Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03704


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Full Text
V*
Anuo XXVIII
Sexta fera 0
JTBBQO sBcnirijIo.
f'"l Adumtido.
di trimestre............
or lemeilre ..........
Por un ......-,.....
Poooarrrio dotiimestii.
Tai quartel.............
MOTICMIDOlMTr.mil.
Par.:., ude Junho Mlnai... ni deMaio
daranbao. 2 de dilo S.Paulo S de Jinilin
(.'cara.... Mide dito (R. deJ.. 2' de Jiilho
l'arabiba 'i le lulho /labia... I de dilo
i/OOO
8/000
i.yuool
4/r.oo
DI DA IIIUK1 ACBIBWOllS.
58ef, S. Fclomeni. | Julio di Orph
6 Tere. S Uoinlgnai.?, e5. il 10 horai.
v. m. I tan incivil.
'.u ni s Pulquera. 3. e 6, ao meio-dia.
Fasenda.
.1. e 6. a Ii> borai.
S Quine. S Procoplo.
O Seit, 8a, Cyrillo e
Itncio.
lOSab. S. Silvano,
n Dom.6. S. .Silvano
2. vara do eivel.
I. c sbados ao mclod
Retacan.
Tercas e gibados.
Jfc
deJulho de 1852.
N. 150.
DIARIO E PEMAMBl (10.
Cresceate 24, a l hora e II minuto! da m.
Chela a 3l aos7 ni i nulos da man ha a.
Hingoante a 9, ai 5 boras e 48 minutos da m.
Nova 17, a I hora 4U minutos da inanhaa,
riiiHiiDi mOjj
Priraeira '" s horase 6minutos da mantilla.
Segunda.i 10 horas r 30 minutos da tarde.
riniinis o OOBBIIOI,
Golaana e Parahiba, s segundas e seitas-
feiraa.
RIo-Grande-do-Ilorte e Victoria ai qulatai
feiraa
Bonlto,Caruarn,eGaranhuns no l'e isdccada
m.
Flores,Ouricury, Exu e Boa-Viita l3 lU,
Olinda, todos os dias.
Todos os Correios partemaomeio-dia.
aroTiciAM iimiHonBii,
Portuga
Rcspaoh
i'i .mi j .. 8 de dito
Blgica... '' Je dito
Italia..".; 1 dedito
Alemanlia. 2dedlto
Prussia ... I dedito
Dinamarca 3o deMaio
rtuisia... 28 de dito
Turiiula. 26de.dlto
i de Junhoiustria ..
8 de dilo jSuissa....
2;deJunho
l de dito.
Suecia... ai de Malo
Inglaterra SdeJnnho
K. lando' 23 de Malo.
Mxico... 0 de dito
California I de dito
Chlli. io de Abril
Huenoa-A. 15dc Maloo
Montevideo Ti de Junho
CAMBIO! DI 8 DI JULIIO
Sobre Londres.* 27 '/> por d. i/ooOiirmc.
Ptris, 35j
> Lisboa,100 por cento.
META El.
Ouro.Oncas heapanholas............20/W'O
Hoedas de 6/400 velha.......... Hi/IHKI
. de 6#400 noja..........lb/OOO
de 4/000..........:..... 9/fl00
Prata.PatacSeabrasileiroi........... 1/WJ
Pesos coluuinarloi............ l/02n
Dito mexicanos.............. 1/800
PARTE OFFICIAL.
COYERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 2l DE JUNIIO.
ttlBcio.Ao Kxm. vicc-prcsidentc das Ala-
goa aecusando recebido os dous cxcmplaro!
llalla, tuin que fol aborta a primc-lra lento
ordinaria da nona legislatura da asscmbtei da-
quella provincia.
Dito.Ao Kxm. Ilipnlilo Jos Soarcs de Sou-
xa, tereciro vicc-presidentc da provincia de S.
Paulo^ rcipondendo coin as coilesias do estyto
ao rnelo cm que S. Etc. communica haver lo-
mado posse da adinlnistracao daquella provin-
cia no dia 19 de malo ultimo.
Hilo.Ao Ktiii. Dr. Antonio Francisco Pe-
rcira de Carvalho, iransmillndo uin ullicio,
que Ihe fol dirigido pelo ministerio dn Imperio,
contende a carta imperial de'iia iromeacao pa-
ra o lugar de preaitlcnte da provincia do lio
Grande do Nortc*c conununicando que na Ihe-
souraria de fa.i'eoria Ibc sera entregue, de con-
l'orioidadc com a ordem do meiimriiiinisterio,
i quaotla de 1:200 como ajoda de cuito ( ii-
ficlou-ic neste sentido a inclina ihcsouraria.
Dilo.Ao chefe de policio..Interino remetten-
.1 si na "Mi. i i do director das obras publicas,
aeiiipanfiado de mu orcamento, c de informa-
colio inspector da Ihcsouraria provincial, alim
deque infrmese convetn comprar a casa, que
serve aclualnicnlc de quartel ao dcslacanienio
da.cidadc d^Katarcth, como autorlsa o art. 3
da lei do orcamento do anno fnanceiro vln-
naeao com que os soll'reu. U diario, romecad
no mez de fevrflro, continua ale ao mesi
seteinhro. De dia ein dia as proviso se esg
lam c os nufragos nutrem-se de ratos, de el
dea-
I
cobeu da presidencia ilosl provincia, na
data do liontem, faz coito para ennhecimen-
lo da guarnicSo o devido effi'ito, quoS. M.
o Imperador houvo por bom por decreto do
19 de junho ultimo promover ao posto do ca-
pitSo para a rompanhia fiza de cavallaria
desta provincia o (cuente do cavallaria do
corpo da guarnirlo lisa de S. Paulo n Sr.
Francisco de Soquelrt yueiroz, eioda lo-
nento para a mesma companhia o alfares do
primci'o rogimento de cavallaria ligeira o
Sr. Francisco Manrique de Noronhs, segun-
do constou do aviso do ministerio da guer-
ra do do referido mcz.
O mi'.ni i iiwrri-li.il d puhllcidadc ao avi-1
so circular do solirodito ministerio do 7 delde, os fortilique, os santilique aflin*d~e que
junlio datado, que segu ttanscripto paral sainos um dia ein um inundo mclhor eelei-n.
lilleralcxecucSo dos corpos do exorcitoaqui I adora-lo juntos....
existentes, i > de selembro, Quanlo Dos he boin pa-
Finalmenle declara quesoapresenlou nos!'* '"''" '"' ne &"" a Hflro dlai sem
te quartel genera, o Sr. capiUo Domingo.\#?t&tSfcSEZ?m*m
deLiU)a Veiga.que, como so disse na or- bdasetembro. O Senhor chamou oulli-
dein do un n. 10, levo passagem por decre-J i de incus companherros.... Mals um pouco
' liidas algims diis antes di dala da nota, o| O que pan-ce positivo lio^un a alliislu aolquo a completa independencia decada na^io
i prineipe expressou sua eODfieelO de qiiclsou direito hermiilario feit por l.niz apo-Jhe o dircito mais sagrado qoe Ihe assislo, o
jLuiz NapoleSoeslava decidido a lomar o ti- leo em scu ultimo discurso, o foi cm vir- sem o qul todos os outros direitos perdem
va.marinh... depoi. elle. ,e ilnguein toda* n"!.,d.e ""Perador, e erigir um tlirono im
unsapsosoutros.ena.portasd.mor.eodel P""1! ''l6 doclirou que o gabinete sus
gratado capllo escreve ainda estas linhas
3 de .Scli-ml.ro de 18i.
Pela (raca abundante de Denssou mantillo
embaza.confortado pelo sentimento do amor
de iiicu Salrador c pela seguranca que tenh
deque ludo fol bein ordeuado por elle, fl"
pens seno cm Ueos c espero que elle dlsp
nba de mlm segundo sua santa vontade. i.i
eu viva, qur morra, lera seuipre nelle ... lia
go-lhe que cubra uiinha chara niulher e inei
lbos com a sombra de sua> aras c que os gua.
lo do 2 de junho do correte auno do bata-
lli.ni ii. 13 de iiil.-uil ira pira o dcimo da
mcsrria arma.
Circular.Rio do Janeiro. Ministerio dos
Itogdbios da guerra cm 7 do junho de
1862.
Illm. a Exm. Sr.De ordem de S. al, 0 Im-
perador declaro a V. F.xc, que nenhum cor-
douro, constante da copia que tainbeiii icmet- pu do cxcrcilo lein o diroitu^io recusaros
ir, e qnantoquer pela dita cata sua proprictj- jobjectos, que lliforcm fornecidos, porqual-
na, e noyaso de nao ser vantajosa a compra, ,,u,.r motivo, que seja : poden lo os respec-
2?.*.J! 2t qUC ffcra ,sc"lrdtcaai''' c livos rommandantes representar om termos
Kk z&bss c'sTe: ^p?., i-*** v,ri,ic ",l0 roco,,i-
fm_ ment, sobre os defeitos, ou inconvcnien-
Dito. A'ihcsouraria de fasenla, diicndo l* de laes artigos para la providenciar, co-
que vislo haver quota para a dcspcia de un mo convir.
porlan novo ein subs|ilul(ao ao que ac aclia
ai ruinado no quarlcl do Hospicio, conforme
i onsta dos dous olficios que remelle, mande a
inclina thesouraria por ein hasta publica a obra ,i(, enverno ilp IVrna
do referido porto, servindo de bue para a ar- !/5 --Mihirn *
rcmalacSo o prer.o mencionado cm un dos ci- 0J*"
Dos guanle V. Esc.Manocl Felizardi
de Souza c Mello.Sr. presidcnlo da provin-
cia de 1'crna.mliucii. --C'im|ira-s. Palacio
mbuc) 6 de julho ilc
i idus olHcios.Coiiimuuicou-sc ao coiiunaudo
das armas.
Dito.Ao juiz relator da junlj de juslica,
transmitlindo para seren relatados em sessiio
da mesma junta, os processosverbaes feitos aos
ulil.idns do 12 batalbao de Infamarla, Aleaau-
Anlonio Correa Scra.
Quartel general na eidaile do Red fe, 8 de
julhn de 1852.
OBDEM DO DIA .112.
0 marechal de campo comrrtandantc das
rmas declara que por. avis i expedido pelo
de lempo eu ... para cantaros louvore do Se-
nhor.... ieu throno. Nao lenho nein foinc ncm
sede, postd que.... co....
Vosso affeicoado Irmo cm ...
Alien Gardaer.
Estas ultimas palavras eram tracadas por
urna inao que la desfallccendo, e quasi que nao
se^ podiam ler. Os restos desses desgranados
nao forana achados tcnao tres uirzes dcpols;
ellcsforam recolhidos c deu-se-lhc a sepultura
chrlsliia.
Se u-inoi sitado esle lgubre episodio he pri-
mciraincntc para pagar um tributo memoria
desses homens corajosos c dedicados* depois
para mostrar a uianeira pela qual o mundo of-
liciallc encarado c appreciado -u. conducta.
O aluiiranlc coiniuaudaiite da cstafo da Ame-
rica do sul enviando sui rclaco ao almiranla-
do, acompanba-a destas simples palavras :
a' Vossas scnborios deplorarlo profundamen-
te a sortc desses corajosos missionarios mas a
licao' mttrd. Os espirito .altados sabero
que em um clima como o do cabo oc lloro,
cuinprc primelraiiicnte que a gente se assegu-
rc se as localidades sao taes que nellai se possa
vive*.. i
trisco uo so assustaria com isso, c que
pelo ni irarin, en do opiniflo quo se so
elTeclussse semelhaute methamorplio.se na
constituir;3o poltica da Franca, os gabine-
tes da Europa Dio doviam oppr a ella o
monor obstculo, pelo contrario que do-
viam aplainar todas as dilliculdades que po
dsscm surgir.
Asnotasem que so contesta esle princi-
pio por parte da Prussia e da Itussia, silo
lisiadas respectivamente de 18 o 19 de fevo-
rciro. Oatteua gabinetes principian! diacn-
do, que nem em llerlin, nom em S. Petcrs-
burgo se sonto nenhum cnlliusiasmo pela
pessoa de l.uiz NapoleSo, assim como oSo
so tem nrnhumi provenefio contra rile;
que nenhum dos governos so acha influido
pelo espirito de partido, e que scu iinico
cuidado heencerrar-se no systcma do com-
pleta neutralidade, attendendo smente ao
que exigirem os legtimos interessos da Eu-
ropa.
Cs gabinetes nSo acliam didiculiiado em
admit ir com o de Vienna, que o presidente
da repblica havia merecido I cm da Frail-
ea, reatabelecendo e fumando ah a ordem
c a tranquillidado: longo disso snmpre es-
tara m dispoatos a ajudar l.uiz NapoleSo na
obra que tinha enipreliimdido porm por
oulra parle acerescentam quo cerlos actos
do Luiz NapoleSo indicam que dcpo's de
ii-r-'i apossado da autoiidade sup-cma em
Frailen nSo quererla nem poderia conter-se
nos limites qun Ihe assignam os tratados
que s3o as con I: <; > s da consorvacSo de sua
bi intelligencia com as mitras potencias.
As notas accrescenlam que os gabinetes
leem observado com mu: a at(enr;.1o a liulia
do conducta seguida pessoalmenle pelo pre-
sidente, e nSo duvidam quo queira seguir
tuJo das notas da Itussia oda Prmsia que
deiU analysadas u eujo carcter so igraviui
ciirivB entrevista om Vone>a> de gran-duque
Cnnslaiitino da llussia o do condode Cham-
borde.
(Correspondencia do Tima)
S. IBERIA, E A NACIONADADE POItTL'-
GUB2A.
i.
Toul homnn en nais.^ant con-
tiai-li! Ijibligalion d'aimer sa
patrie; et en sei nnurrlsant
dans son scin, cst ratific l'on-
gagoment de vivro, et mourir
pour elle.
( Dc--$i: Ditcours jiour
une b nediction de dra-
peaiix. )
Com justo reparo vemos hnjo roviver um
projecto, eujo llano foi logo contrastado
com dccisSo e energa, quando o scu ofli-
cioso autor, ensaiaiidu phrasoi lisonjeiras,
convidou espcrialmcnlo o exereito porlu-
-'u"/, paia leva-lo a elcilo ; fallamos da in-
culcada junccSo dos dous povos peninsula-
res Poitugal, e llespanha. Foi na revista
militar hespanhola (n. 10, T. 4."--18l I que
primeiro appirrceu inserto um artigo, em
que oseu auinr |icrlcndia propagar o pen-
samcnlo fascina lor (para algtins) ilesta
UOilO l rste artigo foi transcripto na nossa
revista militar I ii. 7juliio, do rrcsmii au-
no-,) o por esta pcrfcilamenli' combatido, rc#
pondendo se nos diversos fundamentos, que
se npresenlsram como preludios de gran-
des prnjectos, palliados com o aperrele veo
ile fallaces vaotlgona, nSo se lembrindo o
autor do referido artigo da revista hespa-
com rel'acSo sua poHtica'exttTior, a mes-I "hola, que, ipezar de lewm ja decorrido
mais de dous seclos desdo a sempre glorio-
o'Sos^ion^a^^
presdeme da Alag.ns. nollve por |,em b. M. 0 Imperador mandar
Dito.-Ao juiz dos feitos (da fazenda, rcinct- seguir para a corlo, lim do ir servir m pro-
lendo urna portarla, que Ihe fol dirigida pelo vincia dn Malto-C osso, o tonento do estado-
Kim. presidente do supremo tribunal de just- ni;......Ii segunda classo do exereito o Sr.
ca, c eiigindo que envi a sua resposta secrc- llenodiclo Jorge de Feria, como constou do
tariada presidencia. olllcio da presidencia desta provincia de 6 do
DiIo.-ao inspector do arsenal de inarmba, correni0 datado; conseeuinlomcnle lica
Sr"?^;^!!. rf<"'C .";t;u",'locCOi"sl0U af'f dosliga.lo.la rompanhia de arlilices, A qual
do ministerio da inannlia de S do correntJ, fui S" .i j. ,,- ____ ___
determinado, que a barca de vapor GuapU" S" acl"1 au,,ldo'. e "eve estar promplo para
screcolhaaconc,facndo-sc-lheo iudispeusa- seguir a seu destino na primeira opportum-
vcl concert, fnn de poder navegar a vapor ou dado.
maior o ira mais iiimicnic pcnouico ingiez con- leSo traa de sepa
Ira a loucura c improvidencia dos missionarios. 'ornlnr.r em ur
Nem o respelto, diz elle, que merece a c.u- JE teriSo e
isa ein que csiavaiu empenhados, uem a adini- .
a vela, tocando se for preciso o .portos das
provincias daUatiia e Espirito Santo, para o
qucdevecjpcrar occasiao propria, c remriicn-
do por copias o citado aviso, e o omcio que
elle se refere, para que seja executada com
brevidade na parte que Ihe loca st-melhautc
delibcracao.Nesle sentido ofliciou-se ao com-
inandautedo referido vapor.
Dilo.A tliesoiiraria ta fazenda provincial.
autoriando-a vista de sua iufotiuarao, a
mandar forneccr ao director geral Inleiiuc da
uislrucfio publica os objectos constantes da
Antonio Correa Scra.
EXTERIOR.
Es-aqui toda a oraciio fnebre. Engsnamo- 'ma lin'ia que seu lio; julgam quo ates
nos; haoutra: he una .....in.uu furiosa do 'acham no caso de suspoilar quo Luiz Napn-
maiore domis iiiRucntc peridico ingiez con-, |eao traa de separar as potencias alim do
ma poca mais remota,
m seu bonelicio.
rafia pelas nobres qnalidades de seu chefe po- Em t,es "circumslancias os gabinetes do
dem cegar-nos sobre a incxprimivel loucura Berln eS. I'ctersburgo sSo de opiniSu que,
da empreza, ncm impedir-nos de exprimir nos- se so desoja sinceramente, como ellcs nSo
sa indlgnacao conlra aquellcsque poderain ar- O duvidam, garantir eflicazmentc a ordem
riscar to temerariamente vidas preelosas ein do cnuss cstabelecida o a tranquillidado
urna expedica-o (So desesperada. Certamente da Europa, o primeiro passo qne deFCm
um, ba yuando ella lorem alllyiadas, enlao .era lempo |lussi, |le P(ireol.so deaceodo relativa- '" P"iiii, para i.dvogarmi.s,
sa reslaurar;3o de 1610, em que os portugue-
zes, rom. assombro de todas u naco s da
Europa, r-pelliram denodados o poler de
Cantella, anda nSo amrtecou no sen espi-
rito a dolorosa Icmhranca desso esptiveiro,
no qual, sem patria, sem nomo c som con-
siJerar^o poltica, renleram forjada vassal-
lagem as armas de Ca.-tella.
A piibliracilu porm de um folhoto inti-
tulado A Iberia, despertou vivanunte a nos-
a tomar tambom
quanto em nos-
SWTWiaS^^^ja
ginquas. Queiinhamot nos ,/ue faur na Pala- iaes subalternas, que se acham anda pen-
i "i i.'..... denles, e sobre tudo relativamente qucl-
Els-aqui
tainbcm sua
conloo alionan'
sao mu rasoaveis
--------.~-----------.-------------------------------- ,_-.
a sabedoria do inundo; eis-aqui les poutos que poderiam suscitar entre el-
i recompensa! Ceriameote ene la- las urna discussSo que seria convenionte
case eluquente peridico
i scu ponto de vliti, e os
missionarios sao Icucos. O discpulo prevari-
cador imli.i tambein rasao, segundo o mundo,
evitar.
Urna vez isto conseguido, ser fcil para as
Ires potencias, obrando de commun accor-
do, adoptar para com o prcsidenlo da rep-
blica c para com a Franca una atlitudo cla-
ra o definida, c empregar em caso do noces
I'aris 9 de maio de r852.
Quando dusemos uro deslcs das passados, quando inurmurava sem cessai dos perfumes
que es Ingle/esc os Americano!indo Lhina c preciosos derramados sobre seu inestrc c dira:
ao JapSo levarampara l.i a civlliiaeao chrlsta, i Tcr-schia podido vende-ios mu caro c
nao fui nossa iulchcao fazer driles missionarios 'dar seu proco aos pobres. lie impossivcl ser nidada urna linguagcni batanle lirme pura
.ios ni iiiin--, ncm transformar suas exped- luais lgico c mais sabio; e urna Inlinidadc de manler o presidente na posicSo do inarefo
roes cm cruzadas e guerras santas. Tcndo a Ipessoas sabias c lgicas se deverain sem duvi- e isolamento quo requerem os interessos da
copia que remelle, os quacs foram requisitidos sociedade occidental cessado de ser constitu- |da adiar que dirigissem aos primeiros prega- Furopa.
pelo iiirsino director para a segunda cadeira da llicocralicaincnle, os governos j,t nao faiem |dores do Evangelho as reprchenedes deque os .. -.. i ,
de instrueco primaria da l'reguczia de Santo mais guerras dereligiaoc be lora delles que se i missionarios da l'atagonia sao hoje victimas. 0s gabinetes nSo vacillam cm Ueclaiai
Antonio desta cidade. Cooimunicou-se ao exercem a propaganda c o prosclytismo. Sa- Que lam elle fazer a l'ataaonia francamente qual he sua aclual predisposi-
nencionado director. homo pols bem que os governos d Gran Hrc-| Ko lempo da pailiria da embaixada franceza (So a respeito da eventuahdado supposla,
Dilo.A admiolslracSo do patrimonio tanba c dos Estados Unidos, abriudo brechas a para a China, o plenipotenciario francez oblerc e no caso do que o presdonte aspiro a rca-
..- proselylismo religioso, c o comnianuanie te o signal proscripto .. < w cono,
do paleo do collegui, pettencente ao palri- j. os,luai|ra americana leva coinsigo um carta Te Veumt solemnes c pregaram publicamente, da pra sempre a familia de bonaparle
momo dus orphSos, con o iiiquilino Caldi- ,|n prpidenic dos Estados Unidos para o inipc- As autoridades oblni assuiiarain-se com esta governo da Franca tira esses tratados for
no J0.I0 Jacictoda Cunha pelo presuqueac- rador .lo Japao, a qual comeca assim : explosao de prosclytisino; o commissario Ki- mam abase do toda a poltica da Europa,
tualmente paga, HcanJo o tnesmo inqurll- Eu vos envo coto esta carta uiuoDicialde Vug julgou-sc perdido c cliorou ainargamente o he do dovor das potencias reclamar que
noobricadoa lazeros concertos do que a patente superior, que nao be um misslonario suppllcando ao enviado da Franca que nao In- geiam respoilados helo mesmo presidente
rasa nreeisr dc rcgiao; porem por mais que facain os slslissc sobre a promulgaco do edicto; e lein- ,| .enutiliea om Inliis as suas uatles. ees-
"5Aa ri4SlJlSS V^lUttXttMZ tsnsa^JSGTffK W^HSSSSis
remllenlo por cupn o aviso do ministerio (|1 c|los ,vcln ,eill 0 (,ucrer e scm 0 saber, tausava o zeln Ineooslderado do ,,,u..a.io "" -!="s relatlvaOienle bo ponto cas
do imperio dn a >b>'rren'.e, communtcan- Elias penaatn nio conclolr leulo ilmplea traa- pedindo-ihe que ibes rccoinmciidasse mais questlo, o qual so refere a ello possoal-
do, quo a cmara dos deputados resolvou, dos de coinmcrcio, mas paia os povos, aos prudencia. mente.
socliamasse o supplento a quem competir, quacs vo pedir ou impor esla sorledc confra- Lembramos estes fados para mostrar que NSo obstante isso, os soberanos da Prus-
na ordem da votscSo.para oecupar o lug.r, Icrnidade, o nico fado de tratarcmconiios es- nao sao os governos que lazem prosclytismo, o 8a o da Itussia nSo deixarjam talvez de rc-
illie SO acha vaco pelo impedimento do de- trangeiros c de coiiiinunicaraui com 01 barba- qual pelo contrario multas vezes os embaraca. Poniie(.or iuiz HanoleSn llnnanarte como
i.,i,. .,l..,.l,. u..miionil(i Snii lein ros lie o comeco de um rcvolucao religiosa c hiles sao mal Indinado! a dirigir aos prona- pnnei.or l.uiz napoieao nonaparto como
V&Sf^^S^S^SSOmSS SCi"L (-)ued"- P"re""'Pio n Presdeme dos gadore, imprudente! oconselho celebre de Mr. imperador da repblica franceza, se este ti-
Po lana. -Creando de conformidad con Ksl1(,os un(in, neia caria dirigida ao impora- Talloyraod' Sobre ludo, senliore, nada de lul lllc fosso CJnfcnJo por um novo plo-
a propona do chefe de polica mlerino de uor do J .pao? do! biscito, por n o rcconhcceriam como
15 do crrenlo, mais um dlstriclo desub- vi sabis, di elle, que os Estados Unidos l)esgrai'.adaincntc a diplomada ca f nao imperador electivo e vitalicio com um Ira-
delegado, com a deoominacSo de quaito, da America se eslendem agora de um ao oulro obcdccciu mesma regra e nao tem o mesmo lamento anlogo ao dos primitivos res da
cm Ntzarclh, oqual sera desmombrado du mar. que as grandes regi.ics do Orcgon c da objrcto; he embaracoso, mas cumpre tomar Polonia. Sft os dous gallinetos de S. Pelers-
segundu daquella frog
dade com a divisS
junto.
CdOi'a a que se re fe
DivisSo dos limites do quarlu Uistricto da os .11lno,, talves todas as semanas, da Calhar- {o Journal des Debis.) AO mesmo lempo os galiinct's declaram
povoacSo de Aliga Secca, creado de novo, |, china. Elle devem passar ao longo da --------------------- formslmentoquosreco.ihcceriam o impera
o dosmembradodo segundo districto del. 1- costas de vo.so imperio; os ventos podein lan- dorda republici franceza com a condicSo de
ringe-ras da frcguczia do Nazarelb. 5a-los sobre voas praias e nos rechinamos c QIJESTAO 1)0 IMPERIO EM FRANf A. Qae ja eleicJo fosso o resultado do meo j i
l.-m ni nioiniii-i iiiv-on .lesli-s. dous ds. osncrainoi de vo>ia aiuadc e de vosia gran- ,, ...... qu m. tiuy. iini. u iuuihuu ii iu i j i
trelo!, ^erlMhB^^d'atJrn "'P'S*'&PWJ?*?&.e.!!*>1 Ul" deStC, d'-S P'9S',,l0, f""e,-|he ul m- "nnc.ado/um pleb.solto^onSo admiltiriam
da Camisa, oudo divido 0 tormo da cidado- *'""
portuguez, boje to arriscada de naufra-
gar entro os esc albos, serpeados por Iheoriai
apparenternedle seductoras Sun, doutiinas
lia, ou utopias, quo Un(am, nSo poucas ve-
zes, os Mu autores naillusSo de abrac-
ronla nuvi-m por Juno. Km tal objaoto nao
somos leva loa por oulro sentimento, ou im-
periosa airei^So, que Dio teja aquolli de
amor patrio, que, bridando no intimo da
ma, nos chama a j m manirestomos com 111-
teira deoisSo aos nossos conciddSos a im-
mutabilidado dfSlO sontiii.cnlo, quo nos faz
recordar oeesaaolomoata os sagrados dire-
tos, que a palria sobre mis exerce, marean-
do-nos a otirigncSii, tambom sagrada, de vo-
lar por ella, evoarem seu soccono ao me-
nor perigo.
A forja irrciistivr-l di verdalo, iU juslica
o da rasSo, quo nSo tolcram o dissiniulo, a
deslealdade, c a insidia, nos constituc no
malor grao do con vieran, para qun, como
portugoozes, fagamos reiiollir esse lisonjei-
ro convite do fraternidade, quo um ardiloso
sentir, inaiiifestado as oxprossiV'S do autor
a sua forca o arccSo. Esse direito, ainda quei
as n.iraii-s entri'iii em diversas alliancas, j
do guorra OiTcnsivaou delfensiva, ja do com-
mercioou de quaesquer nutras que harmo-
nisem com o pacto social condicional, ou
com o direito publico posilivo das nac-Ses,
lie mantido cm toda a sua integridad ; por
certo cada um dos povos contractintos con-
sorva para com os outros tola a indepen-
dencia que Ihe pertence como nacu ; as
conTrdrracflns polo contrario, cita indepen-
dencia lio illudida,ouconsidoravolmcntemo-
dilicada na sua ossencia ou oslado compac-
to dos aeiisdireitos, o poderos ; por quanlo
os estados confederados comceam por no-
mear tUCtOrida lesa quo prestam obedien-
cia, conferindo-lhes o poder do tomar quin-
to aos scus interesaos todas e quaesquer da-
cisOes, que so tornarem urgeDtos, tendo es-
tas a Turca de lei para todos os calados da
ii ni So. \
Consultando a historia, osla nos olTerrco
exemplos do divorsasVinfederacdes, em eu-
jo ilelalnc nSo extra romos, e das quacs mu-
los publicistas tem tratado, ordinariamonlo
mais ocrupados cm Iracar o quarto d'estas
com lisonjeiras cores, do que cm examinar
os verdadeiro inconvenientes ; porem nos,
descendo a esse maduro exame, vemos que
em urnas con federa edes a supremaca con-
cedida a cada um dos estados, longo de of-
ferecer as indis;>oiisiivcis garantas na du-
racffo d'uniii ordem regular do cousas, devo
acabar por submetler todos os oslados con-
federados a dominacSo d'aquel.'e, quo lo--
mar a prorda lo na dircccSoou governan-
ca ; ou entilo na hypotlieso do haver alguns
dos confederados que so julguem fortes pa-
ra so Ibes oppor, dar-sc o risco do so vor
substituida a mesma dominacSo por esles
estados a titulo do taes cilicios prestados;
sendo de esperar ques fedOracSoassim com-
batida, e defecada com a lucia dos partidos,
ordinaria partillia i Y-hs associacoos, venlia
a ser prosa d'uma nacSo eslrangcira, quo
souber aproveitar-so das suas divisos in-
testinas ; ou n.lo havendo forjas para a suli-
jugar, vcl-a frarconada cm certo numero
de inni-s inde^endontes, proporcionado i
extenrjno do territorio.
Aln disto apresenta-se aos olhos de to-
do o observador reflexivo, quo em laes
uniesesses lijos da chamada fndcrafSo ser-
vi-m antes de conservaros estados na sua
fragueza individual, de que para lhcs favo-
recor o seu destino, c futura cslabilidade.
Em logar de prcvcni-los contra as guerras
exteriores, lhcs augiiienlam os perigos, e as
crisos mais ou menos arriscadas: porquo
esses prejuizos, verdadeiros ou imaginarios,
de cada um dos estados para com as poten-
cias cstranceias. arra>Um lmloa|oa outros
estados confederados a mosnia lucla.sacn-
licandi)assim os seus mais Ciros interosses,
e a orden vital ou regular dos seus negocios
internos.
Oulra cousa digna do pondcrafSn :-
Quando alguna dos estados da uniflo aprc-
seotam con forca, eenerga, o que a posi-
(ao gi'ugraphici, e a nal .re/a do scu solo
Ibes ahrcm a sonda para os mais importantes
progressos n'agricultura, con:mercio o ar-
tes, jaso vii que smilhantes progressos nSo
poilom correr iguacs em todos os estados
confederados ; o por conseguinlo uns deve-
r5o ganhar rccnnhccido avanjo sobre os ou-
tros, lano na industria, c imo na civilisacio
dovendo d'aqui nascer naturalmente um as-
cendente proporcional dos primeiros as
deliberacocs do cmigrcsso da uiiiSo. Os rc-
presentautes d'esles oslados nSo podem dei-
xar do olhar como o primeiro dos seus do-
hespanhol, c do citado anoiiymo, nos por-
tende allrahir com poisuasiva eloqu -ncia a veres aquello de nSosacrilicar, os interosses
cssa cstreita Iig4, ou fed-raclo. Me corto dos seus coiislituintes a posifSo menos fa-
qu-i as nossasdiSSOlUOOS polticas, fomenta- jvoravel dos oulros estados,
das pela liydra dos partidos; a formontacao Ainda occorrom as razoes soguintes :
de paixOes nocivas, c al anila*, qne teem 'IUhm, "lenla a natiircza. o in lote o'cstas
aearretado nossi pal ii uina lorenlo can-IconfederafOes, ncm o congrosso, nem o go-
dalosa de malos e de desgracas; os incon- verno da uniSo po lem intorvir no rgimen
celiiveis planos, ou sonhoi do urna iqiagi- intorflo do cada estado, he absolulamonln
nacSo exaltada pela exageraefio de princi- impossivel a accSo governativa poder apro-
pios, cuja novidade lauto lem magnelisa lo voilar-so, para supprir as deficiencias qun
alguns cerebros, vasios desensates ojuizo, por ventura olferecam alguns dos estados,
sSo as causas do so alimentar somolhanle d'aquillo quo os oulros possam apresentar
quo va da povoacSo do Allianca pira o en-' c nada mals.
geuho Barra, e segu esta ate a porleira do
coreado do mesmo engenho Barra a
na estrada que desle engenho sogue para
do Torra Nova, o seguindo esta mesm
Irada para esli cidade do Nazarelh i
lliacho Matorisinho, limitas do primeiro ii.s
Iricto ili-sl i mesma cidale, ondo (indi o
novo dlslricio rom o segundo dislticlo de
l.arangniras ; segu pur esto Riacho abaixo
al a sui bis no Itio Ti'acunhem, limites do
novo .dislricto cun o prnnniro da mesma
cidade, desee por este Kiaclio abaixo al a
fs do Huriiu Miliri, engenho do mesmo
nome, limites do novo dislricto com o se-,
gundo distr'iCto do Tncunhem, e da fs dos-
te Itiacho segu ao norte os lmites deste
termo com o da cidade do Coianna, ladiin-
ao estes limites a chegar na encrusilhada
onde principou.Conforme.iitonio Jos
de Freilai, i.' amanuense.
Dita. Momeando, de conformidade com
a proposta do procurador hscal da ihcsou-
raria da faxenda provincial, o hichircl Jos
do S. Boaventuri Silermo para o lugar vgo
de ijudanie do mesmo procurador lisral na
villa de Iguarass. Fizoiam-se as neces-
arias communicicdes.
Desojamos que nossa naciio tcnba a fa- neira pela qual a Itussia tinha encarado a nenhumoutro modo do o-tabelecer om Fran-
culdade de conimerclar com a vossa, mas nio intencBo Jo presidente da repblica do arro- c% uf" throno imperial, linda que s seja
lando resol'idos lirmemento
beranos a nSo aceitar na pes-
NapoleSo Bonapart-i mais que
se for reve.-ti-lo do um carcter hereditario, um chefe supremo eleciivo de repblica c a
de (.oanni com esta cidauo, e Mg.ie caa au,orimo, ncbum dos nosso a iranigredif Kar-se o titulo o a dignidad de imperador, vitalicio, es
estrada ao sul ao passar nos engciinos lli- licnhuma |e de voiio imperio. Nosso intento o hem assim da resolucSo tomada pela mes- ambos os so
boiro Grande o Camisa a sahit na estrada he e.iabolecer rclatcs commereiaes amigaveis polPncia de nSo reconhecor esse titulo, soa de Luiz f
^mm .1 ti. ti, > n~. ,-. .ii A lilil i 1 lisrj fl nii. ... a _-;-,.
projecto da fusao dos dous povos ; lilvez
movido o piedoso animo deslcs escripiores
de tSo benignas e philanlropicas ideias em
favor de um paz, quo suppom perdido.
Nos pos vos agradecemos esse sentimon-
lo de que vos mostraos, o os vossas co-rcli-
gionarios ISo penetrados : uo nos julguci
na borda do aDysmo, para quo nos queiraes
escudar com a vo.'sa egido protectora : a
Providencia, que sompro velou nos destinos
de Portugal, far quo surja triumphanlc Jo
meo de um cabos t-ncliroso o imperio da
ei, desanuvoado das pavorosas sombras que
o crcam, e que, lirniando a felicidade da
patria, vira apagar na historia contempor-
nea os negros traeos, langados por mSo Irai-
coeira o fratricida ; far que assome com
forca insuperavel o ardimento o arrujo dos
descendentes dosses hroes, quo sempro sou-
beram irrostar valerosos contra os inimi-
dc supt'rabundaDte, quor seja quantoao ma-
terial das irislituiro-'s, quer a respeito do
pessoal, ot dos agontes capazos de mclhorar
a po.ie.Vi dcsles paizes, que viciosos desde a
sua origmom, s podero ser reformados
por inlorvenco de una poloncia estran-
geira.
Tomos mais a notar, quo o ciumo ou
a rivalidade, predicado inseparavel odslas
associecOos ou estados entro si, o mesmo pa-
ra com o governo, e congrosso da foJera-
CSo, podo augmcuUr a proporcSo que cada
estado so sopropinguc d'aquclle griu de for-
Ca, o de nobleza, que vivaaienlo inspirain o
desojo da Indapendeucia ; desojo, que era
similhanle hypolhoso he naturalmente ac-
companhado do sentimento do superiorida-
sobro todos, ou ao menos alguns dos estados
da federacSo.
NSo nos dispensamos de citar aqui a o-
(Jommando das armas.
Quarlel general na eidadedo Hecifi 7 de tulla
de 1852.
OBUKM uo ia a. III.
0 marechal de campo commaudiule das
armas cm virtude da communisSo, quo ro-
do contacto csiian.;. o.- Elle pede o accesso 0 primeiro dcsles'documentos bo urna fundador de iimadynasianapoleonca.
Ilvrenoiportoi do Japao cm o nomo deise prln- noU circu|,r j0 fallecido p.incipe do Scwrt-' Accrosecntam em seguida que nSo sendo
tS^KSuE&TZZEfcXSZ ^-">erg dirigida aos gabinetes europeos, Luiz NapoleSo oriundo de nenhuma familia
buman..; be .sso o que chamamos o prioclpl- tfom particular (segunJo todas as apparen- soberana reinan e, nSo pode chegar a ser
ebristo. Ora quando um so grao delta ieinn- cias ao menos ) aos Jo llerlin e S. Petera- um soberano real ou issomclhar-se as dy-
ls cabe cm alguma praia, crcscc c muliiplica-se burgo. O segundo lio a contestarlo a esta Hastias reinantes.
nella al que tuina poisc da teira loda. Hcm circular cm o nomo do re da Prussia e do Tal lio a anslysc dos documentos a quo
libemos que nao he a lociedade ollicial, que imperador da Itussia; parece que os dous me reliro o cuja exislencia he ja inquestio-
te chama governo, que faz proielylismo | o ex- gabinetes, pun lo-so antes do aceordo, con- nivol.
dcliodasmissoc he composto de voluntarios lPSl,riiai em duas notas distinclas, porm Posso accrescentar que nos momentos
c recruta-ie em geral euirc: osi Indcpendc.ile., fe()i arj,umenlns e suas rasoess!i0 idcniicas om que o principe de Sciiwartzcnborg redi-
mUo embarco no "uudo"pili ,i"o. Veja-se e a cdheluOes iguaes. A notado principe lava urna replica, foi sorprehcndido pola
no cintilo a cmancipacao dos negros na co- de Scliwarlzemberg he dilada do 29 deja- morle.
lonias inglesas: uo se deve crer que foi o go- neiro. | CrC-se lambem que a conloslacSoda Rus-
verno ingle que leve a iniciativa oeste acto; O principe comeca explicando como Luiz sia e da Prussia Ihe causara mais que sur-
elle nao linha nenhum gosto por uina empreza NapoleSo; Por sou acto de 2 do dezembro preza, um profundo pezar. Tenho risOOS
ruinla que comecou cuitando a nacao Mo mi 0(M1 vj ostabili Ja le a Franca, e suffocou para crr qun os enibaixadores da Prussia e
Ihci; ma! cite acto dephilaniropia foi hopea- 0 CS|,jr[.0 anarchico quo so preparava para Itussia em Vienna receberam nstriiccocs nacOosa i leia de urna ISo importante sequi-
lo c arrancad Ii >s 0,,iP. ,n. i< vi.ii.i.M. concluo para lerema communicacSo doseus respec- sicSo.
livos governos ao principe, mis som Ihe de-j Rcconliecemos quo o fugo quo alimonta
separacSo dus dous povos, so conservo o de-
sojado oquilibio as iel.,0/1 .s de amizade o
il -'uiiia s.la politica entre nos, o a iiae.iu
hespanhola, porque devenios lemlirar-nos
que sempre queesliveram separadas as duas
coroas, os res do Portugal prestaram pode-
rosos auxilios aos de Cistcllaein diversas
oceasioes, e om dilTereiiles lempos; sendo
al os nnssos monarchas os modiailores, e
aibitros da paz em todas as contondas om
quo os reis do Caslella so iuvolviam com os
de ai,-i.:lo ; o que pelo contrario, quanJo
Portugal fez parto da coroa do llospanha
alm de viiyiii a cessar SSSSS bons ollicios,
accresceram novos ombaroc is polticos, co-
mo cm natural pela rivalidad o ciume que
iiecessariamcntii havia do trazers oulras
lamlipm o_:ln
i tiieui m |
uinoa que coinccou cuiaonoa 1139.10 j"" un- a(>11 va oslibilida le a rra.i^a, e su
bc; maieiieaciodephilaniropiafoilinpoi- c..,jrjl0 anarchico que 80 prcpirav
o e arrancadl. i Icg.slaiuraI pela ^>Jj eslender-so ios paizes viznhos. e ci
Zu^SiitX^ssf^sssz^ re Luiz N8poleBr ""ap,"arle ""
raSfieC.^^ icostumes,,,.
iiu~.il,nanos perdida na costa da Patagonia na toda a Euiopa, a Hiera um servieo immen- zenberg era enraquecera Prussia para aug-Meixur do produzr algumas razo, s, ou prin-l gneros de inousina, uo linguagnin, ue nr-
exircmidadc da Amrica do sul. Eltei erm sote s0 ios interessiis genes do syslem conser- mcnlar o pudor da Austria,o para Ingrircs- ;ei|ios do direito publico, que vem coi-robo- dolo, do carcter, etc. reconnecn-so ciara-
nifesti sua confianca le uhjecto eslava disposto a todo o gene o rar o nosso sentir sobre sin ilhanto assuinp- melo, quo esles pequeos estados como
oles ormaro a mes- de Sacrificios, Seria inloressanto conheceri lo, no que vamos tambum conformes com a provincias do um nico solo osposailis ja
n'av8icnt pas encor imagino le vrai syslomo
roprcsonlalif, el qui cherchaienl se procti-
rer la lois la liberte, la tranquilite et la
puissance, avantage queco sysieino roprc-
sonlalif soul pout reunir.Ua tat gague cu
forc en se joignant plusieurs aulles ; mais
il gagno encor davanlago en no faisant
qu'un avoc eux, el il perd en so subdivisant
en plusiours partios, quelquo troitoment
qu'elles demeurenl uniosLa fclc.ation
produit toujours plus do forc, a la verte,
quo la separation absolue, mais moins quo
l'uniun intimo ella fusin complete.
Os apologistas destas fcloraces Irazem
orJioariau.enlo para corroborara sua thoo-
ria. o oxomplo das felorscoes americana o
helvtica ; porm, contemplando a homo-
gcocidade dos sous elementos, isto he, dos
pequeos ciados ou provincias, do que so
compriem estas federacos, aonde nSo ha,
ailvas nlgurr.a; cxcn'O??, complea divor-
idado de gostos, do usos, do costumes, do
s Miniri i.ini absolutamente de fome. Un* na- Vador ; o principe
vio enviado em iua procura nao acbou ma i u ,,u8 i0,|oS OSgabin...
que veiUgioiddln cumiarlo que o cliofe da \,.,inlS ,IUo elle, e do quo se acharSo que olt.-recinientns se lizeram a Austria o ao opiniSu do nosso dislinelo jurisconsulto, e
miisao, c miiiiiha real, tinha r.-iio ......'.....,...,'..............,.,' ,,,, me,mos S,M1 primeiro ministro para advogar ISo c- ] publicista, Silvestre l'ii.heiro loneiia. I'ii
delta terriv.l agona. Elle fol u ultimo que compenetrados uniiijmenlo dos
inorrcu, e nad lie maii trille nem uia bello senlimeiitos que a ella animara. nergicameiito em livor da causa do I'
do que o quadro de seui lolTriincnios c a reiig-1 Ein consequencia de cer.las noticias rece- seu.
I i"** --
- meirimeule devenios iissentar, como prin-
cipio immulavt-l na llieona dos governos. sagrado da sua mdopndoncla.
por nalurez, pudom cjm facilidad-), o boiii
osito garantir niutuami'iito a sua cxistoncia
politica, som julgarom all'eclido o dogma
r
l


que
tra
puvos
virili'l
unsJus oulros, ag'upando-seem torno dos a,u,pcnder lodo os crvlcoa, e elle nao po-
mais poderosos para se constituirom em ou-Idease nrcslar-c: felizmente elle acceden ao
tras tantas nacOos capazos do organizaren) meu convite, c do relalorloque acabo de re-
o manieron) a sua nd-pendencia, o lihor-ceher, aa.ln. como da planta -
dado Mondos assim os nconvemen- V. Es. ^^So?.
tes dcsta theona par que se proclanwn
tu--, le iri M..'-, da nossa pennsula1? Aca-
so l'orlugul, inda quo roinguado om for-
como da plaola que acompaoha
' cncia dadaa, c he
... que nao le.liamos de deplorar novoi
errosa villa das minuciosas cautelas tomadas
pelo dito engenhclro: tendo-lhe cu arbitrado
umagralilicacao de iO,'rs, diarios, elle nao a
gratuitamente o
(as, osla em circuilislancias 18o desespora-"qulz heceber, offerecendo ,
das, que ajenas so considero como nica la-seu multo valioso crvlco. Tem-se cunlinnado
boa da sua salvado o meio da uniSo fede: os repaos da ^"f0" rdncn' f'fKSJi1,!
raliva, Por ventura nao conta ainda emsi Sapucala sol.a d,rcc9ao do coronel Custodio
s ? Coolio smente os seus destinos, >ee..a Le tc.^ |n|. fcI q
cello dos negocios inlrnos ltr_j ra abertura do tres legua de esln
recurso
o a dirccc.il
nosaquelles aguntos, de qtiom liouvorom as
desojadas garantas, o comprovada tnorali-
dade,que a sua industriaccommcrcioavul-
uc cxcgl pa-
.i.i i. que do
rio Angu dirigliido-eao Porto Novo do Cunha
facillileo transito ao consideravel commercio,
qnc hoje com grande rodeio, c pessimoj cami-
luam com prosporo alent; as suas finan- ho.se faz por esses lugares,
asserao bein regulada ; o o s^u nomo se- Mandel abrir f.picada que deve do Cuiclh
ra respailado entro as narrs, como ja o r-|umgiivae a
ra om lompos passaJos.
renascom, quando tosa dos dillercntes ra-
mos da administracilo publica so collocam
genios lutclaras.quc timbran) do dar olena
conta do mndalo, de que sflo encarrogados,
o que s aspiram imbroauibie.li) do sorem
prestadlos ao son paiz sim, a patria psra
osles he o seu dolo ; e a dclicac,ao dos seus
servicos a sua nica gloria.
( Continua. )
INTERIOR.
MINAS GERAKS.
Kllatorle apresan lailo ao txm. vUi-ptctUenU
titila ; i !' i' o Sr. Dr. lote" Lopes da Silva
flama, vel fes*. *r- *r- ^"'; Anloait 0ar~
boza, presidente da mama, por occasioo de pe
sar-lhc a admtistracad.
Illm. c Kxm. Sr.-Tcndo de ir lomar analo
ii i cmara dos Srs deputados, c competindo a
V. lite, rcccbcr a administrado na qualidadc
de primeiro viec-presidente, lie meu dever cx-
p6r o estado cin que a deito.
I'ouco idilio de accrcscentar ao que disse no
relatarlo dirigidoa ossembla legislativa pro-
vinii.il que se instalou a 15 de marco ; ahi adia-
r V. ElO, os principios seguidos na ininha ad-
minislraco, e aos iiuacs proeurci dar o desen-
volvimeiilo pratico, campaUrcl com a cstrcilc-
a do lempo.
Tianr/iiillidadc piddira.
Sinto niuilo pr.acr ao co......uuicar a V. F.JC
que luda a provincia gosa de complela pal, e
(pie neiilium lytnploiua, ainda o mal pei|iicuo
lia, de que ella tenha de ser perturbada : o es-
pirito publico auxilia pcrfeitainciilc iiclc pon-
i o desrjus e o einpcnho do govemo, os parti-
dos polticos iralani-sc com nina toleranca, que
nos honra ; lodos p.irccem confiar na piolcocao
das lelf. O conllicto que leve lugar na Baga-
gein, nrnlium resollido dcltou a pos de si
garimpeiros que aggrcdiram o destacamento,
aterrados pela enoriuldadc do allomado c mo
cncoiilranJ'i apoio co pcjsoa alguma de canal
deraciio, dispcrsaraiu-se os recrutas que len-
laram soltar acliain-sr j no deposito dcsla ca-
pital, e pelas suas iiliacc vei V. Kxc. que nc-
nhum s era domiciliado naquella comarca, ca
inaior parle proveniente de oulrrs provincias
irla correspondencia com o govemo imperial,
e autoridades ver V. Kxc. as providencias da-
llas, c a mancha porque cncarei aquella deplo-
ravel successo : as informaroes iillimaineule
reeci idas do l)r. chefe de polica iutcii.io, que
ja d.ili ollitiou-ine, coutirmaiii ludo quaulo
ixj.ii/ ao goveruo Imperial, com a nica dille-
religa de havercui perecido no conllicto sincn-
le J individuos.
SegurflftcA pessont.
He este o^uossolado inais Iraco, oscrimes con-
tra as pessoas repro luzcui-sc, sem embargo
dos calreos dn|i-ovcrno para conte-los : he mais
nina raxao para que cu desse a Olte objeelo
una alleiifo inulto especial c constante : C-
ncroalgam resultadodas medidas adoptadas, e
cieln t|OU desde ,juco bii'ciiios oonheocrem
por alguns exeinplos. que nao ha guaridas pa-
ra elle, que irla Impcoetrarcl a pollola, os
crimes ho de diminuir- Entra as diligencias
cuqiregadas ueste senlido i!cvo moneiju
quellaquc deu om resollado, segundo me com-
a, a captara dos asiaaalnoa do senailor Jose;
lenlo Liiic Fcrri ira de Mello, no municipio de
Pouso Alegre ; V. Kxc. pode apreciar quanlos
obstculo houvc a veneer para dcscobri-los, c
depois para captnra-los. V. Kxc. luctar com as
dilliculdadcscoin qucciilenholucladopara per-
suadir asauloridadcspoliciacs,que os malvado
apenas sao lemivels, rpiandose osquer temer,c
que quando ellas cousegiiircm persuadir as po-
nulacocl pacifica, que cslo dltposlas a persc-
eul-loi sem dcicanco c sem excepcao, lornar-
sc-liao o centro dos esforcos de lodos quaulo
pelo isolainento e arrccciain de ajuda-las, ou
sao levados prolegc-lo contra seus pruprio
inslielos i a perteveranca porcm vencer cssas
dilliculdadei.c desde enlao nao ser aailtoiida-
de, que ha de ter medo do asiassini, mas cite
que Acara afugentado, cu o espero, porque
nao acredito que o laiemlcirus, os uegoci.autcs
c outras elasse iuteressadas na preponderan
ciada Id prefiram no socego permanente que
Ihc resulta do respeilo dcllas a tregoa precaria,
que llKspiomcltc a proleccao dada para a lu
i mi contra elle.
Forca publica,
t necessidade de reforjar alguns destacamen-
tos cas continuadas diligencias a cargo das pra-
vas do corpo policial c de priineia linha, obri-
garam-mc a deslocar para o servif o da guarni-
rlo desla capital SO prafas do primciio bata-
Ibas de guarda nacion.es desla comarca ; hoje
l> ii, ni acha-sc esse numero restringido a oo,
por Icrcni-sc recolhido algiinias prncas da-
qucllcs corpo ; he louvavel a proniplido com
que a briosa guarda nacional da capital accode
ao reclamo do governo, c o icio com que dcs-
empenha o servico.
Tendo de crcar-se, de julho cm diante, una
icrcciiaeoiiipaiihlade pedestres na comarca do
llio Sao Francisco, dei ordein para elevar-sc o
numero das praeas, das duasque actualmente
cxislcm, para que dellas sala em lempo op-
pnrtuno um contingente, que sirva de ncleo
novacoinpanhla.
Estradas e ol/im publicas,
Tcnho dado as ordens pri cisa para a cons-
ii ii. van de varias ponte na estrada de Jaguaiy,
assim como para mclhorar-sc a serra de Ilaju-
ba, c eontinuar-sc com acllvidade a estrada do
l'ic. Maudei construir urna ponte sobre o lllo
Verde no lugar chamado Antonio Hontawe
nutra 9obrc o Rio Uaependy. Encarrcguci ao
commendador Francisco Carnelro S. Thiago a
dircc9odoa trabalhns para os melhoramentos
c mudanzas indica.las pelo eugenheiro llal-
fcld, na estrada das Aguas Virtuosas para a
_ divisa da provincia do Espirito
ni,,,,, A'anlo, alim de encontrar a cslrada de Santa
1 Thercsa. que, segundo me participen o Exin.
presidente daqnell provincia, deve estar con-
cluida por parle dclla cm li mcie : eram
minhas vistas fuer construir a estrada logo
que a picada ac concluisse, e pcrmillissc co-
ulieccr o mais coiivenlcnle alinhaincnlo, dan-
da-lhc a mesilla forma com que vein construi-
da desde a cidade da \icloria, c logo que es-
ta parle c conclua, paicce-me de necessida-
de irazer do Culelh um ramal para Joanena
c outro para Abre Campo. Nao appareceu
arrematante para a cslrada de Callas Alia ; a-
gora porcm cousla-mc que ha quem a pre-
tenda de Impreitada: conlinuam-se coin multa
ecouomia o reparos da estrada cnlre Marianna
c lenlo Rodrigues, a cargo do cidado Joo
Papllsta Lima.
ltimamentecncarregue! ao engciihciroTho-
maz Maiiins o exaiuc das localidades entre
Bcnlo Rodrigues c (humado, para se conlic-
cer qual o lucio mais conveniente de mclbo-
rar a prssima cslrada, por onde hoje a cusi
se transita.
Nao pude encelar os reparos da estrada en-
tre o morro do 'dar c a liouceico do Serr,
porque pareceu-mc por demais cxorbiuulc um
orcamcuto que fez a cuminissao encarregada
dc'propo-los, ruto eram menos de I coulo,
paralcr-sc lies leguas c tres quarlos de caml-
nho ordinario cum 16 palmos de largura, o
cnlrclanto poucos camiuhos exigein ucsla pro-
vincia urna allcnfao lo grande, como o do
Serr nao s pela importancia do coiumcrcio
que por elle se jai, como porque seu estado
he alguina cousa aballo do pesslmo.
KNKMIAUIA.
Sendo da maior urgencia blennos enge-
nheiros para poder-moa cmprchcndcr c conti-
nuar as obras provinciacs, leiiho convidado
algn particulares,.de cujas habdiiarcs le-
iinii Inlbrmacoel lavoravcis, sendo um dellcs
o capilao iuglcz Toma Martina, que niio se
decidlo anda; tcnho representado tamhciuno
Kxm. mlnlliroda guerra., lita, altcudeu ao
meu pedido, c dignou-sc comniunicai-inc que
ni ni laii noinear dous olliciaes do corpo de
engenliciioa com as qualidadc por iiiim exigi-
das, para screm ciupregados em ol.ras provin-
ciacs, espero que a asscuibla provincial, a
quem tanta alinelo tcm merecido os melbora-
nontoa da provincia, c que tcm dado couli-
nuadas prora de accordo com a vistas do go-
verno, autorlto o cugajainciilo de engenhei-
ros civis, dentro ou foradopaii, se assim acon-
tecer podcreiuos nulrir esperan(as de sabir do
alrazo, coufuso c incerteza cm que nos acha-
iii. r. dcsgravadamciilc cm materia de obrase
estradas. ......A-
FINancas i: sua a.mimsiiiai;ao'.
A thcsjraria ge ral dcscnipcuha os iraba-
Ihos a seu caigo cun louvavel poulualidade: a
nova organisao que Ihc deu o decreto n. 670
dc-2v dciiovcmbio de i sol tcm sido justifi-
cada pelos resultado: c sea drspeza acar-
go delta reparlico excedem llbtca da sua
arrccadavo, nao he menos ceno que ela tcm
inclhorado, e he liscalisadacom grande cuida-
do ape/.ar de cuuumeras diDiculdades, como
V. K. ler.i iniiila occasirie de observar e rc-
conlieccr. Tcndo noticia de e havereiu des-
cobcrlo diamantes nu corrego denominado
t-IIIo de Janeiro, entre o municipios de
Munlca Clarse Curvello, exig das cmara
c autoridades Inroriuaccsposiuva, e, segun-
do ellas, oonrira mandar examinar o terre-
nos para que o governo imperial noasa resol-
ver sobre a applieacao a elle) das le que re-
gulaiii os terrenos diainaulinos. Ucl loda as
providencias pussivris para se preui cm exc-
cuco cssas Icis nos terrenos da lligagein,
nao id por entender que he esse o meio de re-,
gulaiisar os irabalhos c prevenir dcslurbio,
como para que a laicnda nacional tire do
mencionados tllenos os iolcrcsscs a que lem
dircilo.
MESA DAS RENDAS.
A mesa de rendas provinciaea prccUava de
urna lefornia radical, a legislalura provincial
u reconheceu, aulorisaudo-a para csac fin
fol publicado o regulameutu u. 25. Couiano-
va oiganisatao.i ineaa das rendas eoinefou a
funecionar no da 10 do correle : loi-me for-
zoso fater alguiuas altoafcs no pcssoal: nessa
aidua larda posso me ter engaado, icslar-nie-
ha porcm o cousolo de ter a Hendido s c uul-
camcute a conveniencia do servico publico,
pundu de pailcoutras quasquer conciderafe,
,.ilr li>r r< nao prcheuchi cn'o o "emprego que me
parcceain obsolulaincnlc ncccasaiios prove'
para que a reparlico podesse funecionar, dei-
xaudo vagos uove lugares, nao s para expe-
liu'.cntar se alguna dcllca podem acr dispema-
dos, cuino para dar lempo a prepararcm-ae oa
candidatos exteruoa c internos que posso
priteiide-los quaulo a experiencia couveufa
de necessidade de provc-los lodos ou alguns.
Uos balaucctc do mez de abril ver V- Ex,
que cxisiiaiu no 1 do correule na diveraas
caias a iiuanlia de Rr, 87t)80/684, acliaud-sc
em da os pagamculos, c alcui das (uaulias
juc se M I. i'o iiepoailadas no /tanco Comiier-
iial. Kslc estado de cousa indica que deve-
nios contar com glande accicaaiiuo de rendaa;
ogo que a aduiiuistracao regularmente mon-
tada posta excrcer una BscaliaaeSo prompia,
c Irazer as coulas cm dia, e quando isso se der.
ouso esperar que poderemos ou cinpieliendcr
mcihoramciilus em ponto maior, ou rcduzir
alguuia cousa os encargos que pezaui obre
produefo c cuusuiuuio da provincia
Tacs o Exm. Sr. a informa'.cs que nes-
Inoccasio parecen-mc dever ollereccra V. Et
ellas o bein iusignilicanie, c nriu as darla,
s< n.io inc obrigasacm a islo o govcrnu impe-
rial, porque sel que ao deaueccaaaria a V. Ex.
que cata ao Tacto daa ncccaaidadca da provin-
cia, da manlia da aduiiniatracao, c que es-
ludos profundo rene o cuubeciuicuto da
provincia e u pralica da admiuisiraco, que
j urna oulra veza V. Ex, conliai S. H, o Im-
perador. Dos guarde a V. Ex. Palacio do go-
verno da proviucia de Minas Ucraca, 12 de
ni no de 1752. Illm. c Exm. Sr. Dr. Jos Lo-
CMARA MUNICIPAL.
*. SE9SA0' ORDINARU DI212 DE JU.NI10
DE I8S2.
Presidencia do Sr. Oliveira.
Presentes os Srs Barros, Macnede, Carnei-
ro Mdntoiro, Pires Ferreira, e Figueirolo,
faltando os mais Srs. Abrio-se a oss3o, e
foi lida o approvada a arla da aoteco-
donlo
Entrando em discussao a informarjSo que
cstava addiada doongenheiro cordiadorso
bre a peticao de Antonio Jos Pereira, recia
mundo cont'a aconstrucjSo do accrescimo
do murodocemilerio dos inglezes, em S
Amaro, por ter do prejudicar para o futuro
osnusilio adjaccnt'iao mesmo cemiterio,
pelo lado do sul.pedindo quo a cmara obs-
lasse a sua continuarlo, a aual construc-
r;8o o reforido corJiador afllrma estar de
conrormidado com a planta approvada e cor-
diacilo da dita. Uesolveu a cmara Inde-
ferir dita pclirjSo.
Foi approvado nm parecer da cotnoiissao
do saude, opinando quo fosso registrada a
caria de pharmacia do Joaquim do Alroeida
Pinto, visto estar do conforuiidade cqm a
Ici de 3 do outubro do 1832
Foi 1 iinlieiii approvado o parecer da com
missSo especial dos Srs, Carneiro Monteiro
c Mamede, raspeito do regulamento o ta-
rifas dos servidos fnebres, sustentando as
rofloxoes respeilo feitas presidencii em
19 do dezembro do anno prximo linio, e
observando que esta, capital nSo esta aiula
cm estado do abta<;ar no lodo, as disposi-
c,es do roferi lo regulamento e tarifas, se
bein que i'-l'j'in ellos bom elaborados ; e
ueste senil Jo se mandou iDforaiarao Exm.
; iv-hlonp Ja provincia.
A comuiissSo encarregada do, com o on-
genheiro cordiador, examinar quaesos rae-
Ihoramentos quo de preferencia se deviam
l /.: na estrada nova da Capunga, junto ao
rio, alim do < vitar qu^ ali se accumuNrn a-
goas pluviies, aprosonlou dous ornamentos,
um considerando a obra a fazor-se de ator-
ros o vallas e outro do urjia bomba o atorros,
dando preferencia esto ; e dizendo quo ha-
via consultado ao advogado da casa a res-
poilo do alguna opposicdo que por yenlu-
ro poisa npparecer da pirto do propricUrio
do sitio para ondo licarao csgolan lo as a-
goas, depoido fcita a obra, o que ollo Ihc
respon lera quo provavelmonte u3o tcria
bom cxilo alguma iitiostao quj nest? sen-
tido apparecesae, om consoqueneia de ser
a obra reclamada pelo beol publico, sempre
prcforivel ao particular, tanto mais sondo
costume das agoas se esgotarem miural-
mcnle por aquello lugar; o em consequen-
cia rosolveu a cmara quo so publicassem
editaos, pondo a obra da bomba em prarja
nos das 11 o 15 do corronte.
Dcspacharnm-se ss pstigOes de Antinio
Jos Poroira, de Gaspar Adolfo, do Manoel
Jos Marques Viaiiua, de Joaquimdo AliDoi-
da Piulo ; c levaiilou-sc a lealo.
Eu, Manoel Ferreira Acciole, a oscrevi no
impedimento do secretario.Oliviira, pre-
sidente, Mamado, Franca, Carneiro Montei-
ro, e Figuciredo.
Commuiiicadu.
acaso possa existir em meu poder.
Approveito a occisiSo para significar a
W- Sa. os protestos de oonsidertcSo o res-
pelto quo tributo, nSo s a esta Ilustre me-
sa, como a toda irmanJado cm geral, agra-
deconlo ao mesmo lempo o conceito que
.som.ru de mim fizeram, e as boa manoiras
o.civilidades que semprn prestaram a uiinlia
i i-ssiia em todo o tempo que live a honra de
servir esta irmaudade, em qualidale do
seu saclirisUlo, rogando queiram desculpar
eata rr.iuba delibera(9o.
Approveitoao mesmo tempo osta occasiSo
para olTerecer, n3o s a esta mosa como a
toda a i mandado os mous fracos corvinos
nlo s naquella igrejn de Santa Rita, como
cm qualquer oulro lugar onde esliver
lieos guarde a Vv. Ss. Recifo, primeiro
de julho de 1852. Illms. Srs. juiz e mais
mesarios da Irmandade do Senhor U. i, das
Portas.
Antonio di Jc-us Leal.
We vinhateiras, ora mnito ligado na cama- Eiz Filllpe. Casou com a Sr' Seillicro, do
ra dos dopnladoseoBi o Sr. de Lamartine, urna dagmaisricas familias Jobanqueirosde
ll general de llaulpdul, muilo dodicido ao Paria,
presidente. O V Amde Thayer, rico propriotsrio
O almirante llugon, um do*, mai pobre em plri, geuro do illustre general Ber-
vetoranos da no grande resolucSo e do aangue rio, excollen_ O Sr. Thiban Icau. um dos quatro ou cin-
tenofogo. comembros da convenci que ainda vivom,
O general Husson, militar do imperio, tor- clolto om Selcmbro do I79. No lempo do
nou-se nutivol na ssombli pela suas ro- iarperioconsclli'irodo oslado o perfoito de
coi Jiices o pelo seu culto religioso poros- Marselha. Autor da urna historia estimada do
sa gloriosa poca. consulado o do imperio.
OSr. Lacrossn, Diluido um almirante do O Sr. Troplong, um dos luminares da ma-
lempo do imperio, $llciil de 1812a tsUfoi gistraturaem Franja. Tondosilo longo tom-
crivado de leridas. Por loogo lompo depu- po conselheiro do um tribunal judiciario do
lado do centro esquerdo, homom traballia- provincia, fez-se conhecido por boa obras
dor o do instrurcilo. de direilo.efoi chamado.dBsIgoado pela opi-
Do Lacoucctle, cx-sub-prefeilo. ni.lo publica, para o tribunal do cassacJo.
O general dla lliltc, militar eminente, Nomeado primoiro presidontc do tribunal
ganhou urna bella posicSo na Europa pelo de appcllacao do Sena poucos das depois
seu tino, o por sua habilidado e. fino mlnis- de lo do liozombro; muilo considerado e es-
tro dos negocios oslrangeiro*. timado no F.lyso.
O conde do l.ariboissiore, ilho do famoso O duquo do Vicence, llio de Caulain-
geneial commaudanle om chefo do arlilha- court : excellento general o embaixadordis-
riaquofoi morto na batalha doMoskowa E lindo, unidos gouoraej da intima amizade
depulado, depois par, o coronel da quinta lo- do imperador.
giSoda guarda nacional do Paris. Marido da O Sr. Vlcillard, ex-preceptor do Luiz Na-
sonhorade Laboissiero, que morreu lia tros polcan, a quem volara profunda amizado,
semanas logando 8,000,000 a municipalida- que nuuca sulTrou a menor quebra. Scntou-
de Pars. se muilo tempo na cmara do deputados co-
Ogencrsl doI."W05ttine, mui dlslincto of- mo membro daopcosiQo da esquorda.
ficial do imoario, era anula muilo moto, co- ( Semaiiie )
ronel om 18fl, sem servir/o no tempo da res- f Do Diario do Cocernu >/; Lisboa )
tauratilo, promovido a generil no reinado
de Luiz Filippe.
I.ebu'iif, rico banqueiro c manufactureiro,
ox-deputado
COMMERCIO.
65:321,800
14:121,805
79:446,605
VARIEDADES
SENADO FRANCEZ.
liiographia dosseus membros.
O general Achard commandava em Lynn
quando houvo a terrivel insui reicao do 1832.
Deu all provas de grande energia, c foiades-
de entao contado entre os mais firmes sus-
tentculos do governo de Luiz Filippo. Com
mandou muito lampo urna divisSo no ste
da Franca. Tntlia assento na cmara dos pa-
res, e j liavia prestado bello servidos no
tempo do imperio.
O condo d'Argou, prefeito sob a rcslaura-
r;3o, romeado ministro pela primeira vez em
"novembro do 1830, no gabinote presidido
pelo Sr. ladino, tove entSo a pasta da ma -
rinha. N>j ministerio de II de outubr do
1832 oceupou successivamente as do inte-
rior e do commercio, e depois foi inspector
do banco. Fez grandos servidos ao crdito
publico em 1818, auxiliando com o banco o
governo provisorio.
O marquez d'AudilTret era ofiicial director
da eiiiiiai iii la lo geral da fazonda na idade
Je violo o ne- uniii s. Foi elle quem princi-
palmente contribuio para organisar o aper-
feigoar, paia p la em harmona com as exi-
gencia o li-o iii-ioan d.i rgimen constitu-
cional, a contabilidade da fazenda em Fran-
ca, quo faz a admirarlo de todos os pazes,
c quo om toda a parlo tem servido de mo-
dulo. Presidente do tribunal do conlas em
I820,o.no lempo de Luiz Filippo, membro
da cmara dos paros, aondo era quasi sem-
pro rolator da cominissilo do ornamento; au-
tor de cscriptos nolavois sobre llancas c crc-
dilo publico.
O general do Bar fez hrillianlemonlo a sua
carreira na Argelia, ondo fui aliiutn lem. o loosos posl'sV
govornador geral interino. Nomoa lo nolim KeauJ dava-lhoVra'id
de 1818 coronel da torooira legiflo da guarda |us[re mtneM J
O gen rM tt d'li l'l ers fifimd^' u, ? lfB8ntM- 0',!"7" mC il CON8OU0O PROVINCIAL
ugaoersi uaraguay u ililliers, nuio ue um ,|e rada um por os., ressfl; ISo justas e p t- RnndlmAnto do da 8 1866 880
dosgoncraes do imperio quo commandava lorcsc,s (Iiz'ia 'Sr. Ue Sain-Aruau I en- "
um corpo davollia guarda imperial, obtevo 3o coron
ALFAWDECA.
OSr. I.emarrois, lillio do goncral aju lante Rendfmento do dia 1 a 7. .
do campo do imperador, doputado pola man- |Jom do dia 8......
cha de 1834 a 1m:i:i, sem cor politica liom de-
tnrminada, o um dos maioies proprelarios
do Franca. A fortuna quo possuo vem-lhe
do sua mSi quo ora belga, a sonhora llopso- Desearrega hoje di julho.
mcr, lilha de um banqueiro do f.and. O co- Briguc p0Figuez Lata morcadorias.
ronel I.emarrois, entilo ajudanto do campo ro.NSI'l ADOCKRAL
do primeiro consol, deaponou-a cm 1802. Relloitno,,io' do da 1 a 7. .' 11:266,152
OSr. Ilopsomer passava por nSo er monos i.i.,,,, a., a,, s tSSivt
do 600,000 mil francos do ronda OSj". ,,0. Idem'lo u" 8........"^'7'7
marrois comprou granaos bonsno departa- 12801 889
ment da Mancha, ondo linha nascido seu ___'___.
pa. Anda possue tambem Ierrasconside- IUVI l;s\s PROVINCIAS
ravoi nas immediaciiosdo Cand o do Cou- Rendimenlo dod'ia 1 a 7
lri lie proprielarin, enlro oulros dominios, UenidodiaS
do bello castalio do Rosuy-sur-Soino na es-
trada de Pars a Rouen, edifica lo por Suliy,
ministro do llonriqoi IV, o que foi a inora-
da favorita da duqueza do Bcrry deslo 1820
at 1830.
382,162
123,781
505,913
F'\ pnrlai .ni.
Liverpool, galera ingloza Columbus,
Je
O coronel Lomcrt icr, hlho do um senador, *| j i|t toneladas, con luzo o scguiilc :-
longo tempo depilado ministerial o coronel isso s.ccos com 6250 arrobas de assucar,
di decima logiao da guarda nacional de Pa- 1331 saceos com 7033 arrobas o 26 libras al-
ris no tempo do Luiz Filippo. godio, 3000 c?os com casca, 3 relogios es-
O general l.eroy do Sanl-Arnanl obteve trangoiros
cm Afiica. Omarcchal Bu- RECBBEORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
consiiWaco. o il- p,A.ES l)E PERNAMBUCO.
que saBla julgar t,1o bom os Rondimnnto do dia8.....1:073,207
i;
. un'I, era engenhoso no fugo. -
graos superiores na Argelia. Commandanlu tom roa|m,,lo fren,,, Jo mimigo, cm ac-
supenorda provincia do Couslantina, tor- sj urn raro san ;uo Irio e adiniravois re-
nnil.on alia iiaIhiihI iLiim tmn q.lmimclr niiTn .
PERNAMBUCO
Kcparticao da polica.
Campan ha.
Acabo de rcccbcr aa informaedes necessarias
para mandar construir a interessante ponte do I""''"1, .'""v- "..... '..""'"..laV.'o' i"
--Paulino -sobre o rio S. Antonio, ni munici- P.da Si va Vianua. O preaidcnlc, Lmt An-
pio do l'iumby, c tcnho ordenado ctaincs, para "
se eniistruircm mullas outras de eouliceido in-
tercac como a do Jacar, Fradique, Lambary,
Conceicao, etc., assim como para o inclliora-
no no da serra do Piumby. A construccao da
jiontc sobre o Rio Grande, a cslrada de s. Joao
u'EI-Rei para a Cainpanha, depende ainda de
planta c or;amcnto, lendo-me sido rcineliida
por 01a a que serve para indicar ser ese lugar
preferlvcl. A estrada do llio Prcloctigc promp-
tos reparo, colllgi a Informar-cs de que ca-
reca para mandar tratar delies, agora que a
cstaeao favorece. A ponte obre o RioPrcto
ano ac perigo, be una obra dispendios 1 c que
parece-mc nao ser provincial : j reprcscntcl
an m. ministro do imperio sobre a necessida-
de de acr ella construida por ordem do governo
imperial.
Ao mesmo Kr.ni. ministro rcprcaenlel sobre
a grande necessidade de se construir una pon-
te sobre o rio Grande, cnlre oa municipios do
Desemboque, e da villa franca da provincia
de S. Paulo, no lugar denominado Jauguara .
ao la 1 evidentes a vanlagens dessa obra s
duas provincia, c a de Goyaz e Mallo Gros-
so, que nao duvido esperar, que ella mereja a
monean do governo Imperial.
O andamento da obras da serra da Manil-
quelra, na cslrada do l'arahybuui. s.llriii
muilo com a falla de um engenhclro, que oa
dirigase: fugiu-se muito do alinhamenlo mar-
cado, liierau-ieobrasdepedra quffeperdcrain, I
Um magnifico espectculo vai ter lugar no
thoatro de Santa Izabol om favor do actor
Raymumdo Jjse' i) Araujo, o sympathico do
inbliei |iei 'ii iiiibiie mu que em dous anuos
intoiros de trabalho no uicnciona.io thnoiru
nunca desmoreceu da acoiti(3o quo gran-
geou dos amantes da scena, e pelo contra-
rio novos applausos recebcu sempre quo se
nos "presenta onvidaudo esforo.is para a-
gradar-nos.
Antonio Jos, ouo Poeta ea inqttlii;io, ois
a tragedia, quo oscolheu o artista beneficia-
do : o pubbco cooliccc esta tragedia, ella
he toda brazileira, eoseu autor o Sr. Dr.
Magalhaos tem urna grande reputarlo na
repblica Iliteraria, reputscSo que si nlo
acha circumseripta s no Brasil, ella tcm
echoado nos paizes mais civilisados Ja Eu-
ropa, o este nomo sh> bstente para acre-
ditara pessa, ainda quando o prot gonista
dclla nSo fosse brasileiro.
A tragedia Antonio Jos j foi lovada a
scona no primeiro anuo da ompreza do Sr.
ChuaiO : o desempen'jo foi granlcmuiile
satisfactorio, o mo deixar do ser agora
o a companhia quo tem de trabalhar he a
quo nielhor tivomos em Pornambno : ex-
collonte foi a cscolha quo fez o Sr. Rat-
atUNbO.
Pela secunda voz que esto sympathico
anula recorro a protecjuo dos nossos com-
provincianes, nSo podemos ac litar, que
estes deixem de ser com elle generosos.
O disliucto, o eximio artista Germano,
que no dia 3 do corronte fez suis temase
mu losas despedidas do publico de Poruam-
buco, Germano quo arrancou fagrimas de
dor, o de prazer dos pillos do sous expecta-
dores nojogo do airelos, o das paixjs
quo se combaliam as dilFerontes pliasos da
vida dos lio 11 's, cujas pessoasollu repre-
scnlava no palco do Sania Izab I, o que un
dia 3 arrancou lagrimas de saudade, s pi-
ra quo seu iroio d'arte no licasto privado
dcsle honecio se prestou benvolamente a
representar a parte do Antonio Josc. Te-
mos pois mais esta occusilo do gozar da do-
ce illusilo quo nos causa osto inimitavel ar-
tista, quo, mo grado dosque sibem apre-
ciar, e recompensar o mrito real, se vai
ausoutar dcsta provincia. Malfadado Pcr-
ri 1 illm.-i, m estrella presi ie aos teus des-
tinos uo podos por multo tempo gozar do
que he bom ..
NSo nos afaslemos do nosso proposito ; o
espectculo ha om beneficio de Rahu.voj ;
he quanlo basta para quo lodos concorram
em a noiU do sabbadu 10 do corrento ao
thealro do Santa Izabel. Aisim o espera
O Cabo lote Vimenta.
nou-se ahi notavel por urna administragrio
hbil, mus oxeossivamento severa.
O Sr. Beaumoulo ( do la Sommo ), cx-de-
pulido da opposiQ.lo da esquorda, da qual
era chefe o Sr. Odilon llarrol, inergicamuu-
cursosdo imaginacito. Dirigi rom inuila
Jislineelo, eoiiio .'enera 1, 110'vean Jo 1851,
a expedirlo contra a Kabylia.
OSr. Levenn i fe/.-se conhcocr ha oito an-
uas por urna bella dcscoberta astrunomicade-
to votado ordem desdo 1848, O amigo pes- vida a clculos admlrvel. Ksta dctcobcfti j
soal do principo prOsidonto, a quein couhd- Ihc tioha validu urna cadeira na faculdadc das
ceu em llam. Esta fortaleza cata situada no sciencia, um asscnio na academia, c a sua clei-
districto de Poroneso, pelo qual o Sr. Beau- f5 Pa a asscuibla, pelo departamento da
monto era dojulado o aoodo resida no "S,10n* W2"; .. ,. ., ,
vnrln I Lcioy de Mamaria, cx-prclcito de va-
,. rloa dcpartaincnlos no lempo de Luit Filiopc.
O principe de Boauvau, lllllO do um OX-ca- O general Magoan, quaudo coronel, foi en-
marista do imperador, nunca desempenhou vlado Blgica depolt da rcvoluco de 18 JO pa-
cargos pblicos. Grando fortuna. ra ae cuearregar cm parte da organisacao c
O ai o i' 1110/. Je Rclhoontf, magistrado dis- inslrucjao do excrcilo, c all servio alguna leui-
liiicto, e multo bom visto lio luuipo da res- > aiuc de entrar cm Frauv..
tauraeflo O Sr. Manoel, bauqueiro em nevers, ha Ion-
Borthir, principe de W.gram, fi.ho doce- ''oT^^X^^TjA^io
lebro major general dos oxorcitos, comman- coa,c,bo gcra| do departamento do norte, li-
dados poio imperador, casou com urna se- |la asscnio na cmara dos depulados na oppo-
nhora, Clary, sobrinhi da quo era rainha de sifaoconstilucional. Ex-uotario cm Maubeofe,
llespanha, mulhcr do Jos Bonaparto. o Sr. Marchaud lem una bella foriuna. He
O Sr. Boulay ( do la Meurth ) amigo pes- humein instruido c dislincio a todo 09 respei-
soal, c muilo dedicada do principo piesideo los-
te, ccx-vice-presidentedaicpublica. I O Sr. Hcynard, magistrado muilo sabio, fc-
l enndrt da llrnliill px.adidn de emhaija- Je conhecer polilicamcnle por um discurso na
u conde de Uretull, ex-aunio ue ompaixa- caniara aos.,arcs C011t,a a re,i,tcucia 01 simada
1, ora por successSe par de Franca. Perten- do ininlsterio do Sr. Guinot a toda a especie de
co a urna das pnmciras ramillas do paiz. reformas, ua discussao da resposta 80 discurso
Do Cambacrcs, sobrinho do Cambacuros, do tbrono em Janeiro de mis.
ox-convoncional, e archi-chanceller do 1.11- O Sr. Miuercl, industrial do depariamcnio
perio, nomeado pardo Franja no governo da do norle, presidente da commissao chamada ile
Luiz Filippo quanJo era membro oleito do trabaiho nacional, calabclccida para mauter,
conseiho munici jal de Pars, irm.lo do Sr. cm malcra de allandcgas, o sy.tcma pruhibi-
Armanl do Cambacrs, cx-dopulalo da op-
poiieo consl'lucioual o mumbro da ultima
auembla,
O conde do Caslollano j era coronel no
livo 011 1 1 o. 1 .1.1 1 en1 Franca.
U principe de Moacowa, primognito do ma-
rechal Noy. Piimciraniciite 0llici.1l na Succia
foi admittida no excrcilo francezem 18:I0,
O priucipc L ciauo Mural, segundo lilbn de
imperio. Sua mili oceupava um elevado car- Uurat,cuuhado do imperador c rci de aples
go no palacio da imperatriz : commandava O fllho mala vellio Achule Mural, morreu ha
em Rouen no dia 24 do feveroiro. ia""os na America.
O almirante Cazy commandou com bom I .?.Fc.ncral racncr lcm eicclienies olas w
cxilo gran les osqu idras. I o general de Ornano, um doa ulllmo gene
O barflo do i:rouscllhos, um dos HbiOl ju- | rae. de iliviso do imperio que anda viven,
risconsultos do tribunal de cassoeno, don- Ligado familia l'onapartc.
Publicago a pedido.
Illms. Srs.Tenho a distincta honra de
Participara Vv. Ss. que tenciono.deixar at
o dia 3 do corrente, o lugar do sachristlo
desta Ilustro irmandade doS. B. J. das Por-
tas, o qual tcnho exercido por espado do
mais de 20 anuos, cm razo de ter alcan-
zado o lugar de sachristlo da igroja do San-
la Rita nova.
O motivo quo mo obrigou a deixar esto
lugar, quo tenho exorcido a mais de vinte
anuos, oque com bstanlo pozar o deixo,
mo fui outro senSo saber quo esta irman-
11 Jo n.i 1 mo ni." ii i- um urdonado maior
DIA 7 DE JUMIO.
Im. o Exm. Sr.Das parles que mo foram
hoje dlrjgidas, consta lor sido preso ; a or-
dem do subdelegado da froguezia de S. Fr.
Podro Conexivos, Mauool Francisco AdriSo,
para recruta ; ordem do subdelegado da
freguezia de S.-Jos, Roberto Francisco Fur- do que eclualmonto pcrcol'O, o osto ser mu
lado, llellarmino Manoel Carneiro da Silva diminuto para os mcus arranjos ; como
Piulo, Dionizio da Cruz Menciono,, Francia- porque prevejo quo o mesmo lugar quo te-
co Jos Corro, Joronymo do Caimo do Es- nho exercido mo p lo sor duravel depois
prrilo Sanio, Joilo Comes do Oliveira, Firmi-jquo esta irmandade passou para a Madre de
no dos Santos Lilia, aiatiuci guaci Harbo-. uoos, pela demoligao de sua capeiia; nilo
tu, Cyrillo Bcnlo do Rogo, Manoel da As-|s pelos sous diminutos rendimontos, como
sumpcHo, Manoel Jodo Almeida, Rozeudoi porque julgo incompativel haver dous sa-
jse, Jos Francisco da Silva, Manoel Ver- chrislSos cm urna mesma igreja, quorondo
giniue Jo3o Duarto de Oliveira, para o mes-1 por este motivo desviar-me de passar por
mo lim, o-o esrravo Eloy, sem declaracilo do algum desgosto para o futuro.
motivo : o do subdelegado da freguezia da A'vista pois do que tenho cima oxpendi-
Boa-Visia, Antonio Xavier, por furto, Joao do, rog a Vv. Ss. a gracade aceitaran) esta
Damasceno, para averiguacos policiaes o miiiha deiiu.-siio, nomeando pessoaaquum
rucluoso Fonundos de AzeveJo, para re- eu possa entregar alguns objectos perten-
VtckTacOei inutel, c inultos outro erro: I cruta. cenes a eata irmandade que anida por ronda, oceupou-se especialmente cora ques-
de sahio om 13(9, para tomar assento na as-
sombla.
O conde do Caumonl Laforco, grando no-
mo, grando fortuna.
Francois Clary, o mais roor;o da promor;3o,
cunhado do principo do Wagram, ligado a
familia llonaparte.
0 condo do Curial nao servil cargo al-
gum. Filho deum goncral de divisan do im-
perio, cujo nomo lio muilas vezes citado nos
bolotins do grande oxercito, que foi em
1815 gentil homem da cmara de Luiz XVIII.
O Sr. Drouin de Louys era director dos
consulados no ministerio dos negocios es-
trangeiros 110 tempo do Sr. Cuizot, quando
os seus votos, como depulado da opposicSo,
Ihe acarretaram a domissSo, o Ihoatralurain
a Mteiiea 1 publica. Duas vezs ministroe
ombaixador om Londres desde 10 de de-
zembro.
OSr. Dumas, conhocido da Europa como
sabio chymico antes de ser ministro.
O liaran Gh. Dupm, irmlo do ex-presiden-
te da assembla, foi o anno passado presi-
dente da commissao franoeza na oxposi(3o
universal de Londres, autor do numerosas
obras do ostatistica, o de ins. ueeao moral e
material das elasse trabalha loras.
O Sr. Elie do Beaumont, ongonheiro em
chofe das minas, gelogo sobio.
OSr. Achillo FoulJ, ox-ministro da fa-
zenda o irmlo do um dos mais ricos bau-
quoiros de Paris, llenoil Fuuld.
11 Sr. Fouquicr de lleroucl, rico fabricante
do dopartamonlo do Aisno.
O barflo do Fourmant, grande manufactu-
reiro, ox-ropresontante.
OSr. Gautier, sub inspector do banco do
Franca, ex-ncgociinte om ll tado amigo doSr. Je Mirtignac, um dos re-
dactores Ja famosa mensagem Jos 221, que
foi seguida da rovoluQo do jtilh.i de 1880,
O comi Ern''st de CirarJin, lilhn de Ela-
nillas de Cirardin, ex-prefeilo o deputido
do Sona inferior, filho mais velho do dono
da casa do Ermononvillo, ondo J. Jacques
Rouss"au viven nlgum lompo. Posto que seu
iaitivos.su sido intimo amigo do duquo do
Orleaus o que os favores do govorno llio fos-
sem lacilmentoolorecidos, nao deixou des-
de 183" at 18*8 do sontar-so nos banc is da
esq'Jerda. Desde fovereiro foi membro da
luaaen quo volou todas as medidas do
ordem. ,
(l Sr. Coulhot de Sainl-Gormain, eleilu po-
lo departamento da Manciia, em 1819, pela
.i unen a ve/, e sem nunca tor servido car-
gos pblicos.
O non que/, de la Grauge, depulado do Gi-
O general de Padouc (Arrighi), lambem cor-
so, c ligado familia do imperador, e general
de divi ao, muito moco, no lempo do imperio.
Dialiuguio-sc p o le o. 1 ni nio por bellas car-
gas na batalba de llauau, cm |S13, aoudc coui-
mandava a cavallaria.
O almirante l'arseval Dcaehncs, dos mais
considerados na mariiiba. Supporla laeilmcnte
o encargo do grandes couimaudos. Rciinc 1
una extrema bravura c grande autoridade
urna elegancia extraordinaria, c a mais apura-
da distinecao de maneiras.
O general Pelel, militar distinelo e historia-
dor estimado, das guerras do imperio.
O duque de Plaisance, general no imperio,
iilhi de Lebrn, o traductor de Tasso, que leve
o cargo de lerceiro cnsul no 18 brumario, c
depois dearchi-tlicsourciio no imperio.
OSr. Poinsol, sabio geoinclja.
O condo Ponalis Hio do illustro ministro
dos cultos no lempo do imporio, quo foi um
Jos maiores oradores desia poc, O actual
conde Portalis l'oiiiomiiii.steiioMarlignac.o n
1828, su 'i'.'ssv,luiente guarda-sollos, o*mi-
nislro dos negocios cstrangeiios. Quando
snuil do ministerio foi nomoado primeiro
presidente do tribunal de cassago, quo va-
gn ltimamente.
O gen-ral do Preval, general no imperio,
homem de gabinete muito disliucto ; lomuu
g anle parle, por e-pao.1 de nula annos,
nos irabalhos da aJministratio e di orgaiii-
sacilo militar no ministerio la guorra .
no conseiho de astado, o na cmara dos
pares.
O general Rognault do Siinl-Jean do Ango-
ly, filho do um dos dignatarios da coito do
rnp "a.1 i:,i lolu' enuio admiuistradcr,o co-
mo oraJor.
Movimento do porto.
AYaeio entrado no dia 8.
Havre ~C3dias, galera franceza l.ovallant,
do 4il toneladas, capillo Berindoaguo ,
equipagom 20, carga fazondas c mais g-
neros; a J A. I.asserro & Companhia. C.on-
duz H passageiros. Veio a esto porto
refrescar e segu para o Riu de Janeiro.
Ariuio sahidos no mamo dia.
Barcelona--briguo hcspanhol Presidente,
capitn Rafael liius, carga algodao.
Montevideopatacho sardo Benedicta Ma-
ra, capitilo Aloxandro Montano, carga as-
sucar e agoardonte.
Canal da Mancha por Macci- briguo por-
tugiz Dospiquo do Beiriz, capilao Joa-
quim de A'cvedo tannrio, em lastro.
Rio de Janeiro e porlos intermedios vapor
brasileiro llahiaua commamlante Luiz
Corroa de Mello. Leva a seu bordo : des-
ta provincia, Francisco Peres Carneiro,
Manoel Rodrigues Loilo Oiticica c escra-
vos, J 1.0' Pinto do ionios Jnior, com sua
sciihore, 3 (llhos, e 3 cscravos, padro Cy-
priano Copos da Fonscca, Felipe Nery do
Oliveira, lente Manoel Joaquim de Bar-
ros o sua senbora Jos Eugenio Costa
Paiva, Jo.lo Berrago, Joaquim da Cosa
Ra ralas, Manoel Francisco Novacs, esua
srnhora, D. Vicencia Steplo e* cscravos,
2 pravas de permanentes da Corte, I ox-
soldado, 3 praea -, 11 recrutas c 7 cscravos
n entregar._________________^^^^^^^
EDlTAES.
O general llcgnoult Jo Sain-Jeau de AM.
gc.ly, ho multo distinelo como militar, o cu-
mo homem Jo espirito. .
O general do San-S mon, ex-gnveniajor
Jas pussossOes frai)C*/..is na luda.
OSr. Sapey foi por longo lempo o Joc,no
em i lado na cmara dos deputados ; ora in-
timo amigo de lo'.. Bonaparto, re de apo-
los, irmSo Jo imperador, e muito dedicado
1 familia Bmiaporle.
o general Scbramm, lilho de um sona lor ;
era gouorai aos 2i inuua un Ouipu do im-
perio. Bellos foitos de armas.
OSr. Segur il'Aguesseau, ix-porfoilo.
O con la Simen, neto di um consolheiro
de cstalo, a quem o Imperador pe mittiu que
fusse servir seu irui&i Luiz (pal do presi-
ionio ;, rei Jo llollanda, para administrar
aquoiie paiz co no ministro do interior, o
que rol depois, SOb a leslaurae.iii, ministril
em Fraile. O Sr. Simen fol deputado niitiis-
terial econscllieiro do eslado no tompu do
Peranle a cmara municipal dcsta ci-
dade, 1 -tai ao em iraca nos lias 1, 12 o 13
do corronte, as obras novas o reparos, a
exocutnr-sc no ac,ouguo publico da fregue-
zia da Boa Vista, orgadas cm 1:598,050 rs.
l> pretendemos prirtnm. comparecer nos
indicados das, munidos do fiadores idoucos.
Paco da cmara municipal do Recifo, em
aeslao do 6 de julho de |8S9. Francisco
Antonio de Oliveira, presidente. .-Manuel
Ferreira Acioly, secretario interino.
Declara (oes.
Administrarlo do patrimonio dos orpbios.
Pcranto a a.louiiistraoau do palrimonio
dos orphilos se bao do arromatar a quem
mais der, o por tempo do 3annos,queseh1o
de lindar, em 30 do Jiinho de 1855, as rendas
dos predios seguintes, o nos das abaixo
declarados :
Em 10 de julho.
Ra do Ratigcl.
N. 58 casa terrea.
Ra do S. Cunalo.
N. 22 dita dita.
Ra da Madre do Reos.
Casas torroas n. 8 e 20.
Ilua do Torres.
N. l8soliiadodo2andares.
Ra do Azoito de Poixc.
M. 1* sobrado del andar.
Ra da Cacimba,
i*. 5 dito dito.
Ra da Senzaila Vclha.
N, 132, 1Jte13tt de 2 andaros ; n. 16 o 18
terreas.
Ra da Guia.
S, -'5 terrea.
lleco daLingocla.
N. lidosndares.
Ra da Cruz.
N. II, 12, ti o 29 do 2 andares.
lora do Portas.
Casas terreas n. 89, 99, 101,103 c 105.
Em lldejulho.
Fra de Portas.
Casis terreas 11. 2, 9i, 96, 98, 100, 102, 101,
100,108 ellO.
O sitio do Itozarinho, em quo mora o vr.
Joiln Dnmingucs da Silva.
Dito na Miroeira, em quo mora o Dr. Manoel
Joaquim Carneiro daCunha.
Asiicssoasquo so proposerem a arroma-
lar ditas rendas podero comparecer^na casa
di SONOS da.idmini.stiacao, nos das aci-
m, indicados, os iberas da lardo, com seus
*Sec7eUra da aduMustracao do P'lrimo-
nio dos ori.haos 8 do julho de 1852. -- O
secretario interino, Jos Victorino do Lomos.
AlministiecHO do patrimonio dos orphSos.
pcranto a idministrorjiio do patrimonio
dos orphaoe, se hilo do arremalar a quem
por monosli/.er, OS reparos do quo precisa o
eollagio las orphSos, oreados em 287,680
rs., os do pedreiro, e em i5l,580rs. os do
carpios : as pessoas quo so propozerom a


/*s
-> *r
o
arrematar ditos coneerlos, poder8ocompa-1 Para o Aracaly.
rcoer na casa das sosses da mesma ,dmi- j g brevidade.o bou, conhecidohia-
nislracao nos diti 10 o 1I iJo P"l ">*. le Novo Olinda : para carga trata-se com o
as 4 horas da tarde, pira so tratar do ajuste. C0IISgl,lIlr0 j. j. -
3
Secretaria da adminislracio do patrimo-
nio dos orpliflos 8 do julho da 1851. O se-
cretario interino. Jos Victorino de Lomos.
Banco do Pcrnamhuco.
, Tasso Jnior.
Para a l'arahiba.
Sali por toda esta semana o hiato nacio-
nal 1'quote para carga trata-secom o mea
Os Rescontus da semana que deccorre de tro Jlo Pereira da Silva, ou na travessa do
5 a lo do jutho. sSo dt16 %,0 ailn0 P'ra as. Vigario n. 3.
letras a vencer ate o fim ue outubio, e para Para o Rio de Janeiro, sahe
suiado provincial so fai publico, que do dia' correte, o luate nacional I leda-
2 do corrento mez so principia a cobrar o ( je s0 recebe carca tniuda e cscra
imposto de 20 por cento do consumo das; ___.,,;.
agoas-ardenles de produccao brasilea do1 vos arele: trata-se com o capilao,
segundo semestre do anno fiOsnceiro do|ou com Novaos & Companhia, na
1851 a 1852.
O areonal do marinlia admiti, paral
Mili obras o para as do mellioramento do I
porto, sorventos livres, pagando o salla-1
rio do 640 i'., nos dias coi quo trabadla-!
rem; o bem assim, engaja 10 canooiros
livres, pagando por mez 14#00 rs alm
de iirn.'i rac,So avaliada om 6/000 rs tam-
bem por moz. E por isso cooviJa por
este annuncio quera convier, a compa-
recer no mosnio arsenal, a qualquer hora
do dia, para se inscrevorcm. Inspectora
do arsenal de marinhn, 28 do junho do 1852.
O secretario, Thom Fernandos Madeira
do Castro.
Rodrigo Theodoro do Frcilas, oITlcial da
imperial ordem da llosa, cavallciro da de
S. liento de Aviz, condecorado com a mo-
dalha da restauradlo da campanil! da Ba-
bia, capilao do mar o guerra da armada
nacional e imperial, inspoctor do arsenal
de marintia coapilSo do porlodest pro-
vincia dcPernambuco, por S. M.I., quo
lieos guarde &c.
l .ii.-n saber que, om virtudo das ordens
la presidencia da provincia o conhecimen-
lo da alfandega das fazendas, lio livro a en-
trada o sabida das barcadas, canoas o jan-
gadas, pola barreta dosul, continuando a
licar vodada cssas entradas o sabidas pelo
sul l 'i ii da mesma barrla: sendo obriga-
do a todas cssas pequeas embrcameos,
qur as sabidas qur as entradas, tanto
por aquella barreta cuino pola barra deslc
porto, a atracaren) as barcas de viga, pres-
tando-so a todas as pesquizes que for e mis
lar fazer-se; Meando sujeilns multa do
nrt. 114 do rcgulmcnlu d capitanas,
combinado com as mais ordens ni vigor,
na falta do cumprimcnlo dcsto odital.
Capitana do porto dn Pernainbuco, 1G
do junho de 1852.Rodrigo Tbco loro de
ra do Trapiche n. 3q.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Dun-
da, capito lUanocl M. Perrcira ,
segu para o Ro de Janeiro, com
muita brevidade, por ter a maior
parle do sen carregamento enga-
jada : para o resto e escravos a
(rete, trala-se com os consignata-
rios Machado & Pinhciro, na rua
do Vigaiio n. 19, segundo andar,
ou com o eapitao na praca do
commercio.
Para o Rio de Janeiro, sahe
com a maior brevidade possivel, o
pilacho nacional Valcnte, cnpitao
Francisco Nicolao de Araujo : pa-
ra carga, passageiros c escravos a
frete, trata-se com o mesmo opi-
to, na praca do Commercio 011
com os consignatarios Novaes &
Companhia naru do Trapiche
n. 3iJ.
A barca portuguczi Olimpia
saho pi ra o Porto sahha lo 10 do correlo :
quom quizer ir de passagem, para o quo lem
01 niellioros commodos, dirija-so a ruado
Vigario n. 19, piimeiro andar, aos sous con-
signatarios T. de Aquino l'unsoca & I-'illio ,
ou ao capitilo na prac,a.
I'ara c lio de Janeiro, sabe
''--"pela segunda seceno da meza do Con-|com a maior brevidade possivcl, o
sulado provincial so avisa aos propiictaiios brigUP nacional Kio A.VC, capilao
do protlins urbanos nesta cid.idc, que no dia; ,,.- |.,.,s. nnrl c,-,r(ra. j,as-
10 do andante moz so linda o |> aso para o- ,-1"a J0;,L <"? Pa =, 1 I'"9
p.-igaaiuiiio da dcima do segundo simostro Isagciros c escravos a Itelc, trata-
.10 anuo linanceiro do 51, a 52, o que desscl mesmo capilao, na pra-
dia om dianle incorrcni na mulla de 3% ,
10b o valor du sous dbitos, todos os quo ca rio Lomincrcio, 011 com os con-
O Sr. Manocl Pereira da Sil-
va Brambih, esludante da acade-
mia, queira ter a bondade de man-
dar, ou vir pagar a quantia de
45,aoo rs importancia de fazen-
das que comprou em abril de
i85i : na rua do Crespo, loja de
fazendus.
O Sr. Luis Pires Ferreira ,
queira mandar, ou vir pagar, a
quantia de38,5oors. importan-
cia de 7 covados de panno verde ,
que comprou em 2G de marco de
AttencSo.
A nova fabrica de chapeos de Sol do al
Ierro da Boa Vista rece-bou um novo o lindo
sor; i monto do chapeos do sol do ultimo gos-
to tanto, de seda como de panlnho.para ho-
mo ui, rico schapeos de soda para seohora e
vende-se por monos proco do que em outra
qualquer porto,assim como um grande sor-
timento de sedas e paninhos da todas as c-
rese qualidades para cobrir chapeos velhos,
vendo-sa baleas para vestidos dosenhoras.o
faz-te coocerto em chapeos velhos.
I.ava-so-e engomma-se com toda a per-
feicSo.na rua da Alegra n. 44; quera se qui-
zer utilizar pode dirigir-so a mesma casa 1
qualquer hora.
-- Precisare de um foilor para um sitio
porio da prac.a, e que entenda de plantacdcs,
quem o pretender dirija-so a rua das Flores
i85i : na rua do Crespo, lojadcL,,,
fazendas. | "A-f:olaaibicrmudouasualojadealfaia
-- Manool Francisco Coimbra, scientifica } =m roupa feita, para iqolDlatril da ma-
aorospeitavel publico, quo do I. do corren- !"*?: fl,8B.d"Mmprt 8 1
le mez em diante, be sou caixeiro de loja e f *lf"e'nJf* f cobrancas. o Sr. Carlos Jos de Santiago. eT,S0,l""t,"l de ,"'" Jo |,anos !i
Aluga-so olerceiro andar da casada
triz n. 2,sendo sompre o mostr o brazilei-
teima
._ Jinos
do core.
rua do (jSeimado n. 9: a tratar na loja. I ." "> Quoimado n. 11 des^a-se
- No dia 13 do corrento, pcranle o Sr. *ll"com o t-r. Joso Anlonio do Magolbaes
radocivel.depoisda "'os, a negocio
l)r. jnizdaprimoirav
audiencia, tam de ir a praa uus movis, pe-
nhoradoia Aloxandre Vieira do Araujo, por
oxecueao do Leocadia Sonborinba do Albu-
querque.
Mobiliasdcaluguel.
Alugam-se mobilias completas, ou qual-
quer traste saparado, a vonUJo do aluga-
Jor; fs-nn como so alugam cadeiras em
Manoel Francisco da Silva Novcs, ro- giando po'clo, para bailes, ou qualquerou-
tirando-so pornlgum lempo para o Itin do lro ilivorlimonto particular : na rua Nova ,
Janeiro, e nSo llie sondo possivel, pola rapi- armazom de mobilias do Pinto, defronto da
dez de sua viagom uispedir-so pessoalmcnto ua d0 Sanlo-Amaro.
do seus numerosos amigos, o faz por meio .. ofreicce.so umt mu|Cr llo meil j,.
do p
volu
seu limitado prestimo
subdito inglcz, ret -_ Jllinoel Josc Uarl)uz- nr mujoua
ra-so para fora da provine11 quom l ver sua resill(,nc|a da rua doV,gar% para a do
cuntas com o mtUBO, \Xr?Vc'-' Amorim n. 17. segundo andar,
no armazcm de James llyder & Companhia- &ula de primeiras letras.
Oabaiio assiguado,avisa aos respeilavois
o sous numero o, amigus, i'"' -y- .. oiTeoco-so urna mullicr do mei. ida-
lo presenta, pedindo dosculpa por riiu tn-. j 0 sorvlco interno, do
roluntana ; offerecendo naquclla praca, o um> ras> do ud| fcB)||||| n0 aterro da
ou limitado prestimo. vsia n. 65, sodir quem he.
Augusto Bnght, subdito inglcz, rcii,
na ina da Cadoia, DO praso do 8 dias
dviiarcm do pagar.
THEATRO
BE
S. IZABEL.
.SAl.tniill 10 DE II 1.110 DE 18)1.
Recita 1111 favor do artista
/'iii/miiiiilo Jas lie .Irni'/ii.
logo quo a orchestra cxecular urna bri-
llianle ouvorlura, soguir-se-ba a repres^n-
I 11,.ni d 1 cxcolleiilo tragedia em cinco arlos
ANTONIO JOS
0l'OETA E\ l\0lIMjAII.
Pcrsonagens.
Antonio Jos o poeta o Sr. G. F. de 0-
livoira.
Froi Cil o Sr. Coimbra-
0 conde do F.ricoira ~ o Sr. Amoedo.
Uui criado o Sr. Pereira.
Aiariina a scnliora I). Mauoela.
Lucia -- a senhora 11. Amalia.
Finda a qual, o beneliciailo cantar urna
aria cmica, composta 00 Rio do Janeiro,
que se intitula o
a a .ii.i.vi i co r.srit .io.i o.
I'inalisando o espectculo com a muilo
applaudida e desojada
Tonadilha Ilespanhola,
quo por satisfazer a vonlade do publico, o
beucliciado empchhou-se com a seuhora I).
Manoola, sua digna colloga, que do bmu gra-
do se prcslou.
Portante rapaiiada avante NSo doixem
licar mal o Itaymundo, concorram, olhom
quo he a ultima vez que olio canta a tonadi-
llia, odomaisnio fallem, porque ellcse-
nboics, quer dizer o seu adoos.
Publicaces lilterarias.
I' ELEMENTOS, i
$ DE I
HOMEOPATHIAl
2 SAIIItIA IUZ A 3.'E ULTIMA PAUTE 9
' ilcsta obra composta polo professor de .
Jl bomopathiaCossel Uimont Costara j
JJ 5/000 a obra inteira at 30 do junho, 9
71 dia em quo Mear encerrada a aaiig- x
# natura. Esta obra lie til, tanto para ^
''' os n odeos quo se dedicareai ao es- "j*
() lulo da nova medicina, como para
II loilas as possoss de boa volitado que M
ffi quizerum conveneor-so por oxpericn- Pl
^ cias da vordalo desla doutrina, por <>
() sor olla muilo clara, e a intelligencia >
*B de lodos,
m No consultorio bomopathico rua ?
(f> il i> Crii/r- n. js. ?
Avisos maritiuios.
Para o Assu' com escala pola Parabyha.
saho o vclniro luate S. Joflo; para carga Ira
ti-so na rua da Madre do Dos n. 34, mi
com 0 mcslro a bordo.
Para o Rio do Janeiro saldr.imprcto-
11 vi I niciilo no dia 14 do correle a barca na-
cional Firmeza ; pala passageiros o oscra-
vos a frits'fiode-se tratar n; madaCadeii
11.40, ou com o capiUo Joaquiai Antonio
Cuncalvii dos Santos, na praja do Com-
in' icio.
Para Lisboa com brevidade, por ter j
paite da carga prompta.seguo o brigue porlu-
gutz l.aia, capitSo Jos de Abreu, para carga
uu passageiros, para o que lem os melhores
commodos, a fallar com o o.esmo capitSo.ou
com os seus consignatarios Francisco Seve-
uano Hallullo &(ilho.
signalirios Novaes & Companhia,
nu rua do Trapiche n. 34
Para o Maranhao e Para o briguo escu-
na linuro, capilSo Jos Pinto Nanea, recobe
carga o passageiros : quom pretender dirja-
se a rua do Trapicho n. 26, a fallar com o
consignatario MjiiuoI Duailo llodriguos.
Lcilao.
-- Lino Jos do 1'.astro Araujo, far Icililo
pur inlervons'io do corrector Miguel Carnei-
ro, do cerra de 300 saccas com familia do
mandioca de superior qualidade, no dia
sexta-fena 9 do correlo ao maiorflii em
ponto ; no primoiro andar da casa Ja rua ila
Cruz 11. 34
O leilfio da armario,miudezas, o ferra-
gens da leja dos fillidos SOUII c Mello licou
trausl'orido para sexla-feira '9 do corronto as
10 oras da manilla por or.lom do Sr. Dr.
juiz municipal suppleule da segunda vara c
commercio.
Avisos diversos.
w.wv..v. perfoic .
Lotera rio tilo uc Janeiro. do Exrri. presidente da provincia a licenca
AOS ao:ooo,000 1: 10:000,000 ve nB. do Vf* r,li ? arli8o 38 do regulamenlo do
111 1 1 ,a do maio do anno prximo passtdo,srn-
Ma praca ria Independencia n. 10 doesmalorias que liciona leitura, cscritu-
e 15, loja de calcado do Arantes cao, doutriuachristJa, ariibmotica ornas
1 ij ,..., i.,, quatro oncracOcs de inteiros, quebrados,
vendeni-SC Ciutelas dd quaila lolc- decmacs, complexos, rogra de tres, jurse
lia, a beneficio da igreja matriz U !.- ItaniUto ,1a l.-ma ..:. motria rocli linea,c nocOes de geographia e
&. Joao liaplisla da latgoa, c"Ja historia; assim cornos? oITcrcco para licio-
lisla 3C espera pclt vapor da com- narcxlornamenlo ditas materias: a quem
nanitas luasili'irn nndia ?o do Cor- dosou preslimo quizer ulilisar-se, promet-
panliiai)iasutira, ncuia aouocor lcnj0aos illusires pais, que II10 conliaroni
rente mez, c noria 21 pelo vapor aoducaco ueseuslilhos, eiforcar-sequao-
in"lez Severo: a lotera corren 110 lo cm si rouber, alim do bem deiempenhir
,.0 ... n srdda tiran quo se propoo. Simplicio
da 7 rio crrente mez. oao pagos ,la (;,uz ij|)ciro.
lodos c quaesquer
descont algum na mesma loja
Quaitos 5,5oo
Oitivos
Vigsimos
premios sem Na rua doQucimado n. 11 deseja-se
sabor so existo nesla praca o Sr. Joaquim
Pinto Franca, natural 00 Cura, cujo Sr. so
esperava ltimamente do Genova.
Iiomingos Jos Marques solicitador
dos auditorios da piimeiro u segunda ins-
tancia, capcllas, rosiduos casenlos, mu-
2,800
I ..'i DI I
-- Desapparecou no dia 8 do julho do cor-
rente anuo o clmelo Jos, cscra vo do Pa-
checo, Mibo do Mondos do Araoaty ; o qu?l
escravo lom os signaos soguintos ; o braco
esquerdo quebrado na munbeca, cabellos
prctos o grandes, bcm fallante, o qual pode
ser que queira inculcar-so do forro, levou
rnl'.'ii azul il' algodilo, camisi de algodo do
lustra, quando falla aporta um penco a lin-
goa onlro os denles : quom o pegar levo a
rua da Cruz do Recifo 11. 33, casa do Luii
Jote de Sa Araujo, aondo se achava para ser
vendido, que se recompensara.
- Precisa-se de um caixeiro brasileiro
quo tenha boa conducta para caixeiro de
um doposito : a tratar na rua des. Rita n.
I.cmbra-se a quom competir que nilo
deixo de mandar ncolber ao calaliouco ao
menos por uns tres dias, os empregadns da
msica,quo no dia 3 do crranlo tocn pelas
mas do 8. Antonio, dopois da meia noutg
o mira as nrd os estabelccidas.
-- Procisa-se alugar um negro liel de 20
.1111.1.. no Hotel Francisco no Recilo.
-O secretario das sociedades das artes rr.c-
canicas o liberaos desla el 'ade, faz ttente
aos senhores socios, que domingo II do cor-
rente, as 10 horas do illa, llavera scssSo di
sociedado pira a qual os convida.
Cezacia Mam da Rosa, viuva de Manncl
Josi) Flix da Rota,participa a todas as pes-
soas que liiiham contas com seu fallecido
marido,quo ella se acha auloiisada pelojui-
zocompetento para recober todas as dividas
do seu casal.
- OSr, tenonte Jos Antonio do Araujo
Pernamtiuco,quelra ir na rua das Cinco Pon-
tas n. 44 a nogocio de seu inlereese.
Ueos DispSe.
Acaba de chegar do Rio do Janeiro, Iradu-
zido em pnrlugucz, o cxccllcnto romauco do
Alexantro l)umas,que tcm por titulo, Dios
llispOe, vendo-sc na livraiiada pra^a.da In-
dependencia 11. 6 e8, a 8,000 rs. constando
de 6 volumos.
Prccisa-sedo urna ama capaz que quoi-
ra servir no interior e exterior de urna casa
do pouca familia, preeisanlo-so mais que
ontonda do cosinha : a tratar na rua da San-
ia Cruz da Itaa-Visla n. 36.
Procisa-so do alugar urna ama forra ou
captiva, quo faga lo lo o servido de casa e
rua : conf.onto ao thcatr.0 de S, Francisco
O. 8.
Desapparecou no dia 8 do correlo a es-
crava do nomo Rila, de nacflo Gento, lom
urna cicatriz no braco liircito e amunboea
da roto loria, o una ofelbl alejada, lem fal-
la do dentet na frenlo : roga-se as autorida-
des policiaei o ctpiUei do campo que a ap-
prohendain c mandoin a rua das Larangjiras
11. '2, quo II recompensar.
i priea dos bous j annuncia.los por
cxccuQiodu fazonda provincial dove lor lu-
nar Hoja na audiencia : quem quizor arre-
malar ditos bous podo comparecer a hora do
costumo.
-_ pff*JM->e iln nrira ama, para casa do
pouca familia : annuncio, ou dirija-so a rua
Augusta, casa n 50, que se Jira quem pre-
cisa.
Iloje 9 do crrante, dcpois da audien-
cia do juizo docivel da primoira vara, tora
lugar a arrematac.!Io de urna porcSodoti-
boas o serrafos da pinho, e urna fecha dura
grande de broca, penhoradosa llcrmino Er-
iiesto debemos Amaral, por ser a ultima
prisa.
-- [Jai homem que cscrcvc soll'rivelmonto dou sua residencia para a rua Nova n. 41 ,
ocnlcndodoontabilidado, cncarrega-so de priinciro andar : quem do seu prestimo so
qualquer osciipturarjSo om sua casa, 011 na quizer utilizar, clevcr procurado de ma-
llas pessoas, quo disso o cncarregarem, das nbaa al as 9 horas, o a tarde das 3emdi-
G as 9 horas da noite, e nos domingos e dias auto.
santos: quom do su prestimo so quizer uti- -- Na noito de 5 do corrento, perJou-so
Usar, annuncio por esto Diario para ser pro um allineile do peilo do diamantes, da rua
curado. da l'culia a do Collegio: roga-sc aos sonlioros
Dcscja-se saber se existo tiesta cidade ourives, quo quando Iho furom offorecor tal
o Sr. Joaquim Antonio Fernandos Lima, li- alllnoito, queiram lova-lo a rua da Penha
Iho do DominKos Jos Fernandos Lima, o n. 7, que ser recompensa lo.
ngel ca Joaquina, natural da villa de Arou- *%*'?f5S!"l V^!f?iJS0C
ca, reino de Portugal, quo oinbarcou nac- Aliigam-so o vendom-so bixas na f)
dado do Porto para esta em 1834. praca da Independencia n 10, con- ff
-- Precisa-scdo um rapaz do llalfian- fronto a rua das Cruzos. m
Joaquim I'ereira Arantes faz
sciente ao respeitavel publico, que
deixiram de ser seus caixeiros os
senhores Antonio Augusto dos
Santos Porto, e Antonio Pereira
da Hucha Bastos.
Pede-se ao Sr. tenente Jo5o
MSrinho Cavalcanti de Albuqucr-
que, o favoi de chegar a esla pra-
ca, para negocio de seu interesse,
nao se querendo ir ao Poco da Pa-
nella, onde reside.
-- Prccisa-so de urna ama de Icile, nSo
se olha a prefo : na rua do Rangel, loja de
cora n. I.
VtffVVfWffV'WfWWrff
Botica homopathica. 9
28 RUA DAS CRUZES 28, 4|
Dirigida por um pktmuetUtico ^
approvaclo. ^
Esteestabolecimento possue todos
os medicamentos at agora experi- <
mentados, t8nto na Europa como no
Brasil, e proparados pelas machinas
da invoi'cHo do Dr. Muro.
PRECOS.
das carliiras komiopalhieii.
Emcarteiras do 12 tubos grandes 12/
24 a c 20/
a 24 t pequeos 15/
Tubos escolhidos (cada um) 1/
Tintura s demodicamentos era
frascos do l|2onca (cada um 1 2#
Ha mais, alom dostas.outras multas :
a> caixas com glbulos o tinturas por ^
>
->
s>
nos, nacional, ou porluguez, para caixeiro
do u.na taberna : na rua larga do Rozario
11 32.
Francisco Estoves Alvos, tem urna car-
ta, cm casa do Miguel Estoves Alves : na
rua do Encantamento do Recifo n. 4.
Precisa-se do urna ama, para cozinhar
Lotera de Nos.-a Senhora do
Rozarlo.
As redas desla lotera aodam no
dia 29 do corrcule, o respeclivo
loja
lo
I IUt>IU-0<7 ut) uiaau auiuj j-"* *< .
o engommar : ni rua da Praia deSanta Ri- thesourciro roga ao respeitavel pu-
la n. 43. blico que concorram a dar e.v-
- Desappareceti do lugar da fr ^ rcsto dos l)AhetC5f os
Capunga, fim bo. de carro: quem acham.se a vendl nos |1Iga.
delle l.vcr noticia leve-oao mes- ^ do cost(|ine_
mo lugar, na venda grande, que A|uga.s0 nm sitiocomcasa doviven-
scrgenerosamente recompensado, daconicommodos paia gr^ndo familia, na
- Uircrece-se urna pess.u, para onsinar rua Imperial, junto a fundicSo do Sr. Leal,
primeiras letras, cm quilqucr\ngcnl.o dis- Tambe ji so dar a morada gratis a quem
aulo da praca: a tratar na rua Imperial quizer fazor algumas bcm rollonas no mes-
.25. 1 mo sitio: a tratar ua rua do Crespo,
-- Toma-sc rpa do alguma familia gran-! n. 16.
le, ptn lavar eengomxar, com toda per-j csapparcc no ri:a 21
leicao o asseio aftoguraniio a pessoa quo a; aJo mez U|ll cabra de nome
tomar pola falla quo houver : quem quizer, pww
annuncio. I Antonio, que representa ler Jo
-- O Sr. Jos da Silva Monleiro tom duas jc j^dc altura regular,
cartas : na rua larga do Rozano n. 20. ....
4!^^?*-.^*!'cmle.to do corpo, pes pequeos,
Companhia de accionistas he alcijado rio braco dircilo ao pe
do iheatro de Apollo. 3 da munheca, proveniente de feri-
menlo d'arma de fogo, c tem todos
os coslumcs e fala d.> mato. Este
cabrafol birlado em i83'5, c an-
dou pelo sertao etn varios lugares,
como fossem Kiaclio do Sangue,
lrejo de Bananeiras e Catle at
i8J2, em queveio para esta cida-
de para o poder de seu senhoro
abaixo assignado; roga-se por-
tanto as autoridades policiacs e ca-
pilaes de campo a captura do mes-
mo, e mandar entregar na rua dos
Pies na lloa-Vistan. 28, que se
recompensar generosamente.
Manocl Joaquim Carnciro Leal.
Precisa-se do um Irahalhador de macei-
ru : na rua do Direita do Attogado padaria
n. 66.
-- Prccisa-so alugar um prclo quo saiba
trabalhar do enchada : na rua da Cruz 11. 2
Aluga-se um segundo andar, com gran-
des commodos, na rua do Rangel 11. 47 : a
tratar no caos do llamos, armazoni do lonha.
-- Descja-so alugar um sitio, com bstan-
les commodos, para nina pequea familia
cslrangcira, nos lugares di Solodale, Mon-
dogo, ou Manguinho: qu'iii tiver, ilirija se
a fundiQodo ferro da rui do llriun.
-- Oabaixo assigiiiido dcixou do vender
bebidas espirituosas doprolucco b-asilci-
ra, do I.* do julho emdianlc, na sua la;
borna do aterro a Roa Vista n. 20. -- Jos
Faustino do I.oaius.
Ollerece-so para caixoiro nosta pra?a,
ou for dclla, ou mesmo para algum enge-
niio, um rapaz, para o quo tem cunheci-
mento: quem pretendor, annuncio.
AviSi-soa quom convier, quedo auia-
nbSa em dianto, so proceder a venda dus
penhores que se achan c 11 polor do abaito
assignado, cujos prazosesto ha muilo ven-
cidos. Joaquim Pereira Xavier do Uli-
veira.
-- Precisa-so do um molequo para servi-
do do osa do familia, o que venda na rua ;
anuuucie on dirija-so a rua do Hospicio,
casa n. 17.
do i ical 1 o de .\pollo.
$ Pola segunda vez convida a com- 4
ty 1111--.V1 auministraliva, aos senboros *
> accionistas, a roiinireni-so domiui;o
a>; II do concille, polas 10 horas da ma- <)
t- ulula, no mI.1'1 do mesmo thcalru, a-
^ Om do proeo1or-so a escolha da novafif
p .nliiiiiiisli .'c.io, cao mais quedeter- i
t> mina os estatuios. ^
*a> >* **#**?**-*<>*.>**
. Na rua da Cruz n. 58 loja
de barbeiro, alugam se bichas, e
vendem-se a relalho, e tamhem
os centos pela diminuta quantia de
8,000 rs.
OSr. Jos Corrcia de 31en-
donca queira mandar pagar a
subscricaodeste Diario.
-- Precisa-so do una ama, quo saiba en-
gommar, para o sorvico do urna casa do pou-
ca familia, preforecc-so cscrava: na rua No-
va 11- 30
Cbrislovio de Souzn Araujo, subdito
porluguoz relira-so para fora da provincia.
-- O abaixo assignado avisa aos credores
do Dr. Malot, para comparcccrom no sou
armazcm, na rua do Trapicho 11. 38, nos das
9 e 10 do corrento a M111 de recoucrom o que
Ibes locar em rateio, do que so tcm apura-
do.M. Cirnoiro.
Avizo ao publico, o principalmonto ao
commorcio, quo desdo o i26 do bnl do
1852, deixel de comprar debaixo da lirma do
Jos do Medeiroslavares por com ello nilo
tor mais em commercio transagO algu-
11.a. Manuel do Rogo Soares.
Pode-so ao 8r I ajmundo Jos Araujo
quoira mimosearos concorreutesao sou bo-
nilicio, com a touadilhi hespanholn, cm
quo lauto brilham as gragas o tlenlo da
eximia o encantadora Mauoelita,aqueoi 1.mi-
ra so cancho do admirar, s dilletanles.
Tem-se notado a 1 nll urnn 1 c outliusias-
n.o com quo tem sido procurados os bilhctos
para o beneficio do Raymundn, para sabba-
do, devido a osperancosa ideia quo nutre
o publico do ver de novo brilhar os tlenlos
ila encantadora Manoelila, na sompio ap-
plaudida tonadilha hospanliola E so ello a
nao leva i' Muita gente Mea de forquilha ao
pescoco. Expedidor.
procos variaveis, conformo o tama-
ito ea qualidado das caixas, o a < ..
quantidade dos remedios o assuasx
dynamlsaQOes, etc. ^i
AVIAO SE GRATUITAMENTE <
para os pobr 'S, todas as reccitas quo J
para ali man lar qualquer professor. J
A4AAA-li>AA: Norberla Antonia a Silveira tem con-
tralado a compra de urna casa trro* nimia
por acabar na Capunga, da estrada quo val
para S. Jos, a Jolo Monleiro do Quciroz,
quem se julgar com direilo a mesma annun-
cio no praso de Iraz dias.
No dio 9 do crrenlo tem de ser arrema-
tada peranto o juizo da piimcira vara civnl
dosta cidade urna taberna no lugar de Affo-
gadus.pcrtoncente Uornardino Luiz Ferrei-
ra, por exocucSo do Jos Alvcs dos Reis, os-
crivilo Santos.
Um mogo com as haluiilaccs necossa-
rias se oll'ercco para fazer qualquer cscriptu
crailo das3hor.isda tardo pordiunlo,cntiaii-
do mesmo pola nouto, se for |>reciso: a fal-
lar no altorro da Roa vista 11. 58, loja de cal-
cados.
Aluga-so um prelo ptimo canociro,
remador o proprio para qualquer servico : na
rua do Rangel n. 59 segundo andar, do ma-
nli.ui al as 9 horas o das 2 da tarde em
diante.
D-se dinhoirn a premio om pequeas
poreftos, com penborosdoouro: na rua lar-
ga do notario n. 26, se dir quem d.
precisa-so alugar urna casa do 2 anda-
res, ou do um andar e sotSo, com commo
dos para grande familia, nos bairrosdoS.
Antonio, ou Roa Vista : dirija-sc a rua do
Quoiinado, loja n. 4!, quo ah se dir quem
precisa.
Madamc Routior, modista Trancazo
rua Nova n. 58,
avisa ao publico, e particularmente a seus
freguezes, quo acaba do receber um grande
sorumcnlo de fazendas modernas, ricos
chapeos do seda para senhora, cspaitilhos
do primeira qualidado para senhora e meni-
nas do ii.mIi- do 7 a 12 anuos, chapos re-
dondos do soda para meninos e meninas,
um rico sorlimonto de manteletes ocapoti-
nhos do coros com collclos, litas do velludo
e livellas do madreperola, ricas toucas de
senhora, ricis capcllas para noivas c madri-
nhas de casamento, ricas luvas de pellica,
uui grande sorlimonto de bicoi de blondo
da largura do um dedo al um palmo, dilos
do soda largos c eslilos, Mas de todas as
cores, luvas prelas para sonhora o meninas,
ditas do polica para homom, lindos veos
rara noivas, franjas o trancas do sada preta
o do cores, chapeos de palha lina, ditos re-
dondos para meninos de I a 6 anuos, man-
guitos do ultimo gosto. Na mesma loja i-
zC'ii-sc fettidot de casamento, de baptisa-
dos toucas do meninos o desenhoras, ca-
potinbos o manteletes do todas asqualiJa-
ilcs, com perfeicao o proco conmodo; re-
cobem-se todos os mozes ligurinos moder-
nos que emprestam aos seus freguezes.
.. Mr ,,(.faiV'V1,W4* V, 1,1 n 1 .. X, SXCallt5Ml '
fe 1110 no publico |iara todos os 8
msteres "c sn pt'ollssftot ~3
m p6deser procuriulo a ....... *
quer lior e sim casa, na $
-. 11111 largadoRosarlo, n. 86, 4
^ aegando andor. .*!**#* *>!a Li)* .31
Lava so o engomma-se com toda a per-
FeiQflO ; a tratar na rua do Amorim n. 27,
terceiro andar.
llotel Recife, rua do Trapiche
n. 5
lem sallas c quartos preparados com docen-
cia para rcetier hospoJcs.
Almo?os e janlares avulsos.
Vinhoi do todas as qualidades, serveja,
refrescos, &c.
Forneco, com todo o accio o promptidao,
diario para mosa de qualquer individuo ou
familia.
Encumbo-se de fazer janlares para Tora,
dando louca, vidros, Ac.
D comilas por assignatura mensal, tanto
no estabolecimonto como fra dello.
Tudo pelo maiscommodo proco possivel,
com limpeza o promplidao.
No pateo da Ribeira do S. Jos, loja do
sobrado n.15, lava-so c ongo-rma-so, com
assoio o Derfei?3o, por prc?o commodo.
Compras.
Compra-so um ou dous caixos reparti-
dos para anuacHo do venda; urna balanza o I
torno depezos do oito libras para baixo,ludo
em mcio uzo : quom taes objeelos livor o os
quiser voiiilor dirija-so a rua da praia de S.
Rila armnzcm 11. ou na rua do S. Rila 11.
I ompra-sc um par de con-
solos pequeos de jacaran la, com
pedra, ou sem ella, para pequeos
claros de sala : na rua da Cruz
n. 34.
-- Na rua daSeuzalla Vclba, defronto do
Sr. Monloirouintor,compra-so lodasasqua-
lidados 1I0 forros velhos o inelaes do todas
as qusliiladet ittjmoomoouralot dcptnno
linos.cascinirase todas as qualidades de mu
lamhosque servirem para fazer papel: as-
sim como cabos velhos, lonas ote.
Comprn-se um neg/a que cosinhe.en-
gomme, e ensalme, ainda mesmo sendo do
meia dado : no boceo da ViraCfio n. 39.
Coinpram-se duas creoulas ou pardas,
Jo boas figuras, com habilidades; pagim-
se bem : na rua da Cruz o. 40. I
Compra-s*
garrafas vasias que tonham sido de le roy
a 80 rs.; ni rui Direili o. 7.
Compra-so trastos usados, e tambem te
trocam por novos : na rua Nova armazem do
mobilias do Pinto defronte da rua do S. A*
miro._____________________^
Vendas.
1 j
Para debruar palitos.
Fitas do superior qualidado, e diflerentes
padrOes, o larguras por molico pn-co na lo-
ja c fabrica de chapeos da praga di Indepen-
denoia ns. 24, 26, e 28,
Uc castor finos
Superiores chapeos do castor brinco de
formal modernas, o muilo leves, a 10,00d
ri., superiores e modernos chapeos de seda
francezes, a 6,400 rs., na loja e fabrica do
chapeos da praca da Independencia ns. 24,
26, c 28.
De castor a 6,000 rs.
Chapeos do castor brancos inglese, d bo.-
nilas formas, a 6,000 rs na loja e fabrica de
chapeos da praca da Indepondencil ns. 24,
26, o 28,
Oleados para mezas.
Vende-se oleado piolado, de muilo boni-
tos padrOes do quatro a oito palmos de lar-
gun, e pur prec.o muilo barato na praca da
Independencia loja e fabrica de chapeos, ns.
24, 26, 0 28.
Do Chile e de Italia.
Completo sortimento de chapeos do Chil-
le,os melhores em alvura e duracao que tom
vindo ao mercado, o por procos muilo ra-
zoaveis, ditos de Italia para homensese-
nhoras, sendo estes ltimos optimameuto
apparelhados : na loja e fabrica do chapcoi
da praca da Independencia ns. 24, 26, c 28.
A Amazona.
Chapeos de seda para as senhoras passea-
rem a cavallo.o mesmo a p, de nova mua,
0 muito hora onfeitados, bonets de panno
para tapbortk o meninos, de todas as quali-
dades, chapeos do castor de diITcrcntos co-
ros pare meninos e ni "ninas, com elTeitos e
sem ellos, lulo por preco muito commodo;
na loja e fabrica do chapeos da pi .m < da la-v
dependencia ns. 24, 26 o 28.
AttencSo a pechincha.
Na rua do Collegio, loja n 1,vondom-se
as superiores batatas do Lisboa, polo bara-
lissimo pro?!) de 50 ris a libra, em por(So
do 8 libras para cima.
Vendo-so uin escravo, creoulo, de bo-
nita Mgura : ua rua das Cruzos 11. 30.
Ilap Paulo Cordciro.
Na rua da Cruz n 57, vonde-so o vorda-
1 un ra Paulo Cordeiro viajado do Rio do
Janeiro, ao Para a 1,410 rs. a libra.
Marmclada nova.
Na rua da Cruz n, 57, vendo-so marmela-
la, nova do Rio do Janeiro, o de Lisboa d
mclhor quali lado quo tem vindoa oslo mer-
cado.
Lotera do ilio de Janeiro.
aos 30:000,000 de rs.
Na lojadcmiudczasda praca da
Independencia 11. 4 vendem-se
mcios hillictes, quartos, oitavos e
vigsimos, da quarta lotera para
concliisfio da igreja matriz de S.
liaptista daLagoa : vem alista no
primeiro vapor que chegar do Rio
de Janeiro.
Vendcm-se cortes de chitas
finas, para vestidos, de dilTcrcntcs
cores a preco de 1,280 e 1,800
rs. .- na loja da rua do Crespo n.
3, ao lado do arco de S. Antonio.
Vendem-sc 2 alambiques de
carapuca e novos, por metade do
valor, porque ordinariamente se
vendem : na rua Nova, loja de fu-
nilciro n. 38.
Vcndoui-so duas negras, sendo urna do
18 a 20annnsde idado, creoula, e outra do
30 anuos de idado, tamhom crooula ; um
negro para lora da provincia, ou para en-
golillo, de 20 a 24 anuos do idado, creoulo o
he cozmheiro: na rua da Praia n 20.
Toila attcncaoao haratein! !!
Rua do Crespo n. i4, loja de Jos
Francisco Dias.
Existe um delicado sortimento do flnissi-
simas chitas do cores com sil pieos, os mais
llnilOS gustas que t1" vinilo o mercado a
210 rs. o covado, dibs cores de vinbo e caf,
muito miudinhas do novos dosenhos o cores
muito Mxas a 200 rs. o covaJo, ditas do dif-
iranles quididades a 160 rs. o covado, Mois-
sirr.as alpakas do todas as cores a 640 rs. o
covalo, ditas rom Mos de seda o de novas
cores a 1,ono rs., ditas pretal com flores
imitando 'chamaloto de seda a 1,100 rs. o
covado, cortes do casemiras de 19a e algodSo
de lindos gostos a 1,600 rs. o corte, os mais
superiores brins de puro linlio o d riquis-
simas cores a 1,280 rs a vara, brins do puro
liubn do urna s cor, fazenda propria para
palitos a 320 rs. o covado, as verdadoiras
brotanhas de rolo do 10 varas a 1,800 rs. a
pega, idem do 5 varas, fazonda muilo encor-
pada a 1,000 rs. u pc(a, assim como mullas
outras fazendas quo So vondero por muilo
monos 1 reco do que cm outra qualquer
paite,
Um liuiii escravo.
Na rua das Cruzos 11.18, primoiro andar,
ha para vender um bom es-ravo, moco.cre-
oulo,proprio para todo o servido de urna ca-
sa, c que ontoode de cosinha, o copa ; podo
ser visto todos os das das 7 as 9 horas da
nianli.i, o das 5 as 7 da lardo.
-- Vonde-so um bum escravo,mulato,mui-
to robusto, proprio para qualquor servico,
tanto do campo cmoda praga: a tratar na
roa da Cadea do Recifo n. 7, loja do miu-
dozas.
-- Vonde-so urna casa terroa sita na tra-
vessa do S. Pedro n. I; os pretndanles di-
rijam-so a rua do I ivr?ment n. 28, das 2 as
4 doras da lardo.
Vende-se um escravo, creoulo, de ida-
de 28 annos, o qual entende do canoeiro e
do ombarcadico, o oosmo preforo ser ven-
dido para o mister deembarcadiso: na rua
do Trapiche Novo n. 4.
Deposito de tecidos da fabri-
ca de Todos os Santos,
na Baha.
Vondo-scom casa de Domingos Al-
vos Malhcus, na rua da Cruz do Re-
cite n. 52, primoiro andar, algodBo
transado daquella fabrica, muitopro-
prio psw sccos o roupa de escra-
vos, assim como lio proprio pan ro-
des de pescar e pavios para vellas,
por proco muito commodo.
A *4s!.A M A ***
Oleo especifico para curar a
caspa, contina a vender-se, na
rua do Rangel n. G4.
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f
J MUTILADO


i
,1
I
A

:!
/


\
:

1
)\Cia\DEDEPAlN.
felfea'
Kua do Collegio n. !\
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao rcspoitavcl publico d
Perrtambuco, e principalmente a seus fre-
guezes, quo elle recebeu pelos ultimos.na-
vios, viudos da Franca, um grande e rico
sor I iini'iiio dos moldures chapeos de sol de
seda, quo tem vindo a esta \ rara, proprios
para a ostagflo do invern, c parasenhoros
do engenho, por serem muito forles ; sor-
timento de chapeos do sol deseda dodiffe-
rentos qualidades do 5,000 rs. para cima,
lindo sorlimcnlo do chapeos de sol He seda
para sen horas de todos" os Tritios o tama-
nhos, que vende muito omconta ; dilosde
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homcm de ferro e de balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de t,500
rs. para cima; grande eescolliido sorlimeo-
to dechamalotes, sedase pannos empece,
para colirir armagOes servidas, bsleias de
todas as larguras o tamanhos, para vestidos
o rspartilbos para senliora ; fazem-se um-
brllas para Igreja; conerrta-so toda oqual-
quer qualidade do chapeos de sol, todo por
muito menos prego do que cm oulra qoal-
quer parto. Vendc-so cm porgSo e a reta-
Iho. No mesmo estabelecimonto acha-sn
uro bonito sortimonlo do bengalas.
2,000.
Vcndem-se cortes do brins trancados os-
curos de puro linho a 2,000 rs., dito de pele
do diabo a 900 ou 240 rs. o covado, cortes
de i"i iiiiii,i i,i de salpicos do cores o brancos
rom sete veras a 4,500 rs. o corto, e 720 rs.
a vara : na ra do Crespo, loja 6..
Vendc-so um terreno com 107 palmos
lo frente, o 90 do fundo, silo oro Kora do
Tortas a beira mar, um dito com 100 pal-
.mos de fronte, e 500 do fundo, sito na Pas-
sagem da Magdalena,abaixo da ra publica,
entro as duas puntes ; o quo tem no fundo
nutra ra que d dospejo para a camboa da
ponte pequea ; um dito com 100 palmos do
frente o 300 de fundo ala mesma camboa,
e que tem urna ra na frente, o outra de um
lado, quo he aquella queda despejo para a
mesma Camboa. Dous ditos, com 50 palmos
do fronte, cada un, o 300 do fundo, ala
mesma camboa : na l'raciuha do Livramento
loja n. 57, so dir quem vendo.
CHA PHKTO.
Venilc-se superior cli pelo,
cm caixas de 3o libras cada una :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rita do Amorimn. 35.
?; ,\HADOS AMKIUt'ANOS. I
Vendem-sc arados ame- &
ricanos, chegados dos Esta- 1*
dos Unidos, pelo barato pre- }
50 de 40,000rs. cada un: na ra do trapiche 11. 8.
ou-
*
i
i
Vendcm-se rclogios de
ro eprsta, patente ingle* : na ra
da Senzalla Nova n- 4a-
Vendem-ae os verdadeiros solins in-
glczes, patente, de molla e sem ella : na
ra daSenzalla Noy a n. 42.
Deposito de panno de algodo da
fabrica Todos os Santos da Ba-
nlua.
Vende-se por preco commodo
0 bem conhecido panno de algo-
do desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no escrip-
torio de Novacsck Companbia, na
ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na tundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados,le ferrodc*divcrsos mo-
loloa,
Mociutns superiores.
Na fundlcSo do C. sbiic Conipanlila,
em S.-Amaro, acham-scvonda moendas
de canna, todas deferro, e um modeloe
conslrucQSo muito superior
Ycnuem-so as segulntcs scmcnios :
nabos,rabanos,rabanctes encarnados o bran-
cos, sobla, couve trinxuda alfacc ala-
moa, repulhuda,chicoria, senoula, fiijo
carrapato do tres qualidadcs,ervilha torta o
direila, fava, coentro de touceira, salta, to-
mates grandes, ropolho, couve lombarda,
saboia, e mustarja : na ra da Cruz n. 46,
defronto do Sr. doutor Cosme
xa&mmmmmmm mmm*mw.mmp
Jiome barato.
Palitos feilos, verdes o pretos.
i Na ra Nova, 11. 26, tem para von- ;;
>> der palitos de panno a 20,000 rs., co- 8
41 lelos dosetim 1 reto deMaco 5,000 g
H rs., fazenda muito fina, ditos de fus- jN
1 tilo a 2,560 rs. cada um.
Aprovcitcm aoccasiSo.
Tendo ebegado a loja de ferra-
gens do aterro da Boa Vista n. 46,
de J. 8. de JMcnczes, um grande
sortimento de charutos superio-
res, vindos da Babia, para acabar
e agradar aos freguezes, vcndem-
se pelo custo; por isso aproveitem
a occasiSo de fumarcm um bom
charuto, e por pouco dinheiro, af-
fiando-se que sao da mellior qua-
lidade, que tem no mercado, vin-
dos daquella praca, e os precjs/Sao
osseguintes : 1 '
Boa lama \-1,400
Cata flores
Primorosos.
Emilios .
lana da Babia
Flora
Hegalia de L. M. de Sotiza
Ditos de Alverga
Quem fumar saber
Fama va de Alverga
Vndese marmelada nova, vinda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n.
', 46, defionte do Sr. Ilr. Cosmo.
Vende-se um cabrinba e 14 anuos, c
um preto, creoulo, do 28 annos, vindos do
i ser 1 !n>: na ra do Trapicho Novo n. 4.
Vendem-so charuto'sde llavana vorda-
doiros : om cisa de Schafheillin & Tobler :
na ra da Cruz n. 38.
Vendom-se lonas, hrinzo, biins, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. ISiebcr & Companbia, na ra da Cruz
2,000
2,000
2,000
1,200
1,200
1,600
i,5oo
2,000
1,600
Vcndem-se remos de faia,i Chapeos do (hile
oleo de linhaca embotijas, barr- J Vende-se chapeos do Chile pe-
cas com cimento' ees linas,-vende-1 quenos a 3,ooo rs. : na ra do
se a von.rade dos compradores e Crespn. a3.
por. pfecos commorJos : noarma-
zrrn d-puJaboas- depinbo, otras do
tbeatro velho.
Vendcm-se ntarras do ferro: na ">ia da
lSenzalla \nva-il. 42
I' ios para sapateiro a 5oo r.
a libra.
Na nova loja,de miudezas, na frente do
I iviainniiii, v.'iiii, -M, (o de sapateiro d*
puro linho da acreditada esa do Adanison,
a 500 rs. a libra, eem porgSo de 5 libras
para cima a 480 rs.; lio pccliinr.ha.a elle an-J,
les quo so acabe : tambem se vende marro-
quim amarello, rouxo, encarnado o azul
15,000 rs. a duzi, a pelo a 1,'. 11; lato para
acabar.
Sortimentos de panos linos e casc-
m 1,1.1 ic todas as quaiidades.
I'ano fino a i.s.Soo.
"** Vende-se pao de todas as cores
a i,8oo rs, o covado: na ra do
Crespo n. 23.
Vende-se por preco commodo urna prc-
ta, creoula, de idedo 45 anuos, pouro mais
ou menos propria para vond r na ra ou
para o servigo de culpo: na ra dollangcl
n. I.
-- Na loja de Jos dos Sanio, Noves ra do
Crespo n. 17 vende se o superior rap Paulo
Cordeiro a 1,440rs. a libra.
Pescocinhos.
Chcgaram mni ricos pescocinhos para so-
nh'ir.i, o so vcudem ua ra do Queimado
0.9.
Quim precisar do um cabriol. t muilo
manniro, moderno o usado, rom Indos os
jsous apparelhosquasi nevos,falo com o dono
n. 4.
**rl*W*^^ Dircita n. 7.
A 120 rs. cada um. () rospcctivo lncsoureiro da lotera do N.
Na ra do Qucimado h 3. derrontc ao s do flozario, murcoii odia29 do frrente
boceo do Poixe-Frito, vendc-so Icncinhos 1 ,,,rn 0 andamento das rodas, o cautelista
do cambraia pintados, para miios desonho- tt.m venda um completo soilmenlo de
ras, pelo baralissimo prego do sois vintens .cautelas, na loja do Sr Fortunato praca da
cada um. Independencia, c na casa assima, mcios bi-
A 240 rs. o covado. Hieles o inteiros
Defronte do becco do Prixe-Frilo, loja n. Pilhctcs 8,000
3, vcmlc-se cassa chita, cores fix.is, do lili- Mcios 4,000
dos padrOcs, pelo barato nrcc,o de dozovin- Quartos 2,200
Na ra o Crespo loja da esquina .|iio vol- ^da lojt do chapeos de sol, no aterro da lloa-
ta para a raileia,vendc-sc panos linos pretos Vista 11. 22, que Ihe dir quero vende,
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., e fran- Ven re-so um excellenlo quarto, qoe
cez muno superior a 6,000 rs,* covado, di- nflo tem anida a segunda muda, c mu car-
io verde a 2,800 rs. dito a.ul a 2,880, 3,500, Iudo, com lodosos arrciosquasi noros.para
4,000 o covado, rorles de raiga de casemira montana : na Kslancia, casa contigua a ca-
prola i iil'estailn > 5,000 e 6,000 rs., dita fran-! pella, defronte do senbor Cardosn Ayres.
ceza elstica a 8,000, 9,000 e 10,000 o corto,, -- Vendem-so saccas com Tardo, ornis
e ouiras muitas fazcmlas por prego com-1 novo que ha no mercado, e por prego com-
modo. i molo: na travessi do Queina lo,venda n.3.
Cortes de brim de puro linho. .. vonde-se um piano, com pouco uso o
Na ra do Crespo loja da esquina que vol- boas vozes, um loucador e urna cadeira de
ta pera a cadeia, vemie-se cortes de caiga ile| piano, tu.lo com muito pouco uso. na loja
brim de quadros, e listras do puro linho a de louga n. 28, na ra larga do Hozarm, se
1,280 e2,000 rs.,ditoiotairo pardos 1.280e dir quem vonde.
2,000 rs. o corlo, riscado de linho do listra Na estrada Nova, rancho do
a 720 rs. o corle. !, i.
Cambraiasde salpico b.anco c de Vicente vendem-ae superiores
cor, lencos de cambraia deYacca? P",das' da ''cm ""
j i lxenla lanque do Vieira : quem
Na ra do Crospo loja da esquina quo vol-,!,q,li"r comprar, dirija-SC ao
la para acadeia, vende-se corlesdc cambraia | mesnio rancho que achara com
dcsalpico branco a 4.0C0 rs., dito do ora _,_. --_
4,500 rs., lengos de cambraia de linho a 500; T"-1" "r.
e 600 rs. cada um. Vomle-so urna c.ideirinha do arruar ,
Com toque de mofo. n,uil bam esla(,' tornit de d"m'co
- Vcnde-se urna prela creoula por prego
cmodo : na ra da l'raia V 49.
Escravos fgidos.
Tarinlia de trigo
SS*F.
Fontana.
Galega.
Haxal.
No armozemde j. J. Tasso .fti
Dior, na ra do Aniorim n. 35.
Deposito de cal o potassa.
No armazem da ra da Cadcia
doltecifcn. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, cm pedia, as-
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vcndem-se vinhos de Lisboa e Fi-
ueiid, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 c 240 rs. a garrafa,e i,ioo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e pan ver da-
se a beber ; iie baratinho, a elle
freguezes que be bom vinho.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Aruorhn, na ruada Cadcia do
llocilc, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, ebegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por monos prego do que
em outra qualqncr parte.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequcua porgSo de potassa
americana, ebegada recontcmente que por
superior rivalisa com adallussia: vnde-
se por prego razoavel.
Agencia de Edwin Maw.
Vi 1 11.1 ,!. Apollo n. 6, anua/mi d*c Me. Cal-
mo ni & Coinpanhia, acha-se conelantcmcntc
bons aorlimentos de laia de.ferro coado c
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
riraa todas de ferro para animae, agoa, etc ,
(lilas para armar cm madeira de todos os ta-
manhus c madeltos o mais moderno, machina
hurisonlal para vapor, com for^a de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulsar, por menos prcjo que os
de cobre, escovens para navios, ierro inglez
lantocm harrascomocm trcosfolhas.etudo
por barato preco.
SvVV'Vv'YifWllfffff? Vf
i- Farinba de mandioca
lons o covado; bom como cuitas bsratas
o oulras fazendas mais.
a 280 rs. o covado
Defronto do bcco do Peixe-Krito, loja n.
3, vonJe-so alpaca de algodlo pelo barato
prego de qualorze vinlcns o covado; esta
lazenda turna-se rccummendavel nflo f
para vestidos de senliora,
para palitos c casacas do honiom
AUdigo ia numero 39 A.
Quem lo mandou esto doce? perguntava
em urna niosa ccito individuo, no me o
inandaram comprci-o por mo parecer bom,
llio respondeu o amigo; cna verdade igual
a esleso no numero 39 A deposito, da ra
eslreite, hojustamento onde comprci esta
aprcciavel marmelada peinambucana que
as-. 1111 se Ihe devechamar; saliendo disto o
possuidor dcsle doce lembrou-se de annun-
ciar para quo todos possam apreciar a boa
qualidade ; no mrsmo continua-so a vender
Tatias de farinba
Decimos 1,000
Vigsimos 500
-- No passcio publico n. 17, loja de 3 por-
tas, vendem-so chaledo lila e se.la o ineihor
o/uo se tem visto neslc morcado pelo Paralo
prego de 3,200 rs., ditos de lila a 1,000 rs.,
ditos de tarlalana a 1,000 rs., corles de cam-
braia com barras Imdos padres a 3,500 rs.,
como lamoem .Jitosde cassa-clnta a 1,800 rs., chitas para
cobertas, cores fixas e bonitos padrOcs a 900
rs,. 0 covado, dita (ara vestido a 160, 200
rs., meias cruas americanas para homem
duzia 2,200 rs., pr 200 rs., b'ins do linho
proprin para palitos a 240, c 300 rs., o cova-
do, cort"s paia colete de liaeseda a 800 rs ,
lenginhos para mflo do Senliora com bico em
volla a 280, c 320 rs., aleodiio americano
com algum toque doavariaa 160 rs. a vara,
.' oulras muitas Tazendas por pregos como-
dos.
No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-
fronto do tribunal do commercial, vendem-
Na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
ta para a cadeia,vende-se chitas escuras com
pequeo loque do mofo a 5.500 rs. a png,o o
covado a 160 rs.
Vende-se urna casa terrea cila na ra do
Mondcgo n. 139: na ra da Santa Cruz
n. 70.
do seda e dourada, com corrame novo, far
(lamento c chapeos : na ra Velha ti. 57.
Vende-sn um vilelo de chaves, madei-
ra de Jacaranda, com excellentes vozes : na
! ra do Bangcl n. 59, segundo andar.
P5o de s.'nleio!
Vcndo-sc pao de sentlo, na padaria da
na da Senzalla Nova n. 30 nasquarlaso
-- Vendo-si um grande sillo do coqueiros sahbados, do raeio dia as 2 horas da larde ,
na praia do Jang, com grande casa de viven-
da ecapella, pasto suflicicnto para suslenlo
de muitas vacas, o ptimos lcaos par*
curraos do pcixo : na ra da Santa Cruz
0.70.
- Vendrm-S2 3 pequeas casas terreas,
Gratificarlo.
A quem pegar e levar a ra Dircita, em
casa do Bairflo & Maccdo n. 17, a prela An-
gela creoula de M annos, pouco mais ou me-
nos, estatura regular, secca do corpo, crtr
fulla, os poilos um tanto soceos, ontro elles
urna sicalriz. um dos tornozelos alguma
cousa cnxado por causa da irisipela, foi es-
crava de I oureng) Machado Das, morador
na Boa-Vista, e be ali muito condecida. Bo-
ga-so porlanto a lodaa as authoridades po-
liciaea o capilScs de campo a caplura da
mesma escrava.
No dia 20dojunho do corrento anno
desappareceu do sitio das rzeiras, do major
Jraquim Elias do Moura, defronte da capel-
la do Itozarinho, o seu esc'ravo creoulo,
mr-iiv podreiro, de nome Silvano, com os
signaes soguintea ; estatura regular, greco
do corpo, bem preto, cabega quequena ,
olhos vives, poucabarba, ja branquejmdo,
e com suigas finase compridas, muilo fallo
dodonlos,s tem na mandibula superior um
dente canino, peilas cabeltidos, com alguna
cabellos brancos, tinto trabalha com a mSo
direita como com a esquorda, com a qual
too viola ; pernas finia com urna cicatriz
vermelha na canella, e outra no pelto do p
da outra perna, lovou caiga ojaqeta bran-
ca, e um bonete branco de cabello o palla,
tom sido vista pelisCinco Ponase Boa-Vis-
ta : quam o pogar, ou delle der noticia cor-
ta, v so dito sitio, que ser recompensado
com gencrosidade.
Na madrugada do dia 38 dejunho do
corrente anno, fugio do engenho Cachoeira
doGuodes, comarca de Coianna, um oscra-
vo do nome JoSo de Turres, o qual tem o<
signaos seguintes : cabra alto gorro do
corpo, tem barba, representa ter do ida lo
25 annos, pouco mais ou menos, nariz pe-
queo e afilado, pernas grossas, olhos gran-
des, um dos calcanharcs Incitado, cabillos
um tanto sollos; levou urna camisa de al-
godosinho, outra de algolSo da trra, cai-
ga de algo liiosinbo riscado, ccroula de algo-
dlo da trra, um couro de ovnlha ; foi mon-
tado a cavallo, o qual he rugo, opado,
tem urna belido om um olho, levou urna
cangIba velha o um sacco, o forro do ca-
vallo hi JE : paga-so bem a quem o pegar
olova-lo, ou ao mosmo engenho, ou a ra
da Cadcia do llccifo n. 9, cm casa' de Jos,
laptista Bibciro dn Faria.
Boa gralifcaglo.
Cralifica-sc com 50,000 rs. a quem appre-
honder um muleque crilo, por nome Mi-
guel, do ulule do 15 a 16 annos, fgido
bolacbinhaa, biacoilos, lii ""-'-'.'"" se panno preto (no prora de limiloa 3,900
de aramia, o outias qualidades, OS mais II- | ..; ,. i._. .i___,.'..".
nos possiveis, c tambem de amondoas con-
fciladas, laranja, I i inflo, canella, chocolate,
c brancas etc. ele. No mesmo se diraquem
vende urna carroga rom pouco uso, propria
para vender agoa, cm urna pipa, c de um s
boi.
Vende so
Boticas homeopalhicas de 30 mediramen-
tos.a 20,000 rs.,3. e 4. eddiegao da pratica c-
lementar, em 2 volumcs, vindas do Bio de
Janeiro da botica central da ra do S. Jos
n. 59,declarando que silo as verdadeiras bo-
ticas liomocpalhicas : 1a ra do Crespo loja
amarcllan. 4.
Antigo deposito de rap piinceza
de Gassc do Hio de Janeiro ,
grosso, mcio grosso e fino na
ra da Cruz 'lo Recife n. 3.3.
Viuva l'creira da Cunha, cncar-
regada desle deposito scicntifica
aos consumidores dote ropo, que
para roclhor serem servidos seus
rs. o covado, longos brancos do cambraia
milito linos, pelo baralissimo prego de 200
rs ditos pintados, proprios para meninos a
80 rs., algodSo da Babia em fardos do 10
pegas a 260 rs. a vara, dito Irangado escuro,
ptima fazenda para roupa doescravalura a
ICO rs. O covado, c se o comprador comprar
grando pygao so far um batimento ; ves-
tidos de cassa pintada a 1,600, camhraiis do
cores de bonitos desenhos por 400 rs. a vara
ou 210 rs. o covado, o urna grande porgSo
de riscados do cores (xas a 120 rs. o co-
vado.
Uuitas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do puro linho a
1,440 rs. .ditos de listra de bom gosto a 2,00
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado do li-
nho proprio para caigas o palitos a 180 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000rs. o
covado,pessas do chitas escuiascoai 38 co-
vados a 4,500,5,000 e 5,500 rs., camlmiade
llores com 8 l|9 varas a 2,400 o3500rs.a pes-
sa, longos de cambraia de linho a ion, 480,
e 560 rs. proprios para mflo. riscados assen-
:tados em algodilo muilocncor ado proprios
sse Taz para as encommendas.
Vendcm-se 2 canoas, urna em perfoilo! desde scxla-leira 28 demaio prximo pas-
eslado, o outra cm mo estado, a qual so d sa.lo, de gancho ao peicogo.socco do corpo,
por 60,000 rs. : na ra do Qucimado n. 46 ,!cr bem prela, beigo inferior grosso, com
primeiro andar. : 'marcas de chicote pelas costas, vestido do
Vendem-so estiiras do palha de carna-' camisa de algodflo branco com mangas cur-
no largo da igreja do S. Amaro, que da I por ; Dl> regulares c grandes, de 2 varas do co ji- tas, caigas do algodSosinho de listras azucs;
cento, ou mais : a tratar na ra das (.ruzes prmCnto; chapeos de palha a 8,000 rs. o. he bstanle ladino, tem falta do cabellos na
n. W. 'cento; pelles de cabra a 20,000 rs. ocen- cabega por ter andado vndenlo frucUs,
mandioca, macaxcira pela ra ; esto molc-
que qiiaudo Ihe fallam, est sempre com os
olbas inquietos, e fazendo movlmentos cn.ii
os dodos das mios. Pie ser que so intitu-
le de forro, o quo de outro nomo, como j
tirou o gancho do pesengo que linha quan-
do fugio de casa. Portento rogase a todas
as autoridades policiaas, capitSes de campo,
o mais pessois, quo fagam todas as diligen-
cias do capturar este moloque, o manda-lo
entregar a seu senhor, Jos Saporili, mo-
Vende-se por metad do SCU lo, chegados agora doAracaty: na ra da
valor nma narle dn pneenlin (ai- (:ai|eia do UeciTe n. 49, segundo andar.
vaior, urna parte uo engenno uai vende-se urna burra llospanhol.propria
te, da ireguezia de Iguarassu, per- para carga ou carro por ser muito manga :
tencenle a Amaro do Uceo Bar- as Cinco Ponas n. 66.
, ,- Vendo-se urna prets de meia ilalecom
ros : os prctendenles dirijam-sc aigun,as habilidades e por prego commodo;
a ra do Crespo, loja n. 16. na ra da Boda n. 58.
- Vendo-se um molatodo bonita figura o
hora'rroiro, por prego commodo: a tratar
na ra das Ciai/.'s n. 40.
Luchadas de superior qualidade [rauorno principio da estrada dosAllUctos.
secas com farinha de man-, ^ calcadas de ac VDa, doealderciro da ra do Brum
lo (e.ri l nn r eem' .. 'VdI,,,s ISMra.1 nnarmifm Ven Icm-se em barriquinhas de 100, por o preto Antonio de nigflr. Chinda, estatura
Vcnde-se farinha de mandiuc, muito
boa o nova, a 1,600 rs. a sacca : na ra da
Madre de Dcos, venda de dmenlo da Silva
Lima.
Vendem-so sa
dioca, chogada d
lotes do 10 saccas
de Covcia A: Das, defronte da cscadinha da
Alfaudoga.
--Vende-se um cavilo muito novo manso
o do bons andares,qucm pfeten'lcr pode ve-
lo na cocheira da ra da Cuia de Lourengo
Ferreira Alvos e tratar do seu ajusto na Ira- 2,500, o 3,000 rs. : na luja de chapeos na ra-i -..
vessa da Madre de Pro*o. 1, venda. "ga da Independencia, loja do Joaquina de,noa.la,'3J,'ucor,renleo Pret0 Alexandre, do
Oliveira Maia. nagob. Thom, alto, corpo reforgado, e
muito commodo prego, no|armazem do Bar-
roca & Castro: na ra da Madre deUeos nu-
mero 26.
Chapeos do Chily.
Vendcm-se chapeos do Chily, pequeos a .dos- ,en) sua ultima fgida foi pegado no
os da Pra-1 engenho Cucan distnclo do Rio Kormoso: o
regular, cabellos um pouco brancos, cheio
do corpo e muito cabelludo nos peitos, ros-
to carregado; eostuma em suas fgidas fre-
quentsr a Solidada, Manquinho e Afoga-
Vcnde-so
C?
Vende-se, por prego rasoavel, la-*
a, rinha de S. Malhcus a mais nova, ^
^, que exislo nesto mercado : na ra <<
f. da Cruz n. 34, dclronte da I ingoeta. di^liAAA.AAliA Akk&&
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
0 bailas dccaplm na Tundigo de David Wil-
1 la ni liow man : na ra do Brum ns. 6, 8 o 10.
AGElNCIA-
da fundicao laOW-Uooi'.
KUA DA SENZAI.I.A NOVA .N. 42
Noste estabeleeimento conti-
na a lia ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos oa tamanhos, pa-
ra dito.
Aos fabricantes de velas.
Vende-se superior c?ra de carnauba, e se-
bo refinado, em porgos e a relalho, por
commodo prego: no armazem del). II. An-
drade & C, ra da Cruz ron Trono ao cha-
fariz n. 19.
pedidos, lem establecido ser pro- iparaescravos a 160,180 o 20Ors. o covado,
vido o deposito mcnsalmenle com zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. ocova-
________.. i- :,,.. _j__. do, o muitas mais (azen.las por prego com-
remessas leitas pelos vapores da :muilo da loja cima referid.:
carrena, c assini podciao seus fie- Vendem-se no srmzcns de
gustes ter rap muito Iresco, ci^Geo Kenworthy & Companhia, na
cumstancia a mais escencial ; sup- |(Ua da Cruz n. 2, o ^^uinte :
prido pois regularmente este de- [(elogios de onro de siibonete, pa-
posito com'"rape assim fresco, he j tente inglez.
paraairmar que esta boa pitada Selins inglezcs clsticos.
se tornar rccommendavcl a lodos j Ditos ditcs de patente.
Lanternns para carro c cabriole!
de dilfcrenles modelos.
Arreios para carro de um c dous
cavados
Amarras de ferro de 45 braca?.
Ancoras de dito para navios.
Cabos de linho sortidos.
Taixas para ciif/ciihos
Na fundicio de ferro de Da-
vid William Bowmon na ra do
Bram, paseando ochalariz, conti-
na a iiavcr um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acbam-sc a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Algodao para roupa de escravos
Vende-se algo dflo muilo encorpalo, pro-
prio para roupa do escravos, com pequeo
toque do avaria, a 140 rs. a jarda ; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crospo n 5
.Chapeos do Otile pequeos.
Vendem-so chapeos do chile pequeos a
3,500 rs., um prego este por que nunca se
vendern* : na nova loja do miudezas, de-
fronto do l.ivramenlo.
-- Vendem-se seis escravos; sen lo tres
ditos de todo servigo, de bonitas lignras;
1.01a mulata com dado do 25 annos; urna
escrava que ongomma 1 cosinha : urna dita
com habilidades, o dousfilhos: na ra Di-
reita n. 3.
Na loja das seis portas
muitas fazendas, por pregos cmodos. vcnde-se Tengos brancos, rom cerradura, a
-- Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem- qualro vintens, proprios pira meninas
se cortes do meia-ctsimira de pura 13a, c
gostos muito bonitos, pelo mdico prego de
2,560 rs. o corte; brim pardo de linho, su-
perior fazenda, a 640 rs. a vara.
os tmenles : os precos sao os de
seu principio esta brcenlos de 128o
rs., as duas primeiras qualidades
c i)on rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Vende-se cal virgem em pe-
dia, cabecti de carneiro : no ar-
mazem de assucar da Viuva l'e-
reira da Cunha, na ra da Cruz do
Recife n. 23.
Mercurio.
Vende-so mercurio do primci'ra sorto: em
casa de Augusto C. de Abreu : na ra da
Cadeia do llecife n, 48.
iK|xi-ii" (tu rnlii-ica le Todos os
Sunlos na Jluliin.
Vende-se,em casa deN. O.I!ieber& C ,
na ra da Cruz n. 4, algodflo transado 1 a-
quolla fabrica,mui topropr 10 para saccosdo
assucar croupa dccscravo.s.porpregocom-
modo.
Na loja das seis portas
Vejidem-se chapeos de aiassi franeczes a
5,000 rs. de superior qualidade.
..1111 c barato.
Ba do Passoio Publico, loja n. 9, de Al-
bino los 1 cite. Vendem-sc linissunos cha-
les de 13a e seda a 3200 rs., ditos de 13a a
1,000 rs., ditos de tarlatana a 1,000 rs ditos
brancos a 800 rs., meias cruas linas a 200 rs.
o par, cm duzia 2,200 rs. cortes de colete de
fusta.1 a 640 rs., ditos de 13a e seda a 800 rs.
lengos encarnados a 160 rs ,ditos brancos ro-
deados de bico a 320 o 440 rs ditos para
grvalas a 120 rs., chapos de sol a 1440 rs.,
chita para cobertas a 160 rs., ditas linas a
240 rs, ditas para vestidos cor lixas a 160 e
20O rs. o eovaiio. madapoln enfrn linos a
3,200 rs, cada pega 3,500o 4)000 rs ,linho de
cores para caiga e jaquetas a 300, 320, e 360
rs, castores para caigas a 200 rs., e outras
alegre, e ja foi escravo do Sr. Bol i y e do
francez Melequer, morador no Rio Doce, lu-
gar que o iiibsiuoescravo eostuma frequen-
tar as diversas fgidas que ha fcito :
roga-aeas autoridades policiaes o a quem
quer que dalles der noticias, dirjao-so a
ni"- ma fabrica qoe sera recompensado.
De 8 para 9 de abril do 1851, pelas 8
horas da noite, desappa*eceo o escravo de
nomo Paulo, de nagSo Kenguella, represen-
Um prolo do servigo de padaria e proprio Elixir Inico
para ruchada: na ra larga do Rozario luja ,.- <, .,;_
, 35 Anli-tlcumatico,
--Vendc-sonnscantoiros para pipas eum fo'0 Sr. Dr. Cuillle, medico da facu!(!ade
deposito para sale barris de azeite do carra- de Paris, mombro de varias sociedades
pato vazios, Indo por prego commodo: na! medicas, assim nacionars como estran-
rua da Senzalla velha vonda n. 15. geiras, cavalheiro da real ordein da Le-
Livraria da ra do Crespo n. II. 1 gio de Honra &c.
Vendc-so os Mysterios de P-ris em 8 volu- (Dupont, pharmaceutico, em Pars,
mes novos, oncadernados om 4 ditos, lypo ra Tiquetonne n.' 14. )
grande, por 12,000 rs. ; InatltutionM Theo- O nico deposito verdadeiro deste elixir." ,er.ae so """os, pouco uiais ou mo
lgica; do Ciscar Juonin, 7 volumes, por 5. lio esta belecnlo pelo mesmo autor na botica I nof > lem osseguintes signaos : estatura rc-
rs. Na mesma loja precisa-so do urna ama 1 do Sr. Jos da Rocha Prannos, ra Direita j?" "r- c"r P'eta, cabello grande, tendo urna
para todo osrrvigo do portas a dentro; ad-jn. 88, em Pernamhuco. '" na cora da cabega quo inda cortan-
verlo-so que a familia ho pequea. <> elixir snli-lleugmatico he essencial-! "j0 ^.c.n!'.cc!'._a. fl"^ |" he Provenienlo
Na fabrica de charutos ,
ra larga do Rozarlo n. 3a, ve
dem-sc ns verdadeiros rliarnlns dp lll Tonifica o estomago. i da, conservando um pouco os boigos aber-
Um se os vcraacit ros ci.arutos e |1(.|c $( ni|mjnslr>r na mas lcnra infan tos e os denles Techados, e om certas per-
llavana, cm caixiulias de vnlrocn- cia como uavelhice; nada he mais doce Sumas usa da respostasenborsim, ou sc-
feitadas.de 25, 5o, c de loo ein.l1" sen cTeito: Tunde, dissolvo os l:u-,lJhor,l,ao t6m loJos denles, sendo
. .' ,, mores e Ihes da sabida sem algumi auila- tous Turados na Trente, um em cima e outro
caixinhas envcrnisadari, da mclhorcil0| sem SUSpCniicr s occupagOes, nom en> baixoque visivelmente se v; no peito
qualidade que tem vinrlo a este 'mudaros hbitos: se pode lomar deste efli- l.ef|Ia marca ? ijoerendo parreor urna 1110-
mpm-irtn cazincnte urna colher doman|i3a em jejum, "'" 'cm desta, em um dos lados, tem
uicrcauu parliculaiment no invern o nos lempos u"i marca maia preta do quo a cor docor-
-- Vonde-se urna parda, queengonima ,; hmidos. P> Proveniente de um caustico; em um
cozinha.coso, lava o faz o mais sorvigo del os asthmaticos golosos, hydropicos, dos brv"s a marca a, a em cima de urna
casa, com persigno, accrcscendoa ludo istojal]ue||e, cu, libra ho molle, ficam satis- j8S sobrancelhas urna costura de um peque-
ter urna excedente conducta o ser muito| fctos do seu uso. born como os que gof. no Ulho quo leve; quando anda ginga um
O olixir anti-rieugmalico lie essencial- i 'l0 SB onnece, a qual ralla he provenienlo
1. .mcnletnico, reanima o principio vital e de carregar peso; rosto um tanto largo,
; da Trga's fii"-as. destaca os humores vis-scm l'arl>a, nariz chalo, bocea grande s bei-
ia-lenu}*, }* pfMipita c~. !;;xu, iiim u epa-lS08 Srss:ss, fall ui2 !iD!oflnss dcsci;.-
boa oualidade rberra'das 11 na Jso" "lvos> doengas de'leite as senb'oras, de5le.:. 'evou M|8S de casimira azul ferre-
_.J" 1- _-'.. o -- ?! indigestao, vermes intestinaes nascriangasi 'de l.stras o compr.do o atravesadas for-
LspelllOS por pOUCO dinheiro. mdicos Ilustres, eossuecessos qsotidia- Prlnc,P! "o mosmo olficio. Rogase, por-
Na ruada Cruz n. 20, casa do Avrhil Ir-i nos quo obtem, tanto em Frange como nos lanlni s autoridades policiaes o obsequio
m5os& Companbia vendem-se ptimos es- paizes cstrangoiros, formam o melhor elo- B coadjuvarom na captura do rerendo es-
pedios, com moldura," e som olla, chegados'Kio que (leste 1 ossaazer-se, c a prova deslo T0' e ltimamente da Franca, por prego dimi-'hea grando sabida que esto maravilhoso K*norosarneoie recompensado pelo seu Ira-
nuio. remedio tem lido as provincias do llrasil. "'"o, "despezas, podondo entrega-lonas
' ras da Cruz do Recife n. 63, no segundo
andar, e Trapicbc-Novo n. 16, 011 airas do
thcatro, armazem detaboas depinho; na
Devc-so smenle inteira conianga s car- l''r"liyb, o Sr. Jos Ribeiro Guimar&es,
lafas quoleem urna marca quo leva a firma ou a"s1Srs- '<>*> l.uiz Pereira UmactC;
doautor, semelhanlo aquella quesevnm .'" ''ed'as de Fogo, ao Sr. Mariano llamos
VENDE-SE.
Vende-se un negro, bonita figura, de Rap Paulo Cordeiro chegado proxima-
25 a 30 anuos, propria para padaria, por ser menle do Rio de Janeiro do suponer quali-
l.om masseiro o foraeiro : a fallar na ra i dada a prego de 1,440 rs.
Nova n. 27. I Publica loja n. II.
Vende-so urna prota de 20 annos com principalmente ns Rabia e Rio de Janeiro,
um filho de 8 mezes, co/.e, faz laheryntho, [ondo ha tantas illustragOos medicas,
marca, engomma, tudo faz bem feito, urna AVISO ESSF.NCiAI..
dita de 30 annos cozmha, lava roupa c cn-
gomma : na ra do Collegio 11. 21, 1." andar
se dir quem vendo.
I.oja n. 2, alraz
Vende-se cazacas de p
conta, a ellas scrfhores
continuos do rcpartigOes, e entregauores de
cartas do correio.
Loja n. 2, ra Nova.
Vcnde-se chapeos para homens, bonitas
formas, sapates de lustro para homem te'n
um sortimento do cagalo para senhnra, bo-
lins para senliora com ponta de lustro, 1,600
rs., sapalos de bezerro para homem botins
decoro de lustro de cores para meninos.
Vcnde-se um oscravo creoulo, o cozi-
rili.it 1 11 tratar na travessa do Arsenal do
Cuerri n. 11.
farinha de mandioca a i,6oors. a
sacca.
No armazem do J. J. Tasso Junior : na ra
do Amorini n. 35.
z da Matriz balxo. Kmlini, para evitar o perigo das Tal- de ,lc,.'donga; no Brejo de Ara, ao Sr. Jo
pano fino muilo om 'silicagOes,os accidentes quo podenam acn- Anll""oGongalves Lima ; e em Coianna, ao
olllciacs do jiisliga.llccer, e arra.-tar a cobiga dos falsificadores, !,r-.J"a9 Francisco Fernandes. O abano
o publico he prevenido que cada garrafa '"'""do esta em diligencia do seductor
deve ser arompanhadad'umn nslruccloim- (,,", lhe ro"ou o seu escravo, e protesta
pressa que indica a manoira do empregar usr''e todo o rigor das Icis contra aquella
este mo.licamento, compilado pelo Sr.Cuil- '-"oa que o liver. Rucifo, 30 dejuuhodo
i Paris por iS;>2~ Joaquim Lopes de Almenda.
lio com a sua firma, e impreso cm l'ans por
o Sr. Goctschy; caracteres cssonciaes para
evitar a fraule.
Kervcjasupeilina.
Vrndsm-so em liar, icas do 3 duzias, mui-
to propria para nidios, pela sua apreclavel
qualidade, que bem podo rivalisir com o me-
did Champagne que vem a este mercado :
na travessa da Madro do Dos ns. 4 e 6, ar-
mazem pintado do cor.
A io,ooe rs.
- Anda acha-sn fgida anegracscrava -lo
nome Delfina,quo desappareceu no prncpio
de maio passado.a qual foi compra la ao Sr.
ManocIJoaquim Pascual Ramos, tem os sig-
naes seguintes : ida.lu 50 aiinus pouco mais
ou menos, levando um vestido, de chita, o
niilrn do riSQSdO, o alta o rr-'g"",- eeom
pouros donles na Trono, levou rom sigo
um panno da Costa lem do eostuma as
vezes andar vciidendo aoj o tambem Inic-
ias. Roga-soa todas as a ilion lad-'S policiaes
Ven lem-Se Cba| oos do Chily, milito finos eapilSes do campo ou qualqncr pessoa quo
e ji aparelnados, a 10,0(10 rs : na Praga da
Independencia ns ai, -ju, a h
Vende-se urna escrava moga, de bonita
a libra no Passoiol figura, engomma bem o cozinha o diario de
I urna casa : no palco do S. Pedro n. 18.
delta tiver noticia a man Jo appmheiider
levar na ra do Apollo onieasa ,1o Sr. Norbei-
Joiquim Jos Guedes. Exislindo suspcitas
que esta uceultada.
pgBH.: Trr. DE M. V. dr FabIaT" 1852.
MUTILADO L


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