Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03712


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anuo XXVIII
Segunda feraTP
DIARIO DE
de Julho 3~T85"2.
N. 158.
PEMAMBMO.
fir
,1,19o A snuonieoio.
PiemiHTo ADUiftDo.
, trimestre............f!H
fessr.v.v.v.::.- >>
,0' p.OODIBt.O Dr.mHT.l.
w twrte^y- .y. *"
Udc Junho Minas... 56 deMaio
'21 de dilo S.Paulo 8 de Junho
Jlidedito 11. ili- 1.. 2 de Julho
o Je Julho Haba... 31 de dito
da- o liili. audiehcIAh.
lOSeg.S. Vicente.
20 Tere. S: Jcronymo
Emiliano.
21 (luartS. Piaiedei
22 Quii- s MatiaM.
23 s, u. .s. Apolldia-
riob. '
.!. S.1I1. S. Cbriillaa
25 Dom 8. .S. Thiago
ap.
1 ni 10 di OrpkSi
?, >5. a 10 hora'.
I. rara do civil.
3. e 6. inelo-dia.
F alenda.
I. e 6. a 10 horas.
3. vara do civil.
. eaabadoaao melod
Krlmcao.
Tercas e sbados.
Creiceate 24, a 1 horae 17 minutos da ro.
Chela a.Ii aoi7 ininutoa da man lia.
Mlngoante i 9, as 5 horas e 48 mlnutoa da ro.
Nova 17, a 1 bora 46 mlnutoa da manha.
miuam hOJ
Primelra asi! horas e G mlnutoa da manbaa.
Segunda s 6 boras e 3 Oolanna e Parahlba, a segiiada sextas-
felraa.
Rlo-Crande-do-Norte e Victoria aa quinta'
feiraa
Bonito,Caruarn,eGaranhuns no l*e ISdccad9
KIoa.Ourlcurj.F.xu e Boa-Vlata 13 e 28.
()linda, todos oa dial.
Tollas os Correioa partemao melo-dia.
KOTICIAl Portugal
ITeapaoba
Franca
Blgica...
Italia..;:
Alemanba
Pruasia ..
Dfnamsrc
Ruasla...
Turqua.
Ilde Junhn Austria .
8de dito Sulaia...;
8 de dito
, 3 de dito
1 de dito
. >de dito
.i de dito
1 30 deMaio
28 de dito
26 de dito
Succia
Inglaterra
E.-Unidos
Mxico...
California
Chlli.
Buenos-A.
.Montevlde
2|deJiinho
I de dito.
a5 de Malo
8 de Jnnho
23 de Malo.
8 de dito
1 de dito
10 de Abril
15 de Malo
5 deJunho
CAMBIOa DE 17 MJDIHO.
Sobre Londrea, a 27 '/, a 27 '|,por d, 1/O0O
Parla, 345
Lisboa, lOOpor cento,
ETAtl.
Ouro.Oncasheapauholaa............ 29/WO
Hoedas dc b/400 velhai......:.. 16/000
. de 6)400 oras......... 16/00O
de 4/000................ !>/00
Prata.I'atacfleabraailelro............ OMO
Pesos culiiniiiarios............ l/'.l'"
Ditoa mexicanos............. 1/800
PAUTE OFFICIAL
GOVERNO OA PROVINCIA.
_ [oompatirels com o bem publico, arrendanHo-o
rXPEOIENTE DO DA 5 DO COMIENTE. para ediicacao, ou como parecer mal con-
' Ollicio Ao Exm. presidente do supremo. venentei observada a le do ide outubro de
tribunal de juatica. irausmiilindo a reiposla ,8j8- e ,a,|m augmentando as auaa rendas pa
dvl-i l"l doulor Manoel Mendes da Cunha j ra OCCOrrer as despesaa a seu cargo,
wrredo portarla, que S. Ex, Ihc dirigi porr porlsr|a Concedcndo a Manoel Jos de S
intermedio da presidencia. I Anua Aiaujo a dispensa qnc pedio do lugar de
Pilo A lliczouraria de faz.cnda autorisan-jVOga| administracao do patrimonio dos or-
da-a, fin villa d* "* Inforiuacao, a mandar I pha0Jj c Horneando para o mesmo lugar a Joa-
n.igar ao capillo do 0 batalhao de infamarla,!||nim |rraDCiaeo iinm.-. Fizcram-sc ncslc
Vntonio Mara de Castro Delgado, os leui ven- F sc-oiitlo as convenientes com iiunlcaces.
cinicnlos desde a I de maio ultimo, com a de-I mtl Conccdendo licenca a Joaquim Ellas
duc.iu da .') parte do sold para compeniacaoldc j|oura para mandar vir do Engenho Concel-
que vindo d'.lli a guia, que ncsla data se re-* do aeu ,ui0do/e tahuas de costado de sucuplra
.uesita, para substituir a que n referido capi-,colll ,2 pa|luoa de coinpimenlo c dous de lar-
lao perdru por ocasio do naufragio do vapor [gura, e recomincndando as autoridades locaes
S Suhastl'o, se laca o ajusiamenlo de suasLjUC lla-0 ponham iinpcdiincnto algum na con-
lonWj. Fducco dessa madeira, lendo porem tudo o
Dito A mesma declarando, que aos cor-|cuiaa(i0i flm de que se nao deem abusos por
' occasiio dessa licenca. Communicou-se ao
capilao do porto.
IDF.M DO DA G.
tuada cssa villa fol dado pelo Sr I). Joo 0 pa- I termo, o qual solicita aber se pode ou nao
ra logradouro publico, tendo um quarto de le-continuar so exercicio das funcedes de ambos
goa, que casa cmara aflrma estar bem de- j estes lugares, cabe-me dizer: que na le tura
marcada, c sem conleslaco, cumpre que do ido aviso n. 93 de 14 de outubro de i8l4 achara
mesmo terreno tire ai ranta'gcns, que forein lo dltobaobarel a resulucao de sua duvida. E
netas e chrins da guarda nacional desta pro-
vincia se deve abonar os mesmo reiiciineiilos,
e paisaram a perc.ber depois da cxccucao
,!o aviso da repartido da Juanea, de I de ju-
nhn .le i8l7, ate que o guverno imperial re-
solvaoquejulgar mals conveniente. Um-
inuncoii-sc -o eommando superior da guar-
da nacional do municipio do Hecic.
Dito A mesma Inteirando-a de haver o
juiz de direilo da comarca de Goianna, Anto-
nio llaptista Citlrana participado, que no da
I-do corrente entrar no exercicio da respec-
tiva vara. Responde 11-se ao dito juit.
Dilo- A mesma diundo, que para resol-
,er sobre o augmento do crdito, que aquella
Ihtzouraria solicilou em offlcio de I do cor-
rriil, faz-sc nejtssario, que a meima thesou-
raiia envi um ilcinonslralivo cspecilicado das
drspesai que correrain pelas rubricas, gralih-
L-jce. diversas, e diversas despesas do mlnis-
lerio da guerra em o exercicio de i;n -- 1B01.
DitoAo juit relator da junta de juanea iraos-
nililndo, para sei relatado em sessao da mesma
una, o processo verbal feilo ao soldado do !!
balilliao de inl miarla, Francisco Pedrozo. -
t-nininuulcou-sc ao marechal.
Dito Ao director das obras publicas de-
clarando, que devem ser vendidos cm leilJo,
neraote aquella directora, os sel! cavallos de
que sua me. trata cm seu ollicio de .1 do cr-
lenle
Ofliclo Ao eommando dos armas, diiendo
que, visto ser Antonio Joaquim de Araujo de-
sertor do brigue-escuna 0/inrf pntnmandn desliga-lo do deposito de recrutas,
,'ilim de ser entregue ao eoimnandantc do re-
ferido briguc, logo que elle o mande procurar
110 quarlel do Hospicio. ~ Communicou-sc ao
cnmmandanle do referido brigue-escuna.
Dito Aometmo, comtiiunicando que, por
decreto de 10 de junho ultimo, segundo constou
de avilo da repartieo da guena de 22 do mes-
mo mez, fol promovido ao posto de capilao pa-
ra a companhia lixa de cavallaria desta provin-
cia o lente de cavallaria do corpo da guarni-
ciio Hxa de S. Paulo, Francisco de Siqueira
>uclro7., c ao de lente, para a mesma com-
panhia, o alteres do primeiro regiment de ca-
vallaria ligelra, Francisco llenrique de Noro-
nha, Inleirou-se a thcsmiraria defazenda.
Dilo Ao mesmo, para mandar prestar ao
Chela de polica urna escolta, alim de conduzr
para o Rio Formoso o preso Antonio Ferrcira
.na, que all tcm de eslar ale o dia 10 do cor-
ente para responder ao jury de Agoa Preta.
Cnmiiiiiulcoii-ie ao chefe de polica
porqttanto devera elle tcr-iej conaiderado im-
pedido ou deilituido da supplencla da vara mu-
nicipal pela aceitacao que fuera da do juio dos
orphaos, a quem ha subitituido em outras an-
teriores occa*ioes, e parece agora preferir, jul
go, por conveniencia do servico publico, que
deve continuar no exercicio deste lugar, lican-
do Inhibido, durante oquatriennio da substi-
tuido do juit municipal, por dever esta ser
distincta e separada daquella outra, eevilar-se
assim a repetico da Inctirialidadc que ora se
den, nao obstante o dltoaviso. He o que enlen
do ; mal V Exc decidir do modo que em su.
labedoria raclhor Ihe parerer. rVns guarde a
V. Exc. Reclfc 5 de julho de i852. -- lllm. e
Exm. Sr. Francisco Antonio Ribeiro, prr..iden-
te da provincia de Pcrnambuco, Anlom'u lg-
nnciodi Aievetlo.
Portara-Ao agente da companhia das bar-
cas de vapor, para mandar dar passagem para
a corte, por conla do governo, no vapor que
hoje chegou dos porlos do norte, a duas pracas
de pret do corpo de municipaes perinauentes
da mesma corte, as quaes scrao enviadas para
bordo do dito vapor pelo marecbal cotnman-
damc das armas. Goinmiinicnu-sc esle.,'
DEM DO DI A 7.
Oflicio Ao comando das armas, desendo
que, visto estar verificado, que o desertor Ma-
riano Antonio de Castro pertence a guarnieo
do brigue escuna OHuda, e noao 4* batalhao
de artllharia a p, a cujo commandantc fol
mandado apresentar pelo chefe de policia, ex-
peca aquelle eommando suas ordena, para que
o mesmo desertor seja entregue ao cominan-
danle do referido brigue, logo que este o man-
de procurar, Communicou-sc ao commandantc
o mencionado brigue escuna.
Dito Ao mesmo, transmitlindo por copia
o aviso da reparlico da guerra de 13 de abril
ultimo, cciniuuiiicando, que licao expedidas
as convenientes ordens no sentido de seguir
para esla provincia a fim de ser empregido
como convier ao servico, o l"cerurgo tenenlc
do corpo de saude do ciercilo, Prxedes Go-
mes de Soma Pitanga. Igual copla remet-
teu-.ic alhesouraria de fazenda.
Dilo Ao mesmo, recomendando a expe-
1 Dito A mesma para mandar pagar ao ce- I Jr, se for possivel, um curso mis hvro
rurgio da cadeia desta cidade, Francisco Joscjaonosso zelo, rospondentlo ao appello do
da ; Uva, caso eateja nos termos legaes a coma no-sos illlios. Continuando a pairar por c-
auc remelle, da quanita de4z,u8orel(, que elle I ma ,|0 iouas as polticas humanase de con-
despendeu com a lavagem da roupa dos presos f ,e coil os principios que tracamos
da respectiva Inlermai a desde i de mareo "" ; 1 *_____
atoultlmu de junho fmdo. Communicou- em nossa pastoral do 8 do juitlio do anno
Dilo Ao mesmo, remetiendo copia do avi- dieo de JUas ordens no lentldo de acr prestado
,so do ministerio da guerra de 7 de junho ultl- aojuiz municipalIsupplente da segunda vara
Dito Ao iulz municipal da 2" vara dizcu-l,,,,,, no qual se declara, que nenbiini corpo do desta cidade, Jos Raymundo da Costa Mone-
do que o sen ullicio de 2 do crreme, fui re-te,crcilu tem direilo a recusar os objeetos, que es, um soldado de cavallaria, para levar aos di-
cebldo no dia 3, quando ja se nao podiam dar||nc, faretn fornecidos, por qualquer motivo que versos subdelegados deste termo os editacs pa-
s urdrns, que sua me. aolictava, no sentido j,ja .. igual cpia reinellcu-se a ihciouraria raconvocacaodo jury.-- Communicou-se ao
de proceder-sc, no o esmo dia 3 a una liora^ic fazenda. [dllojuiz
eao chefe de policia
Dilo A momia pra que, estando nos ter-
mo* legaea a conta que remede, mande pagar
.i nlannel Pereira de Lemos, a quantiade.....
M0,8H0 res, que despender o delegado do
ta^podo Limoeiro, desde o primeiro de feve*
retro al o ultimo de junho findo, com o sus-
tento ilos presos pobres recolhldoi cadeia
dafeuclla' villa. Communicou-se ao chefe de
policia.
DiU> Ao director das obras publicas dizen-
do qtre pode Sine. mandar continuar por ad-
ministracao a obra da ponte doTapacur, com
tanto porem, que ac nao despenda com a sua
concluso mals do que a quantia de 3:000/ri.
em que esta oreada, c na qual se comprehende,
segundo Smc. informa, o excesso de 6o:.j675n.
lobre o orc.inenlo primario Conimunicoii-
le a tbeaouraria da fazenda provincial.
Dilo Ao ineaino dizendo, que pode pro-
ceder ao orcamenlo e planta da casa precisa
para priso no Rio Formlo__Coinmuncou-ie
aojuiz municipal da quclle termo.
Portarla Prorogando, aleo funde agosto
vindouro, o piaso que foi concedido ao cs-
crivao do crime c civil, c labellin de notas e
do regUtro gcral das hiypothecas da cidade da
Victoria, Jos Xavier Lins de Albuqtierque,
para a apresentaco do respectivo titulo impe-
rial Conimuiilcou-sc ao juiz de direito de
Santo Anto.
_ Dita Concedcndo lieensa a D. Mara d
Carino Leal, para mandar vir das malas desta
provincia os pranchea de amarello vinhaiico,
que faltarem para preeneber o numero de 100,
que por aviso de 73 de agosto ue l8l7, ohtcvcli-
cenca para fazer cortar, c recommendando as
autoridadei locaes, que nao ponham embaraco
algum na conduco dessa madeira, tendo po-
rem, todo o cuidado para se nao .I 111:11 abu-
sos por occasio desta licenea-- Commuuicoii-
ac ao capitao do porlo.
passado, ainda somos comvosco, qucriilos
irm.ios, clieios da mesma solicitude, com
a pa la 1 i-i que Jezus Christo nos conliou para
consolar-vos o instruir-vos. Pootinco desla
erando e Ilustre ig'fja de Pars, como um,.
dos sucrossores ainda que indigno, dos1 ''"J jonducta moral do homcm prlva-
gloriosos apoa.olo, a n,.en?o lv./or disse: I &Z ffiSSTcJSXSS t^
Ide, enstnai o mundo, nos conlinuare-......
a caridade blasphrmando-a diante dopovoou
ihc enslnam um falsa caridade. No primeiro
caso Ihe endurecein o coraco, no segundo cor-
roinpcm-no.
Desde* ento, vos o comprehendeis, be ne-
cessario para enmbater a ambos, debaixo do
ponto de vista dos padreado concilio de Paria,
eslabelecer bem o que seja a caridade christaa.
Una vez posta c claramente explicada a Idela
sublime da caridade christaa, ser fcil 11101-
Irar porqne lado 01 diversos systemaa da phi-
losophia racional Ihc sao contrarios, ou ellea
EXTERIOR.
Segnnfla patloral to Sr. arcebispo de Varis
para desenvolver e confirmar o decreto do
concilio da mesma cidade contra os erras
que destroem os fundamentos da ustica c da
caridade.
Domingos Augusto Mara Sibour por mi-
sericordia e graca da Santa S Apostlica,
.: procede.
da lardr, ,i examc cm urnas caixai de laicndaa
que se acliavam por despachar na allandega,-avlso do ministerio da cuma uc j......------------- -- -~-----------------. r,, ,.
vindain.i vapor S. Sebaslio, que naulragou, Lllimo, declarando que fo approvado par o por ler sido julgado incapa. do aerv.50 1111- Ao Clero e ao liis do nossa dtocese. sau-
consicnadas aos negociantes kalkmam e< Ir- u!0 ,,a e)Colas primarias dos menores dos ar- iiUr. Coininuoicou-sc ao chefe de polica. de o b-nelo em nomo do Nosso Seilhor Je-
..aos, c que havlam sido seguras no Rio de Ja- aena de guerra, edoicorpnsem que as hou- Dito-Ao mesmo, inteirando-o de haver de- zus ChriSlO.
,,' ver, ocompendio de arithmriica, publlcajupc- signado odia o do corrente para^a reuniao da Anda somos nos, clianssimos irmfios
Dito Ao juit muniridal do Pao d' Albo ac- f | captu do corpo de ennenhciroi
miando recchidos os ollicius de Uc 6 de ju- jacadeniia de mariiiba, JoseJosqu'
nlio ultimo, no l'dos quaes Smc. d eoMa dosf|ua| c5pa remciteusc a theso
ir.ihalhosdojiirv, cuja si-sn ful abena na-1 ,. ,.....,.. ,,...^.m 1--- "<. seu oorarSo o a nueni lnihnm
..uella commarc. no dia 8 do mesmo mez, el Dito Ao inclino, transmiltindo por copia o da manhaa do relendo d,a. Hzeram-se nef ?!"'./JJ"" .7S!0-_i.1JSS "*"""
no J. cominuniea haver reassuinido a vara de Lvljo da ri.,riicao da guerra do I." de junho te scmido as conveu entes coinmunicacucs. annus como o pal de vossas olma.
lab municipal e orphaos no referido dia 2i, ,,, pelo nal se delerinina, que a presiden- Dilo- Aojuiz relator da junta de juslica, Som duvida leudes ja niais de urna VCZ
.ousequenciade ler cessado o iinpedineu-!rlll faca seguir para corleo -enrule do estado transmitlindo, para seren relatados cm sessao pergunlado, vosa quem lentos tantas ra-
srgunda elasse. Menedicto Jorge de da mesma jiint., os piocessos vernaes leltosaos zcs particulares de amar, so a Pxplosilo do
Dilo-Ao mesmo, remetiendo por cpia o Dito-Ao mesmo, para mandar poiem liber- Sffi^AIKfi
iso do ministerio da guerra de 12 de junho dade o rrcruta Antonio de Almelda Ferrcira, fceln:ipOOT I ar.s.
ii... .1....1,, ,,.,! me foi annrnvadu nar o por ler sido migado incapat do servico 1111- A0 Clero e aos nei
tiros, cente da junla de jusli?, e recommendando que mande aimla lie o vosso arcebispo, aquello que vos
ipn 1.1 d-Avila.- avisar tres omciaes superiores para servirem de lIa a todos, como sabois sem dlitinCCfiO
souraila de fa- vogaes da mesma junta, os quas deverao com- .. .... .,...:- *
parecer no palacio da preildcncia < 10 boras'UP'P""--0 l'oniK.a, nem de condeno so-
mos o curso destes enslnos divinos
Hoje esta palovra, da qual somos o minis-
tro e o interproto para com mro, n3o pode
deixar de ser grala a todos, menos que se
iMirintrem entre nos alguns daquelles ho-
mens tilo severamente castigados outi'ora
pelo salvador do mundo, os quaes alfecla-
ram escandalisar-so nesmo com o que ha de
mais arrebatador no F.vangelho, porque va-
mos fallar de amor, do humanidade, de
fraternidado, de tolerancia, de 110511ra, do
misericordia, de assistencia, de dedicaeo,
de espirito, de sacrificio, cousas maguillos
oxpressas na lingoagem santa por unta s
palavra : caridade '.
Na ultima pastoral quo publicamos cm
apoiu das decisoes do concilio de Pars, con-
demnainos, como hevcil ile oslar lemhra-
dos, os erres quo ilestruom os futnlainenlos
la juslica, e rovindicmos em nomo do que
esta virtude celeste c terrestre ao mesmo lem-
po, em que consiste, cm urna palavra, a cari-
dade. Julgareinos depols luz desla idela di-
vina, bebida no Evangelho meamo, as doulr-
uas que sao incompativel com a caridade.
ldeia ita cariitide christaa.
I.
O que be a caridade christaa ? He urna virtu-
de de ordem superior natureza (todava fcil-
mente pratieada, logo que le cita em relacao
com Jess Chtislo), pela qual amamos a Dos
cima de todas as co'.isas e ao prximo como
nos incsiiios, por amor de Dos, principio de
tudo o que, no hoinem sua iuiagcm viva, me-
rece ser ainado, c por conseguinte raso supre -
ma deste amor.
Que copia, por assim dizer, de grandezas mo-
rars, de accocs sublimes e obras santal, nao ic
ve j como decorrendo desle 1n.1ua11c1.il aberto
nes cos!
Ah queridos irinaos, estamos deidc a infan-
cia to acostiimados com as magnificencias do
christianismo, como com as da natureza, as
ha do mais sagrado no ceo e na Ierra, os di- j ^"arrebata? a'^^1^0^^'^
rcitos desla virtude principal na sua appli- 1 ,ocar n0SJO corlc-0 dc alIlor e dcVeconheci-
cacSo propredade. ineulo. Mas supponhamos que estes grandes
Fizemos ver que nilo se pode destruir a I pbilosophos da antiguidade, cojo genio se com-
1 v.n .v.. .. f,...
'maior dc srg
siracao do p
pitaos.
Dito Ao mesmo inteirando-o dc haver, de
conloruiidadc com a sua informafao, deferi-
do 0 rcnueriiniiilo em que o bacharcl Manoel
Heniiqi.es Cardim pedia o egresso dc seu ma- (Io aviso da llnia |eMra na Importancia de rs. '" Pa a guarda da ribei.a da mesma fregu
Anare Den. iquc Caidim, educando daquel- lX,,,.0ll0 sac,lda pe|a ihesourarla de fazenda da 6"" anie o 1. de selembro do nno panado
Icwollcgio. provincia do Rio Cande do Norte sobre .ide, al 30 de junho ultimo, Commun,co,.-se ao
Dilo A directora do collcglo das oiphaas.: ,a c a |-lvor de Joaquim Ignacio Pcrelra Ju- chele ae polica.
par* mandar reeeber naquellc collegio as or- L .. pa,iieipon-se ao Exm. presidente da- D'U> Ao director das obras publicas. Em
pbiai Gullbermlna Candida dos Anjos, e Mari. e|' provr.ca, | respeta ao se cilicio dc j do correnle, em que
llosa do Rozarlo, lilas de Anua Mana dc Jezus, 1 ilo A. mc,mJ> dizendo que comm res- PPe nece.s dade da coniervacao da casa si-
.uva do sargenlo Joo Fclis Evangelista. ,, de .ervcntei do arsenal ,|e ,'oad.a entre o 2f e So lanco da estrada da
(oui.nunicou.se a admlnistrafo do palri.no- werV, a0 que e.live, de accordo com a consic-1 <"8lrada. da \iclorla, que roa edificada para
tilo dos orphaos. nacao marcad para cssa despesa, nao se aJ- servir de abr.go aos encarregados da admln.s-
l.ito-Ao juiz de paz do distrito dc Flores m,ndo novos srvenles, sem que baja vaga ""fao dessa obra, lenho a di.cr-lhe, que a
aecusando reebidn o officlo, com que Smc. I ialncnlc dita, como tirita datase offlcla ,'"""] casa de"r conservada einqua.ito for
icnielleu copia dos trabalhos da junta revisla 110 drcclor daquellc arsenal, e em gcral 8e faz do inte.esse publico, e della nao se pode da-
de qualifioaco. bldiipeniavel toda a cautela, para ,e nao de,- P" "Ul"' Jcstc governo, cu.nprindo ob-
llito- A adminilracao do patrimonio dos mBJcr n,ais do que estiver Diado para cada servar, que se o pioprietar.odn engenho Ren-
icar Inteltado uos de ha- &l ,, ,!..'.ervlco publico, e no caso dc loVelho.em cujas Ierras esla situada, julgr
1 pliaos dizendo I
v er entrado no cxctcicio da respectiva caaeira nao (Crr, bastantes asconsignaedes, a mesiua
1 |.rofcsioura de piimeiras letras do collegio ; (hesourarla representar com anticipaco ao
lis orpbas, mas lambcn dc ic trr ella casa-| ,nrsnlir0 nacional, para providenciar, cum-
io rom Agoslinho J"S de Oliveira. prindose assim as ordens c reglamelos a (al
Dito A camera municipal dc Limoeiro, rrSpeto, e nao le dando ao decreto de "
declarando que a presidencia hade fazer cHcc-|lna|n d,.'iS< una inlelligencia alheia do que
Uva a dlsposlco da le dc ID dc agosto dc 1846, se conionha cm suas disposices. Onciouse
"' a respeito ao mencionado direclor.
Dito A' inclina, remetiendo por copia o
aviso da reparlico do imperia de 15 dc junlio
ultimo, declarando as quantlas que tocaram a
prejuuicauo algum direito seu, deve reivcndi-
ca-lo pelos meios legaes, sendoque possa pro-
varo damno que Ihe resulta da estrada e das
obras a ella perlenccnles, c convencer a f.zen-
]]. da publici da falta de direilo dc promovci o me-
an. l-z($ i", confia quem se aclmr responsave
pela falla da revisto da qualilicaco dos volan-
ie, exegda pelo art. 25, sendo que em regra
eiponiabelldade ptza sobre o juiz de paz
Ihoraincnto das vias dc conduceo e Iranspoi-
tc dos gneros de produco da provincia c do
seu eoiiimerclo, pareceudo alias do imniedialo
iuteresse de mili propriedade dc engenho a es-
trada que Ihe lica vizinha, para dever o pro-
pietario coucorrer para a sua uianulenco em
vez de Ihc por estorvos.
Portada -- Ao geme da companhia das bar-
cas de vapor, para mandar dar passagem para
as Alagoas, por conta do governo, no vapor ita-
iiana, aos soldados do dcimo segundo bata-
lhao de infamarla, Joaquim Placido dos Santos
Manoel Joaquim Duarte e Jos Antonio, que
mais votado, a menos que nao exhiba proras c,u provincia na distrlbuco do crdito da-
1 ihubcrantes do seu impedimento; c das .11- ,|n,.||, Mii.i-icrin, 1 mu .di 1.1 p. I. lei n, G!8 dc
licencias <|uc fez em lempo oppoiiuno ruira ,- ae sciCiiil,ro de l85l para o exercicio de IS:,J
ICt Mipprida a sua falta pelo aeu iiiniiediato, .. |H.">3.
n.iu bastando a simples asserro, ou participa-| |)to--Ao chele de policia, inteirando-o dc
j5u de doeute, com que de ordinario cosltima- havor espedido as convenienlcs ordens, nao s
se lucir 00 cuuiprimcnto dos deveres do cm- nara que o commandantc das armas faca trans-
prego 1 C assim tambera ser cu.nprida a le. fe,r para a fortaleza do Itrum os presos men- serao mandados para bordo do dito vapor pelo
contra quem mais incorrer cm la censura, cinnnao, em seu ollicio de honlem, mas lam- marechaUommandanic das armas.--ominu-
pclo que pcrlenre a outras disposices rclali- j t M,j 1,, i, 1 paa que o director das obras publicas
vas o processo das cleicea. mande tapar o arrombamento feilo peos mes-
Dito A cmara municipal do Hecilc dizendo,' ,nos presos no fo.ro da enfermara da cadeia e
-pie com o parecer, que remello por copia, do ihrlhado respectivo. Expcdiain-ie a respei-
comelheiro presidente da relacao, responde o l0 as convenientes ordens.
ollicio da mesma camaia, dc 15 dc junho ulti- |>u0 Ao director do arsenal dc guerra, pa
Parecer a que le refere o o/ficio cima
lllm. Exm. Sr. Em cumpriincnto do que
. El exige oiii seu ollicio lirmadu em 21 dcste
mez, cobi indo nutro, que incluso reverlo, da
cmara municipal desta cidade, que procura
er esclarecida sobre deverem 011 nao os cs-
Irangeiroi, quem he vedado sepullur-se ein
lugar sagrado, c coiiscquenteinenie no ceinl-
lerlo publico, servir-sc dos cairos fnebres,
que so pode ter este estabclccimento, cabe-me
li/.rr ; que, nem a lei n. 91 dc7dc maio de
ia4l, nem o artigo *5 do regulamcnlo dc de
li vereiro dc l5l, liveram em visH, segundo
me parece, nbrigar lacs pessoas icrvlrciii-se
daquelles carros, por quanto, sendo cssa con-
ceiiio um verdadclro privilegio em beneflelo
do dito cemiterio, fi devem respeita-lo os que
uellc tem de ser sepultados, c ja mais poder
srr ampliado, conforme os principios de dl-
"iio, a lal ponto que quaes quer aitistas, que
nauns comprouiettidoi coin a cmara, liquem
excluidos do direito de armar carros funebjes
pan os que le acharcm as circunstancias in-
dicadas, cm detrimento e olleusa da liberdade
que ten., por aquellas disposlgocs. nao foi
coaitda, de usar uns da sua Industria, e ou-
tios de dispor e deliberar lobre a maneirae
forma doi seus enterros e funcraes, sendo por
tinto consequeule que para 01 en trros .desses
individuos se possa usar de carros fnebres
lurnecidos por todas e quaes quer pessoas, an-
da uiesnio pelos impresarius da cmara, se a
isso nao contrariaren as clausulas dc seus con-
trato. Assim perno. Heos guarde a V. El.
Hacife!? de junho de 185S. *= lllm. < Exm.
8r. Francisco Antonio Ribeiro, presidente da
provincia de Pcrnambuco. Antonio Ignacio
de Aievedo.
Dito A cmara municipal do bonito,
'vista do ollicio dessa cmara dc II do passa-
do,
i ra que, ein vista de sua nformaco, entregue a
1 aduiinlslracao dos eslabelecimenlos de carida-
de oito Africanos lirrc, que ella requisita, sen-
do quatro do sexo mascolino para seren em-
pregados 110 servico do hospital dos lazaros, c
quatro do icxo fenuino para seren applicadoi
a lavagem das roupas do grande hospital e da
casa dos espostos, f-zendoS. inc. lavrar os ter-
mos necessarlos, nos quaes se dcclarcm com
picii-.au Indos os Ignaes caracleriscoi dos di-
tos Africanos, nm deque possam ser procu-
rados no cso de luga. -- Cotnuiunicou-ie a
dita administracao.
Dito A' thesouraria, cominunicando haver
por despacho dc homcm reintegrado a Scvcr-
no llenrique de Castro Pimcnlel no emprego de
fiscal do contracto das carnes verdes, e a Fio-
rianno Jos dc Carvalho no de agente, do mes-
mo contrato. Fizcram-se nesle sentido as
convenientes communicaccs.
Dilo A'mesma, para mandar examinar c
pagar, estando nos termos legaes, a conta que
remelle n importancia de 104*240 rs. da des-
pea feitacom o sustento dos presos pobres da
cadeia do termo de Flores do I. de jauelro ao
ultimo de malo deste anno, sendo essa quanlia
entregue a Agoslinho Eduardo Pina, conforme
requisitoii o delegado do referido termo. --
Communicou-se ao chefe de policia.
Dito Ao primeiro substituto do juiide or-
phaos deste termo, dizeodo que, com a copla
que remelle, do parecer do presidente da rea
cao, responda o seu officio de 2 docorrcnlc. re-
lativamente a accumulaco do exercicio das va-
ras d'orphaos e munitipal deste termo.
Varear aquete refere o oficio cima.
lllm. eExui. Sr. Em solufo do ofliclo de
V, Exc. de 1 do correnle mez cohriudo oulro,
que devolvo, do bacbarel Angelo Augusto llen-
rlques da Silva, supplenle do Juiz municipal da
sta do ollicio dessa cmara dc H ao pana- iiqiinMoii-.,.|i|ii.j-.....-; --- --
infirmando que o terreno em que eil ll- primeira vara, e tambem da de orphaos desle
nicou-sc a este
Dita Ao mesmo, para mandar dar Irans-
porle para o Marauho, por conta do governo
a Joo Antonio Damasceno, que leve balxado
servico militar.
DEM O DIA 8
Ollicio Ao eommando das armas transinil-
tindo, por copia, u aviso do ministerio da
guerra de i de junho ultimo, do qual consta,
que por daercto de 19 do mesmo mes, conce-
deo-se a demisso, que pedio do aervico do
exercilo,ao Alferes da companhia lixadc caval-
laria desta provincia, l.uixdc Albuquerquc Ma-
ranl.o. Igual copla reincltcu-se Ihcsou-
1.111 1 de fazenda.
Dito Ao meaino remetiendo, pata ter o
conveniente desliuo, a f de oflicio do capilao
do 1" batalhao dc infamarla, Domingos dc Li-
ma Vclga, *= Communlcou-se ai Exm. presi-
dente das Alagoas,
Dito Ao mesmo inteirandn-o dc haver da-
da parle de doeote o juiz relator da junta dc
iu-.li., 1. c recoinineudando, que mande preve-
nir os ofliciaes que lenham de comparecer a
ni mi; 11. que serao avisados do dia, cm que
hourer de reuulr-sc a referida junta. Neste
sentido fizetatn-scaa muras communicaces.
Dilo A tbeaouraria de fazenda enviando,
Iromer a Europa tinlta por
para seoipre a nossa voz.
vez dissosseii, niio vira elle
nos em nossos hatrros, encher
ua preseofa nossos ofllcinas,
; 11 nrii.r os doentes em noisas humildes
choupanas' Houve alguma mudenca em
sua alma de apostlo o de pastor ? O quo be
feilo da sua ternura para comnosco, para
com os operarios, para com o pobro puvo
emlitn que Jezus Christo tanto amou? Ese
por ventura nada mudou em seu coracSo,
purque nflo o vemos mais!' porque nao o
ouvimos:' Ser isto temor ou antes pruden'
ca *
lie venlaile, charissimos irmos, eremos
um momento locar nosso desatamonto do
cliflcio social que vos fizemos ver, ha pou-
co, em nossos presentimenlns sinislro*. 0
golpe, anula que previsto com milita ante-
ce lencia, pota pela cxaltac.to o lula dos
partidos, um desfcrlto pela ihiim pareca
ineritavol. ferio n mundo do esnanto e hon-
ro entilo em derredor de nos um grande si-
lencio, julgamosque deviamos prender por
algum lempo a palavra sagrada cm nossos
labios para nfi 1 entrega-la s inlerprclacoes
das paixoes polticas ; mas interrogando
agora a nossa f, soubemos que lieos, cujas
ilelcrminaccs estilo cima dc tolos os cal-
culo da prudencia humana, faz concor-
rer todos os acontecimeotos deste mundo
para o cumprimenlo de sous designios.
Qual he pois aqu o segredo de sua pro-
videncia ? Nao duridemos, queridos irmilos,
Di-osquizdar prmeiraincnte Franca, de-
nota de 1 o violentas lulas, um repouso de-
spjado : quer fazer cessar as dissensOes quo
despedacavam o seto da patria, e parar a
torrente dos doulrinas desorganisadoras,
as quaes atneacavam de urna espantosa tui-
na a sociodade toda inteira, deslruindo os
principios eternos, cuja defesa tomamos om
nossa pastoral contra os erros que aniquil-
lam os fundamentos da justica da qual de-
pende a dignidade do homem, a seguranca
das familias, a ordem as cidados, a paz
entre os cdados, a prosperidade e a gran-
deza dos povos, os progrossos da civilisa-
(3o nasci la do cltrislianimo.
Dopois Dos quiz ensinar-nos quo, so as
revolucSes dos imperios enlram no plano do
sou governo providencial, como meios ex-
tremos pata repellir quer os abusos da li-
berdade, quer os exces.-os do poder, nSo lio
.-nio pela allian;a intima destas duas gran-
des e divinas cousas, a autoridad, etnana-
S80 do poder eterno para proteger nesto
mundo os direitos do todos e de cada um,
o a liberdade, rdelo da fce do Dos sobre
a sua imagem para tornar o homom capaz
de fazer o bem, que as nacftes chrislSes po-
iem oslar ao abrigo das catast'ophes poli-
p-opriedade sem aniquilar do mesmo golpe
a propria iioc.lo da justica. A propriudade
bu pois inviolavel na sita fonto como nos
seus fructos, no Irabalho que a produz co-
uio no capital quo a augmenta
O liom senso,a pliilosophla o a palavra di-
vina concordam cm proclamar esta verlade
universal, um dos hindamcntosos mais ina-
balaveis da sociedade, e domouslramos a
v.-u.la h- das opinies que a nrgim ou dos
systomas que a destroem.
\ jiiMici, gracas a Dooa, uo he um nome
vSo, apesar de tolas as falcas iiiterprolaclj-s
que as pauVs humanas pussam dar-lhe, e
qualquer que seja o crime daquelles que
a violarem abusando do seu diroilo em de-
trimento dos sous somclhantes, ella sera
sompre olhada como a mais oxcellenle das
vittudes moraes, aquella que nocommereio
da vida, afsim como nos e isina S. Ambro-
sio, d a cada um o que hii seu.respeita o que
be do oulrom, e despresa a ulillado pro-
pria para observar a cquidade para rom
todos.
EHa he, segundo a expressiio do doutor
anglico, a rail rummum, a base da ordem
soci. I o por conseguinte a cuudiclo mesmo
da paz publica. Ja vimos quu a pin o-
sophia anliga assim tambem fallou della.
Arislokeles a proclama a mais admiravel das
virtudes, mais baila que o astro da noile,
e que a estrella da nianhl ? lie sobre tu-
do na justica, soguodo Cicero, que brilha o
maior esplendor da rirtulo, e be della, diz
ello.he da sua pralica.quc os|liomens de bem
ti.am este nomo honroso, do todos os nomes
o mais dignos de invejs.
(.mullido lia urna virtudo mais bella an-
da, porque reproduz m* plenamente a
pcrreigiio increada, mais fecunda porque
participa mais directamente da eterna fontc
da vida, mais rerda leiraincnte divina, por-
que he a bonJade mesma de Dos, inrundi-
da no corac.lodo homcm, comniunicada pe-
la grifa de Jess Christo : esta riilude fie a
caridade, sem ella, segundo o orculo infal-
lirel do apostlo das nac/ies.a f,a sciencia,
a |ii-in;a, a liherdado, o niartyno mesmo
uo stlo nada dtante do Dos Com todos
os dons do eo ue com as aceOcs as mais he-
roicas diz este grande discpulo de Christo,
socunSo tirera caridade, nada sou aoso-
ius u iCturno, porque oiiiu i.l ii umia
mrito cm mim do que no metal que sa,
ou em um symbo'o que rehila, lio por lato,
queridos roaos, qu
depois de ter indicado ucondemnadoos er
ros que destroem os fundamentos da justica
se appressa em tomar a defeza da caridadde,
esta raintia o sei.liora de tudas as virtudes,
proclamando seus dircilos com maior solli-
citudc anda pois elle insisto mais nislo co-
mo ides ver.
fcenlo contra os erros que destroem os Janda-
mentos da justica e da caridade ( Continua-
coo'.J
i continuaciln
prazia na contemplaco dc ludo o que poda
elevar dgnidade humana ; supponhamos que
Plalao, Aristteles e Cicero liveisem de repente,
ouvido 111 a igual liiigoagem, oh! figura! qual
nao seria o enlhusiasino de sua admiraco re-
velaco subha de um tal principio de virtude
to novo e to fecundo em prescuca deste pn
ceito divino da moral christaa?
A caridade, nao s como tendo directamente
Dos por objeclo seno tamhcn na sua applj-
cacoao proxi.no, he pois urna virtude inleira-
inente sobrenatural, emanada dos ccoi, porm
unida por Jess Chiislo ao scntimentoque leva
os bomens a se ainarein un aos outros pelo
trplice laeo de una mesma natureza, dc uina
origein coiiimum, Ou antes he este mesmo amor terrestre leva-
do as azas da religio ao scio de Dos, cque
depois de se ler ah purificado, transfigurado,
verdadciramcilc divinisado, rolla para a ierra
chcio dos santos ardores do co para derramar
cm redor dc si a plcnllude de sua vida, a abuu-
dancia dc seus beneficios, semeaiido desle mo-
do airavcz dosseculos, seus monumentos cari-
dosos para gloria do cbiistianisnio c consola
cao da liuinanl.iade.
Ou anda mais, he o proprio Dos, como ro-
lo explicaremos logo, o qual queiendo ligar-
nos todus pelos tacos do auiur sua indisivel
uiiidadc, 1......com bondade entre inuitoi no-
mos inellveis o dc caridade, e revestindo-sc da
natureza humana, alim de nos poder amar co-
mo seus semeltiaiitcs, desee do co ate aos nos-
sos coricflcs para nos facer abracar com elle a
humanidade lod inteira nos atcelos Infinitos
do seu amor, hem como o fizera annunciar ou-
11 .na por scu propheta: Eu os attrabirei com
aquillu que mais vence os homens, com os la-
cee do amor, com os attraclivos da caridade.n
ju Junicu/is Ad'am traham tos, in vincutis cri-
talii.
III.
Mas como justificaremos una dilinco to
estranha da caridade christaa, a qual parece
1 lian u |l. n. at ao liniM'iii, uu elevar 1. h -
nenate Dos, confundindo, por assim dizer.
o amar de um com o amor do outro P O mesmo
lillio de Dos ral responder.
Um dia os pharisens, feridos da ternura ex-
cessiva segundo elles, que Jess Christo tcste-
uunhava aos ho.nens em geral. mas prlncipal-
nentcan povo, pobre e soll'rcdora inultido,
se reuniram para ver se poderiam, ao lado mes-
mo deste amor, surprehendc-lo em suas pal 1
vras. Um destea, Dr, da lei, chegando-sc fi-
lialmente a elle disse: Mestre, qual lie o maior
ni iii-l un. i-i-. Jess Ihc respondeu : Ama-
reis o Seuhor vosso Dos de lodo o vosso cora-
cao, dc loda a vos.a .,n, ., dc i; a vessa l-
lelligencia e de todas as vossas torcas, l-.ic he
o inaioi e o primeiro mandamento, mas o se-
o cnlieilio de Pars' 'gundo Ihc he semelhantc : r Amareis o vosso
prximo como a vs mesmo, por amor de
Dios.
Toda a lei c 01 prophetas esto encerrados
uestes dous mandamentos. os quaes nao sao dc
alguma sorte seno um s.
Kis-aqui, queridos irinos, oomo Jess t.bril-
lo nos revela a divina theorla da caridade, e a
nossa detinico tus eslranha, mas to bella, he
de sua propha bocea, como vedes, que a igreja
a reeebeu.
Assim a grande lei da caridade regula ao
mesmo lempo as nossas relaces com Dos c
no.vi. 1 el... nes cun nossos icmelbantei, porque
Masliaoulroserrosquelcndemal'rou-'t"lainclioacao da vontade para a virtude,
xar ou I quebrar os lat;os do amor fraternal i <"' s- Thomaz, jaz no amor
ticas, e entrar por um verdadeiro progresso
no gozo de todas as felicidades torpones
Io' aue o Kvane-'lho promclto como por acres-
norconlas, o avilo da reparl.cao da inarlnha V "o K r. "... ...___1______
lca(. cimo aos povos que procuram primeiro que
ludo o reino de Dos esua justica.
Ora lie no repouso da sociedade o com
um regimem de ordem, na calma das pl-
xes e nSo entre as lulas ardentes dos part-
de 23 de junlio ultimo, c albela, que ell
refere, das quanlias designadas para as des-
pesas cargo d'aquella reparlico nesta pro-
vincia em o esercicio correnle. lguaes co-
plas foram remetidas ao inspector do arsenal
dc ni o di 1, c ao contador dc marinha
',dos que pode cHvctuar-sc csti uniSo sem-
Jnro abencoada pelo eco, o ISo necessaria k
Cunha A.evedo tran.inillindo a portara, que f(,||clUd* dos vos. 0 mesmo Sttccedo no
in^arr^^^
enve a sua re.posia leerel.ria da presiden-! he dehano do sopro devastador da clpes-
ela. Igual ao juiz de direito da comarca do'tade; nSo ho no meto das tormentas, mas
Limoeiro. jno silencio da nalureza que os gormens se
Dito A thesouraria da fazenda provincial | dcscnvulvcm no solo da trra, qus elles bro-
remettendo copia das clausulas e orcamenlos; t,m primavera, quo crescem, e se ele-
approvadospara concluso das obras doslan-jvam p,r d jos 18- c 2 da estrada da Victoria, lim de] ..._.._:.._..
obras publicas. ha o doste reponso concedido a patria, para
entro os homens. A origcm destes erros
esla philosopbiu perversa que ensina por
seus diversos systemas que o intorease do
cada um be o fundamento de todas as obri-
_-.ii-. 1 '- moraes. Com taessystemas.niuguem
ignora, n,1o s o senlmenio da csridado so
enfraqu'C.i nos coracOes, seno que al
propria noctlo desta virtudo rcapag nos es-
piitos. Desejamlo conservar e remover ou
renovar em todas as almas a verdadeira no-
cBo.c o sentimunto intimo da caridade, con-
demnamos osla doutnna impa, o parlicu-
lirmetile as suas funestas consequeucias re-
ativamente ao amor do prximo.
Alin disto exhorlamos vivamente oscuras
c todos os dispensadores da palavra divina, pa-
ra que lembrem aos liis esta lei pela qual
Dos rccommeiidou a cada um que euidasse dc
seu prximo; que eiponham c jusnliqucui a
doulrina christaa a qual impue aos homens sa-
crificios reciprocos ; que refutem aquelles que
rejeit-ou como impossivcl ou tratatu de piedu-
sai exagemedes, os prcceltos christos sobre o
amor do proiimo. Finalmente que einpreguem
todos os seus esforcos e cuidados futuros, lauto
quanto for possivel, no soccorro de vossos ir-
inos indigentes. Assim a lei evanglica ter
seu mcrilo e sua gloria aos olhos de todos
quando o pobre, oulr'ora despresado entre 01
pagaos, for acolhldo e soccorrido por nos, com
esla honra e respeito que llic concede na igreja
A Dos, portanto, principio c fim de nossa
existencia, a Dos fonte de ludo o que ha de
amavel as crcaluras, a Dos, soberana perfei-
co, sabedorla Infinita, suprema bondade, bel-
leza eterna, perlcnce o primeiro amor I
Mas o segundo amor, o do prximo, segundo
o lestemunbo do lilho de Dos he seinelbanle
ao primeiro. E porque? Porque o homem, di/
ainda o doutor anglico, sendo criado ima-
gem de Dos, he a Dos mesmo que amo no
hoinein quando amo a meu prximo.
Assim quando um filho, na ausencia de seu
pn, rende un culto sua Imagem; o amor da
iiiiagein se confunde cm o amor do pai, por-
que he scu pai inclino que elle ama nesta ima-
gem.
Portanto, pelo precinto divino, a caridade
tem por objeclo Dos e o prximo de una ma-
neira inseparavel; assim como nos llsongearc-
111". cm vo de amar o prximo senao amasse-
iiios a lieos, perdemos Infallivclincnte o amor
dc Dos sedeixainosdeamar aproximo.
O anjo da escola que jalemos citano, um dos
maiores luzeiros da igreja doulrinanle, diz a
mesma cousa cm outros termos com a profun-
deza e sublileza que o caracterlaain. Elle mos-
tea lgicamente que o homem nao pode amar o
scu prximo si1i.hi cm Dos c por Dos. Esta
philosopliia da caridade he minia bella, poris-
so nao podemos deixar de reproduii-la aqu.
Dos, dia o sublime doutor, he a raso ulti-
iia do amor do prximo ; porque o que deve-
nos amar no prximo he o que se acha em Dos
a verdadeira caridade", uasciJa dopreccilo dc como cm sua or geni, porquanto elle be o ser
Jess Christo,n supremo e a perfeicao do ser. Donde se segu
Por estas bellas c graves palavras do conci- iiianifesiamcnle que o acto pelo qual ic ama a
lio, os erros que lendem a destruir os funda- Dos be particularmente o mesmo que aquelle
ment-, da caridade clirisl* o fazeiii de duas pelo qual se ama ao prximo
maneira- : porque ou cllcsalacam direelamen- I Depois, ouvi bem iito, queridos irinaos, af-
lea caridade como una exageracao P.ifdoia,'. parando pela abstraeao, para comparadlos jun-
chiincra do coraco, como elles dizem, impos-
.u ..... uu...., ,-- ---------.------------ .
los, estes dous amores que coinpcin a canda-
dc, ndiviiivela pelo fado, o amor de Dos e o
amor do prximo, ellcd em um sentido e co-
ee mais verdadeiro, "porque he mals humano, no por urna santa afouleza a preeminencia a es-
livel dc ser reallsada, c procuram subslilui-la
por um oulro principio deaccaoque Ihe pace-
ntis verdadeiro, porque he
ou ento,
aptv
derando-sc do nome dc caridade, sem couipie-
heuder ou sem querer saber o que ella slgulli-
ca, desnaliiram-.ia e degradan! pela applicaco a Pri
Esla comparacao, dll o principe da theolo-
ber o que ella slgulli- gia, pude ser coiuprehendlda deduasinaneiras
radam pela applicaco Primeirameme, se cad. amor for conslde-
'e delia fazem as iuvenedes philosophicas do Irado a parle, cnlo nao ba duida que o amo.
orgulho c do egosmo. Assim ou ellei ncgaui | le Dos he man meritorio, por quanio a recom-

Jl
a,


...y
mmlm
<
Ihe hcdcvlda nnr amor delle mesmo,. Irimer.to da rooraldole o da vindicta pu-Vzes dSo querem dar agoa para agualis, se
- naopagando-w-lhes.-OSr. presidente in-
oumbio-s de lembnr o malo de providen-
ciar sobre urna 0 outra cotila.
Olltro do engerlii'irn cordeadnr, partici-
pando-tero arrematante da obra do melbo-
ramento da praei da farinha concluido,
satisfazcndo as condifiOu do termo da ar-
re nlag3o.Inleirada.
(iiiiiD do mesmo participando ter feito
colocar os ralos mais precisos as bocas di
esgoto do a^uoduclo do piteo do Carmo.
Inteirada.
Outro do fiscal do S. Jos, remllenlo o
mappa doga lo morto para consumirlo na
semana de 28 do junho a Ido correnle (5-29
rezes) inclusive 20 pelos marchantes avul-
sos. Que se archivasse.
Outro do administrador do cemiterio, re-
moliendo a nota dos precos dos carros f-
nebres que condusiram cadveres a aiuello
estabelecimenlo no moz do junho ultimo,
na impoilancia de 398,000 ra.Que fosse
remedido eo procurador para receber do
respectivo empro3ario os 10 por canto.
Outro do vigario dos (Togdos remeltan-
doo mappa dos baplisados feitos n'aquelli
froguezia no semestre de Janeiro a junho
deste anno( 111 baplisados).Qui so sr-
chivasse.
O Sr. veriador Mamed', comoencarraga-
dodo mandar procoder aos orgamentosdas
obras dos mokioramentos do acalugue da
2
pensa ..
porque a recompensa ultima, be gozar a Deo,
para oqual tende o movlmenlo do amor divino.
He por lato que a recompensa he promeltlda
aquelle que ama a Dees: Aquelle que me ama
ser amailo de mu I1 e eu roe inanIfesUrel a
elle.
En segundo lugar, podc-sc. comparar estes
doui amores debaizo de urna outra relafo, a
.saber, que no amor de l)eoa, Dcoa he amado ao,
emquanlo que no amor do proiimo, o prc.nl-
110 he amado por amor de Deoa; de Borle que
o amor do proiimo cncerra o amor de Deoa, ao
paaio que o amor de Deoa nao conten o amor
do prximo.
Pde-se poia comparar, proaegue S. I bo-
11111, o amor perlelto 4* Deoa, o qual ae eiler.-
dc inesnio ao prximo e um amor Imperfecto c
insulnclentc que nSo ae applicarla aenao a
Dos 10. Digo insumcicnlc e impcrfelto, por-
que Deoa noa Impoz cale preceito. Aquello que
.iiiiii 1 Di 11-. ama lambein ao cu prximo, o
ncate acnlido o amor do prximo tein a preemi-
nencia,)
III.
O apostlo dacaridade, S. Joao, o discpulo
ijueildo de Jcaas Chrislo, nos explica desdea
0 principio eata preeminencia, elle nos mostr-
a indlaaolubilidade do laco que une oa dous as
mores, o de Dos c o do prximo, c como elle;
xccoiil'undcui na perfeicao mcsino da caridade
ni. 1 11 ni 111 ni noa fax ver que o amor do prxi-
mo he a inanlfeatacaoa mais autentica do amor
de Dos. He urna agoa abundante e lmpida
correndo do alto da inonlaiiha para lerliliaar
a planicie, eqiic nioslra a fecundidade e a pu-
reza de sua lonte.
. Mena queridos, disse elle, aiiicnio-nos una
a oa outroa, porque a caridade he de Dos, c
todo o linnii ni que ama trai o carcter de aeui
iilhos ello uasccu de Dos e prova por isto,
que conhece a Dos, acu pni, poia reprodui,
de urna manclra scnalvcl, sua bondade, sua
providencia, sua .loco misericordia.
Aquelle que nao ama. pelo contrario, es-
t convencido de nao ter um conhecimento ao
menos p.alico, do verdadeiro Dos. E elle
repelle o titulo de seu lilho; deixa de sera
ana imageni. .
Vos di/.cis que amis a Dos: continua el-
le, o maanenhuii) humcni jamis vio a Dos.
Vos un ,iim 11 o tendes por ventura contempla-
do em sua eisencla > Ora como poden ter a
ccrtcia de amar o que uo vedea, o que com
todoa osexf ireos mesinodo vosao espirito nao
podis coinprcbrnder 1 Km ve/ que o invisivel
vos o vedea cora olhos mesmo do corpo em
* 1 iniagem c podis ama-lo, scui temor de
engauo, em voasos irmaos. Logo se nao a-
marmos uns aos outroa, concluc o apostlo,
11.111 pudcinos alilrmar que Dos esla ycnlailci-
1 un. mi rni na. O cu amor eniao ( mas l-
mente cntao ) he pcrleilo em nossos coracuc
Elle acrcsccula para cmilirmar o seu racioci-
nio: Se poia alguem di* 1 Amo a Dos, cnao
delxa de aborrecer a seu irmao, he um mrnli-
roto. Porque? Primciramciite pela rainoja
allegada c na qual ello insiste. Com elleilo,
como pode dlicr que ama verdaderamente a
lieos ( este Deoa inacessivel a lodos os sentidos,
invisivel ao olho do hornera I, aquelle que n o
ama a seu irmao, que elle salle que lu creado
.1 iinagciu de Dos, c ci^ue elle ve, que elle
apalpa, que llie he ligado por una coinmu-
nhao de origcm c de desliuo, pela ideutidade
de 11 iiim / 1. pelos altrativoa da scraelhaiica,
lnalnicntc por urna iiifinibde de cuidados re-
cprocos que nos laieni todos tributarlos, nes-
ta vida, um dos outroi ?
E linalmcntc depois, como pode alguem per-
auadir-sc cdiicrquc ama a Dos, quaudo viola
seu preceito o inaia santo, o que he man fre-
cuentes vezes rccoininendado? Ora, prosegue
S. Joao, he de Dos nicsrao que recebemos es-
te preceito. Aquelle que ama a Dos, ama tam-
bera a seu irmao. (um elleilo, lodo aquelle
que ama a Dos nina lainbcm aos scus hllios.
Ros sabemos que amamos aos Iilhos de Dos,
quauJo amamos a Deoa e quando observamos
os aeus precellos, porque o amor que temos
para coin Deoa, consislc em obedecer a sua
voulade adoravel.
Porlanto se nao amis a vosso irmao, nao
miis a Deoa, nos o allirinamos cora o sanio
apostlo, coin Jesua Christo uicsnio : nao, vos
nto amis a Deoa por islo que dcsprcals o seu
preccilo.
IV.
blica, todos tremem por si e pelos seus, no
vendo surgir um acrorrfo llrmo o unanimo
em denunciar o crline com verdado, o pu-
nir criminoso com tolo o rigor da justiga,
seja qual for a sua cathegoria ou condig8o
l)es se comoadeQa de nos.
.Su dia 1.1 ibi roubadoem perto de 200 rs
qu" condola em urna carteira, certo cai-
xpio do cobranga, que das Y para as 8 ho-
ras da manilla se dirigi ao lugar dos Coo-
Ihos, no haiiroda Boa-Viste, para receber
algunas dividas. Tendo de fazer certa pre-
clsilo retirou-se ello do camioho para um si-
tio arre-dado, onde existem alguns arbustos,
e alii foi atacado por um pardo, em mangas
de omisa, armado de urna faca de ponts, o
qual aninacando-o com ello, o obrigou a
nntrcgar-llie o quo traaia.
Assim roubado correa o caixeiro para o
Sr. subdologado Jo dostriito, que procurou
prender o ladrlo, mas mo o encontrou, o
iii-.ii d.nlle levo noticias.
No dia 15 estando-so a demolir urna casa
no lugar da matanza do gado, no bairro de
Santo Antonio, desabou urna parede, a qual
maltratou considoravelmenle" 3 individuos,
sendo 2 campias, e 1 menino. Um d'aquol-
les falleceodas contuzOas recebidas, e os
oulros 2 acham-se gravemente enfermos,
podando o dosastro ser-lnos anda msis fu-
nestos, se nSofosssemsoccorridos pelosom-
pregados do contrato das carnes verdes.
No dia 16 entrou da Rabia o brigue
d
,,u uU Boa-Vista, demaneira quo fique hom ama-
guerra /tnnarca.lendo doixado aquella pro-; do, e do quarleirSodo lado do sul da ribei-
vincia cm iranquillidade. ; ra de S. Jos, conformo requereram os con-
Nomesmodia levo lugar a abertura da tractadores dofornecimentodflcarnesverdes
-J'sessilodoiuiy d'csta cidade, depois do apresentou oorcamentodoagougue na im-
muitas multas, o dose ter recorrido por 3 portancia do 1:598,050, o o do quarteirSo
ve/es a urna, lim do serem suppridas as da ribeira em 51,140 rs., ponderando porodi
faltas dos romissos. Foram apiesentadoe pe- quanto a este, que seria mais conveniente
lo iuiz preparador 17 procesaos, sendo 9 do quo a cmara Uzease-eut dito quarieiraj
reos prezos e 8 da aliancados. i urna obra igual quefizoram os contrecta-
Kntraram duranlo a" semana 7 ombarca- dores no do lado do norte, e depois esiaoe-
coes e sahiram 8. lecesso ali urna pra?a de hortalices, fructas
Rcndco a alfan lega 92:263,200 rs. e oulros comestiveis, mediante urna aiolica
Fallecoram W pessoas : bomens, 11 mu- laxa, paga por quem do mesmo se ulilisas-
Ihir-soS prvulos livres; 7 liomons 2 mu- so. Eannuindoa isto a cmara deliberou
Hieres c 3 prvulos escrav.is. que o mesmo veriador se incumbase de la-
P S. Ao aiiianhccer do dia 18 do corren- zer o orcamento pela manera indicada, o
le foram roubadas 3 lojta da praoa da Indo- que o do acougue fosse om pra? nos das
pendencia, urna do ourives na esquina do 10, 12el3do correntc.
tii-cco do IVixe-Krilo, o outra do spalos na Kesolveu a cmara quo se psgasso de ora
esquina que deila para as ras do Cahug o em (liante a Anlunio da Silva llego, admi-
larga do Hozarlo. Os ladrOos traballiaram nistraior da obra do matadouro a quantia
um pouc n seu commoJo, e ontraram polo do 30.000 rs., mensaes, a principiar do da
lelliado, dcixando a priaieira das meneio- em quo se man loe parar a obra, pelo tra-
uada lojas limpa de ludo quanto tinlu va- lialho do que ost encarregado do vigiar na
lor, o lov.iiulo aponas da segunda alguns pa- conservaQSo do materiale utensisda mesma.
res lo eticado, por nao poder ser do outra Mandou-so autorisarao procurador a com
so.-to, vistuquo as portas so acliavam fecha- prar um coftode ferro pequeo para sorre-
jas por dentro com trancas seguras por chado com os fundos da municipalidade
competentes cadeados, de maneira que llics dentre do outro maior; e um livro pan as
ora preciso subirom com o roubo, o condu- actas do suas sessfles.
zirem-na pelo l.lliado, o quo no aconteceu OSr. veriador Franca requereu e foi ap-
111 de ourives, cujas porls cram facis de provado que so dolorminasse ao fiscal da
forcarem-so, o por esse motivo doramsajii- Muribeca informasse quaes as mullas que
Je franca sos rapaces.queasdcxarom aber- tom dado por iufraccao de posturas, e so
>___ 4*>llaa 1 mi ( l'i i'iiii.ilu.l i.: A 1111 r
Registrado a folhis 83 verso do livro 31
de proviso--s do govorno. Secretaria do go-
vorno da provincia de l'ernambuco 7 de
marjo de 1850. JoSo Pplycarpo dos Santos
Campos.
N. 8.Res 160, pagou 160 rs. de sollo.
Recife 7 do marco de 1850.Carvalho, l.i-
moelro. _
Cumpra-soo reglste'-se. Thesouraria do
ftzenda de l'ernambuco 8 de marco do 1850.
1,00109,
Regisladoa follias 21 do livro 4 compe-
tente. Secretaria da thesouraria de f-zonda
do l'ernambuco 8 de marco de 1850.Anto-
nio Luiz do Amara! e Silva.
Cumpre-see registe-se. Meza do consu-
lado de Peinambuco. Lumachi.
Tomou posse, o prestou Juramento em 8
de marco de 1850. Pelo rscrilSo o segundo
escriplurario Caetano Gomes de S.
O presidente da provincia resolve que o
comtemplado neste titulo passe a servir o
lugar de capataz da mesa do consulado, pa-
ra que foi nomeado por portara de 16 do
cerrante. Palacio do governo de Pernam-
buco 18 do abril de 1850.=llonorlo Hermo-
to Carnoiro LeSo.
Registado a Tollia 92 do livro 31, respecti-
vo. Secretaria do governo de Pernambuco 18
de abril de 1850. Manuel Jos Marlins Ri-
beiro.
Registe-se. Thesouraria de fazenda de
Pernambuco 8 de abril de 1850.Silva.
Registada a folhas 28 do livro 4 respecti-
vo. Apostila laucada ao presento titulo nes-
ta dala. Secretaria da thesouraria de fazen-
da de Pernambuco 18 de abril de 1850.No
impedimento do ollicial-maior, Antonio
Luiz do Anraril e Silva, 2720 rs.
Cumpra-so e registe-se. Meza do consu-
lado de Pernambuco 18 do abril de 1850
Carnelro. Conforme.
O oscrivSo. '
JacomeGeralJoMaria Lumachi de Mello.
L-is.
Tal he a substancia da doulriua cbrlala so-
bre a caridade. O amor do prximo ah se
confunde com o amor de Deoa. que he driles
o principio e o lim, e eslea dona amores cons-
litucm de urna maneira inseparavel a virlude
toda divina; a virtudc sobrenatural, a qual
11111,11 um dia no mundo na pessua de Je-
ss Christo, debaiio do uome- de caridade,
Diiiw lim iliis c.i.
b desde case dia, he do seu coracao, presa-
mos diic-lo, he do coracao do lilho de Deoa e
de Maria, como de urna fonlc celeste, ncxgola-
vcl. Infinita que emanara os ros de gracaede
santidadc, de espirito, de amor p de sacrificio
que levara a fecundidade as almas c latera ad-
mirar na trra cssas geraces que renascera
coulinuadaiiicute dos homcus da uiiseucordia,
dos hroes da caridade, de baiso dol diversos
noraes de apostlos, dcinariyrcs.de pontfices,
de poderes, de religiosos, de missiouarlos de vir-
gens, dcaaiuas inullicris, de justos de todas as
ordena, de todas asidades, cuja vida pura como
a dos anjos, nao he, imitariio de Jess Uiria-
lo, senjo um continuo sacrificio pela salvaco
espiritual c para allivlo corporal de scus ir-
nios.
A excelleucia da caridade, concebe-ae la-
cilmente vista dcsla nocao geral, nao pode
nols ser comparado com o auer que seja d'eu-
re as colisas creadas. Pascal, este grande
pbilosopho chrislao, se cxpiimc assim com to-
da a originahdade de seu pcnsamcnlo.
-i A distancia dos corpos nos espirites, figura
a distancia infinitamente maia Infinita dos rs-
pirltoa a caridade, porque ella he sobrenatu-
ral.
i Todos os corpos, o firmamento, as caire-
las, a Ierra e seus reinos, nao valem o menor
dos cS|iirltos, porque elle conhece Indo istoc
a si, c os corpos nada conhecem.
Todos os corpos reunidos c todos oa espiri-
los junios c indas as ms produeces nao va-
lein o menor moviinenlodc caridade i porque
ella he de una urdem infinitamente mais ele-
vada.
i De lodos os corpos reunidos, no se podc-
lia fazer aahir um pequeo pcnsamenlo; isto
lie impossivel e de una outra ordem. Assim
tambera, de todos os corpos c espiritos, nao
se poderla tirar um moviiuenlo de verdadeira
caridade, islo he impossivel c de urna outra
urdem inteiramente sobrenatural.
Ella parle nicamente do coraco do filho
de Dos, Teito hornera. Ella he porlanto ao
mesmo lempo dlviua o Iraniana; mus pelo la-
do divina de sua origem procede do infinito'
(Con/i/iMor-JC-hii.)
pernambuco"
RECIPE 17 DE JliLHO DE 1852.
AS 6 HORAS DA TARDE.
Ilelrotpcclo Semanal
Continan) a apparecer assassinatos pelo
Interior da provincia. Com data de 12 do
correnlecommunicou-nos o nosso corres-
pondente da Gloria do Coila que Joaqun]
Jos de Santa Anna fora mono por Jo.'in Ig-
nacio, no dia 3 do correntc, no lugar deno-
minado Dutrte-Das portor o infeliz
ordenado a urna sua escrava, casada rom o
assassino, que nflo dormisse fora de casa.
Deste modo vSo a faca e o bacamartu dos
sceleratos ceifando as vidas, o destruindo
toda seguranza individual dos cidados? pe-
los motivos os mais frivolos I
O assassino do l)r. Iiuarte Coelhofoi tam-
ben) encontrado morto no mesmo lugar, cm
que disparou o tiro sobre a vicia da sua per-
versidade, dizendo uns que fora elle quem
se suicidara inlorcando-se, e outros quo
mao eslranha e vingadoura Iho puzera o la-
co sobre o pescoco e o apenara.
No imbate caprichoso e tyranico dos par-
t Jos polticos e dos olios indi vi luaes silo
sempre diversisas versOes que correm so-
bre as causas de cortos cri mes e as fonles
donde elles provam.
A ac;9o da autoridade por motivos seaii-
Ihanle multas vezes se sce ealorvada j e no
meioda confusSo de ideias e senlimcnlos
que cutJo se levantan), quasi tempreem de-
GAMARA MUNICIPAL.
SESSAO" EXTRAORDINARIA DE 6 DE JULIIO
DE 1852.
l'raiiencia do Sr. Oiiveira.
Presentes os Srs. Mamedo, Franca, Pires
Ferrcirae Figueiredo, faltndoos mais Srs.
Abrio-soa sessilo, o foi lidia e appruvaua a
acta Ja nntecedento.
Foi I1J0 o seguida
EXPEDIENTE.
IJ j) olllco do Exm. presidente da provin-
cia, determinando 1 camsra cxpediss-i as
alguma d'ellas tem sido recebidas, e por
quem.
O Sr. veriador Mamedo aprosenton- orna
relucho dos utonsis da mencionada obra do
matadouro, assignada pelo referido admi-
nistrador, c resolveu-se que fosse conser-
vada.
Dcspacharam-se as peticOes de Antonio
do Campos, de Domingos Jos dos Santos,
de Dollina Mana Fehppa l.ima, de Julio Fer-
nandino da Silva Mello, deJoo Simos de
Alomida, do Dr. Joilo Ferreira da Silva, de
Joaquim Ignacio Ribeiro.de Joo Dornely,
do Jos Joaquim (lias Fernundes. B levan-
tou-se a sessSo.
Eu Manuel Ferreira Accioli, a escrevi no
precisas ordens aos juues .le paz na v. ia,pejinlel)ilJ do sacretHrio-Uliveira, pre-
lados dos primoiros destnctos das matr.zes sij5nle_M,me i_nrros-Carneiro-Mon-
d este municipio, para proceder.)) a clo.co [,.jro..Ferroira..I,ranca.
de juizes Je paz e vena loros no da 7 do so-
lomhro d'este anno, e a de cloitores que
lio do olcgiii-os Kiputados por esta provin- .. ...
ca no da 7 de novembro, tudo de confor- Kcpart^ao da polica.
midaJc rom a le do 19 de agosto do 1816; .... ., .,... ..
o prevemn lo do que as parochias onde so
1180 tivene feito n'etteanno a revisSo dos lllm. e Exm. Sr.Das paites hontom e ho-
qulineados, deviu regular a lista dos vo- jo recebidas nesta repaili;So, consta teren
lacles do auno anterior, participan lo a ca- sido presos a ordem do juiz dos feitos da
mar presidencia cssi oceurrencia com fazon la Grogorio da Costa Monteiro, por
(leclarac.o dos motivos quo a tivorem occa- mo ter dado conla do deposito que Ihe
sionado. Que seoxpcdissom asconvonientos foi confiado; a ordem no subJolegado di
ordens neste sonlido, o so accus-isseni a re- freguozia deS. Fr. Pedro Conrjalves do Ito-
cepcilo da -cenla circular. cife Antonio Moroia da Costa, o Antonio Ro-
Ouiro do iia-suiu, espuiidendo so dosla driguos, som declaravilo do motivo; a o
caiaru -le 15 de junho ultimo, com o pare- dem do subdelegado da froguezia de S An-
cor, por copia, do presidentoda relaja, em onio, Ignacio Jos da Silva por crinie do
que he eslo do opinlo quo os ostrangoiros reduzir a escraviJo pessoa livro, e o preto
qui nSo podiim lersepultura em lunar sa- Izidro pordesoboJencia! a ordem do sub-
grado, o por consogiiinta no cemiterio, 11.I0 dolegadoda freguezia deS Jos o preto Vi-
cstilo ohrigados a s irvir-se dos carros fue- rissnno escravo de I). Anna Maria do Freitas,
bres do estahclociiiicnlo do mesmo cemite-
rio.Inteirada.
Outro do secrolnrio da provincia, remet-
iendo il'n: -i -ni do Exm. presidente da mes-
ma, un cxemplar da collecgSo dos actoj I-
gislalivos da ssembla d'esta provincia,
promulgado* em sessilo ordinaria docorron-
to anno.Mandou-so aecusar a recepto
por contraveneno de postura municipal; t
a do subdelgalo da freguezia doPOCpdl
l'.ii.-lia, Mana do Jess, e Josefa Mara da
ConceifSo sem declaraban do motivo.
O delegado do termo do Nazareth enm-
municou ao Dr. chafi' de Polica em ollicio
de 3 do correte ; quo no dia 17 de junho
prximo passado na Sorra do Meio do 3. dcs-
Outro do veriador Carneiro. Monteiro, par- trido da freguezia de Nazarelh fora assassi-
licip ni l-i nSo Ihe ser |o sessilo do boje.Inteirada. Jos por Cassiano escravo de Manocl Xavier,
Outro da direcc9o da Compankia do Re- com urna cotillada no queixo, e tima faca-
beribe, parlicipando ter-so providenciado da, o que este altoudido fora conirnetto
para remover o inconveniente do estagna- de accordo com a mulher do more com
rem no pateo da Ribelri as agoas quo cor- qusm estava joncubinadoo mesmo escravo,
rem do cliafarz eli existente, di/endo porm sendo que nilo s ost 1 como aquella ficavam
ser-lho conveniente, um quanto se nao con- racolludos a cadeia para sorom processa los
certa dito cliafarz, q-ie o fiscal da freguezii na forma da lei; quo na da 19 fora proso
do S. Josconsinta na obonura d'um reg | Joilo Antonio de Almoida denunciaJo como
provisorio n'aquollo lugar para diroc^o isutliordoassassinalo doSobasli:io Josocom-
d'essss agoas a valla da ra do Nogueira, e meltido na povoacao do N. S. do O' da com-
d'ahi ao mar. Man lou-so dotorminar ao marca de Cuianna ; que no dia 2t indo o
fiscal para consentir na abertura do reg, e 'inspector do quartairSo do Pao Secco JoSo
nilii- 11 11 1I11,".;"o communicaudo-Hie isto Lopes Rarbollio, prender a um criminoso
mesmo. apparecera Jo3o dos Santos oppondo-se a
Outro do procurador, aprese-tan Jo o b- quo se alToctuasso a prisSo; desorto que ha-
I un; 1 da rcceila e Jespeza municipal 110moz lera a peJra do urna arma que trasia para a
do junho ultimo, c o mappa demonslrativo patrulhs, sendo quo em virtudc dessa resis-
daa i 11 bu macos no cemiterio 110 mesa; o tencia fora elle morto pela mesma patrulha,
lempo; c parl:cipaudo igualmente que a re- e la un n o referido inspoctor por Jos dos
celta d'esse ostabelucinionto no mencionaJo 'Santos lilho Jo resistento,quo apresenlou-so
mez fora de 452,000 rs, o a despesa do rs. |no conllito o pode cvadir-se a pezar das
829,32*: havondo por onseguinlo um do diligencias empregsdas para sua captura,
ficil que fura suprido com mi Iros recebi- tendo-so procedido nos luimos da I.-1 para
mentos; assim como quo se linlia j dispon- !a formngao do respectivo processo; e (inal-
dido com o mesmo ostabclocimonto at o | monte que ein trras do ongenho l'apic do
dia 3 do cor'ento 288,811Quo fosse o ba-(segundo dcstricto da freguozia do Tracu-
lan^o commissSo de policia, e quanto ao nhaem fora gravemente ferido com um tiro
lllms. Srs, agricultores. Amante da indus-
tria agricola, nica riqueza do nosso imperio,
(como nao Ignoracs./ eslorcel-nicpor conseguir
0 estabelecimenlo de ura curso normal de agri-
cultura nesta provincia pela asscnibla provin-
cial, mas nada pude obler. Tenho poisa honra
de rae dirigir vos para Instailarraos a socieda-
de agrcola no primo mez futuro, t*pois em Ma-
1 111I1.ni j ae imlalou, depois | uc Ihe dirig con-
vlca para o inearao tira, e lie de suppor que
acoinpauhera-no as outra* provincias.) Sera o
nico que pode levar os melboramcntos agrco-
las a seu alio desliuo, pois ento poderels re-
presentar ao governo (eral, lome as verdadei-
ras medidas sobre u dcploravel eslado cm que
se acba a v.ossa agr.cultura. Espero que o uos-
so sabio governo e prevideule applicar as pro-
videncias enrgicas a sen descuvolvimenlo c
proiperidade; poia he de dever de qualquer
I111111 governo cstudar especlalincule o eslado
da industria do pair. para conhcccr os scus
ineios, 1 prover suas precisdes para que os pio-
ductos abuudem 110 paic, alluam tambein a con-
currencia eatrangeiraa que he a fellcldade do
productor c do negocame, por cooseguiote do
paiz, porque todos scgueiu satisfactoriamente
o curso da sua vida. Os progressos da civilisa-
;o i>iao no augmento das nossas precises,
que sao as verdadeiras foutea da industria, o
inaia poderoao estimulo do hornera, e causa de
todas as perfeiedes: ellas do inoviraenlo c vi-
da a todo o corpo social ; sera ellas acabariara
logo o bomciu e a sociedade, e a especie huma-
na nao dlITerlria da materia inerte.
Seubores, o nosso poyo he amigo da indus-
tria, c llic nao fallece acapaeldade; (smente
faita-lhc quem a prnmova) somos possuidores
de una trra raals fecunda, e felizmente bem
situada para qualquer industria. Uh.'seubo-
res, se eiliveueeisa ierra as inaos de um go-
verno amador da iiidu-iii.), a que poulo oo
chegariara seus_lhcsourosI Oh! quaulo he re-
liz, seubores, ura povo que conta em alo lute-
ressante amparo de um soberano, porlanto
ni ns seguro rompe as dilbculdades do seu pro-
gresso c cada dia avanca, certo de conseguir a
sua opulencia c prosperldade! Finalmente, se-
nhores, o houiein que cultiva as sciencias co-
nhece o bem e o mal, e a aua prapria dignidade,
11.1, quer degradar a aua nobreza por accoea vis
c deshonrosas: o liomcra que ignora descouhe-
ce a origem d'onde proven o bem, incliua-se a
torpeza dos vicios que lisongcando as paixoes,
servem ao iiicsinn torapo de (Ugello socieda-
de. Eia pois. senboies, tumai inlereaae pela
ossa causa, que vos conducir gloria dos vos-
sos trabalbos o que lauto vos deseja esle que
lera a honra de ser, vosso patricio respeilador,
Joayuim lose de Carvalho Sii/mlra Vartjio.
15 de abril de is ,_>.
PRACA DO RECIFE 17 DE JUIO DE 1852.
AS 3 HORAS DA TARDE-
tvUta semanal.
Cambios Flzeram-ae saques a 17 1|4 d
por i) letras a 00 dlaa vista, a
dlnlinro; e a 47 I | ai"'das
vista, pagamento a a dina, e
sobre Pars .1 345 rs. por fr.
Algodao- Vendeu-se de M%<-0 a 5#0o0
por arroba de prlinelra sorte,
porm hoje duvidamos se pos-
an vender ao mesmo preco.
Entraran) 870 saocaa.
Aasucar dem a 2/400 por arroba do
de tcrcelra qualldadeboa; de
2J300 a 2/350 a regulan de
l/2on a 2|160 a de quarta qua-
lidade, e de 2/ a J/P50 a de
quinta : o muscavado aacolhi-
1I0 obteve 1/700 por arroba, e
o regalar de 1 r550 a 1/600. lia
falla de qualldades boas
seccas.
Bacalho Realhou-se de 1H a 12/, e ha
em ser 2,500 barricas.
Bolachlnha Vendeu-se de 3/300 a 3/SO0 por
barrlquinha.
Carne secca Vcndeu-se a do Rio Grande de
. J/aOO a JJOO por arroba, e a
de Buenos Ayrcs de 2/100 a
2/600, da prlraelra tacaran) em
ser 31,000 arrobas, e de segun-
da 9,000 ditas.
arvao de pcdra-Idein a 28/ por tonelada em
ierra, e a 28/posma bordo.
Caf- ----------- dem de 4/atf200 por arroba.
Cobre de forro- dem a 660 rs. por libra.
Par. de trigo Chegaraui M0 barricas, coin
as quaes o deposito hoje be de
0,00(1 barricas. Vendeu-se de
l5/5t'0a 18/500 por barrica.
Fumo -----------Vendeu ac de 2/500 a 5/ por
arroba.
Louca oglcza IdciA de zij a S50 por cento
de premio sobre a factura.
Ylaniei.; 1-------I Jera de 500 a 580 n. por libra
da oglcza.
Discontos O banco diiconlou de o a 8 por
ceoto ao anno, e os particula-
res da 7 a 10 dilo.
Frctes- Nada se fez esta seana.
Ficaraui no porto 48 embarcacocs. sendo I
americana, 1 austraca, 30 b'aslleir.s, I bre-
inciis.-, 2 hainburguezas, C lngletas, |c I portu-
guezas
licitante JosGonciIres da Porciuncula, ue
9 por otlo.
As arremalacOe aerSo feitas na forma dus
srts. 21 e 27 da lei provincial n. 286 de 17
de malo de 1851, e 10b as clausulas cupe-
ciaes ja anunciada*.
E para constar se mandou alizar o presen-
te, e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 16 de julho de I80-)
O secretario, i "tomo Francisco d'Annuni
ciagao.
-- Pela inspectora da alfandega ie fiz
publico, que no dia 20 do correnle ie ha do
arrematar em hasta publica, depois do mcio
dia. porla da reparticSo, I caisa com |j
vidros do salga parrilha, no valor do 7,200
rs.; 1 ditas com 28 libras de amarollo ordi-
nario, no valor do 8,980 rs.; 1 dita com 70
libras de verde francez, no valor do 21,01)11
rs.; 1 dita com 33 vidros de essencii rjg
fsalga parrilha, no valor de 39,600 rs.; ,.
garralinhas de salga parrilha de Alberl, Dn
valor de 7,200 rs.; 1 garrafas de Rob ante-
siphlilico, no valor de 32,200 rs.; 6 areome-
tras, no valor de 9,400 rs. I vidro com 1
libra de caparrosa calsinada, no valor de
1,200 rs.; incusas com pastas denafda
Arabia, no valor do 1,800 rs.; 1 lata com %
libras de pastas de Jujuba, no valor de2,loo
rs.; ti ditas com 308 libras de tinta prepa-
rada em oleo, no valor de 16,200 rs.; 8 di-
tas com malte arruinado, no valor de 1,280
rs.; o 1 embrolho com 525 varas de franja
dealgodSo, no valor do 103,000 rs.: hn,,
apprehendido pelo guarda Antonio Jos dos
Santos Servina, a bordo da barcaga braii-
loira Deligente, sendo a arrematado livro
de di re tos ao arrematante.
Alfandoga de Pernambuco 17 de julho do
1852 0 inspector interino, lenlo Jos
11 1 na ules Barros.
Viovimento do porto.
Navio entrado no (lia 17.
Rio do Janeiro -- 18 das, brigue brmense
Adelgunde, de 260 toneladas, captaoG.
A. Beling, equipagemO, cm lastro; a A-
morlm & IrioSos Ficou de observagSo
pela 1 e. -1111;-i-i Ja sa le do porto.
Navios tahidos no mesmo dia.
I.ionio por Gibrallar e Genova -- barca por-
tuguoza S. Manoel II., capiao Manuel Al-
ves da Cunha, carga nssucar e algod3o.
Phladelphia brigue americano William
l'nco, capil3o Daniel Quig, carga assu-
car e couros.
Canal briguo inglez Eocliantress. capit3o
W. Ducklaud, carga assecar.
Navio entrado no dia 18.
Parahiha--10 dias, hiato brasileiro Espa-
darlo, de 27 li2 tonelodas, mestre Manoel
Sophioda Penlia, equipagom 1, crgalo
ros do mangue ; a Antonio da Costa Fer-
reira Estrella,
Navio saludo no [mesmo dia.
Rio de Janeiro -- barca brasileira Firmesa,
c-ipilai) Joaquim Antonio Gongalves dos
Santos, carga vanos gneros. Passagei-
ros, o primeiro cadete Manoel de Carva-
lho Paes do .vndrade Manoel Francisco
Marques, Juvencio do llego Rangel e t os-
cravo, Oiogo Paulo Gyl, Manoel Itodriguos
de Carvalho, Jos Marlins da Silva, Anto-
nio Fernandos da Silva o II escravos.
Declarafdes.
ED1TAES.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Ilnnilimento Jodia I a 16. .163:622,267
dem do dia 17.......92:709,518
186:3111,815
Descarregam hoje 19 de julho.
Briguo inglez -- Richard mercadorias.
Escuna brasileira Adelaidt gneros do
paiz.
CONSULADOGERAL.
Kendimonto do da 1 a 15.. 25:6o,u^7
dem do dia 17. .1.1. .1.1. 726,190
26:121,217
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlododia 1 a 15 .1:025,713
dem do dia 17......... ?>323
1:033,066
mais InleiraJa.
Outro do contador, procurando saber a
quo vorba dovo st levada a Jespesa Je 60/
rs quo manden a cmara pagar aos coulra-
tadores do fornecimento do carnes verdes,
importancia do nluguel de 3 quarios do
quurtciiao, do lado do sul, da ribeira de
S. Jos, sublocados aos mesmos'conlracta-
dores para mellioramento da praga da fan-
nha.Maudou-se responder que abatesso
dita desposa do valor das letras que os con-
tractadoras tein Je pagar, fazendo as divi-
das nottas na verba d'essa receila.
Outro do mesmo, dovolvcnlo o documon-
to que d*envolti com outros Ihe foi romet-
tido, da desposa de 0,000 rs., om que im-
portramos I i vros Je tales d'onde se ex-
trahem guias para cnterramenlo, por Ihe
n8o compolira oscrpluragJo do cemiterio.
__Qun fosse o documento remedido ao pro-
curador para o laugar em despesa do mesmo
eslabelecimanto.
Outro do liscal de Santo Antonio parti-
cipan lo lor conclu lo no dia 3 do corrento
a plantagSo do arvores no caes do passeio,
e na ra do Sol, e desped lo no mesmo dai
a pesso quem encarregra desse traba-
Iho ; lembrair.l.) igualmenlo ser preciso que
alguem se enemogue de tratar das arvores
bem como que os eucarregados dos chafari-
Jo omboscaua Jos Folix dos Santos mora-
dor no engeuho Cursahi, que a para a casa
do um patente na commarca e Goimna,
sen Jo quo osasssssinos se bailan evadido
e nao tinhim sido conheciJos.
Dos guarde a V F.x. Delegacia Jo poli-
ca do primoiro destriclo do lermo desta ci-
dade 16 Jo julho Je 1852 lilm. e Exm. Sr
Dr. Francisco Antonio llibeiro, presidnnlo
Ja provincio.Antonio Rangel do Torres
lian leu a, delegado.
Publicaco'es a pedido.
O prosidente da proviocia attenJenJu ao
niorocimento, e mais partes quo concorrom
na p.-ss.'ii de Jo 1'ini,n Jos dos Santos, tom
rezoiviJo nomia-lo interinamente para o
lugar vago do prono Ja meza do consulado
dosti cidade, percobendo o ordenado e mais
vencioi -11 l 1- que por loi Ihe competiiem.
Palacio do governo do Pernambuco 6 de
margo de 1850.- Honorio Mrmelo Carneiro
Ledo.
l-:sl iva o sello Jas armas imperaes. 'nr
portara do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, em 6 do marga) de 1850 O secretario
interino da proviucia, Antonio Francisco Pe-
reira de Carvalho.
i-'.\ |)i>rlic;iii.
Cear e Para, escuua brasileira Emilia,
do 111 ton diias, conduzio oseguinte:
13 fardos fizendas diversas, 8caixas dilas
ditas, I caixa chapos, 22 pipas vinhos, 2
quartolas o 10 barris dito, 1/2 pipa vina-
gre, 9 barris azoilo doce, 5 canastras e 2
meias ditas nlhos 99 ancorlas azoilonas,
2 barris presuntos, i dito chourgas, 2 di-
tos sardnhas, 55 barrios farinha de trigo,
1 barril el embrulho pregos, 2 saccas rolhas
I caixa archoles, 1 dila fechaduras, 3 pa*
cotes 1 i.eii I es, 9 caixas mercadorias diver-
sas, 1 embulho o 1 volume ditas Jilas, I
barrica alpisla, 2 caixas espingardas, 1 bar-
rica broxas, 1 caixa o 5 hallas papol, n bar-
ricas cerveja, 3 caixas e9 fardos drogas, |
gigolouga, 20 barricas bolachinhas, I em-
brulho rebecas, 1 dito iivros doou,o, I di-
to mercurio, 1 sacca erva-doc', 1 caixa ca-
II 'lia, 2 saccas cravo, 1 caixas massas, 9
cu\.is passas, 8 ditas cha, 2 arrobas bar-
bante, I ciixa tolhas de vidro, I sino pe-
queo, 2 lernos con,legas, I condega linhas,
I barrica ferragens o mercadorias, I caixa
mangas de vidro, 11 caixOes charutos, 10
pipas agurdenlo, 8 caixas rape, 10 dilas
salan, 1 dita illl| !' Ssos, 1 lia rl n|lii nll,l as-
sucar, 10 garrattos alcool, 1 fundo do alam-
bique de cobre, I coinmola, I secretaria, 1
cama e pirlences, 2 malas Iivros, i touca-
dor e pertcnces, 1 lavatorio e dilos, 1 Cli-
ste roupa e impressos l bastidor para
bordar, I armario com louga e 1 estojo, 1
caixa violas, 2 ditas fazendas, 1 ditas sar-
dnhas, 780 garrafas vasias, 1 caixlo cha-
peos do sol de seda, I dito objeclus para
chapeos, I dito chapeos para senhoraso ra-
mos, 30 barris loucinho, 1 barrica alpisla,
I embrulho mercadorias, 95 barriquinhas
ssucar, 1 caix3o doce, I dito charutos, 12
Caixas doce de goiaba.
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimonto do dia 17..... 812,581
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimnoto do dia 17.....1:155,673
O Dr. Custodio Manoel da Silva Colmarles,
juiz dodiroito da primetia vara civel o do
commercio nesia cidade do Recife de Per-
nambuco, por S. M. l.eC. o Sr. D. Pedro
II, que Dos guarde &c.
Fago sabor aes qui o prosento edllal vi-
rem, quellussoll Mellors& C, Ceorgc Ken-
worlby & C, Jobnlon Pater & C. c mais ere-
dores da firma sociol Andradu & Irmao, me
enviaram dizerem sua petigao por escrip-
ia que, sen lo Ihes osles dovo lores da quan-
lia de rs. 152:080,763 provenientes do mer-
cadorias quo Ihe compraran), c havendo por
concordata feila em 19 de Jezembro Jo an-
no prximo passado, acceitado letras com
os prasos de 6, 12, 18, 21, 30 o 36 n.oz's.
Uanco de Pernambuco.
Os descontos da semana que decorro do
19 a 21 de julho, sin os dn seis por cento io
anno para as letras a vencor at o lim dooii.
lubro,e para asa vencer at sois mezes de
oilo por ceoto ao anno.
O seuhor doutor juiz de direilo, ebelo
do policia interino Ja provincia, manda fa-
zer publico para conhecimento dos Inleres-
sados, que na delegacia dn tormo do Cabo
existe dous Mftlloa, um castanho e outrn
cardao, assim como um annelSo granJede
iiiirn, e um coi-diin grossa, tamben) de oii-
ro, ludo apprehendido a Joaquim Forrcira
de Moura, e a Manoel Luiz, que foram pre-
sos e acham-se rerolhidos cadeia daquelli
villa, segundo communicou o respectivo de-
legado em ollicio do 30 de junho ullimo;
accresccntando que laes objectos Ihe pire-
ciam pertcncer a Luiz Pereira Viaona, mo-
rador no ongenho Calendo,vistos os annun-
cios por este mandados publicar nos jornacj
desta capital.Antonio Jos de Freila, pri-
moiro amanuense.
-- Nao so leudo reunido os credores do
fallido Leopoldo Jos da Csota Araujo, no
dia 13 po correnle mez para que foram con-
vocados, hiini deellig.'rainos admiuislia.
dores da ca-a tullida, do novo fago sciente
aos mesmos credores,residentes nesta prag,
Viuva Amorim & lilho, Oiiveira Irmaos
Companhia, Antonio Ignacio dn Melei'oa,
JoSo l'avares CorJciro, Amorim iIrmaos,
Joao l.eite Pilla Ortigueira, Manoel Goncal-
ves da Silva, Russell Mellors & Compauliia,
Jos Rodrigues Pereira,Deaue Youle <\ Com-
panhia, Antonio Francisco da Silva Carneo,
Antonio Joaquim Je Soaza Ribeiro,Novaes U
Companhia, Manocl Joaquim Ramos e Silva,
Manoel Jos Ribero.Jos Cypriano de Moraes
l.ima, Jacintho I lesh.ln. t'aetano da Cosa
Moreira, Jos Antonio da Cunha & Irmaos,
c Ani.....11, unes; Marcelino de Souza Perei-
ra de li.ili, em Lisboa, Antonio Ferreira da
Silva Sanios, no Maranli8o, Novaesor Passoj,
no llio de Janeiro, Araujo Ina, Manoel Ferreira dos Santos M>gano, em
Santa Calharna, Antonio Ferreira da S11 va
em Sanios, Manoel de Souza Gomes, Manuel
Jos Rodrigues Valadares, e Francisco Jo-
s da Costa Araujo, no Rio Grande do Sul,
para quo comparecain por si ou por seus
procuradores bastantes no dia 20 do corren-
te mez a 1 hora da tarde, na rasa da resi-
dencia do Dr. Jos Hay/u,undo da Cosa )le-
nozes juiz municipal supplentn da segunda
vara o do commercio. na ra da Madre de
j .o ... ..!,:, i ;.,..l. vam u uu luiinii'-i i;mi, na ui iiil .iinum uo
succede quo venciJas no ul ,mo Je unho (J ba|rro do R f
Rodo as primeiras lata o, -"PP'loa da ci d P |ic,doad-
, P i t. > ,2 !. ?J".?. cife 16 de julho de 1852 -OescrivSo in-
fque al^vaTe CerTr".'.^-^"^ "no. Manoe. joaquim Baptista.
conta de 26:992,001 rs importe das letras
vencii
P'
clarai
de 60
petigac
ram
cados Andrad sVroiBo hmulto hllidoa,1 Companhia de iebcne.
fosseideclarada aborta a fallencia por sentn- A adminislragao da companhia do Bebo-
ga desle juizo, e so prosseguisse nos mais ribe contrata om quem mais der e rcllio-
leimossubsequenles o que sendo por mm res garantas olTorccer, a cobranga da tacha
deferido, o subindo osau'os i minlia con- do 20 res por balde d'agoa,vendido noaclu-
elu.sao, nelle dei o profer a senlenga do l'arizes ; acceila propostas para o contraa
llieor seguihte:Allendnndo aos molivos de toda a arrecadago, ou dcada um dos
i llegados na petic "o lis. 2, o aos dociimeu- hairros da cidade ; as quaes devem ser en-
tes de lis. 3 usque fls. 22, pelos quaes lica treges em carta fechada no escriplorioda
concliidenlemcnte provado que n casi so- coitipanbia al o ultimo do correnle mez, o
cial.sobie a firma Anlrade Irma, lem fixar-se-ha o contrato no dia que ser au-
cessado seus pagamentos, julgo avista do nonciado no principio do mez fuiuro.
a rl. 797 do cod. com. fallida a referida casa O director, JoSo Pinto de Lentos,
social de Andrado Irmao, o declaro aber-
ta sua fallenca desdo odia 1 do julho cor- REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLEZES
A VAPOR.
No dia 21 deste mez, espera-
se do Sul, o vapor Severn ,
commandante Chapman o
qual depois da demora de
rente. Ordeno quo so ponham sellos em to-
dos i s liens, Iivros o pa, e s dos fallidos, e
nomelo para curador liscal a llenrique Tay-
lor, que dever prestar juramento na forma
da lei, expodim!o-se desde j ao respectivo
juiz do paz a precisa parlicipagao acompa- cosluire seguir para os porlos da Europa
nhada de copia aothcntica desta sentenga, para passageiros, trala-sc cm casa da agen-
afim de se proceder a posig.lodos sellos; ca, ama do Trapicho Novo ti. 42.
e cusas. Recife 16 de julho de 1852.Cus- Pela segunda sccgSo da mesa do cun-
todiu Manocl da Silva Cuimariles. E om sulado provincial se faz publico, que do da
cumprimenlo desta minhi senlenga, convo- 2 do correnle mez se principia a cobrare
co aoscroJores present s eos sobredi tos lal- imposto de 20 por cento do consumo 'la-
udos Andrado c; Irmiio i ara que compare- agoas-ardenles de producgSu brasileira do
gam no dia 21 do correnle mez, pelas II ho- segundo semestio Jo anno liuaiiceiio de
ras da manlxla, em a casa de mu ha resi- 1851 a 1852.
dencia, n. na ra Ja ConcorJia no bairro
Je S. Antonio, alim Je procoderem a nomea-
gflo de Jopositaro ou Jopositarios quo hSo
do receber o administrar provisoriamente a
casa fallida.
Epara quecheguea noticia de todos man
dei passar dilaes.quc scr3o publicados pela
iD)prensa eallixaJos na casa das audiencias,
prsga do Commercio, estabelecimenlo dos
fallidos, e porlas externas do tribunal do
r<>.muerdo. Dado o passado nesta cidade
do Recife de Pernambuco aos 16 de julho do
1852.Eu Manoel Joaquim Baptista,escriv3o
interino o subscrevi.Custodio Manocl da
Silva Guimaraes.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria da
fazonda provincial, cm virludeda rcsoluga.i
do tribunal adniinislrntivo de 15 do corren-
te, manda fazer publico, que as ses-es
s 'guiles do mesmo tribunal, que sin as
quiutas-foras, continuaran as pragas dos
Contratos de obras publios abaixo decla-
rados :
Conclusao da parte da esa de detengSo,
constante do raio do norte, rasa central da
inspecgSo goral e casa da administragio,
av ni ola em 70 000,000 rs.
Ponte da Passagem da Maglalena, avslia-
da em 21:880,810 rs., tomando-se por basi
.d'arrennl:ig') o olTerecimento feito pelo i
l'iililicnciics Iliterarias.
| ELEMENTOS, i
DE ?
HOMEOPATHIAj
2 SAHIO A IUZ A 3.' E ULTIMA PARTE jj
g desta obra composla pelo professor de
g homopalhiaGosiet Bimont Custara j
2 5/000 a obra inlcira at 30 de junho, ^
W dia em que licar encerrada a assig- ^
(i natura. Esta obra he til, tanto para ^
os mdicos quo sededicarem ao es-
0 ludo da nova medicina, como para V
9 todas as pessoas de boa vontade que
9 qaizerem convencer-se porexperien- w
m cas da verdade Jesta doulriua, por r
9i ser ella muilo clara, e a intelligencia r
08 de todos, Z
|> .No consultorio homopathico ra
dasCruzes o. 28. >*
RiT^^?-^
I Mita
WJKSSF^^U
pT-'"


Avisos martimos.
Para a Baha
Sahe com a presteza do costumo a velei-
ra oj bem condecida escona braailetra Ade-
laiJe : quem nella quizer carregar, queira
dirigir-so a ra da Cad.eia do Recifo n. 93,
ou a do Trapicha Noto n. 16, segundo an-
Para o Hio de Janeiro.
O brigue escuna nacional lin-
iln, capitao Manoel Al. t'erreira ,
segu para o Hio de Janeiro, com
muita brevidade, por ter a maior
parle do seu carregamento enga-
jada : para o resto e escravos a
l'rete, trata-se com os consignata-
rios Machado & Pinheiro, na ra
do Vigario n. 19, segundo andar,
011 com o capitao na pra$a do
comniercio.
conaequenoia do qu
cido urna casa de lellOes na ra da Cadei
do Recita n. 8, prlmeiro andar, aonde podo
ser procurado, e ahi recebor em deposito
quaesquer objectos qua quizerem por em
leilSo, prestando-se o annunciante igual-
mente a fnzer leilfles as oasis, earmazons
particulares, que o quizerem honrar.
O senhor Jacintho Jos Nunes Leite,
toro urna carta na ra do Trapiche n. 17, e
precisa-so fallar com o mcsmo soDhor a ne-
gocio de seu Interesie.
Desippareceu 00 dia 17 do corrcnte as
7 horas da noite um menino, pardo, do (lo-
me J0S0, de i lade de 6 para 7 annos, o qual
aprenda o ofllcio do sapateiro, e levou ca-
misa de madapolo e chinellos nos pcs;
quem o tiver recoltiido queira levar a ra
dos Assouguiohos, casa n.l.
(lliiciaos de funileiro.
Na loja da ra da Cadeia do Rccife n. 61,
precisa-se de olllciaos de funileiro.
-- O abaixo assignado deixou do vender
do, faz sciente ao publico que mudou a su.i
aula e residencia para a casa terrea n. 33,
sita no largo do Torco.
. Manoel Francisco Coelho.
Aluga-se um grande sotBo para peque-
a familia ou algum mogo solteiro, na ra
do Rangel n. 47 a tratar no armazn) de
Icnha do caes do Ramos.
-- Pedeu-se desde a ra do Cabug atoa
ra do Vigario, um trancelim decabollo en-
castoado em ouro ; quem o tiver achado lo-
ve-o a roa do Cibuga, loja de ourives de Mo-
reir & Daarte, que se recompensar com
0 valor do trancelim.
O Sr. Ala noel de Almeida
Nogueira deixou de ser caixeiro
dos abaixo assignados, desde odia
1 a do corrcnte. Alachado &
Pinheiro.
~ Francisco Jos Augusto Ferreira mo-
ra na ra da Moda n. 2.
/10 comniercio.
Oex-corretor geral desta praca, abaixoas-
signado.nSopdo furtar-seaodover de avisar
ao corpo do comniercio emger-al.emormenle
aos Srs. negociantes, que to exuberantes
provas do bom conceito Iheliboralisaram ,
durante o longo espado de mais de treze an -
nos, que, leudo desistido daquelle empre-
go, se acha actualmente munido do titulo
de agente de leilOes, concedido pelo meri-
tiS9imo tribunal do commercio, o por isso
ao respeitavel publico
5J Jo Anacilo, dentista e sangrador
5 exores com (romptidlo as funccOeS
dosuaaite, das 8 as 9 horas do dia,
at as 6 da tarde, e nos'domingos t

Piiulo .'alKiioiix, dentista 4
* ri'Hiicc/.,oiTct'cee sen prest- $
m mono iiiibllco para todos os 9
mlslcrcs de 8Ua inoIUsao
I pude ser procurado a quiil- *
Para o Aracaly.
Sahe com brcvidade.o bem conhecido hia-
le Novo Olinda : para carga trata-se com o espirito da producto brasileira, na sua ta-
i'onsignalario J. J. Tasso Junior._ borna na ra das Cruzos, desde o primeiro
__ Para o Rio de Janeiro, sahe dojulho.
com a maior brevidade possi vel, o preciM-.B9eB.og.^m" obrld'de um
n. (i (lio nacional Valente, capitao andar ou umsogundo.quetrnhasotflooquo
,......;. \;l ,i,. Arania na- spja no bairro do Santo Antonio; quem ti-
lrancisco Nicolao de Arauj- pa- g, algum desoccupildo oupa.aso ]esoccu_
ra carga, passageiros C escravos a par, dirija-se a ra da Ordcm Terceira de S.,
retc, trata-se com O mcsmo cap- Francisco n. 6, ou no Manguinho, casa junto
11 n,i 1 a padaria do senhor Lapa.
to, na praca do Lommercio 011 .. sianool Jos Moreira tem justo e con-:
rom os consignatarios Novaes & tratado os gneros que oxistom na taborna semPre prompto a bom serv- los d Hora em
com os consignatarios www na ^^ Livr,*nen,0 5 pcrlenC9n. vante, con p mesmo zelo o fidelidade, que
l ompanhia na rua (lo trapiche |e aoSr ADton0 i/erreira deSnuza c para lem caractonsado. francisco Gomes de
1 Vi. Que cliesuo ao conhccimenlo de quem pos- Oliveira. ....
I'r, c RA ,1c Innrirn iI.p s nteressar faz o presente, nao so respon-' Por b'*o da secretaria da polica tem
1 ara emoue Janeiro, sane sall,ls,nito por (|Ua|qiier transi que
com a maior brevidade possivel, o se lenha fcito t o dia 19 do corrento, com
brigue nacional Hio Ave, capitao mesmo.
Elias Jos Alvei: para carga, pas-
os a fretc, trata-
se com o mesmo capitao, na pra-
ra do Commercio, ou com os con- t
s o su site, uas 8 ss 9 oras ao aia, 5 pude ser procurado a qual- i
* 's.6utrde,e nosdomingos .t m qner ora c slla eos, n 2
X o meio da, tira hem denles, c.lsa j ,-iia liugndoltozarlo,\. :Ui, I
5 bom ns denles turados, separa pe.foi- # segunda? andar. 'I
t bem, e applica bem ventosas sarga-
?5 dase secas, pelo pre$o mais rommn-
(, do que po ler,tanto no largo do Roza-
# rio junto da igreja, casa da estrella %
> n. 7, bairro do Santo Antonio, como *
8 fura della; mandando-Iho por escrip- 4
lo, indicirSo o lugar, nomo da ra, 4
t> numero da casa, com o nomo do mu -
t> rador.
> N. U. Para tirar denlos e sangrar a
? pobrera pagir o que poder.
9
Compras.
- Vende-se um baleo coro nove palmos
da compri lo, e taboa de amarello : na ra
do Cabugi, foja n. 10.
-- Vende-se urna escrava. creoula, sam vi-
cios neto acliaquos.com idade que represen-
ta ao annos, por preco eommodo: quem
convier dirija se 10 Mondeg, sitio que foi
do finado padre Manoel Ju8o.
Casa da Fortuna, na ra Direita
n. 7.
Na roa cima e oa praca da Independen-
cia, loja do senhor Fortnalo, est venda
um completo sortiaeuto de cautelas e bi-
Ihetes da loteria da Nossa Senhora do Roza-
rio, rujas rodas anJam no da 39 do cor-
rento.
Andrade & Leal.
C.ompram moleques, crooulns.nu mulatos
de 12 a 16 annos do idade, o tambem rece-
bom aprondizps captivos ou livres para as
diversas ollicinas de sua fabrica : a tratar
na mesma, na ra Imperial n. 118 e 120,com
Manoel Carneiro Leal, ou no deposito da
Fredonck Youlo, subdito inglez, ret- mosna, na ra Nova n. 27,eom Juaquim An-
uma sala, quo 1 n:; t, e he multo propria
para homem solteiio 1 a tratar na ra do
Crespo n, 10.
-- l'ordeu-se no dia 16 do corrente mez ,
um relogio do ouro onsontal, com transo-
uniros i> escravos a fretc trata- n,or mudou o seu esenptono, para lim docoeli.. e passador deouro, aoatra-
sageiros e escravos a 1 te, crula fl n|a d0 -pra jc|, ,\ vessaruacajnboadoCarmo.roga-seaquem
ie n. 14
No da 20 de junhodo cor-
o achou, querendo-o restituir, dirjase a
ra Velha n. 39, que ser generosamente
gratificado: gratifica-so tambem a quem o
signalarioslNovaes 6c (ompanhia, ren"te"ann7, desappareVcti do i '
na na do Trapiche n. 34-
Para o Rio uo Janeiro o hriguo brasi- ftj .
IniroFlordoRio, saho no dia 20 do corren- S Joaquim blias (le .uoura ,
to
Precisa-se do dous contos de ris a juro
das rozeiras, do major P9 quo se convencionar, com garanta em pr-
^ dioderaiz: quem se propuzerannuncie.
& Precisa-se allugar urna ama forra ou
servido de urna casa de
sitio perto desta praca;
Leilfto,
me Silvano, com os signaes
f
9
i
fe
# ~- ...------, _...^.0--------
>t seguintes: estatura regu- ^
------------------------------------------------ J lar secco do corpo bem s
-Porordem do Sr. I)r. juiz municipal 9 f pequen, olhos
supplento da aogunda vara o civcl a do f I. v I 1 .,'"'""
rommorcio, se far lellao. por intermedio II VIVOS, pouca barba, ja bran-
do agento Olive ira, por conta e risco de
i|ueni pertencer, u a roquiTimento de Kalk-
inaiiii k IrmSos, de duas caixas sob a mar-
ca P II ns. 900 e 901,' contendo velludo o
gravitas de seda averiadas d'agua salgada,
abordo do vapor nacional S. Sebastio, au-
tragado ao sul de Marci na sua ultima fla-
gean do Rio do Janeiro para esto porto :
quarta-feira, 21 do correnta, ao meio-dia
em ponto, no armazem do llruun Praegcr 9 traballia com a tnao direita,
6c C, ra da Cruz n. 10.
-- N. O. Riober & Compan!iia,iar3o leilSo, 9
por intervengSo do agente Olivera, e por J1
conla e risco do quem pertencer, do urna *
1 'iircode l'arinna de trigo, avadada, a bor- *^
i
I
do da escuna haiioverlaiia llolono t-'.Uiie, na
sua reoeoto viaj^em de Trieste a esto porto :
terca-feira, 20 do corrente, as 10 horas da
manlia, no caes da alfan lega
O correlor .Miguol Carnoiro, l.ini leilJo
m caixeiro que tenha
bastante pratira de loja do miudezas, e que
d dador e sua conducta: na ra da Cadeia
do Recife, loja n. 31.
Sogunda-feira 19 do corrente, peranle
oSr. l)r. juiz de orpliSos.se ha de arrematar
umescravo, pardo, do menor Manoel Gentil
da Cos, liilu do linado Rento Jos .Vives,
quejando, c com Sllicas finas f cujooscravo vai ser arrematado por desne-
1 J cessano, a requerimcnto do tutor Domingos
e compridas, multo tallo de AlTofi.-o Neiy ferreira.
denles, s tem na mandibu- 2. 1abaixo ?ss'S,"ldo fa7- P"'llic,0 >u.orn
. '. W conhecimeto deva ter, que nito tendo lu-
la superior um denle canino, m gar sociedado que havia engajado com o
peitos Cd>belluilos Com al- 9 Sr- Josc Antonio do Paula Madureira, em a
loja de miudezas que possuo na ra larga
do Rozario n. 38, noque ambos concorda-
ran! ; por isso pelo piesente da por exone-
rado o dito Sr. Maduioia de todo o direito
ao activo da mesma loja, assim como oda
igualmente de qualqucr responsabilizado
as, com urna cicatriz ver- ;jidopassivo que por ella Ihe possa recahir,
,'. ,. por isso que ludo corre o continua a correr
incllia na canella C outra no *?. por conla dello unuunciaule. Jos Das da
ra-secom a sua familia, para a Europa
-- D-se dinheiro em pequeas quantias
h premio de um o meio por cont, com pe-
nliores de ouro : na ra larga do Rozario,
loja n, 26, se dir quem d.
ivfi(r'.')lft*t)ffii 4
9 Alugam-se e vendem-se hixas na xv
? pra;a da Independencia n 10, con- *
T fronto a ra das Crnzes. 4
Passaportcs.
Tira:n-so passaportos para dentro o fura
1I0 imporio, assim como folhas corridas, e
ttulos de residencia, e despacham-se escra-
vos ; tudo com muita proinptidflo, e eom-
modo !'!' r 1 : na ra estrella do Rozario so-
brado n. 28, segundo andar.
-- Precisa-so alugar umi prp.ta escrava ,
qui" tenha bastante leito, para criar um ine-
uino : que, livor, dirija-so a ra doCotu-
vello n. 57, 011 annuncio para ser procurado.
k.ii 21 do passado mez dojunho, tomou
posse judicial o abaixo assignado na quali-
lada de orocurador dos toslaineuleiros o li-
qui datarlos do (ioadoMa noel Ribeiro da Silva,
do Lisboa, do urna parle de rs. 700/000 na
casa de 2 andares n. 9, n.i ra do Livrainen-
to, comprada a Francisco Jos Pacheco de
Medciros, e esta mesma paite so vendo :
quem quizer tratar dirija-so ao dito abaixo
assignado: na ra do Trapiche n. 13..Ma-
nuel do Nascimento 1'cr.eira.
; 9 v vvrvvvv'Vff ff ff f f a
Rilbeles 8,000
Meios 4,000
Quartos 3,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
Ionio dos Santos Andrade.
Compra-se urna prctt quo soja moja e
liel, silii-nd.i cn/or, engommar, lavar o co-
sinhar: na ra do Queimado, loja o. 41, se
dir quem compra.
Ma ra da Senzalla Velha, defrontn do
Sr. Martins, pintor, compram-sc todas as
qualidades do ferros velhos o mclaesdc to-
das as qualidades, assim como ourelos de
pannos tinos, casimiras o todas as quali-
dades de mulamhos, qua sorvirom para fa-
zer papel ; assim como cabos voltios,, lo-
nas, oct.
Compram-sn oscravos de amhosos sa-
xos, de bonitas figuras, do 10 a 25 annos,
tanto para a provincia como para fra, pa-
gain-so bem : na ra da Cacimba n. II, on-
ie morou o finado vigario do Recife.
Continua-so a vender batatas de Lis-
boa, novas a 1,11 11 ria a arroba ; na ra da
Cadeia do Recifo n. 25.
Compra-so urna escrava de 18 a 20 an-
nos do i lado, qua seja robusta e sadia, que
nilu tenha vicio algum, ainda quo nSo te-
nha habili lados .- quem livor para vender,
dirija-se a ra Velha n. 77.
Vendas.
< ;
4
-
\r
, vu. a.- ^
guns cabellos brancos, tanto 9
i
como com a esquerda, com 4
a qual toca viola; pernas fi-
pcito ro lie da mitra nema J,Sllv'1 '-rdesi.
1 1 .1 -- "ma senl
levou calca cjaqueta branca,
bonct luanco de
e mu
iiodiasextaleira23docorronlo, as 10 ho- 1 11 ai
ra di manbni, no sen armazem na ma do a> u" e P*{' '
lrapicho n. 38, Oe varias mobilias, proprias^ tpelas Cinco l'ontas e i
para sala, gabinete, iiaarlas, sala de janlar,'
Coslntll, ole. ; assim como um balco e una >
carteira do amarello, propria para quslquer ty
eslabelocimento.ricos cortinados com guar-'flj
ly'.os douradas para sala; lotiza, vidros, iJ>
candieiros, quadroscom estampas sendo em
papel, panno, chapa do metal e outros mui-
tos objectos : e ao meio da em ponto ir a
leilfio urna por(3o de sal refinado.
-- O agente Oliveira fara leililo, por or-
dcm do cauilSo kaiic,ein presenta dosuiilior
cnsul deS. II. Iliitannica.e por conta e ris-
co do quem pertencer, de 350 toneladas do
!uano, para occorrer aos gastos com o bri-
gue Corsair, arribado a r.-lo porto na sua
recente viagem, procedente da Patagonia
com destino ao canal inglez : segunda-feira
19 do crrenle, ao mein da em ponto, a
pona da associacaoconimoicial. 1. pede-se
aossenhores prelendcntes liajam de exami-
nar anticipadamente o guano a bordo do di-
to brigue, donde o comprador lera de reco-
he-lo,
ca-
is-
Soa
ou
Avisos diversos.
Oficrece-se urna senhora do bons cos-
lumcs para cnsinar meninas a ler,escrover,
contar, bordar, fazer laherinthos, marcar, e
tolas as qualidades do costuras; tambom
noeho pencionislas, assim como tambem
ensilla escravos; e faz alrrocns ejntares :
.as pessoas que se quizerem utiliear do seu
prestimo, dinjam-se ao pateo du Terco, Casa
nova, .iM! 1,-i sem numero, ahi tcliarSo com
quino tratar.
-- Aluga-se um prirr.eiro andar do um so-
brado, na ra do Rangel, defroulo da boti-
ca; a fallar na ra do Cabug, loja do Joa-
quimJose da Costa l'ojoges.
t) ienhor acadmico Joaquim Carnei-
ro do Campos, queira dirigir-so ra do
liapictie-Novo n. 16, segundo andar, efira
de receber urna enconiincnda vinla da Ra-
bia,
A Iverte-se ao Sr. Manoel Jos da Costa
Oliveira, que Iho he mais airoso pagar o or-
denado de seu caixeiro Manoel, que lem do
rclirar-se para o Rio de Janeiro, bem como
30,000 rs. aos Srs. Meurom & C, pelos quaes
|a fui chamado juizo, do quo andar gas-
tando o dinheiro deseus credores com ca-
prichosas denuncias.
Pede-se a quem competir baja do no-
mear o curador de JoSo Osorio de Cislro
Maciel Monteiro.Um interessado.
-- l'rtcisa-se fallar ao 5r, Joflo llaptista,
arrematante dosservicos da Africana Mari
aununcie para ser procurado.
A negocio do inleresse se faz preciso
'llar com os Senhores herdeiros das pes-
soas seguintes : l.uiz dos Santos Azevedo,
Ignacio Joaquim dos Santn, Jos do Ama-
rl, Antonio Connives de Carvalho Vioira,
Cvpriano de Barros Leite, Manoel Joaquim
d 1 una, Francisco Zabuln de Almeida Pi-
res, Jos Jorge do Rozario, Francisco Jos
lerrcira da Silva, Manoel dos Passos Gomes
de Oliveira, e Francisco Jos de AzeveJo
Santos; no atierro da Boa-Vista sobrado
n. 17.
Precisa-se de alugar urna ama de bons
costumes.para andar com urna crianca : no
J'anguinho, casa junio a padaria do senhor
fapas.
Precisa-se de una escrava para todo o
servico de urna casa, paga-se bem: no ater-
jo da lioa-Visla n. 77.
...... suuhONl brasileira, com (odas as
.hahililacdcs precisas, tanto de escripia e
** [rontabilidade, como do costuras, borda-
ra dos, laherinthos, etc., se ofiV'rece para re-
3 f.-li'-i r 1-11.1 casa, na roa das Larangeiras
j 11. 25, meninas pura serom educadas; e
^jmosmo rcreber alguma escrava, sendo de
t^'boa conducta ; e prometle, no desempenho
Sj'dc suas runcfOcs, deixar satisfeitas aqucl-
S#(las pcssois que de seu prestimo se quize-
? rom utilisar, medanlo urna mensalidado
mdica.
JAHDIM DAS DAMAS.
Constando quo algumas pessoas estilo
persuadidas do que a assignatura da segun-
Vist : quem o pegar,
delle Jer noticia certa, v ao
dito sitio,' que ser recom- 9
t pensado com generosidade.
OlFereco-so urna mulher para ama do
casa, para lavar e engommar, menos com-
prar na ra ; quem a quizer procuro oa ra jila serie dcsto perio Jicocusta 3,000 rs e niio
dos Copiares, sobradinho n. 3. : 2,000 ra., como a primelrt, declara-sc que
50,000 rs. de gratilicagio. cstam em erro; o pro?ii da assignatura por
Desappareceu no dia 25 de dezcnibn do.cada serlo de seis nmeros he sompro 2,000
anno prximo passido, do poder do senbor'ris. As series avulsas hquocuslam ris
Francisco Ignacio Mendes.do Itio do Janeiro, 1 3,000. Assim so deve entender o annuncio
o seu escravo Alejandro, de nicflo Cacange, fque Um sido publicado netto Diario,
ostatora rogular, o qual tinlia .sido aqu do; Con'ina andar fgida desdo o primei-
Recifo. do senhor Luiz Carlos Fredertrn rtairrodo fiorre^lt*. pret; ADg6!^ Cro**!;, de
Sampaio, que por intormedio dos senhores! idade 32 anuos, pouco mais ou menos ; es-
Amorim Irmos, o havia remettido para a-
quella curto ao sonhor Jos Antonio de Fi-
gueiredo Jnior, que all o venden em 17 de
junno de 1818 ao referido senhor Mendts,
em podor de quem dito escravo leve bexi-
gas, que Ihe orcasionaram urna blido em
um ollm, nao so sahe se no direito ou no cs-
querdo, ignorndose tinbem ao C;rlo qual
a idadn quo representa : quem o pegar lo-
vc-o a ra do Vigario, casa o 7, onde ser
promplamente Ipago da gratilica;0o cima
indicada.
O thesoureiro da loteria de Nossa Se-
nhora do Rozario faz publico, que appare-
ceram osdous bilhetes inleims de ns. 1974
o 1980 da 3." 4." parto da 3." lotera a favor
das obras da igreja cima ; licam som effei:
to os annuncios publicados 110 Diario do
Pernambnco e na Impronsa.
Precisa-so de um caixeiro quo tenba
pralica de ni-gocio de venda: a tratar na
ra da Senzalla Velha, venda 11. 15.
-- Nk ra do Livramonto, sobrado 11. 10,
se dir quem vende tres trancelins, dous
cordoes, um a lereco, vsllas, brincos, anne-
lOes, mcdalhas, alunles, urna corrento para
scohora, um ponteiro, tres relogios, urna
corrcnte, um par do casticis do prala, co-
Ihe es para cha, ditas pare s6pa, livellas pa-
ra cs, ditas para suspensorios, um faquei-
ro, e um paliteiro.
ra do Litramento, sobrado n 10,
so dir quoin ddfnhoiro a premio.
A abaixo assigna In, tondo emprestado
quatiocentos mil res a seu lilhu Benlo Fer-
reira Baltar, pan eslabdecer-soom taber-
rii, faz sciente ao rispitavel publico quo
ninguem contrate negocio algum com olle a
respeito da dita taberna, sem entcnder-so
com a mesma abaixo assignada.
Anna Francisca Sil ta Balttr.
Peranle c juizo dos feilos da fazenda
na primeira audiencia, tem de sor arrema-
tados por exeeuc/lo da faz-'nde orovinciil,
os bens seguintes por venda:- urna parlo da
rasa de sobrado n 2,-ila na ra da Cruz,ava-
liadu em 3:832,529 1 s. ; nuli-- dita da casa
terrea,sita ou berco da Vira53o,avaliada em
v,mu rs ; cujas partes tocou a mesma fa-
zenda no inventario dos bens do finado Jos
Alfonso Rigueira, para pagamento do sello
de heranca. A renda aunual da casa n. 9,
sita na travessa do hospital, avaliada em 96/
rs., por execucSo movida contra Josc Ro-
drigues do Passu : quem quizer arrematar
Jilos bens comprela ua sala das audiencias
as horas do costume.
Precisa-se de urna negra, para vender
na ra ; quem quizer alugar, dirija-se a tra-
tar na ra larga do Rozario n. 38.
tatura regular, secca do corpo, cor fula, os
peilos um lauto seceos, ontro ellos urna ci-
catriz, um dos tornozelos alguma cousa iri-
diado por Bausa da orysipella, dosconlia-se
achar-se acuita la em alguma casa e se
protesta emprrgar o rigor da lei; por isso
sepedeatoias as autoridades polioiaei e
capiUes de campo a captura della, o levara
ra Direita n. 17, e a casa do bairflo & Ma-
cado, que generosamente recompensaro.
Tinturara da ra Velha 11. 72.
Na roa Velha 11. 62, lingo-se toda a qua-
ldade do fazenda, para a cor que s*e quizer,
com promptidilo, c do modo que so o3o co-
nhi-ce a cor primitiva : As pessoas da cida-
do de Olinda quo tiverem objectos para Un-
gir podem levar ra do Mattiias Fcrreiri
casa do Sr. Cosme, alfaiate.
Lotera de Nossa Senhora do
Rosario.
O thesoureiro achando-se com-
petentemente habilitado, annun-
cia que as rodas desta lotera, an-
da m no din qq do corrente, no
consistorio da igreja de Nossa Se-
nhora do Livramento, os bilhetes
est3o : venda nos lugares d'> cos-
tume.
- Oflcreco-se urna mulher do mcia ida lo
para ama de casa do punca familia, a qual
sabo fazer tu lo quo he preciso om urna ca-
sa ; 11.1 ra du Fogo 11. 47.
Pega ladio.
Furtaram urna barrica com bacjllio.mar-
ca escova, no da 4 4 do corrento, as 7 ioras
da mulo, da porta da venda da ra Direita
n. 76, esquina do beeeo dos Pccca los Mor-
laes ; na mesma imite foi encontrada na ca
'.-. v: de um prcto uo bairro de S. Jos : por
isso rogi-s.' as nulo idades pjliciaoso tojas
as pessoas a quem forolferecida, o mandom
capturar para ser pago do sua osport- zu, o
quem souoer do referido roubo, dirija-so a
mesma venda quesera gratillcido.
Aluga-so a grande loja da ra estreita do
Rozario n. 43, com ar.naco propria para
qualquer estahelecimeoto : a tratar na ra
do Crespo 11. II.
OITercce se urna mulher do idade me-
dia para o servido do casa do homem soltei-
ro ou casado, que ufio tenha pencOe- do cri-
anzas, a qual sabe cosiuhar um tudo e fazor
doces e iliacas: quem do seu presumo se
quizer utilisar, dirija-se a ra da Cuia, den-
tro do Recife, casa o. 7.
-_>
<>
i>
>
?
a*
,*
->
>
>
>
->
-->
>
** Tubos escolhidos (cada ur,
^ Tintura s demedicamentos em *
f frascos de l|2onc.a (cada um; 2.~
-> Ha mais, alem destas.outras niuitas ^
;> caixascom globuloso tinturas por ^
^- preijos variaveis, conformo o tama- s> nho ea qualidado das caixas, ei
*> quantidade dos remedios e assuas <.?
* dvnamisiices, e,c- ^
g AVIA SE CRATIIITAMENTI 5?
;* para os pobr s, todas as receilas que <3
5 para ali mandar qualquer professor. ^
AAAAA**ftAA:AAAAAAAAAA
Na ra do padre Floriauo, iasa dais-
quina do beco do Serlgado n. 18, lia una
ama para casa de p.ouca familia.
r,oga-se a pessoa a quem fr offerecido
um dedal do ouro Invrado.soiento com urna
listra liza, e com duas oil>vas, de o mandar
ontregar no ate-ro da Roa-Vista, no segundo
andar do sobrado n. 26; suppO-sn ter sido
furtado por urna preta escrava : quem o en-
tregar receber urna gratificado.
-- Benlo Alvos Tupinamb, responde ao
espoleta annunciante do Diario de Pernam-
buco, de 13 do corrente, que nao lem ni go-
cio alnm com elle, que com quem tem
negocio respeito aos alugueis de que o es-
poleta trata he com o reverendo Ricardo
Jos Machado, do quem tem a receber maior
quantia, ejnSo tem liquidado sua eonla
cmraz.lo do mesmo Sr. reverendo se chai
fra desta cidale.
I'ublicacoes Ilomcopatnicas.
A 2o i)t AI.UMO san ir lu a couuua-
Co da pathogenesia homeopathica.compos-
ta de 12 medicamentos eubopbos, trrduzda
do manual do Hit JAHII, e a do 12 mo lica-
oientos uiiASlLEaos cxtrahi.la da obra inti-
tula la foulrB,'.i da Escola llomeop.illiica do
RIO DE JANEIRO, pelo DU. MURE. Este vo-
lunto sora augmentado di Tktora da appli-
CacBO das doics pelo Dr. Mure, lacuna im-
portantissima deixada por llahnemam ao
cuidado dos scus discpulos. Recebem-si'
assignaluras a 3,000 rs. pagos na nccasiSo
da entrega, no consultorio do prof horneo-
palha Cossct Rmoui, ra das Cruzes n. 28.
Dos Dispoe.
Acaba deciiegardo Rio do Janeiro, tradu-
zido em pnrtuguoz, o excellente romance de
Alexandro l)umas,que tem por titulo, Dios
Dispoe, vende-se na linaria da praca da In-
dependencia 11. 6 c8, a 8,000 rs constando
de 6 voluntes.
- Quem quizer alugar um sobrado do
um andar, com armaz m, no II1 cifo, na ra
da Moda 11. 23 : dirija-se a ma da Gloria
da Boa Vista 11 87, secundo andar, que a-
i'liar com quem tratar.
Vende-se urna escrava creoula de 20
annos de idade, sem vicios e do bonita figu-
ra : na ra Direita n. 61.
Igual pcciiincha nunca se
vio a
Botica homopathica.
28 RA DAS CRUZES 28,
Dirigida pr um pliarmaceulico
approvado,
Esteestabolecimento possue todos 3
os medicamentos at agora experi- *
mentados, tanto na Europa como no
Brasil, o proparados petas machinas ^ I
da invencflo do Dr. Muro. ,'
PRF.COS. <;
das carttiras homopatilicas. g
Emcarleiras de 12 tubos grandes 12/ ^
. 24 20/ <3
24 pequeos 15/ ''
rAi
o covado
140 rs
Vendem-so chitas escarales muito finas
de ramagens para cob'rtas a 110 rs cada
um covado: na ra do Crespo n. 14, loja
de Jos Erancisco Dias.
-- Vende-so a casa terrea n. 16, sita na
ra do Amparo da cidado do Olinda, conti-
gua ao sobrado em que morou o fallecido
bispo D. Thomaz do Noronlia a tratar na
ra Direita n. III, segundo andar.
vende-te um moleque do 18 annos de
idade : na ra das Cruzes n. 39, segundo
andar.
Vendcm-se as obras de Virgilio, Salus-
tio, Horacio, Selecta, Cornelio, Sinlaxo de
nautas, Novo Methodo, Magnum Lexicn,
Aventuras de Telemaco em francez, Dicio-
nario om francez o portogu'ez por Constan-
cio, c a obra do casos de conscicncia por
Poutas, tudo por eommodo preco : quem
pretender dirija-se a ra do Livramento 11.
26, segundo andar.
Vcnde-so urna negra noel, crnoula, do
mato, e propria para qualquer soivifo : na
ra da Cadeia do lUcifo n. 24, primeiro an-
dar,
Vcndein-sc ou aforam-se cento o vinte
palmos do terreno, no correr da ra da Ale-
gra ; quem pretender dirija-se a ra Nova
11. 63, lorci'iro andar.
Calcado.
Sapatos de couro de lustro, francezes o
de Lisboa, para senhora, a 1,280 rs. o par;
na praca da Independencia, loja do Arantes
n. 13 o 15.
Qucijos baratos.
No atierro da Boa-Vista n. 49, venda no-
va una ruad'Aurora n.32 vende-sequeijosdo
reino a 640 rs., por cstarcm alguma cousa
seceos.
Vendem-se 4 escravos mocos, de boni-
tas figuras; sendo, um bom carreiro, um
molecote de idade de 16 annos, e urna es-
crava : na ra Direita n. 3.
iilodas francezas.
Ra do Atierro da BAa-Vista, n. I
Ruessard Millochau,
avisa ao publico e aos saus freguezes, quo
tem venda presentemente um mui escolhi-
do sortimonto das vordadoiras ultimas mo-
das de Pars, em chapeos da palha da Italia,
ditos do dita da China, brancos, ditos de
M nulo o de palha, ditos de seda, velludo
etc. Lindos chapeos do meninos e meninas,
de soda e de palha ; chapos de palha da Ita-
lia, muito linos, para montara; ricos cha-
les e capotinhos de rod do retroz e deseda
bordados; cabecuos de bico de blondo, di-
tos de linho brancos; romeiras do bico bor-
dadas ; ricas capailas e caixos de flores,
para casamento ; turbantes, toncados o on-
faites para caboca; ricas flores decores;
capotinhos e camisinhas da bico braoco : es-
ses objoctos do modas, recentementechega-
los, sevendeiHo por preco mais em conta
quo om outra qualquor parlo.
Vende-se urna mnlata ptima cozi-
nheira, o engomma soffrivalment, e urna
preta propria para servio do campo, ou
quilandeira; na ra alraz da matriz da Bni
Vista, n. 21.
Novo sortimento de fazendas, na
loja da ra do Crespo n. 6.
Superiores cortes de cassa-cbita,de novos
deseuhos, a 2,240 e 2,500 ; cambraias fran-
cezas de cores a 410 a vara ; chita para co-
berta, do tintas seguras, a 200 rs. o covado;
cassas lavradas a 2,400 a 1 r ,-a ; dita de llo-
res, com 80 1/2 varas, propria para corti-
nado de r 1 ma, a 3.S00 a peca ; c 1 mbi.111 de
salpico*, tanto brancos r mu decores, a
4,500 a peca; lencos do cambraia de linho
a 480 e 560; pec^s de chitas escuras 5,000
corles de brim do listras, do puro linho, a
2,000 o corte ; dito liso a 1,440 e 1800; ris-
cado do linho a 180 o covado; dido de algo-
dilo, proprio para escravos, a 160 e 180 o
covado; panno preto a 3,000 o 4000 o cova-
do : o muitas oulras fazendas, por preco
eommodo.
Verniz de goinma copal ,
mu ni o 1 a vender-se a 1,600 rs. ,
a garrafa : na botica da ra do
Rangel, que foi do finado Sebas-
tiao Jos ilc Oliveira >l acedo.
I'ublicuam-se ultimameute na impronsa
do msica, na na Bella 11. 28, as seguintes
pecas do msica:um numero de lindas
quailrillias para piano c flauta a 1,000 rs. ,
para flauta s a 500 rs., a muito applaudnla
modinhaquer ofuloquor a sorlopara
piano a 640 rs., para violo a 500 rs., modi-
nha h i..iia 1 1 1 onconlropnrn piano a
640 rs., para violan a 500 rs., mo lioha alia
noite oh que silencio, valsa a soncitiva, pol-
ka a ii- nniiiii.ii-in -. ludo em um folheto,
por 1,000 rs., bella llar, polka, para piano a
500 rs, modinha o meo primeiro heijo
para piano a 1,000 rs urna linda valsa para
v.o.'io a 400 rs., dnas valsasa madrugada
e o saltopara piano a 320 rs., a luzeada,
grando valsa, para flauta a 320 as
-- Aluga-se urna grande casa e sitio, com
todas as commodidades c com rio no fundo,
povoacilo no Monteiro: a tratar com Jolo
Jos de Carvalbo Moracs, na ra da Cadeia
do Recifo.
1 o
= o
3 e f a bj
SS *"B-
s- sjsgSa
?5 iffsS
S-a-gg
>- C a.Tso
'-- a, p.
ai o *~3 ^
= 2 .S'5.
- -I-2 3
o .o!,.;
*> a S 8 c = -
c ni
9
O O 3
< a
^ fi
"i- O
ca u
a 9
II
II
o />
B
O M
J u
a
o
_ a, ^
fi T3
.a a
'= ,^-
i-3
- 11 o
O V
o
-A
50
o2
ce Q.
-I-So <*
gg-3
gg
- B
tn c
o. o ?
e o 2
4, c o. 3
1 <*

. o
o* a 3 1
2!-a*8? 3
m mt ce
CC fll _2 r> in
= i S "
e
5m
SS-= e g "'5.= e
B5-
oi-a
-
* o.

e s
i 8
S :o
a i
3
Ia
a g
A O
9 .
13- ?.
3 i
3 3
e.a
s
a
g
o
I I-2.-2 S
6 u 2 5 '=
^ m a
24JM1
gio|
- 22 fi,
02:
UO
Z
o 5 **
U 3 ^S-0 _
S 8 f a
i!^||!lji!!l!il|
y*2 w ca
aissSggf*
gSf
3B'3i"Sa~ s-g-e
S2 3|s2ff2--Ss-:Sess
." =
g.
u a
?M
JJSB5I
STt
M. K
o -;
o, rr ^^
!*im
'5,
d .^-a _j o sag^9
2 B e S.2 2 I o 2
Mslfelffllllssill
..o'"S,9!r.-QiSusr'S<_
" f tS^3SS?,aai5'-
8 SS* 3 o ri,s .
! a_
3. a. o
.Co
?JS 2 o-o

lififl3
- > ai o.-_ = a, >.<=, ^^ 2,2 i=-3
= -5SS"ss-aSS0-
^rf2Bf&Sigl|l8.l8j|
=g5-sfs!llsSr
z 3-3-2 a-s O"
al
llPIlIfllliflf
1 t_ rt
;S:r|s|.Bl||3 = s5
^ 3 o
* o~
> S
S*S-2S?osf|-

s'
i-si ka
\\
:'SL B-SS 10 S.5


yVCIDADEDRPMUN.
i "i <"va' de r
Kua do Collegio n. 4a
i. Falque, dono da fabrica cima mencio-
udi, participa o respeitavel publico do
Pernambuco, e principalmento a seus fre-
guezes, que lie rcccbeu pelos ullimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sorlmenlo dos molhores chapeos de sol do
soda, que tem vindo a esta praca, proprios
para a estaco do invern, e par senliores
deeogenho, por sorem muito forles sor-
timento de chapeos de sol de seda dedilTe-
rontes qualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sorlimento de chapona de sol de seda
para senhoras, de lodos os feitios e Una-
nnos, quo vende muito emeonta ; ditos de
panno para meninos de 1,M)0 a 3,000 rs.; di-
tos para homem do ferro o do balea de
'2,000 rs. para cima ; ditos do junco de t,500
rs. para cima; grande c escolbido sorlimen-
to do chamalolus, sedase pannos em peca,
para cobrir armacors servidas, baleias de
todas as larguras e lamanhos, para vestidos
ecsparlilhus para senhora ; fazem-se um-
bellas para Igreja; concerta-se toda o qual-
quer qualidade do chapeos do sol, ludo por
muilo menos preco do quo ero outra qual-
quer parte. Vende-se ero por^So e a reta-
Iho. Vo mesmo eslabelecimenlo acha-se
um bonito sorlimento de bengalas
3,000 .
Vendem-se cortes de brins trancados es-
curosde puro linho a 2,000 rs., dito de pele
do diabo a 900 ou 210 rs. o covado, corles
de camhraia de salpicos de cores e brancos
com sete varas a 4,500 rs. o corle, e 720 rs.
a vara : na ra do Crespo, loja n. 6.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para rearar borlas
o baixasdecaplm nafundi(3ode I). W. Bow-
iiHii: [i n ra do Brum ns.6,8 e 10.
CHA l'KUTU
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
ARADOS AMERICANOS.
> Vendem-se arados ame- .*
m ricanos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pie- *
*' 90 de /|0,ooors. cadaum: na
* rita do trapiche n. 8. +
#aBfc*<#*r)
Vendem-se por presos coinmodos.scls
buis de curro muito mansos, lilhos do paslo
o novos : na ra Nova, loja de chapeos n 52.
I*.11111 lia de trigo
SSSF.
Fontana.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Deposito de cal e potassa.
(So armazem da ra da Cadeia
do Recite n. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, cm pedia, as-
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazem de vinbos.
Na rua da Senzalla Vellia n. 48,
viMidcm-se vinhos de Lisboa e Fi-
gucira, dos maissuperiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 e 'j4o rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
fieguczcs que lie bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Cnnha & Amoritn, na ruada Cadeia do
llecile, n. 50, vende-se barra com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parle.
rotassa americana.
__No antgo deposito da cadeia vcllia, n.
12 existe urna pequea porcAo de potassa
americana, chegada recontemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vende-
se por preco razoavcl.
Agencia de Kdwin J>law.
Naruade Apollo n. (i, armazem de Mc.Cal-
nrmi.v Companliia, acha-se constantemente
liona aorlimentoa de taixa de ferro coado e
batido, lauto raa como fundas, muendas i n-
eiras tortas de ferro para auinaea, agoa, ele,
dilas para armar em madeira de todo o ta-
maito, e niaflellos o mais moderno, machina
borisontal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucoa, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
decobre, eacovena para navios, ferro ioglez
taaioein harrascomu cm ircosfnlhas,eludo
l 'ir barato nreco.
* Farinha de mandioca *
t Vende-se, por preco rasoavel, la- ^
.y rinha de S. Malheus a mais nova ^>
^ que existe neste morcado : na rua ^
'.^. da Cruz n. 31, delronte da I ingocta. <^
'11^4******^^ Alsl!A&jft,'3AA
ACUNCIA
da fundicao Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA .\. 42.
Reste estabeieeimenlo conti-
nua a haver um completo sorli-
mento de moendaso meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra diiy.
A lao rs. cada um.
Na rua do Queimado u. 3. defrontc do
hecco do Peixe-Krito, vende-se leucinhos
do cambraia pintados, para mos do senho-
ras, pelo baralissimo preco de sois vintens
cada um.
__Vendem-se os verdadeiros selinsin-
glezes, patente, de molla o sem ella : na
rua daSenzalla Nova n. 42.
Vende-se marmelada nova, viuda l-
timamente de Lisboa :. na rua da Cruz n.
40, defronle do Sr. Dr. Cosme.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprsta, patente inglez: na rua
da Senzalla Nova 42.
Arados de ferro,
fundicao da Aurora, ein S. Amaro,
Deposito de panno do algodSo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhta.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desta fabrica ; era pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 34.
Moemln* superiores.
Na fundico de C. Starr& Companhla,
em S.-Amaro, acham-sevenda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
construccSomuilosuperior
Vcndcm-se asseguintes sementcs:
nabos, r.banos.rabanetes encarnados e bran-
cos, sobla, couve trinxuda alface ala-
moa, repulbuda,chicoria, senoula, foijAo
carrapalo de Ires qualidade,mili* torta e
direita, fava, coentro do touceira, salea, t-
malos grande, repolho, couve lombarda,
saboia, o moslarda : na rua da Cruz n. 46,
defronle do Sr. doutor Cosme.
A 240 rs. o covado.
Defronto do becco do l'cixe-Frito, loja n.
3, vende-se cassa chita, corea lixas, do lin-
dos padrOes, pelo baralo nreco de doze vin-
tens o covado; bem como cuitas baratas
e outras fazendas mais.
a 280 rs. o covado
Defronto do becco do Peixe-Frito, loja n.
3, vende-se alpaca de algodAo pelo barato
preco de quatorze vintens o covado; esta
fazenda lurna-so recommendavel n.1o s
para vestidos de senhora, como tamben)
para palitos e casacas de homem.
Anligo deposito de rape princeza
de Gasse do Rio de Janeiro ,
grosso, meio grosso e fino na
rua da Cruz do Recife n. 3.
Viuva l'ereira da Cnnha, encar-
regada desle deposito scicntifica
aos consumidores deste rap, que
para melbor seren servidos seus
pedidos, tem estabelecido ser pro-
4
Itfercurio.
Vende-se mercurio de primeira sorte: em
cusn de Augusto C. de Abreu: na rua da
Cadeia do liccifen, 48.
Corles de brim de puro linho.
Na rua do CrrspMoja da esquina que yol-
la para a cadeia, vende-te corles de cajea de
brim de quadros,* lislr.s do puro linhoa
1,280 e2,000 is., dito inicuo pardo a 1.280c
2,000 rs. o corte, riscado do linho de lislra
a 720 rs. o corte.
Com trique de mofo.
Na rua do Crespo loja da esquina que \ ol-
la para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a peja.e o
covado a 160 rs.
Cambraias de salpico blanco e de
cor, lencos de cambraia de
linho.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para acadeia, vende-se corlesde cambraia
de salpico branco a 4,000 rs., dito de cor a
4,500 rs., lencos de cambraia de linho a 500
e 600 rs. cada um.
e i v v v 1111 v t f i yfftftyt a
A 4,ooo rs. o coi te. *
Vendem-se cortes de 15a -3
para vestido de senhora,com *
i5 covados, de cores fixas e j
No Passeio Publico n. 17, loja de
6 portas.
Vendem-se chales de Ifla e seda o melbor
que so tem visto neste mercado pelo barato
preco de 3,200 rs.; ditos delAa a 1,000 rs.;
ditos de tarlatana a 1,000 rs., cortes de cas-
sa-cliila, bonitos padrocs, a 1,800 rs.; chi-
tas para cobertas, core lixaa e bonito pa-
drOesa 800 rs., o covado: ditas para ves-
tido a 160 e 200 rs. o covado ; meias
cruas americanas para homm, duzia
2,200 rs., par 200 rs.; b-ins de linho pro-
prio para palitos, a 240, o 300 rs., o cova-
do; corles para coleto de 13a e seda a 800 r.
lene i o los para mAo de senhora com*bic.vem
vulia a 280, o 320 rs., o outras muitas fazen-
das por precos cmodos.
Vende-se o engenbo Po-Smgu", sito
na comarca do Rlo-Formoso, a margein do
IlioSorinhaem, tnoentelj correle, de gran-
de prodcelo, e boas matas : quem o pre-
tendor dirija-so a rua das Larangeiras, so-
brado n. 5, das 6 as 9 horas da inanhAe, e
das 3 as 6 da Urde
Vendem-se novas cssas chitas do lin-
dos gostos a 2,240 r. o corlo, cassa de qua-
dros fina a 280 rs. a vara: na rua do Crespo,
loja da esquina que volla para a CaJeia.
Vende-se urna taberna enm poucos
fundos, sita na estrada nova da Soledade,
que vat para o Manguind : a trotar com J.
J. Tasso Jnior, na rua do Amorim n. 35.
Yendem-se, na rua do Crespo .
loja amarella u. \ de Antonio
Francisco l'ereira,
chapeos do i.litio, os mais finos que tem
viudo a este mercado, tanto para liomem ,
como para senhora andarem acavallo.
paila lia
He urna pechincba.
Venda-sea dinheiroou oraso a padaria do
largo das Cinco l'ontas n. 154,assim como se
d o necessariosuppnmcnlo dcfarinhas.seo
comprador der a necessaria garanta ; tam-
bera se arronda : a tratar com J. 1. Tasso J-
nior, na rua do Amorim n. 35.
Sentido! 3c> A he ao p do Bozazio
de Santo Antonio.
Qaem te mandou este doce? Perguntava
em urna mesa um hospedo a seu^migo ; de
tantos amigos, anda nenhum me mandou,
que se compare com este, Ihe tornou o ami-
go, em abono da verdado que s anda o sa-
boriei igual a esle, comprado ao J. J. Men-
des da Silva n. 39 A da rua estreita do Ro-
zarlo ; amigo, satisfszei o appelite que esle
l foi comprado j tamlcm por me o lereai
informado. Carssimos loilores.scndoo hos-
pede meu amigo,communicou-mo o quo re
lato cima, e eu para que o respeiUvel pu-
blico possa apreciar a boa qualidade e dar
crdito a sinceridade com que Ihe fallo, os
convido a que venham anles quo so acabe,
juntamentoa mutlo acreditada bolachinl a
de aramia,Ihscoitinlms, 1'iIi.is, e outras mui-
tas qualidades, como sejam amemiois con-
fesadas na leria,bolinhos francezes e amen-
doas finas de cores, tu'lo por commodo pre-
Co, como be de costume no 39 A
Veude-se um excellenle quarto, quo
nilo Um anda a segunda muda, c mu car
nudo, com todos os arreios quasi novo pa-
ra montara, tambam se vonde som arreios
na Estancia,casa contigua a capella,defron-
le do senhor Cardoso Ayro*.
-- vende-se, no escriplorio dos senhores
Carnoiro da Cunta dal'arahiba, osuperor rap Paulo Cordei-
ro, chegado ltimamente do Rio de Janei.o
^fmmmmwmm mwwwmnmm
A 4-000 rs.
Vende-sepanno fino pre- 1
lo verde e cor de caf, a *}
4,ooo rs. ocovado, panno j.
este, que em sua qualidade S
vale 8,ooo rs., tem um pello n
muito fino, cor fixa prova
de limo, e j esperimenta- 'a|
do, venham os freguezes ver J
e comprar que encontra- i|
rain n verdade : na luailo j
r Crespo, loja amarella n ^, 3
' de Antonio Francisco Pe-
| reir.
i .,m,;^*a-,::,..,i4s~:ui
Falitos a 12,000 rs.
Vendem-se palitos feitos, de panno mes-
ciado, pelo baratsimo proco de 12,000 rs.
cadaum: na rua do Queimado, loja do so-
brado amnrello 11 29
Falitos feitos.
Ns !oJ2 de sobrsdo smar-io, nos q3tro
cantos, da rua Wo Queimado n. 29', continua
a haver um completo sorlimento de palitos
do panno lino, o por preco m'.iilo commodo.
-- Vendem-se duas mulalinhas de 9 a 12
annos, sem vicios, leudo urna principio de
costura ; 1 preto do bonita figura, de 2-2 an-
nos pouco triis ou menos: na rua da Cadeia
se mostrar.
ma psrda boa ongommadei-
servico de casa : na rua do
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras I AragSo n 35.
mfe,MSmdiUsamiMaM- bre(anhas dero|odo ,0 vares ,,8o0 rs..- Vende-so una balare 6""1-. <"
vados a *.5j,0'^000c5'5r^ftn,,, ,. peca, idem de 5 varas, fazenda muito cncor- RomSo, com seus competentes pesos, assim
flores com 8 l|2 varas a AOOe"uors.a pos p y ^ ^ ^ ^ assjm cQm muj|as como um ,,eposilo do r|na l1o nandres, quol
sa, lencos do ""' *V,lSdoa".en- outras fazendas que se vonderilo por muito pdeservir para qualquer qualidade doo-
a sacca, he muito nova c de boa qualidade. bem montada, tanto de bons pre-
g desenbos muito modernos
j* fazenda mais barata do que Jf
chita e demonstra duracao :
! ^ na rua do Crespo, loja ama- _
relia n. 4 de A. F. Fe- -e
J reir. ^
9 *.A, Mi 1111 fci 11 VM !
__Vende-seunscanteiros para pipas e um
deposito para sal e harria de azeite de carra-
palo vazios, tudo por preco commodo: ni
rua da Sni/a!la velha venda n. 15.
Espclbos por pouco dinheiro.
Na ruada Cruz n. 20, casado Avrial Ir-
m3os& Companhia vendem-se ptimos es-
pelhos, com moldura, e som ella, chegados
ltimamente da Franca, por preco dimi-
nuto,
vido o deposito mensalmente comj Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
remessas feitas pelos vapores da sacca.
carreira, e assim poderao scusfre-i No armazem de J.J. Tasso Jnior: na rua
' !..._. ;_ do Amorim n. 35.
guezes ter rape muito lrcsco, c.r-! Do ch|e c de ,ul8#
cumstencia a mais escencial ; sitp (;ompieto sorlimento de chapeos do chil-
piido pois regularmente este de- le.oi melhoreseraalvuraeduracoquetem
. .,;_. r, 1.-1 vindo ao mercado, e pornrecos muito ra-
positocom rape assim liesco, lie Z0BVCis dilos de ,,,*, para homense se-
para nffirmar que esta boa pitada nhoris, sendo estes ullimos opimamente
.. -A ,.,... I,, I a tndna anparelhados : na loja e fabrica de chapeos
se tomara recommendavel a todos. *'pnv da Indepe{ldencia ns.24, 26, 28.
os tomantes: os precos sao os de A Amazona.
Chapeos de seda para as senhoras passea-
rem a cavallo.e mesmo a p, de nova moda,
o muito bom onfeitados, bonets ile panno
para senhoras e meninos, de todas as quali-
dades, chapeos do castor de difTcrentes co-
" Vpniln_

Vende-se cal virgem cm pe ^^ tuJo por prei;o muit0 coinmodo;
dra, cabeca de cameiro : n> ar- na|0ja efabrica de cbapeosda praea dain-
dc assucar da Viuva Fe-, dependencia ns. 24, 26 o 28.
Para debruar palitos.
Fitas de superior qualidade, o differenles
padrOes, o larguras por molico preco na lo-
ja c fabrica de chapeos da praca da Indepen-
dencia ns. 24, 26, e 28,
De castor finos.
Superiores chapeos de castor branco de
formas modernas, e muito leves, a 10,000
ra., sui ariOTM o modernos chapeos do seda
francezes, a 6,400 rs., na loja o fabrica do
chapeos da praca da Independencia ns. 24,
26,c 28.
De castor a G,ooo rs.
Chapeos de castor brancos inglezes, de bo-
S1 nitas formas, a 6,000 rs na loj e fabrica de
m\ chapeos da praca da Independencia ns. 24,
SI MfW| ,
Oleados para mezas.
Vende-se oleado pintado, do rnuito boni-
tos padrOes de quatro a oito palmos do lar-
gura, e por preco muito baralo na praca da
Independencia luja o fabrica do chapeos, ns.
24, 26, e 28.
Toda attencaoao barateim !
Rua do Crespo n. i4, loja de .lose-
Francisco ias
F.xisle um delicado sorlimento do linissi-
simas chitas do cores com silpicos, os mais
, lindos gostos que tem vindo ao mercado a
1 2t0 rs. o covado, ditas cores do vinho e caf,
11.11 iio 1i1p.nl mlias de novos desenbos e cores
orto r QftvadQ. dil?s d af-
seu principio estabelccidns de i28o
rs., as duas primeiras qualidades
c 900 rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima
mazem
reir daCunha, na rua da Cruz do
Recife n. 23.'
Vendem-sc boticas horneo- J
* pallucas de 3o medicamen- ^
m tos, a 20,000 rs., e a quarta #
ediccSo da pratica elementar ^
em 2 volumes, vindos do Rio
de Janeiro, da bolica cen- 1
trol, da rua de S. Joc n. *
59 declarando que sao as
verdadeiras boticas homco-
patlucas: na rua do Crespo,
loja amarella n. 4-
l>i 1)i.-ihi (111 falulci il rodos os
Santos na Itnliin.
Vendc-se.emcasa deN. O.Uieber&C,
na rua da Cruz n. 4, algndflo transado a-
qnclla fabrica,muiloproprio para saccosde
assucar eroupa dces.cravos.porprecocom-
modo.
-- Vondcm-se lonas, brinzao, biins, e
meias lonas da Russi ; no armazem do N.
O. Riebcr & Companhia, na rua da Cruz^
n.4.
-- Na rua do Crespo, loja n. 5, vendem
?
is de meia-ca'simira de pura lia, e t u,orixas.
gostos riii.o ....,tu.-. "'*J3'cuPr*5'' forentcs qualidades a 160 rs. o covado, hnis-
2,560 rs. o corte; brim pardo do linho, su-, siiriBg a|pMakM dc lodas as cores a 640 rs. o
perior fazenda, a 040 rs. avara. covado, dilas com los de seda o do novas
Militas fazendas por pouco dinnei-! coros a 1000 rs.(. ,ii ,,reias com ores
ro na rua do Crespo n. 6. : imitan Jo chamaioto de seda a i.too rs. o
ronui.au 1 covado, citesde casemiras de lacalgodflo
Cortes de brim escuro de purounno a, .
A 160 rs. cada um.
Defronte do becco do Feixe Fri-
to, loja n. 3, vendem-se lencinhos
de cambraia pintados, para mo r]e
meninas e senhoras de muitos
bonitos desenlies, pelo baratissi-
mo preco de meia pataca cada um'
dar-se-h5o as amostras com o com-
ptente penhor.
A 120 rs. o covado.
Na rua do Queinndo, defronte
do becco do Peixe Frito, loja n. 3
vende-se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
tissimo preco de seis vintens o co-
vado; esta fazenda he milito recom-
mendavel aos senhores chefes de
familia; d-se as amostras com
penhor.
Na rua Nova n. 27, deposito da
fabrica de Andrade & Leal
Acha-se venda machinas para destilar
alambiques, e serpentinas de cobre deudas
as dimencOes, assim mais todos os cobres
neceasarios para o fabrico do assucar; tam-
bem neste deposito, ou ni fabrica na rua
Imperial n. 118 e120 se recehem enom-
mendas para qualquer obra de cobre, bron-
ze, ferro e l'olha ; promette-se toda a exac-
tidSo e presteza.
Na loja das 6 portas.
Chitas escuras a seis vintens, sele, meii
pataca e dous tuslAes, lencos brancos pan
inao il" senhora e meninas a dous tustes,
lencos pequeos paja meninos a quitro vin.
Uns,e mullas outras fazendas por preces ra-
Ni-
vondem-se radosde ferrode diversos mo-
delos. /
P
z
do,e muitas mais (azendas (.orpreco com-
modo da loja cima referida.
~ Vendem-se amarras do ferro: na "la da
Senzalla i\ova n. 42.
Vende-so farinha de mandioca, multo
boa e nova, a 1,600 rs. a sacca : na rua da
Madre de Heos, venda de Clomenlo da Silva
Lima.
Taixas para engenho*
Na fundicao de ferro de D.:apreciaveis sapaos je couro branco. lar mm n rnrretor MifftierCar-
\V. Bowma na rua do Brum, | furto cabcd.l de quo sTio falto.,, b.ttda sola,
Tudo s3o pechinchas. .
Wndem-se rliitas finia a 120,140,180,1X0,
o 200 rs. o covado; pecas do llaa 5,000,
5,500. 6,500, 7,000 rs.; chitas ara cobcr-
ta de cor lita a 200 rs. ; corles da calca de
brim de cOra 1,000 o 1,200 ra. eoffl tres e
meio covados, corles do afamado sambreSo
a 1,800 rs., fazenda de muiu duracffo para
calca ; madapolOes a 160,180, 200,220, 240,
e 280 rs. a vara ; pecas de dito a 2.800,3,000,
3,400, 3,600, 4,000 rs., e multo lino a 5,300
rs. jalgodSo trancado, propiio para lences
e toaHias a 3,600 is. 1 peca ; e outras minias
razendas por procos extraordinariamente
baratos: na loja da estrella da rua do Quei-
mado n. 7, confronte ao becco do Peixe
Frito.
Voltarete.
yendem-se cartas finas para voltarete pelo
barato preco de 500 rs. o baralho: na rua
do Queimado, loja n. 8, defronteda botica.
Brim trancado de puro linho a ''>
rs. o covado.
Na rua do Crespo loja di esquina que vol-
ts para cada vende-se brin trancado par-
do de Moho puro a 320 rs. o covado.
aMMft.ettaaMM *WMNlMMMa.
jg Vendem-se as modernas
chitas francezes, de lustro e
I ramage, desenhos da ultima,
I moda, a 24o e 3oo rs. o co-
t vado ; na rua do Crespo,
a loja amarella de n. l, de
m Antonio Francisco Fereira.
mmmmwmmm wwii*Majiw
Chita para coberta, cor fixe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo,loja da esquina que vol-
ts para a Cadeia, vende-se chiU para cober-
ta de novos padres e cor fixe a 200 rs. o
covado. jsoaveis.
Na rua das Cruzes n. 22,segundo andar Vende-se urna preta moca e sadi, en-
vende-se um. parda de 30 anuos, com to- gommadeira, cosinheira, costureira, lavae
das as habilidades, urna preta d. cosa, del faz o mais arranjo de casa lew multo boi
bonita figura, vendedeira de fazenda e opti-|conducta, e foi recolhida ; urna pardinha de
ma quilandcira, urna creoula de 40 annos, dez annos muito bonita, chegada do aertlo
com algumis habilidades, o um escravo,' para pagamentos, e um moleiiue de sele an-
nos tambem peca : na rua larga do llozario
n. 35, loja.
Na loja n. 2 da rua Nova vendem-se ca-
sacas de panno fino a 16,000 rs., ditas a 20#
rs., palitos de casemiras a 20,000 rs., ditos
de panno de cores a 20,000 rs ditos de pan-
no de cores a 12,000 rs ditos de hr 1 m.iii ,
de ganga, casemiras finas de cores, ricos
cortes do setim,bordados de varias coros que
servem para casamentoa.
de 22 anuos, proprio pira todo servico.
Na rua Nova n. 2G
Vendem-se sapatOes de couro de lustro
pelo diminuto preco de 2,500 rs. o pr; di-
tos virados a1,600rs,; a ellos antes que se
acabem.
A 5,ooo m.
Superiores chapeos de sol do seda ingU-
zes chegados pelos ltimos navios, pelo di-
Tinulo prec> de 5,000 rs. cada urna : na
rua do Collegio n. 4.
Vende-se, permuta-se, ou arrenda-se
a propriedade do passo do Ciquil, com quasi
urna legoa de torra de plantscflo, com nai-
xas para lodo ver.lo, pasto para gado, qua-
tro boas casas de lijlos envidracadas, es-
tribarla e casa para pretos, g'ande arma-
zem de tjolos com guindaste, olaria e tor-
no para dezaseis milheiroa do lijlos, lenha
de mangue e capoeiras para sustentar dous
fornos, quatro viveiros promptos com pei-
Escravos fgidos.
-Vendem-se esleirs de palha de carnaii- | c"mO de tvpos : quem a pre-
ba, regulares e grandes, de 2 varas de con- ,. Jl T .
primelo; chapeos do palha a8,000 rs. o lendcr, dinja-se a rua da I raa
cento; relies de cabra a 20,000 rs. o cen- n 55 tratarcoma Viuva liorna.
to, chegados agora do Aracaly : na rua da. ..... .-.. .
cadeia do Hecifon. 49, segundo andar. Ycndem-se esas terrea e
Sapatos de sobrado, sitas nos bairros de S-
Arabam de chegar do Aracali os mais Antonio, Boa Vista e Capunga : a
/
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao^ embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Algodao i'ara roupa de escravos
Vende-se algo d3o mullo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque do avaria a 140 rs. a jarda ; dilo
limpo a 180 rs. : na rua do Crespo n 5
Sortimentos de panos linos e case-
miras de todas as qualidades.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia,vende-se panos tinos prelos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fraii-
cez muito superior a 6,000 rs, o covado, di-
to verdea 2,800 rs. dilo a ul a 2,880. 3,500,
4,000 o covado, corles de calca de casemira
preta cneslado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 o 10,000 o corlo,
e outras muitas fazendas por preco com-
modo.
UH.
e a moderna forma os confundom depois de neiro.
engraxados com a bela grnxa de lata de Sas.
S. Masn com o calcado melbor da Europa,
alies so vendem a 800 rs. o par, e a ;i;is;i '
1
recotnmendar a compra deste calcado le.to rior qualidade, e por commodo preco.
- Vendem-se superior champagne.vinhos
passando o chafariz contina a e
.. m romnletn sorlimento S. Slason com o calcado melbor da Europa, AlICOias para navios
haver um completo sortimenio ^ go ^^ ^ ^ f> o ^ e ^^ % vendem-sa em casa da Iticardo P.oyle, na
de taixas de ferro fundido e ba- |20rs, a |ala>0ra bcm.isto ctieg. a todos; e'''J**^?* _VeJh.'1.."; A'.,-?-n?r*.S-,l"supe"
tido, de 3 a 8 palmos de bocea.
no paiz ha duvidar da proleccAo que se tem
desenvolvidos mdusliia nacional; heporis-
so quo se avisa a quem os quizer va na rua
rua I l-a dO I"/.11 10 luja II. 35.
Fanno preto lino a 2,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno preto lino, a
2,5oo rs. o covado : na loja de
.Flores & S, na rua da Cadeia do
Becil'e.
Vendo so um paiol para dcpozitn do sal
com suas complenles mo lidas, proprio pa-
ra qualquer pesaos que de novo se qu'ira
finos engarrafados de diversas qualidades,
flanella muiloencorpaJa, e bolachincha de
ptima farinha, chegada ltimamente de
Lisboa, por commodos precos : na rus do
Vigario 11. 19, primeiro andar.
Na rua Nova, loja 11. 2
lia um sorlimento de cale'do para hnmem
e senhora, dito para meninos, chapeos fran-
cezes finissimos, dilos de mjninus; ven-
dem-se somonte a dinheiro visla.
Cal virgem.
Vende-Sa cal de Lisboa a mais nova do
mercado: na roa do Vig.rio 11. 19, primei-
andar, escri( torio de T. deAquino Konseca
ot l'ilho, ouna rua do Trapiche, amazetn de
Desappareceu ha 20 din, e consti qua
anda procurando senhor, urna preta da tan-
ta alta e grossa do corpn, alguma cnus
fula, tom um furoiobro urna venta, urna ci-
catriz do talho no nariz ntreos olhos, um
dente da frente amassado representa 1er
quarenta e tantos anuos,e de nome Jnsapln:
quem a pegar leve-a na rua Nova, loja de
chapeos u. 52.
xes.eoutros por apromptar-se, e lugares] ___ Desappareceu no dia 8 do
proprios para se fazer o quo quizer cinii
pouca despeza, e vista dos pretendentes i presente mez, um escravo de no-
aerar ver os rendtmentos que'tem estame jos quc represe.ita ter 4)
propriedade, e o mus que pode dar: quem. j u > T
pretender dirija-se a rua Nova, casa n. 39, \ annos, groSSO 00 COrpo Dastlllte
do seu propietario Amaro Concalves dos!e0r(Jo meio fulo; nariz chato, de
Sanios '
-- Vende-se um pequeo sobrado de dotis naci, tem urna perna gros,a, um
andares, sito no principio da rua do Caldei-' escruto grande, que eslava em CU"
reiro, contigua a doSanta Thereza.em chaos _.,:_ ivnil Vl>tidn nma ralea a-
proprios, e faz parto do mesmo sobrado duas ; ralivo, levou vtSliao urna caica a
casas no fundo, e urna cocheir., o quo tudo zul de ganga, camisa branca, cha-
rendo mensalmente 55,000 rs. e mais ren-! 0 de couro foi escravo 0 ra,,-
Jera porquo a cocheira tom solao o estriba- '
ria, e nflo cst* alugada em proporcao do seu tozmho : roga-se as autoridades
valor. Esta propriedade so vende por com- policiaes e capit5es de campo, a
modo proco.e se recebe em pagamento apo-, '
lies da companhi de lieberibe por sou va- captura do mesuio a entregara
lorreai, isto he, apolices de cincoenta por seu senhor, na rua da Madre lieos,
cincocnla.embora eslejain ellas por guaren- ., _____
la, e tilvez menos : trala-so na rua de Santa Joaquim da Silva Copos.
Hita n. 37. Desappireccu do engenho Fragoso.lcr-
- Vendem-se sele casas na Capunga,sen- moda Oliuda, o preto do nome Cuilherroe,
do tres do poni alto das posturis da cama- do nacSo, bem ladino,estatura regular.ineio
ra;uma que tem urna grande taberna, o corpo, bem preto; quem o eneont.ar leve-o
rondo 12,000 rs. mensaes; outra qua rende ao referido engenho, ou a rua da Aurora 11.
8 000 rs.; e outra que tem assouguo o ronde II, que ser bem recompensado.
6,000 rs.; e as quatro de taipa que rendem Boa gratificacSo.
20,000 rs. por mez, eterno oilAo do leste de Cra 1 i fica-so com 50,000 rs. a quem appre-
peJra ocal, o todas as casinlias fora. feitas hender um muleque crilo, por nome Mi-
de pedra e cal, com duas cacimbas; tudoseguel, de idade de 15 a 16 annos, fgido
vende por 4:000,000 de rs., obrigando-se o desde sexta-leira 28 de maio prximo pas-
vendedor a murar lulo om volla, c fazer sado.de gancho ao pesoco.secco do corpo,
forno para padaria, para o que tem excellen-' cor bem preta, beico inferior grosso, coin
lo quintal, em chilos proprios: a fallar com marcas de chiclo pelas costas, vestido ile
Francisco de Freitis Camoda. camisa dealgodSo branco com mangus cur-
Vende-se nina rreta de molo Marn las. ealensd .IsodSosiiihodelistras zucs;
com algttmas habilidades, cosinha o di.ri he bastante ladino, tem falta de cabellos mi
de urna casa, lava de sabHo, varella, e lio cabeca por ter andado vndenlo frucUs,
quitandeira, por preco mullo commodo, o mandioca, macaxeira pela rua ; esle mole-
motivo por queso vende se dir 10 compra- queqtiandolhe fallam, est sempro com ns
dor : na rua da Itoda n. 52. : olhos inquietos, e fazendo movimentosenm
Vonde-sc urna casa terrea cm Caizfio, os dedos das mitos. Polo ser quo se intilu-
com chaos proprios, c grande quintal, com- le do forro, e quo d outro nome, como j
prebendando dous terrenos cercados do es- tiiou o gancho do pescoco que linha quan-
lacas nativas, na rua de Baixo, em Olinda : 1 do fugio de casi. Portante roga-so a tolas
quem pretender dirija sea rua da Boa-llora, as autoridades policiaos, capitAes de campo,
taberna da esquina na estrada nova. o mais pessoas, que lacam todas as diligen-
Os lllms. Srs. estudantes do quinto an- ciaa de capturar este moleque, o manda-lo
nosAo convidados para comprarem com o entregar a seu senhor, Jos Saporili, mo-
dinheiro vista, litas encarnadas qua ser- rador no principio da eslrad dos Afilelos,
vem para as suas cartas do hachareis omsci-: Da fabrica docaldcrcirod rua do Brum
encas jurdicas; fallern com o sonhor Nabn- n.28 ausentaram-se, no di 10 -lo passido,
co na loja de A. Colomhiez da rua Nova o preto Antonio de nacfloCabindi, estatura.
alraz da matriz n. 9. regular, cabellos uro pouco brancos, cheio
. .. u,j.i' ..r .'do corno e muito cabelludo nos peilos, ros-
- .^ -,^^ :-.,,rfaH.w;rA iorarregido;Cslumem suas fgidas fre-
AV1SO para qnem quizer. t qucnlar a Solidado, Manquinho e Afoga-
5 A. ColombitZ avisa aos SCUS Sldos.eemsua ultima fgida foi pegado no
r .. i engenho Cucaudislriclo do llio formoso:e
3 Ireguezes da sua loja de al- | no6dja 13jCurrenu o preto Alexandre.de
1 faiale, com rouna, feita que 9 nacaos. Tnom, alto, corpo reforcado, e
transferio para a da esquina, | ^^\tMSg-Rfi^^
atraz da nutriz, loja n. 2 em jj gar que omesmoescr.vo costuma frequen-
queesloSr. Nabuco.sendo n Ur "as Ji' fgida que tal*
T re T roga-se os autoridades policiaes o a quem
sempre omestredaollicina o | qUer que dalles der noticias, dirijAo-soa

ti
- ,\ iinin. tiiimi lint mi un un
est.helecr em dilo genero : ua rua Imperial. Anlonio'AllKusi0 da Fonseca
n.31. 1 vendo-se um cavsllo, cor castanho.no-
- Vendem-se uceas com farinha do m*n-. ,)on| l.s,,uipador e C8rr(.g,ldor> pl- ple- )
d.oci. chegada do l-eara a 1,600 rs., c em } uil0 cu,Illlodo : na rua do Vigario n. 8,
lolesdelO saccas a 1.500 rs.; no armazem PaliA feitos M
Jo Cova & llias, defronte da escadiuh da *^ all,os lel,os' -^-^
alfandega. Na rua Nova 11. 26, tom para vender-se'
Vendc-sc um mualo carreiro, moco ,; mlitiisde panno verde e preto muilo bem1
do boniti figura, por preco commodo: na leitos,e mais barato do que em outra qual-i
rua das Cruzes n. 40. I tiuer parte; a clli-s antes quo se acibeni.
bras'ileiro Rlanoel Jos Fer- ^'mesm. fabnc. que ser recompensado.
., f. -- Desapparecou no da 8 de iulho do cor-
reir. iMa mesma loja cima renie anno o caboelo Jos, escravo de Pi-
tem sempre um completo S checo, Filho & Mendes do Aracity ; o ql
** : .( i. >..., r=;io P'escravo tem os sigoaesseguinles; o braco
Ul sorlimento de roupa feita. | csquer<)(, quobrado na mSnheca, cabellas
rrWWWWW'. *" *SIMPSaWal ftjSBWIWi prelos o grandes, bem fallante, o qual pude
Vende-so um negro moco, perito co-,9erqUe quoira inculcar-se de forro, lerou
zinheiro, de boa conducta.o que se aliaiifa. ca|a ,zu| de algodSo, catnisj de algodAo de
duas mulitas mocas de lindas figuras, 1 ne- |isira> quando falla aperta um pouco. lio-
gra boa co.iiilioir, o muilo robusta e sabe goa entro 0s denles: quem o pegar leve a
lavar roupa de sabAo e varrella, um mulata | ril, da (;ruz do Becife n. 33. Cisa de Luil
serrador, e dous negros de trabalbo do en- josde Sa Araujo, aonde se achiva pira ser
vondido, que se recompensara.
50,000 rs de gratifi'aco.
lio engenho Santos Mendos, no dia 13 de
junho, ausenlou-se a escrava Mara, de ai
annos, creoula, fula, de boa estatura, e bom
corpo, os pos carnudos, tem alguna cabellos
no buco, bem ladina, com dosonibaraco na
falla ; Irajos, saia de chita encarnada, cahe-
CAo de cassa, chale de l.ia rouxo, pude mu-
dar os trajos; o andar da dita negra he pisar
duro, e he desfalcada, denles perfeilos, foi
vista na ribeira de l'ao-u'Alho : roga-se
apprehencAo da mosma cscrava.e sua entre-
ga no dilo ongonho, ou nest cidade na p"-
Ca do Cotnmercio n. 6, a Manoel Ignacio Je
Oliveira.
xada : na rua larga do Itozario n. 22.
Vendom-se fitas encarnadas quo ser-
vom para cartas de hachareis, commundado-
res de Ordein de Chrlsto, llosa, Cruz, i'mAo
do Espirito Santo : na rua Nova, loja n. 2.
Vendom-so muilo bonsqueijos de man-
leiga i-ha iiad. do serlAo a 2,000 rs. cada
um : na na Augusta, taberna de Viclorino
Jos Correio de Sa.
Vende-so tres escravos sendo I molalo,
de bonita figura, 1 negro canocirn e urna
negra cosinheira,todos de bonitas figuras: a
tratar ni run da Cadeia do llecife n 7, loja
de miudezas de Antonio Lopes Pereira Ue
Mello.
Vende-so um sobrado de dous andares,
no aterro da Uoa-Visla 1 a tralir com o dou-
tor Joaquim de Oliveira e Souza, na mesma
casa n. 82.
Pf.bn. : Tvp. he M. F. de l\nn. ***
fcVS".
WWSBgfi


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EP4F9N624_6RXGRY INGEST_TIME 2013-03-29T16:35:04Z PACKAGE AA00011611_03712
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES