Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03709


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Full Text

Anuo XXVIII
Quinta feira 15
DIARIO DE
de Julho de 1852.
N. 155.
nii iiii M
PERNAMBUGO.
HEOO a suaoniFolo
PxOaHINTO ADUNTAOO.
Jnrtriiocslr............
for semestre............
Poi ano ,.-
PiooDiririo oiininu.
I'ji auartcl.........
OTICUSOOlHEniO.
Pili.-.. l'deJuuho Minas... ?(> deMiio
itarsubo. 21 de dllo 'S.Paulo. 8 de Juulio
('cari..- 2dedllo R. deJ.. 2 de Julho
Parahiba de Juiho Babia... 31 de dllo
4/000
8/000
Vooo
4/500
DI*-DA IBIIM. AVBIEMOlAg.
l2Seg.S. laion
13 Tere. S; Anacido p,
in.
M QuartS. Foca.
l'iQuiiC. S Camilo.
Ib' Sext. S. Mara Ma-
gdalena.
17 Sao. S. Alcixo. |
l8Dom.7. O Aojo C
Juitnde Orphiio
1, f.'ni 10 horas.
1. vara d"civel.
3. e 6. ao meio-dia.
Fastnda.
j. eB. ( 10 borai.
2. vara do civil.
esabadosao melod
JlfUfo.
Custodio do hnp. JTercas e sib.dos.
**i.
*fc*x
' i.
Crect te i 24, a l hora en minuto! dato.
Chela a.'I i aoi 7 minutos da uianh.u.
Mingoan te 9, ai a boraa e 4a inimito a n
Nova 17, a l hora 4b minutoa da manota,
riiiatam nojm
Prlmeira ai 2 horas e.&t minutos da Urde.
Segundas 3 horai e 18 minutos damanoa.
amibas aoi ooaaiioi.
NOTICIA a HTlllNailIUl.
Ooiaana e Parahlba, ia segundas c sextas- Portugal ISde Junho Austria
lelr|| iHespanba 8 de dito
Rio-Ca'nde-lo-Horte e Victo.iai. **m|SS&::. Sdto
e'" lilaila..'.. dedlto
Bonito,Caruaro,eOaranbuni no l' 15 dcada I Aleni.ntia. v .le dito
mai. | Prussia ...3 de dito
Florea,Ourlcury, Exu e Boa-Vlita t:i e 28
Ollnda, todos o das
2de Junho
Suitia.... I de dito.
Suecia... ^5 de Malo
Inglaterra SdeJnnho
E.-lliiidos 2:tde Malo.
Mxico... 9 de dito
iCalIfornia I de dllo
Dinamarca 30 de Malo UbiU. 10 de Abril
Itusiia... 28 de dito l'iicnos-A. lSdeMaio
Todos os Correioa parlemaomelo-dla.
iTurquia. 26 le dilo IMonlevIdeo Dde Junho
CAMBIOS BE 14 BX
Sobre Londres, a 27 por d.
i Pars, 355
Lisboa, 100por canto,
XT1II.
Ouro. Oncas hesnanbolas...
tloedal de 6/400 rclhas
. de 6/400 novas
> de 4/000.......
Prata.Patacdeabraailelros..
Pesos columnarlos...
Ditos mexicanos....
JCI.HO
i/ooO (irme.
........2D/01.0
........ 16/000
........ 16JV0
........ 9/000
........ 1/20
........' 1/2'JO
,....... 1/800
PARTE OFFICIAL.
Uommando das armas.
Ouartet gtniral na cidadedo Recife 13 deiuVvt
de 1852.
OKDBU OO l>l 111
quedes Inleresiei, tanto inais que o governo aquella, he attribuico do poder iim9e,rador. c provade inais serla nrcessario que os julz-v
piuisiano parece nao exigir outra coma quejnaoum acto de Jurisdiccao contenciosa: etoSBo d> direlto fleassem cobertos de immunida le
una salisfaco de honra, o reconhecimento de depos da suspeoso convm anda que ana- lio grandes que nao pooVasem estar sujeilos a
giitrado aeja responsabilisado, he por isso a nenhuina auloridade subalterna de sua co-
queixa retnettida relaco. Mas o faci de ver marca, e lito sei la um absurdo. ( hpoiados )
remettida a queixa rclico do dislriclo nao Eu al entindo. Sr. presidente, que este pri-
linporta o t'/'so a faculdade da parle das rea- | vilegio acarrelarla, em lugar de provello, una
cues de aa julgareiu ; porque se Importasse, | odiosidade classe dos juises de direlto {Ipoia
urna soberana quasl nominal, e de sua parte
a confederaco suissa nao pode ser peior acon-
selbada do que a refuiar-se a aceitar urna o-
l.rlga;o que be parte do direlto publico eu-
ropeo, c que diversas vezes tem sido reconhe-j
c nto quando asqueiasso remettidas aospre-
!sdentesde pioviocia, como manda ah, de-
vino, o prlmeiro clrurgiSo lenle do corpo
de saude do excrcilo, o Sr. r. Prxedes Go-
mes doSouia Pitanga, o marochal de cam-
po comitiandanto das armas em execucSo
dcsta deliberaco, e em vista do disposto no
ollicio da presidencia do honlem dalado,
determina, que esle ficultstivo pssse a ser-
vir em commissaono batalltilo n. 9 de in-
famara, iicsndo encarregado do hospital re-
gimontal desla cidsde, o exonerado dese-
nclhante iocumboncia o Sr. r. Alexandre
duSouza Percira do (armo, medico consul-
i nii' do referido hospital.
O mesmo martcnal declara que o Sr. Dr.
I'oreiri do i a i ni.i, duranto o lempo em guau,
tocstoveno supradito emprego seririo com
refinado esmero eassiduidade.
Antonio Correa Scra.
EXTERIOR.
LONDHES 5 DE JUNHO DE I Sai.
uaut- oo .. cidapor todas as potencias.
Tcndo o governo em aviso exjeuiuo peoi A,conseqUencUi indirectas desta transacciojiidentes de p ..
ministerio da guerra 13 de abril do cor- ,o mal, importantes do que seu objecto uu-j veri un estes coohecer dellas
rente anno deliberado, que fossee"n|'rega-jmed|jlo, Debaixo deslc ponto de vista pen-J Algunsbr*. Diptalos: --Ora, ora! Os presi-
do tiesta KuarnicSo, como conviesse ao ser- I sainos que o governo ingle, fex bein em tninarldentes recebem... queixas.
- a principal parle na conferencia. Ha alguna* O Sr. A frigio : Val multo bem, mullo
meses passados linham-se serlas raides para'j bein.
receiar que os gabinetes da Frauja c da Aua- O Sr. Cania Figuriredo : Slm: os presiden-
i i.i i nula,si-mi em urna lulerveu(.o mais direc' les de provincia leccbem queixas, e todava as
ta e solada nos negocios da Suissa, c Isso com nao julgain: naofiirm inais duque dar-lhes
designios c debalso de pretextos particulares, [dlrecco; eportanto se pude tambrm diurque
rain observamos que todas as vetes que al- ja conslituicao manda remeiter essas qnelxas s
guia qucslo internacional a respeito da cosa-relacoes para estas Ihej darem a necessarladl-
di{5o da Suissa se linha suscitado, havia sido: receo, fazendo-as chegar s nios de quem as
conveniculeiiienle discutida por todas as polen- deve julgar
ciasque tinhaui garantido em 1815 suaintegrl-
.l.i i.- e sua independencia, A Inglaterra )>e o lu-
gar cm que estas questes podsid ser exami-
nadas com a mator iinparcialidade.
i .navi.i nao sentimos que se ollcrcca urna
E tanto isso he asslm, Sr. presidente, que a
constituiejio no artigo 158 considera as rea*
rdos como iribuntcs de segunda e ultima Ins-
tancia : c parece-me que em um tribunal de se-
gundac ultima instancia nao he onde-se deve
occasio de mostrar nosso boin querer em um processar, em seu principio, urna queiaa. em
negocio que a Prussia considera como altee- | que eaiatc factos a averiguar... (dicenos apartes
lando scus inlereises ou sua dignidade. A par-
le mais dillcada da negociacao parece lersi.lo
.-I u r o assentimento da Franca lendo Luis
Napoleo mostrado at aqui abster-sc de todo
o reconliecimcnto directo c positivo dos tra-
tados de 1815, nao be sein importancia que as
outras potencias leiiham assiin oblido de seu
uivrrii-i .un a'j> u i- ni distincta de dous ar-
ligos essenciaes do acto liuil do congresso de
Km urna conferencia a que assistiram os pie-1 y( ninotcnciarios das cinco grandes potencias, accilc n aulord
pie teve lugar no Foreign Office aos
....-de de todo este acto, como
"^lobrigando-o do mcs'mo modo que aos outros
e iuiurro. )
O Sr. Gome$ Ribsiro: E o supremo tribunal
nao julga osdesembargadores?
O .Vi. Cunha Figtuiredo*. A respeito dos
desembargadores a eoasluicto he expressa,
erigindo o tribunal supieinu em liibunal de
prime!rae segunda instancia; mas a respeito
das relaedea a conslituicao nao he expressa
doi e nao' opoiadui
O Sr. Sanlot de Klnuiia : Nao temos du-
vida em carregar com essa responsabilldade
"O Sr. Cunha Figneiredo : Acho maior
o 'iosidade deste privilegio do que a sua utlll-
dade. i^ao vejo, senhores, que os juises de di-
reiio sendoprocessadospelosdelegadosou suli-
delegsdos, soltram com isso abaiimcuto em
seu carcter, uem ein sua honra, e nem vio-
leucia; porque podein recorrer da Injusta pro-
nuncia para outro juis de direlto; pode levar
o .s'u recurso sos tribunars superiores, e'a fiml
pode pedir indcuiiiisacao do daino, e repara-
fo da violencia
O .ir. I'nrs Brrelo: Da pronuncia para
quem recorrer?
OSr. Gua/ia Figueiredo Para o juiz de di-
reito.
O ^. Pues Brrelo: o jniz de direilo he el-
le, logo tem de recorer a- |iii-- municipal.
OSr t.uni-i /-Kjitrirfi.i ; Mas m jai/ muni-
cipal lubililuiido ao jai* de direlto Ja e.t ua
inesina categora do recarndo.
Assim pols, senliorrs as juizes de direilo,
como en j.i disse, tem os recursos uecessarios
para se dffenderem das aibilrariedadcs dos
dflegadosc subdelegados ; elles nao fcam in-
drfetos.
iaiiti-ii, Sr. presidente, votarei sempre con
acho
.veioaseu bordo oKim. Pereira deCarvalho,
presidente do l'iio Grande. *-
I):..lu-iiu- que l.e milito distincta pessoa, pe-
lo que muito siuto que elle fosse para aquella
provincia, tao sujelta a estupores, e ataques apo-
plticos. Eu teiiho u-.i t.l respeito quelle lor-
rio, que Ingina em desfilada, se mequizessem
nomear presidente d'allf.
A rhegada do vapor dissipou muilas llluses
que haviain a>iui em certas caberas, t'ns es-
peravam a mudanza do gabliu'te. outros que a
Hahia houvesse dado no da 2 de julho o heroico
brado de contilainle ou morte, qu* devia reper-
ourlir por e.te norte, e pd em Oo/andts o sul,
outros, e esses erara de fcil coiiteiitir.espera-
vam um novo administrador para esta provin-
cia ; mas o vapor disse-lhes, que o galnncte nao
lem muita piessa, a Pfala est a commodo, e
que fossem contentando-se com a actual aduii-
iiistrjca'o, que na corle esl bastante conceij.ua-
ds. Ora islo he muito cipas de pruin uiimiu
ein .I., i (--ni i un- ni-.!
A noticia do passamento do invicto general
das eapangns ja linlia sido aiiiiunoiada aos ami-
gos pelo urgilo Ili- ... 1 do grao pailido, que
contra o prnsar do iruiao A'i.lr, diz i/uea
tena Ihe re i leve quaudo aqu livemos a cer-
teza dessa triste occorrciicfa.
Dizem-uie que haquem pense, que um via-
I-nli-siiluii u ni que aportoii h i pouco leiuiiu
uas praias de Lucelia fra aquelle hroe, que
na i se dera bem com o syitlienia governaiivo
do reino de Neptuuu, mas cu cuiil'nudo muito
ua sinceridade dos orgaos do gr.'.o partido, nao
posso ciiulir essa, que me parases) um pouco
acre.
Soa, contra o que Ihe mandei dizer em mi-
nha ultima, que S. Exc. iiu ii inais para a
maio proiimo passado, lord Malmesbury em parecc quc 0 gabinete francez pensando que la ; ursl casi aiuda eu digo que esta faculdade | dos juizes de direilo a respeito do processo em depols de miiiha ultima, e como nao te
nomc do governo iuglez eo ministro dal'nis- CJ(C arraojainento seria concluido pelas ou-' > se dever entender em rrlafo aos crimes de 'geral, aprrsente-sc uiu novo systema,
cips ao paiz, mui longe de os haver chi-
mado u correcto e emenda, como que os
ha estimulado i novos desatinos, novas
loucuras e novas manfestic,Oos de impe-
nitencia ( a-ar.'iiii-M' de tal niii'n too O
elemento do mal, quo smente nelle que-
rcirt viver e morrer Qvi amal periculum,
in illopciibil'. Parece que o i>t..... de :/.,
de harmona social, de ordem, de subor-
dinarlo e de governo, iie para i-lli-s um es-
tado violento; ed'alii as teimnsas tentati-
vas contra a tranquillidade publica! Os
desengaos, os infortunios nenhenaa Jorca,
nenhum mrito teem para elles. Corfidos
e assobiados pnr loda a parle, onda fszem
bastear o pendSo negro da anaiclii anda
se nao convenceram di iniquida-'e de sua
causa, por sera MrsJaV'4'sUbipal c* ai'einal-
il'Cunia por I" la a populadlo sens.ta, que
nao v ni'.sssc rldienlo corteio de nientecap-
l"s, senSo urna v. r adelra nigromancia, des-
tn i di a inilnir a ceoulidade dos necios.
Kulrelanlo, quem ler sem n fl. xlo e sem
uni ouuetssa gente diz e escreve no
seu peridico, v.'id.ilei'ii eslatua de Pasqui-
no e i: 11 err que se p egnin os libellos
famoso!, ha i'e periuidii-ie lalvez de quo
a viril .Ir ei i o qu ell< s diz ni, e que a
prnvii-cia 1.- I' i n.-iiili- i-.i acha-se converti-
da n'uiii presidio da cos ii'.Mn. ;i, un le o
assa.ssinio, o rnuho, e toda a espotio de ca-
nilniliMi.ii se piatica a cada momenlo,
sem <| ii a .-(.."ni .n> jusQa seeX'ifa sobre
isso supi oto cumulo de crinitc I
E dt>|oia d i., i-i i' i-. i.-in taannos horro-
res, desire^sm-se, como verdaeiros ener-
gum nos contra a primeira luturidade da
provincial negando r jusiica de nm actos.
ni Londres convidaran os representantes
da Austria, da Franca c da llussia a tomar ein
considerado a situaco particular do princi-
pado e canto de Meucbalel.
A posi{o poltica determinada para este
pequeo territorio pelos tratados de 1815 era
singular e anormal, pois pelo ait. 23 desse
tratado, o principado de Ncuchalel eo conda-
do de Valengin foram reconhecidos e declara-
dos pcrlenccreni ein toda a soberana como
antes, ao rei da Prussia, e ao mesmo lempo
pelo art. 7t> do mesmo tratado, o principado
de Ncuchalel foi encorporado a Suissa como
um de seus novos canlcs. Este estado de
couzs durou at l48. A doininafao do rei
da Prussia sobre Ncuchalel era doce c pater-
nal nenhum soldado prussiano oceupava o
territorio, a renda do destiielo eraahieicrupu-
loiainenle gasta e augmentada pela munifi-
cencia real, c a admiuislrafo local dcli'cria
mui pouco i-iii SU" organiacao da das repbli-
cas suissas que o ccrcavam.
Em I84s todava um bando de radicacs sa-
ludos do cantando Vaud invadi Ncuchalel, o
governo loi destruido c os lacoi, que tinbain
unido o principado Prussia durante inais de
um sceulo, foram violentamente quebrados.
Causa adunia, ao vtW o governo prussiano
dar importancia a restauracao de urna sobe-
rana to pequea c to pouco productiva ; mas
como parece que o rei da Prussia est resen-
tido dcsta usurpacao sobre a bcranfa de sua
lamilla, e como os cldadios mais respeitaveis
do canto continan! a solicitar a restauracao
do prolcclorato da Piussia, era de seu direl-
to reclamar o concurso das outras potencias pa-
ra rcstsbelccer sua validado legal. He por to-
das estas razdes que o protocolo de : de maio
foi asignado e adoptado.
Ciemos todava que o enviado prussiano li-
nha mais recebido por nsliucc,o declarar que
este reconbecimento solemue dos direilos de
seu soberano, u qual deve servir de base a
mu negociacao com a confederaco helvtica,
deve tambem dispensar o re da Prussia de fa-
zcr valer scus direitos por outro qual quer
mcio ; e a couveo$ao nao einpde s outras po-
icucasa obrigajao de entervirem pela forca
na questao, mas si.......... a de darem a saueco
da Europa negociacao que vai ler lugar.
Sobre eslas bases, oolras quatro potencias
unnimemente recoohcccraui os direitos da
enroa da Prussia ao principado e signilicarain
sua i uto i.', ni de se cntenderem sbreos inelho-
rcsinciosde empenhar a confedera;o suissa
a submcller-sc aos pactos internacionaes em
virludc dos quaes Neuchatel lornou-se, de
baixo da garaulia da Europa, um caniao ua
Suissa.
Por um documento posterior, o rei da Prus-
sia comproinelleu-sc espontneamente a nao
empregar outros ineios de fazer valer seus di-
reitos durante lodo o lempo que durar a nego-
ciacao.
Ver-se-ba pelo sumario do conteudo destes
protocolos os quaes eremos exactos, que nada
rst mais longe da intentad dos signatarios do
quediilgireui-sc a Suissa sobre um loui ama-
sador ; masa confederaco helvtica, que
deve a acquiso deste canto c a garanta de
sua neutralidadc a estes mcsuios tratados de
18:5 nao pode contestar os direitos de sobcra
na excrcidos pela Piussia sobre Ncuchalel du-
rante inais de un sceulo, e nao se pode admi-
tir lamben! que quando um paiz inodilica a
a a ,-.mu respcllos sua situa(o interior, como
a Suissa o fes por sua nova conslituicao federal
possa tambem modificar pelo mesmo aclo seu
einpenhos cnternacionacs,*
Os aconlcclmenlos que acabam do passar-se
no canto visinbo de Frlburgo icm luHicienle
menie provado pue o resultado da ultima re-
volufo na Suissa foi cm mullos casos collocar
o governo as maos de Ulna minora violenta,
cuja poltica hu altamente drsaprovada pela
masa do povo.
Em Neuchatel a revolucao foi filia tambem
pela violencia e ein realdade pela intervenco
directa dos radicaes do canto de Naud. Adis*
tussao desles tactos pode sem perigo ser dei-
xada aos cuidados delusivos doi ponidos a
mr "
tra as nielas medidas; ni i acho conveniente
\poiadbs. ) I que a cada instaole se eslej-i f z ndo eicrpccVs, coile, porque, ilizcm os que ludo sabem. o ge-
Alas, Sr. presidente, concedamos porum mo- abrlndo brechas e alterando a ordem e systema neral Cociho e o hxm. Scbssliao au participa*
nenio que a conslituicao mandando remelter a dos nossos codgos. Se te entende que ha al- rain aluda que dcixavaiu Je lomar assenlo.
in.-i> i -i i.iai a u .i.i.-i ,-lln- .i pudi-i .I.- julg i- guma irregula. idade a respeito do julgamculo Ein suinina, es o que lia orcorrldo de novo
.....-------- -i----m----...... f...a.i..i.ii ..a.... ... __... j----- f||1 depols do uiiiiha ultima, e como n.io tenhi li.lo
urna scenles noticias do er.io, nada Ihe pusso di- j airto de SUas provide. Cas. proil pti lo
tras poteucias com, ou sem seu conscnliiiicii- respoiisaUlidrde. ( Apoiadot.)' I fef.irma'complela, e enlo pndera llcar lats- zer a esprito. de suas me idas, e linal I eulo ludo q i.nlo
lo, nada olijectam de serio propnsti. O Sr. t'trrein de Aou/nr: lie oput. felas todas as necessidades. M i se a cada Entramos na vida Inspida e prosaica, e toma- ha i'c digno hu t'jm. Sr. II huiro, CUJO >-
A eslas cousidcra{es releva a juuiar mais I Osr. Cunan Fiyaeiredo : Creio que esla mi- iustante se esliver a fazer pequcuilas reformas, -raque j i'oiiifcasscni as iiovi-ujs da nussa pa- clsrecidu crileiio e nobre orgulho o tingan
urna de grande ulerease para a Suissa. De- nha proposi(o ..la piovadissiiua pelo artigo .em pouco lempo Acaremos sem jurispruden- droe'ra, para termos mais lia que oceupanuos ,j p(C|u ,|e passivo instrumento de su^ges-
puis da ultima mudanca interior em seu sysle-l5 da conslituicao que diz (/): Todos os ca patria, ludo ser urna eonfuzao. nosss auencao. Wiis cslratihls, Como impud. nteu enlo Ul-
na federal, mudanca que certas potencias I juiz.'S de direilo eos ouiciaes de jusiifa sao res- ; OSr. Aprioio : A inagisti atura quer-se Estimo que continu a huir lelicidadc no cor- cu|cam os seuj yi detractores S EXC. tem
pousaveis pelos abusos de poder c prevarica- lomar urna aristocracia. po e na bolsa, para o que todos Irabalhar--
sustculaui que ella au tinba o direilo de fazer,
visio que altcrou materialmente as disposices
do aclo de garanta no qual linhain lomado
parte, o novo governo federal e scus poderes
conslllucionacs nao liuhain sido ain la to for-
malmente reconhecidos por loda a Europa col-
lectivamente, como o sao por este protocolo.
He pois evidentemente do interesse e dever
do couselho federal actual da Suissa collocar-
sc para com o resto da Euiopa na mesmapos-
Cao de que i^osava o antigo ireclorio federal
para este flu elle nada pode obrar de mais
prudente do que reconhecer prontamente no
principado de Ncuchalel os direilos millos
estatclccidus pelo tratado de Vicua, estipu-
lando que o principio da neutralidadc suissa
deve ser nellc invaravelinentc manlido.
Em resumo com quauto a posico anormal de
Neucbalet seja uui arranjamcnio defeiluoso,
c rcpillanius loda a inlervenco nos negocios
interiores da Suissa, estes protocolos tem va-
lor, porque lu,un: un a graudc auloridade fun-
(li'iiuiii .1 do paci europeo ; e a vantagem lo-
cal que se poje tirar de loda a Infracclo a seus
regulamcntos nao he para coinparar-sc com a
importancia da ni nuil-un, au .: renovaco da va-
lidade geral de um aclo que coiuprchende as
mais cunsideraveis e as ulu i-as eoiubinaces
territoiiaes do coulineiile.
I Times, j
des que commelterem no"exercicii de seus o Sr. Cun/m figueiredo .-_ Senhores, se esta "Wlot ou menorresaltado i nao assim eu. que ""Bos. J't,V'T'1"'1'' ", ,*""??* .Cro.f,'"
empregos. A conslituicao pois falla Ue cri- ncces.idaile fosse palpilanle, ella teria sido ba mullo que nao leuho saudc, e nem r/.ei>a, ""s e respeitauures Uo sua posic.io, amigos
apresenlada pelo goveno ; e se nao o foi, he "ao sel a raso, sendo cu lia amante do syslhe- que quanlo :azom he auxiiis-lo com o con-
INTERIOR.
Uio (le Janeiro
Discurso do Sr. Ur. Jos liento da Cunlia c Fi-
Ifueircrio, pronuaciado ua ornara dos trs.
drpuiados, do dia t de juuho, pur occasi.io
da discusso do privilegio do foro aos juues
(Ir lucilo.
OSr. Cunhn Fijuetdo: --Sr. presidente, nao
cansa
incnLe a res,:
bastantemente discutida
'ludo quanlo se tem dito a favor deste ...
ject redut-se a dous argumentos principad, vera do que a respeito de privilrglus de cama
Os nobrea deputados que o tem defendido eu- Sobre o de pessoas coiisllluicdo deUr*--''
mes de respomabilidade.,
OSr. GomesHibeiro: Logo, os desembarga- porqne a adiiuisracao da juslica nao tem suf- inouean
dores oo o sao, porque a COOlClUikSfl nao fal- fridocom a falta de privilegio dos Joliei de di-
la nelles. reito. Ninguem poderia desculpar o governo
O Si. Cunha Figueiredo : A convtilulco da grande falta de nao expor assembla gerxl
tambem respousabilisa os desembargadores, e, 'caa grande neceiidade.
d-lhes por |ui o tribunal supremo. Mas eu < O Sr. Aprigio : Eu at nao acho deccnlc
aprsenlo este artigo para provar que a pala- que urna cmara quasi toda de juies de di-
vra queixa do artigo 154, quando muito reitos aprove um semelhaute privilegio,
se poderreferir aos crimes de responsabiliza- O^Sr. CunUa Figueiredo : m Sr. presidente.
de,e uo aos individuaes; quero dizer, que o nao estou convencido nem da conslituciouali-
artigo iM eve er entendido vista do artigo dade implcita do projecto neta da sua utili-
l: por outra, se as relaedes sao competentes dade; e por so voto contra elle,
para conbecer dos crimes dos juises de dlreito,
nao podem julgar senno os de rcsponsabllida- n. la. ,
de, porque foi delles que a conslituicao cog
Com n uniendo.
tou, deiiaudo o conheciinenlo dos crimes Indi- CORRESPONDENCIA 1)0 DIARIO DE PER-
viduaes ao foro cominuin. Ein materia deju-' NAMBUCO.
risdlcco o direito he estricto, a conslituicao .
nao pode ser iulerpretada de modo ampio. Pirahiba 3 de julho de 1852
Tal iciii sido, Sr. presidente, dontrina at
hojeseguida, c que est cxpressameule consa-
grada no artigo 155 do cdigo do processo, on-
de se determina que ai relaedes couhecam dos Utjlsal'ivn do dia 24 do (indo inoi,
crimes de respoiisabilidade, so de responsabi- haver .lito que ali se acba
lidade dos juues de direilo; a coostiluiciio nes- abrasadores do que o> espelli
la parle jase acha autnticamente Inlerpre- clilmedes, por haver dado a c
lada pelo cdigo do processo ciiminal ( Apoa- te par isso que cm meu pensar de pouco en- lao- s- .u'li un un' h; i
doj-), tendido, ha nina bella, que inais inc agrada do jos, de ConvulsOes uorrives
! que as que estiveram presentes, A inliii sein- ll^m previ ramo
curso loal de suas ideias e de seus esforcos
no sentido da ordem e do bom direito da
nossa causa.
Esse rebaixamento d'autoridade publica
" de quo fallis, deu-so smente na poca do
. MaUautm homila el reductores pro- nfe|jz consolheiro Chichorro da Gama, cu-
ficienl xn pjut, errantes el in errorcm josactos cram arrancados do affugadiiho o
imtenles. ao grito da urgencia, pi-la uuv ni de gfa-
la, lu. ni, ii. } nholos egypcios que o circundava, e que,
Os liomens conhecidos por su malda- de accordo com elle, semearam ua provin-
cia e espirito deseduccSo, marebam de pre- cia us ventos quedepois so convertoram em
cipicioem precipicio, concitando os incau- medonhas (cmpeslades.
los a se abvsmsrem com elles. Nao negamos que diversos issassinitos
o. .,_____._______.______.________. iiMihMii hsvido nestes ltimos lempos; mas
ff^S^JSS^^SS'SSItSSr Umbom nao llavera que-., de boa f deseo-
nheca o interesse u a aclividade com que a
gado quo a defende lie, sem duvida algum
passado! Nada menos do que gaohar nina in- .Unima noi obrlBOQ a Irasjar da nana nar. cnme.s, perpetrados om grande escala pelos
Sposlclo da.bellas, que .,,..,1,., ao baile I^l ,t ? "^ Piopag-nd. constiluinle, que
cOos, em rujo crlame nao rsperam ganhar
Obr. Cundo f loueiriilo : Entendo que essa pre acoulecem cousas yueiu me mandou mel- mnriinisseintn hav
inicprclacao he mu aulhentlca, porque he ,er-uic a apaixonado rabequislaf H bom que "'' ,r,.,.,,', "a|
dada pela assembla. est cm lei. e he a ,us ..,,. con.eeaiu dessas para turnar o juio que l "" '"'" """ a"
legura por ser daquclles que csiiverain mais m,iili- SUHOS; IPas uao un
ana ,',.. or a.la lolra nn a P'lma i P"<1 s*'1 o nao quor o lieos
:0.:avqroPs0deCtera um es^ i'!.?JSgSSSS ?.!
Ifronlas, e lavernaes in
ama as suas intituicOes, e repelle os sous 0-
port.!, que s" espera Ba,,aes inimief- os "u'es- '"'" ~"f0 ma"
proiiinos aos legisladores riginarioi da cons- ~e"ma vez n.ioe dilo para sempre. Eu gos- nao espanta. N.lu setao osestrupidos da de- j'' ""''',,' ,",'.,'ir'ihu'ni idlOI thro.
t'iulta-o. Iode lud quanlo he bello, perqu sou apre-. mg ga emdelnio, o em seus ltimos ai- ., a,| omi ituio o ideos imoc-
Accrcsce anda, Sr. presdeme, que a doutrl- ciador das perfeiedes das obra, do Ooinipoicn-, raucos, que huo de acobardar urna alma, ","". "*oa consuiun
no ua oatita i.i n/ .
.-.mis 1.1.;in, deque o oslado actual da pro-
vincii, no tocanle seguranza individual,
vezes mais lisongeiro do que esse
ueellapsssou no fatal quinquenio do
FOLUTIIt1.
0 CONDE DE CARIAGSOLA. C
(POR MOLE GEKTILlIOMMIi.)
PROLOGO.
0 CAPITAO BRAMANTE-
H.
Erecio.
Quando Bramante vio Rraccioli a| arur-sc
com a sua tropa, pium de seus soldados de
senlicella dame do calabouco da duqueza, e
oidenando aos outros que se postasseni as
duas esliemidades da galera, a qual era mu
longa, cu ti ou no calaboucc onde acabava de ser
encerrado o pastor pieuioniez.
Este eslava sentado e encostado a urna mesa;
suas felees van.....e regulares, naturalmente
graves llnhsm o cunbo de urna Iristea profun-
da; seus pensamenlos o absorviam to profun-
damente que elle nao ouvio abrlr-se a porta.
i ni.mi.- o conslderou com uina eipresso de
interesse que devia enconlrar-se mui rarss ve-
zes em sua rude physiouomia
na que sigo he a que se deprehende do espiri- ie, e em miiili opiniao oo ha quiuie aun >s cuji lerr.pera Cuide da no fiuilar desses re- r, da banla tiuz ......
to livre dacoostiiuitao.(>looiadineni.. ipota- fcios do sexo femloino. Todos leeiu um nao sei] cn,r0J Sal)e reSistir s investidas dos in- M,s "PB,s,r desses desmandos dalircao,
isarcl a paciencia da cmara fallando longa- dos. > Nos sabemos que a conslltuicaa quis oque, qne agr la, embora entre lodos la h.ija s ,elll. cuio eimamo se sv.cca Como esa- e que bSo de ser vigorosamente reprimido,
nlea resucito de una qucslo que se acha acabar com lodosos privilegios, nao so de cau- U(11 que mais me di no goto, do que uao sou 1,-a.' _-* S..,,. mediante a ac?ao da justi?!, resta-nos a
sas como de pessoas ;equ.i acerca de privile- culpado, pois me mi lit. lagun iiiupiiiucas. ....... j. ._...,- ..1...1 a-------
ro. go de pessoas a conslituicao foi muito mais se- o, hutas lUcra.11 das suas nestci ullimos. "mas ,1,1o a patria merece-nos todos os
' causa. ,ias, c .uitcran tomar sua desforrado mcilsacrilleius ; ogovemo do paiz n.io he me- '
1 mu ni p i..i.i-i. jnos c edor dos iiosmis respeitos, e da estima
aiii-o'pelo iado^"couslituconaf "e'peo" lado clara eposllivaineotc quaes as que podlain go- Cruz do Espirito Santo um deu pissapor-.de lulos os Itnisiloi.os honestos. Callar- p"r1u
da conveniencia. Aqucllcs que o sustentan! pe- zar de privilegio, como, por exemplo, os iiiem- t.-a outro com una i.accamarlidi, pelo malslnos quan'o um ugyllo de demagogos in-:t ,s"-* recoruavoei^ .....'i'...,
|g lijo (Ja eoBStiSaeioaalMade considrala que h'"' dn supremo tribunal dejusuca, elo. t nos risrota motivo, que |i ie iuver a cdigo .1.. s,Uaui
atuadouttioa s'c'acia mpllcitamcnle consa- privilegios de causa deiiou alguna latilude. oleosas daquclles inelinilrosos augmeuladores
grada na conslituicao do imperio; cosquen Em materia, pois, de privilegios pes>oacs deve- aos direitos pa ocluaes. Por causa de uo que-
cousideram pelo lado da nlilidade suppein que mos ser mui restrictos odios 1 reilringenda. rer a viciim 1 culregar-liie o oaliu da mnllier
provir grandes vaulageus de screm os juizes de Os privilegios sao odiosos, e s e,n casos mui coinqu.an o assassiua linha relafes, e que -
direiiojulgados, nos crimes Individuaos, pela urgentes e de recouhecida ulilidade publica quclle havia cm.liado em guarda O quauto he
relacodu disliiclo. podem ser tolerados, ou decretados. perigoso querer ser fiel depositario!
Ora, eu emendo, Sr. presidente, que nem a Ora, em verdaile uo ricoobeco esla utilida- | u inspector de quarteirao prosegui-n, e nao
doulina do projecto se atlia ImpUeilamenM de quese teinaqui invocado. o pode capturar, mas tomou-lhe o biccamar-
cousagiada ua conslituicao {apoiadose uo apoia- Se cu enteudesse, Sr. prcsijente. que osjei- le, e o chapeo, que niluga leve de alijar sc.u
usag
dos ), nem que elle aprsenle a ulilidade que os
nobres depulados leein proclamado,
Aquelles que defendem o projecto pela sua
implcita conslituconalidade invocam- o arlgo
151 da conslituicao do Imperio. jNessc artigo
se dii: U imperador poder suspender os jui-
zes de direilo mediante queixa, rernclleudu-a
logo com os papis que Ihe so coucernentes a
1 i'laco do dislriclo, alim de que proceda ua
furnia da lei. Os nobres defensores do pro-
jecto entendeui que, empiegando a conslilui-
(o a palavra genrica quoixa nelia se
comprehende, nao s os crimes de respousabi-
lidadc, como os crimes individuaes; que, man-
dando a conslituicao que essa queix. seja re-
mettida relaco do dislriclo para proceder na
forma da lei, importa esta crcumslancia nina
altribuio dada s rela(oes de julgar os delic-
tos na..' b de responsabilldade como indivi-
duaes dos julies de direito.
Eu, potan, nao emendo assim: primera-
mente couvin attender que a faculdade que
pelo artigo l&l da conslluico tem o impera-
dor de suspende os juises de direlto mediante
*" Ailll iiiaiiiiu.unpi ui>. .,.-,-.---., i .......... _, ,____
" uincriu.iuoso do Rio Grande do Norie, que ali o no* ciJadSos co'iS'.icuosque as derendem,
- se aciava homlslado, quando este se voltava ha de le la bda> o Severo exomplo deri'pres
ses de direito com esse privilegio di projecto duvida para ficar inais leve
111 11 .mi cercados de ludo o prestigio uecessa- o ser o acontecido de noiie talve concorres-
rlo para se tornarem respeitaveis e uvuloera- ge p ., ., evasao do perverso.
veis, nao duvldaria dar o mcu voto; mas vejo Em Maiuanguapc um inspeclnr, pcrsegu'udo
que a troco de uina excep.;o odiosa liada ~
consegue a bein dos juizes de direito, porqus
tose elles licam lenlos da jurisdiccao crime contraen, lalvez para re'sislir-lhe, disparou de
dos 111 lu o 11'.", dos delegados e sulilelegados, proposito, ou casualmente, a anua que condu-
no se iseulam poroutro lado da jurisdiccao ci- jia, eo matou. Se fal casual o Uro hnuvc ini-
vll dos juises municipaes e dos juizes de paz. prudencia da parte do inspector, mas se foi
O Sr. Gomes Ribeiro : Tambem os deseui- de proposito eulohouve perversi iade. c nic-
bargadores, 01 inembrus dosupremo inbuual, rece punico severa, por uso mesmo que he
os presidentes de provincial, podem ser chaina- agente da polica. Oiicin-iuc, que esl preso,
dos aos juizes de paz, peuhorados, etc. ( Apoia- e JCndo proces-ado.
dos. ) I l'. o que ha de mais nolavel contra a segu-
O Sr. rilara : Nao o querein deltar fallar, rauca individual, c coniq lano pouco nao seja,
esto... .un iiiiiu.r. ao passado pouco he, assim uo
( Lrutam-se inultos outros apartes. 1 cunlinue.
O Sr, Cunna Fiaueirrdu : Se o jets de direi- 4 Irauquillidadc publica vai sem nuvidade, e
lo perde seu prestigio em ser julgado pelo de- nao tCWOS o menor recelo de que ella seja al-
legado ou subdelegado, tamben) o perde quan- terada, porque os anarchistas nao esto, ao que
do chaiiiado peranie o juiz de paz; ou quando inostram, inuilu diipislos a tentar uina cape-
."VudoXfpo-.roubHco:^
des policia.'S era ni, con poucas cxcepcOos,
I quem iinolavam as victimas, sai g a ido as,
se inesperadamente para junto do pastor, en-
lo est desanimado ?
Desanimado I nao, respondeu o mancebo
mas nao pude vencer urna listeza mui natural
ao pensar na dor que soflrero aquelles que
me .un un se me uo vireui inais vollar.
No conhecc ningucm cm Milao que pos-
sa solicitar seu perdo junto do duque l
__ ftinguein; meu nome so he coubecdo de
uiu ceno Ericcio, que me diiseraiu ser secreta-
rio do duque Visconli.
Ericcio! Com clTeito, elle possue aqui
urna grande influencia.
Eu viuha fallar-lhe da parte de meu pai ;
o negocio de que se trata he de urna importan-
cia extrema e o senuor me faria um graudc ser-
vlfo, proporcionando-mc os lucios de cscre-
ver-lhe.
Voss sabe escrever: cxclaniou Uramsnte
maravilbado.
Slm; um peregrino, detldo cm nossas
muntaulias pela doeuca, cnsliiou-me a ler e es-
crever, ha alguns annos.
_ Sabio como um papa c bravo como um
Cezsr! dlsseo rapilao. Ah quanlo vos adian-
tarleis se ein vez dessa faca que lauto vos com-
proinetieu, tivessels ao lado uina lamina lina e
pouluda como esla!. .. mas ah cu esqueco
sempre o logar eiuquc estis. Esperai um ilu-
tante que vos trarei u que me pedis.
Elle sabio e voltou alguus momenlo. depols
com o que era preciso para escrever.
Aqulcil, escrevei vossa carta; eu virci
() Yide Diarion. 154.
suffrein urna penhora pelo ju z municipal
portantoo argumento do pretendido prestigio
- 1 1 -
rienda com o Esui. presdeme.
Tocn ueste porto, homeiii, o vapor do sul,
*m
raco. Vamos, 1
aiuda perdi
agem, lalvez ludo uao esleja
desgiaca l^uau.lo chegou Junto delles, reco-
nbeceu que quem excliava assim sua alegra
Capilo. disse cut.i o mancebo eslendeu- era um menino de ez doce .unos, cujas fei-
.1.1 a i-i.in a 11 .un mil-, a aiuizadc de um pobre (des, de urna brlleza angcl.ca, briiiiavam com
pastor he bem pouca coma, mas vos tendes a espirito e lluura.
inii.ii.i; licai ceno que se eu escapar ao pengo I un.-m he esle liamiiio fincuiooj.' pergun-
que paira nesle niomemo sobre iiiin, nao es- tou lliamante aos soldados,
quecerei jamis o interesse que hoje me leudes Como, capilo! pois uo conhece o bello
lesteiuuutiado, < Ascaniu, filho de AlbiulP
Aamisade de um homein bravo c inlelli- Ah I he Ascanio!.... dizem que elle he
geulc nao he jamis paia dciptezar-se, res- esperto como um diabinho.
puudru lirainaiiie apenando cnergicaiiieiile a ; Diga antes como dez diabos; elle acaba
luoque Ihe apresenlava o pastor, c he com de contar-nos todas as pecas que prega ao pai
giaude pr.zer que aceito a vossa; mas dlzei- j e ini, oh! isso faria rir aiuda mesmo a um
me como vos cbamain, pois desejo muito saber condemnado.
o vo>so nome, se be que nao leudes algum mo- De veras; pois bem, continua mcu lilhi-
livo para ui'o occullar. I nho, quero ver se leus lano espirito como di-
Meu nome he Francesco Bussooi, mas or- icm. Coma-nos alguina aventura, e se eu a
dluariainenlc chamam-ine Francesco Cariuag- acbar divenida, dar-le hei dez carlinos, 01
ola do lugar em que nasci quaes iis gastar immediataiiieule, pois que
Carmagnola! bem, este nome nao me sa- ninguem, scuo en e meus soldado., deve de-
Ini i mais da memoria. Kscrevci depiessa ao inorar-se nesta galera.
secrelario Eiiccio, e se elle vosrefusar sua pro-{ Poissim.cu vos contare! uina aventura,
tec{o, o capilo Bra ante, tal qual vs o ve- respondeu Ascauio, cuja phjsionoinia inlelh-
dei, nao deia de ter algum crdito junto do gente tomou una cxpresso clieia de ijialicia,
duque, c elle vos jura, repara! bem nisso, cm-
a honra .
losfltuifaJe
8IW0
en la do nosso proposito. Ilavemos de que.,depetiduradis pelo artelho.
orar todo o transe issi ioterminavel ca- E ai do vos, se nao r.puguassooios rrvil-
ileii de eiibustes e u.cnliras grosseiras,' ver esse passado do delirios, n camelici-
coin que os uiimigos do paiz piulendcra !c na?, de eoncussnes e de immoralnlales do
var a i-IT lo us seus perniciosos intentos. I todo o genero, praticados pelos sanlmhos,
Se a |o-teri-lale ler os ullrages quo elles! que hojo enchergam defeitos na siluacao...
diariamente .liiigom s nossas inslituifOes, Macaco na.i sabe nunca ollur para a ciuJa !
Umparli.lo, pois, quo v em turno de si
precedentes de seiiclhante ustueza, he por
certo o menos proprio para encher a bucea
demoralidad!do seguranca inlividual
o t respeito pela propnedadealli. ia,e Un-
to mais, quanlo he inegavel, que o actual
governo ha sabido sustentar lo m tltwi
dn.mas de soci.bili.ladn contra as iniquas
pret-nciVsdo um 6u;i//o.lesihriio, que lu-
do muve, ludo intriga, e ludo inverle, c m
la.-to que d.'sse tians'omo la ordem logu-
|.r elles cnlliam un prove.lo qualquer!
O qu nos val' he elles irem d to lo per-
den.iii a ciihcrja O descm-menlo com qua
pnivoc1.1i oguv.rno a d.>snlel os sous cir-
cuios fililes, ptova do -iib.jn o estado de en-
lo.....dade e dedi-menca ein quo se acha
OSSS gent "
s In ia i ii 11 no i -ii i .1 n l ca vai sendo rebatida
lia i ; mentir com toda a impudencia, mas
h iu do i'nili-r cm provoito meras decepecs
e, mais que ludo, o eterno Isbco de inimi-
gos d. v-rdsde, o de Dos por conseguinle,
q ie he a verdade or < SSeiiCtl.
Em lodos o< tenipos houveram luim- ns
perigosjs e f lies ao -opouso da socio la :e;
in-.- uo se encunta > vastiasimo quatro
di lii'to-la urna seita tilo endurec I, r to
incorrig vel cuino m|i caterva amolinadora
que lia 111a s Iu um lustro lo< ci .e lurha-
ces na ordem civil! Ao tem navido f.v ir
<- grar;a que esses humen* iiigratus uo h."
jan. nceudo do e ul gov mo; mas Un
ios laigm de geiioro-i la le, ali'S preju li-
cutar las parvoices
pregar por vos lo'da sua "iuUueucia e a de seos I Qual he pois esta condico ? Os soldados oluaram uns para os outros, 1 iu-
aniigos. Aid logo. Francesco quis expriimr-lhc ; He que se refusares dcixar que acabe mi- do-ie.
seu rccoiilieciuieiilo. mas elle eslava ja mui nha historia, me haveis de dar dez outros car- Enlao, capilao, disse Ascanio, lico aqu e
luii|-.- .- a liona do calabouco fechada. Iluos c eu ficare aqui com vossos soldados. vos me deveis vinlc caninos.
Ao dcixar Francesco, Brmaaule ouvndo ri- Aceito e promello dcixai-le ir al 10 Bm. Pols sim i loma la teus viulc carlinos ....
sadas sullocadas na exlremidadc da galeriaou- Conheceis a estalagcm do Bloml VheUiu, mas cala-le agora, (.lucro aqui o mais absolu-
decslavam seus soldados, dirigi se parala, capilo? 10 silencio. A primita palavra que prolen-
alini de reprimir esla hilaridade, cuj> mido Conheco, mu, respondeu llramanle, ol res, lar-le-liei samr.
poda chegar al duqoeza Ueatriz, a qual tal- [qual pareccu admirado desla perguuta.
Heraldi, e lie casado com una napulliaoa cha-
mada lleppa, de i|iieiu lodos os vu.sos soldados
11II ..o como de lima u.ulher uuiiiu bonita.
Siui, disse o capilo com i-mli-n -.;.., asse-
guram que ella he mu bella.
lia puucus das, Peraldi foi convidado com
soa mullier para o casamento de um pifmo ua
villa de Lugaili', junto de Milo. Os .lous es-
poiosno podiaiu dt-ixar ao luesino lempo a es
Mlagriu, ciiuipil.i que um delles se privasse
-1. -.ia panilla de piaier para lie ir na rslalagem
iii.n de servir os freguezes Foi a mul-.er que
se sacrificou. c 110 da segutule t'eraldi deixou
sua chara beppa com lagrimas de eulerucci-
mento.
llramanle 0II1011 para a diieita e para a es-
querra e po-se a lossir.
No mesmo dia de sin partida, coutinuou
o 111.-in n ', quando eu me recolhia ineia-noile,
pois mili adormecido soliie as muralbas da
cldade, vi abiir-sc de vagaiiuho a porta da es-
talageiu do tlo-id PhceOns, c una sombra escor-
regou ao longo da parede e. ..
_ l.i,i.: basta! exclamou de repente 11ra-
antc, leuho melbor cousa a fazer do que es-
- uc helsioTu i i e cmfim chrgando- busc.-l. dcn.ro de um qu.rlo de kasure-
msmmmmmmmmtmmmmmmmsm
lie mu verda.lelru albo do inliruo, mar.
inurou liiaiHaiil'apirl>ndo-ie, mas vamos ver
se o preso ja acab.ui de escrever sua cana.
Aproxlni-iido-sc do calaboucc de F.ancesco,
elle vio mu lioinein, cujo aspeclo parecru cau-
sar-llie viva satisfJo, se encamiuliava para
esse lugar.
_ Ol! disse elle comsigo, he o sgnor Eri-
ciorui pessoa; elle cluga muito a proposito
para o meu pobre preso.
izen.lo islo, foi encontrar c secretario de
Visronll.
Brcelo era pequeo e secco, linha os olhos
encovados e ineigos, c a voz melillua Elle fal-
lava pouoo e cscutava aiuda.menos: scuespi-
rito pareca sempre absorto por um pensamen-
lo estranho no momento mesmo em que pare-
ca prestar a maior attenco s palavras de seu
interlocutor, Seu olliar vago e sera espressao
nao relleclla jamis urna sd das inipressdes do
sua alma, por mais vilenlas que podessera1 ser.
Em sua allitude, em seu andar, ein seu silen-
cio mesmo, ludo pareca esludado e de ema-
nado de antemo, como se livesse temido que
um gc.lo, 11.n olliar ou um sornso revelasie seu
pensamento. Sua liagoagem dl.limjuia-sc por
uiiiaelarc.ae una precisan nolaveis, e elle li-
nha na voz alg.ima' cousa de musical c de ca-
denciado que augmenia.a anda ...ais a clarea
de sua palavra: Estas qualidades o i.uba.,.
adianlad rapldameme no favor de Viscouli. o
uual passava justamente por saber apreciar os
1 oinens c utilisa-los seguudo suas f.culdades.
_ Capilo, disie elle a Bramante, com essa
voz clara e lmpida, cujo diapaiio nao vaiiava
IV
:


m

L
I'

I I



|
Ora, que didiculdadcs sentira n governo
de mandar acabar com essesninrVM de vibo
ras, so receiasse delles cousa alguma seria ?
Que duvida houve om expellir-se do Rio-
Formoso o bando de comediantes que l
foi installar a filial t finirao, notai bero,
nao tove menor parto o goterno, foi ape-
nas umligero e espontaneo ensaio do povo
cont'a os ioimigos das suas instituigOes.
No entanto, temprc vos Jiromos que n3u
V09 alllijais, que ludo lom seu tempo.....
Continuai a abusar da bondade do governo,
que elle, com os mesmos moios de que ser-
vio-se para expellir-vos do Catuca e desta ci-
dade no sempro oxecravel 2 de fevoreiro,
ha de tambom esmagar-vos, so vos motter-
des em novas dangas do cordas..... A hoste
monarchista de l'ernambuco anda su nSo
desfez; continua ligada o unida como l
liloiras Macednicas.
1
2
O Canco do Capitolio.
ERRATAS.
No Communicado do Canco, publicado
no Diario de hontcm, linhas 2%, em lugar
d.i dcclaragfles, leia-s-i- dccl amagues.
Linhas 63 e 64-uossos, lela-sc-vossos.
Linhas 85especialmente, leia-soespe
rialidade.
VARIEDADES.
VIAGEH DE UMA LIBRA DE ALGODAO NAA
INGLATERRA.
(i algodo entra em bruto em Londres,
vindoda India. Oe Londrcsvai a Manches-
Icr para sor fiado. Depois parte para Pall-
loy na Escocia, onde passa pelas laucadu-
ras c ne tecido. lio l'aisley lio reme-indo
para Airshire onde so laz a tela, c dalli para
Danbaston, onde a tela, que resulta, lie r-
gida a mo. Foilo isto volta de novo a l'ais-
ley, donde va so conda lo do Rcnfren tara
ser branqueado. Concluido o branquoa-
mento, volta terceira veza Paisley. donde
ho romeltido para Glasglow, para receber a
ultima de mSo. De Glasglow vai a Londres
cnlrngar-se iros consum lores.
('.bogado o ultimo periodo da viegem a li-
bra ilo algodSo tem peicnrrido 1757 leguas,
sondo U50 por mar, o 307 por trra.
Entretanto tora foito traballiar cont e
cincocntJ individuos, polos menos lauto no
transporte como no fabrico ; o lera aug-
mentado ois mil por cont do sou valor
m tres annos, lempo dcoorrido desdo a co-
lheila ato entrega ao consumidor.
[Rcvisla Universal l.isbot!cnse.[
PU.MICAO DA MV FE' E AVAltEZA.
As ultimas ca las do GoOtanlinopla rofe-
i cm urna curiosa anedocla do guillo. L'm
rico armenio tinha perdido urna carteira
com o valor de 400,000 piastras cm letras;
o ollerccia 40,000 do alvigaras a quem lli'a
roftiluisse. Acliou a rleira o roclamou a
recompensa um pobre vcllio mu honrado ;
porm, o armonio, quercnJo oiimir-se ao
pagamento da quanlia promettida, porliava
que a cartoira continln tambem um anel de
muilo preso, que o volho sonegra. O caso
foi levado aoconhccimenlo do sulio, que
lendo-se certificado da prohdade do vellio
0 da uoloria avareza do armenio decidi
que, visto a carleira dosl-i conter um anel,
n3o poda ser a quo o primeiro achara, c
que por consoquoncia cumpria enlregar-lhe
1 das 400,000 piastras, e o armenio que ro-
novasse as pesquizas e rcpclisse os annun-
cios para echar a que, segundo a sua ultima
declarado, lho competa.
NOVO PA'R A-QUEDAS.
Um quinquilhero de Marsellia, por nome
llcsmond, mui conhcciilo naquclla cidade,
acaba de iuvenlar um para-quedas que tem
a forma do um passaro, o a quo se pudo dar
a direccHo que se quizer. Fizferam-sc duas
experiencias formaos desto aparclho em
presenga do urna commissSo composta de
pessoas scientificas o doengenheiros, c os
rosullados foram satisfactorios.
O aeronata com o auxilio desto guarde-
quedas, quo desee mu lentamente, depois
Ihe faz soffrer. quer aTitos, quer depois dor A equipagam entra uta habttagSo; e de- 38 d le provincial n, 886,equando pela
cortimento, se coosegu'iu roduzi-la a umlpoisseiolrodux nos repertlmentos que for- dlsposicflo do> artigo 3 da meama le oblo-
corpo resistente que podesse receber toda a mam a parte anterior e posterior do barco a j a ha oirremalaote alguma prorogracSo de
especie de formaiearcommodar-se por con agoa sufllcienle, para que posea aubmergir-.; friso, ser* esta contada proporcionalmente
secuencia a toda a aorta da usos. se mediante a ajuicio deate lastro. O ar,os praios marcados no artigo 9. das pre-
pollo
O oroceaso aue vai indioar-so applicad.i .comprimido, que se introduzloao comeear lentes clausulas.
dio, logo que se tira ao animal, torna-a a manobra, acha-se encerrado em deposl- 4.' A importancia totaLda arrematado
prop ia para urna tnullido do usos que se los que so pom em communicaoocom a ser* paga em seis prestacos da maneira se-
ria longo enumerar. Diremos que quem l cmara, que oceupa a equipagom, por mel 'ruinte a prime, do valor de um qumto no
determina o seu omprego sS os moldes, I de urna chave. Km de 4 metes, se a obra estiver no estado
formas, ele. que tiverejii servido par con-1 Anles de abrir a porlmhola do fundo para
fcccouar os objectos durante o lempo da I as exploracOes que se pertendem fazer, co-
preparaco. meca-se equilibrando a pressSo da atmos-
l'0e-sea pelle do molho cm agua fria, ou : phera oceupada pelos homens com ai pressSo
molhor, paraaccelerarorosullado, em agua! que solTre o barco em a profundidade em
quent-, edcixa-se estar al que amolleca que seacha ; e consegue-sn istoabrindo as
completamente. I chaves que communicim com os reservato-
Tira-e ento da agua e colloca-se sobre ros do ar comprimido. Conhece-se que oxis-
um molde, urna forma, ou se ostende sobre lo o equilibrio, quaodo urna chave que s
urna laboa ououtro qualquer corpo duro, abre no fundo nSo da entrada a agoa, nem
que Unha a forma que se prelente dar ao
bocado de pelle ; a sua macieza, nesto esta-
do, permute que so aproveile a elaslicidade
de que b: dotada naturalmente para se Ihe
dar ma is extencSo. Se s5o dous, tres on mal
bocadus, unem-se entre si por meio de urna
costura, ou com pregos, e fixam-se da mes-
ma maneira as extremidades, quo tambom
podom sogurar-se com (los de barbante;
emlim neslas circumst proecssoscoiilKCidos para impedir um oorpo
molhado de soffrer o efoito da contraccSo.
Quanto a rcuniSo dos mesmos bocados,
quando a pello est secca, faz-so por meio
do grude como se fossom pegas de madeins.
Quando soqueira que a polla Jliquo bem
liza e muilo igual, cousoguintemente despo-
jada do pello que a cobro, basta sujoila-la a
algum dos iseios usados para se alcancar si-
mllhante fim.
Postas assim as pollos sobre as Tormas,
moldes etc.; submcltom-se desseccaSo,
que se obtera pelo moio ordinario ou pela
cc3o do calor concentrado, o da estufa por
oxomplo.
Logo que a polla lenha perdido pola eva-
poraco loda a sua huniidade, soparar-so-ha
das paites a quo so liver liuado.
No caso em quo so teriha, anteriormente
leiseccacSo, privado a pelle dos pellos, po-
de-se, segundo o omprego para que se des-
tina, tornal-a impermoavel por meio de al-
guns dos dillercntcs indulos que costumam
iipplicar-so sobre os pannos, couros c mi-
deiras inaciascom o lim do oa fazer iinper-
meaveis. O iuduto pude ser o brou associa-
lo a resina e a cera amarella em partes
iguaes
A este indulo impenetravel podo-se jun-
tar a cor que se quizer, ou applicar esta
masina cor antes do composto, segundo o
uso a quo se deslina A pello proparada des-
te molo, que lica assim monos espesso.
Em tolmos casos, o processo quo vimos
de descrever loma a pelle mais rija do que a
inadoira, n3o a queima nem a altera o cor-
timenlu, nSo lica frgil como os couros fr-
vidos, por isso quo conserva a homogonei-
dade de suas partes constitutivas ; emlim a
leveza extraordinaria fa-la prcferivel ma-
deira, aocarlo ea outras muitas materias
que ella subslituo com gran le vantagutn
Egualmonlese pode onvernizar sem com-
posto e sem cor urna ou ambas as suas fa-
ces, assim como ho possivel applicar-se o
cumposloimperineavel sobre as duas Isos
ou s sobro urna, segundo o emprego que
se deseja fazer da pelle do resto o verniz po-
de ser do qualquer cor.
O merocimcnto deste procosso consiste em
empregar a pelle natural, tal como so sepa-
ra do bruto, sijm ser preciso corti-la nem
alteral-a, (como se pralica nos processos or-
dinarios quo as mais das vozes modilicam-
Ihc a essencia), tornando-a prestavel para
a confecc,o de qualquer ohjecto, e para dar
mais consistencia a certas materias o forrar
uulras, que servem para preservar da agua
e da humildadc muilas cousas quo s3o de
immcnsa ulilidade ao hocnem.
(Revisto Popular.)
sahida ao ar.
Despejando por meio do bombas parle da
agoa que serve de lastro, pode fazer-seou-
tra vez subir o barco, ou mante-lo na altura
conveniente. O barco leva tambem urna pe-
quenina machina de vapor para a locomo-
(3o submarina, que ae effectua por meio de
u.n belice e que forma a parte mais engenho-
ti deste doscobrimento. Finalmente, o bar-
co submarino vai prvido de um apparolho
destinado a manter o ar as condicgOes ap-
tas para a respiracSo. Este appamlbo ab-
sorve o acido carbnico produzido pela res-
pirado e restitue ao ar o oxygeoio per-
dido.
A experiencia demonstrou que por este
meio podem cinco homens permanecer en-
cerrados sem sentir incommodo algum, e
durante muitas horas, n'um espado de sete
metros cbicos hermticamente fechado.
[Revista Universal Lisbonense.)
COMMERCIO.
marcado pelo artigo 2. destas clausulas co-
mo fim do segundo periodo de lempo : a se-
gunda tambem do valor de om quinto no fim
do 7 mezes, te al obras esliverom no oslado
marcado peto lim do tereciro periodo de lem-
po ; a terceira tambem de um quinta se no
fim de 10 mezes estivor a obra no estado ao
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 1 a 13. .
dem do dia 14......
.118:886,530
l 6:551,083
125:437,613
Sr." redactora cm chofe.Sendo e.'te pe-
ridico dodicado s seuhiiras, paroce-me ser
proprio para dar noticia, de urna joven per-
nambucana, surda o muda do nascimenlo,
in chegar a corta altura pdodar-llio direc- que tora piano forte, oxeciitando com per-
c,5o por um bom ospac,o de lempo anles de feic3oe compasso mais de ctenla pecas do
baixar a trra. S3o facis de compreheu-
iler asvantagens quo podem colhcr-se dos-
te invento.
IIOMEM ELCTRICO.
Um jornal italiano da a scguinlo noticia
de um phenomeno extraordinario. No
msica dos melhurns autores : esta inters
santo joven tem dozoito annos de idade, e
ho filha do Sr. J... I'... do M..., negocian-
te da prega da cidade do Itecifo. Priucipiou
a aprender msica ha dous annos com o bem
conhecido professor italiano,'w Sr. Joseph
Fachinelti, autor de diversas produeces ar-
r.ullegiodeZicavo, dirigido pelo professor! tisticas do merecimeiilo dedicadas assenho-
Uaclnni, existe um discpulo quo sendo en-ras llumiuenses, o ,qual, dzem, que pre-
carregadon'umquarlo onlo n3o penetre a lende no fim do presente auno darpromp-
luz, despndoso o tirando a camisa, com! la a sua discipula em msica, (iarn ensinar-
tanto qno se'.s, aejl do que panno fr, Jhe: Ihe a !er, <-servnr. contar, o i graoimatioa
ruco i'i in i'" i,.i, &ppreS6la na i ~n ii
vo resplendor. Esta luz he da niesma in-
tonsidado que a pruduzido por urna descar-
ga da bolelha de Ley de, mas coui a dille-
renga quo a descarga elctrica da um repel-
ido pessoa quo a recebe, ao passo que o
Sci qu: em varias nacOes da Europa, c nos
EstadOS-UnldOS, existem aulas para o ensi-
llo dos lurdolj mudos o dos cegos, c quo al-
guna dellcs leom feto a Imiraveis progres-
sos, mas mo tenho noticia de que, no llra-
iiioulo 'in qu nello 80 iuanifesta a luz ma-
ravilhosa. 0 phonomono heo mesmo sen-
do substituida a camisa por um Icugo ou
oulro qualquer trasto de roupa branca
isto induz a crer quoa causa existe nica-
mente naquella parle do corpo do collegial.
Ser isto phosphoro, sera clectricidadc?
NSo sabemos; os noscumpre dizer quo o
moniuo chama-so Paretti. desfructa boa
saude, e he um discpulo dus mais adiauta-
dos para a sua idade de 12 annos.
I'RUCESSO PARA PREPARAR AS PELLES
SEM NEGESSIDADE DE GORTl-LAS.
A pelle fresca, quor dizer, tal como so a-
presenta dopois do csfolado o animal, e que
se chama entSo couro verde, ou so omprega
como cobertura para resguardar cortos pro-
ductos que hSo de atravessaro mar, ou se
adapta sobre um cori' duro urna caixa, urna
mala, um bab, ele.; porm nunja serve
sem sr previamente cortidi; tambdn nun-
ca, apesar das divorsas preparacfijS que se
menino no sonto cousa alguma nomo- sil, anles do Sr. Faciiinetti algucm se dodi-
casjo a este genero do ensino.
lima assignanlc.
(hrnal das Senhoras.)
NA VEGACAO SUBMARINA.
Parece que o doutor Payerno resolveu cm
Franca de um modo satislactorioo proble-
ma da navegagilo submarina. O seu barco
he construido com fortes prancbas de ferro,
unidas como as das caldeiras dos vapores, e
tem urna forma elliptica, com algumas aber-
turas na parte suporior, cerradas com fortos
cristaes para dar passagem luz, o outra pa-
ra a introdcelo do ar tambem convenien-
temente corrada. Na parle inferior ha urna
purtinliol i queso abre quando, submergido
o barco, a cquipagem se quer por em com-
municaciio com o fundo do mar.
Para comeear a manobra de submersSo
condensa-seoar interior por meio de bom-
bas, dando-lhe una pressSo que d 'pende da
profundidade a que se pariendo chegar, cm
receptculos destinados para esse effeilo.
lamis, tem ido ludobem aqu depoia que subs-
utuisles o capito llraccioli ?
Pcrfeltauente, ignor.
Entao nada ha de novo ?
Nada, signor Ericcio, nada, a nao ser mu
pequeo un i.ii nir que se relrc mui indirecta-
mente vossa peasoa,
Eiplicai-Tos.
~ Oh meu Dcoa, pouca couan. He um po-
bre pastor, o qual velo das iiioiitanliHS Ou l'ie-
uionte cipreasaincnte para fallar-vos, segundo
ili/., c que ae fez prender mui lUcaiueiite por
.rnun- mirare.ni da eliquela, creio.
Um paslor do Piemontc, dlsse Erlacio, cu-
i iriirniMil -.de pareceu deapertada. habis qual
o sen nome ?
Kranceaco Uuasoui.
- Buaaoni, murniurou Krlcio, cujos olhos en-
covados aoouvir cate nome, hrilharain com nin
vago e Imperceplivel fulgor.
Kllc ficouailencioao por alguna segundo, c
ilrpois levantando a cabeca como um homein
|iic tem consultado de balde sua memoria,
disac : ....
_ i .ir nome me "C completamente desco-
nhccldo, todava j que esse juven paitor dit
ctl elle ntsle momento?
Isla ali, disse bramante apontando para o
calabouca de Francesco, cicrcvcndovos.
_ Escrevendo-ina .' e dizela que
pastor ?
_ Sir, um pastor
Dtscarrega lioje 15 dtjulho.
Briguo inglez Richard mercadoriis.
CONSULADOGERAL.
Rendimento do dia 1 a 13. 21:011,951
dem do dia 14........1:173,266
22:185,217
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimentododia 1 a 13
Idemdo dia 14.
957,986
6,048
964,034
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 14.....1:174,143
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 14.....2.088.274
Mo vimento do porto^
Navios sahidos no dia 14.
Rio de Janeiro --hiato brasileiro Piedade,
capilSo Francisco Jos dos Santos Macha-
do, carga varios gneros. Passageiros,
Jozuino Jos de Souza, Josepha Maria da
Conceigao, Delfina Maria da ConceigJo,
llanriqueta alaria do Sacramento, 2 me-
noros, e 17 oscravoo a entregar.
Canal polaca napolitana Gabriel, capitao
Giulio Prsico, carga assucar.

EDITAES.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da fa-
zeuda provincial, em cumprimento da roso-
luc3o do tribunal administrativo de 17 do
corrente, manda fazer publico, quo nos dias
13, 14 c 15 de Julho prximo vindouro.ir a
prega para ser arromatado, peranto o mes-
mo tribunal, a quom por manos tizar a obra
da conclusSo da parle da casa de detengSo,
constante do raio do Norte, casa central da
inspecgSo geral e casa da administragSo ava-
llada em 70:000g000.
A arrematagSo ser feita na forma dos ar
tigos 24 o 27 da le provincial n. 286 de 17
de'maio de 1851,e sob as clausulas especiacs
abaixo declaradas.
As pessoas quo so propozerema esta arre-
matagSo comparegam na sala das sessOes do
mismo tribunal, nos dias cima menciona-
dos polo meio-dia, competentemente habili-
tados.
E para constar se mandou alisar o pre-
sento e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial do Pernambuco 23 de junho de
1852. O secretario,
Antonio Forren a da Annunciacilo.
1." Todas as obras serSo executadas de
conformidade com as condigOcs do orgamen-
to, nesta data apresentado a approvag3o do
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de TO.IIOOfliOII.
2 Estas obras deverSomarchar de manei-
a a serem oxecutndas por parle?, e nos cin-
co periodos de lempo seguintes : primeiro,
no prasodo 30 dias devcrSo estar principia-
das c em andamento todas as obras ; segun-
do, no prazo de qualro mezes estarilo todas
as paredes internas o externas na altura das
janellas das prisOes do primeiro andar, as-
scnlada tuda a cantara e grades de ferro
destas janellas ; terceiro, no praso de 7 mo-
zos deverSo estar todas as paredes na altura
de recebor as cobertas; quarlo, no praso do
10 mezes devcrSo estar inteiramente con-
cluidas todas as cobertas, o rebocado o ex-
terior de todo o edificio ; quinto, no praso
do 13 mezes estarSo coucluidas todas as o-
brase entreguesprovisoriamentc. Cada um
desles prasos he principiado a contar da da-
ta da arrematagSo, do maneira que loda a
obra ser concluida em 13 mezes.
3.' Se no lim de cada um dos prasos mar-
cados no arligo aDterior a obra nSo se achar
no respectivo estado de adiantamentosofre-
ia ii arrematante a pena marcada no arligo
e^BMcMamaaj
porto sorventes livres, pagando o salla- jLeIS.O.
rio do 640 rs. nos das em quo trabalha- _______^^___________________
rem; e bem assim, engaja 10 canoeiros ". Pororjom 0 0m prosenga doSr. Dr. juz
hvres, pagando por mez I40OO rs., alem mUujcp,| supplents da segunda vara duci-
de urna rago avahada em 6/000 M, tam- Te| 0 do commcrci0 se far leilSo por in-
bem por mez. E por isso convida por ternled0 doagonteOliveira, do casco, mas-
este annuncio a quem convier, a compa- trog gnrUps, vergas, vellame, cordoalha.e
recer no mesmo arsenal, a qualquer hora m,jg p8rten0eltda barca brasllcira Americi
do dia, para se inscreverem. Inspoctona ,tjanjon|a os seguradores por Novaes 4
do arsenal de mariuha, 28 de junho do 1852. (:omp,nh,, na qualidade de ronsignatirios
-O secretario, Thom Fernandes Madeira do g^,u proprietario, o negocianto Vicenta
do Castro. _^^^ Ferreira do Azevedo Castro, do Ra da Ja-
neiro :sabbado, 17 do corrente is II horas
i> ur..),.. i',...,.:. da manh3a, poita do referido Sr. juiz.rm
I'ublicacbes Iliterarias. da Madrede Dos n. i, ou no armaiem sito
--Tem de sor publicado a BIBLIOTIIECA no Forte do Mallos, onde se acham osarti-
, ROMNTICA, peridico dedicado exclusiva- gos designados monos o casco, que podo ser
fim do quarlo periodo : a quaits tambem do mente vulgarisagSo dos mclhoros romn- autecipadamonto examinado pelos pretcn-
um quinto quaodo for a obra recebida pro- ,.,.s modernos. O seu programma e modo de denlos, no lugar do seu ancoradouro ueste
visoriamente, a quinta de um docirro se seis assignalura podem ser vistos no prospecto prto.
mezes depois de recebido provisoriamente, existente em casados senhores Dourado, .. Fox Brothers arSo leilSo de varias fa-
nfio J reconhecer defeito de construcgflo da i padre Meir<) oiivera, Antonio Domingues, zendas ingle zas, todas proprias do morcado,
parte do^rrematanle; a sexta e ultima li- Lopes i Farins, Lodo, Cardcal, Duarte, Esti- para ultimar coritas: quinla-feira, 15 do
nalmento tambem do iim dcimo quando ma, Cardoso Ayrese padre Ignacio. Oedi- corrente, s 10 horas da manhSa, no seu ar-
fr recebida definitivamente a obra, que se- ior espera o concurso do publico para o ex- mazem da ra da Cadoia do Recife.
r um annu depuis do rMOOlinontO proviso- i0 ,,. un)a pubiicavSu quo tanto tere de re- o agoste Oliveir fers !ei!So, por or
rio, nSo se reconhecendo defeito. creiativacomo de instructiva. 'dom do capilSo Kane,em presenca dosenlior
5.' A importancia dos materias existentes cnsul deS. M. Biilauuca.e por conta e ris-
na obra, que forem entregues ao arrematan- &9HQm&&s999im9l999Q9 co de quem pertencer, de 350 toneladas di,
te ser descontada proporciogalmento om | llIFHFlliTAO &> guauu, para uccorrer aos gastos com obri-
cada urna das prestagOos. j- L L I, || I H l! > # gue Corsair, arribado a esto porto na sua
DE |
T. Para ludo mais quo nSo estivor exprs a ff^M KiOP ATHW A
sanente determinado as presentes clausu- ^uviuuvi. xa m. *m.iMm
las, seguir-se-ha a disposigSo de le proviu-
6.' O arrematante ser obrigado a empro- .
gar na obra melado dos ira bal dadores V
cial n. 286 de 17 do maiodo 1851.
Conforme.
O secretario,
Anlonic Ferreira da AnnunciagSo.
Declarajes.
SAH10 A LUZ A 3.' E ULTIMA PARTE
* desta obra composla polo professor de
5 homopathia Gosset llimont Gustar
5/000 a obra intoira at 30 de junho,
R dia em quo Picar encerrada a assig-
0 natura. Esta obra he til, tanto para
(H os mdicos que so dndicarem ao es-
9 ludo da nova medicina, como para
(9 todas as pessoas de boa vontado quo
9 quizerem convcnccr-se porexperien-
9 cas da ventado desta doutrina, por
ser ella muilo clara, e a inlelligencia
" de todos,
No consultorio homcopathico ra
recont vagom, procedente da Pata^miLi
com destino ao canal inglez : segunda-feira
19 do corrente, ao meio da em ponto, a
poila da associagilu cummercial. E podc-so
aos senhores preteudeutos hajam do exami-
nar antecipadamente o guano a bordo do di-
lo brgue, donde o comprador lera dorece-
bc-lo,
li li ieT '
Avisos diversos.
Gompanhia de Beberibe.
A aJministragSo da companbi de Bnberi-
be faz publico, que vilo ser substituidas as
apolicosdos nmeros abaixo declarados,de-
sencaminbadas as cinco primeiras do poder
do senhor accionista Justino Martyr Cor- A
reia de Mello, as vinle que se seguem do po- S!.!.-
der do senhor doutor Francisco JoSo Car- Wiwmw. yfSf Wi^^nmwmwm
neiroda Cunba,que as codera ao senhor ac- ,,--- "
Avisos maritituos.
Itramanlc deu-sc pressa cm ahrir a porla do
calabouce, o Francesco oceupava-sc em dobrar
a carta que acabava de eacrever.
Toinaatea um trabalho intil, meu bravo
rapai, Ihe disse llramante, nada tendea que fa-
*cr desta carta, pois aqu est n aignor Ericcio,
o qual vosaa boa estrella enva aqui bem o pro-
posito para ouvir-vos c pr-vos cm liberdade;
pelo menos pensu que esta be sua Intencao,
poi que, he urna loucura, um engao sem im-
porlancia que vos relein aqui.
O capillo llraiuaiiic que nao possuia a linura
e a dissimulacao do secretario Ericcio, carre-
gou fortementc ubre eslas uliimas palairaa
para laicr bem coinpreheudcr sua iutencao ao
joven paitor, c cmpenlia-lo a fallar uo mesino
sentido ; desgracadainente era iaso inuito mais
do que convinha a uui espirito aublll como o
de Ericcio para conveuc-lo de que a prilao de
Fraucesco tiuha urna causa mui grave.
Capito, disse elle a Bramante, digne-ac
deivar-nos as por um instante, para que eu
saiba o que quer comigo este maucebo, salvo,
replicou logo, se elle nioacha inconveniente em
que liquels aqui.
O objecto de que lenno a ullar-voi, disse
o pastor a Ericcio, uao deve icr conhecido ac-
uo de vs s, aignor.'
He mui justo, diase llramante, demais urna
grave responsabilidade pesa sobre inlin hoje,
dizela que he uinlcumprc que cu tenhaosolho aobre incua aol-
I dados.
mal por santo Hilarlo, Elle lancou uin olhar de intelligeocia aobre
Sl^n;Vnvo,m.U.mCP",0r 0rd,,"0 ^JU,"'T^r.r.e.d:-Erlccl.. p.demo. fa.l.r ; .oi.'
'*" vijnS.* d!!s'e o .ecretario. |a.bo d.BP.u. liuuonl, noP be anim (
Sun, signor.
E vindes fallar-me de llicbaelta, sua lilha P
Sua lilha... adoptiva, replicou o joven pas
tor carregando sobre a ultima palavra.
lie isao mesmo. O que be que tendea a
dizer-met
Signor, enllocando Micbaclla anda menina
entre as unios de meu nal, vos Ihe dissestes
seguate :
Ella menina descend- de urna uobre fami-
lia, mas seu nascimenlo dever permanecer em
argredo at que ella tenhacbegado aos scus
quinze annoa. Talve mcsuio que o rnysleno
que cobre este nascimenlo nao deva ser jinals
conhecido he ncsla poca -.uniente que se l-
mala una rcsoluco da qual vos darci parte.
Al entae paase ella m. pala como perlencente
a vossa familia, talvezseja destinada a nao ter
outra
Siin. disse Ericcio, he pa.avra por palavra
o que eu disse a vosso pai ; continuai.
Pula bem, aignor, deveis comprehender o
ipic venhopedir-vos... Micbaella lem quinte an-
ooa ; he chegado pan va o_ momenlo de diier-
nos se devenios rcslitui-la sua familia, ou ae
ella deve passar a vida mleiri na ubscuridade
em que tem vivido at hoje.
Francesco pareca sujeilo a una viva agita-
cao, elle levantou os olhos para kriccio e en-
controu o ulbar pendanle do secretarlo, que
pareceu penelra-lo ao fundo do coracao.
Michaetla lie bella, nao be P disse Ericcio.
bella como um aojo do co, respondeu o pastor
com cialtaco.
E vos a amala, no he assim '
Quem vo-lo disse r...
c'onista Manoel Gongalvcs, da Silva easou-
tras dez do poder do senhor accionista JoSo
Morena Marques,a quem perlenciam ; como ^^.^.^
lizeram certo os ditos interessados, e consta Vende-so a barcaga denominada Un i3o
dos annuncios publicados ueste Diario. Pelo Brasileira, do porto do Rio Formoso, de lo-
que licarSo sem vigor as primitivas apolicos ledo 30caixas, ou troca-se por outra do
correspondentes aos referidos nmeros, em menos lote : quom trios negocios pretender,
podordequem quor quo so achem e a todo diiija-so a ra do Amoiim n. 33, ou a mes-
o qualquer tompo que apparegam. Cinco ma cidade cima, a fallar com os senhores
uumeros do 131 a 135 ; vinte nmeros do Corris & Ilypolito.
1332 a 1315, e de 1317 a 1352; dez nmeros. l'ara o llio de Janeiro.
dc3790a38Odirec.or, JoSo Pinto de Lemos O brigue escuna nacional lin-
Consulado de Portugal em aa, capitao Manoel 31. l'erreira ,
Pernambuco. segu para o Rio de Janeiro, com
Avisa-sea todas as pessoas quo, por qual milita brevidade, por ter a maior
quer titulo, se julgarem credoras doi tinado ,e do geu carrecamento enga-
subdilo portuguez Antonio Jos de Mallos, r b 6
quemorava na casa n. ? da ra do Codor- jada : para o resto e escravos a
niz, comparecerem neste consulado ( ra frete, trata-se Com OS COnsignata-
do Trapiche, casa n. 6) para a respectiva .. ... o
vorincagSoc pagamento de seus crditos, nos Machado & l'inlieiro, na ra
Consulado de Poitugal em Pernambuco, do Vigario n. iq, segundo andar,
aos 14 de julho de 1852. a praca do
Companhia de JJeberibe.
A administragSo da companhia de Bebe- commercio.
ribe contrata com quem mais der e molho- P*ra Lisboa com bravidado, por ter j
res garsnlias olTerecor, a cobranga da tacha parto da carga prompta, seguoobriguoporlu-
do 20 rcis por balde d'agoa.vendido nos cha- guez Laia, capilSo loio de Abreu, para carga
farizes : acceila propostas para o contrato ou passageiros, para o que lem os raelhoros
de toda a arrecadagSo, ou de cada um dos commodos.a fallarcom o tiesmo capitSo.ou
bairros da cidade ; as quaes devemseren- com os seus consignatarios Francisco Sevo-
tregues em carta fechada no escriptorioda riano Rabullo Si lilho.
companbi al o ultimo do corrento mez, o Para o Maranliio o Para o briguo cscu-
lixar-se-ha o contrato no dia que ser an- na Douro, capit3o Jos Pinto Nunes, recebe
nunciado no principio do mez futuro. carga e passageiros : quem pretender dinja-
O director, JoSoPinlode Lemos. se a ra do Trapiche n. 26, a fallar com o
A cmara municipal desta cidade vendo consignatario Manoel Duarln Rodrigues,
os materiaes da meia-goa. que vai ser de- Para o Rio do Janeiro o briguo nacional
molida por utilidado publica, sita no becco Flor do Rio, saho no da 20 do corrente, re-
que d saluda para a ra da Preia de S. Ri- cebo somonte passagoiros, o escravus a frute
ta, ao sul do sobrado em que mora o Sr. P> o que tem excellentes commodos, para
Franca, incumbindo-se a possoa a quem tralar com o capitao abordo ou no escripto-
convier compra-Ios da domoligao da mesma rio da ra da Cruz n. 66, de Jos Candido do
meia-agoa : a tratar cun o procurador da Barros,
mesma .cmara. I'ara o Aracaty.
O vapor brasileiro S.Salvador, com-1 Sahe com brevidade, o bem conhecido hia-
mandante o primeiro tcnenenle da armada te Novo Olinda : para carga trata-se com o
imoerial Joaquim Salomo Hamos de Azevedo consignatario J, J. Tasso Jnior.
espora-sedosporlosdoNorleateodia 19 do, Par n IIin ,1o lannirn alie
julho corrente e seguir paraMacei, Bahia ~ ro> salu
e Rio da Janeiro no dia segninto ao da sua
chegada.
REAL COMPANHIA HE PAQUETES INCLEZES
A VAPOR.
No dia 21 deste mez, ospera-
se do Sul, o vapor Severn ,
i- .'unan laul" i .il nuil,ni O
qual depois da uomora do
costume seguir para os portos da Europa :
para passageiros, trata-so em casa da agen-
cia, na ra do Trapicho Novo n. 42.
Pela secretaria da cmara municipal
do Recife, so declara aos senhores escri-
vSes de paz de todos os districtos das fre-
guezias deste municipio, quo receberam li-
vros para o registro dos nascimentos o bi-
tos que deverSo recolhor quanto anles
niesma secretaria 'Mos livros, visto que se
acha suspensa a execugSo da lei que creou
dito registro.
Banco de Pernambuco.
Os doscontos na semana quo decorre de
12 17 de julho, sao de 6 por canto ao an-
nu, para as letras a vencer at o lim de ou-
tubro, e para as avencer at 6 mezes he o
deSporcento. Banco de Pernambuco 10
de julho de 1852.
Pela segunda secgSo da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que do dia
2 do corrente mez so principia a cobrar o
imposto de 20 por cento do consumo das
agoas-ardentes de producgSo brasileira do
segundo semestre do anuo fiuanceiro de
1851 a 1852.
O arsenal de mariuha admitte, para
suas obras e para as do melhoramentn do
lilla vos corresponde, estou cello, aceres-
centou o secretario mediudo Francesco com oa
olhos.
O mancebo nao respondeu, mas sua fronte ra-
diou de felicidade.
_ Pois bem, disse F.riccio depois de um mo-
mento de silencio durante o qual Francesco
senlio-se inorrer de angustia, amai-a sem te-
mor, pois nada se oppc a que ella seja vossa
imilher.
_ yuc exciamou o mancebo cun una voz
quebrada pela emocao, sua familia....
Sua familia he mora cm parle, o resto es-
l disperso, nao existe mais traco della na
Italia. ,
__ Ah agradecido, meu Dos agradecido,
eiclamou Francesco com transporte.
__ K agora, disse Erleolo, advinho sem ins-
to que vosso mais ardentc deiejo he voliar para
o l'iemonlc.
__ I ii daria dez aunoa de nimba vida para
ver-inc llvrc c fura de Milo.
Sois livre desde j.-i, c cm vossas nios esl
deisar Milo antes de urna hora.
Diris queealoulivre ?
Sim, e crede-mc, j que amis Michaetla,
e sois dclla amado, casal-vos o mais breve que
fr possivel ; ludo he decepeo e incertesa na
vida, urna felicidade retardada be muitas vetes
una felicidade malo.-rada.
-. Ah I quanto a isso, seor, ae devo julgar
do coracao de Micbaella pelo ineu, jni o-vus que
antea de uin mea estaremos unidos.
__ Parti pois, mancebo, e levai os votos que
faca por vossa felicidade.
com a tnaior brevidade possivel, o
patacho nacional Valente, capitao
Francisco Nicolao de Aranjo : pa-
ra carga, passageiros c escravos a
freto, trata-sc com o mesmo c.ipi-
tao, na praca do Commercio ou
com os consignataiios Novaes &
Companhia, na ru-i do Trapiche
n. 34.
I'ar>i o llio de Janeiro, sabe
com a maior brevidade possivel, o
brigue nacional llio Ave, capitao
Elias Jos Alves: para carga, pas-
sageiros c escravos a frele, trata-
se com o mesmo capitao, na pra-
ca do Commercio, ou com os con-
signatarios LNovaes &c Companhia,
na ra do Trapiche n. 34-
Para o ass com escala pe-
la l'arahiba, salar imprcterivel-
mentc, sabbado 17 Uo corrente, o
biate naciondl S. Joao, com a car-
ga que tiver: para carga, trata-sc
comomestrea bordo, ou na tra-
vessa do Vigario n. 3.
Obrigado, signor, o ceo vos pague loda a
felicidade que vos devo hoje.
Ericcio abri a parla do calabouce c perec-
beudo qu Bramanteesperava a alguns passos
o resultado do seu colloquin com Francesco,
dina-Iba:
Capitao Bramante, podis dcixar sahircslc
mancebo; pois bem como o dissestes, o que el-
le fez he urna bagalclla c suas cxplicacucs nao
me deis ir.tni iieiilniiii.- dnvid.i a este respeilo
Elle esl livre.
Francesco correu a apertar a m;o de itra-
manle, o qual responden com ellusao a este
sir.ii il de aiuisade.
Eu bem sabia, exciamou o capilao, que o
signor Ericcio vos dara a liberdade.
__ Agora, disse Ericcio, iiiandai-me abrir o
calabouce de vossa prlsioneira.
In iii.nite h 11,1,11 Maraizi, o qual corren com
grande aolicitude, logo que aoubeque ac trata-
va de urna ordetn de Ericcio ; quando este pe-
ni iiuii no calabouce da duqucia, llramante
aproxiinou-sc de seu protegido c balleu-lhe
sobre o hombro, o que era de sua parle urna
in. 1 mle-11, -i das mais amigaveis.
Ah be preciso que tenhais ou muila fe-
licidade, 011 a lingoa singularmente bem. pen-
durada, senhor pastor '. Inda agoia eu nao tc-
ria dado aeis carliuos por vossa pelle, e els-vns
j fura de todo o perigo (,luc dissestes vos ao
aignor Ericcio para vos desculpar ?
Eu, nada inteiramente.
Isso he aluda mais milagroso. Ab .' agora
que estala livie, dizei -nic u que he que Ides
faser .'
Voltar j.i c j para minbas inontanhas,
-- Francisco Pinto Osorio, sangrador n
dentista, participa a seus freguezes o jun-
tamente ao respoitavel publico, que o po-
dom procurar, para qualquor misler do sua
arte, cm sua loja na ra estreita do Rozarlo
n. 3.
A viuva dcManool Joaquim Pinto Ma-
chado Culinarios (conhecido por Manuel
pequeo ) faz scionle a todas as pessoas qu 1
empenharam em m.lo de sou fallecido man-
do, objectos de qualquer nalureza, os vio
remir lauto vencidos como os a veocor, isto
no praso de 15 dias, por que muito pr.cisa
liquidar os negocios do sua casa ; assim
como lambcm roga aos seus devedores tur
qualquor litulu, quoiram tambem no refe-
rido prazo, concluir seus dbitos ; as Cin-
co Pontas n. 4.
-- Na noite do dia 13 para 14, dcsapparu.
1 -i a 111 da praia, junto ao estaloiro do sonhor
JoSo do Brito Corroia.doz prinohOes do lou-
ru, sendo um do sedro,todos do mais de tres
taboas de costado cada um, com diUorctil-.
marcas.sendo urna dellas-0~;prolesto cuti-
r quem o fortou ou cstiver de possodclles
por compra: quem dellos tiver noticia, 011-
tenda-se com o abaixo assignado, quo sera
gratificado querendo). Antonio Dias da
Silva Cardeal.
Desappareceu do ongenbo Fragoso.tor-
modo Olinda, o preto do nome Guilhermn,
do nagSu, bem ladino,estatura regular.meio
corpo, bem preto; quem o encontrar leve-o
ao referido engciiho, ou a ra da Aurora 11.
II, quo ser bom recompensado.
OtTereco-so urna mulher de mcia idalo
para ama de casa do pouca familia, a qual
sabe fazer tudo que he preciso em urna ca-
sa : na ra do Fogo o. 47.
O abaixo assignado, tendo comprado
meio bilhele da lotera concedida a bencli-
cio do hospital de S. Pedro do Alcntara da
cidade de uoyaz,de numero2902,e um quar-
to da lotera de Nossa SonhoOB do Rozario
da Boa-Vista n 1017, e coaio os mesmos so
desencaminbaram, se provino aos senhores
thesoureiros das mosmas loteras, que n3o
paguem seno ao abaixo assignado.
Ilenrique Ehrich,
-- O abaixo assignado faz scieute ao pu-
blico, o especialmente ao senhor Julio Jote
Lopes, morador na cidade do Rio-Formoso,
quo as letras quo exigio,como chogou ao co-
nhucimento, do um rapaz familia.de menor
idade, de nome Jofto Mauricio Wauderlcy,
sem garanta e nem aulurisagSo minlia s.lo
nullas, e do uenlium vigor, e inteiranients
lesivas, e por isso digno do ser punido pelaj
cis do paiz; alm disso o senhor Julio da
bstanlo idea do que essa firma m'aqucira
empular em occasulo opportuna, mas fi-
que sabendo quo nSo pegam as bichas, por-
que estou prevenido muilo, e continuo
pelo presente a ratificar que n3o aceito le-
tra alguma, e r.em saco por nSo ter Irantac-
gOes a fazer, e nem dovo na praga dessa ca-
pital, e nem em Rio-Formoso onde reside, o
minio menos ao senhor Julio, o 1 prova a
lem uo juizo de paz da mesma cidade do
Rio-Formoso. O abaixo a-signado inuito
dcicjar que c?noiior Julio se confui-tiiu cu 111
esle annuncio provocado, porque useu si-
lencio seria autorisar a requintada m fe
do senhor Julio.
Joan Mauricio do Barros Wandcrlcy,
Precisa alugaruma prela escrava para
cosinhar : quem liver annuncie por esto
Diario.
Na ra Bella n. 13, existo urna pcisoa
que so ofierece para ser ama do um liomem
si. lleiin.
-- Aluga-se a grando loja da ra eslreila do
Rozario n. 43, com armag3o propria para
qualquer estabelecimeulo : a tratar na ra
do Crespo n. II.
.-Manoel Jos da Costa Oliveira mu do 11 a
sua fabrica de charutos quo tinha na la
das Trinxeiras n. 43, confionle ao paleo do
Carmo, paro a mesma ra n. 44, avisa aos
seus freguezes queso achapromptoa servi-
os da mcllior forma possivel com bous cha-
rutos, o fumo minio bom, do todas asquali-
dades.
Offercco-se urna ama de loite, na pra-
cinha do t.ivramcnto n. 28.
O Sr. Manoel Cavalcanti l.ins Walca-
ccr, queira ter a hondada do apparecer na
ra Direita, venda ivM, a negocio quellie
diz respeit.i. ___
~-a-svE:~~i-~r.-__i .ijtiMWiiflw
pois ba l um coracao que miolia ausencia en-
clic de anciedade e que conta os minutos espe-
rando por iiiiin
Ah ah! enmprchendo, disse o capilao
1 indo-se ; com elle no eu terla devido suspeilar
isso mesmo, poia sois joven e bello. Pois bem .
sinio limito que deixeis Milo to de pressa.....
Conheccmo-nos, ba una hora apenas, c loda-
via vi-vos um instante to perlo da torea sinlo-inc chelo de mu- ule por vos c nao posso
afazer-me a ideia de nao vos tornar mais a
ver... .
Quem sabe, diasc Francesco, talve anda
cu volic a .Villo... quatido ella tor miiiha mu-
lher.
-Sim, mas enlo talve eu nao esleja mas
aqui ; vai j.i perto de um anno, conlliiuou elle
mais baixo, que me bailo na Loiubardia cm
servico de Visconti, meu amo, que aqui cnlrc
nos me desagrada j ha muilo lempo, n de um
pas que nao tardar em desagradar-nic,
-.- Pois bem, passai ao servico do Picmonlo
e ide serme cm ininlia villa de Carmaguola.
Per acco ? a casa de Saboia he de raca, c
dizem que lia gloria c proveilo para os bravos
em STVi-la,... 1 n pin- lli'l IIBIO.
Ento adeos, capito bramante, ou antes,
at outra ves, pois alguma couaa me diz que
un--1 .mu- e;e nao deve romper-se assim :
Fraucesco panto e llramante, quando o per-
deo de vista, foi ier com seus soldados, os
quaes se diver ii.un aluda com as gratas do pe-
queo Ascanio. .
(Cetmua>--i


Precisa-so lugar urna preta escrava Rogise o Sr. Bento Alvos Tupinim-
piracozinharcliz'T todo o mais servigo de ba, liji de pagar a quantia do I30,000r. ,
urna caaa depoura familia, agradando pa- que llcou a doror dealuguql da vasa n. 5 ,
ga-se bem : a trilar na ra do Mondogo nu- na ra da Guia, onde morn, desde S de de-
mero 107. srmbro de 1850, al 6 dejsneiro no 1852 ;
l'i.nrmilrs cerlo da queso o nHo fizar continuar a ror
iassaportcs. 0-eu nomo oeste Diario.
Tiram-so passaportos para dentio o Tora *>.>.....(,,(, a>aM
do imperio, assimcomo folhas corridas, e.f
ttulos de residencia, o despacham-se osera-
vos ; tudocom muita promptidao, e com-
modo prego : na ra estreita do Bozario so-
brado n. 28, sogundo andar.
Traspissa-se a hypotheca de un es-
cravo, dando-se os servicos por premio da
quantia : quem pretender dirija-so a ra do
Rozario estreita sobrado n. 28, segundo
andar.
-- l)eze|a-so saber as moradas dos Srs.
Joaquim Pedro da Silva lavaros, Francisco
Jos Augusto Ferreira, Antonio Jos Goncal-
ves, Antonio Joaquim Forreira da Silva, An-
tonio Alves da Silveira, Antonio Rodrigues
de Castro Fides, quo morou em Ilibiribe, e
Antonio do AlemSo Cianuro, alim do serom
procurados.
Alugani-so armazens grandes, citos
na ra Imperial, no corror do sobrado do Sr.
(iuamSo, e juntos ao sobrado do Sr. cscrivo
Campollo : a Iractar com Jos Diis da Silva,
na ra da Cadeia do Recife n. 59 : na mesma
casa se vende urna porfo do rozina de sn-
gico.
--A. Colombier, mudou a sua loja do al-
faiatecom roupa feita, para a quina atraz da
matriz loja n. 2, sendo sempre medra o
brasileiro Manoel Jos Ferreira : na mesma
loja cima lom um sortimento de palitos de
pao fino do corea.
O abaixo assignado doixou do vender
espiritos do paiz, em sua taberna n. 27 da
ra das Cinco Puntas, desJo 3 de margo do
crrente anuo.Autonio Joaquim Silgado.
No dia 15 do corrento eTl ho.as da
maulia, na sala das audiencias do juizo
municipal do tormo do linda, tom do se
arrematar duas casas terroas, urna nojogo
da Dula, c a oulra na ra do Cabral, por
execucSo de I). Cathariua Francisca do Es-
pirito Santo, contra Jos da Silva Braga e
sua mullier.
Deseja-sealugar um sitio com bastan-
tes commudos.para urna pequea familia es-
trangeira, nos lugares da Soledade, Mon-
dego ouManguinho quem o tiver dirija-so
a iralar na fundidlo de farro da ra do
Brum.
~ O escrivSo actual da irmandade do Se-
nhor Bom lesus da Via Sacra, convida aos
irmos da mesma ai geral, para que com-
paregam no lia 18 do correte mez, as 10
horas da manna>, alim dse tratar de nego-
cio ledenla a mesma irmandade.
OltcrecB-se lina ama deleito: na ra
I oporial n. ti.
U abaixo assignado deixa do vender
agurdenlo do produgao brasiloira, desde o
I. do jullio oiii dianlo, em sua taberna, na
ra do Forte n. 2. Joaquim Antonio de
Oliveira.
Consultorio hoaico
pal h ico.
% lina do Collegio n. 25, pri- 4
meiro andar. $
, U Dr. 1\ A. Lobo Mosco- 4
* so da consultas gratis aos i
pobres, todos os dias das 8 4
as 13 lioras da manhaa. Pra- I
, tica qualquer operacao de ci-
> rttrgia, ou de partos. Rece-
be escravos doentes para tra-
tar de suas enfermidades, ou -j
fazer qualquer operacao, por
G preco commodo.
U abaixo assignado phirmi-
ceutico approvado transferio os
e.stal)elecimentos de pharmacia e
drogas, que linha abertos, na rba
da Crtu d> l\ecife, e na ra estrei-
ta do Botarlo, para a ra Dircita
n. 88, onde continuar a prestar-
se aos seus freguezes, e aquellas
pessoas, que o quizerem honrar
cotn sua confianca no desempenho
dssfuncoes de sua arle, mesmo
abaixo assignado tem um comple-
to sortimento de drogas e tintas
para aviar qoalquer encommenda,
nao s da provincia, como para
lora, o que promelte azer por pre-
cos rasoaveis e com promptidao ;
tendo como seu administrador no
mesmo eslabelecimento ao Sr. Joa-
quim Jos Morcira, bem conheci-
lo nesta cidade petos seus conke-
cimentos de pliarmacia o qtial
_ declara aos seus fregiicz
tt#fVW:VVff 2___I.^SI^ .1.. Ir..l.. ri wnilnm'iiln iiii/> '';l |l)
a
liotica homopathica.
'28 ItUA DAS CRUZES 28,

.. Manoel Pereira de Carvallio, morador,
.pshbilecido com loja de fazendas na ra
,lo Crespo desta cidide, encarecidamente
roa um outro Sr. Manoel Pereira de Car-
va|lio que tambera aqui exiate, o favor de
,u"mentar, diminuar, ou fuer quilquer dif-
ferenca om seu nome, aflm do evitar os mul-
lo equvocos, que por esta semelhanca tem
snlfriflo o anounciante, hom como agora
cnnlecc, quo acaba de ser penhorado pelo
iuiw da lazonda para pfgamcnlo do foros
lolorrono do marinhas, quandu nunca tal
lireno aforou, o nom possu abena de raz,
como bo goralmente sabido ; o que sendo as-
sim sen3o rod attribuir este incommodo, e
oulros de igual jaez, senSo a esta igualdade
da nomo. O annunciante bem poderia fa-
vor qualquer mudang om seu nome, poror
dcia do o fazer, pelo grande transtorno,
aun isto llio po le causar visto que envolvido
em trinsagcs commcrcucs, eja muito co-
nlncido por este nome, pode talvez alguom
miiliKiamonte interpetrar tai mudanca.
No dia 17 do correlo se devearrema-
,r ,.m hasta publica do Or. juiz municipal da
secunda vara urna casa de sobrado do 9 an-
dares no pateo do Terco por execucSo de
llenriquc Froster fie Companhia contra fran-
cisco Martins Ferreira c sua mulhor.
Perante a cmara municipal desta cida-
de continuar a oslar em prac no dia 20 do
rente a obra a exocutar-se no arrugue da
Moa-Vista, quo tem sido annunciada.
Jos Maiia Borges vai a Portugal, o
deixa no seu eslabelecimento, fazeodo as
Mas vezes, a Bunio Jos Pereira, o para que
conste, e possa seguir viagem faz o presente
nnuncio, declarando que dcixa por seu bis-
unto procurador ao Sr. Jo3o Antonio Perei-
ra de Brilo.
Aluga-se um excellente negro para
vender po, por ser muito fiol, ou mesmo
para carreiro, quom pretender dirija-se ao
aturro da Boa-Visti n. 65 que so dir quom
'em' _.
Aluga-soum primolro andar que tentia
romoodoa para familia om as soguintes
ras : Collegio, Crespo, Queimadu, Hozarlo
larga, Cadeia, Cruzes, pateo do Carmo, Cl-
nica, ele, ele. quem tiver para alugar, di-
nja-se ao pateo da matriz n. *, primeiro
andar.
Tinturara da ra Velha n. 72.
N^ ra Velha ti. 62, tinge-s toda a qua-
h lade do razenda, para a cor que se quizer,
com promptidao, o de modo quo so 11 So co-
nliecea cor primitiva : As possoas da cida-
de de Olimla quo livnrem ohjeclos pura tin-
girpodom levar ra do Malhias Ferreira
casi do Sr. Cosme, alfaiato.
Lotera de Nossa Scnhora do
Rotarlo.
O llicsoureiro acliando-sc com-
pctentetnentfl habilitado, nnntin-
cia que as rodas desta lotera, an-
dain no da 29 do corrente, no
consistorio da igreja de Nossa Se-
nhora do Livramento, 08 bilhetes
esto a venda nos lugares do cos-
Itinic.
Uothe 6^ Bidoulac mu laram
0 seu escriptorio da ra do Tra-
piche n. i'|, para 11. \j. ila mesma
rtia.
O consulado dinamarquez
mudou-se para a ra do Trapiche
11. 1a.
precisa-se de um feitor para
um sitio pequeo peit da praca,
que cntenda de jardm e tratar de
cuvallos ; a fallar na ra do Tra-
piche n 12, primeiro andar.
-- l'recisa-sedo um caixeiro para viuda :
na ra do lian: el n. 81.
--.Precisa-se alugar urna preta pira co-
Mnhar, e lodo o mais arranjo de urna casa
de homem viuvo: quem cstive.r nestas cir-
cumitanciaa dirija-sc a ra do Codorniz 11.
1 ou 3, que achara com quem tratar.
Os abaixo assignados participm ao
respeilavel c irpo do commercio, quo antre-
giram o estabelccimenlo quo uesta praga
cxistia deblixo da firma de Kalkmann Ir-
nians,sob a data dohoje com todo o sou ac-
tivo o passivo aos Srs. Ilenrique llrunn e
Gustavo II. Praeger.Ilerm. I). Kalkmann,
lleur. Kalkmann.
Hcfcrindo-iios ao annuncio arima, temos
a honra de levar ao conhecimonto do corpo
coinmcrcial, que desta data cm dianlo o de-
b.nxo da razBO do llrunn Praeger 6t Compa-
nhia.conlinuarcmos os negocios da cxlincta
tirina do Kalkmann IrniSos de cujo activo e
pasaivu a nova iu um su m-oig.iinr-
ine iiruiiii, Cu.-t ivo II. Praeger.
Jos Rodrigues Sordos.alm do annun-
cio publicado no Diario do Pernambuco, o
que, tem de ser repeti lo, pelo procodimenlo
quo acalla do pralicar contra o annuncitfn-
le Manoel l.uiz dos Keis, s aflu de por em
duvi.la o credito o reputado do annuncian-
te, sern qiie entre este o o dito Reis houves-
sc causa justa de inimizade, quo provocasso
ao Sr liis a intentar urna denuncia falsa
(como so 1I1/, j'imira o annuiiciaule, espa-
lliando do mais a mais tor o
vendido o sou eslabelecimento
do Pillar cm Fura do Portas
como mais dons escravos ludo
dominio do annuncianlo ; 0 Sr. Rodrigues s 3 ja larJo- .
emuila gento sabe quo o annunciante nSo .. a pessoa quo annunciou no Diario do como lossem Kiaclio Uo aangue,
loz venda dnala,o que est como sempre 9 ,i0 corrente, precisar de um caitoiro lira- Dreio de Bananeiras e Catle at
rom I sua casa om gyi o e s sim o que o U-, sj,oiro ara am deposito, ni rui do Santa R.' j
nunciante fez foi urna socicdadc com o Sr. j |(jla uir,j,.sel ru do Ranccl 11. 36, segn- ,8:,2> em T>,e vel Para esla ,claa
Jos Joaquim Goncalves,cujo credito, fundo !do ,jar> ou annuncie a sui morada para de liara o poder de seu senhor o
e roputagSo,sao publicse notorios, fican-1 serpro(.urauo abaixo assimiado roca-se nor-
rio desta manein os undos das duas casas, |wannar(.ceu n0 Alg 8 do a,,alX0 BMIg^a J roaa-M por
reunidos emmaiorccala: ooSr.Reisque wesapparcteu nu um o uu lanlo as a,ltorlJaJes policiaes e ca-
anlo excesso fez para entrar neila no loi; presente mez, um escravo de no- de campo a captura do mes-
ailmittido pelos dous socios : estibe que be |.' .. rPnrpse;ita ter Au .
a verdade, esta lio quo he a queixa e a in-; me Jose Ia* raprcBoaui tn 4 '. m0j e mandar entregar na ra dos
disposigaodo sr. Res contra oaonunciin-; annos, grosso do corpo bas'-,nle' ij,-es na Boa-Vista 11. a8, que se
le, quo na verdado por alaumas ingratides' ..rfln mpio fnln nariz chalo.de
Platicadas pelo Sr. liis contra gneros.-; 8'? lne, lul '..'''',,, recompensara generosamente.
dado (lo annuncianlo foram causa de sor ex-; nacao, tem urna pema gros-a, um jl,n0fc| Joaqun Carneiro Leal.
Firma-se papel.
3
BELLAS-AR'n-S
Aluga-so urna gnnde casa e sitio, com Compram-se duss creoulas ou pirdis,
,' todas ascommodidados ecom rio no fundo, << >" ""' <" hifcMMadaa 1
ni povniQSo no Monteiro: a tratar com J0B0
ni ra di Cadeia
1 .
wm
Jos do Carvalhn Muraos
do Recite.
-- A pessoa que annonciou quarer com-
prar um ou dons caixOes, para deposito :
dlrija-se a ra Nova, venda n. 50.
Precisi-ao de um amassidor para urna
pallara nos Apipucos : a tratar na ra Mi-
ren 1 n. 69
Jos Concalves Ferreira e Silva, em-
birc para o Rio de Janeiro, a cscrava Qui-
Publiciram-se ultimameule na imprensa leiia, creoula, por ordem de sua senhora ,
de msica, na ra B'lia n. 28, as seguinles Athanazia Mana do Espirito Santo, mori-
pecas de msica :um numero do lindas ,|ora na povoa(So do Oratorio, comarcado
quadrilhas para piano o flauta a 1,000 rs. Limoeiro.
parafliutnsa500rs., a multo appliudida l>blicac5es llomeopathcas.
modiidia-quer 0 Mi\/Z!S A 25 E ACOST sahir loz a continua-
piano a 610 rs., para viol .oa MO la., M pathogenesia homebpalhica.compos-
nhaabaianada-o Wn^J** fa de | medfc.mentos IDaoV.OI, nduzida
610 rs., par. V.0IS01600^,^^8 a,a do m,nUi, do R. MHR ea de 12 medica-
, sencuiva, poi ___,._..,.,.. ..i..hH. a. i... ini_
montos BRAsn-Etaos extrahi'la da obra inti-
noite oh que silencio, valsa
ka a pernambucana, ludo em um folheto,
de boas figuras, com habilidades Jpagim-
se bem : ni roa da Cruz 11 40.
uJ
endas.
Lotera do to de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na loja de mmlrza.sda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
meios bilhetes, quartos, oiavos e
vigsimos, da quarta lotera para
conclusSo da igreja matriz de S.
.lofi'i Daplista da Lagoa : vem a lis-
ta no primeiro vapor que chegar
do Riodg .laneiro.
Ancoras para navios;
Vondnm-SR em caa de Ricardo Royle, na
ra da Cadeia Velha n 37, ancora* de stipe-
grando v. 1 o. para fliula a 320 as
l'erdeu-sc no dia 10 do cor
rente das 11 lioras da manhaa ao ptha Co'sst Bimoui, ra das Gruxaa n. 28.
. '. .. ,_. -- Aluga-se um negro ptimo ranoeiro,
meio da, um penle de tartaruga, romidor e proprio para qualquer servico:
pequeo para prender cabello, na ra do llangel n 59, segundo andar. Na
. 1 ..> inU mesma casa vende-se un: violSo do jacar
imitando em cima a urna transa dllo excenenles VOzes.
nbos
dides,
da
upulos. I bem-so rfj- .-.v... dii
assignaturas a 3,000 rs. pagos na occ.siSo b':ib?? f 0LCommo^8.P_rf5.OS : n' "" d
da entrega, no consultorio do prof horneo-
1 jacaran-
Vigario n. 19, primeiro andir.
S Aviso para qnem quizer.
A. Golombicz avisa aos seu
freguezes da sua loja de al-
fa iate, com roupa, feita que
- Quem annunciou querer comprar um 11 ,_, .. j_ -.;.
:-: dirija-so 3 transleno para a da esquina,
ciix ni para depozito de padaria
a ra do llangel n. 59, segundo andar.
ATTENCA.
.V pessoa quo tiver o testamento o conci-
lio do fallecido J0S0 Paos Brrelo Volho,
desde a ra do Brum, at a ra da
Cadeia de S. Antonio, junto a ca-
deia : quem o tiver achulo c qu-
ter rest tuir dirija se a ra do
Brum, armazem de Antonio Mar-
tms C iiv llio, que ser generosa
mente gratificado. com quem tratar, ou annuncio para Mr pro-
Jos Rolrigues Sordos tendo por rolieia cura(i0
quo Manoel Luiz dos Rois o temealunia do a .. o Sr. Manoel Saturnino da Cunhi, que
ponto de it dizer quo pretendo, dar umi no sa,geiito do dcimo batalhSo do inlanta-
denuncia contra .0 annunciante por esto rja> naj, ,ie Vir a ra di Roda n. 52, con-
tar conlas com o dito Sr, Reis ; e o annun- cluir aquelle negocio quo nSo ignora.
ciante ter vendido o seu eslabelecimento e .. Tendo desappirecido no da 5 dejulho c senhora, dito para meninos, chapeos frm-
2 escravosda possee dominio do annuncian- ua pissagem da Magdalena, u:n mulalinlio cezes fimssimos, ditos do moninos; ven-
te. E para inteligencia do respeilavel com- ,|e llome Caetano, de 14 annos de idade, dom-so smenle a dinheiro vista,
mcrcio o mesmo de qualquer autoridado a p0uco mais 011 menos, co:n os signaes se-1 Cigarros de palha.
quem o dito Rois perlenda Iludir comal- gUi,iles:--cabellos estirados, feicOea aci- ,%a ra do Collegio, vende n. 12, hi um
gura estratagema lingido.o annunciante Taz bocoladas, mSos o pos pequeos: recom- surlln,enlo ,|8 cigarros de palha, vinlos ul-
pobliCOSer falca aemellianto venda, quo o menda-sc as kUlondades de polica o a par- lm,nlele ,|0 Rio de Janeiro, os quaes S
anniineiantecslcooliniianlonogirodeseu ticulares, quedelleliverem noticia, do di- vell(jem |anto em porcSo comoa retalho.
atraz da matriz, loja n. 1 em
que esl o Sr. Matuteo,sendo
sempre omstredaoflicina o
""- em modos que faca f. e quizor negocia- | brasileiro Manoel Jos Fer- \
1 los ou dar urna cerlulso venha nestes ';.
tres dias ao pateo do terco n. 9, quo adiar | reir. Na mesma loja cima I
i tem sempre um completo 2
ti sortimento de roupa feita.
mwwmwamw mtmmmwmm
Na ra Nova, loja 11. 2
Ha um sorliinonto de calado para homem
gocio, ecom fundos.graqs a providencia, rigirem-sea ra do Vigario n. 99.
ra liquidar qualquer transadlo legitima u. Tucknii
esta tainbem autonsado em ausen- qU0 so |ae presente, som percizar do uzar
kniss, relira-se para fo'a da pro-
porejlo
Cal vrgero.
Vendc-so cal de Lisboa 1 mais nova do
ra do abaixo assicnado a fazer as' do meios dolosos. .-Porcisase deumaama deleite prefo- mercado: na ra do Vigario n. 19, primeit-
cia uo anaixo assignauo nvsi a( |||o|| |(oi!r| l)0 Ctrva|ho sub. inil.so sem fjlho: nariuda Cacimba n. andar, escnptor.odeT.de Aquino
suas vezes
tendente ao mes
to. O mesmo
Fonseca
0 .- 1 Manoel Rodrigues de Carvatno sud- ,inill).so sem filho : ni rui da Cacimba n. ani.r, escnpiorio ue 1. uenqumu r-
em qualquer objcclo dil() porluguel embarca para o Rio do Ja- .', onJe morou o aado Vigario do Re- & rTlho.OUOa ra do Trapiche, amazcm do
mesmo estabelecimen-iieiro. ,. el/e. li"tonl" *>***** da *onse"- n nn
a i i O abaixo aisignado, mestre alfaialo. lardim da* Damas Vendse um cavallo, cor cistinho.no-
abaixo assignado pro- d," 03 seU3 ,MSmJ 0 a0 respeit.vol .. .' ard,m, T!!'.;. vo, bom aiquiptdor, a c.rregador, por pre-
:>
Dirigida por um pharmactutico
approvado.
Este eslabelecimento possue todos
os medicimentos it agora experi-
^ mentados, tanto ni Europa como no
Brasil, eproparidos pelas micliims
S da invencSo do Dr. Mure.
* PRECOS.
C das carttirai homopalhicas.
* Tubos escolhidos (cadi um)
neitflVOr II TU, iiuiu vauui|'Duui, w w.ivp-., r r-
eslabelecimento [ shio a luz u 6' num,oro uste peridico, muil0 ConlmoJo. na rUi do Vigirio n. 3,
relacao-de todo o sortimento ^\r^^S^t^J VtfSSSZ S.Wnf S*. H*-!-.
tem COM OS SC.S ltimos preC%.|do. IMtodV^tffoJSSSSKl ss.isnumeros desta sene conten,
l'ernimbuco, i7 de abril de i85a.
Jos da Bocha l'aranhos
O abnxo assignado, profossor jubilado
I na cadeiri de Geographia ehisloria do Lyco
'desta ciliado, tom eslabelecido um collegio
4' denominado Santo Alfonso na ra da Cadeia
terrea, junio Coi "^- |^7tll Vendc-so um re.ogio de ouro^ com um
,. 49. ondo o encontrarlo I "fnVstle impressao com duas columu.s corrcnlo de ouro dele, por 50vOOO rs., o
>mar qualquer obra de seu 1'"" J ,e nslruciva consta de sapalflesdo couro de lustro por 3 000 rs ou
oer encommenda para o que .cada ama. A v> ^ ^^ cou de mtr.
pa kiirlimnnln iln nin (iS.,"m M'sr",ll 'O f .& ._ i____:^____...,,.i,,^. ..<.!. mimila nrunt
1?
Tintura s demedicamentos em
frascos de 1i2onca (cadi um; 2
lia mais, alem destis.outras multas
caixascom glbulos e tintuns por


prompto para tomar
oflIcio,ou qualq
tem um completo sortimenlo de pimos
casemiras, brins, setins para colele, o mais
varias fazendas de bom gosto.
. JoSuGoocilvcs Evangelista.
-- Precisi-se de dous olTIciaes de charu-
teiros quosejam pe folios no seu traba I lio ;
do luirro de S Antonio sobrado n. 13, onde
actualmente enslna latim, francea, rhetori- em fra de Portas, venda do JosGoncalves
_ ca o geographia, para o que obteve do Exm. cascSo.
Emcarteras de 12 tubos grandes 12/* Senhor Souza llamos, quando presidentOj -- Manoel Teixeira do Andrado razscien
. -2\ c 20/ 2 I desta provincia, a liccnga de que tracta o te ao respeilavel publico, que oSr. Almlno
2* pequeos 15/<| artigo 38 do regulamento de 12 de mato do Canlidio Jos Machado denou de ser seu
anno prximo passado. O mesmo abaixo as- caixeiro desde o dia 7 do corrente mez.
signado recebe pensionistas 20/000 meu- -- Quem livor umi carnnja nova.ouem
saes pagos idiantidos, nSo dando roupa U- bom estado que a queira vender, dirija-se a
va da o lengommada e dando-a, 25/000 rui Nova, Ciaa o. 52, segundo andar, quo l
meiOS penlioqislas 15f000, e alumnos ex- achara com quom Iralar
oreos variaveis, conformo o taina- 4; tornos dn latim a tyOOO o de qualquer outro Quom precisar de UiD forneiro, dirija
* < 1 1 A*m .;.hk ,\ .. _________B._t. rl/Aikn i\.. nrn> .In l'nmilia :... lit-nii ,tn l'njiro :i 11 11' it.l lllllll'IJ
nho ea qualidido das caixas, o a <
quantidade dos remedios e as suas ^ dviiarnisBCoes, etc.
a> AVIAO-SE GRATUITAMENTE >.<
W para os pobr s, todas as receitas que g
K para ali mandar qualquer professor. J
ma pessoa mui habilitada pra oobran-
51S so offereco para cobrar para 0 Brojo de
Arela, Bananeiras, Iguarabira, Liga Nova,
Lagrii Grande, llabaiam, Pedras do Fogo, e
oulioslugares.quo neslcsquatrodias parte:
tratar na ra do Quoimado n. 16, loja do
miudezas.
- Precisa-se do urna pessoa para tomar
conta de um Uboleiro de fazendas para ven-
dor, s^nio a pessoa mesmo quoni carregue,
dan lo Mador que possa responder a todo
lempo : quom quizer fazor esle negocio an-
nuncio a sua morulla.
Os Srs. Francisco Pedro, alfercsdaci-
dado, Francisco uringerde Aimeiiia Gucdea,
e Innoconcio da Cruz Cordeiro, por carida-
edirijam-seao Passcio Publico, loja n. 9,
a pigarem o que dovem.
O abaixo assignado faz scinte 10 Um.
Sr. administrador da mosa do consulado
Dcsapparcceu no dia ai do
passado mez um cabra de nome
Antonio que representa ter 3o
annos de idade, altura regular,
provincial quo deixou do vender ngoardenle f x ...,..,
da produCCO brasileira na su laberna, na "Cm ICltO do COrpO, pes pequeos,
ra da Aurora n. 28, desde o t.'de julho de ],e aleiiado do braco direilo ao pe
1852.-Custodio Alves Rodrigues da Costa. nroveniente de feri-
- Olferecc-se um rapaz po.tugucz para ixoiro de venda, ou outro qualquer esta- nclito d arma de logo, Ctem todos
Este
peparatorio a 5/0U0. Os pues de familia, soa ra larga do Rozarin, ao p da pulicia
que quiscrem matricular seus til tos, podem n. 19.
dirigir-so ao mesmo collegio a qualquer lio- Con senhora portugueta con'todas as
ra dn dia, cortos da que o mesmo abaixo as- habilitaces precisas para o ensiuo o educa-
signido so exforgara quinto em si couber cagao de n.cninas, oTerece-se para algn
por lien desempenliar ardua n.iss3o, da collegio ou casa parlicilar.lentnlicsta prac
quo so encarrega. Alfonso Jos do Ol- com lora uelli, o po neto 110 deseuipenho de
veira. suas funcies deixar aalisfeilas aquellas pos-
-- Aluga-se um mulatinho de idade 16 an- soas quo rio seu prcs'.imo se quizeroai utili-
nos, que sano cosinhar o diario de urna casa zar, dirigiodo-se para isso a ra Nova 11. 8,
do pouca familia, e proprio Umbom para loja de Jos Joaquioi Moroira & Companlua.
mandados.ou servir a algum homem soltoi- Arronda-so um sitio na estrada do S.
ro por sor muito fiel o nio ter vicio algum:' Amaro, quem vai para Belem, com mullo
as Cuco Ponas n. 71. boa casa. soUo, estribara, casa para escra-
-- Um rapaz brasileiro, com 22 annos de vos, cosinba tora, com bastantes arvorodos
idade o com alguna pralica do nogocio, se, como sejam Mangeira, cajuciros, pilomhei-
ofrorecc para caixeiro do armzem do assu- ras, coquoiroso oulras omitas frutas, assim
car, ou outro qualquer cstabolecimento como baixa para capun, e para roca nljao
pois tem sotfrivel letra, c se fr preciso da-, etc. com muito boa agoa de bebor, o banlio
ra fiadora sua conducta: quem do sen pres-i muito perto: quem prolcndcr, dirija-se a
timo se quizer utilisar, dirija-so a ra do 'ra do .Nogueira sobrado n. 39, ou na ra da
GruZ n 7 nrimeiro n,lar.
O abaixo assignado previno a
So do mundo, unidade da especie humana roquim para senhora pelo diminuto prego
c existencia de Dos, do cinco carias sobre de 720 rs. o par na rui Oire.ti, loja nova
1 physici, do tres hgOes do arithmetici.de do calgados n. 50.
seto artigos do moral, de cinco variedades ludo sao pecllincnas.
oscolhidas e de varias mximas o ponsimen- vondem-se chitas Uns a 120,1*0,160,180.
toa. A parte recroativa consta do quatorze e no rs. 0 covado; pegas de ditas a 5,000,
composigoes poticas, de dez romances, a a 5 500_ 0i50Ui 7,000 rs.; chitas para cober-
necdota de um drama de oito conlos para ta je c,v lixi a 200 rs.; corles decaiga de
meninos, do umjogo do prendas o do vanas brjm do C1)r i.oooe 1,200 rs. com treso
reeditas uleis. mc0 cuvados, cortes do if-mido RimbreSn
Acompinham os nmeros desta sene urna g00 rs fa2endi de muita duragSo para
modinhi brasileira com acompanbamento ca|'a mH,lapolOosa 160,180, 200, 220, 2*0,
Oo piano, duas estampas com trinta e sete 0 jg0'rs. a vara ; pegas de dito a 2.800,3,000,
riscos de bordados, outris duas com dozo 3 IOo 3'600, 4,000 rs., o mullo lino a 5,200
riscos de Ubynnthos o dous lindos liguri- rs ,|g0,|a0lraiigado, proprio para lenges
nos.
Para quem assignar a scgmnte seno, a
prirr.cira cuatara anda 2,000 rs. mas para
quom nao assignar a segunda custir
3,000 ra.
As assignaturas recebem-se na ra larga
do Rozario n. 35, primeiro andar.
o toalha a 3,600 is a pega ; o oulns multas
fazendas por pregos extraordiniriaineulo
baratos: na loja da estrella di rui do rjuei -
mido n. 7, confronte ao becco do Peixo
Frito.
A ollcs.
Venda-sa urna porgaodc barrisque foram

cluido
mcrc
lo do sor socio. Agora para quo o com- escroto grande, que eslava em cu-:
co, principalmente com o annuncianlo .. i .,,i;,u ,, rilnaa.i
ligado edeponde.iie,liquccerto do pro- rat'vo levou vestido una calca a-
'e ganga, camisa branca, cha- joaoda Costa Do
le couro, fo. escravo do cap- fj^ftffii
ecdimenlo a respeilo do aniiuiicianle; pelo m
presente convida a lodas as pessoas a quom, 1
o annunciante possa dever,a 1 presen 1 a r suas P_eo .
enntas no seu eslabelecimento na ra do Pil- tanzinho
Na livraria do palco do Collegio 11. 6, de
Douradn, ondo ha muito hom
almago do qnalidado supo
1 com bonito lypo por mu di
as autoridades minuto prego.
lar em Fra deportas n. 120, ou na ruada ,,0|cacs e CapUSeS de campo, a Allcncao.
Cruz 11. 53, a seu socio o Sr. Jose Joaquim. r *
congalvcs, para immediatament-sorem pa- captura do mesmo a entregara
gas c Mtiafellaa. o mesmo Sr. Manoel Luiz geu jenhor, na ra da Madre Dos,
dos Iteis lie convidado publicimonlu a a pra-1 ^-. -_-.
Mrnlar asua conta de deve cha de havor que Joaquim da anva i.opes.
tem com o annunciinte, licando corlo quei -- fjuem quizer alugar um sobrado de
solo justo e verdideiro o resultado, a dif- um andar, com armazjm, no Rr-cile. na ra ni
da Moda n. 23 : dlrija-se a ra da Gloralas
da Boa Vista n 87, sogundo andar, que a- ; com l.im Jnior r. Companlua.
Una pessoa com as habiliage.s necos-
lurenga que Imiivcr tambem ser immedia
lamente paga. OSr. Reis seja franco e n5o
uzc de acgdes indiscretas, muito principal-
mente quando nao he capaz de provar legal-
mente.
O abaixo assignado faz scienteao lllm.
Sr. administrador do consulado*provncial
que deixou de vender deade o dia 31 deju-
nlio prximo passado, espiritos do produc-
to briaileira,oa mu taberna sita ni ra da
Aurora n. 48.--Joaquim Raphiel de Lima.
I)i-se dinheiro em pequeas quantiis
pif mi de um e meio por cenlo, com pe-
nhores de ouro : na rui larga do Rozario,
loja ii, as, se dir quem di.
A pessoa que no Diario do segunda-feira
n. 152 aiiiiuncioii querer comprar urna pro-
ta ou parda, de idade 40 anuos, achara urna
parda como podo cm seu annuncio,na ra da
Cruz do Recife n. 28, segundo andar. Na
mesma casa ha oulra parda de ida le de 20 a
2 anuos 1 quem a pretender pode tralir
quem
possa intereasir, que os escravos, Sovenno e
Mari.), nagao Angola, quo oslflo em poder
do Sr. lente Jo3o Maiinho Cavalcanti de
Albuquorque, pertencem ao abaixo assigna-
do por compra que dolas iizera em 8 do ju-
nho |>. p por conta de urna execucSo que
o mesmo abaixo assignado move contra o
mesmo Sr Marinho. Cumpro declarar,
quo ten lo o dito Sr. Marinho vendido os re-
le idos escravos, por um abuso de conianca
licou cou ellea em seu poder, pelo quo o
abaixo assignado protesta haver perdas o
dainos, dias de servigo etc., n3o poupando
para isso cg3o da justica civil o crimi-
nal.Jos Ignacio do Loyola..
Em 21 do passado mez dejunho, tomou
posse judicial o abaixo assignado na quali-
dada de procurador dos lestamenteiros e li-
quida tarios do finado Manoel Ribelro da Silva,
do Lisboa, do urna parto do rs. 700/000 na
casa do 2 andares n. 9, na ra do Livramen-
to, comprad a Francisco Jos Pacheco de
Medoiros, o esta o.asina paite se vende :
quem quizer Iralar dirija-se ao dilo abaixo
assignado: na ra do Trapiche n. 13.Ma-
noel do iNascimenlo Pereira.
Precisa-so do um mostr ou iroslra, que
se ache habilitado a ensillar francoz c msi-
ca, n'jiri engenho dislanlo denla praca no-
vo leguas ; annuncie para ser procura lo.
Sr. Lu'u l'ircs Ferreira ,
queira mandar, ou vir pagar, a
quantia de38,5oor.s. importan-
cia de 7 (ovados de panno verde ,
que comprte em 2G de marco de
i85i : in ra do Crespo, loja de
fazendas.
tjasu de comniissao de escravos.
Na ra Direita ", sobrado de 3
andares, defronte do becco de 8.
I'cdro 11. 3 ftcebem-sc escravos
de ambos os sexos, para se venae-
icm de eommissSo, n8ot.e levan-
|'reeisa-so de alugar urna ama forra ou (| 0,-,., .Jiijocs de barro empa!hiJo9,flan-
ciptiva, que faga lodo o servigo de casa o urcs ,'io'jjversos lmannos, ote. a quin-
rua : confronto ao tlicatro de S. Francisco tjdajBqU0 0 compradora quizer, por pre-
n. 8. Cos commodos: na ra larga do Rozrlo
--Prccisi-sc do urna ama forra para o ser- 36
vigo do urna casa estrangoira do pouca fa- '_. vendo-so um ptimo mol-que, creou-
milia ; na ra da Aurora n. 8, segundo an- |0i (|0 bonita figura,com 19 anuos.bemedu-
dar. cado, sem vicio algum, muito inlolligonte
Attencao. I para lodo servigo, tem algum principio do
-- ruado Li-
ueiros
200 rs.
Vendu-so urna cadeirinba de "ruar,
m.m Miiiiin iiiim aatado, de oslo moucruo,
ricamcnle dourada, com Miilbi do .idio,
forrada de damasco do seda, com corrame
do marroqnim, firdamento o chpeos com
gleos de ouro lino, ludo no molhor estado
possivel: na ra Vclhi n. 57.
Voltarete.
Vendem-se cartas fin para voltarotapelo
barato prego do 500 rs. o baralbo: na rui
do Queimado, loja n. 8, defronteda bolici.
-- Vondo-so marraolada em latas dequi-
tro libras 1 1,280 ra. ; de duas libras a 800
rs. ; soblas do Lisboa, un molbo 1,000 rs.,
um ccnlo 1,280 rs. : ni rui das Cruzas, pri-
meira vonda pintada de azul.
mem, rico schapoos de seda pn
viwIp-sb por monos prego do que em outra
uanlo do sedas e paninhos do todas as c-
rese quilidades para cohrir chapeos volhos,
chara com quom tratar.
No dia I6,ni> saladasiudionciasdo Dr. sanas, se olfcrccj para onsmar primeiri ,
juiz do civel da primciravan.se lude arre- letras om qualquer ciigeiihooufazonda.fora I co por 6886 tr.iballio, mais do que
malar os alugueis da casa terrea, di ra da.desla praga quom de seu preslimo soqui-l a ceni,, c sem sc levar cousa
,.,...,, -. 1 zor ulilisar,dirija-so a iui do Vigario 11. 20,1 iv_
-' Antonio d. Costa Ferreira, n.lo poden- segundo andar, ou annuncie para ser pro-' alguma de comedonas, olterecen-
do despedirse pessoilmento de seus amigos cundo. (lose para isto lo.la a SCguranca
por causa de sua moleslia.o faz por meio do Precsi-so do 400,000 rs., a juros dan- ; ,. escravos.
nres-nte, o cm Villa do Coude o encontrarao do-so por garanta um negro para lo lo aervi- prtc b para osunos B8>''" "
promptoa cuinprir seus man Jados. go, licando o servigo do dilo negro pelo jii Praelaa^n .ilm
Joflo Martins de Birros, mudou o seu ros ; quem convier esto negocio dirija-so 1
escriptorio, da ruado Vigario, para ai ua do roa larga do Rozrio loja de miudezas n.
Amorim n. 41, segundo andar. 26, que so dir quem he.
-- l'recisa-se alugar unu preta escrivi ,
que tentia bastante leito, para criar um me-
nino : quom tiver, dirija-so a rui do Colu-
vello n. 57, ou annuncio para ser procurado.
vende-se baleas para vestidos dosenhoras.o
faz-se concert em chapeos velhos.
fj Alugim-so o vendem-se bixas na #
g praga da Independencia n 10, con- *
J fronte a ra das Cruzos. _.*
?** *.>*' ?*?*
i'recisa-so do urna ama para casa do
homem sollciro : na na do Queimado, loja
do fazendas n. 22. .
Aluga-se nina casa no Manguinho, pas-
sando a pontezinha, do lado esquordo, com
lies janellas o urna torta do frcnlo, com
ires quartos, aulSo e cosinha fra, com um
pequeo quintal e cacimba : na ra da Ca-
doia do Recifo 11. 30.
Dos Dispoe.
Acaba de chegar do Rio de, Janeiro, tradu-
zido em por lugnoz, o excellente romance do
lexandre llumas.que tem por titulo, Daoa
DispOo, vende-so na livraria da praga da In-
do, endencia n. 6 c 8, a 8,000 rs. constando
de 6 voluntes.
Toma-se ropa de alguma familia gran-
de, para lavar o eiigom.iiar, com toda a par*
feicSo o asseio, asegurando a possoa quo a
tomar pela falta que houv.-r : quom quizer,
annuncie.
Compras.
Na ra Imperial n. 3t, compra-so 2 bois
mangos, propnos para c.rroga, quosejam
novos, c gordos quem os liver o quizer
vunder, annuncie, nu dirija-se ao mencio-
nado lugar quo ahi achara com quem
Ira "tu r
Na ra da Senzalla Velha, defronto do
Sr. Martins, pintor, compram.-sc todas as
nualidades de forros velhos o metaos de to-
llas as quididades, assim como oureloi de
pannos unos, casimiras o lodas as quali-
Sadaa do mulambos, quo soivirom para a-
zor papel ; assim como cabos vellios, lo-
nas, ect. .
Compra-se um preto que soja forte, e
que uo tonha vicios 110111 achaques, para
servigo do casa : na ra do Amorim 11. 25.
Compra-se urna preta, que lonlia bo-
nita figura, c quo saiba engommar o cosi-
nhar, e no tenha vicios iiem achaques : na
ra do Amonio 11. J.
-- Compram-se escravos de amhnsossa-
xos, do bonitas figuras, de 10 1 25 annos,
lano para a provincia como para (ora, pa-
gam-se bem : na roa da Cacimba n. II, on-
de morou o finado vigario do Recife.


9 Vendem-se as modernas |
chitas francezas, de lustro e
^ ramage, desenhos da ultima
moda, a 24o e 3oo rs. o co-
I vado 5 na ra do Crespo,
I loja amarella de n. 4> de
i Antonio Francisco Pereira.
- Vendo-so om excellente qu' lo, que
no temainda a segunda muda, e mu car-
nudo, con to los os iricios quasi novos pa-
ra montara, lambam ao vende sem1 arreos ;
na Estancia.casa contigua capella.defron-
tado s-nhoi Cardoso Ayres.
- Ven io-so un escravo, creoulo, sem vi-
cios ncm achaques, mogo e ptimo pan lo-
do servigo, lauto da praga como do campo ;
na ra da Santa Cruz, sobrado do um andar
n. 70. ,-i i
Hrim trancado de puro linjio n J20
rs. o covado.
Na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
t, para cida vendo-se brin trancado par-
do de linho puro a 320 rs. o covado.
- Vendem-se dous c oncliz c urna cirau-
111 muito mangos, quecint.m ni mao : na
Iravessa di rui B-dla, cocheira n. 2.
- Vendo se um paiol pin depozito de sal
enm suas competentes mo lidaa, proprio pa-
qualquer Pessoa que do nove.soguaira
estabelecr em dito genero: na ra Impenil
Na loia das 6 portas.
Chilla escuras ,e.s .intens.seto, meu
na.caedous tuslOes, laneoa brincos par.
m,, da senhora e moninasi dous tustOes.
^00 pequeos'par. meninos a qu.lro vin-
S mniua oulras fizendis por prego ra-
soiveis.
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mm
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XCIIX\DEDEP\HIN.
Y tvV.Ac C\uv\\ ta ,> vV,
Kua do Collegio n. 4
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nida, participa ao respeitavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seus tre-
geles, que elle recebeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sorlimento dos molhores chapeos de sol de
seda, quetem vinlo a esta praga, proprios
paraaestacOo do invern, e para sentiores
do engenho,. por screm muito fortes ; sor-
11 iiicni de chapeos do sol de soda de dife-
rentes qualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sorlimento do chapeos de sol de seda
para aenhoraa, de todos os feitios e lma-
nnos, que vende muito emeonta ; ditos de
panno par.a meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande ecscollndo sorlimen-
to de chamalotes, sdese pannos em per;,
para cobrir armagOes servidas, baleias de
todas as larguras e tamanhos, para vestidos
e espartilbos para senhora ; fazem-se um-
bellas para Igreja; concerta-se toda e qual-
quer qualidade de chapos de sol, ludo por
muito menos prego do que em outra qual-
quer parte. Vende-so om porcSo e a reta-
dlo. No mesmo eslabolecimenlo acha-se
um bonito sortimento de bengalas.
2,000.
Vendem-se cortes de brins trancados os-
curos de puro linho a ,000 rs., dito de pele
do diabo a 900 ou 210 rs. o covado, cortes
de camhraia do salpicos de cores e brincos
cun sete varas a 4,500 rs. o corte, e 720 rs.
vara : na roa do Crespo, luja n. 6.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para rearar hortas
e baixasdecapim na fundigSode D. W. Bow-
man:na ruadollrumns.6,8el0.
CHA PRETO
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
i-mi do Amorim n. 35.


ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame- ricanos, chcgado's dos Esta- |
dos Unidos, pelo barato pre- 4
90 de 4joors- cadaum: na *j
J, rtia do Trapiche n. 8. ^
Vende-se urna escrava com habilidades:
do bonita ligura, ede boa conducta, crcoula.
na ruadoQucimado n. 52, primeiro andar
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
No armazemde J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Deposito de cal e potassa.
No armazcm da ra da (Jadeia
do Recife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa cliegada ultima-
uiente, a |>recos muito rasoaveis.
Armazcm de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
110 mercado pelo diminuto pre90
de 200 e 240 rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-sc a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
reguezes que he bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ruada Cadeiado
Recite, n. 50, vemle-se barris com supe-
rior cal om pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por monos prego do que
em outra qualqner parte.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia vplh_ n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada reconlemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vnde-
se por preco razoavcl.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. b, armazcm deVIc.Cal-
ioalS Cuiupauhiu, aclia-ac ci>uianicincnie
buna aortiiueotos de uia de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiras todas de ferro para auimaei, agoa, ele ,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
manhoa e madellos o mais moderno, machina
uorisontal para vapor, com forca de 4 caval-
lus, coucos, passadeiras de ferro estanhado
ara casa de pulgar, por menos preco que os
ecobre, escovens para navios, ferro inglez
tanto ein barrascomo em ireos fallas, etudo
por barato Dreco.

!>
Deposito de panno de aleudan da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao dcsta fabrica ; cm pessa, a
voutade do comprador: no escrip-
torio de Novaes& Companhia, na
ra do Trapiche n. 34
nloendns superiores.
Na fundicSo de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
conslrucgSomuilosuperior
- Vendem-se asseguiutes sementes:
nsbos,rabanos,rabanotes encarnados ebran-
cos, sobla, couve trlnxuda alfaco ala-
ma, repulhuda, chicoria, scnoulas, feijSo
carrapalo de tres qualidades, ervilba torta e
.Incita, fava, coeotro de touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e muslarda : na rua da Cruz n. 46,
defronie do Sr. doutor Cosme.
A 240 rs. ocovad*.
Defronie do becco do l'eixe-Frito, loja n.
3, vende-se cassa chita, cores lizas, de lin-
dos padrOes, pelo barato preco de doze vin-
tens o covado; bem como chitas baratas
e oulras fazendas mais.
a 280 rs. o covado
Defronie do becco do Peixe-Frito, loja n.
3, vende-se alpaca de eleodilo pelo barato
preco de qualorze vintn o covado; esta ceza elstica a e.ouu, ,uuue lo.uuo o cune,
Fazenda torn.-serecummend.vel 0S0 outri. mu.tas hienda, por preco con.-
modo.
Cortes de brim de puro linho.
AlgodSo para toupa de escravos.
Vende-se algodSo muilo encorpaiio, pro-
prio para roupi do escravos, com pequeo
toque de varis, a no rs. janla; dilo
hu l'ii a 180 rs.: na ra do Crespo n. 5
Mercurio.
Vende-so mercurio de primeira aorte: em
casa deAuguslo C. de Abicu : na ra da
Cadeiado lenle 11. 48.
ov(vyvv y i v v'y iv yffft^to
A 4,00o r8, corte.
Vendem-se cortes dela
para vestido de senhora,com *
15 covados, de cores (xas e
desenhos muito modernos ,
fazenda mais barata do que
chita e demonstra duracao :
na ra do Crespo, loja ama-
ai relia n. 4 de A. F. Pe-
* reir.
O flSAAiAAslisnBM 8) Mi AnAO
Sorlimento8 de panos linos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vel-
ta para a cadeia,vende-se panos finos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez muilo superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. diloarul a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, corte de caiga de casemira
prole enfestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
4
<--
para vestidos de senhora, como tambem
para palitos e casacas de homem.
Vendo-se
boticas homeopalhicas de 30 medicamen-
tos.a 20,000 rs.,3.e4. eddicgSo da pratica e-
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a cadeia, vemle-so corles de caiga de
brim de quadros, e lislras do puro linho
lementar, em 2 vo'.umos, vindas do Rio de 4,280 e2,000 rs.,dilo inleiro pardos 1.280e
Janeiro da botica central da ra de S. Jos '2,000 rs. o corle, nscado de linho de lislra
n. 59,declarando que s5o as verdadeiras bo- 720 rs. o corte.
ticas homoepathicas: na ra do Crespo loja
amarella n. 4.
Anligo deposito de rap princeza
de Gasse do Rio de Janeiro ,
grosso, meio grosso e fino na
ra da Cruz do Recife n. 23.
Viuva Fereira da Cunha, encar-
regada deste deposito scicntifica
aos consumidores deste rap, que
para ruclhor seiem servidos seus
pedidos, tem estabelecido ser pr-
vido o deposito mensalmente com
Com toque de mofo.
! Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se chitas escuras com
'pequeo toque de molo a 5.500 rs. apecs,eo
I covado a 160 rs.
jCambraias de salpico bronco e de
cor, lencos de cambreia de
linho-
Na ra do Crospo loja da esquina quo vol-
ts para acadeia, vende-so corlesde cimbris
de salpico branco a 4,000 rs., dito do ci>r a
4,500 rs., lencos de cambraia de linho a 500
e 600 rs. cada um.
-- Vende-seunscanleirospara pipase um
Marmelada nova.
Na ra da Cruz 11, 57, vende-se mermela-
da, nova do Ido do Janeiro, e de Lisboa da
melhor qualidade que tem viudo a este mer-
cado.
1- No HotM Recife, ra do Trapiche n. 5,
vende-se familia de mandioca por 2,000 rs.
a saces, be muito nova e de boa qualidade.
-- Veinlem-M estsiras de palha de carnau-
ba, regulare e grandes, de 2 varas do com-
primento; chapeos de palha a 8,000 rs. o
cento; el les de cabra a 20,000 rs. ocen-
to, chrgados agora do Aracsty : na ra da
Cadeia do Recife n. 49, segundo andar.
- Vende-se um oscrivo, creoulo, de ida-
de 28 annos, o qual eutendo de canoeiro e
de embarcadi^o, e mesmo prefero ser ven-
dido para o mister deembsrcadigo: na ra
do Trapiche Novo n. 4.
Sapatos !
Acabam de chegar do Aracali os mais
apreciaveis sapatos de couro branco. O
forte cabodal deque s3o hitos,! bat Ja sola,
e a moderna forma os confunden] depois do
engrasados com a bela graxa de lata de Sss.
S. Jlason com o calcado melhor da urop,
ellcs se ven iem a 800 r. o par, o a graxa a
120 rs. a lat, ora bem.isto chega a lodos ; e
No Fasseio Publico n. 17, loja de
5 portas.
Vendem-se chales de 13a e seda o melbor
que se tem visto neste mercado pelo barato
preco de 3 200 rs.; ditos de 13a a 1,000 rs.;
ditos de tarlataua a 1,000 rs., cortes de cas-
sa-cbta, bonitos padrOes, a 1,800 rs. ; chi-
tas para cobertas, cores fizas e bonitos pa-
drOes a 200 rs., o covado; ditas par* ves-
tido a 160 e 200 rs. o covado ; meias
cruas americanas pira homem duzia
2,200 rs., pirMOn.; biins de linho pro-
prio para palito, a 240, e300rs., o cova-
do; coi tes para coleto de 13a e seda a 800 rs.;
lencnluis para mSo de senhora com bico em
volla a 280, e 320 rs., e outra mullas fszen-
dss por precos cmodos.
Ven li'in su oito escravos,sendo um del-
los bom carreiro, um dito carpira, duas es-
rravas mogas com slgumas habilidades; ni>
ra Direita n. 3.
Vendem-se novss CaUif chitas de lin-
dos gostos a 2,210 rs. o corto, cassa de qua-
dros fina a 280 rs. a vara: na ru do Crespo,
lojn da esquina que volta para a Ca Jeia.
Vende-se para fura da provincia, um
ptimo ollicial de alfaiate, creoulo de 24 a
26 annos,ede boi figura proprio para pi-
rccoinniendar a compra desle calcado leilogem : na loja das seis po'rtss defronie'do
no paiz ho duvidar da proteccSo quo se temlLivramento.
desenvolv o a industria nacional; he por is I Hurta e jardim.
so que se avisa a quem os quizer va na ra Vondem se sementes muito novas, de to-
rua larga do Rozario loja n. 35. [das as qualidades.tsnto para horta comopa-
- Vendem-se bengala de legitima can- ta jardim ; na loja de ferragens de Antonio
a da India, de difhrente grossuras a Joaquim Vidal, na ra da Cadeia do Recife
V -. i_________^_. J. 'deposito para sale barris de azeite de carra-
remessas fetas pelos yopores da lg^ mh ludopor pre comrnoJo n,
carreiraj e assim podero seus fre- ra da Senzalla velha venda d. 15.
guezfs ter rap muito iresco, cir- i Espelhos porpouco dinheiro.
cumstancia a mais escencial ; sup- J^S^JSOSftSSS.
pelhos, com moldura, e som olla, chegados
lillimamento da Franga, por prego dimi-
nuto.
Farinha de mandioca a 1,600 rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior na ra
do Amorim n. 35.
Chapeos do Chily.
Vcmlem-sc chapeos do Chily, pequeos a
2,500, e 3,000 ri. : na laja de chapeos da Pra-
ga da Independeocia, loja de Joaquim de
prido pois regularmente este de-
posito com rap assim fresco, he
paraaffirmar que esta boa pitada
se tornar recommendavcl a todos
os tomantes: os precos sao os de
seu principio estabelecidos de 128o
rs., as duas primcias qualidades
e 900 rs. a ultima, sendo de 5 li
bras para cima
1,200 rs. culi urna, condegas de grandes
pequeos tamanhos, por pregos muito ra-
zoaveis : na ra larga do Rozarlo n. 44, loja
de miudezas.
Na loja das seis portas
Tem bonets de viludilho pintados,que Iroca
por una p laca; su os aprecia quem quer
estar a fresca em casa.
Atierro da Roa-Vista, loja ama-
relia de quatro portas, n. 60.
Vendem-se lencinhos do chita, lindos pa-
drOes, com ligeras, a 70 rs.; riscailinho para
todo servigo, encorpados, o covado a 140
rs.; cortes de
de avaria de Olov, i*u is. uuua uo coa- 1 --
sa, de 7 varas, a 2,500 rs.; cortes de cami- do caldo da canna, em garraioes
sas de chita, multo lindos, a 1,000; chapeos de 3 caadas, muito proprios pa-
n.56 A.
Tesouras para tirar fructis.
Vcndem-se tosourss para tirar fructise
podar llores, muito hoas.chegadas ha pouco
de Inglaterra, ludo por baratissimo pregoma
loja de ferragens do Antonio Joaquim Vidal,
na ra da Cadeia do Recife n. 56 A.
Paquete inglez.
Vende-so papel paquete pautado o sem ser
pautado, proprio psra escrever para a Euro-
pa, .-iliin de poupar menos dinheiro no por-
te; na loja de ferragens de Antonio Joaquim
Vidal, na ra da Cadeia do lenle n. 56 A.
Vende-se agoardente de can-
tes de riscado francez, comtoquelnatle8liper,or qualidade, extrada
a de oleo, a 1440 rs.; ditos de cas- i, 1 1 <-
SALSA IMIIIIILIM
DE
As numorosas experiencias hitas corno
uso da salsa parrilha em todas as enfcroii.
dades,originadas pela impureza dosangue"
e o bom xito ootido na corte pelo lllm'
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo illustrailo.Sr.hr
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eeni
sua afamada casa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino do Oliveira, re.
dicodo exercito e por varios outros mdi-
cos, pormillem boje de proclamar al lamento
as virtudes ollicazes da
SALSA PARRILHA
DE
Note. Cadagarrafa contem duas libra
de liquido, e a salsa parrilha de Brialol l)e
garantida, puramente vegetal sem mercu.
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. ovidro na botica do
Sr. Jos Mi 11a Gongalvoa Ramos : ra dos
Quartcis pegada ao auartelde polica.
Gesso.
Vende-se gesso embarrices, chegido ul
timamente:emcasa de J.Kellerdt Comus.
nbia, na ra da Cruz n. 55.
Deposito de tecidos da fabri-j
ca de Todos os Santos, %
na Baha. *
Vende-se em casado Domingos Al-^
ves Matheus, na ra da Cruz do lii.-c
cifen. 52, primeiro andar, algodSo
transado daquella fabrica, muitopro-^
* prio para saceos e roupa de escra-^
^. vos, sssim como lio proprio para re-
> .les de pescar e pavios pira TeiUs.S
^ por prego muito commodo. ^
deso a 1,280, alpaca de algodSo, o covado
a 200 rs., chitas milito finas o modernas, o
covado a 200 e 240 rs., e ordinarias a 160 rs.
madapolSo para forro, com avaria, a 2,000
ra mimos para a Europa : na tra-
versa da Madre de Dos n. 'i e G.
Vende-se umcavallo de estribara com
rs., riscadinhos franeczes, muito finos e.(0(jos os seus pertence, em bom uso, csr-
laj-gos, a 280 rs. o covado ; o oulras mullas regidor baixo e manteudo, por 80,000 rs.
' Vende-se cal virgem em pe- |oiii Mi-
dra, cabeca de carneiro : no ar-
mazem de assucar da Viuva Fe-
reira da Cunha, na ra da Cruz do
Recife n. >..'>.
Vendem-se boticas horneo-
\ pathicas de 3o medicamen- t
9 tos, a 20,000 rs., e a quarta >
ediccao da pratica elementar ^
em 2 volumes, vindos doRio &
t de Janeiro, da botica cen- f
t tral, da ra de S. Jos n. *
9 5g declarando que sao as 9
*i verdadeiras boticas horneo- t
pallucas: na ra do Crespo, 9
4 loja amarella n. 4- o
Deposito (ta fnbricn le Todos os
Sanios na llnliin.
Vende-se,em casa deN. O.llieberi C., ja e fabrica de chapeos da praga da Indepen-
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da- dcncia us. 24, 26, e 28,
qucllarabrica.muitoproprioparasaccosde j IJc cnstor finos
assucar eroupa deescravos.porpregocom- Superiores chapeos de castor brancode
nodo. ... fnrmas rniirter!;, BlUitO SVe, S 10,000
Vonoui-so uuua, bniuao, unns, e ir| 8U,l!rjores 0 modernos chapeos do seda
meias lonas da Russia ; no armazcm de N. francezeSi 6,400 rs., na loja o fabrica ilo
O. Bieber & Companhia, na ra da Cruz 'cha,,eog da praca ua independencia ns. 24,
n. 4.
- Na ra do Crespo, loja n. 5, vendom-
se cortes de meia-casimira de pura 13a, e
gostos muito bonitos, pelo mdico prego de
e de Italia.
I Completo sortimento de chapeos do Chl-
le.os melhores em alvura e duragao que tem
vin io mi mercado, e por pregos muito ra-
zoaveis, ditos de Italia para homensose-
nhoras, sendo estes ullimos ptimamente
anparelhados : na loja e fabrica do chapeos
da praga da Independencia ns. 24, 26, c 28.
A 10,000 rs.
Ven lem-se chapeos do Chily, muilo finos
e j aparelnadus, a 10,000 rs : ua Praga da
Independencia ns. 24, 26, e 28
A Amazona.
Chapeos-de seda para as senhoras passea-
rcm a cavallo.o mesmo a i de nova moja,
e muito bom onfeilados, bonets do panno
par senhoras c meninos, de lodas as quali-
dades, chapeos de castor do diuerentes co-
res para meninos e meninas, com effeites e
sem elles, ludo por prego muito commodo;
ua luja e fabrica de chapeos da pragt da In-
dependencia ns. 24, 26 e 28.
Para debruur palito.*.
Fitas do superior qualidade, o dificrontcs
padrOes, o larguras por moJico prego na lo-
fazendas por prego commodo.
Na loja das seis portas
vendem-se manteletes de fil pretos, a 4,0f0
rs.; barretinas de palhinha franceza a 1,000
rs., e bordadas a 3,000 rs.
Panno preto fino a 2,5oo rs.
o covado.
Vcnde-se panno preto fino, a
2,5oo rs. o covado : na loja de
Flores & S, na ra da Cadeia do
Recife.
Vende-se urna parda moca, bem pare-
cida e muito sadia, perfeita coslureira, cor- j
ta vestidos, sabe ornar urna senhora, engom-
na ra do (.mmenlo n. 25, segundo andar.
-- Vendo-se urna taberna, com poucos
fundos, sita na estrada nova da Soledade,
quevai para o Manguioho : a tratar com J.
J. Tasso Jnior, na ra do Amorim n. 35.
- Vende-se urna prota de nc3o, de 28
annos de idade, sabe cozinhsr e engommar:
na ra do Rangel, loja de ce Rap.
Vende-se rap de Lisboa a 40 rs. a oitava
e 3 oitavas por 100 rs.: na ra da Cadeia do
Recife n. 15.
Vendem-se, na ra do Crespo ,
loja amarella n. 4 le Antonio
Francisco l'ereira,
Ifandega.

ma bem, lava, cozinha, e est certa em tu-, chapeos do Chyle, os mais linos quetem
do o arranjo e aceio do urna casa: o motivo vin lo a este morcado, lanto pira homem ,
por que se vende se dir ao comprador: na! como para senhora andarem acavallo.
Soledade, sitio dos quatro leOes, a qual-1 Vende-se um par de castigaos de prala,
quer hora do da. para lanternas, os quar ser vem igualmente
-- Vendem-se siccas com farinha do man-, de paliteiro: na ra da Cadeia do Rocife nu-
dioca, chegada doCear, a 1,600 rs., o em mero li.
lotes de 10 ssccas a 1,500 rs.; no armazem vende-so um burro muito manso, gor-
do Gova & Das, defronte da escadinba da \ do e novo, por prego muito commodo : na
cocheira da ra da Florentina.
mmwtmmmvmm' Na rua Nova> loJ* 2. a(r"z da matriz,
i i-in um grande sortimento de casacas de
, pannos de cores que s3o muito em cont*,um
, grande dilo de coletes do vanas qualidades
' de fazendas, grando sortimento de caigas
Ide varias fszendas, um bello sortimento de
palitos do bonitos pannos, chapeos da ulti-
1 ma moda de Paris, grvalas, collarinhos,
pellos do inercn! i un para camisa, lencos de
vale 8,000 rs., tem um pello ;setimprrto, luvas, sapatos de lustro (rma
muito fino, cor fixa prova *|;'n8leza ditos a rucian, um bom sorti-
JkmV.mmK*. -A # ment de casemiras.e do pannos finos ; ven-
de limao, e ja espcrimenla- sj -
do, venham os freguezes ver y
e comprar que encontra-
(o
A 4)000 rs.
Vende-se panno fino pre-
, verde e cor de caf, a
4,ooo rs. o covado, panno
este, que em sua qualidade
n pello
, prova !
e ja espcrimenla- j; dom-sc barato a dniheiro vista.
Attencao.
Vende-so um excellento escravodo nigSo,
ram a verdade : na tua do
Crespo, loja amarella n. 4 ,
de Antonio Francisco Pe-
reira.
mmmmtmmmBmB.mmmmmmM
muito robusto, com principio de sapateirn,
por commodo prego: na rua de S. Congallo
n. 34.
rada ra
lie urna pecliincba.
Vende-se a dinheiro ou praso a padaiia do
largo das Cincu Puntas n. 154,assim como se
5
Farinha de mandioca ig Vende-se, por prego rasoavel, la- *
^ rinba de S. Matheus a mais nova ^
^ que existe neste mercado : na rua ^
>. da Cruz n. 34, detronte da l.ingocta. <
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RUA DA SKNZALI.A NOVA !. 42.
Neste estabelecimento conti-
na a ha ver um co-mpleto sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
?apor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
A 120 rs- cada um.
Na rua do Queimado u. 3. defronte do
becco do Peixe-Frito, veiiJc-.se, lencinhos
de cambraia pintados, para mSos de senho-
ras, pelo baratissimo prego de seis vileos
cada um.
Vendem-se o verdadeiros solios in-
glezes, patente, de molla e som ella : na
rua da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se marmelada nova, vinda l-
timamente de Lisboa : na rua da Cruz n.
46, del i oiite.Jo Sr. Dr. Cosmo.
Vendem-se relogios de ou-
ro e pila, patente inglez na rua
da Senzalla Nova n. \i.
Arados de ferro.
NafundigSoda Aurora, em S. Amaro,
Tondem-searailus le ferrodo diversos mo-
delos.
2,560 is. o curto; brim pardo de linho, su-
perior fazend, a 640 rs. avara.
Vendem-se remos de faia ,
oleo re linhaca embotijas, barri-
cas com cimento e as linas, vend-
s a vontade dos compradores e
por piceos commodos : no arma-
zem de taboas depinho, atrs do
theatro velho.
Militas fazendas porpouco dinhei-
ro na rua do Crespo n. 6.
Cortes do brim oscuro do puro linho a
1,440 rs., ditos de lislra de bom gosto a 2,000
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado de li-
nho proprio para cjlgas e palitOsa 180 rs. o
covado, panno fino preto a 3,0004,000rs. o
covado,pessas de chitas escurasco.n 38 co-
vados a 4,500,5,000 e 5,500 rs., cambraia de
flores cora 8112 varas a2,400e3500rs.e pes-
sa, lengos de cambraia de linho a 400,480,
e 560 rs. proprios para m3o, riscados asseu-
tados em algodSo muitoencorpado proprio
paraescravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-.
do.e muitas mais fazendas porprego com- IHua do Crespo n. i4, loja de Jos
modo da loja cima referida.
Vendem-seamarrssdoferro: ns "ia da
Senzalla Vova n.42
Vende-se farinha de mandioca, muito
boa e nova, a 1,600 rs. a sacca : na ruada
Madre de Dos, venda de Clemente da Silva
Lima. .
Tairas para engenho*
Na fundicao de Ierro de D.
VV. Bowman na rua do Brum,
pr.ssando o chafariz contina a
haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompli-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
29, C28.
De castor a G,ooo rs.
Chapeos de caslor brancos inglezes, de bo-
nitas formas, a 6,000 rs na loja e fabrica de
chapeos da praga da Independencia ns. 24,
26, e 28,
Oleados para mezas.
Vcnde-se oleado pintado, de muilo boni-
tos padies de qualro a oito palmos de lar-
gura, epur prego muito barato na praga da
Independencia loja o fabrica de chapeos, ns.
24, 26, e 28
Attencao a pechitteha.
Na rua do Collegio, loja n 1, vendem-se
as superiores batatas de Lisboa, pelo bara-
tissimo prego de 50 ris a libra, cm porgSo
de 8 libras para cima.
Rap Paulo Cordeiro.
Na rua da Cruz n. 57, vende-seo verda-
deiro rap Paulo Cordeiro viajado do Rio de
Janeiro, ao Para a 1,440 rs. a libra.
Vendem-se 2 alambiques de
caraptica e novos, por metade do
valor, porque ordinariamente se
vendem : na rua Nova, loja de fu-
oileiio n. 38.
Toda attencao ao baiatciro !!
No deposito da fabiica de bebidas espi-1 do necessariosuppnmcnto do farinhas.se o
rituosas e sem espirito, ilo Joaquim Lobato comprador dor a necessaria garanta ; tam-
lerrcira, na rua daSenzalla-Velha n. 110,i bem searrenda : a tratar com J. J. Tasso Ju-
vende-so espirito de 36 a 37 graos, em gran-' nior, na rua do Amorim n. 35.
des -- Vondem-se no aterro da Boa-Vista n. i na muito mangos, que ciiitam na mSo : na
80, bolacha e biscoito do milho muilo su-l travessa da rua Bella, cocheira n. 2.
periora 1,920 rs. a arroba. Ven lom-se na rua do Fagundos n. 14,
Vendn-se urna escrava parda, de30an-jas seguinles obras:um piloto instruido,
nos, perfeita coslureira, de cortar e fazerjuma taboa requisitas, urna taboadinha, um
camisas de homem, vestidos de senhora ,'ibezout, um tratado completo do navegag3o,
maic o fiz Icibynnlho, veste e peoteia urna e um oitante, ludo em bom uso.
senhora ; urna prela de 30 annos, cozinha Vende-se um casal de escravoscreoulos
-- Ven lem-se vaccas paridas do bezerres
novos, boas de leile e livre do mal triste a
ver tratar do ajuste, no Afogado, sitio da
Theophllo de Souza Jardim.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a >..,;,,
rs. : na rua da Praia de Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. i.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior qtuli-
dade : em casa de J. Rcllcr S
Compaa'! na rua da Cruz a,
55.
CERA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Rio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos commodos
na rua do Vigario n. ig, segundo
andar, escriptorio de Machado &
l'inheiro.
Verniz de gomma copal ,
contina a vender-sc a i,6oo rs. ,
a garrafa : na botica da rua do
Rangel, que fui do finado Sebas-
tio Jos de Uliveira Macedo.
Taclias de ferro.
Na fundig3o da Aurora em Santo Amaro,
o tambem no deposito na rua do Brum lugo
na entrada, e defronte do arsenal de msri-
nba ha sempre um grande sortimeolo da
tachas lanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fundas; e em ambos os la-
gares oxistem guindastes, para carregarca-
noas ou carros, Iivres de despeza : os procos
sSo os mais commodos.
Escravos fgidos.
engomla e lava roupa .- na rua do Collegio
n. 21, primeiro andar, se dir quem vende.
Miude/as baratas na loja pernam-
bucana.
Luvas do pellica de bas qualidades ,
ainJa mogos, mui robustos, o macho en-
tenJo muito do servigo de engenho or se-
at carreiro ; e tambem entenJe de carnicei-
ro, a miillier he muito proprin psra o servir
CO de campo : quom os pretenier comprar,
brancas o de cores, tanto para homens como podo dirijir so a Fora do Portas, rua do Pi-
para senhora, a 5o0 rs. e 1,000 rs; ditas de
torgal, ditas de seda, ditas de algodSo, fi-
tas de velludo do diversas cores, lisaseabor-
tas, com fivellas douradas e de madrepero-
la, agulhas francezas, bico e rendas mui-
to finas, ligas bordadas, livrinhos dourados
com espelhos, queservem para guardar agu-
lar ; a entender-se cora Flix da Cunha Tei-
xeira.
Sentido! 3t) A he ao p do Rozazio
de Santo Antonio.
Quem le mundou este doce? Perguntava
em urna mesa um hospede a seu amigo ; de
Francisco Dias
Kiisl,e um delicado sorlimento de finissi-
simas chitas de cores com silpicos, os mais
lindos gostos que tem viudo ao morcado a
210 rs. o covado, ditas cores de vinho e cafe,
muito miudinhas de novos desenhos o cures
muilo fizas a 200 rs. 0 covado, ditas de dif-
ieren les qualidades a 160 rs. o covado, finis-
sirr.as alpakas do lodas es cures a 610 rs. o
covado, ditas com (ios de seda o de novas
cores a 1,000 rs., ditas prelas com flores
imitando chamalotc do seda a 1,100 rs. o
covado, cortes de essemiras de 13a c algodSo
de lindus gostos a 1,600 is. o corte, os mais
superiores brinsdepuro linho e do riquis-
sinias cores a 1,280 rs. a vara, brins do puro
linho do uina s crtr, fazemla propria para
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras'
relaiibas de rolo do lll var^s a 1,800 rs. a
Ihas, trangas de seda, penas de ago llnissi-l lanos amigos, ainda nenhum me mandn,
ma-, capachos a 480 rs., comprilos e re-jquese compare com este, Ihe tornou u ami-
dondos, caixas 11 vi lio para guardar jolas,! -'", em abono da verdade que s ainda o sa-
is mais bonitas quetem viudo; e oulras i horiei igual a este, comprado ao J. J. Men-
muitis fazendas o miu lozas, que pelas qua- 'les da Silva n. 39 A da rua eslreita do Ro-
lidadcs o pregos agradarSo aos freguezes : zario ; amigo, satisfazei o appetite que este
na rua larg^ do Rozario n. 14. 11 foi comprado j tambem por me o terera
Cha de superior qualidade. informado. Carisiimo leitores, sendo o hos-
Vonde-se na livrariado pateo do Collegio
n. 6, de JoSo da Costa Dourndo.
Vcnde-se superiores batatos 800 rs. a
arroba no ar.Tiasem do Dias Ferreira defron-
lo da escadinba da alfandega.
Ven le-se superior bolaxinha de araru-
ta, crva-doce ele. 1,500 rs. a lat, farinha
de mandioca a 2 000 rs. : no armasom de
Cancio na travessa da Madre de lieos
n. 5.
-- Vende-so urna vacca muilo boa de lej-
o, panda de pouco lempo : na rua Formo-
sa, na quarta osa terrea.
Vende-so um preto, que trabalha em
padaria, ou sitio ; na rua larga do Rozario ,
loja n. 35.
Vende-so um caldeirSo de cobre, em
bom estado, proprio para engenho : na rua
da Cadeia do Recife n. 43.
Vendem-se 3 caixes grandes para de-
posito, sendo um delles todo envidrando ;
biiicSo, I balansa grjud i e 3 arroba e 16
libras de pezus, tuJo porprego commodo:
na rua Viva, vouda u. 50.
Vende-se o engenho l'o-Sangu", sito terreno
! pedo meu amigo,communicou-mo o que re-
lato cima, e eu para que o respeitavel pu-
blico possa apreciar a boa qualidade e dar
creditu a sincoridade com que Ine fallo, os
convido a que venham antes que se acabe,
juntamente a minio acreditada bolachinla
de araruta,biscoilinhos,fatias, e outras mui-
tas qualidades, como sojam ainendoss con-
fesadas na ierra,holiiihus franeczeseamen-
doas finas do cores, tu o por commodo pre
go, como he de costume no 39 A.
Salitre refinado vende-se
na botica da rua do Rangel n. 6-i,
por menos pre<;o do que em outra
qualqner parte.
Arados da fabrica dos Srs. Ranos-
me e May
Proprios para plantare alimpar canna de
fferentasmodcllose feitos na maisacredi-
lada fabrica no Inglaterra ;sendo muito su-
' periores a qualquer quetem viudo a este
j mercado,o proprio para plantarnm qualquer
le qualquer largura, por ter um
na comarca do Itio-Formoso, a insrgem do | arranjo proprio para abrir fectiara aivec.i.
O bico, aiveca i: sola desles arados passam
por un procusso quo da-llie a consistencia
oulras fazendas que se vndenlo por muilo.'tundor uinja-so a rua das Laraugeiras, so- jde ago temperado .la maneira que s3o de
menos prego do que em outra qualquer- brado n 5, das 6 as 9 horis da msnhSa, ejmnila duragSo, alm de que lem bicos de
p'te, das 3 as 6 da tardo. 'sobrc-cxcelICLtc: na ruadoTrapiclicn.lt.
pega, idem de 5 varas, fazena muilu encor-f liio Serintliem, lmenle, e rorrete, de gran-
pada a 1,000 rs. a pega, assim como muitas do producglo, o boas matas : quem o pru-|
Boa gratiflcigJo.
Cr.ilific.i-so com 50,000 rs. a quem appre-
lieinler um muleque crilo, por nome Mi-
guel, de idade de 15 a 16 annos, fgido
desde sexta-teira 28 demaio prximo pas-
sido, de gancho ao pescogo,secco do enrpo,
cor bem preta, beigo inferior grosso, com
marcas de chicote pelas costa, vestido de
camisa de algodSo branco com mangas cur-
tas, galgas de algodSosinho de lislras azues;
he bs si ante ladino, tem falta de cabellos na
cabega por ter andado vndenlo fructis,
mandioca, macaxeira pela rua ; esto niolc-
que quandolhe fallara, esti sempre com os
olhns inquietos, e fazendo moviraentos enm
os dedos das mSos. PJe svr quo so intitu-
le de forro, e que de outro nomo, comoj
tirou o gancho do pescogo que linha quan-
do fugio de casa. Purlauto roga-so a ludas
as autoridades policiaas, capitSes de campo,
o mais pessoas, quo fagam todas as di i.en-
cina de capturar este moleque, o manda-lo
entregara seu senhor, Jos Saporili, mo-
rador no principio da estrada dos Afilelos.
Ua fabrica ecaldcreiru da rua do Brum
n.28ausenliram-se, no dia 10 do passulo,
o preto Antonio de usgSoCabinJa, estatura
regular, cabellos um pouco brancos, cheiu
do corpo e muito cabelludo nos peitos, ros-
to carregado; rosluma em suas fgidas fre-
quenlar a Solidado, Manquinho o Afoga-
dos, eemsua ultima fgida fot pegado do
engenho Cuca districto do Ido Formse: o
no dia 13 docorrenteo preto Alexandre, de
nagSoS. Thomc, alto, corpo reforgado, fl
alegre, e j foi escravo do Sr. Bolly o do
francez Mclequer, morador no Rio Doce, lu-
gar que omesuioescravo costuma frequen-
lar as diversas fgidas que ha feilo:
roga-seas autoridades policiaes e a quem
quer que delles der noticias, dirij3o-sea
mesma fabrica quesera recompensado.
Desappareceu no dia 8 de julho do cor-
renlo anuo o caboclo Jos, cscrato do Pa-
checo, lilho de Mendos do Aracaty ; o qurl
escravo tem os signaesseguinles ; o braga
esquerdo quebrado na munheca, cabellos
pretos e grandes, bem fallante, o qual pode
serquequeira inculcar-se do forro, levnu
caiga azul de algodSo, camisi de algodSo da
lislra, quando falla aperta um punco a lin-
goa entre os denles : quem o pegar leva a
macla Cruz do Recife n. 33, casa do Luiz
Jos de S Araujo, aonde se achava para ser
vendido, que se recompensara.
50,000 rs. de gratifi,ag3o.
Do engenho Santos Memles, no dia 13 da
junho, ausenlou-se a escrava Mara, de IS
annos, crcoula, fula, de hua estatura, c bom
corpo, os ps carnudos, tem alguns cabellos
no lineo, bem ladina, com desembarago na
falla ; trajos, saia de chita encarnada, cabe-
gao de cassa, ch.lo do 13a rouxo, pule mu-
dar os (rajos; o audar da dila negra he pisar
duro, o he desfaigaja, denles perleilos, ftfi
vista ua ribeira de Pao-u'Alho : ruga-se a
ap;cichcng3oda uicsuia oscrava.e sua entre-
Ka no dilo engolillo, ou nesta edaile na <'-
ga do Cominercio u. o, a .Manoel Ignac.o de
oliveira.
PlH. : TP. UK U. F. DB F.VIIIA. -- tW*-
UE"^
P^ftWSCvsv't
^aj
B0V--


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