Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03705


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Full Text

T liS.**-
Anuo XXVIII
Sabba.lo 10
DIARIO DE
deJuIho de 1852.
IN. 151.
'.*
PfiRNAMBIJGO.
ruego sOBomuJlo.
l'.i.tMK'm ADUHT1DO.
p, trimestre............
ni Kincilrc............
ro nn0 p40"D*BI,0 lutiuumi.
i" .le .1 milio Minas... de Maio
21 de Jilo 'S. Paulo 8 de Jnoho
ilidedito R.deJ.. de Julho
' iiiilm .iihn ... ni de di lo
4/000
8/000
15/000
4/500
rara.--
M.ir.nhao
i.rar*
Parahlba
di da iuim, iviiraciis.
SSeg.S. Filomena.
6 Tere. Si Uumignas
v. III.
7 Oh ii i.s. Pulquera. 3
8 Quint. S Procopio.
9 Sext. Ss. Cyiillo e
Unci.
lOSab. S. Silvano.
11 Doin. (i. S. Silvano
Jiinilr OrpkSo
?, e 5. s 10 horas.
1. tara dcivil.
e 6. ao raeio-dia.
faltada.
e 6. i 10 borai.
2. rara do civil.
e.abado.ao un-mil
fltlaco.
Tercas e sibidos.
Cre.ceate 24, a i horae 17 minutos da ni.
Cbeia a 3i ao 7 minutos da manbaa.
Mingoan te 9, as 5 boras e 18 minutos da ro.
Nova 17, a I bora 16 minutos da manbaa.
isnaiiDi ssOJ
; Primeira 'o s borase M minuto* da manbaa
Segundan. II boras c 18minutos da tarde.
UiTiau o co"oi.
Oolaana e Paxahiba, s tegunda e eitas-
feiras.
Rio-Grande-do-Norte e Victoiiaaa quistas
felras
Bonito,Cmaro, e Garanhuns un l'f ISdecad*
mu.
Flores,Ourlcury.F.xu c Boa-Vista l3 e 28.
Olinda, todos os dias.
Todos os Correios parlemaomeio-dia.
SfOTICIAS SSTBAHSEIBAI.
Portugal ibdeJunbo
Hcspanba 8 de dito
Franca
Blgica...
Italia..;.
Alemanha
Prussia
8 de dito
' .Ir dito
1 dedito
3 de dito
1 dedito
Dinamarca 30 de Maio
Russla... 28 de dito
Turqua. 26 de dito
Austria.. 2,deJunho
Suissa___ i de dito.
Sin i i.i... de Malo
{Inglaterra SdeJnnho
E.-Unidos 23de Maio.
Mxico... 0 de dito
California l de dito
Cbili. 10 de Abril
Buenos-A. 17t Maio
Montevideo 5deJunho
cimioi db si jumo
Sobre Londres, a 27 '/, por d. 1/000
> Paria, 355
Lisboa,100 por cento.
1TAII,
Ouro.Oncashcpanhola..........
Hoedas de li/foo vrlhas.......
de 6*400 novaa.......
de 4/000..............
Prata.Patacdesbrasilelros.........
Pesos columnarios.<
Ditos mexicanos.............
(irme.
. 29/Will
. I6J0O0
. 16/WK
. 9/000
. 1/920
. 1/920
. 1/800
PARTE OFFICIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 22 DE JUNllO.
Oll'icio.--AO Eini. vicepresidented Bi-
| solicitsndo. em vista do requonmoiilu,
, 0meU',dOC.pltaodo 9- b.talhSo de
, .lanlaria, IticarJo Jos da Silva, a exped-
co das convenientes ordens no sentido do
sor suspenso o pagamento da prestacSo de
10.000 M. mensaos que o mosaio capitSo
consignara ..'aquella provincia. ornecendo
a respectiva thcouraria urna guia da qual
,,,sl. os pattamenlos all feitos a Luiz Bar-
loa Comes do Si, fin de poder esse of-
lic.al liquidare.ua. tontas coni o al fe resido
mesniob.taiuao, Ignacio Comes de Sa Quc-
DitO -Ao commando das armas enviando
pur copia o aviso do ministerio da Bue""do
s ,1o frrente, deterroinando que se de Daixa
ao cadete do 2 balalhUo de artllhanaa pe,
joiauiH llorculano l'eroira Caldas, visto
ebir-fO incapaz de continuar no servico
Dito --A0 mesmo transmitlindo copia (lo
aviso do ministerio da guerra do 8 he maio
ultimo, no qual se communica a passagem
du soldado Luiz Conzga de Carvalno, do 1
batlIMo de artilharia a p para a compa-
nhia lixa de cavallana dosta provincia.
' Dito.A0 mesmo remetiendo copia do i-
visnda ropsrticSo* guerra de M de maio
ullimo, pelo qual se manda dar liaisa do ser-
v do cxoicitoao cadele do lo0 liatalhao
de infantaria, Luiz Amelio Codoi o Vascon-
celos, visto se ler lomado mcorrogivel, co-
mo so depiehonde das relaces de conducta.
luto.Ao mesmo communicando, que se-
.iiudi'constou do aviso quo remmelto por co-
pia da loparticSo da guerra datado do 1 do
frrenlos* mandou passar para a 6.1 com-
nanliia do 3.' balalhSo de artilharia a pe o
'apit.1odo*,,damesaiaarma, Alfonso de
Almcida o Albuguerquo.
luto Ao mesmo rmetloodo por copia o
aviso do ministerio da guerra do 2 do cor-
rento determinando, quo se de baixa do ser-
viro, e faca-se seguir para a corle na I." op-
iinrtunidade, a Gamillo dos Sanias Corroa.
luto.Ao mesmo transmiltindo copia do
da rcpartlclo da guerra do 25 de maio
pendencia o liherdade: o mesmo porque,
conveocendo os Tactos mais do que os ditos
vagos, nRoilOa isomptamos d* vivar essas
recor JacOos histricas, que alm de cumpro-
varem o grande principio da naciomlidade,
quo mu.I,mi.......uto lem cabido em cora-
(des porluguezos, temos a maior gloria de
s commemorar, por laso quo importam os
fundamentos admiravois da nossa clevacSo e
grandeza.
Desde o berso da monarchia vemos a po-
ltica do Castella len.ler sempro para a oceu-
paco deste reino, e da parte dos porlugue-
zos, e dos seus monarebas os mais nobres e
heroicos eaTorcos para repollir as aggrcsse.
injustas da parte de Castella, como de faci
nSo poucas vezes o provaram.
Dado Portugal ao conde D. Manrique em
109 por occasiSo dweasamenlo com a prin-
cesa I). Thereza, filha de 11. AlTonso VI, re
deCastolla, lancaram-sc as primeiras bases
da nossa independencia, conservando-se a
desojada harmona cnlre osles dous princi-
pal. Porcm, flcando por morte do D. Ilenri-
qucsucccssor da coroa o principo D. AlTon-
so, no qual forain crescendo com a idade os
bros de saldado, o de verdadeiro porluguez,
c vendo osle que os seus direilos llie eram
usurpados recorrou for atcando-se logo a guorra civil entre os par-
tidarios da rainha, e os de AlTonso, o que deu
lugar intervengo armada de I). AlTonso,
rei do Castolla e de L*5o. Mas, como hou-
vesse grande e bem fundado receio do que
com o pretexto do soccorro se pertendesse a
occupacAo do reino, o a voz da liberdade, e
da independencia da patria nascenle bradas-
se mais alto, vio-so com assoaibro abando-
naren) os partidarios da rainha a sua causa,
para se unirem do I). AlTonso, que olha-
v.uii como son principe nalurai o gloiioso
sustentculo das suas libcrdades, para re-
pellirom o immigo commum. l'ropoz-se a
paz; porcm, discordando os nimos, foi ino-
vitavel a pelej, que levo lugar na veiga de
Valdovez, onde o valor dos portuguezos tor-
nou bem cara aos castellanos a sua ousa-
dia ; sendo tal a perda dos inimigos, que
anda hoje se honra aquelle lugar com o no-
mo de Veiga da Natanca.
Lm lUOrouovou o rei de Castellao in-
tento d* uceupar Portugal entrando pela pro-
vincia do Uouro e Miuho com glandes for-
jas. D. Affunso acode, qual pastor nova da
ullimo cnuiiuuiiicaodo quo so mandou dar invssAo dos lobos no sou aprisco, a dispu-
hana d'oservico militar, por 1er provado tar o passo ao seu inimigo. D. Ramiro soffre
isencilo lrgl, ao soldado do 1. batalhilo de atemporada sua espada ; Valievez, ja tSo
artilharia a p, Christinno Franco. infausta aos caslelhanos, he outra vez o
Hilo.Ao mosmo coinmuiiicando, quo por llieatro da guerra ; entretanto urna pa/. 800"
immediala o imperial resoluco de '6 veniente aos dous contendores- pOe lim
de maio ullimo, segundo constou de aviso guorra, retirando-so o caslelhaiio bom des-
iiiio remelle por copia do ministerio da engaado da conquista de Portugal. Tal foi
guerra datado de 8 do corrento, concedeu- o ardimenlo dos porluguezes na defens3o
mi reforma no mesmo poslo com o rospecli- dos foros da sua independencia.
mi sold ao major do 1.* regiment de ca- No reinado seguinle do D. Sancho I, e de-
vallaria ligeira Sebaslilo Lopes Cuiniariics, terminada i ente em 1187, proseguindo Cas-
iiiioso aclia nesta provincia. Communicou- lella na tcticilu do possuir osle reino, inva-
>e a thesourana do fazenda. ,'dio-socom dous exercitos um, que pene-
DitoAo mosmo para mandar por om trou al aocaslcllo do Cnlorico da provincia
liherdade o recrula Manuel Joaquim Korreira do ouroe Minlio jeoutro, que campeou na
que so acha em tralamenl'j no hospital ro- llora polos dislriclos de Trancse e Cuarda
annos experimentou o primeiros los da rema defensao da sua patria, conleccndo nes-
sua espada no singuo castolhano por occa- occasides tlrarem os pescadores as redes,
guio das hostilidades, quo a armada de Cas- lor oc P'1"- Ped,1f05 dc corl' hu-
tella lizera no porto de Lisboa. "Deaenganemooos : os borneas, dada, as
Morlo D. Temando em 1383, comocou lo- mc,m circunstancias, sao os meamos em lo-
go D. Joao I de Castella a prevenirse para dos os lempos, e em todas as idades ; princl-
entrar armado om Portugal debaiio dos pro- pi este incontestavcl em pbilosopbia moral,
textos, que a todos, versados na historia pa- Se outra ves passassemos por seiuelbante ca-
tria, s9o conbecidos, para o incorpo'ar na tsstropbe, ver-se-iain as mesmas paixOes, as
sua coroa, como urna provincia de Hespa- mesmas violencias, a inesma lyraoia em cam-
nha, mas so MM. 00. jmM- > T^.^T'c StSVJS. "aulSl
pitanoados nos planos de Aljubarrota pelo ailo g0,'l0.. Perderamos lodos os nos.os ros.
meslre de Aviz, pelo invicto Pereira, Mem liberdades patria, e nome. custa a crer que
Rodrigues de Vasconcellns e AntSo Vaques nocora(ode alguus portuguexes acbem cco
de Almada, peitos diamantinos, contra os uto criminosas sugc,esies I :..
quaes se quobraram as suas armas, desmen- I Oail que a naci toda o conbecesse, e que
lindo a voz geral dos caslelhanos, que jul- soubesse eilremaroa que de boa f, ou illudi-
gavamj sua a lorra que piaavam. Glorioso ^ospossaiu porventura entrar nesta colligaco,
lia tc)e agosto do 1385, sempre faustb na oa#ael que por ma fe e msidioso carcter a
. T1' '___,'______..... acouselham e applaudcni.' Ouc estes u um ino-
memoria dos verdadeiros porluguezes I Mas MM0 Ucixarlam de pisar sacrilegos o sdlo pa-
se os nimios desses hroes, que encheram lr|0_ fU]jiao espavoridos aos brados da leal-
de gloria e honra esaa poca brilhante da dade c da honra, e ao trovejar das maldlces.
monarchia, merecem a aureola da immorta- lleies dc 1610, que obrasten prodigios de va-
lidado, s competem quelles que vende- lor, de fedilidade. nclitos rasgos do mais
ram o nome porluguez eterna execracSo,, emplar naclonalismu i Manes dc honrados
eterno odio, como asss o deplora o nosso! P"'as, levaniai-vo. das espes.as sombras
llimnrn J da* vossaa lousas, vinUe confundir anniqui-
... .. i lar, lmente com o vosso venerando aspecto,
Variossuccessossepassaram.o treguas css degenetados lili.es que, reuegando a
edopelejas, al queem 1411 sellrmou oMI patria com fementida traicao, se apreseutam
paz perpetua, sabia, e cautelosamente eon- coma deitra armada dc ferro francida, pres-
cluida om Agosto desse anuo solicitada pe- tesa vibral-o no coracao da patria; ena ou-
la grande prudencia do D. Julio I. Passiu o ,r* lgubre cypresie, symbolo da morte !
reinado de D. Duarte, porom no de D Affon- }">u> importa a venda da patria ou a perda da
so V tornaram renovar seas tentativas da '",e'd*de c da '"dependencia nacional ; fol-
coroade Castella. presentando insolentes Ba"dodee verem atados ao carro tr.umph.l
pro[iosso>s, s quaes se responder que fi-j jf,, voUa'ndo ao0bjecto i certamente a Hcs-
cavamos prevenindo a guerra. Este acn- pauba contou como grande a perda da mais
tecimonto deu lugiraque_ um autor Ha- brilbante joia que adornava o seu diadema,
liano dissesn Que a jiaQo custilhann in- sendo como tal olbada a posse dc Portugal.
tenda locar-lhe por direih o imperio do E uao obstante estar anda lio recente a me-
mundOm I mora da expulso do seu poder das margens
Decorreram os annos do reinado de D. dTejo cdo Oraro, assim mesmo oe otile-
Joi.ll sem o eslrepilo das armas, legrando SKttitSUEMW
os portuguezos o Tructo d urna paz ocU- quando ae apresentaram as celebre pelejas
viana. i de Montes-Liaros, do Aincixial, e das lindas
Comtudo, apozar das graves empiezas de d'Elvas; mas novas provas receberam da tcm-
conquista, que traziam oceupados os mu- pera das nossas armas, brndidas com per-
narchas peninsulares, hoiiveram ministros,' -"'* c valor pelos Immortacs Marialva e Villa
que aconselharam ao rei de Calella que in-i flor, laxendo abater s suas plantas a soberba
lentasse guerra, faciltsndo para isso os ^^S 1*.lj,e.'.,.0a.8..d.?' Geracs D. Luis dc
meiosda occupaco de Pnrltigil.
Anda em 1508, reinando I). Manoel, mo-
gimeotal, visto tor sido julgado incapaz pa-
ra o servido do exercito.--Conimunicou-se
ao cliofe de polica para fazor conslara au-
toridade que o capturou.
luto.-A theouraria da fazenda remet-
iendo por copia o aviso da reparticSu do
imperio do 1. do correnle communicaudo
loi-se prorogado por mais duus mezes a li-
rcn(a que havia sido concedida ao bacharel
Miguel Archanjo da Silva Cosa, professor
te inglcz e francez do collegiu das arles em
Olioda.
Dilo. A mesma, ditendo licar inlcirado do
i.inicudo doscuollicio dc 17 do crrente, c da
diOiculdadc que encontrou o empregado da-
|in lia tbesouraria em faer rccollicr nos arma-
U ii do .iliniix.iriladii do arsenal dc marinha os
genero* de que trata o citado ullicio, stndo pre-
i.su conduzi-los dc novo pira o barco d'ondc
tiiil.aias sabido; c reconiuicndaiido que procu-
deposila-lusalll, correndo por sua conla as dcs-
prui dc cunducfu, c bem asslm enlender-se
i j.ii o inspector do mesmo arsenal, para mao-
dar facilitar o seu recebmeuto, que desla vei
lu. mil i.... ul.i pela repeulina molestia do cu
i ariegado de os receber.
Hilo. Ao.....sino, coinmuncando que por
i.iiuiediaiaresoiucao <- lo dc maio ultimo, se-
cundo constou de aviso do ministerio da mari-
nli i dc 17 do inesuin mex, foi determinado, que
ocapitiio dc fragata Caetano Alve* de Souxa
i'ilguoiras srja reformado no mesmo poslo,
vruceudo o respectivo sold pela tabella actual.
loteirou-scacontadoria de marinha.
Dilo. Aojiiii municipal da primeira vara
desla cidade, remetiendo copia do aviso da rc-
particaoda juslica de2du corrente.edo decre-
in a que elle se refere, pelo qual foi perdoada
ao Dr. Filippc Lopes Mello a pena dc priso
-. |., ni.., que Ihe foi impusta pelo crlme dc rc-
i.clliiio, que leve ltimamente lugar ocsla pro-
vincia.
Dilo. Aodirector do collegio doi orpliJos,
aecusando recebdo o oicmnenlo que S. me. re-
uieiteu, dos conferios dc que ntcessila um dos
.aloes daquellc collegio.
Dito. A tbesouraria de I.wi-iiiI- provincial,
rcincttcndo a conla da despesa fcita no mes de
maio ultimo, com o sustento dos presos pobres
da cadeia do Itrejo, alim de que estando con-
luriuf, mande pagar a sua importancia 44/eO
a Jo& Joaquim Auiunes, segundo reqoisiluu u
ilclegado do mesmo termo. Coinmunicoii-sc
ao chefe dc polica.
Dilo. A Antonio Jos de Olivcira. Nao
allegando Vine, motivo algum sllendivcl para
jer exonerado do cargo de membro daadmi-
ni.iraco du patrimonio dos orpbus, uein me
parecendo couvenlcnlc annuir ao seu pedido
lena ueste sentido em otliciu dc 11 do correle,
espero que Vine, continu no ejercicio do mes-
no cargo ao menos ate precneber o bienio da
aclual adminislraco, ceno de que o governo
dar o devido ap.eco aos servicos por Vine,
prestados a favor desse piu eslabelecimcnto.
('orlara. Ao agente da companbla das
barcas de vapor, para mandar dar passagem
para a corle por conla do governo a Candido
Jn.c Barbosa que leve baila do servico do cx-
erelto,
Imniedialamente niarchou em soccorro do
Castello lio Irigo Mondes, fizeudo retirar os
caslelhanos; sendo as torcas que excursa-
i.iin na Beira rolas e deslrogadas junto
villa de Algodres polos moradores dos con-
sclhos, quooni massa os haveudu tanta desegualdade no poder que
llaro, c D. Joo d'Austria
Em lempos mais prximos a nds, sabemos
como o ministro patriota, o grande marquez
veu a coroa de Castello novas dvidas so- de Pesaba!, se portava esa todas as negucia-
bre limilcs do conquista, quo neste reinado ccs que podessem baver entre Hcspanba en
tanto avultaram. i uosso Portugal. Elle bem coubecia, cuino
Passando o reinado de l>. Jo3o III veio a hbil diplmala, quauto a polilica do gabinc-
succeder na coro D. ScbasliSo, e na de lc do Mfdrid procurava eslreilar mais, c mais
Castella I). EMippo II A infausta jornada as "gacoe.de ami.adc enlvc os dois pavos. As-
d-Afr,c, que aq'eMo principo rante S^MXl^V.ftW St
intenta'8. levando a Hor da hOStfl portugue- veigencia desla poltica. Tiuha bem cm visu
aaosareaesdo Alcacerquivir, onde se per- 0s pcrgoa, que breve e imuicdiatamcute se
deu com a sua nobreza.ecom o maior ter ( seguirn aos intcreiscs nioracs. e maichaet
cito que atcali tinha aportado as praias do pai/., dada esta estreita uujo com a curie
afnc.Qas, pois vulgarmente o fazoro subir Uc iiespanba, cujo fliu da alia transcendencia
a onze mil homons.foi a primeira pedra lan- loi >cl"pre fazer de Portugal um reino depeu-
ca.la no plano jesutico para a dominacSo de c"te' ou mera provincia de llcspanha.
r.^iniU- 13 fatal duaatffl ahrio faeil vn- Kslc *,,e,M' primeramente posto em pra-
i *.L f"" tica por Kcllppcll, coutinuou a ser a pu-
iiiu i da corte, e dos seus succcssorcs : com
elleito Pellppc dcixou inslrucccs para a admi-
ulstrac.-iode Portugal, das quarso seufubocne-
to jamis se ufastaranii observou elle que Por-
tugal poda ser de pouca Importancia ale qnc
Iuscabsolutamente rediuido : mas depos dc
reducido, se podiam tirar del le prodigiosas
vantageas.
Km vsla dcsles documentos irrccuiaves da
experieocia que a todos sao patentes, c que na
actualidade devem ser maduiaurule pesados
na balanza da relcxo, e da mais conicicn-
ciosa prevideucia ; cm vista de um assumptu
de tanta gravidade, io deveremos ns procla-
mar, e a t pugnar com reiteradas provas pela
mais estrella unio dos bons porluguezes, dos
homens bonestos do nosso pau, formando urna
barrelra diamantina, que hnpeca o rpido pro-
reda sua miss3o
lie noUwi quetendo l>. Filippe de Castel-
I -, tio do D. Si-IiMi.io, prometlido a esle a-
juds-lo com cinco mil homens. n cincoenta
gales, so roduzssi a final a dous mil; sen-
do corlo, que foi csU a nica vez, que co-
roa de (aslrlla nos prestou soccorro; de-
vendo considerar se como fatal agouro cssa
promessa, porque nos porJemus com o soc-
corro.
Com etToito, um rei sagaz e prudente co-
reito. Discurso do Sr. Pacheco. Viscussao* da
reijtosta Jaita do t/trono. Discursos dos sent-
les Pulino Suwj Fianc*.
A's 10 boras da manbaa fa-sc a chamada c
vericaodo-se haver casa, o Sr. presidente de-
clara aberta a sesso.
Lc-se e approva-se a acta da antecedente.
O Sr. Primeiro Secretario dconta do seguin-
le expediente :
Um olliclo do Sr. ministro do imperio, en-
viando o decreto pelo qual houvc S. 1M. o Im-
perador por bem faier inerce ao imperial ma-
rinheiro Francisco Daptista da penso anni:al
correspondente ao sold que uerccbla. A'
coinmisso de pennes c ordenados,
< lian do mesmo scnbor, remetindoos dia-
rios da cmara dos depuladns de Portugal dos
annos de i8*0, fSOc 1851, e o orcamcutoda re-
celta e despeza do mesiuo reluo nos jncuciona-
dos annos. A ollera be receblda com multo
especial agrado.
Uutro do m ministro da guerra, communi-
caudo tcrS. M o Imperador se con formado com
o parecer do canscloo supremo militar em con-
sulta deU de inai doanno de I8M, sobre o rc-
qucriincnto cm que I). Victoria Carlota da Silva
pede ,i jn'us.i. do moutc-pio a que se julgacom
in mo por falleciiuento dc seu pal o tenentc-
coronel reformado Francisco Jos* Ignacio da
Silva, alim dc que sendo presente cmara dos
senbores deputados possa ser tomado na devida
catnsideraco. A' commisso dc marluba
guerra.
He julgado objeclo dc deliberacao, e vai
imprimir para eulrai na ordem dos trabalbos, o
aeguinte projecto ollerecido pela commisso
dc penscs c ordenados:
A asscinblca geral legislativa resolve :
Artigo nico. Fica approv*da a aposenla-
doria couccdlda por decreto de G dejunhode
i851, com o ordenado por iuteiro de itiOff, a
Francisco Vaz Muiuin, porteiro da intendencia
da inarinba da proviucla da Hahia, em atlcncHO*
ao seu estado de molestias e a cootar mais dc \'l
aunos de servico, licando revogadas para este
(ini as leis c disposicocs em contraro.
> Paco da cmara dos depulados, 1 de junho
dc l8Si\ Gomes Ribeim.A, V.Ycrctti.
PIUMEIrU PAfilK DA OKDEM UIA.
Apresentaqao' dc projectos c indtcaro'es.
0 Sr. Silva Ommarans Peco a palavra.
O Sr. Presidente ; Devo observar ao nobre
depulado que a primeira parle da ordem do
da be consagrada a apreseulacao dc projeelos
e lodicaces.
O Sr. Silva Ouimarans: He para aprcsenlar
um projecto,
O Sr. Presidente: Tem a palavra.
O Sr, Silva Guimarans : *- Na primeira sestXo
da actual legislatura, em 1850, trve a honra dc
aprescular a esta augusta cantara um p rojee lo
sobre a cmancipaco proi;ress(va do* escravos,
o qual nao loi julgado objeclo de deliberacao.
Tornei a presenta-lo na segunda sessao da-
I Nao est na ordem, nao est na or-
dem.
O Sr. Presidente: Peco ao nobre deputado
Suese limite aptcsenlaco do projecto. Quan-
o elle tlver de ser discutido, expor todas as
ra6es que tem cin seu favor.
O Sr. Silva Guimarans : Eu nao pretendo ex-
por todas as raides que tinha a apresen lar em
abono do projecto nao quero fazer urna dis-
seriacSo.
O Sr. Wandcrley : Mas est fallando sem
poder ser contrariado.
( Ha outros muitos apartes/tumor.)
O Sr. S.Guimarans : Srnliui is, eu nao venho
fazer urna disertaco sacra, fica isso a cargo doa
Srs. ccclesiasllcos ; elles, que fortes na palavra
divina, deviam exhortar continuamente o res-
gate dos miseravcls captivos, cites que primeiro
deviam dar o eiemplo da amor ao prximo en -
sinaudo-nos a ser pelo menos mais justos e hu-
mauos para com esses que a nossa cubica red u
zlo ao ignobil estado para que a naluresa os nao
creou, e siiiiplcsmenle direi que he para admi-
rar que no secuto XIX, em um pala chrstSo,
nao esteja de todo euincto o captlveiro, e que
algucm m; eacaudalise, ejulguc censuravcl a
vos philanlropica que se levanta no meio
tos rrprcscnlanlcs da naco cm favor da escra-
vidao!
Senhorcs, que devenios ir gradulmcntc aca-
bando a escravatura no Brasil, manda-o a reli-
gio e a moral, aconselha-o asaa poltica, ex-
gi-oa civilisaco actual, reelama-o a prosper-
dade do imperio, dicta-o a humanidade, ina-
tam nossos proprlos lotcrcsses ; c nao a arti-
lharia do cruzeiro ingler.
Demais, senhore*, vos sabis que boje he
questo que naoadmtc duvidas, que a llber-
didc nao he um direlto de heranca, mas siiu
mu dom da natureza to precioso ou mais do
que a vida, dom do qual nao podemos despojar
os oulros, ncm a nos meamos ; aiodaque seja
para participar do preco da servido, oque
posto he consequenca lgica e natural que as-
siin como se nao pode succcdcr na liberdade,
i un in ni nao se pode succeder na cscravidao e
mi Isso para inlin nada mala estrauho c absur-
do em jurisprudencia que essa duplicada deno-
iiiin-i ;.i i dc pessoas c cousas, do que esse prin-
cipio dc dreilo romano do parlas scquitu ven-
trem a reipeito dos escravos considerados cou-
sas para serem possuidos cm propriedade, sc-
rem vendidos, doados, trocados, etc. e pessoas
para terem iinpulaco de seusactoss sollrcrcm
castigse penas.
Se pois, di:ia cu, est hoje pela le dc 4 dc
setembro abolida com penas severas o poder
de reduzii escravido os habitantes da costa
d'Africa ; escoci noo cdigo criminal, ari.
179, lie punido todoaquclle que reduz escra-
vido pessoa llvre com 3 a u annos dc prisa o. e
mulla correspondente a metade do lempo, ao
dcscobro raiao plausivel para que nao sejain
considerados Hvres quelles que forem nascen-
do de vcnlrc escravo ; c conllnuemos, contra o
.,_ citi tic vi inri, norarui *. *.tii.*i.**, -- .n... ..
quellc anuoi c se uem que iiouveisc.n por e c (|aj n clvi|adaS. a considerar como
volado membro. cujos voto s.io parani de ejcravos ,*, que foram comprados e que
grande peso, loduvia ainda dessa ves foi rrjeila-
do c nao pode entrar cm diseussao. Hoje, Sr.
presidente, teuho dc novaiuente oll'ercci!-lo
consideraco da cmara ...
O Sr. Sanios c Almcida: He forca de cou-
viccao.
O Sr. Silva Guimarans:.... accrcsccntado dc
aoles dc
escravos nao esics que loram compr
possuimus por um Ululo oneroso ou gratuito
at o presente, inasaqcullcs que dclles desecu-
dem, c que na verdade nao se pode dizer que
us pertcnccui, porque ainda nao nasceraiu.
Os ambiciosos c egostas que pos.uem escra-
vos como tropas de bcsla. dc cart-a, sem duvi-
da i ii ii.ni contra cssa talular dl.po.tco do
os povo. reputaram miraculusa cfsa bata-;rr,o Felippe.aproveitandu-seilaarnbicSo mal
I lia ; ainda hoje se venera a Imagom de Nos-! regulada do sohriulin, preparou d'aote-mSo
sa Scnhora, a que atlribuiram a victoria ruin conquista do reino : e nada valora ra ossa-
o nome do.< Acores. bios conselbus do digno prelado D. Jerony-
No reftiado de 1). AtTonso II em 1212 foi o mo Oorio, bispo deSilvos.
reino oulra vez invadiJo por D. Alfonso, j Eslava decr. tado, que esle negro traco
re de LeSo sob o pretexto de ipasiffUir as 'vieSM eolipear encarte contcslacOus suscitadas cu ni as suas irmas. tocspleodor, que sempro voltearam om tur-I u* i"1?*. cuJa' acentclbas aleadas cm algu-
..ecerto1uerendeufae,.n1ento..gumaspra-ndonomeportuguez. \Tg2r?E&4?ZSS l Ka
iscordias, dillerentcs phrases da historia patria, 1101111- jJJJ '
in,"- .- ^ f|7iV Jr INfillis oo*Bla* oKaSlwfa ds M reinan
AlTonso com a guerra civil; porm o papa
Ituiocoiicio III veio sanar estas di
liCauuu naailll
pai ie da iiespaiiua
iiiii n ni' i
Portugal, coutinuamos no mesmo proposilo.
que do nosso horlsontc se afug
nuveui elctrica, que nos ameaca lo lastimoso
respiremos gostosos. e. tranquillos
so da pax. naranue nao nos acontara,
Mario, assenlados' sobre as tristes rui-
nas di nossa patria, deplorando o doloroso
Varios successostiveram lugar nos reina- c a Uaica morte dc ^ s^ifo cm|naBU' uo"a Ymwm Pshv o uirv>
dos scguinles. quo deixam transluzir o mes- l578 Vcoroa foi devolvida ao cardeal D. lien- I desengao, sem esperanca de pdennos anda
mopeLmcn'J hodaD. Luiz obliveram Sffl SSsZtA SSSUT STBSJSi
i^iinliiiiMit as armas portuguezas loda a glo- dc piedade, e de um carcter bondosu alten-
ria, pugnando pula sua uacioualidado cum la a fraquea e irresoiuco do seu governo, foi
Castella, basta refoiira victoria alcanzada causa da infelicidades, que sobrcvicr.m a
junio au ;,abo de o. Vicente, uude apret
l'urtugal. ji.iii lie cerlu, que i.eiu se con-
EXTERIOR.
A HlElllA, E A NACIONALIDAIli: l'ultTU-
GfXZk,
ii.
Km abono dessa nacioualiJsdu Uo acriao-
lada, de que os porluguezes leeui dado a*
nial* exuberante!) provits, iviuonlaroinos
exposio daquelles maravilhosos l'.clos, que
''iiriquecero as paginas da lllaloria patria, e
ios bem apreguam o i|n.i laeal sido am lo-
iloi os lempui, todas as vezes, que se jul-
i'.nu auicavadus com a perda da su iude-
ju.no ...uUUO "i"--"-'-" "ST servan., ncm se govcrnam os e.lado. coin a*
mosa maior parto dof navio, o gales da pr,Uou do wUeLmo, ou i^ttado atenraa*.
armada miuuga, e recuperamos as presas a|i5 edificanies, oraeoes porque pode um
dos naviuS miTcantes, que os caslelhanos ti- principe merecer a consideraco, c estima dc
tiliam felo, entrando no porlo de Lisboa mullo bora sugeito quanto sua vida particu-
com una grossa armada. So du D. Affunso lar, e nao ser capas de se Ihc coniiar a direclo
IV for i.ni.h.'iii Portugal lastimoso tbeatro d* au do estado.
da guerra, aleada pela paixo dos principes, I Morrendo o cardeal .emter Borneado succe.-
hn n HuiraullM b acressrtes resinm. sor' vc' e,u ar,e "PP* a loBrar facl1
naveiuo reprosalias, e aggressocs reoipro- dc se inU.odutir poderosamente n.'.te
cas ontre o nosso monareba e D. Affouso XI rejn. ceruinente um encadeamento dc cau-
de Caslella, poiem inlerveio ( segundo era sal acarretarain a Portugal este faial successo,
coslumu pela influencia absoluta da Santa u*indo debati da subjelcao dc Hcspanba. Dc-
Si' / o papa UoncdicloXIl ; compondo as du- corrcraui sesscola annos ; mas nem por isso
vidas entre elles suscitadas. i feneceu nu. portugueses o.mor da sua liber-
Decorram paciQcos os dez annos o meio dade, eda repuiaco do. fro. da aua nacio-
do reinado do I). Pedro I. ICnlrctaoto novos ; nalidade. He indubitavel cjue
motivus surgi'.m, que vem alimentar dc no-
vo a guerra no reinado seguintu de D. Fer-
nando; devido sem duvida esto estado do
rousss aos desconcertos dukle monaicha, o
s ii rr-.il.ioii's do seu consellio. I-iu 1373
marchou um exercito castelliano sobro Lis-
boa, aproveilando o ensejo dse adiar D.
Fernando em Santarem mal prevenido, com-
tudo o cardeal do llulunlia ainda polo obs-
tar guerra, fazendo colebrar a paz entre D
llenrique de Castolla e D. Fernando, reco-
nheceudo aquelle as dilculdades da em-
pieza que intentara, quo a conservac.30 do
seu exercilo que ainda conseguio fazer en-
trar cm Castella era devida aos dosvairos,
m direccio, ou a inhbil poltica de 1). Fer-
nando. Cumpro-nos faicr mcncSo de um fac-
i heroico que levo lugar duraulcc cerco
de Lisbua, quando pisava uf.no a provincia
do Douro o Miiilm o celebre adiautado de
Castella : he a ac(So briosa, c sem iiuilac.3o
do governador do castello de Faria, Vuno
Concalves, que, licanJo prisioueiro, e le-
mendo que o lilho so rendesse, propuz ao
general caslelbano que o llzesso Cuodulir
ale aos murus do castello ara Ihe dizer que
entregssseas chaves, porcm ao contrario el-
le Ihe ordena imperiussinoiite e co;n a maior
liriin'/.i, no iin'iii das phalanges inimigas,
que suslenlasse a posse do cast-dlo, defeu-
iiei.iln-o alca morte,ja que ello com menos
advertencia sahira da praca, vendo perdida
a sua liherdade, raro cxmplo de herosmo
e da lealdsde insignu, que, pediodo otemos
iiiuiiuiniii.ius, s asoreeauda parle doacaa-
lelhanos hurornsa iodignsgSo, barbara viu
gan;a Foi ueste reinado que j o inclj-
to U. Nuno Alvares l'ercira na idade de vinlo
He indubitavel que a uussa deca-
dencia coinceou logo que viemos a ser parle
dos dominios dc Hespauba. huevemos? As
[un, do uosso commercio lo atenuadas, que
o uu.ncro das nossas embarcaces foi rebatido
a mais dc duicnto. galces, o. uo.sos arsenes
sem provlmenlos, sem artilheria, sem armas,
einsuniina sem os raateriaes dc guerra preci-
sos; asais de duas mil peca, de bronze, c infi-
nitas de fciro ioram conducidas para Hespa-
uba ; cl.egaram a ver-sc na grande praca de
Scvilba novecentas pecas, todas marcadas com
as quina, portuguezas Que vemos ? Tribu-
tos vexatorios, (aneados sobre este reino, que
se calculan., sincnle uo pequeuo praso de-
corridu desde Ifis4 ale iS.'ii. para cima de du-
zenlos inilbdes de escudos dc ouro, que a
llcspauha recebera de Portugal, que naquelle
lempo era uina somtna cuusideravcl. Que
vemos ? Os holaudcze. fazendo-uua a guerra
cui.iu subditos da Hespa..ha, e laucando-uos
l.ii i da liba dc Ccylao, dc Coloiubo, Tmale,
'fidur ; e lomaudu-uos Malaca, c os porlos dc
Mina, e dc Argiiiiu na cosa de Guie, Pcr-
nambuco e grande parle do Braiil, os rabes a
cidade dc Mscate, c os persas a cidade d'Or-
muz. Sollreudo por estas causas tanto o nos-
so commercio, durante esta crise, que sem-
prc licuu n'um cstadu dc rcconbcclda decadan-
cia c ahalimeutu. Que venios.' a. mais nota
vcl translormacao, isto lie, com a junecao das
duas coroas feitos inimigus daqucllas naces,
com as quaes conservamos sempre relacocs dc
amisade. M.n, a uuio, que us lornuu vas-
sallos dc Caslella, nos eonstiluiu inimigus dc
nglalcrra, Holanda eda franca, priucipal ori-
gei.i da perda das liosa pussisses .illra.na-
rinas, e do nusso commercio. Que vemos fl-1
..alenle ? Grandes prniuessas fe.las e vanla-
geus apr.'guadas logo desmentidas, o mais ..-
Iroi despulis.no eserei o contra .leeedidos pa- |
Iriutas, contra muilos religiosos, e dignos sa-
cerdotes que cram lamado ao mar pela gruta |
da torre de S, Jullao pelo orimt ilc acuusclba- ,
esper
por nuini dia igual *o i de dezembrode 1640
Deploramos (repetimos outia vez) o phan-
ra7loso sentir dc algumas caberas, que sgia-
as ct'.n preconecilos alerradure. de que j nao
a em Portugal capacidades, que possam salva-
lodo Dcmeado cataclismo de que estamcacado,
se I mi., un nalbeoria das federaces, nao ante-
vendo que est applicad. ao nosso eslado cm
r, I i.;..i Hespauba, nao servira para Poilugal
se nodeum plano bastante inclinado para o
seu total acab.mcnto, ou porque viria a .er
ainda inai. fraccionado, ou dc todo annexado
a outra parte, que pcla.ua importancia e su-
premaca .ii ir.mi n.i a menor.
Protestamos a fiual, que esta nossa lingua-
gem be franca como na.cida dc seniimcDios
patritico., e do amor da independencia na-
cional, e que como tal deve ser recebida ; bem
certosque, quanto Hespanha, naco gene-
rosa, ii .i, .ni de hroes, presando a sua naciona-
lidade, dcscmpcnlia lambcm umdcvcr sagrado
dc moral universal, respeitando os furos das
outras naedes. Sem duvida estas perpetuara a
sua gluria c subido nome, qn nulo os .cus gu-
vernos toinam por estrella polar da sua polili-
ca aquella mxima de eterna juslica, quod
sibi miluiit gentes, alus nc faciaut. ftacao forte,
e sabia, au deisar de presar a constancia
dauuclla que lambcm souber resistir apellidas
insinuaedes, fomentadas por urna polilica tor-
tuosa, e dissimulada, que possa porcm risco a
sua nacionalidadc, c o seu ser poltico, ou tra-
zer total ruina das liberdades patrias : porque
ueste apuru nao ba Turcas, que possam equi-
valer a iiin.i massa nacional, conseja do seu
poder c dignidade, cuja uniiio c cnlhusias.no
heroico loram, c sern sempre o talismn das
victorias. Couliamos porlanlo, que a .azo,
roborada cornos cxcmplos que a verdade,
que niio tolera contrariedades, quando fulgura
com toda a sua forca; e que as polilica, to-
das espusadas faru declinar os nimos de lo
execrando altcntado, sempre aboininavel aos
olhos dc todas as nacoes, elosas da sua exis-
tencia poltica; alias ser a nossa divisa o
aphothegma poltico do cclebie publicista
l'.-nj .nuil Conslant Nous devons reunir
conlre P ini.i ni i i .ni ni ni. el ciicrcher a rendre
sette crise prolitablc i la suretc du trunc, et
la libert publique.
OaLti)
outras dlsposi;0es que n3o linha. alas anles de mcu prujcci0 ,,,.,, eu pcrgunlarei a estes sor-
mauda-lo mesa farei algumas rcfleacs sobre Iddos avaieutos, inimigos da civilisaco c hu-
a materia, pois muilu embora nao s.ja aceito, I |Suidadc...
do que nao me persuado, quero ao menos fa- y Sr \yandcrliy : He bom fallar-sc nisso
zcr-llic as honras do culerro; quero que '"'- 1 quaudu i.'.u se tem escravo. : o Sr. depulado
quera estampadas para cm todo u lempo se le- quautus leu. ?
rom as rases que teuho para aprcsenla-lo lies-1 q y Si^aCuhnaiam : Se o nobre dcpula-
tc augusto recinto I do fosse julz dc orphos, c eslivesse agora to-
O Sr. tigucira >tt Helio: Est cm seu di- maudoa inventario os mcus ens, nao poderia
relio. ihivii de o satislaicr, mas agura o nao farei
o Sr. Silva Getaaraar! Pcdlrci |mii mo j,,,, ,,,,., imu.....p. lenie.
hcclifaa V. Exc. ea mcus illuslrcscollcga: pa-i y Sl ftauairter: Supponho que os nao
ra oceupar por alguns minutos breves a sua al- lcIlli porque, segundo suas ideas, se o teve j
lenco, certos dc que uo nbusarci dc .ua bon- | os deve ter forrado lodos,
dade. o Sr. Si 'va Ouimarans : Por eu ter cssa.
O Sr. Aprigio (com irona): Gusto dc ver | h,. lSi nao 9C scguc dahi que cu nao tcuba es-
uma insistencia assim. icravos. Oucam-iuc os nobres deputados, c se
O Sr. Silva Guimarans i Senhorcs, quando o o mcu projeelo for jnlgado objeclo de dclibe-
governo do pala, fallo do governo transacto (c ra{io c tiver dc culrar era diseussao, eslou
espero que o aclual seja seu digno sucetssor promplo para accila-la en. qualquer proposi-
nesta parte), lo desvelado se mosirou nainte- cao por ma) vaneada, c j ulgo que poderc
ra represso do Iratico da escravatura africana, cnnvcuccr aos nobres deputados.
esse cancro roedor da prosperidade da nossa Mas, coutinuando. pcrgunlarei a csses egois-
patra, fazendo execular restrictamente a le dc tas: em que sois prrjudicados ? Noque vos cba-
4 dc seicmbro dc loio ; quando lo boas dlspo- | mais vossas crias, i.to he, o. lilbo.de vossa*
.{oes se descubren-, no animo dos llratileiros escravas ? E que direitotendes vos par* chamar
liara se formarem em um puvo homogneo c escravos aos iilhos deslas l (tiva rcclamacti )
li, n-cciso o que a'.rcve!:c:a:c as aspi- I Kosies Iisca-I6s Costa d'AMca. com sacrih-
raefles oursTe!:, edidjicnsctemos o=sv:lw;oj.,usl;=l::, e""< .ipum iucommodo .ir
iiin i oh o que devenios seguir, deixando essa vossas pessoas ? [Ordem, urden.)
eslrada lorluosa c errada, velha lilha dos pre- | uSr. Presidale : Quero observar ao nobre
conceiios.de nosso. pai. c anda dc algn, dc depulado que a scss/io dc boje, cm a .ua pri-
ns, que no. persuadimos que nao podemos meira parte, smente he consagrada a apresen-
viver sem escravos ; c enao liverinos de gozar ueo de projeelos, c se o nobre depulado pre-
da ventura de ver a n.co braslleira livre desse icde abaorver todo o lempo com a looga_dia-
cnxamc do bomcu. dillcrcnies cm cor, tercios | ,Crco philosophica que esta lazcndo, e.uao os
lalveza dita dc ve-la ainda cm cssos dias sen- outros Srs, depulados heara" Inhibido dc
la da Ignominia dc ter escravos entre si. apresenlar alguns projeelos que icnbam. (A-
Conbcco, Sr. prcsidenlc, c confeso que o I'0'"'1'"-). c ,,,. v Fxc nareee nue-
meu projecto vai no pensar dc alguem ferir in- | O Sr. "';^J%7'"K
nu! ule, "' querem .
INTERIOR.
iuo di; jMNiiir.o.
CAMARl DOS SKNHtlHKS DEPUTADOS,
BefMo'tfV 4 de unho de i8.r.2.
Presidencia do Sr. Maelel Monlcirn.
Kiusuhio. Kepedieiilr. ~- Ai>reienldcai>' dvpro-
erli-s e Mkcefm* Discurso io Sr. >ilvu tui-
murii'es. Priv.tcgio de foro aos uises dc dt-
procurarel mostrar em breves palavras que el-
le, bem longe de oftender nossos direilos, c de
dc.appossar-nos de alguma couss que nos per-
lenca, ao contrario so tende a garantir nossa
existencia, consolida-la mais c mais sellsndo
um dlrcilo da uaturcia commum a todos os in-
uividuoa, commum ao genero humano, e ape-
na, dc.conhccldo por nos por termos adoptado
nessa parle indcvidaincnte o caduco dlreito ro-
mano, que aulnrisava a posse dc escravos com
o seu servas res, non perlona.
OSr. Wanderleg: Esse homein niio cala na
ordem.
Vo'-cs: Isso s cm sesso secreta.
OSr.SliVaCutVnarsota/1 Eslou justificando
o mcu projecto, eslou fundamentando; isto he
do regiment.
OSr. Fernandcs Chaves: Sao materias me-
lindrosas que sempre tem sido tratadas em ses-
so secreta,
O Sr. Silca Guimarans: Guardarci as reser-
va, ni.is.iii.'-. nao direi aquillo que nao con-
ven! dizer *ui publico, dmente o que pouco
mais ou menos se lera publicado pelos jornaes.
U Sr. Viicondc dc Bae/icmlg : esgracada-
raente.
OSr. Silva Guimarans: O projecto que te-
nho a honra de subu.etler consideraco da
cmara c ao .eu patriotismo, conten, tres par-
tes distinclas, mas lodas ellas rclaliva ou len-
deulcs a um s lim, inclhorar a condlfo da ra-
ta escrava entre nos. Na primeira parle trata-
se, em inhiba humilde opiuio, do meio meuus
grnvoso sociedade para ei.iaucipacao daquel-
les que tem dc ser traxidos ao captlveiro pela
ii.felicidadc dc tercm nasctdo dc um vcnlre es-
cravo. Na segunda parle ii.ii.i-si- da cmanci-
paco daquelles que, j lidos e h indos cm cap-
tivclro, querem sabir delle obtendo por dinhei-
ru sua liberdade. Na lerceira e ultima parte do
projecto traa se dc lomar providenci.s para
i obstar o abuso da venda de esersvus c... idos.
1 Ora, Sr. presidente, eu pudia cilar algitus
I textos dc caridade fraterna, tirados dos livros
(sanios, Contra os quaes fasemos de creaturas
humiiii. objeclo dceoiniuercio; poda mos-
trar que, sendo os escravos homens como ns,
tendo todo* a n.esn.a origen., e sendo n. e el-
les obra da mesuia m o soberana, he un eou-
tra-seoso que una lennato o ora* de seubo.es,
eom um dreilo de qnasi vida e ...orle, c outros
OOOIUC de escravos com loda hu.uihacan c dc-
gradaJoquc iulcluincnlc se observa
de Abatida : Peca enlo Ulna
cacao r
O Sr, Smilos
sesso secreta.
O Sr. Wanderltj-: He incoovcnicnlissima
aprcsenlau dc lacs raides. ( finios apoiados.)
O Sr. Silva Guimarans : Oh .' senhures, pois
nao es'.ou no meu dircito e na Iclra do regula-
uicnto da casa juslilicando o projecto que pre-
tendo mandar a mes :'
O Sr. Fernanda Cltavts : Ja te disse que
peea una sessao secreta para esse lim. ( A-
PPMsfOl. )
OSr Silva Guimarans : IUO qae cstou di-
icndo nao pode por ventura ser ouvido por lo-
dos sera perigo ?! ( Agitaca.) tu vou ler. Si.
..residente, urna disposijao que se acba consa-
grada na le de i6dc Janeiro de 1773. que com-
bina pcrlcit.nienle com o meu projecto...
O Sr. Fernandcs Chaves : -Coin o seu pro-
jecto, que j a cmara por duas vetes julgou
indigno dc ser alteuddo. (potados.)
OSr. Silva dt Cuimnmiu : Quero Icr es-
se artigo. ,
OS/-. Aprigio i Heurna imprudencia.
O Sr. treildenU: Nao posso consentir que
nobre deputado prosiga no seu discurso.
( Apoiados. ) _.
Sr SiVwsGiii/iiarain : Vou concluir. Ncm
ao menos posso ler as palavra. da le de Ib dc
Janeiro de 1773? Eu peco o Sr. tachyprapbo
iiuc iran.creva o que eu vou 1er...
O Sr. Presidente: O nobre deputado nao
lem mais a palavra, c .e continuar a fallar scrcl
obligado a manda-lo sentar. ( Apoiados.) Ajic-
o.is pode ler o seu projecto, c remetlc-lo a me-
sa para a cmara decidir se elle he ou nao ob-
jeclo dc deliberacao. ( ipoiailos.)
O Sr. Silva Guimaiuns : Quero so Icr a le...
( Vivas icctamaroes. ) ,
A/jim Srr. Oepatada Que imprudencia .
O Sr. Wandcrley : Temo um novo Qua-
cker I ( filadas.)
O Sr. Silva Guimarans : Lem eu me sent ;
protestando contra esta nova rolba|;i vou man-
dar .i mesa o meu projecto. ,.,,!_..
OSr. Paula Candido ( I." ecrcia..- ,.- pro
celo do Sr. Silva Hulmanes.
' O Sr. Presdeme : Vou consullar a cmara.
OSr. tias ,lc carvallo, (pela ordem ):- e-r.
i.re.ldciiM. icspeito muilo as conviccoes do no-
Ore deputado autor do projecto | uao cstranho
une ello procure realiaaro seu pcnsamenin pur
n.cio dr actos legislativos ; masa gravidade da
materia, impresso que fes na casa o dscur-
, '
1
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so do nobrc dcnutado, moitram bcm que o .s- i gidas esla reprtc3o consta terern sido
umntu he digno d serla consideraban, (presos; A minlu ordoni, iTancisco Mendos
Assim apoiado no artigo 118 do regiment, do Mello, para correccSo orden) do subde-
rrquclro cmara que anlca de julgar seo pro-
celo he on nao objcclo de dellberacao, seta
elle reincllldoa uinaeoninitiMo. c cu maicarrl
ade juslif a civil, para csamlua-lo e dar o aeu
parecer. ( Nao polatlot.) .....
Alguns Srs. Ue/iuladoi : Dcclda-se ja, uo
he preciso ir a eoininisiao alguma.
O Si-. Dial de Catvath: Se a coiniulssao
ruleodcr que a materia lie digna de ser consi-
derada pela cmara, di-Io-ha em sen parecer ;
c sejulgar que nao convem que ella seja trata-
da einumasciilo publica ; requerer urna sea-
sao secreta. Como pois o leglincnla, em casos
travs, autorisa o pedido que acabo de latcr,
cu me animo a esperar de V, lixe. que luja de
consultar a cmara a este respe! lo.
Tost a votos esto rcqucriineulo do Sr. ias
de Carvalho nao be approvado, c consultada a
cmara se o projecto do Sr. Silva Gulmaraes be
obiecto de dcliberaSo, decide ella negativa-
mente, votando a favor smenle o >r. liveira
c o autor do projeclo.
Le-ae e sao julgados objecto de dellberacao
os secutles projeelos:
A assembla geral legislativa resolve .
Artigo unloo. A provincia de bcrgipc dar
mals tres deputados e um senador, e para esse
teilo sao revogadas as disposires cin conlra-
' Paco da cmara dos deputados, em i de ju-
nho de &b2.-Fcr,ian.ict da Sitvira. .
< A assembla geral legislativa resolve :
Artigo l.s O escudante Antonio Duarte da
Silva Valenca poder fascr aclo do quarto anuo
do curso jurdico de Oliuda, e sendo approva-
do, e pagas as maltlculas, lar igualmente aclo
do .mimo auno, que como ouviute esla irequcu-
teudo, se do livro de pontos constar que uno
li ni tido o numero de fallas necessano para
perder o anno. .
Arl. Ficam revogadas as disposicocs cm
contrario, lio de Janeiro, cm 4 dejun.io de
1852. Jusliiiiano Juic da Rocha.I'aula u"/'-
tiiln.
A coinmissao de consliluicao c poderes, era
observancia do preccito do arl. 3a da constitui-
dlo, tcm a honra de ollerecer consideracao
esta augusta cmara o seguale piojecjo de
rcsoluco ;
A assembla geral legislativa resolve :
Arl. I.* Contina cm vigor, para a prxi-
ma seguinle legislatura, a lei n. 143 de au de
otitubio de i837: que marca o subsidio dos de-
putados assembla geral legislativa.
" Arl. 2." Os deputados percebero por ses-
so anuual a Indcmuisacao para as ilcspeas da
viagem de vmda e volia.
Arl. 3." KslaindemnisacJo sera arbitrada
pelo governo em tabella, que nao podera ser
alterada, lendo cm allcnco as distancias em
que residirem os deputados e as dilculdades
de transporte.
Art 4. Flcain revogadas as dlsposicocs cm
contrario.
legado ta freguezia ves do ReciTe, o ingloz JoSo Eduardo, a re-
quisicSo do respoclivo cnsul; ordom do
subdelogado da freguezia de S.-Jos, o pre-
toLourenco, oscravo doAnlonio Atines, c
Manoel Jos Americo, por Insultos ; o do
subdelegado da freguesa dos Afogados, Joa-
quini (Misto de Santa-Anna o Joaqun Jos
deSanla-Anna, sem ileclaracSi) do motivo.
Dos guarde a V F.xc. Secretaria da poli-
ca de l'ernambuco 8 do jullio de 1852.
lliin. olixm. Sr. I)r. Francisco Antonio Ri-
beiro, prosidente desta provincia.--Jos Ni-
eotio Itiguoira Costa, etiofe do polica inte-
rino.
. Paco da cmara dos deputados, 3 dejunbo
I 185a.Ftrnandes Chaves. F. 1). Vetara de
(Continuar-sc-ha.)
de
Vascomcllos.
Cachoeira 29 do junlio de 1852.
Esla cidadoacaba do ser tcstcmunlia do
um tocto extremamente doploravcl, o que
cbusou urna tristissima imprcs-Ho cm todos
os seus moradores.
Eram 10 horas da manliSa de hotitom 28,
quando um horocm, qu-'tinha urna taber-
na lis rnadobaixo. poroccasiSo do vender
um pouco de aguirdeulo, succedeu incen-
diar to'n um rolo do cera, que Irazia na
inSo, a pipa dundo lirava o liquido. A cha-
ma propagou-se immodialaintinlc a arma-
Dio, so forro, a um pouco de plvora, que
ah havia no armazem, i-a outras materias
comhustiveis, propriasde seujclbanles ca-
sas, com tamaiiha rapidez, quo poucos mi-
nutos depois nao liaviam orcas capazes de
uxtingui-ln. .
Ao toquo do rebato dos sinos o l)r. juiz de
dircilo, o I)r. juiz municipal o delegado, o
subdelegado da cidadeo o do S Flix, e im;
CMARA MUNICIPAL.
5.' SESSAO' ORDINARIA DE 14 DE JUNHO
DE 1852.
PreasuVnafa do Sr. Olivelra.
PrcscuU's os Srs. Mamado, Carneiro Mon-
teiro, Frangae Figueirodo, faltando os mais
Srs Ahrio-se a scssSo, e foi lida o appro-
vada a arta da .-.:.; -1-.:: i i : 11 -
1' tu lido o seguinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do deputado gerel Antonio Joa-
quim de Mello, participando nSo poder ir
este anno tomar assonto na cmara tempo-
raria, por falta do saudo. Inteirade.
Outrodo deptitado, Dr. Alvaro Barbalho
cltoa Ctvalcanti no mesmo sentido. Que
seofliciasscao supplente.o Dr. Domingos
do Souza LcSo, para ir substitui-lo, dizon-
do-lho quo parlicipasso cmara munici-
pal no caso de nao poder lambem ir.
Outrodo fiscal do S, Jos, remetiendo o
mappa do gado morto para consumo, na se-
mana de 7 a 13 do corrento (523 rezos), in-
clusive I pelos marchantes avulsos. Quo
se archivasse.
Outro do mesmo, pedindo quo a cmara
providenciasso rospeito do lamacal que
existe constantemente no patoo da rebeira
provoniente das agoas que corren) do CM-
fariz.eali ficam estagnadas, oqual laroacai
nSo s pruliibo o transito, como se torna
; immundo, o oxhala meo cheiro. Que ao
olliciasso diroccSo da companhia de Bebi-
rilia, expondo-lhe isto mesaio, alim deque
bouvessode remediar semelhantc inconve-
niento.
Outro do mesmo, informando a favor da
petiQSo de Theodoro Jos de Santa Anna,
quo requeren licenga para construir urna ca-
sa dotaipa na ra Imperial. Conced'U-so
a r ni; .
Onlro do fiscal doPor,o, participando es-
tar continuando a reparar i estrada do Mon-
teirocorrf 2sorvonter. Inteirada.
Resolveu a cmara se solicitasse ao
Exm. presidente da provincia, titulo de pos-
sctlotcrrono distina lo pela planta da cida-
do para sorventia publica, quo forma ac-
tualmente a pra$i denominada do capim.
Mandiiu-sc oxpedir ordom ao engenheiro
enrdiador para informar se as 46 bracas
do terreno reservado para seiventia publi-
ca, de quo est a camsra do posse, na con-
tinuacSo da ra do Sol, est comprchendi-
do o rspaco actualmente oceupado com
grande porcjno do lenha, ao fiscal de Santo
Antonio pura mandar replantar arvores no
caos do colegio nos espatos que as n5o tom,
podendo oncarregar do planto o amanho
das mesmas alguamj o ao fiscal da Dos-
Vista para mandar reparar as escavanes
que existem us ra do aterro da floa-Visla.
Despacharam-se as pelicoes do Jollo Ma-
noel do Siqueira, de Manool Felippoda Fon-
soca Candi, do Jonquim Francisco de Paula
Noscu reuresoa Franca o auctor minis-, de 30 de agosto do anno prximo passado,
.....___...... ....,.., ......o ^.ixiiaii ,,..11-11 ,.a ni\ ..,-r.
mensos oulroscidadSosde todas as classes._
e gerarrhias concorreratn a porfa ao lugar KslovosC.lemonte, o levantou-sca snssao.
dodrsistro ; che ncontcslivcl quo traba-1 |.;u Manoel Ferreira Acciole a oscrevi no
Iharam lodos com o maior empeulio o inte- impedimento do secretario. Oliveira.prc-
resse possivois na cxtinccSo do incemlio. I sidonle, Figueirodo, narros, Forreira, Car-
Infelizmente porm na Cachoeira, som| neiro Montoiroc Mmele,
urna bomba ao menos, som otra forca re-1 _
gularilm do20prcasde polica, nao foi, *
possivel fazer limitar o fogo a piunuira casa
incendiada ; e elle tevo de propagar-se
rijiutnli.il i, que icou quasi no mesmo esta-
do da primoira, o um oulra, quo com es-
ta conlinava polos fundos, o que em pouco
mclhor estado licou.
DIARIO DE PERNM BUCO.
ItECIFF, 9 DE JULIIO DE 1852.
Chccou hoic da Dahia o vapor Colfinlia, Ir-
Sennoest.vessomquas. illiadas e U, t es; euos ', quc alcan ', sei.docor-
propnedades, quo formavam um grupo se-
parado dos outrossobrados por um beco e
por tros casas terreas, que furam destruidas
por ordom das atitordados, toJo esse lado
das ras de baxo o Entrc-pontes estara bo-
je reduzido cinzas.
Ofugodurou intenso at o lim do dia;
muitus fazendas, letras, dinheiro, e trastes
de casa se perdern). m calculo, quo nos
parece muito rasoavcl c acertado, clova o
sifrsdcs prcjuiscs causds por este Incen-
dio a oitenta contos de reis.
D'entre os proprictarios e moradores pre-
judicados, o que mais solfreu foi o Sr. Der-
n.inlinii Jos tle Almeida, dono do duas das
casas incendiadas, o que em urna dolas
tinha um armazem de molhados. He pes-
soa de cxcellentos qualidades, estimado ge-
ramente aqu, e pai de onerosa familia.
Do ludo quanto com esforcado trabalho,
rom longa abnegado do passalempos e re-
creios havia adquirido, para assegu'rar a
sortc futura de seus lhos, licou n'um mo-
mento privado esse infeliz cidadSo. NSo lia
na Cachoeira um s homem quo no lamen-
te profundamente a desgraca dosse honra-
do pai de familia, como lamentarla a sua
propri), a de seu iraiflo ou de sou maior
amigo, flojo mesmo abriso-e urna subs-
cripcfio em seu beneficio e das mais victimas
da caleslrophe. Algumssassignaturasavulla
il i.s le ni 11 a vi to; i' e ni facedoentliusiasmocom
que todos se olToreccm, para coadjuvar com
quanto Ibes fr possivel obra tilo meritoria,
cromos que, som grando dilTiculdade, se
conseguirse meios com quo possam csses
mfelizes procurar de novo sua subsistencia
e de suas familias.
No int'iii do toda a confusSo e barullio
pitiprios de semelhantes actos, e entre tan-
las pessoas que moravam as casas incen-
diadas, e outras que nellas estiveram soni-
pre em trabalho activo o arriscadissimo,
paia atalbar o fogo, consta aponas que ti-
raran) muito queimados e feridos um preto,
escravo de um judeo que n'uma das casas
tinha escriptorio, o dono da venda, um on-
lro cidadlo, quo por accaso nella entrava
quando o fogo principiou, e algumas ou-
tras possoas: sendo quedo todos os olf/jn-
didos apenas os dous primoiros est3o em
rjsco de vida.
Urna das primeiras o mais importantes
providencias do.Sr. Dr. deleitado foi man-
dar corror diversas casas da vizinhanca, on-
de era publico quo se vendia plvora, o
grandes depsitos havia desemelhante ob-
jecto. Muilas apprehensOos se flzeratn, o
foi toda ella atirada ao rio. He da maior
conveniencia e interesse publico, que a
maior fiscalisacSo e rigor exislam a rospei-
to de um genero que nao dando grandes
rente.
Toda a provincia gozava de socego.
A popttlacao da capital era divcrlida pelo
celebre mgico Alexandcr, de quem j cm ou-
lra ocaslao fallamos, o qual no thcatro de San
Ju.i.i a cxlasiava com os seus prodigios nigro-
mnticos.
Nacldadcda Cachoeira houvc um grande in-
cendio, que destrulo tres nreitln_ eausoa
urna perda avahada cm 80 contos de rls.
Em outro lugar encontraro os leltores a des-
criprao eircumstanciada desse desastre.
VARIKDAfi.___
AlgoMo de nova apete.Diz-se que certo
chimico acabado descohrir que a palha de
avoia, assim como outras palhas communs
om Inglaterra podem convcrlor-se em algo-
d3o polo processo do Mr. Claussens do mes-
mo modo que a palha ou cana do liuho.
Cwra.'itio de solitaria,l.-se no Courrier
de t'Europe do 21 de fevereiro ultimo. M.
d'Abbade aprcsenlou ltimamente acade-
mia-fi'auceza urna nota Acerca to um novo
romedio contra a tenia ou lombriga solita-
ria, affeccSo nao mu rara cm Franca, o at
hoje julgada de diflicil curativo.
NSo sor por isso destituido de ulilidade
o conhecinieoto da communicacSo do auc-
tor, quo parece estribar-so em fados incon-
toslavois.
lio sabido que a tenia ou solitaria accom-
mette quasi univcrsalmentoos christSos da
Abyssinia : os naturaesaltribuom-no ao uso
da carno crua, por so denunciar esta affec-
(,'Sn as ereancas desde que de taosalimen-
tos comecam a usar. E com effeito raro se
d ella entre aquel les dos habitantes da Abys-
sinia a quem A religiSoou os prejuizos tle-
fendom o uso de ornes nSo cosidas.
Entre os 8 ou 10 remedios geralmenle era-
pregados para combater osla molestia, s lio
condecido em Franca o kosso, impropria-
mente chamado Couiso. He .purgante drs-
tico quo fatiga o estomago, e occasions
muilas vezes nausoas iSo fortes, que o en-
fermo o n3o p lo digerir: alm de que pre-
cisa repotir-se de dois cm dois mezos, nun-
ca produz cura radical, e ho frequontemen-
te causa de torriveisdysenterias sempro obs-
tinadas, o muitas vezes moraos1.
O muiurn porm nSo participa destes in-
convenientes. He a casca de urna ar/ore, que
cresco perto do Mar-vermelho nos arredores
de Mucava. A dose usada ho de 60 ou 70
grammas, cuidadosamente pttlverisadas o
ministradas em vehculo semi-fluido, como
mel.ou caldo du familia. Posto que na Abys-
sinia soja umversalmente admiltida n ef
trou urna dose do miuana a um dislincto
membruda nosaa diplomacia, o qual leudo
surcessiva o infructuosamente experimenta-
do todos os remedios conhecitlos cunta a
tenia, sem ommitlir o isoiw, eslava por tal
forma desconfiado quo s muitos mezrs de-
Iitus de usar doMusana,escreveu a M. d'Ab-
lade que se sentia radicalmente curado da
sua diuturna e incommoda doenca. a
A digniiade de mareehalcm Frunc.--Data
esta dignidado do reinado Lulz 13. -- Foi
exmela no lempo da primoira repblica e
rcslabelojida em 180* por NapoleSo.A re-
cento morte dos marechaes Marmont o C.o-
rard ministram-nosos soguintes dados, quo
cxtraimos doum peridico belga :
imperador NapoleSo creou 26 maro-
cbaea:
No anno de 180*-o mirechal Berlhier,
principe de Neufchatel o Wagram.
Mural, depois rei de aples.
JDin iL do Moucey, duque de Emegliano
llornardotte, principe de Pontecorvo, e de-
pois rei de Suecia.
Jourdan.
Massona, principe de Essling, duquo de
Itivoli.
Angereau, duque doCasliglione.
SonII, duque de Dalmacia.
Brue.
I.annes, duque de Montebello,
Mortier, duquo de 1 reviso.
Noy, principe de la Mosckwa, duquo d'EI-
cbingou.
Davoust, duque de Auerslaedt, e principe
de Eckmul.
Bessieres, duque de Istrla.
Kellermann, duque de Walmy.
Lefebre, duque de Dantzick.
Perignou.
Serrurier.
No anno de 1807-Victor, duque do Bel-
luno.
No snno do 1809Macdomld, duque de
Taranto.
Ondinot, duque de Reggio.
Marmont, duque de Itagusa
No anno de 1811Schel, duquo de Al-
buera.
No anno de 1812 Gouvion Saint-Cyr.
No anno de 18130 principe de Ponia-
towskl.
No anno de 1815 Grouchi.
Desta gloriosa serie de guerreiros do im-
perio nenhumj existe.
Notempo dol.uiz Filippe fixou-se o nu-
moro dos marechaos em sais em lempo de
paz, e 12 em tompo do guerra.
Para ser marechal de Franca, ou do impe-
rio, he necessario ,ter commandado como
lenlo general un corpo de exercilo com-
posto de muilas divisos.
Pela morto do marechal Gorard ficou este
numero reduzido a cinco.Diz-se que o
principe-presidento lixart em doze aquello
numero em tempo de paz, e em 2* em tom-
po de guerra.
Doscioco mtrochaesque restam 3 preen-
cheram esla condicSo no tompo do imperio,
que sao Jeronymo Bonaparlo, quo foi rei de
Westephalia; Keilles e Excelmans. Dos ou-
tros dois, um o fez no reinado do ramo pri-
mognito dos Bourbons ; e foi o marechal
llarispeem llespanha ;e o outro duranto a
repblica napolenica, que foi o marechal
Vaillanlem Boma.
O general Fiianl lio o nico lenle gone-
ral du imperio que rene as condicos ne-
cessarias para ser marocli&l.
( Do Diario do Coverno de Lisboa
a aprosentarem seas requermenlos no pra-
so de 60 dias a contar da data deslo, deven-
do, nrligo 12, sorom a presentados aesto jui-
zo para fazo-lns acompanhar de nformaces
sebreas habilitaces, o merecimentodo ca-
da um delles : outro sim, os prelendontes
deverSo observar o determinado no artigo
I*, sendo o exime de su (licin ca felto pe-
rante o Exm. presidente da relaclo.
E para quo chegue a noticia de todos se
passou o presente, quo ser publicado pola
imprensa, e mais outros do mesmo theor,
sendo sflixados na casa das audiencias.enos
lugares mais pblicos deste termo, na forma
do mesmo artigo II do citado decreto.
Passado nesta ridade de Olinda, em 10 de
julho do 1852. Eu Eduardo Daniel Caval-
cantl Vellez de Guevara, escrivSo interino
o estvevi.
Jos Quintino de Catiro Uto.
O Dr. Jos liaymnudo da Costa Menezesjuiz
municipal supplente da segunda vara e do
commercio nesta cidade do Itecife de Per-
nambuco por S. M. I. e (.., o senbor
ii. Pedro II, que Daos guarde etc.
Faco sabor aos que o presento od i tal virem
3uo no dia 10 do frrenlo moa pelas 2 horas
a tarde, se hado arrematar om leilSo judi-
cial na luja n. 2* da ra larga do Rozario
do bairro de Santo Antonio, a armac/io o
miudezis existentes na mesma loja e e mo-
bilia do fallido Jos Dias .Simos, cuja arre-
matacSo foi requerida pelo depositario da
fallencia Victorino de Castro Moura.
E para que chegue a noticia de tolos man-
dei passar o presente edital, e dous do mos-
mo tohor que serSo afiliados na praca do
commercio e casa das audiencias, e publica-
do pela imprensa'
Dado o passado nesta cidade do Recife de
l'ernambuco aos nove de julho de 1852. Eu
Uanoel Joaqaim Baptista escrivSo interino o
subscrevi.Jos Raymundo da Costa me-
nozos.
Perante a cmara municipal dostaci-
Para o Rio de Janeiro.
O lirigue escuna nacional Olin-
da, capit3o Manoel Al. l'erreira ,.
segu para o Uio de Janeiro, com
milita brevidade, por ter a maior
parle do seu carregamento enga-
jada : para o resto e escravo.s a
("rete, trata-sc com os consgnala-
rio) Alachado 6k l'iulieiro, na ra
do Vigario n. 19, segundo andar,
011 com o capitSo na praca do
commercio.
Far o Rio de Janeiro, salte
com a maior brevidade possivel, 0
patacho nacional Valente, capiliu
F.rancisco Nicolao de Araujo : pa-
ra carga, passageiros c cscravos a
ft tic, trata-se com o mesura capi.
tito, na praa do Commercio ou
com os consignatarios Novacs &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34.
A barca portugueza Olimpia
Ra da Senzalla Velha. saliept ra o Porto sabbado 10 do crrenlo:
N. 132, 13* e 136 do 2 andares j l). 16 0 18 quem quizer ir do passagom, para oque Itun
os melhores commodos, dirija-so a ra ilo
Vigario 11.19, piimeirn andar, aos souscun.
signatarios T. de Aqttino Fonseca & FIIm ,
ou ao capitSo na praca.
I'ara c Uio de Janeiro, sabe
com a maior brevidade possivel, o
brigue nacional Rio Ave, capitao
Elias Jos Alves: para carga, pas-
sageiros c cscravos a frete, trata-
Capilania do porto de Pcrnambuco, 16
de junlio de 1852.-Rodrigo ThcoJoro de
Frcilas..
Pela segunda scelo da meza do Con-
sulado provincial se avisa aos proprielai ios
do prodios nrlxnos nesti cidado, que no dia
10 do andante mez se Anda o praso para o
pagamonto da decima do segundo simcslre
do anno linanceiro de SI, a 52, e que desse
diaem diante incorrem na multa do 3%
sob o valor do seus dbitos, todos os que
dcixarcm do pagar.
AdministracSo do patrimonio dosorphSos.
Peranto a administracSo do patrimonio
dos 01 pililos se lulo de arrematar a quem
maisder, e por tempo de 3annos,quesehSo
tle lindar, em 30do jiinlio de 1855, as rendas
dos predios soguiutes, o nos dias abaixo
declarados :
Em 10 dojulho.
Ra do Itangel.
N. 58 casa terrea.
Ra de S. I,linalo.
N. 22 dita dita.
Ra da Madre de Dos.
Casas terreas n.8 o 20.
Ra do Torres.
N. 18 sob) ado do 2 andares.
Ra do Azeite de Poixc.
N. 1* sobrado do 1 andar.
Ruada Cacimba.
N. 5 dito dito.
torreas.
Ra da Guia.
N. 25terroa.
Rcco daLingoit'a.
N. 1* de 2 andares.
Ra da Cruz.
N. II, 12, 1* o 29 de 2 andares.
Fra de Portas.
Casas terreas n. 89, 99,101, 103 o 105.
Em Udejuiho.
Fra de Portas.
dade, estarSoem praca nos dias I, 12 e 13, c,s" ^I0*?,"." 2' 94' 96' 98' l00'102' ,0i* SC com O HiesmO capitSo, na pra-
U^S^^^.^^T^tO^^^^^ q- mor. oDr. ca do Commercit), ou com os con-
signatarios INovaes &c (.ompanhia
na ra do Trapiche n. 34-
so no acoucuo publico da fregu-,
zia da Boa Vista, oreadas em 1:598,050 rs. I "^ Domingues da Silva.
Os pretendeo.es pdem comparecer nos Dio na M.roe.ra.em quo mora o Dr. Manoel
indicados das rounilos de lia,lores idneos i Joaquim Carneiro da Cunha.
Paco da cmara municipal i?tMPJJM As |,essoas aue ^e P^POierem a arrema- Para o Maranhao e Para o brigue eseu-
sessSo do 6 dojulho do 1852.--Francisco tar dilas rendas poderSo comparecer na casa na Douro. capitao Jos Pinto Nunes.refoli*
Antonio de Ol
Ferreira Aciol
doiulho do 1852 Francisco l aiiaareuuaspoueraocomparecerna casa na imuru, raiiiuu Dliveira, presidente. -Manool *"!*! daadministr.cSo nosdiasaci- carga e passageiros : quem pretender ,lir,|-.
iv priarin intorino m* indicados, as *lioras da tarde, com seus se s ral do Irapicoe n. 86, a faltar com o
ly, secretarle lllu- Bvlorcs. consignatario Manoel Dearte Rodrigues.
DecJaraijoes.
Secretaria da administraco do palrimo- -- Para o Rio de Janeiro sahir imprela-
n m dos uruliilos 8 de julho de 1852. -- 0 rivelmente no dia 1* do correle a barca na-
' secretario interino, Jos Victorino de l.emos. cional Firmoza ; paia passageiros o om?i-
s. Iao. [vina, manda dechrar que tem AdministracSo do patrimonio dosorpbSos. vos a frete pode-se tratar na ra da Cadtia
encarri'gado o Rvm. provisor do Bispado, Perante a adminislracSo do palrimooio n. *0, ou com o capitSo Joaquim Antonio
Franciseo Jos Tavares da Gama, residente dos orphSos, so hSo de arrematar a quem Concalvas dos Santos, na praca do Cota-
na roa da Cruz do itecife, sobrado n." 5fi. de por tnenoslizor, os reparos do que precisa o mercio.
recebar os donativos que forem offerecidos collegio dos orphSos, oreados em 287,680
para a religiosa obra da Propagarlo da Fe, rs.,os de pedreiro, o om *5l,580rs. os de
pelas pessoas que quizorem lucrar o presen- carpina : as pessoas que so propozerem a
te jubileo, concedido pelo sapieotissimo pa- arrematar ditos colicortos, podorSo compa-
dre Pi IX, annunciado por S. Exc. Rvma. recer na casa das sesses da mesma admi-
om sua pastoral de 9 de junho prximopas- nistraeSo nos dias 10el* do presente mez,
sado, aiim de os romeltor para a cidade do as* horas da tarde, para so tratar do ajuste.
l.cSo do Franca. Palacio da Solodade, 8 de Secretaria da idminiatracjlo do palrimo
itilnn J .. 1 i" o I I l I I nlni^iA o.
Leilfto.
O corrector Miguel Carneiro, far leilao
no dia terca-faira 13 do correte as 10 lui-
rs da manhSa, no seu armazem na ra i
Trapiche n. 38, do diversas mobilhas para
julho d"e 852y0 patiro Tose Antonio "dos nio dosorpbSos 8 de juiho"de"l852.r-~-"i)se- salla, gabinete, quartos, salla de jantar, cu-
Santos l.essa, secretario particular de S. crolaiio interino. Jos Victorino do Lomos, stnha etc. etc., assim como umopUmo jai-
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Rendimentn do dia 1 a 8. .
dem do dia 9......
79:4*6,605
2:710,397
82:187,002
Desear regatn hoje 10 de julho.
Brigue portuguez Liia mercaduras.
Hiato americano Fullon -- idom.
COMSUI.ADO GERAL.
Rendimontodo dia 1 a 8.. .12:801,889
dem do dia 9........1:685,801
14:487.690
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimcnlododia 1 a 8
Idemdo dia9. ...
505,913
1*8,336
654,279
RECEREDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 9.....505,206
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 9.....2:805,532
Movimeato do porto.
/VatioJ riraiioj no dio 9.
Rio do Janeiro com escala pela Baha, do
ultimo .porto 3 dias vapor de guerra
brasileiro Golfinho, commandante o capi-
tSo tenente Antonio Carlos Figueira de
Figueirodo. Traz um preso dejusticaa
disposico do Exm. Sr. presideote desta
provincia.
Illia de Fernando de Noronha 3 dias e 12
horas, patacho transporte Pirapama,com-
mandante Gamillo i.ollcs da Fonseca. Pas-
sageiros, Manoel T. dos Santos, Miguel A~
lexandrino CalvSo, Lourenco Justiniano
de Souza Lobo, P. Duarte Ribeiro, a fami-
lia do preso poltico, Antonio Borges da
Fonseca, 1 escravo do commandante da
i ta. 17 piagas do exercilo, 8 sentenciados
que liinlaram seu tempo, e 8 mulheres.
Philadelphia 40 dias, hiato americano W.
W. Fulton, du I'.'il pnula las, capitSo W.
Joline, equipagem 6, carga farinha e mais
gneros; a Matlieus Austim & Companhia.
EDITAES.
m
Exc. Rvma.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INCLEZES
A VAPOR.
No dia 21 deste mez, espera-
se doSul, o vapor Sovern ,
commandante Chapman o
qual depois da uemora do
cosime seguir para os portos da Europa :
para passageiros, trala-sc em casa da agen-
cia, na ra do Trapicho Novo n. 42.
-- Os credores do falido Leopoldo Jos da
Costa Araujo, residentes nesta praca, Viuva
Amorim& lilho, Oliveira IrmSos & Compa-
nhia, Antonio Ignacio do MoJeiros, JoSo Ta-
varos Cordeiro, Amorim & IrmSos, JoSo Lei-
te Pitia Ortiguoira. Manool Concalvcs da
Silva, Russell Mellors & Companhia, Jos
Rodrigues Pcreira, Deine Youle& Compa-
nhia, Antonio Francisco da Silva Carrico.An- jhanloouvertura, seguir-so-ha a represen-
ionio Joaquim deSoaza Ribeiro, Novaes &
Companhia, Manoel Joaquim Ramos o Silva,
Manoel Jos Ribeiro.ios Gypriano de Moraes
Lima, Jaciotho ElosbSo. i aciano da Costa
Morena, Jos Antonio da Cunha & IrmSos,
o Antonio Gomes; Marcelino de Souza Perei-
ra de Bulo em Lisboa, Antonio Ferreira da
Silva Santos no MaranhSo, Novaes & Passos
no Rio de Janeiro, Araujo & Carvalho na Ba-
ha, Manool Forreira dos Santos Magano em
Santa Catharina, Antonio Ferreira da Silva Pcrsonagens
om Santos, Manoel de Souza Cotes Manoel Anton0 &__ ;F Je 0.
Joso Rodrigues Valadares, e Francisco Jo- |jvejra. K
s da Costa Araujo, nojlio Grando do Sul, Frei Gil-'-o Sr. Coimbra
comparecam por si ou por sous procura- 0 conlo do Ericoira o Sr. Amodo.
dores bastantes na casa da residencia do um criadon Sr nsmtlr
Dr. Jos R.ymtindo da Costa Menezesjuiz arian -?a senhoraD Manoel..
municipal supplente da segunda vara e do Lucia a scntioran. Amalia.
Finda a qual, o bencliciado cantar urna
no, relogios para cima d mesa, ricos qua-
|dros com estampas, prenea para copiar car-
i tas, burra de ferro, o outros muitos objec-
tos que valem a pena sorom arrematadas'
Avisos diversos.
I O Sr. Caelano Mondes da Cunna Azeve-
do, he o nico oncarregado da cobranea des-
te Diario vencida al o mez do junho ultimo,
THEATRO
DE
S. IZABEL.
HOJE 10 DE JULHO DE 1852. as"
Recita em favor do artista
laymuHtlo Jos de .irmijn.
Logo quo a orchestra executar urna bri-
anlo ouvertura, seguir-so-ha a ropresen-
tacSo da oxcollente tragedia em cinco actos
ANTONIO JOS
' j
0 POETA E AIKQUISICAO.
commercio, na ra da Madre de Dos do
bairro do Recife n. I, primeiro andar no
dia 13 do crrante mez a urna hora da
larde, para nomearem os administradores
ta casa fallida, visto que os nomeados nSo
acoitaram a nomeacSo ; ficando os mesmos
pagar ate aquelle mez o devem fazer.
Quem precisar de um cosinheiro hes-
Ipanhol, tanto para fogSo, como pora foruo,
j e que enteudo perfeitamento da sua arte, di-
irija-soa ra do Sol n. 1, quo achara com
1 quem tratar : adverte-so quo lambem so ol-
ereco para embarque algum Ospilgo, de
navio, que do seu preslimo preciso.
Em 21 do passado mez de junho, tomn
posse judicial o abaixo assignado na quali-
dada do procurador dos loslamenlciros e li-
t| o nial a i ios do liuado Manoel Ribeiro da Silva,
do Lisboa, de urna parte de rs. 700/000 na
casa de 2 andares n. 9, na ra do Livrainen-
to, comprada a Francisco Jos Pacheco do
M leu os, o esta mosma parto se vendo:
quem quizer tratar dirija-scao dito abaiio
assignado: na ra do Trapiche n. 13.Ma-
nool do Nascimenlo Pereira.
Prccisa-se de um mostr on moslra, quo
se ache babilitado a ensiuar francaz e msi-
ca, ii'.im engenho dislanto d .la praea no-
ve leguas ; anuuncie para ser procurailo.
A pessoa quo doseja ter noticias de
Joaqun) Antonio Fernandos Lima,natural da
villa de Arouco em Portugal, dirija-se a ra
da Conceico u 6.
que se intitula o
ROJ11JMJVTICO ESTRJiG&DO.
Finalisando o espectculo com a muito
iicuiiaraui a Duusaasau isvmsuv a ui^iuv. -------- ^^K^
credoresadvertidosquenaoserSoadmitlidos applaudida e dosejada
por procuradores se este nSo tivor poderes I ionadillia llespanliola,
especiaos para o acto, e que a procuracSo que por satisfazer a vontade do publico, o
nSo pode ser dada a pessoa que seja deve- beneliciado empenhou-se com a senhora D.
dor ao falido, nom um mesmo procurador Manoola, sua digna colloga, quede bomgra-
representar por dous diversos credores. |do se prestou.
Recife 8 de julho de 1852 T0 oscrivio in- | ^ Portanto rapaziada avante
to da Passagem da Magdalena, avalia-i recer no mesmo ..=...,__wh
24:880,810 rs. tomando-se por bazo ^o da. para so kMMNbM
m.tacuo o olTereciment feito pelo do arsena de tnarinh **W*
lio Jos Concalves da Porciuncula, de -O secretario, Thomc remandes
mn? *."' 22152f.B.de'i Fn= S"ir '^' I ncaeidade, o auctor da nota nSo quiz atqu.
mente para occasionar malea inealcolavei. chamar sbre o objecto a altencSo dos sa-
[flercantil.)
PERNAMBUCO
Keparticao da polica.
,DIA 8 DE JULIIO.
Illm. e Exm. Sr.-Sogundo as partes diri-
(i llim. Sr. inspector da thesouraria da la-
zenda provincial, em virtude da rosolucSo
do tribunal admini-trativo de 8 do correnle
manda fazer publico que as sessOes se-
guintes do mesmo tribunal qae sSo as
quintas-feirascontinuarama praca dos con-
tractos do obras publicas abaixo declarados.
i'.iiite da Passagem da Magdalena, avalla-
da em
d'arrem
lecilanlt --
2 por cento. l de ^'.
Quarto lanco da ostrada do Norlo avaliado Rourigo I
em 18:215,945 rs., tomando-se por baze1
d'arromatacSo oiTerecimonto feito pelo li-
citante Manool Antonio dos Passos e Silva,
do 12 por cont.
As in ro oatac/ies sorSo feitas na forma dos
arls. 2* e 27 da lei provincial n. 286 do 17
de maiode 1851, e sob as clauzulas espo-
ciaesj anuunciadas.
E para constar se man lou alUxar o pre-
sente, e publicar polo Diario.
tirino, Manool Joaquim Baptista.
Banco de Pcrnamhuco.
Os Descontos da semana que deccorro de
5 a 10 de julho. sSo do 6 % (0 '""'" I1'"'' as
letras a vencer at o fim de outubro, e para
as vencer at 6 mezes ho o de 8/o-
Pela s-gunda seccSo da mesa do con-
sulado provincial se faz publico, que do dia
2 do corronle mez se principia a cobrar o
imposto de 20 por cento do consumo das
agoas-ardentes de produccSo bras>leira do
segundo semestre do anno fiusneeiro de
1851 a 1852.
O arsonal de marinha admilte, para
suas obras e para as do melhoramento do
porto serventes livres, pagando o salla-
rlo de 6*0 rs. nos dias om que trabalha-
rem ; e bem assim, engaja 10 canoeiros
livres, pagando por mez 1*1000 rs., alm
deumaraeSo avahada em 6/000 rs lam-
bem por mez. E por isso convida por
este annuncio a quem convier, a compa-
recer no mesmo arsenal, a qualquer hora
nspectoria
de 1852.
Madeira
NSo doixem
ficar mal o Raymundo, concorram, olhem
que he a ultima vez quo olle canta a lonadi-
Ina, e do mais nSo falten), porque ellese-
ohoros, quer dizer o seu adoos.
L'ublicaces Iliterarias.
ELEMENTOS.
DE
*
_ do Freilas, oOicial da
imperial ordem da Rosa, cavalleiro da de
S. liento de Aviz, condecorado com a me-
tlallia da rostauracSo da campanha da Ba-
bia, capitSo do mar e guerra da armada
nacional e imperial, inspector do arsonal
de marinha ecapilSo do porto desta pro-
vincia de l'ernambuco, por S. M.I., que
Doos guarde &c.
Faco saber qus, em virtude das ordens
da presideucia da provincia econhecimen-
ncial de Pern.mbuco 9 de julho de 1852. Irada e mMKmtmmg, M*jJ;
vincu
barreta do sul, continuando a
O secretario, Antonio Ferreira dwiniun- galas, pea_ -
Gcar Vuu gsss^ ettiraQaa -a.--- --.j
suldaquella mesma barreta: sondo obriga-
do a todas essas pequeas embarcafOos,
bios da Europa, onde a dieta habitual o a
hygiene tanto 'liliTem da daquellas regiOes
intertropicaes. Kra por tanto necessario ob-
servar qual o effeito ao novo medicamento'
sobre os europeos, e para este lim deu algu-, _
mis dosos do musana ao Dr. Pruney-Bey,' crivSo do crimo, civel, judicial, e notas des-
que prolessava no Cairo, o qual vorillcot 19 te termo, convido os prelendenles, na forma
curas devidas a este remedio. I do disposto no artigo 11 do decreto n. 817
CiaUdU.
O Dr. Jos Quintino de Castro LeSo, juiz
municipal e de orphSos do termo de Olin-
da, comarca da cidade do Recife de Per-
nambuco, por S. M. o Imperador, a quem
Dos guarde etc.
Faco saber aos que o presonte edital vi-
rem, que achando-se vago o oflicio de es-
qur nassahidas qur as entradas, tanto
por aquella barreta como pela barra deste
porto, a atracaron) as barcas de viga, pres-
tando-so todas as pesquizas que fr de mis-
ter fazer-se; fietndo sujeilas multa do
art. 11* do regulamenlo das capitanas,
combinado com asmis ordens em vigor,
na falta do cumprimento deste edital.
|HOMEOPATHIA
SAIIIO A I.UZ A 3." E ULTIMA PARTE 3|
g desta obra composla pelo professor do .
9 homopalhia Gosset llimont Gustar jt
5/000 a obra intoira at 30 dejunbo, 5
,. dia cm que Picar encerrada a assig- _
9 natura. Esta obra he til, tanto para _
* os mdicos quo sedodicaiero ao es-
A lulo da nova medicina, como para
* todas as pessoas de boa vontado quo ?
0 quizorem convoncor-so porexporien- O
(fl cias da vordade desta doutrina, por 9
r sor olla muito clara, e a intolligencia 4>
O) do todos, #
No consultorio honiopathico ra *
n**\f\ Mi,,

Avisos maritiuios.
- Para o Assu' com escala pela Parahyba,
saho o volciro huto S. JoSo; pnra carga tra-
ta-se na ra da Ma.lro do Dos n. 3*, ou
com o meslro a bordo.
ParaLisboa com brevidade, por ter j
parte dacarga proinpta, seguoobrigueportu-
guez Laia, canilSo Jos de Abreu, para carga
ou passageiros, para o que tom os melhores
commo los, a fallar com o mesmo capitSo.ou
com os sous consignatarios Francisco Seve-
riano Rabollo & lilho.
I'ara o Aracaty.
Kahe com brevidade, o bem conhecidohia-
le Novo Olinda : para carga trata-se com o
consignatario J. J. Tasso Jnior.
UMMM.
cozinhar: quem estiver nestas cir-
cumslancia, dirija-se a ra do C'a-
bug, Joja de tniudezas n. i D.
Precisa-so de urna ama, para rasa tic
pouca familia, o que esta tenha bnns cos-
tumes : a tratar no paleo do Paraizo, sobra-
do n. 18.
-- Depois da audiencia doSr. Dr. juiz de
orphSos, segunda feira 12 do corrento me/,
vai a praca para ser arrematada, aesriava
Cicilia, de64annos de idade, avahada por
180,000 rs.
Antonio Fernandos da Silva, subdito
portuguez, vai ao Rio do Janeiro.
Caetano Pinto do Veras, pede e roga a
Sr. liscal da freguezia dos Afogados Joaquim
Jos Bello, que queira ter a bondade de ni
formar o roquerimento quo o supplicanlc
fez a illustrissima cmara sobre o caes que
doo principio a fazer o Sr. Jaciotho Elcsbao
na frente de seu sitio da travessa do Reme-
dio n. 23, sem licenea e cordeac.lo, no qual
demonstra o supplicante coro docunentos
qual tem sido o seu procedimento na quali-
dado de liscal ; que s illustrissima cmara
11)0 man lou inloi mar,anula que seja da for-
ma que j praticou pelo seu oflicio de 26 d"
Janeiro do correte anuo,publicado por esle
Diario n. 1*3, pois deseja que o publico del-
le tonlia conhecimento, o que nSo pode fazer
avista da sua moroaidade.
- Ojuiz municipal do termo de Olinda,
convida as pessoas abaixo assignadas, que
requercram ao governo imperial o oflicio da
oscrivSo vago pelo fallecimonto de Joaquim
Jos Cyriaco, so dignem de apparocor na
casa de sua residencia em Olinda, para rece-
berem sous requerimentos o documentes
annexos :JoSo da Cruz Kornandes de Sou-
za, F.duardo Daniel Cavalcanli, Bcllarniio
Fi mino Bezerra, JoSo Soares Raposo.Chns-
tovSo Pcroira Pinto, rilippo do NeacioiMlfo
doFarias, Jos Gcraldo de Lima, Anloiiio
Melquades da Silva.
Ilm moco brasileiro do boa conduela,
quo escrevo porfeitamente bem, so oflerece
para caixeiro do escripia ou de ra, de qual-
quer casa de commercio, 0 qual se preciso
ordi dador a sua conducta: quem do sen
preslimo se quizer utilisar annuncio por is-
la foiha para ser procurado.
-- l*rocisa-se alagar um negro liel de -"
annos no llolel Francisca no Recife.
Dos DispOe.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro, tradii-
zido em porluguez,-o excedente romaneo de
Alexandro Humas,que tem por titulo, ''
Dispe. vende-se na livraria da praca da In-
dependencia n. 6 o 8, a M.ooo re. cuiislaini"
de 6 volumes.
PPT'


wm*
-..
~.
_. pordeu-so no di 8 do corrento urna
Ktaiiinni de menin., de cimbraia de linho
ajnfolbi, bordada por baixo.com un. bor-
dado da largura de quatro dedos no l.llio,
rcenlos o mangas com oulro do dous do los,
toda aliona de renda francoza, < nibrulhada
emmoia folha de papel alnuco, desdo a
igrel deN. S. do Remedio cm .seguinionto a
DUMReBI da Magdalena.Cliora- mcnino.Moti-
i,.i..i breen das Itarrciras, ru.i dos Jasmins,
doCoolho, S. cunalo, palco da Santa Cu?
ir a i ua do Ar.igiln : quem n acliou qu-ren-
do icsliii-la, ilrijl-S< a ra .Nova DO biflor
[rancrz, que su gralilicara rom gcnorl-
d,o! ,.,
50,000 rs. de graliticaco.
iw engenho Santo Jlcudes, no dia 13 do
iiinhu, aisentou-se escrava .Mana, de S
idos, eiooula, ful.-, de boa reUlnri, o bou
eorpo os lies carnudos, lem alguna cabellos
n., buco, bom ladina, cun ilo-embaraco na
l_.Ua tratos, saia de Chita encarnada, cabo-
(-1 il'e eaasa, lulo de lila rouxo, podo ruu-
d'ir os (raj'-s; o andaj da dita negra lio pisar
duro, c he. desfalcada, dentes porfolios, toi
.ata na ribeiri de P.io-d'Alho : roga-sea
airneliene.no da mesma cscrava.o sua entre-
f'i'no dito ongenlio, ou asila rid.de na pra-
l-Sr. Rodaelore, queiram declarar se
A |'. S, M. lio o autor dos annuncios quo em
sua tulla so lem publicado por un
A: l.-U sallsfOltO.
tito pcrlence ao Sr. A. F. S. II., o aviso
me menciona.Os Itli.
-- Precisa-se do una ama para o servi{0
interno de urna casa : na ra da Cadeia do
Sanio Antonio n. 14, segundo andar.
Precisa-se de una ama forra para o ser-
vico de una casa estrangeira de pouca fa-
milia ; na ra da Auroran, k, segundo an-
dar.
Desappnreceu Jo lugar dai
D-so ilinliciro a premio cm pequeas
, portos, eom pcnlioros de ouru :na rua l.r-
Lapunga, um boi to carro: qm inlRa (1|) num| tu\6> n ura 0 ,,ern da.
dcllcjlvcr noticia, Icvc-oao mes- #tH>** ****
Ifenr, na venda grande, qiieS JM *?t.** f
3
rao
l'anlo
i fninesoiTeroce seu preetl- #
sr.n generosamente recompensado. v n>ono publico pura turtos oh
OITcrece-so urna pcss.i, para ensinar' i mlsti-re* le sur iiroflxso : 9
primeira tetras, em qualqiici ongcnli dis- pMC.Ar l>ro5IUfndO a qilal-
tanto da praca : a tillar na rua Imp rial ? JIM lioviv c m mn casa, na *
i,. ..-5. j rua lai-Ki Toma-so rpado alguma familia gran- > s:iiiii a mi.ir. #
le, para lavar o engom. ar, cun toda a pnr-| 49)41 m,**.* <999i999999t9
rcicoo o aselo, issegur.ndo peaoi que aJ Hotel necife, rua do Trapiche
lomtr pela falta que houver: quem quior, g
a"*''*'* s-"*P^****i*?!* lom llas quarlos preparados com decon-
a., i i :_ i .,..,.,;,!,. 4 ca para racober bospedos.
Compaiil.ia de accionistas Afeos e jantares avulsos.
dn theatro de Apollo. Vinhos do todas as qualidados, serveja,
Pela segunda vez convida a tom- (4 refrescos, &c.
-- Vicente Ferroira Paiva Simos, thesou-
relro da irmand.de do Senbor Bom Jess
das ('.hagas, rogaaos credores da actual me-
sa, quo aprosonlcmsuas conlas no consis-
torio da mesma, no Domingo ti docorren-
le, para seicm por ella conferidas. O mes-
uto lliosoureiro pede as pessoas quo ainda
liverem capas em seu poder de as mandar
levar ao sachristSo, ou ao mesmo thesou-
niro.
-- O abano assignado faz sciente a todos
qucsSo intoressados,como credores n> ven-
da da rua das Cruzos n. 25, do Sr. Antonio
do Arruda Almeida.se dirijam a mesma,para
declararen! seus dbitos, pus que tenho jus-
to o contratado, com o mesmo sentior, a
compra da referida venda, livro e desemba-
razada do qualquor divida, pel que fazo
presente anuuncio, devendo senlar-se da
ilala deale a tres dus.alim de prevenir qual-
quor duvida quo posta apparcer, relativa-
nionle a mencionada compra.
Antonio Jos de Farias.
-- Urna pessoa que se desoja eslabelecor
na ilha dnllamaraca, pcrgunla ao Sr. Jos
Pedro do cngeuho Pitu' so ello quer vender
a prupriedade doiaiifo dos Cales, certo
deque so lhe dar mais dinheiro do que o
seu logitimo valor, e sendo que queira di-
rija-se a rua do Arag.lo u. 95, que achar
rom quem contratar.
No dia 8 do corrent", indo eu levar urna
carta ao Sr. Antonio Jos de Castro, nSo o
enrontrei no seu armazem, e sim um moctf
que suppuz ser seu caixoiro, entreguoi-lbe
. carta ; o indo eu vora resposta isse-me o
Sr. Castro quo nfo linlia recehido a carta,
a qual lem dous bilbetos inteiros dens. 1980
o 1971 da 3." e 4.' parto da 3.' lotera de N.
s. do Itozario da Hua-Vista, que lia de cor-
rer no dia 29 do corrente.previno ao mesmo
senbor que rucebcu a carta que no Iho per -
lela, que leve au Sr. Castro, ou v pagar o
importo dos bilbetos ao lliesoureiro, se n5o
quer ver o seu nome nosta folha.
Alcxandru Ferroira da Silva.
-- l'rccisa-so do una ama ; na rua do llan-
grl o. 25.
Precisa-so fallar com o Sr. Fulisbino do
Carvalho Itaposo, filbo do fallecido Carva-
Iho ll! o-u, para su tratar sobre a divida do
urna sua dovedora do Tatuanmulia ; na rua
da Cruzdoltccifc n. 64.
.lardim d.i Damas.
Sabio luz o 6.1 numero desle peridico,
o quui be taiiibuui u Ultimo da primeira se-
ne, acompanbado do um lindo ligurlno.
missio administrativa, aos aenhoros
accionistas, a rcunirnm-so douiineo 4
f 11 docurronto, pelas 10 horas dama- 4
l> niia, no saino do mesmo theatro, a- i
> funde procoder.se a cscolha da nova 4
administrac.."o, eaomais que doler- 4
i> mina os estatutos. 4
*)WS9&4Y6WSS&ASi9&9W
-- Augusto Uright, subdito inglez, ret,
ra-so para fra da provincia., quem tiver
conlas com o mesmo, queira apresenta-las,
no armazem de Jamos llyder & Companbia-
n,i rua da Cadoia, no praso de h das.
-- Um homem que escreve sotrivolmcnlo
o entendo de contabilidade, encarrega-sa do
qualquer useripturagilo em sua casa, ou na
das pessoas, quo disso o encarregarem, das
6 as 9 horas da noile, e nos domingos e das
santos: quem do seu prestimo so quizer uti-
lisar, anuuncio por oslo Diario para si r pro-
curado.
Desoja-se saber se oxiste nesta cidade
oSr. Joaquim Antonio Fernandas Lima, li-
llio de Domingos Jos Fernandos Lima, e
Anglica Joaquina, natural da villa de Arou-
ca, reino do Portugal, que euibarcou na ci-
dade do Porto para esta em 1834.
Precisa-sede um rapaz de l(a 1G .ni-
os, nacional, ou portuguez, para caixeiro
do urna taberna : na rua larga do l'.ozano
n 32.
Na rua da Cruz n. 58 loj=
de barbeiro, alugam se bichas, e
vendem-sc a retalho, c tambem
os centos pela diminuta quanlia de
ooo rs.
OSr. Jos Corrcia de Alen-
doea queira mandar pagar a
subscrifaodcslc Diario.
Precisa-se do urna ama, quo saiba en-
gonimar, para o servido de urna casa de pou-
ca familia, preferece-sc escrav: na rua No-
va n. 30.
Cbrislovo de Souia Araujo, subdito
portuguoz retira-se para fura da provincia.
U abaixo assignado avisa aos credores
do Dr. Male!, para comparecerem no seu
armazom, na rua do Trapiche n. 38, nos das
9 e 10 do corrento a liin de receoerem o quo
Ibes tocar em rateio, do que se lem apura-
do.ti. Carneiro.
Avizo ao publico, e principalmente ao
commercio, quo desde o dia 26 da abril de
1852, deixel de com[.~ar debaixo da lirma do
Jos do McdeirosTavares por com elle nflo
ter mais em commercio transado algu-
ma.Manuel do llego Soares.
Atiene i".
A nova fabrica de chapeos dn Sol do at-
urro da Ba Vista recebeu um novo o lindo
sortimentode chapeos de. sol do ultimogos-
to tanto, de seda como do panlnho.para ho-
mem, ricuschapoos de soda para scnbora e
veudo-se por monos pro;o do queom outra
qualquer parte,ssim como um grande sor-
l inuoilo de sedas e pauintios do todas as c-
rese qualidades paracobrir chapeos voltios,
vende-se baleas para vestidos do scnlioras.o
faz-so concert em chapeos velhos.
Mobiliasdealuguel.
Alugam-so mobilias completas, ou qual-
quer trasto soparado, a vonlade do aluga-
dor; assim cumo se alugam cadoiras em
grando porr,3u, para liiilcs, ou qualquer ou-
I iro iii\ei lmenlo particular : na rua Nova
Fornoco, com todo o aceio e promptidilo,
diario para mesa de qualquer individuo ou
familia.
Uncumbe-so defazer jantares para fra,
dando louga, vidros, Ac.
D comidas por assignatura mensal, tanto
no estaboleclmonto como fra delle.
Tudo pelo maiscommodo proejo possivel,
com limpeza e promptidSo.
No paloo.da Ribeira de S. Jos, loja do
sobrado n. 15," lava-so congo vina 30, com
asseio e oerfeicSo, por proco commodo.
W\!\WV^#
fra, o que promette fazer por pro-
cos rasoaveis e com promptidao ;
leudo como seu administrador no
mesmo estabelecimento ao Sr. Joa-
quim Jos Moreira, bem conheci-
do nesta cidade pelos seus conhe-
cimentos de pharmacia o qual
est tambem autorisado em ausen-
cia do abaixo assignado a fazer as
snas vetes em qualquer objecto
tendente ao mesmo estabelecimen-
to. O mesmo abaixo assignado pro-
mette publicar brevemente urna
relacao de todo osortimento que
tcm com os seus ltimos presos.
I'crnambuco, a7 de abril de i85a
Jos da Rocha i'aranhos.
DAURORA
C Ti O "O O* O 6) w -
5 8 2 S- o a-l.
Jo--" S a -." (3 I c
I-5.s a

a o
O 3
S-ffS
i ja i r Jf 8 > ? 9 tr
53'a o 2 a o =
FS fifi S-larS i*
? ail 18

iIi,T|||lf|.|f
5' = co vi o o ->.o.
t ,'.
a 0 ,-
bS-e.S"3.-*sS =
Os s^is nmeros dcsla serie contm 112 armazem do mobilias do Pinto, dclronlo da
pagioaade imprento eom duas columuas rua do Santo Amaro.
rada urna, A pa-tc instructiva consta de -.- an>-e-*f ?***> *'>??'
um prospecto, do seis dilogos sobre a croa- ^ Alugaro-se o veudem-se bixasna J
(So do mundo, unidade da especio humana ^ praca da Independencia n 10, con-
coxistencia do Dos, do cinco cartas sobro Tro uto a ruadas Cruzos.
a pbysica, de tres lices de arillinielica.du *+*.*'+9'++*-**'9'?"'Wll>**>*
sol artigosde Moral, do cinco variedados Lotcnil (|e Nossa Senhora do
NOOlnlail o do vanas mximas o pensamen- '
tos. A parte recreativa consta de quatoize Kozarin.
rompoiicAM poticas, de dez romances, a a t\s roJ0S desta lotera andam no
nerola de um drama de oito conlos para ... ,
meninos, de um jogo de prendas e do varias da 29 ao cuiicmc, u respectivo
recodas uteis, lliesoureiro roca ao rcspeitavel pu-
Acompsnham os numorosdesta serie urna J_
niodmba brasileira com acoropanbamento ,,llC0 1 Ia9 concorrai"," dar ex-
de piano, duas eslampas com trinta e sete traco ao resto dos billietcs, OS
riscos de bordados, outras duas com doze arilam.Sp a vndn nos liif/a-
riscosdolabyrinthos o dous lindos liguri- ?* aciiam-se a venm nos inga
DAVID WII.I.IAH BOWMAN engenbei-
ro macbinisla e fundidor do ferro mui
respeitosamente annuncia aos senhores
proprietanos doengenhos, fazendeiros, o
ao respeitavel publico, quo o seu eslabele-
cimcnlo.de ferro movido por machina de
vapor, na rua do Brum, passando o chafa-
rlz, contina em effectivo excrcicio, ese
acha completamente montado com appa-
relhos da primeira qualidade para a per-
feita confecfSodas maiores pe^as do ma-
ehinismo.
Habilitado para emprohondor quaes-
quer obras da sua arte, David William
Itowman, doseja mais particularmente
chamar a atteoco publica para as se-
guintes por tor dellas grande sorli-
inonto j promptas, om deposito na mesma
fundicBo, as quaos construidas em sua fa-
brica pdem competir com as fabricadas
em paiz estrangeiro tanto em.preco
como cm qualidade de materias primas c
ni io d'obra, a saber :
Machinas de vapor da melhor cons
truccSo. .
Mocndas de canna para engonhos Uo
lodos os lmannos, movidas a vapor por
agoa, ou animaes.
Rodas d'agoa moinbos do vento
erras.
Manejos independentes para cavallos.
Itodas dontadas.
AguilhOes, hronzos e chumaceiras.
CavilhOcs oparafusos do todos os ta-
maitos.
Taixas, paros, crivos o boceas de for-
nalha.
Moinhos do mandioca, movidos a m3o
ou por animaes, c prensas para a dita
Chapas de fogSo c frnos do farinha
Canos do ferro torneiras de forro e
de bronze.
Bombas para cacimba o de repucho,
movidas a mo, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Pronsas hydraulicas o do parafuso.
Forragens para navios, carros e obras
publicas.
Columnas, varandas, grades o portos
Prensas do copiar cartas e sellar.
Camas, carros de milo carados do fer-
ros, ote, etc.
Alm da superioridadedas suas obras, j
gcralmente reconhecida David William
llowman garante a mais oxacta conformi-
dade com os moldes c dezcohos rcmoltidos
polos senhores que so dignarcm de fazer-
Iho oncommendas aprovoitando a Occa-
siilo para agradecer aos seus numero-
sos amigos c freguozos apreforoncia com
que lem sido por ellos honrado, o asso-
gura-lhcs que Dio poupar csforc,os odi-
iigcncias para continuar a merecer a sua
confia oca.
? *?>?? c -?. ????(?
4
(J. Starr ck (Jompanhia,
nespeitosamente anuiinciam que no seu ox-
toneo rstabelecimento em Sanio Amaro,
continua a fabricar, com a rraior pcrfcicSo
o prompti lilo, toda qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navogacSo o
manufactura, e quo para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico
em goral, tom aberio em um dos grandes
armazens do Sr. Mosquita na rua do Brum,
alraz do arsenal do marinha, um
Deposito de machinas,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acharSo os com^radoros um comple-
to sortimento do mocndas do canna, com
tudos os roelhoramcntos (alguns dcllcs 110-
vos e originaos) de que a experiencia de
mu tos anuos lem mostrado a nocessidade.
Machinas do vapor do baisa o altapres-
s.Id, tachas de todo tamanho, tanto batidas,
como fundidas, carros de mSo, o ditos para
conduzir formas do assucar, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, Tornos
ile ferro batido para farinha, arados de fer-
ro da mais approvada cnnstruc^So, fundos
para alambiques, crivos o portas para for-
nalhas, e urna iuiuidade do obras do (erro,
quesera infadonho enumerar.
No mesmo deposito existe urna pessoa in-
lelligcntc o habilitada para rocobor todas as
encoannendas, etc. etc., quo os annuncian-
tes, eont m Jo com a capacidade do suas of-
(inas o oachinismo, c pericia de seus olli-
ciaes, se compromellem a fazer executar,
com a maior prestoza, perfeic,3o, c exacta
conformidade com os modelos, ou dese-
nlies, e iostrueces quo lhe forem forne-
il Scgeiro. O
a o
Alberto Prcvosl segoiro tom aion- q
X ra de prevenir ao respeitavel publico
J? queestabeleceu-se nobeccodu Tam- S
g biadefroutedochafariz da prac,a da JJ
O Boa-Vista,primeira cocheira a esquer- w
Q da onde as pessoas quo do seu w
Q prestimo precisarem, o acharlosem- V
O pre prompto para servil-as com bre- O
2 vidade e piecn commodo. O mesmo O
Q ledenle ao seu ollicio. Ii

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Compras.
res do costume.
erie, a __ jjcsapparecen no dia ai do
nos. *
Para quem assignar
I 1111 eir custara anda 2,000 rs. mas para
quem nflu assignar a segunda custari passado mez um cabra de nome
3,000 rs. Antonio, que representa ter 3o
As assignaturas rec.ebem-se na rua larga 'A ., .
do Itozario n. 35, pnmeiro andar. anuos de idade altura regular,
- Precisa-sede urna ama capaz quequei- |jem fetO do corno, ps pequeos,
ra servir no interior e exterior de urna casa 1 1 r
de pouca familia, precisando-so mais que e aleijado do braco dircilu ao pe
entend de cosinha : a tratar na rua da San- da um 11 liecn proveniente de feri-
*!#UZS!tim... forra ou to d'arma de fogo, e tem todos
captiva, que fa$a todo o servido de casa o os COStumes e fala do mato. Este
rua^: confronte ao theatro de S. Francisco ca|)ra f0; |llrtado em 1833, e an-
Precisa-se de urna ama, par. cas. do dou pelo sertao em varios lugares,
poura familia: annuncie, ou dirija-so a rua como fossem Kiacho do Sangue,
Augusta, casa 11. 50, quo so dir quem pre- '.i t
Bisa, Brejo de Bananeiras e Latole ate
O Sr. Manoel Pereira da Sil- i852, em que veio para esta cida-
va Brambiia, estudante da acade- depara o poder de seu senhor o
Dlia, queira ter a bondade de man- abaixo assignado; roga-se por-
dar, ou vir pagar a quantia de tanto as autoridades policiaese ca-
45,200 rs importancia de fazen- pitaes de campo a captura do mes-
das que comprou em abril de mo, e mandar entregar na rua dos
iH5i : naiua do Crespo, loja de l'iies na Boa-Vistan. 28, que se
II /1 nrI.s. recompensar generosamente.
OSr. Luiz l'ires Ferreira 31anoel Joaquim Carneiro Leal.
nucir mandar nn vir narrar a Precisa-se de um moloque para servi-
jueira mandar, ou vir pagar, a c casa dehmiiilti c,uo vend, na rua;
'piantia deJc),5oors. importan- mnuncie on dinja-se a rua do Hospicio,
cia de 7 covados de panno verde casa n. ij.
-- (lllOreco-.se para caixoiro nesta pra(a,
/I"e comprou em aG de mar90 de
Iri5i na rua do Crespo, loja de
lazindas.
- Manoel Francisco Coimbra, scieoliflca
ou for della, ou mesmo para algum enge-
11 lio, um rapaz, para o que tem conheci-
ment: quem pretender, annuncie.
Joaquim l'ereira Arantes faz
.."..'i i 1 .1111 1..11 t.'iiniiii n, .-1 iuiii ni. -
'o respouvel publico, que do 1. do corren- sciente ao respeitavel publico, que
le mez cmdiante, be seu caixeiro de loja e Jei.pam de ser seus caixeiros OS
COUranrus. nKr 'grlna InaA ija Sanlinirn.
- Al'ug'.-se o tereairo'indr da casi da senhores Antonio Augusto dos
'ua doQueimado o. 9: a tratar na loja. Santos l'orto, e Antonio Pereira
--No dia 13 do crrante, perante o Sr. 1 |aatoa
br. juizd. primeira vara do civel.depois da aa nocua uasios.
audiencia, tem -fe ir a praca uns movis, pe- -- Precisa-se alug.r urna cas. de I amla-
nliorados a Alexandre Vieira de Aiaujo, por ros, ou de um andar e soUo, com comoio-
ecuco de Leocadia Senhorinha de Albu- dos para graude familia, nos bairrosdes.
querque. Antonio, ou Uo. Vista : dlnja-so a rua do
-- 0 s'r. Jos da Silva Mooleiro tem duas Queimado, loja n. 41, que ah ae dir quem
"ras n. rua larga do Itozario n. 80. precisa.

*
i
(,'oiiMillorit) hotlieo-
pathico.
Rita do Collegon. 25, pri-
meira andar.
O r. P. A. Lobo Mosco-
so d consultas gratis aos
pobres, todos os dias das 8
as 1 a horas da manhaa. I'ra-
tica qualquer operacao de c-
rtirgta, ou de partos. -Rece-
be cscravos doentcs para tra-
i> tar dcsuasenfcrinidades, ou
fazer qualquer operacao, por
t, preco commodo.
O abaixo assignado, prufessor jubilado
na cadeira de Ceographia eliisloria do l.yco
desta cidade. tem estabelccido um collegio
denominado Santo Alfonso na rua da Cadeia
do bairro de S Antonio sobrado n. 13, onde
aclualmoule enslna latim, francei, rhelori-
ca c geographia, para o que obteve du Exm.
Soohur Souza Hamos quaudu presidente
desta provincia, a licenca do que tracta o
artigo 38 do regulamento do 12 de maio do
auno prximo passadu. O mesmo abaixo as-
signado recobo pensionistas 20/000 meu-
saes pagos adiantados, 11S0 dandu roup. la-
vada o ;engommada c dando-a, 25/000
nisios penlionislas a 15JJ00O, e alumnos ex-
ternos do latim a 4/000 c de qualquer oulro
peparatorio a 5/000. Os paos do fumilia,
quo quiscrom matricular seus (litios, podem
dirigir-so ao mesmo collegio a qualquer ho-
ra do dia, cortos do que o mesmo abaixo as-
signado so e\i,n eiia quauto em si coubor
por bem desompenhar ardua niissSo, de
quo se encarrega. AfJouso Jos do Oli-
veira.
abaixo assignado pharma-
ceutico approvado transferio os
estabelccimcntos de pharmacia e
drogas, que linha abortos, na rua
da Cruz la do Rozarlo, para a rua Di 1 cita
n. 88, onde continuar a prestar-
se aos seus 'reguezes. e aquellas
pessoas, que o quizerem honrar
com sua conianca no desempenho
dasiuncoes de sua arte. O mesmo
abaixo assignado tem um comple-
to sortimento de drogas e tintas
para aviar qualquer encommenda,
C'ompra-se um par de con-
solos pequeos dejacarani, com
pedra, ou sem ella, para pequeos
claros de sala : na rua da Cruz
n. 34.
Na rua d. Seuzalla Velha.dofronto de
Sr. Moutoiroointor,compra-se todas as qua-
lidados de ferros velhos e melaes de todas
as qualidades assim como ourelos depanuos
linos.caseinirase todas as qualidades de mu -
lamhosquo servirem para fazer papel : as-
sim como cabos velhos, lonas ole.
Compra-se urna negra que cosinhe.en-
gommc, n ensalmo, ainda mesmu sendo do
moia idade : no beceo da Viracho 11. 39.
Compiam-se duas crcoulas ou pardas,
do boas liguras, com habilidades; pagarn-
os tem : n: rua ds Cril? 40.
Compra-so trastes usados, c tambem se
Irocam por novos : na rua .Nova aimazcm do
mobilias do Pinto dofronle da rua do S. A-
in.ro,
--Comprc-se um ou domcaixes gran
des, para depozilo do padari : quem tirer,
anooncio.
-- Compram-so oscravos do ambos os se-
xos, de bonitas liguras, do 10 a 25 anuos,
(auto para a provincia como para fura, pa-
gam-se bem : na rua da Cacimba 11. 11, on-
de morou o tinado vigario do llocife.
Vendenl-se 2 caixes de armar;3o de
ven 1.1 o urna mesa grande do jantar ou para
outra qualquer cousa.como soja loja de fa-
zondas, miudezas ou de chapeos, por ella ser
feita para csse liin. e ser bastante larga e
comprida, e d-se por proejo commodo : na
rua do ll.ngel 11. 36, loja do orpina.
No Hotel itecife, rua do Trapiche 11. 5,
vendo-se farinha de mandioca por 2,000 rs.
a saces, he muilo nova c de boa qualidade.
Cha de superior qualidade.
Vendo-se na livraria do pateo do Collegio
n. 6, de Jo3o da Costa Dourado.
Firma-se* papel.
Na livraria do pateo do Collegio n. 6, de
J0S0 da Cusa Dourado, ondo ha milito hom
papel de pc-o o nliiKieo de qualidade supe-
rior ; o lirma-sc com bonilo lypo por um di
minuto prei.ii.
' BELLAS-ARTES
Pppsi
Vendas.
I.otcria do iUo de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na lojademiudezasda pra$a da
Independencia n. 4 vendem-se
meios bilhetes, quartos, oitavos jgum'aarVXa'ou^omV'rVi menores :11a
Publicaram-se ultimameule na imprensa
de msica, na rua Bella 1. 28, as seguimos
pecas de msica: um numoro do lindas
quadrilhas para piano e flauta a 1,000rs. ,
para (lauta s a 500 rs a multo ipplaodldl
modinhaquer o fado quer a sorlo-para
piano a 640 rs., para violao a 500 rs, modi-
ihi ab.ianada-o encontrpara piano a
JO rs., para violSo a 500 rs., modinha alta
noile oh que silencio, valsa a sonciliva, pol-
ka a pernambucane, ludo cm um folheto,
por 1,000 rs., bolla flor, polka, para piano a
500 rs., modinha-o mcu pnmei'O beqo-
para piano a 1,000 rs., urna linda valsa para
violSo a 400 rs., dnas valsas-a madrugada
e o salto-para piano a 320 rs., a luzeada,
grando valsa, para flauta a 320 as.
Vellas de carnauba
Feitascom toda a porfeicSo cuja luz rivali-
sa com o espermaccle,vcuii_um-soom caixas
No Passeio Publico n. 17, loja de
i portas.
Vendem-se chales de 13a e sed. o melhor
quose tem visto noslo mercado pelo barato
prcro de 3,200 rs.; ditos dola a 1,000 rs.;
ditos do tarlatana a 1,000 rs,, cortes do cas-
s.-clnla, bonitos padres, a 1,800rt,; cin-
tas para coberl.s, cores fizas e bonitos pa-
dres a 200 rs., o covado; ditas para ves-
tido a 160 e 200 rs. o covado ; moias
croas ameiic.n.s para homem, duzia
2,200 rs., par 200 rs.; brins de linho pro-
prin para palitos, a 240, e 300 rs., o cova-
do; cortes para colote de lia o seda a 800 rs ;
IcncMihos para mSo do senhora com bico em
volla a 280, o 320 rs., e outras mullas fazen-
d.s por preces cmodos.
-- Vonde-soum excollonleoscravo de at-
eto, muilo robusto, com principio de lipi-
teiro, por commodo prejo: na rua do S. Con-
calo n. 34.
Vndese urna escrava: no largo do Pi-
lar n. 13.
-- Vendo-se um bonilo moloque de 20 an-
nos, que cosinha, e faz lodo o servico, sem
vicio nem molestia, 1 p'eto do 25 annos,
bom para campo, 2 protas|mocas sem haboli-
dades, e 1 dita d" meia ida le. muilo boa co-
linhoire, c lavadeira som vicio : na rua da
Imba t:. ;' onde moruu a '.isdovigsrio
do Itecife.
m\ I* AIIKILII.
DE
vigsimos, da quarta lotera para
conclus3o da igreja matriz de S.
Haptisti daLagoa vem alista no
primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
rua da Cruz n. 34.
Sapatos !
Arabam de cliogar do Ar.cati os na
apreciaveis sapatos do couro branco. O
furto cabodal do quo sao folios,, batida sola,
e a moderna forma os confundom depois do
1. encrasados com a bel. grnxa delata do Sis.
~ Vcndetn-se duas negras, sendo urna de b eom0 calcado melhor da Europa,
18 a 20 annos do idade, crouula, o outra do 800 rs. 0 ,,ri 0 B ,,raXa a
30 anuos de idade, tambem crooula ; um y
negro para ira da provincia, ou para en
genho, de 20 a 24 annos de idade, creoulo o
he cozmheiro : na rua da Praia 11 20.
Na livraria da rua do Crespo n. 11,ven-
dem-se os Misterios de Paris, composto por
Mr. Eugene-Sue, 8 tomos, encodernados om
4ditos, por 4,000rs., poesas de felintoi.il- d dezoito annos
lio, II volumes, por 15,000 rs poesas do |oja n. 3, ,0 |at
Elplno, 3volumos, por 4.C0O rs., obras de ^J J
Ma-qucz de Pombal, volumos, por 3,000 v'cnde-se um escravo crooulo sem vicios
rs., Iligieno arle de prolongar a vida, 2 vo- och,ues, nioco o ptimo para todo
lumos, por 1,600 rs., as fad.s, 2 volumes, sfrvlco .al',l0 d praca como do campo: na
por 1,600 rs.,as ruinas sobre as revolucOes j sania cruz sobrado de um andar
dos imperios por Volney,por 1,000 rs., obras
le Si do Miranda, 2 lomos, por 1,600 rs., __ ^ ^ ^^ p ^ S(.gundo ,.
... a lata, ora bom.isto chega a todos ; o
recommendar a compra deste calga no paiz ho duvidar da proteceflo queso tem
desenvolvido a industria nacional; he por is
so que se avisa a quom os quizer va na rua
rua larga do Ko/ario loja 11. 35.
Vendo-se urna escrava ful. de bonita 11-
i de i.lade 1 na rua do
do do arco de S. An-
5,000 is.,curiles compendio,3.000 rs
- Vendo-se um carro do mo, novo, por
Z^W&XrtTiS X preco-c-Jmmdo7 na ru. do Koz.rio d. Boa
Historia do Brasil, 1,0. 0 rs., philosophia da Visl. n. 2.
Cousm ene.der.id., 3,000 rs : v.rie,>ou- ^fe-;,^ por ser de muid ha-
na quarta cas. ler-
'-. Vende-se um cscr.vo creoulo, bonit.
Iros livros de direito.p.ra aulas e
das-oras vagas; cartas portiignezas e fran- bihdade. e no carreiro.
nao b da provincia, como para |cezas selladas. rea, da maformoza.
As numerosas oxperiencias foitas como
uso da salsa parrilha cm todas as enfermi-
dados, originadas pela impureza dosangue,
o o bom xito obtido na corto pelo MIm.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo Alustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Poixoto cm sua clnica, eom
sua afamada casadosaude na Camboa, pe-
lo lllm. Sr. I)r. Saturnino do Oliveira, me-
dico do oxcrcilo o por varios oulros mdi-
cos, pormittem boje de proclamarallamonle
as virtudes eflicazes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. ~ Cada garrafa contom duas libras
de liquido, e a salsa parrilha do Brislol he
garantida, puramente vegel.l sem morcu-
rio, iodo, pot.ssium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Mara Con;alvcs llamos : rua dos
Quarlois ocitad. ao auarlclde polica.
l'renaas para farinha.
Na lundicao da Aurora em San-
to Amaro, ano depozilo da mesma
na entrada da rua do Brum a-
chain-se venda machinas para
imprensar larinhadc mandioca, e
outras para esprcssiio do oleo de
mamona, de urna invcn?ao intei-
ramente nova. Os annunciantcs
naohesitam cm publicar, que es-
tas machinas de sua invencip sao
superiores a tudo, quanto at aqu
tem apparecido ueste genero, re-
unindo grande fr?a de press3o
a maior simplicidade deconstruc-
co, e iacilidade na opcrscSo, o
que faz com que diflicilmente se
possam dcsarranjar.
Gesso.
Vende-se gesso m barricas, cbeg.do nl-
tim.menteiemc.s. de I. Kcller& Compa-
uhia, na rua da Cruz n. 55.

V^
\


Xt'IDADEDEPAHKS.
^SHS8E::3l
\ ~- \
Kua do Collegio n. /|.
J. Falque, dono di fabric cima mencio-
nada, participa ao respoilavel publico de
Pernambuco, e principalmente a seus fre-
guezes, que ello rcobeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sortimento do molhores chapeos do sol de
seda, quo tem viudo a esta praca, proprios
paraaestacSo do invern, c para sonhoros
de engenho, por serem muilo fortes ; sor-
timento de chapeos do sol desoda dedilfe
rentos qualidades de 5,000 rs. para cima
lindo sortimento de chapos de sol de seda
para aenboras, de todos os feitios e tama-
nhos, quo vende muito cm conta ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande eoscolliidosortimen-
to do chamalotes, sedase pannos em peca,
para cobrir armaces servidas, baleias de
todas as larguras e tamanhos, para vestidos
o espartilbos para senhora ; fazem-se um-
bellas para Igrcja; concorla-so toda e qual-
quer qualidade do chapeos do sol, tudo por
muito monos prego do quo cm oulra qual-
quer parte. Vende-so cid porc^o e a reta-
Iho. No mesmo ostabelecimenlo acba-se
um bonito sortimento do bengalas.
3,000.
Vendem-se cortes do brins trancados os-
curos de puro linho a 2,000 rs., dito do pele
do diabo a 900 ou 210 rs. o covado, cortes
de cambraia da sal picos de cores e brancos
rom sete varas a 4,500 rs. o corte, o "20 rs.
a vara : na ra do Crespo, loja n. 6.
Vende-se um terreno com 107 palmos
do fronte, e 90 de fundo, silo em Fora de
l'orlas a beira mar, um dito com 100 pal-
mos de fronte, e 500 do fundo, sito na Pas-
sagem da Magdalena,abaixo da ra publica,
entro as duas ponles ; o quo tem no fundo
oulra ra que d dospejo para a camboa da
ponte pequea ; um dito com 100 palores de
fronte o 300 de fundo at a mesnia camboa,
oque tem urna ra na frente, o oulra de um
lado, que he aquella quod despejo para a
mesina Camboa. Dous ditos.com 50 palmos
do frente, cada um, e 300de fundo, alca
mesma camboa : na l'racinha do'Livramenlo
loja o. 57, se dir quom vendo.
CHA l'r'TO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amoi i' n. 35.
ARADOS AMEIUC'ANOS.
>< Vendcin-se arados ame- a)
j| ricanos, chegados dos Estu-
*' dos Unidos, pelo barato pro- i
*' 50 de 40,000 rs. cada um: na
v. ra lo Trapiche n, 8.
lurinlia de trigo
SSSP.
Fontana.
Galega.
Haxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Deposito de cal e potassa
No arraazcm da ra da Cadeia
doHecie n. 12, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa clicgada ullima-
nientc, a precos muito rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velba n. 48,
vendem-se vinbos de Lisboa e Pi-
eueira, dosmaissuperiores que lia
no mercado pelo diminuto preco
de 200 e a4o rs. a garrafa, e i,5oo
* Qnn manarla nava rnnir
.. ,oowm.-. .*-*^- j. -. ..-..**
mar d-se a provar, e para verta-
se a beber ; lie baralinho, a elle
freguezcsquelie bom vinbo.
Deposito de cal virgen).
Cunta & Amorim, na ruada Cadciado
tecitc, 11. 50, vonde-sc bsrris com supe-
rior cal oru pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqncr parte.
l'otassa americana.
__No antigo deposito da cadeia vcllia.n.
12 existe urna pequea poreflo do potassa
americana, chegada recenlenienle que por
superior rivalisa com adaltussia: veude-
so por preco razoavcl.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra ile Apollo n. (i, armazem de Hc.Cal-
mont& Companhia, acha-sc consianleineulc
bous sortimentos de taia de ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, mocadas in-
clras todas de ferro para animacs, agoa, etc,
ditas para armar cm madelra de todos os ta-
annos e madellos o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com forja de i caral-
los, coucot, passadeiras de ferro cstanhado
Sara casa de pulgar, por menos preco que os
ccobre, cacovens para navios, ferro ingles
tantoeiu barras como cm ircosfolhas, eludo
por baralo ureco.
VVVVfVfffVfVf Vf f.VVfV vt
Farinha de mandioca "9
j* Vende-se, por preco rasoavel, la- <-
rinba de S. Malhcus a mais nova ^
K que existo ueste mercado : na ra 4*3
. da Cruz n. 34, delronte da l.ingocta. tft^ikAAAAAAflKlt AAAAAAAAffflltlI
Moinhos de vento
com bombas de repuso para rograr hortas
o baixas decaplm na fundicHodc David Wil-
ham Uuwmiu: na ra do llrum ns. 6, 8 e 10.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
HUA DA SENZALLA NOVA -N. 42.
Nesle estabeleeimento conti-
na a baver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixus de fe 10 Latido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Aos fabricantes de velas.
Vendc-so superior cera de carnauba, o se-
bo retinado, em porcOes o a relalho, por
conimolo preco : no armazem do I). II. An-
drade & C, ra da Cruz confronte ao cha-
lar; z n. 1-
Vendem-se relogios de ou-
0 eprata, patente inglcz: ama
ila Senzalla Nova n. 4a*
Vcudem-se os verdadoiros sebos n-
glczes, patent, de molla e sem ella : na
ra da senzalla Nova n.42.
Deposito de panno de algodao da
l'cliiica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
do dcsta fabrica ; cm pessa, a
Aproveitcm aoccasiSo.
Tcndo chegudo a loja de ferra-
gens do ateiro da Boa Vista ri. 46
ilc .1. S. de Menczes, um grande
sortimento de charutos superio-
res, vindos da Babia, para acabar
e agradar aos freguezes, vendem-
se pelo custo; por isso aproveitem
a occasio de ftimarcm um bom
charuto, e por pouco dinheiro, af-
fiando-se que sao da melhor qua-
4
vonladedo comprador: noescrip- Udade, que tem no mercado, vin-
i,4oo
3,000
2,000
2,000
1,300
1,200
1,600
i,5oo
2,000
1,600
torio de NovaesRt Companhia, na
ra do Trapiche n. 34
Arados de ferro.
NafundicSoda Aurora, em S. Amaro,
vendem-searadosdeferrode diversos mo-
delos.
.Mumili- superiores.
Na fundicSo de C. Starr& Companhia,
om S.-Amaro, acbam-sovonda moendas
de canoa, todas de ferro, o um modeloe
conslruccSo muito superior
Vonem-se as seguintes somcrites:
nabos.rabiinos.rabanetos encarnados e bran-
cos, sobla, couve trinxuda alface Ia-
ma, repulhuda,chicoria, senoulas, fcijSo
carrapalo de tres qualidades, ervilha torta e
direila, fava, coentro de touceira, salea, to-
mates grandes, ropolho, couvo lombarda,
saboia, e muslarda : na rus da Cruz n. 46,
dofronte do Sr. doutor Cosuie.
., Bom e barato. a
Palitos feitos, verdes eprelos. jl
9 Na ra Nova, n. 26, tem para ven- *
B der palitos de panno a 20,000 rs., co- ffl
S lelos de setim prelo doMacao 5,000 V
g rs., fazenda muito fina, ditos de Tus-
* t3o a 2,560 rs. cada um.
I: m^Pr:,*; c, .....- -o*
A 120 rs. cada um.
Na ra do Qucimado h 3. defronte do O. Biebor & Companhia, na ra da Cruz
beceo do l'eixc-Frito, vende-se Icncinlios jn. 4.
do cambraia pintados, para mSos desenbo-
ras, pelo baratissimo preco de seis vintens
cada um.
dos daquella praca, c os precos sao
os seguintes :
Boa lama
(ata flores
Primorosos
Emilios
Fama da Baha
Flora
Regala de L. M. de Souza
Ditos de Alverga
Qum fumar saber
Fama va de Alverga
-- Vende-se um negro, bonita llgure, de
25 a 30 annoc, propria para padaria, por ser
bom ims-eiioo forneiro: a fallar na ra
Nova n. 27.
Vende-se marmelada nova, viuda l-
timamente do Lisboa : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. Ur. Cosme.
Vonde-se um cabrinba do 14 annos, c
um preto, creoulo, do 28 annos, vindos do
serlflo: na ra do Trapicho Novo n. t.
-- Vendem-se charutos de llavana verda-
deros : em casa de Schafbeillin & Tnbler :
na roa da Cruz n. 38.
Vendem-se lonas, brinzSo, bmis,
meias lonas da llussia ; no armazem de N.
A 340 rs. o covado.
Defronlo do becco do Peixe-Frito, loja 11.
3, vende-se cassa chita, cores lixas, de lin-
dos padrees, pelo barato preco de doze vin-
tens o covado; bem Como chitis baratas
e oulras azendas mais.
a 280 rs. o covado
Defronlo do becco do Peixe-Frito, loja n.
3, vonde-se alpaca de algodao pelo barato
preco do qualorze vintens o covado; esta
faienda torua-se recommendavel nSo so
para vestidos de senhora, como tambem
para palitos c casacas de homem.
AllcncSoao numero 39 A.
Qucm lo mandou este doce? pergunlava
em urna mesa coito individuo, 11S0 me o
mandaran) comprei-o por me parecer bom,
IhoresponJeu o amigo; coa verdado igual
a este so no numero 39 A deposito, da ra
estreite, hojuslamcnle onde comprci esta
Casa da fortuna, ra Direita n. 7.
O respectivo thesoureiio da lotera de N.
S. de Huz.to, marcou odia 29 do corren te
par., o andamonto das rodas, o cautelista
tem a venda um completo sortimento de
cautelas, na loja do Sr. Fortunato praca da
Independencia, c na casa assima, rocos bi
Hieles o inteiros
Slbeles 8."00
Meios *.000
Qusrtos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
Arados da fabrica dos Srs. llanos-
mee May
Proprios para plantar o alimpar canni de
diferentes modcllose feitos na mais acredi-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquor que tem vindo a esto
mercado,o proprio para planlarem qualqucr
terreno e do qualquer largura, por ter um
arranjn proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico.aivecae sola dcslcs arados passam
aprcciavt'l marmelada pernambucana que jpor un| proc(.sso quo da-lhea consistencia
assira so Ihe deve chamar; sabendo disto o jea(,() temperado da maneira que sSo de
possuidor desto doce lembrou-se de aiiiiun- maiU d*urac3o> alm do que tem bicos de
ciar paia que lodos possam apreciar a boa
qualidade ; no mesmo conlinua-se a vender
bolachiiihas, biscoitos, o falias do farinha
do araruta, e nutras qualidades, os mais fi-
nos possiveis, o tambem de aiuoudoas con-
fesadas, laranja, limflo, cinolla, chocolate,
o brancas etc. etc. No mesmo se dir quem
vende urna carroca com pouco uso, propria
para vender agoa, em una pipa, o de um so
boi.
Vende-so
boticas homeopalhicas do 30 modicamen-
los.a 20,000 rs.,3. e 4. cddiccSo da pralica e-
Icmvnlar, em 2 volunics, vindas do Rio de
Janeiro da bolica central da ra de S. Josc
n. 59,doclarando quo sSo as verdadeiras bo-
ticas homoopathicas : na ra do Crespo loja
amarcllan. 4.
Mitigo deposito* de rap princeza
de Gaase do Bio de Janriro ,
grosso, meio grosso e fino na
ra da Cruz do Recife n. 3.3.
Viuva l'creira da Cunta, cncar-
regada deste deposito scicntifica
aos consumidores des te rap, que
para melhor serem servidos seus
pedidos, tem estabelecido ser pr-
vido o deposito mcnsalmcnte com i flores com' 81|2varasa2,400c3500rs.a pes-
_.. fetta. ..nlni VBDOreS ^..... Inni.1|1'.,k,,u,lr ........ ;Uoii,Imi,
............... i---- .-|- ip sfiftrn. irnprios para man riscados assen-
carreira, e assim podero seuslrc- lajus cm'algodao'muitocncorpado proprios
L'uezes ter rap muito lresco, cir- paraescravosa 160,180 e 200 rs. o covado,
ut/i. asa i. j izuarte azul com 4 palmos a 200rs. o cova-
cumstancia a mais cscencial ; sup- doe muitas mais fazondas por proco com-
prido pois reclarnicnte este de- |modo da loja cima referida.
psito com rap assim fresco, be \ Vendem-se no armasem de
para aflirrr.ar que esta boa pitada <*eo Kenworll.y & Companhia, na
se tomar recommendavel a todos "'a M i* ". 2, o seguinte :
os tomantes : os precos sao os de elogios de ouro de sabonete, pa-
sobre-excellcnte: na ra do Trapicho 11.14.
Oleo especifico para curara
caspa, contina a vender-se, na
ra do Kangel n. G4-
No aterro da Boa-Vista, loja 11. 18, de-
fronte do tribunal do commercial, vendero-
so panno preto fino prova de lim.lo a 3,900
rs. o covado, loncos brancos do cambrsia
muito linos, pelo baratissimo preco do 200
rs., dilos piutados, proprios para meninos a
80 rs., algodSo da Baha om fardos de 10
pecas a 260 rs a vara, dito trancado escuro,
ptima fszonda para roupa deescravatura a
160 rs. o covado, o se o comprador compiar
grando po'CSo so far um abatimonto ; ves-
tidos de cassa pintada a 1,600, camhraias de
cores de bonitos desenhos por 400 rs. a vara
ou 2(0 rs. o covado, e urna grande poreflo
deriscados de cores (xas a 120 rs. o co-
vado.
Muitas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra 1I0 Crespo n. 6.
Corles do brm escuro do purolinho a
1,440 rs., ditos de lstra do bom gosto a 2,000
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado do li-
nho proprio para calcas e palitos a 180 rs. o
covado, panno lino prelo a 3,000 4,000rs. o
covado, pessas do chitas escuras com 38 co-
vados a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., cambraia de
seu principioestabelecidos de i28o
rs., as duas primen as qualidades
e 900 rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Vende-se cal virgemem pe-
dra, cabecil de carneiro: no ar-
mazem deossucar da Viuva l'c-
reira da Cunha, na ra da Cruz do
Recife n. 23.
Mercurio.
Vendn-so morcurio de primerasorlo: cm
casa de Augusto C. de Abieu: na ra da
Cadciado llccife n. 48.
m-iMi-ito da lubrica le Iodos os
Santos 11a II a lita.
Vcndc-so.omcasa doN. O.Biebor&C ,
na ra da CruiJl. 4, algodflo transado l a-
qucllarabrica.muitoproprioparasaccosdc
assucareroupa deescravos.porprecocom-
modo.
Bom e barato.
Ra do Passeio Publico, loja n. 9, de Al-
bino Jos Loite. Vendem-solinissimos cha-
les de la e seda a 3200 rs., ditos de ISa a
1,000 rs., ditos de larlalana a 1,000 rs ditos
brancos a 800 rs., meias cruas linas a 200 rs.
o par, cm duzia 2,200 rs. cortes de colele de
fustao a 640 rs., dilos do 13a e seda a 800 rs.
lencos encarnados a 160 rs.,ililos brancos ro-
doados de bico a 320 o 440 rs ditos para
grvalas a 120 rs., chapeos desoa 1440 rs.,
chita para cobertas a 160 rs., ditas linas a
240 rs, ditas paia vestidos cor lixas a 160e
200 rs. ocovapo, madapoiao enlre linos a
3,200 rs, cada pega 3,500o 4,000 rs ,linho do
cores para calca ojsquetas a 300,320, e360
rs., caslores para calcas a 200 rs., o outras
mullas fazendas, por prreos cmodos.
Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
so corles de meia-casimira de pura ISa, e
gostos muito bonitos, poio mdico preco de
2,560 rs. o corlo ; brim pardo do linlm, su-
perior fazenda, u 040 rs. ver.
Na loja dus seis portas
vendo-so lencos brancos, com cercadura
qualro vintens, proprios para meninas.
tente inglez
Sclins inglezes elsticos.
Ditos ditos de patente.
Lanternas para carro c cabriolet ,
de differentcs modelos.
Arrcios para carro de um e dous
cavallos.
Amarras de ferro de 45 braca?.
Ancoras de dito para navios.
Cabos de linho sortidos.
Tuixas para en/jen/ios
Na fundico de ferro de D.
VV. Bowman na rita do Brum,
p .ss, 111 c 1 haver um completo sortimento
de taixas de ferro fundido c ba-
tido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Algodao para roupa de escravos.
Vendo-se algo d3o muito encorpaJo, pro-
prio para roupa de oscravos, com pequeo
toque de avaria, a 110 rs. a jarda ; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
Vende-so farinha de mandioca, muito
boa o nova, a 1,600 rs. a sacca : na ra da
Madre de Dos, venda de Clemente da Silva
Lima.
Vendem-se remos de faia,
Chapeos do Chile pequeos.
Vendem-se chapeos do-chile pequenosa
3,500 rs., um preco este por quo nunca sef
vendern : na noya luja de miudezas, de-
limito dol.ivramento.
Vondrm-sc amarrasilefcrro: na "ia da
ISenzalla nova 11. 42.
Fios para sapatciio a 5oo rs.
a libra.
Na n,ova loja de miudezas, na frente do
Livramento, vende-se (lo de sapatoiro de
pufo 1 iiiiin da acreditada .osa do Adamson.
a 500 rs. a libra, e em porcSo de 5 libras
para cima a 480 rs.; he pcchincha,a elle an-
tes queso acabe : tambem so vendo marro-
quim amarello, rouxo, encarnado o azul a
15,000 rs. a duzia, a pele a 1,440; itO para
acabar.
Sortimentos de panos finos e case-
miras de todas as qualidades.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts para a cadeia,vende-se panos linos pelos
a 1,800, 3,200, 3,500,4,000, 5,000 rs., e fran-
cez muilo superior a 6,000 rs., o covado, di-
to verde a 2,800 rs. dito avul a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, corles de caifa de casemira
pela entestado a 5,000 e 6,000 rs., dita frao-
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corle,
o outras muitas fazondas por preco com-
modo.
Cortes de brim de puro linho.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
la para a.cadeia, veno-so cortes do calca de
brim de quadros, e lislras do puro linho a
1,280 o2,000 rs., ditoioteiro pardo a 1.280 e
2,000 rs. o corle, riscado de linho de listra
a 720 rs. o corte.
Cambraias de salpico bronco e de
cor, lenos de cambroia de
linho.
Na ra do Crespo loja da osquina que Tol-
la para a cadeia, vende-se corles de cambraia
de salpico braoco a 4,0C0 rs., dilo do cor a
4,500 rs., lencos de cambraia de linho a 500
e 600 rs. cada um.
Com toque de molo.
Na ra do Crespo loja da esquina quevol
ta para a cideia,vende-se chitas escuras com
pequeo toque de mofo a 5.500 rs. a pega.e o
covado a 160 rs.
Vende-se por melade do seu
valor, urna parte do engenho Cai-
te, da freguezia de Iguarass, per-
tencente a Amaro do Reg Bar-
ros : os pretendenles dinjam-se
a ra do Crespo, loja n. 16.
Vende-se um cavilo muito novo manso
o de bons andares.quem pretender podo vC-
lo na cocheira da ra da Cuia de Lourcnco
Ferreira Alvose tralar de seu ajusto na tra-
vessa da Madre do Dees 11. 1, venda.
Vendo-seunscantoirospara pipase um
deposito para sal e barris de azcite de carra-
palo vazios, ludo por preco commodo : n-
ra da Senzalla volha venda 11. 15.
-T- Na fabrica de charutos da
ra larga do Razario n. 33, ven-
dem-sc os verdadeiros charutos de
tlavana, em caixinhas de vidro en-
latadas, de 25, 5o, e de 100 em
caixinhas envernisadas, da melhor
qualidade que tem vindo a este
mercado.
-- Vcnde-se una parda, queengomma ,
cozinha.coso, lava c faz 0 mais servicode
casa, com porfeicflo, accrescendo a tudo isto
ter urna excedente conducta o sor niuilo
fiel, e um moleque bonito e sadio, de7 an-
nos de idado : na ra larga do Rozario, lo-
ja n. 33.
Vendcm-se bichas de muito
boa qualidade chegadas ltima-
mente, pelo preco de 8,000 rs. o
cento; a ellas antes que se aca-
bem : na travessa da ra do Vi-
gario, loja de barbeiro n. 1.
Espclhos por pouco dinheiro.
Na ruada Cruz n. 20, casa de Avrial Ir-
in3os& Companhia vondom-se ptimos es-
pedios, com moldura, o sem ella, chegados
ltimamente da Franca, ior preco dimi-
nuto.
Vende-se urna prola de 20 annos com
umfilho de 8 mozes, coze, faz labcryntlio,
marca, ongomma, ludo faz bem feito, urna
dita do 30 annos cozuiha, lava roupa c cn-
gomma : na ruado Collcgio 11. 21, l." andar
se dir quem vendo.
Farinha de mandioca-a i,uou 10. a
sacca.
No armazem do J. I. Tasso Jnior: na ra
do Amorioi n. 35.
VENDE-SE.
Rap Paulo Cordeiro chegado prxima-
mente do lllo do Janeiro do superior quali-
dade a preco de 1,440 n. a libra nol'asscio
Publica loja n. 11.
Chapeos do Chile.
Vende-se chapeos do Chile pe-
queos a 3,ooo rs. : na ra do
Crespo n. 23.
Pao fino a is3oo.
Vende-se pao de todas as cores
a 1,800 rs. o covado: na ra do
Crespo n. 23.
Vendo-se urna prela creoula por preco
cmodo : na ra da Praia n. 49.
-- Na loja do Jos dos Santo, Nevos ra do
Crespo n. 17 vende-se o superior rapo Paulo
Cordoiro a 1,440rs. a libra.
Quem procisar de um cabriolet muilo
manoiro, moderno e usado, com lodos os
seus apparelhos quasi novos.fale com o dono
da loja de chapeos de sol, no aterro da Boa-
Vista n. 22, que Ihe dir quem ven Je
Chapeos do Chily.
Vendom-sechapeos do Chily, pequeos a
2,500, o 3,000 rs.: na loja do chapeos da Pra-
o;i da Independeocia, loja do Joaq/iim de
Oliven,! Mala.
-- Vendo-so urna prelado meia idade com
algucras habilidades e por preco commodo ;
na ruada Boda n. 59.
AO PUBLICO.
Em mui crescido numero conlavavam os
mdicos ato agora molestias incuravois,
contra as quaes scra pormitlidoao pacien-
te resignac3o para soffrtr um mal deque
j n3o havia espirancas do poder liberts-lo,
oao medico philanlropiro a dor de ver mili-
tos de sous semelhantos victimas de enfer-
midades, contra as quaes se declarava 01-
potento, podendo apenas lamentar a fra
queza da intelligeneia humana. Mas, gracas
aos progressos da medicina, grascas ao zelo
de humos incansaveis, que, nSo desespe-
rando da perfectibilidade da scieocia, se
teem dedicado a nvesligaclo de remedios
que possam alliviar humaoidade de alguna
males que a alllgem, o numero das moles-
tias reputadas incuraveis vai de da em dia
dimiiuiindo. Assim, adiar depois de lon-
gos trabal los, de profunda medilacSo e
reiteradas experiencias, medicamentos quo
nos restitua o uso dos dous mais impor-
tantes sentidos de que he dotado o homem,
quando esles j se achavam no supposto es-
lado de incurabilidade einteiramenle per-
didos, he por corto um dosmaiores servi-
Cos que se podia prestar humanidade; eis
o que eslava reservado um homem piulan-
tropo da ciJade de Braga, cm Portugal,
cuja scioncia, cujo amor de seus semelhan-
tes se teem feilogeralmenle coohecer. Os
remedios que ora offerecemos ao publico,
nao eotram na classo d'aquellcs quo o vido
e ousado charlatanismo inculca com rau-
cos e descompassados brados, e que o cr-
dulo vulgo por ignorancia recebe na boa fe
o sem discernimento, achaodo-so depois il-
ludido; tem, porcm, do oceupar mui dis-
tii.cto lugar entre os me-llcamenlos quo
maiores beneficios preslam ao homem:
consta 111 ollesda dissoluefio aquosa de ex-
tractos de plantas medicinaos, de virtudes
mui leconhecidas e verilicadas. O longo
uso, as continuadas e severas experiencias
a que por toda a parte teem elles sido sub-
mettidos, som quo urna s vez hajam falha-
doemseus bous effeitos, o desmenlido as
esperances que sobre elles havia fundado
o scu-inventor, lho teem grangeado cons-
tantes e repetidos elogios dos mais sabios
e respeitevois mdicos, assim na Europa,
como na America, que unsonos abonam o
proclaman! sua accdlosempre corla e benig-
na. l!m desles licores lio destinado a com-
bater as molestias de olhos, e lem por prin-
cipal virlude restituir aos orgSos da visSo
suas funeces; reanimar e fazer reappare-
cer om sua natural perfeicao a vista, qun-
do esta estiver fraca ou quasi extiucta ;
comtanto, porm, quo n3o haja cegucira
absoluta com dcsorganisacSo das partes;
nSo menos til o enrgico ho para desfazer
as cataratas, destruir as nevoas, e de promp-
lodebellar qualquer inflammacSo ou ver-
melhidao dos olhos. NSo causa dr, nem
stimulo na parte
Outro liquido restitue a fjculdado de ou-
vir os sons ao ouvido tcalo de surdez, ain-
daque inveterada, urna vez que omalnBo
soja de nascenca, sem causar om lempo al-
gum o i...... incommodo ao doente, e som
priva-lo de cuidar cm sous negocios.
INSTUUCCO'ES IMRA O USO DOS
REMEDIOS.
O dos olhos nnprtga-se lo modo stguinle:
O doente pela manhaa, em j'-jum, um-
hora pouco mais ou menos depois quo era
guer-se do loito, tomar sobre a palma da
m.1o pequea pon; .lo d'aquolla agua; o com
ella molhar bem os olhos, razando que al-
gunas goltas caiam sobro o globo oceular:
sem os I ni.par, os conservar molhados ate
quo naturalmente enxugucm : ao deitar-se
noite praticar o mesmo: durante o lem-
po que usar do remedio ovilar o calor, a
,uc;oi de fum.ic," nvenlo; far abstinen-
cia de comidas salgadas, aiedas, e aduba-
das com especiaras.
O rtniedio dos ouvidus ser applicdo do modo
que te segu:
iidni'iile pela manhaa, urna bora pouco
mais ou menos, depois de erguer-se, anda
em jejum, far derramar dentro dos ouvi-
dos qualro ou cinco gotas do liguido, t>-
pando-os -lepois com algodao om lama ;
noile so d.iiar-so repetir a mesma opora-
ciio. Durante o uso do remedio ovitar
expor-se, os ouvidus priucipalinente, a ac-
e.oi do calor o do vento, alim do ovilar
grande transpiraco, havendo cuidado em
n3o molbar os ps om agua fiia ; finalmen-
te deve alislcr-sc de comidas salgadas, aze-
das e adubadas.
Estes remedios estao venda na botica do
diuiuiu'iit-u FBCiCG uO ...;'.;.'.':, :S rrjS
larga do lio/, um n 36, nico deposito em
l'ern imln.c 1, polo preco de 2,210 icis cada
vidro.
Serveja supe fina.
Vendem-se cm barricas do 3 duzas, inui-
Attencoa pechincha.
Na ra do Collegio, loja n 1, vendem-se
as superiores batatas de Lisboa, pelo bara-
tissimo proco de 50 res a libra, om poi(3u
de 8 libras para cima.
Vendo-se um escravo, creoulo, de bo-
nita figura : na roa das Cruzes 11. 30.
Bap Paulo Cordeiro.
Na ra da Cruz 11 57, vonde-se o verda-
deiro rap Paulo Cordeiro viajado do tlio d
Janeiro, ao Para a 1,440 rs. a libra.
Marmelada nova,
^la ra da Cruz o, 57, yende-so marmela-
da, nova do llio do Janeiro, e de Lisboa da
melhor qualidade que tem vindo a esto mer-
cado.
Vendem-se cortes de chitas
finas, para vestidos, de dilTcrentcs
cores a preco de 1,280 e 1,800
rs. : na loja da ra do Crespo 11.
3, ao lado do areo de S. Antonio.
Vendem-se 2 alambiques de
carapuca e novos, por metade do
valor, porque ordinariamente se
vendem : na ra Nova, loja de lu-
nileiro n. 38.
Vende-se urna casa torrea sita na trn-
vessa de S. Pedro n. 1; os pretendenles di-
rijsm-se a ra do Livramento n. 28, dis 2 as
4 horas da tarde.
-- Vende-se um escravo, creoulo, de ida-
de 28 annos, o qual entende de canoeiro e
de embarcad ico. e mesiim prefere ser ven-
dido para o roister do embarcadigo na rui
do Trapiche Novo n. 4.
ToJa attencaoao barateiro !!!
Ra do Crespo n. i4, loja de Jos
Francisco Das.
Existe um delicado sortimento de linissi-
si mas chitas do cores com sal picos, os mais
lindos gostos que tem vindo ao mercado a
240 rs. o covado, ditas cores de vinho e caf,
muilo muid 1 nhas de novosdoseohos e coros
muito llxas a 200 rs. o covado, ditas de de-
ferentes qualidades a 160 rs. o covado, fims-
simas alpakas do todas as cores a 640 rs. o
covado, ditas com tos de seda e de novas
cores a 1,000 rs., ditas prelas com flures
imitando chamalote de seda a 1,100 rs. o
covado, cortes de cssamiras de ISa e algoiian
de lindos goslos a 1,600 rs. o corlo, os mais
superiores brinsde puro linho e de riqu-
simas coros a 1,280 is a vara, brins do puro
linho de inri a s cor, fazenda propria para
palitos a 320 rs. o covado, as verdadeiras
brelanbas de rolo de 10 varas a 1,800 rs. 1
peca, idem de 5 varas, fazenda muilo encor-
pada a 1,000 rs. a pee*, assim como muilai
outras fazendasque se venderao por muito
menos preco do que em outra qualqucr
parte,
Um bom escravo.
Na ra das Crutos n. 18, primeiro andar,
ha para vender um bom es-ruvo, moco,11 e-
o 1I0,proprio para todo o servico de urna ri-
sa, e que entende de cos nlia, c copa ; poda
ser visto todos os das das 7 as 9 horas da
manhaa, o das 5 as 7 da tarde.
Vonde-se um bom escravo,mulato,mui-
to robusto, proprio para qualquer servico,
tanto do campo cmoda praca: a tratarna
ra da Cadeia do Recife n. 7, loja do miu-
deVas.
Escravos fgidos.
Na madrugada do dia 28 de junho lo
correnle anno, fugio do engenho Cachooira
do 1,uodes, comarca de Coianna, um escra-
vo do oome JoSo do Torres, o qual tem os
signaes seguintes: cabra, alto, secco do
corpo, tem barba, representa ter de ida le
25 annos, pouco mais ou menos, mu/ pe-
queo o afilado, pernas grosias, olhos gran-
des, um dos calcanharcs luchado, cabellos
um tanto sollos; levou urna camisa de il-
godSosinho, outra de algodo da Ierra, cal-
ca de algodSosinho riscado, ceroula de algo-
dao da ierra, um couro de ovelha ; foi mon-
tado a cavallo, o qual he ruco, capado,
tem urna Indicie em um olho, levou uma
cangalha velha o um sacco, o ferro do ca-
vallo ho JE .- paga-se bem a quem o pogar
o leva-lo, ou ao mesmo eogeoho, ou a rui
da Cadeia do ftecifo n. 9, em casa de Jos
Uaplista llibeiro de Karia.
Boa gratificado.
Cralifica-so com 50,000 rs. a quem appre-
bender um muleque crilo, por nome Mi-
guel, do idado de 15 a 16 annos, fgido
desde soxla-leira 28 do maio prximo pas-
sado, de gancho ao poscoco,sercu do corpo,
cor bem p/eta, beico inferior grosso, rom
marcas de chicote pelas costas, vestido do
camisa dealgodSo branco com mangas cur-
tas, calcas de algodSosinho de listras azucs;
ne basiamo laaioo, rom taita do s!!e!!n*iu
cabeca por ter andado vndenlo fruclas,
mandioca, macaxeira pola ra ; esto mole-
que quando Ihe fallan), est sempre com ns
olhos inquietos, e fazendo movimentoscom
os dodos das m.los. PJe ser que so intitu-
lo propria par miaios, pela sua aprcciavel le le forro, eque d outro nome, como ja
quebempoiierivaliiarcomome-|t|ru og.-"'
poeno que vem a este morcado : fugio
qualidade, que bem pode'nvaiisar com o me- jiirou o gancho do MfCOCO que linha quan-
Ihor Champagno quo vem a este morcado : fu fugio de casa. Portanto roga-sea todas
na travessa da Madre de Dos ns. e 6, ar-
mazem pintado de cor.
A 10,000 rs.
VonJem-so chapos do Chily, muito finos
j aparelhadus, a 10,000 rs : na Praca da
Independencia ns. 24, 26, e 28
as autoridades policiaas, capitaes do Campo,
c mais pessoas, que facoi todas as diligen-
cias de capturar este moleque, c maoda-lo
entregar a seu senhor, Jos Saporili, mo-
rador 00 principio da estrada dos Afilelos.
Da fabrica docaldereiro da ra do linn
11. 28 ausentarain-se, 110 illa 10 do passado,
Vende-se um excellenlo quarto, quo
*"" a ovia 01a (it -jvi tv**i. *v\t\i uvf
- Vende-so urna cscrava moc. de boma 0 preto Ani0DO de n,ca0 Cabinda, estatura
figura, engomma bom o cozmha o diario de regular, cabellos um pouco braucos, chcio
uma casa : no pateo do S. Pedro n. 18. do corpo o muito cabelludo nos peitos, ros-
Para debruar palitos. ; tocarregado; costme em suas fgidas fra-
Kitas do superior qualidado, o diirorenlos quenlar a Soiidade, Manquinho e Afoga-
padrOes, e larguras por moJico preco ua lo-, dos, e em sua ultima fgida foi pegado 110
ja c fabrica de chapeos da praca da ludepeu- engenho Cuca districto do Mo Kormosu: o
dencia ns. 24, 26, c 28, j no da 13 do correnle o preto Alexandre, do
De castor finos "."30s- "* ltu. *n foroado,,"
. alegre, e ia foi escravo do Sr. Bolly e do
Superiores chapeos do castor branco de fraJCez Meloquer, morador no l!io DOce, lu-
forrrasmodcrnas.e minio ovos, a10 000 omesmoescravo cosluma troquen-
r., superiores e modernos chapeo do seda *r ujversa., fgidas quo ha fcilo :
trncete*. 6,400 rs. na loja e fabrica do S0JS aulotidades policiaca e a que..,
chapeos da praca da Independencia na. SI, j^r q(W de||M der noll()|M| dirijao-soa
mesma fabrica quo ser recompensado.
i 26,c 28.
boasvozes, um toucad
piano, ludo com muito pouco uso na loja
de louca n.28, narua larga do Bozario, so
dir quem vende.
Na estrada Nova, rancho do
Vicente vendem-se superiores
vaccas paridas, da bem conhecida
fazenda Tanque do Vieira : quem
as quizer comprar dirija-sc ao
mesmo rancho que achara com
quem tratar.
P3o de senleio.
Vendo-se pflo do senleio, na pailaiia da
ra da Kenzalla Nova n.30, nas quarlas o
oleo de Iinhaca embotijas, oarn- Hbbidoe, do mel dia ai 9 oras da Urde,
cas com cimento e as tinas, vende- soso faz para s encommendM.
-Vendnni-sii eslinas de palha de carnau-
ba, regulan l grandes, da 9 varas de com-
i pallia a 8,000 rs. 11
se a yo.itaili' dos compradores e
od
Vende-se oleado piulado, de muilo boni-
tos padres do qualro a oito palmos de lar-
gura, e por preco muito baralo na praca da
Independencia loja e fabrica de chapeos, ns.
24,26, e 28.
I 'o Chile e de Itulia.
Completo sortimento de chapeos do Chil-
lidos melhores em alvura e duraco quo tem
viudo ao mercado, o por precos multo ra-
zoaveis, dilos de Italia para homensoso.
moras, sendo estos ltimos ptimamente
serquequeira ioculcar-se do forro, luvuu
calca azul de algodao, camisa de algodao di
listra, quando falla aperla um pouco a I111-
goa entro os denles: quem o pegarlovea
ra da Cruz do llccife 11. 33, casa de Lllil
Jos de Sa Araujo, aonde se aclis va para ser
vendido, que se recompensar.
Aindaacha-so fgida anograescrava le
nome l)elfina,quo desappsreceu no principio
de maio passado.a qual foi cmprala ao Sr.
ManoelJoaqum Pascual llamos, tem os sa-
naos seguintes : ida le 50 annos pouco mais
anparelhados: na loja e fabiica do chapeos uu menos, lovando um vestido, de chitn. e
da praca da Independencia ns. 24, 26, e H. < oulro do riscado, he alia o magra, o com
A .Amazona. | puncos denles n* frente, levou eom siso
Chapeos de seda para as seiihuras passoa-i um lami da Costa toni de coslume as
rom a cavullo.o mesmu a p, de nova mo la,' vez,'s andar voiidendo agoa e timben fru-
i- nimio betn entallados, boneta de panno ju*' "oga-sea todasasaiiloridad-spolicnes
para souhoras e meninos, de todas as quali rpites do campo 011 qualquer peSOS que
dadis, chapos do cllorde dill'or.-iiles co- de"" l,v'"' noticia a mande appiohrtiider
res para meninos 0 iii'inii.is, com elleites e',''"""' rua .lo Apolloemrasa doSr. Norhur-
preco muito cmuniodo;'Jo,'lulm Joso Cuedes. Dxisliudo suspeitas
*! lilil Hl.I-1 llO.MI I 1-..1 ..
por precos com modos : noarma- primento; chapeos depallia a 8,000 rs. o res para meninos e m-nnias, eom eiie.tese, J-J--"
1 i j 1 .. 1 enlo; pellos de cabra a 20,000 rs. oceii-lscm elles, tu lo por preco limito cnmniodo;' 'aquim jos
m de taboas de pinllO, atraillo c|,gados agora do Aracoty: na ra d r,a luja e fabrica de chapeos da prac da In- 11ue esla ct
' [ theatro velho. J Ca'deia do Becife n. 49, segundo andar. I dependencia ns. 24, 26 e 28. i psiN. : Trr.
. MUTILADO
occullaila
de m. v. de Paria. l*W"


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