Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03715


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Full Text
.
i
Auno XXVIII
Quinta feira 22
DIARIO DE
deJuIho de 1852.
N. 161.
PEMAMBICO.
rneqo A sOBomrgiO.
Piel iMtii Aiiun r.liu.
j*,trinilre............
,or semestre ..........
Tnf taO
PaGODS.ITUO DUT.INESTal.
.,. 3dc Julho Minas... '.li de Malo
L/nhlO. de dilo S.Paulo. 8 de Jnnlio
ivri .- i3dedlto R.deJ.. 2.1 de Julho
l'atahlba 16 Je Julho iBahia... 31 de dilo
4/000
8/000
ItylWO
4/500
mi-.ni iiMini auoianrolAs.
19 Seg.S. Vicente. Juisoie Orpkia
20Terc.S. JeroDyino'?, ti. aa lOhorai.
Emiliano. I. taradoeivtl-
SI QuartS. Piaiedea. 3. e 6. ao meio-dia.
'22 Qufut. S Mara M. Panuda.
u ni. S. Apolllna- e6. 10 borai.
riob. 2. oro do civil.
2 25 1 lua 8. S. Thiago Mtlfio.
ap. |Tercas e sabidos.
iiHiiiau.
Creaceale i 24, a i hora e II minuto! da in.
Chela a 3l aos 7 minuto da inanhaa.
Mingoante 0, as 5 borat e 48 minutos da na.
Nova it, a l hora 46 minutos da nanha.
'MIIDI HOI1
Primelra as8 horas e 30 minutos da manha.
Segunda s 8 horas 54 minulni da tarde.
rlIIIDll oa OOBBMOI,
Ooianna e Parahlba, i aegunda < aextas-
fri ras .
Rio-rande-do-Rorte e Victoriaaa quita
telraa
Bonito,Garuara,eGaranhun no l'e I a de cada
mei.
Horas,Ouricury.Exu e Boa-Viata l3 e28.
Oh ma. todos o das.
Todos os Crrelos parleinao meio-dla.
TOTIOIAI ITB1NOEIB1I.
Portugal
Hespanba
Franca ..
Blgica...
Italia....
Alemnnha.
Pru.sia ...
Dinamarca
Rutsia...
Turqua.
ide Junbo
8 de dito
8 de dito
5 de dito
1 de dito
2 de dito
> de dito
30 de Malo
28 de dilo
26 de dito
Austria.. 2Jde Junho
Sulssa.... I de dito.
Suecia... .de Maio
Inglaterra 8 de Jnnho
E.-nidos 23de Malo.
Mxico... 9 de dito
California 1 de dito
Chili. 10 de Abril
Huenoa-A. 15de Malo
Montevideo 5deJunlio
CAMBIO DE 21 DI JULHO
Sobre Londres, a 27 27 'I. por d. i/000
. Paria, 345
* Lisboa,lOOpor canto.
ZTAII,
Ouro.Oncas hespanholas....,.......20/000
Moedas de 6/400 Telha..........16/OuO
. de6/400nova.......... 16/00O
de 4/000................ 0/000
Prata.Patacdeabiasileiro........... 1/ '-'"
Peaos i- ni 1111111 a r ii is............ 1/020
Ditos mexicanos........... 1/800
PARTE OFFICIAL
(riman a queit refere o o/ficio cima.
Jos Goncalves, Antonio Francisco de Santa
Anna, Miguel Joaquim de Carvalho, Joaqun)
I'ercira de Freitas, Miguel Fcliclauo da Silra,
Miguel Aotonio Ferrai, Alexandrc Bexerra,
Jorge Hierren Fieram-sc a respeito as ne-
cessarlas coinmunicaedes.
Dito A' thesouraria da fazenda provincial,
G0VERNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 10 DE JL'LUO.
Ollicio Ao cominando das armes tlizeti-
H.inu8 Visto nflO hsver inconvuilient em para mandar pagar a Antonio Jos bornea ao
.-r traiMhrido nara a fortaleza do Brum o Crrelo, arrematante das obras da primelra e
SS^SifSb t5 w tts w*A as
apo a 7 aonos de pnsao simp ts xpeca go e e|le tem direi,o, visto constar
Mas ordoos no sentido de ser elle recpuicio K0flgo,|MOloriB| bras publicas, que
na referida fortaleza. I as ditas obras eslo no caso de serem delioili-
IMo.-Ao inesino inteiranJo-o de haver vawenle recebidas. Cominunicou-se ao re-
cipedjdo as convenientes ordens, nao so ferldo director.
era so oassar Kllia ao lente do estado Dito Ao presidente da junta de quallnca-
maioide2.-cl.SSC do exercito, ItoilOdilO vo da Iregue.la deltamarac, accu.ando recc-
^ ,t4i. adi.nundo.e-lhe u moz i aJ"*^^*^ """"
,le sold, mas lamliam para M ilf pWI im0-Aojui.dc paz da fregue.ia de Una,
MU para a corlo a osse ollicial no l vapor accU8ando a rccepto da segunda via da acta
que passar para o tul.Expedirao-se neste da qualjlica9a0 Uos votantes daquella fic-
-i'iihilo as convenientes ordens. guc.ia.
Di[0.__A thesouraria de fazenda dizendo Portarla Conccdendo a Manocl Rodrigues
uue 0 augmento do crdito que aquella the- Campello a liceucaque pedio para mandar vir
HOUraril sohcitou para pagamento das des- do engenho Ar.gualiaas niadeirea de pao cUr-
pc/as das rubr
diversas despea-
perteaceotee a
nao pode sor i
nos lormosdo decroto de 7 do maio de 182, cudado para que se nao comineltm abusos
por nSo estar em algum dos casos especili- por occaslao dessa licenca. Cominunicou-se
ca los no mesmo decreto; podando a inesma ao inspector do arsenal de marinba.
Ihosouraria.no caso de julgar urgento e] DEM DO DA 12.
conforme ao servido publico somelliar.te Ollicio.Ao comrnendo das armas para
aii'iiii'iito, fazer as despezas para que o re- mandar por em liberdadcos recrutas Pau-
queiitOU, dando do tudo con ti ao Ibesouro lino da Silva Barbota e Aotonio da Silva Bi-
'iiari'onal; o recoinmendendo que e referida zerra, visto terem sido julgados incapazes
Ihesouriril cxpe?esuas inslruccOos as dil- do trrico militar.Conimunicou-seaoclio-
Icrenli's rejiartiOes pan nao se exceder as. lo do polica para fazor constar as autorida-
(onsignaces, de sorte que s nos precisos desque oscapturaram.
termos do citado decreto possa ter lugarl Dito.Ao mesmo concordando em que
despesa nlo autorisada previamente. | aeja desonerado da commiss3o de director
Dilo.A mesma para que em vista de sua do hospital regimenlal, e limitado a de me-
inlormacSo, mando venlicar quantos, o. dico cotisuitsiile, o lir. Alexandrede Souza
quaes sejo os propietarios das casas si-'l'oreira do Carino, a lim le ser encarregado
lunias em terrenos de marinhss na ra da I do mesmo hospital o I* cirurgiSo do corpo
Cadeia de Santo Antonio, e obriga-los a ti- to saude do exercito, Prxedes Comes de
rar titulo e reconhecerem o sonhorio da fa-' do Souza l'itanga, declaran Jo o mesmo com-
/enda, sob pena de pagarem o foro que Ibes mando qual o corpo, a que lica pertencendo
arbitrar, alm das mais cm que hajilo de in- ( o referido cirurgiSo para se fazerem as con-
iiirror, remettendo-se depois disto e rale, venientes declaracos a thesouraria de la-
tan desses foreiros ao procurador liscal da zenda.Communicou seaoDr. Pcreira do
llicsourana da fazenda provincial IIn de Carmo.
nsnotificar, para fazerem o caes cm frente! Dito.Ao inspector da thesouraria de la-
ilesuaspropriedades; c devendu-ae nos ti- zenda. Romctto V. S. 3i requer mantos,
lulos de uforamento impor-se a condisSo]de constantes da rclacSo junta, de pretenden-
i i/iih'in elles o dito caes.OMiciou-se aore- tes ao aforamento de terrenos de marinhas
lerido procurador fiscal para entender-se a ao norto da ponte de Tacaruna, at a do lu-
respeito com o inspector da thesouraria de | gar chamado Arromliado, a lim de que se
lazeuda. | Ibes paste titulo com as formalidades de es-
Dito.A mesma remetteudo, para os lins ty|o, observadas as instrucQcs de 1* de nn-
coiiveiiicntes, as coritas na importancia do( vembrode 1832; com os ditos requerimen-
^,3>j* rs., das despezas feta com o trata-, tos rrceber V. S. os seus cilicios de 23 de
nnnto do merinheiro da guarnico do pa- junho de 1848 ,e rclacSo ann.'Xa da mesma
lacho Vira/mina, Quirino Joaquim, que esto-j data) ede .10 de sotembrode 18*7, bem co-
e no hospital do presidio do Fernando. nio o parecer fiscal do 5 de junho de 1848 e
t.onimunicon-se ao comiiiandanlo do men-
cionado presidio.
Dilo.,v mesma prevcninlo-a de que o
patacho Pra/ni/no ter do sabir para o pre-
Mdio'de Fernando ateo lim do correle mez
deveudo portento a mesma llicsourana pro-
videnciar desde logo sobre aiemessa dos ob-
jetos que o commandante do referido pre-
miIhi requisita com urgencia.
Dito.Ao director geral da instruc^So pu-
blica intt'irando-o de haver de conformida-
do com a sua informacSu, concedido dous
mozos de licenga com ordenado a profes-
sora publica da nsIruccHo elementar da
frt'guezia dos Afogados, Mana CopIIio da
Silva, com a condicSu de dcixar ella em seu
lugar pesso* idunee, approvada pelo ins-
pector do respectivo circulo lillorario.
as infortnacOeedo 2o tenente oncarrogado
das mcdnOi'S de marinbas do 17 de abril de
18t8 com urna relacilo do prelcndontet da
mesma data, do capitSo do porto de 7 de
agosto >lc 18*8, da cmara municipal de 12
de maio de 18*8 e do desombargador pro-
curador da fazenda do 18 de agosto do 18*8,
atenido oulras muitasquo eslSo annexas a
esses requerimentos.
Tendo oro vista as sobreJitas info'macOes
V. S. excluir os pretendentos, que forom
empregados do lazeuda, como indica o pa-
recer liscal, salvo aquello que ja for posseiro
o tiver bemfeilorias no terreno pedido por
aforamento, e fazeudo molir o demarcaros
terrenos, do que j estiverem de posso al-
guna dos preteiidentes destnbuir os devo-
lutos pelosoulros proporcionaimentoao u-
Igual > uiiiii i mi- i i i se. fez a thesouraria da moio de bracas roquerilas, pois sua totali-
dade excede as que podom sor aforadas, co-
mo so ve da informec,3o do mesmo medidor
lazeuda provincial
Dito.Ao director gcral dos indios re-
inettondo copia do ollicio do juiz do direilo
da comarca de Flores, dando informales
i', a fim do que proponba pessoa idnea
para servir de director da mesma aldeia.
rommuuicou-so ao dito juiz.
Dito.Ao -Invehir do arsenal dn guorra
para mandar alistar na co.npaiihia de apren-
dizes d'aquelle arsenal os menores oriihilos
Pedro i'iiii.n de Fanas e liarlholomeo llo-
drigues de Mello, de quo trato os papis
que remelle, visto estar satisfeila a disposi-
i, in iln artigo dn regulameuto n. 113 de 3
de Janeiro de 18*2, conforme consta do ter-
mo quo tambem remotte. Communicou-
m'a thesouraria de fazenda.
Dilo. Aodireclor do collegiodos orphlos
dizendo om resposta ao seu ollicio de 2 do
crrenle, que a administracSo do patrimo-
nio dos orphSos declarou que fez remmet-
ler quclla directora parte da roupa que
se mandou tazer para os educandos do refe-
ridu collegio, e que ser tambem enviado
para all o restante da mesma roupa, logo
que estiver prompto.
Dito -- Ao director das obras publicas, rc-
iioimnendaudo que, de aecrdo com o inspec-
tor do arsenal de marinha, providencie sobre o
desembarque da pedra que velo do presidio de
femando no'palacho Pua/iamn, para o calca-
ment das ra da cidade, indicaDdo o inclbor
lugar onde deva ser depositada, c exigindo que
S. me. proponba os meios de obter-se pedra
'in quaulidadcsufncentc para o calr.amcnto,
. i .i.il i tambem o lugar donde possa ella ser
extralilda, o meio do fornecimento, preco pro-
vavcl, c o mais que occorrer a este respeito. --
Olliciou-se ao inspector do mesmo arsenal, nao
s a este respeito, mas tambem para repartir
pedra dos lastros das emba caces para o cal-
eamento, sem prejui.o Ha que lor necessaria pa-
ra as obras do melhorainenlo do porto.
Dito Ao mesmo, remetiendo, para os litis
convenientes, o orv nurutn c plantas do projec*
lo de abertura do rio Goianna, que foram por
B. me. requlsilados.
Dito Ao mesmo, para que, a vista do avi-
i que rcinette por copia, proponba os meios
de levar-se a efleito a conslrucco do caes do
Apollo, por arremtatelo, enviando a planta e
orcainenlo da obra, organisada de modo que
' possa coubecer a parte que peitcnce aos
particulares em exlenso, ea despeza relativa.
Dilo Ao juiz inuoicipal da primelra vara,
enviando, para os fins couvenicnies, o auto de
velloria, e ideotidade de pessoa, do sentencia-
do Jos Caetano de Soma, que Tallcccu no hos-
pital de Fernando no dia 30 de junlio ultimo.
-- i^ominunlcou-se ao commandante do men-
cionado presidio.
Dito Ao mesmo, transmittindo as guias
dos individuos mencionados na relacao qoart)*
melle por copia, os quas regresssram de Fer-
nando no patacho Pirapama, onde se acham a
>ua disposlf o. por terem cumprido aa sen-1 "jniiuialrai;ao o suas confruiitaijdes.
lencas, que l'oraiu cond_emnados, ludo anne- i /(e/a, j0 q, e refere a oficio cima.
Antonio DuartedeOliveira Reg.
Anlonio Un irle de Uliveire Reg Jnior.
Joaquim do Mello Car.lo/u.
Manoel Francisco de Moura.
Francisco Ignacio Ferreira Das.
JoSo Antunes Corris Lins Wanderley.
Jos Antonio Correia da Silva.
Marcelino da Silva Ribeiro.
Tiago Hara Vellozo do Azovodo.
Gabriel Mara Vellozo di Azevedo.
Hanoel Rodrigues Csmpello.
Marechal Antonio Correia Sera.
Antonio Vital de Oliveira.
JoSo da Matta de Miranda Castro.
Joaquim da Silva Reg.
Claudinoda Silva Ferreira.
FrcJerico August3de Lomos,
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
Anna Mara de Moura.
Mara Francisca dos Prazeres.
Ignacio dos Santos da Fousect.
Jos Ignacio Ferreira da Silva.
Agostinho llenrlquesda Silva.
Antonio l.ui/. do Amiral e Silva.
Fraocisco Jos de Oliveira.
Ignacio Firmo Xavier.
Jos Epifaniu DurSo.
Francisco Borges Mondes.
Jos Nuties de Oliveira.
riium.z da Cunha Luna Cantuarla.
LuizGonzaga de Vitcrbo.
Bernardo Fernandas Gama.
Francisco Manoel lieranger*
Antonio Carneiro Machado Itios.
Dilo. Ao mosmo inteirando-o de ha-
ver o juiz municipal o de orphSos do termo
du Rio I ni iiii-ii, ii .rli in'l Francisco de As-
sis de Oliveira Macijl entrado no dia 8 do
crrente uo exercicio de seu cargo e assu-
inidu a vara de juiz de direilo. Respoo-
deu.se ao dito bacharel.
Dito. Ao cnsul da Blgica nosta cida-
do aecusaodo recebido o ofllcio, em que S.
S. communica haver encarregado a Fernan-
do Bieber do exercer as funccOes daquelle
consulado, durante urna viagem que S. S.
pretende Tazer Europa ; e declarando que
n.'Ste sentido ficam oxpolidas as ninv.-nioii-
tes participacOos as estafes curnpetenlos,
devendo porm o referido Bieber aprosentar
oxequatur imperial dentro do prazo de tres
mezes contados dosta dala. Fizeram-so
neste sentido as convenientes cummunica-
tOes.
Dito. Ao director do arsenal de guerra
declaranJo, que couvem, sejam admiltiJus
naquellc arsenal us serventes que forem
compativeis com a quota monsal a isso des-
tinada.
Dito. Ao director das obras publicas
para fazer extrahir pelo desenbista daquella
repartico urna copia da planta e plano do
arruamunlo da povoacSo dos Afugados, fim
de ser Torneada ao segundo lenle encar-
regado da ni '.In;lo dos terrenos de mari-
nha, in ni lan lo para isso recebor a dita
planta o plano da cmara municipal dcsli
cidade, quero nc-ta data ollicia a respei-
to. Communicouse so dilo engenheiro.
Ditu. Ao mesmo approvandu as despe-
zas, que S nc. di/, ter feto com alguns con-
ceitos na ponte da Boa-Vista, e com a plan
la.;.o de vanas arvores no pateo do palacio
da presidencia, deveudo Smc. indicar os
meios de conscrvacSo s mesmas arvo-
res.
Dilo. Ao director da colonia de Pimen-
teiras communicando llavero inspector da
thesouraria do fanzenda participado, que
ja l'uram entregues ao escnvSo daquella co-
lonia, JoSo Tneodoro dos Santos, o livro
para a matricula geral dos colonos, o bem
assiui as seis arrobas do ferro e duas de ac,
que Smc. requisitou.
Portara. O presidente da provincia,al-
ii'ii leudo a quo n.lo se cliegou a cumpletar
a lista dos supplontes do juiz municipal da
primeira vara, por baverem pedido escusa
observam o celibato e se entregam s mor-1 lo e Sllas, porque erain cldadaos romanos
lificacOes. S3o santos homens: elles teemlp"';'0 ch'" desculpou-se como missiona-
multo, templos, mas os seus secanos "oKf^^^ ^TZJt
se reunem jamis nellos. Este honrado OOBflJJ^.? pcvemoJ reconb.cer tmedebilio do
missano, como se ve, nSo so sentena en- ponlo de vista legal, que poleriamo chamar
commodado pela luz, com tanto que ella Icoaeiltucional. o prel'eito de hoje e os magls-
estivesse oceulta. Km summa elle tiohalirados de outr'ora estavam no aeu direito.
ideias bastante vastas, mas linha medo de Qtiando o tribuno Lysias escicvc so governa-
sotnlo que devem licar reservadas as que elle I os cidadot que iiuli.iiii sido nomoados para
apunta porassim convirno publico. o*.", 5." e 6.'lugares, resolve nomear para
*os onu de r,cJiv2 c iitlos, que 3C o *.ft bc!!2rc! FraiiCioC do wuiu Lg,
derem aos foreiros muito expresamente, que toja a obra ou Leao, c para 6." o bacharol Antonio Mara
bemfeitoria feita nos terrenos cm prejuiso do FariasNeves.Fizeram-se respeito as
das camhasou ros de publica servidose- convemonlescommunicaQOes
r destruida cusa do foreiro, ficando en-
tendido que a cuncessao dos terrenos jamis
prejudiear a qualquor projecto de obra pu-
blica, principalmente no que respelta a es-
tradas e ras, porquo sompre sera cedida
pelo foreiro a porcSo do terreno que for no-
cossaria, sem direilo indemnisasSo de
EXTERIOR.
FRANCA.
i'in'j, i7 de maio de 1852.
A sociodade atitiga, aquella que o chris-
qualidadoalguma ; outro sim so estipular ; tianismo veio abolir, sendo fundada na
que nflo se aproveitando o terreno no praso i uniao do espiritual e do temporal, da igre-
que for marcado pelo goveroo da provincia I ja e do estado, da f oda le, tudo o que
ou indicado no titulo licar sem efTeito a atacava nolla a religiSoostabelecila, ataca-
concessao, e o terreno como devoluto para va ao mosmo lempo o cdigo civil, a uocio-
ser dado a quem possa aproveila-lo, e quo i nalidade, finalmente a sociedade. NSo se
nenhuma transferencia se admilto antes de'pode portauto negar que, quero respeito
fazer bradar us principes dos padres; elle
huta detrs de si o conseibo dos ritos, como
os reformadores turcos que so tem corrom-
pido em Paris e em Londres teem dctis de
si o conseibo dos selemas.
Veio lor s nossas niSos a narrscSo de
um episodio, que remonta j ha mais de
om auno, oque nos pareceu apresentar de-
baixo de um aspecto dos mais interessantes
esta semulbanca histrica da introdaccSo do
rlusitanismo na China, eseu primeiru esla-
bolecimcntu no muirlo Trata-se do um
missionario francez que foi preso no fim du
anno de 1850, na provincia de Canijo, em
vii-hiio de um novo edicto publicado contra
oschrislSos, o qual foi solt pelas reclama-
cOes do ministro de Franca. Deixamos fal-
lar aqu o jornal inglez do paiz, o China-
flail.
A lilliadeum christSo chinez, na pro-
vincia de CantSo, tinna desposado um pa-
gSo. A familia deslo irritada dos esforcos
de sua mulher para converte-lo, ou anima-
da do sentimento geral dos Chinezes contra
as doutrinas eslrangairas, inflamou tam-
bem o zelo do prefeito Wan, homom que tem
mais gosto para o vinho e para a poesa do
que para os negocios, que elle deu em seu
departamento o sigual de urna perseguidlo
nuva contra os christSns. Muitas igrajas fo-
ram destruidas, chrslSos loram presos e en-
tre estes um missionario francez que seus
companbeiros de imfurtuniu, julgaram na-
tural dt provincia, polos menos, foi assim
quo elles o designaran ao ollicisl perante o
tribunal do qual elle foi levado..
Vemos aqui que o missionario estrangei-
ro he em primeiro lugar trazido perante os
tribupaes do paiz como um indgena. Mas
elle acaba por declarar a sua nacionalidade
e a nova da sua pnsSo chega at o represen-
tante franco/.. O ministro da Franca o recla-
ma ; ello o pede ao governador da provin
cia; enva ao mesmu tempo urna copia da
proclamacSo do preteito contra os christSos,
e logo o missionario he solio, e o governa-
dor chama sua presenca o proTeilo para
Un' pedir cunta do seu procedimento.
Leudo ou Ira vez os Aclos dos Apostlos,
encontramos um episodio perTeitamente
anlogo este, e he o de SSo Paulo quando
elie vai pregar o Evangelho ou a doutrina
nova em Jerusalem, elle amotina o povo-
ataca a le, escandalisa os padres e os magis,
trados i he preso, apedrejado e eslava pr-
ximo a ser morto, quando declara que he
cldadSo romano >; enlSo os soldados,
cheios de medo, o lovam perante o tribuno.
.... Os Judeos da Asia, tendo-o visto no
templo, amotinaram toJoopovo e apode-
raram-se delle gritando : \qui d'el-re Is-
raelitas ; aqui lendcs aquelle que dogmatisa
por tuda a parto contra esto templo, contra
a le e contra o santo lugar; c que alm dis-
to tem anda iotroduzido Geotios no tem-
plo e o tem profanado desle modo.... Im-
medlatamcnte toda a cidade foi sublevada,
e o povo correu em mull lan ; e tondo-se
apoderado de Paulo, arrastaram-no para fo-
rado templo... E como se prepararan) para
mata-lo, vicram dizor ao tribuno da cohor-
te que guardava o templo, quo tuda a cila-
do de Jerusalem eslava perturbada e em con-
fusSo. Este tomou no mesmo instante sol-
dados e ceoturioes comsgo, e foi ter com
os sediciosos, os quaesveudoo tribuno e
seus soldados, deixaram de espaucar a
Paulo.
Sao Paulo apresenta-so enlSo nos degros
do templo e falla ao povo. Ha um graude
silencio, e elle diz ao povo na lingua ho-
braica.
; Sou 'UuCG, ;..,.-. i i ni tarsa na CiuC ,
fui educado nesta cidade aos ps de Gala-
miel. Depois conta a sua convers3o,--que
o Similor Mo disse
dor Flix: a Acbei que elle nao era aecusado
siman por certas cousas relativas sua le-, elle
justifica o tribunal judeu, por que este tribu-
nal applic.va a sua Ici. Nao era o magistrado
que era criminoso, era a iei.
Estas analogas histricas abundain, se exa-
miuar-sc o edicto do prefeito chinez de que se
trata, e cujo texto no foi conservado. Este
Chiuez ili iiii'li- as Icis do pal c persegue aquel-
lea que as quebrantan!, exactamente como de-
viatn fazer os magistrados judeos c romanos, c
como poderla fazer presentemente todo o pro-
curador do ral, da repblica ou do imperio.
Eis-aqul como principia a proclamac-io :
Wan, perfeilo, ele..... ordemna a pnblica-
co da preseute proclamaco, allin de que os
coraedea dos homens sejam conservados no
recto camiubo e a le no respeito que Ihc be
devido. Sabei, pof, que existe no mundo oc-
cidental urna doutrina que Ihc foi ensinada por
Jess. Anda que por multo lempo os barbaros
propagan! ou pralicam esta doutrina entre el-
les, explicando seus livros e adorando o scohor
do co segundo a uialiiliurgia. nada tenho que
dizera este respeito ; mas n'i Ibes he perinit-
tido entrar no imperio do Meio |>ara pregar es-
la doutrina, e os vassallos do Celeslc imperio
que i joiIj n \ 11 am os estrangeiros dos paizes lou-
ginquos a penetrarem cm nossas trras, que e
lio, un com elles, mil un .m e pertrbalo o espi-
rito do povo, seduzcm as mulhcres para esta
doutrina, ou coinmettcni qualqucr outro delic-
io contrario s leis, estes eslao sujeilos puni-
cao. A prescripcocs do cdigo sao explci-
tas....
Como se acaba de ver a dislinccao entre o be-
retico e o estrangeiro se acba aqui mui clara-
mente eslabelecida. Este prefeito he em sum-
nu um homem alguma cousa liberal c tolerau-
le, elle chega at a comprehendera liberdade
dos cultos. Elle permute aos ebristo ou ao
barbarus que adorem o Dos da sua escoltia,
odiii tanto que faram da sua religio um nego-
cio de familia, c nao facam proselytismo. Mas
logo que elles cunvertem os iudigenas, ento
lornam-se invasores ; j nao sao herticos s-
mente, sao estrangeiros c barbaros to pouco
sao ioimigos oclusivos dz f. tambem o sao da
Iei.
No momento cm que fazem a propaganda,
elle fazem a revolucao. Eolao se v reprodu-
lir conlra elles as accusaccs que persegulram
o primeiros chrlstos, de scduzlrem as inulhe-
res c |ni hii-li.n mi o espirito do povo. J vimos
pelos despachos da misso franceza de 1845 que
os magistrados cliineze aecusavam os neopliy-
tos de homicidios, de immoialidade, de atheis-
mo e de depi*av*ccs ; Por ventura nao he islo
oque se diza tambem dos ebristosdos primei-
ros seculos. quando se contava que elle co-
nii un meninos e que se reuniam nos banque-
te, no fim dos quaes soltavatn os caes atravea
dos facbos para deixarein .orgia a prolecco
da nolte ?
O prefeito conlinuou assitn :
Achir-se-ha na Kncyclopodia chiueza que
Mara mai de Jess, era mulher de un hompm
chamado J'is ; mas que Jess reuegou a seu
pai e olhando-se como lilbo de sua mai conce-
bido emquanto ella eslava virgem alirmou l'or-
9osamente que elle era creado pelo co. Os
convertidos sua doutrina nao permittiram ne-
nhuin sacrificio, nao renderam nenhuma lio-
menagem aos anlepassados, aos soberanos, aos
representantes sagrados dos seres sobreualu-
raes ; perturbaram com jduvidas o espirito dos
povos, liieram crcr que nao existia uem co,
ncm Iei, uem pai, nem soberano cima de Jess.
que nao ha nem piedade filial nem lidelidade
ao principe, ncm sympathia para com seus se-
melbantes, nem deveres moraes. Por isto a co-
lera do co foi excitada, e sua sentcnca cabio
sobre Jess.
Ora, represente-sc a posico desle magistra-
do chinez, o qual est na sua provincia execu-
tando ii iiniuillaiiioiiio lels, e que v em um
bello dia desembarcar estrangeiros barbaros
que chegam de paizes longinquos, e que cn-
(i .mi a quebiar os dolos e as imageus dos deo-
ses do pai, e reuuein as populace para Ihc
dizer :
nvenla e nove justoa que nao carecem dola.
o Sao Paulo diz pols : que o homem he
jii-.iiiic.ado pela f sem as obras da le, Ora
iguacs doutrina deviam escandelisar necessa-
n iiiiomo o ministerio publico, e he nesta oc-
casio que prefeito chinez diz :
i Aquellea que cieem podem ser ladrdes,
bomens viciosos, c lodavia aero felizea ; ou
tretanlo que aquclles nao creem ainda que
justos e dignos de eslima, sero todos condein-
nados desgraca. A ordetu divinaque recompen-
virlude c pune o vicio, ja mais foi confun-
dida aeste ponto .'
O prefeito continua a arguineutar do mesmo
modo. Elle dizque ba tal ou tal naco alm
dos mares que he inuilo crete e que todava
o sen poder est em ruina, e seu territorio di-
vidido. .* Por que razao pols, di. elle, ja que
ella ere no Scuhor do co, a felicidade nao
Ihc foi dada Depois elle acrescenta coino
termo de comparaco:
Enlreo9 paizes que nao creem no Senhor
do co, ni- ii li ti mi pode compaiar-sc com o Ja-
po. No cae do seu porto aberto a o estran-
geiros, est gravado um crucifixo, c todo o
mercador que ahi chega c nao calca logo aos
ps no seu desembarque esta imagein, lio im
medialamante decapitado para servir de exem-
plo aos outros. Ainda mais, na porta da cida-
de est urna imagein de Jess enterada no li-
minar, afim de que ella seja pisada a ps todos
os dias, c entretanto este reino tem durado
dous mil annos. Por que pois, o Senhor do
co nao ihe tem iollingido um castigo lerrivel !
Isto prova que o preteiidido poder de faier fe-
liz ou desgranado he urna Cabula sem funda-
mento, i*
Que se deve respouder a este pbilosopho
chino/ quando elle estabelece aisim scmclhan
les argumentos : Vosso Dos, he mortal, e
elle se deixa malar elle salva os outros e nao
pode salvar a si mesmo elle he omnipotente
e oniii i iiiiu aquellos que o blasfeman! pros-
peran! e os que os confessam sao preseguidos !
Onde esla pois seu poder de faier feliz c des-
granado i *
Kespondei-lhc com o evangelho :
" Hemaventurados vos que sois pobres, poi -
que o reino dos cosvos perleucem.... Beuia-
vcnlurados vos que agora choiaes porque ha-
vels de rir-vos depois. Vos seris beiuaventu-
rados quando os homens vos odiareiu, separa-
ren! e vos arrastarem lujuriosamente... Mas.
ai I Je vos, ricos, porque Icndes vossa conso-
laco neslc mundo .
i i Chine, nao comprehendera nada desla
lingoagem, assim como nao comprebeudeui
que os Christas tenham a eslranha idia de
adorar o instrumento do supplicio de seu Deus.
E com ellciio diz elle:
Quanto a adoracSd da ciui, ainda mesmo
que toda esla fbula fosse nina verdade, serla
ainda incxplicavel que os sectarios de Jess
possam adorar o instrumento da sua punico.
Por ventura iris vos adorar o cadallso de
vossos pacs? Ilaveria senso commum, se um
pai de familia fosse morto por um tiro ou poi
iini i culilada, em que seus lilbos c netos ado-
ii ve o i una espingarda ou urna espada?.......
Ab! por Dos que nao nao Inven i sendo
commum, e a lgica do chinez he sem replica.
Trata-sc precisamente aqui do que se chaiuava.
a lo in ora da i lili i oh n "pello dlsia Sao
Paulo:
Aprovc fa Dcosl salvar pela predica
aquelle que cressem .elle. Os judeus pedem
milagres, c os geulio prucuram a sabedoria^
c nos pregamos Jc.ui Chrsto crucificado que
he mu escndalo para os judeos c urna loucura
para os gentos......
Ora se o cbrslao nao tiver uutras ramo
para por ao chine/., lio claro que esle nao com-
prehendera ni.ii agora do que antes. Ambos
poderiam .rgunieutar por muito lempo, por
toda a sua vida, da mesma maneira, sem chc-
gar a una couclusao: porque elles uo teem o
mesmo ponlo de partida e nao fallam da mes-
ma couza. lia um, o chine, que falla deste
mundo, eooulio que falla do oulro mundo;
assim como duas linlias parallelas que prolon-
gndole semprc no se euconlraro j mais,
excepto, dizciu, no iutiuilo.
Joan Lenoinne.
(Jornal det Debat.)
;g!-_r:""i '.'--z:: --r _g i
INTERIOR.
cokhesi'ondencias do diario de per-
NaHBUCO.
Parahiha 16 de julho di 1852.
Nunca estive, como hoje, sem saber por oa-
No pensis que vIm trazer a paz trra .
uau viui tratar > paz, mas a espada. Porque
vim separar o lilho de seu pai, a filba de sua
mai, a enteada da madrasta; e o homem ter 'de priucipiasse,' tendo tantas e importantes no-
. Eu vos enviarei bem 'P0' inimigos as pessoas da sua casa, c aquelle vldades a communicar ihc, tantas descoberta.
longo ontre OS Gentos Eos Actos contt- ' nii'im aaaim no he digno de mim. > > lar? Pois he como Ibe digo; estive hom quarto
E quando elle visse esle barbaroi proclama- de llora c-.n a penna entre os dedos sem poder
Os Judeos O tmhsm escutado ate esta 'remque be mpossivel servir a dous scnhoie
palavra ; mas logo levantaram a voz e bra-
daram : > Tirai do mundo esle mo homem,
porque lora um crimedeixa-lo viver. E
ao mesmo lempo, que se nao deve lemer o que
pode matar o corpo, mas o quepdc matar a at-
ina, que o homem mi se salva seno pela f e
como elles gntavam e rasgavam seus vesti-inonelocumPri,ncl" daiei; quando osouvis-
. b ii_ i -i_ r senreeara coinmunhao dos bens, como o or-
dos, arremessando- he lama, o tr.buno o fez | minlsterio publico nSo d(;ixarla dc ver
levar para a cidadella, ordemnou que Ibo neUel nsUrgeutesi, amoiinadores, eternos Ini-
dessem tratos... Mas depuis dc o terem liga-
dos judeos, qur dos pagaos, os primeiros
CbiatBot nSo fossem inimigos da ordem; a
nova religi3uoperava urna revolucSo polti-
ca como urna revoluto religiosa. N'aquel
la poca i sociedade estabolecida so deten,
dia como ainda boje se defende no Oriente
e he esta frisante e curiosa semclhanr;a que
nos faz cunsiderar com um profundo ioie-
resse osaconlecimentos de quo a China e o
JapSo sao neste mumenlo o theatro. Ti-
le r o loreiro bemfeltorisado o terreno, e a
que fur feita sem consentimento do mesmo
governo ser nulla, e o terreno conciderado
ilonouto com as bemfoilorias, sem direito
algum de indeuinisac3o. Essas clausulas
devoran ser inseridas em todos os termos do
in i- hielo e ttulos de consesslo de terrenos
dequaiquer qualidade, porque a fazenda
nSoos conredecom detrimento do publico,
nem para sorvir de objecto de cspeculasSo
lucrativa aos concossionarios, e sim com libamos na lembrauca ltimamente as dim-
salva da utilidaiie publica, e no presuppos- cuidados queenconlrou, no lempo da mon
to deque os concessionarios podem e que- sagem de urna embaixada franceza a Canillo
remaproveitar os terrenos por elles pedi- em I85, a promulgarlo de um edicto de
dos, d'ondese segu que antes dequaiquer tolerancia em favor dos ChristSos. Estas
diligencia devom os prelendentes mostrar dilliculdades nao eram somonte de urna na-
que tem meios para aproveilar os terrenos tureza religiosa; he provavol que exista na
podidos. sociodade chinesi, como em todas as socie-
Finalmente observadas as nstrucQcs e dalesadiantadas, bom numero de philoso-
ordens seniolhante respeito, eemlgnalda- phos, de scepticos, de racionalistas que se
do de circunstancias dando se preferencia inquletam muito pouco por sua propna ro-
aos pretendentos pela prioridade de seus re- ligi3o, mas que a sustentan), como urna ins-
quorimentos nos terrenos devolutos.oquan- I nuncio legal e nacional, o be esle genero
lo aos ja possuidos, procedendo-se as deli- de resistencia quo enconlrou principalmen-
gencias indicadas as referidas informagOes to o enviado franez. Assim os dous com-
para comparecerom os posseiros e solicita- missarios cainezes, com os quaes elle con-
rem seus ttulos, sob pona de so concede- ferenciou, Ki-Yng e lluan, eram certamen-
rema oulros prelendentes que os requei- te o que se custuma chamar inJifierentes
rain; mande V. S. realissr as medic,0es e om materia de religi3o; eram, segundo se
passar titulus de aloramento dos terrenos uizia dalles, amaveis plnlosuplius, epicuns-
do quo se trata no principio deste ollicio, e tas e doutores, llnalmente auguros de ou-
a respeito da porao pretendida pola admi- tr'ora, os quaes nSo se poda ver sem se
nstracao dos estahelecimentos de caridade rir. Porm elles recusavam as coneessos
resolver-se-ha opportunamenlo ficando por que se Ibes peda, porque ellas violavam as
ora reservada, e fora das medicOes que se lels civis o a consliluicao poltica. N8o
fizorem, om virlude dos mencionados re- era, diziam elles, como ChrlllSo que os
qerimenlos, convindo poim quo o segn- nophytis eram perseguiJos mas como
do tenente encarroa lo das medicos mfur- membros do sociedades secretas ou como
ino subre o numero do bracas pedidas pola seductores das mull iros, ou porque infrin-
gan! as leis imii-i contra as reunidos, hi-
NAo be ne-
Vug dizia a Mr. do l.agren :
las as gulas de Joaquim Pedro de frenas e Mi-1 de j0UZSi i cessano assuciar-se para se fazer bem. V Je
iuel Antonio Ferraz o. dous sumarios de que Corjnlu de Suua Muniz. i os bonzos: elles oucerram-se nos conventos,
ira la A rcicriua rtiav,,u *
du. Silo Paulo disse a um centuriSo que es-
lava presente : k He-vos permettido tortu-
r*r um cidado romano, quo nao foi con-
demnndo ? O tribuno veio ter immedia-
tamonte com Paulo e I ti > diz. Sois cidadSo
romano ? Paulo Ihe respondeu : Sim, eu
o sou. Ao mesmo tempo aquellos que de-
viam dar-lhe tratos se retiraran), e o tribu-
no teve medo sibendo que Paulo era cida-
dSo romano.
Dlsseinos que o governador da provincia de industria legal, uem meios de existir, iovenla-
Canto liaba posto em liberdade o missionario rain urna fabuU, e pretendern que depois del-
e entregue ao ministro dc Franca, bste gover-1 le ter passado tres das no tmulo, resauacitou
aador representa aqui o tribuno Claudio Lysias, le subi ao co quarenta dias depois. Kstc con-
migos da ordem, inimigos da religio, da fami-
lia e da propriedade ?
0 prefeito conta depuis como Jess Ghristo
foi entregue aos tribunacs, c punido segundo
as leis:
O rei da Juda, diz elle, o fia prender, ei
foi punido, conforme as Icis do rciuo, com
supplicio da cru*. Seu aangue correu at que
todo o seu corpo fu:mi inundado ; elle levuu as-
sim sete dias em inorrer, c dcram autoridades locaes para fazc-lo sepultar. M
seus discpulos, gf nte que nao liuba nenbuma
o qual eovlou San Paulo ao governudor Flix c
Ibe escreveu
a Claudio Lysias ao muito excellentc gover-
nador Fclix, saude. Os Judeos teudo-sc apo-
derado desle bomem, estavam a ponto de o ma-
tar, qnando cheguei com soldados c o tire! das
suas in,ios. tendo sabido que elle era cidadao
romano. F. querendo saber porque crime o ae-
cusavam, level-o para o seu couseldo, e abi
acbei que elle nao era aecusado senao por cer-
tas cousas que dicm respeito sua Iei, sem
que houvesse nelle nenhuui crime pelo qual
fosse digno de morte ou de priso. E sendo eu
avisado de urna tentativa que 01 Judeos tinbain
formado para o matar, eu vo-lo envi. ..
O misslouarlo fraucez, poderiamos diccr o ci -
dado romano dc que fallamos, nao s foi posto
cm liberdade, mas anda, recebeu reparaces.
Anda aqu achamos um ponto de aualogia com
San Paulo. O apoatolo dos Gemios tinha viudo
com SiUs ter com Filippe na Micedonla, e am-
bos foram presos, lie all que, durante tem-
pestade, aa portas da prisa" se abrem por si
mesmo, e ento dUem oa Actos:
O carcereiro veio ducr a San Paulo : Oa
uiagislradoa mandaram que vos aollassein ; aa-
b pois agora c ide-vua cm pai. Mas Paulo Ibe
disae : our depuis de nos ter publicamente
espuocado com varas, sem coohecimcuto dc
causa, a nos que somos cidadaos romanos, pren-
deram-nos e fateui-uos agora sal.ir da priso
ecretaiuente Nlo ha de ser assitn; cuuipre
que ellea uiesmos uus veuliam tirar daqui. O
carcereiro veio contar isto aos magistrados, os
quaes tiveram medo sabeudo que elles eram
cldadaos romanos. Vieram portanlo deacul-
par-se....
Os magistrados desculparain-sc com Sau Pau-.
ti foi inventado por elles para attrahir os ho-
mens doutrina que elles pregavam...
Depois de ter as.i.n exposto aus seus admi-
nistrados a origen, bistoricd dcsta religio cs-
trangeira, c ter mostrado que seus inveutorca
rr.uii homena obscuros, lirados da vil multido,
o prefeito que parece ser um homem de lettras
e esclarecido, um mandarim sem prejuizus,
passa a demonstrar o absurdo da uova doutri-
na; e collocando-se deleito do seu ponto de
vista, deve-se rcconhcccr que elle raciocina
mui lgicamente :
O facto, d elle, nao poderla ter-se passa-
do como contam; porque, se isto assiui fosse,
como seria possivelijue um corpo que era o se*
uhor do ciii), fosse tao pouco scuhor de si mes-
mo para que podesse ser morto e pregado ciu
urna cruz pelas ruaos dc vulgares mortaes?.....
t. este corpo que era o graude ministro do ciu
e da ierra, podia tudo, excepto dar ao homem
a punico de seus peccados, e por isto foi obri-
gadoa aollrer o castigo em seu lugar.'
Esta liogoagem uo he a mesma dos Judeos
durante a paixo, c que be assim cuutada :
Aquclles que passavam por all o blaspic-
mavam agitando a cabeca, e diiendo-lhe : Tu
que edicaa.J o templo de Dos, e que o reedi-
ficaste em tres dias, salva-lc a ti mesmo c des-
ee da crux! Os principes dos padres com os es-
cribas, cscarnecendo delle entre si, diziam:
Kllcsalvou a oulros, e nao pude salvar-so a
u.esmo!
Tamben, se acba uo evangelho que Jess
Chisto disse ao bom ladro, que eslava cruci-
licado nuil"' delle : Em verdade vos digo,
eatareis hoje comigo no paraizo. Elle di/,
ainda: llavera inais alegra no co por uiu
iiiaiuj.i-la, vacilante e indeciso lueamn sobre a
primeira palavra, que devia (anear no papel.
Sem duvda vai-me aeccando a vea, morren-
do o estro, c enfezando o genio com a idade.
Pobre dc mim Pois he pena, e nao l qualquei
pena, por um motivo pequenlto, mas sim gran-
de, lameutavel, seuslvel e irreparavel. He pe-
na por perder V. inc. e o publico sensato, duas
estiradas missivas semanaes, que fazem um bem
aollVivel enchimeuto uo seu Diario, e provocan,
o soinno ao uiaisdcspcrto leilor, ao que se achar
mais ailVctado de inso'nnia.
Detxcmos essas lamentaces extempornea*,
ej que, sem saber o como, est comecada a
mtisiva, passeinos aoque importa.
A pouco, oa villa do Pilar, um individuo des-
cobrio um meio fcil c breve de enviuvar, que
ollercce a todos osdesejososde contiabivseguu-
das nupcias, como especifico infalivel para o
lim. i ousislc cm nada mais uem menos do
que afogar a mulher, sendo para isso apena1,
inister palmo e meio cubico d'agoa, c uns pou-
cos de minutos de carrego dc mo na nuca{ fal-
laudo na lingoagem vulgar, porque o inventor
i.-i i be h..un ni scientilico. j
O inventor cxperlmeniou pcssoalmentc in ho-
minc sano, c deu-se bem com a primeira expe-
riencia. A polica, talvez receinsa de que elle
communlcassc lo importante descoberta, (ran-
,'j/iiiiuwi; mis elle espra mais tarde ou mais
cedo seu brevet 'inventiva.
Fallando com a scriedade, que o caso exige.
Poder haver facciaora pcior, perverso tull
apurado ? Certaineuic que nao. A inaueira ex-
tranha. barbara e horrorosa com que aquelle
desuaturalisado, aquelle aborto de maldadc,
abreviou os dias de sua infeliz consorte, mere-
ce urna puuicoexemplar e severa. Veremos o
que Ibe faa o jury do Pilar.
Mil louvores sejam dados a polica daquel-
le termo por haver capturado scuiclbautc
monstro.
Afora esse homicidio, ncnhuin outro me
consta.
Foi tambem preso, e creioqueuo mesmo ter-
mo, um oulro assassino, que, ha annos, bavia
inorlo um iudividuo.
Felizmente aps o crime vai apparecendo a
captura do criminoso e isso bem denota, que
a le vai fazendo sentir sua aeco, e as auto-
ridades adqulrindo sua loica moral.
Dizem-me que Naluba nao val com mullos
bona principios, c que o Jos do Egypto est.i
com vontade dc tornar para o Pillo, n-o com
saudade de suas ceblas, mas porque o MWM-
.^mu^niame-ca perlurbar-lbc a tranquilli-
dade corprea.
A 3. commaica est um brinco c oa valeu-
tes eseunmuctdores, audam cm botandoi por on-
de Deososajuda.
Dlzem-ine que
o coronel Joaquim Gomes,
$peccador que fa* penitencia do que para mandando faier unas eacavaoes em ierra*
\
MUTILADO
HM
-.Jl


RIO DE JANEIRO.
ItIO, II I)E JULHO DE 1852.
Bem tcdizia cu na mintia antecedente,
do scu cr.genbo Carca", chara mis pcdacoi O Srs. Talles, Met, Costa, e nono Joao do
de ruina du consistencia ii>hIi rija do que a c Trcin. c oulro, cujo nome ignoro, eiTcram
ra braucaempao, c mais alva do que ella, que ptimas, e dou-lhes os nicus embona pelo
te derret- c iullama fcilmente, e que Junta mullo, que eoocorreram para o bom desenl-
io cebo d boas vellas. Se for abundante a peuho da peca. KoSr. Sunnames? Que bre-
mina teremos grande fornecimcnlo, de vellas geirao :! He o melhor criado, que a amito vejo,
niuilo breve ; o que eu eilimo, porque quasl Tenho multa aympati a por elle, e ealou vendo
cmnre Ihc cscievo a luz de carnauba, que que acabo por fater-lbe ulna grosa de sonetos,
me cusatu) res cada uina relia, c nein por entre os quaes sempre apparecera um sol-
so d elaridade sumeiente, pelo que as pala- fnvel.
vras licain mal lineadas, dando em resultado Quei-me parecer que esta ja val bailante es-.
scri-m eslropradas pelos seas compositores com lirada: porlanto dispooha da boa vaniad-
tal cello, que cu incsmo au depols as nao co- que Ule Idilio, c cinquaulo nao Icin opporlun
iihecu. Milborando de lus espero faicr alguin dad--, |0M saudc c felicidades adobadas dos
inilhoraincntonacallgrapbia; asslm o Dengoso competentes cobres, que multo alcgraiu a via
iraga tambeni bons oceulos dessa provincia. e abnlhaulan o corpo.
ecorre um pensamento por fallar cm occu-__________________^
los, que nao delia de ter bastante justica, c de
me facer algum arranjo, se lor approrcitado.
Conheco por aqui untos rapaiinhos de pouca
idade, que mam de oceulos, enm to boa vis-
ta, que sao capazes de iuliir nina agulba no
escuro ; bem poda algum dellcs trocar comi-
go os olhos, c licavamos asslm amlios salisfci-
tos. Eu fornecido de boa vista por alguus su-
uas, c elle necessilado de oceulos, c asslm po- guisado havid) onlro os senadoros D Mi-
deudo usar delles sem pcrlgo de dar com as |1()ll| e <;groero i_ej0 : agora lenho de com-
ventas por al,;iiina quiua, como acontece aus muicar.i0 outr0 desafio, entre OS senado-
que nao eucoutram boa vidraca. maiquez de Casias e Monlezuma ; a sem-
l'iriiai.ui) a iiossh rosna, pitrru-nic (liic o ^ ,. oh*m..
gove/noderaumapequena amostra. Mr Gru- pre um Consolhoiro .Pesiado I ASH>r.a
iet, naiuralisia, que aqui se aclia, e que elle passuu-se PBra a cmara dos deputado, o
a declarara resina lossil, c i|iie pode ter bas- IndustSo para o sonido. O Monte/urna, "a
tantcsprestimos, que nao podem ser bem de- discusso das forjas de torra donunciou SO-
terminadoseinquanln nao lor submetlida a ci- ffrimonlos e mos tratos no excrcilo, e cha-
pirlencias chimios para as quaes Iba falleccm mim H autora ( n3o sol se lio proprio o ter-
.ii i as commoilidades. Esiou convencido de mo ) )0 mr(]uez Je (axias : esta respon-
que o governo nao descansara en. Jw n,( deu de modo quo excilou 04 espirites do
iagstiss: mtss a "-5WL! ist \\r^L\%JS
Di.enimc mais, que o mesmo ,.ir. Crunel (.renlcll a esto ultimo por parte do marquoz,
icm encontrado uesia capital algumas amos- como o anuo passado do mesmo iloulezu-
iras de inarmore b.anco, c prclu de sollrivcl rna ao I). Manoel por parto do Carneiro
qnalidade. l.eSo : de maneia que cstou, em quo esle
No da II assisli a representacao de Vaudc- Mnnlczumi nasceo cm moz de m ventura.
ville tainocs do ltocio cm benclicio da sjni- ycrdsile lio qua o Monlezuma no seu modo
patulea l>. Carolina. A r.pasiada cxcceu-sc j f ( r arripiaras vozes ; porm co
en. --'-. %1Jo,il>i-ar,,,A 'S2 ditoqu, o m.r,,uSz moalrou-ae W^e
O Si. Hollanda Cavalcanti:O qae se
ha de fazer t fseani-mo presidente da c-
mara.
Urna vos: -Isso portenca i polica.
OSr. PrciioVate: NSo acho meio no
regiment pra evitar,..
O Sr. Hollanda Cavaleantl:O regimen-
t he V. Ex. manter a dignidade da casa pe-
losmeiOS que qui/er
OSr. Prndente :NSo sou responssvol
vantade p0r 8qU j||0 qU0 sc passa f-a da casa.
LP..r.l"" O Sr. llotlanda Cavalcanti: Aquillo
que so publicou nSo m: digno de algurna pro-
vepcSo?
OSr. Dantas : Nlo nns compete.
O Sr Alees Bronco : Compete.
Continuado o Sr. Hollanda Cavalcanti a
discorrer sobre o objecto om discussSo, lor-
2
METAES E FUNDOS PUBUCOS.
Metaes.Oncashespanhlas. 3oyo00
da patria. 30/000
a Pecas de (i/400, velha. 16/000
Modas de 4/000 9/000
.. Pesos licspanbcs 1/910 a lf)30
. da patria. 1/900
a Patacdes .... l/9a0 a l|04o
Apolicca de 6 por cento. 102
provinclaei i 100 a ]ii|
^Jornal do Commercioj
PERNAMBUCO
Hcjiarticao da polica.
DA 20 DEJUI.HO.
Illm. eExra. Sr.-Koram hontcm presos; .
miaba orden, Manoel Ignacio da Concei- eamoigas, e sao dotados de bstanlo gene-
de oITender-me, dirige tamliom doestos a
pcssas quecertamenle no ettam no nivel
do Sr. JoSo Vieira, como sejam os juixas que
nesta comarca tem proferido algumas leci-
sOes sobre o mencionado pleito, e os que
compOam o integro tribunal da relelo que
as lom sustaotado, foro he que ou Iho res-
ponda e o publico ver as justicas das quei-
xas do Sr. Jo v. Vieira,cujo nico fundamen-
to ho nSo lorotii os tribunaes sustentado o
seu capricho. Mais saiba o Sr. Joflo Vieira
quo os dignos juizes quo CompOem o integro
tribunal da rellacao, e os que administran)
Justina na comarca do Cabo tem bastante
independencia o honestidade para nan se-
ren influenciados e dirigido por quem quer
que saja, e para repellirem suas insinuarles
mina pouco depoiso scu discurso comas so- cao, por ataques que lizera a urna lentloella rosldado para despresarem os insultos e a-
guinlcs palavras : Ida guarda da cadeia ; ordem do subdele- leives que se ihos quairaro assacar.
,,- .,.. ".<- ........- ------: Cesso de fallar porque desconlio que al- gado da freguezia de Santo Antonio, Ber-
ci- mau querido Liborio : o inundo yai do mal g CQUsa pre0CCups ittenftlo dos no- nardo Custodio dos Santos, por ter sido en-
n- a poior! O anno passado te noliciei odcsa- ^ sena,Jores i centrado fora de horas ; a ordem do subdo-
c^e^goln^
xa, qiiantoamini, de ter algum mrito, ain-. pudor lis.r d.i palavra para consurar os ac-
da que sc llie noten alguns descuidos. ios da a lministiac.lo quer civil, quer inili-
Publico illnslrc, cuja PAMA "Iciifa,
Pelas cem lubas d'ouio sl{ar au cume
() nome egrrgio,(|iiccin si remma
As virtudes, que u eco cm ti sustenta ;
Permilte ao coraco, que sc aprsenla,
Tomando a gralido so por scu nuuu.
Tributar-te d'amor grato perfume,
Kui trocada alta eslinia, que alimenta.
He iniiiio humilde e pobre a miaba //rende;
Mas iscnla da lisonja, on vil engauo,
As almas generosas UdTCl renda.
E por esle acolhiiiicuto mait qut human.
Em toda a parte loinarel por senda,
As virtudes do povo paraliybiuo.
.^c acaso inserir no sru Diario o soneto, Icnha
lar, o com mais ou menos rasao notar
malver.sai;i5 'S ou deloixos, onde vai a ulili-
dade tribuna parlamentar? Onio licam
as tantlgeni do systcma representativo?
(Juem sali os abusos, ou mais benignamen-
te, as fallas e descuidos dos eocarregados
do forneciinciilo do exercilo, au qual um
da falla a lamina, oulro dia o sal, outro
da o capole, etc., etc.? O marqunz disse
ao Moctezuma, quo o alo apoiava, porque
pensava do oulro modo, e Ine n3o respon-
ilia porque nao tinha facili Jadc de fallar.
Sobre eM6 tpico ouvi notar m OSSI Jo
meu coslu-nc, que quaudo o Manoel da Pon
seca l.iiua e.Silva, lindo marquez, foi mi-
nistlO da guerra, ora o Monte/.uma depu-
n cuidado de pedir ao incii cullcga, e talve tc i talo, o as discussOcs da cmara nunca foi
miaba idade, corrcspouOentc da Vnito, 'l"c p05jjve| arrancar urna palavra ao tal minis-
nao tome entre denles, e para que lenlia i|uc
laer Ibc oltereeo um quaileln de oulro pira
que Ihe descubra o verbo e com elle o comple-
mento doseutido. Se lal rtcscoberla her, para
a qualj teuho dispeudido duas dunas de ca-
bellos de miiili i calva, entilo ser para Dtlns o
pheoii dos cbaradislas, e declfrador eximio dos
enigmas, atajac simile do mesiiio poeta aulor.
um magnas Apoto c ganbar alui disso, um
premio que ac acba volado na academia Oailicc-
l'ar/a.
Ei-lo:
Qual nltupha, que wi/i7 aura respira,
Que de alvas vestes le scdui amores,
Que emliriiga c'os ollios inalaitores
Por mgica illuto, quem mait a admira.
Como lalve o piiineiro enigmtico quailclo
Ihc exeilassea curiosidade, sempre Ihc mando
0 segundo para dar mais que taier ao dilo cor-
respondente que tamo lem fustigado M palos
que nessa bella provincia iain-scculroduiodo
enlrc os cysucs.
La vai:
lal otransuuiptohc poi quem delira (E est!]
Cont propicia a fadas c a louvores ; (Que lal.)
Tal dos nuines a Dea, e dos amor (lloa fes la!)
Que folgaiusc ella ri.ousc suspira. ^Ter igual.')
J vejo que V. Mr. est ancioso pelos dous
tercetos; mas uao ihe salislaco a vonlade, por-
que tenho mais obra, c nao somcuos. Oh.1 j
vejo a rapasiada irritada ciulra iiiiiu ; mas nao
lem raio. Nada mais laco do que dar publl-
cidade a versos, (jue loram espalhados entre o
povo, c que por Isso sao dn dominio publico.
Agora vai um quarlelo c um terceto de ou-
tro soneto.
Ei lo:
.Sublime na secna cllaapparccc,
1 .aleando ufana o palco fM disttouro
pos...
tro, fazcniose-lho esta observar;ao, res-
pundeu a quem Ih'a fez, que elle era um
pouco zanga lo, e sc i)5o pegava com o Mon-
tt-zuma; denuinoira quo para esses sonbo-
ns o Montezuma he o phantasma do Bruto.
Deixemn-loa, porcm, que a batalia de Filip-
pe felizmente nunca Ihes cli-gar. E vamos
a outra cousa.
I.uiz .Napoleilo mandou Urquiza as bo-
tas com quo assislira a fosta da dist'ibuicflo
das guias no Campo de Mario, e o gaucho
apenas calcou-as sculio-se mais iuquieto,
mais traveso o mais fogoso, do que tu, meu
bom Llborio, n'aquelle dia om que ocho-
rista te ps,iegou um capuz ; eajnlou tro-
pas, veio a llucnos-Ayres, dissolveo a hon-
rada salla, preniuu representantes, fez de-
poitar alguns, o trancuu as lypographias;
e na minha opiniao, c do toda a gouto quo
peoit, fez multo bem, alias perdera a sua
obra, perlera a frca moral, e o presti-
gio; n (icaria intoiramontc inliahililado para
levar ao cabo a organtsacl da co istituicSo
f -doral, c aquellos paizea leriam da llcar aiu-
H por construir durante muilos nnnos.
Iluonos-Avres, cidade commercial, popu-
losa e rica, senllora al boje da emuocidu-
ra dos ros que lnnham alguns dos oslados
internos, tinha em suas hijos as chaves do
paiz o o monopolio docommercio estran-
geiro, e nIo he com olhos enxutos, bocea
ciladi, o bracos armados quo ha de ver fu
gir-lha a garca das m.1os. A opposicSo,
pois. clamoa na discuss.lo cintra o cunvo-
nio feilo omS. Nicolao, eatre osgovernado.
res das provincias, chsmou a Urquiza usur-
pa lor, e do tal forma sj liouvo, tanto exci-
lou o< turliulcnlos contra os ministros que
esto c o governailor Lopes pedirn), onde-
O SR. MONTERA E O SB. MRQUEZ DE ^ S^tS, po.t.r diserlor, e" Manan.
Sr. redactor do C-'-reio Mereantit. A con.i- M.ria da. ConceicSo, par. averiguacOos po-
deracoeom que Vine, me tem sempre tratado liciaes; a ordem do subdelegado da Trege-
me anima a rogar-llic o obsequio de publicar zia da Boa-Vala, o prelo Caetano, escravo
noseu jornal asearlas aqui jumas por copia. de Jos Coutinbo, por crime de furto ; ea
Aprovcito cstaoccasiao para oll'erecer a Vine, do subdelegado da froguezia dos Afogados,
novos protestos do respclio c amliade com que p,|ippo de Tal, por crime de forimento.
lenho a honra de aer de Vine, limito alteocloso |)cQS guIrjB g v tC Delegada do poli-
venerador, amigo c orlado., ca do primeiro districto doste termo, 20 de
jullio de 1852, -- Illa), e Exm. Sr. Dr. Fran-
Quem vip o Sr. Jo3o Viera dizer tor acce-
dido as minhas rogativas e emprestar-mo,
apezar das previstos de alguns amigos, a a-
regado"d"a 'regijezia d 's. Jos, Autonio do I vullada quantia de 43,*37/33 persuadir-se-
A/oallumiT.
Itio Comprido II de julho de iS.'i.'.
o Illm. e Exm Sr. consclbeiro. Tendo V.
Exc. dito no senado, na sessao de hoje, que o
excrcilo dollraiil Viviana desgracae na miseria,
com cxcepeio de alguns filhos predilectos da
fortuna, que niio chegarlan a uina duiia, ac-
crescenlando que cu havla de reeonhecer c
confirmar islo uiesino, respondi a V. Exc, em
um aparte, que nao havia de confirmar, porque
pensava de oulro .. odo. Enlao V. Ec. conli-
nuou a dirigir-sc a inin, diiendo que eu havia
de expor as rasi5.es porque nao conlirmava a
proposicao de V. Exc, mostrando una vonlade
cisco Antonio llibeiro, presidente da provin-
cia. Antonio Itangolde Torres Bandeira,
dolegado.
DIARPETMJBCO. _
RECIPE 21 DE JUDIO DE 1852.
Pelo vapor inglez Sei-rn, ntralo hoje do
deliberada de querer urigar-mea dar explica- Sul, recabemos alguns jornaes com datas de
cocs, para oque V. Exc, nao tcindireito algum. 13 a 15 do correnlo, o lambem a caria do
Parecendo-me, nois, que naquella proposicao, nosio correspondente, quo deixamos exara-
e nesta insistencia, assiin como no modo por ja c.n oulro lugar.
que V. Exc. se dirigi a iiiim, havia da parte de lerminou na cmara dos deputa los, no
V. Exc. iuteucao de oliender-uie, espcre que d ja j discussSo do crdito de 800.000 rs.,
SOS?:.:nd"s.VC Ko! rec's'd'oaaa'r-ni'a pe.ido pelo governo para acquistcHo de va-
nessaoccasiao.eavisladoque.depoi.queno, poras destinados ao cruzeiro da costa, que
separamos do senado, se passou entre V. Exc. llevo reprimir o trauco de africanos, sendo
co vice-aliulranic Grcnfcll, que, aedido meu, o projecto epprovado por grande maio-
sc encarregou de procurar a V. Exc, voupor rj,_
indo desta cari, reclamar a dila lallifacao, a y gr_ Azambuja requorou qua o referido
que espero que V. Exo. se nao negara. projectOOutrasse no dia Soguillto em tor-
Scu ltenlo criado Marque: J, Lavas f dliCUSsSo, e O seu requerimento foi
. Ilin.c Exm. sr. marques de t,axias.-Ksia i
niauhaa rect-ni a caria de V, Exc. datada de epprovado. ...
Iioiieiii. Nomesaio diapnncipioua discusso do
n Ilcfcrindo-sc a algumas exprcsscsdo meu orgamenlo da mantilla.
discurso; a uina vonlade deliberada que V. No dia U docorrento prosoguio no Seaa-
Exc. dii que inoslrci de querer obrigar a V. do a discusso da propjsti das forcas do
Etc. a dar aplicacoes. para o que, na oplniao lBrr> sendo approvado o arl. segundo com
de V. Exc, cu nao tinha direito ao modo por- as emenJas da outra camara.e (cando adia-
ba sem duvida que essa quantia me fora
emproslada gratuitamente: nao .cria me-
Ihorquo o Sr. Juo Vieira contasse o fado
tal qual foi, que nem por isso perdera do
seu valor, islo he que mo deu a premio do
um e meio por cento a quanlia do 3-2.000,1000
a qual co n o juro quo devia vencer no pra-
ae estipulado formou a somma de 43:437,233
ficando-lhe hypolhccaJo o ongenhu novo do
Cabo ? Que o Sr. Vieira achou essa garan-
ta to importante que pela escriptura de hy-
pothoca se compromotlcu (car com olle por
60:000|000, quando o patacao rslava a 1.440
rs., pagando visla o excedente ? 0*Sr.
Ju3o Vieira iio ignora quo o engolillo novo,
assim mutilado, como diz estar, esteve jus-
to como Sr Luiz Comes Forreira pela quan-
tia de 70:0001000, dando desobriga da sua
hypothoca, como multo bem sabe o Sr. Dr. csiar sujcllo ao pagamento de suas mensa-
Publicado a pedido.
ESTATUTOS
Do eolleglo Sanio Afronto.
Dirigido pelo abaixo assigoado professor jubi-
lado na cadelra de geographia e bistona do
lyccu do reclfe.
Arl. I. O colleglo-SANTO-AFFONSO tem
por flm a Instrucelc da moeldadt.
Arl. J. Nelle enslnar-ae-ho os inesmospre-
faralorloa que no collegio das artes do curso
aridico.
Att. 3. Para o enslno da respectivas mate-
rias serao nomcados professores de reciubc-
cldo mcrlto.
Arl. O Collegio recebe pensionisUs, racio
pensionistas, c alumnos externos.
Art. 5. Os peuaionistas pagarao 2o|iinn .
raensaes, sempre adienlados; os meo-peusio-
nlstas l .'/ni"! rs. e os externos, de latina,
Ijomirs., e dos uutros preparatorios 5s000rs
Art. 6. O Collegio nao droupa lavada, ncm
emgomada, e aquclles que a quUercm receber
delle, pagarao mais 51000 rs.
Arl' 7. Os pensionistas lero, regularniCDIe,
poralinoco, cb ou cafe prclo, po lorradoe
maulelga; ao jantar, sopa, cosido, assado ,
bifes, doce ou frutas do lempo; e ccia o
mesmo que no almoco: havendo feijoada ,
quintal tenas, e mao de vaca aos douiiugot.
Os ineios-pcnslonislas lero o mesmo trata-
in en lo na parle que Ibes diz respeito.
Arl. 8. O Collegio lamben) dar luxes de ve.
la para o estudo i noitc, c banbo aos alumnos
as quarlas c sbados.
Ait. a. As desperas com molestias, e ouirss
imprevistas serao por couta dos paes dos alum-
nos.
Art. 10. Wcmhuin pensionista ou meio pen-
sionista sci conservado no collegio delxando
de pagar as suaa mcnsalidades, segundo o
cstabelccido uo art. 5, e bem asslm ser des-
pedido aquellc alumno de qual quer elasse que
seja, que deulro em tres meics, se mosirar
iuaplo para o aprendizado, ou de um proce-
dlmento reprehcnsivcl e incorrcgivel.
Art. II. O allumno, nina ve; matriculado,
Com brilhauc luslr igual ao curo(Couiparacao i au, domissam, quo a h Mirada salla
Euireoiitrosmelaes,r/,I/.rC,xto. dat.a,,for. ^.^ ^ ^ 0 qu0 jcu
l.xallai a lama c gloria al/n
111 '" aclrii a noire Carolina,
A noble actriz, que gloria Ihe non falla.
I. eui io n.ei esl divertida ai'C/u-wiiini, que
acommcllcu a illustrada clalsc dos diletantesf
Ccrlaincnte.
Que feliz leinbranca a que live de ir eslular-
lugar ao com-
lortamento de Urquiza, que alguns comc-
oam a alcunhar de novo llosas. Mas ou que
soi o que sc passa nos DOMO! captulos, que
algumas ve/cs nao perderan! a venoravol or
ilemseralica so nSo hotivosseum poder forte
me a favor do Urquiza, quo nSo dove, de-
quc icii icinu.aut ii|u ht> uo j. "*- noia ,|e lautos sacnliciis, de tantos trba-
me por qualio horas 1 b nao su cjlular-ine ro- "' < )'"""
no collar-me ao banco, rijo como mil diabos, Ihos coiisenlir que algn
para nao licar sem assenlo, porque crain mala
os asscnlaudoi do que os lugares. Ccrtaincnle
valcu bem apena o ver algucm de quem podes-
c dlzer.
Amigo Aprgio pales, Mi vea
Monsicur Amaldn, pralieo Archilcclo :
0 r-oiii, Paraclossi, c Bibiana
Tras all no emicraneo ; a Perspccliva
Na pineal Ihc velhica com tal forja,
Que emcadapulsaco da Iraca-arteria,
Um soneto magniiico levanta.
Mas valcsie, ou niio a pena pouco Ihc impor-
ta, o que qu-r be una nova amostra do ultimo
ouclo ; pola bem l vaodous tercetos, e com
o que Ihe lenho passado s inaos de dcslrocos
le sonetos por uiim mutilados poder compor
bem dous, com algnma quebra sim, mas com a
mesilla uniade de pcusaiiicnlo que cada um
driles liulia.
Ei-los:
Com pasmo te hoje v o mundo inlciro,
E ucllc gravar o leu rrnoinc
O leu scenico garbo prasenleiro ;
Aceita pois na H'rabyba o cogitme,
Que le vota um filho sen, um brasileiro,
J que mais nao pdc dar, cm que le OStOMC.
E rntao, nao pensa comigo que o eutro Para-
lubauo vai faicndo assombros Nao pensa que
posso diser com o graude Francisco Manoel,
que nao coubeco de vista
......lie gran desgraea
Que a real academia nao fabrique
f'ara estes empestados de riiim pbrasc
Um l.aiarello e boa quarenlena,
linde per doctas ralos curados sejam
Com xaropes de corda ou de azorraguc,
Como doudosdc nova phreneria r
(Jlhein que niio sou cu quem Ihcs recolta o
lal emoliente, c sim pessoa muito habilitada,
que
Irritada da dr de ver aoinbadi
Per insulsos pichles,
A lingoa de Camcs sonora epura.
Mies applica como professicnal esse recipe, que
minado, aem duvida, producir, prompio cuel-
lo Basta de sonetos, e quanla versalhada ap-
iiireecu naquella noile de tempcslade rhiinada.
A peca foi muito bem desempenbada. A Sra.
I). Caroliua eateve, como sempre. apreciavel
De seus formosos olhos vencedores.
Amor as armas tem na elaridade ;
Como ha de voar livre uina vonlade,
Por entre aljavas, arcos, panadores t
s demagogos del-
llouvc violencia, os
queixom-se do si o
Nao hepossivel. i Sra. 1). Ilenriqucta
.1, .ni-
hou mui bem o papel de beata, ecanlou
, uina .osiWm, qne nao deixou de tocar al-
prn
com uina
guia fibra
lom a perder ludo
exaltadoi approvaram
to'iicni juizo.
Agoia que vou focliar ( 9 e mca da nol-
te I porque ho preciso por esta no correio
amanhaa dcnnnhaa, ouqo varios tiros do
pesa na baha tal vez se|a algum barco em
perigo.
Na cmara dos deputados do Montev loo
pnz-se no prembulo da le viuda do sena-
do approvaudo o tratado do limites com o
llrasil, as seguimos palavras, puuco mais
ou menos :-Na espranos de ulteriores mo-
difleaoes qucsalvem os vordadeiros inle-
resses da repblica etc.Com tal accrcsci-
iii' i. ni a I 'i de vollar ao senado, o suprte-
se haver junrjSo, oque nolla ser elimina-
do o tal prembulo. Moitos vem nsso
urna origem do novas dilliculdades o com-
plcages, mas outrns dizem que n5o, por-
que prembulo nSo ho le, nem p le alte-
rar estipulagOes de naco a na(3o, urna voz
approvado o tratado; o prembulo aponas
exprimo um desejo, un voto; o qusnio a
mim um sslvo-conjucto contra qualquer
reparo do paiz.
O lrmo Andr.
dem 13 .le julho.
Transcrcvcmos hojo a corrospondencia
quo o Sr. s>nador .Mont'Ziima mandou in-
serir houtem no Correio Mercantil rclativa-
carta a d'ita satisfaco. naesTleslacados. O debate foi sustentado
Eucreio que fui inleiraincntc urbano com pelos Srs. O Minoel, Costa Forrdira, minis-
V. Exc. asslm como osou com todos, levando roda guerra, visconde de Olinja, Verguei-
a mioha delicadeza a declarar que me calara, r3i Tosa, e bar3o da Boa-Vista,
e passava a outro assumpto, logo que V. Etc. 0 Sr ||0|anJ a Cavalcanti appresenlou
disse que uo fallara porque nao unhao dom u||J|| emenJa propon lo qu.io recrutamento
da palavra. ,..,.,,, pra o exercilo seja feilo por contrato, em
xa^ par &?^XX8S qo P ta,nbm entrar os estr.ngoiros,
que se fundava, para que com lana vehemen- que conh cerem a lingua do paiz. Uto po-
da me deu o scu aparte, negando o facto por derSo taes contratos ser fonos por mais de
mim asseverado rclativainenlc ao estado do f, anuos, 0 o estipendio sora pago ora mo9-
exercito pelo que respeita a seus sidos c gra- di crtenlo, depais do fcito o servico, se-
tlficaeoei? Porque se nao comportou como o mostra| uu annualrneute, n5o obstando isso
Sr. ministro da guerra? que no acto do contrato so adianti um ou
Pelo que vejo, i.to he, pe a sat,sfata. que t Jo C0IllracU|lle ,iadur. As
Lf^ffiZ^tl^oVZl PS .ctuaes. que, leudo completado o
liltios predilccios da fortuna; porquauto, nao sou lempo, uo tivorem anda Udo baixs,
tendo eu proferido o scu noinc, sopor esse re- serSo gralilicadas com 100,000 rs por cada
celo d-se V. Fie. por oHendldo! Pois creia V. gnno quo telilla J> servido de mais.
Etc. que ni o i la ente desejarla ser rllho predi- Furamappreseilladosas S.S.MM.II.o Cava-
leeto da fortuna, c cu entro neste numero. E ||lelru t Ceorge eai IDSSO CSpocial ao Rio
governo francaz, o
frauceza com seus
. ministro de Ingla-
Ecumprenolar-scquc o Exm. Sr, minis-- trra e seu secretarlo que Vio igualmente
tro da guerra, para quem nesia mesmo occa- em missSo para o Rio da Prata.
sio appellei, antes de apellar para o julio pra- o Diario do Itio de Janeiro do 13, roforin-
tico de V. Exc, se nao deu por agastallo. do-se ao lornal di Commercio annuucia tar
Emqnanto ao modo por que quando falla- ci|e(a,]0 Cort'-, pelo paqueto inglez l'rinee
va me diriga a V. Exc lembro-lhc ojultoque g r,t;[jCacj0 do presidente da repblica
Alcanforado que assislio a urna conferencia
a esle respeito como seu advogado, a qual
IransacSo sa n3o realisou por molivos a-
llmios ao valor do predio. Saiba o Sr. JoSo
Vieira que o engenho novo com os 11 mi los
que justamente tem, e sem os arbitrarios li-
mites quoelle Ihe quer dar,choga muito para
pagar a sua divida, por isso quo he muilo
bom do ago?, com obras qao antes n3o li-
nha,com torras para fazer as safras quo qui-
zar, inultos coreados foitos do vallado, ma-
tas uilii-i.-ules para o sou maneio ; o atten-
dendo-se aos procos porque se tem vendido
lidades, e o collegio nao admille descomo
gum sob qual quer pretexto que seja. O ntei
principia ia enlende-se vencido para scu paga-
mculo.
Art. 12. Cada pensionista Irar scu balm
com roupa sulucienlc de uso, cama de vento,
espclho, proles c tesnura de unlias, cscova de
denles c de faci, baca de rosto.
Art. 13. Nemhuin pensionista poder saln
do collegio sem previa liecnca do director e
sempre acuoinpaubdo por pessoa de sua con-
fanca.
Art. 11. O Collegio trabalbar todosos das
uteis de maulla e tarde.
Arl. 15. Sao feriados no collegio, alcm dos
COMMERCIO.
ALFANIIECA.
lecto da fortuna, c cu entro nesse numero, r. ||,eiro g[ Ceorge oai mis:
desejarla ser real e ellectivamcnlc un delles se ., naris do B
a inunificcucia imperial nao tivesse, tanto pro- .,,_.._, A* L,nnadral
SS?* "Cedid0l0d<" "nCUS "' SStoS e o!
Orieiil .1 ao tratado de 15 do maio, sendo o
do meu discurso e de todos os seus iucidentes
SSum^^ r. D. Audr Lamas o encarrogado da troca
n ii.luido lodo oseuado o mais profundo si- das ratlIlcaQOes
lencio cmquanto fallel; o que nao accontece- Foram notnoados consolhoiros do guerra
riase por ventura faltassc eu ao respeito que os lonentos generaos Antoro J. F. de Urilto,
devoao senado, comportando-mc nom um col- j|aIlor.| da Foiisoca Lina o Silva, o lente
lega de um modo improprio oudesalroso. Mas, Kenora| graduado Jo3o Paulo dos Santos
einlim, dlsso sequeixa V. Exc. rara satisfar- gaf 0 S:.crelariu ,
.o incumbe a V. I.xc. dizer-me o modo porque
quer que eu rae dirija a V. Exc quando me der
algum aparte e cu emenda dever tomar em
consideracao esse aparte,
o V. Exc. dizque, linda a sessao, me pedir
.. *r.*. M 0,;ad
o qne nao admira, atiento o eslado de concen-
trada irrilaco em que cnlo sc achava. V. Exc.
aincay-ou-mc.
Em attenf.aoa esse estado, c Icrabrando-mc
dolugarcm que eslava edasprerogaiivasconsli-
tucionacs de um senador, prerogaiivasquc lan-
o a mim como a V. Exc muilo importa reco-
nbecer c sustentar, disse com cncrgiaque na-
da responda a V. Exc.
s A inaudita exigencia de V. Exc. collocar-
ine-hiana singular alternativa, ou de pedirla
V. Exc. me indiq-ie os assumplos em que nao
devo tocar, c as proposites cm que pode jul-
gar-se comprehendido, ou renunciar o direito
que me d a lei fundamental do paiz de tomar
liarle nas|discussdcs do senado ; porquauto, a
nao ter lugar urna cousa ou outra, vcr>mc-hci
atropellado com carias iguacs aquella que live
a boina de receber.
F;sc passar um lal precedente, enlao nao
liavcr coucidadao algum nosso que nao tenha
todos os das motivo para julgar-se olleudido,
pedir sasisfaeo aos ineinbros das cmaras
por expressues ncllas proferidas, sem que alias
tenha sido mencionados seus nnmes ou alludi-
Jos por i. a na alguina, caso este cm que sera
de corto conviuhavel andarines lodos munidos
de pistolas de alcance para salisfazer aos .Inri-
los a cada momelo c lugar que nos propo-
nham, evitando assiin discussoc demora.
> V. Exc sabe que na quaiidade de senador
tenho direito a onalysar e ecusurar osactosde V.
Exc.como general do excrcilo cm operacesno
sul, c como presidente c cnto seja-me licito
lamentar a falsa poslco cm que o inesperado
procediinento de V. Exc. o collocou. dando
logara que seus inimigos digamqucfra o
rcccio dessa aualyse c dessa censura, c nao ou-
lro inoliro, que arrastrara V. Exc. a proceder
lao desusadamente com aquclle seuador queja
Uvera a franqueza de encelar esta aualyse e cen
ra, .-iiiiu de por esse meio evitar que ellas pro
mente a um infidente que occ irrcu ha dial sigam ; ou que, pelo menos, irritado V. Exc-
no sonado e que lem oceupado a attcnc.Su
publica.
Fazonilo osla Ira'iscripcSo cumpro-nosac-
orescentar que petaos competanla nos pedo
declaremos ter sido publicada esta corres-
puudencia sem aulorinagSo do Sr. marquez
do Caxias-
Na soss.lo do hontom, da cmara dos Srs.
senadores oran lo oSr. Hollanda Cavalcanti,
e nolando talvoz quo os s=us collegas nSo
prcslavam acostumala allencSo aos deba-
tes, disso ...
Eu estou fallando do baixo do ma im-
prossSo Sempre havomos do mostrar que
somos filhos do Porluguezcs, que pocm a
fechadura depois da porta arrombada. NSo
rejo na casa dous nobres sonadores, o an-
nuncia-sa que se estilo balando !... Vi hojo
publicaces muito dosagradaveis; e craio
quej*n3ohe a primeira vez que succode
cousa semelhanle, sem que nada se tenha
provenido antes que elguma desgraea acon-
teca,
. Alguns Senkores Senadores: -O que so lia
de wiz;r ?
pelo que sc havia j dilo no senado, e re-
celando a opporiuoidadc da discusso da lei de
lixacao de Torcas de Ierra, de um lado quli
vingar-sc do passado, e de oulro cncadear o
presente.
.i A vida do houiein publico, Sr. marquez, be
um tcciJo de circumslaucias tu ligadas que
uina s que (se desprendada lia he sumeiente
para dilacerar loda.
i Igualmente lamento que V Exc, devendo-
meconhecer como bomem publico, porque j
servimos ambos, pudesse duridar que eu saiba
manter adiguidade da alta posifo cm que me
acho; o que fas que, desejando eu umjuiz en-
lrc mim e V. Exc., Ihc peca licenfa para pu-
blicar a carta de V. Exc c esta que a V, Exc.
dirige
Seu ltenlo criado
a Montezuma.
' Rio Comprido, 10 de julbo de 1852.
(Jornal do Commercio.)
DEM.
CAMBIOS .NO Dl.l H UE 1UL.HO.
Londres 27 a 27 1|8
Pars. :53a90d|v
Llsbia 08 por cento de premio.
Ilamburgo. 5iaod|r.
Brrelo ; o secretario de guerra o mare-
chal de campo JoSo Carlos Pardal.
O capilo tenento Francisco Xaviorde Al-
cntara foi nomoado commandanto do va-
por de guerra varaente, que devia sabir pa-
ra o i.", da rala eiu cuiuiuissao do go-
verno
Foram notnoados membros dacommissSo
inspeciora da casa do correccSo us Srs ,coo-
selnciro de estado visconde de Paran, pre-
sidente, consclbeiro II. F. Penna, Dr. JoSo
M. P. da Silva,Bernardo Jos llodriguos Tur-
res, o Agostinlio Marques PerdigSo Mallioi-
ros.
OSr. NapoleSo JoSo BaptisU Level, pen-
sionista do eslado do Braztl na Inglaterra,
ondo fez ostudos especiaos sobo a cunslru-
(3o naval, fui uomcado primeiro construc-
tor do arsenal do marinha da Corlo.
Lo-se no Diario do Rio de Janeiro de 12 do
correte :
INSoaliancamos a noticia; mas cis o
qu! corro como certo. Cm Mongo francis-
cano de nome Fr. JoSo de tal, queso acha-
va recluso no carcere de sou couvonto por
infraccSoaos deveros do sua ordem, tan-
tou autehontem contra a sua oxislencia,
dando um si varios golpes com urna faca.
Foi dillicil conseguir tirar-llieo insirumen-
lo que elle na raiva, talvez da alienarlo
mental, segurava com incrivel forga. Este
infeliz acha-so em perigo de vida, segundo
nos informan).
Do Itio Grande do Sul haviam datas at 3.
Cosava a provincia do socego sem que ne-
nhuma oceurrencia notarel nuuvesso liJo
lugar.
O vapor i'araense, que dovia sabir do Rio
no da 10, s 12 sahio, e lie iva na Baha
19. Por inconstancias taes, que desacre-
ditan) a linha devapoMS brazileiros, deixa
a respectiva companhia de tirar dclla todos
os interesses quo poda, sondo que sl.viu-
di> ellos quasi sembr vazios, rogoilam tra-
zer algunsobjeclos do frote.
NSo recebemos gaxetl algumi da Ba-
bia. __________
oulros muito inferiores lio incontestavel que domingos c das santos, os ires das de euiru
olle clioga bom para seu pagamento, e se ,t .,,. a quarta feira de einza inclusive; de
Chega com quo direito, com quo jUsliqa hoi qnarta-feira de irevas al a ultima oitava de
do ou sor coagdo a vend ir a quo me rosta ? paschoa e os das 25 de mar^o, 7 de scplcni-
Salvo se for para sorvir a boa vonlade e bro, e i de dezembro, e de2o dedczcuibro |U
caprixodoSr. JoSo Vieira. .NSo tenho o eos- (> de Janeiro de cada anuo.
tumo do jaclar-mo daquio quo f.co o ^^V^^^t^ull
muilo monos do quo nSo faco ; pur is- *^,e "'u > i
so devo dizer ao Sr. JoSo Vieira que o enga- Art ,'7- 0s a|mn0s do collegio farao scu,
uou quem Ihe disse queeu prolestava que eximes na academia, depois de vencida, as
elle nSo seria pago, ou se fosse havia de ser materias do cnsiuo.
da forma que eu quizesse : eu disse o repi- Rccife, 5 de junho de i85z.
to, quo o Sr. JoSo Vieira havia de ser pago Affonso ioU de Oliveira.
com o ongenlio novo, e que era preciso nSo Em vlrlude do art. 4i do regulamcnto de 11
lor conlianca alguma najustica, e iiitogrida- *-**='Zc^t^daZT-
de dos tribunaes para acreditar quo o Sr. P'= udc juihodc i!m.
JuSo Vieira da Cunha levasse au cabo o ver > _Ml' c, rf SaeremenP Looet Gama.
o seu iuleuto, capricho, esbulhanlo-me de Director geral interino da imtruc{ao P.
tolos os recursos: esta conHaiiga inonSo lal- _______m.
lesse.
NSo entro na discusso do principio do
processo, o da minha qubra porque essa _
historia, como multo bem diz o Sr. JoSo
Vieira he por domis conhecida, asslm co- RsndlmontO do dia I a20.
mo tmbeme he multa historia que por a- |jom do dia 21.....
ni se conta : islo poslo ; vamos as imagina-
rias injusiigas, o procuraremos tratar dolas
em poucas palavras. He venial', quo o con-
tador do juizo foz o calculo do debito de- Descorrean hoje 22 de julho.
mandando conforme ao pedido do Sr. JoSo Briguo oscuua brasileiro Graciola mor-
Vieira, sem rclloctir, que parta era om prata cadorias.
na rasSo de 1,4*0 rs. o patacSo; o quo o juiz CONSULADO CKRAL.
mandando todavia.quo se conlasse a.dille- Kendimento du dia I a 20. .27:715,511
renca em quo o Sr. JoSo Vioira Tora projud- |demdodia21........ 125,899
cado, nSo consentio que se dosfizesso a pi- ______....
nhora feita, mas sim que so proecdosso a 27:841 410
nova peiilima pelo excedente, caso a primei- .'....'..
ra nSo chegasse pa;a salvar todo o dehilo. DIVERSAS PROVINCIAS.
a 1 a 20 1:155,26 >
RENDAS INTERNAS CK-
RAES DE PERNAMBUCO.
o debito demandado, nSo aara intil RnnJimento do .lia 21.....687,071
urna sogundi pon ora i Se o Sr. JoSo Vio.- CONSULADO PROVINCIAL.
ru t.vosso reclamado an es da ponliora cirec- nendimento do dia 21.....1.86
luar-se,como devia 1er feilo, serta certamon-
to attondila I sua oxigoncia ; porem des-
cuidando-se nSo mo cumpria sor seu procu-
rador. -
lio inexacto o qu; diz o Sr. JoSo Vioira Navios enlradoe no diaii.
quanto a toro escrivSo d processo ( Rois Rio do Janeiro pola Baha 6 dtas 00001-
.199:475,370
. 6:556,888
206:032,-.>J8
1" MV \,H>*$UJW l ii .lllll.ll lilil Em que pois foi rondo o direito do Sr. JoSo Rendimento do'dii
Vioira? Qualop.ejuizoquedahilhoveio? f,ECEBED0R|A ,.,
So a avaliacao do uugonho pouhorado co-
brir
Movimento do porto-
Correspondencia.
i, uno.. ) declarado que la/.; i a peuhora ^o-
los limites quo I lie cu disignasse : a sua
dignidade ropelle semelhanto imputacSo ,
nem alguom sera capaz da provar o conlra-
rio.
Tamben) ho inoxacto, que o segundo olli-
cial, que appareccu para offectuara peuho-
ra fosse um individuo quo anula nSo havia
entrado em exercicio : pelo contrario ha
muilo lempo quo olio o exercia, porem na
occasiSo so nSo achara no lugar, e logo quo
chegou foi i au a penbora, depois foi quo
chogou o oflicio da presidencia, como con-
fessa o Sr. JoSo Vieira da Cunha,cm sua cor-
respondencia. E havonlo sido a penhora
relia polos limites queso reconhecidos ao
engenho novo, os quaes nSo sSo estabellc-
oidas na escriptura do hvpotoeea, nem na
escriptura do compra por mim feita, lio vis-
to qua osulh'ciaes compraran) exactamente o
seu devor, e nflo tem o S JoSo Vioira de
quo queixar-sc. Essos olliciacs como lal-
voz saiba o Sr. JoSo Vieira tireram a digni-
dade de fazer a penhora, como entende-
r m, dosprosando o rascunho, que Ihes foi
dado por alguem da parto do mesmo Sr.,co-
limo porto 2, vapor inglez Savern, com-
mandante Piverst. Traz a sou bordo, pira
esta provincia, Charles Afltley, com sua
scnhoia, I. de Salles o Oliveira, Augusto
Hermelinfo Pires de Figueiredo, o Ceor-
ge PstChU, nassageiros para os par-
tos da Europa.
Maralo tocando pelo Cear -27 dias, bri-
guc escuna brasileiro Laura, de 1633|i
toneladas, capitSo JoSo Leocadio llibeiro,
equipagem 16, carga varios gneros; i
Jos llaptiita da Fonscca Junior. Passi-
goiros, Joaqun) Forreira Valiente Jo2o
Ferreira Villels, JoSo Jos da Silva, An-
tonio Raymuudo de Araujo Lima, e Anto-
nio Sa linea.
Parabiba 3 das, hiale brasileiro Parahi-
bano, de 37 toneladas, mestre llenriqua
deSouza Mafra, equipagem 5, carga lo-
ros; ao mostr. Passagoiro, Amaro Co-
mes Forraz.
Navios sahidos no mesmo dia.
MaranhSo brigua do guerra brasileiro lia-
parica, commandante o primeiro lenle
Benlo Jos i!e Carvalho.
Idom ~ hriguo escuna Dnuro, capitfio Josc
Pinto Nunes, carga diversos gneros.
Sr. Redactor.Bem longo eslava eu de
me persuadir que oceupana as paginas do
seu Diario quando me chegou as mSus osou
n. 152 de 12 do correnti, em o qual doaarni
com urna correspondencia doSr. JoSo Viei-
ra da Cunha.quo nSo contente do descutir o
sou dircilo.no pleito quo cummigo tem, po-
los tribunaes competentes, assunlou de lam-
bom virdiscuti-lo pelo prelo, fazendo gran-
des lamantacOes pelas suppostas injusticas
qua tem sofl'rido, o procurando desta'arie
illaquiar o juizo dqs tribu naos.
Seos tiros do Sr. JoSo Vieira smoole a
mim se dingissem, eu certameoto Ihe nSo
respondera, por sso que fujo de ter pol-
micas com quem quer que seja, e mais an-
da como Sr. JoSo Viara.aquam muilo res-
peito, eagradeco a civilidade rom queme
lula ; mas como esle senhor nSo salisfeilo
^IVL""^"'^ h"!.S..e. m. m" Rio por b'asileiro S. Salvador, commandaole
o primeiro tonento Joaquina. Salom Ra-
mos do Azevedo. Conduz a seu bordo,
desti provincia i>r. Jos Augusto Cazar
Nabuco de Araujo com sua senhora otes-
cravos, Antonio Joaqulm da Costa Braga,
Antonio Marques de Amurim com sua se-
nhora e 2 criados, Jos Pereira da Silva
Leal, Francisco de Castro, Podro Jos la
l'inho, JoSo tioncalvos Villa-Verde, Luu
Forreira Campos Torres, Dr. Manoel Joi-
quim Fernandos Eiras com sua senhora e
SeiorafOa, Jos Fernandos Eiras Jnior
com 1 escravo, Antonio de Paula Fernan-
dos Eiras, o brigadeiro inspector das tra-
pas Jos Leiic Pacheco, com sua comcii-
va o ex-alferes Manoel Eloy Mondes,
Dr. Manoel de Souza Garca, JanolLiira
Jaffra, com 5 lilhos Augusto do U
Rrighl, c2oscravos a entregar, lMOW
Benedicto Jos de Faria, Seralim Teixar
Bastos e 1 escravo a entregar, Eduardo
Firmino da Silva, Mr. Degand.
poder : quom sabe, se nSo ho este o crime
delles!
Sea ox-cucSo quo promore o Sr. JoSo
Vioira nSo toin caminha lo com a calenda-
do o rapidez que ello dcscjava.lcm isso mui-
to dcpenJido delle, o dos seus agentes quo
tem exigido mais do que o direito Ihe fa-
culta, o quo tem neessionado muilas cou-
teslacijas, o nSu tem lido a davida vigilan-
cia no processo. Fuiabsolvido^dos juros, ap-
pellou o Sr. JoSo Vioira daquolla docisSo ;
e foi o processo julgado millo por nSo havor
o juiz municipal, quo ora meu primo li-
gilimo jurado a suspeiQ'lo : duas vezos ag-
gravou para a relaQSo, o do nom uina lave
provimeolo. Em quo pois concorri para en-
torpecer a exocucSj como allirma o Sr. JoSo
Vieira? Porque nSo requeren para o juiz
jurar a suspoitSo ? Eis Sr. Rodador, os fun-
damentos das quoixas do Sr. JoSo Vioira:
cis as injusticas do quo se diz victima ; eis
porquu elle clama contra a nellbacia das
leis, e impotencia dos tribunaes, e pergunla
para que sorvom !! E he o Sr. JoSo Vieira
quem pergunla para quo servara as leis, o
os tribunaes, quem lastima a sua faifa de
aceSo !
Pode portanlo continuar o Sr. JoSo Vioira
a publicaras suas suppostas injusticas, co-
mo .'.iii".-n;.i Tazar, quo os juizes e tribunaes
prosoguirSo na sonda do lionra| e indepen-
dencia quotem trilhadi, o o publico Ihe
laia a divida justica.
Rogo-IheSr. Redactor a nsercSo deslas
liuhas, polo quo Ihe ser agradecido, o seu
assignanle.
Francisco Jos da Costa.
Engenho Novo do Cabo 17 du julho de
1852.
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da ihesourarta'li
fszenda provincial, em virlude ds resolucao
do tribunal administrativo de 15 do corren-
to, manda fazer publico, qua nis sesso
seguiutes do mesmo tribunal, que sSo n
quintas-feiras, conlinuarSo as pracas i"
contratos de obras publicas abaixo decla-
rados : -
ConclusSo da parle da casa de dolcnt- >
consunto do raio do norte, casa central m
iospcccSo geral o casa da idministracao,
avallada em 70:000,000 rs. .
Ponte da Passagem da Magdalena, av>i|a
da em 24:880,810 rs.. lomando-se por
d'arremitacSo o offerecimento feilo l*w


,,-*.'.;

"-... .*

. i
imunto Jos Concilves da Porciuncula, de 8e com o mesmo capit"o, na praca -- O abaixo as
1 .wm.'uco.f stSo bitas na forma doa |do Commercio, ou com os con -
i< o\ o 27 d !ei proviocial n. 286 de 17
lemajo de 1851, e sob as clausulas cspe-
3
] por
t
rti
c -
riici ja anuiiciaas.
E para constar se mandou ilixir o prsen-
lo o publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria da fazcnda pro-
vincial do Pernambuco 16 do julho do 1852.
_Osccrolario, Antonio Francisco d'Aonun-
oi icio.
signatarios Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche n. 3,.
Para Lisboa sahe no primeiro do agosto
o brigue portuguez Laia de que he capilSo
Jos de Abreu; para o resto da carga ou pas-
aigeiros, trata-se com o mesmo capilSo jia
praca ou abordo, ou com os seus consigna-
tarios.
-- Par o Aricaty segu em poucos dias o
biale Ligeiro; para o resto da carga trata-se
na ra do Vigario n. 5.
l'ara a Baha
Sabe com a presteza do costume a velei-
ra oj bem conbeclda escuna brasileira Ade-
laide : quem nella quizer carregar, queira
dirigir-se a ra da Cadcia do Itecilo u. 23,
ou do Trapicho Novo n. 16, segundo an-
dar.
l'ara o Aracaly.
Sahe com brevidade.o bem cunhecidohia-
te [vovo Olinda : para carga trata-se com o
consignatario J. J. Tasso Jnior
___II UMlilLg-.-mi
Declarares.
O arsenal do marinha admitte sois pri-
meiros officiies da cirpiui, pirilos no seu
iraulho, assitacomo oitocanteirosou em-
ires; os individuos que estiverem noslas
eircumstaneias comparecam na secretaria
rara tratarom com o senhor inspector.
-. O arsenal da marinha compra mil il-
oueirosde cal preta deltamarac, postos do
Id Jo da maro grande em urna das rampas do
mismo arsenal, duzentas folhas de cobro do
rorro da dezoito oncas, dez arrobas da cola
da Babia, dez arrobas do algodo em rama,
tean do segunda sorte, e quatro canoas om
e*tadn pcfcilo.que possam pegar cada urna
na carga de dez toneladas inglezas para
mais, sondo estas construidas de madeira de
lei; as pessoas quo taes oujectos tiverem de-
vrr.lu apresontar as suas propostas om car-
im fechad i. a as competentes amostras na da ...
c.reUrl d inspcccSo do mesmo arsenal, medio do agente ffliveira, do te.las as ierra-
SSSSS^ftaasitpee^aresnM
iwante admiiiistracao do patrimonio'cor"'0., as 10 horas da manliaa. as indi-
ana rnalos, se h3o de arromatar a quem cadas hijas. ,:,,
rn mSSS. o uparos de quo precisa o; O corrotor Miguel Carnoiro, MMb
doll orpMo, oreados em 287,680 no dia sextafcira 23 do correte, as 10 hp-
Leil&o.
Porordemdo senhor doutor juiz mu-
nicipal supplento da segunda vara do civel
o do cominerciu, sa tara leilflo, a requeri-
menlo dos administradores da massa falli-
da Marcelino Jos Ribciro, c por nter
para o icio de Janeiro tratar do negocios
de seu interesse, n8o pode deixar de agra-
decer a todos os seus amigos que se digna -
ram obsequia-lo,para poder levar a effeito a
su viagem, e ofio so a estes como a todos
se olTerece para cumprir as suas ordens na-
quelle lugar, onde lera de so demorar por
pouco lempo.
Eluardo Firmino da Silua.
-- Jo3o Francisco Javier Paes Barreto.ro-
ga a qualquer pessoa quo tiver recebido ou
receber alguma caria para elle vinda do Rio
on de outra provincia, o obsequio de man-
da-la entregar ao senhor Gustavo Jos do
Kego, na ra da Aurora.
Desapparoceu no dia 21 de junho da
casa do abaixo assignado, um escravo, cre-
oulo, de nome Domingos, de idade de 25 a
28 annos; estatura regular, secco do corpo,
cor fula, cara regular, som barba, ps pe-
queos e apalhetados, pernas finas, levando
vestido calta do algodosinho brauco,cami-
sa do mesmo panno, chapeo de palba, o por
maior signal he rondido de urna verillia, e
suppe-se quo o dito fugira para o engenho
Brejo ou Ilhitas, por ser Mho deste lugar, e
he bem (allanta; por isso roga-se as autori-
dades policiaes < captes de campo queha-
jam do caplurarem, e levarem a seu senhor
Francisco da Hocha, morador na cidade do
ll'O-Formoso, ou nesta praca ao ibaixois-
Est justa a compra da casa n. 4, sita
na ra da Alegra, com o senbor Francisco
llibeiro do Unto: so ha algum embanco i
mesma, appareca por osle Diario no praso
de tres dias, lindos os quaes ser passada a
escriptara.
Um moco brasilelro de boa conducta,
que sabe bem ler, escrover o contar.por nSo
adiar em que se empregua, se olferece gra-
tuitamente para caixeiro de qualquer casa
de commercio aleo lempo que se conven-
cional oqual se preciso fr dar conlieci-
mento de sua conducta e capacidada : quem
de seu prestimo so quizer ulillsar annuncie
para ser procurado.
Na ra Velha n. 81, precisa se de urna
ama de leite forra ou oscrava.
Aluga-so o primeiro andar do um so-
brado em Fura do Portes.prompto e aceiado
a fallar na mesma ra, venda n. 86.
Miguel l.nr/ Duarte Amaral, subdito
portuguez, relira-se para fra da provincia.
Jos da Vivciros Benevides subdito
portuguez,relira-se para fflra da provincia.
Antonio Jos Machado GuimarSes J-
nior, subdito de S. M. Fidelissims, relira-se
para fra do Imperio.
- (,'ui'iii precisar de urna ama do boa con-
ducta, para casa estrangeira : annuncie.
-- Na ra do Crespo n. 10, precisa-se fal-
lar com os senbores Antonio Vicente da
Cruz, Antonio deSouza Gira Idos, JoSo Joa-
Aos dentes. ; Compra-se urna preta que eja moga e
J. Jam dentista, noticia ao publico que fiol.sabendo cozer, ongommar, livir eco-
contini a por dentes artificiaea de porce- 8'n',,r: "' rua do Quemado, loja n. 41, se
lana incorruptivela: oannuncianteencherta dira quem compra.
de um ou todos sefr preciso, asseverando '\,NVU' d>nzalla Velha, defronle do
atoJasaspessoasquesequizeremutllisardo!Sr- ."."i!"8' p!ntor' compram-so todas as
seu prestimo, que nSo exige paga alguma I mudadas de ferros velhos e metiesde to-
nSoJIcando os denles ISo bom collocaJos das as qualidades, assim como ourelos de
que nSo se possa dilTerenQar dos proprios P'0"08 flnos' casimiras e todas as quall-
naluraes.podendo-se mastigar qualquer co- d,ll8S de. o1"'""00 I"* servirem para fa-
nvda sem sentir a menor dor nem receio zor PaPcl ass,m como =abos velhos, lo-
reeer na casa uas aossoca ua uiuomu um..- -.....--,. i--
, irico no dia 99 do presente mez as4,carleira do amare lo, propr.a para qualquer
.a.t.ril. |eslabelocimento.ncos cortinados com guar-
do mimo di serSolambem arrematadas'nices douradas para sala; louca, vidros,
, "en mais der, as rendas dos predios do candieiros, quadros com esampas sendo ern
i ,i, n,t, nonio, ue ainda o DBo forau. | papel, panno, chapa do metal e oulros mui-
s c7eU a ia adm.nistrac.1o do patrimo-, los oujectos : a ao meio da em ponto .ra a
iu dosorpliaos 17de julho do 1852. OM.;lei|go un. portau des.l rolinido.
iretaiio interiuo, Jos Victorino deLemos. aiiiaiiaii^aiiaMjaaaaaaaaiaaaaaaiiiiiiaai^
Uanco de Pcrnamhuco. A VISOS tllVerSOS.
Os dcseonlos da somana que decorre do, ,-
1911\ da julho, s3o os dnseis por cenlo ao -. offereco-sa urna mulhcr do idaile mn-
annopira u letras a veheor al o fim deou- ,|,, sem vicios nem achaques, para sejvico
I obro, a pura asa vencer at seis mezes de de casa de hmnoni soltciro ou casado sem
uilu por rento ao anuo. pcnso do enancas, a qual sahe cosinhar
,umludo, e fnz massns e doces; e tanibcm
('tnpailhia de Beheribe. ontenda .lo cosiclia estrangeira : quem a
uui|ioiimu u Inrctanderdri asea rua da Guia dentro do
A adminiuracaodacompanhia de Bebe-|Pa"r","J
,ibe conlrata com quem m.is dar e cilio- ( m bom cabru|ct us,do,mui-
res garantas olTerecor a cobra iq da la a I a Qi scus pireIho,
do20res por balde d agoa.voud.do noaclia- )ora d m,s
ldr,zes;acce,laproposUs para o ccintralo Por' h|_
&r=^
"TEttJ^MttZ*!^* -eiro b.lso, pequino a
signado, morador na rua Nova n. 58, que quim Habnllo, eManoel Dias de Macodo, res-
ser generosamente recompensado.
Jhoh Ua Rocha Wanderley Lins.
Casa de commissSo de escravos.
Na rua Direita, sobrado de 3 an-
dares, delrontedo becco de S. Pe-
dro n. 3, recebem-se escravos de
ambos os sexos, para se venderem
de commissao, nao se levando por
esse i rali.iIIhi mais do que a por
cento, c sem se levar cousa alguma
de comedorias; oll'erecendo-se pa-
ra isto toda a seguranca precisa
para os ditos escravos.
Precisa-se de urna ama forra, para urna
casa estrangeira de pouca familia : na rua
da Aurora n 8, segundo andar.
Quem precisar de um caixeiro, para lo-
ja de miudezas, do que tem alguma pralica:
diiija-seao largo do Pilar n. 13, oqual d;
fiadora sua conduela.
Precisa-se de um feitor para engnnho:
quem esliver naslas circumstancias, diri-
lo Livrameuto n. 20.
peilo a negocio.
Precisa-se de um pequeo portuguez,
de 12 annos de idade, pouco mais ou me-
nos, para caixeiro de una venda : na praca
da Boa Vista n. 5.
Quem precisar de urna ama do loite
forra, com ludas as qualidades precisas pa-
ra crear : queira dirigir-se a rua do Gol-
legio n. 17, lerceiro andar.
Prccis-se de um caixeiro, que lenha
pralica de venda, e que d fiador a sua con-
ducta : cm Fra do Porlas n. 135.
Prceisa-so alugar urna oscrava, que
Silba fazer todo o servico de urna casa de
pouca familia ; sendo do agrado paga-S"
bom : defronle do thcalro de S. Francis-
co n. 8.
0 sonhor Luiz Ferrcira Navaes, mora
dor nas Cinco Pontas, queira tor a bondado
de apparacer na rua do Pillar em Fra de
Portas u. 131, a negocio que nao ignora.
-- Aluga-se o lerceiro andar e soiao da
casa n. 7 da rua da mood>i,com muitos com-
modose bem fresea: a tratar no segundo
andar da mesma casa.
undo semestre do
I >l a 1852.
l'ublicaces liltcrarias.
l ELEMENTOS.
t DE
HOMEOPATHIAl
0
* SAHIO A LOZ A 3/ E ULTIMA PAUTE
. desta obra composla polo profssor de
I homopalhiaGossel llimont Gustara
* 5>000 a obra intoira at 30 de junho,
~ da em que licar encerrada a assig-
9 natura. Esta obra he til, tanto para
* os mdicos que se dedcateos ao es-
9 lulo da nova medicina, como para
* todas as pessoas de boa volitado que
9 quizerom convencer-se porexperien-
* cas da verdade de-la doulriua, por t
9. ser ella muito clara, e a inlelligcncia 9
* do ludos, W
9 No consultorio bomcopalhico rua >
dasGru/es 11.28. t&
Acha-so a venda na livraria da na doCol-
legio n. 20, o cdigo penal brnsileiro, com
ribsprvatrtPS sobrealguns de seus arligns pe-
lo doutor Manoel Mendes da Cunha Azeve-
do, por 5,000 rs. ca la exemplar em brochu-
ra, e enraderoado 6,000 rs.
Avisos martimos.
Vendo-se a barcaca denominada l'lu-
iilinonse, quo carrega vinte e quatro caixas
| regulare?, com todos os perleuces, e capaz
de viajar: os pretndanles dirijam-se para
'Xanuna-la, no Forle do Mallo,e para tratar
na rua da Cadcia do llecife, armazem n. 62.
l'ara o Kio de Janeiro.
O lirigue escuna nacional Olin-
Ida, segu no dia 3i do correnle ,
recebe carga c escravos a fretc, oi-
lercccndo a estes o mclhor agasa-
Ilio possivcl: trala-se com os con-
I -uii.ii,ilio Machado ck l'inheiro ,
na rua do Vigario n. 19, segun-
llo andar, ou com ocapitao 31. 31.
Ilcrreira, na piar,1.
Para o Rio de Janeiro sabe com muita
llircvidade, o patarho brasileiro Bella Anni-
II ainda |do receber alguns passageirus e
iravos a Irete: trata-se com o consigna-
I lirio Manoel Alves Guerra Jnior, na rua do
Trapiche n. 14, oucom ocapitao Manoel Jo-
I ti de Senna Marlins, na praca.
Fara o Kio de Janeiro sahe
com a maior brevidade possivel ,
" patacho nacin il Valente, ca-
[l'ilao Francisco Nicolao de Arau-
Ijo : para carga, passageiros e es-
I era vos a frete, trata-se com o mes-
|ino capitaic, na praca do Commer-
cio, ou com os consignatarios No-
vaes & ('ompauhia na rua do
Trapichen. 34.
Para o Rio de Janeiro sahe
|'"in a maior brevidade possivel, o
I brigue nacional Bio Ave, capitao
tilias Jos Alves: para carga, pas-
j'ageiros e escravos a frete, trata-
Gibiiel Antonio de Castro Quintaos.
- Em o Diario de segunda-feira.19 do cor-
renta, no expediente do governo de 6, quo
menciona a conducho nara Hio-Formoso do
preso Antonio Ferreira l.ima para rospondor
ao jury no mesmo, n3o se enle.nlla com An-
tonio Ferreira l.iina.estabelocido na rua No-
va n. 3, e boje residente om Lisboa.
- Desapparoceu a 10 de maio deste anno,
a negra Joaqiiina.de nacSo Cacange, quo re-
presenta ler de 35 a 40 annos, chfil do cor-
po, altura regular, cor fula, olhos pequeos,
e com carne sobre olles; tem una costura
do um tnllio na cara do lado esquerdo, pp-
rm anliga que mal se percebe ; nariz chato,
falta-Iba alguns dentes da frenle sendo de
um e oulro lado, o he feia ; tem urna empin-
go cm todo o rosto quo parece ser nexigas ;
peitos muito pequeos e murchos; temal-
gumas cicatrias de relho nas co.-tas ; tem
as nadegas lvantadas para traz que mais
mostra quan lo andajquando fugio liuha um
j mais grosso ; levou diversa roupa quo se
n3o sabe do quo usar; he bom falanle que
parece ser creoula ; ultlmimente estove 00-
cupada no servico decosinha.o tem por cos-
lumo andar soja ; quando foge cosluma an-
dar pelos arrobaldes dosti praca quilandan-
do, lavando, offerecendo-sc para ama, o in-
liliilando-se forra ; qualquer pessoa que os-
teja servindose com ella na boa f,queira
denunciar-se, e do contrario se usar dos
nHos que Ihe faculta a lei : roga-se as au-
toridades policiaes, capltaes de Cdmpo, ou
qualquer pessoa, que a prendam ou fagam
prender, e levar ao seu senhor Domingos da
Silva Campos, na rua das Gruzes n. 40, que
ser generosamente recompensado.
-- O abaiio assinnado faz publico que ten-
do alugado no d'a 17 do corrento um cnval-
lo.com condi?So de voltar no mesrr.o dia, ao
senhor Antonio Francisco ue Alm, este al
o presento n3o mais Ihe aopereccu com dito
cavallo, que pelo presente pede soja resti-
tuido por aquelle senhor com o aluguel, o
mais o que deo causa,sob pena de proceder-
sc conlra elle, com todo o rigor das leis co-
mo protesta.
Manoel Tavares do Aquino.
Soraflm Alvos da Rocha Bastos o Jos
Lourenco da Cruz compraram ao senhor
Antonio Jos Moreira Pontea, a sua loja de
miudezas, sila na rua da Cadeil n. 17.
-- Desappareceu de urna tenda de sapatei-
ro nas Cinco Pontas, um menino, pardo, de
idade do 6 a 7 anno, em camisa, e chinellos
nos ts, o qual tem dous dentes faltos na
frente, e leve sarampo ha poucos dias, por
cujo motivo tem o cabello rolado; descon-
fia-se que est oceulto por pessoa quo o
quor reduzir a escravid&o, sondo elle livro
desdo o bergo : quem dola soubor queira
dar parto na rua dos Assouguinhos n. 1.
Dosapparccou do abaixo assignado um
escravo por nome Vctor, cabra, escuro, de
Idcde de 20 annos ; levou caifa branca e ja-
quela escura, be ollicial do sapaleiro,altura
regular, bem fallante ; desapparecou desde
o dia tcrca-ffii'a 13 do correnle : quem o le-
var na rua do Quei.nado 11. 13, sera gratili-
cado.
Juan Jos Pinto, Ion,lo necessida-
de de retirar-se por algum lempo para
Lisboa em conse.quencia dse terom exacer-
bado seus antigos pa.lecimontos, e n3o Ihe
sendo possivel em razllo do seu estado, des-
pelir-se de lodos os seus amigos o faz pelo
presente annuucio, offerecendo all o seu di-
minuto prestimo.
Aluga-se o teicoiro andar da casa da
ja-se a rua 0
-- O Sr. Francisco Pires Carnoiro tom urna
carta do Maranbao, na rua do Vigario 11. 19, \ g|io das ro/rira";
segundo andar.
Precisa-so de 500,000 rs. a premio, con
seguranca om um predio : a quem esto ne-
gocio convier, dirija-so atrs da matriz de
8. Antonio 11. II, que l se dir quem pro-
cisa.
~ Precisa-se fallar com o Sr. Dr. Manoel
Mamcdc da Silva Costa : na rua do Livra-
meuto n. 4.
No dia ao de junho do.cor-
rete anno, desappareceu do
do maior
Joaquim Elias de 31oura ,
defronle da capella do Ko-
zarinho, o seu escravo creou-
lo, mestre pedreiro, de no-
me Silvano, com os signis
i seguintes: estatura regu-
- Roga-soao reverendo Sr. Jo3o Ilonri- *, 1 do como bem
10 da Silva, o obzcguio de se di'igir a rua fr ldr *ecco corpo Deni
que
da Praia de S. Rita casa 11. I, afim do tratar
a negocio de seu intercalo.
--O abaixo assigoado, tendo dado prin-
cipio ao inventario do seu casal pelo falle-
cimcnlndc aui mulherl). Leopoldina Emi-
lia de Moraes Cisneiro, no juizo de orplnlos
dosta cidade, avisa a todos os sous credores
para que comparecam no mesmo juuoa jus-
tificar scus crditos, aflm de na partilha so
separarem bens para o seu pagamenlo.--Luiz
Pires Ferroira.
- Eu abaixo assignado declaro que ven-
d o meu armazem do carne secca sito na
rua da Praia n. 74, ao Sr. Juo Simcsda
Costa, por con'.a do qual est corro-ndo des-
de o 1. do Janeiro do crrenlo anno ; assim
como supponho nada devera esta praca tra 11-
-ac/j 's relativas 10 dito armazem ; porcm se
acaso algucm s; julgar meu crodor podar
aprosenlar suas cuntas no pruso de 8 dias
para sercm conferidas c pagas. Assim como
pesso aos mcus dovedores tanto do mato co-
, preto,cabeca pequea, olhos
vivos, pouca barba, jbran-
t quejando, e com suicas finas
t c romp illas, muito falto de *
g denles, s tem na mandibu- '
* la superior um denle canino,
peitos cabelludos com al-
guns cabellos braucos, tanto
traballia com a miio direita,
como com a esquerda, com (
a qual tuca viola; pernas li-
nas, com urna cicatriz ver-
mclha na canclla e outra no
pcito do pe da outra perna ,
levou cal^a cjaqueta branca,
e um bonet branco de ra-
mo da 1 r ".a, venham sitisfuzer seus debi- .
tos em dito armazem que o mesmo Sr. Si-;? bello C palla; tem sido vis-
uioes Ibo |.assar recibo.Bernardo Conga!- ( ^
ves Maya. |S
Lotera de N.Senbora do Rosario. -
As rodas desta lotera andam j
no dia 39 do correnle, o resto dos +
nem receio
de os quebrar, t>mbem calsa os dentes na-
turaes furados da caria com ouro ou prata,
pravenindo assim a continuado da caria e
dores e mesmo evitando por essa forma do
passar a caria dos dentes Turados para os
outros saos, como bcm,alimpa os dentes em
geral, tirando as carias ou pedras quo tanto
os damnifica c coopera para o mo alilo da
bocea nao sendo lirado; ha dez annos que
0 aun uncante exerce sui prulissao nesta
cilade, e os muilos exemplos quo tem dado
nesse longo tempo ser quanlo bast pin
garantir sua residencia na rus Nova n. 19,
primeiro andar.
-- Prccisa-so alugar um preto, para o ser-
vido de um rapaz solteiro ; quer-se que sa-
ja fiel, o quo nSo saja bebado : na ruado
Trapicho Novo n. 16.
9) Alugam-so e vendem-se bixas na ?
? prar;a da Independencia n 10, con- A
fronte a rua das Gruzes. 4
9&&99t-+* ??** ******
Na rua da Assumprjao n. I6,enfia-se ro-
zarlos a 60 rs. a duzia.
Oanouncio pela repartirlo da polica
ditado do 1G do corrente,inserido no Diario
do Pernambuco de segunda-feira 19 do mes-
mo ni/, rolalivo a priso de Ignacio Jos da
Silva por crimo de reduzir a cscravidSu pes-
soa livro, mo so entende com Ignacio Joso
da Silva, estabelecido com loja do fazendas,
na rua do Crespo desta cidade.
Alugucis.
Est para arrendar-sc o ar-
mazem da casa da rua do Ti api-
che n. 14 trata-se no cscriptorio
no primeiro andar da mesma.
Loja de culileiro o armeiro.
I'oiiiinaieiii.ii" aterro da Boa-Vista n. 16,
participa a scus froguezes, que resolveu-se
nao sal ir para a Franca o coutinuar seus
negocios; alm disto previne que est para
receber um grande sortimento do objeclos
arel teieoa 1,,- e do mclhor Rosto possivel,
dos quaes ello all nica a boa qualidade.
Jus Ignacio Pereiia, morador nu $
1 lugar do Mogeirn, declara pelo pre- j.
aeute,que londo fallecido seu IrmSo t,
, 1, Antonio Francisco Pereira, morador B
J na barra do Natuba ; roga as pessoas j
k quo tiverem letras ou outros quaes ^
I quer documentos, assignados pelo
7t dito son irmilo, que bajara de deca- ;.
| rar por esti fullia e rometlercm os o- jj
i| riginaosou publica forma, para o di- .
*f lo lugar do Mogeiro, para seren in- .,
jj clunlos no inventario, quo se est .
S procodondo do di!o fallecido.
- 1. II. Gausly embarca para Europa os
seus dous lilhos menores Fernando Camsly
o I re lenco Gausly subdilossuissos.
fc-- Deseji-se alugar um preto fiel, ainda
que idoso, para servico de estribara : na
rua 1I0 Trapicha Novo n. 16.
nas, ect.
Compra-se pennas decaa em grinde
e pequea poico : ni prici di Independen-
cia n. 19.
Compri-so um escravo mogo o robus-
to, e que saja de bons costumes; pagi-se
bem; na rua do Amorim n. 41, segundo
andar.
Comprsm-se couros de lustro a 24,000
rs. a duzia : quem livor annuncie pira ser
procurado.
-- Compram-se escravos de imbosossa-
xos, de bonitas figuras, do 10 a '25 innos,
tinto para 1 provincia como para fra, pa-
gim-se bem ni rua di Cacimba n. II, on-
de iiion,n o finido vigario do llecife.
Compra-se toda a qualidade do metil
velho : na rua Nova dofronte da ConceirjSo
n. 38.
Tend
as.
Publicaram-seulliinanieule na nnprensa
le msica, na rua Bella n. 28, as seguintes
pecas de msica :um numero do lindas
quadrilhas para piano e flauta a 1,000 rs. ,
para ilaula s a 500 rs., a muito applaud
modinhnquer o fado quer a surto-para
piano a 610 rs., para violao a 500 rs., modi-
nha abaiaiiada-o oncontropara piano a
biihetes eslao a venda nos lugares'
i
S rrpijrnVmbu'oanVtuao cm um folheto,
60 rs., para violSoa 500 rs., moiinha alta
noite oh que silencio, valsa a sencitiva, pol-
to pelas Cinco Fontas e Boa <
Vista : quem o pegar, ou
delle der noticia certa, v ao
dilo sitio, que ser recom-
pensado con generosidade.
li*a,>*i,i,jik*art'**ft*a** por 1,000 rs., bella lor, polka, pura piano a
(lo costme. "-ww n7 iZZT ----- 500r., modinha-o meu primeiro bci]o-
- Manoel Jos da Cosa Oliveira para res- i ueos "'poe. ,,ara piano a 1,000 rs., una linda valsa para
pondor ao insolonlo c adulador autor do | Acaba de chegar do llio de Janeiro, Iradu- V;o|ao a 400 rs., dnas valsas-a madrugada
annuucio sabido nos Diarios de 19 e 20 do zidoom portuguez, o excellente romance do 60salto-paia piano a 320 rs., a luzeada,
correnle, sendo quo tculia vergunln, preci-' Alexandre Dumas.que tem por Ululo, Dios gnode Vllll. uara Raula a 320 as
;. prlioeiranieote nnn lira mascara nara I DispOe, vendo-se ua livraria da praca da In- (|ma lentiora brasileini, com todas as
s iio responder como merece, cm tlec3o ; dependencia n. 6 e8, a 8,000 rs. constando babilitlCOM precisas, lano de u^'^P'"
ao publico faz vor que sou ex caixeiro Ma-i de 6 vulumes. conlabilidade, como de costuras, borda-
noelI ro despodido da fabrica de charutos, V*t>VVVfWf V'*tS?f VVf dos, laberinlhoa, etc., so olTerece para re-
purrecober virios dinheiros som dar entra- j S> |{rtira l,n, >il,;r 1 ceber e 11 sua casa, na rua das LinOgeiras
J-
i*
t*-
s>
k>
**
:>
->
>
a>
Botica homopathica.
28 RUA DAS GRUZES 28,
Dirigida p/ir um pharmactutico
approvatlo.
n. 25, meninas para serom educadas; c
S mesmo receber alguma escrava, sondo de
boa conducta ; e prometa, no desempenho
de suas funceOes, dcixai salisfeitas aquel-

Esteastabelec'i'mento possue todos lu pessoas quo de seu prestimo se qu.ze-
" rom uti1-'
mdica.
XSSSSa^m^i^r^SSi mediante urna mensa.idade
mentados, tanto na Europa como no

da, porem nada Ihe ficou devendo, o sobre
30,000 rs., que u calumniador diz quefoi
chamado a juizo polos .sr.-. Meuron Ai Com-
panhia.segunda mentira como se prova no
recibo abaixo.
Ilecebi do Sr. Manoel Jos di Costa Olivei-
ra 1 quanlia do 30,000 rs., importo de 30
libras de rap areia preta saldo do cuntas a-
t hojo. llecife 15 de Julho de 1852.
Rs. 30*000 P. Meuron & Gompinhii.
Jos Marlins Dias.
Urna pessoa residente cm um primeiro
andar, no melnor local da rua eslreila do
Rozarlo, com duas salas, aloova oquarto,
quintal e boa cacimba, pagando 12,000 rs.
mensaes, troca esta moradia por urna casa
terrea, na Camboi do Carmo, pateo dodi-
to, principio da rua do Hartas e rua das Gru-
zes, cuja casa tenha quintal e cacimba, o
niio exceda o seu aluguel de 10,000 rs. : a
quem convier este negocio, annuncie.
O cautcjista balustiano de
Aquino Ferreira, avisa ao respei-
tavel publico, que vendeu em vi-
gsimos o premio de 10:000,000
de rs.,em o n. 1 a66 da loteria a fa-
vor do hospital de S. l'edro de Al-
cantara da cidade de Goyaz, e pa- l>a9sado mei > u' cabra ,le non,c *J*g,|Si?*m*m' um f8que'-
ca em continente logo que receber i Antonlo> .I"6, representa ter o .recjs,.SCili,',gar um primeiro andar,
as listas nue deve hoie elieitar annoS ,lc lt,a(le "ltura regular, quotenha boa sala de frente, eluda quo sej.i
as listas que oc\e noje ene ar. ,lo corno nes ncouf nos, de poucos couimodos no interior, na ruado
pelo vapor da companbia brasilei-l uem'e!t(,l aoico P0' Ve* pequeo, ^v gue,ado, lio/ario. Livrameuto,
ra, ou pelo vapor ingle! Severn $ e fijado do braco direito ao pe oudill ,:ruMi. na ,u,doueimado, lojin.
'da inunheca, iirovcnicnte de feri- Use dir.
., ir .,___._j Precisa-se de um caixeiro quo lenua
ment d arma de logo, e tem todos pr,jca de Iiegocio ,if yenda a tratar na
OS Costumes C fala do mato. Este na i!a Scnzalla Ve'lia. venda n. 15.
RraMl.cp'repindos pelas machinas 1 Fublicacoes llomeopathicas.
di invercHo do Dr. Mure. ^ a 23 DE AGOSTO sabir! luz a conlinua-
PRECOS. <^ caoda palhngenasia liomoupalhica.conipoj-
das carttirat homopathicas. <$ u de 12 medicamentos euboi'eos, trrduzlda
- Emcarleiras do 12 tubos grandes 12/*j do manual do HR. JAlIR, ea do 12 medica-
> 24 20/ mentos BB.VSH.EIROS extraliida da obra mli-
i> (i 24 pequeos 15/ *1 lulida oulrirm da Escola Homopathica do
*> Tubos escolhidos (cada um) 1/ mo DE JANEIRO, pelo 1)11. MURE. Esto vo-
* Tintura s domodicamentos em ^ lumesor augmenlado da Thcoria da appli-
frascos de l|2onca (cada umj 21 S caco das does pelo Dr. Muro, lacuna im-
u Ha mais, alem dostas.outras muitas ^ portantissim dcixada por llihneinam ao
> ciixas com glbulos c tinturas por ^ cuidado dos sous discpulos. Recebem-se
;> pracos variaveis, conforme o tama-*.-, jssignaluras a 3,000 rs. pagos na oocasiio
i> nho ea qualidade das caixas, o a < da entrega, no consulturio do prof homeo-
> quantidado dos remedios e issuas -tg pt(|la Gosset Rimoui, rua das Gruzes 11 28.
* dvnamlsacoes, ele. "** .. n tub do Liviamenlo, sobrado n. 10,
AVIAd-SE GRATUITAMENTE ^ se dir quem vende tres trancelins, dous
E
t>
No cscriptorio ,le Novaes & Com pinina
Icm pira vender por pre^n commodo o se-
guinte : panno da linho muito fino, linha de
lloris, dita docabeca encarnada, chpeos do
Chille grandes, ditos pequeos ordinarios,
Utos pequeos muito linos, cera em velas
de bum sortimeoto, lecha,luas lisas, gran-
dos o poquenas.ditas de broc grandes e pe-
queas : na rua do Trapiche n. 34.
Mo armazem do caes da alfandega n. 7,
Icm para vender o seguidle : vinho do Por-
to muito superior om barris do 4.*, 5. a 8.:
pregos do eiin-irnceo el virgem de Lis-
boa : a tratar no mesmo armazem, ou com
Novaes & Companhia, na rua do Tnpir.be
n. 34.
Attencio.
Na fabrica de chapeos Je sol, no
aterro da Boa-Vista n. 23,
Rcccbcu-se um novo e lindo sortimento
de chapeos de sol do ultimo gosto, tanto de
seda como do panninho pan homem,e ven-
dem-se por menos que nu outra partejtaiu-
liem tem para vendar um grande sortimen-
to de sedas de tudas as cores e qualidades,
paiiniuhos para cobiir armaceoi servidas,
baleias para vestidos de senbora,c se con-
certa chapeos velhos; ludo isto cima dilo
se faz por menos prec,o do quo em outra
qualquer parle.
Por engao sabio o annuncio que so
venda rap Meuron na rua da Cadeia do lie
cife n. 15a 1,C00rs. a libra,e 1 560rs. ninas
libras, ufando de boje cm diinte a 1,120 e
560, e20 rs. a oitivi.
A 3,ooo rs. o corte.
V'endom-se meiis rasemiras pira caiga de
ricos padres a 3,000 rs. o curto, alparca do
cor para palitos de hometn a meoino 640
rs. o covado : na rua do Qucimado n. 9.
Vende-se um cahriolet com cavallo o
scus compctenles ni icios, ludo cm muito
bom estado, e o cavallo muito bem ensilla-
do ; na rua da Cruz 11. j, armazem.
vende-so urna commoda de Jacaranda
em mullo bom estado : na rua Augusta n.
66, at as 9 horas da innnha.i, e das 3 da tar-
de cm diante.
Vendem-sedous moleques de bonitas
figuras, assim como urna nogra : na rus di
Cadeia do llecife n. 7.
- Vcnde-se um quadro da revolucSo do
Minti, ricamente oncaxilhado, por proco
commodo: na rua do aterro da Boa Vista, lo-
ja n. 46.
Vcndom -se farcllos os mais novos que
ha no mercado, o por preco commodo: na
travessa do Ouoimado, vendan. 3.
-- Vchde-so urna mulata, que cose, en-
gnnnna, cosinha o faz oxcellentes doces: na
rua Velha, casa n. 54.
-- Vende-se um oarneiro muito lindo,
manso o gordo, proprio pan menino : na
rua Velha, casa n. 54.
~ V"iido-se um oscravo muito moco e de
bonita figura, com o ollicio de canoeiro: na
rua da Senzalla Velha n. 20.
Fauno preto fino a a,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno preto lino, a
."om rs. o covado : na loja de
Flores &c S, na rua da Cadeia do
Recife.
Novidades.
Vendem-se loncos de grivala de seda a
480 rs. ; chitas a 120, 140 olGOrs.; ciui-
braia franceza a 800 rs. a vara ; mantelete.-,
sedas brancas, -ai jas e mili a- fazendas : na
rua Nova 11. 42.
Vende-se urna porcao de
llandres c botijas que foram de
ole'), por preco commodo: ua rua
larga do Ftozano n. 36.
Algodao da trra.
Vcnde-se, por preco commodo:
na rua do Crespo n. a3.
Vende-se um forte piano no-
vo, com excedentes vozes, c de
11 m celebre autor : no armizein do
corretor geral M. C'arnciro na
os premios sao pagos, na praca da
Independencia n. i3 e i5, loja de
calcado do Arantes c na rua da
Cadeia do llecife n. 46, loja de cabra f0i lurtado em i833, c an-
miudezasde Jos Fortunato dos Illou Pe' rtagcm vanos lugares,
Santos Porto. como fosaem Riacho do angue,
Tomem nota para niio esquecer. i Jlrejo de Itananeiras e Catle ate
Compras.
Andradetk Leal
Compram moleques, creoulos,ou mullios
ibiixo issignido responsivcl pelo ictivo e 1 rua da Praii du Cildereiro,
pissivo. ejanella, junto ao ciru
Manoel Rodrigues Costa Magalbes., da Silva.
ereiro, casa deporta iccomiiensar generosame
ui'Kian .Micuel lo icio ,, i 1 ,
B Manoel Joauuim Carner
nte.
Compra-se urna casa terrea grande, ou
sobrado de um andar: que 11 nver dirija-se
rneiro Leal, a rua Direita, loja de couro e calcado n. 49,
rua do Trapiche n. 38.
Vende-se um ptimo piano
de Jacaranda, de autor muito acre-
ditado, muito bem acabado, por
ter sido de cncommenda, o moti-
vo da venda he ter fallecido a pes-
soa a quem era destinado, por es-
ta razao disperta a attencao das
pessoas que desojaren! possuir um
tao lindo, como importante instru-
mento : dirijam se a rua da Cruz ,
armazem n. 48 : no mesmo tam-
Ih'iii ha algumas muzicas para
pianos dos melhorcs autores.
Vende-so para a praca ou mesmo para
o mato urna boa escrava creoula muito si-
dia. bi lavadein ontende de cosinha, e at
est propria para o servico de algum onge-
nlio; as pessoss que a quizerem comprar
poderlo dirigir-se 1 rua do S. Tberesa n.
46, e ao comprador so dir o motivo porquo
se vende.
Calcado.
SipatOas do lustro para hornera e meni-
nos lodos progados, ditos de brim, ditos
do Aracaty : sapalos de lustro e setim dos
melhores pin ambaras emenims : no at-
ierro di lloi-Vista loja n. 58, junto 10 sel-
leiro.
No paleo do Orino, liberna- n. I, ven-
de-se um pre!,, de idada de 25 a 26 anuos,de.
bonita figuri, proprio para lodo servio.
1
{


~*-
Moinhos de vento
com bombas de repuso para regrsr borlas
ebaixasdccaplm uafundigSodeD. W. Bow.
man: na ra do Brum ns.6,8el0.
CHA PRETO
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do .\morimn. 35.
ARADOS AMERICANOS.
2 Vendem-se arados ame- *
a ricanos, chegados dos Esta- ^
dos Luidos, pelo barato pre-
f> 90 de 4<>,ooo rs. cada um: na 5
' na do Trapiche n. 8. *
? **?**.-*********'
tari n ha de trigo
SSSF.
Fontana.
No ariuazem de J. J Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Deposito de eal e potassa.
No armazcm da ra da Cadeia
ioltecife n. 11, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa cbegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Armazcm de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 4,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiori-s que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 ea4 ra- a garrafa,e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, c para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom violto.
Deposito de cal virgem.
Cuaba & Amorim, na ruada Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barrs com supe
rior cal om pedra, cbegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualquer parle.
l'otassa americana.
-- No antigo deposito dacadei velha, n
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, cbegada recontemente que por
superior rivalisa com adaltussa: vende-
se por proco razoavcl.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, amiazein de.'lc.Cal-
iiinuisi Coinpanhia, acha-se conatanleincnle
boas Bortimenlos de taixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, uioendas in-
ciras todas de ferro para animaes, agoa, etc
litas para armar em luadeira de todos o l-
mannos c madellos o inais moderno, machina
uorisontal para vapor, com forfa de 1 caval-
loa, coucos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de pulgar, por menos prcf o que o
decobre, cacovens para navios, ferro ingle
1......mi barraacoino em rcosfolhas,eludo
por barato preco.
9^fVfffV'l'l'ffVVfV V^'W V
* Farinha oVe mandioca <|
|J Vende-se, por prego rasoavcl, la- ^
m-
milia de S. Malheus a mais nova
., que exisle neste morcado i na ra ^
j*. da Cruz n. 34, detronte da l.ingoota. <*
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
HUA DA SENZALLA NOVA N. +2;
Neste estabeleeimento conti-
nua a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engcoho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lamanhos, pa-
la dito.
A i jo rs. cada um.
Na ra do Queimado m. 3. defronte do
boceo do Peixe-Frito, vende-se leucinhos
de cambraia pintados, para maos do senho-
ras, pelo baratsimo prego de sois vinteos
cada um.
Vendem-sc os verdadeiros seliostn-
glozes, palonte, de molla e som ella : na
ra da Senzalla Nova n. *2.
.- Vende-se marmolada nova, viuda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. Dr. Cosmo.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente ingicz: na ra
da Senzalla Nova n. b\i.
Arados de ferro.
Na futtdigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-searadosdeferrodo diversos mo-
delos.
Deposito de panno de algodao da
lelnica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
toriode Novaes&C'ompanhia, na
ra do Trapiche n. 34
Venem-se asseguintes senicntes:
nabos,rabanos,rabanetes encarnados ebran-
cos, sebola, couvo trinxuda alface ala-
moa, repulhuda,chicoria, senoulas, feijao
carrapato do ires qualidades, ervilha torta e
direita, fava, coeotro de touceira, salga, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e mustarda : na ra da Cruz n. 46,
defronte do Sr. doutor Cosme.
Com toque de mofo.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a pega.e o
covado a 160 rs.
a a8o rs. o covado
Defronte do becco do Peixe-Frito, loja n.
3, venJe-se alpaca de algodao pelo barato
prego de quatorze viutens o covado ; esta
fazenda torna-se recommendavel n5o s
para vestidos de senhora, como tambem
para palitos e casacas de homem.
Taixas para engen/io
Na fundicSo de ferro de D.
\V. Bowman na ra do Bruna,
pasando o chafariz, contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
A a4o rs. o covado.
Defronte do becco do Peixe-Frito, loja n.
3, vende-se cassa chita, cores flxai, de lin-
dos padrOes, pelo barato prego de dozevio-
tena b covado; bem como chitas barataa
e outras fazendas mais.
-- Vendem-se imarras deferro: Da "ia da
Senzalla Nova n. 43.
i>< pn-ii Santos na Huitn.
Vende-se,em casa deN. O.Bieber&C,
ai ra da Cruz n. 4, algodao transado -
quella fabrica,muitopropno para saccosde
ssucareroupadoescravos.porpregocom-
modo.
Vendem-se lonas, brinzBo, bnns, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Compaohia, na ra da Cruz
n.4.
Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
se cortes de meia-casiroira de pura 19a, e
goslos muito bonitos, pelo mdico prego do
,560 rs. o corte; brim pardo de linbo, su-
perior razenda, a 640 rs. avara.
Algodao para roupa de escravos.
Vende-se algo dSo muilo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda; dtlo
Iimpoal80rs.: na ra do Crespo n.5.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se panos finos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500,4,000, 5,000 rs., o fran-
cez muilo superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito avul a 2,880. 3,500,
4,000 o covado, cortes de caiga de casemira
preta entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corle,
e outras muitas fazondas por prego com-
modo.
Cortes de brim de puro ltnho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a cadeia, vende-se corles de caiga de
brim de quadros, e listras do puro linhoa
1,280 e 2,000 rs.,ditointeiro pardo a 1.280 e
2,000 rs. o corte, riscado de llnho de listra
a 720 rs. o corte.
Cambraias de salpico blanco e de
cor, lencos de cambraia de
Imito.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para acadeia, vende-se cortes de cambraia
de salpico hraoco a 4,000 rs., dito de cora
4,500 rs., lengos de cambraia de linbo a 500
e 600 rs. cada um. .
Espclhos por pouco dinheiro.
Na ruada Cruz n. 20, casa de Avrial lr-
mfi(iM\ Companhia vendem-se ptimos es-
pelhos, com moldura, esem ella, chegados
ltimamente da Franga, por prego dimi-
nuto.
Farinha de mandioca a i,Goo rs. a
sacca.
No armazem de I.J. Tasso Jnior : na ra
do Amorim n. 35.
Do Chile e de Italia.
Completo sortimento de chapeos do Chil-
le,os melhores em alvura e duragoo que lem
viudo ao mercado, o porpregos muito ra-
zoavois, ditos de Italia para hornese se-
nhoras, sendo estes ltimos ptimamente
apparelhados: na loja e fabrica do chapeo
da praga da Independencia ns. 24, 26, e 28.
MocuUiis superiores.
Na fundigSo de C. Starrt Companhia,
em S.-Amaro,acham-sevenda moeudas
de canna, todas deferro, e um modoloe
construcgSomuilosuperior
A Amazona.
Chapeos de seda para as senhoras passea-
rem a cavallo.e mesmo a pe, de nova moita,
e muito bem oofeitados, bouets de panno
para senhoras e meninos, de todos as quali-
dades, chapeos de castor de differentes co-
res para meninos e morunas, com effeites o
sem elles, ludo por prego muito commodo;
na loja e fabrica de chapeos da praga da In-
dependencia ns. 24, 26 e 28.
Para debruar palitos.
Fitas de superior qualidado, e differentos
padrOes, e larguras por mdico prego na lo-
ja c fabrica de chapeus da praga da iudepeu-
dencia ns. 24, 26, o 28,
De castor a 6,ooors.
Chapeos de castor brancos inglezes, de bo-
nitas formas, a 6,000 rs na loja e fabrica de
chapeos da praga da Independencia ns. 24,
2G, e 28,
Oleados para mezas.
Vende-se oleado pintado, de muito boni-
tos padrOes de qualro a oito palmos de lar-
gura, epur prego muito barato na praga da
Independencia loja e fabrica de chapeos, ns. ,
24. 26. 6 28.
Toda atteneaoao barateiro !
Kua do Crespo n. i4, loja de .los
Francisco Dias.
Existo um delicado sortimento de finissi-
simas chitas do cores com salpicos, os mais (
lindos gostos que tem vindo ao mercado a .
240 rs. o covado, ditas cores do vinho e caf,
muito miudinhasde novosdosenhos e cores
muito fixas a 200 rs. o covado, ditas do dif-
ferentes qualidades a 160 rs. o covado, finis-
sirr.as alpakas de todas as cores a 640 rs. o
covado, ditas com lios de seda e de novas
cores a 1,000 rs., ditas pretas com flores
imitando chatualoto de seda a 1,100 rs. o
covado, cortes de caseniirasde ISae algodo
de lindos goslos a 1,600 rs. o corte, os mais
superiores bnns de puro ltnho e de riquis-
simas cores a 1,280 ts. a vara, brins do puro
linlin de urna s cor, fazenda propria para
palitos a 320 rs. o covado, as verdaderas
brelanhasderolode 10 varas a 1,800 rs. a
pega, idem de 5 varas, fazenda muito oucor-
pada a 1,000 rs. a pega, assim como mudas
outras fazendas que se venderlo por muito
menos prego do que eut outra qualquer
parte,
-Vendem-se esleirs de palha de carnau-
ba, regulares e grandes, de 2 varas de coot-
primento; chapeos de palha a 8,000 rs. o
cento; pelles de cabra a 20,000 rs. o con-
t, chegados agora do Aracaty : na ra da
Cadeia do Recife n. 49, segundo andar.
No Passeio l'ublico n. 17, loja de
portas.
Vendem-sc chales de lila e seda o mclhor
que se lem visto nesto mercado pelo barato
prego de 3,200 rs.; ditos de 13a a 1,000 rs.;
ditos de tarlatana a 1,000 rs., cortes de cas-
sa-chita, bonitos padrOes, a 1,800 rs. ; chi-
tas para cobertas, cores fixas e bonitos pa-
drOes a 800 rs.,o covado; ditas para ves-
tido a 160 e 200 rs. o covado ; meias
cruas americanas para homem, duzia
2,200 rs., par 200 rs.; brins de linbo pro-
prio para palitos, a 240, e 300 rs., o cova-
do; cortes para colete de lila e seda a 800 rs.;
lenginbos para mSo de senhora com hico em
volta a 280, e 320 rs., e outras muitas fazen-
das por pregos cmodos. 0f0f
vaduria
lie urna pecbincba.
Veudii-sea dinheiro ou praso a padatiado
largo das Cinco puntas n. 154,assim como se
d o necessariu suppnmenlo de farinhas.se o
comprador der a necessaria garanta ; tam-
bem se arrenda : a tratar com J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
- No Hotel Kecife, ra do Trapiche n. 5,
vende-se farinha de mandioca por 2,000 rs.
a sacca, be muilo nova e de boa qualtdade.
Sentido! ,'hi A he ao p do Bozazio
de Santo Antonio.
Quem te mandou esto doce? Perguntava
em 'una mesa um hospede a seu amigo ; de
tantos amigos, ainda nenhum me mandou,
que se compare com este, Irte tornou uam
go, em abono da verdade que s ainda o sa-
boriei igual a este, comprado ao J. J. tien-
des da Silva n. 39 A da ra eslreita do Ro-
zario; amigo, sasfazei o appetite que este
l foi comprado j tambem por me o terem
informado. Carissimos leitores,sendoo hos-
pede ini'ii amigo,communicou-mo o que re-
lato cima, e eu para que o respeilavel pu-
blico possa apreciar a boa qualidade e dar
crdito a sinceridade com quo lite fallo, os
convido a que venbam antes que se acabe,
juntamente a muito acreditada holachitila
deiraruta,biscoitinlios,falias,o outras mul-
las qualidades, como sejam aineitiioas con-
fesadas na trra,bolinhos francozes e amn-
dola finas de cores, ludo por commodo pre
go, como he de coslume no 39 A.
Vende-se urna taberna com poucos
fundos, sita na estrada nova da Soledado ,
que vai para o Manguioho : a tratar com J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se novas cassas chitas de lin-
dos gostos a 2,240 rs. o corte, cassa de qua-
dros fina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
loja da esquina quo volta para a Cadeia.
De castor finos.
Superiores chapeos de castor brancode
formas modernas, e muito loves, a 10,000
n., superiores e modernos chapeos de seda
ifrancezea, a 6,400 rs., na loja e fabrica de
chapeos da prara da Independencia ns. 24,
26,0 28.
Palitos a ia,ooo rs.
Vendom-so palitos feitos, do panno mes-
!clado, pelo baralissimo prego de 12,000 rs.
Icadaum: na ra doQuoimado, loja doso-
ibradoamarello n. 29
Vende-se a cxcellento typo-
graphia do Diario Novo estando
bem montada, tanto de bons pre-
los, como de typos : quem a pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
n. 55, a tratar com a Viuva Boma.
Ancoras para navios.
Vendem-se em casa de Ricardo Roylc, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe-
rior qualidade, e por commodo prego.
Vendem-se superior cliampagne,vinhos
i finos engarrafados de diversas qualidade
4
Casa da Fortuna, na ra Direita
n.7.
Na ra cima e na praga da Independen-
cia, loja do senhor Fortunato, est venda
um completo sortimento de cautelas e bi-
Ihetes da lotera de Nossa Senhora do Roza-
rio, cujas rodas unJum no dia 29 do cor-
rente.
8,01111
4,000
2,200
1,000
500
Bilbetes
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
mm mmummmmmmmm
Aviso para qnem quizer
A. Golombitz avisa aos seu |
$ freguezes da sua loja de al- u
I faiate, com roupa, feita que *
transferio para a da esquina, ^
y atraz da matriz, loja n. a em n
t que est o Sr. Nabuco.scndo %
I sempre o mestre daofficina o |
|> brasileiro Manoel Jos Fer- &
I reir. Na mesma loja cima
I tem sempre um completo ^
t| sortimento de roupa feita.
Igual pechincha nunca se vio a
14o rs. o covado !.'
Vendem-se chitas escarales muito fina*
de ramagens para cobertas a 140 rs. cada
um covado: na ra do Creipo n. 14, loja
de Jos Francisco Dias.
-- Vende-ae um preto bom padeiro, Tin-
do do Cear : quem o pretender dirija-se a
ra da Cruz do Recife, casa n. 28 segundo
andar.
Vende-se urna moga e Hada escrava
parda, de 18 annos de idade, sadla e reca-
tada, propria para mucamba : na ra do
Qucimado, loja n. 39.
Vende-se um oratorio grande, para se
dizer missa em casa : na ra de S. Conga-
lo n. 20.
AO PLBLICO.
Em mu crescido numero contavavem os
mdicos at agora molestias incuravois
contra as quaes. s era permitlidoao pacin
le resignagSo para soltrer um mal deque
j ojo havia esprangas de poder liberta-lo,
o ao medico philantropico a dr de ver mui-
tos de seus sementantes victimas de enor-
midades, contra as quaes se declarava im-
poleote, podendo apenas lamentar a fr
queza da tnlelligencia humana. Mas, gragas
aos progressos da medicina, grasgas ao zelo
de bomons incansaveis, que, no desespo-
de
13 o 1S '" traoainos, ue proruuoa meuuai
- Vendem-se 4 escravos mogos, de boni-lreiterads experiencias, medicamento
s figuras; sondo, um bom carreiro, um pos restituam o uso dosdous mais 10
olecote de idade de 16 annos, e urna es-lentes sentidos de que he dotado o ho
lis
mo
crava
. ramio da perfeclibilidade da sciencia, se
ItWIrlaWffJWWNW teem dedicado a investigado de remedios
Calcado. 'que possam alliviar a bumanidade dealguns
Sapillos de couro 'de lustro, fraucezes e',malBS que a fflgem, o numero das moles-
ud Lisboa, para senhora, a 1,280 rs. o par ; reputadas incuraveis vai de da em da
na praga da Independencia, loja do Arantes d.minu.ndo. Assim, achar depots de lon-
n 13 n as {'gos trabalhos, de profunda tnedilagBo e
tos que
impor-
homem,
na ra Direita n. 3. I quando estes j se chavara no supposlo es-
\1 1 1 1' tadode incurabiltdade eintetramente per-
.iiou.i* irancezas. didos, lio por corto um dosmaiores servi-
llua do Alterro da Ba-Vista, n. 1 os qUe se poj|S prestar humanidade; eis
Buessard Millochau^ o que eslava reservado um homem philan-
visa ao publico e aos seus freguezes, que tropo da cidade de Braga, om Portugal,
tem venda presentemente um mui escolhi-. cuja sciencia, cujo mor de seus sementan-
do sortimento das verdadeiras ultimas mo- tes se teem fetlo geralmente conhecer. us
das de Pars, em chapeos de palha da Italia, I remedios que ora offerecemos ao publico,
ditos de dita da Clina, brancos, ditos JeioSoentram na classe d"aquelles quo o vido
blonde e do palha, ditos de seda, velludo!* OOMdO charlatanismo inculca com mu-
ele. Lindos chapeos de meninos e meninas, eos e descompassados hrados, e que o cre:
de seda e de palha ; chapeos de palha da Ita- i dulo vulgo por ignorancia recebe na boa fe
lia, muito finos, para montara ; tices cha- !e sem discernimento, achandn-se depois ti-
les e capotiuhos de rod do retroz e de seda I ludido; tom, porm, de oceupar mu dis-
bordados; cabegoes de bico de blondo, di- tinelo lugar enlre os meJicamcnlos quo
. tosdoliiihobriD5o;romeiras de bicobor- maiores beneficios prestam ao homem:
dadas; ricas capellas e caixos de flrcs, constara elles da dissolugao aquosa deex-
'iparaCBsamento; turbantes, toucados e en- tractos de plantas medicinaos, de virtudes
cabega; ricas flores decores; mui'reconhecidas e verificadas. O longo
camisinhasde bico branca : es- uso, as continuadas e severas experiencias
- de modas, recenlemcnte chega- a que por toda a parte teem elles sido sub-
ios, se venderHo por prego mais em conla meltidos, sem que urna s vez hajam falha-
; que emoulra qualquer parte. do era seus bons edeitos, o desmentido as
lia um sortimento decalgido para hornera 8. '*^""J" ^J?" esperangas que sobre elles havia fundado
esenhora, dito para meninos, chapeos fran-^ovo_ sortimento de lazendas, I,a 0 ;eu nvvenl'ori ihe teein grangeado cons-
cezes finissimos, ditos de meninos; ven- |0ja da ra do Crespo n. O. taotos e repetidos elogios dos mais sabios
deni-se smente 1 dinheiro vista. Superiores cortos de cass-chita,de novos e respeileveis mdicos, assim na Europa,
Cal virgem. (desenbos, a 2,240 e 2,500 ; eambraiis Irn- (como na America, que unsonos abonan) e
Vendc-se cal de Lisboa a mais nova doicezs decores a 440 a vara; chita para co-iproclamam sua acgSo sempre certa e benig-
mercado: na ra do Vigario n. 19, primei-lberta.de tintas seguras, a 200 rs. o covado;'na. Um destes licores he destinado a com-
andar, escriptorio de T. de Aquino Konseca' cassas lavradas a 2,400 a pega ; dita do fio- | baler as molestias de olhos, e tem por prin-
'fianellamuitoencorp.Ja, e bolachincha d" C\L mm Mbica-ri
ptima farinha. chegada nttilDtmente da "JJ. P" "ft'h"
; Lisboa, por commodo. precos: na ru. do j *ffSt*mod
VigiriO n. 19, primeiro andar. I SRn,,nr;!n .
Na ra Nova, loja n. 2
res, com 8 el/2 varas, propria para corti-'cipal virtude restituir aos orgaos da visSo
nado de cama, a 3,500 a pega ; cambraia de suasfuncgOes; reanimar e fazer reappare-
salpiros, tanto brancos como decoros, a cer em sua natural perfeig3o avista, quan-
4,500 a pega; lengos do cambraia de linbo do esta estiver fraca ou quasi extiucla;
Na ra Nova n. H.IM para veinter-se [tm ^ n s de clliUs cscuras 5 000 comanlo, porm, que nao haia cogucira
palitos de panno verde c preto muilo bem corles de bVimvdo listras, depuro linbo, a absoluta com dcsorganisag3o das parles;
feitos, e mais barato do que em outra qual-|2000 Q corte dil0 |iso a',i4t0 o 1800; ris- nao menos til oenergico ho para desfazer
quor parte; a enes ames que se acaoem. Cad(J do ,|nho t Jgn Q cova Jo. dldu do ,|g0. as c,taratas, destruir as nevoas, e de promp-
ludo sao pecliinclias. jda0, proprio para oscravos, a 160 e 180 o lodebellar qualquer inflammagSo ou ver-
Vendem-se chitas linas a 120,140,160,180, covado; pinno preto a 3,000 e 4000 o cova-' melhidno dos olhos. NSo causa dr, nem
e 200 rs. o covado; pegas de ditas a 5,000, j do: e muitas outras fazendas, por prego r stimulo na parte.
5,500, 6,500, o 7,000 rs.; chitas para cober- j commodo. Outro liquido restitue a faculdade de ou-
ta de cor fix* a 200 rs.; cortos de caiga de, Vende-se a casa terrea n. 16, sita na i vir os sons aoouvido tocado desurde/, ain-
brim do cor a 1,000 e 1,200 rs. com tres e ra do Amparo da cidade de Olinda, conli-' da que inveterada, urna vez que o mal nSo
meio covados, cortes do afamado gambreSo | gua ao sobrado em que morou o fallecido sej. naste"C, sem causar em lempo al-
ai,800 rs., fazenda de rnuita duragao para hispo lliontaz de Noronft'a a Iratar na gumomenu IDoommodo aodoente, esem
caiga ; madapoles a 160,180, 200, 220, 240,1 ra DirctU n. 141, segundo andar. priva-lo do cuidar em seus negocios,
e 280rs. a vara; pegas de dito a 2.800,3,000, j Coutinua-se a vender batatas de Lis- INSTRUCCO'ES PARA O USO DUS
3,400,3,600, 4,000 rs., e muito lino a 5,200.' boa, novas a 1,000 res a arroba ; na ra da
rs. ;algod3o trangado, proprio para lenges i Cadeia do Recife n. 25.
e toalhas a 3,600 rs. a pega ; e outras uiuilas
fazendas por pregos extraordinariamente
REMEDIOS.
O dos olhos ernprega-sc to modo seguinie:
Para latoeiros e funileiros. doente Pel? nianhSa, em jejum, um-
. ,. hora pouco mais ou menos depois que era
baratos: ri. loja d estrella d.ruadoQuei- aJttJSEEi Tale n M. IM .e|W,ad0MU>> tomar .obre a palma da
mado n. 7, confronte ao becco do Peixe *g*'"?",?V^mo|dar .hezouras mo peque.ta porgSo d'aquolla agua; e com
rs. o numero, reta de moldar, tliezoura molhar bem os olhos, fazeudo que al-
grandes, muito boas, vidro, para yidraga, s goltascaam sobre 0 globo oceular :
Unto em ca xa como a rotalho, multo b=ra- em 0S^i[B os conservar moihados at
los, oleo delinhaga.tezouras pequeas, mo- naturalmente enxuguem : ao deitar-se
Frito.
Voltarete.
Vendem-se cartas finas para voltarete pelo
barato prego de 500rs. o baralhe: na ra
do Queimado, loja n. 8, defronte da botica.
Urim trancado de puro linlto a 320
rs. o covado
Na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
ta para cada vendo-se brin traugado par-
do de. linbo puro a 320 rs. o covado.
Chita para coberta, cor (ixe a
2oo res covado.
Na ra do Crespo,loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia, venue-se cinta para cuber-
a de novos padres e cor lixe a 200 rs, o
covado.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos do sol do seda ingle-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di-
mercadorias da Alfaudega, por muito baa- ""bn.Zdlofosoudo, 1
to prego : na loja do Tazendas, uu ra do ,,ue te seque:
Crespo n, 2. Odoento pela manhaa, urna bora pouco
ful lia de landres. mais ou monos, depois de erguer-se, ainda
Vende-se folha de (landres de loJas as m jejum, fr derramar dertlro dos ouvi-
qualidadrs e grossuras, tanto em porc.lo Jos quatro ou cinco gotas do ligutdo, ta-
coaio os reUibo,,,,,, peco muito raoarol; pando-n iinm p.nm alcodSo em tama :
na ra Nova, loj'a de fcriagens n. 6 de Va- noile ao deilr-so repetir a mesma opera-
lentim da Silva fie Companhia; o tambem se a- "arante o uso do remedio evitar
compra cobro e latao velho. expor-se, os ouvidos principalmente, a ac-
I i gSo To calor e do vento, allm de evitar
. .. \ grande transpirago, havendo cuidado em
Vende-se tinta de differentes coros muito i0 nrolhar os ps em agua fria ; finalmon-
T-inulo"preg'i'do 5,000 rs. cada urna : na I lina, crcOes, papel de superior qualidade, i0 devn abster-se de comidas salgadas, azo-
rua do Collcgio n. 4. | formato grando. no raleo do Collegio, luja das e adubadas.
--Vende-so um negro mogo, perito co- :n. 6 de Jobo da Costa Duuredo. ( Estes remedios ostSo venda na botica de
zinheiro, do boa conducta.oque se afianga. 1 Vendem-se os seis primeiros volumse. Bartbolomeo Francisco do Souza, na ra
duas mulatas mogas de Iludas figuras, 1 ne- do Panorama, o urna grammatica ranceza |arga do Rozario n 36, nico deposito em
gra boa cosinhoira, e muilo robusta e sabe de Seveno : no caes da Alfandega, arma-i i'ernambuco, pelo prego de 2,240 ris cada
lavar roupa de sabSo e varrella, um mulata 'Zem n. 4. vidro.
serrador, e dous negros de trahalho dJ en-* Vendem-se duas bonitas pret s seml Vende-se urna preta de maior idade,
xada: na ra larga do Rozario n. 22. 1 habilidades, um preto de bonita figura e : muito servical: quom quizer dirija-se a ra
\ 160 rs. cada um. 1 muito mogo, um dito bom para1 campo, um;do Arag.lo n. 9.
* ., idilode mua idade bom para todoo servigo:, .-JoaoDonnelly inclcz.com loja de alfaiate
Detronte do becco do feue 1 ri- utrasdaCaoimbao.il, onde morou o n-;n,rUa da Cadeia do Recife n.i6,acha-se com
to, loia n. 3, vendem-se lencinho.s i0!1?"'0^^ itecire. um gr,llde sorlimenlo de roupas feitas no
L ~ ik..l iiln- I1.PQnl3i..9fi?00O90O5090!paizevindas de Inglaterra da ultiaamod.,
de cambraia pinUdos, para nuo de Q ,,ara crjados. & Jg qU(es gg VBnJor|0 por tod0J os precos '
meninas e senhoras, de muitos j Vende-se chapeos euvernizados.ga- ,'.j dinitoiro.
hn;ln -losonhn npln liaratitut- m la de ouro e Drts I"" 6,urnecer cv --Na ra da Cadeia do Recife n. 16, exis-
bonitOS deSenbOS, pelo UarallSSl Q 03 mojmos> asjjm como gles es- J^te vindo de Inglaterra de prximo urna por-
mo prego de meia pataca cada um; ** treitos, lulo por commodo prega: y.t30 do palitos, caigas e coleles de todas as
dar-se-hao as amostras com o com- 9JSSS^a^SKtSStma^^^! u,lfd,d* de fazonJ"s e eos!os "'Jemos.
QOQQ^OQQOvvvVvvvlvv VcnJe-se um preto creoulo, muito bom
ptenle penhor. Attencao I pescador : na rui do Queimado n. 31, loja
\ 150 rs O covado. de ferragens.
N 1 ,. ... ,l Vende-se um cabra de 35 anuos, por com-1 ^esciiptoriodo abaixo assignado, na
na ra doyueimiUO, aeironte 1 modo prego,a causa porque se vende se di-:rua d Cruz do Recife n.52, primeiro an-
do beCCO do Peixe Frito, loia n. 3, Ira Ocomprador! na ruadeS. Gongalonu-',jar existe urna grande quantidadedos mais
.. J mero 31. 1 -
Gesso.
Vende-se gesso em barricas, ebegado o|.
tintamente : em casa de I.Kellere Comoi!
nbia, na roa ds Cruz n. 55.
Na ra do Collegio n. 7, acaba de abrir,
se um pequeo, mas mimosamente sorljdn
armazem de louca do Porto, de difireme!
cores e delicados gostos: e vende-se por n
nos do que em outra qualquer parlo; 1 t\\l
pois que he pechincha.
Vende-se urna escrava, creoula, moca
de bonita figura, qual he perfeita costu-
rera,faz camisas de homem,faz labyrintho
e be pirita engommadeira : atraz da matriz
da boa-Vista n. 91.
Escravos fgidos.
vende-se riscadinlto azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-jobra superior, o por prege
, __ passeio Publico, loja n. 11.
tlSSiniO preco de seis Vllltcns O CO- K .. Vendo-so u.nacadeira
; mero 34.
-- Vende-se um Ierro de fazer hostias,
prego commodo: no
vado; esta fazenda he muilo recom-
mendavel aos senltores cheles de
familiaj d-se as amostras com
penhor.
Na loja das 6 portas.
Chitas escuras a seis tintens, sol, nioia
pataca e dous tustes, lengos brancos para
mSo de senhora e meninas a dous tusles,
lengos pequeos para meninos a quatro vin-
tens,o multas outras fazendas por pregos ra-
soaveis.
Vende-se urna preta moga c sadia, cn-
gommadi'ira, cosinheira, costureira, lava e
faz o mais arranjo do casa tem muito boa
conduela, e foi recolhida ; urna pardinha de
dez annos muito bonita, chegaJa do sertSo
para pagamentos, e um rooleque dn sele an-
uos tambem pega : na ra larga do Rozario
11. 35, loja.
-- Vende-so urna mulata, ptima cozi-
nheira, e eogoitima solTrivelraonlo, o urna
prela propria para servigo do campo, ou
quitandetra; na ra atraz da matriz da lina
Vista, n. 21.
dn arruar, era
muito bom estado, de goslo molorno, rica-
mentodour.ida, com caixilhos de vidro,for-
rada de damasco de seda, com corrame de geral da ra da Cruz
marroquim, fardamcnlo o chapeos com ga-
les do ouro lino, tudo no tnelhor estado
possivcl : na ra Velha n 57.
-- Vendem-se na ra das Cruzcs n. 22, se-
gundo andar, urna parda de 30 anuos, com
todas as habilidades, e ptima para tomar
couta do arranjo de urna casa ; duas pretas
mogas, urna creoula c outra de nagSo, que
engommam, cozem, cosinham e lavam do
sal>3o;euraa dita da Costa vundedeira de
fazonda e quitaudeira ; e um escravo para
todo servigo.lanto da praga como de campo.
Vende-se unta preta moga boa lavadei-
ra e vendodeira de ra, he em conla, porque
seu senhor que he prelo da Costa so disgos-
tou dclla por a mesma o nSo querer servir:
na 111 larga do Rozario 11. 35.
-- Na loja do uuudozas da ra do Crespo
n. II, vendum-se buhas de carrilel de 200
jardas 11. 100, 120 e 150 a 80 rs.; o mesrao
vondedor se responsabilisa pela qualidade,
cartas portuguezas e francezas selladas,pen-
tos do marliin de muito boa qualidade.
finos charutos de S. Flix, vindos pela escu
na Adolaide, a pregos rasoaveis. Domin-
gos Alvcs Malheus.
iGantois Pailhet& Companhia^
Continua-se a vender no deposito|
52, o excel-g
lintee bem conceituado rap areia*
t preta da fabrica de Cantois l'ailhot <::i:
H Companhia da Uahia, em grandes aS
!i pequetas porges pelo prego esta be-I
tf lecido. U
Vende-se tima casa terrea na ra do Pa-
dre Florisno, no becco tapado decima 34 ti.
8, com pequeo quintal : quem a pretender
comprar, procure ao senhor Tbomaz de A-
quiuo Fonseca, na ra do Vigario, que esl
aulorisado a vender por commodo prego.
~ Vendem-se um guarda-louga todo en-
vidraga 10, dous caixOes do arraagSo de von-
da, um carro de m3o, urna mesa grande pro-
pria para janlar, ou outra qualquer cousa
por ser bastante comprida e larga : na ra
da Roda 11. 52.
Vende-se para fura da provincia, ou pa-|
ra algum engenho, um negro creoulo de!
20 a 24 annos de idade, bom cozinheiro, la- '
va engomma, e tem principio de alfaiate por i
prego commodo na ra da Praia n, 20.
No dia 13 do correte as 7 horas di
noile fugio do engenho caxoeira deSeri-
iihaem o escravo Malheus,lovou urna argolla
no pescogo.calga de algodo de listra e cami-
sa de madapolSo ; e tem os signaes seguin-
tes : estatura regular, espadado,ps seccoi,
porem achatados com callor de fiagdo.e cora
sicatrizes as uadigas ; a tal argolla se ella
I i ver tirado deve ter a marca no pescogo,tem
mais esses signaes: car* curta porem bonita,
beigos grossos e muito regrista, roga-se '
autboridades policiaes e capitSes do campo a
captura do dito escravo 1 quem o pegar leva
a ra Nova sobrado n. 58, primeiro andar
que ser bem recompensado
100,000 rs. de gratificaran.
Desapparecen no dia 7 de maio prximo
passado, o pardo Leonardo, de idatlo 18 an-
nos, pouco mais ou menos, e tem os signie*
segointes:baixo.o peito um tanto mullido
para dentro, cabello carapinhado e al o
meio da testa, o falla de vagar. Este escrito
vinha todos os dias vender leite no Recife,
de um sitio da Boaviagem, pertencentei
Joanna Hara dos Passos, de nuera foi escra.
vo : quem o apprehender e levar a ra di
Senzella Velha, defronte o n. 144, segunlo
andar, recebera a gratificagao cima.
No dia 17 do correte desapparecen o
preto Congallo, creoulo, quo representi ler
45 annos, com falta de denles no lado supe-
rior, tem urna pequea belide no olho es-
querdo, he meio fulo, cora pouca barba, eo
tnelhor signa) quo tem he ter os dedos doi
ps voltados para dentro, be bem conhecido
de muitas pessoas nesta praga, por ter ser
vido em muitas cocheiras; suppOe-se ler si-
do seduzido e levado para lora : por isson
abaixo asstgnado roga a polica desta pro-
vincia, e aos capitSes de campo.que o preo-
dam e levem-o ao seu sitio capellinha do
Mondego, que se gratificar generosamen-
teSebastian dos Oculos Arco-Verde Per-
nambuco Cavalcanli.
50,000 rs. de graticagSo.
Do engenho Santos Mendes, no dia 13 di
junho, ausentou-se a escrava Maria.de :'i
annos, creoula, fula, de boa estatura, e bom
corpo, os ps carnudos, lem alguns cabellos
no bugo, bem ladina, com dosembaraco ni
falla ; trajo?, saia de chita eocarnada, cabe-
go]de cassa, chale de 13a rouxo, p le mu-
dar os trajos; o andar da dita negra he pisar
duro, e he desfargada, denles perfeitos, foi
vista na ribera de Po-d'Alho : roga-se 1
apprehengo da mesma escrava,o sua entre-
ga no dito engenho, ou nesta cidade na pra-
ga do Commercio n. 6, a Manoel Ignacio de
dliveira.
Desapparecen no dia 8 do
presente mez, um escravo de no-
me Jos que representa ter 41
annos, grosso do corpo bastante
gordo, meio fulo; nariz chato, de
naran, tem urna perna grossa, um
escroto grande, que eslava em cu-
rativo, levou vestido urna calca a-
zul de ganga, camisa branca, cha-
peo de couro, foi escravo do capi-
tozinho : roga-se as autoridades
policiaes e cu pitaes de campo, a
captura do mesmo a entregara
seu senhor, na ra da Madre Dos,
Joaquim da Silva Lopes.
Desappareceu no dia 8 de juiho do cr-
renle anuo o eahuelo Jo-i', escravo de Pa-
checo, Filho ft Mendes do Aracaty; o quM
escravo tem os sigoaesseguintns ; o braco
esquerdo quebrado na munheca, cabellen
pelos e grandes, hem fallante, o qual pode
serquequeira inculcar-se do forro, levou
caiga azul de algodSo, camisa de algodSo de
listra, quando falla aperta um pouco a lin-
gos enlre os dentes: quem o pegarlevui
ra da Cruz do Recife n. 33, casa de l.uu
Jos de S Araujo, anudse achava para ser
vendido, que se recompensar.
Ba y.itllir.aco.
Gralifica-socom 50,000 rs. a quera appre-
hender um muleque crilo, por nomo Mi-
guel, de idade de 15 a 16 annos, fgido
desde sexta-leira 28 demaio prximo pas-
sado, de gancho ao pescogo,secco do corpo,
cor bem preta, beigo inferior grosso, com
marcas de chicote pelas costas, vestido de
camisa dealgodio branco com mangas cur-
tas, caigas do algodosinho de listras azuej;
he bastante ladino, tom falta de cabellos ni
cabega por ter andado vndenlo fructis
mandioca, macaxeira pela ra ; este mole-
que quando lhe fallara, esta sempre com os
olhos inquietos, e fazendomovimentoscont
os dedos das mSos. P lo ser que so intitu-
le de forro, e que d outro nome, como ja
tirou o gancho do pesengo que linha quan-
do fugio de casa. Portanto roga-so a lohs
as autoridades policiaes, capitUes de campo,
o mais pessoas, que figam todas as diligen-
cian do capturar este moleque, e maoda-lo
entregar a seu senhor, Jos Saporiti, mo-
rador no principio da estrada dos Afilelos
Da fabrica decaldereiro da ra do Bruin
11. 28ausentsram-se, no dia 10 do passido,
o preto Antonio de nagoCabinda, estatura
regular, cabellos um pouco brancos, cbeio
do corpo e muito cabelludo uos peilus, ros-
to carregado; costuma em suas fgidas re-
quentar a Solidado, Manquinho e Afoga-
dos, e em sua ultima fgida foi pegado no
engenho Cuca districto do Rio Formoso:"
no dia 13 do crrante o preto Alejandre, U
nag.Mi.s. 1 iiu.iie, alto, corpo reforgado,
alegre, e ja foi escravo do Sr. Bolly e '*
francez Melequer, morador no Rio Doce, lu-
gar que o mesmo escravo costuma fragen-
lar as diversas fgidas que ha feiiu;
roga-seas autoridades policiaes o a quera
quer que delles der noticias, dirijao-ssi
mesma fabrica que sera recompensado.
50,000 rs. de gratificagao.
Desappareceu no dia 25 de dozembro do
anno prximo passado, do poder do seiibor
Francisco Ignacio Momios,u Kio de Janeiro,
o seu escravo Alexandre, de nagSo Cgaos',
estatura regular, o qual linha sido aqu o
Recife, do senhor Luii Carlos Frcdenco de
Sampaio, que por intermedio dos sonbores
Amorim Irmos, o havia remetlido para-
quella corte ao senhor Jos Antonio de1H-
gueiredo Jnior, que alli o vendeu em 17 m
juntto de 1818 ao referido senhor Jlemits,
em poder de quem dito escravo leve besi-
gas, que lito uccasionaram urna belide em
um oiho, iiiiu so sabe se no direilo ou n *
querdu, tguorando-so Umbem o coito qus
a idade que representa: quem o P*8" *
ye-o a ra do Vigario, casa u. 7, onde sera
promplamenle |pago da gratificagao acinu
indicada.__________________________-
l'ERN. : Ttr. DE al. F. uE I'ahia. ""
MUTILADO


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