Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03711


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Full Text
Anuo XXVIII
Sabbado 17
DIARIO DE
deJulho de 1852.
IN. 157.
PEKMNIHCO.
auroo A snctiirriio.
PlOMIlNTO ABUHTDO.
4/000
8/000
15/000
Mftrimeilr............
P.it semestre ...... i
Por inno .:
Pioooinrio UTtiailTIl,
Por aurtcl............. 4/500
oticias do imperio.
Far.->- l'de Junho Minai... 26 deMaio
m'rhio. 2* de Jilo S.Paulo 8 de Jnolio
Lear 36de dito R. deJ.. 2b de Julho
Parahlba le Julho ilahi... 81 de dito
D1AM1A ASMA VA. AVBIAHOlAg.
l2Seg.S. Jasan.
13 Tere. S: Adelo p
rn.
I 14 QuartS. Foca.
15 Mui,i 8 Camilo.
18 Sext. S. Mirla Ma
i gdalena.
I" Sab. S. Alriio.
18 Dom. 7. O Anjo C
Custodio do Inin.
I fuirod. Orp*a
,|t, e5. a 10 boraa.
1. varaincivel.
3. e 6. ao meio-dia.
Fallida .
3. e 6. ai 10 boraa.
2. rara do civil.
4. esabadoaao inelod
Kriaco.
Tercas e sbado!.
imiiltil,
Creiceate 24,11 hora e 17 minuto da m.
Chela a 3l aoa7 mininos da iiianbaa.
Minguante 9, ai 5 boraa e 4* mlnuloa da ro.
Nova i IT, a i hora 46 minutos di manba.
raiiiiBii aon
Prlmelra at 4 hons e ;io mlnuloa di larde.
Segunda s 4 horas e54 mlnuloa damanha.
rtBTinu aoa cobbiio.
Ooiana e Parahlba, s segunda c lextaa-
felrai.
Rio -Grande-do-Norte e Victoria ai -quiatai
felrai
Bonito,Caruarn,eGarinhuni no l't IS decid3
mei,
Flores,Ouricury,F.xu e Boa-Vista l3 28.
Olinda, lodosos das.
Todos os Correioa partemao meio-dia.
KOTICraS CSTBANOEIBAa,
Portugal l.'.de Jiinlin Austria 2'ile Jinilin
Heapanha 8dedilo Suiasa.... idedito.
Franca .. 8 de dito Suecia... iS de Malo
Blgica. 5 de dito Inglaterra 8deJnnho
Italia.... de dito E.-Unidos 23de Malo.
Aleraanha. 2de dito Mxico... de dito
Prussia ...J de dito California l de dito
Dinamarca 30 de Malo Chlll. 10 de Abril
lilis-ii.. 28 de dito buenos-A. 15deMaio
Turqua. 26 de dito iMontertdeo & de Junho
esubios ir i)i di .ruino
Sobre Londres, a 27 '/, por d. i/noO firme.
Parli, 355
a Lisboa, lOOpor canto.
nun,
Ouro.Oncas hespanbolaa..".......... 29/000
Hoedaa de 6/400 velhas......:.. lU/Ool)
. defcqMOOnov.......... Ifi/OOO
de 4/000................ 9/000
Prala.Patacoeebraallclro............ 1/120
Peaoa columnarloa............ 1/020
Ditoa mexicano!......... 1/800
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO UAPROVlNC.A.
hXPEOIENTE 00 DA 2 DO COIIBKNTE.
Ollicio A Ihesnuraria de fazenda remet-
iendo til copia da tabella, que approvou,
da avaliaco da elape para afoica de linha eiu
loiarnico nesta provincia, noaemestre de julho
a dezembro do crreme anno.-lgual copia re-
meiico-se ao commando das armas.
Dito A mesma dlacndo, que da inlormi-
rjo que remelle por copia, e ve que nao lia
.onsignaco provincial, para a despea da boni-
lla de apagar incendios, feila no arsenal de
guerra com dcslino ao corpo de polica, pare-
cendo que o respectivo director se acha deso-
nzado da quanlia de 240| rea, que para isso
rrceben da rxtmeta pagadm-la militar, visto
lor aprcsenlado a obra concluida, e importan-
do ein menor qnaulia.
Dito A mesma, aulorisando-a, de conl >r-
imdadc com a sua Informaco, a mandar abo-
nar ao major do 4" batalhao de arlelharl a pe,
Aloandre Gomes d' Argolo Perrao a quantia
de 40/ reis, para a compra da cavalgadura que
llic compete. Cominunicou-aeao commando
das armas.
Dito A mesma dizendo licar intcirado de
liasir aqurlla lliesouraria contratado com Igoa-
"cio Francisco Cabral tlantaiiil as obras do por
lio do quartel do Hospicoi c dolclhciro para
guardar o parque de arlilharia no quartel das
chico ponas, sendo a priuicira das ditas obras
prla quanlia de 1toareis, e a segunda pela de
8n0/ reis ; e prevenindo-a de que approva es-
sc contracto. Coinmunicou-se ao comman-
do das armas.
Dilo Ao cnsul de S. M. britnica nesta
cidade couiinuuicaodo, que licam expedidas as
convenientei ordens no aeulido de ser trans-
portado para a corte no I vapor que passar
do norte o inglez Johm llarregc. arlilhciro da
fragata vapor IMMM'i podendo o dilo ta -
gle/ rrcollicr-se ao arsenal do inaiiulia, onde
t llic lorncccr o preciso sustento. == Neslc
sentido olliciou-sc ao inspector do mesino ar-
senal e ao agente da compaoliia das barcas de
Dito Ao juiz relator da junta de juslica,
Irausiiiittindo, pura ser relatado ein sesso da
mesma |Unla, o prossesso verbal feito ao solda-
do do > baialho de infaularia, Venancio Frr-
iiandei .le liveira. Coinmunicou-se ao ma-
rechal cominandantc das armas.
Dilo A lliesouraria da fazenda provincial,
par- mandar entregar ao coiniuandanlc do
inrpo de polica, a quanlia de I:00/reis, pa-
ra pagamento de 1 metes de sold adiantados
ao oflicial c ti pracas que seguem para o des-
locaineulo de i'ojc de Flores. Conimuni-
,u-, ao commando das armas.
Dilo Ao director das obras publicas, trans-
inillindo por copia dous olticios da cmara mu-
nicipal do Ouricury c juia de dircilo da co-
marca da lloa-Visla, para que, leudo cm vis-
lao que nelles se conten, mande Suic. exami-
nar o acude de que alii se Irala, e inluimc
......o que occorrer e for do ulerease dos ha-
liilantes do Ouricury, examinando tainbem o
que disser respeito acadea e matriz daquclla
visto que os cidadaos Manoel Jos Correa e
Antonio Viclor Correa, que foram nomeadoa
para oa referidos lugares por portara de J3 de
ni.un ile 1*60, .ilrm de nao lerem prestado ju-
lamcnto, a ccitaram e cierceram cargos de
jiilzes de paz, para que foram elcllos no pre-
sente quatrienlo, segundo conslou de omelo
do julz dcdlrcito Interino daquella comarca
datado de i de junho findo, reaolve nomear os
cidadaos aballo declarados para os sobreditos
lugares.
a" Supplcnte Manoul Pereira dos Santos Ro-
cha.
6 Chrlstovao Tclxcira de Macedo. No-
te sentido fierain-se as convenientes cominu-
nica^des.
DEM DO DA 3.
OlAcio ~ Ao commando das armas, para in-
formar sobre o cooteiido do oflioio que remel-
le, du cuiuuiaaMzazilc da brigue escuna Olt'nda,
acerca do grumete Marciano Amonio de Cas-
tro, que desertara daquclle bngue eacuna, c
consta achar-aa n3 fortaleza das Cinco-Pontas.
Dilo A' thesouraria de hienda, enviando
copio de un ollicio do director das obras pu-
blicas, af'nn deque, cm vista do que elle cx-
pe, o mande acreditar pela quanlia de rls
7fto>l20, cm que, aegundo o recibo que icmct-
le, iinportoii a deapea da pintura do exterior
do palacio da presidencia, abonando ao mes-
ino lempo aquella thesouraria ao Jilo director,
logo que elle apresentar a coinpcienlc conta,
a .oiiiiiii de 4.',j000 rs. para pagamento da pin-
tura, que se man,Ion faser as grades de ferro
dos pateos lateraes do inesmo palacio. -- Com-
inunicou-se ao mencionado director.
Dito A'mrsiiia, inleirando-a de haver
Eim. Dr. Antonio Pereira de Camino partici-
pado, que honlem dclsra o exercicio da vara
de julz de orphaoa dcslc termo, em consequen-
cia de ter de seguir para o llio Grande do Nor-
te a tomar coma do cargo de presidente da-
quella provincia. Coiiiiniinicou-se ao Exm.
consrllieiro presidente da relaco.
Dito -- A' mesma, devolveudo a follia per-
tenccnle a rubrica coininaiido das armas,
c autorisaudo a deapeza de 1711100 ra. ilm do
crdito fizado para a incnclonada rubrica, afim
de que possa ter lugar o pagaineuto da referida
folha.
Dito A' mesma, recommendando, vista
do que representa o inarccbal comniandante
das armas, que mande pagar os vencimenlos
dos olticiaes do quartel general relativos ao
thesourarli da hienda proviucivl, para, em
viata do certificado passado por 3. me., pagar be impossivot.
a importancia da arrematadlo. -- Neate senti-
do omciou-ae a mesma thesouraria.
Dilo*- A' thesouraria da faienda provincial,
remetiendo por copia o omcio aja que o direc-
tor das obraa pnblicas deulara, que os concer-
t! que a presidencia mandou facer na cadeia
deata cidade por otillo* de 12 de roaio, I, 5 e
11 de Junho deale anuo, importaran! em ris
4054840.
Dilo A Germano Francisco de Ollveira,
inteirando-o de que, deade odia 30 de junho
ultimo, em que expirou o prato do seu contri-
to da empresa do thcatro de Santa Izabel, li can
pre prorar, pelo raciocinio, que a guerra taina, a paz goral nSo sera intnrrompida. msis baratos do qun oulr'ora, sem que para
Muitos estados dessetninados pela suuerli- istotenha visto diminuir o sou salario, e elle
A guerra entra a Franca e a Inglaterra n5o ci do globo nflo o sahorno mesmo. sabe a rasio disto,
seria smente urna guerra enlrn duas na- Porque r>s5o Franca e a Inglaterra se! a Quero diz-?rvos lods a verdade, por que
ce poderosas; serla a Europa abalada at haviam de degolar?Porque quoreriam trans- | c chegado o.lempo em que ella sedeve mus-
os seus fundamentos ; seria o mundo inlei- formar a trra em urna immens arena do | trar em toda a sua graneza. NSo ha um f
ro entregue carneticina, ao iacendio, i gladiadores? Teem ellas por ventura como soldado que voltando de paizes longinquos,
devastacSo. I Homa e Carthago o imperio do mundo que nilo comprehenda que o seu sold esta aug-
Uma aggressHO criminosa de urna dostas I disputar? NSo : nnenhuma deltas pens cm mentado de faeto; que seu nutrimento ho
duas grandes n!C,0>s nio vira, pnis, brutal- reinar s, nenhuma dolas nada tom de ga- niais sSo, mais abundante, menos custoao
mente sem motivos, derramar sobre a trra nhir com isto. jqne oulr'ora, que elle po le procurar mais
este diluvio do calamidades.
Dous anuos apenos aos separam da poca
S. me. deaoneradoda admlnlsiraciodomesiajole'u que por causa doa negocios da Grecia
iheatro. jas relaedes dos dous paizes Coram prnfunda-
Portaria Coocedcndo, cm vista do que -j urente alteradas, e ji se esqueceu de que a
vez de
de om-
junho ultimo. Neste sentido tizeram-se as ne-
cessarlaa coininunicacdes.
Dita Considerando vago o lugar de substi-
tuto das cadeiras de ingles e frauces do Ivceu
deata cidade, visto ter sido nouieado juia mu-
nicipal do termo do Rio Formoso o bacharcl
Francisco d'Assis de Olivcira Maciel, que exer-
ciao dito lugar. Fizeram-se a respeito as ne-
cessarias communicaedes.
Dila Mandando, em vista da informaco do
inspector do arsenal dcinarinha, que aejam en-
tregues a Virissimo Antonio da Cruz Soares, co-
mo procurador do coronel Josc Pedro Velloso
da Silvcira, 10 paos de amarello, vindos do por-
to de Una na barcaca Ye/'funai e que foram ap-
prehendidos e recolhidos ao referido arsenal.
-- Gominunicou-sc ao mencionado iospector.
EXTERIOR.
A CiJElUU ENTRE A FRANCV E A
INGLATERRA HE INPOSilVBL.
I
Corre voz de guorra entre a Franca e a
Inglaterra. Porque .y Ninguem o sabe.
Entretanto o conimercio das duas na,;v-.
assustado por estc4 rumores vagos, sem
causa c inli- rul i, enfraquecom as suas ope-
Tudo o que a Finura per,le.s da inlluen-1 fcilmente as commodiilades da vida, e el-
cia que tem no continente europeo, a Russia I le tambem conheee a rallo disto.
gannaria, e a Russia he a rival da In^latnrra
na Asia Seu engrandecimento seria urna di-
minuieSo do poder inglez. A Inglaterra vic
toriosa, mas oxnaurida de linmens e de di
nhe:ni, veria o Czar imperar em'Cnstanti
mez prximo lindo'.-Cominuoicou-se ao mea- raefles, restringem o crdito, eummal tilo
mo ni ni chai. F lerrivrfl cuino a guerra, i faria as onfemas,
Dilo -- A' mesma, para que, vista do reci-l poderia arpeacar os operarios das prolissSes
bo que remolle, mande adiautar ao cominan-l numerosas que as reiat;oes inlernacionaes
dame do nono batalhao de infamara a qiian-l fazein vi ver.
lia de 3:30i"a0o0 rs., para occorrer cm o pre- (>r|0s oreaos da imprensa ingleza con-
sente mez ao pagamento das pracas do nieimo por sua linguagem apaixonada para
rentes ponioi da provincia, aereado cssa qum-t". T >; i i___________
li .cr lcdu/ida nos prets e relaees deslc mez. Coiiiinunicoii-sc ao commando das armas I ses populares Tacis cm se desviar um ino-
Dito -- A' mesma, aulonsando a despender! ment, que esles roe 'io acham echo O pro-
dcniais 3i0/00 rs por conta da rubrica Fa- prio parlamento os parlilha.
rol olcui do crdito liado a mesma rubrica; \ lugdterra parece temer urna invasSo
no exercicio de 1851 l8>2 para pagamento .frln(.;li> destinada a destruir seu territo-
citicas da disenssao chegaram em 1850a um
resultado que protegeu a honra, a dignida-
de, os interess-s de cada um, mesmo dos
fracos, causas que nosSo snmpre estipula-
dla as condirOes que o vencedor impc.
Em 1840 no lempo dos acontecimentos do
Oriente, a guerra era amia possivel, e ella
nilo t-vn lugar; em 1850 nos aconteeiincn-
tos da Grecia j o n5o era mais. Ilivcmos
de prora r.
A Inglaterra e a Franca dominam igual-
mente o munlo por meios difTerentes. Pa-
rece que a mo de Dos collocou urna cm
face da outra paia vigiarem de accordo nos
deslinos da humatiidade, nSo as separando
Halo por um braco domar, fronteira neu-
tra que nilo porlence a ninguem, via de
a in iiuincac.i do commercio do norte ,1a
Europa com as outras nnccs
A Inglaterra por seu immenso commercio
estende o seu dominio at os paizes os mais
remotos. Desta ilha parte incesantemente
a vonlsde, a aclividade industrial, o poder
do diaheiro quo na India, na Australia, na
costa d'Africa, no Canad em tolos os pon-
tos perdidos no meio dos mar,'S,curvam tan-
tos povos divdrsos ilebaixo da mesma le. I'ns
conquistados pelas armas, cun os Indios,
soirrem o jug i o vencedor; outros cons-
tituidos em -atados indepcmleule, como
Portugal, as pequeas repblicas da Ame-
rica, etc. solTn'in a influencia commercial
da Inglaterra, cuja ae ;.m directa he? tempe-
rada pelo poder i......lera.lor das outra gran-
dos naco;s.
A Franca pelo poder de suas iloias, pelo
rin.is pa- nopla, adianlr-se para o interior da India ;
e sena feliz anda sealgumade suas pos
sesses n3o Ihe oscapasse, declarando-se
oslado indcpendento. A victoria pira a In-
glaterra serta I ao ternvcl como urna der-
rota.
linio oque a Inglaterra per.'cssnde sua
influencia nos mares, mi le a Franca nilo pos-
sue quasi mais nada, se ia do utilidade para
os Estados Unidos, ea L'niSo ameiicana he
rival da Inglaterra n,i Auiorira do norle pelo
Canad, as repblicas dos mires do sul, na
China, etc. pelo commercio. A tiniii ame-
ricana, por seus porlos do Ocano Paciiico
estao centro mesmo de.sla acclo. vencida
a Inglaterra, ella nao reslabeleccria jamis a
h Peco pois aos mcus honrados amigos
que sejam hem circumspectos. Podis agitar
a Inglaterra,!odeis pora propriedade em pe-
rigo ; nossas iustituicOes podem ser abala-
das al as suas- bases, mas uo ha poder nes-
le paiz que, de urna maneira permanente,
possa elevar por urna lei o preco do pao. He
minha conviccosincera o a exprimo com
lealdade.
a A tranquilidadc minhas propriedaile.s
pessoaos, cu as conservo Unto quinto qv.il-
quer oulro, mais enfeudo que he chegado o
momento do dizer a rerdade sem reticencias
o minha conscioncia mo obriga a dizer-vo-
la como a sinlo. >
Estas nobres patarras do um dos hotnons
ile estado os mais notaveis doveriam sor re-
produsidas cm letras do oiro no mundo in-
teiro, porque ellas proclaniavam do Blto
da tribuna do parlamento inglez que o tem
po das guerras Icrriveisque tem opprimido
sua supremaca. Oque ganharia com isto a a humatiindade, ho passado,
Franc i' Nada. Paginas gloriosas par. ajun-j porpuo ,,,, 03 |labit,ntes da Inglaterra,
tira su* historia, bandeiras enegrecnias de i,,., E9P,ssia Aa Irlanda alimento mais san,
plvora para suspender na boln la dos In- mais barato ,1o que oulr'ora e com mais
Dito Ao mesmo iiileirando-o de haver ex-
pedido ordem a iheaouiarla da lasenda pro-
vincial HO sentido de ser paga a Importancia
da la pi i te da concliiso do alerro externo da caaa de
delenco, Antonio Jacinto llorgcs, visto ler
elle concluido a 4'parle da obra do seu con-
trato. Olllciou-se a respeito a iiicsnu lliesou-
raria.
Dilo Ao juiz de direito da comarca de
aranhuns. Em solucao ao ollicio de s de ju-
nho lindo, cm que Vmc. declarando-mc, que
os qualro primeiros substituios do juiz muul-
upal c de orphos nesse termo se derain de
luspeiloa cm una causa civel, por nao estar
ein exercicio o respectivo juiz, solicita ao inca-
uto lempo csclarccimentos cerca das seguin-
tes duvidas : I se deve einpossar aos substi-
tuios cm 5" e lugar, que nao lendo prestado
juramento al 0 presente, aceilaro e exer-
ceramcargoa de juizes de paz para que foran.
rleitoa no prsenle quatrienlo : 2" se no caso
de nao ler lugar a pusse desse dous substitu-
tos pode servir de juiz municipal supplcnte,
na causa de que se Hala, o vereador mais vo-
lado na forma da lei de de dezembro de 1811;
lenlio adcclaiar-lhc, quanlo a l duvida, que
pela ponaiia deiu aia, u qut ic r-m?o
copia, lita providenciado sobre alalia do j. c
aubslitulos, c quanlo a V, que o avizo de
ili de agosto de |89, oppundu-se a que sir-
vaui de juizes suppleutes os venadores das
amaras, depois de formada a lista de que 1ra-
ii o ni. 19 da lei de 3 de dezembro de i8ll,
ensilla que a causa pisse par o juiz do termo
mais visinho.
Portara tique le rrfere o o/peto rima.
ti preaidenle da provincia, considerando va-
gos oa lugares de 5o c 6 supplcnl^s do juiz
municipal e de orphaos do termo de Garanliuns
FOLHETIM.
0 GONDB DE CARIAGNOLA. C)
(por mol: gentiliiomme.)
PROLOGO.
0 CAPITAD BRAMANTE.
das despesas constantes dos documenlos que
devolve.
Dilo Ao chefe de polica, transniitlindo
por copia o ollicio do cnsul geial do brasil as
cidades Ausealicas, aliin deque, procurando
rio, quo o pe victorioso do esfrangei'o nSo
pisn depois de Cuilhorme o conquistador,
como se centenas de viajantes, que podem
atlostar as intoncOes da Franca, nao atra-
vali.lo*, nomos para legar posferidade,
eis-aqui o Inuiii, Im que ella litara do Sin-
gue do seus lilbos, dos sacrificios immensos
que ella le tena imposto.
A lula faria homrns os dous Hercules no
licien, mus iie-ie emn Im i -, a Inglaterra po-
de perder o seu poder commercial quo ha a
sua vi l.i, em quanlo que a f'.anei nSo ar-
risca sen.lo o seu saogue e os seus the-
souros.
Cumpre igora provar quo os armamentos
de que se falla nilo devem ntomorisar a Fran-
ca. Elles lecm um otro fim diverso do que
le Ih s altiibue. Elles sao a consequeucia
fatal da siiuac o interna da Inglaterra, vio
temos do examinar senSo esta siluac5o : mis
a indicamos da passagem como o vordadei-
saber quem sao os prenles do subdito brasl- yessassem o eslreito cada da. A velha In-
,: l na n "ni so julga mus segura dentro de
suas mural has tle mndeira : nflo be mais bs-
tanle dominar asumas; os mares que Ihe
sorvem de fronteirassflo barreiras multo fra-
cs. F.illa-sc cm augmentar as tropas da
rainha ; em construir fort 'S destinados a
proteger Londres ; em organlsar milicias,
om gastir-se milhijes em defender-se con-
tra quem?. Contra um peiigo chimerico,
avults'lo por imagiuacoes atemorisadas,
cumplices involuntarios de ambicioso* poli-
l,ir i II inin I lii.i' Aciones, r[IIC Clll llimliurgo
foi atacado de alienacn mental, Ihes faca os
precisos avisos no sentido do mesmo olTicio.
Dilo Ao director do arsenal de uerra, con-
e. ,lc ii-1 n a i i. ni i. ,,"..1, qucS. me. pedio, para
mandar vir do Rio de Janeiio, visto nao fiaver
no mercado desta cidade, viute meios de sola
branc. garroteada, de que precisa aquel le ar-
seoal para ultimar os corrcainei i|ucahi se es-
tilo fabricando com destino a companhia lixa
de cavallacia. --Coinmiiuicnu-sc a thesouraria
de fazenda.
gosto,- pela inlelligencia do seus habitantes, | ro motivo que o parlamonto as ouss eon-
pola riqueza de seu sollo quo hesullicienle fossir. Vamos provar que a Inglaterra nflo
pira tolas as suas necessi lides, peto seu Pol declarar-nos a guerra. Dcvomos ac-
exercito, exerce no continente europeo urna! cresecntir quo a Ingl t'rra sobo que nada
nlliencia constderavel quo serve do equili- te quo recaiar da Franca T
bro a que a Inglaterra exerce as outns I c ||_
pirtes do mundo. Sentada no Ocano e no Cm (fi5, a. ',. "h. .... i..
Mediterrneo, a Franca est prompta para l--ni 18o Sir Jimes (.rahan, tnta.ido-seno
lutar ao mesmo lempo nos dous mares cor- P'lm.-..to mglez.das reformas commer-
po a corpo com a su. rival. Ella ho o pon- ^,?^!f'2, m,""sler' de ''"
, *,rsPp"n,:.uosl""03 1"e!sy.eema p oledor delinitivamente abindo-
Inglaterr. qu.zer oppr.mtr. d a|,/|a qu(J Q d p(,|% |ogUtwr, .
Naextremidadeda Europa o alom dos ma- Ha um laclo que eu colloco cima de
res, dous Hercules no ber Eslados-L'nidos vigiam constantemente: outros factos reunidos, ho aquella contra o
P'itncira vigia a Franca para salvacflo da qual inlerrsse dos land lortls te mais rasilo
Europa continental, a umflo americana as do queixar-se, o augmento immenso que
regios longiiiquas para salvcin do com-
mercio Bstai duas potencias compli tam o
equilibrio poljlie-o universal.
Eis-aqui a .siiuaea.i poltica do mundo,
nSo como podom representar as exagera-
res interessadas de um ministerio, as pre-
tnneiV; orgulhosas de urna nacao, mas tai
qual resulta do exime das cousas, dos lu-
tem experimentado a imporlaco dos trigos
o farinba estrang-iras. MilhOcs do quintaos
de iii.'n o de i ai ma lem sido imporlados ;
elles leui sido pagos elles tem sido consu-
midos. Como lem elles sido consumidos ?
transformados em po, sustentando millidas
do in Jividuos, que soni csti imporlncflo to-
riam delta lo de existir...
Nflo eu o declaro tifia he mais do po-
der do um governo qualquer que S"ja, de
nenhum ministerio, levantar arlillciosamen-
te, por meio de disposicoes logislaltvas o
preco dos generaes alimenticios.
Isto nao he mais possivel, porque nflo
Dito--Ao director das obras publicas, di- l|C()j |)U ue j,,sronteiHS cujo voto o mais
zendo que, visto eslar as circiimslancias de i rilin, ,1. Knrnna
serrecebida delinitivau.ei.lc a obra da conli- "f" J" ',n V'1.^r"".,h,u V. rno!l.,l.
nuaco do caes do Ramos, o aulorisa a mandar A ornen a de Mr. I.obden fo. rog tada
lav.aro termo de que bala o artigo 35 da lei por 285 votos contra .5 O projecto de le .
provincial n. 2*., passando ao arrematante da foi volido deois de alguna dl.-cursos que gares, dos intcressos matenaes dos povos.
mesma obra, Jos Doiningucs Codeceir, o Cer- nflo sflo senflo copias dos que fo-am pronun-l Se a Franca e a Inglaterra declararen! a
lilicadodoeslylo, alim de que elle possa hacer ,., ,,|,,, em 1803 no lempo do lompimento guerra, o mundo sera obrigado a lomar
da thesouraria da fazenda provincial a inipor-! ua pa2 e miens, quan 10 o oxercilo fran- parte nella. Mnguem poder licar como
laocia da ultima preaiaco do seu contrato.-- ce e a flotilha de Bolonlu estavam promp- espectador paciiico desie dullo terrivel.
Coniniunicou-se a l.csou.ana da fazenda pro- g opergr m llsol,o.rque na Inglaterra.|Cada um ser obrigado a combater ; o bom.
rttiaMI. | A Franca admira-se deste armamento, jbardeamento do Conpenhaguc j o provou. ha um s ramponez na Inglaterra que nflo
DitoAo mesmo, approvando, em vista de 5c[n (,arli|(3r ,JS .......,,,, do seus vizinhns. Se i Franca e a Inglaterra quizerem com- comprehenda quo ha tres annos sua condic-
ua iafarmacSo, a deilbcra,Sa toman* pelo de- UU1U a,,Q ,j0 j,,,,,^,, cG~.rr.crcJ:: bter, o-: outros poros erlam imootentes Cflo tom uieliiorado, c elle '"> a rasflo
legado ****&^%S*2* ios liMiUm emregar-se as MpeCUllCoei Ion- par. as obrigar a fazer paz, elles aerlo ar- disto.
""concXuacad^^ Ellos WB^"" e0*6"0 rstalos a seu pesar par. este declive fatal; Nio ha ma.s om toJa a Escoss.a, mesmo
a chave da referida casa por estar destinada p- nSo est engaado } se alguma grande ca- por mais ternvcis que possam ser as suas as montatihas as mais andas, un pastor
ra quartel do destacamento, c acharcm-se con- t.strophe nflo vira repentinamente mostrar consequencias. que no comprehenda que o sou sustento ho
cluidas n.das as obras. Communicou-sc ao aos povos alemnrisados quSo falsas oram as Polo contraiio sea Franca o a Inglatorra mais sflo, mais abundante, menos custoso
chefe de polica. 'illusOesdos nussos liomens de estado. quizerem a paz, se ellas ficarom unidas, a quo oulr'ora, elle lambeo sabe a rasflo
Dilo Ao -.cstiio.ditrndo que pode mandar o governo fran.'cz j tem dado mais de tranqnilidade nflo ser jamis psrturbada. I disto
OrompimentQ entre as outras naedes sera
lavraro lenno de 'eceblmoato dcfloitivo do*| desmot.tid formal a estes boa-
^a?d7q'uVlheC:?^,.^.e V..r'l.na.' % tos de guerra mas ja. que estas decora-
a de Suuza. e que nesla data ezpedie o
a*
MI H----------------*>--------. .
dein a CQ"a "a" hastam, para destruir o erro, cum-
K tcm-se lainbcm accrcsceniado sem le-
III.
A tlw/ui-.a Dcalrix.
K 'i ii. /i I', alus \ i ..-11111 eslava orando
,|,i ,ii,l,, Kriccio foi Introduzido em sua priso.
hila ergucu-se c vollou-se lentamente para ver
ipiem vinha perlurba-la nessa hora solemne
riu que nenhuma preucupacao humana leria
devido eollocar-se entre ella e o juiz supremo
j'iaiii,- o qual ia comparecer. Ao aspecto de
Kriccio, a expressao de dor e de rcsignaelo iin-
presaa s .bre seu roslo dcsapparcccu e deu lu-
gar a uina calina cheia de nobreza e dignidade
Kllasenlou-se e encaruu-o rizamente aopasso
queche a saudava profundamente, e esperou
em silencio que Ibe dirigiac a palavra.
Ksle a, .Huiliento desconcerlou por um ns-
tame o secretarlo, nao obstante aua penetraco
habitual; o odio ou o dejprezo francamenlc
eipressos, le-lo-hlam embaraado menos do
que esac envoltorio de gelo que nada deisava
penetrar das disposlccs da prisloueira a seu
respeito.
A duqueza Bealril linha entao quarenla e cin-
co nios e oesla Idade em que, na llalla sobre
ludo, a belleza das uiulheies est j murena, lia
milito lempo, a sua era anda noiavcl. Sua tez
de nina brancura extrema, aeui olho8 preloa
Chelos de doenra e de melancola, suas feicdes
r redondava delicadamente, inspiraran! logo a
l'iniuira vista urna sympalhla Irresislivel. Ella
irajiva um veatldo de veludo de mangas largas
ni. mes e linha ao pello una Imagen! de
brillo de coral, cuja cor brilbaute sobresalid
i .iiamilinarijiiieiii.: aobre o negro do veludo.
Foi com este Irage que llnlia comparecido na
l ia peraule o tribunal sanguioaiio que a
i'uiideinnara, c o povorsiremecera ao seu aspe-
i lo como em frenle de nina vlso.
- Senhora, diise-lbe emliin Ercelo, quando
("i firfe Diario n. 150.
tornou a si de aua perlurbafo paasageira; ,
nerdoai se vos imporluno, mais he da parle do mor, disse a duqueza, cujo roslo exprima i
iluaur Viscomi, vosso seohor e meu, que re- mais violenta lodignacao, que um l.nccio lora
nho fallar-vos. 'oagenle eacolOldo pelo duque para perpetrar
Frcelo calou-sc esperaudo da duqueza unta este crime odioso, nao he?
palavra de approraco ou de reprovafo ; ella Tem-se dilo lslo com eeito, respondeu
orin licnu iuunovcl c muda como urna esta- Ercelo com a maior calma.
l.,a de marmore. _E como convinha que este segredo mor-
Elle conliuuou : resse com aquello que o possuia ; como deou-
O duque vosso esposo creo dever prev- tro lado o duque Visconli quera dealazer-se da-
nir-vos iiii.iiediataineutc de um accidente de quclla que elle nao tinha esposado aeoao pelos
nue acaba de ter noticia agora mesmo. Vos pe- leudos numerosos que Ihe trazla cm dote, apra-
distes o vosso coufessor, o abbade Mooti.... O veilou-se, ha olio di.s. o momento em que li-
dutiuc cousidcroiicoiiio um devercumprir sem guel Orombelli linpcllido pelo remono, vinha
demora um pedido lo natural, cesta manlia depois de quinze annos de hesilafao c de an-
iiiesuio o abbade Mouti ouvio a vossa conlis- Igustiai, revelar-m o espanloao atteuiadode
o. ; mas ah! ...
_ O que foi que aconteceu balbuciou a du-
queza, cujas feicdes eipiimiram de repeine a
mais vivainquictaco.
No momento cm que o abbade Nonti pu-
oha o pe aobre o Miniar de sua casa, c
inorlo.
A duqueza deu u n grito e oceultou a cabera
entre as mos.
Depois, passados alguns insiantcs, ergucu
cabeca e levantando para o co seus bellos
i,Hus chelos de lagrimas, disse:
Oh! meu Dos I perdoai-me, pois ui cu
queo m.itei. Aldo intu! como uo advinhei
que o homein que ouvia a conlissao da duque-
za Uealrix era destinado a morrc de morle au-
blia .'
Senhora, disse Kriccio, a maneira porque
interpretis rsla.....i le, que lodos mis deplora-
mos, parece fazer pesar sobre a cabeca do do-
que meu amo....
Nao linlieis ouira cousa que dizer me.'
Intcrrompeo a prl-ioneira com um tom clicio
de dignidade.
mu. se'nlior, um consclho que vos Irago
di parle de vo-so esposo.
Fallal.
Ercelo pareceu refleclir um instante, depois
continiiou:
Uem sabis, senhora, que a malvadeza nao
lem poupado meu uobre amo.... Entre outras
calumnias que sem temor se lem espalbado
conlsa elle, ha una que o alllige parlicular-
i.iente. Tein-ae dilo que o duque Vlscoiitl U-
vera una lilla-i natural de nao sel que ainazia
n i,i. h i 11. ; tem-se dilu que esla menina nasci-
da ao mesmo lempo que aquella que nprouve
ao ceo dar-vos, senhora, Ibe lora substituida
einquauto dormieis; que a lilha legitima lora
lera la pira alguma inouianba da Lombardla
que o tlnlieis feito cmplice, e prenderam-nos
ambos como culpados de adulterio. Eis-aqui o
que a calumnia lem ousado inventar, nao he,
sigoor Ercelo?
A duqueza levantou-sc a estas palavras c lan-
cou sobre o secretarlo um olbar fulminante.
n- He isso mesmo, senhora, respondeu Im-
punemente Ercelo com sua voz clara c caden
ciada.
E agora, replicou a duquesa, queris que
eu vos diga porque motivo viudes aqui ?
Ericcio iucliuou-sc em silencio.
Vlndcs aqui, signor Ericcio, porque o du-
que Viscomi, vosso nolirc amo, lem incdo de
minhas ultimas palavras. Vos asslststes hon-
lem iiiinlia condeuinaco, e sabis o que abl
se passou. Tendo-me perguntado os juizes se
nio linha alguma colisa que accrcsccular cm
minha defesa, cu Ihes respoudi que nada linha
que diier peranle al^ozcs, porm que fallarla
ao povo; e vosso nobre amo sabe bein o que di-
rel ao povo! elle sabe bem que Ihe rcvellarci o
criinc infame pelo qual minha lilha me foi rou-
bada, e sabe tanibeiu que o povo crer as pa-
livras de urna mulhcr prestes a comparecer na
presenca de Dos.
leudes rasao, senhora, he este precisa-
mente o funesto ar. uni-......ma 11u, o duque
teme, e lie por isso que me envtou a vos ; elle
espera que, levada pela rcllexo a inclbores
pensameiilos, vos guardareis de por em execu-
cao vussas amcacas.
llmsorrlso de supremo desdem se deslisou
pelos libios da duqueza."
porque meio pensa o duque Viscouli
onslranger-me aosileucio? pergiinluu ella ;
possue elle o segredo .le farer a gente inorrer
duas vezes i Desgracadameiiie nao o teiu. lia
a tortura, he verdade, a tortura que le/, o po-
bre Miguel Orombelli confessar um crime de
que era Innocente ; mas meu nobre esposo .ia
Nflo ha um tecciao eui ..'.ncashiro mes-
quasi sempre prevenido por sua interven- mo no lugsro mais pobre que seuflo ali-
Cflo, o so o sangun correr no campo do lia- memo com mais ahun lancia e com gneros
s
poz ein prova minha coragem, disse ella mos- guntou Ericcio com lamo sangue (rio como s e
trando os pulsos envoltos cm pannos ensau- esta exprobajo livesse sido dirigida a oulro
guentados, e sabe bem que nao ha sollriiiienio individuo.
mais atroz que leja, do qual minha vontade nao Dizci-lbc que nao pronunciara peranle lo
posa* tiiumnhar. povo una s palavra a este respeilo.
Ah! disse Kriccio, vos emprestis amen Ericcio inclinou-se com lodos os signacs do
amo intences que eslao mui longcdc seu pen- mais profundo respeitoc sabio,
smenlo. He vossa razao smente que elle se Nonti assassiuado I exciamou a duque-
dirige, acnhora, vosso esposo est convencido 7.a quando se vio a, c agora ninguem mais pa-
qne voarenderelss conslderacocs que vou sub- ra revelar o naicunenlo de minha lilha, para
meltcr-vos. procura-la c fazer valer seus direilos usurpa
Vejamos, disse Uealrix com umsorriso de dos por urna outra l>uc fazer, meu cos I que
ineredulidade. fazer!
> A duqueza cahio cm falta, he verdade, | Ella licou inuilo lempo abvsmad em suas
e eu devo ser rigoroso para com ella, disse rellexes ; masdepois como se ferida de una
Inda agora o duque, mas compraso-nic em re- inipirico repentina, exciamou com transporte :
II Oh .' he isso mesiiio sim be Dos que me
conhecer que he nina mulhcr piedosa
estou
certo que nao querera carregar sua conscien-
cia com um assassino ou com una men-
tira.
Urri assassino ou una mentira exciamou
a duqueza otilando allentamcnte para Ericcio,
o que queris dlaer com isso ?
Ora, ( he sempre o duque quem falla ) benlo pelo padre
de duas cousas una, ou o crime de que me ac- cmprcga-lo do qui
enva esle pensaimnlo !
Ifizendo isto, liroiidoseio um pergamlnho,
do qual um solado eslava x'arregado de caiac-
leres.
Esta or.'v.io que me deu o abbade Monti,
eu a sci de cor, disse ella, c este pergamlnho
adre santo, em que pnssu iiiclhor
e em fazer brilhar a verdade
abundancia sem quo os salarios tonham sof-
frido ii i un n o., e "in ? Por que a paz geral o as
reformas commerciaes teem permettldo a
tolas as nac o mercado inglez, o o augmento das permu-
tas into ti iimu i", tem augmentado na mos-
ma p-niioie.iu, e\p rine.1" dos productos
fabrica los.
Eis-qui o que o camponez da Inglatorra.
o pa.stor da ESCOMA, o tecelflo do l.ancas-
hiresibem perfcilamtile. D-claie so ama-
nhfla a guerra com a Franca, q Je esto esta-
do de cousas acabar* immediatamenle.
Nos o dissomos : nenhuma potencia pu-
lcra licar indilTerento. Ao mesmo lempo
que a Importscflo dos genero alimenticios
diminuir coiisidcravelmente, exportaeflo
los productos ingle/.es In de diminuir am-
ia mais consideravelmente, pola difllcnlda-
lo dos transpoi tes dos materias primas em
primeiro lugar o dos produtos manufactra-
los em segundo. O povo inglez vera pois
subir ao mesmo lempo o preco do alimen-
to e diminuir o trabnlbo eos salarios pela
feria da odicinas e concurrencia dos traba-
jadores.
Hem duvida um grande povo pule aceitar
estas inf-1 ici-lados, solfrc-Us corajosameuln
sem se quinar, mas cumpre que os motivos
sajam graves, cumpre quo sui honra com-
prometida II "in I- lilla lll il lielilllillla satiS-
faeflo quoesperar pelos meios pacincos,cum-
pro que sua cxtincia.sua tndopondencia cs-
t 1 .111 ame.ii; i las.
Exist! por ventura esta situaeflo T Nflo !
A Franca e a Inglaterra teem por accaso
gravos qucsttcs en letigio i1 Nflo. Urna des-
tas duas potencias ameaca a liberdade c a
Independencia di outri?N|o, A paz nflo
sera pois perturbada. Questfles particula-
res Franca, intcesses dynasticos ou ou-
tras rases senielhantes, as nicas que s
pdesup;.nr, nflo farflo jamis com que a
Inglaterra nos declaro a guerra.
Se o governo inglez quizesso omprehen-
der osla guerra impia, o povo inglez se le-
vantara como um s homem para se oppor;
porque a guerra, elle bem o sabe, seria a
ruina do commercio no exteriore a mise-
ria no interior: estes males, urna grande
nacflo, urna ncflo hvre nflo rs aceitara bo-
je scnAo por mntivnsnue digam respeitoa
sua exisl'ticii c sua honra.
ara conhecer os perigos que ameac.i
riarn a Inglaterra, ho necessario conhecer *
sua situaeflo commercial.
Todos os paizes fornoce Inglaterra
nflo s malcias qui vem ser transforma-
das as ollieinis e limnnl*r seu commer-
cio, senflo tambem os objnctos de primeira
necessidade. O pnv.i inglez, pnr sou ali-
w
cusar a duqueza he falso c levando esla accu- c restituir a miaba lidia a posiro que Ibe he
saco ao conhccimenlo do povo, ella commeite devida '
mu mentira indigna, ou real, c neslc caso o Ella tirou lima das grampas que Ihe pren-
intcrrsse mesmo do povo, para o qual casa filha diam o cabello, c quebrou-lbe apona, depon
legitima poderia vir a se* una causa de guerra arrrgicando a manga do venido, ariaucou as
civil, me I ir. ii ci a um sacrilicio liorrivel, mas liras de panno que eiivolviam seu pulso que-
indispensavel. brailo O sangue correu cm abundancia ; cnlao
Elle malaria sua lilha exciamou a du- ella mollioii nrlle a grampa e poz-se a escrc-
queza, cujo roslo se loruou branco como nin ver pressa ligninas pilavraa sobre a parte do
sudario. i>o I isso nao be possivel a bocea de pergaminho que eslava intacta.
um pal uo pode proferir nina lal blaspbe- Duraule esle lempo, Encelo vollou ao pa-
m na
mia !
I ni principe, accrcaccutou meu nobre
amo, deve sacnlicar a seu povo al inesiiin suas
alien c. as mais charas.
A duqueza Uealrix licou por nunn, lempo
silenciosa, abjsmada em um momo estupor.
Ericcio laucou-lhe s escondidas um olfiar,
aua profuoda dissumulaco,
laclo.
O duque o esperava, taciturno c abysmado
as rellexes as iiiaissuinbrias.
.- Enlo, disse elle avistando o secretatio,
que decidi a duqueza ?...
Nao fallar.
Esls seguro disso ?
I'.a linamciiie seguro.
cesso por urna intriga pacientemente dirigida.
Estes cuidados secundarios eslavam, lia perto
de Valo annos, a cargo de sen secretario Eric-
cio, o qual descinpenliara esta inisso de modo
a merecer toda sua conhaoca.
Esta canli ne a era lal que Kriccio abusava
drlla impunemente. Elle serri* ao duque com
relo, he verdade, mas com a condico de con-
servar sobre elle una vaniagem continua, isto
he, de permanecer de possede ccrlos aogredns
de que podcaac um da lirar partido. Assnn
.lnulaquinze anuos antes elle se encarregira
de fazer desapparecer a lilha legitima de Vls-
conti. deelarou a este ultimo que os individuos
a que cciiaia esta menina estavam para deixai
o naiz. e que a soiiima consideravel que Ihea en-
tregara, livera por primeiro resultado facilitare
accelerar sua partida.
Viscomi cria pois esta lilha muito mais longe
rlelle do que realmente eslava ; elle a cria perdi-
da para sempre.
Ericcio era s quem sabia onde ella eslava,
s elle sabia, por tnforinaces que de lempos
em lempos mandava lomar, que ella crescia
cm graca, em bellera, cm vlrlude.
Por muito lempo elle acariciara a ideia de
se dedicar duqucia Healrix c proclamar, no
caso de um levantamentn popular, contra o
duque, os direilos da menina lo Indignamente
despojada. Elle leria pois obrado um acto de
boincm honrado se nisso livesse acbado fnle-
II--. ; mas como as colisas se voltassem contra
a duquesa, e as eventualidades de una rcvobi-
c.ao dirigida contra o duque Ihe parecessem ca-
da vez mais dnvidosas, Ericcio coinprchciidcii
que a existencia de Michaclla nao Ihe era mais
necessarla e que era urna machina de guerra
da qual nao devia mais cuidar cm tirar par-
tido,
Esla disp0si9.no de espirito plica a rcsposla
! que acabamos de v-lo dar o paslor Francesco,
Desde o momento em que Michoella nao podia
mais servir aos cus projeclos, lornava-sc por
isso mesmo perigosa. Seu casamento com um
no qual apezar de
01 ilhiva o orgult.o do trluinpbo.
A duqueza sabio emllin da especie de anni- Ouc vos Importa, senhor / Eslava conven- i lieos ludo q... ..
quilamcnto cm que linha cabido c recobrando cionado cinc nao n.'o pergunlariai; todava se i Isso que elle fizera 1.0 pouca
toda sua cilma e toda sua dignidade, disse ao o exig*.... f dar a liberdade fr eco
secretario : ~ Nflo, como o diies, que me importa .'.....
._ Signor Ericcio, o duque Viscooli possue, com tanto que lenhas sido bem succedido, com
irguiido se dis, um tlenlo lodo particular pa- tanto qui ella se calle-
ra apreciar as pessoas que o cercaui, e elle pro- Ella se callar.
va Isso nesle mesmo momento ; u.ioatavia lal- Visconli poi-se .1 passear e nao abri mais a
rez em lodo Milao sean um s hoincm que po- bocea. Era fcil ver que este liouieni, o qual
d ase encarregar-se de urna missao to o.Ihh.i, l'ail
e esle liomcm, elle leve o mcrilo de o achar. uccesaa
Que icaposiadcvo levar a meu amo? per- de
Equc meio ciiipr"egasica? 'pobre guardador de rebanhoi tirara a estes pe-
- nven-'ieos ludo que llnham de ameaf.dor.e he por
Francesco casando com Michaclla, conlrlbuia
sem o saber, para condemnar a pobre menlin a
ohscuridadc e ao esqueclmcnio.
(7i)ali 1 iscoiiii p,'.e .a |..d, ...i-, i,.,..1 ,....., j
ice. Era fcilrar que este homem, o qual
lia o mal em grande, nao leria lido a energa j
icesaaii' para combinar as particularidades I
I lima m iccao e asiegurar osen bom suc-|
A*.
ILEGIVEL





'


.'
?
I
!
mela, he hoja o tributario das outrai nt-
cOes.
Uosde o 1.* de feverciro de 1849 o trigo
entra livre de diraitot dobaixo de lodos os
pavilhoaa. A Ruasia, a l'olooia, a Crimea, a
Sicilia, a Fringa, Maocos, os Esta tos-Oai-
dos da America importan) quantidades con-
sideraveis do trigos o defarinhas na Ingla-
terra, entretanto o preco do peo om Lon-
dres, ctintro o mata consideravel dosla im-
porlacBo, lio m ais caro do que em Pars de
15 porO|o. Ha um fado incontestavel ; os
cursos dos trigose das familias publicados
nosjornafs dos dous paites pormilttem exa-
rnina-lo a cada instante.
Em 1850, a Inglaterra recobeu 8,010,000
quarters de trigo ou 23,280,582 hectolilros
que a 75kog por hectolitro do lucro iridio
em p3o pra o consumo, dSo 1,746,013,650
kilog. ,
A importado da familia ro do ,5363,000
quintaes nglezes, ou 272,440,040 kiiogram-
inas, os quaos suppondo em augmento de
.30 por O|o na conservado, dfio 351,172,052
kilogrammas de pao.
A Inglaterra em 1850|recebeu poisem tri-
go e farinha de frumento urna quantidade
equivalente no minimum 2,100 215,702 ki-
logrammas de pSo.
A Cram-Brelanha, a Escossia ea Irlanda
rontem cerca de 27 mildOes do habitantes
suppondo um consumo medio do 500 kilo-
grammas por da e por individuo, esta im-
portado representa o alimento da popula-
cho dos tres reinos durante-156 dias (155,56 '
til
actividad?, umi csrreira
percorrer.
QnanJo a pai de Amiens veio dar ao mun-
do alguns breves instantes de repouso, o
commercio inglez tova de aoffrera concur-
rencii dos paviluoes eslrangeiros que torna
vam a apparecer nos maros. Os marcadores
da cidade de Londres fueram quetxas mui
vivas e contribuiram bastante para impedir
a cvacuacSo da illia de Malta, cuja posso
servia para dominar o coinmercia do Medi-
terrneo, vm lo a ser a conservarlo de aua
occupacSo o pretexto das lulas terriveisnas
quaos a franca suecumbiu dobaixo do pazo
das victorias que a enfraquecoram no ospaco
do 12 annos.
Urna parto do nosso commercio soffre (li-
sia o eloquenle Fox pedindo ao parlamento
a concervacSo da paz, om novembro de
1802); lato be possivol. porque se tem vistu
em to las as pocas, d''pois da piz de 1763,
depois da paz de 1782. lia va entSo indus-
trias dosonvolvidas pela guerra alm de suas
proporrjos orJinarias, os quaes deviam en-
trar, com a paz, em limites mais estreitos,
o outras em compensacSo, que deviam to-
mar um dosenvolvimonto (>uo devemos fa-
zer a vista disto ?Deve i os por acciso pela
ambicSo dos nossos marcadores derramar
emtorrentesosanguedanac3oingleza?(}uan-
to a mim, a escolha esta falta: se eumpre por
paiiOes insensatas imolar militares de ho-
mons, volto paraas loiiouns da antiguidada,
proliro que o sangue corra pelas oxpodicOes
ro nanescas de um Alexandre do quo pela
Otrigoe a farinlia nSo silo os nicos go- cubicagrosseira do algunsmercadoreres es-
tos alimenticios enviados de paizes estran-! Taimados de oiro.-
Hojee guerra daria por ventura a estes
marcadores esfaim idos de oiro, o monopo-
geiros. As batatas, os legumes seceos e sua
farinha, as frutas, os ovos, as aves domesti-
cas, os animaos vivos, as carnes seccas etc.
S3o lambem importadas em milito grande
quantidade, da Europa e dos Estados-Uni-
dos.
I'odc-sa atlirmar sem medo de errar que em
1851 os habitantes dot tres reinos se alimen-
laram durante 6 meses com os vveres dot ou-
tros paizes.
Esta importacSo tendo sido paga com
productos manufacturados, as exportaces
experimentaran! um accrescitno unmenso
Assim, em quanto que a exportadlo dos
goneros alimenticios lem feto descer os
procos nos mercados, o augmento do con-
sumo tem procurado traballio para um
maior numero da bracos o dado s classes
operarlas ou pobres os atrios de se alimen-
taren! cim mais abundancia de vivores sSos
o de unta maneira permanente. Da 1819 a
1851 o numero dos pobres dlininuio de mais
de 8 por Orneo numero dos crimes. cuja da a parlo be vulneravol, no mar como em
causa primaria be quasi sempre a miseria, trra.
derresceu sensivelmeiite. I CJue urna so f.agita detxe a Franca, en-
Sir James Craham tinln porlanto rasSo de carregada de tuna longiiiqui e secreta, se
allirmar me nao havia no reino um s lio- ella uo for capturada na partida, olla pa-
mon quoignorassequea sua siluacUo ti- ralisara a arelo de todos os cruseiros inglo-
vesse itielliorado ; qua Oto era do poder de zes, ella os tornara immoveis nos poslos cm
nenhum governo fazer lovantar arlilicial- que elles estilo encarrega ios de vigiare da-
mente c por milito tenipo o preco dos ali- fondor, porque nenhum dell.is salteas para-
montw gens para ondo ella sa dirige, as praias que
A Franca bao paizquaoceupa o primeiro ella vai devastar, as fitorias que ella tem
lugar noslemovmcnlo do imporiacSo. Suas por missSo destruir,
exportacocs representam cerca do 20 por 0[o Que urna fragata franceza,sanando os ma
la "totalidad? dos gneros alimenticios iu-
troduzdos na Inglaterra : ti 185l,a Fran-
ca sustcnlou a Inglaterra 36 dial.
Declrense a' guerra o immo.lialamcnte
osla importado terminar. Pelo faci s-
mente desta declaradlo de hostilidades, a ,
Inglaterra ser amoscad ido urna fom unis r dolorosameutoem Londres o Liverpool,
lerrivel do que aquella qua soliYeu a Fra- | O qua a calamos de esbocar rpidamente
ca om 18*7. Em plena paz, apozar da ele- os navios de guerra francozes, sem excep-
vacSo dos frotes, do soccorro do Estado,que cSo, esplbados nos mares ou as estaces,
prestava os seus navios, da marinha mer- podem faze-lo O commercio inglez surpre-
oaote, a Franca dirigittdo se por (oda a par- heodide nocomeco da guerra, ser* fendo ao
to, nao pode fazer importar sen3o 10 mi- mosmo lempo por toda a parte.
Ihesde hectolitros de graos, isto ha unta A Franca perdona alguns navios, mas a
quantidade leual a que licava nos celleiros sua marinha morcante nSo lie considerav',
i liando a colheita soguiote veio trazar a a- Nao seriam seus navios entregues as chamas
liundanca. quo hiviam de allumar a supeilicia das
Dizer qiio naquella poca muitas grandes ondas com son clarSo sinistro ; elle) seriam
potencias europeas soffriiin a mesma pe- uina faisca perdid
nuria oque nSo he para admirar que Krau- condio.
ca nilo tivesse recebtdo quatitidades mais
considoraveis, n3o
bom argumento.
Primeiro qui ludo a Inglaterra porderia
completatiieiite toda a inporlacSo franceza,
isto he de 20 por 0|0.
A'Rnssia nu no loria ficar nculra.
Soella fossealhada da Franca, os trigos rar, em poder tirar viuganca, os actos do
do mar Negro, da Polonia, da Oimea deixa- de;olis no como as quo tiveram lugar a res '
riam do vir paraos mercados inglezes- So peito da queslflo dos neutros. Os mares pro-
Um outro pcrigo amosca o commercio in-
fra lirmar-se em um glez.
e honrosa de que elles nSo team, como nos, nada absolu
lamente que temer.
u melhor argumento que podemos invo-
car em favor das IntoncOes pacificas da Fran-
ca, he a calma dos nossos arsenaes Onde
se vi- nalles essi actividade quo hn impos-
slvel ocultar, precursor e Indicio certo do
urna grande empresa martima ?
Em nenhuma parte. Os estalciros estSo
inactivos ou quasi assim j Toulou, llrest,
Cborbourg, Lorient, Rochefort conslruem
apenas a vigsima quarta parte dos navios
destinados a substituir aqualles que os ar-
mamentos indispensavois do servido do paz
fazem dosaparecer dos quadros da esqua-
dra.
A Franca continua a colonisac da Alge-
ria ella vai emprchender a 1,600 legoas a
colomnisacao da Guyana.
Ella envia para a India as tropas que vao
candor as guarnios em fragatas servinio de
transportes.
Ella anima por meiode premios a emigra-
do dos trabilltadores livras as antilhas, e
na ilha da Keuniao.
Procura crear grandes I mitas transatlnti-
cas a vapor, como as que exislem na Ingla-
terra, e nos Estados-Unidos.
Por toda a parte no exterior a Franca di
provas as mais seguras de suas utonc/ies pa-
cificas.
Se ella livesse em pensamontoa guerra pa
ra conquistas inuleis ou por outros motivos
quo n3o sitiamos, masque Ihe prasiam, el-
la teria sem duvtda em reserva,seus milhOos
uo os gasliria em fuudar,eslbelecmenlos
longinquos, destinados a perecer prompta-
mente por falta de communicacSo com a
mclropolo.'se o canltSo inimigo no se en-
carregaso de apressar a hora da sua queda.
No interior, ella acaba os seus canaes;
continua as suas linhasde ferro,creia outras
novas, ostabelece a telegraplua elctrica,
unindo entre si todos os conlros commer-
ciaes ; emprehende em suas cidades obras
publicas gigantescas ; sua actividade, intel-
ligeucia, riquezas ludo ella concentra na
industria o emprehende istoao sahir deuma
crise loeial que abalou-a at as suas entra-
nltas, quando a tranquilidade tas ras tinlu
sido apenas restabelecida.
A Inglaterra nu tem que temer nenhuma
aggressSo de um povo que da aos outros
um exomplo sublime. A postaridade, a his-
toria ItSo do fazor justica Franca, procla-
mando esta conducta, a mais nobre que
um povo em revoluco jamis tem esco-
Ihido
Sim urna guerra entra a Franca e a In-
glatirra ha posstvel, mas ella durar tanto
quanto i'Xislirom as duas naedos.
A inglalerra leve o nobre pansamento do
declarrosla guerra lanceando um desafio a
industria universal.
Nesta lula pacifica, no campo de batalha
dellyde-Park, onde muilos povos alcanta-
ii ni Vitorias ; em utncongresso onde todas
as Industrias, lodos os iittoresses linham re-
presentantes, a paz do mundo foi essig-
nada.
As questos dvnasticas, as rivalidades po-
lticas n3o conseguirlo rompe-la.
Continuem seus Irabalhos pacficos, os te-
celOes de Manchesler e de llulo, os minei-
ros de Cornuaillas o do Loire, os armado-
tes de LnnJres, o do ilavro, de Liverpool, e
de BorJeos, os manufaclureiros de Lovon-
try ede LySo.
As arenas onde elles se devotn medir, silo
os merca Jos estrangeiros ; cada dia dovam
dar combatas pelos quaes a lm inundada
nao tara jamis de gemer.
Exislem ainda pui ou selvagens, povos na infancia, naedes pa
ra civiliEir. A Franca e a Inglaterra teem a-
hi urna grande missVi que devem cumprir
de accordo. O commercio he o facho da ci-
vilisacfio ; ellas nu polem fallar ao seu
deslino.
Seus intoressos materiaes, suas cotidic,<3ea
no meio doum vasto in- do existencia e dcgranJoia, seu futuro for-
mam urna mes.nacadeia cujos los lio de
resistir a ambicio dos homins polticos e
i'iii(ii os esforc,os do odio dos part loa. A
a
lio docommorcio? NSo.' A guerra seria
sua ruina ; os Estados-Unidos cresceriam
emprejuisoda Inglalerra s, porque infe
lizmenlo a Franca n3o lem mais que perder
nos mares.
Pelas communicacOes estabelecidas a va-
por, o rom lmenlo da paz seria conhecido
em um mez no Ocano Pacifico, tu) 2 mezos
nos mares da China, isto ha, quando os na
vios que a Inglaterra poJcsso expedir para
prologar a sua marinha mercante eslivessem
promplos para largar os pnrtos da Europa.
Estes navios tariam do dobrar os cabos lloro
oda Hoa-Lsperanca, navegar cinco ou sal
mezas antes quo podejsem chagar aos luga-
res dos quaos a sua presenta seria til.
A Inglaterra, nos sabemos, conserva cons-
tantemente noslos mares navios de guerra
para proteger seu commercio, mais a Ingla-
terra estabeleci la por toda a parta, por lo
res do sul ou da India a declaracSo de guer-
ra, desforro, nHo para fazor presas, mas pa-
ra quetmar e incitar ni fun lo os navios do
commercio ingloz quo ella encontrar o quo
-u numerosos, esla fragati far um obra
dednvaslacSu lerrivel, iminettsa quo e cito
em las masa, nao ato Igualmente Justai; mai sos ; minha orden), as pretal liarla do Ito-
vlilo que at boje oajregoi, oa armenloa, oa Hrio, |>ara avoriguaQOe polloiaes, O Mtria,
que me foi rmeltida pelo sobdelegado do
avrloa e oa coplas cierciao aaiuaa ceremonial re-
ligloaaas no lautnTmulo olma mriiclooado, e
coaalderaudo que o culto religleio no Interior
delta lugar, por caula do ejercicio de tantos
ritos no meimo lugar, nao perteoce eicluii-
vainente a Ulna s dtaias o.cncaa elirlalas,
e que ba aabido.que emvlrtude daa antigs
conceaidcs, os clirlataoi calhollcos ah tambem
iiuiii auaa cercnioniaa religloa>s, comegulnte-
niente e sob a eondlc-o de que nio se Tara a me-
nor nui.i iih-i na adininlitraco c no eatado
actual do tmulo em quealao aconfinnaco
deau concesaao aoa catbollcos be declarada
justa.
Os dircilos concedidos aoa Gregoi vassalloi
do tneu poderoso imperio, e confirmado por
mim cin virlude dos decretos itnpcriacs, re-
venidos da furnia sagrada dos llallis iiiipcriaese
cujainanuieoeoeconservacoheutn dosobjec-
loa mullo particulares da mlaha tollcilude real,
tendo aido approvado solemnemente por iniui
u. um acto qualquer contrario a presente decl-
so. Pelo que respelta ao templo da AacencSo,
situado no Jardlm daa Ollveiraa em Jeruialein,
ja que al o presente os latinos nclle eiercein
seus officios religiosos una vez por auno, lato be
o da da festa da Aaceucao de Jesua-i.lui-io
c oa gjegoa excrcem aa auaa ceremoniaa reli-
giosas Tora do templo, neate misino I u.; 11 exil-
ie urna ineaqulta turca, o templo menciona-
do nao pertence particular e eiclusivameote
a ncnlinin deatei rltoa cbrlsloa. Ora, consi-
derando em tnlKba real Juslica, que nao be
conveniente que oa gregos subditos do meu
poderoso Imperio, nao possain praticar o aeu
culto religioso no templo uiesmo, determino
que daqui em dame oa gregoa Igualmente
com oa l.iiinns, nao encontrem obataculoi em
orar c fazer auaa ceremonias religloaaa no i me-
n r do templo durante oa diat rellgloios indica-
dos, com a condicao de que a ordem eo eatado
actual deate templo nSo m j un de nenbuin mo-
do mudados, e que a porta deate templo aeja
guardada como outr'ora,por um porteiro inu-
aulinano.
Para que se faca mencao deata ordetn de
coasas no alto llrniam felto no meado do mea
de >i val da Eglra I o I, e no real Iradi (ordem)
escrito a este respeilo, bailamos um decreto
imperial, conforme o qual o preaenle iiecrcto
real foi publicado por nosso Divn imperial,
revestido na frente de um alto llalli llouina-
j um que foi eutregue aoa gregos
Vos logo que lirerdes conbeclmento deste
acto, devela empregar todos os eaforcos e todos
oa vossoa cuidados para que nao ic la(a ne-
ohuina riolatio das deciioes supra citadas,
nao s da parte dos Brcg"' dos armenios
dossyrloa e dos copias, aeno tambem da par-
ledos latinos.
( flisie. )
PERNAMBUCO
CMARA MUNICIPAL.
Depois do Imperio tornos adquerido um guerra entro dous povos nobre fra um cri-
auxiliir lerrivel. me de lesa-humanidade; Deososcollocou ns
O genio do homom p.ircca tar applicado|inipossibilidade do o commelter.
esta potencia navogacilo para que as pe-
quenas nagOas nSo tenham mais da deplo-
B. C. Collas (de la Girond )
Ex-reprcsontanlo do povo.
(Presic )
rila fosso alliada da InglaUrra, os crusciros
fianceies inquictariain o commercio no
Mediterrneo, no mar do Norte, na Mancha,
e as exportacescossariam, porque os com-
merciantes, timiJos por sua naluruza, nao
arriscam fcil.nenia seus navios o suas mcr-
cadorias. Ncsle caso, as privacos recala-
ran) a nda com todo o peso sobre a Ingla-
terra. Os Eslados-Uiii los, alguns navios
que viessem de Marrocos, illudindo algu-
inasvezes os cruseiros francazes, ancoran-
do nos portos da Escossia, da Irlanda, ou da
Mtocbs de Eristj!, eis-fq'-'i o qitc restarla
para provor seus morcados o sustentar sua
populacSocsfomeada.
preco dos gneros alimenticios subitim
nois de um augmento consideravel.
Mas oo mesnio lempo as exportacOes para
lodos os paizes dos productos manufactu-
radoSjdiminiiiriamein urna prooorcilomaiur
ainda que as importa^Oes Jademosasrzes
disto. Ao operario inglez, om presenta da
subida do pri i;o dos alimenlos, nao Ibe ca-
beria seno a teria.
A guerra para a Inglaterra, hoja ha a l'n-
iiii-, a iiiienii, < ni de seu commercio qua
lie sua vida, a diminuifSo de suas receitas
de alfandegas, principal ramo do rondi-
inentos da cora, o augmento dos impostoa
que pesam sobre as cidades : soria a guerra
cslrangeira no exterior, seria a guerra da
miseria no interior.
A Franca n0o est na mesma situaclio.
Seu solo lio sufllcienlo o domis para o ali-
mento de seus habitantes : ella rulo precisa
do soccorro do ninguem. Blla derramarla
seu sangue, gastara sous lliesouros como a
sua rival, mas conservara urna parte m sou
commercio pelas frontetras do trra e a
abundauria dos alimentos al na mais hu-
milde choupana.
Cromos lor prova.io que o povo ingle/, as
classes pobres, islo lie, os 9 decimos da po-
pulacho ti3o consentir ia o seu governo de-
clarar a guerra por um molivo ftil, Vamos
provar que o alto commercio da Inglatorra,
os ricos mercadores da Londres, a pormetle-
i mu anida menos.
No lempo da Repblica o do Imperio a po-
pulacho scot excepijSo quera a guerra As
rasdessSo fjeeis de explicar.
U sysluma do bliquoio continental focha-
va ei parle o cortinente ouropeu s merci-
dorias ingletas, mas o contrabando abra
anda aos manufaclureiros grandes cousum-
mos no continente. A Inglatorra tinha alm
disto, por assim dizer, o monopolio do com
mercio e da navogac,3o como o resto do
mundo.
Os Inglozes nSo encontravam nos merca-
dos de alm-marsen3o os Americanos, cuja
iiiarinlia mercante eslava longe de tar a im-
portancia quo tem boje. Os navios vollando
para os portes da Inglalerra com carrega-
tuentos tomados nascolonias,realisavam be-
neficios enormes: oallo commercio tinha as
grandes operar;*! 'S financeiras quo o systema
dos subsidios quo a Inglaterra pagava as na-
ciiuscolligadas, entrelinba constantamente
tiperarios, mirinheiros, armadores, manu-
lacturoiros, fiuanceiros, nobresque serviam
nos navios de guerra ou no exercito, lodos
icliavam na guerra um alimento para a sua
QUESTAO' DOS LUGARES SANCTNS.
Kis-aqui, segundo nos diz a tbltia grega o
Stculo a tradueo do firman imperial da que
ja i-io outra parte fallamos.
Alto li.iin llouuiiMin.
Publicado no fun do mez Kevel Ahir, do
anno I2(i8 da Egira ( 1842 ) a reapeilo da aoln-
sentcmente pcriencem aos fracos, como aos
fortes.
A applicacSo do vaporaos navios os maio-
res inlo pnrmillc mais Inglaterra sonhar
no monopolio do commercio de alm-mr,
pela guerra. No lempo do imperio suas es-
quadras ldoqueiavam nossos portus, deti- codaquesto dos aanctoi scpulchros em liti-
nli.nii nossasasi|uadras presioneiras sobre o gio entre os orthodoxna c os catholicos.
ferro Os navios do commercio inglez nSo Autographo imperial,
linham quasi que toinor sen3o os ataques de tile he o meu alto real decreto, que con-
alguiiiconariosousadosquo tiveram b.i- lem a. relaces sobre a quest-o dos snelos ac-
ihantas combates, mas cufos sucessos a pre- ^^.el^^iX'alZl^r't
tintl i. i,. ,. i..- > in n-o O linitivi iim iii-.iiiii '
-...... ----------.-- -- r- ,- ueiro do exaiuc o mais rigoroso uc todos os
zo muilo grande ao cammercio em garal. documentos amigos e contradilorios dos quaea
Oual lio a esquadra que bloqueando um esto de posse os ipeus subditos gregos e lall-
porto, possa impedir boje quando o vento nos, decreto que ao mesnio tainpo confirma
balar na costa, ou quando a noite estivar todas as altas ordemnancal concedidas aos gre-
sombra ou o vento calmo, qual lio a esqua- gos da parte de rneua gloriosos antepassadoa,
dra, disc.r.osque possi impedir a um navio c principalmente de meu filustre-pal, .s quaes
ji S i. ... :. ___;____ furam anter orllenle sanccion.das c renova-
a vapor desaturdo porto e ir quemar os daj lnim ,, Que ee decre(
navios inglezes qua une intrar desde o Man- feUo' ,rja respeitado e superior, no futuro, a
cha al os Acores, nos ancoradouros das (0do outro acto contrario.
cosas da Inglatorra ele ? Airo decreto, ( firinam ) derlgido ao governo
U n navio a vapor evitar o combale con da cidade de Jeruaalin, o muilo alto Maciz-
os navios de guerra de velas quando elle Pacha cao mullo glorioso Uaddi da mesma cl-
luizer navegando contra ovante. Se ello en- lade, asalta como aos Miembros doinczllsi,
contrar um vapor inimgi, llavera urna ques- Instituido na quella cidade.
l3odcc,caouPumcorn'b.'.ei isto he'urna ,SSSSAR^S^^SS^StV^
lula com armas quasi sempro iguaes, porque 6, c 0s latinos, a rca,.elto de alguna sanctua-
os navios pesados silo mais poderosamente r|0s situados dentro como fora de Jerusalm,
armados do que OS navios lganos. se teem renovado nestes ltimos tempoa ; pa-
Os cruseiros a vapor impodirSo em lempo ra que esta questo seja deflnltivatnente ler-
do guerra a grande navegac3o velas. O minada, depois de un exame feito de accordo
trasporte de merca-lorias das resides Ion- com as duas partea
ginquas, mercaduras multo volumosas
tifio podo ser feito pelos vapores por causa
do combustival. N.lo llavera por tanto mais
caminercio martimo para a Inglaterra.
Um vapor inglez podo subir nossos rios,
e vir bombardear Ru3o, Nantes, Bordaos;
foi noincada utnacoinuiia-
to compoala de niuitos mlniatroa os mala im-
portantes, dos mais filustres Kadjaakeris c al-
guuias outras pessoas.
i O objeelo do exaiue desta commissSo, as-
sim como dos conselhos ministeriaea que ti-
veram lugar depois, era questao dosJugarea
cin contcstacao, entre estas duas aellas religio-
mas um vapor fiancez, tenanlo urna sur- aas, e os quaes sao : a grande cpula da igreja
Commorcio em volcoes quo deverom em ilUcrlordo mesnio templo as" arcadas da San-
urna noite os navios ainonloados as ba- ta virgcni, a grande igreja da aldeia de He-
as c os thosouros encoirudoi nestes arma- tiilein c a caverna do oa /.ens immensS llhristo, a qual cata na*mesma igreja, o verda-
Os meicailorias da cidade de Londres, os debo lugar do Nasciinento e o Tmulo da San-
ricos armado es de Liverpool, os manufac- Virgeni,
lureiros de llirniinghan o de Mnncliester sa O* l,d > ugares, a grande cpula nicii-
b" isto. Ellossal, ,n quo sous navios suas f-j^J^g^mg*
mere idorias n3o oslanam mais om seguran- dcJls culll0 da pequea cpula c do Uca-
ca em nenhuma parte; sabem que as reca- ciiiiento da Crua. do olgotlia, das arcadas da
las das alfa niegas, principal foula dos ron- Santa Vlrgein, da grande lireja de lleihlin e
liiueul s do estado, seriam consideravel- do lugar do Nascimenlo nao to justas pelo
mente diminuidas; quo elles teriam de sof- que tcubo reolvido que todos cates lugares
frerns despozas da gucira sem tirar della citados, continuarao a ficar cm aeu estado ac-
.. u.. n i.,,,,...,..;,, niiA a pd iovI ni- luai. Mas como urna ol iva das portas do or-
viamdutor junto desi um povo pobre e com grC(,0s asiiui como aoa latinos e armenios c es-
fume pedindo trabalho e pao; lamliem el- la ,.unccss.u n,, continuada por um alto lir-
ias uo dei xa r ni ni seu governo romper paz m ,, publicado no anno H8o da Eglra ( 17*4 j
por quesles pessoies,de poltica interna in- e entregue aos gregos, que elles se conteniera
teressando a lal ou tal estado; e como a opi- actualmente non) aquella concesso.
ni3o publica tom um grande poder na Ingla- Relativamente aos douajardlns aituadoi jun-
lorra, apaz do mundo nSo ser perlur- to do convento franciscano de Uch em e que
, r tambem foram reclamados peloa lalmoa, poi>
D,u*- que peloa dovos e amigos edltoii ( aevetia) el-
, 3'" les eatavaut soba vlgllaucla dos dous partidos,
He incontestavel que a franca nSo pode coniinueiu .ficar no mesnio estado,
temar nsnhuma aggressSo da parte na Ingla- ,\> reclainacoes exclusivas da parte dos I,.i
Ierra ; resta nos ilirer, nio Franca mas aos tuos relatlvainenlc ao tninulo da Saucta Vlr-
nossos visinhos do outro lado do Mancha, geni, fundadas em alguns edictos que se acham
6.' SESSAO- EXTRAORDINARIA DE 30 DE
Jl Mo DE 1852.
Presidencia do Sr. Oiivelra.
Presentes os Srs. Barros, Carnero Mon-
teiro, Franca, e Pires Ferreira faltando os
mais Srs. Abrio-se a sessSo, e foi lida e ap-
provada a acta da antecedente.
Foi lidoo seguida
EXPEDIENTE.
Um ofJlcio do Exm. presidente da provin-
cia, respoodeudo ao desta cmara de 18 de
ni.: i o ultimo com o do inspector da tnesou-
raria da fazenda provincial por copia, em
que diz o mesmo inspector que o caes que
falla para completar o da ra da Aurora po-
derla ser feito pelos cofres provinciaes co-
mo tem sido quasi todos desta cidade, mais
quo n."i i exislinlo autorisacSo para islo,
nem considerando ello esta despeza even-
tual, julgava que a cmara se devera diri-
gir assembla provincial para osle lim.
Intairada.
Outro do subdelegado da fregueza da Boa
Vista, remetiendo a quanlia de 30,000 ris
do multas que paganini diversos contraven
torta do art. 6." til. 6 das posturas. Que'
sa remetesse o Jinlniro ao procurador o se
parlicipasse a contadoria esa agradecesse
ao sub telegado o zelo e delicado com quo
sabe axecutar e fazer execular a lei.
Outro do fiscal deS Jos, remetiendo o
msppa do gado morto para consumo no
matadouro publico na semana do 211 27 do
expirante mez (189 rezesj inclusive 26 pelos
marchantes avulsos. Que se arenivasse.
Outro do engeuheiro cordiador apresen-
lando a nova planta, plano, o orcamento do
novo matadouro, bein como um projecto
decurraes annexos ao mesno matadouro
com o seu orcamento particular, carculado
a importancia deste em 12,495,000 ris ea
daquelleestabaleciinento projactado em rs.
107.100 rs inclusive a despeza ja fuita com
o comeQo dessa obra,no valor de 7,2tl,660
A'asse lempo achando-se na ante salla o ar
chtelo Andr Willemer com um trabalho
preparado de igual nalureza, o Sr. presi-
dente consultou a casa, e esta annuio que
elle apreseutasse lambem a planta e or-
caineulo da mesma obra, calculada em
90,978,600 rs., exclusive a despoza j feila
CviTl o 9C pi inoipiii, iiiiiu in o UliO.
Os menciouados trabalhos rosolveu a c-
mara fossem remeltidos urna commiss3o
que notneou sob indica;3o do seu presiden-
te, composla dos Srs. mijor enganheiro Jo-
s Joaquim Rodrigues Lopes,Mauoel V.o dini
Cintra e inspector do arsenal da marinha
Rodrigo Theoduio de Freitas, para examna-
los a a ni tur n sua upiniu a respailo.
Foram approvados 2 pareceres da com-
missSo de polica, um preferindo a Joaquim
i'Yiippo Peroroira pira o lugar de guarda
municipal da fregu/ ia da S. Jos, o outro
dizando quo se psgasso Manoel Figueiroa
da Faria a quanlia da 151,440, importancia
non s do contrato da unpressSo dos Iraba-
lhos municipaes, correspondente aos mezes
de oulubro do anuo passado a mato do cor-
rele, como da impressos avulsos quo tem
feito por cunta da camara,e de objectos qua
para a mesma tem fornocido, segundo os
documentos quejuntou.
Entrando em discussSo o ofllcio do procu-
rador respeilo da desapropriacSo que se
pretende, por ulilidade publica, da meia-
agoa de Jos lligino de Miranda, sita no be-
co ao sul da ra de S. Rila, que d saida
para a ra da Praia do mesmo nome, o Sr.
verisdor Franca doclarou que o dito Miranda
persiste em pedirpelovalor da referida meia-
sgoa 300,000 rs preco que Iho uo pareca
excessivo, vista do seu aluguel mensal de
6,000 rs,; mais que so sujci'ava a rccolior es-
sa quanlia d'aqui a sois mu/es ; a vista do
que convincida a cmara da ulilidade da
dernolisSo, resolveu faze-laeuecliva,e man-
dou ordem ao procurador para aceitar urna
lolra do referido valor, a vencer n'ossa ,o-
ca, e proceder a demolicSo da casa.
0 mesmo|voi ia lor Sr.Franca deelinou d i si
para o advogado o parecer sobre a policio,
do recusos para o governo da provincia, do
fiscal aupplenle de Sanio Antonio, sobro o
sou ii'dniiado.
Despacharam-sa as pelicOes de Benlo Al-
ves da Cruz, e outros, dos contratadoras das
carnes verdes, do Jos Jacome Tasso Jnior,
de Jos Nunes do Oliveira, do conejo viga-
slo de S. Jos, do Manuel da PaixSu Paz, de
Manoel Figueiroa da Fa-ia, o levanlou-se a
ltalo,
Su Mandol Ferreira Accioli, a escrevi no
impedimento do secretario.Oliveira, pre-
sidente.Mamede, Franca, Figueredo, Fer-
reira.
primeiro dfttriotoda fregueza do JaboatSo,
por sus pe tar ser escura ; ordem do dele-
gado do primeiro districto deato termo, os
pretos, Simio livro, e Sergio, eteravo de Po-
dro Teixeira CuimarSes, por auspoitll de
crimede furtos ; ordem do subdelegado
da freguezia de Sanio Antonio, Alexandiina
Izidra, por baver raptado urna menor; e
do subdelegado da fregueza deS. Jos, o
pelo Mauricio, eacravo de Antonio Cordei-
ro da Cunha, a roqusiijSo do seu senhor, e
o creoulo Manoel Gomes dos Santos, por des-
ordem.
Dos guarde a V Exc. Secretaria da poli-
ca de Pernatubuco 13 da julho de 1852.
Illm. o Exm. Sr. Dr. Francisco Antonio Ri-
beiro, presidente dests provincia.Jos Ni-
colao Rlgueira Costa, chafo do polica inte-
rino.
DEM DO DIA 14.
Illm. e Exm. Sr.Das partes que me fo
rain hoje dirigidas consta smento torem
sido presos ; t ordem do subdelegado da.fre-
gueza de Santo Antonio, Antonio Pereira ;
ea do subdelegado da freguozia d Boa-Vis-
ta, Jos Ferreira Henriques, ambos para ave-
riguaces policiaes.
Dcos guardea V. Exc. Secretaria da poli-
ca de Pernambuco 14 de junho de 1852.-
IIIm. o Exm.Sr. Dr. Francisco Antonio Ri-
beiro, presidente desla provincia. Jos Ni-
colao Riguoira Costa, chafe de polica inte-
rino. _______________
JURY DO RECIFE.
DIA 15 DE JULHO DB 1851
Presidencia do Sr. Dr. Manoel Cleinenlino Car-
nero da CunAa.
Comparecern) 31 juizes de facto, sortea-
ram se para couplelar os 48 juizes de facto,
osseguintos :
Manoel Elias de Moura.
Manoel Francisco Duarlc.
Jos Joaquim Botelho.
Rodrigo Theodoro de Frcilas.
Manual Antero de Souza Res.
Andr Ferreira de Almeida.
Dr. Joaquim Elvirio de Moraes Carvalho.
Clorindo Ferreira Catfio.
Joo do Reg Barros FalcBo.
Joo llypolllo dcMeira Lima.
Vicente Antonio doEspirito-Sanlo.
JoSo Jos Gomos.
Joaquim Elias do Moura.
Filippa Antonio Teixeira de Albuquerque.
Jos Ignacio Xavier.
Francisco Ceraldo Moreira Temjoral.
Foram mullados em 20,000 rs. por n3o to-
rem comparecido a sessSo os seguinlos ju-
rados :
Jus Fernandes Eiras.
Jos Machado Porlella.
Jos Pedro do P.ego.,
Joaquim Carnero Machado Rios.
Jos dos Santos Nunes de Oliveira.
Jos Xavier Faustino Ramos.
Pedro de Moraes Carnero da Cunts.
JoSo Lete Pitia Ortigueira.
Rruno Antonio de Serpa BrandSo.
Jos Venancio Machado da Paz.
Jos Alexandre Ribeiro.
Antonio Vicente l.ninni'.ii's.
Caetano do Souza Pereira de llrilo.
Jeronymo Pereira Villar.
JoSo Vieira Lima.
Dr. Jos Coelho de Oliveira.
Jos da Rocha Paranhos.
Antonio Joaquim de Souza Riboiro.
Manoel Ignacio de Oliveira Lobo.
Francisco Antonio da Rosa.
Jos Ignacio Soarcs de Macedo.
Francisco Camello Pessoa de Lacerda.
Antonio Joaquim do Mello pacheco.
Nilo foram multados os juizas de laclo sor-
teados, que tino poderam notificar os olli-
ciaes da Justina.
vello, o que nao coaalnto, principalmente no
que me dra reapeilo, aeja qual. for o lugar onde
me collocar a aorte.
Artigo 71. O servlco interno das mesas
pontes, 6 o embarque ( desembarque dos gene-
roa naa ditas pontea, qur por meio de guin-
daste, qur por oulro qualquer modo, aera fu-
lo por capalazias, como as alfandegaa, ai
quaea ae arrematarlo aqnem por menos o ri-
rr, e quando nio houvcr quem as arremata ic
administraran por coma da fazenda nacional,
notneando o tribunal do theaouro na corte, e
oa presidentca as provinciaa um adminitra-
dor Idneo com as atetases obrigaedea, Incuin.
benciaa e responaabllldadc do fas alfaudegas,
no que for appllcavel, e o venclinento de una
porcentagein rasoavet deduaida do rendliueuto
das un ou, capatazlai, dundo parle circuns-
tanciada ao tbesou o para definitiva
vaco.
V-se, pois, da literal dispoiicao do supraci.
lado artigo, que aa capatazlaa, ou silo arrema-
tadas por um in Ividuo, que ae denomina-
Capatai na dependencia de seus fiadores, ou
sao administradas por pesaos Idone.. por conti
da faaenda nacional, noineado pelo governo
com a di iiiiinini(io de -- Admlniatrador --. \
vala, pola, da clareza do regulamento, egenui-
dade do seu autor ( o governo ) nao me cabe a
pecha de impostor c criminoso, como meque-
icio attribuir, de arrogar a mim um titulo que
me nao compete, asaignaodo-ine, como meas-
signo, -- Administrador da capalazia. --
ruin voltar, o. redactores, ao aeu fia,,,,
por outras circuiiisiauciaa imperiosas.
Joaquim Joi dot Santos.
appro-
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
lian ii inie.nl o do dia 1 a 15. .
dem do dia 16......
.143:810,601
. 19:781,663
163:622,267
Discarregam hoje 17 de julho.
Briguo inglez Richard fazendis.
Escuna brasiloira Adelaldt gneros do
paiz.
CONSULADO GERAL.
Rendimenlo do dt 1 a 15.. 84:566,257
dem do dia 16........1:128,770
ItepartifSo da polica.
DIA 13 DE JULHO.
Illm.e Exm. Sr.--Segundo asparte^ re-
cebidas nesla repartido foram honlein pre-
DU 16 DE JULHO DE 1852.
Preiidencia do Sr. Dr. Manoel Clementino Lar-
neiro da Cunha.
Feita a chamada as II o meia horas da
manilla, acharam-so presontes40 jurados,
pelo quo sadeclarou abarla a sessSo.
Foram dispensados da prsenlo leitao por
justo motivo.
i.ni i Francisco Rogis dos Aojos.
Francisco Camello Pessoa deLacerda.
JoSo do R'go Birros Falc3o.
Rodrigo Theoloro do Freits.
Manoel Antonio Martins Pereira.
JoSo Policarpo dos Sanios Campos.
Alexandre Jos da Rosa.
Jos Francisco Pares
Jos Xavier Faustino Ramos.
Foram multados em 20,000 rs. por n3o le-
rein comparecido a ttalo os sc'uinles ju-
rados :
Jos Maximino Pereira Vianna.
Ilnllnrrnino ,Ja Ranina Bijlolln.
Jos Fernandes Eiras.
Jos Machado Porlella.
Jos Pedro do Itcgo.
Joaquim i; irneirn Machado Rios.
lou Leile Pilta Orligueira.
Ilruno Antonio deSnrpa BrandSo.
JoSo Venancio Macha lo da Paz.
Jos Alexandre Ribeiro.
Antonio Vicenta Guitnariles.
Caetano da Souza Poroira do Brilo.
Jeronymo Pereira Villar.
JoSo Vieira Lima.
Dr. Jus Coelho de Oliveira.
Jos da Rocha Paranhos.
Francisco Antonio da Rosa.
Antonio Joaquim do Mello Pacheco.
JoSo llypolito de Meira Lima.
Joaquim Jos Moreira.
Pelippo Nery Collaco.
Joaquim Jos do Carvalho Siquoira VarcjSo
Luiz Conzaga do Sona.
Doixaram da serem multados os jurados
sorteados, qua tifio fo-am notificados.
Foram aprescnlador pcloDr. juiz munici-
pal proparados dos procassos 17 compenla-
menle preparados, sendo 9 do reos presos, e
8 de alliancailos.
NSo se tan lo encontrado os idvogados
chamados para defesa dos presos pobres, cu-
jo processo devia sorjulgado em primeiro
lugar, e adianlada j estando a hora o Dr.
juiz de direilo presidente do tribunal ad-
diou a sessSo para o dia seguinle, as 10 ho-
ras da in i ir ai
25:695,027
DIVERSAS PROVINCIAS,
liendimentododia 1 a 15 .1:025,713
KXIKHlucO.
Liorna, com escalla por Gibrallar c Geno-
va, barca portuguaza S. Manoel II, do 406
toneladas, conduzio o srguinte :
3,400 saceos com 17,000 airobas do asqu-
ear, 50sarcas com 297 arrobas o 22 libras
de algo 13o.
Rio Grande 'do Sul, patacho nacional Li-
ria, conduzio o seguinle ;
30 pipas agurdenle, 720 barricas o 200
barriqiiiuhas com 6,486 arrobas o 14 libras
de assucar.
Philadelphia, brigue americano William-
Pnce, de 339 toneladas, conduzio o se-
guinle :
3,000 saceos com 15,000 arrobas de assu-
car, 5,000 couros de boi, salgados, com
155,862 libras.
Rio da Janeiro, barca nacional Firmeza,
conduzio o seguinle :
43 barris vinho, 52 pipas dilo, 10 ditas
espirito, 21 barris azoilc, 50 barriquinhas
sardinhas, 300 barricas bacalho, I meta
hairica, 83 ditas inteiras o 238 saceos cora
1824arrobase 11 libras assuc.,4l3saccasmi-
lito, 100 ditas algodSo. 6000 meios de sola, I
caixa miudezas, 3 ditas calcado, 3 ditas es-
|uni idor.-s, I caixa paramentos de padre, 10
duzias do l.ilni is de coslado, 200 ditas co-
cos para agua, 2,400 cocos comoasca.
RECEREDUlilA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do da 16..... 439,132
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimeiito do dia 16.....848,195
lo vi ment do porto.
navios entrados no dia 16.
Assu' 13 dias, escuna brasiloira S. Jos
de 45 toneladas, capitSo Paulo Jos Ro-
drigues, equipagem 5, carga sal ; a Ala -
noel Jos de Sa Araujo.
Alcobaca ~ 12 dias, sumaca brasiloira Con-
c.'icSoda Joanica de 38 toneladas, capi-
t3o Manuol Jos da II la-Mort, equipagem
8, carga 1228 alqiejrcs de familia da
mandioca ; a Amonta & Ir-nSos.
/Vntiio s'iliid'i no mesmo dia.
Rio Grande do Sul -- patacho brasileiro Li-
ria, capitn Jo3o Hiplito do Canto, carga
varios gneros.
a
Declarafoes.
DIARIO DE PEMiBUCO.
RECIFE 16 DE JUl.HO DE 1852.
Chegou hontem da Baha o brigue de
guerra Itaparca, traxondo-nos gazelas com
datas al 10 do corrente.
Toda a provincia licava em socego.
Fallecora no dia 7, o brigadoiro do oxo--
cito llenriquo Garcaz Pinto de Maduren a.
A alfandega lia vi i rendido at o dia 9
76 477,795 rs o a mesa do consulalo
11:8-21,015 rs
Correspondencia.
Sn. ridartori... Perinitlain-uie dar publlci-
dade ao artigo 71 do regulamento de aOdemaio
de i83(i, seguido de ininba Tracas refleadea,
para desengauo de quem quer que, mb -o doce
iimii' de boin, pretende ua spciedade, regulan- ,
do os mais por si, ludo atropellar em seu pro-.lirino, Manoel Joaquim Bapusta.
O senhor dou'or juiz de direito, chele
do polica interino da provincia, manda fa-
zer publico para conhcciinenlo dos interos-
sados, qua na ueiogauia luruio do tiann
existo dous carall'is, um oslando e oulro
cardn, assim como um annelSo gran la de
ouro, e um cordSo gross>, lambem de 011-
ni, ludo ppreln'ii lulo a Joaquim Ferreira
de Moura, e a Manoel Luiz, que foram pre-
sos e acham-se recolhidosa cideia daquella
villa, segundo communicou o respectivo de-
legado em ollicio de 30 de junho ultimo;
accrescentando quo loes objectos Ihe pare-
can) perleocer a Luiz Pereira Vianna, mo-
rador no engcntio Calende,visteis os aiiliun-
cios por esta man lados publicar nos jornacs
desta capital. Antonio Jos de Froita, pri-
meiro amanuense.
i^t 0 vapor da guerra Gollinho recebe a
mala para o Miiaiihilo. hoje ao meio dia.
--NSo so tendo reunido os credores do
fallido Leopoldo Jos da Csota Araujo, to
da 13 po corrento mez para que foram con-
vocados, iflio do ellegaramos administra-
do-es da casalallida, d novo faco scicnto
ans mosmos credores,residentes nesta praga,
Viuva Atnorm filho, niivci a IrmSos &
Companhia, Antonio Ignacio de Medenos ,
Joo Tavaros Cordeiro, Amorim & IrmSos,
Jo3o l.eite PitU Orligueira, Manoel Comal-
ves da Silva, Russell Mellors & Companhia,
Jos Rodrigues Pereira,Deane Youle & Com-
panhia, Antonio Francisco da Silva Carrico,
Antonio Joaquim de Sozn Ribeiro,Novacs *
Companhia, Manoel Joaquim Ramos e Silva,
Manoel Jos Ribeiro,Jos Cypriano de .Moraes
l.un.-i, Janintbo ElosbSo. Caetano da Cosa
Moreira, Jos Antonio da Ciiuha v IrmSos,
o Antonio Gomes; Marcelino da Souza Perei-
ra de Brilo, em Lisboa, Antonio Ferreira da
Silva Santos, no MaratihSo. Novaesi Passos,
no Rio do Janeiro, Araujo & Carvalho,na lli-
hia, Manoel Ferreira dos Sanios Magano, ern
Santa Calliarina, Antonio Ferreira da Silva,
em Santos, Manoel de Souza Go net, Manoel
Jos Rodrigues Valadares, e Francisco Jo-
te da Cosa Araujo, no Rio Grande do Sul,
para quo eomparecam por si ou por seus
procuradores bastantes no dia 20 do corre-
la mez a I hora da larde, na casa da resi-
dencia Jo Dr. Jos Ray.nundo da Costa Me-
nezes juiz municipal supplenle da secunda
vara e do commercio. na ra da Madre da
Dos do liarro do IIi cfa n. 1, primoiro an-
dar, para o lim cima indica lo, licmdo ad-
vertidoa que nenhum credor ser admittido
por procurador, se esle nSo livor poJeros
especiaos para o acto, e que a procuracSo
nio pode ser dada a pessoa qua seja lleva-
dor ao falido, nem um mesnio procurador
representar purdous diversus credores.
R iCifa 10 do julho de 1852 O eseiivao in-
i\XtH
S



Companhia de Beberibe. Para o Rio de Janeiro, sabe
AaJmniftraSodacompanbiadeBnber-fcoma maior brevidade possivel, o
. r., i.iililirn. uuovilo ser substituidas asf ,, .*_
^wadM nimero.baiiodacitradoi.de-[ palacho nacional Valente,, capillo
Jencaminhadaa as cinco P/j'u"Ido,pd,tr I Franc'sco Nicolao de Araojo : pa-
senhor accionista Justino Marlyr Cor-
irMe>o7.svit9qu88e8e6uemdopo- carga, passageiros e escravos a
Jer do senhor doutor Frtncisco JoSo Car- treta, I rala-se com o id es m o c-ipi
&S&&S&3SRSKna pra9a d0 CommeMrcio' RU
tez jo poder do senhor accionista Joao i com os consignatarios Novaes &
lorcira Marques.a quem pertenciam como t (Jompa
i ramearlo os ditos interessados, e consta) ,r
jusamiuncios publicados neste Diario. Pelota. 04.
der
neiro
t'mi'im Jo poder do senhor accionista Joao i COIlt OS consigna
Horain Marquesa.ggjgjwgiJH! Companhia na ra do Trapiche
aecariTo'sVn figor aprimitivas apolicosi pflra _, n- Je Janeiro, sahe
minndenles aos referidos nmeros, em I ., .' .
Sroauoom quor que se achem e a todo fm a maior brevidade possivel, o
aunlquer tempo que apparecam. Cinco brigue nacional Rio Ave, capitao
Humeros Je 31 Tlnte nmeros dopi:__ y x \lv(.. -,- rarrrn iias-
n "a 1315, e de 1347 a 1352; dez nmeros E,lia? J0SC *'? Par carga, pas
c 379 a 3800. sageiros e escravos a frete, trata-
0 director, Jo!o Pinto do Lomos. se com 0 mcsmo Capit3o, na pra-
.1.1.. tn I/**- nrrn I am -^ i
ca do Commercio, ou com os con-
Goiisulado de Portugal em
Pcrnambuco.
Wisa-soa todas s pessoisque, porqual
,mcr titulo, sejulgarem credoras dolinado
-uudito porluguez Antonio Jnso de Mallos,
nuomorava na casa n. dt ra do Codor-
niz comparecern neste consultdo ( ra
do Trai che, casa n. 6! para a respectiva
veiilicacSo e pagamento de scus crditos.
Consulado do Poitugal cm Pernambuco,
..osUdcjuIho de 1852.
Companhia de Beberibe
A idminstrc-odicompiuhii de Bebe-
ribo contrata com quem mis der e aolno-
rol carantias oflorecer, a cobranza da tacha
lo20 rila por baldo d'agoa.vondido nos cha,-
larizcs ; accoita propostas pan o 'cntralo
Je toJa a arrecadaco, ou do cada um dos
bairros da oidado; as quaes devem ser en-
tregeselo carta fechada no escriptorioda
coinpanliit ato o ultimo do corrento mez, o
fjxar-sc-ha o contrato no dia que ser an-
nunciado no principio do mez fuluro.
0 director, JoSo Pinto de Lomos.
.. A cmara municipal desla cidade vende
os materiaes di meia-goi. que vai ser de-
molida por utiiidade publica, sita no beoco
que da saluda para a ra da l'raia do S. Hi-
la, osul do sobrado em que mora o Sr.
t'ianca, incumbindo-se a pessoa a quem
ronvier compra-Ios da demolicilodt mesma
meia-agoa : a tratar com o procurador da
mesma cmara,
0 vapor brasileiro S. Salvador, com
mandante o primeiro tcnev-cnto da armada
moerial Jnaquim Salom llamos do Azcvedo
pspera-se dos portosdo Nortate o dia 19 de
jullio frrente o seguir paraMacei, Baha
ellio de Janeiro no dia segniiit'i ao da sua
r licuada.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES I.NGLEZES
A VAPOR.
No dia 21 deste mez, espera-
se doSul, o vapor Severo,
commandante Chapmtn o
qual depois da uomora do
rostume seguir para os portos da Europa :
para passageiros, trata-sc em casa da agen-
da, na ra uo Trapiche Novo n. 42.
Banco do Perntmbuco.
Os doscoolos na semana que decorre do
lia 17 do julho, s3o de 6 por cenlo ao an-
uo, para as letras a vencer at o lim de ou-
lubro, e para as avoncer al 6 mezes he o
de 8 por cenlo. Banco de Pernambuco 10
dejulho de 1832.
Pola s gunda seccao da mosa do con-
Milado provincial se faz publico, que do da
j do corrente mez so principia a cobrar o
imposto de 20 por cenlo do consumo das
agoas-ardentes do produccSo brasileira do
segundo semestre do auno fiuanceiro do
1851 a 1852.
-- O arsenal de inannha admilte, para
IQII obras c para as do mellioramenlo do
porto, sorventes livres, pagando o salla-
lio de 640 rs. nos dias em que trabalha-
rem; o bein assim, engaja 10 canooiros
livres, pagando por mez 14#000 rs., alm
deumaracSo avahada cm 6/000 rs lam-
liem por mez. E por isso convida por
c>lo anniinciii a quem convier, a compa-
recer no mesmo arsenal, a qualquer hora
do dia, para se inscreverem. Inspectora
do arsenal de marinha, 28 de junlio de 1852.
O socrclario, Thom Fernandes Madcira
de Castro
- Perante a cmara municipal desla cida-
de continuar a estar em praca no dia 20 do
ro rente a obra a executar-se no acouguc da
Boa-Vista, que tem sido annunciada.
-0 conselho da administracHo naval com-
pra para o fornecimenlo dos navios rma-
nos, eam alqucires de familia de mandioca
da medida antiga ; pelo que convida-sc a
quem convier a dita venda, a comparecer as
12 lluras da manliSatlo dia 17 do correle,
rom suas prnaoslas e amostras.O secreta-
rio ChrUtnvto RaptSEQ Jp 0!iv:;:rs.
signatarios Novaos 6cCompanhia,
na ra do Trapiche n. 34-
Para o Rio de Janeiro o brigue brasi-
leiro Flor do Rio, sahe no dia 20 do corren-
te ; recebe .-omento ptasageiros e escravos
t frete, para o que temexcellentcs comino-
dos : a tratar com o capiulo a bordo, ou no
escriptorio da ra da Cruz n. 66 de Jos Can-
dijo de Barros.
Le i la o.
jHfe
Publicac&es litterarias.
\ ELEMENTOS, i
DE |
iHOMEOPATHIAf
SAIIIO A LUZ A 3. E ULTIMA PAUTE
2 destaobra composla polo professor de 9
5 homopathiaGosset llimont distar *
J 5*000 a obra inteira at 30 de junho, J
7 da em que (icar encerrada a assig- *l
9 natura. Esta obra he til, tanto para J
* os meilicos que se dndicarem ao es- 2
8 ludo da nova medicina, como para
9 todas as pessoas de boa volitado que ?
" quizerem convencer-se porexperien-
* cas da vordado Jesta doutrna, por 9
2 ser el la milito clara, e a intelligencia %
J do todos, ?
No consultorio homcopathico ra *
dasCruzes n. 28. <
?pv*>t>!) ^^^pagaj? 4
-Por ordem e em presenta do Sr. l)r. juiz
rnuoieipal aiippleri'ii da secunda vara doci-
vel, e do commercio se far leilSo por in-
termedio do agouteliveira, do casco, mas-
tros, gurups, vergas, vellam", cordoalha.e
mais pertencesda barca bmslleira America
abandonada aos seguradores por NovaesA
Comptnbia, na quahdade de consignatarios
do seu propnetario, o negociante Vicente
Ferreira de Azevedo Castro, do Rio do Ja-
neiro :sabbado, 17 do corrente s lt horas
da maubSa, porta do referido Sr. juiz, ra
da Madre de Dos n. I, ou no armazem sito
no Forte do Mallos, onde se acham osarti-
gos designados menos o casco, que pode ser
antecipadamonto examinado pelos preten-
dentes, no lugar do scu ancoradouro ueste
pjrlo.
-- N. O. Rieber i Companhia,taran leillO,
por ntcrvencSo do agento Olivei'a, e por
cont e risco de quem pertencer, do urna
porcSodo farinha de trigo, avariada, a bor-
do da escuna hanoveriana Heleno Ettine, na
sua recente viagoin de Trieste testo porto :
lerca-feira, 20 do corrente, as 10 liows da
mauha, no caes da alfan lega.
O corretor Miguel Carnoiro, far leililo
no dia torca luir 20 do corrento, as 10 ho-
ras da oanhila, no seu armazem na ra do
Trapiche n. 38, de varias mobilias, proprias
ptra sala, gabincle, quarlos, sala de janlar,
cosinlia, etc.; assnn como um balcSo e urna
carleira do auiarello, propria para qualquer
estabolocimento,ricos cortinados com guar-
nieres douradas para sala; louca, vidros,
e.ni lien o-, quadros com eslampas sendo em
papel, panno, chana de metal e outros mul-
los objectos : e ao meio da em ponto ir a
leilSu um porcao de sal retinado.
-- O ageute livoira ftra leilSo, por or-
dem do capilflu Kane,em presenqa dosenhor
cnsul deS. M. B'iUnnica.e por conla e ris-
co de quem pertencer, de 350 toneladas de
guano, para occorrer aos gastos com o bri-
gue Corsar, arribado a osle porlo na sua
recente viagem, procedente da Patagonia
com destino ao canal inglez : segunda-feira
19 do corrente, ao meio da em ponto,
porta da associacaocoinroercial. E pedo-se
aosseuhores preleudentes liajaui do exami-
nar autecipadamenle o guauo a bordo do di-
to brigue, donde o comprador lera de reco-
be-lo,
Avisos diversos.
Em reaposla ao annuncio de Uenlo Al-
ves Tupinamb, no Diario de bontom, na la
mais resta a diter, scuSo que sendo a pro-
priedade 0. 54 da ra da Cuta do coronel
EstevSo Cava lean ti da Alboquarqoa, e nao
do padre Ricardo Jos Machado ; uJo vem em __
nada ao caso o dito reverendo, ,or isso que[,|03i taberinlhos, etc., se offerece para re-
n3o consta tor o mesmo morado o -- Destppircceu ht 99 dias, e constt que
andt procurando senhor, urna preta di Coa-
la all e grossa do corpo, tlguma cousa
fula, tem um furo lobra urna venta, umtoi-
catiiz de taino 00 narit entre os olhos, um
dente da frente imtssado representa ter
quarenla e linios anoos,e de nome Josephs:
quem 1 pegtr levo-a ni rut Nov, loja de
chpeos u. 52.
professor publico de Ittim, da fre-
guezia de S. Jo, do Recife, abaixo assigna-
do, faz scienle 10 publico que mudou 1 sut
aula e reiidencii para 1 cisa terrea n. 33,
sita no largo do Terco.
Manoel Francisco Coelho.
Alugl-se um grande solSo para peque-
a familia ou algum moco solteiro, na ra
do Rangel n. 47 1 1 tritar no armazem de
lenht do ces do Hamos.
Perdeu-se desde a ra doCtbug at a
ra do Vigario, um trancelim de cabello en-
ctstotdo em ouro ; quemo liver adiado le -
ve-o 1 ra do Cabuga, loja de ourives de Mo-
reira & Duarte, quo se recomponsart com
o valor do trancelim.
U Sr. Manoel de Almcida
Nogueira dcixou de ser caixeiro
dos abaixo as>ignadus, desde o dia
12 do corrente. Machado &
Pinheiro.
Francisco Jos Augusto Ferreira mo-
ra ns KM a Vioda n. 2.
A o commercio.
Oex-corretor geral desta praca, abiixoas-
signado.nSopdefgrlar-aeaodeverdoavisar
o corpo dn commercio emgoril,emormente
^os Srs. negociantes, que tSo exuberantes
provas de bom conceito Iheliboralisaram ,
durante o longo espaco de mais de treze an -
nos, que, tendo desistido doquelle emprc-
go, se tcht actualmente munido do titulo
do agento de leilOes, concedido pelo meri-
tissimo tribu mi do commercio, e por isso
sempre prompto a bom servi-los d'hora em
yante, co u o mesmo zelo c fldelidide, que
o lem ciracterisado. Francisco Gomes de
Oliveira.
-- Por baixo da secrettria da polica tem
urna sala, que so aluga, e lie multo proprit
part homem solteiro: a tratar ni ra do
Crespo n. 10.
l'erdou-se no dia 16 do corrente mez ,
um relogio de ouro orsonlal, com transo-
lim de cabello e passador deouro, aoatra-
vessar da camboa do Carmo: roga-se a quem
o acliou, querendo-o restituir, dirija-so a
rita Velht n. 39, que sar generosamente
gralilicado: gratilica-se tambem a quem o
visse ai nhar, uu der noticia delle.
-- Prccisa-se de dous conlos do reis a juro
quo se convencionar, com garant cm pro-
dio de raiz: quem so propuzer aiinuncie.
Procisa-se allugar una ama forra ou
captiva para lodo o servico de urna casa de
pouca familia, n'um sitio perto desta praca:
na ra da Cruz 11. 47.
Precisa-se de um caixeiro que tenha
bastante pratieado loja de miudezas, e que
d lia loro sua conducta: na ruadaCadea
do Recife, loja n. 31.
Scgunda-feira 19 do corrente, peranlo
o Sr. Dr. juiz de orpliHos, se ha de arrematar
um escravo, pardo, do menor Manuel Gentil
da Cosa, liiho do tinado Bento Jos .Uves,
cujo oscravo vai ser arrematado por desne-
cessano, a requerimento do tutor Domingos
Aliin-o Noiy Ferreira.
O abeixo assignado faz publico a quem
conhecimeto deva ler, que mo tendo lu-
gir asociedde que havia engajado com o
Sr. Jos Antonio de Paula Maduieira, em a
loja de miudezas que possuo na ra larga
dulto/arion.38, noque ambos concorda-
rtm ; por isso pelo presente da por exone-
rado o dito Sr. Maduieira de todo o direilo
ao activo da mesma loj<, assim como oda
igualmente de qualquer responsabilizada
do passivo que por ella Ihe possa recalnr,
por isso que ludo coire e continua a correr
por conta delle annunciaule.Jos Das di
Silva Cardetl.
Precisi-sedeuma negra, para vender
na ra ; quem quizer alugar, dinja-sc a tra-
tar na ra larga do Rozario n. 38.
Urna senhora brasileirt, com (odas ij
habitocOes precisas, tanto de escripia e
contalulidade, como do costuras, borda-
3
Tinturarla di rui Telbt n 73.
Ni rut Volhi 11. 62, lioge-se toda 1 qua-
lidtdedo ftzendi, ptri 1 cor que se quizer,
com promplidSo, e de modo que se tilo co-
ndece cor primitiva : As pessoas di cida-
de de Olindi que tiverem ohjectos pan tin-
girpodem lovar i rui de Mathiai Forreirt
casa do Sr. Cosme, ilfaiile.
Rothe ek Bidoulac mularam
o seu escriptorio da rtia do Tra-
piche n. 14, para 11. 12 da mesma
ra.
Lotera de Nossa Senhora do
Hotario.
O thesoureiro achando-se com-
petentemente habilitado, annun-
cia que as rodas desta lotera, an-
Bento Alvo Tupinamb, respndelo
espolett innunciante do Diario de Pernam-
buco, de 13 do corrento, que nao tem nego-
cio almn com elle, que com quem tem
negocio respeito 101 alugueis de que o es-
1 olelt 1 rata he com o reverendo Ricardo
Jos Machado, de quem tem 1 receber maior
quantit, o j n.lo tem liquidado tua conti
'ra razan do mesmo Sr. reverendo se ichu
Tora desta cida le.
PubIica9oes Homeopathicas.
A 25 DE AGOSTO sihir luz a continui-
c.1o da pathogenesia homeopathica,compos-
li do 12 medicamentos EiinopBOS, trrduzidt
do manual do DR. JAHlt, ea de 12 medica-
mentos BRASii.iRos oxtrahida da obra inli-
lula la Umitrin 1 da Escola llomcopathtcao
RIO DE JANEIRO, pelo DR. MURE. Esle vo-
lumeser augmenlado da Thioria da appli-
cac3o das dozes pelo Dr. Muro, Itcunt im-
portintissmi deixadi
j,_ ,i: j ______i puriaiiussima ueixaut por llahnemam 10
dam no da 29 do corrente, no,cuid,do dos seug jiscipuioi. itecebem-ae
consistorio da igreja de Nossa Se- signaturas a 3,000 r-. pn^ns na occasiao
nhora do Livramenlo, os bilhetes *t%^^&E7Z
estSo a venda nos lugares do cos-
tume.
Uesappareceu no dia, 21 do
passado mez um cabra de nome
nio
n. 12.
O consulado dinamarquez Antonio que representa ter 3o
mudou-se para a ra do Trapiche 'annos de idade altura regular,
bem feito do corpo, ps pequeos,
be aleijado do braco direilo ao p
da munheca, proveniente de feri-
s ment d'arma de fogo, e tem todos
"S os costumes c fala do mato. Este
Dos DispOe.
Aeaba de cliegir do Rio da Janeiro, tridu -
zido em portuguez, o excellente romtnca de
Alextndre Humas,que tem por titulo, Daos
iipde, vende-ae nt livnrit di praca dt In-
dependencii n. 6 a 8, 1 8,000 rt. conitindo
de 6 volumes.
'- Quem quizer alugar um sobrado de
im tndir, com rnioz mu, no Recite, 01 rut
di Modi n. 23 : dlriji-ga 1 rut da Clona
di Boi Vista n. 87, segundo andar, que 1-
chari com quem tratar.
Frederick Youle, subdito inglez, reti-
ra-si' i-i>iii sua l'ain 111:1, pin I Europa. *
I)-se dioheiro em pequents quiotiis
premio de um e meio por cenlo, com pe-
nhores de ouro : ni rui larga do Rozrio,
oja o, 26, se dir quam d.
_______
Compras.
Botica homopathica.
28 RA DAS CRUZES 28,
Dirigida por um pharmaecutico
approvado,
Estnestabelecimento possue todos ?,
os mi-icimentos it igora experi-
mentados, tanto na P.uropt como no 2
Bnsil.epreparidospelis mtchinis ^ como lossem Kiacho do Sangue,
da invoncSodoDr. Mure. < lirejo de Bananeiras e Catle at
da, carM^homiopathica,. % ,85a> em que veio para esta cida-
> Emcarieirasdei2 tubos grandas 12/ m depara o poder de seu senhor o
*: : _M pequeos 15/1 abaix0 assignado; roga-se por-
cabrafol lurtado eiq i8.3.'J, o aii-i
g don pelo sertao em varios lugares,
< pequeos
* Tubos escolhidos (cadi um) 1/ '
x Tintura s demedicamentos em <
, frascos de l|2onca (cada umj %IS
a>. Ha mtis, ilem deslas,outras muitas ^
tanto as autoridades poiiciaes e ca-
pitSes de campo a captura do mes-
mo, e mandar entregar na ra dos
caixas com globuloso tinturas por ^ l>res na Boa-Vistan. 28, que se
> precos varitveis, conforme o tima- & ,
>- nho ea qualidde das caixas, e a & recompensara generosamente
a> quantidid dos remedios e assuas
-? dynamisaces, etc. ^
> AVIA-SE GRATUITAMENTE
^ para os pobr-s, todas as receilas que *|
para ali mandar qualquer professor.
AIl6)fti(lftli/ll:*'i*ft*A,'ilAA*A- jjJJJ8. 0 |irnia-se com bonito ly
- AyiuvadcMan.ielJoaquiin Pinto M- :j l0
1 r .. ( niinlinniiln mir l mi.
Manoel Joaquim Garneiro Leal.
Firma-se papel.
Na livraria do ptco do Collegio n. 6, de
Jo.lo da Costa Dourado, onde ha muilo bom
alidade supo-
po por um di
BELLAS-ARTES
predio, e nem mesmo ter passado recibo ao
annuncianto de alugueis, mesmo porque
1111,1,1 oannuncianle mourou em dita casa
cinco mezes depois do tor sahi lo desta ci-
dade o mesmo reverendo, o terdcixado pe-
la mesma razflo de ser procurador do mes-
mu propietario; vista do que n3o parece
diio annuncio seno obra da estrategia, s
propria de um calotoiro, e sem vergonha.
n. 25, meninas para serern educadas; o
mesmo receber alguma escrava, sendo do
boa conducta; e promette, no desempenlio
do suas funcfles, deixar satisfeilns aquel-
lis pesso'S quo de seu preslimo se quize-
rem utilisar, mediante urna mensilida^o
mdica.
JARDIM DAS DAMAS. .
Constando que algumas pessoas (
eludo Giiimarfles (conbecido por Manoel
pequeo ) faz scionto a todas as pessoas quo
oinpenliaram em mfio de seu fatlecido mari-
do, objectos de qualquor nalurcza, os vilo
remir tanto vencidos como os a vencer, isto
no pi .1-0 de 15 dias, por que milito pn cisa
liquidar os negocios de sua casa ; assim
como tambem roga aos sous dovodores por
qualquer titulo, queiram tambem no refe-
rido prazo, concluir seus dbitos ; as Cin-
co Ponas n. *.
-- OITercce-sc urna mullier do mcia idade
para ama de casa do pouca familia, a qual
sabo fazer hilo quo he preciso em urna ca-
sa : na ra do Fogo n. *7. 1 Publicaran)-se ultimameule na imprema
Precisa alugar urna preta escrava para de msica, na ra Bell) n. 28, as seguimos
cosinhar : quem tiver annuncio por este pecas de msica :-u;n numero oe lindas
Ojarj0- quadrilhas para piano e flauta a 1,000 rs.,
Na ra Bolla n. 13, oxisto urna ptfSOt pora flauta s a 500 rs., a muilo applaudida
que se offorece para ser ama do um hornera modinlia-qucr o fado quor a sorle-para
solteiro. piano a 6*0 rs, para violoa 500 rs., modi-
-Aluga-so a grande loja da ra cstreita do nha abalanada-o oncontropara piano a
Rozario 11. 43, com armacSo propria para 610 rs., pan violoa 100 rs., molinha alta
qualquer c5tabolecimonto : a tratar na ra noite oh que silencio, valsa a sonciliva, pol-
do Crespo n. 11. ka a pernambucau, ludo cm um folneto,
-- Manoel Jos da Costa Oliviira mudou a por 1,000 rs., bella flor, polka, pan piano a
sui fabrica de charutos que tinha na rut 500 rs modinha-o meu primciio bei|o
dasTnnxeiras o. 43, confionloao pateo do para piano a 1,000 rs., urna linda valsa para
Carmo, par_ a mesma ra n. 44, avisa aos v;ol3o a 400 rs., dnas valsas-a madrugada
seus freguezes que se ach prompto a serv-e o saltopara piano a 320 rs., a luzeada,
los da mellior forma possivel com bous cha- grando valsa, cara llanta a 320 as
Na ra Imperial n. 31, compra-so 2 bois
mancos, propnos pan can oca, que lejim
novos, e gordos; quem os liver e quizer
vender, annuncio, ou dirija-.-o 10 mencio-
nado, lugar que ahi achira com quem
tractir.
Andrade & Leal.
Compran) moleques, crooulos.ou mulatos
de 12 a 16 annos de idade, o tambem rece-
ben aprendizes captivos ou livres para is
diversas odenlas de SUI ftbrci : t tratar
na mesma, na ra Imperial n. 118 o I20.com
Manoel Carnoiro Leal, ou no deposito di
mesmt, ni rui Nova n..7,com Joaquim An-
tonio dos Santos Andrade.
-- Compra-se urna prel que sej moc e
bel. s 1 lleudo cozer, oogommar, lavar e co-
siniar: ni ra do QuoiffiSO, QjU< *'i so
din quem compra. .,,
Ni roa di Sonzalli Velht, defronte uu
Sr. Maiiios, pintor, compram-so todas as
qualidades de ferros voltios e melaei de to-
das as qualidades, assim como ourelosds
pannos finos, casimiras e todas as quali-
dades de inulimbos, quo sorvirem pin la
zer pipel; issim como cabos velbos, lo-
nas, cct.
Compra-so um prcto que seja forte, e
que n.io tenha vicios nem achaques, para
i'ivn do casa : na ra do Anin m o. 25.
Compra-se urna preta, quo tenha bo-
nita ligura, e que saiba engommir e cosi-
nhar, o nfiO leona Vicios nem achaque* : 01
ruado Amorim 11. 25.
-- Compram-se escravos do imbosossa-
xos, de bonitas liguras, do 10 25 anuos
lauto para 1 provincia como para lora, pi-
gam-se bom : 111 ra da Cicinibi n. II,on-
de 11 'i 1 o o finado,vigario do llecife.
Vendas.
como airuncante.oemjuiooolipctcnte.j persuadidas da que a assignatura da seguii-
se mostrara, se ne espoleta, uu pessoa com- ,i- serio ueste peno neo cusa 3,00i> rs e nao
potentemente habilitada para procurar os
Avisos martimos.
SS*
Para a Bahia
^iilie com a prosleza do costume a velei-
raeja bem conheclda escuna brasilea Ade-
'i'le : quem m lia quizer carregar, queira
(hrigir-se a ra da Cadeia do ReciTc n. 23,
"o a do Trapicho Novo n. 16, segundo in-
dar.
l'ara o Kio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Ulin-
ila, capitSo Manoel M. l'erreira ,
segu para o Uio de Janeiro,com
inuita brevidade, por te a maior
parte do seu carregamento enga-
jada : para o resto e escravos a
'rete, Irata-se com os consignata-
rio Machado & l'inheiro, na ra
00 Vigario n. 19, segundo andar,
u com o capilSo na praca do
toniniercio.
l'ara *o Aracaly.
Sihe com brevidade.o bem conhecidohia .
L n 0linda : para cargt tratt-se com o
'insignitiriu J..J. Tisso Jnior.
alugueis, o quo poz o annuncio a que se ro-
fere oannuncianle; o que bem sabe o an-
nunciante.scnSo responda a quem entregou
a cnavo 0111 6 de Janeiro do crreme anuo.
Como procurador de EstevSoCavalcanli de
Albuquerque, .
Joaquim Augusta Ferreira Jacobina
O abaixo assignado, declara ao senhor
Jos Antoni) de Souza PomJiru, assistente
no Bonito, que visto a sua carta, nada tom
com es suas celadas que diz Ihederam;
logo pois antes pode seguir lodos seus in-
tentos Jos l.nizdo Mallos'
Na ra do Livramonlo, sobrado n. 10,
so dir quem vende tres trancelins, dous
cordOes, um adereco, vsltas, brinco, anne-
Ifles, medalhas, allinetes, urna corrento para
senhora, um ponteiro, tres relogios, ume
corrente, um par do casticais de prata, co-
Iho es pin cha, ditas paro sopa, fivellas pa-
ra eos, ditas para suspensorios, um faquei-
ro, e um palilciro.
Na ra do Livramcnto, sobrado n. 10,
se dir quom d dhiheiro a promio.
MinoelJos Moreira tem justo e con-
tratado como senhor Antonio Perora de
|Souza a taborna sita na ra do l.ivramento
n 5, c para que chogue ao conhecimenlo de
quen, possa interessar faz o presente, nio
se responsabilisando por qualquer transi-
cSo que t o dia 19 do corrento se tenha fei-
to com o mesmo.
A abaixo assignada, tendo emprestado
quatrocentos mil reis a seu filho Bento Fer-
reira Bailar, pan estabelecer-se com taber-
na, faz scienle ao respeiUvel publico que
oinguem contrate negocio algum com elle a
respeito da dila tiborna, sem enlenier-se
com a mesma abaixo assignada.
Anna Francisca Silva Bailar.
-- Pranle ejoizo dos foitos da fazenda
na primeira audiencia, tem do ser arrema-
tados por execuc5o da fazende provincial,
os bonsseguinles por venda:- urna parte di
casa da sobrado 11 _,sit" na ra di Crui.tva-
liada cm 3:834,529 rs. ; outra dita da casa
terrea.siti nu becco da Viracffo,avallada em
S7.000 rs ; cujas partes toepu t mesma fa-
_,'3(]i no inventario dos banS do finado Jos
Atrnsa Riguoi-a, para pagamento do sello
do hersOft. A ronda tnnual da casi n. 9,
sitt na tr s por exS2ucao movdi contra Jos Ro-
drigues do PSl*0 : 1Mn,.Rui*!r. *'
ditos bens CO
ta horas do cosi
2,000 rs., como u primeiri, declari-soquo
estam em orro; o proso dt issignatun por
cada serio de seis nmeros lio sempre 2,000
ris. As serios avulsas hequecuslim res
3,000. Assim se deve entender o annuncio
quo tom sido publicado nesto Diario.
O abaixo assignado, em resposla ao
annuncio do Sr. JoSo Mauricio de Barros
Wanderley, publicado no Diario do 15 do
corrente, declara quo a divila contralnda
por seu lilho, Jo.lo Mauricio Windeiley J-
nior, foi proveniente de suprimenlos o om-
presiimos que lho fez ni melhor boa fe, o
na justa persuasao quo dito leu filho era
sui juris, porque adminislrava um enga-
rnio, e viva sobre si, o negociav publica-
mente con o ibaixo issignido eenm outros,
accrescendo a oslas nsOes a conhanc qoe
dovia inspirar pelo codito o boa reputacao
rulos, e fumo muito bom, de todas as quali
dides.
-- Offerccc-se urna ama de leito, na pra-
cinh 1 do Livramenlo n. 28.
Manoel Pereira de Gamillo, morador,
o estabelccido com loja de fazendas nu ra
do Crespo desta cidade, encarecidamente
roga a um outro Sr. Manoel Pereira de Car-
vilho, que tambem iqui existe, o favor de
augmentar, diminuir, ou fazer qualquer dif-
ferenca em seu nome, alim de ovitar os mul-
to equvocos, que por esla semelnanca tem
solTndo o annunciantc, bom como agora
acontece, que icaba de ser penhorsdo pelo
juizo du fazenda para pagamento do foros
de terreno do marinhas, quando nunca tal
torreno aforou, e nem pussu ebons de raz,
como he geralmenl S.!>Jn ; o nnn nmln .
sim senlo iodoattribuiresteincommodo, e
tu11 o- de igual jaez, senao a esta igualdade
de nome. O annunciaule bem poderia fa-
zer qualqutr mudanca om seu nomo, porom
deixa de o fazer, pelo grande transtorno,
que isto Ihe pode causar visto que envolvido
em IransacOescommerciaes, eja muito 00-
nhecnlo por eslo nome, pode talvez alguem
malignamente interpetrar tai mudanca.
No dia 17 do corrente se deve irrema-
ttr em hasta publicado Dr. juiz municipal da
segunda vara urna casa de sobrado de 2 in-
dares no paleo do Terco por exocucHo do
Manrique Frostor & Companhia contra Fran-
cisco Martina Ferreira c sua mulher.
J'i.-e Maria Borgos vai a Portugal, e
deixa no sou estabelocimenlo, fazendo as
suasvezes, a Bento Jos Pereira, c pin que
conste, e possa seguir viagem faz o presente
annuncio, declarando que deixa por seu bas-
se Ihe quer imputar sem rasSo alguma, o
quo mo consento ?a honra com que sempro
tem havido o abaixo assignado. Declara
este linalmente que nunca fra do sua in-
tenefio inverter firma de seu legitimo de-
vodor para com a de seu pai, pois que alen
de ser esta diversa, fez credilo ao seu de-
vodor na boa f de que ello podia licita-
mente faze-lo, como anda est persuadido,
e nunca com a intencSo dolos que injusta
mente se it'rihue. Confia, pois, que o Sr.
Wanderley retire o seu annuncio e fac do
abaixo essignado o conceito que ello justa-
mente morece... Julio Jos Lopes
Francisco Pinto Osorio, sangrador o
dentista, participa a stus freguezes o jun-
tamente ao respoitavel publico, que o po-
dom procurar, para qualquor mister do sua-
arte, em sua loja na ruaestreila do Rozario
n. 2.
Alu,'a-se o terceiro andar da casa da ru
da Cruz n. 40: a tratar uo armazem di
mesma.
--Contina a andar fgida desde o primei-
ro do crrente, a preti Angela, creoula, de
idade 32 annos, pouco mais ou menos ; es-
tatura regular, secca do corpo, cor fula, os
pcilos um tanto seceos, entro olles urna ci-
catriz, um dos tornozelos alguma cousa in-
cita lo por causa da erysipella, dosconfia-se
achar-so acuitada om alguma casa e se
protesta empregar o rigor da lei; por isso
te pede atlas as autoridades poiiciaes e
capitSes de cimpo a captura della, e levar a
du.w'hens^oniKreQt'Tiait das aud.encias rut Direita n. 17, em casi do BairSo & Ma-
ullos oens coma/* v- _eJ generosamente recompensarSo.
,s hons do co.^ume. ,|fere8 d. c. _. ^,uga.se um excellente negro pa,a
dade FranciscoVinger de Almeidt Cuedes, vender pSo, por ter muito_f.el.ou mesmo
_i .o-ln.^1 i_'ruiCordeiro, por carida- para ctrrciro, quem pretender dinja-se io
* seio Publico, loj n. 9, J Herr ds Bot-Vista n. 05 que se dir quem
vem. a o lem.
de seu pai No exposto lem o abaixo assig- |tinte procurador ao Sr. Jos Antonio Perei-
nado provas, que excluem a DI re quo se irille Bri0-
a Innocencio daPrui
ue dirijam se v J
pigirem 9 qu m'"
precisa-se de um feitor para
um sitio pequeo pertu da praca,
que entenda dejardim c tratar de
cavallos ; a fallar na ra do Tra-
piche n. 1. primeiro andar.
OITcicce-se urna mulher de dado me-
dia para o servido do casa de homem soltei-
ro ou casado, que nflo tenha pencOos de cri-
anzas, a qual sabe cosinhar um ludo e fazer
docis e macas: quem do seu prestimo se
quizor utilisar, dirija-se a ra da Cuia, don-
tro do Recife, casa 11. 7.
Pega ladiao.
Furtaram urna barrica com bacalho.mar-
ca esrova, no da 14 do corronlc, as 7 horas
da noito, da porta da venia da ra Direita
n. 76, esquina do becco dos Peccados Mor-
aos ; na mesma noite foi encontrada na ca-
beca do um proto no hairro do S. Jos : por
issoroga-se as nulo idmles policiaese todas
as pessoas a quem for offorecida, o mindem
capturar para ser pago do sua esperteza, e
quom somier do referido roubo, irija-se a
mesma venda que sor gratificado.
- Rogase a pessoa a quem fr ollorecido
um dedal de ouro lavrado.smente com urna
lislra liza, e com duasoitavas, do o mandir
entregar no aterro di Boi-Visla, no segundo
indar do tobndo n. 26; supp-se ter sido
furtadu por una preta escrava : quem o en-
tregar receben umi gratilicacSu.
Alugi-se o primeiro andir do sobrado
da ra das Cruzes n. 22, pin quilquer ho-
mem solteiro: 1 tritar no segundo andar da
mesma casa.
Na ra do padre Flohaoo, casa di es-
quini do beco do Serlgido n. 18, lia urna
a mi para casa do pouca familia.
(iasa de commiss3o de escravos.
Na ra Direita sobrado de 3
andares, defronte do becco de S.
Pedro n. 3 recebem-se escravos
de ambos os sexos, para se vende-
rem de commisso, nao -e levan-
do por esse traballio, mais do que
1 por cenlo, e sem solevar cousa
alguma de comedorias, oll'erecen-
do se para isto toda a seguranza
precisa para os ditos escravos.
Jos Rodrigues Sordos,alm do annun-
cio publicado no Diario do Pernambuco, o
que tem de ser repeti lo, pelo procedrmonto
quo acaba de praticar contra o annuncian-
to Manoel bilis dos Iteis, s alim de por em
iluvida o crdito e repulac3o do annuncian-
lo, sem que enlro osle e o dito Reis houves-
se causa justa do nimizade, quo provocas.se
ao Sr Res a intentar urna denuncia falsa
(como so diz) contra o annunciaule, espa-
ntando de mais a mais tor o annuncianto
vendido o seu rstabelecimento silo na ra
do Pillar cm Fra do Portas n. 120 assim
como mais dous escravos tudo da posse c
dominio 'o annuncianto ; o Senhor Reis
o minia sent sahe que o annunciaule n3o 1 i
?,z venda de na.la.o que est como sempre to, loja n. 3, vendem-se leilCinliOH
com a sua casa om gyroossim oque, o .m l()c cambraia pintados, para mao de
nunciante fnz foi urna sociedado com o Sr.
Jos Joaquim Concalves,cujo crdito, fundo|
-- Vndese urna ircta de meia idid,
com algumas habilidades, cosinha odiarlo
de urna casa, lava do ,-ah.io, varella, e hn
quitnudeira, por proco muito eommodo, o
motivo 1 or quo se vende se dir 111 compra-
dor: na ra da Roda n 52.
~ Vende-so una casa terrea om caixo,
com chlos propnos, e grande quintil, com-
prehendendo dous terrenos ceresdos de es-
lacas nativas, na ra de Baixo, em Olinda :
quem pretendar dirlja-soa ruada lloa-ilora,
taberna da esquina na estrada nova.
Os lllms. Srs. i'.' o laiiles do quinto au-
no sao convidados pan compnrem com o
dinheiro vista, litis encimadas que ser-
ven) para as suai c ras de bichareis em sci -
cncias jurdicas; fallem com o senhor Nibit-
co na loja de A. Colomhiez di rut Nova
tlraz da matriz n. 2
-- Vendcm-so por precos comino los,seis
bois de carro mullo mansos, lilhos do pasto
o novos : na ra Nova, loja de chapeos 11 52.
Na loja n. 2 da ra Nova vemiem-se ca-
sacas de panno lino a 16,000 rs ditas 1 20/
rs., palitos de casemiras a 20,000 rs., dilos
de panno de cores a 20,000 rs ditos de pan-
no de coros a 12.000 rs ditos de brim,ditos
de ganga, casemiras linas de cores ricos
cortes do selirp,bordados de varias coros que
sorvem para casamentos.
Vendem-se litas encarnadas que ser-
ven! para cartas de hachareis, commendido-
res do Ordem de Chrlsto, Rom, Cruz, irm3o
do i-is.oiito Santo : na rut Nova, toja n. 2.
Vendcm-so muito bonsqueijos do man-
teiga chamados do serillo a 2,000 rs. cada
um: na rua Augusli, taborna de Victorino
Jos Corris deSa.
.. Vende-se urna preta moca e sidia, en-
gommideirt, cosinhoiri, costureira, lava e
faz o mais erranjo de casa tem muito boa
conducta, e foi recolhida ; urna pardinha de
doz annos muito bonila, chegaltdo sertao
para pagamentos, o um moloque de seto au-
nos tambem poca na rua larg do Rozario
i). 35, loja.
Chita para cobirta, cor nxe a
2oo reis covado.
Na rua do Crespo.loja da esquina que vol-
ts para a Cadeia, vende-se chita pira cobor-
ta de novus padres e cor fixe a 200 rs. o
covad >.
Vendo-so um sobndu dous siidtros,
no alerro da Boa-Visli! a tratir com o dou-
tor Joaquini de Oliveirt e Souza, na rxesmi
casa n. 82.
A 1G0 rs. cada um.
Defronte do becco do Peixc Fri-
MUTILADO
e reputarj.o, silu pblicos c notorios, fican-
do desta manoira os fundos das duas casas
reunidos em maior escala : o o Sr. Reis que
tanto oxcesso fez para entrar nella no loi
admittido pelos dous socios : esta he quo he
a verdade, esla he quo he a queixa o a in-
disposic-odo Sr. Reis contra oannuncian-
le que na verdade por algumas ingratides
pralicadas pelo Sr.Reis contra a generosida-
de do nnunciinte foram causa de ser exclui-
do de ser socio. Agora para qua o commer-
cio, principalmente com quem o annunciantc
vivo ligado e depondenle.fique^erto do pro-
cedimiento a respeito dnannuiioiante; pelo
presente convida a todas as pessoas a quem
o annunciaule possa dever.a aprosentar suas
contas no seu estabolecimento na rua do Pil-
lar em Fra do Portas n. 120, ou na ruana
Cruz n. 53, a seu socio o Sr. Jos Joaquim
Goncalves, para immediatament seren pa-
gas e satisfeitas. O mesmo Sr. Manoel l.uiz
dos Reis he convidado publiciinonlo a apre-
sentnrasua conta dedeve cha de haver que
tem com o annuncianl, ilcandn certo que
tondO justo o verdadeiro o rosultado, a Oif-
ferenca que houver tambem s ra Immedil-
t uno te paga. O Sr.Reis seja franco enSo
uze de accoas indiscretas, muito princi| al-
mente quando nao he capaz de piovar legal
mente.
-- Precisa-se da um mostr ou n ostra, que
se aeho habilitado a ensinar francez c msi-
ca, num engenho distante deU praga no-
ve leguas ; annuncie para ser procura :o.
Aluga-se urna grando casa e sitio, com
todas as comino lidades e com rio no fundo,
na povoacilo no Monteiro: a tratar com Jou
Jos de Cirvalho Moracs, na rua da Cadeia
do Recife,
-A. Colombier, mudou a sua loja de al-
faiale com roup feita, para a quina atraz da
matriz loj n. 2, sendo sempre ineslre o
bnaileiro Manoel Jos Ferreira : ni mesma
loja acuna lem um sortimunt de palitos de
pao lino de cores.
_MW>------
meninas c senboras de muitos
bonitos desenhos, pelo baratissi-
mo preco de meia pataca cada umj
dar-se-ho as amostras com o com-
petente penhor.
A 120 rs. o covado.
Na rua doQueimido, delronle
do becco do Peixe Frito, loja n. 3,
vende-se riscadinho azul, com a
largura de tres palmos, pelo bara-
iS$imo preco de seis viutens o co-
vado; esta fazenda be muito recom-
mendavcl hos senliores cheles de
familia; d-se as amostras com
penhor.
Na rua Nova n. 27, deposito da
fibrici de Andrade & Leal
Acba-se vonda machinas para destilar,
alambiques, o serpentinas de cobre de lodis
as dimencOes, assim mais todos os cobres
necossarios para o fabrico do assucar ; tam-
bem neste deposito, ou na fabrica na rut
Imperial n. 118 o 120 so recohom encom-
mendas para qualquer obra de cobro, bron-
ze, ierro o lolba ; pro nolte-se toda 1 oxac-
lidSo e prestezt.
Vendo so um nogro moco, ponto co-
zinheiro, de bol conducti.o que se ilianca.
duas mulatas mocas do lindas figuras, 1 ne-
gra boa cosinhoira, o muilo rohusli e sibo
lavar roupa de sibao e varrella, un mulata
sorrador, e dous negros de tribilho de en,
xada : na rua larga do Rozario n. 22.
- Vende-te Ires oscravos sendo I molilo,
de bonita figura, negro cinoeiro e urna
neg'a cosinhoin.todos de bonitas hgurts: e
tratar na rua da Cadeia do Recife n 7, loja
de miudezas de Antonio Lopes Pereira ua
Moli.
I
1
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i :
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XCIDDKDF.I'MMN.
^\\ycAVCW\t<'uv\t ,VY,
Hita do Oollegio n. 4
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa o respeilavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seus fre-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
mu i intento dos molhores chapeos -de sol de
seda, quetem finio a esta praca, proprios
para a estacAo do invern, e para senhores
do engenho, por serem muito fortes ; sor-
timento de chapeos de sol de seda de dife-
rentes qualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sorlimenlo do chapeos de sol de seda
para senhoras, de todos os feitios elama-
nhos, que vende muito em canta ; ditos de
ranno para mrninosde 1,500 a 3,000 rs.; di
los para liomem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande eescolhido sortimen-
lo de chamaloles, sedas e pannos om peca,
para cobrir armaco, s servidas, baleias de
indas as larguras e tsmanhos, para vestidos
e csparlilhos para senhora j fazom-se um-
brllas para Igreja; concerla-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos de sol, tildo por
muito menos preco do quo cm outra qual-
q"" Pr^_VadeA;em*pMrfoN a'ieta-
Iho.^^Q"nesmo eslabelecimeuto acha-se
"X bonito sortimento de bengalas.
2,000.
Vendem-se cortes de lirins trancados cs-
curos de puro linho a 2,000 rs., dito de pele
rio diabo a 900 ou 240 rs. o covado, cortes
de camhraia de salpiros de cores e brancos
com sete varas a 4,500 rs. o corte, c 720 rs.
a vara : na ra do Crespo, loja n. 6.
Moinbos de Venlo
com bombas de repuxo para regrar hortas
o baixasdecaplm na fundiclode I). W. Ilow-
iiian : na ra do Ururn ns.6,8olO.
CHA 1'llfcT
Vende-se superior cli prelo,
em caixas de 3o libras cada uma :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra dn Amorim n. 35.
ABADOS AftllilUCAMOS.
Vendem-se arados ame- +
I ricanos, chegados dos Esta- |
dos Unidos, pelo barato pre- 4
50 de 40,000 rs. cada 11 m: na
. ra do Trapiche n. 8. +
??v ?**.*****?**
-- vendem-se oitenla res de roqueiros
em bom estado de so plantaren), a 200 rs.
cada pe ; na ra do Queimado n. 57.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
No armazemde J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Deposito No armazem da ra da Cadeia
doUecil 11. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
sim como potassa clicgada ullima-
nicnte, a precos muilo rasoaveis.
Armazem de vinlios.
Na ruada Sentada Vellia n. 48,
vendem-se vinlios de Lisboa e Fi-
gueira, dosniais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 e 240 rs. a garrafa,e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-sc a provar, e para ver da-
se a beber ; he haratinho, a elle
freguezes que he bom vinlio.
Deposito de cal virgem
Deposito de panno de algodSo de
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido pannoMe algo-
dio desa fbrica ; e'm pessa, a
vontade do comprador : no escrip-
torio de Novacs & Companhia, na
ra do Trapiche n '.\\ .
Moendas superiores.
Na fund:c,8o de C. Starr& Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas deferro. e um modeloe
coiistriircSo muilosuporior
Vendem-se asseguintea sementes:
nabns.rabanos.rabtnetes encarnadose bran-
cos, sebola, couve trinxuda alface ala-
ma, repulhuda,chicoria, senoulas, feijSo
cirrapato de tres qualidades, crvilha tona e
direita, fava, coentro de touceia, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
sahoia, e mustarda : na ra da Cruz n. 46,
defrome do Sr. doulor Cosme.
A 240 rs ocovado.
Defronte do becco do l'rixc Frito, loja n.
3, vende-se cassa chita, cores fixas, de lin-
dos padrOes, pelo barato preco de dozevin-
tens o covado j bem como chitas baratas
o outras fazendas mais.
a 280 rs. o covado
Defronto do beejo do Peixe-Frito, loja n.
3, vende-se alpaca de algodSo pelo barato
preso de quatorze vintens o covado; esta
fazenda lorua-so recommendavel nao s
Data, veslidos de senhora, como tambera
para p'ahiu e caS-*lffS?.'a,V-;-"' ;
4
Mercurio.
Vende-se mercurio do primeira sorle: em
casa de Augusto ('.. de Abreu 1 na ra da
Caileia do llrrifr II. 48.
Corles de brim d puro linho.
pa ra do Cri-spo luja da esquina que vol-
ta prra a cidria, vonde-secorles de calc.a de
brim de quailros, e listras do puro linho a
1,280 e 2,000 i s., dito inteiro pardo a 1.280 c
2,000 rs. o coi le, riscado de linho de lislra
a 720 rs. o coi te.
Com loque de mofo.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se chitas escura* com
pequeo loque de mofo a 5.500 rs. a peca,e o
covado a 160 rs.
Cambraias de salpico bronco e de
cor lencos de cambraia de
linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para acadeia, vende-se corles de cambraia
de salpico braoco a 4,0C0 rs., dito do cora
4,500 rs., lencos de cambraia de linho a 500
e 60U rs. cada um.
j#V?Wf** fffffVVO
* A 4,ooo rs. o corte.
'> Vendem-se cortes de lia
jj para vestido de senhora,com
I i5 covados, de cores fixas e
. desenhos muito modernos ,
j* f.zenda mais barata do que
chita c demonstra duracao :
t9 ms ^lo Crespo, loja ama-
relia n. 4>-dc A. F. I'e-
<

s
enligo deposito de rape princeza^ reir.
de Gasse do l\io de Janeiro lOdAAAAAAAAAAAAAAAAAo
C Vende-seunscanleirospara pipase um
grosso, meiO grosso e lino na deposito para sal ebarris deazoitodecarra-
rua da Cruz do Recife n 23. pato vazios, ludo por preco commodo: na
, l'ereira da Cunha, encar- \~ZS!^~S^
Espedios
Na ruada Cr\iz n. 20, casa de Avrial Ir-
mSos& Companlua vendem-se ptimos es-
pelhos, com moldura, e sem ella, chegados
ltimamente da Franca, por preco dimi-
nuto.
Farinha de mandiocas 1,000 rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior: n ra
do Amorim n. 35.
Do Chile e de Italia.
Completo sortimento de chapeos do Chil-
le.os niclhoics em alvura e durac que tem
viudo ao mercado, e por precos muito ra-
reeada deste deposito scientifica
aos consumidores deste rap, que
para mclhor serem servidos seus
pedidos, tem estabelecido ser pr-
vido o deposito mensalmente com
remessas fitas pelos vapores da
carreira, e assim poderao seus fre-
guezes ter rap muito resco, cir-
cumstanciaa mais esecncial ; sup-
Di ido pois regularmenle este de-
f e i [Tinaoo mercado
psito com rape assim nesco, ne .zoaves, diios de Kah'a para hompnsas
naiaaflirmar que esta boa pitada nbons. sendo estes ltimos ptimamente' u'e'Se"te'm viso"neste
1 ____,i i t-,i-_ 'aiiparelhados : na loja e fabrica de chapeos rec0 j0 3 oOO rs : diti
se lomara recommendavcla todos ;d/prg, ,,, lndependencia ns. 24,26, e 28. SKu'rUun.. i.
os tmenles : os precos sao os de
sen principio estabelecidos de 128o
rs.,asduas primeiras qualidades
e 900 rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Von,!,. e ral vir Vende-se cal virgem em pe 1 m e|le9> ludo por pre(0 muil0 commodo;
dra. cabeca de cameiro : no ar- \a loja e fabrica de chapeos da praca da In-
* ... .. i.__j^^.i. na .11: .. nfi
A Amazona.
Chapeos de seda para as senhoras passea-
rem a cavallo.e mesmo a p, de nova moda,
e muilo beui onfeitados, bonets ao panno
para senhora.s e meninos, de todas as quali-
dades. chapeos de. caslor de differentes co-
mazem de assucar da Viuva l'e-
reira da Cunha, na ra da Cruz do
Recite n. 23.
i
?

Vendem-se boticas homeo-
pathicas de 3o medicamen-
tos, a 20,000 rs., e a quarta J
ediccao da prstica elementar ^
em 2 volumes, vindos do Rio 8
de Janeiro, da botica cen- 9
trol, da ra de S. Jo;c n. +
5g declarando que sao as J|
verdadeiras boticas bonico- a>
pallucas: na na do Crespo,
loja amarella n. 4-
dependencia ns. 24, 26 e 28
- Vende-se um escravo, crcoulo, de ida-
de 28 annos, o qual cntende de canoeno e
de cmbarcadico, o mesmo prefere ser ven-
dido para o misler deemb >rcadi?o : na ru
do Trapiche Novo n. 4.
Para debrunr palitos.
Filas do superior qualidade, o diffcrenlos
padrOes, e larguras por mo iico proco na.lu-
jacrahricadechapcosdapracad.lndi'peii-. -, tem um nello
dcncia ns. 24, 26, e 28, { val? >0''0 l,n um l1c"
Na loja das seis portas
Tem bonela de vilodilho pintados,que Iroca
por uma pi taca ; s os aprecia quem quer
estar a fres-a em casa.
Na lija d 19seis portas
vendem-se manteletes de fil pietos, 4,000
rs.; barretinas de palhinha francesa a 1,000
rs., e bordadas a 3000 rs.
Panno prelo fino a 2,600 rs.
o covado.
Vende-se panno preto lino, a
2,5oo rs. o covado : na loja de
Flores 6c S, na ra da Cadeia do
ltecite.
Vendem-se dous c oncliz uma carau-
na muito mancos, quecintam na mo : na
travessa da ra B-Ha, cocheira n. 2.
Vende se um paiol para dopozito de sal
com suas competentes mo lidas, proprio pa-
ra qualquer pessoa quo de novo ae queira
estabelecr em dito genero: oa ra Impiial
n. 31.
Vendem-se aaccas com farinha do man-
dioca, chegada do Ccar, a 1,600 rs., e em
lotes de 10 suecas a 1,500 rs.; no armazem
de Gnva Das, defronle da escadinha da
alfandega.
No deposito da fabrica de belii las espi-
rituosas e se n espirito, de Joaquim l.obsto
l'crrcira, na roa da Senzalla-Velha n. 110,
vende-se espiritodeSSJ7gra.osf wn.gran-
dos e pequea^ porrjOcs.
M n tiv.is baratas na loja pernam-
bucara.
Iiiyn's de pellica de IkVis qualidades
brabas e de cores, tanto para homens com
Pifa senhora, a 5oO rs. c 1,000 rs ; ditas d
t<>ii\'l, ditas de seda, ditas de algod3o, li-
tas de velludo de diversas coies, lisaseaber-
tas, com flvellas douradas e de madrepero-
la, agulhas francezas, bicos e rendas mui-
to Tinas, ligas bordadas, livrinhos dourados
com espelhos, que servem para guardar aau-
1has, trancas de seda, p'ims de ac flnissi-
iii.i-, capachos a 480 rs., compridos e re-
dondos, caixas I vnlrn para guardar joias,
as mais bonitas que tem vindo; e outras
muit lidades e precos agradar.lo aos freguezes :
na ra larg< do rtozario n. 14.
Vende-seo engenhn Po-Smgu, sito
na comarca do Itio-Formoso, a mrgem do
Rio Sorinhaem, moente e correte, de gran-
de prodcelo, o boas matas : quem o pre-
tender dinja-se a ra das Larangeiras, so-
brado n 5, das 6 as 9 horas da manti'.e
das 3 as 6 da tardo.
No Passeio Publico n. 17, loj 1 de
portas
Vendem-se chales de lila c se la o mclhor
mercado pelo hirato
tos de lila a 1.G00 rs
000 rs., cortes de cas-
sa-clnta, bonitos padrOes, a l,800rs. ; chi-
tas para cobertas, cores fixas e bonitos pa
drOesa 800 rs., o covado; ditas para ves-
tido a 160 e 200 rs.. o covado ; moias
cruas americanas para liomem iluzia
2,200 rs., pr 200 rs.; b ins de Irtiho pro-
prio para palitos, a 240, o300rs., o cova-
do; cortes para col-de de 13a e seda a 800 ri.;
h'iii,'inlms para m3o de senhora com bico em
volta a 280, e 320 rs., e outras mullas fazen-
das por precos comodus.
h 4)000 rs.
Vende-se panno fino pre- i
Sto verde e cor de caf, a a
t 4,000 rs. o covado panno *
este, que cm sua qualidade ^i
-
.:
i.
Palitos a 12,000 rs
Vendom-sn palitos feitos, de panno mes-
ciado, pelo harnlis-imo preco de 19,000 ra.
cadnuin: na ra doQueimado, loja do so-
brado amarello n 29.
Palitos feitos.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro
cantos, da roa <4o Queimado n. 99, continua
a haver um completo sortimento de palitos
de panno fino, e por preco nv.iilo commodo.
-- Vendem-se duas mulalinhas de 9 a 12
annos, sem-icos, tendo tima principio de
costura; I preto de bonita figura, de 22 an-
nos pouco mais ou menos: na ra da Cadeia
do Reciten. 19, su mostrara.
Vende-se uma parda boa engommadei-
ra ede todo o vi vico de casa : na ra do
Aragfin n 35.
Vende-se umabslanca grande, autor
RomUo, com seus competentes pesos, assim
como um deposito de folha do (landres, que
pode servir para qualquer qualidaie des-
loo : na ra larga do Rozario n. 36.
Vende-se um mulato carreiro, moco ,
de bonita figura, por preco commodo: na
ra das Cruzes n. 40.
Vendem-se as modernas I
chitas francezas, de lustro e
1 ramage, desenhos da ultima
moda, a 2 4o e 3oo rs. o co-
vado ; na ra do Crespo,
loja amarella de n. 4? ('c
Antonio Francisco Pereirc.
wtw&wwwJniww < (
-___ -Verrdc-se a cxcefient J'po-
graphia bem montada, lanto debonspre-
los, corno de lypos : quema pre-
tender, dirija-se a ra da Praia
yOT Pililos feitos. _f!^
Na ra Nova n. S, tem para vender.
palitos de panno verde e preto muito bam
feitos, mais barato do que em outra nUli.
quer parte; a clles antes que se acaben!.
Na ra Nova n 26
Vendem-se sapalOea de couro de lualra
pelo diminuto preco de 2,500 rs. o pr a,
lovirados a 1,600rs.; a ellos OtetqUM
aeabem.
A 5,ooo rs.
Superiores chapeos de sol de seda insu.
zes chegados pelos ltimos navios, peloV
Tinulo preco de 5,000 rs. cada uma rui
ra do Collegio o. 4.
Vende-se, permuta-se, ou arrendi-u
a propriedade do passo de Ciqula, com nua
uma legoa de torra de plantacSo, com bj,
xas para todo verSo, pasto para gado, ,,,,,
tro boa casas de lijlos envidracadas P"
trioaria e casa para pretos, g'ande iL.
z-m de lijlos com guindaste, olaria ,. fo'
no para dezaseis milhtiroa de lijlos, lenh
de mangue e capoeiras para susienla'r dou.
fornos, qualro viveiros promplos rom nei
xes, eoutros por apromptar-se, e lugaraj
proprios para se fazer o que quizer t.
pouca despeza, e a vista dos pretenderla!
se far ver os rendimentos que tem esh
propriedade, e o mais que pode dar: quem
pretender dirija-se a ra Nova,cain 39
do seu proprietario Amaro Concalves dos
Santos.
Vende-se um pequeo sobrado d dnu
andares, sito no principio da ra dn Caldei
reiro, contigua a do Santa Thereza.om cliJo
proprios, e faz parlo do mesmo sobrado duas
casas no fundo, e uma cocheira, o que ludo
M-nde ,r enslmente 55,000 rs. rilis ren-
der porqu pncheira tem solfio e ostribi-
ria, e nSo osti alugada om proporcSo do sea
valor. Esta propriedade se vende poi com.
modo preco.c se recehe em pagamento apo-
Mees da companhia de Beberibe por seu v.
lor real, isto ho, apolices de cincoenu por
n 55, a tratar com a Viuva Roma. \SXgf* estej.meli.sporgu.rea-
Vendem-se osas terreas e Rita n. 37.
de sobrado, sitas nos bairros de S.
Antonio, Boa Vista eCapunga: a
tallar com o corretor Miguel Car-
neiro.
Ancoras para navios.
Vendem so em casa de Ricar lo l'.oyle, na
ra da Cadeia Velha n. 37, ancoras de supe- l
menos : trata-se na ra de Sinti
Cesso.
Vende-se gesso em barricas, chrgado l-
timamente : em casa do l-Kellert Compa-
nhia, na ra da Cruz n. 55.
Vende-se um oscravo, pardo, que ra.
presenta ter 18 annos de idade: na ra de
I i vr.iiikmu i, sobrado n. I, primeiro andar
que faz vista para a ra do Itangel.
-- Vendem-se sete casas na Cspun>i,m.

Cunha & Amorim, na ruada Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prc^o do que
tiii iiLiiiri quaiqnu parle.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velhn, n.
12 existe uma pequea porg3o de potassa
americana, chegada recontemente quepor
superior rivalisa com adaltussia: veude-
se por preco razoavel.
Agencia de Edwin Waw.
Narua de Apollo n. 6, armazem de Mo. Cal-
montSt Companhia, acha-ae cousiaiKemenle
liona aorttinenioft de taixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiaalodaade ferro para animaea, agoa, ale,
ililas para armar em inadcira de lodos os ta-
manhos e modeltos o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com lorja de 4 cavat-
ina, coticoa, pasaadeiraa de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que os
decidir, eacoveoa para navios, ferro iogtez
lantoem barrascomo em rcosfolhas, eludo
por barato rireco.
IX posilo da fbblien le Todos os
.auto- na lialiia.
Vende-se,em casa doN. O. Iliebcr& C,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado a-
quella rabr ira,muiloproprio para saccosde
assurareroupadcoscravos.porprecoeom-
modo. .
Vendem-se lonas, brinzSo, buns, e
meias lonas da Russia ; no armazrm de N.
O. Biebor & Companhia, na ra da Cruz
n. *.
-- Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
se CMua do iiiBlu-cnsimira de pura ia, c
gostos muilo bonitos, pelo mdico preco de vendem
2,560 rs. o corle; brim pardo de linlio, su-
perior fazenda, a 640 rs. a vara.
muito fino, cor lixa prova
de limo, e j espcrimenla-
do, venham os freguezes ver
e comprar que encontra-
raiii a verdade : na na do
Crespo, loja am i relia n 4
de Antonio Francisco Pe-
reira. j
- Vendem-se novas Cussas chitas dn lin-
dos gostos a 2,240 rs. o corte, cassa de qua
>
farinha de mandioca
Vende-ae, por prego rasoavel, la- ^
i inh.i de S. Matheus a mais nova <-.
que 'existe nesta mercado : na ra ^
da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. ^
ACLNCIA
da liinilicao l.ow-.Mooi.
RA DA SKNZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na ahaverum completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ta dito.
A 120 rs. cada um.
. Na ra do Queimado m. 3, defronte do
beceo do Peixe-Frito, venJe-se lencinhos
de cambraia pintados, para m3os de senho-
ras, pelo baralissimu preco de seis vintens
cada um.
Vendem-se os verdadeiros solios in-
glozes, patente, de molla e sem ella : na
ra daSenzalla Nova n. 42.
~ Vende-so mermelada nova, vinda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. Dr. Cosme.
Vendem-se relogios de ou-
ro epr&ta, patente ingiez : na ra
da Senzalla Nova n. 42.
Arados de ferro.
NafunditOoda Aurora, em S. Amaro,
vendem-searadosdeferrode diversos mo-
delos.
De castor finos
Superiores chapeos de castor brancodo M
formas modernas, e muito leves, a 10.00J
Ira., su,oriores e modernos chapeos de seda|H
rancezes, a 6,400 rs., na loja o fabrica do jg
chapeos da prara da Independencia ns. 24, i g
26.C28.
De castor a G,ooo rs.
Chapeos de castor brancos inglezes, de bo-
nitas formas, a 6,000 rs na loja e fabrica de
chapeos da praca da Independencia ns. 24,
26, e 28,
Oleados para mezas.
Vonde-se oleado pintado, do muilo boni- dros lina a 280 rs. a vara: na ra do Crespo,
los padrOes de quatro a dito palmos de lar- (loja da esquina quo volta para a Caleia.
gura, epor preco muilo barato na praca da Vende-se agonrdenlc dec.n-
0,d5Seild.nci' ",,a f"'"Ca d Chi,|"!',,, "S" !na de iperior qualidade, extraida
24,2b, e 28. I 1 1 1 1 ex
Vendem-se 2 alambiques de i do caldo da caima, cm garraloes
carapuca e novos, por melado do'de 3 caadas, muilo proprios pa-
valor, 'poique ordinariamente 80 ri mimos nara a Unropa : na tra-
na ra Nova, loja de fu- i vosa da Madre de Dios n. 4 e G.
,u Vendo-se uma taberna, com poucos
UieilO n. OO. fundos, sita na estrada nova da Soledade ,
Militas" fazendas por pouco dinhei- To Ja attencao ao baratero que vai para o Manguinho: a tratar com J.
jiiin. 1 r j. Tasso Jnior, na ra do Amorim 11. 3o.
ro na roa do Crespo n. 6. Ihia do Crespo n. i4, loja de .lose Vcndem_s na do ijresno ,
Cortes de brim escoro do puro linho a Francisco Das loia amarella n /. d Antonio
l,440rs.,ditosdelistradobomgostoa2,n00 i Kxhle vm delicado sorlim-nto do linissi- '0Ja """ n; 4 de .Jnlonio
rs., dito amarello a 1,800 rs.risc ido de^11- sim,schit8g jocores com salpicos. os mais francisco l'ereira,
nho proprio para calcase P*']J^b" nnr'*" (lindos gostos que tem vindo ao mercado a chapeos do Chyle, os mais linos quo tem
covado, panno finn preto a 3,000 ,ooors. o 240 rs. o covado, ditas cores de vinho e ce, viudo a este morcado, tan'o para liomem,
covado,pessas de chitas csciirasco-n jo co- ,,. B|B*i),tl de novos desenhos e cores como para senhora andarem acavallo.
vados a4,500 5,000e5,500rs.,cambr,l.u-e ^ JUasdedif- l,ldif]g
flores com 81|2 varas a 2*00 "Ors. pes- rerenles ,i()ai|es t60 ri, 0 CV|0, finis- urna oc 1 incba
sa, neos de cambraia de linho a 400, 480, B|kaa de todas as cores a 640 rs o Meum? Pcc"'ncl",
e 560,s. propiios para m3o,riscados assen- """'"K"//^ (ios de seda e de novas Ven, e-se a d.nhe.roou ..raso a pa.lana do
j---------. covado, cutas com 110* e laraa <* argo das Cinco l'onlas n. I54,assim como se
coros .1,000 rs., d.tas pretas com ores nece9,ariosupprlllU!nlo d0rrinhas,se o
imitando ci.malote de seda a 1.100 ..0 to der StrnulB garanta ; lam-
covado,corteada"-mrideJieIgodao bem,,M.rrenai., lralarcom, ,. TlM0 Ju.
de lindos gostos a 1,600 n. oerta. os mal 35
super.ores br.ns de poro linho e dVr(<|Uto- .. Vendem-se dous concliz e .1
rior qualidado, e por commodo preco. | do tres de ponto alio das posturas da cun-
Vondem-Si! superior champagne,vinhos ra ; uma que lem uma grande taberna ,>
finos engarrafados de diversas qualidades,; rende 12,000 rs. monsaos; outra qu> renda
II uieihi muito encorpaJa, e bolachincha de 8 000 rs.; e outra que tem assougue c rende
ptima farinha, chegada ltimamente de 6.000 rs. ; e as qualro de tupa que renden)
Lisboa, por commodos precos : na ra do j 20,000 rs. por mez, eterno oitSo do leste da
Vigario n. 19, primeiro andar. pedra e cal, o tojas as casinhts fra, (eilas
- Vende-so uma cadeirinha de arruar, de pedra e cal, com duas cacimbis; tu losa
em muito bom estado, de gosto moderno, vende por 4:000,000 de rs. obrigandosco
ricamente dourada, com caixilhos de vidro,' vendedor a murar ludo om volta, c fZT
forrada de damasco de seis, com corrame forno para pidaria, fiara o que tem excellen-
do mirroqulffl, fardamento o chapeos com te quintal, em chaos proprios: a fallar com
galriei de 011ro fino, tudo no mclhor estado Francisco ,le Fr. itas 1 amhoa
possivel: na ra Velha n. 57. i^BI^^BIKSBSB^BtSKaSKBBSSBB^
Vende-se uma por?3o de barris que foram! CaSCraVOS tUglOOS.
de oleo, bolijO-s do barro empalhados.nan- .. "
dres de diversos tamanhos, etc. .aquan-' JJesappareceu no dn 8 do
tidadeq-B o compradora quizer, por pre- presente mez, um escravo de o-
cos commodos: na ra larga do Hozarlo ,
,, 36 me Jos que representa ter 4''
Vende-sc um ptimo molequo, creou- annos, grosso do corno bastile
. ,1c bonila ligura, com 19 annos.ber" *-
cado, sem vicio algum, muito 1 niel I

lo. de bonila figura, com 19 annos.bcm odu-__,_j. ~ r..i_ _;_ _i... 1.
muilo intclligente gordo, meto fulo; nariz chato, de
para todoservi?o, iem algum principio do nacSo, tem urna perna groSsa, um
connha, por preco commodo : na ra do Ll- .,i .,, <,.,. m ^.,.
vrameuto, Inj-i n. 19.
.Na ra Nova, loja n. 2
escroto grande, que estava em cn-
irativo, levou vestido orna calca a-
lia um sortimento d caic .do para homem m\ de ganga, camisa branca, cha-
e senhora, dito para meninos, chapeos Tran- > 1 <
cezes finissimos, ditos de mjninos; ven- peo de couro, foi escravo do capi-
dem-se smeme a dioheiro vista. taozinho : rog-se as autoridades
Cigarros de pallia. Ipoliciaes e cnpites de campo, a
Na ra do Collegio, vendo n. 12, ha um '
sortimento de cigarros de palha. vin los ul- ciplura do mesmo a entrega a
timamente do llio de Janeiro, os quaes so seu senlior, na ra da Madre Dos,
vendem tanto em porcao como a retalho. ; joa ;, da Si|va Lo M#
Mp/'||| [i'll'tS
rva iwaaoaFi ._ Oesapparerou do engenho Fragoso 'er-
Vende-scum rologio de.ouro, com utn mode Olindn, o preto de nome Cuilherme,
correntSo de ouro de le por 50,000 rs., e: de nac8n bem |adino,estatura rcgular.mein
sapataes de couro de lustro por 3,000 rs ou corpo Dem pretu; quem o encontrar leve-u
por menos alguma cousa.e sapatos de mar-
roquim para senhora pelo diminuto prego
de 720 rs. o par na ra Direita, loja nova
de calcados n. 50.
Cal
1 ao referido engenho, ou a ra da Aurora.
,11, que ser bem recompensado.
Boa gratificarlo.
Cralifica-so com 50,000 rs. a quem appre-
hender um muleque crilo, por nomelli-j
virgem
Vende-se ral de Lisboa a mais nova do:guel, de idade de' 15 a 16 mu"-, fugnio
mercado: na roa do Vigario 11. 19, primei- j desde sexla-leira 28 de maio prximo pas-
an lar, escriptorio de T. do Aquino F'onseca sado.de gancho ao pesc-njo.secco do corpn,
& Fillio, ouna ra do Trapiche, amazem de cor bem preta, beico inferior grosso, coin
Antonio Anunin Fonseca i marcas de chicote pelas costas, vesti lo de
Vende-se um cavallo, cor castsnho.no- camisa dealgodSo branco com mangis cur-
vo, bom esquipa lor, ocarregador, por pre- 1 tas, calcas de algodSosinho de listras azues;
co muito commodo : na ra o Vigario n. 3, ho bastante ladino, lem falta de cabellos ni
Tudo sao pechinchas. cabeca Pr tcr ,ud"do venden lo frucU,
,, u. ,,..,..,,... mandioca, macaxor pela ra ; este mole-
Vendem-se chitas linas a 120 140,160,180, qul,ld|hc f,||im* est semprecomm
?^r-^0T"?..P 5,500. 6,500, ,1 7,000 rs.
ta de cor '
brim d
moio covad
a 1,800 rs., fazenda de multa durado P'8 as autoridades policiaes, capiUes de campo,
lados em algodSo muiloencorpado proprios
paraescravos a 160, 180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muilas mais fazendas por preo com-
modo da loja cima referida.
Vendem-se amarras doferro: na "la da
Scnzaita Nova n.42.
Vende-se farinha de mandioca, muito
boa o nova, a 1,600 rs. a sicca : na ra da
Madre de Dos, venda de Clemente da Silva
Lima.
Tahas para engenho*
Na fundico de ferro de D.
W. Bowman na ra do Brum,
passando o chafariz contina a
haver um completo sortimenlo
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes ncham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezos ao com-
prador.
A Igodao para roupa de escravos
Vende-se algo dSo muito encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaria a 140 rs. a jarda ; dito
limpoa 180 rs. : na ra do Crespo n 5
Sorlimentos de panos finos c case-
iiuni.s de todas as qualidades.
Na ruado Crespo loja da esquina qti vol-
ta para a cadeia,vende-sc panos linos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez muito superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verdea 2,800 rs. dito a ul a 2,880. 3,500,
4,000 o covado, rortea de calca de casemira
prela entestado a 5,000 e 6,000 rs., dila fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000e 10,000 o corle,
e outras muitas fazendas por preco com-
modo.
simas cores a 1,280 -s a vara l,r ns de PUJO n, m Um ,
"fe* !S? Z ..PerH.i,: tr.vessa da ra Bella, cocheira n. 2.
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras Tj -ju
bretanhas dej-olo do 10 varas a 1,800 rs. a Sentido! 3() A he 80 pe do HozaziO
pega, idem de 5 varas, lateada muito encor- de Santo Antonio.
pada a 1,000 rs. a peca, assim como muilas Q.jem le man(iou estedoce? I'erguntavu
outras fazendas que se vndenlo por muilo em ,lnla mcsa um hus,,fijfi a seu amigo ; de
menos preco do que em outra qualquer Unlos Bmg0g> ajnja nenhum me mandou,
Pa,tei -. -, u que se compare com este, llie tornou o ami-
- No Hotel Itecife, rua do 1 "piche n. 5 _\, em abono d, Tcr j,do qu0 so jndl 0 sa.
vendo-se farinha de mandioca por 2,000 rs boril. jg(Ja| esl8i comuradoao J. J. Men-
a sarca, he multo nova e de boa qualidade des da s,|ya 39 A da ru, rstreita j0 Ro-
-Vendem-so esteras ,le pama dcc-amaii- zarjo ami0 s.tisfazei o appalile que este
ba, regulares e grandes, de 2 varas de com- ,a foi con,p,ai|0 ja tambem por me o terem
primento; chapeos de palha a8,000 rs. o .Dfurmado. (jariJSimos leitores.sendoo hos-
cenlo; pellos de cabra a 20,000 rs. o cen- pede meu amigo,communicou-me o que re-
to, chegados agora do \i- i> : na rua da
Cadeia do Itecife n. 49, segundo andar.
Sapatos .'
Acabam de chegar do Aracati os 11,ais
lato cima, c eu pura que o respeitavol pu-
blico possa apreciar a boa qualidade e ditr
crdito a sinceridade com que Ihc fallo, os
convido a qje venham antes que so acb
apreciaveis sapatos de couro branco. O junlamentea muito acreditad* hol.nchinia
forte cabedal de que sSo feitos,a batida sola, de araruta.biseoitinhos.fatiss, e outras mui-
e a moderna orma os confunden! dcpois de tas qualidades, como sojam ainendoas con-
engraxados com a hela graxa de lata do Sis. folladas na Ierra,bolinhos francozes e amen-
S. Masn com o calcado melhor da Europa, doaa finas de cores, ludo por commodo pre-
elles se vendem a 800 rs. o par, e a graxa a rflo, como ho de costume no 39 A.
120 rs. a lata, ora bem,isto chega a lodos ; e Vende-se marmelada em latas de qua-
recommendar a compra deste calcado leito tro libras n 1,280 rs. ;' de duas libras a 800
no paiz ho duvidar da proleccflo que se tem rs. ; sebolas de Lisboa, um molho 1,000 rs.,
desenvolvido a industria nacional; he por is um cento 1,280 rs. : na rua das Cruzes, pri-
so que se avisa a quom os quizer va na rua meira venda pintada de azul,
rua larga do Kozario luja n. 35. -- Ven le-se um excollcnto quarto, quo
Vendem-se bengaUs de legitima can- n.lo tom anda a segunda muda, e muicar-
na da India, de diflerenles grossuras a nudo, com tolos os arrcios quasi novos pa-
1,200 rs. cida uma, con.lecas de grandes o ra montara, tambom se vende sem arreios ;
pequeos tamanhos, por preco* muito ra- na Estancia,casa contigua a cap, lia,defron-
faienda por precos extraordin.r ament 28 ,u8eram-se, no di. ..
baratos: na loja da estrella da ruado Que.- Q pretoAn,onio de n',cSo c,binda, e>
nado n. 7, confronte ao becco do Peixe regula cabe||0, um pouco brancos,
Frito.
Voltarcte.
Vendem-se c-irtas finas para vollarete pelo
barato pre^o de 500rs. o biralho: na rua
do Queimado, loja n. 8, dofronte da botica.
Brim trancado de puro linho a 320
rs. o covado.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para cadCa vendo-se brin trancado par-
do de linho puro a 320 rs. o rovado.
JNa loja das 6 portas.
Chitas escuras a seis vintens, sete, meia
0 do passido,
taturi
chut)
do corpo e muito cabelludo nos peilos, rus-
to carregado; c.ostuma om suas fgidas fre-
quentar a Solidado, Manqumho e Aug-
dos, e em sua ultima fgida foi pegado no
engenho Cuca districto do Rio Fono a
no da 13 do crrenle o preto Alexandre, d
iiHe.lii s. I 'ho.ne, alto, corpo reforjado, e
alegre, e ja foi escravo do Sr. Bolly o do
fraucez Melequer, morador no Rio Doce, lu-
gar que o mesmo escravo costuma 'requin-
tar as diversas fgidas que ha (eito:
roga-seas autoridades policiaes e a quem
quer que delles der noticias, dirij3o-s
zoaveis: na rua larga do Itozar'o n 44, loja te do s-nhor (lardoso Ayre*.
oaveis.
MAflftttM I MMMMMMlaWM
Aviso para qnein quizer. :D
A. Colombitz avisa aos seus i
| freguezes da sua loja de al
| faiale, com roupa, feita que
I transferio para a da esquina, a
que esl o Sr. Nabuco,sendo |
i semprc o m .slre daofliciiu o j
g brasileiro Manoel Jos Fer
1; reir. Na mesma loja aci
i .i 111 vurniirH iini i-niiiMlaf
E
-- Na rua das Cru/es n. 22,S" iaftUBWISl
vendo-se urna parda de 30 a gundo andar,
... ^__." iuis rom t-
tem sempre um coint
sortimenlo de roupa fe.
to
esquerdo quebrado na munheca, cabelles
pelos e grandes, bem fallante, o qual po'6
serque queira inculcar-se de forro, lo'"1
cale azul de algodSo, cainisi de algodo da
listia, quando falla aporta um pouro a lin-
gos entro os denles: quem o pegar leve"
rua da Cruz do Recife O. 33, casa do l.uii
Jos de Sa Araujo, aonde se acliava pan se'
vendido, que se recompensar.
50,000 rs de gralifi aco.
Do engenho Santos Mejiiles, no dia 13 de
junbo, auserUoi..jiTa escrava Maria.de S5
anno, cr5tj|a7"fulal de boa estatura, e lioar 1
''"Effi^oVps carnudos, lem alguns cabello'
buco, bem ladina, com desembarace
falla trajos, sai. de Chita eqwrnidMIl*
c3o de cass., ch.lo de la rouxo, pde
_ __j__ j_ .> ... mi _
foi
de mindozas.
ven te-si um borro muito manso, gor-
do e novo, por preco muito commodo : na
cocheira da rua da Florentina.
' das as habilidades, uma prel
Vendo-se, no escriptorio dos senhores bonila ligura, vende.Icira dej
Carneiro da Cunha i Companhia, na cidade ma quitan Icira, urna i'.ie '
dal'arahiba, osuperor rap l'aulo Cordei-' com algumas habilidad?"-
ro, chegado ltimamente do Rio de Janeiro.' de 22annos, proprio para
r#
MUTILADO
mos, rom lo
a da costa, de
fazenda e opti-
i de 40 annos,
um escravo,
servico
dar o Trajos'; o andar da dita negra lie alltf
duro, e he destareJa, entej p. <';.,
vista na ribeira de l'ao-o Albo : rog'
ap,,rehenc3oda mesma oscreva.J -11""
gno dito engenho o., neat. tUtj*f,
"a do Coinmerc.o n. 0, a Manoel lgnB
Oliveir.
PEBM. : TtP. Ot M F- uF- rUl.
_ ISM'


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