correspon-
dente, que eu os tratei bem, e qual seria o
meu dever ? Se ellos n3o s por mm, como
por tolas as autoridades que pa*a all forem,
.. i,- a~ 0n- .i> .,,.,..,. mtiiAifa tralmln* '
PERNAMBUCO
Kcparticao da polica.
DIA 23 DEJULHO.
Illm. c Exm. Sr --Cumpro-me levar nuco-
iiliecimento de V. Exc, que lionlem foi pre-
so; a minha ordem, Jos Joaquim Gomes,
por insultos dirigidos a um nllicial de jus-
tica ; e a ordem lo subdelegado da freguc-
zia de Santo Antonio, os pretos escravos,
Jos e Manoel, para serem castigados com
bollos.
Dos guarde a V. Exc. Delegada de poli-
ca do primeiro dlatricto deste termo, 23 de
julbo do 1832. Illm. e Exm. Sr. Dr. Fran-
cisco Antonia Kiheirn, presidente da proviu-
i'ia. -- Attlonio Itangel do Torres Uaudeira'
delegado.
DEM DO DIA 24.
Illm. o Exm. Sr.Cumpre-mo levar ao co-
nhecimeulo do V. Exc, que hontem foi pre-
so ; ordem do subdelegado da freguezia
do S. Jos, o pardo Manuel Concalveg, por
andar vagando fora da casa de seu pai, nada
mais consta.
Dos guardes V. Exc. Dclegacia da poli-
ca do primeiro districlo desto termo 2* de
iulbode 1852.Illm. e Exm. Sr. Dr. Fran-
ciaeo Antonio Rilieiro, presidente da provin-
cia. Antonio ltangel do Torres Uandeira,
delegado.
JURY DO liJSCIFE.
4.' SESSAO ORDINARIA EM 21 DE JULIIO
DE 1852.
Vresidencia do Sr. Dr. Manoel Clcmentino Car-
neiro da Cunha.
Vromolor, o Sr. Dr. Abilio Jos Tavares da
Silva.
Advogdo, o Sr. Dr. Manoel de Souza Garca.
A's ouzo 11--i borasda manhDa, feta a cha-
mada, e achando-se presente numero sulli-
cientede -enMores jurados.
O Sr. f residente abre a sessBo.
procede-se ao tortei i do consellio, que
lem de julgar a r Mara Joaquina da Con-
celeSo, aecusada pelo crimo de ferimentos
graves.
Prestado o juramento do cstylo
O Sr. Presid"/ faz a r o seguinle
INTERROGATORIO.
luiz :- Como se chuma ?
R : Mara Joaquina da Concelc,ao.
Jtiis : Que idade lem ?
R : -- 25 annos.
luis :-- Sabe ler e escrever '
R : "Nao, senhor.
luiz : De quo vive f
R : De innihas costuras.
lu, : Sabe porque lie aecusada '
Re : Sei que fui por uin falso que me
ou morava deulro de casa com
levautaram ---------------------... ... v ,-
a minha cantarada o nunca tivemossatisfa- caso nenhum lez, lano que
quolle alicerco, dando isto lugar a inundar
o mesmo sitio, pelo que proced vistoria
perante o subdelegado da Roa-Vista.
Nao lcou anda aqu a opproc3o dessa
viuva ; preparou urna rcpresentacSo de pes-
soas do lugar, o outras de mais distante
(cujas assignaturas da maior parto respeito),
podindo cmara municipal dosla cidado
providencias, aliiu de beneficiar a estrada,
o. assim o ti.in/.iin publico : mas, qual foi
a providencia que eu a cmara ? Devendo
cingir-se nicamente ao atterro da estrada,
como mandou atterrar o lugar junto pon-
to da mesma Capunga por igual prccisBo,
ordenou o exaroe da obra exig Ja pela mes-
illa rcprosontacSn, aprcsenlando depois um
orcameiito de 875/525 rs. para se fazer una
bomba na estrada com cano para dontro do
meu sitio, passsndo pelo de Jos Ribeiro de
lirilo, e despejando no dos herdeiros da fal-
lecida Flormda, boje oceupado polo ren-
deiro JoSo los do Gouveia, sun ser esse ca-
no, segundo a planta dada pelo respectivo
ongonhero, calcado o coberto, pela rasJo
de nao ter a mesma cmara quola para mais,
uHolbe importan lo o direito de proprieda-
de, c 111 11 mandando avaliar o terreno quo
lem de ser oceupado pelo tranzilo d'agua
para indemnisar ao seu proprietario.
Quem, porm, appareceu para fazer ar-
rematacfto da referida obra, a mandado da
viuva referida?! Uonifacio Maximiano de
Mallos!!! oireoceudo-se a faze-la pur ris
:, o ,,i ni, o que admirando aos metnbros da
cmara municipal o proco porque 1 lio fazia
un,i essa arrem itac.lo, podo illudir dizen-
doque os asignantes da tal representarlo
conlribuiam cada um com corto quantitati-
vo para leva-la a efloilo, quando a maior
parte delles nada dSo, o nom a isso se com-
prometieran! : o assim foi a mesma obra ar
rematada pelo bem deiinteressado Bonifacio
por mandado d'aquella viuva, smenle cot
o lim decontinuBr a opprimir-me, evacuan-
do a agua queajunta no seu sitio, porque
segundo a planta quo se dava mesma obra,
vinha a ficar a bomba recebondo a agua que
ajunla dontro do sitio da mesma viuva e
despejando para o meu, licando assim urna
obra publica c ao mesmo lempo particular
em benelicio d'uma viuva que licava com o
seu sitio enchuto eo meu aliaga lo, c por
conseguinte inulilisado I
NSo quero, com osla minha uarrac.no,
criminar a i Ilustro cmara municipal por-
que foi il ludida; mas, I he laco SKitir que
em caso semelbante devera pessoalmente
examinaro terreno para conciliar o bem pu-
blico com o direito de propriedade. A'vis-
ta de semelhante procddor embarguel, por
autoridade competente, a obra e dirig
cmara urna representarlo requerendo o
meu direito; mas, autos da ser ludo isto
decedido, no da I do crreme apresentou-se
no lugar da obra o arrematante Bonifacio
a quem tinha sido o mandado do juizo inti-
mado para nao dur principio a mesma obra
sem decisno delle, acompanhado da dita
viuva, sendo feitor Bolelho, fabrica e igual-
mente o engenbeiro da cmara, izeram um
profundo reg na estrada, chamando a agua
do sitio da viuva, arrombaram o resto do
aliceres que exista no meu silio para am-
paro d'agua, e entrando fizeram um valo
por onde evacuaram toda a agua, menosca-
bando assim d'autoridsde que mandou em-
bargar a conlinuac.no >la obra; em conso-
quoncia do que requer ao mesmo juiz para
proceder a urna visto ia no lugar, a qual
tenloeffuilo no dia 9 do dito mez pelas
quiltro horas da tarde, sendo para isso no-
tilicado o referido arrematante Bonifacio,
hi foencou-
viuva Lasserre, com os arrombamenlos que n0 flz maisque meu dever, por en-
aunualinonte, pelo lempo de invern, eos- noj niullanle9 da freguezia da Clo-
tumava mandar fazer no meu sillo, no lu- ra /p com eSpPCialidade os moradores da
gar da esl-ada da Capunga para evacuar ov 3o espril0 je ordem e conducta
as aguas que recobe pelo fundo de outro j||ibaua Na ii0ha eu desejo algum de dar
quo tcm di-fronte; paaset ltimamente a la- ^ ponnada a respoito da Gloria, por se.r
zerum pequeo aheerce pela parte de den- mj|tar Ke alcm alsso subalterno, nHo por-
tro da cerca para entreter a agua do inver- freguezia da Gloria n3o deixe de ser
no emquanto oatterrava, para depois tam- merece iora de todos os elogios : mas por-
bem cobnr de trra um viveiro inutilisa, o coa0 80|jado estou innibido do dizor
que exista no mesmo meu sitio, ncanJo a|gulHas verdades, e mesmo dor nao estar
esta ultima parle por fazer, por tor appare- om minha aleada elogiar estes, ou aquelles
cidologo umao lempo, e isto a conselho |i,itaiito. desto ou daquelle lugar, esim
dos profossores pela epido na que causava cae esU urera ao publico illuslrado, con-
a agua do invern all encharcada : o n3o rorme ( callaucla que apresentarem para
conteni a mesma viuva com este meu pro- com as aulorl Ja(jos loCacs.
cadimento, coulinuoii a exercoroseu gimo yjand0 asSummi o commando do desta-
despolico, k bem parece quo alliciou a camlll0 ou para melhor dizer, quando
quem quer que fosse para isso; o na ma- inarcue para Gloria, fui sempre fazendo
uha i do da 10 do junbo do crrente anno, unj juii0 dasfav0rivei a respeito de seus lia-
appareceu nao so ai raneado, como sumido D|tales. porm tiveo prazer de em poucos
o poriao do mou sito, e bem assim destru- djas cun|,ecer que os habitantes daquelle lu-
da einutilisada parte da cerca do mesmo e art)j0 mereciam ( o merecem ) as sympa-
uma porcSo de llores que exista em um pe- R,i| diS autoridades, mxime, quando es-
quenojardim que alia havia, apparocendo sas auiorjdades forem justiceiras e dotadas
igualmente arrombado ou duas partes a- je prn4encia : portaoto, queram osseuho-
res babitintes da Gloria, acceilarem de .mu
um sigual do gratidao e respeito, certos de
que muito rae captivaram sua obediencia as
leis, as ordenslgaos.
Approveito o ensejo, senhores redactores,
para agradecer aos senhores abaixo decla-
rados, os obsequios, que me izeram, e o
respoito quesempro guardaran! as minhas
ordens, como encarregado da policia, como
pessoasde dislinc{3o, a subidas qualidades,
asseverando-lbes que minha gralidao ser
eterna, e queem qualquer parte, que por
ventura me ponha a classe a que lenho a
honra de portencor,lbes offereco meus pros-
timos : Vigario Joaquim Iguacio Gonjalves
da Luz, major Antonio Goncalves da Luz,
dito Sebastiao Ignacio de Accioli Lins, l-
ente Antonio Jos da Costa, Severioo Gau-
dencio Fuado de Mendouca, professor pu-
blico, JoJo do Prado Martina Ribeiro, Zefe-
rino Piulo da Hola Nuoes, Atitonio Pinto da
Mota Nuoes, vigario Basilio Goncalves da
Lu, Dr. Cbrislov3o de Barros Monte Hozo,
padre Ignacio da Cunha Soulo Maior, oscri-
v3o Manoel Antonio de Souza Cosa, padre
Manoel Gomes de Brillo e Jo3o Salgado de
Albuquerquo.
Tambem acceitem os senhores, coronel
Francisco do Reg Albuquerque, Dr. juiz de
direito Jo3o Paulo de Muanda, Dr. juiz mu-
nicipal Jos Maria Moscozo da Veiga Pessoa,
e professor de Po-d'-Alho Bento de Ferias
Torres, meus protestos de eslima e alia con-
siderado em quo sempre tiye fetenboj
suas pessuas, pela delicadsima maneira
porque se digoaram tratar-me.
Recife 27 de julbo de 1852.
Josa" Francisco de Ittoraes e Vasconcellos,
das por leu marido, tendo urna grande parte
destas dividas conirahlda antes do divorcio, e
algumaa antes de inventario e parttiba; oque
porm te nio pode acaradllar na preaenca de
todo o svtteina de notsa leglslacio, moalrain os
autos no oartorlo do esorlvlo MotU '!
Eslava reservado para nonos dial ver dc.fi-
zer urna arrcmalacao le I la em praca publica,
com todas as formalidades da le c do estylo, e
o que mals be depois de pasaada carta e posse
tomada, c desfaxer-se por um simples requeri-
raento edeferimento nelle exarado! He pois
Maria Francisca (saibam lodos) mal) privilegia-
da que afaienda publica! Continuemos.
li,/ Mara Francisca em seu annunejo, a que
nos referimos, que ella tem execuco appare-
Ibada contra seu marido Jos Mara, devedor
de Llns; se porm tem esecucao porque nao
protestou em lempo? Saibam porm todos que
essa execucaoque ella diz ter, be por alimen-
tos pretritos e contados depois da senteuca de
divorsio, e se ella quer allinenloa depois da
sentenca do divorcio, ae taes allmentoa lhe fo-
raiu julgados, be consequente reconbecer-se
communicar at esse tempo e ento estar ohri-
gada as dividas contrahldas, e deque percebeu
commodos, sendo certo que os encommodos
devem pesar sobre todoa que tem o commodo.
A mulher nao beherdeira do marido, be slm
soda, e como lal responsavel por todas as divi-
das da socledade, e se Islo he correntc, como
querer Maria Francisca metade do casal, livre
de pagar as dividas contrahldas para costeio da
sociedade t de quetiroufructot Nao aera essa
pretencoextica? Nao ser querer por se fra
da disposico das lea reguladoras da especie ?
Esquecia-noa dixer que a pretenco de levar
Llns ao deposito o preco da arremataco he tao
desordenada quanto he certo que os bens arre-
matados por Lins foram apenas os pertencen-
tesa meaco de Jus Mara seu devedor, e que
nenhum s foi dos dados em partilba Marta
Francisca.
Senhor redactor, licainos por ora aqu, e co-
mo temos espesanca de Ibe bater porta pedln-
do ainscrso dessa historia, que ser documen-
tada para l reservamos o bom e o bonito.
COMMERCIO.
ALFANDEGA
Rendimento dodia 1 a26.
dem* do dia 27.....
,232:508,110
. 5:566,811
238:074,921
designaros lugares para nolles se fazer o
deposito das Immundicei, os que ai lanza-
ren] fra daases lugares, e presentemente as
nao lain;,irem an mar, pagarSo a malta da
4,000 rs. Aa vasilhas as quaei 10 eonduzi-
rem as immundiees serlo cobertts e lavadaa
depois do duspejo, e nio le podar fazer os-
lo servico desde as 7 horas da manlia at as
9 da noite, sob pena de pagarem a multa de
2,000 rs. Exceptua-se o despojo de aguas de
lavagens do roupa, casa e cosinha, assim
como o lixo.
Lugares marcados na freguezia de Santo
Antonio, para ne! les so fszer os despejos.
Primeiro em frente da ra de S. Francis-
co, no Mundo Novo.
Segundo no lim do becco em que termina
a ra do Rangel, polo lado do Sul.
Terceiro no lim da ra do Pocinho.
Smente nestes lugares, e depois das ho-
ras marcadas se pdem fazer os despejos,
deveudo as vasilhss serem cobertas.
E para que o citado artigo eedital seja de-
vidamente observado, e n3o baja ignoran-
cia, lavrei o presente, que ser publicado
pela improusa.
Freguezia de Santo Antonio do Recife 24
do julbo de 1852.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
na
Deca rages
Desearregam hoje 28 de julho.
Ilrigua inglez ftary Uonnsell bacalbo.
Brigue francez Aspirante mercadorias.
CONSULADOGERAL.
Rendimento do dia 1 a 26.. .30:066,511
dem do dia 27........ 714,104
30:780,615
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimontododia 1 a26 .1:404,133
ldemdodia27......... 151,198
1:555,322
i:\porlai ;:n
Parahyba, hiate nacional Espadarle, de
27 toneladas, conduzio o seguinto :
50 barricas bacalbo, 4 canaslras btalas,
2 gigos sebolas, 4 ditos lou;a, 4 volumes
ferragens, 4 barricas assucar, 4 ditas gene-
bra, 5 eaixas passas, 3 ditas en, 8 saccas
arroz, 4 eaixas vidros, 2 ditas miudezas, 1
dita utensilios para chapeos, 10 barricas
fsrinha de trigo, 6 barris manteiga, 8 eai-
xas fazendas, 6 volumes ditas, 8 barricas
bolachinhas, I cunhcle arroz, 10 eaixas
vellas de carnauba, 520 arrobas carne secca,
4 saccas caf, I barrica alpista, 40 eaixas
sabao, 2 barris toucinho, 1 rollo fumo, 1
fardo dito, I sacca tapioca.
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 27.....287.827
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 27. 758,6*66
O arsenal da marinha compra 900 fo-
Ihas de cobre de forro de 28 oncas, 900 li-
bras de pregos de cobre, propring para as
ditas Tullas, 5 duzias de paz deferro, e 10
arrobas de colla da Bahia : as pessoas que
taesobjectos tiverem comparecam na secre-
taria da inspecc3o do mesmo arsenal,no dia
30 do correte mez, ao mnio di*, munidos
de suas propostas em cartas fechadas, e das
competentes amostras, adm de ser cftectua-
da a compra.
Associaco comtnetcial de
lumnico.
A diroccao da associacilo cnmmercial des-
la praca, de conformidade com os artigos
20 e 21, cipitulo 3. dos estatutos quo aro-
gem ; convida a todos os senhores socios
para a assemhla geral quo deve ter lugar
no dia 3 de agosto do crrante anno, pelo
meio dia, na sala de suas sessfles.Pernam-
Inieo, 26 de julho de 1852 Bernardo de
Oliveira Mello, secretario.
Vice Consulado de Sardcnlia em
l'crnainliiic.
Precisa-se obter nformaces exactas rela-
tivas aos Uados cidadflos sardos, Jos Car-
bune, o qual l Uceen haver 18 para 20 an-
nos n'algum lugarejo porto dcsta cidade.
Cetra, Marauhao e Para.
Destina-tea aquelles porto, 0
brigue escuna nacional Graciosa
quem no mesmo quizer carregar
ou ir de passagetn, dirija-se ao
consignatario J. ti. da Fonseca Ju
nior, na ra do Vicario n. a3, ou
ao capitn Jos Mara da Silva
Porto, na praca
Para, Oear e Maranhao.
O brigue escuna nacional Llu-
ra, recebe carga e passageiroa:
trata-ge com o consignatario J. fi.
da Fonseca Jnior, na ra do V.
gario n. a3, ou com o capitao, na
praca.
Freta-se para o aracaly,oo,Ceari a escu-
na brasileiro Tentadora, e tratar com Anto-
nio Alvos de Miranda GuiniarSes, ou com
Novaos & Companhia.
Para o II io de Jatreiro.
Em poucos diss, a veleira escuna Galante
Maria, portar parte da carga engajada: pa.
ra o resto, escravos a Trete e passagelros
para o que tem bous commodos, trala-se ni
ruado Vigario n. 4.
~ Para o Rio de Janeiro sahe com multa
hienda,le, o pala,din hnisih'io Bella Anni-
ts, ainda pode recebor alguns passageiruse
escravos a treto : trata-se com o consigm-
tario Manoel AlvesGuerra Jnior, na ruado
Trapiche n. 14, oucom o capitao Manoel Ja-
s de Senta Martins, na praca.
Para a Bahia
Sahe com a presteza do cnslume a velei-
i, ra ej bem condecida escuna brasileiraade-
~ i laida : quem nella quizer carregar, queira
dirigir-se a ra da Cadeia do Recil'c n. 23
ou a do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar.
O brigue nacional Kio Ave,
segu impreterivelmente para o
Rio de Janeiro, no dia 3 deagoi-
to prximo futuro : para escravos
a i'rete e passageiros, trata-se com
o capitn, na praca, ou com os con-
signatarios Novaes & Companhia,
na ra do Trapichen. 34-
Para o Hio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Ulin-
tendo assumido o nomo de Pinto; e cm se- j. ,- no M. 5 An rorrPn,
gundo lugar, do AntonioOrlandini, suppOe- aa' egue noala uo crreme ,
se ter tido algum emprego na alfandega.'recebe caiga e escravosa frete, of-
?55!.^-^l^.,??!??^"!n!.!?,-r?-|fereceodo a estes o melhor agasa-
llio possivel: trata-se com oscon-
r.u alguma
jtrado com
a obra em andamento, conti-
a abusar da autoridade do
Jbi' :-- Como so chamava essa sua cama- nuando assim
dj)? dito juiz que, pelo seu genio dcil e nunca
R Chamava-so Antonia Maria do as-'vista bondade, ciugio-se unicamentoa man-
im8n,0 dar o escrivao intimar por segunda vez a
Jiii -'- Sabo que fizeram alguns lerimen- \ nSo continuacao da obra, com penna de
tosnossa mulher ? | pritao. devendo ter ja mandado da primei-
Rc : Eu soube quando a vi na cadeia so ra vez recolhe-lo cadeia por desobedien-
rnrando | te ; notndose que nessa occasiSo compa-
luis :-'- NSo morava com olla em casa ? receu iramediatamente aquella viuva dona
R :-Acasaeradensduasecadauaia da obra, que caso nenhum della e fea.
linha eu moco filando o negocio neste eslado, e vendo
ui- -- Estiva em casa quando foi ferida ella que nao era possivel levar a etteito essa
v M.ria, du NVseimento ? obra, por ter a testa um julgadof probo e
X"lRT" "o'eiUTa'no wU>* ella em b.i- lus.iceiro, o digno Sr Jo. Rajado to
xa aotadQ eu ouvi aquelles gritos botei a Costa Menezes, e recelando a denoliclo da
c^aTanei.. e va?. Ja n08meiodo ^^^^^JT^^^^l
co fenua.
Alferes do nono balalhSo.
Senhor redactor. Emseu Vtario a. 164 de
segunda-foira 'J docorrente appareceu uin *n-
uuuei > de Mara Fraucisca de Sonsa Ramos,
prevenindo ao publico que nao compre Jos
dos Santos Souza Lins a botica arrematada em
praca publica, para pagamento do que lhe de-
via Jos Mara Gon(alves llamos, em virtude de
execuedessuas e que lhe foram cedidas por ou-
tros credores. como porm nesseannuncio se
faltasse a verdade e se occultasscmcircuiuslan-
cias, que devem ser patentes ao mesmo publi-
co para que este avalic por parte de quem est
rasao, aliiu de que lhe i j, i justica; vou rogar-
Ihe a iuserso dcslas linhas, protestando em
lempo apresentar ao publico a historia do
quanto a respeito tem occorrido, e os motivos
porque to desordenadamente se lem proces-
sado.
Ubtendo Maria Francisca de Souza Ramos o
devorciar-se de Jos Maria Goncalves Ramos
por sentenfa do juizo cccleslastico proferida
em 19 de marco de 18I8, e procedendo-se a in-
ventario para ae Inc dar parnlba de sua meacao,
coucorrerain os credores de Jos Maria juizo
com suas scotenpas pedindo se Ihes separassem
bens para seus pagamentos, c assim se mandou
por sentenca du juizo da segunda vara. Deala
sentenca que adjudicou os bens do casal aos
credores, applicou Mara Francisca para a rcla-
co, onde se proferio) accordain que.rcforraou
lal sentenca sob fundamento'de dever ser
meen .1 ouvldi I.'
Bisa deciso sui generi* fez com que Souza
Lins como credor por si, e como cessionario
dos demais progredisse na execu(o,Hzesse pe-
nhora em lodos os bens de seu devedor Jos
Mara, c progredindo na ciecuco fizesse ava-
liar novamentc os bens, alizar editaes para a
sua arrciuataco, cno acto da arrcmalacao pe-
dissc ao juiz licen, 1 para laucar para seu paga-
mento da quanlia de H:83,s2l!i (e nao nove-
cenlos c tantos mil rs.,coiuose diz uo annuncio)
e sendo-lhe concedida tal faculdadc aireinatou
a botica com todos os seus pertences, que eras
meacao de seu devedor, e ludo pela quantiade
'jVlihf.UO, licando ainda eredor ao casal da
iuantia dc5:7i7/883.
Arrematada assim a botica, lavrou-ae o com-
petente auto, que asslgnou o portelro, ojulze
o arrematante Lim, passou-se-lhe a sua carta
de arremataco, pagou a respectiva cisa, e to-
mn ril'.cuv.i posse, e nessa posse eslava quan-
do Hara Francisca requeren ao juiz da segun-
da vara, que fra o de iodo o proceaso e arre-
mataco, requereu, repetimos, fosse citado o
arrematante Lina para entrar com o preco da
arremataco para o deposito em 24 horas, sob
pena de captura, e o juiz assira deferlo!! Nao
se acreditar, que tendo Lins Como credor ar-
rematado a botica 00111 licenca do juizo para
eu pagamento, seria obrigado a levar ao depo-
Movment do porto.
Navios entrados no dia 27.
Barcelona --32 dias, briguo hespanbol L>
panto, de 215 toneladas, capitao Antonio
Ysern, equipagem 11, em lastro : a Viuva
de Ainoi un & Filhos.
Bahia dias, barca belga Mario Key, de
334 toneladas, capitSo Van de Stccn, eqtli-
pagem 12, carga ferro, ajo e mais gene-
ros ; a Me. Calmont dr Companhia. Fi-
cou de quarentena por n.lo trazer carta
desaude.
/Varo saltillo no mesmo dia.
Aracsty -- hiato brasileiro Novo Olinda ,
inestro Custodio Jos Vianna, carga varios
gneros. Passageiros, Silvestre Ferrcira
dos Santos, Joaquim Monteiro da Silva,
Jos Paulo de Aquino, Vicenlo Crugel do
Amaral, llonoriano Ernesto de Albuquer-
quo e sua niia.i, Antonio Crugel do Ama-
ral, eltaymundo Pinto deMendonja Ca-
minha.
verendos parocbos, o a qualquer outra pes-
soa que possa satisfazer a estas averigua-
c6es, de dirigir-so por escripto a este vico
consulado sardo, sito na ra da Alfandega
Velhan. 19.
Banco de Pernambuco-
0 conselho do Direc;3o declara que os
dcscontos da semana que deccorre do 26 a
31 de julho, sSo os do 6 por rento ao anno,
para as letras a vencale o lim de outubro,
e para at 6 mezes, de 8 por ceolo ; sendo o
expediente para os raesmos desceios desde
as II horas da mantilla,as duas da tarde. O
mesmo Conselho resolveu.e faz certo aos Srs.
Accionistas,i|ue 11 ultima prestar;3o de 25 por
rento com que de conformidade com os esta-
tutos, deviam entrar de 15 a 31 de agosto,pa-
ra a caixado Banco, fica transferida para oc-
casi3o opportuna, que sera devidamenle an -
nunciada por este mesmo Diario.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES LNCLEZES
A VAPOR.
No dia 31 deste mez, espera-
se da Europa o vapor Te-
viot, commandante Onslow,
o qual depois da uemora do
cos mi.c seguir para os portos do Sul : pa-
ra passageiros trata-sc em casa da agen-
cia, na ra do Trapiche Novo 11. 42.
Pela subdegalacia da freguezia doS.
Antonio foi aprehendida urna trocha de
roupa: quem se julgar com direito, comp-
rela na mosma subdelegada.
~ Pela segunda sccfSo da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que do da
2 docorrente mez se principia a cobrar o
imposto de 20 por cento do consumo das
agoas-ardentes de produccSo brasileira do
segundo semestre do anuo fiuanceiro de
1851 a 1852
.3^
l'ublicaces Iliterarias.
DTAS.
O Dr. Custudiu Manoel da Silva CuimarSes
juiz do commercio da primeira vara nesta
cidado do Recife de Pernambuco por S. 31.
Lote
Pato saber aos c'edores incerlos de JoSo
Fredorico de Abreu Reg, que por este juizo
lhe move execu(3o Manoel Lopes da Silva,
em virtude da qual se proco.ieo a penho-
ra na quanlia do 43,260 rs. que sea-
cha depositada om m3o da Jos Lucio Mon-
teiro da Franca, pelo que hei por citados
aos mesmos credores incerlos do executado
para que no termo do 10 dias contados da
publicado do presento compire^am neste
juizo, a opporom a preferencia quo tiverem
a sobrudila quanlia sob pena de ge passar
mandado de lovantamento a favor do exe-
quenle,e para que chegue a noticia de todos
mande! passar o presente edital o dois do
mesmo.lehor que serio publicados pela 1111-
preosa e alisados na pra;a do commercio e
casa das audiencias; cidade do Recife de
Pernambuco 26 de julho de 1852. Pedro
Tertuliano da Cunha escrivSo o subscri-
vi.Custodio Manoel da Silva CuimarSes.
O Illm. Sr. inspector da tlicsourarla da
la/., nd t provincial, em virtude da rcsoluco do
tribunal administrativo de 15 do corrente, man-
da fazer publico, que as sesscssenuintes do
mesmo tribunal que sao as qulotaa-feiras con-
tinuaro as pracas dos contractos de obras pu-
blicas aballo declaradas.
Concluio da parte da casa de detcnco,
constante do raio do norte, casa central da Ina-
neceo geral c casa da administraco, avallada
em lOiOOO/eOO.
Poulc da l'aisagcui da Magdalena, avallada cm
l4:S8o|8lo rs., tomando-se por base d'arrciui-
laco o ollereclmento feito pelo licitante Jos
Goncalves da Porciuucula, de dous pur cento.
As arrematar.es sero feitas na forma dos
arligoa 21 e ZI da ici provincial n. 28 de 17 de
maiode i85i, e aobre as clausulas especiaes j
annunciadas.
E para constar se mandou anisar o presente,
c publicar pelo Diario.
Secretarla da thesouraria da fazenda provin-
cial de Pernami'udo, lu'de julho de 1852.
O secretario,
Knonio Fernira d'knnunciacio.
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro, fiscal om
exercicio da freguezia de Santo Antonio
do Recife, etc. etc.
Faco publico para conliecimento dos mo-
radores desla freguezia o artigo abaixo
transcripto das posturas municipaes em vi-
gor e bem assim quaes os lugares que por
edital da cmara de 5 de marco de 1849, fo-
ram nesta freguezia marcados para os des-
1 ELEMENTOS.
DE
fHOMEOPATHIAl
SAIIIO A LUZ A 3.' E ULTIMA PARTE
T: desta obra composta polo professor de
homopathiaCosset llimont Custar
J 5/000 a obra intuir at 30 dojunno,
dia em que lica enconada a assig-
9 natura. Esta obra he ni I, tanto para
% os mdicos quo se dedicarem ao es-
9 ludo da nova medicina, como para
* todas as pessoas de boa vontade que
0 quizerem convencer-se porexperien-
S cias da verdade desta doutrina, por
JJ ser ella imiUn clara, c a iiitelligeucia
' de todos,
? No consultorio homopathico ra 9
^ dasCrn/.os n. 28. ?
$5sRi*la5t5 ajf^a^f^fij^ajaagaj
A. tradueco do manuiii de medi-
cina Itomeopatbica do doutor
Jarbr.
16,000 rs. de assignatura.
Aclia-se quasi promplo o primeiro volu-
nte da traducc&o desla obra, a primeira e a
mais importante no sen genero : he prova-
vel queso possa onlregareste volumeat o
dia 15 do agosto : e Picar aborta a assigna-
tura at o dia 30 de setembro para comino.
didade das pessoas de oulras provincias, ou
mes:no desta, que queiram prostar sua as-
signatura para terem o verdadoiro conpon-
dio de tn 'dicina homo ipathica, ntidamente
imnresso; assigna-so no consultorio homco-
palhico do traductor o doutor Mosc iso, lia
ra do Collegio u. 25, primoiro an lar.
signatarios Machado & Pinheiro ,
na ra do Vigario n. ig, segun-
do andar, ou com o capitao Al. JU.
I'ci'tcita, na praca.
U patacho nacin 11 Valenle,
segu com muila brevidade para o
Rio de Janeiro, por ter o seu car-
regamento quasi completo : para
o resto, escravosa frete e passagei-
ros trata-se com os consignata-
rios Novaes &c Companhia, na ra
do Trapichen. 34.
Ltiifio.

JuliSo Tegelmeier, far leilSo, porio-
lerven^So do agente Oliveira, de toda a 010-
bilia de sua casa, consislindo em sofs, ci-
deiras usuaos, ditas de balando e debiar,os,
consolos, mesas redondas, bancas do jogo,
com modas guarda vestidos, marquetas,
toucadores, espelhos, relogio de cima da
mesa, piano, lanlernas, caudieiro do globo,
l'iiicn para mesa, vidros, trem de cosinha o
niitros muitos objeclos assas necessarios:
quinta feira, 29 do corrente, asIOhorasdi
mantilla na Ponte d'Ucha sitio do Si',
l! iptisla, defronte ao do senhor commeutla-
dor Francisco Antonio de Oliveira.
No dia 28 do corrente, as 10
horas lia manha, no caes da al-
fandega, armazem n. 5, iaz-se lei-
lao de batatas, por contu e risco
de quem peituncer.
Miguel Carneiro, tara leiblo, no da
sabbado 31 docorrente, s 10 horas da ma-
nii.ni, no seu armazem na ra do Trapiche
11. 38, de diversas mobilias, proprias pira
sala, gabinete, quartos salas de jantar,
cozinha ele, etc., assim como pianos, ri-
cos cortinados para sala, camas de ferro,
espelhos, quadros com estampas, louga, vi-
dros, reloeios, e outros muitos objecin
que uo podoai deixar de ser arrematados:
o ao meio dia em ponto ira leilSo, Cami-
los, tanto para sella como para carro.
Avisos diversos.
sito o preco da arremata;ao, so porque assim
o quer Maria Francisca, que m lempo nao pro-
lealou, como Ibe cumpria, e que nao lem pe-jPBJu!'' TI TI 11(1 V
nhnra e nem mcsinu dtreito aos bens do casal j i'iui-*/ .
enao depo de dedu.ldas as dividas contrahl-1 *rl. 5. Depo.g que a cmara municipal
Avisos martimos.
Para o Aracsty,
segu impreterivelmente, no dia 10 do agos-
to, o hiate nacional Ligoiro, por ter seu
carregamento quasi completo ; para o resto
e passageiros, trata-sj na ra do Vigario
n. 5.
Para o Hio de Janeiro.
A galeota nacional Santissima Trindade ,
sabe por estes poucos das: para passageiros
o escravos a Irele, trata-se no escriptorio de
F. A. da Cunha & Companhia, na ra do Vi-
gario n. II, primeiro an lar.
Vende-so a barcada denomina la Flu-
minense, que carrega vinte e qualro ciixas
regulares, com tolos os perlences, e capaz
de viajar: os pretndanles dirijam-se para
examina-la, no Forte do Matto,n para tratar
na ra da Cadeia do Rocil'c, armazem n. 62.
Aluga-se um preto menr;almenlo pan
o servico de urna casaq.uosoja fiel nao se
embriague: a tratar na ra dus Cruzes. n.l.
Um dos filhos do proprietario do silio
da travessa do yemedio n. 15, morador no
mesmo silio, responJo ao senhor pedincbao
do Diario de Pernambuco n. 165j que elle
julgou nao infringir asdisuosic.Oes dosarls.
2.*e7. do titulo 1. das posturas munici-
paes, em vigor, porquanlo no primeiro cj-
so, nada mais liz du que mandar espalbir
uns galhos deespinheiro pelo lado interior
do vallo, em terreno do propriedade do sitio,
e refazer o rostaute da cerca, que be loJ
do arvoredos como nao ignorara talve o
senhor pedinchSo, e com isto mi edilicou,
reedilicou ou demoli qualquer obra de pc-
,1ra o cal, de taipa ou de madoira ; e no se-
gundo caso, dir-lhe-ha,queso ilguem bou-
ve quo usurpou a divisSo da estrada ou par-
ta della, loi o proprietario do sitio n 21 di
mesma travessa quando abri o vallo ac-
tualmente existente ; o se esto vallo, como
mui bem sabe o senhor pedinch3o,hc adivi-
s3o do silio, o do da divisao paradcnlto sisB-
guem podera por p sem licenca do propnc-
laiin.nu onLAoogoverno.nos diversos casos
dusorvicA) publico ; coufosse mais o Sr. pe-
dincho que foi precipitado quando dissi
que nos liaviamos incurrido na inlracc3oilo
citado art. 7." titulo 7, das posturas muni-
cipaes, em vigor.
Precisa-so de um caixeiro que tenna
muila pratica de venda, quo seja bem loM"
ligeute edo fiadora sua conducta, tendo
as qualdades que se cxigoui nSose duviua
dar bom ordenado: na ra larga do Ro'*
no, venda da esquina, n. 52.
-- Troca-se o sogundo andar de urna casa
na ra do Collogio por outroj na ra Nnvt
com tanto quo niio seja 3..
lliciaes de luntlciro.
Na luja da ra da Cadeia do Recife n. 6*>
percisa de ofilciaes de funileiro.
Precisa-se de tomar a premio a qu"i-
lia de 1:000,500 rs com hypolbeca a vod-
lade ; no pateo do Terco n. 139.
-- Precisa-se de um feitor, que entena
do bortalices e plantas ; na ra do Vigario
n. 3


.. A pessoa que annunciou querer com-
prar um sito, par panto de vaccas, queron-
doum om Santo Amarinho, porm sem osa
pJo enlcnder-se com Manoel Luil da Vei-
L no obrado do sitio Arag*.
.'- Jos Antonio Lope, retira-se pira Lis-
boa, a tratar de sua saude.
Retrato dedaguerreotypo.
No atierro da Boa-Visla n. 10, sobrado,
lira-so retratos por daguerreotypo, com toda
perfeiQflo conhecida at agora. O artista
ten lo, pois, de se demorar poucos das nes-
ta cidade, avisa As pessoas que doseu pras-
timo sequierem ulilisar, para que o pro-
curen das nove horas da manhSa as quatro
da tarde.
.. Rosa Mara de Oliveira Miranda, em-
barca para o Rio de Janeiro a sua escrava
parda, de nome (Eleuteria, do idade do 18
annos.
i'recisa-se, no Rio-rormoso, de um
ollicial de mircineiro, nacional ou estrin-
joiro, sendo solleiro; quem pretender,
dirija-se a ra da Cadeia do Recife n. 50 A.
Aviso interessanto.
A viuva de Manoel Joaquim Pinto Machado
(.uimares (oonhecido por Manoel pequenoj
fai sciente a lodas as pessoas que tem pe-
niiores em sua mao e que ainda os nSo fo-
ram resgatar, o nem so menos apparecido,
nSo obstante um aviso por este Diario, em
que se lhe dava o praso de 15 dias para tai
|jm de novo se lhcs faz certoque, se at o
h'tn do oorrenle mez nSo forem resgatsrseus
penhores, scrBo vendidos para pagamento,
visto que todos ellos ja se acham vencidos.o
nao valem mal (o talvoz nem isso) do que o
valor por quanlo foram empenhados e seus
juros.
O bacharel formado Floroncio da Sil-
veira Cavalcanti de Albuquerque, desde
i dia 10 do corrente mez, acha-se constitui-
do bastante procurador do IIIon. Sr. Dr. F-
lix Peixoto de Rrito e Mello, afim de tratar
de todi>s os seus negocios nesta provincia;
licaodosem vigor outra qualquer procura-
do, que do mesmo senbur exista em poder
de alguem, na mesma provincia.
- I'erante o juizo dos feitos da fazonda
tem de serem arrematados por execuges
da fazendi provincial os seguintes bens: o
ongenho de fazer assucar denominado Bir-
ballio.aito na comarca do Cabo,avallado om
......iiii.nii.) rs. por venda,um sitio com gran-
de casa e estribara, cocueira e outras bem-
feitonas, avahado em 6;000,000 rs. no Pog0
ila l'anella, uro dito com olaria e plantagflo
decapim no lugar de Apipucos por 4:000,50o
n urna granito rasa na ra da Mangueira
do Poco da Panella por I 350,000 rs., uma
dita contigua por 1:225,000 rs. penhorados
a Joo Baptisia Pereira Lobo tudo por ven.
da, um sobrado de um andar e solSo no lu-
gar dos Coelhos n. 2, avahado por 9:500,00o
rs, um sitio no lugar de Apipucos, avahado
por 600,000 rs. penhorados a Anacleto Jos
de Mendonga tamben) por venda, a casa de
obrado de dous an lares sito no largo d
- Precisa-se de uma ama Torra de rucia
ilude, quesaiba cosinhar bem, e que seja
multo lnnpa ; na ra Nova n. 3*.
-- Desoja-ae saber sonde mora o senhor
I.(lunar io Albino Leal, natural da provincia
do F.spirito Santo, para se lhe fallar a nego-
cio do seu interesse, ou dirija-ie a ra do
Aragflo n. 10.
-- Antonio Jos Moreira Pontos avisa ao
respeitavel publico que desde 21 do corren-
te tem concluido a venda da sua loja do miu-
itezHSsita na ra da Cadeia n.l7,com os Srs.
[Novoarniazem de leiloes, ra
do Trapiche n. i^.
O agente Antunes avisa ao pu-
blico, que o sen armazn) de lei-
I6es, de hoje em diante se adiar
aberto nos dias uteis, das 8 ip
horas da manliaa, at ai 5 da tar-
de, aonde pode ser procurado, e
ah receber em deposito quaes- [serafmAlves da Rocha Basto,|e JsLoureii-
quer effeitos, que lhe quizerem o da Cruz, e rogaa todas as pessoas que lhe
' t _j'j______f*" dovedores, tenhain a hondade de o pro-
curar na ra larga do Rozario n. 20, alim de
saldaren) seus dbitos, e do contrario nSo
notaran) do proced ment que o mesmo u-
sar para podor receber.
Desipparoceu no dia 24 de junbo da
casa do abaixo assignado, um escravo, cre-
oulo.de nome Domingos, de dado de 25 a
28 annos; estatura regular, seccodo corpo,
cor fula, cara regular, sem barba, ps pe-
queos e apalhetados, pernas finas, levando
vestido calca de algodfloslnho brmco.cami-
sa do mesmo panno, chapeo de palhs, e por
manir signal ho rendido de uma verilha, e
suppOe-se que o dito fugira para o engenho
Brojo ou llhitas, por ser fllho deste lugar, e
he bem fallante; por isso roga-se as autori-
dades policiaes n ciptfles de campo que hs-
jam de capturaren), o levarem a seu senhor
Francisco da Rocha, morador na cidade do
Rio-Forraoso, ou nesta priga ao abaixo as-
signado, morador na ra Nova n. 58, que
ser generosamente recompensado.
JoSo da Rocha Wanderley Lins.
Gasa de commiss3o de escravos.
Na ra Direita, sobrado de 3 an-
dares, deronte do becco de S. Pe-
dro n. 3, recebeai-se escravos de
ambos os sexos, para se vendern
de commissao, nao se levando por
esse trabalho mais do que i por
cento, esem se levar cousa alguma
de comedoras; olerecendo-se pa-
ra isto toda a seguranca precisa
para os ditos escravos.
Arronda-se um bom sitio oa estrada da
Boa-Viagem, denominado Imbinbeira, com
boa casa de morada, uma estribara que ac-
3~
igrcja do Paraso n. 30, avahado em 6:000,"
rs, peohorado a Jos Pedro Velloso da Sil-
veira tara bem por venda, a casa mei'agoa
terrea com serventa do cocheira sita na tra-
vessa do Veras avahada por 150,000 rs. pe-
nhnrada a Francisco Itibeiro de Brilo por
venda, casa terrea n. 56 sita na ra de San-
ta Thorcza avahada em 900,000 rs. penho-
rada aos brrdeiros de Jos Mauricio de Oh-
v. ira Maciel, a casa n. 54 sita na ra do Mo-
licolombo do bairro dos Afogados em 150/
rs. penborada a Manoel Connives Servina,
a casa n. 10 sita na ra dos Pocos avahada
era20,000 rs. penborada a Uanoel Ribeiro
Machado para pagamento desello de lega-
dos, a renda annual da casa de sobrado de
um andar e solflo sita na ra dos Copiares n.
41 avahada em 120,000 rs. por oxecugflo con-
tra Jos Goncalves da Silva, a renda annual
da olaria -Ha na travessa do Lucca avahada
entregar para serem vendidos em
leilo, prestando-se oannunciante
igualmente a ir fazer leudes, as
casas e armazeas particulares, que
o quizerem honrar.
-- O Sr. Francisco Gomes Castellao, tem
uma carta : na Prag da Independencia n.
37 e 39.
Rorda-se a ouro e a prata, com toda a
perfelgSo l na rui da Cadeia n. 9, defronte
da Ordem Terceira de S. Francisco.
Roga-ae af Sr. Hay mundo Jos deA>
r.uijo, do apparre t na loj da ra do Cres-
po n. 16, que se lhe deseja fallar.
Precsa-se alugar negras, pira vender
inicias : quem as livor, annuncic, ou diri-
ja-aeirua do Collegio n. 13, primeiro an-
dar, que se pagam bem.
- Recebem-se de commisio, compram-
se e vendem-se escravos : na ra das La-
rangeiras n. 14, segunJo andar.
William Cuild, subdito inglez,rotira-sc
para o Rio de Jantiro.
Na ra do Rangel n. 42, exislem lindos
pares de fronhss de labyrinino para travos-
seiro, que tem dous palmos de conipri-
mento e um o moio palmo de largura, loa-
Ihas de bretinha com labyrinlho as ponas
(niguas bem largos), urnas com bicos outras
sem bicos.assim como uma toallia toda cer-
cada de labyrinlho de mais de palmo de lar-
gura de muito bom gosto, e na mesma casa
contina haver sortimentos de bicos oron-
das feitos no paiz ; os precos dss fronhase
toalbis sao os mais commodos que poden)
ser, e quem duvidir pode examinar.
No da 22 do corrente a tarde, dosap-
parrr.'u do porto das canoas, ao p da pon-
te da Boa-Vista, urca barrica de farinha de
trigo, com a marca XX; roga-Be a quem sou-
ber dclla ou a quem for offerecida.dar parte coimoda quatro ca'vallos, duas casas uara
na ra Direita n. 69, ou nos Apipucos a Jos cscravUs, commodos sufilcienle para tervin-
Bcrnardino Percira de Brito. f ioanimaes, como tamben) vaccas de leile,
I'recisa-se de uma senhora que nao te- i)lia u,x, para capim.com trinta e dous ps
nba menos de 50 annos de idade, para ser- je manguoia, e mais de cento e cincoent
vir de ama em uma casa de familia: no ater- ] p, ,] coqueiro de boa productSo, e todo o
ro da Boa-Vista, venda n. 49. L sitio creado de valle; quem quizar arren-
'LLAS-ARTKS

tem de costume proprio, ou se ichou na sua
le de que tendo-ie-lhe dado uma letra pa-
ra exeeutar em 48 ou 49 da quanlia de prin-
'ipal de 55,000 rs., eque ella Uzease penho-
; ra em uma escrava, desde entlo at squi
ainda nflo aobou lempo para concluir esse
negocio, tomsndo por desculpa que os pa-
pis estilo em casa do escrivSo, e outra vez
om casa do juiz, e finalmente com os papis
em casa sem dar hoIuc&o alguma, e assim
lero apatrocinado o dovedor; s, porque.dlz
elle, ler-m Ido valer de sua senhora. Ora,
senhor proourador, se quer fazer corteziis,
fa<;a com a sua bolQ, e no coma bole,a do
seu consliluinlc; f( o favor de no praso do
tres dias decidir esse uegucio, do contrario
ver seu nome por extenso, e se Jira tudo
mais pelo miudo.
Precisa-se de um caixeiro que tonua
na
Pubhcaram-so ultimameule na nnprensa
de msica, na ra Bella n. 28, as seguimos
pec,as de msica :um numero de lindas
quadrilhas para piano e flauta a 1,000 rs. ,
para flauta so a 500 rs., a muito applaudida
modinhaquer o fado quer a sorlo para
piano a 640 rs., para violiloa 500 rs., modi- pratica de negocio"diTven'da':' a
nha ibaianada-o encontro-para Piano a rua d, Seoza|,a Ve,h, vendll ,5
640 rs., para violSo a 500 rs, modinha-alta U-,:,ii J i LJ-j u
noite oh que silencio, valsa a sencitivi, pol- mentido! Jo A he ao pe do Hozazio
ka a pernambucana, tudo em um folbeto, de Santo Antonio.
por 1,000 rs., bella flor, polka, para piano a qU0D1 te uiandou este doce. Porguntava
500rs.,modnha-o meu primeiro bei|o em una mosa um hospedo a seu amigo; de
para piano a 1,000 rs., uma linda valsa para t,ni08 amigos, ainda nenhum mo mandou,
v.olfloa 400 rs, dnis valsasa madrugada que se compare com este, Ibe lornou oami-
e o saltopara piano a 320 rs., a luzeada, go.em abono da verdade que s ainda osa-
grande valsa, uara flauta a 320 as. t>crii-i igual a este, comprado ao J. J. Mon-
Fublicac5es Homeopathicas. desdaSiIva n. 39 A da rua estreita do Ro-
A 25 DE AGOSTO sihir luz a continua- "ro; amigo, satisfazej o appetite que este
{Soda pathogeuesia liomeopathica,compos- la foi comprado ja tambera por meoterem
ta de 12 medicamentos Buaopeos, trrduzida informado. Carssimosleitores.sendoo bos- algum taboleirocom fazendas oor 360 000
do manual do l-R. JAHR, e. de 12 medica- Mta meu am.go.comroumcou-mo o qua re- rf. Trua d s L.r^ge n' 14 segunda
montos aaisiLEaos eXtrahida da obra inti- {O cima, e eu para que o respeitavel pu-anar "mugeiraa i., aegunuo
tulada-Bouinna da Eicola HomeopalUca do olicopossa apreciar a boa qmhdade o dar .. Vende-se melade de uma cisa no bec-
UIU ,.p .. .,.... ....,_.. un c.l. ..- l're.dlln i Mlii'inidii.li: i'miii ni,,. Iha f.lln n.' uo .. isa, UODOI
1
Cl
poftantlssima deixada por ..
cuidado dos seos discpulos. Recebem-se < quahdades, cumo sejam ameiidoas con-
assignalurasa 3,000 rs. pagos na occasio Hadas na tcrra.bohnhos francezesoamon-
da entrega, no consultorio do prof horneo- doas "as de cores, tudo por commodo pre-
palhaGosset Bimoui, rua das Cruzes n. 28. cjMjomo^oihM^su^i^hid^M^^^^
~ Pede-se aos dignos sennoresvereado- ^^^^^BSBB^^^^^*^^^^^^^m
res da cmara municipal desta cidade, a VjUmpra8.
grata de indagaren) do intelligontissimo ,
liscal da freguezia dos Afogados Joiquim I Compra-se, ou arrenda-se um sitio !es" ma's Mr**J luu cn,l.a> a *>00 \ na
Jos Bello, se o proprietario do sitio da Ira- que tenha boa baixa para capim, e pasto pa- r 'spo, loja ama.rella n. 4, de Anlo-
Cera de carnauba e sebo re-
finado.
No armazn, de D. R. Andrade & Compa-
nhia, vende-se cera de carnauba deprimei-
ra sorte; sebo refinado, o mais superior que
ha no mercado; assim como, sola a peles
de cabra, tudo por commodo preso.
nico deposito geral de rap areia
prcta, da fabrica de Goutois &
Companhia, na Baha.
Oagonte do estabelecimenlo cima, na
rua da cruz do Recfe n. 52, primeiro an-
dar, previne ao respeitavel publico em ge-
ral, e a seus freguezes em particular, qua
acaba de recebor pelo vapor Paraense, o
mais superior rap da mesma fabrica. O
annunciante certo na dedicado sem termo,
e obrigar;So jsem limites, que empregaram
seus fabricantes. nSo duvlda certificar qua
he igual, |ou melhor a nimios outros an-
nunciados, para o que lica desde j patente
a quem sequeira convencer darealidade,
mediante refletidos e apurados| exames ,
sem que por isso altere o prefo estipulado.
Vende-se um moleeote, de] 18 annos,
por nSo ter bonita figura, por 460,000 rs.;
um dito bom cirreiro ; um dito ptimo pe-
ta, para quem tiver animo de dar 750,000
rs.; uma preta com todas ss hshlidades e
de 20 annos deilade, por 750,000 rs.; uma
dita muito forte c sadia, boa para carregar
llb DE MEIKO, plolfl. MURE.' Esto vo- edUo a sincerid.de com que Ibe fallo, os co daC v^n. 3 om 2 quar ,' quinta,
un,' ora augmentado da Thtoria da appli- I mMlMH.M^MM N acabe, ciciinb, om fi ^SSS^SkWk
:aSo das dozes pelo Dr. Muro, lacuna irn- junlamenloa mu to acreditada bolacbmba riu |,rg, ,'lo Kuzari0 ,,. 32
lortantissima deixada por llihnemam ao deararula.biscoitinlios.faliis, o outras mui- ira;, .__, j_
Tai xas de ferro coado.
Vendem-se taixas de forro coado, de su-
perior qualidade e por prego commodo : na
rua da Cadeia Velba n 37, casa de Ricardo
lloylo,
Venden) so cortes de 13a de cores Ifxas,
gosto moderno, com 15covados, fazenda
Precisa-se de uma ama forra para lodo
sevh,-ii do portas adentro para casa de pe-
quena familia : na ra das Cruzes, primero
andar, defronte da venda do senbur Cam-
pos.
-- Deseja-se saber com urgencia o certe-
za, se ainda existe Rosa Maria do Lima, ca-
sada com o portuguez JoSo Francisco Feria-
do, (Iba que (o da parda clara, llosa .Maria
de Jezus n de Jos Velloso Montolro, branco,
solt'iro, quo dando baixa de soldado apph-
cou-se a cnsinar meninos. Teveella um ir-
in.io de nome Florentino Velloso Monteiro
Accioly Rohm de Moura da l'onseca, e foram
moradores em Nazarelh, Cabo de Santo A-
gostinho : quem della souber e der noticia
se poder entender ni rua do Vigario, casa
n. 7.
Roga-se aosonhor Jos Ignacio Paral
ra, morador no lugar do Mogeiro, que leudo
fallecido o seu presado irmao Antonio Fran-
cisco Pereira, morador em Barr de Natuba,
que he devedor da quanlia de 668,000 rs. a
Joaquim Ribeiro Ponte, como mostra nos
seus documentos, por isso roga-se ao mes-
mo senhor Jos Ignacio Percira que queira
om 100,000 rs. por execuc.3o contra Francis-
avahada cm 48,000 rs. por execu?io contra
a viuva do Joaquim Jos dos Santos, a casa
Ierres n. 53 sita na rua do Raugel avahada
em 1:200,000 rs. por exeeurjo contra joa-
i|uim dos Res Gomos e DamiSo Goncalves
Itudrigues Franca, a escrava do nomcJoan-
nacom 55 anuos avahada cm 80,000 rs. por
v eiic/io contra Bernardo de Albuqnerque
I 'inundes Gamma, 265 chapeos, 133 caixas,
una pec,a de seda, c diversos objectos de
lahrica de chpeos penhorados a Frederico
II -Tin avahados em 100,000 rs., a Casa
terrea n. 85 sita na rua do S. Miguol do bair-
ro dos fogadus avallada em 25,000 rs., ou-
tia dila sita ni mesma la n. 101 avahada
em 160,000 rs., outra dita n. 103 sita na
mesma rua avahada em 56,000 rs. penhora-
dis a Joiquim caetano da Luz : quem qui-
mr arrematar ditus bens comprela na sala
das audiencias as boras do costume na pri-
meira audiencia que houver.
Em seguimeiito a rua da Aurora,na de-
nominada Cidade Nova de Santo Amaro,
acha-se uma excellente casa para alugar,
rom os commodos seguinles : quatro salas,
lrce quartos, souzalla para prelos, e outras
rominodidades mais; quema pretender en-
linda-se com o seu proprielano, Antonio
Jos Gomes d Correio.
--Na uoite de 26 do corrento,desappsrcceu
da casa lo seu senhor, a escrava Marianna,
ionios seguintes signaos: cabra, bstanle
escura, de idade 35 a 40 annos, de bom ca-
bello, alguns dos quaes ja brancos, coslu-
nia tnze-los corlados atraz, e crescido na
Irenle, turcido as ponas, e seguros com
.lampas, altura egrossura regular, rosto
laitigoso, oltios bastante fundos, e verme-
llios, nariz muito pequeo, denles um pou-
i'o sabidos e grandes, limados, tem no lor-
ceiro dedo de uma das niSos uma feridinba,
levou bstanla roupi; quem a pegar nesta
l'mija leve-a ao seu senhor Adolpho Cuno,
na rua da Cadeia do Recife n. 53 ; se fr pa-
la o mato, em Rio-Formoso, para onde tal-
H'z ella siga, a Laurentiuo Josu de Miranda,
no engenho Estrella, que se recomponsir.
Engommadeira.
Na rua da Gloria n. 25, engommase rou-
li com todo o eceio e perfei^So.
-- Desappareceu no dia 24 do corrente, da
bisi do abaixo assignado, o seu escravo por
iiomeMartinho, vestido com camisa deal-
'" laosinbo trancado, branco, o caifa da
rnpsma fizendi porm azul, representa ter
'le idade 35 a 40 annos, e quando anda pu-
na por uma :erni; quem o pegar e levar
*o escriptorio do mesmo, na rua da Cruz n.
, ou na rua da Aurora, ultima casa,
son bem recompensado
Jos Candido de danos.
Achi-se a venda na livraria da rua doCol-
'"gio n. 20, o cdigo penal brasilciro, com
"liservaces sobre alguns deseusarligos pe-
Id doutor Manoel Mendes da Cunha Azeve-
'', por 5,000 rs. cada exemplar cm brochu-
"i 1 encademado 6,000 rs.
Parlicipa-se ao Sr. Jos Luiz do Lima
Andrade, lavrador do engeuho Santa Rita,
nue no dia 2R do andrnle, as 6 horas da tar-
'i appireceu um seu escravo, de nome Za-
rrias, procurando senhor pira compra-lo,
i como o dito escravo, dissesso queandava
lugido, o abiixo issignado recolhcu-o em
MM casa, para o dito senhor cima o vir bus-
car em quanto antes; nlo ficando o abaixo
"signado respnnssvel pela fuga, morle, ou
'litro qualquer acdenlo que possi aconte-
JJJ no dito esenvo. Recife 26 de julho de
1852. Francisco Malinas Pereira da Costa.
'- Na rua do Seve, casa terrea e sotflo ,
le lica de fronte oo theatro publico, pre-
i-se de uma ama de leile, que nSo lenhi
albos.
que
nhor Pontes no Recife.
Jos Rodrigues Sordos o Jos Joaquim
Concalvos la/ ni publico ao commercio quo
tem ostabelecido uma sociedade na riuiiac,n da rua do Pillar n. 120, e deposito da rua da
Cruz u. 52,sobre a Urina Goncalves Rodri-
gues, cuja firma fiel ulni^ada a todas as
transaccoos commerciaes, cotnprchenden lo
mesmo aquellas quealaqui existiam como
parliculaios, havida entre os dous socios,
antes do presento trato social.
-- No dia 23dejunho, as duas horas da
larde, comprou o abaixo assignido ao se
nlior Antonio Jos Vicira de Souza, correlor
do escravos, um proto por nomo Thom, e
na mesma tarde tomou o dito pratO una bo-
bedeirn, fez um roubo, e fugio at hojo. di-
zendo-meo tal senhor Souza que o preto
nSulinha vicios, que servia muilo bem para
uma pessoa pobre, fiado eu as cantigas do
tal menino, estou sem os meus 500,0u0 rs.;
o melhor negocio que ha he vender escravos
do-ta maneira ; fa(0 esto aviso para quem
quizer comprar escravos fallar com o senhor
Souza, que he bom e nao engaa su estivur
dormiodo.
Domingos Jos Peroira da Costa.
Aula de primeiras leltras.
O abaixo assignado avisa aos respeilaveis
pas de familias, a quem esto possa inieres-
sar, que na rua des Agoas Verdes n. 22, se-
gundo andar, pnsina primeiras lettras com
todo o esmero e pnrfeic^o, para o que nbts-
ve do Exm. presidente di provincia a licen-
ea de que trata o ai ligo 38 do regula ment
do 12domaio do anno proxio.o passado,
sendo as materias quo leciona leilura, es-
rr ipiui;i,;.lo, doutrina christSa, arilhimetica
em qualro operac.6es de inteiros, quebra-
dos, decimais, complexos, regra de tres, ju-
ros e companhia, grammatica portuguoza ,
geomelria rectellnea, o nogOes do geogra-
phia e historia ; assim como so offereec pa-
ra leccionnr externamente ditas materias a
quem do seu prrslimo se quizer ulilisar,
prometiendo aos illustres pais, que lhe con-
liari'in a i'diii'ie.io de sous filhos, osfo/^ar-
se quanlo cm si couber, afim de bem de-
serui o,bar a ardua tarefa a que 30 prope.
Simplicio da Cruz Ribeiro.
Osgenlo Antunes faz sciente ao res-
peitavel publico, que mudouasua casa de
leudes para a rua do Trapiche armazom n.
14, por baixo do escriptorio do senhor Ma-
noel Alves Guerra Jnior.
Cavallo fgido.
Sabbado, 17 do corrente, desappareceu do
sitio do abaixo assignado, na Pcute de U-
cb, um cavallo russo pedrez, facca, e bai-
lante solado, com uma bolide n'um olho :
quem o livor adiado quoira cntroga-lo no
mosmo sitio, ou QO Recife, na rua do Aino-
rim n. 35.J. J. TIMO Jnior.
Offerece-se uma mullier do idade mo-
jil, sem vicios nem achaques, para servico
de casa de homem solteiro ou casado sem
pensSo do cianeas, a quil sabe cosinhar
um tudo, e faz massas e docos ; e tambem
entende do cosioha estrangeira : quem a
pretender dirija-Be a rua da Guia dentro do
Recife, casa n. 7.
- Troca-se um bom cabriolet usado.mui-
to maneiro.e com lodos os seus apparelhns,
por um piano forte, embora usado, mas que
sej bom : a quem convier este negocio fal-
le com o dono da loja de chpeos de sol, no
iterro da Boa-Visla n. 22. Na diti loja ha
um globo ou candieiro baixo, pequeos
moderno, novo traste e bonito pira alumiar
uma sala; o quil he para vender.
dar dirija-se as Cinco Ponas n 42, primei-
ro andar. Na mesma casa se dir quem ven-
de um bom quarto o bastante gordo
-Previne-se ao Sr. A. C L. P. que v tirar
o suu cavallo da corlieira da travessa da rua
Bella n. 2, al o dia 31 do corrente mez, e
caso n.," o i.n;a ser o cavallo vendido para
pagamento das despezas leitas com o sus-
tento do mesmo; visto n3o convir ao dono
da cocheira continuar a sustentar o mesmo
cavallo,por isso que nao conta com o paga-
mento da despeza que elle possa faxer, por
que uo '>al o referido e .vallo a quanlia da
despe/.a j foila na importancii de 68,080.
\ i ni'-." uomeados e contratados para
leccionarem no Collegio, Santo AfTonso, os
senhores doutores Innocencio Serfico do
Assls Camino,professor de rhelorica do col-
legio das artes, na cadeiras de geographia
e rhelorica ; o Antonio Pedro do Figueiredo,
professor do lingoa nacionel do lyceu, as
de ni-ili'/, pliilosoplha e geometra : as pes
mus quo se quizerem matricular em qual-
quer Justas aulas,podem drigir-se ao direc-
tor respectivo no mencionado collegio, por
quanlo tem cessado tiestas materias, o en-
sillo particular daquelles dous prolessoros
om Suas Casas.
-- Aluga-se unta negra captiva para ama,
com leile de um mez i na rua da Cedeia do
Recife n. 21, i, ir.'ii,i andar.
~ O senhor Luiz de Franga Mello Junio',
ni uma c i la do o alo, na livraria n. 6 e8,
da praQA di Independencia.
Francisco Mathiaa Pereira do Costa,ex>
porta para o Rio do Janeiro os seus escravos
Domingos, creoulo,di; 20 annos,Luiz,creon-
lo, do8 anuos, Alfuns), ciooulo, do 14 an-
nos, Anglica, crooula, de 22 anuos, II mo-
ral :, cabra, de 14 annos
A quem pertencer um bah com tou-
cas para menino, que om mano deste an-
no sccinbarcou na barcada Flor da Guia,que
navega deste porto para o de Barra Grande,
dirila-se ao ,,,.-;,,- da mesma barcada, An-
tonio Nunes de Oliveira, que dando os sig-
ues, I!io ser entregue'.
Aluga se um preto muito lorte.que ser-
vo pira lodo serviQO ; ni rua das Larangci-
ras n. 14, segn lo andar.
-- Theodozo Pereira de Oliveira, residen-
te na villa de Pao d'Alho, rua da Matriz, faz
publico, que ello vive de comprar e vender
escravos por commisso ; porlanto quilqucr
pessoa que pretenda fazer o referido nego-
cio, pode dirigir-so a casa do annunciante,
que procura servi-los a contento.
Na praca da Independencia
n. i.i e i5, loja de calcado do A-
rantcs, e na rua da Cadeia do Ue-
cife n. 46 i ,0ja ^e miudezas de
Jos Fortunato dos Santos I'orto,
foram vendidos os premios segua-
lis, a saber : da lotera a favor do
hocpital da cidade de Goyaz, em
vigsimos ia66, 10:000,000 de rs.:
em quartos 1 u) 4=000,000de rs.;
i334, 300,000 rs.; 1357, 100,000
rs.; 1641 juu.ooo r>. ; (.io-; ,
100,000 rs. ; 'ioN aoo,ooo rs. ;
i'ii"', 300,000 rs.; 'j<1 ">, i.-uods
de rs.; 'i<)o, 100,000 rs. ; 55Qri ,
300,000 rs.; 5988, 400,000 rs. Em
oitovas e vigsimos n.srjf), 200,000
rs.; em oitavos 5537, I00>000 rs-
Da ijii.ii 11 lotera a beneficio da
igreja matriz de S. Joao Haptisti
da Lagoa, meo bllielc n, 3o53 ,
10.000,000 de rs; 187G 300,000
rs.; 3459, 100,000 rs
to 3033, 100,000 rs.;
vessi do Remedio n. 15. requereu na forma
do titulo stimo artigo segundo das postu-
ras, em vigor, a competente licen;a e cor-
diacSo para fazer ou reedificar a cerca que
est fazendo com galbos de espinho, e no
caso de allirmativa se elle poda cousentir
que olla se faga da largura que se est fa-
zendo vista do artigo stimo e oitavo das
mt'Mii.is posturas.
HOTEL DA BARBA.
RUA DO TRAPICHE .V 2.
Com a entrada pola rua dos Tanoeiros.
Esto estabolecimenti), cujo asscio e excel-
lente cosinheiro, tem-no tornado reeom-
niii i.noi s ,ii .a ilii'.'i'i; in do seu ,roprieta-
no, o Sr. P. Garrida, ter de passsr no dia
1. do agosto prximo, a novo propieta-
rio, sob a donominaejio do -- HOTEL DA'
BARRA e : Mune.i -s que se erapregarSo
as precisas diligencias, alim de que as pes-
soas que o honrarem sejam completamente
bemservilas: aos sonhores assignantos,
quo tencionarem continuar, roga-se-lhes a
bondide de o rnmmunicar, na rua da Cruz,
ai in.i/ mu 11.13, ateo da 31 do crrante.
Hotel A'ccile nn do Trapiche
n. 5.
Tem sallas o quartos preparados com decen-
cia para receber hospedes.
Almocos e jantares avulcos a qualquer hora
no estabelecimonto e fora delle.
Fornece com lodo o aceio o provimento
diario ou mensal para mesa de qualquer
individuo ou familia.
Encumbe-sede fazer jantires.pira fora dan-
do lou^a, vidios etc.
Tudo pelo mais co 1 modo precia possivol,
com limpesao promotidilo,
-- Francisco Lucas Ferreira Companhia
congeladores dos carros fnebres, fasem
sciente ao respeitavel publico, que^e .icham
cstabelecidos, com casa de armscfio no pa-
leo do Hospital n. 10, onde acuario carros
por 8,000 rs., dando-se-llio cilxfio preto
para condcelo o de madeira para inlerra-
mento ; por rtii.oOO rs., carro ornado e cai-
xilo preto puxado por um cavallo; por
40,000 rs., carro ornido e caixSo puxa !o
por uma parolha, os niesiiios so encarregam
demandar vislir qualquerjcorpoe do for.ie-
cor a cera precisa por menos p'eco do que
em outia qualquer parle.
- Precisa-se de uma ama forra ou capti-
va para uma casa estrangeira, que engom-
mo e faca os mais arranjosde casa: a Iratar
na rua Nova, loja n. 30.
-- O abaixo assignado, por alcunlia Anto-
nio Jos Duarte Coimbra, faz ver ao respei-
tavel publico, principalmente aquelles que
com o abaixo assignado tem transaccOes,
quo u'ora cm diante assignar-so-ha pelo no-
mo quo lhe fora alcunhado.
Antonio Joso Duarte Braga.
Quem precisar de um cosinheiro para
o diario do uma casa, dirija-se a rua dos Pi-
res 11. 28, quo se dir quem he.
Quom snnunciou querer comprar uma
mobilia, querendo uma de pao d'olho, obra
do Porto, em muito bom estado, compareca
na rua Agusla n. 33, que achara com quem
tratar, de manhSa at 10 horas, e das 3 da
Urdo em diinte.
Aluga-so o segundo andar do sobrado
da rua da Cruz n. 18 : a tratar no armazem
do mesmo.
Na manhSa de ter(a-feira, 20 do cor-
rele, sendo accometlida de accsso de lou-
cura, uma parda de nome Gertrudes,bstan-
lo volha, moradora no lugar do Barro, fre-
guezia dos Afogados, ausentou-se de casa,
indo vestida do sais e cabeceo : quem a en-
contrar mande por cariJadc entregar no di-
to lugar, no sitio prximo ao do inspector
de q11.11 I'i.m Manoel Vieira, ou na rua do
Queimado n. 10, primeiro an lar.
Alugam-se e vendem-se bixasna
@ praa da Independencia n 10, con- '*
B fronte a rUa das Cruzes. 4
***'
Aluga-se a loja do sobrado n. 26 do
aterro da Boa Vista : a tratar na la da Ale-
gra n. 11.
O Sr. Jos Clrllio Correia, morador no
engenho Puta, queira com brevidade diri-
gir-se a rua do Queimado n. II.
Aluga-se um negro, que cosinha, en-
gomo! e faz todo o servigo de urna casa de
portas a dentro : na rua da Cadeia do Reci-
fe 11. 91, lercero andar.
Hara Francisca de Souza Ramos faz
sciente ao publico, que ton lo sido arrcmi-
8 botica do seu ma-
r 6,ou mais vaccas de leile, e se tiver arvo-
redus do Inicio melhor, anda mesmo que
a casa nSo seja muilo boa, e que no diste
da praca mais do logoa e meia : quem o ti-
ver, annuncie por esle Diario para ser pro-
curado.
1110 Francisco Percira.
A 20 000 rs.
Vendem-se palitiVt e sobre-rasaeas do
panno proto francez, muito fino, forrados
de seda, da ultima moda, vinda da Franca ;
na rua do Crespo, loja amacolla n. de An-
tonio Francisco Pereira.
No l'ii.-.stio Publico n, 17.
Vendem-se assoguintes obras por presos
commodos ; o primeiro numero da Semana
-- Compra-se um preto, que soja forto ,
eque nSo tenha vicios, nem achaques, para
servico de casa : na rua do Amorim n. 25.
Compra-so urna preU, quo tenha bo- ,
n .1.1 hgura, que suba engomniar, cosinhar, jornal Iliterario o instructivo, leria potica,
equo nao tenha vicios, nem achaques : na as Luziadas de CamOcs, resumo da historia
rua do Amorim n. 25. do Brasil, secretaio poituguez, eiameana-
Compiam-soduosescravas, pardas ou lilico o parallolo ao poem oriente com a
creoulas, recolhidas, m05as.de bonitas (gu- luziada do Caues, grammatica portugueza
ns, uma costurcira, outra cosinheira e en- o ingleza, goographia pelo abbade Gaultier
gommadeira : na rua Nova u. 34, casa da primeiro volume, fables de Lafontalne re-
modista brasiloira. sumo da historia sagrada.
Compram-se duas|esrrava creoulas ou Vende-se um cabriolet um bom oslado:
pardas de 12 a 20 annos. leudo boas figuras na rua do Hospicio n. 3, a tratar das 10 ho-
pagam-se bem : na rua Nova n. 16. ; ras da manhaa al as qHatro da tanln.
Compra-se para fra da pro-1 Vende-se em casa de Me. Calmonli.
vinria uma escrava narria aunM : f'omP'nlli". na Pra> do Corpo Santo n. II,
vtncia, uma escrava parda, ou l>re-; |inhas em uovellos.
ta, mofa, de bonita figura, aue -- Vendem-seem casa de Me, Calmonlc
saiba bem coser, engommar c pen-l<:ompa,!l"1a' "a f,"S d ,:rp Sa!l !?'
> o I v os seguintes artigos por presos baratissi-
tear urna senhora, paga-sc lictn : nu, alim de liquidar certas comas, a sa-
na rua do Vicario n. iq, secundo 'er ol0J ,',e ''"'".ora lal,s u080is V
O >' B lOes, ajo de milJo surtido, marca 0,00,000,
andar. breu em barricas muito grandes, ferro iu-
Na rua da Sonzalla Volha, defronte do glez embarra, folba e arcos sorlidos em
Sr. Mai 1 ni-, pintor, compram-sc todas as porcOes grandes ou pequeas, ferro suecia
quilidados de forros vellius e metaes do to- quadrado, saceos vasios, barricas abatidas,
das as quahdades, assim como ourelos de viudo de Marsila em caixas de tres e seis
pannos tinos, casimiras e todas as quah- duzias
dados de mulimhos, quo sorvirem parafa- Vende-se quatro moloques de 15 au-
zer papel; assim como cabos velhos, lo- nos a 18, bonitas figuras, um inolatinlto bom
as, ect. para pagom por ser bonita figura, e ser bo-
-- Compra-so um oscravo mo?o c robus- lieiro, e tem o otillo de slfiite, um ulula-
to, o que seja de bous costumes ; paga-sel quo de 20 annos tambem com oollicio deal-
li.'in ; na rua do Amorim 11. 41, segundo: faiale, um mulato serrador com boa condu-
andar. 1 ta, um dito de bonita figura com ollicio de
-- Compram-se escravos de ambos os sj-i tanooiro, duas mulatas com algumas hibi-
xos, de bonitas figuras, de 10 a 25 annos, lidades o lindas figuras e uma do muito boa
lano para a provincia como para fra, pa- conducta,pudendo tomar.conta de uma cisa,
gam-so bem na rua da Cacimba n. II, on- por ter duso bastaute pralica, uma negra
de 111 o 011 o finado vigario do Recite. boa quitindeira, e de bol figura : na rua do
Compia-se toda a qualidade do metal' Hozarlo larga 11. 22.
olho : 11a rua
n. 38.
Nova defroute da Conceicao
V euiias.
: em quar- ;iaja eni prifi publica.
3154 300S 'ido, Jos Mara Goncalves llamos, pelo mes-
., '*" mocxcquenle Jos dos Santos Souza Lins,
rs. ; em Oitavos 485d, 300,000 polo (irJ0 d0 9 conlus e tanlns, para paga-
rs. Sao pagos lias lojas cima men-'ment de sua exccr,ao, quo he daimpor-
lancia de nove contose lautos mil res, de-
Clonada, os premios sem desc.)ntoj^J'a^t;,ua^cmllU,lter(,C,her .ode'nos,-
algum. to publico o excedente, aindi o nflo tem fei-
- Troca-se uma negra de 18 anuos, pro- to, nao obaiaute j Iho ter sido ordonado
pria para o mito, por uma que tenha as ha- pelo juiz a requer ment da annunciante ,
bilidades seguinles: que coza, engomme, quo tambem tero exccuejlo apparelliada con-
coslnhe e saiba Iralar de meninos; agr-. Ira dito seu mariJo, e como dilo Souza Lins
dando uo se duvida dar a volta quo mere- nlo possue bem de raz, e pertendo, para
cor: tratar na rua de Sunti Rila n. 97. laudar a annunciante o illudir o juuo ven
- Jos Mreos de Jezus Andrade vai a der occultamento dita botica; scientilica a
Portugal. 'annunciinle para que ninguem contrato di-
- Preoisa-so de um padeiro para admi-'la venda, quecerlamcnto n3e pode deixar
nistrir uma pidaria na cidade da Parnhyba; de ser uenhuma, visto que o arrematante
Vende-se um palanquim, eni muito
bom estado, o por pro^o commodo : na rua
Direita n. 4, segundo andar.
Vendem-se 3 toilhas do labyrinlho, de
muito bom gosto, por preco commodo : no
pateo de S Pedro n. 12.
Vonde-se uma bonita escrava creoula,
com muilo bom leite, do 20 anuos do idade,
com uma cria, e uma mulata de 22 annos de
idade, com lodas as habilidades : ua rua de
llorlas n. 98.
vendo-se um selim ingle/., com pou-
co uso : na rua do Queimado, sogunda lo-
ja n. 18.
Vendc-se urna prcta creoula, de linda
figura c possanto, com 18 a 19 annos, cosi-
nha bem o diario de qualquer casa, engom-
mi, cose, e nao tem deleito, nem vicio al*
gura, o que se affianca e se dir a razSo da
venda : na rua Augusta, casa 11. 18.
Calcados a 400, 700, 800 e 1,600
rs. o par, no aterro da Boa Vis-
ta, defronte da boneca 11. i4
Troca-se os mais superioros sapalos de
couro de lustre, franeces e de Lisboa, par,
senhora, a 1.600 rs. ; ditos do cordavo a
800 rs ; ditos para meninos, a 400 rs. ; sa-
palO-'S do Artcaty, para homem e meninos
a 700 rs.
Veudem-so duas muas ( beslas mua-
rs) muito boas, vinusdoRio deJineiro,
umadellas ja eusiuada para carro: na rua
do Hospicio n. 4, at 9 horas da manual.
Calcado, troca-se por 700 rs. o
par, por se desej ir liquidar,
no aterro da Boa Vista, defroute da boneca
n. 14, acha-se um grande deposito dos me-
Ihores sipatOes, que tem viudo do Araca-
ty, para lodosos tamanhos, tanto para ho-
rnera, como pra meninos; assim como um
novo e completo sortimento de calcados
francezes, de todas as quahdades, tanto pa-
ra lioinom, como para senhora, monillos e
mollinas, tudo por prego muilo commodo,
alim do so apurar linbeiro.
Alpacas uiescladas.
Vendom-se alpacas mscladas, do todas as
cores e de superior qualidade, pelo diminu-
to preco, do 760 rs. ocovado : na prata da
Independencia, loja n 1.
Sedas.
Muito superiores sedas, de cores e pretas,
para vestidos de senhora o meninas, por
prego muito comino: noalerro da Boa Vis-
ta, loja do calcado n. 14.
Vendem-se 8escrnvo9, sendo I carrei-
ro, de bonita figura ; 1 molequo de 16 an-
nos de idade, com principio de cosinba; 4
escravos de todo servico ; 2 escravas, sendo
uma mulata de bonita ligun: na rua Direi-
ta n. 3.
Vendo-se pira a prar-a ouparao malo,
uma escrava, creoula, muito sadia, boa la-
vadein,eutendo da cosinha, e|heat propria
Galde-roes grandes de ferro.
Vende-se caldcires de forro de 10 a 16
galOes proprios para rinxos de novios : ua
rua di Cadeia do Recife n. ii.
I l|i.ilinnii(i| > i"u >|-~ ------------------------- I---------- 1 ,
I! Quem" pVeciiar de um moleque de 18 j a lr.Ur"n.Vu."d"a Cade,, do Recite n. Bo tem querido recolar ao deposito o pro- P""W*%%t ?uTde Salu
cheiras n, 17, que se dir quem aluga. Jde uma ama do leite que nflo lenba filho. sis, morador no bairro dbanlo Antonio, sel t.vo di venda.
Aparellios de metal e machinas pa-
ra call.
Vendo-se aparelhos de metal e maquiuis
para cairo assim como trompara cozinha,
de ferroestanhado.e por diminuto prerjo : na
rua da Cadeia do Recife n. 64.
Veude-se por 900,000 rs. a casa terrea
11. 1, sita na travessa do S Pedro; os pre-
lemleutes dirijam-se rua do Livramento
n. 28, ou rua das Aguas-Verdes n, 61, se-
gundo andar.
Corles do casimirss do cores, modorna
a 4,000 o 5,000 rs.; ditos de fustOes do co-
res, alcoxoados, de moderno gosto, a 1,600
rs, la/onda que sempro so veodeu a 2,400
rs; ditos do gorgurao e casimiras a 1,000 e
3,500 rs.; chapos pretos fnncezes, de se-
da e castor, a 5,000 rs.; pegas de bretanha,
de 6 varas, de puro lioho, muito finas, a
4,500 e 2,400 rs.; chitas largas, francezas,
de ramagens, para coberta, a 200 rs. o co-
vado; na rua do Crespo, loja amarclla u. 4,
de Antonio Francisco Pereira.
Nova fabrica.
Em a nova fabrica de chocolate homeopa-
thico sprovado e applicado pelos senhores
doutores da homeopathia na rua das Trin-
cheras n. 8,ao p da matriz do Santo Anto-
nio, so encentra mais o seguinte : o grande
chlcolate hespanhu, fino, amargo, para re-
'ga-lo, dito entrefino tambem pan regalo,
dito de musgo, dito ferreginoso, chocolate
de canalla, o dito para o diario, caf muido
puro, dito do carogo, caf Je oevada.dlto em
gro, cha da India, cha preto.farinba do Ma-
raubao, dita de mandioca da Ierra, canalla
muida, puxuri em favas, charutos da Babia
superiores, tudo por prego commodo.
.Alerta amantes da boa pitada.
Chegou pela barca Firmeza, viuda do Rio
da Janeiro, o rap r.ovo princeza superior.
Esle rap he fabricado com todo o esmero,
consorva sua forga e aroma at o lira do bo-
te, prontuvendo a distilagflosom causar ver-
tigcns noin felromrx, acha-se a venda na
rua do Collegio n. 1, aonde ho u nico de-
posito.
Jarros e llores, tudo de cera.
Vendem-se jarros e llores ludo de
cera,pelo diminuto prego de 1,000 rs. o pir:
na loja de miudezas da rua do Collegio u. I-
'uvas de pelica pura montara.
Vendem-se luvas depelica para montana
pelo diminuto prego do 320 rs. o pir; na lo-
ja de miudozs da rua do Collegio n. 1.
Batatas de Lisboa.
Vcndem-se balitas novas de Lisboi, pelo
diminuto prego de 50 rs. a libra em uorcSo
de oito libras para cima; na rua do Colle-
gio n.1.
Alerta.
Vendo-se a loja nova de calgados di rua
ulreita n. 50, o um palanquim em muito
bom eslido ; a tratar ni mesma loja ou oa
mesma ran. 4, segundo andar: venda-so
por motivo do dono relirar-se para fra.
1
: i-.
'
MUTILADO


Monillos de vento
com bomba de repuso para regrr hortas
o baixasdecaplro n fundicode D. W. Bow-
iiiiii: im rua doBrumns.6,8etO.
ARADOS AMERICANOS.
8 Vendem-se arados ame- *
a ricanos, chegados dos Esta- <
# dos Unidos, pelo barato prc- *
* 90 de 40,000 rs. cada um: na '"

ra do Trapiche n, 8.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doKecifen. la, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. .'|8,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 e 340 rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber he baralinho, a elle
reguezes que he bom viuho.
Deposito de cal virgem.
Cuaba & Aaiorim, na ruada Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se birria com supe-
rior cal ero pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner pirte.
l'otassa americana.
--No antigo deposito da cadeia velha, o.
12 existe urna pequea porcSo do potassa
americana, chegada receotemente que por
superior rivalisa com adaKussia: vnde-
se por prec,o razoavcl.
Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n. 6, armazem de Mc.Cal-
iuohik Couipanbla, acha-sc coniianleinente
boos lorlimenlo de taixa de ferro coado e
balido, lano rasa como Tundas, moendasin-
ritaa todas de Ierro para animaes, agoa, ele,
ditas para armar em madeira de todos o ta-
mauhoa c madellos o mais moderno, machina
borisonlal para vapor, com torca de i caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanliado
Sara casa de pulgar, por menos preco que 01
ecobre, cscovens para navios, ferro inglez
tantoem barrascomoem ircosfolbas,eludo
por barato iirmi.
AGENCIA
da fundicao Low-Mooi.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Ncste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
in' uto de morullas o iniii-. moen-
daa para engenho, machinas de
vapor* c taixas de Ierro batido e
coado, He todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vendem-se os verdideiros solinsin-
glozes, patonte, de molla e seni ella : na
ra da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se marmelada nova, viuda ul-
liinamenle do Lisboa : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. I)r. Cosme.
Vendcm-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 42-
Arados de ferro.
Na fundigfio da Aurora, em S. Amaro,
t>ndem-se ara dos de ferro de diversos mo-
lilos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco coinmodo
o bem conhecido pdiino de algo-
dao dcsla fabrica : em pessa, a
Miniado do comprador: no escrip-
lorio de Novacsck (.'ompaiihia, na
na do Trapiche n i \ .
Vendem-se asseguintes scmcnics:
nabos,rabanos.rabaneles encarnados ebran-
eos, sebula, couvo trinxuda alfacii ala-
mos, repulhuda, chicoria, senoulas, feijo
carrapato de tres qualidades, ervilha torta e
direita, fava, coentro de louceira, salga, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e inustarda : na ra da Cruz n. 46,
defronte do Sr. doutor Cosme.
Com toque de mofo.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a pega,eo
covado a 160 rs.
Taixas pava engenho*
Na fundicao de ferro de D.
\V. Bowinan na ra do Brum,
passaudo o cbafariz, contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco cummodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se amarras deferro: na "ni da
Senzalla Nova n.42.
-- Na ra do Crespo, loja n, 5, vendem-
se cortes de meia-casimira de pura 13a, e
pontos muito bonitos, pelo mdico preco de
,560 rs. o corte ; bnm pardo de linbu, su-
perior l'azenila, a 640 rs. avara
* r'arinha de mandioca
4
Hua do Collegio n. 4
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao respeitavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seus re-
guezes, que ellerecebeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sormento dos melhoreschapeos deso de
seda, quetem vindo a esta praga, proprios
para a eslacSo do invern, e para senhores
de eogenho, por screm muito fortes ; sor-
timento de chapeos de sol de seda dedilTc-
rentesqualidides de 5,000 rs. pira cima,
lindo sortimento de chpeos de sol de seda
para senhoias, de lodos os feilios e Una-
nnos, que vende muito emeonta ; dilos de
panno para meninos de t,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. cara cima; grande e escolhido sortimen-
to de chamaloles, sedase pannos empega,
parueobrir armages servidas, baleias de
todasas larguras e tamanhos, para vestidos
e esparlilbos para senhora ; fazem-se um-
bellis para Igreja; concerta-se toda e qual-
quer quahdtde de chpeos de sol, ludo por
muito menos preco do que em outra qual-
quer parte. Veude-se em porcSo e a reU-
Iho. No mesmo estabeleeimento acha-se
um bouito sortimento de bengalas.
Deposito In rubrica le Tocios os
Sanios na Habla.
Vende-se,em casa deN. O.Ilieber&C,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado -
quella fabrica,muitoproprio para saccosde
assucareroupadeescravos.porprecocom-
modo.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina quevol-
ta para a cadeia, vendo-se cortes de calQa de
brim de quadros, e listras de puro linho a
i,280 e2,
2,000 rs.
a 720 rs.
Camhraias
A no rs. o novado. I Vendem se casas terreas, di-j
Na ra do Queiniido, defronte, las de sobrado de i, a e 3 anda-!
cy Palitos Feitos. ,j2
Na ra Nova n. 26, tem para vender-se pa-
ilits de panno verde e preto.muilo bem fel-
do becco do Peix vende-se riscudinho azul, com a lar com o couetor geral M. Car- (parte; a elles antes que se acabem.
largura de tres palmos, pelo bara-1 neiro. W P>rta*
liasimo nreco de seis vil.tei.S o CO- N* ru Jo Livramento o. 38, vende-sel, Mantas de soda.e> challes a 8.000 rs., gran-
liseimo preco ae seis vinier.s o co m roprio engenho, por dm-!<. .d0 m"lto bo. sed. cam.s.nb.i ou
vado: esla fazenda he muilo iecom-|ulop?eQo, e urna negra de 18 a 20annos, Pscocinhos paraseohon 1,000 rs
OS senhores chefes de', tambera muito barata.
Vendc-se um rico piano, novo, de me-
com
mendave
familia; d-se as mostrus
penhor.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di-
Tioulo prego de 5,000 rs. cada urna | na
ra doCillegioo. 4.
Novo sortimento de fazendas na
loja da la do Crespa u. 6.
Superiores cortes de cassa-cl)ila,de novos
sa de Jacaranda e do excellenles vozes. o
melhor que pode baver : na ra das Flores,
casa a.il.
Vendem-se duas pretas, anda mogas ,
que sabem coser bem, e juntamente engom-
mar e cosinhar o diario de urna casa ; dous
pretoscarpinteiros, tambem una mogos ;
urna prela e um prelo, creoulo*: na ra bel-
la u.30.
Na loja das seis portas ,
troca-se chita escura a seis, sete viotnns,
desehos, a 3,240e 2,500 ; cambraias lian- moni pataca edous tusldes, o covado; cassa
cezas do cores a 410 a vara ; chita para ca-
berla, de tintas seguras, a 200 rs. o covadn;
cassas lavradaa a 2,400 a pega ; dita de flo-
res, com 8e 1/2 varas, propria para corti-
nado de cama, a 3,500 a pega ; cambraia 10
salpicos, Unto brancos como de cores, a
4,500 a pega ; leugos de cambraia de linbo
a 480 e 560; pegas de chitas escuras a 5,000
corles de brim de listras, depuroliuho, a
2,000 o corle ; dito liso a 1,440 e 1800; ris-
cado de linho a 180 o covado; didu dealgo-
dSo, proprio para esatrivos, a 160 o 180 o
covado; pinno prejjo a3,000 e 400O o cova-
do : e muitas ouIDm iazendas, por prego
commodo. *
Para latoeiros e funileiros.
Vende-se na ra Nova n. 38, defronte da
Coucei(3o cadinuos do n. 1 ate n. 40 a 120
rs. o numero, areia de moldar, thezouras
glandes, nimio boas, vidros para vidraga,
tanto em caixa como a retalho, mullo bara-
tos, oleo de linbaca, tezouras pequeas, mo-
las para esporas, rozetas para as duas, ver-
niz copal, folba de (landres em caixa, e a
retalho mais barato do que em outra quil-
quer parte.
-- Veude-se um Ierro de fszer hostias,
obra superior, e yor prego commodo : no
pasaeio Publico, loja n. I
Vende-se um escravo, perito cllicial de
serrador, sem vicios, nem achaques: na ra
Velha o. 61, das. 7 as 9 horas da manhla, e
das 3 as < da larde
Ka re los de arroz.
Esta ji tilo conhecida substancia alimen-
taria para cavallos, recentemente chegada :
vende-se no armazem do Sr. Antonio Au-
nes, na escadinha da alfaudeg, a progo
commodo.
Semen les de hortalices.
Vendem -se sementes de hortalices, de to-
das as qualidades e por pregos muito com-
modos : ni ra Di'eita, venda n. 76, na es-
de babado a dous lustOes a vara ; cassa pre- ] quina do becco dos Peccados Mortaes
la para lulo a seis vintn, o covado; cortes] Vende-se um ptr de adragonas do on-
de cassa chila, a dous mil ris; lencos bran- ro, muito ricas, pan teneute coronel; um
eos com flores as puntas, a dous tustOes, ctlipeo armado, com plumiTerde, muito ri-
proprius para mo de senhora e para me- ro; urna barretina eoutros mais objectos ,
ninas; longos pequeos para meninos a por prego commodo, na ra de Hortas n.110.
quatro vintes, e ou 11 as muitas fazendas, que Vende-se um escravo peg. muito mo-
quer redutir a sedulas. go, sadio, sem vicios, cosinticir e com
__ Vende-se cal virgem em pe- prinoipios de sapateiro, para fra, ou para o
, P Jnterior da provinca: na ra da Concordia,
dra, caneca de cirneiro ; no ar- lPrimeiracasadoiadodo poente e norte, se
mazem de assucar da Viuva Pe-dir quem vende, dulas horas dama-
j /' i_ 4 i'_ An nhSa, ou das 11 al as 4 di tarde.
reir da Cunha, na ra da Oruz do { __ Allerlencji que g9 f,z ,08 freguezes
Kecife n. -i.'L 'das vardadalrit bolatiahu docosamerica-
i l .j>a i, torra n,s 1ue 'Oda se vendem na mesma venda
AigoiMO na icna. |dQ itecjfoquevolti para a padarla que ou-
Vende-se, por pre90 commodo: iro tempo as venda.
na ra do Cresno n i3. ~ Acn,-M ">ds na livraria da ra do
na ra o crespo n. m. .collegio n. 20, o dicionario histrico, topo-
Vende-se um 0|)timo piano graphicoe descriptivo da nova provincia do
de iacarand, de autor muito acre- Alto Amazonas, pelo capii8o:tenente d-ar-
,. J _' mada Lourenco da Silva Araujo.e Amazonas
dttado, muito nem acallado, por por 5,000 rs. cada exemplar broiado.
ter sido de encommenda, o moli-i -- vende-se por 500 rs para concluir um
11 i||_;j. nu resto que ha das razOes de appellagflo in-
vo da venda he ter tallecido o pes-. terposU pel0 lloutor Fllippe Lopes fieUo da
soa a quem era destinado, por es- decisao do jury por a relajo do districto,
.... 1; .n,i. a .....in'ui Ja* .cumobservacOes sobre o accordSo que con-
ta razao disperta a atten?ao das:lirinou Becs5ot(ipe|,,, pe|0 douior Ua-
pateo do Colle-
.SALSA PARRILB.4
DE
As numorosis experjencinfeilas coij
uso da salsa parrilha em todas as enfermj.
dades,originadas pela impureza dosiDgo,
e o bom xito obtido na corte pelo lllm'
Sr. nr. Sigaud, presidente da acadeoiii im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr, Dr'
Antonio Jos Peixoto em ful clnica, en
lu afamada casa de saude na Gamboa, pe.
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira.'me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, permillem boje de proclainaraltameoij
as virtudes cdlcazes da
SALSA PARRILHA
DE
cor
linho.
Ilegio, odicina
selecta, virgi-
cornelio, prozodia
>,. 11II.'pinos contendo 8 lin-
O na praca da Independencia n. 17. <5>bem ha olgumas muzcas p ira gogs da u|ljma edis5o,gradus ad parnasum,
Na ra do Crospo loja da esquina que vol- <500<5000<>000 lPf"dei,'"ne^c"71f*2in!;"l! Igual pecililltha nanCS se VIO a Vende-se cha I.vsson muito nc
desalpico liranco a 4.0C0 rs., dito de cora, | 0 rs o covado .'
Nota. Cada garrafa corrtem duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Brislol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-sea 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mina GoQfalvos Ramos : ra doi
Quarleis oeKada ao quarlel de polica.
Vende-se vinho de champa,
nhe legitimo e de superior quali.
dade em casa de J. Rcllei &
Compnnlr'i na ra da Cruz n.
55.
Enchadas de superior qualidade
calcadas de ac.
Vendem-se em barriquinhas de 100, poi
muilo commodo preco, no armazem de Bar-
roca & Castro: na ra da Madre de Dos nu-
mero 26.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
e lamben) no deposito na ra do Brum logo
r.a entrada, e defronte do arsenal de man
nha ha sempre um grande sortimento da
tachas tanto de fabrica nacional comoti-
traogeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, razas efundas ; e em imbososlu-
gires existem guindastes, pira carregirca-
noas ou carros, livres de despeza : osprejoi
silo os mais commo'los. ____
Escravos fgidos.
I) '-anpareeeii no dia 24 do correteom
moleque da Cost>, por nomo uumingosi'oi
vellido com camisa e caiga Je llgodlo azul;
tem os signans seguintes : cabala cotnpn-
Vendem-se chitas escarales muiln linas
de ramagens para cohortes a 140 rs. cada
um covado: na ra do Crespo n. 14, loja
de Jos Ersncisco Dias
-- Na ra do Collegio n. 7, acaba de abrir-
se um pequeo, mas mimosamente surtido,
armazem de luuga do Porto, de differentcs
novoe o'salustio, diciouario de composigao latina] da, olhos pequenus, oariz chato, sigues di
'- ; he jugador, anda m
soi que o pegar pJe le-
ais superior que ha M merc"X,Vr7re"co I por Fon'seci, e outros latinos que por oSo' so. nactoro rosto ; he jjgador, anda hiul
commodo.e en. 1 ,te. a vont.de dos compra- tornar o annuncio mu, grndense> Mm to ipMSMdo : pess.
cores o delicados goslos: evonde-se por me- no (jja qUnta feira 2Q do Ciiricu-
- nos do que em outra qualquer parle; a elle i
- poisque he pecbinch. e, no consistorio da igreja de Ros-
Companhia, na fu. do Trapiche n. 36. fismos. apud.ul.s, Proeu'SCto baiUotes, seri gr.l.flc.do
1 .-; .1. N.. Lotera de Nossa benhora do i zrio da Boa Vista Umbem con: c-mpo em braoeo para sees- correte, de bordo do brigtie na-
\c ~a I...I-, Uioria nrlmIref'roques cad um convier, traslados, conal Adamastor tundeado em
As rod-s desta loter. i andan. .pddtoJwsa eort proprioisar. f p (1'uattos 0 ...
ti en- e.ifei^debandejas.emuitoslivrosdediire- trente ao rv.rte do Mallos, o es-
cravo L' 1111 >. > e de nacao Mocam-
rentes sciencias de direito.
4,500 rs., lencos de cambraia de linho a 500
e 600 rs. cada ufu.
Miiriuiiis iiperiores.
Na fundiclii deC. Starre Companhia,
em S.-Amaro,acbani-seavenda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
construcgSo muitosuperioi
Espedios por pouco dinheiro.
Na ra da Cruz n. 20, casa de Avrial Ir
maosi Compai.lna vcndem-se ptimos es-i poisque he pechincha. te, iiu consisioi io u igirja .JC l... ":;"vede-ae" urna cano de um s pi; i- p-taturi baixa' renreacil-
pelhos.com moldura, e sem ella, chegados! No cscnptorio de Novaes& Companhia .sa Senhora do Livi amento; ores- griU,|e e he de boa loadeira, por prego com- ul4"e> esmiura uaiia rvpevwii
ltimamente da Franca, por prego dimi-; tem para vender por prego commodo o se- PS|3 a venda n is mojo: na ra do Crespo u. 2, loja. ta 4o anuos de ulule, pouco mais,
guinte: panno de linho muito fino hnh de, tOUOS Ulllielesesiao > enud .. vendem-se um bonito prelo de Man- ou menos, tem O rosto redondo, t
lloris, dita ue cabega encarnada, chapeos do lugares do COStuinc. nos, de elegante ligura, bor para cadeiri- u u,c,,os > rusiu icuuaauu,
Chille grandes, ditos pequeos ordinarios,. .. Vende-so urna pela moga : na rua da nnSi um ujl0 p,ra campo de 30 anuos, um nelle OS SlgnaeS de SUB na?ao, DW-
dilos pequeos mullo linos, cera em velas CtllelB |j, n. 50, de Cunha & Arnoriin. | dito do 10 annos, bom alfaiate. o de lodo o Da serrada e lie bem fallante j le-
boa para campo; .. j, .1
vou vest lo calsa e camisa de al-
de Minas, muito godao azul e bon de la; este es-
rfUeo,"C.b,. pertence ao Sr. Manoel de
..gos de cumadre tambem superiores : na OO'JZa A ramo do KlO de Janeiro,
pregos de construyo, cal virgem de Lis- jumento de cautelas da lotera de rus ,ia cruzo. 46. deironte do senhordou- ha temoo ana anda de mari-
boa : a tratar DO mesmo armazem, ou com Novaos Companhia, na rua do Trapiche ( Wossa Senhord onozano, cJ| |ium e barato. nheiro no dito navio : quem o aj-
nulo.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sacca.
n. 34.
i*
<
<:
Vende-se, por prego rasoavel, la- ^
1 nili.i de S.Mdlhcus a mais nova ^
J> que existe nesto mercado : na rua ^
y da Cruz n. 34, delronte d. I.ingoeta. ^
Ven do III-se lOn.S, I I 111/lio, bMllS, 6
meiss lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na rua da Cruz
11.*.
Algodao 1'ira loupa de escravos.
Vende-se algo d3o muito encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de averia, a 1*0 rs. a jarda; dito
limpoa 180 rs. : na rua do Crespo n.5.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na rua do Crespo loja da esquina que vel-
ta tiara a c.deia,veude-se panos linos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, *,000, 5,000 rs., e fran-
cez muilo superior 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito a /ul a 2,880, 3,500,
4 000 o covado, cortes de calca de casemira
pela entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
e outras muitas fazendas por prego com-
modo.
Attencao
Na fabrica de chapeos Je sol, no
aterro da Boa-Vista n. uj,
Existe um delicado suitimento de finissi-
snnaschitas decores com Hpicos, os mais
lindos gustos que tem vindo ao mere,do a
240 rs. o cuvado, ilils cores de vinho e caf,
muito iniudiiiiiasde novos desenos o cores
muio fiifS a 200 rs. ocovaJo, ditas de dif-
fereoUa qualidades a 160 rs. o cuvado, linis-
sirr.as alpakas de todas .8 cores a 610 rs. o
covado, dilas rom los Ue seda e do novas
cuios a 1,000 rs ditas prelas com flores
iiiiilaii.lii cliamalote de soda a 1,100 rs. o
covado, coi tes de casemiras de lia e algodSo
de lindos gostos a 1,600 rs. o corle, os mais
superiores bruisdn puro linho e de riquis-
simas cures a 1,280 is a vara, brins do puro
linho de urna s cor, fa7cnda propria para
palitos a 320 rs. o covado, as venladeiras
breanhas de rolo de lo varas a 1,800 rs. a
pega, dem de 5 varas, fazenda muilo oncor-
pada a 1,000 rs. a pega, assim como muilas
outias fazendas quese vndenlo por muito1
menos prego do que em outra qualquer
parte. |
VeuuHiii-se esloias dopaiha decarna-! -
be, regulares e gran les, de 2 varas de com-i *,5oo rs. O Covado : na loja de
primelo; chapeos de plha 8,000 rs. o Flores &c S, na rua da Gadeia do
cenlo; pelles de cabra a 20,000 rs. ocen-| lpc|p
rodas andam no dia quinta feira
29 do corrente.
-- Vende-se para fra da praga urna es-
clava, creoula, de idade 25aunos, por mo-
a IMn2,.i. tivo que i vista do comprador se dir ; oso
do sortimento .,'.. ...... ... ,, a,,.an ,,ua ram
Iteceheu-se um novo o lindo sorumeiiio ,ju ,.- us,; |,v, de-3,|,ao e varella com
de chapeos de sol do ultimo gosto^ Unto de I to^ ^ pel[,i(.'50i bem como he perfeila co
1a do Passeio Publico, loja n.9,di prehender, podera leva-lo a bor-
Jos l.eile, vendem-e ricos chales ', 1 ,-
._ e seda a 3,200 rs.; dilos de la. a do do mesmo, ou a rua do Vigario
1,500 rs.; ditos brancos a i.ooors.; chapeos n. i9, segundo andar, escriptorio
deso a 1,000 rs ; ditos a 1,*00; s.rgelim Marharln fe Pinta*; me re-
do todas as cons a 200 rs. o covado; panni- ae machado t fmheiro que re
Na rua
Albino
de 13a
soda como de panninhu para homem,e ven-1 ,
dem-se por menos que em outra parlc;lan-
bom tem para vender um grande sortnneu-
to de sedas de tudas as cores e qualidades,
pauninhos para cubrir arinagos servidas,
bal-ias para vestidos de senhora, c se con-
corla chapeos vcllios; lu Jo islo cima dito
so faz por menos prego do que em oulra
qualquer parte.
I'anno preto fino a a,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno pelo lino, a
to, chegados agora do Arxcaly : na rua da
Cadeia do Recite 11. 49, segundo andar.
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gustos a 2,240 rs. o corto, cassa de qua-
dros Tina a 280 rs. a vara: na rua do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia.
Veude-se a excellente typo-
,. ,v m i Un igo deposito de rape princesa
graphia 00 Diario Novo, estando ,6 n ,'
u F ,a .a~ j- de Gasse do Kio de Janeiro
bem montada, tanto de bons pre-
como de typos : quem a pre-
Vende-so una prela de 40 annos, per-
l'eita engonimadeira e cosinheira, oplim.
para tomar conta da administragSo de urna
cas., pela boa conducta : 111 rua do Colle-
gio n. 21, primeiro andar, se dir quom
vende.
11I10 cor de rosa, azul e preto a 200 rs. o co- COIlipensaiSo.
100,000 rs, d gratilicacao.
ba-racad.;sean S,J.d.. MM tfgigfiUttSX 00 r" !
Bine. : na Iravessa da Madre de.D. os, ven- ^ ^ ^ ^.^ ^ ^ appareCi(Jo
ua""'\. ,20Ors ; linhosazuesede cores paraiaque-
Vende-se, na na ao .\rno-. Us a 3i0 rj .ocovado; castores proprios pa-
rim 11. 36, saccas grandes com fa- recaigas a 200 rs.: corles de cassa chita
- 1 .,. .. ,-nn 'com sote varas a 2,000; cortes de coleto de
rinlia, a 2,000 rs., para se ton- fusUu a m d|Uy Je ia, e seJa go0 rs .
longos de bico a 320 e 400 rs ; chitas linas
de tudas as qualidades e cores lixas a 160,
200 e 240 rs.; e outrss muitas fazendas por
couiiuudo prego,
l'adaria he urna pechinchd.
cluir, esacciis degomma tambem
grandes, a 7,000 rs.
-- VenJem-so dues pretas de nac3o, urna
engorrma, cose, cosinha, lava o faz ornis
servigo de casa, o a outra cusiuha, lava e he 1
1 / 1 ain"|awF....! ,
la larga doRozi- Vende-se a dinheiro ou praso a padaria
Desappareceu no dia 7 do m.io prximo
passado, o pardo Leonardo, de 11.11 18co-
nos, pouco mais ou menos, e tem os signaos
seguintes :baixo.o pello um tanto meitido
para dentro, cabello carapinhedo e t o
meio da testa, e falla de vapr. Este escraro
vinhi todos os dias vender leite no i;ee ,
de um sitio di Boaviagcm, pertonceute a
Josnia Mu 11 dos Passos, de quem fui escra-
vo : quem o apprehender e levara ruada
Srnzell* \ielli, defronte o n. 141, segundo
andar, recebera a gratilicagSo acuna.
.111,111111 rs de gratiuVago.
Do engenho Sanios tiendes, no dia I3di
do largo das Cinco Ponas n. 154, assim co- junho, ausenlou-se a escrava Mara, de
i mo se di o uecessario suprimento de fari- annos, creoula, fula, de boa estatura, e boit
' nhas se o comprador der a necessaria ge- corpo, os ps carnudos, tem alguna cabellos
los,
tender, dirija-se a rua da Praia!
n 55, a tratar com a Viuva Uoma.l
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa de Ricardo Koyle, na
rua da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo prego.
Vendem-se superior chimpagne.vinhos
linos engarrafados de diversas qualidades,
flanella muilo encorpada, e bolachincha de
ptima farinha, chegada ltimamente de
Lisboa, por commodos pregos: na rua do
Vigano 11. 19, primeiro andar.
Vende-se um palanquim, novo, do mul-
to bom gosto, por prego cummodo : na rua
Imperial 11. 171.
Cal virgem.
Vende-se ral de Lisboa a mais nova do
mercado: na rua do Vigerio n. 19, primei-
andar, escriptorio de T. de Aquino Kouseca
& Filhu, ouua rua do Trapiche, amazem de
Autonio Augusto da Konseca.
tii i 111 trancado de puro linho a 320
rs. o covado.
Na rua do Crespo loja da esquina quo vol-
ta para cadea vendo-se brin Iraugado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Chita para coberta, cor fixe a
2oo rcis covado.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, vuode-se chita para cober-
ta de novus padrOes e cor lixe a 200 rs., o
covado.
Venden) se lian 1 de bren, em lotes, a
contento do comprador: a fallar com Ma-
theus Ausliu & Companhia, na rua do Tra-
piche 11.36.
Vendem-se cortes de chitas cassas, pro-
pru.s para quem gosta do batato, prego
de l,2U0rs.; ciuibiaias lisas de 10 varas, a
1,800 rtr.j poca ea vara a 200 rs. : no pis-
seio publico, loja 11. II.
/. Veude-se sil muilo bom, do Assn.
b'01 lo da eicuua Tentadora fundiaiio lio
ifoile do Mallo : a Iratar a bordo ou ua rua
Qireiia, com Antonio Alves de Miranda Cui-
Birles.
pouco dinheiro; a ella antes que ae acabe
porque he pechincha, e depois u3o val nada
ose eu souhera -vamos, vamos fregu
Viuva l'ereira da Cunha, encar-1,in"a. egranues> debretanha.com" bicoaore
regada deste deposito scientifica dor, obra muilo boa; lengos de labyrinthos,
_:j____j_ ,_____ __. de brelanha, o rendas : na rua da Cadeia do
aos consumidores dcste rape, que |(ecifo n 49; soguni|o an(1ar.
para melhor serem servidos seus i -- Vende-se urna travedelouro com cin-
HiAna la>m ptilahelprido ser iirn-'C0But idos, lem esianeieciuo ser pro o pup uma fjce ( um -||0 refarado por
vido o deposito mensalmcnte com !0ulra na rua do Queimado n 4*.
remessas feitas pelos vapores da1 Aviso aos pais de familias.
. j e i Na rua do Collegio n.7, acha-se umsorti-
ca n Cira, e assim poderao seus tre-(men,0 de |0llPa d0 por(0 de diversas quali-
euezes ter rap muito Iresco, cir- dades brauca e decores, a qual se vende por
" r preco muilo barato e serve para quem tem
cumstancia o mais escencial ; sup- '
piido pois regularmente este de-
posito com rap i.win fresco, he
para affirmar que esta boa pitada
se tornar recommendavel a todos
os tomantes : os precos sao os de
seu principio cstabeleciiios de i28o
r.i.,asduas primearas qualidades
e 900 rs a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Vende-se urna escrava do nagUo, que
reprsenla lor 30 a 32 anuos de idado : na
rua do Pilar em Fra de Porlas n. 131.
Vende-se umxarneiro, mui-
to grande, gordo e manso, proprio
para menino ; na travessa da rua
Bella, cocheira n. i.
- Vende so um ptimo escravo creoulo,
de 25 annos de idade, e alliansa-se a con-
ducta : na rua da Santa Cruz n. 70.
Vende-se um cavallu lino, com selim,
ou sem elle : na cocheira da travessa da rua
Velha; Umbem se vende, ou se aluga uma
canoa de 900 lijlo-, e uma dita de carreira.
Fazenda da moda.
Vendem-se superiores cortes de cambraia
de salpicos brancos do cor, pelo diminuto
prego de 3,500 rs.: na rua do Crespo, loja
o. 6.
vendedeira de rua
rio, loj n. 35.
Na rua Nova n 26
Vendem-se sapatOes do couro de lustro j |.anlja Tambea) se arrenda a tratar com J. o bugoVbem ladnY"c'om desembar.go m
pelo diminuto preco de 2.500 rs o par, di-: Tbsso Jumor na ru, d Amorjm n. 35. | fa|1| Vajos, s.ii de chita encimada, cabe-
tos virados a 1,600 rs.; a elles antes que se j .. Vende-se um escravo creoulo de bonia ca0 de cassa, chile de lila rouxo. pJe mu-
' iigura, mogoode todo o servigo por ser mu- diir U9 (rijos; o andar da dita negra he pisar
to ha tu I : u i rua Nova segundo andar da ca- duro, e be desfargada, denles perfeitos, lm
sin. 67. vista na ribeira de Paod'Alho : rgga se a
Veude-so um deposito de assucar bem PprchengSo da mesma escrava.esua entre-
afreguezado, vende-se porque o seu dono ga no dito engenho, ou nesta cidade na pra-
so acna doente e tambem se di sociedade a ca d0 Commercio n. 6, a Manoel Ignacio Ja
alguma pessoa capaz que entre com fundos uliveira.
I o que tome conta da casa : na rua da Con- } ..\)t fabrica docaldereiro da rua do Brum
'ia. I o. 28ausentaram-se, no dia 10 do passado
-- Vende-se uma cam. da armario nova,
de amarello, rom os seus competentes col-
xOes, anda nao servida,um candiciro inglez
I muito rico, e ainda 11S0 servido, tres pares
' I de jarros dourados, uma duzia de cadeiras
grosso, meio grosso e uno naidB mognoe urna mesa grando com gaveta :
rua da Cruz do Recife n. a3. oa rua desKlore?, casa n.21.........
Vendem-se toalhas de laliynutlio mu C|)j(|
, sem vicios, nom achaques: na Camboa do
zes. Na mesma loja se vendem treze caixas Carmo J4| ou na rui Nova> D0 ui|h(lr
Na rua estroila do llozario, travessa pa- 0 preto Antonio do n.gSoCabinda, estatura
ra o (.iii-inia lo, deposito n. 39 A, vondo-so regular, cabellos um pouco brincos, cheio
soperior chocolate do Lisboa, o o muito re- do corpo e muito cabelludo nos peilos, ros-
commendavel chocolate de canella, ho til tucarregado; cosluma em suas fgidas r-
para quem soffro do nervoso, sendo este um queutar a Soiidade, Manquinho e Aliga-
dos remedios mais applicadus, e quetem dos.eemsua ultian fucila foi pegado no
obtido mais vanlagens. engenho Cuca districto do Rio Formse:
--Na rua das Cruzes n. 22. segundo an- no dia 13 do corrente o preto Ales.adre, d>
dar, vende-se uma mulata, de 30 annos de nagSoS. Thom, alto, corpo reforjado,
idadi-, com todas as habilidades, e duas pre- legre, e ja foi escravo do Sr. Bolly e Jo
tas do bonitas (guras, uma creoula e oulra francez Melequer, morador no Rio Doce, lu-
de Angola, que engommam, cosem, cosi- gr que o mesmo escravo cosluma rejueu-
nham o lavam de sabio, e uma dita de meia ur nas diversas fgidas que lia feio -
idade, para todo servigo de casa e de rua. roga-seas autoridades policiaes e a quem
Vende-so um moleque pega, do nagSo,' qUer que dalles der noticias, dirijSo-dea
* mesma fabrica que seri recompensado.
vazias em quo velo a louga
Ven lom-se 50 acgOos da Companhia de
Bebiribe : no escriptorio de Manoel Alves
Guerra Jnior, na rua do Trapiche Novo
n. 14.
Vende-se una canoa aherta, pintada e
prompta para conducho de familia; quem
pretender, dirija-se a rua Direita n 16.
Na loja das seis portas.
Vende-se pao fino de todas as cores, a
2,000 rs., proprio para palitos, vestidos pa-
ra sciiliurasaiidarem a cavallo.bon^ls de vo-
ludillio a 320 rs., proprius para estar em ca-
sa i fresca ; chapeos de massa francezas i
5,000 rs., e uulras muilas fazendas por pin-
gos que taz cunta trucar por sedulas.
A U..'ncao.
Vende-so doce de (odas as qualidades em
barris pequeuos at proprio para embarcar
para fura daprovinciaa 1,800 rs.,viuho mus-
catel francez a 500 rs a ganrafa, ra, de
Lisboa de ludas as qualidades, vinho do Por-
to engarralado nluiloboiii a 500 rs. a gar-
rafa, presunto do porto superior a 400 rs. a
libra, arnunduas com casca |a 240 rs. a li-
bra; assim como tambem cppill de li-
ma proprio para refresco a 400 rs., assu-
car candi muilo lino na rua larga du Rosa-
rio, esquina quu volta para o becco do pei-
xe Frito n. 9.
francez.
-. Veiil'-' uma escrava de meia idade ,
ptima csinheira, lavadeira e faz os mais
arranjos de um. cusa; vende-so por se preci-
sar de dinheiro: airas la uiat'iz da II a Vis-
ta n. 21, se dir quom faz uegocio.
Vende-se um preto velho, de 50 annos,
muito proprio para todo servido de um si-
tio e he fiel: a tratar na ru. da Senzalla Ve-
lha, padaria n. 98.
Caixinhas a 1,000 rs.
Na rua estrella do Koz.rio, travess. par.
o Queimado, deposito 11. 39 A : vendem-se
ricas caixinhas de amen las confeitadas ,
por 13o 01 minino prego, que s a porfeigio
dus ligurinus vale o importe.
- Vende-so urna prela creoula, com 24
anuos do idado, e com uma cria do 2 muzes,
lava, entornilla, cosinha e faz to 10 o servi-
go de urna casa : na rua Direita n. 74.
Vendem-se os utencilios du nina pa-
daria, enm Ionio novo, em Santo Aiuaru ,
por diminuto prego, ou so aluga 1 mosma ,
cujoaluguel he favoiavt-l ; a lia tai com Ma-
nuel Luizda Valga.
Veuduin-se varios trrreaos, promplos
para se edificar; assim como um bom ti-
veirode peixe, mo Santo Amaro: a fallar
com Manoel Luiz da Veiga, no sobrado do
mesmo sitio, a qualquer hura.
- Des.pparoceu a 10 de maio deste aniiu,
a neg-ra Joaquiua.de naci CuQanife, que re-
presenta ter de 35 a 40 anuos, ch-ia do cor-
po, altura ieular, cOr fula, ollios pquenoa.
o com carne sobre elles; tem uma costura
de um la,lio na cara do lado esqu.irdo, po-
rm enliga que nial se percebo ; nariz Chat >.
falta-lhealguns denles da rrenle sendo d
um e nutro lado, o ho fe;a ; lem urna em,mi-
ge em todo o rosto qu J parece ser oeiigas;
peilos muito pequeos e murchos; leoial-
gumas cicalriaes de rclho nas cusas; W"
s nadegas lavanladas para trai que nui>
iniisli a quaii lo anda;quaudu fugio linbl um
p mais grossu ; levou diversa roupa que e
nao sabe da que usara ; lie bem fal.nle qu
parece ser creoula ; ltimamente esteveoc-
eu pada no servico decosinha.e lem por co-
lume andar suja ; quando foge cosluma in-
dar pelos .rrebaldes deali praga quilandaii-
do, lavando, oUoiecendu-se para ama, e m-
litulaudo-se forra ; qualquer pessoa que es-
leja serviiidu-se com ella lia boa f.quen"
denunciar-se, e do comraiio se usara dos
ni' ios que llie faculla a lei : roga-se as au-
toridades policiaes, caplUas decampo, 0
qualquer pesso, quo a preudain ou dC"'1
preiiJer, e leva ao seu senbor llainiiigu* "
Silva Campos, na rua das Cruzes 11. 40, quc
seri geuerosainuiile recompensado.
l'Mi.v : TrP. U M. F. ue Fall*. **
MUTILADO


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