Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03719


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Full Text
Anuo XXV11I
Terca l'eira 27
DIARIO DE
leJulho de 1852.
IN. 1G5.
PEIWAMBMO.
curoo loaoairijAo.
tQkHKtITO ADUIITtDO.
fiif Iriuicure............4/000
fot semestre............. 8/000
Por mu........:.....I .'1/11,10
PiOODIHTKO Du l RlMt-lltk.
Pe quartel.............4/T>00
WOTIOIAI DO IMPERIO.
fari.... lili- Julbo Mina,... 56 deMaio
Marmho. 0 de Jilo 'S.Paulo. 18 de Jnnlio
Cear.... 13 de di lo R.deJ.. 15 de Julho
J'.inhiba lo Bl-Oi a ira i KA AVBIKWOIAS.
JliSi-g. S. Synr.onio. Julio de Orpaoo
27Tcrb. S. I'.iniileu e.'i. s n> horas.
medico. I. vara do civel.
28 Quart S. Inocencio 3. e 6. ao melo-dia.
2!>(}uiiil Mniha. I foseada.
'" Sexl S. Donalilla ; J. e 6. ai 10 horai.
S. Huliuo. 2. raro do eivtl.
31 Sal). S. Ignacio, i. e sbados ao melod.
I Dom 8, Anua Mi Rslaeo.
d *S Virgen.. (Tercas e sibadoa.
Cresceate i 24. a I hora e 17 minutos da m.
Chela a 3l ao(7 minutoi da manha.
Miiigoanle '.i. ai 5 boraa e 4 minuto da m.
Nova i 17, a I hora 46 minutos da menha.
raitaiBi aOJ
Primeira 0 e 30 minutos da tarde.
Segundad e 54 ni i nulos da raanaa.
UailDli BOA tOBIIOI.
4xraiKxia*B acu
na e Parahlba, i i
Oulaana e Parahlba, is segundas c leitas-
feiras.
Rio-Giande-do-Morte e Victoria as quintas
l*lras
Boalto,Caruara,e Garanhuns no l'e I5decada
m/..
Flores,Ouricury, Exu e Boa-Vlita a 13 e 2
Oliada, lodos os das.
Todos os Correios parlemao melo-dia.
aroTiciAi isTnauotia!.
Portugal lide Junho
Hespanha 8 de dito
Franja .. 8 de dito
Blgica... a de dito
Italia.... 1 dedito
Alernanba. 2 de dito
Prussia ...i dedito
Dinamarca 30 de rVJni >
Russla... 28dediio
Turqua. 26 le dllo
Austria.. 2de Junho
Suissa.... I de dito.
Suecla... ai de Malo
Inglaterra 8deJnnho
E.-nidos 23de Malo.
Mxico... 0 de dllo
California l de dito
Chili. <0 de Abril
llueoos-A. >de Julho
Montevideo 5de dito
cambios ir 24 DEjrji.no
Sobre Londres, a 27 27 !. por d. l/Otll
a Pars, .n i
Lisboa,lOOpor cenlo. META,
Ouro Oncas hespanhptas.. . ...... HM (i
Hoedas de o/40n velhas. . 11)/IHiO
de 6#400 oras. ! 16/Vlin
de4/O00........ ....... n/ooi>
Prata .Pataeoeibrasilelrus... ...... 1/020
Pesos culuuiuariua.".... ...... 1/|20
Diins mexioanna. .... ... ... 1/800
PAUTE OFFIGIAL.
MINISTERIO DA JUSTINA.
DeCrkto n 1000 Dg 26 OBiuit'i DE 1852.
Manda observar na praca do commercio da pro^
vincia do IHaranho o decreto n. 863 de 17
de novembro de 1851, om eslabelece regula-
mento para os interpretes do commercio da
pra acoes.
Hei por bem ordenar quo na prac,a du
commercio da provincia do Maranhao, so
observa o decreto n. 863 de 17 de novembro
rio 1851, que esttboleco regulatnento para
os interpretes do commercio da prsca do
llio de Janeiro, com as slteracOes que se se-
guem:
I.' O artigo 3'do referido regulimeoto,
lica subisntai lo pelo seguinte :
A junta do commercio podera nomear al
Ir* inlerpreies para as diversas linguas;
dentro da capital, e um para as pravas de
loia.
2' Aquantiade 1,200 rs. de omolumen
tos, marcado pelo I e 3 do art. 26, lica
elevada a 2.000 n.
Jos Ildefonso de Souza Hamos, do meu
conselho, nnnislro e secretario de estado
dos negocios *Ia justica, O tenlia assun eu-
ii'inli lo o faca executar.
Palacio do llio de Janeiro, em 26 de junho
de 1852, 31* da independencia e do imperio
Com a lubrica de S. M o IroperaJor.Josc
Ildefonso de,Souza Ramos.
OECKLTO N, 1001 DE 26 DE JL'MII) DE 1852.
lauda ubservar na praca do commerc:o da
provincia do Maranhao, o decreto n. 858 de
10 de novembro de 1851, que eslabelece reg
ment para os ittjentcs de leilo'es da do ttt
de Janeiro, com urna alleraca'o.
||e por bem ordenar que na praca do
commercio d proviucii do Maranlulo, so
observe o decreto D. 858 de 10 dn novem-
luodelSSl, que eslabelece regiment para
os agentes do leudes da do llio de Janeiro,
licaiidu substituido o art. 7. do mesmo de-
creto polo seguiule :
Os agentes de leudes, dentro da praca
prestarSo a Manga de2:000,000. eos de tora
della, quando os houver, a de 1:000,000;
veneendo uns c oulros, em lugar da com-
missSo mrcala pelo referido decreto no
art. 24, a do um e meio por cenlo, das
transaccoesque Dieren, sendo um por con
to, pago pelo vendedor, e meio por Beato
pelo comprador.
Jos Ildefonso de Souza llamos, do meu
ronseiho, ministro e secretario de estado
dos negocios d- julUea, o lenha ossini en-
teii lido faca executtr.
I-alacio do llio de Janeiro, em 26 do junlio
do 1852, 31 "da in lopendiiucia e do imperio.
Com a rubrica do S.M. o ImperadorJos
Ildefonso de Souza Hamos.
IiSCBETO N 1002 de 26 de lUftUO DE 1852.
Manda observar na praca do commercio da
provincia de fernambuco o decreto que esla-
belece regvhmenlo pira os interpretes do
commercio da prat;a do llio de Sandro.
Hei por bem ordenar que nal prC" do
commercio da provincia de Pernamhuco se
observe o dccrcii n 863 de 17 de novembro
do 1851, que eslabelece regulameulo par*
os interpretes do commercio da praca do
llio de Janeiro.
armas, em nsla da communicacSo, que llio
I'/ '.-:i a presideucta desla provincia em data
da 91 do correle. fz publico para sciencii
da guaroicio, e effeitos n-ccssirios, queS.
M. olmperador houvoporbaru por decreto
de 19 ,1 jir.hu alh o refondo em aviso di
reparlicSo da guerra de 30 do mesmo ajei,
promover ao posto de tonenle o alferos do
estado-iuaor da primein classa oSr. Fran-
cisco llaphael do Mullo Reg, quo soachs
nesla provincia ; e por oulro avisa da mes ra
reparligo de 6 do crrente datado se deca-
rou, que o mesmo Augusto Senhor foi ser-
vido nos termos do ail 26 do regulameulo
approvndo pelo decreto u. 772 de 31 de mar-
go de 1851, mandar passir para o estado-
oaior da segunda class., licandoaggregado,
em quanlo nflo houver vaga o lenle do
bslaln.lo n. 10 de infanlaria, o Sr. Kernardo
Joaqium Cort.
Antonio Correa Sera.
EXTERIOR.
INGLATERRA.
Carta de lord iohn Riuse/ aos eleilores da eU
dude de Londres.
Senhores, raais de 10 anuos so tem passa-
do depcis do da em que fui convidado por
ina depulac^o deeleilores a ahaudonar o
assento que eu enlSo oceupava no Pli la-
mento, pa'a vir ser can lidain represenla-
C"ni da cida,ledo Lon Iros. Eu Mista cnlflo
no pleno gozo da eunOaoea dos el el torea do
Siran I, e nao ti tilia iicnliunii razio para
luuiui'que me relirassem esta coiifianca na
eleicu seguinte, mas iiista eu duixasse essa posic^o lionru/a porque i
Jai -s,- Oatalha soliro a quesIS) da libordado
ilo n ruin i a-i i o porque o melutir terreno
para a lula era a cida le melropolituua du
Iteino-Uni lo
Accilei pois o vosso convite c depois do
um rude combate, fui eleilo por uina Traca
maioiia.
Os projeclosquo a administraco le lord
Melbouroo linlia aprsenla lo no parlamen-
to, tmlian o carcter de um piogl >!! 110-
l.ivel ni is ara IimI psr i h poltica da 1:1) r-
dado iln cummcrcio. O onorozo imposto
que pozava sobre a imporlacHo dos grSos
estraugeiros devia sor mudado por mu di-
rciloOlO. Os diroilos dirTrenciaes da un-
portadlo dos assucaros e das maduiras es-
irang'iras deviam ser reduzdosem propor-
C'Oes impoilanles. Estas propjstas foram
rejoiladas, e o ministerio de lord Melboruo
se relirou.
A polilicado Sir. Roberto Peel, desde 1832
ate 1845, funduu-se nos principios os inu-
vastos da liberJade commercial. Os gros e
ii.i--.inr eram lodavia pouco lembrados
por essi politica ; mas uo (iin do 1815, Sir
Itiibcto Peo! propoz a seut collogas a revo-
cc3o lol.ll, anda que gradual dos direitus
sobie ,- gr.los. Elle foi sustentado nossa
occ si.io por lodo o ,iaililo liberal que o
anxiliou om i'-zer p ssar um bil c.nfurme
a esle principio as duas oamaral do paila-
in o uto Em juilio de 1816, depoil de lor
realizado asa grande medida, Sir Huberto
Peel deu a sua demissSo. Aiiuunciando a
sua retirada, elle mauifestou a espe:'anca
de que Sous SUCCetfOrea .ni.a a i i n sua
poliuca, islo he o desoiivolviuieiilo da li-
berla lu as relacoes da Inglaterra comas
nac s eslraiigeiras.
O ininislerio passado salisfoz estas espo-
ianc .s. Em 1846 apreseolavainos o laziamos
passar um bil para a n-vo .ic.'i > gradual dos
dircilos difforoi.ciaes sobre oassucar eslan
a venda e traspasso das proprledades iminoveis.
He o mesmo espirito que nos tcm feilo aug-*
mentar os avancos feitos agricultura para o
transporte e outros melhoramentos ; avancos
j sanecionados alin disto pela admlnistrarao
de Sir Roberto Peel.
A revocacao das ieisde navegacio foi seguida
de una iaaloc\au dos tributos impoitos sobre
os navios como direitos depharol, e para a ca-
bolagein estes direitos foram reduzidos quar-
la parte do que eram.
Outros iiuporlaiiles modincaedes tem sido
feltas na legislarao am de elevar o carcter
moral e favorecer os inleretses da inarinha
mercanti.
A questao da caixa dos marinheiros do com-
mercio, que noli j sido por lo lougo teinpo
um motivo dedesconlenlamento para os nossos
marinheiros, leve uui resultado satlofaolsris,
gracas a uina liberal contrlbuico feita pelo
lliesuro publico. O commercio geral do pala
recebeu um estiumlaule |ioderoso dos soccor-
ros que seinpre vaa em augmento, e leem aido
concedido as linhas de paquetes cstabelecidaa
entre nossas colonias e os paizes esirangelros.
Pelo que respeila ai nossas colonias onde se
cultiva a cana de assucar, temos protegido
emigraco e desenvolvido nellas os trabalhosde
mili.I.i,le publica pelos emprestnos que tem
garantido o governo metropolitano.
Nao he neuessario |iic me demore nos resul-
tados das medidas tomadas para continuar e
completar a poltica da liberdade de commer-
cio. Acharis as provas as inais coucludenles da
sabedoria desla poltica na exposieao da situa-
co linanceira felta ltimamente pelo chancel-
ler do thesouro. Seu discurso merece toda a
vossa altenco.
Os resultados linauceiros da poltica segui-
da pelos unimos des anuos, se pdem resumir
des le modo :
Os dircilos de alfandegas foram suppri-
midos ou reduzidos na propurfo de 0 milhdes
de llbraa esterlinas ( 225 millioes de fraucoi J .
a 2. Os direitos sobre as bebidas foram IUD-
primidosou reduiidus de ainl somuia de I mi-
Ihio e 500,000 libras esterlinas ( 37 inilhes e
500,000 francos.)
3." Os direitos de alfandega i .rain reduzi-
dos em 1850 de uina sonma de 600.000 I lira
esterlinas ( i J inilhes e .'itin.ii m francos. J
o 4." O imposto das janellas fui mudado em
urna laxa sobre as caas, a qu*l desagravou os
couirlbuintea de uina souiiua de I milho e
200,000 libras esterlinas (:)o inilhes de fran-
cos. )
i.' O producto das allaudegas, do imposto
sobre as bebidas, do sello e das lasas, era de
48 uiilhes de libras eslerliuas ( I militar e 200
innhes) em iSl. foi de 4o inilhes de libras
esieilinas ( I milhar e 150 inilhes] cih is.'u.
Assiin as coulribui[cs foram desooeradas de
urna soinina auuual de 12 millies e 200,000 li-
bras esterlinas ( 305 inilhes de francos) c ob-
leudu-ae este resultado, oihesouro nao perdeu
scuo 1 milho e 400,000 libras esterlinas ( 35
nlnerit,, foram tambem para nos o assuinpto la lo profundamente a con-llco futura dos
degravesdrllberacrs. poros.
Etu 1847, os perigos c os alarmas do com- P.ouco tenho de dl/.er sobre uina outra
inercia nos levaram a lomar sobre nossa res-i questao que o anno passado oceupuu lo longo
noasabilidade suspender a lei que regula a cir- lempo a altenco do parlamento, que impedio o
culac-o do Kaoco de Inglaterra. E< Is IS. as
loluces do continente zeram lemer que a
publica nao fosse perturbada na Inglaterra
10 rebentasse uina iusurreicu na lilauda,
tramos todos estes perigos e os vencemos.
8l6,j847 e 1848 vimos repetir a terrivel
Iruico da collieita das batatas na Irlanda
iinetlidos de um mal inyslcroso c deseo-
Ido.
Evles males de urna cruel tome foram m-
os pela despesa de quasi de 8 nuil....... de
'as esterlinas (200 mllhes de francos), des-
dides em salarios para os operarios quo nao
lam trabaiho, e em vveres para aquelles*
que os nao linhatn. Taes foram as primeiras e
iminedialas medidas dos soccorros prestados
a esta populacao solfredora. Os aclos do parla-
mento que paisaram para a construeco das
grandes linhas de camiuhos de ferro, para
avancos de fundos cousagrados aos melhora-
inenlss agrcolas, para a venda de ierras sobre-
carregadas de bypolhecas, para melhorar a lei
dos pobres, e em ultimo lugsr para a ettenfo
do direito de sullragio, fornecero, como be
de esperar, o ponto de partida dos progressos
importantes na situaco da Irlanda.
Os cinco ltimos aunos vlram o eslabele
clin, ni,, e osabio exercicio da liberdade cons-
liluciooal na grande proviucia do Canad- Em
lugar das quesles eutre o baixo e o alto Ca-
nad, das disseii[es entre o corpo legislativo e
aassembla repieseutaliva, em vea de um po-
der que hesita continuamente entre o despotis-
mo e a ni ,c, i,, vimos uaquelle paiz todos o
poderes do estado trabalhando em harmona
para o bem publico e maravlhosos piojeclos
quer na cifra da populaco, quer as receitss
do Ihesouru, recompensar seus esforcos. Es-
paro que esle exemplo uo ser perdido uu pa-
ra as ouiras colonias ou para o governo metro-
politano.
Em nossas colonias das Antilhas, as duas
grandes inudaucas realisadas ba vinte anuos,
da escravido para a lbenla,le, do inon,.polio
para a concurrencia, teem certameute excrcido
urna iullueucia rigurosa mas entretanlo, gc-
ralmenir fallando, eslaa colonias parecem boje
pedir o reuascimeuto de sua prosperidade s-
menle onde se pode pedir, aoaperfeicoaiucuto
dos processos agrcolas e imlustiiaes.
Passando em resenha a poltica dcsles ciuco
ltimos aonoa, sentimos urna satisfaco bem
sincera, porque presidimos a essa publica, em
deixar, resignando as nessas funecues, o povo
no gozo de uina prosperidade inaior do que pe-
lo passado, o crdito publico sempre lirme, as
tazas rcduzidas em proporces mullo cousidc-
raveis, quasi sem perda para a renda, a paz do
inundo conservada e o nome da Inglaterra res-
peltado por toda parle
voto de mullas Iris ules. Dcfrndendo oque
olhavainos como nina invaso aos direitos lein-
poraes de nossasoheraua eda naco.levamos at
o escrpulo, o zelo de inanier inviolaveis os
principios da liberdade religiosa.
Os nicsmus seutimentosque me zeram pro-
|...i a revoca(o dos aclos do juramento religio-
so e das corporaces, que me liicram o advo-
gado roniauos, coullnuaro a regular iiiinha cun-
ducta. Urna parte de nossos compatriotas es-
lo anda excluidos do privilegio de tomar as-
seuto no parlamento ede faaer parle de um ml-
uislerlo. Al prximas eiBrfOei deterinloaro
se os representantes do povo sero levados por
grandes maionas a fazer desapparecer estas in-
capacidades iiicomiuodas c sem lim. O jura-
mento prestado pelos ineiubros do parlamento
deve ser o mesmo para lodos, simples, sem r-
llelos deve ser um laco eulre clles, e n5o uina
fonte de discordias reltgiusas. Havcis de rego-
zijar-voscomigo poi ver que as lulas empeuha-
das no iuleressc de reformas justas e uieispo-
dem ser algumas vezes lougas, mas sao sempre
coroadas pela victoria Medidas de liberdade
comuna i al e religiosa sao lilhas do presente ;
tiveram seu periodo de dissenco, de desauimo
lalvci; tiveram seu lempo de crise e de iucer-
tea para ler seu da de triumpho brilhanlc c
lomar finalmente lugar cnlre as nossas iusli-
tui^es. Aisiui -... t.-.i com as incapacida-
des calholcas, com a reforma do parlamento e
tambem anda com a libeidade de commercio.
Na lula einpfuh.idt* nesla uliiuia quesl', liz
um papel secundario, mas que leve asuaim-
famigerado Roque, o seu sohrinhoSimio
C -ral iu de Ca v 'lim nlencar, este figuran-
do como subdolegailo do Ouricury, e aquel-
lo fazendo as vezes de srgondo suppleDto
do juiz municipal. O primeiro dos men-
ciona los fados consiste no modo porque ul-
timament" appareceu o processo de que se
trate : o segundo resulta do odicio que eni
dala de 18 de dezembro do 1848 aquella Ro-
que em qualilade de presidente da cmara
do Ex dirigir ao tenente coronel Pici-
cn, convidando-o a tomar posse do empre-
go do delegado para que havia sido nomoa
do e oleicei'0 fundase na prumucSodada
nos autos pelo urotnotnr publico da com-
ni i.-a, .ni alguem por elle.
Ant"s pnrm dhiado, obsni.toemos fjrie
ao prucesso se declara le sido elle formado
na villa do Ouricury em 22 de julho de 1847,
sendo a pronuncia proferida om 24 do mes-
mo mez, e sustentada em 17 de agoslo se-
guinte, Intervjodo O proa olor que se acha-
va na distancia de 32 leguas, islo he na villa
da Hoa-V'isla no mesmo dia 24 de juUio, om
que se figura ler o sublelegsdo processanle
lesp.diado us autos observaremos mais
que o mi-cravel que servio de eserivilo para
lazar os masmoi auios conclusos no supos-
to juiz municipal (lluqu-tjt sesabe) lie ir-
na i do lal sub lelegado Sioiilo, e como es-
te > ili-nili i ne Roque Ora tondo sido u
processo instiurado, e concluido no termo
lu Ouricury cuno so inculca era natural
que so achassa recolhi lo a un dos carinos
lo inesnio termo, e com espeeialldade ao da
Ulldelegacia, qu pertancia, uu do jury.
jenuoti. poder contribuir para .defew mU* '!l rnrm doUnninidi nos artlgos m.
raudc causa, a qual vj ler vol do elcito-10 319 dO regllUlBtsOta dc3l de |ail*Jiru de
res seu (riuiiipho diftoiliva c irrcvocave.
.N iu i-si|ik. mili, ciilretaalo que para comba-
ter uossos adversarios com sucresso, cumpre
que ui, caiupees da liberdade de coiniiiercio,
' hici.i un i. unidos como um homein.
18>2, in ts isal 'i niu acuutecdu, netn de Ul
prncusso houvoa meoiir nolicia. sotes de
ler Ruque, toitu i'.golado em seu infaiiu
plauu dn vig;invf> aniiuuciailu (]ue elle exis-
(ia ; esem 17 iie Tver'ito dosU anuo fi
civil.
S'ju,
icuhores, ce.
Grandes e utell progresos eu, nossas _leis, e em | escrivai) de paz d Exu- clermo dlver-
nossa aduiiiilslracu nao podecn ser olidos se-, ^ ... ,. ., i n..~,
nao pela unio cordial c pelo, Mbrcoi infaiig.-i ">1 "Ilicin ao De. )uil municipal do Ouri-
veis de lodos os amigos do progresso das luzes.CUry remetlondu u, por liave-lo casualmcn-
da liberdade do coinuicrcio e da Igualdad*! te encontrado no seu carlonuem urna bus-
i ca que dera I! 1!
He na verdade mulla (alia de vergoulia '
I Diz aquello escrivlo do paz no oDlcio quo
' acompoiina as rases do recurso do lenenle
^'^^ I coronel Pacilico abamo transcriptas, que o
I processo de que so trat fora por acaso a-
_____'na li. en seu carlorio, dando assim a co-
A m-tts torpe, a mais indigna de lo las a ""r qna ants de levereiro doste anno,
tramas aetbl de salnr do s io da clandesli-! ^ nao linha co.iliec.inen o, porcm corno
nidade no termo do uricurv : sentimos re- podo o celebrrimo Hoque obter a cerimau
,1,1 pronuncia, que anlesOaqoella epocha fm
lluitell
lUoG'-'bt
Communicado.
....... i .ic tu fjut' a fu-i i' u lu I j ni i; uto e no- ... im > >-, uu<. vm <><.> uu *..-,.a.-,
louproinplo.susieotar:) I vo tem adaumdelles desenvolvido no exercl- OOCailSo de fallar, 0 qaa ultima monte appa- euHttUOeiM Mltt. "*P0'Ua fe",,e-
I.. Que ncnhu.ii dircilo podera lamis ser clo de seus poderes. Kra e.n virlude de n.ssa receu contra O digno delgalo diitl-lle ler-,' e IciiebiOSldade de souiciliaule peci i Va-
mpo, o sobre ...ipo.Ucao do, grao, sob pre- cm J, lll(lerato esponianea di fo, (a SS PaClflcO Luios do Si- '>'* >1'-
lexio de proieccao ou de h Jos Ildefonso de Souza Hamos, do meu
oonaelbo, ministro a secretario de esta lo ?e|^0.liN,?.c.,lf!.0J*efh.Wl,'^Lf^S
poder poltica, -ci quanlo be achava p
dimcil em igual materia conciliar o respeito ,(.. murle, o estribando a sua infamo assor-
liberdade da devldo s Iradicescom os direitos de um com- sSl) na autorida le du Celebrrimo Hoque Cai-
icrccemavos- '""' 1o augmenta, de una populaco que |os de A|8ncar pajXulo lizeram COUI que elle
cre.ee, dainlelligenc. que se de.envo .Por appareCHS,e em publico, susleot.
islo nos pareca que era mais prudente lenlar er" h
As mulaces di propriedade de bous de raz faIcr Mla conciliaco quando a questao podes- sio ainda submcltidas a dilliculd.ides legaes, ,e ser discutida com calma, resulujo c segu- yergontiar, e lazcndo alarde ile
Hiimo.v.
benelico que couvin susteutar, fortificar
defender.
Todava existe aluda sobre
industria celtas reslriccesque uicrecein a vos
saueuco '"' ""'"-------- anoarecesso etu l'uoucu, susieiiiaiiuu aquu-
s itvtsaw, islo nos narecia nue era man nrudenle lenlar "CK""'"'"' ; tmmlm
esiu anda submcltidas a aillicuui.ioes icgac, 5e ser discutida com calma, resulujao c segu- verguiiuai, o iunuu aiaiuo no sua propria
a despezas, c dcmoias que dimiuuein Injusta- rauca ames do que esperar odia da tempesta- indicor.isidade : iMilSo fomos chama la- a
menie o valor desla especie de propriedade, c c 00 qUa| 09 elementos podiain alijl'u a voz dell'euder a honrad probidade aggredi las,
que as iinpcdem ciu mu grande parle de vir da rastio e avaga que sempre sobe Hauntlar os fomos obligados a mostrar a miseria,e avil-
a ser um emprego para as ecunomias dsela,- pouio, designa! da experiencia. Nao tenho de tarnemo dos agggressores fomos I iva.los
ses industriaes. lamcniar que esle.assumplo lenlia aido discuu- emli, pe|a llKga ,c nossas CJiviccOi'S, polo
O modo da administrado da reparlico das do, porque em iuiiuha opiniao. estes discurso Cl)||hl,c;ilieill0 qu,, liuliamcs dos Caracteres,
allaudegas deve ser simplificado em loda a me- ^^tS^J^S^SXAlffSl quo SO a,'.csontava' Conia aquello digno
' r quo o processo que so
ssava do una estpida, e
didura afranjada com ule dada
do n goaos da" .t a o la i.a SSTi- ''' "' Ju""u "<" ^ M ^'^ S)r3u
te, d do c fac csecuU,: I6 ""*' Colunia e o assucar
Palacio do llio de Janeiro, em 26 de junho Iaatrangeiro. Em 1849 prupuniiauos e fszia-
de 1852, irigessiino-pritnciro da u.lct.en- ,mos volar a revocucaufdas leis do navega- m ui>c ,c...........,............._ ..
,l..,iciauiloinierio-t;otn a rubricados. Al. c1"- O auno passado faziimus iguacs os di- dida que for compatlvcl com a seguranca da lali forsusciada .mira vez. lie um objeclo que '" .,,.teol-.
t?^J^ l^llLlhm*maa reilus sobre o caf, e rodusiamus os dire- renda publica. nao le,a talvez relaces muilo estrellas com delegado, a suslent.
o Imperador. .ose Ildefonso de 4om- los Jlirsrelicia,g da m,uera. Oeve ,er do dever da legislalura fazer des- o direilo eleiloral, mas que todava Importa dtz.a oUSttr nao pasi
pronuncia na parlo quo a cada uina tocasse,
pelo contrario ullioiara ao lononlo coronel
I1.,,alie,i em dala de 18 do dezembro do 1818
pira comparecer ante a enmara municipal,
mi .ii de prestar iarainaalo e lomar potae
du om prego do delegado, para que havia si-
do Humeado i' So exista essa pronuncia,
quo elle mesmo (itoquo) liulia sustentado,
porque motivo uhu prucurou dar-llie a divi
da exocuc.io, antes guardou acerca dola
o mais absoluto silencio.' .Nos parece quo
esle procodiinenlo prova som replica a fal-
sidade do fallado processo, o a COOgeoita
pervorsidado do seus fabricadores, no on-
tanlo taremos anda urna ligeira observac"
Obra a esposla do promotor publico quo
(POR MU.I l.l.Mil ItnMMI .
PROLOGO.
0 CAPITAO BRAMAN.TE-
Vil.
Na numlimlia
I, .rmagnola nao era eolo mais que una pe
vnaco asseuuda nos llaucos de uina moula-
nli.i, cujos rochedos escarpados, douradus por
um sol ardenle, encaiiiliiavaiu de modo pitlo-
resco e inleiramcnle encanlador, suas casas
c nina tas de colmo e seus grupos de arvores
verdes. Embsixo da povoafo abria-,e uina
gargaula profunda, cujos declives eram tapis-
cados de plantas c de arbustos de cores brl-
II. n.i,-, e variadas por cnlre os quaes um ca-
ininho esireuo e irregular serpenieiava se-
in, lhan. a de um drago giaanlesco.
Sentadas a sombra de una laiaugeira cen-
lenarla aira/, da qul se abrigava uina casiuha
als-a, duas peisongens, um velho e uina rapa-
riga conversaraui com os olhos filos sobre o
caminbo que serpeava do pe1 da monlanha at
ao lugar oude estavam.
O velho era Pietro l'ussoni, pai de Frances-
co.
A rapariga era Michaella, esposa desle.
INlichoella, bella rapariga de quinze anuos,
era de mediana estatura, secca, e de urna 11c-
xihilidadc notavel ; havia no seu olhar casio
e lmpido alguma cousa ao mesmo lempo de
lei-uo e de determinado que revelava una des-
sas naturezas ricas para s quaes o amor nao
he seno uina dedicatio sem termo, urna obri-
gacosciu limlies. o'ua pcllc transpaicule li-
nha essa cor quenie e cor la que he a frescu-
ra da, morenas, ao pasio que ai linhas do seu
rosto, por um contraste cheio de encaulos,
oAareelan contornos de uina belleza c de um
acabado extremos. n.
Tu te Inquieta! sem razao, iiiinhi hlha,
dina o vrlbo rapariga ; alguma circunulau
i...,, i.i imprevista lera rendo Francesco em
Milo. eeui mu,i,na. elle poueal horas lein de
demora, pois segundo nossos clculos, derla
L-hcgar esla noile. .
Sim, diise Michaella, esla nolte..... tja
la val a oitava hora, meu pai ; dizem que a
() yide Diario a. llit.
lilil ; mas o que he que pensas ver ?
Um hoiiiem que sobe a monlanha, c pa-
rece-ine rccouhcccr..... sim... sim, he elle
mesmo I On nao meengauo. nao, he elle .'....
I. sem proferir urna s patarra mais, lanfou-
se pelo caniinho da iiionunha.
O velho viu-a sorrindo correr com a agilida-
de de urna corea a ii.iv.-i dos ramos que ia
apartando com as mos.
Otpois dea ter perdido de vista por alguns
Michaella rellrou-sc Uncilo um olhar para
seu esposo.
i-.ni.i". Francesco, diise enlo o velho,
ao lllho, viste Ercelo?
Sim, meu pai,
Oue
- Meu
te disse elle '
pai, respoudcu Fraiice-co com
lom de um bomein que tem lomado um parti-
do enrgico, briccio disse-inc que Michaella
instantes, elle viu-a tai n.r a subir pelo caini. .i.i na,, n 11 lia miis para o l.iinru ..a ua familia no
apoiada sobre o braco de un inaucebo, que inundo que sua familia adoptiva,
reeonhfcru ser seu lilho Francesco. Files ca-,' F.nio ella he livre de dispor dcsl?
ininliavain leulaineuic, coiiveisaudo com anl- Inieirainentc liria,
iiiae.io e voliuido-se sem cessar um para o ou- | Como he pois, peiguntoii llussooi, que
tro'como se nao livcsscni podido canfar-se de me anuencias esla noticia com lo pouca le-
se coiiieinplarcin. gria ? ao parllr da qui tremas que Michaella
Pobics lili.os' murinurou Hus.oui, elles losse reclamada por alguma lainilia, cuja alta
sao lo lelizes. que nao cuidam inais uo velho orgeiu viesse por obstculo a tua felicdade ;
nue us espera. acabes pelo contrario que nadase oppe ao
Klles chegaram cniliiu. Francesco laii9ou-se oumprimeulo de leus desejos, e ests grave e
nos bracos do pai, c a propria Michaella o en- pensativo como se devesses renunciar a esta
chcu de caricias, lana necessidade llufia ella unio, souho de toda tua vida.'
de derramar lora u excesso de felicdade que se | Francesco nada repondeu.
Ihe trasbord.va da alma. Uai-sc-ha caso que tenhas mudado de
1 un vez calillados esles pi unciros transpoi- seniiuieulo a respeito de Michaella, replicou o
les Michaella correu casa a buscar urna co- velho com inquiela(o/ Oh I loma sentido,
mida frugal que lnvia preparado para Frao- Francesco, isso ......uu a pobre menina:
cesco. hila quiz scrvi-lo pcssoalmeiilc, e o ,No, meu pai, uo, respondeu o niancc-
iiiancebo a drixou fazer, saboreando com Irans- bo, cu amo a Michaella.... amo-a para toda
pone, depois de mullos das de auzeucia, a fe vida ... com ludo peco-vos que esperis
licidade de adiar mal, ainaolc a mais bella ale amanhaa para que vos diga o que leobo
a.nda aquella que elle pruprio amav com ido-: resolvido a proposito desla umao sobre a qual
|a(rla leuho necessidade deieHetir.
bize. sera verdade o que corre por aqui ? O velho camponei couciJerou o lllhu com sor-
pergunlou-lhe o velho Hussoui ; um frade preza. una mudaiica estranha se tinha ope-
inendicanle conlou, eu nao lenho querido dar rado ua lingoagem, uas iiianciras e ale na pnl-
crediloao que elle disse, que o duque \ iscouli sioiiouua de Frauccsco: elle ubservaiaeiu seu
lizeracoilaia cabeca sua mulher. a duqueza olhar alguma cousa de ausiero, de proluudo
u.ilia luijoa-j .un ido ale eulao. r.i
estrellas, disse Ihe: que p.
Michaella, oremos por aquella que est que a mais imperiosa necessidade isso me or-
la em cima, e que lalvez no, ecteja odiando a deua.
cita hora, boemos por essa infeliz duquea as- sim. cu te conheco, lu hesuin rapaz sa-
sasioada por ordem de um infame, cujos cri- bioc prudente, respoudcu o velho, mas nunca
mes tenho le que nao licaro impunes? le vi cun esle argiave, com este lom solcm-
- Pobre mulher! di.se Michaella; nao ci nc.... Francesco, Francesco, qual he o leu pro-
porque, Francesco, mas agradeco-vos a ve- jecto? __
ner.co profunda que leudes a sua memoria, Nao poiso rerclar-VJ-lo boje, meu pai, su
e cinto que participo della sem a ler couheci- uina cousa leuho que duer-vos... he que cum-
pre que eu deiie cele pan...
Ucixar-nos! pensas uisso.' c Michaella r
' ida
__ He seu iuleressc nial, ain
que
do.
He o proprlo co, Michaella, que vos ins-
pira esle seulunento.
Eolao ambos se ajoelharam c orarain em si- meu pai, que me dieta Uta^eMlu- ,
,enc|0 e quanlo lempu durara a la ausencia.
O sol punha-se no horiionle. lan9ando sobre Meu pal, M'aWtroide "" ''"
o campo magnifico, rcllexos de purpura e ouro. verdes o ,vidu lallar de mim, dcvcis peder as
A approziuiacao da noile loroava mais pene- esperancasde >"'?'-"' ,,,/" ,,_
iranes os perfumes que cornam no ar a la- Que dizes? F-nlao vas expo.-tc a algu
i-aojeira deixava cahir cubre os dous esposos grande pengo. ,-,. ,i ii,
llores de un. cheiro suave e embriagador. Bra Sim. meu pal a honra, o luluro de Mich,
un. lugar cheto dssasvolupeus sublime que ella, minha felicdade meemo, ludo me taz nis-
infundn, n-alrna razeres e lu.es de.conhe- so urna lei.... Um ulliu.o mol.vo.... vos sabis
cidas """" '""' secreio emOeos.... pois bein, be Dos mesmo
Ouaudo acabaram de orar, os dous manee- queiu quer que cu paila.... Nao vos opppo-
bos ,eutarain-se. e pascaran! muilo lempo ain- abala, cu vos rogo, as vonlades que vecm do
da admiranda usas maravillias do co e da lr- co. ,. ... .___,
ra, que Modo lodos o. da. a. mena,, ollere- Se isso he asilm, ...eu filho. nao devo de-
cem con, ludo cada d.a belleza, aovas. Elles se ter-t., bem que uuia lal ceparacao me cuite
sep.ii.ir.ini, cinliui, com o cora(o cheio de cruelmente.
Jraicr O co me favorecer, meu pal, teoho csu
Ko da seiuintc, logoao romper d'alva, Fran esperaba, e nsnos toriiareiiios a ver.
ce"co ,ah!ge nnauhou-,e na monlanha. Co... Oepoi, de un, .uomenlo de hes.tacao, elle
grande adinuaco de Michaella elle ahi passou coiiuuuou : .. ., h..i
fodo o d.a, e nao recolbeu-se scuo i hora de Meu pai, nao me siulo con. animo baslau-
j le para auiiunciar esla nova a M.cl.aclla....
J O mancebo e-lava ainda ...ais g.ave e inaic fc la comprebendo, Erance.co; enca.re-
ac.iodoqueuavesper.. Foi com urna ternura go-ine disso. e quando nos de.xas lu .
calma e comida que elle se chegou rapariga,
cujo coraco ce aperlou como ce presseulisse
No dia seguinte, F'rauceico, Michaella e Pie-
_ Vamos, meu pai, vamos, Michaella, disse
Francesco, he preciso separar-nos, he preci-
sa.... Arineiiio-nos pois de coragem, e puuha-
mos nossa coiiliauca na Providencia.
O velho aperlou-o ao pello, c com urna voz
Cinniovida uvocousobre sua cabeca as beii-
cus do co.
_ Adeus, adeos, minba chara, ininha amada
Michaella, disse culo F'r.inccsco pegando na
nio da rapariga.
Juchadla quiz pronunciar a palavra adeos.
mas apenas obrio a bocea, os oolucos que li-
nha comprimido ale enlo, rouiperam com Cor-
ta, e ella laucou-se cboiaudo uos bra(os de
Francesco.
Michaella, aojo amado de nimba alma,
disse o mancebo que senlio larahem luolharein-
se-ltico, olhos de lagrimas, queres tirar-me
loda minba forca quando tenho della tanta uc-
cessidade ?
Oh .'disse Michaella, be porque cinto una
dor lo profunda, nina angustia lao despedaza-
dura que parecc-n.e que esle adeos he eterno !
Nao creas Uso, anchadla, nao! Dos vi-
biai -obre u0, e nos rcaiuui felicdade de-
pois do tempo de pruvaces que devenios atra-
vessar. Recobra la coragem, Michaella, se
queres que cu conserve a niiuha.
Adeos, pois, adecs, meu rVanccsco lu
nao queres dizer-no, o srgredo de la partida,
mas a Uu ni..- que esla panilla esl nos decreto,
de Dos.... Depois desse Dos a queui temo c
auio, lu lies a minba cretina e ...iuha f cobre a
ierra.... eu me lucliuo dianie desla necessidade
suprema, e digo-te por ...iuha vez: Parte.
Francesco, parle, jaque isso he cenarlo....
val.... cu rogare! por li a virgen. Mana, e tal-
vczellase coinpadeca de iniuhas lagrima,.....
aueosl adeos.'....
Fraucecco apcrlou-a ao pello com ternura,
abrajou outra vez a ceu pai, c poz-ie a ca-
ininho.
Michaella e Bussooi o seguiraui por mullo
lempo com o, olios; quando elle chegou ao
poni de enlranhar-se no pequeo bosque de
orveiras, voltonsc, levautuu o chapeo cima
da cu,.-, a, c gilou-o alguna iutanles.
A rapaiiga crgueu-sc sobris pontas dos pes
para vc-lo ainda. Elle dcsappareceu.
Oh! exclamou ella lan{ando-se nos bra-
cos do velho. Dos tenha piedade de mim, pois
he a minba felicdade que se vai embora!.
FIM D PROLOGO.
iC'onli/iua/ -se-ha.
MUTILADO
ILEGIVEL



pacho que nelles si ac'ia exarado, dora a-,provado no documento citado-B o, 2.
quelle promotor na refund distancia do 341 Anda miando, merclisinr.o Sr. julgador,
legoas, das do sertili. a sua resposta, ou{sequoira. duvidar do que ha dito o rocor-
promocfiono processo!! He isto crivel ?! ronlo, o dasprezar-so as anas rasOes, veso
a olhos claros que a rormacilo da culpa e o
doapacho de que so rocorro foram ns actos
. exerciioscom ante-lata, o por pessoas i n-
aquella tilo palpitante lalsidade, por aqu.dio competentes o a sor o contrario estara o
estratagema lo escandaloso. Desgrana-'nome do reconecte no rol dos culpados, e
rio I A sua na fe. trahi-os complolamunt-, 'o processo loria sompro permanecido no
nJicu-1 cxrtoro, mas nao he isto oque Ci
Ninguem o dir, ecom lulo Hoque, e seua
oiidatarios em sua inmensa estolidez en-
tendern! quo n,lo havoria quem dosta por
ronel l'acillco, ponto de orranjarem ns copia, cabrindo o processo tambem po co-
trovas, p com antn-darta esso processo pa dirigido ao Sr.jmz municipal desle ler-
monstrtioso, o nos lli" responderemos, qu.i|mo; ecumproqua leu-se liom esto ollicio,
motivo de ludo isto, fni o escarment que que som dimda veio coroara obra, raos-
o mesmo lente coronel Pacifico Mies de-Urandoa lu/meridiana.a ostrategia.perversi.
raem 18l9,quBDdu elle conspirando con-j lade e ardil dos forg.cadores do tal proces-
tra a ordem publica pretendern, implantar so. Apparecer casualmente o mesmo pro-
no Exu' a revolt plranU. D'ssa data em cesso de cuja decislo se recorre no sartorio
diantea sanha que ollesja votavam aol.o- do eacrivllo dipaa do hxu lli'deIMMIM
mem enrgico, quo rom sua presenta os
amquilava, roquintou, e oi-los lanzando
D0 do recurso dos eovardos na esperance
de podercm inquinar uuia repuUtjflOi que
os esmaga. Uespresivel prncodimenlo! O
Dr. juiz municipal do Ouricury porm eier-
cendo a vara de direito fmstouo abomiua-
vel plano dos celerados,proven que para elle iulerpoz i'acinco, depoa que o iafitne processo por
greca da busca dada pelo colendissimo es-
rrivSo de paz no sou carto'io tivara publi-
cidad*. Aqui concluiremos, poique supo-
mos, quo o publico tntelligcnle ler-sj-ba
iiwiivoncid, ~m faca d.is considerandos ex-
pendidas, da verdade de tuJo, quanto lio-
mus dito respailo desse procosso decanti-
do, da ma'.dado dos seos autores, mas se
alfuem liouver, queaiiida nutra a menor
diivida, lea as rasOes do recurso que ahaixo
.su se;ueiu,documentos que a iicuinpanham,
0 entilo couli ce a ale que punto chega ai a
protervia, o desfaainaiil') do l'af aullii Jo Ho-
que e dos seus ascelas. Blata.
O mitigo da honra.
RASO'ES 1)0 RECURSO.
Illm. Si.O despacho do cx-sogundo suti-
pltiile dojuil municipal desto termo, Ho-
que, Carlos de Alenear PeiXOlO, ligurndu
como cni exercicio do dito emprego.quo sus-
tentuu o de pronuncia do ex-subdclegado
desta villn, Sumi Heraldo do Caivalho Alen
car, Urnbem figuran lo como cm exercicio
contra u reeorrcnle, sobro ser u.ii acto da
mais requintada perversidade, com tnenos-
pruao das l-is e d >s loros de OidadBo, lio
maniteslamente injusto, a '(ir seo espera
ii r, c urente i|UO o silln juizo para quem
rororro, dando proviui; uto ao sen recurso
reformo aquello iuiqno despicho, despro-
nonciaudo-o.
Anda nao houve quem so atrevesso o ti-
VOSH o ardil de, estando losoncr.do da seus
cargos judicianos lorgicar um processo
ante-Jetado contra toda a upe lativa, e da
pronunciar a um Individuo cni erinio da
tOOta ti va de morir-, quan o niesino esta se
di se, 18o smenle para maliciar a repu-
lacSO albcia, e desl'aite tirar vingancas por
ine.quiiiiios ressenliincntus. Mas currom-
1 ida inlelizmonlc a .soiiedalc, e pdenlo
mais que ludo a maldad, iuuve quem a
t.mlo se atrevesso?
O juiz racoirido (se tal nomo merece )
.issim u tez :>8ra com o rccorrcntc, e boje
bem Ufano l de sen antro ri-sc e applauJo
o seu teto de maldad por ler involto a
innocencia cum a pervcrsila lo, nutrindo
talvcz a esperanza de quo o mesmu suu acto
lilho da mais iulaino malvadeza ser sanc-
cionado. O recorrenlo antes de entrar na
enilyte do processo, ou papel sujo, por co-
pia junio, tem de declarar mu Ir mica c
positivamente, que nunca estove fura do
gozo de s"lis direitoa eivis e polticos, e quo
nesta qualidade sompre oxercoo o emprego
lie delegado de pulida diste te qual loi nomeado por portarle do Exm. pre-
sidente da provincia de 97 de outubro de
isi8, lento tomada legelmenie poste a i res-
tado juramento lo dito emprego no I. de
ile/'iiilno do mesmo auno som encontrar
u menor embare^O, po-quo nunca houve
i in ca lorio algiim desta comarca processo
: rime, ou nota de col..,, contra din, como
prova com o ilociiinentn junto A, e an-
da boje uiesino mo se cimsidera o recorren-
te criminoso, nao obstante aparecer por um
lucio mysterioso nojui/o municipal dcsle
termo esta peca inleni.il com o titulo do
processo crune, om que so llieatriboe um
delicio que nunca ibc passou pela imagina-
c.lo, equo s fui inventado por tero recr-
tenle pur mais de urna vez cortado o pasto
sedicioto e anarcliico dos autores desse pro-
cesso ueste termo, donen nsultou cnlnde-
i ni ellos que o dcviam inhabilitar de conti-
nuar .i pin freio aos seus desmn los. i.inein
iio v, Illm. Sr. julgador, de iodas as pe-
i, is .leste processo l'orgicado na villa do Ex
em 1849 como so fosea formulado nesta vil-
la eiu dala de J2 de iuIIio do 18*7, ea pro-
nuncia prolonda eui t do referido mez e
sustentada em 17 de agosto do mesmo an-
uo, que ello c'um parlo do maior descara-
nienlo, com olfensa e escarneo da magos-
tadedisteis, como ja proVOU o recorrenlo
por um ui.io irrecusavel no documento jun-
to IIpag. :i col. 4 0 3, pag. 4 col. 1, 4 e 3
quesi ni lino, uumeros I, 4, 3, 4, 5 o G
transcriptos do mesmo documento, o qual
bastarla ao mesmo recorienfc para funda-
mentar as rasOes do seu recurso, porque
liolle se V a verdade nua.
-. -. i:: : 11 a .'iii.ii na aualyse do processo
pi'iucipiarei por demouslrar quem o juiz
procesfaDle, promolor publico, oosusleu-
lador da pronuncia; o primeiro hesobrinho
legitimlo ultimo, eamhos inimigos poli-
licuso particulares do recorreute, o segun-
do seu inimigo poltico, o todos caberas da
ultimo, estando tirado desde jullio de I8t7
Un por corto digno de quem o f-z! Por-
que via ira olio tor naquelle cirtorio. He
muilo descaramento lio rf.uita falta do
rospeito s leis do paz! He finalmente
uiuito zumbar dos ireilos dos cidaJSos
Como aciando-se o refer lo processo encer-
rado no carlorio do oscrivo da paz do Ex
tanto que s fura adiado casualinento a 17
de fevereiro prximo pasaaJo, dcllo se ex-
tiabiram copias para so remotter socreta-
ria dogoverno, inclusivo a pronuncia, se-
gn lu so alllrmou ( o juiz rocarriJo ) pelas
folhas publicas, resultando disto o que cons
ta do documentoB-? II Que osse Ho-
que..... esso iiiiiii'iin que suslentou a pro-
nuncia, aempre reconlieceo adiar o recor-
reute isenlo do c.rine, o no gozo do seus
direilos civis e polticos, prova-o do subejo
o documentoO, e outros muitos quo
dcixo de submelter a perspicacia deslo juizo
para nilo roubar-lbo o lempo, sendo que
s osse mesmo individuo, ardendo om sede
do viuganca, e calcando aos pe lodos os
senlimantos do honra o honeslidado seria
capaz de, contradizondo-se com sigo mes-
mo, prestar-si a urn acto 13o dogradaute e
injusto
Demonstradas, como li.-.ini, com os do-
CUmentes incoulcstaveis, a torpeza do pro-
c.iliineiitii, a origum quo ello levo o a of
fousa e inli .iceni da loi, julga o recorrenle
deve moslrar a injusliQi o falsilla le do c
me, pelo qual foi pionuuciado, ainda quan-
ilo nouvesse formslidade de juizo legitimo,
porque presando o mesmo recurrente mais
l.i que ludo a sua rcputac.no social, nilu de
videixar do defender, mostrando a falsi-
dado rietloiniqui mpottefio, mesmo em
facit das provas forneeidas pur este asque-
roso processo. Os d.....un 'iiloi das teste-
iniinlias de Is. fs. ( se be que depozaram)
v-se claramente quem o autor do dolido,
o qual anterior e legal nenio foi prncossado
como exubcraiiteniento se prova com o do-
cumoiito ctaloII n. t ; o comquanto as
testomunhas 4o3 digam ser publico nesta
villa tor o recorrenlo mandado commetlor
ucrinie, declarando tito smenlo a 3 que
por intrigas ( diz elle) que tinba o recur-
rente com o oflendido, nflo podem merecer
crdito algum estes ditos pola completa di-
vergeuoll que lia cum un depoimentns das
L '-I .iiiiiIi.ii 1, ? c 5, que nada dizem a
nspeilo do rocorrcnl', sondo que a 5 mu
clara o francamente declara ( respondendo
a urna pergunla do juiz procossante relali-
vamento ao recorrenlo ) que nunca ouvio
i:."'! cousa alguma a respeito do mesmo
recorrenl1! em relafili) ao tiro dado cmJoa-
quim Holrigucs. No podem alein disto
merecer crdito as asser(dos dossas duas
tesjemunhas, porque sendo todos os indi-
viduos que dop'izeram no processo resi len-
tes o moradores nesta villa como se ve do
seus depoimenlos. o tondo ignalmenle
seiencia dolirodado, o de quo n o seu au-
lor, na i era i osiv I que duas tcstemunlns,
a J i, n 3, ouvissem dizor a muilas pessoas,
ou mesmo a pessoa algurna n.sta villa ter
tido orecorrento a menor pirt ncsle tiro,
nuil lo a 1, i o 3 nada dizem sobre o objec-
to rclaiivameiiio ao recrrante, e a ultima
francamente declara que nunca ouvio dixor
cousa alguinii a seu rcspcilo : alcm dislo,
dizondo a tcslomunba queouvira o mes-
mu olfen lido qunixar-se 13o somonte da
llio Icr dado o luo Joaquim i'esiubo, o a 3
ouvio lo lu mesmo l'iisinho asuapnipria
COnflssSO, no iiiim ,:in i-,le i. ..Il'enili lo e
ao oirensor imputarom COUSa algumn ao re-
crrante, os nesta villa he quo ouviram
lizer a muilas paSISOSI ler o recorrente
maullado dar o ti i u sem s l reforirem a pes-
soa certa.
Se um fado que se d em um lugar be
sabido por cinco individuos, e no mesmo
lugar apparece uina circumslancia resal-
anlo diquelio Tacto, e esta se loma publi-
ca, deven] todos esses individuos morando
no mesu o lugar, comocoiifessam as teste-
ruuulias de fs. a fs. saber, ou ter ouvido fal-
lar dessa circumslancia, urna vezqueseja
publica o notoria, mas o contrario su ve no
caso em queseo, quaudo duas Cestemuubaa
dizeu ser voz publica ter o recrrante
mandado dar esso tiro, e urna 2.*) sem ao
menos declarar mutivo algum quu a isto o
Induzisse, ao passu que tres dessas niesmas
teiteOUOhlS iguoram es:.i mcsuia circums-
lancia, c ci alliruiam nao tciem ouvido
uisso fallar, dundo se deduz com toda l-
gica a falsidadc dos ditos das duas leinii-
nbas a 9.' e 3 '. Tcndu-se demonstrado
a improcedencia dos ditos das testemunhas
J.' e 3.'cm face dos depoimenlos da I.* 4."
e 5.*, convem patentear-se a falsidadodo
dito da 3." na parle que diz tero recurren-
te mandado dar o tiro por intrigas, que ti-
nba com o ofrendlo : para provarse o
perjurio dessa testemunha, b-sta ler-se o
documento junto B numero 3 o que me-
rece todo o peso, e nflo podo ser puslo em
diivida. A vista pois das razes cdocu-
OOlcio.Illm. Sr.-Dsedo urna busca no
meu carlorio, cisualmenio aobei o processo
junto em o qual he criminoso o tenante co-
ronel Picilico Lopes de Siqueira, Antonio
de Castro e Silva, e Joaquim Posinho pelo
tiro dado em 13 de selembro do tsts em
Joaquim Hodrigues Lima na fazeada do llo-
doio, e como lio perlen{ esle cartorio o
referido processo, julguel de mcu dever re-
mctle-lo V. S..para dar Ibe o competonto
lostino, e senJo osta rcmosia do su ai mi
transcedoncia, e V. S. passari o competente
recibo, A fim de nflo rocahir sobre mim al-
gumaresponsabiliJide visto achar-so pu-
blico nesta villa o apparecimento do mesmo
2r
> do,
. qnenSo era, nem he morador daquella
freguezia, afim de o viitnriar e formar o
respectivo procosso ; e o oflendido a isso ab-
solutamente recusou-se, negando-ie at a
dar o menor esclaracimenlo que orientasse a
polica : eu invoco o testemnnho deases s-
nhores, o do proprlo offendido, e dn mais
pessoas apontadas pela mprenia. Que cen-
sura pols deve per Isso'merecer o actual
subdelegado Todava, so a rodaccSo da Im-
prenta pode anda esclarecer a policia da-
quella lugar sobre as circumstancias desse
allomado, e seu autor, faca o ; eeu acredi-
to, que a- policia sari prompta em organisar
o processo e procurar fazer effectiva a puni-
prucesso. Deus guardo V.S. Villa do Exu 'So, que as leisdecretam.
17 de fevereiro de 1854 -Illm. Sr. Dr. Joflo Eis, Srs. redactores, os dous fados, a con-
Francisco da Silva Braga, juiz municipal e testa cao dos quaes fui convidado pola lin-
dolegado da commarca do Ouricury.-Jeaui- prenm, que aiuda por esla vez foi mal infer-
no de Araujo o Albuquerque, escrivo do mada sobre as suas circunstancias, como
iuiz de paz da villa do Ex. j infelizmente o lem sido sobre a existencia
Sentenca.Attendendo U razoosedoou- dos outros lacios; e desvaneco-me de ter
_.entos do recorrente PaciDco Lopes de Si-satisfaito a sua exigencia com toda a pureza
qii'iri que bom e evilontomento damons- e verdade.
train a sua innocencia e de sua sustentaQo ; Dirigmdo-me agora a redaccilo da Impren-
o mesmo pela caroncia de provas ou do indi-! o devo declarar-lhe, que nflo me hz cargo
cios 7ehemenlesresultarlos do d i poimento {do defender a policia em geral; esta missflo
das teslomunhas reformo o despacho de | incumbe a outros : contesle nicamente os
sustenlacSo de pronuncia na parle relativa 'fados, pelosquaes se quer responsabilisar
ao recorrenlo por julga-lo oxempto de col- a polica do Poco da Panella ; e oSo tonho
pa OescrivSupassealvardoliberdadopa- conheci ment dos mais fictos para os con-
raquoorecurronte passo logo a entrar no fessar ou contestar. Antes porem de ooncluir
goso dola, e di lodos os seus direitos po-
lticos. Villa do Ouricury 7 de mio de I854--
Publicacflo, Joilo Francisco da Silva Braga.
Publicacflo.--Aos 17 das do mez da maio
do 1854 nesla villa do Ouricury polo Dr.
Joflo Francisco da Silva Braga me foram en-
fogues estes autos cum a publica;So de sua
sentenca que a houvo por publicada em mi-
nha mo ae que fiz esto termo. Eu Rufino
Jos da Cunha.escrivflo que o escrevi.Cer-
n no.--certifico que intime) a sentenca re-
tro do Sr. juiz municipal ao absolvido, fl-
cou entend loe dou f. Villa do Ouricury 17
do maio de 1854O escrvflo, Rulino Jos da
Cunta.Cortid.lu. Cerlliquei que intimei
a sentida retro do juiz municipal ao Dr.
promotor publico da codimarca Hcou enten-
dido e dou f. Villa do Ouricury 17 de maio
de I854.--0 escrivSo, KuOno Jos da Cunha.
--Certidflo.Certilico que passei alvar de
soltura ao absolvido, licou entendido e dou
f. Villa do Ouricury 17 de maio de 1859.
O escrivSo, Rufino Jos da Cunha.
nada mais so continha em ditas pecas quo
fielmente tire p ir certidflo dos proprios
aulus de recurso, o vai sem cousa que du-
vi la faca do que me repurlo e duu le.O es-
crivo publico Vitalicio Rufino Jus da Cu-
nlli. ____________
soja-me ainda pormittido manifestar a mes-
uia redaccSo o meu reconheoimento pelas
seguintes expresses dirigidas ao meu ami-
1 o.--no lucio da anarchia oflicial, em que
Correspondencia.
Srs. rodadores.Eslava quasi resolvido
relirar-mo da arona, a que tinba desciJo ar-
rastrado cela tmprensa, j porque as minhas
oceupafos, o o meu estado do saurie n8o
m'o permitlem, o j porque parece-mc, que
0 publico est plenamente convencido da
injuslcae sem rasfludas argucas dirigidas
contra a clica do P050 da Panella; po-
rm temi slo convidado, ou para melhor
dizer provocado pela redac(3o da Imprima
em o seu u. 157 de 91 do crrente, para que
Ibe conteste dous novos fictos sucedidos
aquella freguezia, nSo possu recusar-me ao
seu convite ; levanto a luva, que me lanca ;
e com toda a sinceridade do meu coraeflo
1 lie declaro, que nflo me acho na menor dif-
11-111 lude, nem mesmo achar-me-hia, quan-
do cm ob.-equio a verdade fosso obrigadoa
confessar qualqunr fado em prejuizo de
quem quor que fosse : dizia o velbo Horacio
Liv. 1." Sat. 3.
Viclis nemo sitie nascilur ;
Qiti mimmii urgelur......
opliinui Ule eit,
.-c 1 c.'io do Exu em Janeiro do 1819, a qual
Cu cu 111,1111111.la, esuus autores dispersados!
pelo rtcorrente, e por isto bom ageilo del-1 nenio* aprcsenlados pelo recrreme espe
les, oporverom mallogrados os seus dam- ra elle quo so llio faca justica.
nados intentos, reunidos em urna trindade
diablica furgicaram esta peca celebre com
1 titulo do processo crime, mas com ludo
uo pudendo u n acto injusto, arbitrario c
illii,:al escapar aooluo perspicaz da juatici,
(ionlun liu-se essa mudado inlornal no seu
I ;:... do pervctsiJado, o dando por paos e
por peoras seui atinar noque fazia, sellou-
0 com o sello da infamia. A respostn dada
II 1 piocesso polo promotor, prova do subejo
a coufuso em queso ach-.vim esses foigi-
C1 lores do processo, porque sendo o despa-
cito mtcilocutorio Jo juiz proc.'Sianle dado
nesta villa em 4 de julho, a rosposta du
promotor be dada depoa, o na nicsina data
di villa da Itoa-Vista, quo dista desti 34 le-
guas? Esera possivel que o processo fosso
liesla villa a da Uoa-Visla em um inesiilodia
pira ser respond lo na mesma data? N111-
gitom por certo o dii.
Ileixando de fallar no oscrivao do proces-
so por ser utu cuto infeliz o desvalido, mas
.. io ,,n.i instrumento, fallaiei do escrvflo
que recebeo os actos e os fez concluzosao
juiz recorrido. Esse individuo be irmflo
legitimo do juiz procossante, e por conse-
guinle sobrinbo do juiz recorrido e nunca
servio de escrvflo interino nesto termo pela
gjja supina ignorancia entretanto como
para a malJade nflo sa exige scioncia, aquel-
le indiviJuo bem azado pelos seus prece-
dniles idos crimoosiis prestou-so ao man-
dato da trindade, por so ter a isto negado o
i-x-escrvflo de notas desle lermo, 1, un ber-
ilio Jos da Silveira Birros, como se acha
F- e C Pacifico Lopes de Siqueira.
DOCUMENTOS.
A.illm. Sr. Ilr. juiz municipal, Pacifico
Lopes ile Sigueira 11 bem do seu diroito ne-
c 'taita que V. S. mande pur seu re.speitavel
despacho, que o es rvflo desle juizo falle a
fulha a.i -ii.'pii'iini com crime ou sem elle.
l. H. JI. Pacifico Lopes de Siqueira
de ipacbo Mo du quu conslar.
Villa do Ouricury 7 do nuveinbro do 1851.
Silva Bragi.
Na ia cunsta pelo meu rol do culpados.
Villa do nuncury 7 de novemhro do 1851.
O tabclliflo, padre Rufino Jos Ja Cunha. -
Sello, numero I. -- rs. 160, pagou do sollo
Iflt) rs. Ouncuiy 7 do novciubrode 1851.las
iiun,collcctor.--0|esciv3oinleriin', Siqueira.
C Eui cumprimenlo ao ollicio do Exm.
Sr. presidente da provincia do 91 de outu-
bro pretrito o liuulcm recebido esla cma-
ra convida Vmc. para comparecar nesta
villa no da 7 de Janeiro prximo do 1819
para o fim Jo prestar jurameuln o tomar
poste lo cargo du delogado desto munici-
pio para que foi nomeado. Daos guardo
Vmc. pisso da cantara municipal di villa Jo
Ex emseC?5o extraordinaria de 18 do de-
zeoibro dc1818.-Roque Carlos de Alenear
Peixolo, presidente da cmara.--Jos Silve-
rio de Abmcar, secretario interino -Sr. Pa-
cifico Lopes de Siqueira, delegado dosto ter-
mo.-Sello n. 4rs. 160, pagou 160 rs. de
sello. Ouricury 4damaio de 1859.- Ocollec-
lor, l)imas.=0 escrivSo interino, Siqueira.
Vamos porm aos fados, acerca dos quaes
a reduccflo da Imprima me julga, e eu mo
: mi -cu devedor do nma resposta; e sflo
a adiada de um cadver lias proximidades
da campia da Cus Forte, e as ofTansas phy-
sicas praticadas na pessoa do Sr. Jo.lo Ita-
bcllo.
^u dia 16 lu 1 un lio prximo passadoa unta
hora da tarde o inspector do torceiro quar
teirflo lo.lo de Santa Momea Lima, parliri-
pou ao Sr. subdelegado do Pojo, que um ca-
dver em completo estado de putrefaccjlo
havia sido adiado em urna capoeira as im
1110 Iniciies do sili 1 do Sr. Anastacio Francis-
co Cibral, e fundos Je um Jo Sr. Nuno Ma-
na de Seixas : inmediatamente sabio o Sr.
subdelegado ; cbamuu o respectivo escrivSo,
o sr. Pedresa; foram ao lugar inlicado;o
oncontraram o cadver, sendo acompanha-
dos nessa diligencia por diversas pessoas.
Procodend'i cutio a policia a todaa as iuves-
ligacOes e sindicancias possiveis veio ao C0-
iilic.'imento de que era o cadver do um pre-
to do nome Tiwquim, escravo do dito Sr.
Anastacio. Maadou logo o Sr. subdelegado
participar familia desto senhor, visto a-
char-so ello ausenta; e do feilo vindo pes-
soas, quo do dito preto liuham perfoito co-
nbecimenlo, reconheceram ser o mesmo por
diversas rasOes, e principalmente pola ca-
misa, quo aiuda exialia cobrindo aquellas
restos lino 1 a -s : o uosta uccasiSo soube a po-
licia, que esso preto era de avangada idade,
quo padecia graves e clironicas enfcrmiJa-
des, que se acbava (o lo edematoso, e que
|i'/.ir di-so era dominado pela monomana
de fugir.
A policia procnlcu a competente vistura,
qual foram presenciaos, alen dos ja men-
cionados Srs. Petrosa e Lima, osSrs. jo.io
V'i o'iiuceuu Ribeiro, Jcnuino Augusto,
Thoolouio Peixoto, Bernardo Climuco do
Freilas e outros ; c o cadver ficou entregue
a sonhora do Sr. Anastacio, que lhemaudou
dar sepultura. Naquella freguezia uinguem
contesta isto. Que se polia mais exigir da
polica? Sor* ella por ventura Obrigada a
andar a caca pelos mattos para descubrir,
antes que ebeguem ao estado de eofrupcSo,
os cadveres dos iuflizes, quo por ahi ps,-
recorem? Poder ella evitar, que qualqmr
individuo em iguacs circurastancias termiae
seus das ueste ou naquelle lugar :' Certo
que 11 i"
lio portanlo ncuntestavel, quo a rodac-
Cao da Imprcnsa foi pouc escrupulosa,quan-
do -i,- ..-'i mi, -i ni- a policia nflo prucedeu
a sindicancia ou investigado alguma, quo
nflo litera a devida vestona, quo mostrara
a mu is cmplela indill'.'iciica, e que o cada-
ver fura sepultado pelos cuidades dd par-
ticulares.--
So all a redaecflo da Imprenta fui pouco es-
crupulosa, obrou por cono em momento tle
pouenconsiderarlo, quando doclarou nflu po-
der apnisentar jrovas de suas assercOes, por-
que a policia p lo deleixo, em que vive, as
11,1.) facilita. So algn.o tiviisse requerido
pur cerlidao aquella visloria, ella ibe teria
si Jo dada : qutl foi o documento requerido
aquella subd-legacia, quo j foi negado ?
Qual a peca, que deixou do ser dada a quem
a tivesse pelido? Nflu bu com so u-llimt s
provas, que so la /.em ceusuras lio acres, 1 ni -
pulacOes liiu graves,
l'assumos ao segundo fado,
lio verJade, que foi espancado na estra-
da do oncanameiilo o Sr. Joflo Joaquim Ra-
bello ; mas quando succedeu isso ? Em das
de novembro do auno pass ido, mais de 4
mezes antes de ter entrado no exercicio do
lugar o honrado Sr. major Sena, esondo
aiuda sublelegjdo oSr. capitflo Sebaatiflo
Antonio do llego Barros, o qual, soja dito
m abono da verdade, foi coot o ascrivflu Pe-
drosa ao lugar, em que so acbava o offendi-
vivemos, lie inconlestavolmento ( o subde-
legado do Poco ) o menos perseguidor. ~
Estas expresses sem duvida arrancadas por
um grito da consciencia devein sertraduzi-
das desta maneira-o subdelegado do Poo
nunca perseguio a pessoa alguma.Eu o as-
severo, e nflo temo, que se erga um s per-
seguido para me contestar. Srs redadores,
eu nflosou poltico; mas paroco-meque nao
c miran 1 as conveniencias polticas reco-
nltocer o confessar as qualidadea boas de
qualquer adversario. A redaecflo da Impren
sa nflo pode pensar acerca daquella subde-
legado diversamente do que pens.
Sou seu muito venerador
,1. J. de llloraes Silva.
Recife 95 de julho do 1854.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Condimento do dia 1 a 94. .990:488,819
dem do dia 96.......12:019,991
939:508,110
Pescarregam hoje 97 de julho.
flriguo ingle .Wurv Honnselt bacallnio
Escuna brasileira oW -- mercadorias
CONSULADO GERAL.
Rendimentodo dia 1 a 25. .98:956,683
dem do dia 96........1:109,818
99:066,501
DIVERSA8 PROVINCIAS.
Uciidiiiionloddilni I a -' .1:395,504
dem do dia 26......... 68,630
1:394,1.14
I'. vpiirllH mi.
Aracaly, hiate nacional Novo Olinda, de K5
loncladaa, ooinluz o scgulnle: 15 Tardos e 12
caixas fazendas, 10 folhas de ferro, 38 barricas
1,11 nlia de trigo, a pipas e 1 barril vinbo, 2 bar-
ricas bolacliinba, '2 barril aieila doce, I barril
loucinho, 1 pipa vinagre, I barril graia, 2
quintaes de ferro, 1 quintal chumbo, 2 cunbe-
les faces e ac, 14 barricas cerveja, 5 barris
vinagre, 1 barrica breu, I barril azeite, te bar-
ricas farinha de triga, 7 caitas mludezas e li-
ndas, 4 barricas ferragein, 6 lavas de ferro e co-
bre, 2 caima espingardas, botijas oleo, A gi-
Sos louca e botijas vasias, 10 quartolas vinho, 2
itas vinagre, 8 ciixas e o pacutes fazendas, 1
calJeira, 1 carapuca e 2 serpentinas cobre, 14
voluincs fazendas, 10 barris vinho, 19 voluntes
miiidezaa, 2 caitas louca, I panella ferro, 1 pa-
cote I111111, i cilla l'olli 1. de Flandres, 8 calas
fazeudas, 8U panellas de ferro, Uchaleiraa, It
pulidlas e1i.1nl1.1Jas, 11 faqueiros, 12 cunlictes
ac, 10 barricas enchadas, 35 tacas de cobre, 8*
quintae3 de ferro, 20 feiios de arcos, 3 calas
vi hu, f i can o miudezas, I a barricas farinha
tas asiucar, 3 garrafOcs agurdente resillada, 2
barricas holacliinha, i barris niel, 20 du/iai
coucos para agoa, 3a caitas sabo, 1 dita rap,
2 ditas chipos e bouis, 'Joditas doce.
Itio de Janeiro, patacho nacnmal llcruiina, ae
182 toneladas, con lu/. o seguiute : l" tone-
ladas de carvao de pedra, 322 Julias de coucos
de beber goa.
KECEUEIIOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMRUCO.
Keudimento do dia 96.....418,183
CONSULADO PROVINCIAL.
lien lmenlo do da 96.....2:099,961
Ipiv.ii'iinli.i...........
(.iiuinin ,..........Alqueire
c,.-1 ii.;, lu ,.........Arroba
I-cnlia de aohaf .,..-... Ccnto
Ditas de toros ,.....
l'r.illrliiis da liiar. ilricnsllilo Um
Dlai de louro.........
distado de amaiollo de Si a -lu
p. do o. 2 V, 1 del.....
Dito ilii" uiii.il--. .......
Costadiuho de dito ....... <
-na! lili di' (Illa ,........
Forro de dilo ;..... -
Costado de louro.......
t ...sl.nl i illm ile iliiu......
Sa,llio de (lila......... o
Forro de dito.......
Ditos de cedro.........
Toroi de lata juba .
ValiiS de nrri'ir.i.......
Hilas de a_oi.lioil.is .
Ditas de '[un ,s.......,
Rodas .le ni o pira para carros
Elzos de dilas pira ditos .
Mclaeo.............
Milbo.............
Pedr de amolar......
Dilas de filtrar........
Ditas de '.cholo........
Ponas de lioi.......
Piassaba............
Sola ou vaqueta........,
Sciio cm rama......r ,
Pclles de curneiro........
Sarta parrilb......, ,
Tupioc............
Unlias de lien.........
Quintil
llu/ia
Par
Canad
Al o.< ii i'
I ni
Ccnto
Mol lio
Mel
A rrolin
Una
Arroba
Cenlo
i.'i.i.iih
'.oeo
2,000
1,000
9,000
n.ooo
7,000
2o,o0o
10,000
7,000
11,000
3.500
8,000
5.JU0
3,100
9,200
2,"00
1,200
l,J80
1,600
OSO
10 000
18 ooo
,M0
I, '00
10
0,000
800
3,00
320
I.9U0
4,000
160
17,000
2,400
200
Mov meato do porto.
Navios entrados no dia 96.
Babia 5 das e 19 horas, barca ngle?aMa-
ry Nixon, de 390 toneladas, capitSo Rober-
to \\ nter, oquipagem 13, em lustro ; a
Deane Youla .\ Companhia. Segu para a
Parahiba.
Cello 42 das, briguc escuna francez As-
pirante, de 190 toneladas, capitSo Sou-
ques, equipagem 9, carga vinhos e mais
gneros ; a J. A. l.-sserre & Companhia.
EDITAES.
Pan tu
dos precos correntetdo assucar, algoiHo, e
mais gneros do pai,que se despachar na
mesa do consulado de Pernamliuco, na se-
mana da 26 a 31 de Julho de 1859.
Assucar em c. branca I. qual. Arroba
a.
mase..... ii
a bar. e sac. blanco..... ii
na mase..... "
refinado.......... *
Algodao em pluma de I1 qual. a
Dilo.........: 2.
Dilo...........3. a
Dito cni r.,r,ir,i. .............i
Espirito de ayoa ardeute.....Capada
\;o'.nil.nie i-.i.vn .i ,.....
Dita de caiim.........
Dita resudada.......... a
i.i in-i.iii..........Cauadn
Dka............Botij.
Licor..............Canad
Dito......,......Ii.ln.ila
Arro pilado2 airobas um Alqueire
Dito cm ea.si'n,......... a
Axeita de iiiiimnnu........daada
Dilo de mciidotiini ...... -
Una de pciic....... "
Cacail..............Arroba
Araras.............Urna
Papagaios...........Cm
Bolacbi>........... ' Arroba
Hiscoitos *........ . a
' ..th bom..........
Ditoraslolho........
Dilo comease*........
Dilo muido..........
Carne aecca........ *
Cocos com casca...... . Cenlo
Charutos bons ... . *
Hitos ordiuarioi w
Pito regala e primor . "
era de Caniaiibn..... . Anoba
Ditacui velas........ . "
Cobre novo m.'io d'obra. . . Libra
Courofl de Hoi sainados . . Libra
Uitoetpi* Dito do 0119a......... 1"
Dito de de cabra cortados' .
[) Dito de Guiaba *.......
Dito secco.........
Jelea............. u
Ksioji.i nacin*!....... . Arroba
Dita fslrangcira mao de obra . a
Ki|.;iii..'1 Ditos |M.q llenos.......
1 '..! iiih.i -! mandioca .... . Alqueire
Dita de mllho........ . Arroba
Dita de araiuU...... a
-ijao.....-.-: Fumo I1.1111 .......... . Aiquira
. Arroba
Dilo ordinario...... *
Dito emlbihaoin .....
Dito oivnnrio, ,...... i
Dito i. 2,ion
1,700
1,100
2,3011
I ,4S0
2,M"
S.700
5,300
l,o!10
1,4*4
480
300
30
300
400
180
400
110
4,000
1,200
edo
l.aoo
I,**
6,000
10,000
3,000
3,4011
4,000
4,300
S,1K0
3,200
li,400
2,600
3.000
1,4.10
(i 00
2,500
6,.'iinl
8,000
ICO
101
lio
14,000
IliO
24o
2uo
400
480
1,(100
1,0110
J.0IIII
I .Ollll
1,000
J.ooo
2,460
1, 01,11
.1,11011
1,000
j.ono
5,000
-2,40(1
O Illm. Sr. Inspector da thesuuraria da
laucada provincial, em \ ir lude d.i resoluco do
tribunal administrativo de 14 do coirente, man-
da fazer publico, que as scsicsseguintes do
ou-mu tribunal que sao nasijulutas-reiras con-
tinuarn as pracas dos contractos de obras pu-
blicas abaito declaradas.
'.ion lu .10 da parle da casa de detenco,
constante do raio do norte, casa central da ins-
peceogeral c casa da adiuiuiltraco, avallada
em 701000/eOO.
l'oute da Passagcm da .Magdalena, avallada em
?4:88i>l8io rs toinando-se por base d'arreuia-
taco o ollcreciinenlo fcilo peto licitante Jos
Goncalves da Porciuncuja, de dous por cenlo.
As arreinataces scro fritas na forma dos
arligos 24 e 21 da le provincial n. 280 de 17 de
mu 11I1 1S01, esobre as clausulas especiaos j
annuuciadas.
E para constar ic inandnu all mi o presente,
c publicar pelo Diario.
Secretaria da theaourarla da fuenda provin-
cial de Pernamnudo, Ib de julho de 1852.
secretarlo,
knloiiio Ftrreira it'Knnunria*io.
O Illm. Sr. director das obras publicas cin
cumprimenlo as ordena do Enn. Sr. presideu-
Ic da provlucla de 5 do correle mal, manda fa
ter publico que no dia 6 de agosto proiiine
vindouru ao mel dia na port* da casada uies-
111.1 reparlicn scro vendidos ein basta publica
tres cavados de carga pcrlencentes a mesma re-
parlicao. As pessoas que pretenderen) a essa
arremataco devero comparecer no referido
lugar, a bora cima indicada.
Secretaria da directora das obrus publicas 26
de Julho de 1852.
O secretario,
Joaquim Francisco de hlctlo Sanios.
Manoel Joaquim da Silva llibeiro, fiscal em
exercicio da freguezia de Santo Antonio
do Recife,ote. etc.
Faco publico para conhecimento dos mo-
radores desta freguezia o artigo abaixo
transcripto das posturas municipaes 0111 vi-
gor e i""n assim qoaes os lugares que por
edital da cmara de 5 de muren de 18(9, fo-
ram nesta freguezia marcados para os des-
pejos.
TITULO V.
Art. 5. Depos que a cmara municipal
designaros lugares para nollcs so fazer o
deposito das immiindices, os que a- lane 1
rem Tora des ndolaiiQarem ao mar, pagarSo a multa do
1,0011 i> As vasiIllas nas quaes so conduzi-
r um as immundices ser3o coberlas o lavadas
depois do despejo, e no se podera fazer es-
te servido des le as 7 horas da mantilla at as
9 da ii.iHii. sob pena de pagarem a multa de
9,000 rs. Ksceptua-sc o despejo de aguas de
lavagens do roupa, casa e cosinha, assm
como o lixo.
Lugares marcados na freguezia de Santo
Antonio, para nelles se fszer os despejos.
Primen' 1 em frente da ra de S. Francis-
co, no Mundo Novo.
Segundo 00 lim do beceo em que termina
a ra do llangel, pelo lado do Sul.
Terceiro no lim da ra do l'ocinho.
Smoule uestes lugares, e depois das ho-
ras marcadas se pdem fazer os despejos ,
lev.'ii.io as vasilhas se rem coherlas.
I. para que o citado ai tigo o o 11 tal seja de-
vidamente observado, e 11S0 luja ignoran-
cia, lavrei o presente, que sera publicado
pela imprensa.
Freguezia d Santo Antonio do llecife 24
de julho de 1859.
Manoel Joaquim da Silva Itibciro.
so anntiDCa, que foro apprebenddo no dia
93 do correle, um menor de 19 anuos do
Idade, de nomo Mmoel Gon;alves, que de-
elarou aer livre, n lilho de Manoel Francisco,
morador no lugar do Barro Vermelho, por
andar vagando nesta freguezia sem destino:
a quem til menor pnasa interessar, comp-
rela nosti subdelegada para lhu ser entre-
gue.
Banco de Pernambuco.
O conselho de DireccSo declara quo os
descontos da semana quo deceorio do 26 a
31 de julho, silo os de 6 por cunto ao anuo,
para as letras a vencerme o lim de outubro,
" para at 6 mezes, de 8 portento ; sendo o
expediente para os meamos desceios desde
as II horas mesmo Consolhoresolveu,e faz certo aos Srs.
Accionititas.quea ultima prestando de 25 por
cenlo com que deconformidade com os esta-
tutos, deviam entrar de 15a 31 deagos3;,i,.-
ra a ctixa do Banco, (lea transferida para oc-
e a.-l'i.l npi oi lilil, i) II il SC 'lev lli lln'll te ail-
nunclada por este mesmo Diario.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLEZE8
m
No da 31 desle mez, espera-
se da Europa o vapor le
viot, commandante Onalnw,
o qual depois daeemorado
costme seguir para os portes dbSul: pa-
ra passageiros traU-so om casa da agen-
cia, na ra do l'rai lelo- Novo n. 49.
Pela siibdegalacia da freguezia das.
Antonio foi aprehendida urna trocha de
roupa; quem se julgar com direito, compa-
rece na mesma subdeleguis.
Pola segunda soc(3o da mesa do con-
sulado provincial ae faz publico, que dn da
2 do corrente mez so principia a cobrar o
imposto de 90 por cento do consumo das
agoas-ardentea de prodcelo brasileira do
segundo semestre do auno uanceiro de
1851 a 1852
THMTItO
I-!.-.. ....,--.ll
TERCA FEIIA 27 DE JU-
LHO DE 1852.
PRIMEIRA iiepresKiNtacaO no cele-
bre MACICO ALLEMA.
IIEIIII \LE\l\IIBE.
Hcrr Alexmndre regressando do sua
viagem, por toda America Septentrional o
Austral, e ultima nenie do Rio de Janeiroc
llalli 1, tem a honra de participar ao publico
de pernambuco, que vai dar algumas repre-
sentacOos de sua arte;
MGICA APPARENTE.
Estas rii.Tosentacos apprasivuis e seien-
tifica", se compGem de experiencias, phisi-
cas, illusOns pticas, metamorphoses chi-
micas, ligoiresas de mao-, produzidas com
amis maravilhosa rapidez, devi la a urna
pratica laboriosa de muitos annos, como
luml'i'iii de imilacies dos milagrea dos m-
gicos da antiguiJadc.
Na certeza de que o Ilustro pubpco desta
cidade, estar ja bastante instruido do la-
lento do IIcrr .Ucxuinlre, pelas gase-
tasdo Itio dn Janeiro, dos Estados Unidos, de
lia- na e des principan estados do Sul da A-
ini.i n-a, -ei.io desnecessarios os de mais elo-
gios do mesmo.
Depnis da orclirstra ter executado una
linda 1111 ve i tura, le o principio os traballios
do celebre mgico, dividido em 2 partos.
lili W HORAS DE MGICA.
Os senhoies que quizerem camarotes, ou
cadeiras para as ditas represenlagOes, p-
dem-su dirigir ao thoatro a qualquer hora
du dia.
lli rr Alexandro desejandosatisfazer
Jignamente ao rospeilavcl publico, v-se na
dura Dcccasidade de fazur grandes despozas;
c por isto pede desculpa de elevar os piojos
11 maneira S'guintc : -
Pnmeira ordem
Segunda Jila
Terceira dita
Uuarta dita
Cadmras
Platea
Ilerr Aloxandretem do se reiirarpa-
ra .1 I. .loi'.i no primeiro vapor ingle, quo
por aqui passar,
10,000 rs.
12,000 rs.
10,000 rs.
5,000 rs.
3,000 is.
2.000 rs.
Declaracoes
Vssociacio cominercial Je l'er-
nambuco.
A diracc3o da associac.iio commeicial des-
ta praca, de confonnidade com os arligos
20 e 91, cipitulo 3. dos estatutos que are-
gem ; convida a todos os senhores socios
para a assemblca geral quo d*ve ler lugar
no dia 3 do agosto do crrante auno, pelo
meio dia, na sala do suas sessdes.
A liiiiliicc 10 do manual de medi-
cina liomeopatliica do doutor'
Jarhr.
16,000 rs. de assiguatura.
Aclia-se quasi promplo o piiaieiro vol-
me da irailiii\'.io desta obia, a piimeira o a
mais importante no son genero: he prova-
vel que se possa entregar este volume at o
dia 15 do agosto : e licara aberta a asigna-
tura at o da 30 de selembro ;iara commo-
didado das pessoas do uutras provincias, ou
mes 1,0 desta, quo queiram prestar sua as-
signatuia para lereni o verdadeiru co npon-
dto de medicina linmoopatlnca, nitiilamenle
impresso; assigna-se no consultorio borneo-
palliico do traductor o doutor Muscoso, til
ra do Collegio n. 25, primeiro andar.
Vicc (Jonsulado de Sardenlia em
Fernainbuco.
Precisa-se obter informaces exactas rela-
livas aos finados cidad5os sardos, Jos Car-
buuc, o qual fallocou baver 18 para 90 an-
uos n'alguin lugarejo parlo desta cidade,
leudo assumidu o nome de Pinto; e cm se-
gundo lugar, do Anlouio Orlandiui, suppOe-
ae ter tido algum emprego na afandega.
Roga-se portento encarecidamente aos re-
verendos parochos, ea qualquer oulra pes-
soa que possa satislazer a estas averiga-
te
con
Vell.
I'iililii: irics litlerarias.
^'#<# tMMPff
I ELEIEHIOS. ;
: de %
HOMEOPATHIA
9 SAIIIO A LUZ A 3. E ULTIMA PARTE *
g dostaobracomposlapoloprofessorde
9 Immopalhla Oosset Uimont Cuslar
5/000 a obra inleira at 30 de junho, *
" da em quelicar encerrada a assig- J
* natura. Esta obra he til, lauto para ?
* os mdicos que e dedicare u ao es- *"
% tu lo da nova medicina, como para f
todas as pessoas de boa vontidc que
% quizerem convencer-se por experien- t
*> cias da verdade desta loutrina, por >
*J ser ella muito clara, e a intolligencia ?
de lodos, >
? No consultorio bomcopalbico ra 0
a dasCruzea n. 98. ?
AVISO^
11
martimos.
Para o liio de Janeiro.
A galeota nacional Santissima Trindade ,
sabe por entes poucos das: para passigoiros
e escravos a Irote, Irata-se no escripturio du
K. A. da Cuaba & Companhia, na rila do Vi-
gario n. 11, primeiio andar.
Cear, MoranliSo e l'ar.
Destina-se a aquel les portos, o
brigue escuna nacional Graciosa :
rjuein no mesmo quizer esfregar ,
ou ir de passagem, dirija-se ao
consignatario J. U. da Fonscca J-
nior, na ra do Vigsro n. a3, ou
ao capito Jos Alaria da Silva
Porto, na praca
-- Vende-ae a barcaca denoeiinal Flu-
minense, que carrega vinte e quatro ciixss
f
MUTILADO


Para, Cear e Maranh5o. Recompensa.
O bricue escuna nacional Lau-' Desappareteu no dia 81 do corrente mez,
u o o molequB Luiz, de idade 12 annos, pouco
ra, recebe carga e passageiros : jmaisou meos; cor fulla, do bonita figura,
irata-se com O consignatario J. B. tendo no ldo direito do rosto um taino in-
UO* .O .l,.h.i-iil ,1,. lima ana (. lam .. I 11. i ~ WIVi da Fonseca Jnior, na ra do Vi-
3
gario n. a3, ou com o capitao, na
pnca.
.. Frela-s pra o aracaly,ou]Cear a escu-
na bmsileiro TenUdora. e tratar coro Anto-
mu Alves de Miranda CuimarSes, ou com
Noraes & Companhia.
Para o Kio de Janeiro.
Km poneos dias, a veleira escuna Galante
Mara, por ter parte da oarga engajada : pa-
ra o resto, escravos a rete o passageiros,
para o que tem bons commodos, trata-se na
ruado Vigarion.4.
Para o Itio de Janeiro sane com mull
hrevidade, o patacho brsdeiro Bella Anni-
ta anda pode receber alguns passageiros e
escravos a Ircle: trata-se com o consigna-
lario Manoel Alves Guerra Jnior, ua ra do
Trapiche n. 14, ou com o capitSo Manoel Jo-
s de Senna Martina, na praga.
Para o Aracaty sogue em poucos dias o
hinle Ligeiro; para o resto da carga trata-se
na ra do Vinario n. 5.
Para a Babia
Sabe com a presteza do costume a velei-
ra ejl bem conheclda escuna brasileira Ado-'
laido : quem nella quizer carregar, queira
ilirigir-se a ra da Cadeia do Uecife n. 23,
ou a do Trapiche Novo n. 16, segundo an-
dar. .
U brigue nacional Rio Ave,
.segu iuipreterivclmcnte para o
RO de Janeiro, no dia 3 de agos-
to prximo futuro : para escravos
a frete e passageiros, trata-sc com
0 capitao, na praca, ou com os con-
signatarios Novaes & Companhia,
na ra ilo Trapiche n. 34 -
Para o Kio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Ulin-
ila, segu no dia 31 do corrente ,
rerebe carga e escravos a frete, of-
crecendo a estes o inellioi agasa-
llio possivel: trata-se com os con-
signatarios Machado & Pinheiro ,
na ra do Vigario n. 19, segun-
do andar, ou com o capitao M. M.
1 cneira, na piara.
O patacho nacin 1 Valente,
segu com muita hrevidade para o
llio de Janeiro, por ter o seu car-
icgamento quasi completo : para
o resto, escravos a frete e passagei-
ros trata-se com os consignata-
rios Novaes & Companhia, na ra
do Trapichen, 34.
delevol de urna queda,tem olhos vivos e pa
pequeos; levou camisa de riscado e caifa
delistra, sera chapeo; he natural da villa de
Garanhuns,julga-soeslarocculloem algurr.
casa a titulo de forro.poishe muito astucioso,
ejotem feilo.a pontos deilluiir varias pea-
soaa, porlanto roga-se a todas as autorida-
des policiaos, capites de campo, e qualquer
pessoa, qne o peguem e levem a ra Direita,
venda o. 76, de Joaquim Antunes da Silva
Desappareceu no dia 2* do corrente um
moleque da Costa, por nomo Domingos ;foi
veatidocom camisa e calca de algodao azul;
tem os signaes segaintos: cabera compn-
da, olhos pequeos, nariz chato, signaes de
sua nagSo no rosto; he jjgador, anda mili-
to apsessado: a possoa que o pogar pode le-
va-lo na ra do AragSo, sobrado n. 26, que
sora gratificado.
Acham-se nomeados e contratados para
leccionarem no collegio, Santo Affonso, os
aeuhores doutores Innocancio Serfico de
Assis Carvalho.professor de rhelorlca do col-
legio das arles, as cadeiras de. geographia
e rbetorica ; e Antonio Pedro de Figueiredo,
professor de lingoa nacioncl do lyceu, uas
de inglcz, philosophia e geometra : as pes-
soas que se quizerem matricular em qual-
quer destas aulas,podem dirigir-so ao direc-
tor respectivo no mencionado collegio, por
quanlo tem cessado neslas materias, o on-
sino particular daquelles dous prolcssores
em suas casas.
- Aluga-so urna negra captiva para ama,
com leite de um moz : ua ra da Ctduia Uo
Recife n. 21, lerceiro andar.
-- Oseahor Luiz do Franca Mello Jnior,
tem urna carta do mato, na livraria u. 6 e 8,
da praca da Independencia.
~ Francisco Mathias Pereira da Cosla.ex-
porta para o Rio do Janeiro os seus escravos
Domingos, oreoulo,de 20 aniius,Luz,creon-
0, do8aunos, AITuhsj, ciooulo, de Han-
nos, Anglica, creoula, de 22 aanos, llano-
rata, creuul, de 14 anuos.
Ausentou-se no dia a5 do
corrente, de bordo do brigue na-
cional Adamastor Tundeado em
frente ao P< rte do Mattos, o cs-
Francisco Bibeiro de Brillo, nSo que-
ra rebaixar-se, nem por-se ao nivel do ban-
dalho o energmeno Antonio Pereira, para
responder ao que elle fez publicar no Dia-
rio de sibbado 24 do corrente, mas tendo
todo o homem obrigacilo de dar Sr-lisfagSo
de seus actoa ao publico, par amor deste
v-sena necessidadededirigirseaessemise-
ravel trampnlinciro dosafiando-o que pro-
ve com una s documento que seja, existir
no tribunal da relacSo, ou em oulro qual-
quer juizo, questSo peudenle respeito das
casas da ra da Alegria ns. 4, 8, 10, 16,18,
a 24, e ra da Clon 1 11. 28, e nSo o fazendo
ficar publicamenlo reconhecido por um
vil e infame mentiroso smente digno de ha-
bitar a onxovia de urna cadeia : achava ser-
iiMii.ii-- proveitoso tractar de eanneudar
seu vergonboso procedimento para so nilo
ver na contingencia devoltar cadeia, (nBo
estando l por defferenria a alguem ) d'on-
de j o tuei por commiserag5o e que talvez
se nSo fra eu, inda 11 estivesse hoje fa-
zendo companhia a outros que com muito
menos motivos ali moram. Basta, esperemos
pelo documento.
Antonio Joa Moreira Pontos avisa ao
rcspeitavel publico que desde 21 do corren-
te tem concluido a venda da sua loja do miu-
dezaa sita na ra da Cadeia n. 17, aosSrs.
Seraliin Alves da Rocha Basto, e Jos Comea
da Cruz, eroga a todas as possnasque Ihe
sSo devedores, tonliam a hondade de o pro-
curar na ra larga do Rozarlo n. 20, alim de
saldarem scus dbitos, o do contrario nfio
notaran) do procedimento que o mosmo u-
sar para poder receber.
Aviso .
A pessoa quo annunciou no Diario de'24
ter negocio a tratar com Maria Louretfca^b-
bro umescravo fgido, adverte-se que esta
sonhora he fallecida, porm role dirigir-se
a ra Nova no billar francez, ou na Camba
do Can.o, com o abaixo assignado que he
seu genro. Jos de Carvalho Raposo.
-- Quem quizer dar 600,000 ra. com hypo-
Ibera sobro do dous bons oscravos, publi-
que seu nome o cr-sa.
Precisa-so do una ama forra ou capti-
va para una casa oslrangeira, que ougom-
mo e faca os mas arranjos de casa : a tratar
na ra Nova, loja 11. 30.
-- O abaixo assignado, por o I cimba Anto-
nio Jos Duarte Coimbra, faz ver ao respei-
lavrl publico, principalmente aquelles qui
com o abaixo assignado tem IransaccOes,
Os abaixo assigna Jos fazem scicnte, que
ninguem poder contratar negocio com a
nieiagBo (la casa n. 45 na ra da Gloria, em
iue seentendam com os abaixo assgna-
dos. Bernardiiio deAlmeida Ferreira, Gre-
gorio da Costa Montoiro, Jorge da Costa
.Monteiro, Joaquim Sutorio do Farias, Sabi-
no delinques Luiz.
No da ao de junhodo cor- $
$ rente anuo, desappareceu do ,$
&> sitio das rozeiras, do major
^ Joaquim Elias de Moma ^
4 defronte da canella do Ko-
^ zannlio, cseucscravocreou-
lo, mestre pedreiro, de no-
K me Silvano, com os signaes
seguintes: estatura rcgu-
| lar secco do corpo bem
4: prcto,cabeca pequea, olhos i
* vivos, pouca barba, jbran- 9
- quejando, c com suicas linas ^
e compridas, muito falto de
* denles, s tem na mandibu- t
fe> la superior um dente canino,
t peitos cabelludos com al-
m guns cabellos brancos, tanto
9 trabalb com a m5o direita,
r. como com a esquerda, com
*> a qual toca viola; pernas II- %
$y as, com urna cicatriz ver- 4
* melba na canella e outrano
J,',' pcito do pe da nutra perna ^
levou calca cjaqueta branca, (
1 e mu bonet branco de ca-
JUeilfto.
Miguel Carnero far leilSo no da ter-
(a-foira, 27 do corrente, as 10 horas da rna-
nha.no seu armazom na ra do Trapicho n.
38, de diversos trastes novos e usados, ca-
mas de ferro, pianos, prensss para copiar
rartas, balanzas, candiciros. vasos para flo-
res, quadros com estampas, pistolas, bande-
jas, obras de prata usada, o nulr.os nuiitos
dbjcclos que valem a pena sere.m arromata-
dasj lltim como ao meio dia em ponto ir
a leilo urna por^ilo de charutos da Baha, e
dous cavnllns proprios para sela.
- JuliSoTegetmeier, far Icilo, porin-
lervencflo do agente Oliveira, de loda a n 0-
liilia de sua casa, consistindo cm sofs, ot-
dciras usuacs, ditas de balaiifo c de ln acos,
roosulos, mesas redondas, bancas do jopo ,
fummodas guarda vestidos, marquezas,
loucjdoies, espolhos, rdngio do rima da
mesa, piano, iantcrnas, candiciro de globo,
loura 1 ara mesa, vidros, trem de cosmha e
outros muitos cbjectos asss necessarios:
quinla feira, 29 do corrente, as 10 horas da
iiiaiiliHa na Ponte d'L'clia sitio do Sr.
Dptista, defronte ro do senbur commenda-
dor Francisco Antonio de Oliveira
Avisos diversos.
-- Precisa-se do tomar a premio a 1111 -n-
tia de 1:000,500 rs com hypolheca a vnn-
lado; no pateo do Torro n. 139.
-- Na ra do Rangel n. 42, exislom lindos
pares de fronhas de labynnlno para traves-
sciros, que tem dous palmos de rompri-
mento e um e meio palmo de largura, toa-
Ibas de bretanha com labyrintho uas pontas
(alguosbem largos), urnas com bicos outras
sem Incos.sssim como urna toalha loda cer-
rada de labyrintho de mais do palmo de lar-
gura de muito bom gusto, e ua mesma casa
rontina haver sorlimenlos de bicos oron-
das feilos no paiz; os precos das fronhas e
toalhas s5o os mais commodos que poJem
ser, e quem duvidar polo examinar.
-- No da 22 do Corrente a tardo, desap-
parecu do porto das canoas, ao pe da pon-
Uda Boa-Vista, urna barrica do faiihlia do
irigo, com a marca XX; roga-se a quem sou-
bir dola ou a quem for offerecida,dar parte
ua ra Direita n. 69, ou nos Aripucos a Jos
bemardino Pereira de Brilo.
-- Hoje ao meio dia, na sala das audien-
Cltl, por se' a ultima prac,a pelo juizo do el*
vel da primeira vara, por cxecusSo de Pedro
Hias de Assis, contra Thomaz Cartono da
Lox 1:1.11 11 e Francisca de Paula, se h3o de
arrematar cinco casas torreas ns. 19, 21, 23,
23, 27., sitas nos Afogados, na ra do Bom
(oilo.
I'rccisa-se de urna sonhora que nSo te-
lilla menos de 50 annos do idade, para ser-
vir de ama em urna casa de familia: no ater-
ro da Boa-Vista, venda n. 49.
Precisa-se de urna ama forra para todo
scivico do portas a dentro para casa de pe-
quena familia : na ra das Cruzes, primeiro
sudar, defronte da venda do senbor Cam-
pes.
Arrendase um bom sitio na estrada da
Koa-Viagem, denominado Imbiribeira, coro
Ima casa do morada, urna estribara quo ac-
c-nf moda quatro cavnllns, duas casis para
rs> ravos, rommolossufliciente para tervin-
tc animaos, como tambem vaccas do leite,
boa baixa para caplm.com trinta c dous ps
de mangueira, e mais de cont o ciocoenta
ps de coqueiro de boa produccSo, e todo o
sitio cercado de valle; quem quizor arren-
dar dirija-se as Cinco Pontas n 42, primei-
in andar. Na mesma cesa se dir quem ven-
de umbom quartloe bastante gordo.
-Provine-se aoSr. A. C L. P.que va tirar
(i seu cavallo da cocheira da travessa da ra
bella n. 2, at o dia 31 do corrente mez, e
raso nao o faca aereo cavallo vendido para
pagamento das despezas leitas com o aus-
tenlo do mesmo; visto nlo convir ao dono
da cocheira continuar a sualentar o mesmo
cavallo,por isso que nSo conta com o paga-
mento da despea que elle poasa faxer, por
huenSoval o referido cavallo aquantia da
eapeza j feita na importancia de 68,080.
-- Aluga-se um preto mensalmente, par
oseivicodeuma casa, qneseja fiel, equ
I nao se embriague: a tratar na ra das Cru-
I zes n. 4.
CiaVO FlllDpe de nacao Mocam- quo ora em dianle assignr-se-ha pe.ono
.. '' 1 lino que Ihe fra alcunhado.
bique, estatura baixa represen-' AntonloJose Duarte Brasa.
ta 4o annos de idade, pouco mais, Ouem precisar de um cosinlieiro para
i _.i^ 11 o I diario de urna casa, dirija-se a rus .los l'i-
ou menos, tem o rosto redondo, e. ,s B M> (|U0 so a.rquem pe.
nelle OS signaes de SUO naco, bar-; ~ Quem annunciou querer comprar urna
ka .Pirarla lie liem fallitp 1 lp- mobilia, querendo urna de pao d'olbo, obra
ha serrada a ne nem rallante 5 ie ;do,,url0iem aiult0 bom ostado, compareva
VOll vestido Clisa e camisa de al- no ruaAgustan. 33, que achara com quem
eodao azul e bon de laa; este es-1 i"Ur, demanbaa at 10 horas, e das 3 da
o ., ,J tarde cm dianle.
cravo pertence ao or. Manoel de .. Aluga-se o segundo andar do sobrado
Souza Arauio, do K0 de Janeiro, da ruada Cruz u. 18: a tratar no arinazem
t_ -4 j m~_; do mesmo.
e li 1 lempo, que anda de man- A|Uga se umescravo para o servico in-
nheiro no dito navio : quem o ap-. torno e externo de urna casa de homem sol-
1 1 t_ i (._ leiro! naruadoSeve, casa terrea e soto,
prehender, p-.dera leva-Io a bor- dcfronlo dQ lt)oatro
do do mesmo, ou a rita do V gario | Jos Marcos de Jezus Andrado vai a
11. 19, segundo andar, escriptorio Po.r.lu|fra0lcjsa.se de urn plueir0 para ,nmi.
de Machado Se Pinheiro que re- nistraruma padaria nacidadedaParnhyba;
,,.,,.,,,,,,.; a tratar na ra da Ca.iea do Recife n. 23.
compensdiao. -, rua do Sove, casa torrea esolflo que
- A quem pertencer um bah com tou- defronte do tbealro publico, precisa-se
cas para menino, que em marco deste an- fl de ,ele nJ(0 t(.nha ,|no.
no se embarcou na barcada Flor da Cuia.que __ Mlr|a Franclsca ue Suu2a Hamos Taz
navega deste pprto para o de Barra Grande, aQ ubhco ,.ue len ,0 sldo ,rrema-
dinja-se ao m/ltre da mesma barcaca, An- ^ bo,ic, oe seu ,.
tomo Nunes -j Oliveira, que dando os s.g- fj j0S6M.ria Goncavcs llamos, pelo mes-
naes,- he sera entregue. exequentc Jos dos Santos Souza Lilis,
Aluga-se um preto muito foi te.quc ser-
ve para todo servido : na ra das l.arangei-
' ". 1" .,. 1 liltv vt-|iiua o lam'io 1,111 avio, uu
- TbeoJozo Pereira de Oliveira, residen- vendo Jilu arrcmaUnto R.colber ao deposi-
to na villa do Pao d Albo, ra da Matriz, z ^ fXCedente ajnd, 0 n3o tcm fej.
publico, quo elle vivo de comprar o vender lo n5o obstante ja li.o ter sido ordenado
escravos por commissao; porlanto qualquer .',0lli a rc4Uerilllei0 da annuucianto,
pessoa que pretenda fazer o refer Jo neg- T bi)in t0IQ cxecuQa-0 Bppaic||lada cli-
co, polo dingir-sa a casa do annuncianlo f marido, e como dito Souza Lins
quo procura serv.-los a contento. b rai e porlc.iJe ,,
- Quem precisar de um molcquo de w 1 anilllliciallte elluliro juizo ven-
annos de idade, para servir nesta praca, di- d ccu|t,mellte dlU botica ; acionliflea a
rija-se ao cartono do jury, na ra das Tnn- cl,n,e ara qut ..juguem contrate di-
cheiras n. 17, que se d.. quemaluga. d uc ct,rlHa,l!0nlo ao poJo d,1Xr
- Prccisa-sedeuma ama forra de me a ^ o arremtUr.le ?T Kn"*"-"au.ridad
idade, quesa.ba eosinhar bom o quo seja uao ( ...^oVccoin^ujeposito pro-i
muito l.mpa ; na ra Nova n. 34. -, da ..emataco.
Na manliaa de torca-feira, 20 do cor
mo exeq
pelo pre^o de 9 conlos e lautos, para paga-
mento de sua xucucSo, quo be da impor-
tancia de novo cantuse tantos uiiliis, de-
' bello e palla; tem sido vis- 3
iv to peias Cinco Pontas c lina
* Vista : quem o pegar, ou 5
e delleJer noticia certa, v \J
dito sitio, que ser recom- jjj
c., pensado cotii generosidade. .4
Sentido! 3;j A lie ao p do Hozazio
de balito Antonio.
o.,, m te inandou o-:. <11 >< Perguntava
em >nna mesa um hospnde a seu amigo ; do
lanos amigos, anda ncnhun 1110 mandou,
que se compare com este, Ihe tornou o ami-
po, 0111 abono da verdmlo que s anda o sa-
boriei igual a este, comprado ao J. J. Mon-
des da Silva n.39 A da ra vstreita do llu-
zario ; amigo, satisfazei o appetile que este
la foi comprado ja laiub 111 por me o tcrein
informado. Carissimos ieilores,sondo o hos-
pede mol amigo,commuuicou-mo o que re-
lato cima, o eu para quo o respeitavel pu-
blico possa apreciar a boa qualidade e dar
crdito a sincoridado com que llio fallo, os
couvido a que venbam antes que se acabo,
juntamente a muito acreditada bolactiiul a
de araruta,biscoitinhos,fatias, e outras mul-
tas quididades, como sojam ..111.11 11) is con-
leitadas na Ierra,bulinhos francozes e amen-
doas linas oe cores, tu 10 por commodo pro-
co, como lie do costume uo 39 A.
^^(-ya^aujfafcA^fljOBLiw jti^uidbdjb^^tajajiMta
Botica homopathica.
28 RA DAS CRUZES 28,
Dirigida por um pharmaceutico
approvado.
Esteestabolecimento possue todos g
os medicamentos at agora oxperi- 4
mentados, tanto n Europa como no
Rrasil.e preparados pelas machinas ^
da invomilo do l)r. Mure. ':
PRECOS. ^
dnt cartiiras hnmopnlhicis. 4$
Emcarteiras de 12 tubos grandes 12/ <;
24 20/ ;
n a 24 poquenosl5/
'f Tubos esculhidos (cada um) 1/ J
^ Tintura s domedicaincntos em /
it frascos de 1 pionca (cada umj 2# 2
E Ha mais, alcm destas,outras muitas S
a> caixas com glbulos e tinturas por .
e> presos variaveis, conforme o tama- ^
'o das caixas, o a ;
1
De-cja-so saber sonde mora o
~\i* quantilado dos remedios e assuas *!
I '*" dvnamlsacOes, etc.
,.eo.rdoAlbano Leal, natura, da provincia I ^^^'^metUdTde .'esTo 7c Toa"- ? ^ *TAME>TF
do Es. inlo Santo, para se Ihe filiar a liego- arda do omeGerlrudes,baslaii-
co do seu intcrcsse, ou dir.ja-c a ruado u vfl'|hii oradoia no lugar do Barro, fre- I
" para os pobres, todas as receitas que *
i^ para ali mandar qualquer professor.
AragSo n. 10. 'sllildOI AlOgldOf. ausontou-so do'casa,! lAjJiikilr'AAA^AAAlAAAAA*
- Pede-se aos dignos senhoros veroado- I cs[jd(l d0 8aja 0 cabel;a0 : quemaou-, eos Dispoe
res da cmara municipal MU.IL; Clltrar mando por caridado entregar no di-1
Na praca da Independencia
n. i3 e i5, loja de cacado do Ad-
rantes, e na ra da Cadeia do Ue-
cife n. 4*3 loja de miudezas de
Jos Fortunato dos Santos Porto,
Ib ram vendidos os premios seguin-
t s, a saber : da loteria a favor do
lio.-pii.il da cidade de Goyaz, em
vigsimos iaft, 10:000,000 de rs..-
em quaito.s i-.?;), 'i:000,001) iic 1 s.;
i334, .1110,000 rs.; i357, too.ooo
rs.; 1G41 400'000 rs-j a3o7 ,
100,000 rs. ; a3o8 200,000 rs. ;
46i5, 200,000 rs.; 49'5, tiooof
de rs.; 494> 100,000 rs. ; :">:" 1 jo ,
200,000 rs ; 5g88, .'100,uoo rs. Em
oitovase vigsimos n.a89, 2oo,ooo
rs.; em oitavos 5537, 100,000 rs.
Da quarta loteria a beneficio da
igreja matriz de S. Joan Baptista
da Lagoa, meio bilhete n. 2o53 ,
10:000,000 de rs ; 187G, 200,000
rs.; 2459, 100,000 rs.: em quar-
tos 2022, 100,000 rs.; 2154, aoo^
rs. ; em oitavos 483, 200,000
rs. Sao pagos naa \oyns cima men-
cionada, os premios sem descont
algum.
~ Aluga-so a loja do sobrado 11. M do
atorro da Boa Vista : a tratar na ra da Ale-
gria n. II.
A pessoa que annunciou querer com-
prar urna iimlii111 : pode procura-la na loja
doSr. Vila;a, na ra Nova, que ah existe
urna de Jacaranda com pouco uso.
O Sr. Jos Cirilio Corroa, morador no
enganho Puta, queira rom brovidade diri-
gir-sea ra doQueimado 11. 11.
Aluga-se um negro, que. cosinha, en-
gomma o faz lodo o servido de urna disa de
portas a dentro : na 111,1 da Cadeia do Reci-
fe n. 21, lerceiro andar.
Procisa-so de una ama forra ou capti-
va, para o setrir,o de una casa de pouca fa-
milia, que compre c cosiuho bom ; na ra
Nova n. 5, loja.
-- Precisa-se alujar urna prela quesaiba
vender o que seja diligente e fiel; quem ti -
ver .0111111101 ou dirija-so a 1 ia da -.. 1 i.. 1
42. ou na travesa di Tremp 11. 9.
Compras.
'coaiubo osaiba
agr-
pora Irit _*-.. l'OMiill1' U amua uuini IVSHHIV0 a Ofcit- -
est fazendo com galhos de espinho, no : daQdo n3o se duvida dar a volta que mere- passado mez um cabra de nome
StlttS&'iffSfil a truar na ra de Santa Ritan. 97. ^^.^j,,, que ,.ep cnta ter 3o
J. J.m dentista notfci.^ publico que ?n0Sf de |dade a,tU.rt """'
contina a por dentos artiliciaes de porte, bem Icito do corpo, pes pequeos,
lana ineorruptiveis; oBnnunciauteencherta |ie aleado do braco direito ao p
da um ou todos so fr preciso, asseverando ..lnoi ,lo fr
todasaspessoasquesequizoremutilisardo da munheca, proveniente de ien-
scu prestimo, que nao oxige paga alguma nicnto d'arma de fogo, e tem todos
nao licindo os denles tilo bom collocaJos f.|, .1, ,nftft Rate
que no so possa ddierencar dos proprios os costumes e tala do mato. Lbie
nalnraes,podondo-so mastigar qualquerco- cabra OI ltirtado cm I80.J, e an-
m>da sem sentir a menor dor nem receio jf -i. sertao-eni varios lugares,
de os quebrar, Umbem calsa os dentes na- """ r j w
luraes furados da caria com ouro ou prata, como losscm Itiaclio do Oangue,
prevenindoassim a contiiiua<;3o da caria e jjre0 Je Bananeiras C Catle at
dores e mosmo evitando por cssa forma do QJ ,.._ .;j
palsaracaria dos dentes furados para os l852, em que veiO paia esta Clda-
outros sSos, como bem
geral, tirando atoarlas
os damnifica e coopera .... ^ ... ..., ,.
bocea nSo sendo lira Jo; ha dez annos quo tanto as autoridades policiaca e ca-
caso
que .
zendo vista do artigo stimo e oitavo das
mesmas posturas.
HOTEL DA BA.RKA.
RU.V DO TRAPICHE N." 2.
Com a entrada pela ra dos Tanoeiros.
Esto estabelecimento, cujo asseio c excol-
lente cosinheiro, tem-no tornado recom-
mendavel sob a direccSo de seu 1 roprieta-
rlo, o Sr. P. Garrida, tora de passar no dia
I." de agoelo prximo a novo proprieta-
rio, sob a i1enominac,o de -- HOTEL DA
BARRA e aflianca-so, que se eoipreganlo
as precisas diligencias, alim do quo as pes-
soas que o honraron! sejam completamente
bem sorvidas : aos sauhores assigoantos ,
que tencionarom continuar, roga-se-lhes a
bondade de o communicar, na ra da Cruz,
armazem n. 13, aleo da 31 do crrente.
Hotel /ecife ru do Trapiche
n.5.
Tem sallas e quertos preparaJos com doce
Compra-se, ou arrcnJa-so um sitio
quo tonha boa baixa para capim, e pesto pa-
ra 6, ou mais vaccas do leite, e so tiver arvo-
rodos do fructo melbor, anda mesmo quo
a casa nSo seja muito boa, o que nlo diste
da prafa mais do legoa e meia : quem o ti-
ver, annuncio por esto Diario para sor pro-
curado.
-- Compra-an um preto, que soja forte ,
e que nao tonha vicios, nem achaques, para
soi vion do casa : na ra do Amorim n. 25.
Compra-so urna prela, que tenha bo-
nita figura, que siiba engommar, eosinhar,
o que nSo tenha vicios, nem achaques : na
ra do Amorim n. 25.
Compiam-se duas cscravas, pardas ou
creoulas, recolhidas, m05as.de bonitas (gu-
ras, una costureira, outra cosiulieira e en-
gommadeira : na ra Nova u. 31, casa da
modista brasileira.
-- Compram-se duas'escravas creoulas ou
parJasde 12 a 20 annos, tendo boas figuras
pagam-se bem : na ra Nova 11 16.
Compra-se para fra da pro-
vincia, umaescrava parda, ou pre-
la, moc, de bonita ligara, que
sai ha bem coser, engommar e pen-
tear una senhora, paga-se bem :
narui do Vigario n. 19, segundo
andar.
Compra-so um bom escravo creoulo,
n3o sendo de mais do 20 a 22 anuos de ida-
de, paga-sc muito bom, sendo do ptima fi-
gura na ra do Vigario n. 9.
Na ra da Sonzalla Vclha, defronto do
Sr. Martins, pintor, compram-so todas as
qualidades de ferros velhos o metaos de to-
das as qualidades, assim como ourelos de
pannos finos, casimiras o todas as quali-
dades de oiulambos, quo servirem para fa-
zer papel; assim como cabos velaos, lo-
nas, cct.
Compra-se um escravo moco c robus-
to, equo seja do bons costumes; paga-se
bem; na ra do Amorim 11. 41, segundo
andar.
-- Compram-se oscravos de ainbosossa-
xos, de bonitas figuras, de 10 a 25 anuos,
tanto para a provincia como para fra, pa-
gam-se bom : na rua da Cacimba n. II, on-
de morou o finado vigario do Recife.
~ Compra-se loda a qualidado do metal
velbo : na rua Njva defronto da ConceicSo
n. 3S._______
V eadas.
senhor o
se por-
,alimpaosdoniosom depara o poder de seu s
Paratmao^uot >ba.xo assignado; roga-
o; ha dez annos quo tanto as autoridades policu
oannuncanle exerco sua profliaOo nesta :-. de campo a captura do mes-
. cidade, eos muilos exemplos que tcm dado l",dCB ut "-""'i" 1
.., r,pphpr hMBBdM nesse longo lempo sor quanlo basta par,i mo, e mandar entregar na rua dos
ulos a qualquer hora ; garantir sua residencia na rua Nova n. 19, liiesna Boa-Vistan. 2, que se
Pr~ i'.ergu'ntaa-sc a um procurador do cau-| recompensar generosamente.
sus, morador no bairro de Sanio Antonio, so j Manoel Joaquim (jarneiro Ijcal.
tem de costumo proprio, ou se achou na sua: Aiu,.,e ,, lerceiro andar o soiao da
lei de quo tendo-sc-llic dado una letra pu- 7da rui da moeda.com muitos com-
ra oxoeutarom 48ou49daquaiitiadoprin- bem frc.Sra : a Iralar DO segundo
cipal de55,000 rs., equo ello lizosse penho- dameSmacasa.
ra cm urna csciava, desdo cntao ate aqu ,i|
Almo?os e janlaresav
no eslabelecimento e Tora dola.
Foruece com todo o aceio o proviinonto
diario ou mensa! para mesa de qualquer
individuo ou familia.
Encumbe-so de Ftter juntarcs.para fora dan-
do louc8, vidros etc.
Tudo pelo mais co nmodo preco possivel,
conilimpesao promptidSo,
Fraucisro Lucas Ferreira & Companhia
conlratadurcs dos carros fnebres, fasom
scionte ao respeltavol publico, quese acham
estabolccidos, com casa do animlo no pa-
leo do Hoapilal n. 10, onde acharao carros
por 8,000 rs., daudo-se-lhe caix3o preto
para conducc3o e do madeira para inlerra-
mento ; por 30.000 rs., carro ornado e cai-
x9o preto puxado por um cavallo; por
40,000 rs., carro ornado e cainSo puxado
por un parelba, os mosmes se enoarregem
de mandar vislir qualquer corpo e de foroe-
cer a cera precisa por manos preso do que
em outra qualquer parte.
Os Sr. Dr. Fernando da Silva Deiro, e
Francisco Pires Carnero, tem cartas : na
rua do Vigario u. 19, aegundo anJar.
Aluga-ae um preto, bom para sitio, e
urna orata cozmbeira, engommad*lra e la-
vadeira, muito esperta, fiel e sem vicios
na rua Direita o. 24, segando andar.
linda nflo achou lempo para concluir cssa
negocio, tomando por desculpa quo os pa-
peis ealo em casa do cscrivao, o outra vez
om casa do juiz, e linalmeiile com os papis
em casa sem dar solucao alguma, e assim
tem apatrocinado o devedor; so, porque.diz
elle, te,r-se do valer de sua senhora. Ora,
senhor procurador, se quer fazer cortezias.
Andrudeck Leal
Compram moleques, creoulo,ou mualos
de 12 a 16 anuos do idade, o tambem reco-
bem aprendizos captivos ou livros para as
diversas ollicinas de sua fabrica ; a tralar na
mesma 111 rua Imperial ns. 118 o 120, cun
Manoel Carnciro l.eal. ou no deposito da
mesma na na Nova 11. 27, com Joaquim An-
Sanlos Anulado.
faca com a sua bolea, e nao coma bolea do, tomo dos .
seu consliluinlo; faca o favor de no praso do -^jr;*)? v.~
tres dias decidir esse negocio, do contrario
vera seu nome por exleuso, e se dir tudo
mais pelo miudo.
Precisa-se de um caixeiro que tenba
pralica de negocio de venda : a tratar na
rua da Sonzalla Velba, veuda n. 15.
-- Offereco-se um homem que da fiador a
sua conducta para correio particular, abrir
viveiros, valados, cambas etc. quem de
aeu preslimo se quizer ulilisar annuucie
por este Diario.
() Alugam-se o vendom-se bixasna
9 praca da Independencia n 10, cou- 41
m fronto a rua das Cruzos. 99m9m ffffttatVfJtaM
Precisa-se alugar um sobrado de um
andar ou um aogundo.que lenlia soiao e que
seja no bairro de Santo Antonio ; quem li-
ver algum desoecupado ou pa'a se desoecu-
par, dirija-se a rua da Ordoui Terceira de 8.
Francisco n. 6, 011 no Manguioho, casa junto
a padaria do senhor l.apa.
-- Vonde-se um preto velbo, do 50 anuos,
muito proprio para todo servido de um si-
tio o he fiel: a tratar na rua da Sonzalla Ve-
Iha, padaria 11. 98.
Caixinbas a 1,000 rs.
Na rua estreita do Rozario, travessa para
o Queimado, deposito n. 39 A : vendom-so
ricas caixinbas de ainendoaa confoladas ,
por tao diminuto preco, que s a perreicSo
dos figurines vale o importe.
Veude-so urna preta creoula, com 24
anuos lava, ongomma, cosinha e faz lo lo o sorvi-
co do urna caaa : na rua Dimita n. 74.
VcnJoui-se os uleucilios de urna pa-
llara, com torno novo, em Santo Amaro
pordiminulo proco, ou se aluga a mosma
cujo aluguel lio favoravel : a Iralar com Ma-
noel Luiz da Vciga.
Vendem-se varios terrenos, promplos
para so edificar; assim como um bom vi-
vero ilc peixc, m Santo Amaro : a fallar
com Manoel l.uiz da Veina, no sobrado do
mesmo sitio, a qualquer hura.
__Vendem-se 8 escravos, sendo 1 carroi
ro, de bonita figura ; 1 molequo de 16 an-
uos do idado, com principio de cosinha; 4
escravos do tolo servico ; 2 escravas, son lo
urna mulata do bonita figura: na rua Direi-
ta 11. 3.
Na rua ostroila do Rozario, travessa pa
ra o Queima lo, deposito 11. 3 A, vende-sc
supeiior chocolate de Lisboa, e o muilo re-
comuiendavol chocolate de canella, lio til
para quem soffro do nervoso, sondo osle um
dos remedios mais applicadoa, e que tem
obtido mais vantagens.
Na rua das Cruzes n. 22. 'segundo an-
dar, veude-so urna muala, de 30 annos de
idado, com todas as habilidades, e duas pre-
tas du bouilas figuras, urna creoula o outra
do Angola, quo engommam, cosom, cosi-
nham o la .ion do sabio, e urna Jila de meia
idade, para todo servido de casa e de rua.
Vonde-so um moleque peca, do nac3o,
sem vicios, nem achaques: na Gamboa do
Carino 11. 14, 011 na rua Nova, ao lnili.11
francez.
Vende-so urna escrava de meia idade ,
ptima cosinheira, lavadeira e faz os maja
arranjos de urna casa; vonde-se por se preci-
sar de dinheirn: atrs da matriz da Boa Vis.
ta n. 21, so dir quem faz negocio.
Vendem-se duas pretaa de nacflo, urna
engomis, cose, cosinha, lava e faz o mais
soi viro de casa, e a outra cosinha, lava e he
vendedeira do rua : na rua larga do Roza-
rio, loja n. 35.
Vonde-se um escravo, perito official de
sorrador, sem vicios, nem achaques: na rua
Velha n. 61, das 7 as 9 horas da raanliia, e
das 3 as 6 da tardo.
Vendem-so 50 aceftes da Companhia de
Bobiiibe: no escriptorio de Manoel Alves
Guorra Jnior, na rua do Trapiche Novo
n.14.
Farellos de arroz.
Esta j tao conbecida substancia alimen-
taria para cavados, recentemente chegada :
vendo-so no armazom do Sr. Antonio An-
nes, na oscadinha da alfandega, a piejo
commodo.
Smenles de hortalices.
Vendem-sesementesde hortalices, de to-
das as qualidades o por precos muito com-
modos : na rua Direita, venda n. 76, na es-
quina do boceo dos Peccados Mortaes.
Vende se um par de adragonas de ou-
ro, muilo ricas, para lenlo coronel; um
chapeo armado, com pluma verde, muito ri-
co; urna barretina e outros mais objectos ,
por preco commudo, na rua de Hurtas o. 110.
VenJe-se umescravo 1 rea, niuitn mo-
co, sadio, sem vicios, cosinheiro o com
principios de aapateiro, para fra, ou para o
interior da provincia: na rua da Concordia,
primeira casa do lado do poente e norte, se
dir quem vende, das 6 as 9 horas da ma-
nliSa, ou das II al as 4 da larde.
~ Advertencia quo se faz aos freguezes
das verdadoiras bolaxinhss doces america-
nas que anda se vendem na mesma venda
do Rocife que volta para a padaria que ou-
tro lempo as venda.
( Acha-sc a venda na livraria da rua do
Collogio 11. 20, o dicionario histrico, topo-
graphicoe descriptivo da nova provincia do
Alto Amazonas, pelo capiao-tonenle d'ar-
inada i -un ene > da Silva Araujo,o Amazonas
por 5,000 rs. cada rxomplar iiroiado.
vende-so por 500 rs. para concluir um
resto que ha das razOcs de appellafSo in-
tcrposla 1 elo doutor Filippe Lopes .Vilo da
decisao do jury por a relacSo do districto,
com obsorvacOos labre o accordao quo con-
lirmou a ilecisSo ai pellada pelo doutor Ma-
uool Mondes da Cuuha: 110 paleo do Colle-
gio, ollicina de encuiernacno.
Yendo-so no palco do Cnllcgio, ollicina
de encaderna?5o o seguinto : selecta, Virgi-
lio, salusto, fbulas, cornclio, prozodia
lo Bonto Poieira, callepinos conlendo 8 lin-
goasda ultima edifl0,gradBS ad parnssum,
eutropio, boracio, quinto curcio, burro do
salustin, dicionario de composic.So latina
por Fonseca, e outros latinos que por n,io
tornar o annuncio mui grande se deixam de
enumerar; carias do a b c, taboadaa, cathe-
cismos, apudautas, procurarnos bastantes,
lettras, conhecimentos, bilhetes de vinbo,
e licores do todas as qualidades e cores, a
tambem con: c^mpo cm branco para so cs-
crevi'r o que a cada um convier, traslados,
pautas, papel do todas as cores proprio para
enfoitc do bandrjas.e muitos livros de difle-
renlessciencias do direilo.
Na rua direita, sobrado de um andar
n. 33, 10 p da botica, vendom-se doce sec-
co de todas as qualidades em libras e em
bucetas.o de calda cm barrilnhos por com-
modo preco; tambem se faz bolos de todas
as qualidades, bulinhos para cha, bandejas
indultadas com diversas galantarias, lgu-
las, ramos, e flores de alnins; e tambem se
faz pandlo, arroz de leite, doce d'ovos, pu-
dins, tortas, Iremedciras, pastis de nata de
carne, jalea de substancia o lambedores poi-
toraes.
-- Vende-se lima canoa de um s pao;
grande e he do boa madeira, por prego com-
modo : na rua do Crespo n. 2, loja.
-- Vondem-so um bonito preto do 22 an-
nos, de elegante figura, bom para cadein-
nha, um dito para campo de 30 annos, um
dito de 40 annos, bom alfaiale. e de todo o
servigo, urna preta moca, boa para campo :
na rua da Cacimba n. II.
Vendem-se queijos de Minas, muito
frescaos, viudos pelo ultimo vapor, por pre-
co commodo; caixinbas com dez libras de
figos de comadre tambem superiores : na
rua da Cruz 11. 46, delronle do senhor dou-
tor Cosmo de S Pereira.
Bom e barato.
Na rua do Passeio Publico, loja o. 9, de
Albino Jos I eite, vendem-se ricos chales
da 13a e seda a 3,200 rs.; ditos de lia a
1,500 rs. ; dilos brancosa 1,000rs.; chapaos
do sol a 1,000 rs.; ditos a 1,400; sargcllm
do todas as cores a 200 rs. o covado ; paoni-
nho cor de rosa, azul e preto a 200 rs. o co-
vado; grvalas do setim de todas as cores,
ultimo gosto, a 1,500 rs.; ditas de seda a
1,000 rs.; di las do cassa a 100 rs., loncos de
vapor os mais bonitos que tem apparecido a
200 rs ; linhosazuosede cores para Jaque-
las a 320 rs. o covado; castores proprios pa-
ra caigas a 200 rs.: corles de cassa chita
com sete varas a 2,000; cortes de colele de
fust.io a 640 ; ditos de 13a e seda a 800 ra. ;
lencos de bico a 320 e 400 rs ; chilas linas
de todas as qualidades e cores fixasal60,
200 e 240 rs.; e outras mudas fazendas por
commodo progo,
Padaria he urna pechincha.
Vonde-se a dinheiro ou praso a padaria
do largo das Cinco Ponas o. 154, assim co-
mo se d o necessario suprimonto defari-
nhas se o comprador der a necessaria ga-
ranta. Tambem soaironda a tratar comJ.
J. Tasso Jnior : na rua do Amorim n. 35.
-- VenJo-se um escravo creoulo de bonita
figura, mogo o do todo o aervigo por ser mui-
to batid : na rua Nova segundo andar da Ca-
sa n. 67.
Vond-so um deposito do assucar bem
afreguezado, vende-se porque o seu dono
saaciia doentoe tambem se dsociedadea
alguma pessoa capaz que enlre com fundo
o quo tome conta da nasa : na rua da Con-
cordia.
Na loja das seis portas.
Vende-te pao fino de todas as cores, a
2,000 rs., proprio para palitos, vestidos pa-
ra senliorasandarema cavallo.bonetsde vo-
' idiliioa 320 rs., proprios para estar em ca-
sa fresca ; chapos do massa francozes
5,000 is., e outras muitas fazendas porpre-
Cos quo faz conti trocar por sedulss.
Attencao.
Vende-so dore do todas as qualidades om
barris pequeos at proprio para embarcar
para fora da provincia a 800 rs., vinbo mus-
cate! francez a 500 rs. a garrrafa, rap de
Lisboa de todas as qualidades, vinho do Por-
to engarrafado multo bom a 500 rs. a gar-
rafa, presunto do porto superior a 400 rs. a
libra, amendoas com casca a 240 ja. a libra
assim como tambem cappillc. cbaropede
lineo proprio para refresco a,400ir., assu-
car candi muito fino : na rua larga do Rosa-
rio, esquina que volta para o beccodo pei-
xe Frito n. 9.
Na loja das seis portas.
Mantas de seda.e challes a 8.000 rs., gran-
des, e de muilo boa seda, camisinnaa 01:
poscocinhos para senhora 1.000 r.
Vende-se una canoa aberta, pintada e
prompta para condugo de familia quem
pretender, dirija-se rua Direita n. 10.
I
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I i.
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MUTILADO


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flloinhos de vento
coro, bombas de repuxo para regrar borlas
ebaixasdecaplm oefundicSodeD. W. Bow-
man:na ra do Brumns.6,8el0.
. Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Kcller &
ComuaulrM na ra da Cruz n.
55.
Buchadas de superior qualidade
calcadas de 890.
Veudem-se eoi barrquinhas do 100, por
milito commodo preco, do armazem de Bar
roca & Castro: na ra da Madre de oos nu-
mero 26.
$ Vendem-se arados ame- 9
9 ricanos, chegados dos Esta- #
m dos Unidos, pelo barato pre- |
t> 50 de 4<>>ooors. cadaum: na ^
ra do Trapiche n. 8
Deposito de eal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
tloliecife n. 1a, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a presos muito rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos maissuperiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo e 240 rs. a garrafa,e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezesquehe bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Conba & Amorim, na ra da Cadea do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em oulra qualqner parte.
lJotassu americana.
--No antigodeposito dacadeia velha, n.
la existe urna pequea porc3o de potassa
americana, chegada reconteniente que por
superior rivalisa com adaltussia: vnde-
se por preco razoaver.
Agencia de Edvvin Maw.
Narua de Apollo n. 6, arina/.ein deMc.Cal-
monti Companhia, acha-ae couianleu,enie
una torlimeolo de taixa de ferro coado e
balido, lano rana como fundas, uioendas m-
c iris todas de ferro para aniuiaei, agoa, ele,
ditaa para armaren, madeira de todo 01 la-
uiaohos c uiadelloa o mala moderno, machina
horisoolal para vapor, com forja de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanhado
para caaa de pulgar, por menos preco que 01
de cobre, eacoren para navios, ferro mgle
tanto em barraseomo em arcos folhas, eludo
por barato preco.
4WVVVf Vf fff f ffVV Vf
yVCIDDEDK PARS.'
i? % a\ <\

familia de mandioca

Vcnde-se, por preco rasoavel, la- <-
. rmba de S. Mathcus a mais nova <--.
? que existe ueste mercado : na ra 4%
t da Cruz n. 34, detronto d l.ingocta. ************AA**A**AAA
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA A SENZALLA NOVA N. 42;
Reste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de Ierro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra do.
Vendem-se os verdadeiros seliDS in-
glezes, patonte, de molla e sem ella : na
ru daSenzalla Nova n. 42.
Vende-sc marroelada nova, viuda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz 11.
46, defronte do Sr. Dr. Cosme.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprkta, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
Arados de trro.
Na (uudicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosdeferrode diversos mo-
ilelos.
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaesck Companhia, na
ra do Trapiche n. 34-
Veuaom-se asseguintes semeutes:
nabos,rabanos,rabnetes encarnados ebran-
cos, sobla, couve trinxuda alface ala-
ma, repulhuda,chicoria, sonoulas, feijao
(-.arrpalo de tres qualidades.ervilha torta e
direita, fava, coeulro de touceira, salea, t-
males grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e mustarda : na ra da Cruz 11. 46,
del'ronlo do Sr. doulor Cosme.
* Com toque de mofo.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia.vcnde-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a peca.eo
corado a i0 r.
Taixas para eii/jenhus
Na i'undico de ierro de D.
\V. JJowmau na ra do .Brum,
nssando o chafariz contina a
haver um completo sortimenlo
de taixas de ferro fundido c ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
vendem-seamarrssdoferro: na "ia da
Senzalla Nova n.42.
1 .. ,,0-11 tt fabrica ilc Todos os
Santos na liallia.
Vendo-se.emcasa deN. O.BieberA: C,
na ra da Cruz n. *, algodao transado a-
auollaabrica.muilopropnoparasaccosde
assucar eroupa deescravos.porprecocom-
"'-'si ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
se corles de rneia-casimira de pura 13, e
itostos muito bonitos, pelo mdico preco de
S 560 r. o corte; bnm pirdo de linho, su-
peiior fazenda, a 6*0 rs. avara.
Una do Collegio n. 4
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao respeilavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seus fre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sorlin.ento dos melhoreschapeos deso de
seda, que tem vindo a esta praca, proprios
para a eslsc.3o do invern, e parasenhores
de engenho, por serem muilo fortes ; sor-
timenlo de chapeos de sol de seda de diffe-
rentesqualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sortimento de chapeos de sol deseda
para senhora, de lodos os feitios e tama-
nhos, que vende muito emeonta ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande eescolhidosortimen-
to de chamelotes, sedase pannos empece,
pira cobrir armacOes servidas, baleis de
todas as larguras e umanhos, para vestidos
e espartilhos para senhora ; fazem-se um-
bellas para Igreja; concerla-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos de sol, ludo por
muito menos preco do que em oulra qual-
quer parte. Vende-se em poreflo e a iet-
Ibo. No mesmo esubelecimeoto acha-se
um bonito sortimento de bengalas.
-- Vendem-se lonas, brinzSo, brins, e
meias lonas da Russia ; no armaiem de N.
O. Bieber & Compauhia, na ra da Cruz
u.4.
Algodao para roupa de escravos
Vende-se algo dSo muilo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
Sortimentosde panos linos ecase-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina qu vol-
ta para a cadeia,vende-se panos linos prelos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez muo superior a 6,000 rs., o covdo, di-
to verde a 2,800 rs. dito a.ul a 2,880. 3,500,
4,000 o covado, cortes de calca de casemira
prela enfeslado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
e outras muitas fazendas por preco com-
modo.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, vonde-se cortes decalca de
brim de quadros, e listras de puro linho a
1,280 e 2,000 rs., ditoioleiro pardo a 1.980c
2,000 rs. o corte, riscado de llnbo de lislra
a 720 rs. o corle.
Cambraias de salpico bionco e uc
cor, lencos de cambreia de
linho.
:
,,. para acadeia, vende-se corles de cimbris
de salpico braoco a 4,000 rs., dito de cora
4,500 rs., lengos de cambraia de linho a 500
e 600 rs. Cdda um.
.iiocnciu- superiores.
Na fundicSo deC. Stariai Companhia,
em S.-Amaro,acham-seavenda moendas
de canna, todas delerro. e um modeloe
construccSo muilosuperioi
Espelhos por pouco dinheiro.
Ni ra da Cruz 11. 20, casa de Avrlal lr-
DlSoi Compaiilna vendem-se ptimo* es-
polbos, com moldura, e sem ella, clicgjdos
ltimamente da Franca, por preco dimi-
nuto.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior : na rua|
do Amorim n. 35
Toda attencaoao barateiro !
lina do Crespo n. i4, loja de Josl
Francisco Dias
Existe um delicado sortimenlo de linissi-
simas chitas do cores com silpicos, os mais
lindos gustos que leni vindo ao merctdo a
240 rs. o covado, ditas cores de vinho e caf,
muito miudiulias do novos desenlios e cores
muito fixes a200rs. o covado, ditsde dif-;
reren tes qualidades a 160 rs. o covado, finis-
simas alpakas de todas as cores a 640 rs. o
covado, dils com fios de seda e de novas
cores a 1,000 rs., ditas prelas com llores
imitando chamalotc de seda a 1,100 rs. o|
covado, cortes de casemiras do 13a o algodSo 1
de lindos goslosa 1,600 rs. o corte, os mais!
superiores bros de puro linho e de riquis-1
simascores a 1,280 is. a vara, brins de puroj
linho de urna s cor, fazenda propria para:
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras|
breanhas de rolo do 10 varas a 1,800 rs. a j
peca, idem de 5 varas, fazenda muilo encor-l
paila a 1,000 rs. a pee, assim como muilas
outras razendas que se vndenlo por muito
menos preco do que em outra qualquer
paite, !
Vendem-se esleirs depalha de carnau-
ba, regulares e grandes, de 2 varas de com-
primento; chapeos depalha a 8,000 rs. O;
cento; pelles de cabra a 20,000 rs. ocen-
to, chegados agora do Aracsly : na ra da
Cadeia do Recife n. 49, segundo andar.
No l'asseio Publico n. 17, loja de;
portas.
Vendem-se chales de 10a e seda o molbori
que se tem visto nesle merc*do pelo barato
precu de 3,200 rs.; ditos de 13a a 1,000 rs.;
ditos de tarlatana a 1,000 rs., corles de cas-
sa-chita, bonitos padrOes, a 1,800 rs.; chi-
tas para cobertas, cores fixas e bonitos pa-
droesa 200 rs., o covado; ditas para ves-
tido a 160 e 200 rs. o covado ; meisj
cruas ameiicanas para homem duzia
2,200 rs., pr200rs. ; biins de linho pro-
prio para palitos, a 240, e 300 rs., o cova-
do; cortes para coleto de 13a e Seda a 800 rs.;
lenciuhos para niSo de senhora com bico em
volta a 280, e 320 rs., e outras muilas fazen-
das por precos cmodos.
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gustos a 2,240 rs. o corte, cassa de qua-
dros lina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina que volta para a Cadeia.
Vende-se a excellents typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n, 55, a tratar com a Viuva Homa.
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa do Ricardo l'.oyle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo preco.
- Vendem-se superior champagne,vinhos
finos engarrafados de diversas qualidades,
flanella mullo encorpa la. e holachinch de
ptima farinha, chegada ltimamente de
Lisboa, por commodos piecos: na ra do
Vigino 11. 19, pnmeiro sudar.
-- Vende-se um palauquim, novo, de mul-
to bom gosto, por preco commodo : na ra
Imperial n. 171.
Cal virgem.
Vende-se cal de Lisboa a mais nova do
aterrado: na ra do Vigario n. 19, primoi-
ndar. escriptorio de T. de Aqnino Fonseca
v Filia, ouna ra do Trapiche, amnzem do
Antonio Augusto da Funseca.
Yudo sao pechinchas.
Vendem-se chitas finas a 120,140,160,180,
e200 rs. o covado; pecs de ditas a 5,000,
5,500. 6,500, e 7,000 rs.; chiUs pr cuber-
a de cor llx a 200 rs. ; corles de calca de
biim de cora 1,000c 1,200 rs com tres e
meio covados, cortes do sfmadoKambre3o
a 1,800 rs., fazenda de muita duracSo para
calca ; madapolOesa 160,180, 200, 220, 240,
e 280 rs. a vara ; pecas de dito a 2.800,3,000,
3,400, 3,600, 4,000 rs., e mullo Uno a 5,200
rs. algodflo trancado, propno para lences
e toalhas a 3,600 rs. a pee ; e outras uiuitaa
fazendas por precos extraordinariamente
baratos: na loja da estrella daruadoQuei-
mado n. 7, confronte ao becco do Peixe
Frito.
Brim trancado de puro linho a 3ao
rs. o covado
Na ra do Crespo loja d esquina que vol-
ta para cada veodo-se brin trancado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
Chita para coberta, edr ixe a
2oo reis covado.
Na ra do Crespo.loja da esquina quo vol-
ta para a Cadeia, vende-sc chita para cober-
ta de novos pidrOes o cor lixe a 200 rs., o
covado.
Vendem-se barris de breu, em lotes, a
conteni do comprador : a fallar com lia-
theu8 Auslin & Companhia, na ra do Tra-
picho n. 36. '
CfcRA EM VELAS. /
Vende-se cera em vela/, dos
melhores fabricas de Lisboa e da
Rio de Janeiro, sortimer/tos mui-
to variados e a precos commodos 1
na ra do Vigario n. 19, segundo
and*r escriptorio de Alachado &
PLneiro.
A 110 rs. o covado.
Narua doQueimido, defronte
do beceo do Peilfl Frito, loja n. 3,
vende-.se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
4
antigo deposito de rap princeza
de Gasse do Rio de Janeiro ,
grosso, meio grosso e fino na
ra da Cruz do Recife n. i.'L
Viuva l'ereira da C'unha, encar-
regada deste deposito scientifica
aos consumidores deste rap, que
para melhor serem servidos seus
pedidos, tem estabelecido ser pr-
vido o deposito mensalmente com
remessas feitas pelos vapores da
v. 11 reir, e assim poderao seus fre-
guezes ter rap muito lresco, cir-
cumstancia a mais escencial ; sup-
piido pois regularmente este de-
posito com rap assim fresco, he
para affirmar que esta boa pitada
se tornar recommendavel a todos
os tomantes : os precos sao os de
seu principio estabelecidos de i28o
rs., as linas pi uncirs qualidades
e 900 rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Vende-se sal muito bom, do Ass, a
bordo da escuna Tentadora fundiado no
Forte do Mallo: a tratar a bordo ou na ra
Direita, com Antonio Alves de Miranda Cui-
mirSes.
y Ven le-se urna esorava do naci, que
ropres>'uta ter 30 a 32 annos de idade : na
ra do Pilar em Fra de Portas n. 131.
Vende-se um carneiro, mui-
to grande, gordo e manso, proprio
para menino ; na travessa da ra
Bella, cocheira n. a.
- Vende se um ptimo escavo creoulo,
de 25 annos de idide, e allunsa-se a con-
ducta : na ra da Santa Cruz n. 70.
Vende-se um cavallo fino, com selim,
ou sem elle : na cocheira da travessa da ra
Velha; lamben, se vende, ou se aluga urna
canoa de 900 lijlos, e um dita de carreira.
Na ra do Livramento n 38, vende-se
um negro proprio para engenho, por dimi-
nuto prec>, e urna negra de 18 a 20 anuos,
tambem muito barata.
Vendem se casas terreas, di-
tas de sobrado de 1, a e 3 anda-
.issimo preco de seis vintens o co- res, e sitios perto da praca : a Cal-
vado; esta fazenda he muito recom- lar com o coiretor geral U. Car-
mendavel aos senbores cheles de
familia; d-se as amostras com
penhor.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di-
minuto prec de 5,000 rs. cada urna : na
ra do Collegio n. 4.
Novo sortimento de fazendas na
loja da ra do Crespo n. 6.
Superiores corles do cassa-cliita.de novos
desenbos, a 2,240 e 2,500 ; cambraiis fran-
cezas de co'es a 440 a vara; chita para co-
berta, de tintas seguras, a 200 rs. o covado;
cssas lavradas a 2,400 a pe? ; dit, de flo-
res, com 8 o 1/2 varas, propria para corti-
nado de cama, a 3.500 a peca ; cimbraia de
salpicos, tanto brancos como de cores, a
4,500 a peca ; lencos de cambraia de linho
a 480 e 560; pecs de chilas escuras a 5,000
corles de brim de listras, depuro linho, a
2,000 o corte; ditoliso a 1,440 e 1800; ris-
cado de linho a 180 o covado; dido de algo-
dSo, proprio par escravos, a 160 e 180 o
covado; p>nno preto a 3,000 o 4000 o cova-
do : e muitas outras fazendas, por preco
commodo.
Para latoeiros e funileiro.s.
Vendo-se n ra Nova 0. 38, defionte da
CooceicSo cadinbos do n. 1 ale ti. 40 a 120
rs o numero, areia de moldar, thezouras
giaudes, muilo boas, vidroa pira vidraca,
Unto em caixa coaio a retalho, muito bara-
tos, oleo delinbac, tezouras pequeas, mo-
las para esporas, rozetas para as ditas, ver-
niz copal, folha de (landres om caix, e a
retalbo mais barato do que em oulra qual-
quer parte.
Vende-se un Ierro de Inzer hostias,
obra superior, e por preco commodo : no
passeio Publico, loja n. II.
Q Para criados. 9
k Vende-sc chapeos envernizados.ga- n
^r Ift.. Ha ntxm A nrill n.u i 'u.i i.i-j'nr _.
13o de nuro e prsta para guarnecer
os mesmos, assim como gldos es-
nejro
-- Vendom-se duas pretis, anda moca ,
quesabom coser bem, e juntamente engom-
mar e cosinhar o diario de um casa ; dous
preloscarpinteiros, tamben) ainda mocos ;
urna prel e um preto, creoulos: na ra Bel-
la n. 30.
-- Vendem-se cortes de chitas cassas, pro-
prios para quom gosta do baialn, preco
de 1,200 rs ; cambraias lisas de 10 varas, a
1,800 rs. a peca e a vra a 200 rs. : no pas-
seio Publico, loja n. II.
Na loja das seis portas ,
troca-so chiU escura a seis, sele vintnns,
meia pataca edous lnsir.es, o covado; cassa
de bahado a dous luslOes a vara ; cassa pro-
ta para lulo aseisvinles, o covado; corles
de cassa chita, a dous mil ris; lencos bran-
cos com flores as ponas, a dous tuslOes,
proprios para ni de senhora e para me-
ninas; lencos pequeos pra meninos a
quatro vintes, o outras muitas fazendas, que
quer reduiir a sodulas.
Vende-se cal virgem em pe-
dra, cabera de carneiro ; ni ar-
mazem de assucar da Viuva l'e-
reira daCunha, na ra da Cruz do
Becife n. a3.
Algodao da trra.
Vende-se, por preco commodo:
na ra do Crespo n. a3.
Vende se um ptimo piano
de Jacaranda, de autor muito acre-
ditado, muito bem acabado, por
ter sido de encommenda, o mol!
vo da venda he ter fallecido pes-
soa a quem era destinado, por es-:
ta razao disperU a atlenco das]
pessoas que desejarem posstiiriim
tao lindo, como imputante in.-tru-
ment : dirjam se a rita da Cruz ,
armazem n. 48 : no mesmo tam-
beni ha algumis muzicas pira
Lotera de Noasa Senhora do Ro-
zarlo da Boa Vista.
As rodas desta loteria andan
no dia quinta feira ag do corren-
te, no consistorio da igreja de Nos-
sa Senhora do Livramento-, o res-
to dos bilhetes estao a yenda nos
lugares do costme.
Vende-se urna prel moga : na rui da
Cadea, loj% n. 50, de Cunt & Arnorim.
Casa da fortuna, ra Direita n. 7.
Na casa cima e na praca da In-
dependencia, loja do Sr. Fortu-
nato, est a venda um grande sor-
timento de cautelas da loteria de
Nossa Senhora do Rozara, cujas
rodas andam no dia quinta feira
ig do corrente.
Vende-so para fra da praca urna es-
crava, creoul, deidade 25 annos, por mo-
tivo que vista docomprdor se dir ; cose
alguma cousa, lava de sabJo e vtrella com
tod a perfeicSo, bem como he perfeila co-
sinheira de um ludo, muito limpa e deaem-
baracda, sem vicio de bebidas o quo se af-
fianca : na travessa da Madre de Dos, ven-
da n. 1.
Vende-se, na ra do Amo-
rim n. 36, saccas grandes com fa-
rinha., a a,ooo rs., para se con-
icluir, c saccas degomma tambem
[grandes, a 7,000 rs.
s-y Palitos Feitos. JE~>
Na ra Nova n. 26, tem para vender-se pa-
litos de panno verde e preto.muilo bem fel-
los.e mais barato do que em outra qualquer
parte; a elles antes que se acabem.
a ra Nova n. 26
Vendem-se sapatOes de couro de lustro
pelo diminuto preco de 2,500 rs. o par, di-
tos virados a 1,600 rs.; a elles antes que se
. acabem.
Vende-se urna cama de armacSo nova,
I de amarello, rom os seus competentes col-
[xOes, ainda ii.lo servida,umcandieko inglez
[muilo rico, e ainda n3o servido, tres pares
1 do jarros dourados, um duzia de cadeiras
I de tnogno e una mesa gmnde com gaveta :
na ra das Floros, casa n. 21.
I Vendem-se toalhas de Ubyrintho mui
linas c grandes, de breUnlia.com bico ao re-
dor, obra muito boa ; lencos de labyrinthos,
1 de bretaoha, e rendas n ra da C ideia do
; Recife o. 49, segundo andar.
-- Ven le-se urna trave de louro com cin-
coent e nove palmos de comprido, um e
meio por urna fce e um dito refutado por
outra : na ru do Queimado o 44.
Aviso aos pas de familias.
1 Naru do Collogio n. 7, acha-se um sorti-
menlo de loica do Porto de diversas quali-
dades branca e de cores, a qual se vende por
preco muio barato e serve para quem tem
pouco dinheiro ; a ella aules que se acabe
porque ti > pechiocha, e depois oSo val nada
ose eu souberavamos, vamos fregu-
zes. Na mestua luja se vendem treze caixas
vazias em que veio a louc.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito na ra do brum logo
r.a entrada, e deronle do arsenal de mari-
nha lia sempre um grande- sortimento do
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fundas; e ei ambos os lu-
gares exislem guindastes, para .arregar ca-
noas ou carros, livres de despoza : os precos
s3o os mais commodos.
Arados da fabrica dos Sis. Ranos.
me e '.May
Proprios para plantar e alimpar canm de
diferentes modellos e feitus amis acredi-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periorM a qualquer que tem vindo a eit
mercado,e proprio pra plantaren) qualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar a aivect.
O bico, aivecae sola destes arados paaugj
por um procosso que da-lhea consisleucu
de ac temperado da maneira que slodt
muita duracffo, alm de que tem bico da
sobre-excellente: na ra do Trapiche n. h,
Em casa de J. Keller S Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, ero
barris de 36 medidas.
Cesso.
Vende-se gesso em barricas, cbegido m.
timamente :emcasa de I. Keller & Compa.
nhia, na ra da Cruz n. 55.
Escravos fgidos.
* Deposito de tecidos da labri-*
'> ca de Todos os Santos,
j* na Babia. {
> Vende-se em casa do Domingos Al-^
ves Matheus, na ra da Cruz do He--*
9- cifen. 52, primeiro andar, algod3o4|
* transado daquella fabrica, muilopro-*
' prio para saceos o roupa de escra-S
S vos, assim como lio proprio para ro-^
g des de pescar e pavios para voilas,^
,f por preco muito commodo. #$
SALSA l'.lilllLII\
DE
^ os mesmos, assiui cuuiu ^aiuea es- m
T? treitos, lulo por commodo prec3 : Sr
na praca da Indepeudenei n. 17. 9
OOOQ00
Igual pechincha nunca se vio a pianos dos melhores autores.
/. ....,1. 1 1 -- Vendem-se doze cadeiras de assento da
140 rs o COVaiiO fp.lhinlia. urna cama de armacao, tres ban-
Vendem-se chitas escarales muito linati' quinhad, um armarlo ja usado em bornes-
i ramagens para cobertas a liOrs cada ;,,j0l poro dono ter de relirr-so ; ludo pon
n covado: narua do Crespo n. 14, loja 75 qoo rs ; tambem se vende cada ohjeclo do '
. I.,...1. L'.-.wi,.!,". lli'iL a > ar ..-. ,
de
um
de Jos Erancisco Dias i par si: na ra do AragSo n.12.
--Na ra do Collegio n. 7. acaba de abrir- Vnilem.se calprismnt rima-;
soum pequeo, m.s mimosamente sortido,' VenUem-se catecismos rama-,
armazem de louca do Porto, do dilTerenlcs nos, Conforme O decreto do conc- !
crese delicados goslos:e vende-se por me- |0 tridentino mandado publicar''
nos do que cm outra qualquer parte; a elle ,, ., ., ,* ., ... .,*
pois que he pechincha. pelo b. S. Padre >. I 10 V., ever-;
-- No escriptorio de Novaes& Companhia (j0 em lingo a vulgar, pelo rev-
tem para vender por preco commodo o se- 1 1 j 0..1. I
gumte: panno de linho muito fin.,, linha de rendo Domingos Lopes da UMtae
Roris, dita deabeca encarnada, chpeos do Cruz: naluii da ra do Crespo,
Chille grandes, ditos pequeons ordinarios, ,le Joaauim Ferreira Ka-'
ditos pequeos muilo finos, cera em velas >i "e Joaquim 1 errcira ia
de bom sortimento, fechaduras lisas, gran- mo.s, e na na do Encantamento ar->
$ffE^f&Tm%~[' ,,: adverte-se q o
- No armazem do caes da alfandega n. 7, preco dos encadernados he de1
tem para vender o seguinle: vinho do Por- 5s c (|os dc brochurai
to muito superior em barris de ., 5." e 8.: ''"" 1
pregos de construccSo, cal virgem de Lis-, a,OOO rs.
boa: a tratar no mesmo armazun, ou com vende-se urna oscrava de 0t(8o, moc,;
Nova es & Companhia na ra do Trapiche de bonita lisura, sem vicios nem achaques,'
n. 34. nptime cosinheira.engomiiaieira, e tudo o
Alli'iir.u) jmais teniente ao servico de urna casa ; a
n 0 11' 1 1 tratar na roa do AragSo n. 40.
Na fabrica de chapeos de sol, no, Vende-se madapoiao comumapeque-
aterro da Boa-Vista 11. aa, i na avaria, muito largo, a 3,200 e 3,500 rs a
Rocebeu-se um novo e lindo sorlimonto peca; na roa doQueimidu n. 23.
de chapeos de sol do ultimo gosto, tanto de i Vende-se ou al'iga-s; um escravo min-
gada como de panuinbu para homem.e ven-ftonel, sem vicios nem achaques : a tratar
dem-se por menos que om outra parlejtam-1 na ra do Vigario n, 29, armazem.
bem tem para vender um grande sortimen-! Vende-se cha hysson multo novo o o
to de sedas de todas as cores e qualidades, mis superior que ha 110 mercado, por preco
panninhos para cobtir armaces servidas, cinmodo.e em lotes a voiit.de dos compra-
haleias para vestidos de senhora, ese con- dores: na escriptorio de Matheus Auslin fi
certa chapeos volhos; tudo isto cima dito'Companhia, na ra do Trapicho n. 36.
se faz por menos preco do que em outra
qualquer parte.
I'anno preto lino a a,5oo rs.
o covado.
Vende se o verdadeiro ra.c Paulo Cor-
deiro, pelo proco de 1,440 rs.: na praca d
Independencia, loja de miudezas n, 5.
Fazenda da moda.
, n Vendem-se superiores cortes de cambraia
Vende-se panno prelo lino, a deM,pcol(br,IIos da cor, pelo diminuto
l,5oo rs. O COVado: na loja de \ preco de 3,500 rs. : narua do Crespo, loja
Flores & S, narua da Cadeia don_6; Vcnil(..ge urjl rcupi.uo, novo, de me
Uecfe. jga de Jacaranda e de excedentes VOlal.0
Vende-se urna prela de 40 annos, per- -. inellior que pode haver : 11 ra das Flores,
feta engommadeira e cusinheira, ptima cas 11. 21.
para tomar conl da administracSo de urna Vende-se sement de coentro a 100 rs.
cas, pela bo conducta : na ra do Colle-1 a gtrrafa : na ru d Trompo 11. 5. Ni1 ms-
alo ti. 91, pnmeiro andar, se dil quera ma esa tambem se vende um berco de an-
veode. I 6icu om Dum es"Jo-
MUTILADO
As numorosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades,originadas pela impureza dosaogue,
e o bom xito obtido na corte pelo illm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto cm sua clnica, eem
su a afamada casa de sude na Gamboa, pe-
lo Illm. Sr. Dr. Saturnino do Oliveira, me-
dico do exercilo e por varios oulros mdi-
cos, permiltem boje de proclamarallamente
as virtudes ollicazes da
SALSA PARRILHA
DE
Bi JaBK.M BIT O TKL* -
Nota. Cada garrafa contcm duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. ovidro na botica do
Sr. Jos Hara Goncalvos Ramos : ra dos
Quarleis Donada ao auarlel de polica.
Verniz de gomma copal ,
contina a vender-se a 1,600 rs. ,
a garrafa : na botica da ra do
Kangel, que foi do finado Scbas-
tiao Jos de Uliveira Macedo.
l'rensas para farinha.
Na lundieao da Aurora em San-
to a mi,11 o, e no depozito da mesma
na entrada da ra do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar larinhade mandioca, e
outras para espresso do oleo de
mamona, de urna iuvenco intei-
ramente nova. Os annunciantes
naohesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua inveneao .san
superiores a tudo,quanto at aqui
tem apparecido neste genero, re-
unindo grande lrca de presso
a inaior simplicidade de construc-
cSo, e facilidade na operaco, o
que faz com que diflicilmente se
possam dcsarranjar.
Remedio especial p.ira bou-
bas e cravos seceos contina a
vender-se na botica da un do
Kangel, que foi do finado Sebas-
tiio Jos de Oliveira Macedo.
Desappareceu no dia 8 d0
presente mez, um escravo de no-
me Jos que represe.ita ter 4>
annos, grosso do corpo bastante
gordo, meio fulo; nariz chato, de
nacSo, tem urna perna gros-a, um
escroto grande, que eslava em cu.
rali vu, Tevou vestido urna calca a-
zul de ganga, camisa branca, cha-
peo de couro, foi escravo do capi-
taozinho : roga-se as autoridades
policiaca e cupilaes de campo, a
ciptnra do mesmo a entregara
seu senhor, na ra da \ladre Dos,
Joaquim da Silva Lopes.
Aindacha-se fgida anegraeserav lt
nomeDelfina,que desappareceu 00 principio
de mu 1 n passado.a qual fot compra la ao Sr.
Manuel Joaquim Pascual Ramos, tem os sig-
naos seguintes ida le 50 annos pouco un.
ou menos, lovandoum vestido, de chita e
nutro de liscado, he alta e magra, ecom
pouros denles n frente, levou com sigo
um panno da Costa tem de costume i,
vezes andar vendendoai:oa e tambem truc-
las. Rog-sea todasss utoridd-*s policiaes
e capitSeS de csmpoou qualquer pesso que
della liver noticia a mande apprehender e
levar na ra do ApolloemcasadoSr. Norber-
Joaquim Jos Guedes. Existindo suspeilis
que est occultida.
100,000 rs. d' gratilicacao.
Desappareceu no dia 7 de malo prximo
passado, o pardo Leonardo, de i la.le 18 an-
uos, pouco niaisou menos, e tem os sigme,
seguintes :baixo,o peito um lauto meltido
para dentro, cabello caraiiinhadu e al o
meio da tesl, u falla de vagar. Esle escrito
vmiia todos os das vt'ii 1 -r Icite no Recif*,
de um sitio da Boaviagem, pertenceotei
Joanna Hara dos Ptssos, de quem roiescri-
vo : quem o apprehender e levar a ru di
Senzella Velha, defronte o n. 144, segn k
andar, recebera a grallicacSo cima.
50,000 rs. de grililkaco.
Do cngenbo Sanios Mendes, no dia 13 di
junho, ausentou-se a escrva Haria.de
annos, creoula, fula, de boa estatura, e bom
corpo, os ps carnudos, tem alguns cabelloj
no bufo, bem ladina, com desembaraco ni
ralla ; trajos, si de chita oncamada, cabe- ,
CSo-de csso -'-lo de 13a reuxo, ple mu- ]
dar os trajos; o andar da dita negra lie pisar
duro, e he desfajad, denles perfeitos, foi
vista na ribeira de Po-d'Alho : roga-Mi
apprehonco d mesma cscrava.e sua ontr-
ga no dito engenho, ou tiesta cidade n> pr-
Ca do Commercio n. 6, a Hanoel Ignacio de
liveir.
Da rabrica docaldcreiro da ra do Brum
ti. 28 alsenla ratn-se, no da 10 do passido,
o preto Antonio de nic^o Cablndi, estaturi i
regular, cabellos um pouco brancos, ebeio
do corpo e muito cabelludo nos peitus, rus-
to car regado; rust,ma em sua* fgidas [(e-
3uenlar a Solidade, Manqmnho e Afogi-
os, e em sua ultima rugida ro pegado no
engenho Cuca districto do Rio l'un........
nodi 13 do corrente o preto Alexandre, d
nacSoS. Tbom, alto, corpo reforcdo, e
alegro, e ja ro escravo do Sr. Bol)' e do
fraocez Melequer, morador no Rio Doce, tu-
gar que omesmoescravo costuma frequen- '
tar as diversas rugidas que ha feitu.r
roga-scas autoridades policiaes e a quem
quer que delles der noticias, dirijio-sa a I
mesma fabrica que ser recompensado.
No dia^23 de junho, as oito huras, di I i
noite, desappareceu o escravo Tnom.de m- 'j
Cflo Angola, de idde 40 annos, poucj ma1*
ou monos, giosso do corpo, msio fula.ueru
chito, o beico de baixo grosso, tem umi
qnoimadura na p do lado esquerdo, perai
lina, os dedos dos ps bastante estregados |
dos matos, he um tanto baiio, levou vesliJo
cale brtnca o nada mais ; quem o pegarle-
ve-o em Fra de Portas, ra dos Gurrpes,
na i.llii'in.i de Terreiro de Domiogos Jos Pe-
reir da Costa, que se recomoensara,
50,000 rs. de gratificacSo.
Desappareceu no da 25 de dezembrodn
anuo prximo passado, do poder do senbor
Francisco Ignacio Mendes.do Hio de Jaoeiio,
o seu escravo Alexandre, do nc3o Cacare.
estatura regular, o qual tinha sido aqu du
Recire, do senbor Lu Carlos Fredenco d
Sampaio, que por intermedio dos senbores
Amorim IrmSos, o havia remetlido parn-
ii o olla corte ao senbor lase Antonio do fi-
guenedo Jnior, que all o veudeu em 17da
junno de 1818 ao rererido senhor Meodi-,
em poder dequemdilo escravo tove bexi-
gas, que Ihe occasionaram urna belidcem
um olho, u3o se sabe se no direito ou mi c>-
querdo, ignorando-se tambem ao corlo qual
a idadoque represen! : quem o pegar
vc-o a ra do Vigaiio, casa n. 7, onde sen
promptamente pago da gratilicacSo acimi
indicada.
Desappareceu a 10 de maio desto no,
a negra Joaquiua.de nc^o Cacange, que re-
presenta ter de 35 a 40 annos, ch'i do cor-
po, allura regular, cor Tula, olhos pequenus,
o com carne sobre elles; tem una coslun
de um lalho na cara do lado esquerdu, |>o-
rin anliga que mal se percebe ; nari J cnalo.
falta-lile alguns denles da fren le sendo da
um e nutro lado, e he fea ; tem urna empm-
ge em todo o rosto que parece ser oexigas;
peilos muito pequenus c murchus; lemal-
gumas cicalrites de rellio as costas ;!"' t
as nadegas Uvantadas para traz que mo
musir quan lo audajquando tugio Uuha uin
p mais grosso ; levou diversa roupa que s
nSo sabe de que usara; he bem raanle quj
parece ser creoula ; ltimamente esleveoc-
cupada no servieo decosiuha.e tem por eos-
turne andar suja ; quandu rog costura an-
dar pelos rrobaldes dosta praga quilaniu-
do, lavan Jo, oTereceiido-se para aiua.e m-
lilulando-se forra ; qualquer pessoaquee'
teja serviudo-so com olla u.i ba li'.queira
deuuiiciar-se, o do comraiiu se usara uw
iu. ios que le l'aculla a fri : roga-e iu'
luridades policiaes, capItSea decnip*ii*
i|iiiilquer pessoa, que a pruudaiii uu J' '
prender, e levar au seu senhor DoininK"s
Silva Campos, na ra das Cruzas u. 41), d."
ser generosamente recompensado^__
I'krn. : Til'. PI M. F. DI K.v it i *. l8,1"

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