Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03706


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Full Text
Anuo XXV11I
Segunda fera 12
DliKIO
.3~siwrr*m ariBMSXaaBiaiXSBBBBBBBBBBBBBBBBBBB
wnr.qo iUBCn.irqlo.
P.i..mi::i ni Aduntado.
fofUimMlrt............
Mr semestre........***.*.* I
Toi auno pA^Jn*H*Ta0 Duraiui!ST.
p" 4MHeUno imputo. *
cleJullio de 1852.
Ni 152.
PEBNAMBICO.
DIAxDA iniai. ADIEWC1 As.
nVeJuniio Minas... IB de Male
ESih. 2t de dito S.Paulo. 8 de Jouijo
.Mide dito R. deJ.. 2 de Julho
2 ,ie Julho dahia... 'I de dilo
Ccara
Parablba
4/000 i2Seg.S. Juod.
8/000 13 Tere. S: Anacido p
15/000 ,.
! II Oh ,ti S. Foca.
4/500 iSguinl. S Camilo.
Ib' Setl. 8. Mara Ma-
gdalena.
nSab. S. Alciio.
18 Dom 7. Anjo C.
Custodio do Imp.
Jm'sod Orhe
t'o. s lOborai.
1. varadoeies!.
e 6. ao meio-da.
Paseada.
3. e 6. a 10 horas.
2. vara do eivel.
i. c sbados ao nielod
Kelatao.
tercas e sbados.
maiBlDii.
Crescente i 24, a i hora e H miautol da tn.
Chela a 3l aoa7 miautoa da inanha.
M ingoante 9, as 5 boraa e 4s minuto* da id.
Nova "> a I hora 46 minutos da uianlia.
rniaiBDl HOJA
Primclra n e X0 minutos da tarde.
Segunda0 eS4 minutos damanbaa.
riaTinii os OOBBIIOI,
Golauna e Parahlba, segundas e lextas-
felraa.
Rlo-Grande-do-Norte e Victoria a* quistas
lelraa
Bonlto,Caruaru,eGaranhuni no le IS de cada
tan.
Florea,Ourlcury, Exu c Boa-Vlata 13 e 211.
Ollnda, lodosos das.
Todos os Correios partem ao meio-da.
BTOTIOIAS IITBlNGnnll.
Portugal
Flespanba
Franca ..
Blgica...
Italia....
Alemanha,
Prnssla ..
I 'ni Mu iri .
Russia. ..
Turqua.
I-Sde Jiiiilin 4ii-ti ia .
8de dito Suissa...
8 de dito
5 de dito
1 de dito
3 de dito
,2 dedito
31) de Main
28 de dito
26 de dito
Succla
Inglaterra
E.-Unidos
Mxico...
California
Chlll.
buenos-A,
Monlevide
'.Mr .1 ilnlm
I de dito.
25 de Maio
8 de Jnnho
23 de Maio.
de dito
l de dilo
10 de Abril
15 de Maio
o 5 deJunho
oimbioi B* 10 SIJD1HO
Sobre Londres, a 27 ',', por d. 1/000 firme.
* Paria, BU
Lisboa,100 por canto.
BBKTAEB.
tlurn. Oncas hcapanbolaa............20/0(0
Hoedas de 6/400 velhaa.........16/000
de6f400nova.......... ]6#00i>
de4/000................ 0/000
Prata.Patacdeabrasilelros........... OW0
Pesos columnarloa............ l/92u
Ditos un-vii'.-.nos.............. 1/800
PAUTE OFFICIAL
(.OYERNODA PROVINCIA.
BXPROIEMTB DO DA 23 DE JUNHO.
Ollicio ao comnundo dai armas rometton-
,1.....,na do aviso do ministerio da guerra
de8 do corron'o, cominuiiicanilo haver-se
cinco lido passagein paro Campa-
ulna do declino balalliiio do infantaria ao
pililodo l da mesma arma Domingos
do Lima Veiga. Igual copia remcltou-se i
Ihcsnuraria dofazoiida.
luto Ao mesmo transnittindo porco-
i,M o aiao*da reparliciio da gmrrs e 8 do
rorrete, Ho.qual consta, que, por t.r.me-
i,i. o imperial resoluco, msnlouse p.s )
Mr para a terceira clas-se dos olliciatis do
eiercilo o tonente do primeiru MtlIhlO de
infiilaria. ManoH Joaqunn de Hairos, vislo
acliar-sa comprebendido DI! disposices do
artigosogiindoSsogiiudon. 1 do decreto n.
MOde 1 do dezembio da 1811. (.ommu-
inruu-se a Uiosourariado fazenda.
hilo. ao mesmo enviando por copia o
aviso daroparticoda gil rra do 9 do cor-
rele, do qtial coosli liaver-sc conced lo
pa!.sigein parto dcimo bltalblo do in
raptara a BraxJoto daFonaeoa, sol lado do
eorpo do guarnicao lisa da provincia da Ba-
ha.
l(ll. An mesmo communican lo, quo,
segn lo conslot do aviso, que romelte por
copia, do ministerio da guerra datado do
piimciru do corrodo, fui indeferi lo o re
i|nciimenlo em que o coronel do legiao re
formado, Tiburlino Pinto do Almcida, pe-
dia perda para seu lilbo, o prime! ro cadete
do quinto li.it illi.ii de infantaria, Francis-
co Xavier Cavalcanti di Almeid.
llii.M DO DA ts.
(Illicio Aocommandanle das armas ro-
commondando.am vista do sua informacSii,
a expedicSo das convenientes ordena no
cutido de serem remov los da cadeia para
a fortaleza do llrum, confirme roquesita o
chafa de pnlicia, os presos constantes da re-
ljalo que remelle por copia. C immiini-
cou-lfl ao mesmochofo de pnlicia.
Helaba a que se refere o tffcio cima.
I clippc Servulo.
joto Comea do Carmo.
.Manuel Joaqtiim da Silva.
Dcolato l'erreira Lima.
Manuel Francisco da Luz.
Joo da Multa de Olivcira.
Cetro Paraira da Silva.
Kslevo Rodrigues de So-iza.
Jo3o Auloniode Lima
Tliomaz Antonio de Gonveia.
Dito. A do Peaucln devolvendo a sua
t-arla de cnsul da repblica franceza nesta {
cidadeedeclarando-lhe, i|iic pela secreta-j
na da presidencia ser romcltido n S S. o
seu exequtur do govarno imperial coca oj
rompetonto cumpra-se. licando fritas as|
devidas communicacOes aseslasOcs compe-;
lentes, alim de que S S possa entrar no
ixorcicio de suas funecocs Fizeram-so
ne-lesentido as convenientes conununica-
(Oes.
Dito. A Ihesourana de fazenda app-o-
vandoa medida, que tomou aquella lliflsou-'
raria de aceitar a croposta qoo apresentott
o rendeiro do aobrado de dona andaies na!
na Dircita desia cidade, peileuc^nle aos'
proprios nacionies, para continuar nelle
pelo preco de 200,000 rs., porqne eslava,
visto nao terem apparecidu lanzadores so-
bre a renda do mesmo sobrado.
Dilo. Ao inspector do arsenal de ma-
rinlia para exigir do cirurgiao encarregado
da cHlurmaria do nunnlia, e remcttir eom
ur;encia a secretaria da presidencia urna in-
fonnatSo sobre a molestia que solTr.i o se-
cundo tennute da armada Jo> Ribetro (ui-
mares, queso cima om (arvicoa bordo
do brigue escuna LegaliJade, e ullimamcn-
lo deu parte do doente.
Dilo. A thesouraria da fazenla provin-
cial para mandar pagar ao arrematante da
obra do at erro e ponto da rtala da cida-
de do Rio-Formoso, Jolo Augu.ln Uandeira
de Mello, a importancia da terceira presta-
r;Bo, a queelle tem dircito, tillo achar-se a
ilila obra, segundo consta de oITlcio do cn-
genlieiro director das obras publicas, em es-
lado de ser recebida provisoriamente.
llommunicou-se ao mesmo eogenhoiro.
Milu. fUi direclor do collcgio dos or-
plios oa cidade de nimia, aecusando rece-
bulo oolcio com que S. Me. rcmrlleu co-
pia duque dirigi ao inspoclor do circulo
Iliterario daquelli cidade, e rosposla que es-
to deu, e declaran lo, quo o substituto Jo.i i
Antonio do Medeiros deve substituir a ca-
deira de primeiras letras do referido colle-
eio, logo que cess< o motivo, que ora o
inhibo do o fazer, o que nilo sendo oppor-
Iiiih a quesillo do serem ou no omprega-
ilus publiclos do mesmo collegio, desnec-
rrssaiio he venlilar-se semollianto qu'atSo,
emfaceda le quo iocumbe a tubllituicSo
da monciunada cadeira ao profes-or prvido
para servir no impedimento dos da ilila ci-
dade,______________________
Coinniando das armas.
{luartclgcniral nacidn de 1852.
nnDEH do l)U H, 113.
O marecbal do campo commanlanlo das
armas faz publico para conliecimento da
guarnicBo, quo Sua Jlageslide o Imperador
liouvopur buoi por detroto de 19 de julho
ultimo conceder a demissSo, que pedir do
>ervirod exercilo, o alfores da companhia
decavallaiia deata provincia o Sr. Luiz de
AlliuquerqueMaranho,segundo conslou do
ollicioda presidencia de hontem datado eom
reli'renria ao aviso do ministerio da guerra
d>- ji do dilo in / dejunho.
Antonio Correa .Ser.i.
sabia bein se elle, na sessao do anuo anterior,
havia passado por alguma dlscuisao; mas ye-
rillca-sc agora, pela acta da sessao de 17 de ju-
Ihude 1851, que esta piojecto passou j em pri-
n,i ii a diieussao. Consegulnleinenlc consulta,
rci oamara se quer considerar como segunda
discusaao esta em que Win estado o projecto, e
como lerccira a dlscusiSu actual.
Depois de uina pequea (tuestan de ordem,
consultada acamara, decide que se prosiga na
discuss.lo em que tem estado o projecto, uo se
levando em coala a que leve ua sesJo do auno
passado.
OSr. Piic'ico: Folgo de ver presente o go-
verno ncsla dlscusso, pois em objeclo to im-
portante j era reparavcl o silencio dos nobres
ministros; convm que clles emitain suas opl-
uides. (Apoiailas.)
Nao he sem acanhaincnlo, aenhores, que en
vou eulr-r oeste debate. Sou, como
de direilo ; o lendJ o projecto po
promplo a remediar este mal. F.ste projecto
val tatnbein contra a intelligcncla prattea doa
(ribunaes do pail, pois tira do jury o julgamcn-
to doa chines que o jaiis de Omito coitiinetter
por abuao da liberdade da iinprensa.
O suppreino tribunal de justica dacidlo que
os Crimea oominettidos por abuso de liberdade
de exprimir o pensamentos pela fmprensa de-
vem ser decididos pelo jury por sua naturea.
O Sr. Cru: Machado : Nao apoiado. Con-
forme o grao da pena.
O Sr. Pacheco: Esta he outra questao que
nao cstou agora discutlndo; estou aposentan-
do a lutelllgencia prallca do priinelro tribunal
de justica. Eu li que os crtnns de liberdade de
imprenta nao deviam ser julgados pelos dele-
gados, juizes municipaes c chefes de polica, e
no que o deviam ser pelo jury, anda mesmo
e a pena fosse menor de seis ineaea de prlso
lores, que en que a pena losse menor ac sen nieies uc pinao,
lOsabeis.juU Este projecto delxa salvo este principio, ou o
i: e ienUJ o prujcao ,r Hm dar uml destroe? in nobre deputado pelo lllo de Ja-
nrlTileoo de foro clae a que peteneo. temo Miro reeonhecendo com elleilo quea ra.ao un
Paiiarfoa iplmlo de ...cus nobre, colleg.s, por dad. no inconveniente apon ado era nsunkle,..
passar, na opl
hoinem sem espirito c amor de elasse ; entre
tanto, OU POMU0 esac espirilo; mas no com
excesso tal que elle me faca olvidar o dircito e
a justica que devem prevalecer sobre todas c
quaesquer consl icraces. Por Issopermltli que
cu vote riM.tr i o projecto, que nao me parece
constitucional, ncni inesino conveniente, (al-
MfacM*#.l
' mi ,ii lo pela piimcira vci fallei sobre a ma-
teria, cu nao citiltli oplnio deliniliva a respei-
to da grave qucalau da conslitucionalldadc,
porque aiuda nao tlnba bem formada, apenas
desejava que ella fosse lomada em consideraco
pela coinmisio de conslituicao; mas agora
que bel rellcctido, malotes sao as ininhasdu-
vidas.
Pensu que a conslituicJo nao reconhccc o pri-
vilegio de pessiiasqnaiilo ao foro, mas smente
o de causas. He lardada que do 16 do artigo
178 'la OOnlUlulco parece, i primeira vista, dc-
duiir-se este privilegio pcnoal quando easen-
Oial ciuleirame-itc ligado aos catgos por ulill-
dade publica, alaanotai que este artigo da cons-
lituicao, segundo as regras da boa liermeneu-
lica, nao pdde ser applicavel ao privilegio do
foro combinaudo-se com o artigo iinmediato,
onde a regia peral e que nao haja foro privi-
legiado, excpeo das camas que por sua na-
lureta devein pertencer a juitos particulares;
por esle 17 da conslituicao be que deve ser
cxpliondo e entendido ooulro, e nunca isolada-
iim' ir ir A conslituicao como cxccpcao permu-
te ofdro privilegiado em raso das causas, mas
au das pessoas.
O que be que se quer dar aos magistrados ?
he om foro especial, is(o he, uin-foro privilegia-
do. E nao he islo o que a coiisliluicao repro-
va? Sem duvida ; porque, excepeo das cau-
sas que por sua ualureu devem ser Hatadas em
jui/.os particulares, diz ella : nao haver foro
privilegiado. Islo me p-rece claro, salvo se con-
cordaruios que estes dous artlgoa sao contra-
dictorios entro si. A constituicao aboli o pri-
vilegio pessoal, c fol por aboh-lo que ella em
seguida disse que nao haveria (Oro privilegiado
seuo em ra.ao das causas ; foi islo una non-
scquencia da abolico pessoal. Os privilegios
csscnciaes e Intimamente ligados aos cargos,
nica laboa de aalvarao das defensores do pro-
je.io, nao se referen! ao foro, eslin aos empre-
gos c seu exercleio
Esta he a intelligcncla por lodos recebida c
por lodas as legislaturas do uooo paiz consa-
grada. Nao goslo de oceupar a altencao da ca-
sa rcproduzludo aquillo que j por mais de
uina vez se Icio dilo ; nao tepellrei pois o que
dlsse o nobre depuiado presidenta dasAlaguas,
cuja arsuincnlaco nesla parle nao deisou uada
a desejar.
le para se concluir o privilegio, tai procurar
outra.
ii nobre deputado confcssnu ale certo ponto
que a primeira raso nao cr.a plausirel para dar-
se mu loro especial; que o fado smente de
ser Inconveniente que Juizes superiores fossem
processado por juizes inferiores no era rasao
parase crear un privilegio. O nobre deputado
deu tratos ao seu taleuto, e Ilustrado como he
vio-se na necessidade de procurar outra raso
que parecesse mais forie, mas cssa nova raso
nem por isso he mais procedente.
Disse elle pois uin jult de direilo ha de se
rebaixar ao ponto de respouder pcranie o jury,
tribunal presidido por elle? Os jurados mesmo
nao tero certa coaefao na aentenca queliouve-'
i ,io de dar ? E deiuio dalii a necessidade do I
privilegio do foro. .Vnhores, esta raso nao
pode ser allcudida, porque vai de encomio ao3
principios do syslema que nos rege, he contra
sua ndole c contra o espirilo da conslituicao.
lApoladoi.) Se n6s quUesscuios olhar nica-
mente paia o amor proprio, para a vaidade que
ccrlos einpregados possaui ler, porque raso
uo bavcuios de atteuder para o amor proprio,
para a vaidade das oulras classes da sociedade: .
Pois lainbrtn nao ser rebaixamento, argumen-
lando como o nobre deputado, o apresenlar-se
ao tribunal do jury uin cidado altamente col-
locado.' Nao julga o tribuual os titulares, os
hoinens que goiain de certa nobrera na socie-
dade, que nao eslo iseulos do foro cominum f
Noh.vcr lainbeui rcbixameuto, quando o
jury tenha de julgar un. inspector do Ibcsouro
que tem o titulo do consclbo, c de oulras auto-
ridades, como inonsenhores, vigariOl geraes, e
outrais que certas circumsiancias collocam em
uina posicao elevadlssiina / Por que raso, pois,
o juit o de dircito nao ha de responder perante
uin tribunal onde eucoulra tantas garantas
iiiidi- vai ser julgado pelos seus pares? Enlen-
,l.i,, os nobres depuiados por pares siimcute
juizes de dircito ou humen, formados ? Alada
assiin, creio que ticssc tribunal fuuccionaui ho-
rneas formados em dillereutcs laculdades, pes-
soas que eslo no caso de dar o seu juio acerca
dos lacios. '
Nao confundamos o criuie de responsabilida-
de do juizdc diicilo couiiiiellido no exercicio
de suasfuucces com os Individiiaes. Nos prl-
iiicirospode liaver raso para arguuienlar-se a
favor do privilgio do foro, porque o lioouin
que uo tem o tstudo, a prallca do dircito, nao
acosluniado a julgar malcras complicadas, po-
de encontrar dilliculdades, pude comuicllcr er-
ro e iiija.tr, i, uo julgainculo, mas nos crimes
Individuacs nao bacslccmbaraco e se ha,cuin>
prc abolir o jury para lodos os cidados ; nes-
tes crimes o tribunal apenas so limita a decidir
A iuconsliiucionalidadc esta, a incu ver, em dos factos que o presideule letrado Ihe dirige,
nc.adespcilo dos esforcos couliarios; a cons- Eslc tribunal he presidido por uin uiagistra-
iitro proscreveu e devia proscrevr o loro do ; o reo nao so tem os recursos que elle pode
nc.siial. Iciinaiii porui o, aunuos do ptivile- interpor, orno o presidente de sua parte poje
lio c vo soccorrer-se ao artigo til da incsina lambcm iulcrpur o recurso, quando houvcr un
consliiuicu, su porque ah se diz que as quei- julgaiiiento iuiquo, ou contraro as provas caos
xas coulra osjuiacs de d relio sero rcmellidas debates. E para onde he este recurso r lara a
asrclaccs para proceder-se na forma da lei. ] relaco que nao hcsuspeila aos nobres depu-
l'or all nao vcbein os defensores do projecto ; lados memb os da magistratura,
os privilegios nao se liraui por argumentos c Esle projecto, scnliores. velo tornar palpavei
illacocs devem ser expressos. Se a constitu- a raso com que se ha reclamado coaira as leis
co qulteatcCito prlTlieflO, teria no ailigo 161 do processu que nos regem ucsia parle. Os no-1
fallado dus juizes de dircito quando fez as ex- brea depulados que quercm garaulia para si le-
ctpccs para os nieinbros do supremo tribunal, ubam tambem a (euerosidade de a quererem
para os deseinbargadorese presideutes de pro- par lodoa. Tomen uina medida radical, a
vincla. Eujulgo que sequizenuos esmenlhar qual daudo garantas aos magistrados, tainbeui
multo a conslituicao, pde-se at por em duvl- d a lodos os cidados. (poudot.) Proponhain
da o privilegio quaulo aos descuibargadorcs c os illustres deputados Ulna emenda ao projeclu
mais einpregados dos quacs falla ociiadoatli- para uuc os iuizes de diicilo. a nos iiniiedimeii-
co lu; pola, para loruar-sc ellccuvo esse prl- los seus substitutos, aejatu os que as suas co-
vileio, fui precisa urna imiciprctacomi oene- marcas formein culpa a todos os cidados com
rl dal palavras__delicise crios de ollicio. recurso para a relaco do dcslriclo, OU qual-
O loro privilegiado que conslituicao com- quer outra medida semclhaiiic. Ncstec.souao
porta he spaiaos etimes de rcsponsabili.lade, ser preciso O privilegio, porque cita disposi-
no s porque he un foro em raso da causa, {So abrauget lodos os cidadaus.
como porque he s a esles crimes que se pode N,CI|1) k oonli|tocional, que uo he de prl.
referir o arligo 134. I'ois no titulo da constitu- vilegios, nao se deve fcilmente franquca-los.
cao, em que e acba este artigo, traia-se da or- u,na excepcao chama nutra. Bola parece-nos
ganisaco do poder judiciario, c do como lia de que (|a uma ra60 cs,,ecial para tal ou tal pri-
elle funccioiiar, e eniendc-sc bem que oacrl- |egi0 concedido a urna elasse da sociedade,
iiicsdc que nesse litulu se tala uao sao indivi- amanha igual motivo ou inaior far cstender
duacs, porque creio que o goyerno so suspeii- prjvl|egj0 uina ou oulr. elasse, c ento des-
de os magistrados por crimes de seus olUcius. ,,. a, ,cgru ; acaba-se o foro com
Quando se dizque scciivicm os papis a rela-l llUm, desnaluram-sc as inslitui{i)cs.
ejo he, para que esta proceda na forma da lei, i parcce.mc quc na ,ais amor proprio ou vai-
que emosarngos lioc IV7 se manda Uzer pa- \Alie j (|ue ulco ulilidade nesse privilegio,
ra o processo de abusos, prevaricacoej. ele, I ac Jera oaeroso as partes caos proprios jui-
como he ciptesso em os ditos arligoa. Uc pois, le cla Krandedistaucla.
C' S7SEZ eqco,nefare, dizendo que nao veniente_ ou, a nom.li. d.^ i^rmatao da cu pa
INTERIOR.
RIO DE JANE1KO.
CMARA DOS SENIIOIIES DEPUTADOS.
Scsao' de i de juriho da 1852.
Ptcsldencia do Si. Maclel Monleiro.
(Coulinuaco.J
Viifitetjws de joros para ut juius de direilo.
Conlinua a discusso do projecto que d pri-
Vilegio de foro aos juizes de dircitu em crimes
iinlividuaes.
" Si. PrMMM: Tculio de fatal uma ob-
seiv.,co casa. Quando del eale projecio para
oidcui da dia, em primeira discusso, nao se
. que no ari.go que ,...= r''-'-' ,"", juite; ac,uacs. e, nao obstante, he pronuncia,
.ana os magistrados cercan, suas allr.bui- lodo, ,e aujeilam?
pa
ra que os inagislradoa eaer(_.._
ces que lenliaui un julganiento especial.' i'.u
digo que nao; digo que islo nao esl easencial-
incnie ligado ao cargo; digo que sem eslc favor
os magistrados podein salislazer suas obriga-
ces.
Allega-sc o inconveniente de juizes superio-
res, que vigiam, que inspeccionam seus subor-
dinados, que Ibes forinaui culpa, que julgam
alinal estarem ao mesmo lempo sujeilos a se-
ren processados por cases inesuios a quera lera
de inspeccionar, corrigir c punir. Daqui porein
logicanieulc nao se couclue o privilegio do furo,
o que se pode concluir be que eui lugar de se-
ren os etuptegadossubordiuados aosjmzcs de
direilo quciu o pioccsae, se procurem oulras
autoridades que teuliam mais garanda, que
nao scjaiu seus subordinados-, lie Islo que lgi-
camente se pode dcduzir, mas uo o privilegio
do foro.
AhjuiisSenhorea: Oh! ohl
O Sr. Uu:Hachado: O resultado he o mes-
mo.
OSr. Pacheco: A rasao que se aprsenla a
favor do projecto be uma rasao multo pequea
No comeen do incu discurso ped, c de novo
peco aos nobres ministros que nao dciieiu cor-
rer sem a sua Ilustrada opinio mu projecto de
lana gravidade. Cumpre ouvir principalmen-
te ao nobre ministro da justica. Nao se diga
que S. Exc, consetvando-se silencioso, dsela
que passe eslc projecto sem respoiisabilidade
moral sua. lie siu o que miiilos pensam. S.
Exc., segundo me record, ciiiillio, ha alguns
anuos, a opinio de que o jnlgainento ptlo juty
era mais pernicioso do que til, que mclhores
garantas enconlravam us cidados uosjulga-
inentos por juizes lettrados Esta opinio icm
sectarios; cu arespeilo; qur un, quer ouiro
julgamenlo pdde ler inconvenientes; todava
eu desejo a escola do jury no incu pail, porque
ella he inllm.menlc ligada as nsll.uiccs que
nos regem. Creio que o Sr. ministro pensara
do mesiiio modo, nao passando o mais de uina
oplnio individual.
Scji como fr, me parece regular que S. DIO'
falle in -ii questo; a opiuio do gavetno deve
ser conhccida : elle deve diicr com franqucia
sua opinio, ccerlainenle a dir
,.uc lgicamente nao couclue a favor do privllc-| Eu resumo, scnliores ; desejo, nao lauto por
Jio do foro ... amor dos magistrados, como do publico, dar a
U Sr Cru-. tlachodo- Privilegio de furo, ou! esta elasse a mcllior orgausacao e toda a casia
lro especial, he a mesma cousa. de ga.anlias; organiseino-la inellior, que o
U ir. I'acheco : O julgaincuto coinuiuin hclineu vol nao sera duvidoso. Mas por este pro-
o do Ion ; nao confunda o nobre deputado es-Melo Helado nao posso volar ; entlrei pallar
M inlgamnlo con. a formacCo da culpa. Esta i por hornero que nao lem .-.pirilo dei olaaac, que
,,ud-sc dar a esta ou aquella a.uoridade, sem nao deseja o esplendor da cla se a que pertis
nwsTcri foto privilegiado. En niooonlesto ce. Mallacho que faco be,,., i. i.,, u be o ..i.a
o ucouvcnlcnle'de juirt. Inferlorea formaren, dejo de acompanhar os n.eus '""^"'"
culpa aos superiores, (lia u aparte.) Esto., quizereiii rclormar o pro|ealo no sentido cm
I que me exprim, darei o meu voto, c desde ja
ollercco alguiuas ememlas, e peco que ellas
i com o projecto sejam remetlidas coinmissoo
de justica criminal, para que um objeclo de
tanta transcendencia, de lana importancia pos-
sa ser maduramente considerado. Se minha
oplnio he errnea, crie-se o previlegio mas
crie-se com mais exame, com mala conlieci-
mento de causa ; nao haja tanta suU'reguido
discutamos a questo aufncieulcmente, e quan-
do.ella nao tenba depaasareste anno.nenhum
preiuizo sen", urub... inconveniente grave
resultar'.
Mando pois as emendas mesa, c peco em
coocluso que ellas com o projecto sejam re-
medidas s commissees de justica criminal.
Nio digo que ellas adoptein o melhor syslema ;
mas a coinmiaso indicar outro se eatc nao for
o melhor.
Flca a discusso adiada pela hora.
SEGUNDA PAUTE DA OH DEM DO DA.
Ilci/iosla a Jaita do ihrono.
Contina a discusso do projecto de resposta
a falla do throoo com a emenda aptesentada.
O Sr. Presidente : Tem a palavra o Sr. mi-
nistro dos negocios cstrangelros. ( MovlmtnU
gcial de attenta trujando silencio.)
OSr. Paulino ( ministro dos negocios estran~
geiros): Confesso, Sr. presidente, que me
vejo embaracado as respostas que teul.o df
dar aos nobres deputados que orarain as ses-
ses antecedeolci. Pensara eu que pedindo a
palavra para abrir uma discusso to solemne
como esta, na presenta dos graves aconieci-
menlos deque foiiius tcstcmuohas, i vista das
aecusacoes gravissimas que tem sido feitas
marcha seguida pelo guverno quanlo s rela-
ccs exteriores, os nobres depulados exa.n.na-
tiam cm grande a mareba da adminislraco,
pondo de lado mutas qucsles pequeas e acel-
dentaes de quese.occupatam ; analysatiam o
estado e a posicao dos negocios na poca do
ponto de puuli dessa poltica, a maneira prr
que o governo procurou resolver as dilliculda-
dea da posi(o,e os erros que coiiunedeu, c(|ue
apontariam ao mesmo lempo qual a publica
que poderla ler evitado csses erros.
Os factos eslo hoje contummados ; o plano
luminoso que os nobres deputados terlain se-
guido j nao pude ser aproveitado por ns, en-
tretanto a sua exposico faria resallar os erros
de que noa aecusam. Os nobres depulados, po-
rno, em lugar de cbamarem a discusso para
esle terreno, liiuitaraiii-se a estabelecer algu-
inas proposifes geraes que nao dcienvolveram.
I, ,'.u no aqui e ali, e andaram s pela rama.
(A/ioados.) Vejo-me, portanto, obrigado a
acoinpanha-los nesse circulo estrello que traca-
rain, e procurarei faie-lo da melhor maneira
possivel.
As observacoes dos nobres depulados versa-
ran! sobre doiis pontos negocios relativos ao
tranco e negocios do P.io da Prata.
Eu nao Uve occaslo de ouvir ao nobre depu-
ni, por Minas tieraes ; o seu discurso aiuda
nao foi impresso ; tenlio de regular-mc por
alguns apontaracntos que me forneceu um i
amigo. I
A primeira aecusijo, sem duvida mui come- j
nnba, que me fea o nobre deputado por Simas .
Geraes, he relativa ao apiesa.uciilo do btig.ic
Vialinim. Limitar -me-lici a apresemar os lac- |
los taesquaessepassara.il. Quandoeala embar-
cacao foi apresada, os crusadores iiisliluiraui
ii io exame nos escravos nella encontrados. Nao |
he do meu proposito analysar csse exame, ver
se foi bem ou mal feilo ; o ceno he i|Uc o BfC*
rain, c liearam cntendendo que alguus dos es-
cravos ou tlnbausido importados anterionucu-
a lei de )83l, ou niin nascldos no pala.
Passadoa dias, procurou-mc o meu amigo
amigo, deputado pela provincia de S Paulo, o
Sr. Silvelra da Moda, amigo do pioprlctario
desses escravos, c disse-ine que, conslaiido-lhe
que a IcgdyHo biiUuuica nao duvidava cntre-
(ar os escravos que eram lidos como importados
anieiiormciile le de iS:i ou nascidos no pail,
me pedia os reclamasse cm nona do propie-
tario. Neguei-me a isso ; c nrguci-mc porque
essa rcclamafjlo, feila ex -ollicio por ininl sem
requerimento de parte, podcrii prejudicar de
al;; imi modo a primeira que eu j linda feilo.
Passados dias vollou o Sr. Silvelra da Moda,
c Irouxe-mc uin rcquerlmenlo do proprlela-
tlo desses escravos, eui que solicilava a inlcr-
venco do governo para que a legaco bnlau-
nica entregasse os escravos, que, segundo se
me allirmava, uo duvidava ella teslituir. Ora, i
eu nao s linha reclamado a indeuinisacio do t
do prejuiso relativo aos servicos daquellcs es-
cravos.
Se com cuello a legaco brilaunica eslivesse
disposta a entregados, poderla a todo lempo,
quando se resolvesse a questo principal, rceu-
tar-se com razo a indemnisar os servicos da
qucllcs escravos que nenhuma duvida livesse
cm entregar. Recla.ncl portanto a entrega dal-
le! separadamente, remetiendo o rcqiieriuicnlo
do proprictario.sem prejilzo da icclamaco j
feila, rao sudo casco c carregamcnlo da embar-
r.ijm como tambera dos jotnaes desses es-
cravos, ale poca da entrega. Eis oque se
passou. Nao ba nada abi que no seja muito
regular. .
O nobre deputado pela provica do Para tam-
bera se occnpou desic assumpto, o trafico, isse
elle que cu devia uiostiar que linha lido raio ,
nessa especie de lutaein que entrara com o ulli-
mi ii.ien-.-K- lirit......,-o o Sr. 1! o I -na. Eu creio
ler dito no senado, depois de provocado, quanlo
basta sobreest questo ; c uma vez que o no-
bre deputado pelo Pata nao indicou quaes os
pontos sobre que nao eslava sallsfello, julgo es-
cusado alargar-mc mais sobre esta meterla,
Eiilrci nessa discusso no senado cora multa
repugnancia. Ha certas ; ccusaccs s quacs me
julgo superior (apoiailos J ; cusla-ine descera
juslilicar-inc ; todava, se o nobre deputado pe-
lo Para quer lomar a esta discusso, eu nao a
recusarei.
O uobre deputado referio-so a alguns pontos
do meu discuiso no senado, que nao enlcudeu
bem, certamente porque uo o leu com altco-
{o. Eu 11 no senado uin t.ccho da correspon-
dencia doSr. Iludson, cm que elle ( e forain es-
las as cipressi.es de que me servi) se Inculcava
como lo. o ..la. de um partido brasileiro. Ll es-
sas palavras, nao porque adoplassc semelbanle
opinio, faco a meus adversarios mais justica
(a/ioiados), mas siin para faiervcr que aasira
como elle se linha inculcado pcranie o seu go-
verno como furuiador|ile um partido brasilei-
ro, nao era de admirar que se iuciilcassc como
se inr.ulcou as conferencias que leve coinigo.
bu liouic esse trexo para preparar a minha de-
l'cta, c para nada mais. yuaesquer que sejam
s aecusacoes, quaesquer que sejam as injusli-
cas que me facaui meus adversados, en nuuca
con...n tt.a.i a de lancar-lhcs uina aecusa-
fo scinclhante que ressumbra naqucllc do-
cumeuto.
Eu disse, he verdade, que nao era eu so que
nesta queslo do iralico devia justilicar-ine ;
d.sse-o, e repito mas quaudu o disse nao me
refer a esse ttecbo, rcfeti-ine a este de um des-
pacho de lord Palmerston o Sr. Iludson (/c) :
,. Dc.nais, as rases dadas pelo Sr. Paulino
para pedir a modificaeio c suspensao dessas
ordens, no parecem sulllcieiilcs ou salisfaclG-
rias. lie bem verdade, como elle diz, que a cap-
lua .los uavios negrelros dentro dos aguas b.a-
slleiras pelos cruzadores inglezcs ollcudc a dig-
uidadt lio brasil ; mas o que tem acontecido
moslraquaesieprocediraento.euire d.- causar,
como elle representa,um oOsiaeulo concesio
da parle do governo c parlamento braxllelro,
tem sido de leiio o imi.. pelo qual agora por
lim, pela primeira vezdepun.de quasi H0 an-
uos de eiiorfol iuellicatcs de perinasio, o go-
- verno c parlaineoto do brasil se dispuxeram
I a lomar providencias contra o trauco de
I cravos.
He a respcilo desses vinlc anuos que digo
que nao devenios ser os nicos a juslilicar-nos ;
he a respello dcstes vlnles annos que'encherain
esse clice de amargura que fomos obrigados
i beber gota a gola ; be a respeilo dcstes vinte
annos que chamo cada um ajustlfcai-sc. ( .1-
poiados, muito bem,)
O nobre deputado pela provincia do Para de-
clarou que eu me tinia apresentado nesta c-
mara no non mo.i. n vergonhosa, e que para
conservar-me no poder (inba lido a coragem de
si.-i, la-l.i. Scnliores, em 15 de julho de 1850
apresenlcl-me nesta cmara para responder s
inlcrpcllarea do Sr. Silvelra da Molla. A mi-
nha posicao nao era vergonhosa (apoiodot); eu
vlnlia expr ao corpo legislativo a posicao dos
negocios, as dllUouldadci que al ento lluhain
impedidu o governo de tomar medidas eliicaz.-s
conlra o Iralico ; vinha pedir a soliu-n de dlf-
'icul.ladcs que o nobre depuladn lamben! aqui
apresentou, mas que uu ilesenvolvcu, nao ten-
do a coragem de pronunciarla c de mauifestar
urna opioio (aputados ); esta tive-a cu, oque
nao he vergonba. ( hpoiados.)
Os que pcrtcnceraiii a essa le islatura lio de
reenrdar-se que o ministerio aprescutou-se
aqui vacillaute. ( Apoiados j Via por um lado
as serlas dillieuldades que as dcclaiacdcs do
governo b.ilauuieo liiihaiu creado, e as cunsc-
quencias dcsagradaveis qnc po.iiam U-r ; por
outro, ento. a perda de alguma popularidade.
E eu viui pedir cmara que as resolvesse, que
as enrtasse. Pronui.ciei-me sobre ellas clara-
mente. Ped cmara que armasse o governo
com as- medidas ueecssarias, que o auxiliasse
com seu apoio c forca para laucar o paiz os
viaa de rcprcsso que lem produzldo os resulta-
dos que ora vemos. Esta posiciio, torno a di-
zer, uo era vergonhosa, ( Apoiados.) Direi
mesmo que, se na minha vida publica lia algum
fado de que cu possa desvanreer-me, que de
iieuhuiu me desvaueco, be desse certamente.
(Apelados ; vivos slijnaes de adhesa.)
Accrcscentou o nobre deputado, penetrando,
por sunpusico, uo mais indino dos pensamen-
tos, que ns (os hoiuens do meu lado) linha-
uiosrelaces com os negreiros ; que nos havia
de ser doloroso laucar mo dessas medidas re-
pressivas; e jaclou-sc nnvamcnlc de que li-
uham'sldo seus amigos que liiibam levantado
a bandalla contra o iralico. Senliorcs, digaino-
lo, porque he verdade, as pocas em que en-
travain anoualinculc no paiz50, 60,000 frica-
nos, cm que espuculacocs para a frica erara
feitas na maior escala, mulla gente liouvc mais
ou o.eoa. directamente cuiiiproinetlida no Irar
lico. Qnal d'cnlrc ns nao leve rclacOcs coin
um ou outro envolvido no tranco cm pocas
em que nao era estigmatisado pela.opinio ?
O nobre deputado pela provincia do Para nao
leve relaces com nenlium ?
He verdade que os nobres depulados, quan-
do eslavam cm opposico, nole-se, quando cs-
tavam cm opposico, levantaran! algmnas vo-
tes contra o Iralico ; lorain palavras ; tatvci
nos nao lenbamos proferido lo bellas pa-
lavras, lizeinos porui mais ; lizemos obra.
( Apoiador.)
Finalmente, scnliores, dcixaiei esta materia
de parte ; creio mesmo que a rcprcsso do Ira-
lico nao deve ser una arma de partido ( apoia-
do): he um iutetcsscgcral do paiz. ( Apoiados.)
Quaesquer que sejam as divisoes que pussain
existir entre ns a respcilo dos negocios inter-
nos, sejamos unnimes uo peniamcnto de aca-
bar de um vezo trauco. !,!/' ,,iii,' o. ; Finalmen-
te terminare! sobre este assumpto leudo a c-
mara o trecho de um despacho que recebi hon-
tem do ou,su ministro cu Londres, viudo peto
vapor Amazonas, c datado de ii'1 de ah il.
Chamo sobre este acto de justica do governo
britanuico i altcnra da cmara. ( Le.)
n Passou ento lord Maluiesbury ao com-
inercio de escravos, diiendo que 01 ltimos
olliclos de Mr. Southern coucordavam inleira-
mente com as Informaces (pie Ihe lenho dado
sobre os calreos Icacs c ellicazes do governn
imperial para acabar com esse coulrabaudo ;
que entreunto como ja acontcccu parecer el-
le durante algum lempo esmorecido e depon
rccomccar cora nova forca, nao era pequea
a responsabelidadc que elle c lord Derby iain
agora lomar para seren agradaveis ao gover-
no imperial e dar-lhc uina prora do aprefo que
ligara sua a mirada. Annunciava-uie com a
maior satlsfacio que ao cruicito britnico na
costa do Braill iam agora ordeua c ..o api'l
Mvu'ai ."i navio aigum braziieiro urulro Uo
ralo de tres inilhas da cosa do Brazil ; Ircs
un Mu-, disse elle, ou a distancia cm que o di-
reilo das gentes considera mares tcrriloriacs e
depcmleulcs da soberana da costa ; que este
passo era dado em razio da confianca que dc-
i i-it is un as mlnba declarates sobre a boa
fe do governo imperial, e nos que este falla ao
representante da Inglaterra no llio de Ja-
neiro.
.ll-i.t frr. depulados : Apoiado.
OSr. Paulino ( ministro dos negocios cstran-
gelros ): Creio que esta he a melhor res-
posta que posso dar ao nobre deputado pela
provincia do l'ar c bem assiin ao nobre depu-
tado pela provincia de Minas Ceraes, que se
envergonha boje de ser ISrazilclro. (Mullos
apoiados. )
O Sr. Aprigio : Muito bem.
O Sr. f'iiuli.u ministro dos negocios cstran-
gelros ) : Vamos aos .negocios do Hio da
Plata. .
(I nobre deputado pela provincia Uc Minas
Geraes pcrgunlou, srguudo sou informado
quacs ciaui us documentos ara que o govctno
se linha fundado para julgar Ilumnente una
guerra enm o Urazit.
Scui.ures, a iniuiiiiencia de uina guerra nem
scinprc se prova com documcnlos ; ptova-se
in.iitas vezes por urna setic de factos de cena
ordem c alcance ; prora-se por lodas aquel-
las maiiciras que servem para descobrir as
iulences humanal i mas felizmciile nesle pou-
to posso satisfa/.cr completamente ao nobre de-
putado. O nobre depolado uo leo o incii re*
lalorlo ; nelle acham-sc citados c troscriplos
csics documentos que me pede. O priiucire
he una nula dirigida pelo governadur do
llucnos-Ayrcs, D. Joo Manocl Rosas, ao mi-
uislro britnico. I'or Cbsa nota declara-sc-uos
a guerra. O nobre deputado nao fol exacto ;
a guerra nao eslain iiniuinentc ; eslava decla-
rada. .....
Huiro documento que cilei ( c nao me limi-
tcl cita-lo, transcrevi-o, bem como o pri-
inelro ) he uma lei que passou na sala dos
representantes de uenoa-Ayrcs. Nella se ap-
provava debberaco que duba lomado o go-
veruador de nos declarar a guerra. Ah eslo
os documentos. Se uma nota e uina lei nao
sao documcnlos, no sel quaes possam ser
aquellesa que o nolne deputado alludia
Esssa ola fol iuiprcssa nos jornaca de Ituc-
nos-Ayres, nos de Moutcvidu, e em um apeu-
dlcc ao Arc/.ico ^mrricano, traduzida cm por-
tnauaa, em Ingles e cm frauses. Como pois
rae pcrgiinta o nobre deputado qurs sao os
documentos Cm que UM fuudri para julgar ira
i...nenie una guerra Sao estes os documcn-
los cin que me funde! para julgar a guerra
nao ilumnenle, mal declarada.
Em que documento me lundei cu, pergun-
lainbem o nobrC depuiado por Minas Gerael,
para tratar com provincias que iiingaei.i co-
nhece Scnliores, esles docuuiculos sao Ira-
lados solemnes, bases da nica organisaco
que at agora lem udo a Uonlcderafo Argcu-
iiu.i. Todoa os que Um catudado com alguma
alien, ao e,las maleas sal,ro qu lacol da uulao da, provincias argentinas esla-
vam couisgiados no tratado das provincias li-
toracs .le I de Janeiro de IH3I ; permilla a c-
mara que eu liii alguna artlgos deste tratado
e peco ao Sr. lacliigrapho que os transcreva
Art. lo Os governos de Santa la. Buenos-
Ayres, c Eutre-Uios ratiheam e dcclaram em
seu vigor c forca os tratado, anteriores cele-
brados cutre os meamos governos, na parte
em que estipulara pazHrmc, amizade cumio
eslreita e permanente, reeonhecendo recipro-
camente sua liberdade, independencia, repre-
sentaco, c dlreitos.
Art. 3 Aa provincial de Santa-Fe, Ilue-
nos-Ayrcs c Entrc-Rios ligara-se ccouslituem-
sc em allianca otlcnsiva e defensiva, conlra
toda a aggrcsso ou tcnlallva da parte de qual-
quer das demais provincias da repblica ( o
que Dos uo permita ) que ameace a' hitegri-
Uadc c Independencia da seus rcspctlvos ter-
ritorios.
" Arl. 12, i.in i|,|iii-i provincia da repblica
que queira entrar na liga que formara os lilo-
ra.*s, ser admiitida cm eonforiuldade do que
eslabelece a segunda base do art. Io da rilada
cuuvcocu preliminar celebrada era Sanla-Fc
ciu2J de feverelru du precenle anuo, execu-
tdi.do-sc este acto com o expresso e unnime
imi-, olio,ruto de cada nina das demais pro-
viucias federaes,
A provincia de Corrientes adhcrlo depois a
esse tratado.
Arl. 15. Kmquanto durar o presente es-
lado de cousas, c at que ic cstabeleca a paz
publica de lodas as provincias da repblica,
residir na capital de Saua-F uma comiuisso
co.nposia de um deputado por cada una das
provincias lltoraes, que se denominar com-
iuisso representativa dos governos das pro-
vincias liloracs da Itcpublica Argentina, ele. >
A cssa commlsso pertcnelam atribuiede
relativas i gerencia dos negocios exterioros.
Essa comiuisso porni nunca existi no lempo
do general Rosas,
Cada uma deslas provincias concervou por-
tautu a sua iudepeudeucia. Smenle depois de
reunido o cougresso geral he que se devia or-
gauisar dclinilivanienlc a Confederafo Argen-
ini r Eram estes os la^os que iinio eslas pro-
vincias. Cada uina dcllas delegou no governa-
dur de llucnos-Ayrcs, uo dlgu bem, delegou
napessoa do geueral l). Joo Manocl de llosas
a faculdadc de tratar das relaoes exteriores.
Esta dclegafio era pessoal, revogavel e lam-
inan limitada: retirada esta- autorisaco cada
provincia era considerada como estado linde
pendente. E note acamara que essa autori-
saco loi retirada a pedido do mesmo general
D, Joo Manocl de Rosas. Todos os annos pe-
dia elle a sua cxoucraco, que todoa os annos
Ihe era recusada ; desia ultima vez fui-lbe con-
cedida por Eulrc-Hios e Corrientes.
Abi tem, portanto, o nobre deputado pela
provincia de Minas Geraes o documento so-
lemne que coustiluio a base fundamental da
Gonfcdcraco Argentina, alie ueste documento
que o goveruo se fundou para tratar com estes
calados.
Accrcscentou depois o nobre depulado que o
governo imperial devia saber que cm virludc
da cousliluljo du Estado-Oriental nao podio
os tratados de l'2 dcouliibro de is.,i ser validos
sem apprnvaf o da assembla legislativa desse
estado.
Senhorcs, durante os ultimo unos do asse-
dlo da p.acadc Montevideo nao havia ali as-
sembla legislativa. A causara sabe que a as-
aembli legislativa du Estado-Oriental, eleita
antes do sido da praca, lermiuou o seu mnda-
lo: nao era possivel cleger-se outra. Acampa-
aba, que dava quisi loda a represenlaco do
Estado Oriental, eslava cm poder de Oribe;
nao poda haver ah elclfes, A rcprcsciitaco
da praca de Montevideo era mullo limitada,
constitua una uno,oa pequea.
O esladu dessa praca, a necessidade da sal-
vacuo, eram emo a supprema lei: honieu
que a todo o momento eslavam na vespera de
lerein o pescoco corlado no dia scgtiinte, nao
se podiaiu cnlrclcr nem curar de Ibcorias cous-
dtucionaes, (A/ioido) Ns reconheciamos
romo le; .1 o guverno da praca. I'aia que eslc
se pudesse salvar era Ihe inJispcnsavel soccor-
ro exrprnn, a par* hlfCI socorro externo era
preciso tratar. A leda mais Imperiosa neces-
sidade, pin i... i-., legitimava lodos os aclos
que hoiivcssc de pratior para a salvacao da
repblica.
Demais o nobre deputado deve saber que,
jegundo o dircito das gentes, o catado que
tral-i com uin uovcrnn havido coran (al, como
al obcdccldw ~vot.iv tai COl!OCS!n neranle a
lotcnciai cstrangeiras, trata bem. O contrario
cria uma foote incxbaurivcl de discussdes.
Em algiias palzcs da America meridional,
por exc... po, que ci a certas pocas lem infe-
'ismcule vivido entregues auarchla c ao vai-
veui dos partidos, a ralilicacio dos tratados
depende dos seus congressos. Oo pailidos ven-
cin, in. rleicOei reputara aulles os que ele-
varam os seus contrarios, guando sobem au-
uullo o que clles lizerani.
Podcm, por ventura, as convcucScs que o
direilo das gentes repula lo sagradas, lieai
a mcrc dos parlidos? Nao.de eerto: he por
isso que se tem consagrado a doulrna de que
aquelle que trata com o goveruo que est no
poder, com o goveruo que he obedecido e con-
ii.Ira,lo como chele do Estado tratn bcra:
alias seria preciso dar a cada uina naro, que
llvcssc de tratar coin outra o direilo de vcrili-
car, de inspeccionar, c de decidir os seus ne-
gocios internos. Portanto, as Iransaccc-cs di-
plomatlcaa nao se pode deixar de levar em
conta os poderes de faci.
(juando cm 1810 eclebrou a Franca cora o
Estado Oriental c coin o guveauo de Itueuos-
Ayres o Iraiado conhecldo pelo nomc dn trata-
do Mackaus, por ter sido celebrado por esse
almirante, este tratado fol multo censurado
as cmaras fiancctas. Uizia-sc que o general
Rosas nao linha aullioridadc para tratar vali-
damente, porque como o tratado de 4 de Ja-
neiro de iS'Sl linha dado a urna commisso
que devia rcuuir-sc em Sal Fe a faculdadc
de tratar dos uogocios exteriores, o poder de
Rusas era illcgal. Rcspondeu-sc que Rosas era
quera eslava no poder; era obedecido ; era
iiucni ali dispu.iha dos recursos da repblica:
era aquello com quera as naedea ejtranbas
tratavaui que era Islo bastante coniforme os
principios de dircito das gentes; c o tratado
loi ratificado. ...
Disse o uobre depulado pela provincia de
Minas Geraes que os tratados de lt de oulubro
tinlianisidoarrancados pela coaeco, c os jul-
guu mcsiiiu nolis que isso a que o nobre de-
pulado quiz chamar ralilicaco tlnba sidoobd-
das pclaincsiua maneira. Exaralnciiios|uui pou-
coeste ponto.
Scnliores, os tratados de li deoutubro foram
celebrados como goveruo oriental por propos-
ta do seu ministro. A ola cm que elle propoc
abertura das negociafes esta juula ao meu 10-
latorio. evo accresentar que ja antes o minis-
tro onculal por varias vezes me linha proposlo
,i abertura de negoc.aces. O governo imporlal
recusou-se scuiprc, c recusuousc porque na-
nuclla poca, nos apuros cm que se via o gover-
, o orielal, quando nao tinhan.os arada to-
mado resolcio dcliuitivanao queramos que
ic pudesse dlzer que nos tinhan.os apioveiiado
detaaaciieuniUnclaipara lawpoc %m trau-
dos. guando os lizcmus nos? tizemo-los,
como prova a coulruntaco "as latas, depois
de celebrado o convenio de 29 de maio de
' (851 Por csseconvculoja nos linharaos cuni-
pron.i-llido a susleiilar o B'""" ,la Pr"fa ,u':
taonlerldeo conlra o general Or.bc, e estipula-
do o auxilio e o suecurros que resolve.aium.
dar-lhc Se de pois daquclle cuuveuio o gover-
no oncnlol, em lugar de lzer aberturas, se
\
i



tivcsse recusado a tratar, o domos compromii- do corrento, os vapores Bnhinna o Vcrnam-'. s Homar Jo Paiva.na rui di Cruz da fregu
2



a


sos escupios no dito convenio nao domaran de
estar do momo modo ca seu pleno c lntciro
vigor.
(Conuar-ic-a.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Parahyba, 5 de julho de 1852.
Cantando espalharei por tala a liarle.
Se a tanto me ajuirtr engenho e arle.
Cames.
Ja queestou hojecom o estro pauprri-
mo, nSo tenho remedio, para dedicar al-
gn) versculo nossa iluslrissiaia assem-
bla, que lindou ante-honlem mais una lo
gislatura, seoSo i-lo pedir emprestado ao
ro dos poetas, como fazom outros som a
franqueza de declarar o dono do roubo,
pondo-se assim om trabalhos no caso do
terom algum da de restituir o alheio. Sim,
senhor, quizra poder subir ao Pind, con-
vorsar as Musas, supplicar a Apollo, caval-
gar o Pegaso, para dedicar nBodous movi-
dos versinbos, mas um poema heroico de
mi lluros d'elles (embora tivessem do ser-
vir de narctico para as uoites de insomnia,
como muilos do meu conhecimouto) para
iediear, repito a nossa illustrissima assem-
Ma, quo nos n8o doixou sem aposenta lo-
rias, sem tbeatro, som lei do orcamenlo,
sem compromissos, sem reproseiilasao s-
breos dircitos do assucar, som posturas de
signaes, e sem muitas oulras cousas que me
nSo acodem memoria; o ludo isso sem
bulla, sem desordens.
I. ii.li) tonlio ou sobejas rasas para isso .
lili se L-iito! E mais do quo sob'jas, se he
possivel.
Quaiulo todos esperavam tempestades, so
npparcceu calma, ondo todos viam desor-
dens s rcinou harmonia, ondo suppunham
intrigas s acharam amisades: E assim,
excepeflo de dous.ou tres mais ferruguntos,
coiicluiram-se os trabalhos legislativos na
melhor ordem possivel. Tacs s3o as cousas
deslo mundo Falham os clculos, men-
ii'in as conlis. coleamos planos, desabam
os edificios, e liualmcnto apparece um re-
sultado que pe daveara banda aos arilhmc-
ticos oinbasliacidos os matlieniaticos ,
pasmos os polticos, o atordoados osarchi-
toctos.
E o nosso diestro ? Sim, o nosso llieatro I
Eslou que me nSo chogx a pello, o s temo
que ii.lo appareca por ah algum plano de
bucana, aquello procedente dos portos do
norte, o este dos do sol, temi ambos delxa-
do em paz e sem novidado alguma as pro-
vincias Jo imperio.
Acbava-se om Bolcm o presidente da no-
va provincia do Amazonas, o Sr. Tenreiro
Aranha, quo pretenda soguir para a corte,
a tomar assento na cmara dos doputidos,
deixaudo em seu lugar o prlmciro vice-pro-
sidente, Dr. Manoel Gomos Correia de Mi-
randa.
Sabio-so na capital do Par da chegada do
tres navios de guerra Cayena, conduzm-
do os deportados do presidonte da repblica
franceza.
NoMsranhflo concluio-se a apuracSo da
eleicSo para senador, e o Sr. desembarga-
dorjos Marisni, quoj dooutravez oceu-
pou o prmeiro lugar na lista trplice, oble-
ve ainda desta a mesma posicSo, sendo-lhe
inmediatos em votos os Srs., Dr. JoSo Cae-
Uno Lisboa ecommendador Jeronymo Jos
de Viveiros.
.Vi i i'pu iie-l arou-se.a febre amarella na
cidade do Sobral.
A sessflo da cmara dos deputados, no
da 25 do passado, foi urna sessflo de bonan-
ca prans prioieiros fiincconarios da admi-
nistradlo e da judicatura. Ellovaram-se os
ordenados dos presidentos de 5 a 8 contos de
ris, dos ministros da oslado de 8 a 12, dos
membros do supremo tribunal de justica de
4 a 6, o dos desembargadores do 2:800,000
a 4 contos, sendo 2 contos para aquellcs e 1
para estos a titulo de gratfcacSo. Deste mo-
do to'iiain se anda mais cubicados empre-
gos de to grandes vantaguns e importancia,
e a competoncis, ou antes a guerra, paraos
.lie.wie o tornar-se-ha om proporcSo mais
activa.
Corria que na terceira discussSo desse
mesmo projcclo seria dada ao goveruo au-
torsaeflo por dous mezes para aposentar
desembargadores o wefnbros do supremo
tribunal, conforme as exigencias do servico
l'iililir i. Se assim acontecer maior sor a
carga para o estado, que alias reclama tan-
tos melhoramentos do vital necessidade, e
cuja reun icio se diz motivada pela falta do
recursos pocunarios.
No sonado torminou a discussflo do pro-
jecto da cmara temporaria sobro a estrada
de ferro da corte para Minas o S. Paulo,
foi polo sonador Monlezuma apresentado
oulro, com a assgnatura de mais 21 colle-
gas, aulonsan lo o goveruo a fazor as neces
zia do Itecife um pardo de nomo Francisco
Atlianaziu, que represeotava ter 40 anuos
pouco mais ou menos,c era soldado do quar-
to hitalhSo deartilharia a p. sendo que o
respectivo subdelegado procedora immedia-
tameote o corpo de delicio e verilicara ter
sido o suicidio pralicado com a propria faca
com que elle.comosapatelro que era, traba-
Ihava na mencionada loja em qne tinha sido
edmitliJo haviam tres Jias. Este individuo
era de mo procedimento, o morav a prin-
cipio na freguezia da Boa-Vista donde se pas-
sou para a do Rccifc, por andar sempre vi-
giado pela polica daquella primeira fre-
guezia.
Dos guarde a V Exc. Secretaria da poli-
ca de Pcrnambuco 9 do julho de 1852.
lllm. cExm.Sr. Dr. Francisco Antonio Ri-
bero, presidente desta provincia.Jos Ni-
colao Rigueira Costa, chefe de polica inte-
rino.
edificio quo me faca ampiar, ou ampiar o com altoncSo aos ros navo-
theatro per omma swcula. Salvos de pe-,g,vejs alini ue'hah||llar o corpo legislativo
rigo, ludo ira ben,; eou, so Dos me der o systema mais
assuniplo lliealral.
A tranquilliilaUo publica, e seguranca in-
Espcrava-so que seria apresentado na mos-
ma cmara um projecto sobre a mudanca
dividual continua som BliciacS
mente
pos, en
vdo de
que om m ii ti ii ultima Ihe fallei; cosque
anda nSo eslSo na corda devem estar a esta
hora muito assuslados.
Continuo assim a senhora poltica, que
iremos bem; e enlio firmaremos urna paz
rlerna, licando tributario a una duzia de
ologios simauacs; cus que nflo fallaiei co-
mo tenho faltado ao correio, porque, Jir-
lhe-hci em segrolo, nSo tem andado com-
migo muito corrento na entroga dos seas
Diarios, lhe, mando deixar no tinten o
este pedacinho, para me niio acontecer li-
en- outras duas semanas sem ellcs, como ja
liquoi n'aquolla vez em que me queixe da
pouca regulsri lade das entregas.
Foi levada hontem a scona a pecaOpa i
de una actriz so nio nio erigano no nome.
N3o pude bem apreciar o mrito da obra,
porque loi a primeira vez, que a vi ; mas
alm de algumas troquezadas aos pobres
autores dramticos, porodiqu Jros, e em-
presarios, nada mais pude collierde impor-
tancia.
Ouando a vi representada ti/, protesto de
nada mais dizer em rainhss cpystolasa res-
pailo do llieatro actual, e da companhia ,
que nelle Iraballia, com receio Je quo me
Dfio cha mera Sans&o Carrasco, e grando ty-
ranno jornalista, quo tanto assuitava ao
autor, empresario, c mais inlercssados no
cilo de dous senadores por S Paulo, e acha-
vam-so no consellio de estado para as exa-
minar, esperando-sc que o debate por occa-
siSo Ja 'i"iiie'i,i i dos podores dos escolhi-
dos serla caloroso, pois quo um partido se
preparava no senado para as annullar.
ConsUva que, deixaria a presiJoncia do
Ro Gran le dosul o novo marquezuo Ca-
xias, esperado na corte at o dia 3 do cor-
rete, visto qui/o governo se preparava ,ia-
ra ilar-llie um sVccessor.
A febre amarelia tinha doclinado por all,
o ja bem poucos casos se davam, mesmo no
mar.
Um suicidio levo lugar nesta cidade, em a
noite de C para 7 do corrento. Corto invalido
do 4. lista Hilo doarlilhaam, que tiabalhava
om urna loja desapaiciro na ra ua Cruz, no
bairro do Recife, ahi pissou aquolla noite
com licenca do proprietario; e, acliando-sc
sozinho consumou o projeclo, une sem du-
v; l.i tinha formado, Jando um go'po na
garganta, do qual espirou. Pe', manilla
Foi encontiado o cadave, o n'ello se fez a
competente visto'ia. Altribue-se a desgra -
ca a pozares de familia, n3o sondo alias o
oo'to pessoa de lions costumes.
Us SUiOldiOS, quo quasi constantemente
succedom na corte, pareco que se querero
repioluzir lambom com nlais frequencia
ntrenos. Ai ida se n3o quiz comprehon-
CMARA MUNICIPAL.
6.* SESSAO" ORDINARIA DE 15 DE JU.NIIO
DE 1852.
Presidencia do Sr. Oiiveira.
Presontes os Srs. Barros, Mamede, Csr-
neiro Monteiro, Pires Ferreira e Figueiredo,
faltando os mais Srs. Abrise sess3o, e foi
lida eapprovada a acta da antecedente,
Foi lidoo seguid
EXPEDIENTE.
Um offlcio doExm. presidento da provin-
cia, remetiendo alguns nmeros do jornal
da soeiodado auxiliadora da industria naci-
nol, correspondentes aos mezes de maio a
novembro do auno passado, afim de que a
leitura dalles seja franquiado aos munici-
pes. Que searchivasse.
Outro do fiscal do S, Jos, participando
ser a importancia das multas do moz de
maio ultimo de rs. 151,000 rs.,e pedlndo-
se mandasse pagar ao Dr. Menoel Duart-a de
Farias a quantia de 9,000 rs. de tres exames
sanitarios, que fez. Quanlo a primeira
parte, inloira la, e quanto a segunda, quo
se passasse mandado quando hovesse quota.
Entrou em discuss3o a informacSo doaJ-
vogado sobre urna pet:c3ode Francisco Lu-
cas Ferreira fi Companhia, emprezario dos
carros fnebres, e resolveu a cmara pedir
esclarccimcntos ao governo da provincia da
duvida em que esta, se os estrangoiros quo
nio podom ter s"|niltiiia em lugar sagrado,
esto obrigados a servir-so Jos carros fne-
bres Ja municipalidado quando dcllospre-
cizoro, visto que s ella os polo ter e ar-
pi r iiio infelizmente em vito tenho invoca- ln8o finalisar esta nnHadad i execucSo, afim
do a aceito dos tribunaos, em vfln tenho re- Ide quo polo meos o publico forme o seu
clamado a execucBo dasleis; ludo tem si-jjuizo a este respeito, e stigmatiso a quem
do impotente ; o devedor tem illuJido, tem [merece oitigmi
mofado do direito do credor, continuando
no gozo e fruicBo dos bens que estSo hypo-
thecados para garinlia da divida, o diri-
gindo a oxecucSo, como bem Ihe apraz,
sem que sejam atlcndiJas as justas reclama-
^s que tenho feto. Fallo do Francisco
Jos da Costa e das justicas do Cabo, onde
tive a infelici la Jo de intentar a acc3o e pro-
mover a exccuc9o para judicialmente co-
brar o que me deve este senhor por escrip-
lura de hypotheca.
Pelo que passo a expor se vor quo nSo
exagero, o digo pura o simplesmonlo a ver-
dade do que tem occorrido, para que se co-
nheca o modo pelo qual se administra a jus
tica naquella comarca, e como tem sido
para mim Ilusorio o recurso as lels contra
um devedor que se tem collocado cima
dolas para nao pagar a quem deve, n3o
leudo para islo outra rasfto quo nio seja a
sua vontado : seja-mo permittido este desa-
fogo, esta explosao do um justo sentmon-
loq un nio pulo deixar de ser comparti-
Ihada por todos os homens honestos, e que
se interessam pela boa adminislrac,3o da
justica, que he a mais importante garanta
da socedade.
Tive a infelicidade do accoder s rogati-
vas de Francisco Jos di Costa, e do empres-
tar-lhe, apesardas previses de alguns ami-
gos, a avultada quantia de 43437,233 ris,
sendo em prata a quantia de 29:596,611, me-
diante a hypotheca que me fez do engenho
Novo, com cuja garanta me ilud; autos
do vencida a hypotheca fez elle a quebra,
cuja historia ho por demais condecida : o-
t ii. 1 a que niio devia acceder ao coropromis-
so, quosempro oonsiderei Ilusorio, como
vei iileuu a experiencia, o trate! do accio-
na-lo : depois do urna lucta renhida o dis-
pendiosa, na qual seconsumiram nove an-
uos, o do havor vencido a lide em que so
propuoha a necossidade da hypotheca, pro
mov na comarca do Cabo a assignacSo de
dez das que me caba. O devedor confes-
sou o principal oppondo-sn aos juros. Re-
quer mandado desolvendo, o desdo enl3o
principiaran os obstculos com que tenho
luctado para rcalisar a execuc3o. E antes
de referi-los not uei que tal era a i colcelo
que se dava a este devedor, que havendo
eu contrariado os embargos que haviam si-
do recebidos, o juiz da causa desprosou n
,1011110 a miuli'i conlrariodade, pondo lim
ao processo : esta foi julgado nullo pela ro-
1,10,1o, e leve de continuar do ponto em que
lo smil ido ; por ah se podo avallar do
Araripe-de-llaixo, 30 do junho de 1852.
Joio Yicira da Cunha,
TSbT
cagio a pe
elido.
lllm. Sr.Do conformida le com o art. 3
i, l do decreto rngulamenlar de 9 de maio
de 184-2, passo as m3os de V. S. urna corron-
to de prata douraJa com urna chave para
i elogio, o quatro pecas que servem do en-
feites mesma corrente, o urna pofa do ma-
dapoln com a mnrea Samuel Jnhnston &
Comoanhia,que fo'am apprehendidos por
esta subdelegacia a pretos escravos quo an-
davam vendendo, e que leudo procedido
aos necessarios annuncios pelo Diario de
Pernambuco, ii.lt> sppareceram donos taes
objectos; e por isso, e por considerar quo
ellos se achavam comprchendidos na citada
disposifSo do decroto rogulamentar de 9 Je
maio de 1812, como movis a que mo be
adiado senhorio cerlo. us devolvo a V. S.
para os fazor arrematar, e recolber o seu
producto aoscofros pblicos, dando-meV.
S. por esla occasiSo a certeza de os haver
recobido.
Dos guardo a V. S. Sob lolegacia de S.
Jos do Itocife, 10 de julho de 1852. lllm.
Sr. Dr. Angelo llenriques da Silva, juiz de
orplifios e ausentes desta ci lade.O subde-
legado, Francisco Baptisla to Alinela.
Recibo.Fui onlreguo do urna corrente,
que parece ouro, e urna peca do madapolilo
ordinario, pelo soldado Antonio Pedro;
objectos remottidos pela subdelegada de S.
Jos a este juizo do orphAos.
Itecife, 10 de julho de 1852.Angelo llen-
riques da Silva.
mar, como declara o art 7. da lei provincial
n. O de 7 do mato de 1848, e art. 75 do re- espirito que o diriga.
lamento presidencial de 7 de fevereiro Dixando departo este inc.dento, cit-ar91
do 1851, ou seibos ha livre usar do quaos- "^xposicSo dos vexames quo hei sofredo,
queroutros.tambem fnebres, mas que nao 1 escndalo com quo se tem dirigidos
perter.cao ao cslabelocimenlo do Cemilo-- execucSo, que he ool.jecto de quo me oc-
rj0 v cupo agora.
Foi arrematado por Bonifacio Maximiano! J'vUa ora em prata a rasSo do 1,440 rs.
deMattossobfiBnCadoManoelGoncalve.sdafcdafatcao o contador nSo attendeu ao
Silva a obra da bomba o alerros a executar-1 B'O da taoe^'> Por lsso so psssou o ros-
se na estrada nova da Capunga junto ao rio .''"0 sem ttencBo a esto accroscimo que
por a quantia de 300.000 rs. fazl." P,rt. '"tegrenle da divida ; redame,
Despacharam-se as peticOes do Antonio !c?.ntr este engao que andava por 9:865,149
MoreiraReis, do Arscnio Fortunato da Sil-i*., e n3o podondo ser contestado mandou
va, de Francisco Lucas Ferreira, do Francia- o juiz, que cnlSo eslava em exercicio quo
co Pereira Lomos, do Manoel Fermino Fer- se lizesse penhora por esta diUerenca depois
"ira, elevantou-se a scss3o de exgotada a ja principiada: om balde
En Manoel Fereirra Acciole a escrevi no mostr, o abuso o injust.Qa do urna tal de-
cisSo, o juiz insisti nestoescndalo.
Para so fazer a ponhora nio appareciam
ofliciaes de Justina, porque smenlo Ir va
um na comarca: o escrivSo dedarava qde
havia de fazer a penhora, u.lu no ongenho
hypolhecado, mas noslimitesquoessignasso
o devedor, neste apuro requer ao presiden-
NECROLOCIA. te da provincia providencias a este respeito i
7'oim sant egalement persuades que i mandou olio informar ao juiz, e neste inte-
le sommeil n'est pas durable, meme rrn apparecco um individuo que lendo ob-
au tombeau, el que la mor n'ett u\o urna provisSo de olicial do justica n3o
tinha entrado em exercico, odeclarou que
fazc-lo : estes dous olli-
impedimento do secretario. Oiiveira,pre-
sidento, Mame le, Carnelro Monleiro, Bar-
ros o Ferreira.
Comiiiuiiicado.
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Kendimento dodia 1 a 9. 82:187,003
dem dodia 10.......11:881,612
94:068,615
Desearregam hoje 12 de julho.
Escuna hanoveriana Helena familia de
irigo.
Brigue inglez Richard plvora.
Briguc porluguez Laia mercadorias.
Hiato americano Fullon l'arinha de trigo.
1 III |! ti I lil ca.
Hiato americano W. W. F'ullon, vindo de
Philadelphia, consignado a Malheus Austin
t Companhia, mauifesloii o srguinto :
1300 barricas familia Jo trigo, 350 ditas
bolaxinhas, 167 caixas cli, 41 ditas cadei-
ras, 3 ditas fumo ; sos consignatarios.
Galeota hanoveriana Elene Fttine, vinda
de Trieste, consiguada a N. O. Iliebcr & Com-
panliia, manifestou o seguinto :
200 caixas 890, 900 barricas farinlia de
trigo; aos consignatarios.
CONSULADOGERAL.
Rendimentodo dia i a 9. .14:487,690
dem do dia 10......
americanas, 1 austraca, 36 brasilciras, 1 di-
namarqueis, I hamburguea, J banovetlanas,
6 inglcaaa, 1 napolitana, a 2 portuguesas.
Pauta
iiiai gneros do pali, que se despachan na
mesado consulado dt Pernambuco, na se-
mana de 10 a 17 de Julho de 1852.
Assucar em c. branco 1. qual. Arroba
a a.
mate..... 1
bar. e sao. branco.....
m w maso.....
refinado..........
Algodio cm pluma Je Ia qual,
Dilo :.......: 1.
Dito...........3.
ARO'artleutc csxaf 20 fros. Pipa
Dita......,......Canad
lilla cite i un i.........Pipa
Dita............ Canad
Dila rcslilada ... -.....Pipa
Dita............Canad
Gencbra..........Caad
Dila............Potija
Licor..............Canana
Dito......i......Garrafa
Aun/, pilado2 airobat um Alquero
quarlolas .
i,.o i .
2.305,285 M|h0......
- Pcdra de amolar
16:792,975 Oilas de filtrar .
.----------- Ponas de lioi .
DIVERSAS PROVINCIAS. !Piassal.a
Araraa.............Um
(apgalos...........Cm
nl.ii'ii.i............' Arrolla
Biscoilos ............
Cafe bom...........
Dilorastolbo.........
Dito com casca.........
Cr. :ie secca......
Cocos com casca ....
Charutos liona
Ditos indinarlos ,
Dito icgalia c primor .
Cera de Carnaulia .
Couros de Hol saludes
DiloespiaJos.....
Ditodconca......
Doces de calda ....
Dito de Cohiba .
Ditu seceo......
Estopa r.e i ,n I ....
I i oili.i de mandioca .
Feijiio .....'.*
Fumo bom.......
Dito re&tolbo '
Goinina ,......
GeniRihre.......
Lenlia de adas ....
Ditas de toros ,..... <
Pranchas de ornar, de2 cnsudo Um
Ditas no louro.........
Cuslado de ainaicllo de i!i a 40
p, dec. 2 '/, a 3 del.....
Dito dito ii-ii.M- .......
l.ust idiiiho de dito .......
Soalhodedito ,........
Forro de dilo......... *
Costado de louro.......
Costadinhodcdito......
Soalho de dilo.........
Fuero de dilo.......'
Ditos tic. cedro........
i'ouros de tatajulia *
Vinas de parreir.....,
Ditas de aguilhadas
Dilas de quiria........
Bodas i c .i u| n.i para carros
Kilos de ditas para ditos .
Mel em pipas
Cento
Arroba
Libra
Um

Libra
Arroba
Alqucirc
Arroba

Al.|ucrc
Arroba
Cenlo
Qulnbal
Duiia
Par
I na
I mol 1
Um
AJijuerc
Rcndimonlo dodia 1 a 9
654,279
Sola
Cenlo
Moli,
Mel
Arrobu
deboul da. JUM-i* mas pensando cu. quo | --,- %finT&uZ
n.uitopcioroscou assemetem lto opeio-( individuo da existencia para
m&SS^JFtSSS! hi,a.u"; m\' quom8?r ebraip&ieo
los os alao-es |uidiido ae uulro maiur e mai terrivel o
aguarda. Os gregos o os Romanos, dizia
cortoescriptor incrdulo, matavam-se de-
pois da perla de nina bstalha, OU eni um
linuarel a despeilo de todos os algo,
carrascos do mundo.
A Sennora D. Carolina estove impagavcl,
o deboutou, como Liiluziuhn, com estrondo.
Est cada vez mais feitieeira, o o ros; clavel
mais enthustasmaJo. Filan vendo a noite
ftm nna n ii. .i.-,. -,.1,,. rps!joira de bslSc
pola agitec3o do ar acuitado polss palmas;
o eolio subiremos ao Parnaso. So la
i'iMinello |i e, que voltarei poeta
_ r p nurpimiiuiiii
mas eu que nao sou as vezes nimio sensato
desas iv do sua patria, para o qual uSo viam
romodio Nos nos matamos tambm, mas
lie qisaii lo temos perdido nosso dinheirn.
ou no excesso do urna louca palxSo por un
a.iolijpctoquo uSo vale a pena, ou em um ac-
cesso Je melancola. I i nio ho fra de
I proposito discorrer assim, quando sovom
pe animando seus uobres esforcos.
O Sr. Costa esleve hontom apreciavcl ; o o
meu all'eic,!) olo o Sr. i .111 minie-. ? Que gaia-
1:1o?! levo a fortuna de adquirir as sym-
psthias pelo seu arde zombana, o he imj
um dos quoridosdo rcspeitavel. O Sr. Mello
satisfas multo lias partes de vclho o millas
i ni dessipado alguma m volitado que a sua
voz.um pouco sonora, Ihe ia adquiri lo nos
papis do carador srio O Sr. Tollos con-
tina a merecer o crdito, quo logo na pri
epeccaminosa loucura.
No dia 9 entrou da Babia o vapor tiolnho,
quo pertcncendo a estarlo do norlo segu
para o seu destino, ten lo demais um con-
cert a fazer n m i'.niir,
O celebre mgico llerr Alexander diverta
a populara da ciJaJo do S. Salvador com
as suas nigromancias, e apesar de tojos os
boatos Je desorJens, que deviam aclarecer
por occasl.to doanniversario do 2 do julho
do 1823, passou-so all csse di na maior
tranquillidado, no mcio do muitos festejos
qu'une Irnasfiguration gloricuse.
CHAl't VMOIHMl.
Repassado da msis pungente, dr accabo
Jo ver suecumbir aos golpes da negra mor-
le, na manilla dodia 5 de julho, o meu mui-
to prezado amiflo o collega Valdevino Gleo-
don de llollanda Chacn, ainda em lodo o
vico da juvenlulc, contando apenas 20 au-
nas do iJado. Filho de pie- [ilustres, era
elle natural da provincia da Parahyba; havia
cursado diversas aulas preparatorias com
iiiuil i vantagom ; o no corrente auno lecti-
vo frequentava com a mesma fortuna a de
inglez, sobresahindo aos demais companhei-
ros, tanto om sua capacidade intelectual,
como em seus costumes moraes, e devores
os hol.iivs. Perdeu o lyceu um dos mais dis-
tinclos alumnos Siuto lacerar-mo o co-
rarjSo a mais aguJa magoa nosta hora om
eslava prompto a
ciaes despresaram a hypotheca. que era no
engenho Novo pelos limites, pelos quacs
o havia comprado o devedor e o possuia, e
fizeram a ponbora pelos limites quo indicou
este.
Esto procedimento era urna vor ladeira
burla, com a qual me mo poJia confor-
mar: prmeiro, porque o devedor n3o po-
dia a seu talante rest'ingir os limitos da
propriedade hypolhecada, diminuindo por
osle modo a garantia que estabelccia a mes-
ma hypotheca, e subtrahindo parle da cou-
sa hypothocada; segundo, porque o engolillo
assim limtalo perdia consi leravelmento
Je valor resultando Jahi que nao acliava
lancador, o que alinal ido soria adjudicado
um engenho mutilado, c sem valor corres-
I II l i HI III i II II l> '] aJ.i ai.ni. ... ~ -
que me record daquellas delicadas manei-1 pondento a adjudicado lerceiro, porque
ras com que traclava a todos os seus condis- sendo corta e determinada a causa hypothe-
cipulos, e do doce nome de amigo com que da nella so devia lazer a ponhora, e n3o
...,.-....,.. r..,.,!,i Innnnp npm ngrdaSSO 20 UCVCUOr.
Dos immenso! Quo! Ainda hontem o
vamos to vigorozo, to choio de vida, e
Moje exange, fri o inamimado, como a
u i-noza bonina borrilida pelo fresco orva-
lhoda madrugada surri gentil ao assomar
da aurora, eao crepsculo da Urde, mur- e illudisse a hypotheca, dosignando limitas
chacsccca prostrada por torra serve de pas-1 mu diversos dos que foram assignados na
lo aos humildes vermes !!! Equem vista lescriptura de hypotheca, e diminuindo por
aculo acreditar ainda :t'St modo inaudito a garan
Estas rasos quo sin obvias e fundadas
em direito, mo furam atlenJiJas pelo juiz :
a ras3o, a justica e o direito foram supplan-
ladospela vnntaJe do devedor, cstabclecou-
do-so o absurdo de que o JeveJor limitasse
meira recita adquiri, de lalentuso e bom )|^gum rf6siJ 6"'. como aitestam as
rom ico.
Eis o que lia de bom ; agora permiltir-
me-ha o Sr. ompresario, quo llio diga o que
lia de mo.
Nata diroi da decorado do thoalro, que,
bom sci, mo comporta melhor; mas niio
posso deixar em silencio, quo os tragos cm
geral s3o possimos, o de onlro mez a ex-
cepto das damas, quo so a re.--mani Mein
vestidas. Eu mo quera ricos uniformes,
porque vojo os poucos lucros, que poJcm
licar das recitas, mas parece-me, que elles
11,11> para melhor do quo actualmente so
usa.
Tamben acho quo alguns comparsas tra-
/."in as pirtes podlndo cnsaios, e denun-
Entraram duranto a semaea 15 embarca-
tos e sahiram 14.
Ronden a alfandega 81:323,340.
Falleccram 31 pessoas : 12 homens, 9
mulhorcs e 7 meninos livres; 1 homem, 3
mullicres o 2 meninos escravos.
Ucparticao da polica.
DIA 9 DE JULHO.
lllm. o Exm. Sr.Furam honlcm presos;
minha ordom, os guardss nacionaes Fran-
cisco Antonio Vioira, Jos Vicira do Lira, Se-
bastiSo Antonio dos Santos, Manoel Thom,
,mi *-." 11 i -i i t. iiii'i i. !,.- ii'. uiziiuii 'll na
ciando pouco osudo. U.db tal falta compro- ,JoSo Uaplistsi, Jos i-ercira de Jess c Ma-
motteoactor, e assassina, que sacrilegio! noel Jos do Mol o, afim de scrcm processa-
a pobre peca. Essa falta rcuara-sesem gran- Jos pelo delegado do prime.ro districtu d s-
tlcsdesuczas lie termo, por terem deixado fugir ao on-
E urnas malditas lamparinas de azeilo da trar nesta cidade dous recrutas quo condu-
bocca do thealfo, que as vezes se i.flamam, !?!a,mJp,*.'im serem entree"-3' re
e lancum urna trrenlo Je ftido fumo.como
Vezuvios, que nos estragam os canacs na-
zaes Quando tal me acontece, e eu recebo
una torrente do lal fumo aromtico, fico
por toda a noite incapaz de saboriar urna
pilada do meusimonle.
E assim como quem nSo quor a cousa cs-
tou qussi folhetinciro de llieatro .'
Pois bem, para meu castigo faco ponto
qu'. AJeos, saode, a nona patacos.
P. S. Corre como coito que S. Exc. parle
no dia 22 do corrente.
------------------ranria" ---------1
PERNAMBUCO
RECIFE 10 DE JULHO DE 1852.
AS 6 nonas DA TiRDB.
fclrospeclo Semanal
Enconlraram-se om nosso porto, no dia 6
pelo delegado do Irrmo do Cabo com oflicio
do 2 do correnle; n orJem do subdelogado
da fieguezia de S. Fr. Pedro Concalvcs, o
puto Ignacio, oscravo do Jos Baptisla da
Fonscca, por assim o haver requisitado seu
senhor, e Podro tambern oscravo, sem decla-
rarlo do motivo; ordom do subdelegado
da freguezia do S.-Antonio, Felippn do San-
tiago, por uso de faca de pona ; ordem do
subdelegado da freguezia de S.-Jos, o por-
luguez Antonio Fernaudes Braga, por ter
espancado a urna preta livre ; e do subde-
legado da fregnezia da Boa-Vista, JoSo de
Dos Cabral, por ebrio o desobediente, o pre-
to Vicente, escravode Barlholomcu Rodri-
gues, por andar fugi Jo, e Folippe Nery Ro-
drigues, por desobediencia.
O delegado do prmeiro dislricto deste
termo participou-me por oflicio de hontem,
qu no dia antecedente havia amanhecdo
suicidado na loja de sapateirode Manoel Jo-
de somelhanln espeelacu
as miserias do mu Jilo ?!! Nenhuma con-
dicSo ha que liberto a creatura humana das
impias garras da mor'e. Tanto aquello que
vive no misero tugurio, romo o quo habita
lmalos palacios o he senhor do inlimto
cabedal, todos Mo de pagar o tributo na-
tureza. Quem deria quo Valdevino Cleodon
de llollanda Chacn, planta nascida hontem
e apenas cultivada exhalara lio dopressa o
ultimo ai i'' mi '.
Quem deria que ollc, astro luminozo de
dia 13o brilhante e faguoiro seria eclipsado
pelas sombras trevas da noite! Quem do-
ria (nal que dentro de 7 das um accesso
febril o occullaria para sempre s nossas vis-
tas !!
M*S para que carpir tanto a sua separaran
da nos, seclle n3o morreu, antes de novo ro-
assumio urna melhor existencia toda chea
de alegra real. Tu quo lindas a alma t.lo
pura co
lelas
eras 13o amigo de leu amigo, que perdoavas
as injurias com a mesma docilidade com
que prostavas un servico, quo eras o orgu-
Iho da patria ; tu nio podes deixar de viver
em sociedado com Dios, csso Senhor omni-
potente que em sua alta sabedoria julgou
acertado aparlar-te de nos para logo dar-te
o morecido premio de las vrtulos. A leus
queridos paes que nSo po leram cerrar-te as
palpebras no solemne instante de tou pas-
smenlo, possa hojo servlr-lhos de lenitivo
sua justa dr as virtuosas qualidades quo
te caraclerisavam, o que todos nos, leus
amigos o companheiros, regando o leu se-
pulcro com copiosas lagrimas oramos a
Dos com fervorozas supplicas pela la can-
dida alma. Eidamansa etherea rece-
bo o triste adeos, saudade eterna de leu
amigo.y. S. II de Yasconcetlos.
Recife9dejuldo de 1852.
ntia a que tinha
eu indispensavel direito.
Este fado quo apenas so acredita, po f-
ra do contest*c3o o quo tenho avonturadn,
isto he, quo a exeouelo tom sido dirigida
pala ventada do doveJor con irritante vio-
lacSo da lei, e com escarneo ua justica, o
quo a necio dos Inhumaos, a ellie icio das
leis tem sido impotentes para proteger meu
bom direito: o dovelor soborno e forte
com a protecC/lo que tem encontrado pro-
testa quo iiii bei de ser pago, ou hei do s
lo pelo molo que ello bem quizer, subsis-
tido as desmembraedes quo tem foito do
bom hypolhecado, e quo tem consideravcl-
mento Jim muido o valor o importancia do
engenho Novo.
E de que servom as leis, de quo sorvem
ostnbunaas, quaudo soprocide porseme-
IM i'iio modo:'
No apuro emque mccolocou umsemolhan-
nuuuiiuiiiiiioiiiii" .o. ,,.,.,_.,, c.._.- .,r..,ih^
Idemdo dalo. M....... 104,127 ^ioc" '.h..........
zr"rrr uni>s oe ho.........canto
758,406 couros de cabra.......
Aieite dacarrapato......Canad
I \|itiit:u :it). | "
Bounos-Ayrns, patacho llamburguez Er-, JVlovitllCIlt nestina, do 225 toneladas, ennduzio o se-
guinte :--177 pipas com agoirlcnte 52sac-'
eos cota )0 ai loli i de caff, 300 bsrricis o
100 barrinquinhas com 2,803 arrobas de as-
sucar.
Buenos-Ayrcs, a escuna Dinamarqueza Al-
ma,Jo 135 lmela Jas,fonda/ni o seguinto: -
'..mi
1,7nt)
1,400
2,400
i ,400
2,OMI
fi. tina-
S.tiitl
i.2no
55,011
3n,s
Bo.nnii
310
68,1.1111
330
110
400
ISO
100
1.....o
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3.OH0
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5,11110
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J.BiiiI
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1,000
17,900
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Ib.lliii)
Navios entrados no dia 10.
Triest -- 113 das, galeota hanoveriana Me-
ln, do 74 Mondadas, capilSo J. G. I.ut hl,
cquipagein 5, carga Mu niM.i a N. O. BieliOI
l Conpanhia. -- Entrou para o mosquei-
io hontem depois do sol posto.
60 pipas cachaca. 600 barricas com 4,524 ar- p,ra|,i|,a--2 dias hlale brasiloiro Exlia-
robas o 3 libras do assucar. |aQg0 (|e 37 toneladas, mestro Antonio
Porto.bsrca Olimoia. do 361 toneladas con- Manol AlToiiso, equipagem 5 carga l-
duzo o seguinto : 334 barricas. 1C2 ca- ros uo mangU0; a Jos da Silva McnJuii-
xas, 80 saceos, 13 lascas, e 1 barrica com
8124 arrobas o 6 lioras de assucar, 13900
edifres de novilhos, 2324 couros salgados,
59 couios espixados, 260 toros do talajaba,
779 sacess com 4 barricas farinha de man-
dioca, 1 lata goma de enn'ommar, 1 caixa fa-
rinha de mandioca, 2 barris mol, 40 arrobas
estopa, II saccas calle, 2 siccis arroz,2 cii-
nes doce.
RECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS CE-
RAES DE PEBNAMRUC.
RenJimento do dia 10.....1:284,505
CONSULADO PROVINCIAL.
RenJimento do da 10.....4:582,311
ca Vi.mu 1. t.011.1.1/ a familia do mestro.
.M,-.ceiii 8 horas, patacho brasileiro Ami-
zade, do 147 toneladas, capilSo JoSo Di-
macono deAraujo, equipagem 10, car^-a
pedra; a Joaquiai Pinheiro Iscomo.Vcio
receber pralico osoguo para o Ass.
Liverpool --39 dias, brigue inglez Richard,
do 296 toneladas, capilSo William Wlic-
te, equipagem 16, carga fazenJas o mais
gneros) a James Crabtree & Cumpauliia.
Mi "non -- 40 dias, barca ingleza Tnonias
Mellors, to 257 toneladas, capitn Paul
Murphy, equipagem 14, em lastro; 1 Rus-
sel Mellors & Companhia. Traz a familia
do capilSo.
Navios sahidos no mesmo dia.
rilfti,.\ DO RGCIFG 10 ni. 11 1.un UL 1852, Liverpool galera ingleza Columbus, ra-
AS 3 HORAS DA TARDE. piiao Rjclisr. Coble, carga assucar o al-
ttevista semanal. go 13o.
s------YST'VtJa'O "' 'C "'" d8 J,no.iro "?r6U0 1,r.aseiro 'neansa-
adinheiro
Algodao- l-'.uiraraui 1027 saccas, que fo-
ram vendidas a 5/1100 por ar-
roba do de primeira sorlc es-
colbido, c 5(800 do regular: e
de ;..'......i.'u) .no do de segunda
sorte.
Assucar Nao se poderam sustentar os
precos antecedentes, cm cou-
sequeucia da m qualldadc do
que din entrado por causa do
Invern. As vendas regula-
ran] : terceira son superior
vel Macicl, capilSo Lint da Peona caiga
sal epalha.
Navios sahidos no mesmo dia.
Poito barca purtugueza Olimpia, capilSo
Jos Mima/, de Lima, carga assucare
mais gneros. Passageiros, Antonio Ja
Costa Ferreira, Lino Ferreira da Silva,
Manoel Antonio Soares da Silva e sua fa-
milia.
Buenos-A vres-- escuna din iniarque/.a Alma,
capilSo John Schreiber, carga assucar ea-
goardeoto.
itoo por arroba, terceira dila |j,.m patacho hamliurgoz Ernestina, cap
;omo a propria pureza; que eran as de-'leproc-)dor, intontei o recurso do appella-
do leus paes, que to idolatravim, quo i-a0i para quo seja reparada esta injuslica,
* da qual me resula damno irreparavol que
autorisa aquello rocurso : tonho f na inte-
ei id ule do ni Mon,-i darelacSo, que nio san-
ciono lio rovoltante iniquidade o clamorosa
injuslica, o quo d provimento a appclla-
i-'ui; o nesta f si abriga a minha ultima
(.poiaiirii, a conliancii que nutro do qun
taes demandas n3o sejam ropclidas, e quo
nflo tenho procurado em v3o a execugSo da
lei, quo garante o i rolego o mou direito, e
por mais de urna vez tenho obtido desle
tribunal da relapso a juslir,a que me lio de-
vida, e desta vez es;ero obto-la.
No entanto a cxccucflo so va i protelanJo
ni lulinnl im-iile, o cu me vejo obrigado a
sus'ontar demaujas reunidas para ennse-
guiroque mo nflo pJe. ser legtimamente
disputado; o devedor vai coaseguindo os
seus lins, o a cada passo a axecuolo da lei
vai sendo ludibriada, e tenho de I notar
com novos embaracos.
NSo sei quanJo locarei o tormo desta luc-
ta, na qual proseguirei apesar de todas as
desvautagens, porque de meu lado esl a
justica eo bom direito; o nem sempre a
iniquidado ter o imperio sobre o justo o
doneslo.
Sorei incansavel em patentear ao publico
o que fr occorrendo ; procurarei eslo desa-
lago omquanlo nflo obtiver dos Iribunaes
superiores a justita quo me lio devida, o
Correspondencia.
Srs. Redactores. A'ce roa de dez annos,
que lucto com um devedor recalcitrante,
que apesar de lodos os meus esforcos, tem
consegu Jo neutralisar a aceflo das leis e
zumbar Jo sua eilicacia, protelaudo indeli-
nidamente a execu;3o que contra elle no-
vo, e consoguiodo dar a esta execucSo o
modo que mais conveui aos seus inleresses.
regular de Jj250 a 2/100: qua
ta dila de 2/150 a 2///00; quin-
ta c sella de 1/840 a 'I: mas-
cavado cscolbido a 1/700 c do
regular a 1/450 por arroba.
Ilacallio Rclalhou-sc de mJViOO a 11/
por barrica, licando cm sci
3,000 barricas.
Cafe- ----- Vcndeu-sc de 3/100 a saino
por arroba,
Carucsccca,- ldciu de o/300 a 2/700 por ar-
rolla do Ki,i Grande, c o dono
da do Km da Prata pede 2/0o
por arroba; licaram ein ser
41,000 arrobas da primeira e
12,000 da segnnda.
to J. D. Mllcr, carga asucsr e agur-
denle.__________
EDITAES.
0 Dr. Jos Quintino le Castro Lo3o, juiz
municipil e de or,.h3os do tormo do (Hui-
da, comarca da cidade do Itecife do Per-
nambuco, por S. M. o Imperador, a quem
Dos guarJe etc.
Faco saber aos que o presente odital vi-
rem, que achan Jo-so vago o oflicio do es-
crivSo do crinio, civol, judicial, e notas des-
te termo, convido os pictoiidcntcs, na forma
h-Ilysson- Idcmdc i/ioa ifiSupor libra, do disposto no arligo llilodocreto n. 817
Far. de trigo dem de 10) a 17/ por barrica de 30 do agosto do unno prolimo passado,
da de Itichinond, 14/joO a de a apresentarem seus requer metilos no p.-a-
llalliinore, I5/.00 a Iti/OO da s0 ,0 60 jjas C0|llar Ja jata JcStO. devon-
J! E?i-'il ?mb,.8,*?..1,!/ J. rtigo 12, sorem aorcscnlados a oslo j.ii-
ZSSfiSfcST' I p.r,laze-is aeompanl.ar do inforinacOes
Louca iuclcua dem de ilo a 215 por cenlo sobro as habilitaccs, o merccimento de ci
sobre a factura. da um dollcs : outro sim, os pretenden! s
.Mini'-i i------dem de 560 a 58o rs. por li-idevero observar o determinado DO artigo
lo.i da inglesa de vacca, c 380 14, sondo o examo de suflicienciu feto pe-
ranto o Exm. presidente da rolacSo.
E para quo cheguo a noticia Je todos >e
passou o presento, que sei publicado pola
iniprensa, o mais outros do mosmo tlieor,
sendo alllxnJos na casadas audiencias,!'mis
lugares mais pblicos desle lernio, na forma
do mesmo artigo II do diado decreto.
Passado nesta eidado de linJa, cm 10 Je
julho de 1852.Eu Eduardo Daniel Caval-
cautl Vellez de Cuevara, escrivSo interino
o escrevi.
Josa Quintino de Castro Ledo.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, em virtudo Ja rosolucSo
do tribunal admini-lrativo de 8 do coirenlc
manda fazer publico que as sesses se-
guintes do mesmo tribunal que sSo m|s
quintas foiras coiitinuaran a praca dos con-
tractos do obras publicas abaixo declarados.
Punte da Passagemtia Magdalena, avha-
la em 24:880,810 rs., tomandii-se por baza
d'arremaUcSo o oll'ereciment l'eilo l"'lU
rs. por libra da do Porto.
Passas------------Iteti.lharaiu-sc a 5/por caia.
Sabo ----------- Vcndeu-sc a ll'O rs. por libra
do I) o-liili i!.
Toucinlio-------Mein de 4/ a (i.," por arrobado
de Santos.
Vinagre----------dem de un/a (i.j/ por pipa do
de Lisboa.
Viulioa----------dem de 111/ a Hnj por pipa
do branco de Lisboa lili, c
de i20jr a >2...-- o linio, c de
100* a r.ii o de outros auto-
res.
Discoulos O banco descontou letras a
vencer al outubro a seis por
cento ao anno, e at dczcui-
hro a S por cenlo; e os parti-
culares letras a vencer de tres
a oi'o nic/.es de i a 10 por cen-
to. Traspassarain-se algumas
acedes do banco a 15 por cen-
lo do premio ; c da companhia
de Itcberibepur 15/.
Frotes ... Nada se fe/.,
licaram no pono 42 cnibarcacOes, sendo v
fcsvKJI JHHKMy WJK*%ttZ9Sm^&\&+>&Zkf*J
"^p *-..- -'^-' >*
}'-


.
*r.
------
= 3
leoiunlc Js Gon{slvcs di Porciuncula.de
' uulo lauco J> estrada do Norte avaliado
am 18:^15,915 rs., lomndose por baze
ircmalacSo oflcrecimouto feito pelo li-
(iiaiUn Manool Antonio dos Pasaos e Silva,
f \i por cont.
AsairoroalacOossorSo feitas na forma dos
,ris >i o 27 da loi provincial n. 286 de 17
dciiiaio do 1851, e sob as clauzulas espo-
ciaesja annuuciadas.
i; para constar so rnanlou aflixar o pre-
sente, c publicar pelo Diario.
Secotalia da tbesouraria da fazenda pro-
vincial do l'ornambuco 9 de julho de 1852
(i secretario, Aulonio Ferreira d'Annun-
riacilo.

Declaraes.
.. Pela secretaria da cmara municipal
do Recita, so declara aos sonliores escri-
vfiosde paz di) todos os dislrictos das fro-
guezisl deste municipio, que receboram li-
tros pira o registro dos nasciruenlos eob-
los que deverilo rccollior quanto antes
mesan secretaria ditos livros, visto que se
achasuspensa a exccucSo da lei quo creou
dito rogistro.
Uanco de Pernambuco.
Os ilcscontos na semana quo decorro de
12a 17 de julho, sao do 6 por cont ao au-
no, para as letras a vencer al o lim de ou-
iiibro, e para as avancer al 6 mozos lie o
jo H por cont. Banco de Pernambuco 10
de julho de 1852.
S. Fie. Itvma. manda declarar quo tcm
encarregado o Itvm. provisor do Bispado,
francisco Jos lavares da (;ma, resiliente
n;, i na da Cruz do llccife, sobrado o. 56, de
rerober os donativos que forem oflerecidos
para a religiosa obra da PropagscSo da F
nulas pessoas quo quizcroni lucrar o presen-
ta jubileo, concedido polo sapienlissimo pi-
ilre Piu IX, annunciado por S. Fie. Itvma
em >UI pastoral de 9 de juulio prximo pas-
s, do, aliui de os roiuelter para a cidadedo
Lefio de Franca. Palacio da Soledade, 8 de
liilhodc 1852.O padre Jos Antonio dos
Santos l.ossa, secretario particular de S.
I se livma.
REAL COMPANHIA DE PAQUETK.S 1NCLF.ZES
A VAPOR.
Nodia 2l1lrsle mez, ospera-
se doSul, 0 vapor Severn ,
i iiiiiniinl.ini Chapman o
qual drpois da demora do
ruslunic seguir para os portos da Kuropa :
para passagoiros, trati-se em casa da agen-
cia, na na do Trapiche Novo n. 42.
- Os credores do Calido Leopoldo Jos da
Cosa Araujo, residentes nesla prac, Viuva
Ainoriin lilho, Olivera Irmflos *i Compa-
iilna, Antonio Ignacio do Melenos, Jo5o la-
varos Cordciro, Amorim & Irmilos.Joao l.ei-
to Pilla Ortigucira, Manuel Concalvos da
Silva, ilussell Jlellors .v Companhia, Jos
Rodrigues l'creira, Deane Voule & Compa-
nhia, Aiitouio Francisco da Silva Can u;,>, \n-
Ionio Joaquim deSoaza Riboiro, Novaes &
Par Lisboa com brevidade, por lor jrfljjt Troct-se por quarlos ou ven-
parte da carga prompta, soguo o brigue porlu-| "P*"^ de-so um bonito ca'vallo rodado,
guez I aia, cipilfio Jos do Abreu, tara carga r^S^l inda poltro, muilo proprio para
ou passsgeiros, para o quetcm os molhores| HJJ um cabriolot; na ra da Guia,
commodos, a fallar com o mesmo capitfio,ou|cocl,eira de Joaquim Paes l'creira da Sil-
cornos seus consignatarios Francisco Si-ve-fVa, n 13, ou na ra da Cruz n. 34.
nano Hallullo & lilho. OCferecc-se um rapaz poitugucz para
Para o Ai acal v. caixeiro de venda, ou outro qualquer esta-
Sahe com brevidade, o bom conhecidohia- helecimento, para tomar conla por balan-

*y^
te Novo Olinda : para carga trata-se com o
consignatario J. J. Tasso Jnior.
Para o Rio de Janeiro, sahe
com a maior brevidade possivel, o
patacho nacional Valente, capitao
francisco Nicolao de Araujo : pa-
ra carga, passageiros c cscravos a
(rete, trata-se com o mesmo cipi-
to, na [naca do Commercio ou
com os consignatarios Novaes &c
Companhia na ra do Trapiche
n. 34.
Para c Itio de Janeiro, sahe
com a maior brevidade possivel, o
brigue nacional Itio Ave, cajiito
Elias Jos Alves: para carga, pas-
sageiros e escravos a frele, trata -
se com o mesmo capitao, na pra-
ca do Commercio, 011 com os con-
signatarios Novaes k Companhia,
na ra do Trapiche n. 34-
Para o Maranhio e Para o brigue escu-
na n 'ni", capitfio Jos Piulo Nunes,recebe
carga o passageiros: quem pretender dirja-
se a ra do Trapicho o. 26, a Callar com o
consignalario Manuel Ouailo Rodrigues.
Para o Itio de Janeiro sahir imprete-
11 vi mente 110 da 1 i docorrente a barca na-
cional Firmeza ; paia passageiros c escra-
vos a .'reto podu-se tratar na ra da Gldeil
11. 40, ou com o capitSo Joaquim Antonio
Goncalvas dos-Santos, na praca do Com-
meicio.
JLeilao.
companhia, Manoel Joaquim Ramos e Silva,
Manuel Jos Ribeiro.Jos Cypriano de Moraes
I una, Jaciolho I.IosIijo. Caetano da Costa
Moreira, Jos Antonio da Cunha & Irmfius,
c Antonio Comes; Marcelino de Souza Perei-
ra de lliito ein Lisboa, Antonio Ferreira da
silva Santos no MarsnhSo, Novaes 61 Passoa
no Rio de Janeiro, Araujo & Carvalho na Bi
loa, Manoel l'orroira dos Santos Magano em
..tu i.iith 11 um, Antonio Ferreira da Silva
cm Santos,-Manoel de Souza Go nes, Manoel
Jos Rodrigues Valadares, e Francisco Jo-
te da Costa Araujo, no RioGrando do Sul,
cornparcc.au] por si ou por seus procura-
dores bastantes na casa da residencia do
Dr. Jos Raymuniiu da Costa Menezesjuiz
municipal supplonle da segunda vara o do
r.ouimercio, na ra da Madre de Doos do
bilrro do lUcile n. I, primoiro andar no
da 13 do cun ul" mez a urna hora da
tarde, para nomearem os administradores
da i-a I.illi.li, visto quo os nomoados nfio
aceitaran! a nomeacSo licando os mesmos
eredoies advertidos quenaoseraoadmitlidos
por procuradores se esto nao tiver poderes
especiaos para o acto, e que a procurado
iiiiu podo ser dada a pessoa quo seja deve-
dor ao Calido, nom um mesmo procurador
representar pordous diversos credores.
Recite 8 de julho de 1852.O escrivo ni-
drio, Manuel Joaquim Baptista.
Pela segunda secefio da mesa do con-
sulado provincial se Caz publico, qun do dis
ido corrale mez so principia a cobrar o
imposto dfl 20 por rento do consumo das
Coas-ardcntes de producirlo brastleira do
segundo semestre do anuo fiuanceiro de
I Si I a 1852.
O arsenal de marinba a limito, para
suas obras c para as do mclhoraincnto do
porto, serventes livre*, pagandu o saiia-
110 do 640 rs. nos das em quo Irabalha-
rem ; o bem assim, engaja 10 canooiros
livrea, pagando por moz 141/000 rs slm
do una racSo avahada cm 6/000 rs fsm-
liem por mez. 1: por isso convida por
este ,1111111110111 a quem convier, a compa-
recer no mesmo arsenal, a qualquer hora
do lia, para se iuscrovorem. Inspectora
1I0 ai seal de marinha, 28dojunho de 1852.
O secretario, Thotn Fernandos Madeira
de lastro
Johnslon l'ater & Compa-
nhia fazem leilo, por intervenco
do corretor Miguel Carneiro, boje
1 a docorrente, as 10 horas da ma-
nh3a, no seu armazem narm do
Vigario n. 3, do um completo sor-
tiMiento de fazendas inglczis, ro-
prias dcste mercarlo.
Richard Royla Cara lei!3o, de variedado
de fazendas ingiezas, para fechar contas :
segunda foira 12 do corrento, s 10 horas da
maniiaa, noseu armazem, na ra da Cadeia
do Recife.
Leilfio, que faz Francisco Cuedes de A-
raujo, por conla de quem portoncor, de 200
caixas e 50 rreies ditas com passas : terca
feira 13 do corrento, a porta do seu arma-
zn, na ra do Amorim n. 41; e ao meio
da em ponto, ir a leilfio, um excellente
cavallo, proprio para carro.
O corredor Miguel Carnciro, far leilfio
no dia terga-feir 13 docorrenio rs 10 ho-
ras da msntiSa, no seu armazem na ra do
Trapiche n. 38, do divesas mobilhas para
salla, gabinete, qliarlos, salla de j miar, CU-
sinha etc. etc., assim como um ptimo pia-
no, rologios para cima de mosa, ricos qua-
dros com estampas, prenca para copiar car-
tas, burra de forro, e outros mudos objec-
tosqucvalema pena seren arrematados'
.....III.IIM11 __________.
Avisos diversos.
s>
Pulilicarocs Iliterarias.
I ELEMENTOS. -
DE %
IOMEOPATIIIAl
SAIIIO A IIJZ A 3.* F. ULTIMA PARTE
_ d-.sU obra composla polo proCessorde 2
homopathiaGosset liimont di-lara *
2 5/000 a obra inteira at 30 do junho, J
7 dia om que licjr encerrada a nssig- 2
9 natura. Esta obra heutil, tanto para 2
* os o c icos que so dndicarem ao es- '
W tu lo da nova modicioa, como para
* todas as pessoas do boa vontado que ?
quizcrom convencer-so porexperien-
cas da vordado desta doutrina, por f
9 ser olla niuito clara,c a iutolligencia *
W do lodos, ?
A -No consultorio homcopatbico ra Aft
9, daaCru/cs 11. 28. *
Francisco Pinto Osorio, sangrador e
lentista, participa a seus Creguezos ojun-
tamento ao rcspeitavcl publico, quo o po-
den procurar, para qualquor misler do sua
arte, cm sua luja na ra estrella do Rozario
n. 2.
Aluga-so um negro ptimo eanoeiro ,
remador c proprio para qualquer sorvico :
na ra do Itangol 11 59, segundo andar. Na
mesma casa vende-so un; violfio do Jacaran-
da do cxcollentos vozes.
- Quem annunciou queror comprar um
caixfio para depozito de padaria : dirjase
a ra do Rangcl n. 59, segundo andar.
O 8r. Jofio Antonio Pereirs Montoiro ,
ten urna carta viuda de Lisboa : na ra do
Trapiche, armazem n. 9.
Peideu-sc nodia 10 do cor
ou mi 'ni ello, pata o que tem bastanto
pratica; quem de seu prestimo se quizer
uliliaar, dirjja-se n pracinba 11.10, das 10
as 3 da tardo.
Atlenfo.
Anda so acha Cogida desdo 13 de junho
prximo passado, a mulata Mariana com sua
lilha Constancia de 7 annos, a primeira re-
presenta ter 30 annos de idade, alta, rosto
descarnado, Calta de denles na frente, e cos-
nina amarrar o cabello quo ufio he bem es-
tirado, levou urna trouxa com roupa, cons-
ta que tem andado pela Turro e Ponte do
Ucha acollada, e por isso roga-so as auto-
ridades policiaes,capitfiesdo campo,ou qual-
quer pessoa particular, a captura da reCerida
muais o lilha; e a levem na Passagem, en-
tre as duas punios, casa terrea, junto ao so-
brado do Sr. Jos dos Santos Nunes de Oli-
veira, que se recompnsala geuerosa monte.
Desoja-se alugar um sitio com bastan-
tes r iinni al,,', para urna familia estrangei-
ra, nos lugares da Soledade, Mcndego ou
Manguinlio : quem o tiver dirija-so a Iratar
na nnilirui 1I0 ferio da na cln linim.
A pessoa que annunciou no Diario de
9 do correte, precisar de um caixoiro bra-
sileo para um deposito, na ra do Santa
Rita, dirija-se a ra do Rangol 11. 36, segun-
do andar, ou annuncie a sua morada para
ser procurado.
Urna pessoa mu habilitada para cobran-
Cas se offerece para cobrar para o llrojo de
Aroia, llananoiras, Iguarabira, Laga Nova,
Lagos Grande, Itabaiana, Pedras de Fogo, e
outros lugares,que nostes quatro das parle:
a tratar na ra do Queimado n. 16, luja ue
miudezas.
Procisa-sc do dous ofTiciaes do cliaru-
teiros quesejam peiledos no seu trabalho;
em fura do Portas, venda de JosGoncalvos
Cascfio.
-- l'revino-sea quem convier, que nfio po-
da ser cxlrahida a lotera concedida a favor
da irmandaJe de Nossa Scnhors do Rozario
da Roa-Vista, sem quo o thesoureiro, o Sr.
Silvestro Puroira da Silva Guimarfios preste
(ianca, nos termos do artigo 8 do regala-
monto de 27 de abril de 1844-
-- Manoel Teixeira do Andrade fazscien-
to ao rcspeilavol publico, que o Sr. Antonio
Canti,lio Jos Machado deiiou de ser seu
caixeiro desdo o dia 7 do corronte mez.
-- Quem tiver urna carroca nova, ou om
bom esladu que a queira vender, dirija-se a
ma Nova, casa n. 52, sogundo andar, quo l
achara com quem tratar.
Quem precisar do um forneiro, dirija
se a ra larga do Rozario, ao p da policia
n, 19.
-- Precisa-se do urna possoa para lomar
conla de um labolciro do fazendas para ven-
der, sen io a pessoa mesmo quem carregue,
dando liade-r que possa responder a todo
lempo : quom quizer fazer este negocio an-
nuncie a sua morada.
J v.uii 1 Jos de Souza rotira-se para o
-- Antonio Fernandos da Silva, subdito
portuguiv, vai ao Rio de Janeiro.
Caetano Pinto da Veras, pedeorogaao
Sr. fiscal da (reguezia dos Afogadus Joaquim
Jos Relio, que queira ter a bondade de in-
formar o roquorimento que o supplicanto
fez a illustrissima cmara sobre o caes que
deo principio a fazer o Sr. Jacintho Elesbfio
na frente de seu sitio da travessa do Reme-
dio 1,. 23, sem liccnca e cordesclo, no qual
demonstra o supplicanle nom documeutos
qual lem sido o seu procedimenlo na quali-
dade de fiscal ; quo s illustrissima cmara
Ihe mandou informar,ainda que seja da Cor-
ma que j pralicou pelo seu uflieio de 26 de
Janeiro do crrante anuo,publicado por oste
Diario n. 143, pois deseja que o publico del-
le loiiha conhecimenlo, o que nfio pode fazer
avista da sua morosidade.
Ojuiz municipal do termo de Olinda,
convida as pessoas abaixo assignadas, que
requereram ao governo imperial o offlcio de
escrivSo vago pelo fillrcimento de Joaquim
Jos Cyriaco, se dignrm de apparecer na
casa do sua residencia 001 Olinda, para roce-
hereni seus leqnonm 'nlos e documentos
annexos:Jofio da Cruz Foroandes do Sou-
za, 1 diiar.lu Daniel Cavalcanli, Bellarmino
l-'i nniiii Bezerra, Jofio Soares Itaposo.Chris-
lovfio l'eroira Pinto, Filippe do Nascimento
de Kanas, Jos Geraldo do Lima, Antonio
Melquades da Silva.
Dos Disp5e.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, tradu-
zido em porluguoz, o excellente romance de
Alexandre Humas,que tem por titulo, Dos
DispOe, vendse na liviana da pi ac da In-
dependencia 11, lio,s, a 8,000 rs. constando
de 6 v,llames.
Perdeu-se no dia 8 do corrento urna
camisinha di menina, de cambraia do linho
cm follia, bordada por baixo, com um bor-
dado da largura de quitro dedos no talhu,
acconlus o mangas com outro de dous dlos,
luda abena de renda franceza, embrulhada
cm urna Colha de papel alinaco, desde a
igrej de N. S. do Remedio em seguimenlo a
passagem da Magdalena,Chora-menino,Mon-
dego, hirco das Barreiras, ra dos Jasmius,
do Coelho, S. uoncalo, patoo da Santa Cruz
at a roa do Aragfio : quem a achou queren-
do 1 o a iiu. .,1, dirija-se a ra Nova no billiar
Craucoz, quo se gratificar com gencrosi-
dade.
Precisa-se de una ama para o servico
interno do urna casa : na iua da Gadeia de
Santo Amonio 11. 14, segundo andar.
Procisa-so de urna ama Corra para o ser-
vico do urna casa ostrangeira de pouca Ca-
milla ; na ra da Aurora n. 8, segundo an-
dar.
O abaixo assignado Caz sciento a lodos
quo sfiu iiloressaduSjComo credores na ven-
da da ra das Cruzos 11. 25, do Sr. Antonio
do Arroda Almeida.sodinjam a iiiestna,para
declararen! seus dbitos, pois que tenlio jus-
to e contratado, com o mesmo senhor, a
compra da 1 el or la venda, livro e desemba-
razada de qualquor divida, pelo que Cazo
presente annuiicio, devendo sentar-so da
dala deste a Iresdias.alim de prevenir qual-
quer duvida quo possa apparocer, relativa-
mente a mencionada compra.
Aulonio Jos de Farias.
No dia 8 do corrente, indo cu levar urna
carta au Sr. Antonio Jos do Castro, nfio o
AttencSo.
A nova Cabrica do chapeos de Sol do at-
ierro da Boa Vista recol u um novo e lindo
so ni no-i. 1 o do chapeos do sol do ultimo gus-
to tanto, de seda como de panloho.para hn-
niem, rico schapeos de seda para sonhora e
vende-se por menos proco do quo em outra
qualquer parlo,nssim como um grande sor-
timenlo de sedas o paninhos de todas as c-
rese qualidadcs paracohrir chapos velhos,
vende-se baleas para vestidos lo senlioras.o
faz-so concert em chapeos velhos.
Mobiliosdealiiguel.
Alugam-so mobilias completas, ou qual-
quer traste separado, a vonlade do aluga-
dor; assim como so alugam cadeiras em
grando porc3o, para bailes, ou qualquer ou-
tro divorlimento particular: na ra Nova ,
armazem do mobilias do Pinto, defronte da
ra de Santo Amaro.
? #ft9B?gf>aja.jajjjag
Alugam-so e vendem-se bizas na
praca da Independencia n 10, con- 0
froulo a ra das Cruzes.
Vendas.
Rio do Janeiro, e leva em sua companhia as encontrei no seu armazem, e sim um moco
suas oscravas Maicolina, parda, o Ignaci, I que suppuz ser seu caixeiro, entreguoi-lhe
or iri 11 carta ; e indo cu vor a resposla isso-mu o
- Precisa-se de 400,000 is., a juros dan- Sr. Castro que ..fio tinln recobido a carta
do-so por garanta um negro para to lo sem- < ;?".b,.,hBe.1" "U".^i9^
CO, Besndu o servico do dito negro pelo ju- J "J* *' P"' f "lo orl de N-
fos quem Convier este negocio* dirjase a h- uu "ozar.o da liua-V.sla, que lia de cor-
ra larga do Rozario luja do miudezas n.
Lolcria de iossa Senhora do
Uozari'i.
As rodas desta lotera andam no
dia 29 do co.rrcntc, o respectivo
thesoureiro roga ao respcitavel pu-
blico que concorram a dar ex-
tracao ao resto dos bilhetes, os
quaes achsm-se a vend nos luga-
res do rostume.
Uesapparcccu no dia ai do
passado mez un cabra de nomc
Antonio, que representa ter 3o
annos de idade, altura regular,
bem feito do corpo, ps pequeos,
he aleijado do braco dirci-to ao p
da miinlieca, proveniente de feri-
mento d'arma de fogo, e tem todos
os'costtimcs e fala <1j mato. Este
cabra fol lurtado em i83.'i, e an-
dn pelo sertao cm varios lugares,
como fossem Kiacho do angue,
Brejo de Bananeiras c Catle at
i852, em queveio para esta cida-
de para o poder de seu senhor o
abaixo assignado; roga-se por-
tento as autoridades policiacs e ca-
pilaes de campo a captura do mes-
mo, e mandar entregar na ra dos
l'iies na Boa-Vista n. 28, que se
recompensar generosamente.
Manoel Joaquim Carneiro Leal.
Precisa-se alugar urna casa de 2 anda-
res, ou do um aodar e sotfio, com commo
Lotera do Hio de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na luja ilcmicidczasda prara da
Independencia n. 4 vendem-se
mcios bilhetes, quartos, oitavoa e
vigsimos, da quarta lotera para
conclusSo da igreja matriz de S.
Joan Haplista da Lagoa : vem alis-
ta no primeiro vapor que chegar
do Rio de Janeiro.
Na luja das seis portas
Tem bonets de viludilho pintados,quo troca
por urna pi laca ; s os aprecia quem quer
estar a fresca em casa.
Sapolis .
Vendem-so para seren embarcados ou pi-
ra a ni,-i i o 10001 om em casa, ptimos e gran-
des sapotis a 1,600 o cenlo ; na taberna do
lefio do ouro do Hospicio.
-- Vendo-so una taberna na ra dos Pes-
cadores n. 38, defronte do forte das Cinco
Ponas, inuito afreguezada para Ierra.
-- Vendem-se bengalas de legitima can-
na da India, de differenlos grossuras,
1,200 rs, cada urna, condenas de grandes e
pequeos tamanhos, por prec,os muito ra-
zoiveis : na ra larga do Rozario n. 44, lojs
de miudozas.
Vondc-so urna oscravs, creouta,que se-
be lavar desabfio o de varrella, he muito
sadia e propria para o servico de campo ;
na ra da Cruz do ReciCe n. 50, segundoan-
dar.
-- Vende-se urna morada de casa n* po-
voar;3o dos ACogados, ra do Motocolomb,
Ceita a moderna, com tijollo e cal.e por com-
iiioilo preeo; quom a prelendor dirija-se
ra Imperial n. 31.
Vonde-se.uma negra moga e um mole-
cote, ambos creoulos, do mato, e proprios
para qualquer servico : na ra da Cado'ado
RociCo n. 24, primoiro andar.
Vinho do Porto, superior
fci loria,
vrndc-se pelo bratro preco de 40,000 rs. ce-
da barril, pan concluir a conla : noarma-
zom de Barroca & Castro, na ra da Madre
de Dcos n. 26.
Atterro da Boa-Vista, loja ama-
relia de quatro portas, n. 60.
Vendem-se lencinhos de chita, lindos pa-
drOcs, cum llguras,a 70 rs.; riscadinho pare
todo sorvico, cncorpados, o covado a 140
rs. cortes do riscado Iraocoz, com toque
do avaria do oloo, a 14*0 rs.; ditos de cas-
sa, de 7 varas, a 2,500 rs. ;,corles do cami-
sas do chita, multo Un los, a 1,000; chapeos
do sol a 1,280, alpaca de algodfio, o covado
a200rs., chitas muito linas o modernas, o
covado a 200 e 240 rs., e ordinarias a 160 rs.
madapoln para Corro, com avaria, a 2,000
rs., riscadinhos francezes, muito finos e
largos, ; 280 rs. o covado ; o outras mudas
res, ou uo um aouai e sotao, com commo- r4zend,g por preco commodo.
dos para grande familia, nos bairrosdeS.I .. No deposito da fabrica de bebidas espi-
(Ai"Lr,l m n ,,'Ld'ftVi6..L!*! rituosas e son, espirito, de, Joaqun, Letal.
Fencira, na rus da Senzalli-Volha n. 110,
vende-so espirito de 36 a 37 graos, em gran-
des o pequeas porcOes.
-- Vendo-so ulna parda moca, bem pare-
cida o muito sadia, perfoita costureira, cor-
ta vestidos, sabe ornar uina senhors, engnm-
luiiiLtouia inuuisas i'did u cus uu u uuiiua- _. r iu.
Sao de meninas, oiroreco-se para algum 1er V' S^ xZC Ferc s da I
illegio ou casa particular.lantoi.csta praca 1 A examlre l-eircira da.
m fora della, e promete no desempenbo de Precinte de urna ama ; na ra do
____i_ J--
meio dia, um pente de tartaruga
pequeo para prender cabello,
imitando cm cima a una transa ,
desde o ra do Bru, at a rua da
Gadeia de S. Antonio, junto a ca-
deia : quem o tiver achulo e qui-
zer rest tuir dirija se a rua do
Brum, armazem de Antonio ftlar-
tins Carvalho, que cera generosa-
mente gratificado.
-- Preciss-se de um amassador para 11 na
padaria nos Apipucos : a tratar na rua Dl-
roita n. 69
l'ublicacoes Ilomeopalhicas.
A 25 DK AGOSTO sahir luz a continua-
do da pathngeuesia homcopalbica.compos-
ta de 12 medicamentos ntopaol, trrduzida
do manual do Hit. JAHR, e a do 12 medica-
mentos ariASlLEaos oxlrahida da obra inti-
luladaDoutrina da Escola llomeopntliiea do
RIO DF. JANF.IKO, pelo DR. MURE. Esto vo-
lumo sor augmeolado di Tkeoria da appli-
CscSo dasdojcs polo Dr. Mure, lacuna im-
porlantissima doixada por llahnemam ao
cuidado dos seus discpulos. Recobem-se
assignaliiras a 3,000 rs. pagos na occasiSo
la entrega, no consultorio do prof horneo-
pal 11 1 Gossct Bimoui, rua das Cruzes n 28.
-- O lliesoureiioda lotera de Nossa So-
nhora do Rozario da Roa Visl.i, faz scieule
que cm viitude do annimcio que sahio nos-
so Diario do n. 151 do 9 do corrente, feito
p|o Sr. Alexandre Ferreira da Silva, sobro
os dous bilhetes inleiros do ns. 1974 e 1980,
da 3." e4.' parlo da 3.' lolcria a favor das
obras da igreja acuna adverlc ao senhor
que licou-so com os bilhetes que os venha
pagar ou trazc-los em caaa do thesourei-
ro, na ru Diicila, sobrado n. 18, primoiro
011 lar, ou na casa da Fortuna, rua Direite
n 7, so n3o qoer ver seu nomo juhlicado
ucsta folha, licando ceito quo pessoa klgu-
011 lom direito ao premio quo livor d(l sahir
nos bilheles.s se os pagar em tompo, o que
obriga-sc a fazer aviso.
i'recisa-se de uina ama para casa de
liomem soltciro : na rua do Queimado, loja
de fazendas n. 22.
-- Aluga-so unii casa no Manguinbo, pas-
sando a ponteziolia, do lado esquerdo, com
tres janellas o uma porta de fredo, com
tres quartos, sotfio e cosinba fra, com um
pequeo quintal e cacimba : na rua da Ca-
doia do Recife n. 30
.- Depois da audiencia doSr. Dr. juizde
orphfios, segunda feira 12 do corrente mez,
vai a prac para ser arrematada, a oscravs
-se na na da Madre de Dos 11. 34, oulCicilia, de 64 annos de idade, avahada por
wni o mcslre s bordo. (180,000 rs.
Avisos martimos.
I'ara o Itio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Olin-
da, capitao Manoel Al. r'errcira ,
segu para o Hio de Janeiro, com
nniita I 11 -vid,ule, por ter a maior
paite do seu carregamento enga-
)ila : para o resto e escravos a
'rete, trala-se com os consignata-
rios Alachado & Pinheiro, na rua
do Vigario n. 19, segundo andar,
ou com o capitao na praca do
commercio.
- Para o Assu' com escala pela Parahyba,
salii> o veleiro Inste S. J0S0; para carga Ira
26, qun so dir quem he.
Urna soninii.. porluguoza com todas as
lia: ilii io/, s precisas para o eusino e educa-
ca
001
co
suas lum.i'ie- ,i -izar s^lisfeitas aquollas pes
soas quo do seu prestimo se quizeroui utili-
zar, dirigindo-so para isso a rua Nova n. 8,
loj do JosO Joaqoi.n Moreira & Companhia.
-- DlxeO) quo o sonlior Jo^c Goncalvos Tor-
res garantir-a a desaeza do caes da rua do A-
polo queso est fazen lo no torreno, sobre
que traz quesillo e pende por embargos no
tribunal da relaefio por oxecuefio contra Mi-
noel Aulonio da Silva Motta. Tora cssa so-
iiuoi j 1 certeza do venciineulo para se arris-
car a tanto Vi" o suppomos.
- Arrenda-so um sitio na estrada de S.
Amaro, quom vai para Uolcm, com muito
boa casa, sotfio, estribara, Casa para escra-
vos, cosinha fura, com bastautes arvurodos'
como sejain Mang ira, cajueiros, pitomlici-
ras, co^uoiros o outras mudas frutas, assim
como baixa para capim, e para roca feijfio
ele. com mnii j.jj sgos de beber, e bsnho
mudo porto: quem pretender, dirija-se a
rua do Nogueira sobrado n. 39, ou na rua da
Cruz n. 7, primeiro andar.
O abaixo assignado previno a quem
possa interessar, que os escravos, Severino o
Marh, 11ae.li) Angola, que estfio em poder
do Sr. lenlo Jofio Marinho Cavalcanli de
Albuquorque, pertencom ao abaixo assigua -
lo por compra quo delles lizera em 8 de ju-
nho p. p. ; por cunta do urna execucSo que
o mosmo abaixo assignado muve contra o
mesmo Sr Marinho. Cumpre declarar,
quo tenJo o dito Sr. Marinho vendido os re-
feridos cscravos, por um abuso de confianca
licou com ellos em seu poder, polo quo o
abaixo assignado protesta havor perdas e
damnos, das do sorvico etc., nfio poupando
para isso acrjfio da justieja civil o crimi-
nal. Jos Ignaio de Loyola.
--Quem precisar de um cosinheiro hes-
pa.nh.ol, tanto para fogfio, como pora forno,
e que eutonde perfeitamente da sua arte, di-
nja-so a rua do Sol n. 1, quo adiar com
quom tratar : adverte-se quo tamborn se of-
ferece para embarquo algum capitfio de
navio, que do seu prestimo preciso.
Em 21 do passado mez de junlio, tomou
posse judicial o abaixo assignado na quali-
dsda ilc orocurador dos testamntenos o li-
quida tariosdo Ruado Manool Ribelro da Silva,
rer no dia 29 do correnle.prcvino ao mesmo
senhor que recobeu s carta quo nfio Ihe par-
tencia, quo love ao Sr. Castro, ou v pagar o
importe dos bilhetes ao tliosouroiro, so
Silva.
Ran-
gol 11. 25.
-- Precisa-so fallar com o Sr. Felisbino de
Carvalho Rapuso, filhodo fallecido Carva-
lho Raposo, para so tratar sobre a divida do
uma sua devedora doTatuamuuba ; na rua
da Cruz do Recife n. 64.
(jueimado, loja n. 41, quo ah se dir quem
precisa.
50,000 rs. do RrstIQctcSo.
DoongonhoSantos Mcndes, no dia!3do
junho, ausentou-se a cscreva Maria, de 25
annos, creoula, fula, de boa estatura, o bom
corpo, os pos carnudos, tem alguns cabellos ^^^Tu^^TtSktm^^
no buco, bem ladina, cum desembarco na do 0 arranjo 0'accio do um, cas. 1 o motivo
falla; trajos, saia de cilla encarnada cabe- ror que so vende se dir ao comprador: nt
Sodecasss.cli.lodeaarouxo, pode mu- Sto3,d# sitiu dos quall0 leOos, a qual-
dar os trajos; o andar daid, I. negra lio pisar hor, uo ,|ia
"duro, che desfarcada, denles perfedos, oi H Vendem-so aacc.s com farinha do man-
O vista na ribo r de Mo-.i Albo : roga se a dioc c|lnRaua do Cetr ,i60O rs., e em
appieliencao da mesma cscrav.,0 sua entre- |0ies d0 jo siccas a 1,500 rs.; noarmazem
ga no dito cii 'onlio, ou nesta oidade na prs- d(! Gfi, & defronte j, eScadiuha da
c.i do commercio 11. 6, a Manoel Ignacio do
Oliveira.
Firma-s papel.
Na livraria do pateo do Collogio n. 6, de
alfaudega.
I Miudozas baratas na loja pernam-
bucana.
I.uvas de pellica do bas qualidades
Jardim d Damas.
Sabio luz o 6- numoro deste porio lico,
o qual he timbern o ultimo da primeira se-
rio, neo npanliado do 11,11 lindo gurlllO.
Os s-is nmeros desta serio conten 112
paginas de imprcssfio rom duas columnas
cada uma, A parte i.i.- uctiva consta do
um pruspoclo, do seis dilogos sobre a croa-
c .01 ,li mundo, unidade da especio humana
eoxisloncia do D.'os, de cinco carias sobro
a physica, do tres lic.es do aritlnnetiea.d
seto rtigosdo moral, de cinco variedades
oscolhidas e de varias mximas o pcnsaioon-
los. A parle recroativa consta (lo quiitorzn
composicos poticas, de dez romances, a a
uecdota de um drama do oito contos para
meninos, de umjogo de prendase do varias pecas do msica :-um numero de lindas
recadas uteis. quadrilhas para piano e flauta a 1,000 rs.
Acompanham os nmeros desta serio uma para flauta S a 500 rs., a mudo applaudid
Jofio da Costa Domado, onde ha muito bom brancas e de cores, tanlo para homons como
papel de peso eslmaco do qualidade supe- para senbora, a 5n0 rs. o 1,1100 rs; ditas de
rior; o lirinn-so com bonito typo por um di torcsl, ditas de seda, ditas de algodfio, fi-
n 1 ni 1 1 preco. tas de velludo de diversas epres, lisas e abor-
tas, com livellas douradas e do madreporo-
agulhas francezas, bicos e retidas mui-
to linas, ligas bordadas, hvrinhos doursdos
com ospeluos, que serven, para guardar agu-
lhas, trancas do seda, ponas de ac Cinissi-
niaf, capachos a 480 rs., compridos e re-
dondos, caixas .1.1 vidro para guardar joias,
is mais bonitas que tem vindo; e outras
muitis Calendas e miudezas, quo pelas qua-
lidadcs o preces agradarfio aos freguozes :
ni rua larga do Rozario n. 44.
para quem se quizer estabelecer
Puh,icarai,elti,r,eo,ena,mprens. ^Z^n^^^o^, no
le msica, ...rua Bella n. 28, as segum os heccod. Linioet. n. 6: a tratar ni mesma.
de Lisboa, de uma parte de rs. 700/000 na exocuefiu de Loocadia Souhorinha do Albu-
casa do 2 andaros n. 9, na rua do Livrainen- quer(|UU
modinh brasilcira com acompanhamonto modinhaquer oCadoquor a sorlo-para
de piano, duas estampas com trintaesete piano a 640 rs., para violfio a 500 rs., modi-
riscos de bordados, outras duas com dozo nhi abalanada-o encontrpara pn
riscos de labyrinthos o dous lindos liguri- 640 rs., para violfio a 600 rs., modinha alta
no, noite oh quo silencio, valsa a sencdiva, pol-
Para quem assignar a soguinto serio, a ka a pernambucana, ludo em um Colhcto,
primeira distara ainda 2,000 rs., mas para por 1,000 rs., bella flor, polka, para piano a
quem nfio assignar a segunda, custara 500 rs., modinha-o meu pnmeiro bei|o
3,000 rs. para piano a 1,000 rs., uma linda valsa para
Asassignaturasrecebem-so na rua larga violfio a 400 rs., dnas valsas-a madrugada
do Rozario n. 35, primeiro andar. o o saltopara piano a 320 rs., a luzeada,
-- Precisa-se de alugar uma ama Corra ou grande valss, para flauta a 320 as________
captiva, quo faga lodo o servico do casa o
rua: confronte ao theatro de S. Francisco
n. 8.
Manool Francisco Coimbra, scientiflea
ao rcspeitavel publico, que do 1. do corren-
to mez em diante, he sou caixeiro de loja o
corancas, o Sr. Carlos Jos de Santiago.
Aluga-so olerceiro andar da casada
rua do Queimado n. 9: a Iratar na loja.
~ No dia 13 docorronto, perante o Sr.
Dr. j'iiz da primeira vara do civel, depois da
audiencia, tcm de ir a praca uus movis, pe-
nhorados a Alexandre Vicira de Araujo, por
Compras.
lo, comprada a Francisco Jos Pacheco de
Medeiros, o esta mosma parte so vende :
quem quizer tratar dinja-soao dito abaixo
assignado: na rua dn. 11 apiolo; n, 13.Ma-
ioe| do Nascnnenlo Pereir
Desappareceu do lugar da
Gapunga, un boi de carro: quem
1
dclle liver noticia, leve-o ao mes- '. ,
claros de sala
It'l U Hfl3UltllCUi.U iri'.ii'i.
--Precisa-se de um mostr ou mesira, quo mo lugar, 11a venda grande, que
Compra-seuma escrava prcta ou parda
que seja perila engommadera e cosinbeira,
inda que seja do 40 anuos do i lado, nao so
ollia a proco : quem tiver annuncie.
Compra-seum prcto que seja forte, c
que nfio tenha vicios nom achaques, para
servico de casa : na rua do Amorim n. 25.
__ComTii-so uma prota, que tenha bo-
nita ligera, e que saiha 011 ominar e C0S-
nhar, o nfio lenha vicios nein achaques : na
rua do Amorim n. 25.
__ ( ompra-sc um par de con-
solos pequeos dejacaranl, com
ou sem ella, para pequeos
na rua da Cruz
queira mandar,
pagar
. 1 'u r_____ :...__i_ 1 no armuzcm ue jamus muer i.un^
quantia de J,5oors. importan- naruada taola, 0praso desdias.
cia de 7 covados de panno verde ,
que romprnu em 26 de marco de
i85i : 11a rua do Crespo, loja de
la sendas,
Precisa-se do uma ama, para casa de
pouca familia : annuncie, ou dirija-se a rua
Augusta, casa ... 50, quo so dir quem pre-
cisa.
Precisa-se do uma ama capaz que quei-
ra servir no interior o exterioi Je tima casa
lo pouca familia, precisando-se mais que
i'iilon la de cosinha : a tratar na rua da San-
la Cruz da Boa-Vista 11.36.
Compra-se una negra que cisinbo.en-
contascom o uaesno, qm ira apresenta-las, commc, o cnsiboo, ninda mesmo sendo do
is llydcr & Companhia- fn.a i lodo : m "
noarmazem do James I
no boceo da Virolo n. 39.
Co:npnnn-so duas crooulas ou pardas,
Descja-se saber so existo nesta cidade du i;oas liguras.com babilidados; pagam-
oSr. Joaquim Aulonio Fernandos Lima, li- 8C oonl ,,., rua da Cruz n. 40.
Iho do Domingos Jos Fernandos Luna, e _. compra-sc trastes usados, o lambem so
Anglica Joaquina, natural da villa do Arou- |, ocan por novos : na rua .Nova armazem de
ca, remo de Portugal, quo ouibarcou naci- n,obilias do Pinto defronte da rua de S. A-
dade do Porto para esta oai 1834. maro.
Precisa-sede um rapaz do 14a 16 an- .. compre-se um ou dous caixOes gran-
nos, nacional, uu portuguez, para caixeiro d|lg> )i:u., aepozito de padaria : quem livor,
do nula taberna : na rua larga do Rozario allll'uncio.
11 32.
O Sr. Jos Correia de Alen-
doma queira mandar pagar a
subscricao deste Diario.
-- Conipram-so escravos de ambosos so-
sos, do bolillas figuras, do 10 a 25 anuos,
tanlo para a provincia como para fr, pa-
gam-se bem : na rua da Carimba .1. II,on-
de morn o linado vigario do Reeife.
Vendem-se no aterro da Boa-Vista n.
80, bolacha e biscoito de milho muito su-
perior a 1,920 rs. a arroba.
Na loja das seis portas
10 afvendom-so manteletes de lil pretos,s 4,000
rs.; barretinas de palhii.ha franceza a 1,000
rs., e bordadas a 3,000 rs.
. Vende-so um selim inglez, com pouco
uso : na rua do ijir imado, segunda loja nu-
mero 18.
Vende-se uma grande por-
cao de archotcs, de superior qua-
lidade e por preco muito commo-
do, na rua do Brum n. 28.
Vendem-se batatas do Lisboa, a 1,000
rs. a arroba : na rua da Cadeia do Recife,
venda n. 25.
Panno prelo fino a a,5oo rs.
o covado.
Vende-se panno preto fino, a
a,5oo rs. o covado : na loja de
Flores & S, na rua da Cadeia do
lleciie.
No l'asseio Publico n. 17, loja de
. portas.
Vendem-so chales do Ifiacseda o melbor
nuosetomvislo nosto morcado pelo barato
proco de 3,200 rs.; ditos de 13a s 1,000 rs.;
dilos de. tarlatana a 1,000 rs., cortos de cas-
sa-clnta, bonitospadrOcs, a 1,800rs.; chi-
tas para coberlas, cores fixas e bonitos pa-
drotea 200 rs., o covado; ditas para ves-
tido a 160 o 200 rs. o covado ; meias
eruas americanas para liomem, duzia
2,200 rs., par 200 rs,; brins de linho pro-
prio para palitos, a 240, e300rs., o cova-
do; coitos para coleto de lila o seda a 800 rs ;
lencinhos para mfio do senhora com luco em
vulla a 280, o 320 rs., o outras mudas fazon-
das por preces cmodos.
Vendem-so 2 caixOes da srmacuo do
venda o uma mesa grande dejantar ou para
oulra qualquer cousa.como seja loja M M-
zendas miudozas ou do chapaos, por ella mi-
feta lraessolim. e ser bstanlo larga o
comprida, o d-se por preso commodo na
rua do Rangel n. 36, loja de cirpina.
- Vende-se um bonito moleque de 20 an-
nos, que cosinha, o faz lodo o servico, sem
vicio nem molestia. 1 P'eto de 25 annos.
bom para campo, 2 protasmocas sem habeli-
dules e 1 dita de meia idade, mudo boaco-
/inhei'ra, e lavadeira sora vicio : na rua da
Cacimba n. II, onde morou o Anido vigario
do Recife.
I '..
V.'
I
ti
il(l.
I'



i



Kua do Collegio n. !\.
i. Falque, dono da fabrica cima mcncio-' io
nada, participa ao respoitavel publico de'
Vendcm-se relogios de ou-
10 cpr&ta,patente ingles:'na ra
ida Semalla Nova n. l\i<
__Vendem-se os verriadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra da Senzalla Nova n. 42.
Deposito de pnnno de algodao da
febricaTodos os Santos da Ba-
nhia.
Yende-se por prceo commedo
o bem conhecido panno de algo-
4.=
dcsta fabrica : em pessa, a
Penmbuco," o principalmente a ...",.! ntade do comprador : no escrip-
guezes, que elle recebeu pelos ltimos na- j torio de LNovacs S Lompanllia, na
vios, vindos daFranga, um grande o rico. Tranirbe n. 35.
Sortimenlod0smol!.orcschapeosdcsolde|rua ao lraPJc,,e ~\***
Arados de Ierro.
Na fuTidigSo da Aurora, em S. Amaro,
seda, quo tein viudo a esta praga, proprios
paraaeslago do invern, e parasenhoros
de engenho, por serum minio fortes ; sor-
timento de chapeos do sol deseda dediffe-
rentesqualidades de 5,000 rs. para cima,
lindo sorlimcnto de chapeos de sol de seda
para eohoras, de todos os'feitios e Una-
nnos, qu1" vende multo emeonta ; ditos de
panno para meninos do 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para hoineni de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de juoco de 1,500
rs. para cima; grande e escolludo sorlimen-
to de chamaloles, sedase pannos empega,
para cobrir armagfies servidas, baleias de
todusas larguras e tamanhos, para vestidos
o espartilhos para senliora ; fazem-se um-
bellas para Igreja; concerla-se toda oqual-
quer qualidado de chapos de sol, ludo por
muilo menos prego do que cm outra qj.nl-
quer parle. Veodc-su cm porgiio e a teta-
dlo. No mesmo ostabcleciuiento acha-so
um bonito sorlimento de bengalas.
2,OO0.
Vendem-se corles de brins trancados cs-
curos de puro linho a 2,000 rs., Jilo de pele
do diabo a 900 ou 2*0 rs. ocovado, cortes
de cambraia de salpicos de cores e brancos
com seto var.is a 4,500 rs. o corle, e 720 rs.
a vara : na ra do Crespo, loja n. 6.
-- Vendem-se. duas negras, sendo urna de
18 a Osnnosde idado, creuula, o outra de
Malinos de idade, tambera crooula ; um
negro para lora da piovincia, ou para en-
genho, de 20 a 24 annos de idado, crooulo o
nc cozmheiro: na ra da Praia n. 20.
- Vemle-scum cano de mo, novo, por
prego commodo : na na do Rozarlo da Bo
Vista n. 2.
Na rui das Cruzas n. 22, segundo an-
dar vendn-se duas escravjs creoulas.com al-
gumas habolirtaJes, da bonitas (guras do 18
a 22 anuos, e urna dita da costa boa figura
vendedeira de (azenda o o,anua qtiilan-
deira.
Moinbos de vento
com bombas de repuxo para rograr borlas
e baizasdecapim na fundigSodc I). W. Bovt-
man:ua ra do Urm ns.6,8ol0.
CHA PilLTO
Vcnde-se superior cli prclo ,
cm caixus de 3o libras cada una :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do A mor'ii n. 35.
arados amerTcasos. jj
Vendem-se arados ame-
1 i canos, cliegados dos Esta- j*
dos Unidos,pelo barato pie- t
50 de 4o,ooors. cada um: na
ra do l'rapiclic n, 8. ^
Tarnba de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega,
llaxal.
No annazcmde j. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Deposito de cal e potassa.
No armazcm da ra da Cadeia
doUccifen. 13, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazcm de vinhos.
Na ruada Senzalla Velba 11. \;s,
vendcir. se vir.hes de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiort-s que lia
no mercado pelo diminuta preco
de 200 e a4o rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800rs. a caada : para confir-
mar da-se a provar, e para ver da-
se a beber ; be baratinho, a elle
freguezes que be bom vinbo.
Deposito de cal virgem.
Cunha Amonio, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vcude-se barra com supe-
rior cal em podra, chegada pelo ultimo
navio do Lisboa, por menos prego do que
em outra qualqner parle.
l'otassa americana.
.-No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 oliste urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada reconlemenle quepor
superior r I vala com adaltussia: vnde-
se por prego rTzoavel.
Agencia' de Edwin Maw.
Narua de Apollo n. 6, arn.a7.c1n de tlc.Cal-
ihouI's Coinpanbia, acha-sc constantemente
bous ortimento. dc taixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como futidas, inocnda. in-
eiraa todas de ferro para animae., agoa, ele *
ditas para armar em inadcira de lodos os ta-
manhos e madelloa o mai moderno, machina
horisontal para vapor, com forca de 4 caval-
I09, coucos, passadeiras de ferro c.la.ihado
para casa dc pulgar, por menos preco i|ue os
decobre, escovens para na"vio, ferro inglez
lantoein barrascouio cm arcosfolhas,etudo
por barato nreco
vendom-searadosdeferrode diversos mo-
delos.
Miiciulii- superiores.
Na fundigd de C. Starrt Companhia,
em S.-Amaro,acham-scvenda moendas
de canna, lodas deferro. e um modeloe
construcgSo muitosuperior
Vendem-se asseguintcs sementes:
nabos.rabanos.rabeneles encarnados e bran-
cos, sobla, couve trinxuda alaco ala-
ma, rcpulhuda, chicoria, senoulas, roijao
catrapato de Ires qualidades, rrvilhatorta o
direita, fava, coentro de touce;ra,^sajca, to-
ra
Aproveilcm aoccasiao
Tcndo chegada a loja de ferra-
gens do aterro da Roa Vista n. 46,
de J. S. de Menczcs, um grande
sorlimento de charutos superio-
res, vindos dallahia, para acabar
e agradar aos freguezes, vendem-
se pilo Cllsto; por isso aproveitcm
a occasio de fumarcm 11111 bom
cbaruto, e por pouco dinbeiro, af-
fiandn-se que 5o da mclhor qua-
li lade, que tem no mercado, vinr-
do daquella praca, e os precos sao
os segiiiutcs :
Boa tama
Cata flores
Primorosos
Emilios
Fama da Babia
Flora
Regala de L. M. de Sonza
Ditos de AI verga
Quem fumar saber
Fama va de Alverga
i,4oo
2,000
2,000
2,000
1,200
1,200
I,6oo
i,5oo
2,000
1,600
No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-
ate andes rolho, couvV omb.Vda, i fronte do tribunal do coromorcial vender-
aboTa e mustanu na ru da Cruz. n. 46, se panno preto (no prova de linio I 3,900
SSlmSff&m Cosme._____ ififlRfrjH" SS2 tTSA
?
i
Bom e barato.
Palitos feitos, verdes o prelos.
J Na ra Nova, n. 26, tem pera ven-
S der palitos de panno a 20,000 rs., ro-
II letes deselim 1 reto deMacao 5,000
S rs., razenda muilo fina, ditos de us-
S 13o a 2,500 rs. cada um.
A 120 rs. cada um.
muito finos, pelo baratisimo prego de 200
rs., ditos pintados, proprios para meninos a
\ 80 rs., algudo da Babia em finios de 10
s pegas a 260 rs. a vara, ditotrangado escuro,
loplima fazenda para roupa deescravatura a
! |160 rs. o covsdo, e so o comprador compiar
! grande pgrfSo 90 far um abatimenln ; ves-
g MidosdcCBfsa pintada a 1,600, cambraias de
tmHmW loores de bonilos desenhos por 400 rs. a vara
IVfwti iou 240 rs. o covado, e urna grande porgSo
Ideriscados de cores finas a 120 rs. o co-
ISa ra do Queimado n 3. defronte do vado,
iipcro do Peixe-Frito, vende-so leuciUDoi Multas fazendas por pouco dmhei-
le cambraia pintados, para roSos 1 rQ nfl fua j0 (]rSp0 n. 6.
Cortes de btim oscuro do purolinho a
ras, pelo baralissimo prego de seis vintens
cada um.
A 240 rs. ocovado.
Defronte do becco do Peixe-Frito, loja n.
3, vende-se cassa chita, cores xas, do lin-
dos padrOes, pelo barato prego de doze vin-
tons o covado; bem como chitas baratas
o outras fazendas mais.
280 rs. o covado
1,440 rs., ditos de listra de bom gosto a 2,000
rs., dito amarello a 1,800 rs. tiscado de li-
ndo proprio para cagase palitos a ISO rs. o
covado, panno fino preto a 3,0004,000rs. o
covado,pessas do chitas escurasco ji 38 co-
vados a 4,500,5,000 e 5,500 rs., cambraia de
flores com 81|2varas a 2,400 o 3500 rs. a po-
sa, lencos de cambraia do linho a 400, 480,
Paslllins' ili* Si).till i Toda alinelo ao baratcm.!
r^U,e, CHlra as lo.-">d\^!'>1'
OI'UJIIS existo uro deticido sorlimento do linissi-
Approradas pela junta central de hygiene simas chitas do cores cun Stlpicos, os mais
publica e preparadas por J. M. Snulli. phar- ||nJoS gostos que tem viodo ao mercado a
inaccutlco, incinbro Ulular da academia linpe- 2t0 rs. o covado, dito cores de vinlioeeaf,.
I rlaldc medicina c da sociedade de phannacia mul0 miudinhasde novos desenhos e core,
Na fabrica de cbarutos da
na larga do Itozario n. 3), ven -
dfm-sc os verdadeiros cbarutos de
llnvnna, em caixinlins de vdro en-
feitadas, de 25, 5o, e de 100 em
caixinlias envernisada., da melbor
qtialidade que tem vindo a este I doaio de Janeiro. muitofixas a200rs. ocovaJo, t
merejo LVu"^?^^
-Vendc-sennscantcirosparaiipascum'doSr. Jos da Rocha Par.nl.os, ra Direita n. simas alpakas de lodas as cores a 640 rs. 0
leposilo para sal e harria de azeite do carra- 88, em Pernambuco. covado, ditas com los de soda o de nov,s
Desde inulto teinpo a arte medica eslava a cores a 1,000 rs., ditas prelas com llores
procura de u 111 medicamento que fosie fcil- imitando cliamaloto de seda a 1,100 r<
:____.___._-,_ .___l_ i. .^..... i.lt mn. _____1- --tn.. .1 -_.._-:__- .1 i a' "
palo va/ios, ludo por prego commodo : na
ra da Sen,alia velha venda n. 15.
Vende-so urna parda, que cngnmma ,
cozlnha, cose, lava o faz o mais eoivico de
casa, com perfeiglo, accrescendo a ludo isto
ter una excellenle conducta o ser muito
fiel, o um molcque bonito e sadio, de7 an-
nos do idade : na ra larga do Rozsrio, to-
ja n. 35.
Vendcm-se bichas de muito
inente administrado s crian(as sujeitai as mo- coJo, cortes de casemiras de lu o alooaan
lestlas verminosa, molestias terrlvelsque con- de |lluj()g gostos a 1,600 rs. o corto. o< m.i.
duiem todos os dia. ao tmulo um grande nu- suporires rins de pur0 ,jnh JJ"
'"go-to e'cheird do. anlhelmlnlicos emprega- '" f"'" v"> ** do puro
do. atehoje era.n outros tantos obstculo linho d0 urna so cflr, fazenda propria rar.
sua administrado por Isso creino. ter presta- palilOS a 320 rs o covado, as verdale:rai
do um grande scrvico humanidade, e prlnci- brelanhas de rolo do 10 varas a 1,801) rs. .
plmente aos pais de familia, annunciaudo-lhe peca, dem de 5 varas, fazenda muilo encor-
pada a 1,000 rs. a pega, assim como nuilai
outras fazendas que se venderito por imiiio
menos prego do que em ootra qualquor
parle,
Vende-se urna escrava: no largo do Pl
larn. 13
um vermfugo, debaixo da forma de pastllha,
boa qualidade Cliegadas ultima- ; sem chelro e .em sabor, que possue <
J> ,, 1 mais enrgica como antbelnilntico vermlcldo
mente, pelo preCO de B,000 rs. O.contra as lombrige. intestina.. ( Lombrtgai,
Canto; a ellas antes que Se HP3^5jtg, p.,Ulha.hepur.ment. ve-
bem : na travessa da ra do Vl-|gaui. guando em is45ttumo. a tai prepara-
.... {o, esllvemo. lao certo da ua accao verinlcl-j no Hotel Kecile, ra do Trapiche n. 5
gario, loja de l.arbeiro O. I. -daqnenao hesitamos um Instante em ezperi- vende-se farinha de mandioca por 2,OOo'rs,'
EsnclllOS por pOUCO dinbeiro. menta-la em nos.os proprloa lilho. ante, de a a saces, he muito nova C de boa qualidade
N. rPua d, Cruz nP 20, cas. de Avri.l tr- > *-*&& ^VoTiZT^T* ^h de superior qualidade. ^
iii9os& Companhia vendem-se ptimos es- c da. mal provincia, do imperio a conheceram, Vendo-se na livraria do pateo do Collogio
pelhos, com moldura, e som ella, chegados nao duvldarain einprega-la em todas a. moles- n. 6, de J0S0 da Costa Dourado.
i; 11 unamente da Frang, for prego dimi- lia. verminosa.. Vende-se um excellenteoscravo 1e ni-
nulo. Oeflcliodeiuspa.lilhashciaocerioquenao C3o, muilo robusto, com principio de sana-
-Vendo-se urna pret. de 20 annos com ^i^J^"?..^.'^^-'^^^ na ru.de .s..;o.
galo n. 34.
gomma
sediiqucm vende. I o. casos gravea, de consultar um homem da
Farinha de mandioca a 1,600 rs. ^^^^^^milUm,
Escravos futidos.
sueca.
No armazem do J. J. Tasso Jnior
do Amorim n. 35.
VENDE-SE.
Itap Paulo Cordeiro chegado prxima- j
mente do tilo do Janeiro de superior quali-
dads a prego de 1,440 rs. a libra
Publica loja n. 11.
Chapeos do Chile.
-- Na madrugada do dia 28 dejunho do
Iqueelias po.sam produiiralgum me efleito. nfrente anno, fugio do engenho Cachoeira
porque na sua composlcao nada entra de no- o Guodos, comarca de Coianna, um escra-
na rus eivo mas porque pen.amo. n. que naquellc vo do nome JoSo do Torres, oqual tem os
cato, grave, nao deve admluistrar-.e remedio signaes seguintes : cabra alto seeeo do
algunaemquantoa molestia naobeperfeitamen- corpo, tem barba, representa ter dcida'e
1 te diagnosticada. | 25 annos, pouco mais ou menos, nri nc-
A ddse da. pastilbas he a cguinic : quono e filado, pernas grossas, olhos jr,n.
' ilm um ilno \ 1.. i !l ,, .... i,,.,i... 1 ^_i. a>
SSipIZ: Duaaa ,el^p,""h"e,n/fer&r^r"* BOPIHOIO anca, de -i a b anno., augmentando adose gra- ..-..,-,.... .n lim, ,. '""
auatmenteaegundoaidade. e dez .deiepaa- "m tanto sollos; Uvou urna c.mis. do i|.
1 tilha. para o. adultos, equinze a vlnte para as godosinho. outra"ae algo 19o da Ierra, cal-
1 pe.oa. de 3o anno. para cima.
ga de algod.1osinho riscado, ceroula do algo.
Deronto do becco do Peixe-Frito, loja n. e 560 rs. proprios para mSo. riscados assen-
3 vende-se alpaca de algodao pelo barato tados em algodao muitooncorpado proprios
nreco doquatorze vintoDS o covado; esta para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
fazenda torna-se recotnmendavel nao s zuarteazul com 4 palmos a 200rs. o cova-
nara vestidos de senhora, como tambora do, o muitas mais fazendas porprego com-
para palitos e casacas de homem. ,modo da loja cima referida.
Vendo so Vendem-se no armazem de
Boticas homeopathicas de 30 medicamen-
tos,. 0,00ur9.,3.e4. eddicgfio da pratica e-
Icmentar, em 2 volumes, fiadas do Itio do
Janeiro da botica central da ra do S. Jos
n. 59,declarndo que silo as verdadeirs bo-
ticas homoepathicas : na ra do Crespo loja (
amarclla n. 4
Geo Kcnvvorthy 8t Companhia, na
ra da Cruz n. 2, o segtiintc :
({elogios de ouro de sabonete, pa-
tente inglez.
Selins inglezcs elsticos.
Antigo deposito de rap princeza ; t>itos ditos de patente.
de (asse do Hio de Janeiro [Lanternafl para carro c cabriole! ,
grosso, meio grosso e fino na | c dferentes modelos.
ra da Cruz do Recifc n. 2,3. Arrcios para carro de um e tlous
Vende-se chapeos do C hile pe- I Bepete-.e a nesma dse tre. das a fio, c na d5o da ierra, um couro de ovelha ; foi mon-
r _w i 'quario dia pode-se dar um purgante de oleo de lado a civallo, o qual he ruco, Capado
qiicnos a 3,000 rs. : na ra uo riclno lcm um, he|idB em um olho, levou uma
Crearlo n. a3. pde-sc augmentar a dse da. pasti- cangalha velha e umsacco, o forro do ca-
P Fano fino a ,3oo. Wj&tttt^*EZ J^5?ajw .flg
Vnd-a pao de todas as cores &SSttZttSttB SX&S Z/gTOfA:VZ
a ,,800 rs. ocovado: na ra do u- K^L, W> R'bV^0.
Crespn. a3. De allana do. illustres profesores que dia- Gratifica-so com 50,000 rs. a quem appre-
-- Vende-so um piano, com pouco uso e'riamcnte receilam a. pastilhas vegelac. para hender um muleque crilo, por nome Mi-
boas vozos, um toucador o uma cadeira do lt,b_'i_;__l______,1U....._Mm wmMmm R guel, de idade de 15 a 16 annos, fgido
getac. a mcu. B-
: diQ'crente. idades, te-
dosde sexta-leira 28 demaio prximo pis-
sado, de gancho ao pescago,seeco do enrpo,
rozos, um toucador o uma cadeira do lombriga.
p.ano, ludo com multo pouco uso na toja |h ^ u( J ^ t'J.S
Selougan.28, narua larga do Rosario, se SKTSSSSSSw>iSEmW *"* s\aoao 8,n,c"",h' WTFSF"10ao c"r,")'
dir quem vende. J.go ser a inelhor prep.raco qe Unho usado cor bem1 preta. be.go inferior grosso com
Na estrada Nova, rancho do nestacidade noepaco de dozcanno. de mi- marcas de chicle pelas costas, vestido de
... 'nha clnica. A asignado, Dr. Ptreirada Coila, camisa de algod3o branco com mangas eur-
VlCCIlte vendem-se superiores fo$$o lliegnrar que todas as veies auetenho tas, calgasde algodSoSinhodelistras azuci;
rnrrAsi narida da bem COtlhccida empregado como vermfugo as pastilhas vege- he basUnto ladino, tora falta do cabellos na
vaccas pariuas, 11 iitni couoec.ua laeii hci obllao ,empre uin iU|Wdo inullo... cab por ,or andaj0 venaeillo frucU
fazenda lauque do Vieira : queiD UtlaOtorio. K.ta. pastilhas tcem sldopormim m,ndioca, macaxeira pela ra; osle mole.
ai quitar comprar dirija-se ao &S5FX!&~ ^ZSZ flu'lndolhe f.tl.m, esl semprocomo,
Viuva Pereira da Cunha, cncar-
regada des le deposito scicntifica
aos consumidores deste rape, que
para melbor sercm servidos seus
pedidos, tem estabclccido ser pr-
vido o deposito mensalmente com
remessas feitas pelos vapores da
carrera, e assim poderSo seus fre-
guezes ter rap muito lrcsco, cir-
cumstancia a mais escencial ; sup-
pido pois regularnienle este de-
poMlo com rap aasim fresco, he
para affirmar que e^ta boa pitada
se'tornar recotnmendavel a todos
os tomantes : os precos sao os de
seu principio estabelecidos de i28o
rs., as duas primeiras qualidades
c 900 rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Vende-se cal'virgem cm pe-
dra, cabeca de carneiro : nu ar-
mazem dcassucar da Viuva l'e-
cavallos.
Amarras de ferro de 45 braca?.
Ancoras de dito para navios.
Cabos de linho sortldos.
Jkiixas para mgmhos
Na fundicSo de ferro de D.
\V. Bowman na ra do lriini,
passando o chafariz contina a
iiaver um completo sorlimento
de laixas de ferro fundido e ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despe/us ao com-
prador.
Algodao para roupa de escravos.
Vende-se algo dito muilo encorpa lo, pro-
prio para roupa doescravus, com pequeo
;loque 'de avaria, a 140 rs. a jarda ; dito
ilimpoa 180 rs : na ra do Crespo n 5
Vcnde-se farinha de mandioca, muilo
boa o nova, a 1,600 rs. a sacca : na ra da
mesmo rancho que
quem tratar.
P3o do senteio.
adiar COin vadoenpre indiffe.eme. a esse emprego.-As- olhos inquietos, e fazondo movimentosco.Ti
adiara loiii &o^ f 'jHltK(g da cJ(a. os dedos das mflos. Po le ser que se inlilu-
Faco uso das pastilhas vegetacs na minhacll- le de forro, e que d outro nome, como ja
nica lia mais de quatro annos, tendo seuiprc lirn 11 gancho do pescugo que tinha quan-
ai' la; iioia ia MiwuiiK'iiu.a, dos outros auiic iiiinucns, sao iu-un irusio lao .___...---. ---- ^ .-. .--, ______
-Vcnde.m-soesUirasdepalhadccarnaii- "gradavel ..ue a.crianc.s muilo as aprecia.... en regar a seu senhor, Joso Saponl, mo-
bs regulans e grandes, dn 2 varas do con- Assignado, r. Joii l'aul da Rom (nlhardo ra.lor no principio da estrada dos Alllictos.
pri'mcnto: chapeos de pallia a 8,000 rs. o do Uom-Succciio (da villa de Ubatuba.) 1 a rabnca docaldcreiro da ra do llrum
CCIlto licites de cabra a 20,000 rs. ucen- Atiesto que lenho applicado as j * Karinha de mandioca ^_
| Vrnde-so, por prego rasoavcl, la- ^
? rinha do s. Matheus a mais nova ^
S que existe ueste morcado : 1111 ra ^
{> da Cruz n. 34, dutninte ila I in(;oi 11
>********* ***********
AGLNCIA
da fundicao Low-Moor.
BA DA SKfizALI.A NOVA N. 48.
Ncste estabeleeimenlo couti-
na a haver um completo sorti-
nento de snoendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Aos fabricantes de velas.
Vende-se superior c?ra do carnauba, e se-
bo retinado, em porgos o a relallio, por
comino lo prego : no armazem de D. II. A n -
drade & C, ra da Cruz confronte ao cha-
fariz n. 1.
reir da Cunha, na ra da Cruz do *w <"">. venJ do aemenlc d silv8
n *e o Liina. t
Kecilen. 20. Vendem-se remos de laia ,
Mercurio. |oleo de linliaca embotijas, barri-
Vende-se mercurio de pnmeira sorte: em .:.,,... aalnaa vend-
casa de Augusto c. do Abrcu: narua daicascom cimento a eslinas, vena*
cadeia do itecifen. 48. ;se a vontade dos compradores e
Deposito I rabilen le Toilos os Lor precos commodos : no arma-
vende-sterc.s"de":,'teber&c,|zem de taboas depinho, atrsdo
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado t a- Itbeatro velho.
quollarabrica.muitopropnoparasaccosde
assucareroupa deescravos.porpregocom-
modu.
Bom e barato.
Ra do Passoio PMblico, loja n. 9, do Al-
bino Jos Leile. Vendem-se linissimos cha-
les de 18a e seda a 3200 rs., ditos do lila a
l,000rs.,dilosdelarlatanaa 1,000rs .ditos
brancos a 800 rs., meias cruas linas a 200 rs.
o par, em duzia 8,200 rs. corles do coleto de
fustSo a 640 rs., ditos de lila e soJa a 800 rs.
longos encarnados a 160rs.,oilosbrancosro-
deados de bico a 320 o 440 rs., ditos para
grvalas a 120 rs., chapeos desoa 1440 rs.,
chita para cobertas a 160 rs., dilss linas a
240 rs, ditas para vestidos cor lixasa 160 e
200 rs. ocovapo, madapoiao enlro finos a
3,200 rs, cada pega 3,500 4,000 rs ,linho de
cores para caiga o jaqueles a 300, 320, e 360
rs., castores para caigas a 200 rs o oulras
mullas fazendas, por pregos cmodos.
-- Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
se cortes de meia-casimira depura 13, c
gostos muito bonitos, pelo mdico prego de
2,560 rs. o corte; brim pardo de linho, su-
perior fazenda, a 640 rs. a vara.
-- Vendcm se charutos do llavana vorda-
deiros : cm casa de Schafheitlin tt Tobler :
na ra da Cruz n. 38.
Vendem-se lunas, brinzSo, biins, o
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na ra da Cruz
n.4.
Casa da fortuna, na Direita n. 7.
O respectivo thesoureiio da lotera dc..N.
S. do Rozario, marcou o dia 29 do crrante
para o andamento das rodas, o cautelista
lem a venda um completo sorlimento de
cautelas, na loja do Sr. I'orlunalo praga da
Independencia, o na casa assima, meios bi-
llietcs e inleiros
libeles .O
fdeios 4,000
Quartos 2,200
decimos 1,000
Vigsimos 500
Vende se raarmelsdi nova, viuda l-
timamente de Lisboa : na ruadaCiuz n.
46, defronte do Sr. Ur. Cosme.
-- Vendem-seamarrasdcfcrro: na "na da
IScnzalia [>lova n. 42
Sor limen tus de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra o Crespo loja da esquina que vr-l-
la para a cadeia,vende-sc panos finos prelos
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran-
cez muilo superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dilo a:ul a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, cortes rio caiga de casemira
preta enfestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corte,
o outras muilas fazendas |ur prego com-
modo.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia, vende-se cortes de caiga de
hrim ilc quadros, e listras do puro linho a
1,280 e 2,000 rs., diloinleiro pardo a l.280e
2,000 rs. o corte, riscado do llnh de listra
a 720 rs. o corle.
l'ambraias de salpico branco c de
cor, lencos de cambraia de
linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ta para acdela, vende-se cortesde cambraia
de salpico branco a 4,000 tt., aillo do cora
4,500 rs., lencos de cambraia de linho a 5C0
e liiiu rs. cada um.
Com toque de mofo.
Narua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque do mofo o 5.500 rs. a pega,o o
covado a 160 rs.
__ Yende-se pormetade do sen
valor, uma parte do engenho Cai-
te, da freguezia de Iguarass, per-
*., liveira Maia. de mal um remrdio precioso a therapeutica, no dia 13 do correle o preto Alejandre, de
--Vende-se uma prelado mcia 1 ale com unioao a uinafacilidadccxtreinade administra- nagao S. Thom, alto, corpo reforgado, e
algumas habilidades e por prego commodo ; lo |cll'cito. promptoa, certos e constantes.As- alegre, e ja foi escravo do Sr. Bollv e do
na ma da Roda 11. 52. hignado, Dr. ./ionio Jogtud. rrancez Melequer, morador no Rio Dce, lu-
Do Chile e de It-lia. iL'Z.elf^llZ', eue. o fe 8" 1ue "!! CSt fq-1
Completo 10.tin.enlo de chapeos do Chil- e"P,Vg.V .d" 5".. d^ucces. ? l"r ns dive.rsas fug.d.s que ha (ello:
le.os melhorcs ero alvura e duragSo que tem tendo portanto que o ellas u.nanthclmintico roga-sa as autoridades policiaes o a quom
vindo ao mercado, e por pregos mullo ra- cciienle.no pelo promptoe qua.i segu- quer que delles der noticias, dinjiio-sa. |
zoaveis, ditos de Italia para homenseso- roenei, como porque ae pode dellas anear mesm. fabrica que sera recompcnsadii.
nhoras, sendo estes ltimos ptimamente "!;l V" qlq .'dadc .cm,_rc10 lr.r".a-1 Desappareceu no da 8 de julho do cor
a
d
-..._ k. ^.', A ... 1 .....*/ wi.i.i 1 ^ J I-i---, .
11 ni ,i......,,.., .....,:...... ,.............- -, apropr.ada as enanca.,as quaes ciia ..ju|ire- ter q'je q^eira :s?.nrar-se Uo lurro, iovou
o muito bom onfeilados, honets de panno judicalll> lnCsino quando nao evi.tam vermes, e caiga azul de algodao, camisa de algodSo de
para senhora.s o meninos, do todas asquali- ,|n ,c repitan sua. ilsrs.Aa.ignado, Dr. Do- listra, quando falla aperta um poncoa lin-
dadis, chapeos de castor do difforenles co- minaos Marinho de Aztvcdo Americano. 'goa'entro os denles: quem o pegar leve a
res para meninos e nvninas, co-n rfleites o Se urna ou outra vez deixel de obter resulta- ra da Cruz do Recife n. 33, casa de l.uu
sem ellos, ludo por prego muilo commodo; doapplicando as pastilhas vegetac. he porcm jusoae Sa Araujo, aonde se achava para ser
11a loja e fabrica de chapeos da pr.gi da la- verdade que dobrando cu as dOaea,emicrl- vendjdo -UB 9e rccompen8BI,.
, ',_____._ ,c I o iicas c nos adultos, o flleito aninelmiDtico ro ,-. \f .. .
dependencia ns. 2*. 26 e 28. ente inWUwl. i.vre do menor laeonvenlen-' n 8 para 9 de abril de 1851, pelas 8
i ara deoruar palitos. u...A.signado, Dr. Jote Mauricio Xunei (jarcia, horas da noite, desappareceo o escravo ds
Fitas de superior qualidado, o difrorontes Tcnho empregado multas vete, a pastilhas nome Paulo, do nago Beoguella, represen-
nadrOes o larguras por mo lico prego na lo- vegetac. na mi.iha pratica da medicina, e te- ta ter de 25 a 30 annos, pouco mais ou me-
ja c fabrica de chapeos da praga d Indepen- "bo visto que se ella, falhamem algn, casos, nos; tem os seguinles fcignacs : eslalura re-
lencia us 24 "6 o 28 ; mullas vc.e. produ.em bon. elle o .eui ir- guiar, cor preta, c.bello grande, ten lo uma
dcncia ns. 24,,86, i_ 28 .. As5eado, Dr. ]o,i Marun. da Cu-. f,|U n ^ aa mtn que inda corlau-
Superiores chapeos de castor br.ncodJ "l.T.de mnito tempo tenho acon.dhadoe ad- cirCr,!|ic^?0;o{0U^t*
formas ^SLSSTJSl ViS 2ttJ&tt2SSSR .Xn^C*.TboS granSee^e,':
rs., superiores o modernos chapeos de seda ^ ^ doentcs n-o lcDo nblvado quc cl. Sos grossos, ralla um tanto fina o descanca-
Irancezes, a 6,400 rs., na loja e rabnca do |a, irriicm o estomago, como e nnta na maior da, conservando um pouco os beigos aber-
chapoos da praga da Independencia ns. 21, naile j0, medicamento, preconisados para a tos e os denles fechados, e em cerlss per-
26,c28. j curadoa verme, inte.tlnae. Assignado, Dr. gunias usa da resposUsenhor sim, ou sc-
De castor a 0,000 rs. ; Amonio osliontatvee tonln. nhor nSo; tom tolos os dentes. sanio
Chapeo, de castor brancos inglezcs do ho-1 p^^Veget^p" S'^x^. d.""" TSS Z&S& "T m """ ffi
lilas formas, a 6,000 rs na loja e f.bnca do Si0blivc ,.,lc. de.cjava. O que .c convida- fm haixo que visivelmenlo sevd; no pedo
chapeos da praga da Independencia ns. 24, r a continuar a usar dclla. he a fjcilidadccom tcm a maica querendo parecer uma nic-
26, e 28, que a. crlancas as loma., a quasi certeza do *lM* e alero desta, em um dos lados, lem
Oleados para mezas. resultado, e por terrcconhccidoqucoicu u.o uma marca mais prela do quo a cor docor-
... '. _'.. ,,! 'e inoll'cnsivo. --Assignado, Dr. .aplane. po, pruvenicnte do um caustico; em um
Vonde-so oleado pintado, de niuilo bom- me,ma fotlnase c.pri.nem .obre o cm- dos bracos a marca A, e em cima de um
tos padrOis do quatro a o lo palmos de lar- ,,,,, c iCcao das p.atilba vegetacs o, illus- assol r.ncelhas uma Costura de um peaue-
gura, eimr prego muilo barato na praga da tres scnhore.prolessorcs : Ur. Joaquina Canil- no ,,inn .,.,,. .,_.. :' ...
"n.lependencia loja e fabnca do chapeos, ns. do Soaresde Meirelle., Dr. Luiz 1'ranci.coKcr- "L' r,rn'c,V.,\ i ..n," xJ S
01 .,6 c28 reir, Dr. Thoma. Gome. do. Santo., Dr. Le- po"co com o corpo e da um tal geito QUS
,,, ye Df Fllnclsco dc Pau|a CosU r Joa_ empina um Unto a barriga para diaule,
..cr\ejasupeinna. qulm Vlcotc Torres-Homem, Dr. Ma.iocl An- trocan lo os joclhos para dentro ; tem ovi-
Vendem-se em barricas dc 3 duzias, mui- ionio dc Magalbc.Calvet, Dr. Manoeldo Val- Ci de tomar tabaco, beber garapa e agn ir-
lo propria par miaios, pela sua aprcciavel ladao rmente!, etc ,elc. | dente : levou calges de casimira azul lerro-
qualidadc, que bem pode nvalisar como me- Vcndcm-se cortes de chitas 'e do listras ao comprido c alravossad.islor-
ihor Champagno quevoni a este mercado : r vpti.ln* H ilaT IEando quadros; camisa do madapoln e
na travessa da Madre de Dos ns. 4 c 6, a--("nd>? IMrd vcoiiuo, ue iuiicrt.niej chapeo preto novo, de pello ; sondo limito
mazem piulado de cor. cores a preco de 1,280 e 1,800 provavel que tenh mudado o traje. Esta
A 10,000 rs. 'rs. : na loia da ra do Cresno 11 |esc"vo foi 'lo Antonio Joaquim, morador
Ven lem-sochaio.s do Chily, muito (nos o ,T ,2 V-,!'0"- m Kora de Portas, com lenaa dc s.palciro
ejaerarel.iadJsflO.OOOrs :^a Praga da 3> ao ^do ,do arC0 dc, Antonio. I na ru, da Cacimba; tendo o dilo escravo
Vendem-se 1 alambiques de i princiP' 'lo mosmo oillcio. Rogase, por-
. 1 1 Manto, as autoridades policiaes o obsequio
carapuca e novos, por metade do ,de coadjuvarom na captura do referido es-
na l'raga da
ndepondeneia ns. 24, 26, e 28
Attenrao a pechiucha.
Na ra do Cullcgio, loja n 1,'vendem-se
as superiores batatas dc Lisboa, pelo b.ra-
tissimo prego de 50 rcis a libra, em porgSo
lo 8 libras para cima.
llap Paulo Cordeiro.
Na ra da Cruz n-57, vende-son vnrda-
deiro ran.' Paulo Gordeno viajado do lio da
Janeiro, no l'ar a l,U0 rs. a libr
valor, porque ordinariamente se
vendcm : na ra Nova, loja de fu-
nileiio n. 38.
Marinclatla nova.
>\a ra da Cruz. .., 57, vendu-au maruieia-
da, nova do Rio do Janeiro, o de I isba da
cravo, o qualquor pessoa que o pegar sera
genorosamente recompensado pelo sou na-
balho o despezas, podendo entrega-lo 11*5
ras da Cruz do Recifc n. 63, no segundo
andar, e Trapicbe-Novo n. 16, ou airas du
ll.eatro, armazem de taboas dopinlio; na
Parahyba, ao Sr. Jos Itiheiru Guimirles,
ou aos Srs. Jos l.uiz Pereira Lima 01 >-;
-- Vende-se um bom escravo,mulaln.mui- melhor qualidado que tcm viudo a esle mor-!01" I'edras de logo, ao Sr. Mariano llames
to robusto, proprio p.ra qu.tquer serrlgo,loado. (desiendonga; no Rrejodo Aria, aoSr. Jo Unto do campo oomoda praga: a tratar na -- Vende-se urna casa terrea sita na ira-'*ntonioi;ngalves Lima; o em Coianna, m
Recito 11. 7, lojadomiu- ves a ,1o S. Podro 11 I ; 01 pret'ndcnlesdi-18r\*oa ''"rancisco l'ernandes. 1) ibliSO
rijam-se a rua u.> Livrtmeoto n. -jh, das oasa*siguado est em diligencia do seductor
que II.e l'oiibou n seo esc iavu. e prolesla
Uiar de tudo o rigor das leis eontra aquella
pessoa que o tiver. Recite, 30 dejuohod
182, Joaquim Lope do lmenda.
ptu.\. : TtP, i>f. tt. P, ur: iTiui '- 185a!.
tencente a Amaro do llego llar- ma da Cadeia do
ros : os prclendentes dirijam-se 'k'./:"Vl,1|0.s,,um egcr,TOi (.,,.ou|0i ,,0 da
a ru do Crespo, loja 11. t(i. de38annos, o qual eotende de cinuouo
Na loja do Jos dos Sanio, Noves na do de embarcad igo, o mesm.i prefero s -r ven-. Usura, de todo servigo, por ser de muitaha-
Cresjon 17 vende seo superior rap Paulo di lo par o tnisler docnlurcadigo: na ruajbilldade, o lie carreiro: na quarla casa ter-
Cordciro a l,440rs. a libra, lio Trapiche Novo 11 1. I rea, da rua Formou.
4 horas ila larde.
Vcnde-se um escravo crooulo, bonita
Rnu
w. 'fkA:
mj/BamrE&


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