Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03707


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Full Text
Anuo XXV11I
Tergafeira 13
deJulho de 1852.
N. 153.
MARIO "HE PERMMBIM.
anr-oo a siBonirolo.
PkstHinio Aduhtido.
filrlmcslfe............
for semestre......
Por aono .^ JBJj 'DU*rmEsriii.
l>ot quirlel
di di iinivi. AVDinrolAg.
4/000: i2Seg.S. Jason.
8/(1(10
15/030
4/soo
Julio di OrpM*
, e5. i 10 horas.
I. vara do etvtl.
e 6. io melo-dia
Pateada.
_OTiciASD0 1F:nio.
..,, nde Junho Minan... '6 de Malo
h ..iiVo 4 de dllo S.Paulo. 8 de Jnnlio
ilar.nbao. ,f(.daeed.t0 R deJ#i 2ll de J|l|h0
2 oeJuIho Haba... 31 de dito
Crara
l'arahiba
13 Tcrc.S.- Anacleto p,l
m.
I QuarlS. Foca. ,3.
15 Quinl. S Camilo. |
l<> Seat. S. Hara Ha-J. e 6. al 10 horas.
Rdalrna. 4. ara do eivtl.
I7s.,i, s. Alrito. 4. esabadosao melod.
18 Doio.7. O Ajo C. Hilacho.
Custodio do Imp. Tercas e libidos.
iracialiii.
CreaceBte i 34, a I bora e 17 minutos da
Chela a 3l ao7 minutos da inanbaa.
Mlngoante 9, as 5 boras e 48 minutos da id.
Nova II, a I hora 46 minutos da manha.
miiiim hojm
Prlmelra al hora e IS minutos da tarde.
Segunda I hnra e44 minutos da mnnba.
riaiiDH oa OOABIIOI,
Oolaana e Parahlba, i* legundaa e extas-
feiraa.
Rio-Crande-do-Horte e Victoria ai quintal
felraa
Bonlto,Caruarn,eOaranhunino fe ISdccad
Flores,Ourlcory.F.xu e Boa-Vlita 13 e28.
Olinda, todoso das,
i Todos os Correios partemao melo-dia.
HOTIOZAS BSTBAjTOKIBAa,
ISdC .llMlhi: A 11 11 i.- .
8 de dito ISiiissa..
8 de dito
5 de dito
1 dedlto
Portugal
Hespanha
Franca ..
Blgica.. i
Italia....
Alemanba. S de dito
Prusiia ... dedlto
Dinamarca 3n de Malo
Russia... 28dedilo
Turqua. 26 de dito
M i' I ni,!,..
de dito.
Suecla... as de Halo
Inglaterra SdeJnnho
R.-Unidos 43de Malo.
Mxico'. 0 de dito
ICalifornta de dito
Chilt. "O de Abril
'lluenos-A. 15dcMalo
[Montevideo & de Junho
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SNIORES DEPUTADOS.
Sesmo' de de junlio At 1854.
Presidencia do Sr. Haclel Monteiro.
(onclusao.)
OSr.Vaulinof ministro dos negocios es-
trangeiros, continuando ) : A nota
CAMBIO! SI 11 DI JDIHO.
Sobre Londres, a 27 '/, por d. i/000lirme.
a Paria, 345
> Lisboa, 100 por canto,'
TAIS.
Ouro.Oncas beipanbolai............ 20/1X10
Uoedaa de ti/4110 reinas......... 18/000
. de6f400nova.......... Ib/000
de 4/000..........'...... 9/000
Prata.PatacSeibrasileiro............ 1/J-'"
Pesos rnininii.iri.,1............ 1/400
Ditos mexicanos....... 1/800
imBBBBBBIBBBMBBBBMBBBBBBBBBBBBB
Para a Repblica Oriontal prometter ao
imperio do Brazil a sua amitide, he preciso
den! que so designe qual heessi Repblica, qual
m.nistro oriental me dirigi que deu ^ ^ ^ ^ exl(,n(,ao>!.ous domnios
convm tanto ao Imperio
1?ar a estas negocies esta junta ^ff^Tim*
meu rolalono. Aqulles que a lercm ve- mesmi
rao que esse minlalrn,J ~"ffl*de' TEn\rt.mo umsemelh.nte trat.do he
conveniencia de remover todo o motivo ue j. major uranoia daile que se considere
erior de*inte...genci...e ^;;\^m.t^*4* ambos os p.i-
29 do msio.
N3o fui smento enlflo que luo foi assim
entendido. Iguaes razos deu em nutra ne-
eociagSo idntica o governo oriental no tom
no da presidencia do general Oribe. Voi
referir-mc a lempos da rcbelliSo do Ri(
rande do Sul.
Creio.Sr. presidente, quo a justific.gflo
mais ampia da poltica quoseguioo gover-
no imperial e dos tratsdos que celebrou,
est ncsii cpoc da nossa historia, que he
contempornea ; est mesmo na historia
das nossss lutas, das nossas desavengas coin
ns nossos visinhos, nos lampos em que era-
mos colonias equando ellcs estavam sujei-
tos roonar.hia hespanhola.
Quem livor estudado altentamentoa his-
toriada provincia do Rio Grande do Sul, es-
pecialmente durante a ultima reholli3o, a-
valiar o auxilio e incremento que ella re-
ceben do estado anarchico ede caudilha-
"vm em que viviam nossos visinhos ; da fal-
[a de etipulages que nos assegurassem
una posigflo clara o definida. A nossa pol-
tica foi de necessidade, e nem podia deixar
de sor, inceiti e vacillante. Procuravamos
alliancas tomporarias e de occasiSo, ora tra-
hidos por uns, ora por outros. Hojea re-
bolliSocra coadjuvida por Oribe, amanhSa
porD. Fructo Rivera, segundo os interesaos
do momento
Este estado de cnusas, cuja rcapparigSo o
svstema dos tratados de 14 de outubro tem
p'or fltn impedir, contrihuio muito para a-
longar a lula com a rcbelliflo, para augmen-
tar os sicrilicios, as despena enormes eo
sangue que ella nos custou
l'm nobredepulado pela provincia do Rio
Grande do Sul, meu antigo amigo, e que
exerceu digna,nenie o lugir de encarrega-
do de negocios do Brasil em Montevi ira
nessestempos, sabe melhor que ninguem
asdilliculdsdes queexpenmenlavamos pela
pnsicflo incertievaga em que noscnlloca-
va a falta de convences,
0 governo imperial procurou algumas vc-
zcs sahirdesse estado, mas inda era possi-
vel entao conseguir.
Em junho de 1837, sendo ministro dos ne-
-ocios estrangeiros o Sr. conselheiro Mon-
|../iinia, foi ordenado ao nosso encarregado
denopocios cm Montevideo que propuzesse
um tratado de allianca offY'iisiva e iletonsiva
(era entSo presidente o gener
que o llraiil e o estado Orien
sem reciprocamente, tanto con
guorra estrengeira, como pa
desavengas e guerras intestin
ern pparecer nosdous Estad
plenos poderes o bases para
principaes sao rosurmdamcnle
tes
I.* Que o auxilio constan
Olir e lena, e de ompresti
rios.
oo Que as tropas conserva
un.forme da respectiva nae.Vi.
um governo illustrado, nenliuma duvida ir.7
do que se julgar razoavel a medida que
passa a propr a V. Exc.
J so disse que arhando-se o caudilho
abrigado entr.) os rios Quaraim e Ibicuy,
lornou-se a sua posigilo mais perigosa des-
deque pola proximi lade podia entreter re-
lacctes com alguns de seus partidarios. Ar-
rojandoo para mais longe, esgotidos os
seus recursos o corlados seus meios de com-
IDUDlClcSo, desaparoceria qtiasi inteiramen-
te o p-.ngo. I ito s' cosegunia tolerando o
governo do Rrazil qu o presidente da Re-
publica collocasse a Torga que comman.la
sobre i margem meridional do Ibicuy.
i. Tolerando, disseo abaixo assignido, e
he de sui obrigagSo declarar que nem por
este pedido que faz.nem pela coucessilo que
espea, cntende reconhecer o dominio do im-
pe
contradieges 15o flagrantes. Urna ou ou
Ira; nSo podem ser ambas as cousas ao
mesmo tempo. (Apoiodos.)
Mas, senhores, servir-nos-hia o general
Urquiza de padrinho nestas questdes'Ti-
nha ou nflo esse general, como encarrega-
do das relscOes exteriores da Conrederag9o
Argentina, tinha elle que ver uestas ques-
lOea ? Vejamos.
A cmara sabe que a creagSo do Estado
Oriental foi devida a ConfoderacSo Argenti-
na eao Brazil, debaixoda mediago daGrS-
llretanha. O Esta lo Oriental com a deno-
minagfio de provincia Cisplatina linha-su
incorporado ao Rrazil. Depoisque o Bra-
zil separou-se da sua metropolo e declarou
,'i-u.i independencia, o Estado Oriental pas-
sou-sep/i* CoatalensSo 4rgnlina. Fez-
se urna guerra, eesta guerra terminou de-
clarando que aquello Estado lici pertencia
Ihor p do que se achavam antes da adopgo
da nova poltica dos negocios do sul do im-
perio. Antes que Bcompanheo nobredepu-
lado nss leves observacoes que fez para pro-
var urna proposigSo tSo vasta, seja-mo per-
mittidn entrar em algumas consideragOes
mais largas do quo aquellas de que se oc-
loupou.
Estaremos em melhores circumstancias ?
Vejamos como estavamos antes, o como esta-
mos hoje.
Antes da inauguragSo da nova politica ti-
nhamos varias queslOescom a Confedorago
Argentina, ou, para melhor dizor, com o ge-
neral I). Jn.in Manoel de Rosas. Tinhamos a
questSo do nSo reconheciment do bloqueio
em 18*3 ; tinhamos a questao resultante do
reconhecimenlo da independencia do Para-
guay em 18U; tinhamos a do mo reconhe-
cioiento do bloqueio de iSr5; gne proveio
nem a urna nem a outra nagSo. N* conven-Ida missSo do Sr. viseonde de branles t
g5o de 1828 eslipulou-se que tanto urna co-oatras.
mo outra tTiam, a respailo do novo Estado,! Tinhamos a que era relativa as violencias
aquella ingerencia necessaria para que na' e extorsOes cooiroellidas polo general Oribe
podessn ser preju iicada a seguranga das conlra subditos do imperio no Estado (>ri-
duas nagOes visinhas. Assim he que na so- ental. For todas ellas se exiga de nos re-
lugSo de certas qnestOes que interessam IratagOesesatisragfJesdesairosas. lorames-
o EsUdo Oriental tem direito de ser ouvidas sas questOes sufficienles par que a Iegagao
asduas nages qm funlaram a sua inde- argentina se relirassedesta corle, e para que
pondenciaeagarantlram, berh como a inte o governador do Buenos-Ayres roinpesse
gridado do seu territorio. comnosco. Em que estado estao hoje ossas
Por varias vezes nos quizemos entender questOes ? EslSo todas liquidadas, perlen-
com o general Rosas sobre assumptos rea- cem historia.
tivos a esse Estsdo. Nunca fomos attendi- Antes da inauguragJo da nova poltica
ro"iobre esta marqem, e se assim se ex-| dos, porque elle os quera resolver exelusi- eram os subditos do imperio perseguidos o
_1 an t a -J ^ i ,ii4iii..,i..l.i.' no I. .Ih'a iirinntil i tin < J q
imas
sados
exclusiva-
locelebrou co-nnosco os tratados de 14 de nos podamos entender com o general r- mente. Mas estancias cram dospovoadas,
era dirigido quiza, como chefe da Confeder.gflo Argn- seus gados eram-lhes arrancados para sus-
porlanlissma prov
de parle das do Rio Grande do Sul, e da de
S. Paulo. Edizem estes senhores que esta-
mos em poior estado que d'anles! ( Muito
bein.)
Continuemos. Antes e d-'pois alguns de-
sastres que sofl'remos na guerra que tiromos
com a ConfederagSo Argnliua durante o
primeiro reinado, invertidos,exgTados pela
imprensa que nos era adversa, as falsidades
que olla a nosso respailo cspaihava tinham
feito acreditar as populagOi-s do Rio da Pra-
ta quo nSo nos conheciam, que eramos Tra-
eos e destituidos de qualidades militares.
Ii.ihi o pouco aprego e.consideragMo de que
goza vamos entre aque'las populagfles. Hoje
os Teitos da brilhme divisSo que assistm a
batalha do Monte-Caseros a intropidez, pe-
ricia e dedicagao da nossa miriuhi, reer-
"uram o nosso crdito miliUr naquollas
ens, e doram-nos nina consideragSo
que lie paizes. (\poau'ot)
Antes, quanJo as.....nu.; .da Franca, e
em outros pii/.es, se tralava de assumptas
relativos ao Rio da Prata, como se podo ver
om discursos do Sr Thiera o em relatorios
de commisss daquellas cmaras, dava-se
cniTiii lii/.lu para juslilic^r a inlervengiloeu-
ropea no Ri i da Prata a iicessidado de li-
vrar o Brazil das garras do general llosas, e
do preservar assim um mercado importante
para a Frang. Hoja hilo do onveneer-se
que supposto n,1o tonhainos adquirido a for-
gae importancia que podemos vir a ter, nilo
merecemos comludo taminha commisera-
gilo. (Apotadnt )
Antes nilo linhimos entro os partidos que
liviil-.-ni o Rio da Prata sympalhia alguma.
N3o as tinha nos mesmo dos opprimidos, que
depois anxiliaoios.que nos tinham como un-
prc9taveis e ogoislas. Moje temos bastan-
tes.
Domis senhores, creio que se a politica
inaugurada pela ailministragiln paseada mo
' foi seguida pelas precedentes, foi porque as
.j circumstancias o nilo pormiltiam. Sirva de
i-1 prova o despacho seguinte dirigido pelo fl-
menores os........-.........--
NSo lolerveio portanto coaego algoma Ahi
na celebrag.lo dos tratados de 14 de outu- quo
bro. das q
Haveria porm coacgiio na declaradlo que que
acaba de fazero governo oriental, de que
consilerava os tratados como fictos con
summadns, o de que os vai fazer execular
e c.1o Argentina, no caso de algum rompimen- fim apoderar-so do Estado Oriental, me
- lo com o Brasil, pel quesillo dos tratados, porar o Paraguay na Confederago, o rore
, llefora de duvida que este procedimiento fa- ao p do nos uro colosso que nos hsvii
ncor- om minhas declaragOes quinto ao Rio da
formar Prata. O gabinete actunl nilo eolendia quo
do eslava imminenlo c que era inevitavel urna
Sr. Saturnino via, n ora assim entilo,por
um lado a continuagn da politica de neu-
tralidade, por outro urna guerra de longos
annos. Arhou-se pnr ventura a administra-
g.lo passada as mesmis circumstancias ?
uantos annosduroua lula que derribou
Rosas o Oribe 1
Demaii, ea nSojustifico apoltica da ad-
iniuisii iig-ln tanto pelos resaltados que leve
como pelo que acontecoria se ell a nSo fosse
seguid, (Apoiados.) Supponha a cmara que
o Brazil persoverava na politica da neutra-
lidade, anda mesmo depois que o general
Rosas rompeu com elle, retirando a sua Ip-
gago desta corlo. Ratificado o tratado Le
Prdour, firmava-se na praga de Montevideo
eem lodo o Estado Oriental, a doininag.ln
do general Rosas.
Supponha-se, e era de esperar, porque pa-
ra isso fui conced la, que era levada a exe-
eiigflii a auluris.-ig.lo dada a assegeneral pe-
la s .lo de representantes de Buenos-Ayres
para dispr de lodos os recursos, afim do
incorporar o Paraguay a ConfederagSo Ar-
gentina. Supponha-se, e era isso urna ne-
cessidade inderlinavel paraoccupa-los o pa-
ra a sua propria seguranga, quo o general
llosas arrojava sobre as nossas frouteiras os
46 000 homons reunidos em Monte Caseros,
augmentados e reforgados pelas Torgas que
tirara do Paraguay. Tariamos entSo urna
luta do seismi'zej somonte? Haviimos da
resistir sim, haviamos de resistir, mas com
quo onormissimo dispendio, e quinto san-
gue seria preciso entilo derrimar Pode es
s; Iota e os sacrificios que ella exigira sof-
frer \vwyior com,iarig3o com osque acaba-
mos do fazer.eque nflo produziiajn o menor
abalo no paiz i> ( Apoiado. Simio betltf
O nobre deoutado pelo Para notou que
eu liaba dito ao principio que o exercito se
mova pira ooler sitisfagO.s e indomnisa-
goes ; depois, que o Tazia para expulsar Ori-
bo do Estado Oriental, e ltimamente para
Tundar na ConTederagSo Argentina um go-
verno com o qual nos pudossemos en-
tender.
So o nobre doputado pelo Pari tivosse ti-
doa bondade do separar as datas, adiara
o Mu. a explicagilo. Com effeito, a intengo
do governo imperial foi a principio exigir
indemnisagOese repiragdes de Oribe. Fique
o nobre doputado certo de que so essas in-
domnisigOes esatisfagrtes nos tivossem sido
dadas, se Oribe se tivcsso prestido a melho-
rir a sorte dos nossos compatriotas no Esta-
do O: iental, nflo loriamos soguido essa po-
litica. Nesso caso nilo seria elle-instrumento
do Rosas.
Com effeito, ao principio exigiram-se es-
sas s id-l ic/n's o reparages ; depois que nos
Toram negadas, depois que vimos que era
impossivel obter remedio ao males que sot-
Triamos, delibormos expellir Oribe do Es-
tado Oriental. Depoisque o governador de
Buenos-Ayres nos declarou a guerra, Tomos
mais adianto; entendemos que deviamo-
cooperar para oostabelecimenlo de um gos
verno que dsse ios seus visinhos garantas
de paz e de tranquilidade, acooipanhmos
os acontecimentos e seu desenvolvimenlo,
e procuramos tirar dellos o proveito pos-
svel.
vccresccntou o nobro doputado pela pro-
vincia do Para, que o partido do general
Onbeera mais Torio, que tinha ficado do
minado, quo era Oribe quem overnava. Se-
nhores, a politica do governo imperial nida

riam imtnedi.lamonle retidos, e enviados XbVaYd"t^/\da.nVraio paseada ti-;
iado.
para longo das Tronteiras, licandoao rrbl-
trio do governo de quem Tossem subditos
marcar o lugar para onde so Ihes dara pas-
aporte.
. Que seriam desarmadas c internarlas
as Torgas rebeldes .que passassem de um a
outro paiz.
5. Que se entregariam reciprocamente
os chetes da rehcllio.
6. Que ao governo do piiz onde apps-
recessea rebclliao ompelia qualilicar os
chotes della.
Em vii lude das ordens que llie haviam si-
do expedidas, entrou o nosso plenipoten-
ciario em conTerencias com o de Montevi-
deo, e a primeira exigencia apresonta la por
cal, como condigSo preliminar, foi a oceu-
pagflo temporaria do Ibicuhy Cuazu ale o
Muim, o entrarem forgas da repblica no
territorio hiazileiro.
Foram interrompidas ossas negociages
em Montevideo e transferidas para o Rio de
08r Paulino) ministro dos negocios es-
vessse assim ligado s admiislragOeS Tu- trangoros):--Aquellos que Tazem parte do
turas a um systoma que elle condemna, actual ministerio tiveram tempo e occasiflo
porquanto ver-se-hiam obrigadas a se- de ajreciar anda mais a alia intolligencia,
gj.|o. a dedigio, o patriotismo e outras qualidades
Ora, como todos os tratados produzem que adoroam aquellas que se retiraram.
este resultado ; como as admiostrages que ( U-utosapoiaiot.) ,.. ,
se succedem pVlcm ter ponaamenloa diver- Dire mais ao nobre doputado pelo Para
sos, seguir-se-hia, a prevalecer semelhanto que durante o longo tempo em qie sorv.-
reparo. que nenhuma devia tratar, porque mosjuntos, nunca houve ntrenos a menor
tratando obrigava as que lile suecedessem a desavenga ( apoiados ) que visemos sempre
seguir ideas que poderla nilo partilhar. Mas na mais perTeita harmona ; queso alguma
se lies tratados so nullos e fillios da coac- pequea divergencia apparecia sobre pontos
gflo, como pr, tendeo nobre doputido por! de menor importancia, cedamos Tac.lmen-
MinasGoracs; s-, como sust-.nta o nobre le ao ministro da repartigao.
doputapo pelo Pir, os tr.lrdos feitos por O nobro doputado pelo Para notou que eu
urna auministracao hrigam as seguint-s.o tinha dito no senado que havia urna qutttao
qScho-ex.to, oque Tari.m os nohres do- pendente, sobre a qual QOojulgava convo-
__!i.I_i.... dlscussilo, ao mesmo tempo que o
tratados que comnosco celebrou ; que deu imminente
a sui garanta a esseirranjo; oque acaln corramos o risco de nos acharmos isolados
de mandar um encarregado do negocios ao em frente de Rosas. A intervong,lo ouropa
'arueuav cara reconhecer a sus indopen- o tinha ate eutlo embaragato. A inglo/aja
leneia o tinha rotira.lo ; a da Franga com a ratili-
estava governo composto de homens de algum jui-
o inumptio do Oribe, porquo *o inaugurasse urna nova poltica smente
pulidos se, chamados ao poder e exigmdo niente-
a execugflo desses mesmos tratidos, Ins' meu honrado collega o Sr. ministro d
fosse respondido com os argumentos com j zonda tinha aqu declarado que ace.tava a
os quaes procuram hoje inliFma-los? O que! discussSo sem reserva alguma. Quando me
j\";cir"o7s"endo"n"elie"repreSenUrnto dVene-' Tari.m, se Ihes Tosse respondido qui eram ^\^^Z^ Zr ZtTcom l so lucio
lilhos da coaccao, e portante nullos ? | aindii ehegado o !2MMMta zenda
da cs-
fa-
nl Oribe o Sr. Villadenioros.
lii'i'l t .o esto em urna nota aoSr. conse-
lheiro Montesuma que estiva prompto para
entrar em negociages, o sondo-lhe respon-
dido quo seria recebido qualqucr projerlo
que apresontiss-', replicn com urna noli
que se acha junta ao meu relalorio, ditida
de 9 de setembro de 1837, e na qual se le o
seguinte:
Aindi que a repblica Oriental deseje
com ardor a ci-lebragBo de l r i lados que es-
Ireilem a allianga que naturalmente existe
entre ella c o Brazil, por meio de disposi-
gOes explcitas queso nolles podem ter lu-
nar, nflo encentra u-n ponto lixo donde par-
tir emqtunto ella mesma nSo conheg do
um modo definitivo ale onde se estende a
esplicra de sua jurisdicg3o, isto he, os do-
minios territoraes cojo conhecimento he
absolutamente necessario para os efFeitos
drssa mesma allianga, j pelo que loca sos
recursos e Torgas de que cada aag3o pode
dispr, ja lambem porque deixando-se n-
treos rontrictantes pondenle o ajuste de
vitaes interessea que podern-se aclur op-
postos, sedeixaria por este Tacto vacillanle
nualquer convengSodeamizade.
De que stroeria t/leclivamfnle que o im
Veno e a repblica fieuem hoic mutuas pro-
"lesms de urna pos, sincera e iurndoura, se,
too' indi dado pas'so algum para conseguir o
que mais Ihes mleressa. eslivessem amannSa
mamo expotlot a um rompimento, ou peto me-
nos a ver en raquear pauto a pouco sitas boas
lilhos da coaccao, e portanto nullos / ainua ouoBnu "" """^
erguntoscosnobresdeputados, o qne da que,t3o dos tralido. Mil m
alias seria natural, Tossem chimados ao po- honrado collega obr. inin slro da Tazer
de?, o que diriam ? o quo Ta.iam ? Fariarn se oiprimio diversamente ja era cheg.da
___. I .U-._ CIImm1 o iinllliirll
cxecta'r css\s tratados que d 'elaram lilhos sa solugSo.
di coaccao se o govemo oriental Bao os qui-! Tornou o nnbre deputado pelo Para a Ta-
.'..'. 5.L,.r S, p' fundamento ? i zer-se canipe3o das lulervengOcs pacificas
no Rio da P.ata. Senhores, to as ligOes d
O Sr. Sou:n Franco : Se eu dissesso o
absurdo qui V. Exc. mo atlribuo, declaro
qiie desippareceria da cmara.
O Sr. Vaulino (ministro dos negocios os-
trangeiros) : Vos meamos os declarastes
nullos; disscstosqiK oram lilhos da coac-
g3o apoiados ) O que farois pois ? .. Esois
homens polticos (apoiados.)
Senhores, h i certos grandes principios,
certos grandes intcr.'sses.certos Tactos con-
sumados que li) prociso respeitar, emhora
com elles n3o nos conformemos. (Afolados.)
Pcrlencomao paiz ; nSosodesto nem da-
quelle parti lo, s3o de tolos os partido* quo
constituem a nig.lo. (Apoiados) He preci-
so deixi-los inlactis; no preciso nao levar
o furor ceg de censura a ponto tal quo.com
iuleiiCo de f-rir os seus adversinos, M VI
ferir profundamente interesses e diroilos
permanentes do piiZ. (ipoiados-.) Ha cerlas
ralas que a opp >sig3o nflo deve ullrapis-
sar.... ,
OSr. Sou;a Franco : Pego a palavra pa-
ra rosponper.
U Sr. Paulino ministro do. negocios es-
trangeiros) : O nobre doputado por Mi-
nssCeraes disse que os tratados (oram ar-
hisloria. se os fados que so passam nos nos-
sos dial o diante dos nossos olhos n3o nos
servirem para nos regularmos em casos so-
melhintes, nflo sei que ulilidade pralica po-
der Irazcr a historia Ignora por ventura o
nobre depulado quintas misses pacificas
foram ao Rio da Prata f Ignora os resulta-
dos quo tivenm as repetidas interveugOos
pacificas da Franga e da Inglaterra f Quo re-
sultado tevocssa intervengao que disseram
tar si lo provocadas pela missSo do Sr. vis-
conde de Abrantes? O general Ros.s zom-
bou de todas cllis. Foram todas rompleta-
monte brlalas.
Foi por isso quo, como lernbrou o nobre
deputado pelo t'irii, eu condemnei o anno
paasido, e tambem no auno de 1816, nesla
cmara, oslan lo em opposigflo, a missaoilo
Sr viseonde da branlos. Nina condemnei
em si, con lemnoi-a porque entend o en-
len lo quo aquellos quea delinearam de va m
ler previsto o seu nonlinm resollado, e que
smente podara servi.-, como seivio, para
coinproinelloi-iios eomplicar-noi mais
com o governador de Buenos-Ayres. O no-
bre doputado pelo Para sabe perTeitamentu
. MUTILADO
i
ilpnp o
Antesera chcTe da ConTederagSo Argnn- cig3o do tratado Le Priour. ia retirar-se
tinaogeneral Rosasque sustentava a vali- tambem. O Rrazil ia achar-se solado om
dada do tritado do I.' de outubro de 1777 ; Trente de Rosas triumphante Cribo.-
que promova urna coaligao dos Estados Continua o despacho :
americanos que comnosco conlinam para a Creou-se urna pesuasflo da inevitabili-
sustentar igualmente; o que assim nos pre- d.da |le.um^ P'*!^^^ c"n !los"s-
parava dilliculdades e lulas na solugao das
nossas questOes
den unos, nem
des-e nullo tratn,,.,
terga parte, e a mais importante, da provin- achava nos ltimos apuros, c nada Aaeio lu-
cia do Rio Grande do suida qual estimo* lo por nossa parte quenas assegumssecombina-
deposse, urna parte impoiUnlissima da de raOe coadiuyaca o effica para contarnos com
Mallo-Grosso, e prejudicar-nos hia em ou- um xito felis.
tros pontos ainda mesmo as Tronteiras do Logo, as razOes porque aquolle gabinete
norte. Moje ust reconhecido o princi.io do proseguid ainda na po'itica da neutralidade
Wtt possidelis que sustentamos, nao s no tra- eram n3o su porque nflo es.avam dispostos
lado que celebramos com o Per, mas no do elementos em que apoiasso urna poltica
limites com o Estado Oriental. contraria, mas porque pela fall do urna
Antes encontravamos da parte do governa- coadiuvapflo elllcaz, njo contava com um
dorde Buenos-Ayres a mais constante op- oxilo feli.
iefinitivo Porcm agora nno su eslava
por causa do um homem, e por causa de um
liomom que no obra va por si,e que era ins-
trumento de outro ? O que se quiz expulsar
do Estado-Oriental foi o poder de Orino,
apoiado pelo general llosas e as Torgas que
este Hit: dora ; Toi destruir essa vassalagem
em que se aheava de Rosas.
Qoaiito sua pessoa nada temos com el-
la, o tanto he assim que o nobre deputado
polo Para ha de recordar-so de quo a noticia
prfncipiou-se a obrar om conTormidadecom I da queda de oribe chegou a esta corle de-
>- ..._ l ., .in ,i; <> dnnulobro, h que nesse da
que se
ia com-
er excepta-
s'do imi es p'orq'ue ,So c ^* iM"oo/eroo' dTS:; Poi do di. 12 de outubro e que ne
Vdiamos0c^ler.r\Uoxecugo tevid^o considerou-nos logo disposto', a en- ^".^'"^"fttal
t.Pdo arr.oc.r-no.-hi. .mis d. trr na lula .iou favor, quinde.ellei .. se e tpulay. em OBVUJIT Amn.si.
vemenlo se acabo do dar solugao a lo las as liaugas que conlrahio, contava com
- com um cxilo
vemenlo se acabo do dar sulugilo a lo las as liaugas que comranio,
quesillos do que aind possam nascor futu- coadjuvagfloell caz c c(
ras desavengas, consolidad., assim a nossa Desnacionalis.da gti'-r
urna
ralle.
rra pnr meio das al-
anquillidaie, e a doVoOMOl vi- angas com u Estado OrienUl, E.ure-Hios e
nos H Corrientes, unidas as forgas contava, quan-
Podem ainda appareccr didiculdades, po- lo humanamente lio possivel contar, cora
dem susc.lar-se questOes sobre a execugao um xito prompto e Miz. b to prompto o
do que se tratar; mas quies silo os actos o feliz quo om monos.do b mozos cabio lodo o
eonvongO-s humanas que nao se prestara a poder de R>
Prosoguo o despacho quo tenho citado :
< O governo imperial nflo aban lona a cau- sua queja.
pleta da qual Oribe o3o
do.
He verdide que se diz no tratado que o
governo OrienUl podera fazer sahir do son
territorio aquelles individuos que forem
prejudiciaes segurang e traiiriuilidade do
paiz, mais esta attribuigao era nicamente
do governo O iental. Estipulou-se urna am-
nista ampia o completa antes que a queda
de Oribe fosse conhecida. Nao Toi della ex-
ceptuado. Ficava ao intoiro arbitrio do go-
verno Oriental fazc-lo sahir ou nflo do terri-
scenassanguinolonlas
liado aquellos pal-
jrande. exemplos
do hiimonidido e do lolorancia. ( Apoia-
dos. )
O que dava importancia e forga ao gene-
i al Oribe ora o apoio que Rosas Ihe prestava,
eram as tropas argentinas quo Ihe tinham
sido dadas para suslontar-so ; est.s enire-
garam-so retirando-so do Eslado-Orientil.
Nada mais temos hoje com Oribe; nunca
foi da inloncilo, e seria improprio do gover-
no imporral, procunr persegu- lo depois da
duvidis i Nflo hn melhor ter algumas regras
para resolver, do que viver na ausencia de a O governo imperial nao anati ion. .i c,u- .-- h- provincia do Pari
iodo o direito, o de lod.S a. estipulagOes? J.dO J*^.** ***"&* censur!, a marcha d'o exercito imperial, c
.Nfloconvm mais ter legras
as qucslOes emergentes
para
resolver lo rceonhoeeis ; mis nflo podo contrahir a ^^"", ;;;;,:"';-rfl,;7 concentrado em
ohrigagaodc susl.'iitar ssi independencia prelendeu qgeaevia wr-jw *Z*

I iii|
.11,
nr

I -~

*v


I melhor preonchia aquellas indicicCes.
Comparouo nobre deputido pelo Pera o
procedimento do govcroo Imperial com ss
wlcrvenc,ei di Fros na Italia c na Des-
patilla, e com as de Leybafih, Verona,o ndo
sci niais o que. Ja em oulra occa.iflo lbe pe-
di mustrasse que esse praeediment)tinha
os caradores da iiilcrvcneiio, no sentido om
que se loma essa palavra. O nobre depula-
(io nao rao quiz satisfazer, e insiste na mes-
ma ida. Quesemelbanca tem o nosso pro-
ce-Jinentocom o das potencias que tiveram
parto as interonc.<5es quo citou ? lira o
3ue cumpria mostrar. Tomos por ventura
orribar a constiluicSo do Estido Oienlal,
ou seu governo? Komos por ventura deci-
dir suas quesles internas?
O nobre deputado pela provincia do Par*
propoz-se a examinar quaes eram os resul-
tados da poltica que o governo imperial
seguio. Apontou alguns vagamente, o no
o desenvolvou.
Um dos primeiros lie que, na sua opinian,
entregamos polo tratado de limites ao Esta-
do Oriental as propriodades brasileiras si-
tuadas entre o Quariliioi o o Arapehi.
Nao dosenvolveu, poriim, esta accusacSo
gravissim, apozar de so liavcr sobro ella
esplanado em cscriplos que correm impres-
soscom a suaassignalura. NMIesaccusa o
enverno de haver cedido terrenos dos quaes
"slavamos do posse. Eslava na rigorosa
obrigc.ao de reproduzir aqui essas acrusa-
cos, em lugar dse cnt'incheirar no vago
em que se collocou. Chamarei, porm, a
quealBo a terreiro. .
l'unlou-se o nobre doputado pelo Para na
convencao celebrada com o cabildo de Mon-
tevideo em 1819.
Senhorcs, de parle a parlo, havia nestas
questoes de limites pretcncoes mala ou me-
nos avancadas. U tratado le 12 de outubro
buscou o meio termo, e o que pareca uiais
rasuavel cjusto, celendo cada um i aquel-
las prclcnc/Scs oibs avanzados quo linha.
relo que pertenco a esta questao de limi-
tes, suatenlavam nossos vizinhjs ( classill-
ra-los-liei segundo a sua maior ou menor
exageracao 1 as pretcncoes seguinles : Sus-
tentavam que esteva em vigor o tratado do
1. de outubro de 1777 que nos lirava mal
de urna trca parte e imporlrnlissima do
actual territorio do provincia do Itio Grande
do Sul ; sustcnlavam quo tondo Portugal
conquistado o tcrriloiio do MissOes, pos-
suia-o o Brasil por wn titulo violento, c
que devia reslitui-lo ; sustentavam quo ten
do sido declarados neutracs por trata-Jo os
campos situados entre os arroyos (.iiui o Ta
liim, ora nulla a p'ojse que delles tinliamo
adquirido. Pinafaieola os mais resoivci.
levavam os limites do Estado Ormnlil ao
Ibieuy.
Pela nossa rarto a pr. lenco a mais avan
cada quo linhamos era a luna designada no
convenio do 1819, feito com o cabildo ile
Montevideo.
Eram aquellas questoes muito renlndas,
muito antigs, que infrcssavain o amor
proprio nacional; quesles odiosas, poi-
que a ellas andava ligada a rccordacilo de
antigs lutas, de antigs victorias e do nn-
Ijgog rezezes. Tildo o que recorda a idea
do conquista lie odioso pira aqu'lle dequem
o objecto foi conquistado Eslus quesles
le limites silo ja de si mosmas muito cspi
nhosas. Quando cliegim a esse ponto, so
menlo podem fer bem accomoiodadas por
meio de concessOes reciprocas.
O nobre depurado pelo Para devo saber
que de 169 at 1804 foram celbralos sete
tratados e ajustes relativos a essas questoes.
Cada tratado era seguido de urna guerra,
rada querr de um tratado. De nenlium la-
do se quera culer, e as nossas antigs me-
tropoles Uansmiltiram essas qucslOcs con-
fusa 8, indecisas, e no mosmo estado. Con-
vinh corta-las do urna vez, acaba-las para
vvennos tranquillos.
Vejamos, porm, quaes eram os objec-
t;iics que por parte do governo oriental se
punliam valuado da convencio de 1819;
eu as exponho. Allegava-se quo em 1817
asumas lorluguezas linlnm oceupado o
praca do Montevideo o Estado Oriental;
quo o baruo da Laguna era o commandantf
das frcas que ocrupavam a praca c gover-
nadordella; que essa convenci ti nlia si Jo
l'oila ontre o governador da praca e o cabil-
do, e que sendo os cabildos corporales
meramente municipaes n3o eslava o de
Montevideo autorisado para fazer cessOes
do territorio
Que cada divisSo territorial linlu o sen
cabildo, o que supposlo o do Montevideo,
por circunstancias extraordinarias, se tives-
se arrogado facilidades extraordinarias, n3o
lbe tiuliam ellassido logalmcnlo conferidas.
Quo urna convoiic,3o feitu entre urna corpo-
ragio municipal o um general do funjas de
ocr.ugacao, e governador do lugar, n3os4
podia elevar categora de convences ce-
lebradas ontre Estados independcnlcs.
Accrescentava-se que anda msmo que a
j 111-1 i cuuvencSo osse vaiida, iera cadu-
cado com o tratado de incorporarlo. Por-
quanto pelo tratado do 31 de jullio de 1821,
O Estado Oriental, debaixo do nomo de pro-
vincia spiatina, foi incorporado ao Brasil.
El-rei o Sr. D. Julio VI exigi que fossom no
meadosdepulados queautorisassem e legi-
limasseui essa iucorporacau. .Foram nomea
dos, c celebrou-se aquello tratado, no qual
foram designados os limites da nova pro-
vincia.
Vejamos o quo elle diz :
Primeira base. Esse territorio llevo
considerar-so como um Estado diverso dos
de niais do Iteino Unido, dobaixo do uome
de Cisplatiua.
Segunda Base. Os seus limites so os
niosmus, que linliam o eram reconhecidos
DO principio da revolucSo, quo s3o : pelo
leste o Ocano, pelo sul o liio da Prala, pelo
oeste o Uruguay, pelo norte o rio Quaraliim
al a cochilla do Santa Auna, quedivilo o
rio de Santa Mana, e por esla parte o arroio
Tacucrcmb Orante, que, seguindo as pon
las do Jaguan", entra na Lagi Meirim, (
passa pelo pontal do S. Miguel a tomar o
Cliui, que entra no Ocoano, sem prejuizo da
drclaracao que o soberano congresso naci
nal, com audiencia de nossos deputados
foca sobre odireiloque rossa .competir i
este Estado aos campos comprclicnddos na
ultima dcmarcac,ao feita no lempo do go-
verno bespanhol.
Esta demaic.cSo feita no lempo do gover
no bespanhol comprciieiidia os campos si'
tn.nl.is entre o Chuy o Talilm, os quaes, se
gundo u memoiia do sr. conselheiro Candi-
do llaplista, tem a exlcn-3o de 27 leguas
O tratado de incorporacSo resorvava o direi
to a esses campos, os quaes pelo tratado do
limites de 12 de outubro c pola DOSIS ,oss
nos pertencem.
Esse tratado do incorporacao ro reconhe
rido pelo Brasil, e tanto que om virtude
dclle fez a provincia Cisplalina parle do
imperio. Quo foi leconhccilo prca-se tam-
hem pelo manifest e dcclarac3o de guerra
pelo Sr. D. Pedro I Confederado Argenti-
na datado de 10 de dezenibro de 1825 (Le.)
Sustentava-se porlaoto que a convenci
lata com o cabildo de Montevideo no po
da deixar de ter caducado corro tratado do
incoiporacao, que designara outros limites.
Allegava-se mais que ekles tinham sido con-
' lirmados pela convencSo de 27 doagoslo do
1828, que poz termo a gueira que se segui-
r, levando a provincia Cisplatin, que era
o territorio com os limilos do tratado de in
rorporaefio, a calegoria de Estado indepen
denle.
Diz essa convencHo, srl. I. 3. M. o
Imperador do Brasil declara provincia de
Montevideo,'chamada hojeCisplaiina, pi-
rada do territorio do imperio do Bras'l, pira
iino posss opnstiluir-ie em Estado livre e
independenle, ele
Arl. 2 O govorno das provincias uni-
das concorda em declarar por sua parle a
independencia da provincia de Montevideo,
ehoin .da boje Cisplalina.
Art 13. As tropas de S. M. o Imperador
do Brasil desoecuparflo o lorritorio da pro-
vincia de Montevideo, incluida a colonia do
Sacramento, no preciso e peremplorio ter-
mo dndous meses..... retirando-se para as
fronteiras do imperio, etc.
R.liram-sopara as fronlciras dotii poisi-
delii; n3o eccupovam as do convenio de
1819.
Allegava-se mais qne, ten lo aquolla con
vencao do 1828 disposlo quo a constituicSo
do EstadoOrientil seria examinada por com-
missarins do Brasil o das provincias uni las
para verificaren!, se continha alguma cousa
que os prejudicafso, ISra approvada, e que
no entretanto conlinba em seu art. I. o se
guinte :
O Estado Oriental do Uruguay lio a as
soclacHo poltica de lodos os cidadSos com
prohendipos nos 9 departamentos setuaes do
seu lorritorio. Distase quo esses nove
departamentos actuaes eram os do terrilorio
indicado pelo tratado de incorporacao.
Ah tom acamara as rasos com quo era
contestado o direito que derivavamos do
convenio do 1819. He preciso reconhecer
que a materia ho muito questionsl; quo o
punto he litigioso,'e que n3o cedemos um
direito liquido.
As cesses do Estado Oriental comprehen-
diam um territorio muito mais extenso. Ce-
deu do direito quo se tem protendido deri-
var do tratado do 1777, des pretences aos
territorios qui conquistamos, aos campos
chamados neutracs, linba do Ihicuy. Pela
nossa parte cedemos do direito que poderia-
mos derivar do convenio de 1819, que com-
prebendia torrnos dos qua*s mo estamos
de posse. Foi reconheci la a legitimidade
de todas as nossas posses o de todas as nos-
sas conquistas
Nolarei mais que a maneira pola qual o
tratado o 12 do outubro regulou os lim''
he inteiramonto conforme ao pared
pelo conselho do estado sobre a materia em
1847, com a circunstancia do quo o trata-
do resolveu a questao dos campos medidos
cuja c'ss3o nos propoz o governo oriental
em 1845, achaudo-se nos maiores apuros
pela somma de um inilliSo e duzentos mil
posos.
Peco licencs cmara para Inr a parte
compi'lcnle du parecer de que acabo do ful
lar
Senhor. Foi V. M. | servido ordenar s
secc,es dos negocios da guerra, estrangei
ros o imperio, do ronsclho do esta lo que
consultassom quaes sejam as divisas entre o
linpoiio e o Eslado Oriental, ou quaes con
vinha aJinirtir para serem forlilicadas de
maneira quecmliargasscm ou diminuissem
as froquentes invases de Orientaos e Ar-
Kcnlinos na provincia do Rio Oanlo do
Sul. E as seceos depois de terem consulta-
do os documentos constantes da tibella jun-
ta a esla c insulta, c refleclid > com a alin-
elo que agravi lado do aSsumpto exigia, en-
tondeiam que preenchiam a honrosa tarefa.
de quo foram incumbidas com o seguinto
parecer :
Considerando as secc,es as soguintes
raioes : r, como o tratado do Io de outubro
le 1777, que eslabeleceu os ditos limites,
nunca teve plena esecuc3o ; 2.', como du
rante a guerra que se seguio em 1801 cnlro
as coiisde Portugal o llespanha foi pelos
l'ortuguezes conquistado o territorio entre
a Cochilla geral c o Uruguay, e desde o
Quirahim ate a entrada DO Uruguay do rio
Pcpcriguass ; 3.*, como pelo traalo do Ba-
dajoz de 6 de juuho de 1801 n3o foi reno-
vado u du 1777, in'iii so eslipulou a restitiii-
c3o do mencionado territorio conquistado
4.', como a convenc3o do 1819, que dilatuu
as l ont'-ir.is do Imperio desde Castillios
Grandes at o Arapchy, bem que tivesse pie
na exccjc3o, foi alterad, i ou ronova la poli
segunda coudic3o do acto de incorporacao
que fica transcripto; 5.*, como este acto de
ncorporac.no foi aceito pelo governo impe
rial o icio mesmo citado como um titulo
do imperio provincia Cisplalina, tanto na
correspondencia cnlicocommissario Argen-
tino Valentina. Cmese o ministro dos nego-
cios ostrangeiros do Brazil, em a nota de
leven-Mu de 1824, r uno no manifest da
deelaracSo de guerra do governo imperial
s provincias-lluidasdn Itio na l'rata de 10
le d'zemlirn de 1825 ; 6.", como o Brazil
erigi om Uepulilica do Uruguay a provin-
a Cisplalina, e esta liaba os limites que
e foram assignados no referido acto de in-
corporacao; 7.', e finalmente, como osle
I acto de incorporacao lie jroJuzido pelo go
verno oricnlal paro mostrar que as divisas
[do iniperio bSo prQipIauJ lu castillios
Grsndea e v3o ter ao Arapehy, J.nas sim em
Chuy, Jaguar.lo, Cochilla du Santa Anua a
Quarabim embora o governador do Buonos-
Ayres laxe a inc >rporac3o do nulla, attri-
buindo-a a violencia e coacc3o das baionetas
du viscondo da Laguna.
. Parcco Ss s^eges que o tratado do 1777
Icixou de ter vigor desdo 1801 o que as di-
visas entre o imperio o a Repblica Orien-
tal s3o as marcadas no acto do iocurpnracSo
E se em algum lempo o governo da Monte-
vi !co se retractar dessas divisas qua tem au-
thenlicinente reconhecidu, aproveitar o
imperio em fundar-so no t possiilctis do
1810, que n3o offerecoa queslSo dos cam-
pos me.di los, ou melhor anda, a convcnc3o
de 1819.
i paco, cm 18 de margo do 1817.Jos
Joaquim de Lima e Silva. Visconde do
Olinda. Bernardo Pereiri do Vasconcol-
los.Viscondo de Mont'Alegro. ~ Honorio
II -i me! o Carnciro LcSo.Francisco Cordei-
ro da Silva Torres.Caetano Maria Lopes
Cama.
Cnnsulte-se o consrlho dn estado. Pa-
co, cm i'J de malo de 1847. Com a rubrica
de S. M. o fhicerador JoSo Paulo dos San-
ios Brrelo.
Foi consultado o consollio do eslado ple-
no, e foi esta a deci<3o :
o Votan o os conselbeiros que cstavam
presente;, lo los concordaram em so con-
formar com as scccs em quanto desig-
nadlo das divisas cutio o imperio do Brasil
oo o.-tado da repblica oriental, que mais
conv i adoptare sustentar
Entondem alguns que deveriamos lor
aproveitado os circunstancias para exigir
,irira obler mais. Quer o obtivcssemos quer
ii3i, esse prccedlmento seria muito pouco
digno do Brasil i Uuilos apolados )
O nobie depuiado pelo Para fez algumas
rellccxes sobres ratilicac3o dos tratados
o pergontou : Se a sua ratificaban era ne
cessana, porque a n3o obtivesles ? O nobro
deputado n.lo se quiz dar ao irahallio de ler
o final dos tratados, ah veria a ralilcac3o.
Abra qualquer delles e vor no lim :
Em virtude das faculdades de quo es-
tamos investidos pela lituacSo extraordina-
ria em que so acba a repblica, assenlamos
acuita-lo, confirma-lo o latiflca-lo em to-
das as suas parles, como fazemos pelo pr-
senle aclo, etc.
Temos sustenta lo que esla ratificarlo lie
valida ; nunea pedimosoutra
2
MI
Em consoquencii, o ibiixo assignado
foi euca regado de manifestar ao Sr. Cirnei-
ro Lo.lo que o governo oriental, tendo en-
contrado os ditos tratados ratificados pelo
governo provisorio, trocadas as suas ratifl-
cicei, e postosom execuclo em sus maior
parlo, eonsidera-os como lacios consumma-
dus, cujo respeito lbe interossa sustentar
como conlinuacao da poltica do governo
constitucional. >
Nunca pedmos ao actual govorno orien-
tal urna ralificacSo que ja exista, n era va-
lida e sunicienlo. Quando enlrou a nova
adminislragao, oSr. Carneiro LeSodirigio-
Ibo urna nota, pedindo a cxpedicBo deor-
dens para a exeruc&o de cortas disposices
dos tratados. Foi entao que sppa'oceu du-
VlrJl da parte daquelle governo, fundada cm
que aquella ratjflcacBo n3o fra feita pela
asscmbla legislativa. O Sr. Carneiro LeSo
continuou a initar pela exccucSo, nunca
pedio nova rolilicacBo. Isto s* prova pela
mesma nota que o nobre deputado leu. Diz
ella:
> Oabaixo assignado, ministro dos ne-
gocios eslrangeiros, levou aoconhecinenio
deS. Exc. o Sr. presidente da republica as
notas que o Sr. II. II. Carneiro Le3o, ote
Me dirigi com data de 17 de abril p-oxi
mo passado e 9 do corrente, em que nwo
pela earectifrlo das estipularles contrahidas
pela repblica nos cinco tratados de 12 de
outubro do anno anterior.
Creio que a considerado dos tratados
como fados consummados, a sua execuclo
como actos do governo da praca complica-
v.i-m' com quest-s de poltica interna, e a
isto tenho lambom ouvilo altribuir as duvi-
das que appareceram. O reconhecimenlo
ala validado da ratificacBo dos tratados pelo
governo da praca importava de algum mo-
do a approvacSo de todos os sous outros
setos durante o longo periodo da sua heroi
ca resistencia. ( Apoiadoi.)
O nobre deputado polo Par disse tambem
que, tendo dcsapparecido a ConfedcracBo
Argenlina com o poder do general Rosas,
nao h.ivia alli outro poder que osubsti
tuisse.
O nobre deputado nSo leu cortamente um
documento que foi publicado nos jornaes
"o Rio da Prala, e tambem aqui no Jornal
ao Commerclo. Alii veria o nobre deputado
um documeuto intitulado:
PRtTTOCOLO
De conferencia havida entreoEms, Sr.
governadorea de llucno-Airc., Enlrc-Rioa
e Corrienlea, e plenipotenciario da provincia
de Santa t, em Palermo de Sau Peuito,
para conciderar a aituafao da repblica, c
occorrer de inn i maneira solida e nao equl
voca ncceaiidade de constituir entre elle
um encarregado da d/recf ao das relaces ex-
teriores da Confedera cae a vista doi pronun-
camenos daiprovincias que a compoem, e
que se.tcui recebido at esla data.
RESOLVEM:
Que para licar rcslabelecido eate inapor
nos tratados i pelaisalgoalura doicontrclan- o do general Urqulta que le achirla ao norte
tea a um ponto Uo exagerado, que admira que do Rio Kegro pira dib. "-gu';"" n'd P>"
sejaeita a lu convlcflo. Dlsie elle que ten-'olado da pnja de Montevideo: nao dase Isto
do-se eutendldo, a reipelto da America, que 8. Eic, apelo contrario disie dain a mar-
para tratar cm piliea de governo-loilavcla.ichi eramii regular, ah ealava o^icrcllo, c
como .d lea t in sido era preciso dar por validol 'guarda nacional, e icria mili langa c cnconi-
os tratado cnin o cnifes de ficto, le filara o moda a marcha por age,
nrluciplo de qu he liolto tratar, e vallo com I Uto era este, pon, o plano de campano, o a
ochefe que dirija o ciado lem itteuder para a 'marcha por Sanl'Aunido Llvrimcnto ouUru
origem de leu titulo: era porm valloio tratar 'guayanna, era tffelto dai poilcOes cm que en
OSr. Soma Franco : Senhorcs, ilnto que
o nobre ministro do negocio oilrangclroi se
guiaiie pelo que I lie informimn quo eu dlsse
na casa, c que pelo menos nao UvesH lempo
de ler o extracto do Mtreanlil pira responder
eiiclimentc ao qne eu tlnba dito na c.is.a, e
nao a propoiice que S. El. por eugano se-
guramenle, me attrlbuto.
Comccarcl por essa parle do discurso com
que S. Ei. findou a reipelto dol tratadoi.
S. Ei. dliae que cu no linha raiao .sai inda
dlic que o ministerio errara ein ter pedido
nova ratificaco do tratado, e a nao oblldo.
Primcirameole dliia eu -. Ou a ratificaco en
ueccaiarla, e vs que a lolloltaste, e a nao
podede obter >ahilc<-voa mal da questao i
ou ella era dlapenaavcl, e para que a pcdiilcs,
correndo o rlico da repulsa que aofrestea ? ..
mB. ES., rcferindo-c nota do ministro do pao devia por em duvldi a legilldade dogo
negocio cstrangelroa do Estado Oriental ao verno da praca de Montevideo, foc buscar cx-
minlsiro lir.a/.ilioro, quit provar com esta no- ;emplo que pe em duvida essa legalidadc, on
ta que o.que ie pedia nao era a rallflcacao, revela que S. Eic. nao confia muito nella. E
mas lmenle a execujao do tratado, e que que, rcferlndoquc na America tcin-e enlendi-
poii, cu laborava em engao, e fula censuras do que e pode tratar com qualquer governo
ufundada. Peco licenca a S. Ex. para dlier-' de facto, elle uppunha que nao podia icr ac
llic que he nena meiina nota que encontr eusado de haver tritado com um deea gover-
que o que ae tlnba pedido foi a nova rilificacao uo, com um governo de faejo.
dos tratadoa, e que s ltimamente be que ae No entreunto e>e tratados que >. bxc. en-
pedio a execucao pura esiuiplc. I lende que foram felto com um governo como
Qucira attender S Ex. para o que dli a nota que de felo ou de faccao; enea tratado, que
do Sr. Caslelhanoa (t ) : Montevideo, 13 de at por dever egralidao os devlaratilicarclc no-
maiodei852. O t.'ialxo nssignado, ministro vo o governo, boje sem duvldi algumi legal, e
dos negocio estrmgeiroi, levou ao conhcel- i que o nao ratificando, pondo como que cm
nenio de S. Ex. o Sr. presidente da repblica duvida, Ihe tira grande parte de ua forja
Ige
com qualquer chele de faccao.
O Sr. Perer.i da SiWa Nao disse lo; que
se pode nuil com qualquer governo de ficto,
U Sr. Sorna Franco : Eu toinel apon i .men-
t, c foi este pouco mal) ou menos o sentido
das palavraade S Ese-i c achei mcinao Inconve-
niente que S. Exc, que podia defender o tra-
tado que le/, com rasea multo maia fortes, e
a notas que o Sr. tlonorio Ilermelo Carneiro
Leo, iniaislro plenipotenciario de S. M. o
Imperador do Uraiil, em missao especial, Ihe
dirigi com dacla de 17 de abril p.p. c 9 do
correte, cm que insta pela execucao da c-
tipulace-...
A' vista desta resposta, em que o ministro o-
riental ac refere a Instancias de data mui re-
cente para execucao dos tratados, eu ha de
S- Ex. o Sr. Paulino fazer ao Sr. Carnciro Lcao
a accuiacio de deleixado, por que de 17 de
abril em diante be que Inslou pela execucao
do tratado, ou lia de convir comigoein que
linbam bavido reclamace anteriorea^ao I?
de abril. mal que essa rcclaiuacdei sai pol-
la de parte por versarein sobre ratificaco
os tratados, que o governo imperial deaisllo
de exigir. Ficam pois cm p o mcus argumen-
tos ; nao he com esla nota que pode A. Ex.
moitrar que le nao pedio nova ratificaco, poli
que ella prova o contrario, c he faci geral-
mente sabido que a raticaco fui pedida a es-
te novo got-eruo c que por ella c cperou at
es ltimos dial.
S. Ex. quia dcpols chamar-iue para o exame
dos tratados em il, e para apreciacao de iuai
vintagens, e que suslentasse agora na casa a
opinles queemilti pela impicn-1. Mas S. Ex,
ha de convir cm que urna questao de tanto
desenvolvimento, discutida e ustentada por
S. Ei. eoin documento diveraos, s pode ser
contestada vilta'dcsies ineimos documento,
c pois esperar pela publicacSo do seu discur-
su para rcsi>onder-lbe mais cabalmente. Posso
ic comludo dlzcr desde ja a S. Ex., que com ac
sua incsinas proposiroes se prova que houve
sessiio de territorio braiileironesse tratado que
tanto tem a peito defender.
Alln ooiii o Sr. ministro dos negocios estr.an-
geiros que tendo ua occasio das negoelaces
apreseulado o negociador oriental as mas exi-
e no
in
tante" poder nacional, e arredar lodo o motivo gcnciai iiiaii avancadaa ale I nba do lbicuy,
de duvida e de auslcdadc, dando garantas eos lira.ilclroa nossas tambem mal avanca-
positlvas s potencias estrangeiras que se dasalalinliado Arapebi.paradepois virsecomo
icham ou po.sam achar-se em relaces con. a he co.luine um meto termo raioavcl.ci
repblica, e para que.eus compromlssos c es- intcresic de ambos os conlraclantes tlnha
tipulacc lenbain um carcter obrigatorlo os negociadores cedido de suasi exigencias, .
pira ,aV mesma confederacao, fique aulhoVi.ado poi lamben, da. la o teas leiroi,.viudo a
o referido E.m. Sr. govern-do da provincia ier a linha do Quarabim media entre os pon-
de Entre-Rios, general cm chefe do exercito tos conicitadoa, ,,,. ,,m
alliado libertador, brigadeiro D. Justo Jo. de ouve perianto ccnao de pcrlencoei tam-
Drqulxa, para dirigirs relacei exteriorea da bem 4o "om^ntoda''""> Ul'Ooma dir-
repblica al que reunido ocongresso nielo- ferenca deque aquellc a quen. prestamos va-
nal, se c.lahclcf. delii.ilivaineute o poder a os lervicos, a que... salvamos Ja '"11-
quem compita o exercicio desle cargo. le annlquilacao polil.c. cedern, terrenos a
Accordinm em seguldi que cada um dos que tinham direito pelo menos duvldoso, onde
governo .ignaurio, do tratado de 4 de a- o linbam Interesse, que nao he hab.lado
ero de isfi procedeiic iii.medialamente por populaceiiuai.nc.n dellc cslivcrain nun-
nomeacSo do plenlpotenciirio que deve con- cadepo.se. E il,.pelo <>.M-
correrpara formara cuiuinliio repreaentitl- rdorc da p.i no Eslado Oriental, os que pre.-
v. dos governos, af.m de que, reunida i.e.t. tamos *crvlfoa que ^aya.n dlre.to co.u-
capital da provincia de San. F entre desde pensace e raeo^estoeoto, nos cede mo es-
logo no eiecicio das attribuIcSn que Ihe com- magnficos terrenos entre o Quarah1.1 c
petem segundo o art. iti do mena, tratado. Arapebl, Wf^S^dtatar^!*fiJu%Z
Ahi vera que nao .rnenle, conforme o di- Idooccupado por Braiileiroi, la
rcilo publico argentino, foram conferido ao
8
lalve .rnente duas ou tres cxcepjei, pos-
i io .. pn no o ateeriuno, .ora... coi.tc.iuos au -- VV. .------ ,,___;i,. I \nia.in, \
general Drqtlisa o poderes necesarios para luidoa e habiladoi pur llraxileiros. ( Apoiado. J
'atar o. negocios exteriores, mas lamben, Fo.no nos po,, o que luc.no ces.ao ve d-
queloi c.ecStada uuia diapeileio do tratado deir. de terrenos ( opeado, j. que en eganoa
ipeil(
d'e A de Janeiro de isn, que nunca foi tum-
prida no lempo do general Rosas, isto he rc-
olveu-e que e procedeise nomeaco da
cominisio rcprescnltlva creada por aquellc
tratado.
Admiro, nao direi a leve/.i, mas a facilidade
esse que ten, dado lugar s lulas, c que louge
de assegurar prolecau aos Hrazllcrosporcu|o
interesses S. Ex. tlnba feito mover o exercito,
entregamos sua proprlcdades dirceco do
Estado Oriental. ( Apoiidoi.)
l'assarci ligeiraiuente obre a parte em que
porque julgo inulto
com que se aventura pr.pe.icoe. semelhan.e. B. El. falln do S^PSfLSSi
cdctiinanbo alcaoce'! Se o nobre depnlado nece.ario ^J^'/^"*^
losse ainanha chamado a lser parte do mlni.- 8. tx. nao ""P"^/"'1 ,prr,'' '
terio, se depois chegasse o ministro argentino Ca. nao acellou o elogios que Ihe fil pelai la
i ra rArie terla de dlcr-lhe naraureonia- insistencia uo ministerio durante os desacatos
,% ni., Rellraivo, fnao W 'enhe o "nlo commetido, pelo erusetro ingle, durante o
ha Conlederaco Argentina, ou en.So teria que elass.l.quel de rebaixamento do Srl. i-
de contradiic.-se de urna maneira cu yerdade nUlro. oi a islo qne me refer, e nao como
pouco airosa
Contesto,! o nobre deputado urna asscrco
que se coutem mi mu rea torio islo he, que
esse resultado tinham sido obtido* em aug-
mento da divida publica, c trouce pora argu-
mento essa emisso de apoln.es de que j se
oceupou o anno passado. O meu illustrc col-
lega o Sr. ministro oa fazenda demonstrou
cnlo que essas apeliecs tlnbam sido c.nitli-
das en. grande parre para satisfazer a e.npe-
nbo. deannoa anteriores. Era BMlhor portanlo,
oue n noble! denuladose nrrui
ssercao do meo uobre collega
est si ni reposta
S. Ex. dlsse a sua apre.enlaco vergonhosanes-
ta casa.
Foi aquella a causa dos louvore que dirig
a S. Ex. porque de facto quando be S. Ex.
mesmo quem vem couessar na casa estes de-
sai es que solfreu, por cxcmplo, nesse tacto
do Pi'ralinim, em que tendo reclamado indem-
nisacea de escravo., vio-ae por lim obrigado
a ceder dea reclamacao, ene contentar con.
pedir a entrega do. escravo que ara, reco-
nhecidos livie, e naluraeado paiz. e ronfessar
linda ...ais me lien, eaaa prU|QeDfi CC^pe^sa-
que anda baja f" >e era concedida, e que muito pelo con-
trario esse esclavos i.iiliain sido enviados pa-
Pesso perdi cmara por Ihe haver lomado ra lora, o que era realmente mais scnsivel re
tanto lempo, c agradcco-lhe atlencao com halxamcnto do inlo stro dos uegocios tran-
que se dlgnou ouvir-inc. (Mito bem i nnflo geno, do Brazil, beb Ex. cedor dos elogios qu.
por
que se dig
bem'.)
(O Sr. ministro he comprmcntado
grande numero de deputados,)
O Sr, J-ernaiiiifs C-Viaves : Peco a palana
pela orden, flloiiimenlo de atlencao.)
OSr. PrcsiuViUe: Tem a palavra.
O Sr. Fcrnandis Chava : Deputado pela
provincia do Rio Grande cu linha interesse em
ser ouvldo acerca das questoes do Sul; depois
porem do discurso do nobre ministro dos ne-
gocios cstrangeiros, creio que digo urna ver-
dade .all miando que nada se pode accrcsscntai
a respeito dessas questoes ( apei'ufoi); em con-
0 0
que mesmo nessa cnsc
ministerio, c persisti
dirlg. i tenaedade con
S. Ex. e conservou uo
ncllc at hoje.
Menborea, eu aceito a expllcaco do nobre
ministro de que elle nao quix de maueira algu-
ma oU'endcr o partido liberal, faicudo accuai-
coesqucS. Exc. nao vio ncm podia ver que
losieiu dirigidas contra o uu.iu lado. E se cu
respond nao foi proprlameute a S. Exc, foi a
un, aparte do uobre deputado pela Babia, que
lan90U sobre nos essas accusices; S. Exc. por
ceno nao a fez. E devo notar que S. Exc. en-
ganou-ie em icredilar que eudiiscitc que dc-
icqoecta ie" tendo "edro rrweMO ejava ou que era predio que S. Exc. c defen-
dediscusso. dese desas arguicue. Oque cu d,ie be que
Nao quero privar a opposiconem a ningucm desejava queseu odlscu.ao no senado podesse
de responder ao nobre ministro | muito breve convencer aos seus ouylntci, lo icnilc lore
eslo a chegar as dlscusses sobre os crditos de que elle linha a raiao nesse laclo, c me del
sobre a lixacao de torcas, ein que cada um de por satisfeitoco.n a defesade S. fcac.
nspodera espraiar-se. Eu SSU um .los que O nobre ministro linba nos aecusado de an-
csi inscriptos, c pela orden, da Inicripclo darmo pelas ramas di questao. ceiuverdaoe
nao sou d.quelles a quem palavra cabe ...al. foi s no hu do .eu d.scurso que 3. fcxc. tocou
larde, mas nao duv.do ceder do mcu direito. em o pontos pr.ncipacs: o eslado da quesuo
lie preciso o enccriamento, c eu o peco pa- dos tratados, c exame da situacao comparada
ra que por cite nielo a cmara d un, voto de con, a anterior a guerra. ..... ,,;...
conl-uuca ao nobre ministro dos negocios es- 8. Exc. apreciando a siuacao actual dsse
trangclros, renda urna ho.ncnigem ao .cuta- He excclleolc: lemos enluci todas as ques-
Icnto e s verdades por elle enunciaras. ( Apota- toe melindrosas, acabado con. todas as rccla-
rfoi.) Confeiio que ein minha vida nunca volei matos ; todas essas dilhculdadea er seos que
pela rolha, he esta a primeira ve. que faro um existi.aiu ante, desapp.rcceram co.nplctaincn-
aemelhante requcrln.enlo ; s o discurso do te Ecomo? Somcule como, tratados; por-
uobre ministro, a. verdade. por elle dita, que nada mal. ha. E he S. Exc. quem no ve..,
beque teilaui .ido capazes de me fazer desviar dizer dahi a momentos que de 1U4 S18 ye-
do rcu proposito. ios setc guerras diversas seguida cada urna
O Sr. Sauo tolinlo : Falle o Sr. Soma de tratados diverlos, ,.,.
Eiauco, c eut^o volemos pelo cncerramento. "e S- Eso portanlo, que.., nos ve ni .Ic.nons.
Aooiaio$ ) trarqueos tratados fcltos con, os estados vui-
OSr.PreiWnil: = Eu nao posso propor o nhos tem to pouco vigor c resultado, que sele
ncerrameiito porque o regiment prohibe que foram assignados em pouco anuos n. o po-
uedepoi de tallar um ministro se encerr a derain ser executade-s, c livemos de recorrer
isclljso, sete vezci as armas I Como quer pois tu mar S.
he
loo es que S. Exc.'lenl ...:-.. ... I.i.i. de fuudir
a. vaulagcnsda siiuacao! E que oulra. vanla-
Sen, que outras garantas uo apre.euta S.
xc. dasexcellencia. da .iluaco.e.n qu.2 Hc-
nio. depoi do tnumpboi do Prala.'
S. Exc.dlssc,nais:. Ha graves difiiculdade
interna,'ha quesles que talvcz ficassem com-
promctlidas.de algaua maneira com essa nova
laiuie.ae.'.o. a approvaco dos tratados podia al
certo ponto Irazer a approvaco de todo o fac-
to anterlorea, ehe por ele motivo que o go-
verno oriental tal ve/ l.esitasse em approvar os
Halados .. benbores, desconbeci o nobre mi-
nian o nena sua argumenlacao: Nunca pude
crer que a approvaco do. tratado! deves.e tra-
ice a .pproraclo de lodos os actos do governo
que os contraclou, nen, mesmo que a appro
vaco de um acto qualquer iraga a approvaeo
de todo os oulrop pralicados pela inei.na pes-
joa. He por tanto mera desculpa,he evasiva que
so pode mostrar que nao ha raiei que sirvo
para defender ou eiicobrir este vicio da s
luaco.
S. Exc. nao pode negar que a ratll.cacao era
neces.aria, era conveniente, era indispensa
vcl para dar maior torea ao tratados, e que
nao sendo obtida os torna de incoo valor e
inciies firmes as vautagen conseguida. E en
lugar dess i ratificaco indiipcntavel c dii sim
plmente aceitamos os tratados corno Tac-
tos consummados, lacios cousummadoi que
le acetan, como nao ae quercudo carregar
cotn a sua rcspousabilidade, ue.n ter nellas par
ticipaco! En'.os se aceitara... esses tratado!
como lacios cousummados, mas foi-scalm, <
parece que se xeeutam os tratados porque fo-
ram modificados, porque se ha de aiuda tratar
a respeito delles e os modificar anda multo
mais. Assim eu repito oque j disse: Sao tra-
tados qne nao estn tratados; sao facto que si
aceitain, mas poudo-se desde logo em duvida
E como pode firmar nclic. b. Exc. as aua> es-
peraucas de melhor futuro r
O Sr. Snyo Lobato: Partindo da retirada
de Rosas.
O Sr. Soma Frmtfo: Quando eu examinan
do os laclo da siiuacao lixei a existencia de
Oribe no eslado oriental, a sua inlluencia e pre-
dominio, como urna das provas de nao ter sld.
oblido os los dacampanUa, econclui dahi que
o governo Imperial nao linha conseguido o
scus lin.,S. Exc. rcspondcu-uie que nao era da
dlgnidadc do governo imperial tratar de pe
soas, dirigir-se a individuos. Acrcdito-o, mis
cu fallava lamben, da influencia de Oribe, e
uo da sua indlvidualidadc;"eo que conseguis-
te vos ? Tornaste a iutlueucia de Oribe mais
forte, e at legal, o que vo lem trasldo o. in-
conveniente de que nos qucixamos. E, scnbo-
re, S. Exc. esqueceu-se eoto de que o gover-
no Imperial, que nao c dirige peisoa, le di-
rigi a do governador Ro-as, e heS, Lxc.quem
mesmo confessa que se fez a guerra pessoa de
llosas, no que nada Inais si tez scn.lo guerrear
a una pesioa.
O nobre ministro me nao coinprchcndeu bem
quando cntendeu que eu censurava a interveu-
cao em si mesma. S Exc. nao eucarou a que-
lo no verdadeiro poulo de visla cm que eu a
Ii.-ivi.i liooieni encarado. O que cu censure!
principalmente henlem nao foi a iulervenca,
foi aim que intervindo o governo imperial noa
negocios internos do rata se l.ouvcssc inhbil-
mente na direceo da ca.npanlia c na dirceco
das uegociaces.
O que eu censure! he que intervindo o go-
verno imperial se tivesse apoiado cu. alliauca
de eatadoi at elle lempo uuidos com outro que
o lliasilfol combater.
benbo.es, S. Etc. queixou se amargamente,
cqueixuu-se com raso, de que os nossos dc-
gosto., as nossas despezas, e a grande delonga
da guerra do Rio Orandc do sul losse, devidos
Influencia de estados viz.inl.ns, interven,a j
dos caudilhos desses estados. Entretanto be S.
Exc. quem d o exemrilo de se alliar ltima-
mente com o general Urquiza. que embora che.
le de um eslado at cerlo poni independenle
e dirigia
chele de outro estado, a quem elle eslivera su
jeito at cnlo ...
O Sr. I'crcira da Silva: Sujcilo, nao ; Eu
Ir Ros era iulcirau.cntc Independenle, ape
naa baria delegado alguns podcre ao governa
lito le achava o exercito. Entretanto o nobre
ministro doi negocios cilrangeiro vemdiirr:
n Marchamos por ese lado porque era o plan ,
de campanha pira que u exercito falie faier
juneco com o do general Urqulia e entraren,
cm operice, passando unidos o Rio Nesro.
Eu acredito antes nesta parle as palavras
do nobre ministro dos negocios eslnngeiros,
do que as do nobre ministro di guerra, por-
!ue emendo que o nobre ministro da guerra
al nesta lula o Sr. Paulino Jos Soircs do
Souza, Islo he foi elle o minlilro guerreiro. O
nobre ministro dos negocio eitraugeiros saln
melhor que o nobre ministro da guerra, e pelo
menos auspeitava que a siiuacao do gcncrai
Urquiza eram to iraca que elle nao podia en-
trar em campanha seuio con o apolo nao re-
moto, mal prximo do exercito brasilc.ru c
fai aisli.i de alguma maneira sentir que o gene-
ral Urquiza nio podia mover se, nao podia en-
trar no Estado Oriental -.-.n o apolo, tem o cor-
tejo do nosao exercito, e que poli o excrciio
i .o renio, entreriino c do Rio da Prata nao ti-
nha larca si. ilicniie para a campanha contra o
geueral Oribe, c que essa forca loda eslava uc
exercito brasilelro. Vejo portanlo que o uobre
ministro da guerra procura para se defender,
raze. que uo sao vcidadclrai, que nao sao as
liradas da siiuacao, c que mesmo ueste, dria-
Ihei da campanha he o Sr. ministro dos nego-
cios csliangeiros quem nos revela a verdade, c
qu o general Oribe eslava demasiadamente for-
te pata que algum dos doui exercltoi se aven-
turasse so ao Sul do Rio Negro.
Voltarel multo de pasaagein queilo do tra-
fico. S, Exc. dlequal de n nao tem lulo
relaces com o importadores de escravo., con,
os africanista? Eu declaro a S. Exc. que nao
traici de re.'aces pessoaes de bomcm a ho-
mem, dessa relacei lociacs de simples cum-
prlmcnlo que guardam lodos o. individuos
3ue frequentam a socledade ; trato dis relaces
e p.diucas, e tt. Exc. nao pdc negar que a
relaces entre o. africanlitas, e o partido a que
S. Ese. pertence, foram inulto mais conhecida.
c eitreita do que as iclacei com o partido a
que temo perlcncido ; c foram at por muitn
lempo relaces de poltica : declaro a S. Exc.
que neo. cu, nein amigos mcu nunca taes as
Uvera,,.. Declaro mais a Exc. que nesle negocio
do trafico nunca intervi, favoravelmcnte de
maneira alguma, ncm fui desses que pediram
ou aceitara, Alricaoo. libertos para teu servi-
(0 ; ei luanlo que llevi 1,111. OUtrO. i|.le SC
api ..Milu un dc.tas relaces, que se servirn,
desses Africanos libertos, que Ihe forain conce-
didos pelo governo.
OSr. Aprig/o.: Tambem nao os recebi.
O Sr. boicrt Franco : S. Exc. aprcsentoii ha.
je u.na orden, do governo inglez para a cesa-
(o de apresa.liento de navios brasileiros na-
qnellas parles do mar, bahas e rio qec san
consideradas territorio brasile.ro. Felicite a
S. Exc. por esia acquislco. felicito-o muito
cordialmenle (apoiados), he mais u.n do
triu.nphos que S. Exc. conaegulo pela persis-
tencia que fe/ no ministerio no nielo dasdilli-
culdades era que se achou, e dos morlaca dcs-
goslo que sollreu.
Peco a S. Etc. que se lembre que esses
triun.pbos de hoje sao tambem obtldos pela
repressao ellecliva do trafico : vos cunt ioik-
Ic. para ella, nao o negatei, e ulliuumente ten-
de. feito e.forcos; mu n preparamos o terre-
no, nos he que dirigimos apinlSo publica .
nos he que coinecamos a repressao, porque he
sabido que durante o ministerio de 31 demaio
comecarain os apresamcnlo de escravo, que
derani lugar a diminuico do trafico, que dc-
rain graudc deenvolvimenlo oplnio publi-
ca, que derain andamento ai medida de re-
pressao ; por consequencia, felicitando a S. Exc.
por e.te iriu.npho, pe.,o que conceda que tc-
nba.no. nellc a parte que nos compele.
Urna voz : A todos nos.
ti Si Souza Franco: Senbores, S. Exc. dis-
se: A rcprciio do trafico no he urna ques-
tao de partido. Esti.na.no. muito que teuhais
ncordido comnosco uestes principios, n Di-
rei porm que uo ha questao politica que nao
comccc por ser questao de individuo ou indi-
viduos, depois queslSo de grupos, questao de
partido, para que por lim se torne queslo na-
cional. Se boje essa questao he urna questao
nacional, como acredito que o he, e estimo que
o seja, fclicito-vos pelo reconhecimenlo desta
necessidade publica, c pelos esforcos que fazos
agora para satisfaie-la, lendo concorrldo a vos
alisiardes lamben, uas ii.esmas handeiras que
basteamos ha tanto anuo. ( hpoiadot.)
O uobre ministro, de quem realmente nao te
olio queisa alguma pela maneira porque
ir.uou netla discusso, ful comludo deinan
severo q.uudo tralou da opluio que cinitti
que o general Urquiza nao linba os poderes i
cenarlos para dar garcnlias valiosas aos I
dos. Eu tenho procurado guardar para com
os nobres iiiiuislros todas aa conveniencia
aputadoi), e 1 '-.cu a juslica que o Sr. minis-
tros macee... ; mas a respeito do ponto a ipic
mercfiroS. Exc. foi muito severo oomigo. S.
Exc. sabeque uo sou dus mai. deleixados em
oiuba7erVVe7pursardo"p'oder"o procurar Inslrulr-mc ncstai queitoei vilacs do
dia ; era pois impossivel que en nao livcsse h-
do esse documento a qu S. Exc. se referi, c
que pareceu suppor que cu nao conhecesse: o
que porm duv.dava era que elle live.se a fur-
-. que S. Exc. Ihe supne.
1
O Sr. Souza l-'ranco:
,.-0 nobre depuiado dcratao Argentina foi_diiolvlda pelo tacto da
creio que estando com umita Tontada de entrar guerra passada. Se nao tivesse sido dis.olrida,
M'.So, quer ir desde ja aproveilando a oc- -s- L-,> P'" 4uf '">* eonfessado una
"..So! Pois Urquiza, governador de Entre grave falla poli lea cm ler prestado .eu ap do
RioToc .".'a prJorv- Confedcr.cao Argenlina
arecniiua nao era contra outra da mesma confederaco ; c pol
lor dessa coufede- ^Iu eomo que lanibcii, a.scntou em qu.
e .piando se r "
lisia parte da confederacSo
subdito legal do chele, direc
raco?....
O Sr. Vireira da Silva : Nao, senhor.
OSr. So..:a Franco Era-u sem duvida al-
guma, c o general Rosas seo chefe, c era anda
mais subdito de fado, porque recebia ordens c
as executava, do gove. nador desptico da con-
federaco argc-nliua, que era o general D. Joo
Manuel de Rosas....
O Sr.Vereira da A'i'.tm: O sjstema que prc-
Iu.i.ii. iv.i era o federallsla, e nao o unitario
eiUVa dlMOlvIda. Ecomo.
Ir.o e orgauisou Acba S. Exc. .ulhcientc i
se facto da legaco de poderes ao general Cr-
quiza '! 11c elle legal ? he suMclenlc ? parti
dus podc.es competentes ? Inlervicram mesmo,
bem que nao seja muito ludispensavcl, todos os
Eslado pertencente. confederacSo ?
Pelo men o que te poderia dizer he que
urna nova conlederaco e ia comecaudo, que
uo era a Coiifederafo Argentina, c que pu
q
discussa
O Sr. Fernanda C/.at'ci i Pois bem, peco
!ue se encerr depois do discurso do Sr. Souza
raneo. ( Apoiado,)
O br. Pre:id za Franco.
Sr. Souta Franco : llcsto-mc poucos
momentos para tratar com a iniuuciosidadc
precisa lodos os tpico cm que tOmu.i parte o
uobre ministro dos negocios cstrangeiros
O Sr. Preiidiulc Eu observare
deputado que nao fallan, pouco momento,
falla mai de mela hora, lailn. 1" minutos.
O Sr. Sonsa Franco ,- Nao quero lira, dahi
motivo para nao fallar, e replicare! ao nobre
presidente dacainaia que 1" minutos nao he
te.upo unciente pira responder a um discur-
o em que se gisiou mil de duat hora. No
enlamo loinarei a palavra
Ec. o meihoramcotoi, a vautagen da sita
(o, nicamente no tratados que consegua. ?
Nao v S Exc. que se conlradiz i.iaoilcslamcnlc
quando he o piuneiro a reconhecer que podem
este, tratados ler os me.mo. remitido! que os
anteriores, e nos vermo embaracados de novo
c mallo cedo apezar delles como se viram os
covernos anteriores?
Nao v b. Exc. (e peco que qucira tomar en.
M~MbM consideracao esla rellcxo; que esses .ucs.n.s
tratados, cu, lunar de serem ratibcados, nao o
foram; que uo ic quiz a actualldadc tornar
aolidar.a porellcsr que o poten, duvida? que
Ibcseaige inodificace, e lmenle vai dar co-
meto execucao sb a pr-mcisa de que icrao
revistos Sao pois iraiados como cu dlsse, que
inda nao e.lo tratados; c le oanleriore
eran. Inseguros, apelar de ralihcadus, como
da actual,dade suas gl
ministro dos urgocios cstrangeiros quiz expli-
car as qucile. da mola o., de poltica da ad-
ininisuacao impciial. Eazendo cu scnsivel,
]Ua ..esta polflle bclllcosa se tinham t.do suo-
cesslva.ueulc tres lius dille-rentes, uo quii di-
zer que tinham origen, cm mesma poca; S.
E-e. explicou a orden dcslcs fits, e disse : pri
meiro, qucria.no indemnisaces; depois ex-
pulamos, e que por mais est raio nao poden,
ler os elleilos miraculososque S. Exc. Ihe em-
presta.
Rccorrcndo agora aos ineus apontamenlos,
vejo que o que S. Exc. disse sobre a validado
dos tratados foi a que... trata con, os chefe, tra-
a seinprc bcni, E uao dislinguiudo os cheles
estou autorisado lamben, para dixcr quem
Anota do Sr. Castellanos, que O nobre, 0 Sr. freiidmle : BatUa obiervaco pur- pdeS. Exc. firmar uo da aelual.dadeiuai gio
MUTILADO w,iea^s*^m'
sao de Oribe; c alinal queremos tamben, a trata com o chefe de urna faccao trata bem ,
rxnulsao do governador Rosas, porque quciia- quem trata com o chele rebelde, traa cm. a
ms alli un, governo com quem padessemos Atienda S. Exc. que aasim vai lixar inn prlnci-
iratar. O governo Imperial portanlo quiz cha- pto minio opposto aos interesse da America,
mar a si o direito de inlervir nos uegocios da be algumas potencias europeas lem laneao
coufedcraco argentina para estabelecer alli maodcslc principio he para, aprovetanda-sc
un, governo con, quem pudesse Iralar, um go- da circuunlaiicias, liuporciu a alguns I-nado.
rema que Ihe servase a scus Kns. Foi pois u.na l'racos da America condices ouerosas que nao
vcrdadelra inlervcncao nos negocios interno. Imporiam de onlro modo. E uo deve o muni-
do paiz vlzinho, e os resultados drsia Interven- 1ro do imperio do brasil polar com a autornia-
ces, que mala poden, qualilica-la, nao sao os de mullo valiosa do governo imperial u.n '
resultadas imedi.atos, porm os futuros, c nao principio de grande perlgo para o nosso pan.
a podemos julgar aindi agora. I Allribue-me b. Exc. u.na pruposicao que <"'
Mas S. tve. disse: Movc-u-se a principio o he minha. Eu nao dlsse que o tratados eram
esercitO para obler salislacc c ludemnisa- inconvcnicolcs, porque ligavam o successc.ro
cues. Aceito a con lis o de S. Evo., admitlo-a, do ministerio. Peco a S. Exc. que, quando ai-
e sirva de bae ccusuiaique se lem leito ao guem Ihe ministra, notas de proposlcoc des a
espirito belllcoso de S Exc Se S. Exc. om- natureza allribuldas a miiii, ten ha a boneauc
prebndese a gueira, porque circumsiaucias de nao acreditar lidia. O que sao tratados sr-
urgentes le aprcscnlaram clrcumstancias lin- nao obrlgaces contrahidas em nome de un.
penosas; S. Exc. linha una escusa muito va-' paiz, he que ligan, tanto aquellcs qne as cun-
liosa ; mas S. Exc, coulcssaudo que muvcu o trahlraui, como a lodos os luccessores cuiquaj
exercito para pedir salisfa{es c iudcinnisavci to os tratado! duraron ? O que cu dlsse c su -
que comecava por este nico motivo a guerra,' temo he que a poltica de inlervcncao nos Be-
loma iiicno jusl.ficavcl sua politica, c justili- goc.o luleriorcs do estados v.siuho. be Iota
ca as censuras que se Ihe lem felto. vcuicnlc peloi ceitoi que delxa, pelo
Devo agora de passagem c na prescuca do lados que pdc Irazer, pelo comprosnclin
nob.c iiiiuisuo da guerra, fazer leul.r que a de- em que no pe, pelo lerrlvel exemplo que
fesa que o nobre niiiiiiiro doi negocios curan- Brasil deu de inlervir uai quees internas
1 leui rizlnhos, que pdc dar lugar a que cm
pcusc.n que poden, lamben, inlervir nos i'1''
sos negocios quando a occaiio Ibes pireca u
rorarel.
O Sr Apriyio : Mas V. Exc. lamban que-
ra a Inlerveoco. ,
OSr. Sor.:,. V.i/iro :- Pacifica, J O P"
mudar c eslauelccer governadorci. Senhoi".
re.ol-
i.lo
geiro tez do pl no de campanha he urna dife-
sa muito contraria de S. Exc, e que se acham
en, divergencia.
S. Exc. o Sr. ministro da guerra sustentando
a ideia da passagemda (Irugayana como a eon-
enienle, nao se lembrou de dizer que este era
o plano de campanha. que era inici.c.io do go-
veruo fazer, que o exercito iizesse juoufo con,


pejlg
laua*
diim W
S Eic. nos declarou que bH not E-
'.rircnliuos 46,000 homciu que nos pe-
i7i* e,0.r.t.do. Par. ... I.
, ,,ortiute uo revela .gora o noDrc nii-
,?, c\c oh. decidido o goveruo anterior-
" ., e o dia 3 de malo do anuo pasado. Ora.
nu-otc aodia
no discurso ui w.v- ---
os rcl.torios, nem no. .cu. dl.curso. S.
;"C10 no .liscur.o da cora da ses.o pa.sada,
mis c.iavumo. na
Y*-
ri a srrcm execotadaa por partes, o nos cin-
co periodos de lempo scguintes : primeiro,
no prno de 30 das deverSo estar principia-
das e em andamento todas as obras ; segn
do, do prazo de quatro mezes cstar.lo todas
as paredes internas e externas na a'tur das
janellas das priscos do primeiro andar, as-
sentada toda a cantara e grades de ferro
destas janellas ; terceiro, no praso de 7 me-
zes deverSo estar todas as paredos ua altura
do recebar as cobertas; quaito, no praso de
10 mezos devo-So ostar intciramente con-
3
Banco de Pornambuco-
Os doscontoa na semana que docorre de
12 A 17 de jaiba, sBo de 6 por cento ao en-
no, para as letras a vencer at o fu de mi-
mbro, e p.ra as vencer "al 6 mezes be o
do 8 por cento. Banco de Pernambuco 10
d Os credores do falido Leopoldo Jos da
Costa Araujo, residentes nesta prar;., Viuva
Amorim 6 lllho, Oliveira IrmSos & Compa.
nbia, Antonio Ignacio do Medeiros, Jo.i o Ta-
vares Cordeiro, Amorim & IrmSos, JoSo Lei-
te Pitia Ortiguoira. Manoel Concelvcs da
Silva, Bussell Mcllors & Companhia, Jos
-- O abaixo aasignado, mostr alfaiate,
declara eos seus treguzes o ao respeitavo
publico, quo mudou seu estabeloeimento
da ra da Cadeia do Santo Antonio para a
ra Nova, casa terrea, junto a ConceiQSo
dos Militares n. 49, onde o onconlrarSo
prnmplo para tomar qualquer obra de* seu
oflieio,ou qualquer encommenda para o que
tem iim completo aortimenlo de pannos,
casemiras, brins, setins para colele, e mais
varias fazendas de hom gosto.
JoSo Concalves Evangelista.
Urna pessoa com as habiliac,es necos-
sarias, se offereca para ensiuar primeiras
'seboro.. Isto anda prova um fado ; prova
*o .ninislerio reconhecia os pcrlgoa 3a al-
l"c ___. nao obstante estes icrlgos,
,0 prova que. nao obstante e.les perlgo
", .v.dvia-sc nelles prova que, H fomos
,, .ahlrmeno. mal, direi mes-no
,' ao cnos na actualidad. e.n atlencao o.
fl i,"o, ob.ido, da eampanh. proprl.mente
oamos ter cabido inal. S. Ec._ggvou
,U re.pon.bllldade, levando o para a
pericos, irnscando-no. .em ter toda a
So Uc dlier a sua opinio em lempo em
5i. e envida, e de pedir a op.n.ao do corpo
' Mr esta m'iis mina rao porque voto contra
aiicn-
que
.rs louvore. que c do aos boincn. do mimi-
" vi contra cites por le laclo, voto en
Sncludto, porque tenho provado u. MI MU-
Te 'dacan.pn.;.e bouve .na, na di.ee-
, c-c negocio! leriorc. e que o. Irium-
nhos que conseguimos, devidos aos nosso Ura-
os lorain conseguidos, nao obstante o. erro.
,la secrclaria da guerra, ma direccao do m -
Merlo dos negocios e.lrangeiros. ( NuUo
Voto conlra a re.posla falla do throno,
A discusio lica adiada. Levauli-se a sessao
'' horas ila larde. _______
Publcaoslo a pedido.
ttelo <'os luiscs, cscrivdu, e man pessoas
age no de festejar a fossa dt Sunliutma
aScnhorit to Carino di Frontispicio o fu-
turo annoie 1853.
Juizcs.
ilslllms. Srs. Manoel 'Ferreira deSouz
Birboza, c Bvm. Sr. padro mestre Fre Jor-
co l.ociu de Saut'Anna.
Juizas.
A lllma. Sra. D. Joanna Carila do Quin-
l,io Pernambuco, mulliar do lllm. Sr. Mi-
guel Jos de Almeida Pernambuco.
A lllma. Sra. !> Ilajmuiile Ursulina dos
Santos, mulber do lllm. Sr. Francisco Rap-
I .-la de Aluii'i'la.
Escrivflos.
\ lllma. Sra. D. Alejandrina do Maga-
IbSesLeel Sovo, mulber do lllm. Sr.major
r'r.incisco do Miranda Leal Sovo.
A lllma. Sra. I) Francisca Ignacia Alves
Lima, mulber do lllm. Sr. Jusc Aiilflo de
Souza M>gilli3os.
liscriviles.
ns lllms. Srs. Antonio Pereira de Menczcs
cl'ciio Alexandriuo Rodrigues Lint.
Procuradores.
Os lllms Srs.
Manoel Jos de Oliveira.
I.uiz llezerra Monteiro Padilha.
Tiieinuleo Piulo Leal.
Marcolinn dos Santos l'inhciro.
Jaaqu'in Euzcbio de Souza.
Manoel do Nascimcnlo Rodrigues Franca.
Protectores.
0 lllm. c Exm. Sr. Dr. Antonio Francisco
Pereira de Carvalho.e os lllms. Srs espitaos:
Fermiuo Jos de Oliveira.
Manoel ile Castro Oliveira GuimerSes.
J"uinoFerreira da Silva.
Jorge Vctor Ferreira Lopes.
Mlvorio Joaquim Martins dos Santos.
Procurador geral.
ti lllm. Sr. Joaquim SperidiSo da Silva
i.uniisrSus.
Mordemos.
ToJos os devotos da Virgem Sinlissima o
Sonliora do Oarmo do Frontispicio.________
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Ilendimeiito do dia I a 10..
i i' ni do da 12......
. 91:068,615
. 15.281,995
109:350,610
Descarregam Itojc 13 dejulho.
Ilialo americano I'ulton o resto.
Caleula hanovcriaia -'- Helena f.rinlia.
CONSULADO (ERAL.
Rendimentodo dia 1 a 10. 16:792,975
dem do dia 12........1:592,131
18:385,106
niVFnKAK pitnviNf-iA.s.
Hend ment do dia i alo 758,406
ldemdodia!2. .,....... 91,3*7
849,753
Kxpoi-lncao.
Canal, polaca napolitano Cabridn, de 287
toneladas condoli o seguate : 4ioosac-
etl i mi 205U0 arrobas de assucar.
hECEBEDOIIIA DEUENDAS INTEIINAS (.E-
K.U.S DE l'l.ll N.WII'.I't;i i.
Rendimento do dia 12..... 6-21,897
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilfinlimniitodo dia 12.....1:410.841
Moviment do porto.
ynvios entrados no dia 12
M." el" --36 hores, barca ingleza Oberon, de
-'79 toneladas, capilSo William Williams,
ii|uipigcm 15 carga algodlio ; ajames
i.rnbtrco & Companbia. Veio receber
ordena o seguio para Liverpool.
Babia -- 9 diss, escuna brasilera Adrlaide,
de f.O toucladaa mostr Isidorio Jos
IU| lista, equipagem 7, carga caf e mais
teneros; a Antonio de Almeida Comes.
I'assgeiro, Antonio Joaquim da Costa.
~ 5DITAJSS.
(lllm. Sr. inspector da tliesouraria da fa-
/rii'la provincial, cni cumprimento da reso-
I'1'..mi do tribunal administrativo de 17 do
"urente, manda fjzer publico, que nos dias
13, II c 15 dejulho prximo vindouro, ir a
praca para ser arrematado, peranto o mes-
ino iiiimn i, i 1111 i por menos (izer a obra
'! ci)iiclus3o da pari da casa de detenefio,
constante do raio do Norte, casa central da
inspucto gi'ral e casa da ail-ni -i-tr.n;."o ava-
llada em 70:000g000.
A arrematoslo sjra feita na forma doi ar-
tigoaai e87 da le provincial n. 286 de 17
de msin de 1851,0 sob as clausulas especiaos
abaixo declaradaa.
As pessoas que se propozercm a rsla arre-
mitafii comparecam na sala das sessOes do
" ''-mu tribunal, nos dias cima menciona-
dos pelo meio-dia, competentemente habili-
tados.
' para constar se mandou afixar o pre-
M'nte e publicar pelo Diario.
Secretaria da theaouraria da fazenda pro-
incial de Pernambuco 23 de junho de
'152. O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
< minutas espeetu da arrematacuS.
I.1 Todas s obras serSo execuladas de
1 "iiformidade con as con licOes do orcamen-
lo, nesta data spreaenlado a approvacSo do
Exm. Sr. presidente da provincia na impor-
l.ncia de 7U:ll0U|OUO.
*' Estas obra deverSomarcbar de maoei-
provison
dcstes presos he principiado a contar da da-
la da arromatafSo, do maneira que toJa a
obra ser concluida em 13 mezes.
3.1 Se no Ii i de cada um das presos mar-
cados no artigo anterior a obra niu se adiar
no respectivo estado de sdiautamenlosofre-
ra ii arrematante a pena marcada no artigo
32 da lei provincial 286,equando pela
disposifSo do artigo 31 da mesma loi obto-
nba o arrematante alguma prorograco de
praso, ser osla contada proporcionameote
aos prasos marcados no artigo 2." das pre-
sentas clausulas.
4.a A importancia total da arrematarlo
ser paga em seis prestarlos da maneira se-
guinte: a primeira do valor de um quinto no
lim de 4 mezes, se a obra esliver no estado
mareado pelo artigo 2. destas clausulas co-
mo lim do segundo periodo de ternpo : a se-
guuda tambem do valor de um quinto no fim
do 7 mozos, se as obras ostivercm no oslado
marcado pelo limdo terceiro periodo de lem-
po ; a torceira tambem de um quinta seno
lim do 10 mezes esliver a obra no eslado ao
lim do quarto periodo .- a quaite tambem de
um quinto quando for a obra rocebida pio-
visonamente, a quinta de um dcimo so seis
mezes depois de recebido provisoriamente,
n3o so recoolii cor defoito de cunstruccSo da
parte do arrematante; a soxta e ultima fi-
nalmente lainbem de um dcimo quando
fr recebida delinitivamenle a obra, que se-
r um atino depois do recebimento proviso-
rio, nao se reconhocendo defeito.
5." A importancia dos materias existenlos
na obra, que forero entregues ao arrematan-
te ser descoutada proporcionalmonte em
cada una d,i5 pn'-lac/ies.
6.* O urromalanto sera obrigado a empre-
gar na obra melade dos trsb.lhadores
livrcs.
7.' Para ludo mais que n3o estivor exprs
smenlo determinado tas prosentes clausu-
las, soguir-se-ha a disposc,!lo do loi provin-
cial II. 286 do 17 de mu lo do 1851.
Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira da AnnunciacSo.
0 Doutor Jos Raymundo da Costa Monozcs
iuiz municipal supulenlc da segunda vara
e do commercio nesta cidado do Rocifo de
pernambuco, por S. M. I. e C. que Dos
guarde, ele. .
Fsco saber aos que o presente odilal vi-
rom que da data delle a dez dias, quo ha de
ser hoje, 13,), na porta do mesmo juiz.oa ra
da Madre de Dos, as 4 horas da larde.se h3o
do arrematar por venda em prac.a pul-lira, a
quem mais dor,os seguintes escravos: Fran-
cisco, Angolla, de idade de 30 annos, acha-
cado de cravos nos ps,avaliado em 4011,000
ris ; Hila, creoula, do idade de 45 annos,
em 380,000 ris ; Antonio, Angico, de 70 an-
nos, com urna ferida om urna perna, em
1^0,000 ris ; Antonio, Congo, de 60 annos,
com urna ferida rhronica e achacado de bo-
rysipella.em 120,000 ris; Silvona, parda,
de 45 annos, em 350,000 ris; eIgnacio,
crooulo, de 12 annos, om 400,000 ros; pe-
nhorados a Luiz Antonio Rodrigues do Al-
meida c sua mulher, por exccuQ3o do JoSo
Pinto deLemos 4c Filho.
E para que cheguo a noticia de todos so
passou o presente o mais dous do mesmo
tlicor, sendo um afllxxlo na praca do com-
mercio, oulro em a casa das audiencias, e
outm publicado pela impronsa na forma de-
terminada no arl 538 do regulamcnto n.
737 de 25 do novembrn de 1850.
Dado nesta cidado do llccif do Pornam-
buco, 1.' dejolho do 1852 Eu Pedro Tertu-
liano da Cunta, oscrivSo, subsenvi.
Jos Raymundo da Costa Menezcs.
Rodrigues Pereira, Deane Yonleft Compa-(letras em qualquer engenhoou fazonda.frt
nhia, Antonio Francisco da Silva Carrico.An- desla praca: quem de sou presumo se qui-
toriio Joaquim de Soaza Ribeiro, Novaos & I zor ulilisar,dirija-so a ru do Vigario n. 20,
Declaracoes.
Administrarlo do patrimonio dosorphos.
Peranto a administrarlo do patrimonio
dosorphSos se hilo de arrematar a quom
mais de i, e por lempo do 3 annos, que se h3o
de lindar em 30 de junlio de 1855, as rendas
dos predios seguintes o no dia abaixo
rleclsrsdo r
Em 11 de jiiliio
itua do Rsngel.
N. 58 casa terrea.
Ra do S. Consalo.
N. 22 dita dita.
Ra da Madre de Dos.
Casa terrea n.20.
Ra do Torres.
N. 18sobiadodo2andares.
Ra do Azoite de Peixc.
.\. 14 sobradoje 1 andar.
Ra da Cacimba.
N. 5 dito dito.
Ra do Eucantamcnto.
N.76 do 2 andares.
Ra daSenzalla Velha.
N. 132, 134 e 136 dea andaros ; n. 16 e 18
torreas.
Ra da Guia.
N 25terroa.
Fra de Portas.
Casis terreas n. 2, 94, 96, 98, 100, 102, 104,
106,108 ellO.
O sitio do Rozarinlio, om que mora o Dr.
Jo3o Domingues da Silva.
Dito na Miroeira, em que mora o Dr. Msnoel
Joaquim Carneiro daCunba.
As pessoas que so proposerem a arrema-
tar ditas rendas poderSo comparecer na casa
das sesses da admiuistracSo, no dia ci-
ma indicado, as 4 horas da tarde, com seus
fiadores.
Secretaria da administraco do patrimo-
nio dos orphSos 12 de julbo de 1852. O
secretario interino, Jos Victorino deLemos.
Administrarlo do patrimonio dosorphSos.
Peranto a administiacSo do patrimonio
dos orphSca, se hSo do arrematar a quem
por menos (izer, os reparos do que precisa o
collegio dos orphfioa, orejados em 287,680
rs.,os de pedreiro, o em 451,580 rs. os de
carpina : as pessoas que so propozerom a
arrematar ditos conorlos, podero compa-
recer na casa das sessOes 'da mesma admi-
nistracjlo no dia 11 do presente moz as 4
horas da tarde, para so tratar do ajuste.
Secretaria da administrado do patrimo-
nio dosorphSos 12de julhodo1852. Oso
crotario interino, Jos Vicloiino deLemos.
- O arsenal de mantilla compra 120 to-
neladis de carvflo de podra do primeira qua-
lidadc, para o vapor de guerra Colphinlio,
sondo ou atracado a bordo do vapor, ou om
Ierra no lugarom que for indicado. As pea-
s.s que quizerem fazer semelhanto ven-
Lima, Jacintho Elosb3o. Cactano da Cosa
Moreira, Jos Antonio da Cunh & IrmSos,
o Antonio Comes: Marcelino de Souza Perei-
ra de Brito em Lisboa, Antonio Ferreira da
Silva Santos no Maranhilo. Novaes & Passos
no Rio do Janeiro, Araujo & Carvalho na Bi-
hia, Manoel Ferreira dos Sanloa Magano om
Santa Calharina, Antonio Ferreira da Silva
emS.nloa, Manoel de Souza Gomes, Manool
Jos Rodrigues Valadares, e Francisco Jo-
s da Costa Arauju, no Rio Grande do Sul,
comparecam por si ou por seus procura-
dores pastantes na casa da residencia do
Dr. Jos Raymundo da Costa Menezesjuiz
municipal supplente da segunda var o do
commercio. na ra da Madre de Doos do
bairro do Recite n. 1, primeiro andar no
dia 13 do corrento mez a urna hora da
tarde, para oomearem os administradores
da casa fallida, visto quo os Horneados nSo
acoitaram a nomeacSo ; licando os mesmos
credores advertidos que nSoserSoadinillidos
por procuradores so este n3o livor poderes
ospeciaea para o acto, o quo a procuracSo
tifio pode ser dada a possoa quo seja llove-
dor ao falido, nem um mcsnio procurador
roflresontar por dous diversos credores.
Recito 8 de julho do 1852 Oescrivo in-
liriuo, Manoel Joaquim baplista.
I'uMcjoio Iliterarias.
Tem de ser publcalo a BIBLIOTIIECA
ROMNTICA, peridico dedicado exclusiva-
mente 4 vulg*risac.3o dos melhoros roman-
cea modernos. 0 seu programma e modo de
assignalura pndom ser vistos no prospecto
existente em casa dos senhores Dourado,
padre Meira, Oliveira, Antonio Domingues,
Lopes & Parias, Lodo, Cardeal, Duarte, Esti-
ma, Cardoso Ayres e padre Ignacio. O edi-
tor espera o concurso do publico para o xi-
to de urna publicac/io quo tanto tem do re-
crtialivi como do instructiva.
Avisos martimos.
__para o Rio de Janeiro sahir imprcte-
rivelmonte no dia 14 do corrente a barca na-
cional Firmeza ; pa>a passageiros o escra-
vos a frete pode-se tratar na ma da Cadeia
n. 40, ou com o capitSo Joaquim Antonio
Conealvas dos Santos, na praca do Com-
mercio.
-- Para o Aracaty sshe o hiato Exhaladlo
por ter a maior pane da carga prompta ; pa-
ra o resto e passageiros trata-se na loja de
Ierragens, na ra da Cadeia do Recifo n.
56 A. com Antonio Joaquim Vidal.
._ Joaq
Companhia, Manoel Joaquim Ramos e Silva, [segundo andar, ou annuncie para ser pro-
Manoel Jos Ribeiro.los Cypriano de Moraes curado.
AttencSp.
A pessoa que no Diario de segunda-feira
n. 152 annunciou querer comprar urna pre-
la ou parda, de idade 40 anoos, achara urna
parda como pede em seu annuncio,na ra da
Cruz di> lie -ile n. 28, segundo andar. Na
mesma casa ha outra parda de idado de 20 a
22 annos : quom a pretender podo tratar
com Lima Jnior & Companhia.
-- Antonio da Costa Ferreira, nSo poden-
do despodir-se pessoalmente deseus amigos
por ciusa de sua moleslia.o faz por meio do
presente, e em Villa do Conde o encontrarSo
prompt-i a cumprir seus mandados.
Alerta eenbores vendelhOes
Que tomos o nosso amigo valho Luiz Jos
Marques om campo,quo foi quem arrematou
o consumo das agoardentes; anda nSo sa-
tisfoito com tanta descompostura que ouvio
quando foi socio do ultimo contrato, ainda
so acha com animo do vir outra vez coletar
os voiidelbes, quando elle disso que olios
eram urna curja de ladros o som vergonha,
por isso abri osolhos com esso leme,que be
bom condecido e agora quer desforrar o ca-
nudo como arrematante, oque talvezagora
acuutcfa com o mesmo liador do liere Mar-
ques, so elle nSo abrir os olhos, pois a sa-
bedoria delle j hebem conbectda, que to-
dos nos o sabemos.
Aluga-se um mulatinhode idade lean-
nos, que sabe cosinhar o diario de urna casa
de pouca familia, e proprio t.mbem para
mandados.ou servir a algum homem soitei-
ro por ser muito bel e o3o ter vicio algum :
as Cinco Pontas n. 71..
Os Srs. Francisco Pedro, elfcrosdaci-
ilade, Francisco Bringer de Almeida GueJes,
o Innocencio da Cruz Cordeiro, por carida-
dedirijam-scao Passeio Publico, loja n. 9,
a pagniem o que dovem.
O abaixo assignado faz scinte bo lllm.
Sr. administrador da mesa do consulado
provincial que deixou de vender ngoardenle
da prodcelo brasileira na sua taberna, na
ra da Aurora n. 28, desdo o 1." de julho de
1852.Custodio Alves Rodrigues da Costa.
Tendo o quarto balalbSo deartilharia
a p de comprar panno prelo e azul, convi-
da aqifelles que desejarem proceder a ena
venda, para se acbarom boje as 10 horas da
manli.ui, na secretaria do mesmo batalliSo,
ua fortaleza das Cinc ) Pontas.
Ouem annunciou precisar do urna pes-
soa habilitada, para ensinar francez e mu-
zica, om um engeoho distante desla praca 9
Leilfto.
Leilfio, quo faz Francisco Guedes de A-
raujo, porconla do quem pertoacor, de 200
caixas eSOmeias ditas com passas : torca
reir 13 do corrente, a porta do seu arma-
zom, na ra do Amorim n 41.
O corrector Miguel Carneiro, fara leilo
no dia quarta-feira 14 do correte as 10 ho-
ras da inanh.la, no seu armazem na ra do
Trapiche n. 38, do diversas mobilhas para
salla, gabinete, quartos, salla de jantar, cu-
sinha etc. ole, assim como um ptimo pia-
no, relogios para cima d mesa, ricos qua-
dros- com rslampas, prenca para copiar cu-
tas, burra do Torro, e outros muttos ohjec-
tos que valom a pona seren arrematados:
nao meio da em ponto Ir a IcilSo, um
excellentecavallo, proprio para carro.
Johnslon l'ater & Compa-
nhia fdtetn leilao, por intervencao
do correlor Miguel Carneiro, hoje
i3 to corrente, as 10 horas tlama-
nhaa, no sen armazem na ra do
Vigario n. 3, de um completo sor-
timento de fazendas inglezis, rro-
prias deste mercado.
Avisos diversos.
.va. mu -jiii u.Mbwi>> ii^t..iw .j. f-Y- -- ,
legoas : dirija-se a roa larga do Rozario n. dar.
Pelo juizo do civel da primeira vara e
commercio, oscrivSo Cunha, se ba de arre-
matar, lindos os dias da lei, em asta publi-
ca, a quem mais der, urna parte da casa ter-
rea, sita nosAfogados, na ra do Motoco-
lomb n. 19, por oxecucSo de Jos da Silva
Moreira, contra Bonto Correia de Oliveira e
Mello: quem nella pretender lanzar,polo
comparecer na sala das audiencias as II ho-
ras da manhSa, no dia corto quo ser an-
nunciado.
uoseja-so saber onde existe Thom de
Souza, o'osii e do pedreiro, que veio de Fer-
nando em desembro prximo passado.
O Sr. M.Ooel Saturnino da Cunha, que
rio aa.-geoto do dcimo batalhSo do inlanla-
rl, haja do vir a ra da Roda n. 59, con-
cluir aquello negocio que nlo ignora.
Tortdo desapparecido no dia 5 dejulho
la pass.gom da M.gdalena, um mulalinlio
de nomo Caetano, de 14 annos de idade,
pouco mais ou menos, com os signaos so
guintes: cabellos estirados, feitOea ac-
linela las, mSos 6 pos pequeos rocom-
mende-se as autoridades do policia c a par-
ticulares, que delle tiverem noticia, do di-
rigirem-so a ra do Vigario n. 22.
Francisco Pinto Osorio, sangrador e
(enlista, partioipa a seus freguezos o jun-
tamente ao rcspeitavel publico, que o po-
dem procurar, para qualquor misler dess
arte, em sua loja na ra estreita do Rozario
n.2.
Antonio Fernandos da Silva, subdilo
portuguez, vai ao Rio de Janeiro.
iardim da Damas,
Sahio luz o 6. numero deste peridico,
o qual he tambem o ultimo da primeira se-
rie, acompaoliadn de um lindo ligurtno.
Ossois nmeros desla serie conlm 112
paginas de impress.lo com duas columnas
cada urna, A parto instructiva consta de
um prospoclo, de seis dilogos sobre a crea-
cSo do mundo, unidade da especie humana
eoxistencia do Dos, de cinco cartas sobre
a pbysica, de tres licoos de'arithmetica,do
seto ai tigos de moral, de cinco variedades
escolhidasedevarias mximas e ponsamen-
tos. A parte recreativa consta do quatorze
composifOos poticas, de dez romances, a a
' e -iluta de um drama de oito conlos para
meninos, de um jogo de prendas e de varias
receitas uteis.
Acompanham os nmeros desta serie orna
modinha brasileira com acompanhamento
do piano, duas estampas com trinta e sete
riscos de bordados, nutres duss com doze
riscos de lahynnlhos o dous lindos figuri-
nes.
Para quem assignar a scgunle serie, a
l'i-n era custara ainda 2,000 rs. mas para
quem n3o assignar a segunda custart
3,000 rs.
As assignaturas recebem-se na ra larga
do Rozario n. 35, primeiro andar.
-- Precisa-se de alugar urna ama forra ou
captiva, que faQa todo o servido de case e
ra : confronte ao theetro de S. Francisco
n. 8.
-- Precisa-se de urna ama para o servir
interno do urna casa : na la da Cadeia de
Santo Antonio n. 14, segundo andar.
Precisa-se de urna ama forra para o ser-
vico de urna casa estrangeira de pouca fa-
milia ; na ra da Aurora u. 8, segundo an-
20, a qualquer hora do dia.
Alugam-se 2 casas terreas, na travessa
da Trompen. 9 e II, corr 4 quartos cada
urna, bom quintal ecacimb8: a tratar na
piara da Boa Vista, sobrado que tem botica
na esquina, que volta para o Hospicio, pri-
meiro andar.
-- Precisa-se de urna ama forra, para o,
servico de urna casa estrangeira de pouca ". Eduardo Daniel Cavalcantt, Bcllermino
familia: na ra da Aurora n. 8 segundo Fi-mmo Bezerre, JoSo Soeres R.poso.Chns-
andar.
Ojuiz municipal do termo de Olinda,
convida as possoes abaixo assignadas, que
requoreram ao governo imperial o oflieio Je
escrivSo vago pelo Mlecimento de Joaquim
Jos Cyriaco, se dignem de apparecer na
casa de sua residencia em Olinda, para roce-
bereiii seus requerimentos e documentos
annexos :JoSo da Cruz Foroandcs de Sou-
tov3o Pereira Pinto, Filippo do ascimenlo
A viuva do Manoel Joaquim Pinto Ma-
chado GuimarSes ( conbecido por Manoel
pequeo ) faz scicnto a todas as pessoas quo
ompenharam em m.lo de seu fallecido man-
do, olijcctos de qualquor natureza, os v.lo
remir lanto vencidos como os a voncer, isto
no praso de 15 dias, por quo milito prfcisa
liquidar os negocios de sua casa ; assim
como tambem roga aos sous dovedores por
qualquor titulo, queiram tambem no refe-
rido prazo, concluir seus dbitos ; n.s Cin-
co Puntas n. *. ,
--Jos Rodrigues Sordos tendo por noticia
que'Manoel Luiz dos liis o tem caluma do a
ponto de at dizer que pretenda dar urna
denuncia cont'a o aiinuncianto por este
torconlascom oditoSr, liis; o o nniin-
ciante ter vendido o seu estabelecimenlo o
2 escravus da posso e dominio do nnuncian-
to. E para inteligencia do respeitavel com-
mercio o mesmo de qualquer autoridade a
quem o dito Rois pertenda Iludir com al-
gum estratagema ungido,o annuncianle faz
publico ser alca semelhanto venda, quo o
anntinriantoesla continan lo nogirodoseu
negocio, e com fundos.g ac,sa providencia,
para liquidar qualquer transarlo legitima
quo seibo aprsenlo, sam percizar do uzar
Ue meios dolosos.
Manoel Rodrigues do Carvalho sub-
dito portuguez embarca para o Rio do Ja-
neiro.
Porcisa se do urna ama de leile prefo-
rindo-so sem filho : na ra d Cacimba n.
II, onde morou o lina lo Vigario do Re-
cite. .
Precisa-se do um caixoiro para venda:
na na do llangel n. 81.
-- B. Tenkuiss, relira-so para fo a da pro-
vincia. ... ,
Alug'-so o primeiro andar do sobrado
da ra do Crespo n. 6, proforindo-se alugar
para oscriptoriodo advogado ou liomom sol-
leiro quo nSocosinheem casa.
precisa-se alugar urna prcta, cscrava,
que seiba hom engomaiar e cosinlar, e pera
lodo serv,,) de urna pessoa : na ra larga do
lio/ano,-i)hi.ni" quo lem urna padaria n.'.H.
n ii-iii precisar de una etna para casa de
homcm solteiro, a qual faz lo lo o sorvico,
dirih-so a ra das Cruzos ti. 18.
' ATTE.NCA.
A possoa quo livor o testamento o colici-
, lio do fallecido Jo.1o Paes Brrelo Volho,
dVcom"parecVm'am"an"h"aa"l3ido correte1 em modos quo fa?a f. o quizor negoci.-
mz ne secretaria da ioapecfSo do mesmo los ou dar u
teo do terco 9, quo achara
ou aununcio para sor pro-
arsenal, pelea onze horis do dii munido de tres dias ao patee
suas propostas em cartas feichadas, e das com quem tratar,
respectivas moslres para serom axamtna- curado
des Secretaria da InspeccSo do arsenal de -- O Sr. JoSo Antonio Pereira Monteiro ,
marinha 12 de julho de 1852.-0 secretario, tem una carta viuda de Ltabua na ra do
Thom Fernandos Madeira de Castro. ( Trapiche, armazem n. 9.
Roga-so ao Sr. Bento Alvos Tupinam-
bo, haja de pagar a quantie de 130,000 rs. ,
quo ficou a dovor de alugucl da case n. 54 ,
na ra da Guia, onde morn, desde 6 de de-
sembro do 1850, al 6 Se Janeiro de 1852 ;
certo de quo se o n3o lizer continuar a ver
o seu non' neste Diario.
Troca-so o segundo andsr da casa n. 13,
h rui, do Collegio, por um primeiro, ou se-
gundo andar, na ra Nova ; a tratar na ra
Nova n. 50.
-- Um rapaz brasilciro, com 22 annos de
idade c com algu tb pratica do nogocio, se
oflorece para caixeiro de armazem de assu-
cer, ou outro qualquer estaholecimonto ,
pois tem sollrivel letra, e se fr preciso da-
r fiador a sua conducta: quem do sen pres-
limo so quizer uttliser, dirija-so a ru do
Livrainento n. 15.
-- i.ioeiii quizor alugar um sobredo de
um nnder, com ermazsm, no Recito, na ra
da Mor la n. 23 : dirija-sc a ra da Cloria
da Boa Vista n 87. sezundo andar, que a-
char com quem tratar.
JoSo Martins de Birros, mudou o seu
escriplorio, da ra do Vigario, para a ra do
Amorim n. 41, segundo andar.
Desappareceu no dia 8 do
presente mez, um escravo de r.o-
ine Jos que represe.ila ter 4"
annos, grosso do corpo hastante
gordo, meio fulo,- nariz chato, de
narao, tem urna perna gros-a, um
escroto grande, que eslava em cu-
rativo, levou vestido urna calca a-
zul de ganga, camisa bmnea, cha
peo decouro, foi cscravodo capi-
laozinho : rogii-se as autoridades
policiaes e copites de campo, a
captura do mesmo a entregar a
seu senhor, na ra da Madre Dos,
Joaquim daSilva Lopes.
-- A pessoa que annunciou querer com-
prar um ou dous caixocs, para deposito :
dirija-so a ru Nova, venda n. 50.
No dia 16, as 4 hor.s de lerdo, na pra-
ea do Dr. juiz do civel da primeira vara, se
ha do arrematar os alugueis da casa terrea,
da ra da Roda n. 41.
Aluga-sc urna grande casa o sitio, c >m
todas ns commodidades e com rio no fundo,
na povoarao no Monteiro: e tratar com Joiio
Jos do Carvalho Moraes, na ra da Cadeia
do llecife.
-- Jus Concalvos Ferreira o Silva, om-
berca paiu o Rio do Janeiro, a cscrava Qui-
toria, creoula, por ordem de sua senbora ,
Athtnazia Mara do Espirito Santo, mora-
dora na povoaco do Oratorio, comarca do
Limoeiro.
(asa de commissao de escravus.
Na rua Direila sobrado de 3
andares, defronte do hecco de S.
Pedio n. 3 recchem-se escravos
de ambos os sexos, para se vende-
rem de commissao, n.in.<- levan-
do pjr csse tidbalho, mais do que
i por cento, e sem se levar cousa
nlguma de comedorias, offerecen-
tlo se para isto toda a seguranr.a
precisa para os ditos escravos.
-- Precisa-so alugar umi prcta escrava ,
quo tenha bastante leito, para criar um me-
nino : quem tiver, dirija-so a ru doCotu-
vello ii. 57, ou aununcio para ser procuraJo,
--,
do Ferie, Jos Geraldo de Lima, Antonio
Melquades da Silve.
Precisa-se do urna ama capaz que quei-
ra servir no interior o oxlerior de urna casa
de pouca familia, precisanlo-se mais que
entonde de cosinlia : a tratar na rua da San-
ta Cruz da Boa-Vista n. 36.
-- C-aelano Pinto de Veras, pedo c roga ao
Sr. fiscal da freguezia dos Afogados Joaquim
Jos Bello, quo queira ter a bondade de in-
formar o iu iiiiTimenlo quo o supplicante
fez a illustrissima cmara sobro o caos que
doo principio a fazer o Sr. Jacintho ElesbSo
na fronte ooseu sitio da travessa do Reme-
dio n. 23, som Mnica e cordeaco, no qual
demonstra o supplicante com documentos
qual i-'in sido o seu proccdimento na quali-
uadode fiscal ; que a illuslnssima cmara
Iho mandou informar,ainda que seja da for-
ma que j pralicou pelo seu oflieio do 26 de
Janeiro do correte anno,publicado por este
Diario n. 143, pois deseja que o publico dal-
le tenha conhecimento, o quo nSo pode fazer
visia da sua BiuiOidUe.
>*) paulo t-:i~ iKiii\. dentista t
0 Ira iiri/(''felice SCII |ii('~li- *
0 nina |>lll>llc<> para todos om *
4 mi-Ir res do. lllll p i iili-san : #
A pode ser "'curado a qual-
4 quer bor* ei na casa, na 0
j> mu Iftrgnilollozii'io, n. 86, 9
4t NCKiUido andar.
* *at a..a Precisa-se de urna ama para case de
homem solteiro : na rua do Quoimado, loja
de fazendas n. 22.
-i Aluga-se una cosa no Manguinho, pas
gando a pontezinba, do lado esquerdo, com
Iros janellas o urna porta de frente, com
ires quartos, silao ccosinha fra, com um
pequeo quintal o cacimba: na rua da Ca-
doia do Recifo n. 30
Lotera do Rio de Janeiro.
aos ao: 000,000 de rs.
Na loja de mitidczasda praca da
Independencia n. 4 vendem-se
meios bilhetes, quartos, oitavos e
vigsimos, da quarta lotera para
concluso da igreja matriz de S.
JoSo iiaptista da Lagoa : vem a lis-
ta no primeiro vapor que chegar
do Rio de Janeiro.
No l'asseio Publico n. 17, loja de
5 portas.
Vendem-se chelea de 18a c seda o melhor
que so tem visto neste mercado pelo burato
proco de 3,200 ra.; ditos de lia a 1,000 re.;
ditos de Mu hitan a 1,000 rs., cortes de ces-
sa-clula, bonitos padrOes, a 1,800 rs.,- chi-
tas para coberlas, coros fizas e bonitos pe-
limes n 200 ra., O eovado ; ditas para Ves-
tido a 160 e 200 rs. o covado ; meias
cruas americanas para homem, duzia
2,200 rs., par 200 rs.; brins de lioho pro-
prio para palitos, a 240, e300rs., o cova-
do; cortes para colele de La e seda a 800 rs.;
Innriolios pera man de senbora com bico em
volta a 280, e 320 rs., e outras muitas fazen-
das por precos cmodos.
-- Vendem-se 2 caxOes de armacSo de
venda o urna mesa gran Je de jantar ou para
outra qualquor cousa, como seja loja de fa-
zendes, miudezas mi de chapeos, por ella ser
feita para esse fim, e ser bstente lerge e
comprida, o d-se por preco commodo: na
rua do Rangel n. 36, loja do carpina.
Vende-se um bonito moleque de 20 an-
nos, que cosinbe, e faz todo o servico, sem
vicio nem molestia, I preto de 25 annos,
bom pare campo, 2 protesmocas sem hacen-
dados, o 1 dita de meia idade, muito boaco-
zinheire, c lavadeira aem vicio : ne rua da
Cacimba n. II, onde morod o finado vigario
do Recite.
Hurla e jarilim.
Vendem-sc semontes muito novas, de to-
das as qualidadea,tento pira borla como pa-
ra jardim ; na luja de forregebsde Antonio
Joaquim Vidal, na rua da Cadeia do Recife
n. 56 A.
Tesouras para tirer trueles.
Vendem-se tosouris pere tirar trueles e
podar flores, muito boes,chegedes be pouco
delngleterra.tudo por berelissimo preco:na
loja de ferragens de Antonio Joaquim Vidal,
na rua da Cadeie do Paquete inglez.
Vendc-so papel paquete paulado o sem ser
pautado, proprio para escrever para a Euro-
pa, alim de poupar menos dinheiro no por-
te; na loja de forragens de Antonio Joaquim
Vidal, na rua da Cadeia do Itecife n. 56 A.
Vendc-seoengenho Pso-Saogue, silo
na comarca do Rio-Formoso, s mirgem do
Rio Soriiilmem, moente e corrente, de gren-
de prodcelo, o boes metee : quem o pre-
tender dirtje-se e ruedas Larengeiras, so-
brado n. 5, das 6 as 9 horas da menhSe, e
das 3 es 6 da tarde
-- Ven4om-se oito escravos.sendo om del-
los bom cerreiro, um dito cerpiui, duas. es-
cravas mocas com algumas habilidedes; na
rua Direila u. 3.
Vendem-se novas crasas chites de lin-
dos gostos a 2,940 ra. o corto, cesss de que-
dros lina a 280 rs. a ver: na rua do Crespo,
loja da esquina quo volta para a Cadeia.
No escriplorio do Novaes & Companhia,
rua do Trapicho n 31, tem para vender por
precos commodos o seguinte: panno de
linbo muito lino, linha de Roris, dito de
cabrea encarnada, chapeos do Chille gran-
des, ditos pequeos ordinarios.dilos peque-
os muito linos, efira em velas de bom aor-
timenlo, fecbaduras lisas, grandes e peque-
as, ditas do broca grandes e pequeas.
No armazem do caes da alfaodega o.
7, tem pera vender o seguinte: vtnho do
Porto muito suporior em barris de 4., 5..e
8 pregos de construcc3o, e cal virgem de
Lisboa: a trater no mesmo armazem.ou com
Novaes & Companbia, na rua do Trapiche
'Vende-so um palito tle pao fino aem
sor servido: nos Bairro Baixosn. I.
Vemle-se para fora da provincia, um
ptimo ollicial de alfaiate, creoulo de 24 a
26 annos, e do boa figura proprio para pe-
gem i na loja das seis portas derronte do
Vende-se superiores bateles 800 rs. a
arroba no armasem do Dias Ferreira defron-
te da esesdinha da alfandega.
Venle-se superior bolexinhade areru-
La erva-doce ele. a 1,500 rs. late, feriaba
de mandioca a 2 000 rs. : Mi armasem de
Cancio na .travessa da Madre de Deoa
't' Na loja da ru da Cadeie do Recife n.
61 lem para vendor-se um completo aorli-
mnto de obres de folhae cobre, trons pa-
ra cosinia de Ierro estenhedo, e de porcela-
na por dentro, machines pere cele de todos
O. mo iellos, c'andieiros de latSo do todas a.
qualidades, assim como apparelhos de metal
pira cha de bonitos e dilferentos modellos,
Compras.
-- Compra-so urna escrava prcta ou parda
qua seja perita cngommade.ira e cosinheire,
iirla que seja do 40 anoosdo idade, n3o se
olba a preso : quem tiver annuncie.
Compra-so um preto que soja forte, e
que n3o tenha vicios nem achaques, para
sei viro de casa : na rua do Amorim u. 25.
Compra-seuma prcta, que lonba bo-
nita figura, o que saiba engommar e cosi-
nhar, e nSo lenba vicios netn achaques : na
ruado Amorim n. 25.
Compram-so duas crcoulas ou pardas,
do boas llguras.com habili lados; pagam-
so bum : na rua da Cruz n. 40.
Comprase trastes usados, e tambem se
trocam por novos : na rua Nova armazem de
mobilias do Pinto derronte da rua do S. A-
maro.
-- Compre-so um ou dous caxOes gran-
des, para dopozito do padaria : quem tivir,
annuncie.
-- Comprem-se escravos do ambos os sa-
xos, de bonitas figuras, de 10 a 25 annos,
lano pare a provincia como para fra, pa-
gam-se bem : na ruada Cacimba n. 11,on-
de morou o finado vigario do Recife.
aasai
Vendas.
Vende-se urna grande por-
cao de ardiles, de superior qua-
idade e por preco muito commo-
do, na rua do ilrum n. a8.
-- Vendom-se batatas de Lisboa, a 1,000
rs. a arroba : na rua da Cadeia do Recife,
veuda n. 25.
- Vende-so um selim inglez, com pouco
uso : ne rua do Queimado, segunda loja nu-
mero 18. I
por proco commodo.
- Vende-se urna negre de Coste, moito
boa lavedoire, que represente 40 annos de
idade, de muito boa conducta : as Cinco
Pontas n. lia. ,
- Vende-sc urna vacce muito boa de tei-
to, parida de pouco lempo : na ru Form-
se, na querle ceaa terrea. ___
- Vende-so um preto, que trabalha om
padaria, ou sitio : na rua larga do Rozario ,
J-i. "v'ende-so um caldoirSo de cobre, em
bom eslado, proprio para engenho na rua
da Cadeia do Rocifo n. 43.
.. Vendem-so 3 caixOes grandes para de-
posito, sendo um delles todo etmdracado {
I balco, I balansa grando e 3 arrobas I16
libres do pezos, ludo por preco commodo.
ne rua Nova, vende n. 50.
.- Vendo-se urna escrava nBrde, do 30 an-
nos, perfeita coslureira de cortar e fazer
camisas do homem, vestidos de sonhora ,
marca o faz labyrinlho, vostoe pcotea lima
sonhora ; urna prole de 30 annos, CMitba ,
ciigomma o lava roupa l na rua do Collegio
n. 21, primeiro andar, se dir quom vene.
Miudezas baratas na loja pernem-
bucana.
Luves do pellica de boas qualidades .
brancas e do cores, tanto paraibomens como
para senbora, a 500 rs. e 1.000 rs; ditas lo
torcal, ditas de seda, ditas de elgodao. li-
tas do velludo do diverses cores, lisas o abor-
tes, com livelles douradas o do madreper-
la, egulhas francezes, bicos e rendas min-
io linas, ligas bordedes, livnnbos dourado*
com espelboa, que servem para guardar acu-
Ihss, trences de seda, penas de eco linissl-
mae, cepachos e 480 rs., compridos e re-
dondos, c.ixes Ja vidro pera guardar MM
,s mais bonitas que em v.ndo; o outras
muitas fazendas e miudezas, WJ**.
lidadea c precos egradarSo eos freguzes.
oa rua larga do Rozario n. 44.
rara quem se qaizer eslabejecer
Vende-se e armecBo do urna fabrica de
barutos.prop. te para qualquer negocio, no
,j. i iniroeta n 6: a trater na mesma.
h^No deport de f.bric. de bebidas espi-
rituosas o som espirito, de Joaquim Lobato
SSS.H ru. da Senz.ll.-yelh. n. 110.
venJo-s espirito de 36 a 37 graos, em gran-
des e pequeas porQOes.



iCciDADE PARS,
Kua do ijollegio n. 4
J. Falque, dono di fabrica aoima mencio-
nada, participa ao rospeitovel publico de
Pernambuco, e principalmento a seus fre-
guezes, que elle rccebeu pcloa ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sortimento dos melhores chapeos de sol de
seda, quotem vindo a esta praga, proprios
para a eslig3o do invern, e para senhores
deengenho, por serem muito fortes ; sor-
timento de chapeos do sol de seda dediffe-
rentesqualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo soilimento de chapen de sol de seda
para senhoras, de lodos os (cilios e Una-
nnos, que vende muito emeonta ; "litos lo
panno para meninos de i,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homcm de ferro o de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande e cscolludo sortimen-
to de chamaloles, sedse pannos om pe?,
pira cobrir armagOes servidas, baleas do
todas as larguras e tamanhos, para vestidos
e espartilhos para senhora fazem-se um-
bellas para Igreja; concerla-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos dn sol, tudo por
muito menos prego do que em outra qual-
quer parte. Vcode-se cm porg3o e a reta-
Iho. No niesmo estabeleciinento acha-se
'um bonito sortimento de bengalas.
3,000.
Vendem-se cortes do brins trancados cs-
curos de puro linho 2,000 rs., dito depele
do diabo a 900*ou 210 rs. o covado, cortes
de cambraia de salpicos de cores e brancos
com sete varas a 4,500 rs. o corte, e 720 rs.
a vara : na na do Crespo, loja n. 6.
-- Vendem-se duas negras, sendo urna de
18 a 20annos de Idade, creoula, e outra de
30annos do idade, tambem creoula; um
negro para fra ila provincia, ou para en-
genho, de 20 a 21 minos le idade, crcoulo e
be cozmheiro : na rua da l'raia n. 20.
-- Vende-seum cario de mo, novo, por
prego commodo :.na rus do llozario da Boa
Vista n. 2.
Na ru das Cruzds n. 22, segundo an-
dar vndese duas escmvas creoulas.com li-
grimas hahelidades, de bonilas figuras de 18
a 22 anuos, o urna diti da costa boa fisura
vendedeira de fazenda a ptima qiiitan-
deira.
Moinhos de vento
rom bombas de repuxo para reprar hortas
e baixasdccs.pl m na fundirlo de O. \V. Ilow-
nian: na rua do llrum ns.6,8 o 10.
CHA PttETO
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amori.nrt. 35.
g ARADOS AMERICANOS.
t> Vendem-se arados ame-
I ricanos, chegados dos Esta- jj
.'" dos Unidos, pelo barato pre- *
*5 co de 40,000 rs. cada um: na i
9. rua do 1'rapichc n, 8. ^
farinha de trigo
SSSb".
Fontana.
Galega.
Ilaxal.
No armazemde J. J. Tasso J-
nior, na rua do Amorim n. 35.
Deposito (le cal e potassa.
No armazcm da rua da Cadeia
do Recife n. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa ebegada ultima-
mente, a precos muito rasnaveis.
Armazcm de vinhos.
Na rua da Senzalla Velba n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos maissuperiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo e 240 rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que be bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Conha *( Amorim, na ruada Cadciado
Recite,n. 50, vonde-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outraqualqner parle.
l'ctassa americana.
__No antigo deposito da cadeia vclha,n.
12 existe urna pequea porgBo de potassa
americana, chegada recontemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vende-
se por preco razoavel.
Agencia de Ldwin 3iavv.
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Vendem-se relogios de ou-
10 eprsta, patente inglez: na rua
da Senzalla Nova n. 4*.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
rua da Senzalla Nova n. 42.
Deposito de panno de algod5o da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco comtncdo
o bem conhecido panno de algo-
d3o desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
toriode Novaes&Compatihia, na
rua do Trapiche n. 34.
/irados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, ero S. Amaro,
vendem-se aradosdo errode diversos mo-
delos.
Mocntl superiores
Na fundicSo deO. Starr Companbl,
om S.-Amaro, acham-scvenda moendas
de canna, todas deferro, o uonnodelo*
ronslrucQSo nmilo superior
-- Vendem-so asseguintes scmenies:
nabns,rabanos,rabanelcs encarnados e bran-
cos, sobla, couve trinxuda alface la-
ma, repulhuda,chicoria, senoulas, feijilo
carrapato de tres qualidades, ervilha torta e
direila, fava, coenlro do touceira, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
saboia, e mostarda : na rua da Cruz n. 46,
defrome do Sr. doutor Cosme.
A 240 rs. o covado.
Dcfronto do becco do l'eixe-Frito, loja n.
3, vende-se cassa chita, cores (xas, de lin-
dos padrOcs, pelo barato prego de doze vin-
tens o covado; bom como chitas baratas
e outras fazendas mnis.
a 280 rs. o covado
Defronte do beeso do Peixe-Frito, loja n.
3, vende-se alpaca do algodSo pelo barato
prerjo de quatorze vinteos o covado; esta
fazenda torna-se recommendavel nlo
para vestidos do senhora, como tambem
para palitos e casacas de homem.
Vende-so
Doticas homeopathicas de 30 medicamen-
tos.a 20,000 rs.,3. e4. eddiccilo da pratica 0-
lemcntar, em 2 volumos, viadas do Rio de
Janeiro da botica central da rua de S Jos
n. 59,declarando que so as verdadeiras bo-
ticas homoepsthicas : na rua do Crespo loja
amarella n. 4.
Anligo deposito de rap princesa
de Gasse do l\io de Janeiro ,
grosso, meio grosso e fino na
rua da (Jruz do Recife a a.3.
Viuva l'creira da C'unha, encar-
regada dc.-tc deposito scicntifica
aos consumidores deste rape, que
para melhor serem servidos seus
pedidos, lem estobelecido ser pr-
vido o deposito mensalmente com I
remessas feitas pelos vapores da I
carreiraj e assim podero seus fre- j 2 |
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psito com rap assim resco, be u],taS fazendas por pouco dicihei-
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Narui'dr Apollo n. 0, armazcm de Me. Cal-
moni 8t Companhla, acha-se conilantenienie
bnni sorlimenioa de laixa de ferro coadoe
batido, tanto rasa como Tundas, moendas in-
citas todas de ferro para animaes, agoa, etc ,
ditas para armar cm madeira de todos os ta-
manhos e madellos o mais moderno, machina
liiirisnni.il para vapor, com torca de i caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanhado
Sara casa de pulgar, por menos prejo queo
ecobre, cacovens para navios, ferro inplez
tantoem barrascomo em rcostblhas, c tudo
|H)r barato nreco.
ty^c| l'arinha de mandioca <*
Vende-se, por p~ret;o rasoavel, la- ^
rmliii de S. Malhcus a mais nova ^
que existe neste mercado : na rua 43
da Cruz n. 31, delronte d I ingocta. 3
%.s Aii.iAAiftAii
iEemiA
da fundicao Low-Moor.
. RUA DA SENZALLA NOVA .\. 49.
Roste estabeleeimento con-
oa a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenbo, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
A 120 rs. cada um.
Na rua do Queimado h. 3. defronte do
becco do Peixe-Frito, vende-se leucinbos
de cambraia pintados, para mSos de senho-
ras, pelo baratissimo prego de seis viotens
cada um.
paraaffirmar que esta boa pitada
se tomar recommendavel a todos
os tomantes : os precos sao os de
sen principio esta belecidos de 128o
rs., as duas primeiras qualidades
e 900 rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Vende-se cal virgem em pe-
dra, cabeca de carneiro : no ar-
mazem de sssucar da Viuva l'e-
reira daOunha, na rua da Cruz do
llecife n. a3.
Mercurio.
Vende-se mercurio de primeira sorte: em
casa doAuguslo ('.. do tiiou: na rua da
Cadciado Recifen.48.
Deposito da inbricn de Torios os
Santos na Itnliin.
Vcnde-se.emcasa deN. o.ltieber&C, Geo Kenworthy 8t tompanbia, na
na rua da Cruz n. 4,algodto transado! a- rua da Cruz n. 2, o seguinte :
fiuollarahrira.niuitooronrio nr sccosde .. ; 1. __,:____1.-.__l- n
.ssucar eroupadeescravos,porprecocom. elogio eouro e sanonete, pa-
modo. tente inglez.
Bom e barato. Selins inglezes'elasticos.
Rua do Passcio Publico, loja n. 9, de Al- nn rlilns de natente
bino Jos Leite. Vendem-se iinissimos cha- ltOS (Utos ue paiente.
les de isa n seda a 3200 rs., ditos de isa a Lanternas para.carro c cabriole! ,
1,000 rs., ditos de tarlatann a 1,000 rs ditos de dilTerentes modelos,
brancos a 800 rs., meias cruas linas a 200 rs. 1 1
o par, emduzia 2,200 rs. cortes de colote de Arreos para cario de um c ous
fu.st.1o a 610 rs., ditos de 15a o soda a 800 rs. | cavallos,
loncos encarnados a 160rs ,oitos brancosro- 1 ir 1. /c 1______
deados de bico a 320 e 440 rs., ditos para .Amarras de Ierro de /,:> braca?.
gravatas a 120 rs., chapeos de sol a 1440 rs., Uncoras de dito para navios,
chita para cobertas a 160 rs., ditas linas a <- i,a ,i i;,,k .n,.(i,|ns
240 rs, ditas para vestidos.cor lixas a ifiOe ^abos de linho SOrtldOS.
200 rs. ocovapo, madapolao entre finos a '/V.lY/S fidl'd (II(IVI
3,20Ors,cadB pega 3,500e 4,000 rs linho de ., ,'
cores para cal? ejaquetas a 300,320,e 360, ^a hmdicao de Ierro
ro na rua do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro de puro linho a
l,440rs.,ditosdelistradebom gusto a 2,"00
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado do li-
nho proprio para caigas e palitos a 180 rs. o
covado, panno fino preto a 3,0004,000rs. o
covado,pessas de chitas escurascoai 38 co-
vados a 4,500,5,000e 5,500 rs., cambraia de
flores com 81|2 varas a 2,400 e 3500rs. a pos-
sa, lengos de cambraia do linho a 400,480,
e 560 rs. proprios para mo. riscados assen-
tados em algodo muiloeucorpado proprios
paraescravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuart azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e multas mais fazendas por prego com-
modo da loja cima referida.
Vendem-seamrr8sdcferro: na "ia da
lSenzalla ivova n.42
Vendo-se farinha de mandioca, muito
boa n nova, a 1,600 rs. a sacca : na rua da
Madre de lieos, venda de Clemente da Silva
Lima.
Vendem-sc no armszem de
I).
rs.,castores para caigas a 200 rs e outras |\y. Bowman na rua do Brum,
muitas fazendas, pur pregos cmodos.
-- Na rua do Crespo, loja n. 5, vendem-
se cortes de meia-casimira de pura 13a, e
gostos muito bonitos, polo mdico prego de
2,560 rs. o corte; brim pardo de linho, su-
perior fazenda, a 640 rs. avara.
Vendem-se lonas, brinzSo, biins, e
meias lonas da Russia ; no armazcm de N.
O. Bieber & Companbia, na rua da Cruz
n.4.
Vende se marmelada nova, vindi l-
timamente de Lisboa : na rua da Cruz n.
46, defronte do Sr. Dr. Cosme.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-
fronte do tribunal do commorcial, vnden-
se panno preto lino prova de lim3o a 3,900
is. 11 ciiv.'ilii, lencos brancos de cambraia
muito fines, pelo baratissimo prego de 200
rs., ditos pintados, proprios para meninos a
80 rs., tlgodSO da Bahia em fardos de 10
pegas a 260 rs a vrra, dito trangado escuro,
ptima fazenda para roupa deescravatura a
160 rs. o covado, o se o comprador comprar
grando pprgflo so far um ahatimeuto ; ves-
tidos de cassa pintada a 1,600, cambraias de
cores de bonitos desenhos por 400 rs. a vara
on 240 ra. o covado, e urna grande porgSo
do riscados de cores lisa- a 120 rs. o co-
vado.
Algodao para roupa de cscravos.
Vende-se algo dSo muito encorpalo, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
loque de avari, a 140 rs. a jarda ; dito
limpo 180 rs.: na rua do Crespo n. 5
Vendem-se remos de faia ,
oleo de linbaca em botijas, barri-
cas com cimento ees tinas, vnde-
se a vontade dos compradores e
por prejos commodos : no arma-
zcm de taboas depinho, atrs do
tbeatro velho.
p,-.ssando o chafariz, contina a
iiaver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido c ha-'
tido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na rua <'o Crespo loja da esquina qu vp|-
ta para a cadeia,vende-se panos linos pretos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez mimo superior a 6,000 rs o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito a ni a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, cortes de caiga de casemira
prota entestado a 5,000 e 6,000 rs dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corle,
e outras muitas faiendas por prego com-
modo.
Cortes de brim de puro linho.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia, venue-se corles de caiga de
brim de quadros, e listras do puro linho a
,280 e 2,000 rs.,dilo inteiro pardos 1.280e
2,000 rs. o corle, riscado do linho de lislra
a 720 rs. o corle.
Com toque de mofo.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a pega,n o
covado a 160 rs.
Vende-se um piano, com pouco usoe
boasvozes, um toucador o urna cadeira de
piano, t n 111 com muito pouco uso na loja
de louga n.28, na rua larga do Hozarlo, se
dir quem vende.
Vende-se por melada do seu
valor, urna parte do engenho Cai-
te, da freguezia de Iguarass, per-
tencente a Amaro do llego Bar-
ros : os pretendentes dinjam-se
a roo do Crespo, loja n. i6
Cambraias de salpico bionco e de
cor lencos de cambraia. de
linho.
Na rua do Crespo loja da esquina que vol-
ts para acadeia, vende-se cortes do cambraia
de salpico hranco a 4,000 rs., dito de cura
4,500 rs., lengos de cambraia do linho a 500
e 600 rs. cada um.
Na fabrica de charutos ta
'rua larga do Kozario n. 3i, ven-
dem-se os verdadeiros charutos de
tiavana, em caixinlms de vidro cn-
feitadas, de 25, 5o, e de 100 ern
caixiuhas envernisadas, da mcllior
qualidade que tem vindo a este
mere ido.
Vende-seuns canteiros para pipas e um
deposito para sal eharris de azeite dncarra-
palo vazios, tudo por prego commodo : na
rua da Semalla velba venda n. 15.
-- Vende-se urna parda, queengomma ,
cozinha, cose, lava e faz o mais servico de
casa, com perfeigflo, accrescendo a tudo isto
ter urna excellenle conducta o sermono
fiel, e um molequo bonito e sadio, de7 an-
nosde idade : na rua larga do llozario, lo-
ja n. 35
Kspclbo9 por pouco dinnei.ro.
Na ruada Cruz n. 20, casa de Aerial Ir-
niBosi Companhia vendem-se optimos-cs-
pelhos, com moldura, e sem olla, chegados
ltimamente da Franga, ior prego dimi-
nuto.
Farinha de mandioca a i,Goo rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior: na rua
do Amorim n. 35.
Chapeos do Chile.
Vende-se chapeos do Chile pe-
queos a 3,ooo rs. : na rua do
Crespo n. 23.
Pao fino a is'Boo.
Vende-se pao de todas as cores
a i,8o.o rs. o covado: na rua do
Crespo n. 23.
P3o de senleio.
Vende-so pilo de senti-io, na padaria da
rua da Senzalla Nova n. 30 as quartas e
sabba Jos, do meio dia as 2 lloras da larde ,
sse faz para as encommeudas.
-Vendem-se estsiras depallia de carnau-
ba, regulares e grandes, de 2 varas de co:;i-
pr i ment ; chapeos de palha a 8,000 rs. o
cenlo; pellos de cabra a 20,000 rs. o con-
t, ch'gados agora do Aracaty : na rua da
Cadeia do Recife n. 49, segundo andar.
Chapeos do Chily.
Vendem-se chapeos do Cbily, pequeos a
2,500, e 3,000 n. : na loja de chapeos da Pra-
ga da Independencia, luja do Joaqun) de
liveira Maia.
Do Chile e de Itnlia.
Completo sortimento de chapeos do Chil-
lemos melhores em alvura o duragfto que lem
vindo ao mercado, e por pregos muito ra-
zoaveis, ditos dn- Italia para homensese-
A Amazona.
Chapeos de seda pira as senhoras pastea-
ren) a cavallo.e niesmo a p, de nova moda,
e muito bem enlejiados, hooets de panno
para senhoras e meninos, de todas as quali-
dades, chapeos de castor de differentes co-
res para meninos e meninas, com efleites o
sem riles, ludo por prego muito commodo;
na loja e fabrica de chapeos da praga da In-
dependencia ns. 24, 26 e 28.
Para debruar palitos.
lilas de superior qualidado, e dilTerentes
padres, e larguras por mdico prego na lo-
ja c fabrica de chapeos di praga da Indepen-
dencia ns. 24, 26, e 28,
Uc castor finos.
Superiores chapeos de castor brinco de
l'orn a- modernas, e muito leves, a O.OOJ
ri., superiores e modernos chapeos de seda
francezes, a 6,400 rs., na loja e fabrica do
chapeos da praga da Independencia ns. 24,
26,c 28.
De castor a G,ooors.
Chapeos do castor brancos nglezes, de bo-
nitas formas, a 6,000 rs na loja o fabrica de
chapeos da praga da Independencia ns. 24,
26, e 28,
Oleados para mezas.
Vonde-se oleado piolado, de muito boni-
tos padrOes de quatroa oilo palmos de lar-
gura, e por prego muito barato na praga da
Independencia loja e fabrica de chapeos) ns.
24,26, e 28
Serveja superfina.
Vendem-so em barricas de 3 duzias, mu-1!."'',.
to propria par mimos, pela sua apreciavel i
Na loja das seis portas
Tem boneU de viludilho pintados.que troc
por urna pt laca ; so os aprecia quem quar
estar a fresca em casa.
Sapotis .
Vendem-se para serem embarcados ou in.
ra amadurecerem em rasa, ptimos e eran.
des sapotis a 1,600 o cenlo ; na tabern du
lefio do ouro no Hospicio.
-- Vende-se urna oacrava, creoula.que si.
be lavar de sabio e de varrella, ha niuito
sadia e propria pira o servigo de campo
na rua da Cruz do Recife n. 50, segundo an'
dar.
- Vende-se urna morada do casa na pn
voigo dos Afogados, rua do Motocolomb
feita a moderna, com tijollo e cal.e por com-
modo preco; quem a pretender dirij.-so.
rua Imperial n. SI.
-- Vende-se ama negra moga e um molo
cote, ambos creoulos, do mato, e proprios
para qualquer servigo : na rua da Cadena du
Recife n. 24, primeiro andar.
Vinho do Porto, superior
feitnria,
vende-se pelo bratro preco de 40,000 rs ca
da barril, para concluir aconta : no arma'
zom de Barroca tk Castro, na ra da filado.
de Dos n. S8.
Atierro da Bon-Vista, loja ama-
rella de quatro portas, n. 6o.
Vendem-se lencinho de chita, lindos pi-
dres, com figuras, a 70 ra.; riscadinho pan
todo aervigo. encorpados, o covado a lio
rs.; cortes de riscado fraocez, com toqua
de oleo, a 40 ra.; ditos de cas-
qualidado, que bem pode nvaliaar com o me-1 i i!* Jjfr**' a.2'^?,ra' cortM do c,mi"
Ihor Champagne quvem a este mercado : [^t5T^!*LB' !0' """P*"
deso a 1,280, alpaca de algodSo, o covado
a200rs., chitas muito finas e modernas, o
corado a 200 e 240 rs., e ordinarias a 160 rs,
madapolilo para forro, com avaha, a 2,000
rs., riscadinhos francezes, muito linos o
largos, a 280 rs. o covado ; o outras muitas
lazendis por prego commodo.
Na luja das seis portas
vendem-se manteletes de fil pretos.a 4,nnn
rs.; barretinas de palhinha franceza a l.ooa
rs., e bordadas a 3.000 rs.
Panno preto fino a 2,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno preto fino, 3
2,5oo rs. o covado : na loja du
Flores & S, na rua da Cadeia do
Recife.
Vende-so urna parda moga, bem pare-
cida e muito sadia, perfeita coslureira, cor-
ta vestidos, sabe ornar uina senhora, engom-
ma bem, liva, cozinha, e est certa em lo-
do o arranjo o aceio do urna si: o motivo
por que se vende se dir ao comprador: ni
Soledade, sitio dos qualro ludes, a qual-
quer hora do dia
Vendem-se aaceis com farinha do man-
dioca, chegada do Ccar, a 1,600 rs., o em
lotes de 10 saccas a 1,500 rs.; no armazcm
de Gova & Diae, defronlo da escadintia da
alfandega.
Troca-se per quartos ou ven-
de-so um bonito ca vallo rodado,
linda poltrn, muito proprio para
um cabriolet; na rua da Guia,
cocheira do Joaquim Paes Pereira da Sil-
va, n. 13. ou na rua da Cruz n. 34.
na travessa da Madre de fleos ns. 4 e 6, ar-
mazem pintado docr.
Atlencoa pechincha.
Na rua do Collegio, loja n 1, vendem-se
as superiores batatas de Lisboa, pelo bara-
tissimo prego de 50 ris a libra, cm porgdo
de 8 libras para cima.
Kap Paulo Cordeiro.
Na rua da Cruz n-57, vende-so o vorda-
deiro reic Paulo Cordeiro viajado do Rio de
Janeiro, ao Para a 1,410 rs. a libra.
-- Vende-se um escravo, creoulo, de ida -
ile 28 annos, o qual entende do cannoiro e
de embarcadigo, e mesmo preferc ser ven-
dido para o misler deembircadigo : na rua
do Trapiche Novo n. 4.
Vendem-se 2 alambiques de
caraptica e novos, por metade do
valor, porque ordinariamente se
vendem : na rua Nova, loja de fu-
nileiro n. 38.
Marmelada nova.
Na rua da Cruz n, 57, vende-se marmela-
da, nova do Rio do Janeiro, e de Lisboa da
melhor qualidade que tem vindo a este mer-
cado.
-- Vonde-se urna casa terre sita na tra-
vessa do S. Pedro n. 1; os pretendentes di-
rijam-se a rua do Livramento n. 28, das 2 as
4 horas da tarde.
Vende-se um escravo crooulo, bonita
figura, de todo servigo, por ser de tnuita ha-
luli laiie, e he carreiro : na quarta casa ter- ;
rea, da rua Formoza.
Toda attencaoao barateiro !
Rua do Crespo n. i4, loja de Jos
Francisco Dias.
F.xiste um delicado sortimento de finissi-', Na madrugada do dia 28 de junho do
simas chitas do cores com salpicos, os mais' corrente anno, fugio do engenho Cachocira
lindos gostos que tem vindo ao mercado a do Guedes, comarca de Goianna, um escra-
210 rs. o covado, ditas cores de vinho e caf,! vo de nome Jo3o de Torres, o qual tem ns
muilo miudiuhas de novos desenhos e cores signaes seguintes : cabra alio iecco do
muito fixas a 200 rs. o covado, ditas do dif- corpo, Lem barba, representa ter de i la le
ferentes qualidades a 160 rs. o covado, fins-'25 annos, pouco mais ou menos, nariz pe-
simas alpakas de todas as cores a 640 rs. o queno e afilado, pernas grossas, olhos gran-
covado, ditss rom fios de seda e de novas des, um dos cilcanharcs Incitado, cabollos
cores a 1,000 13., ditas prelas com flores um tanto sollos; levou urna camisa de il-
imitando chamalote de seda a 1,100 rs. o godaosinhp, outra de algo ISo da trra, cal-
covado, cortes de casomiras de lita e algodlo ga de algodflosinho riscado, ceroula de algo-
de lindos gostos a 1,600 rs. o corto, os mais '. d8o da ierra, um couro de ovelha; foi mon-
superiores brins d puro linho e de riquis- : lado a civallo, o qoal he rugo, ctpado,
simas cores a 1,280 rs. a vara, brins do puro tem orna helle em um olho, levou urna
linho de orna s cor, fazenda propria para cangalha velha e umsacco, o ferro do ca-
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras, vallo he JE : paga-so bem a quem o pegar
bretanhas de rolo do 10 varas a 1,800 rs. a e leva-lo, ou ao mesmo engenho, ou a rua ]
pega, dem de 5 varas, fazenda muilo encor-da Cadeia do Recife n. 9, em casa de Jos
pada a 1,000 rs. a pega, assim como muitas Uaplisla Itibeiro de Faria.
Boa grafificagao.
Gratifica-so com 30,000 rs. a quem apprc-
hender um muleqe crilo, por nome Mi-
guel, de idade de 15 a 16 annos, fgido
desde sexla-ioira 28 demaio prximo pas-
sado, de gancho ao pescogo,secco do corpo,
cor bem preta, beigo inferior grosso, com
vestido do
mangas cur-
tas, caigas de algodSosinho de listras azues;
he bastante ladino, tem falta de cabellos na
Escravos fgidos.
outras fazendas que se venderilo por muito
menos prego do que em outra qualquer
parle,
No Hotel Recife, rua do Trapichen. 5,
vendo-se farinha de mandioca por 2,000 rs.
a sacca, he muito nova e de boa qualidade.
Cha de superior qualidade.
Vende-te na livaria do Jateo do Cwllogio I mar?,s ?" I""?}6 ?' '
n. 6, de Joflo da Cosa Dourado. f*??.?.'il'!!!25S.5^S
Vellas de carnauba
Fcilascom tda a perfeigSo cuja luz rivali-; cabega por ter andado vndenlo fructas,
sa com o espermacete,vcndem-seem caixas mandioca, macaxoiri pela rua ; este mole-
de urna arroba ou em porgSes menores : na' .u,e q"ndu Ihe fallam, est sempre com os
rua da Cruz n. 34 f "''"'s inquietos, e fazendo movimentos enm
Sanitos os dedos das mSos. Pode sar que so inlitu-
I [ le de forro, e que d outro nome, como|a
Acabam de tingar do Aracati os mais' tr0u o gancho do pescogo que tlnha quan-
apreciaveis sapatos de couro branco. O i do fugio de casa. Portanto roga-se a lodis
forte cabedal de que so fetos, batida sol, | ,s autoridades policiaes, cap tiles de campo,
e a moderna forma os confundem depois de 0 m,js pessoas, que fagam todas as diligen-
engraxados com a bela graxa desta de Sis.
S. Masn com o calgado melhor da Europa,
es se ven lem a 800 rs. o par, e a graxa a
120 rs. a lata, ora bem.isto chega a todos ; e
recommendar a compra deste calgado feito
ciaa de capturar este moleque, e manda-lo
entregar a seu senhor, Jos Saporiti, mo-
rador no principio da estrada dos Alllictos.
Da fabrica docaldcrciro da rua do Brum
n.28ausenliram-se, no dia iodo passado,
no paiz hoduvidar da proteegao que se temi preto Antonio de nicSoCabinda, estatura
regular, cabellos um pouco brancos, ebeio
do corpo e muito cabelludo nos peilos, ros-
to carregado; eos turna em suas fgidas fre-
quentar a Solidado, Hanquinho e Afoga-
dos, e em sua ultima fgida foi pegado no
engenho Cuca districto do Rio Kormosu: e
no dia 13 do corrente o preto Alexandre, de
desenvolvido a industria nacional; he por is
so que se avisa a quom os quizer va na rua
rua larga do Rozario loja n. 35.
-- Vendo-so urna escrava fula de bonita Ji-
-nr.i do dezoito annos de idade : na rua do
Crespo loja n. 3, ao lado do arco de S. An-
tonio.
-Vende-seum escravo creoulo sem vicios nagaoS. Thomc, alto, corpo reforgado, e
nem achaques, i.....;n e ptimo para todo
servigo, tanto da praga como do campo : na
rua da Santa cruz sobrado de om andar
n. 70.
Na liviana da rua do Crespo n. 11von
alegre, e ja foi escravo do Sr. Itolly e do
francez Meloquer, morador no Rio Doce, lu-
gar que omesuioescravo costuma frequen-
tar as diversas fgidas que ha feito:
roga-se as autoridades policiaes e a quem
dom-so os Misterios de Paris, composto por quer que delles der noticias, dirijao-so
Mr. F.ugene-Sue, 8 lomos, r ncadernadns em mesm, fabrica quo ser recompensado.
1 dios por 10,Ouo rs., poesias de Felinlo Eli'
io, li volumes, por 15,000 rs poesias de
El pino, 3 volumos, por 4,000 rs., obras de
Ma-quez de Pombal, 4 vulumes, por 3,000
rs., Iligiono arte de prolongar a vida, 2 vo-
lumes, por 1,600 rs., as fadas, 2 volumes,
por 1,600 rs., as ruinas sobre as revoluges
dos imperios por Volney,pur 1,000 r.F obras
do S do Miranda, 2 tomos, por 1,600 rs.,
Historia Chronologica desde a poca da re-
volugo franceza at depois da regeueragfto
portugueza, 9 volumes, por 6,000 rs ins-
litutiones theolngicu! ad usuui seminario-
rum authore Gaspare Juenin, 7 volumes.por
5,000 rs.,euclides compendio,3.000 rs., a rc-
volugao do 17, 1,000, Virgilio, 3,000 rs., Ho-
racio, 2,000 rs a revolla praieira, 1,600 rs.,
Historia do Brasil, 1,0i0 rs., philosophia de
Goulin encadernada, 3,000rs: e varios ou-
Iroi livros de direilo para aulas e recroio
das oras vagas; 'cartas portugnezas e fran-
cezas sellaJas,
Vende-so urna taberna na rua dos Pes-
cadores n. 38, defronlc do forte das Cinco
nhoras, sendo estes ltimos ptimamente; |>0||l, s II)uilu gf reguez.da para aterra,
nnparelhados: na loja e fabrica de chapeo. .. Vendem-se bengalas de legU.ma can-
da praga da Independencia: ns. 24. 2b, e 28., ,,_ ,, jf,rerelUB, ?OMarM
A 10,000 rs. 1,900 ra. cada una, coo Vendem-se chapeos do Chily, muilo finos pequeos tainanhus, por pregos muito ra-
e ja iparelliadus, a 10,000 rs : na Praga da | zoaveis : ni rua larga do llozario u. 44, loja
Independencia ns. 21, 26, e 28 ; do miudezas.
DNRjSSh!
%
-- Desappqrecou no dia 8 de julho do cor-
rente anno ocaboclo Jos,* escravo do Pa-
checo, III ti o dD Mondes do Aracaty ; o qu*l
escravo tem os signaes seguintes ; o 11
esquerdo quebrado na munheca, cabellos
pretos e grandes, bem fallante, o qual pode
serquequeira inculcar-so de forro, levou
caiga azul de algodao, camist de algodftu do
listn, quando falla apena um punco a lin-
goa entre os denles : quem o pegar lovoi
rna da Cruz do Recife n. 33, casa de l.mz
Jusde Sa Araujo, hu 1 se achiva pira ser
vendido, que se recompensar.
Attenco.
A inda so acha fgida desde 13 do jnnlm
prximo passado, a mulata Mariana con sua
filhn Constancia do 7 annos, a primeiri re-
presenta ter 30 annos do idade, alta, rosto
descarnado, falta de denles na frente, e cos-
tuma amarrar o cabello quo nao he bem es-
tirado, levou urna trouxa com roupa, cons-
ta que tem andado pela Torro e Punto do
Uclia acollada, e por isso roga-se as auto-
ridades policiaes, ca pitaes de campo.ou qml-
querpeasoa particular, a capturada refeiida
mulata o lilha; e a levem na Passagem, en-
tre is duas puntes, rasa terrea, junto ao *o
brado do Sr. Jos dos Santos Nunes de dh-
veira, que se recompensar generosa monte.
Pkiin. : Tu-. PE M. I'. nVF.niA~ IS5-'-
WS*'r


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