Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03703


This item is only available as the following downloads:


Full Text
*&
Auno XXV11I
Quinta feira 8
MAMO DE
deJuIho de 1852.
N. 149.
PEMilBMO.
tu
FIIKV sDBCRIFgiO
Piummro Aduwtado.
or trimestre...........
forsciucstre............
Tof anno .^,
POODUBUO BUTIIMISTKI.
Pw V"**j o 1;,V,0'.
r ... I'dc Jonho Minas... 36 de Maio
Miranbao. W de dilo S. Paulo. 8 de Jiiiiho
IV.tT.. Jdedilo R.deJ.. 2 de Julho
,,hiba 2 leJullio'lahia... II de 41b
4/000
8/liDO
19/000
4/r.oo
DIA-DA IMtli AUDIENCIAS.
5Seg.S. Fclomnm.
Terc.S: Uomigna*
v. m.
: on ii i s i 'i, i [II. ii..
s Quint. S Procoplo.l
9 Scxl. Ss. Cyiillo e
Itnclo.
lOSab. S. Silvano.
II Dom.6. S. Silvano
Juico de Orphao
i, eS. as 10 limas.
I. taradoeivtl.
3. c 6, o raelo-dia,
Valenta.
1. di. s 10 horas.
vara do eivel.
4. i-sallados an un lo J
Itrluro.
Tercas e sxbadof.
IFMIBIUH.
(rescate 24, al hora e IT minutos da ni.
Chela a 3i aoc7 minutos da uianba.
If ingoante i 9. as 5 boras e 48 minutos da id.
Nova lt, a l hora 46 minutos da manliaa.
ranaiBDi IOII
Primeira i9horase 18 minutos da manbaa.
Segundeas '' horas < \j. mi nulos da tarde.
nano" OI OUBIIOI,
Oolaana e Paiahiba, as legunda e sext.n-
felras.
Rio-Grande-do-Rorte e Victoria a> qulatai
letras
Bonlto,Caruaru,cGaranhuns uo i"c 16 de cada
latt.
Flores,Ouricury.Exu e Boa-VIfta l3 e 2.
Olimla, lodosos das.
Todos os Correios partem ao melo-dia.
SfOTICIAS rsTHANCEinAB.
Portugal
Hcspanha
f' r .iii. i ..
Blgica. >
Italia....
Alenianha.
lilis 1.1 .. .
Mi ii i mi .ii.'t
Russia..
Turqua
i ti < lu.I,
8 de dito
8 de dito
5 de dito
1 de dito
2 de dito
Idedito
30 de Malo
28 de dito
26 de dito
Austria.. 2;deJunho
Suissa.... i de dito.
Suecia... 35 de Maio
Inglaterra SdeJnnho
F..-Unidos23de Maio.
Mxico... o de dito
California I de dito
Chill. 10 de Abril
Hurnos-A. 6 de Mateo
Montevideo bde'Jiinho
CAMBIOS B 7 CC JULIO.
Sobre Londres, a 27 '/> por d. 1/000 firme.
Pars, 3ij
Lisboa, 100 por canto.
IT1II.
Ouro. Oncas besnanholas............20/000
Moedas de 6/400 reinas...*.....16/000
. deb'400Dovas......... 16/00
a de-1/111111................ 9/000
Prata.Pataedesbrasilciros........... I/--.'"
Pesos columnarios............ 1/U2II
Ditos mexicanos.............. l/80u
PARTE OFFICIAL.
GOVERNOLU PROVINCIA.
ESPEDIBNTE DO DIA 17 DE JUMIO DE 1851.
Ollicio A thesouraria de fazenda remet-
iendo por copia o plano que aprorot para rx-
ir.iccaoda-, 3' e parles da 1- lotera conce-
dida pela lei provincial n. I"0 de 9 de malo
,lr 1812 a beneficio das obra da igrej inatrii
i, Iloa-Vista. ,
Dito Ao promotor publico da comarca do
llio-Formosn, necusaudo recebido o ollicio
riniiuoSmc. dconta do resultado dos pro-
cessos instaurados coima o supplcnic do
1111c municipal daqucllc termo, Joaquim Iraii-
isco Dini/. .-
Dilo Ao director do collegio dos orphuoa
, ommunieando, que, sobre o rcqiicriincnlo,
riu que Jlo Antonio da Colla Medciros pedia
-rr dispensado de substituir ao professor de
1 letras d'aquelle collegio lanrou despa-
ihoseguinlc Rcqueira a asscmblea provm-
11.1I, atiento o artigo 4i> da leln.Wl
Dito Ao incsmo, dixendo llcar uitcirado
de ter sido chamado para servir no jury o
substituto Joto Antonio da Costa Mcdehus,
une se achara regendo a cadeira de priineiras
letras daqurlle collegio no Impedimento do
respectivo professor, c declarando que no
.aso vcrlcnlc deve servir o substituto de que
nata a artigo 36 dos estatutos do nicsmo col-
legio. m
Dito A Joaquim de Aquino 1 onceca, eran
cisco Goncalrea de Moraes e Jos Pires Fcrrc-
1.1, u Mullendo 11111 ciemplai impicsso dore.
eulamenlo do ccmilcrio publico dcsta cidade,
quede coiiforniidadc com a autorisaeo conlc-
mla pela lei provincial 11. 300, tcm de ser rc-
i inulii. ainii deque piopiiubam as altera-
(Oes que Ihes parecercm convenienles c duen-
do, que, ccrlo do celo c aplido que Smcs tem
mostrado na prepararan de trahalhos sciuc-
lliantcs, espera nao se cscusaro de dar mais
rsu prora do InlercsM que unuain pelo servico
publico.
Dilo Ao presidente c secretario da dircc-
raoda assuciaco .1111111.1.1 o. iniciaiido-os
de haver declarado ao administrador do con-
sulado, que dos mcslres das cmbarcsccs se
uo deve esegir oulros documentos alcm da-
quelles que delcrminan os rcgulamenlos da
allandcga e meca do cousulado. Nesle sen-
tido uiciou-se ao referido administrador.
lia 1 A culi.na municipal da Yilla-Uclla.
- C'a ennformidade do decreto de 13 de 110-
vembrode I83S, teidlo a VlBCl. a le da s-
sciublca provincial numero 2"."i de 5 dc maio
deste anno, que eleva a calhcgorla de villa a
povoaco denominada lugaccira, aliui de se
Ihe dar cxccuco, tendo Vinos, em visia o que
determina o iiiesmo decreto, cuja copia Ihes
remello, Y. por que no dia 7 de setciitbro des-
le anuo lia de ter lugar a elcicao geral das c-
maras, cumpre, que Vincs. ordeuem aos jui-
cos de paz do novo termo de Ingaceira, que
; de 17 de outubro de 1851 a 3 de Janeiro prosi-
11110 passado. -- Coinmunicou-sc ao chefe de
\ polica.
Dito A cmara municipal de Caruar, dl-
1 xeitdo que para se conceder a gratilicacao que
1 aquella cmara pede para o seu procurador he
preciso autorisaco legislativa.
Portarla Ao agente da companhia das bar-
cas de vapor para facer transportar para a
corte, a bordo do vapor Paracnsc, o soldado
desertor do cxlincto6 balalho de caf adores
Manocl Pcrcira d 1 Silva, que Ihe ser manda-
do apresentar pelo ntarechal commandantc das
armas. --Communicou-sc a esle.
Dita -- Au mesmo para mandar dar passa-
gem para a corte ao 2a ccrurgio do corpo de
saude do exercito Fraoeisco Ojncalvcs de Mo-
raes. .- Caiiimunicou-se no marcchal com-
iiiaudanic das armas.
Dita Ao mesmo para mandar dar trans-
porte para a llahia, a l'clls Callos, que leve
Ihivi do servico do cccrcilo.
Dita -- Ao mesmo para faci transportar
com seguranea para as Alagoas os preos Mi-
guel Gamboa' dos Santos c Antonio Venancio
da Rocha, que serao enviados pira bordo do
mesmo vapor pelo chele de policia. Coin-
iiiuuicou.se este.
EXTERIOR.
ALEMAMIA.
Unta correspondencia de Pars, inserta no
7'iwes Jo 17 do maio da o wguinta ettracto
da parto mais substancial do algumas car-
tas rorcnles de Vienna qu 1 1 a el un da se
Un jornada do autcrata russiano s cor-
les da Austria o PriiWil
a O impera lor da Rutila vinha acompa-
nhnilo na sua visita pelo vico-cliaticcller do
Imperio, M. do Neaaelrode, quo ludavia so
destina a seguir depuiscamiiilw para Krati-
conia ,: hu do apruvcilar-s) do uso das aguas
'ii-' 11 111 ie- do Kissingen. U grSo-duquo
f'.onslantiiio o a grl-duquez*, ua esposa,
r un 1 .mi-si- au imperador.
A piilitu-a particular da Alomanln e a go-
ral da Europa foriieceu o assumpto da pri-
moira enlrcvist* cnlre os dous iniporado-
rea.
0 principa do Metleruicli tonou grande
parte as conferencias.; nSoobslaiilo a sua
ayancada i lado, jinda le activo e dedicado
ao Irabalho, como senipie lo n sido
(imperador Nicolao no cessou do prsa-
lo com a mesaia estima com quo d'antes o
h uni a, e do ni un -' ir a mesma aliento
nosseus consi-llios.
I'.i 111I1-111 lid COUSa no' -n ni quo OXist' ;\ lili -
/.ado deanlig data entro M. da Nesselrodo
c M. do M tliinit'ii O novo ministro dos
. negocios oslraugeiros da Autria, conde
do peaaOai nos altos caros da administra-1 fromos as oslontacOcs do certas ideas oxa- duelos ingleses apexar da guarda que viga a
co goraas, boje quoso nos ensinam sympto- Porlf.',
_. .... -____ ^_- j___ r."___i_ ____.._ __^_._ l,_ Sene. au. a nararea (np irn nrnlrrlii
Esta mudanza tilvez seja prolohids, mas
he inerltarel.
Mr. iiach, ministro do iolenor, no pie
sobreviver na carreira administrativa ao
principo Schwartzenberg. Em circulares
do ministro iloa. negocios ostrang.-iros, em
artigosdos peridicos ofliciaes, e simc-olli-
ei.i'-s.illi'ni mi-so que a marcha do goreroo
n3o seria alterada. Estas afllrmativas nSo
se realisaro.
O conde Huid nn conlinuir a politica
oxterna do principe de Schwartzenberg ; e
Mr. Ii.H'li, que era a mSo dircila desse mi-
nistro no que respeila politica internado
imperio, ser aubstiluido: aleja esla redu-
zido a mais insignificante porefto das suas
funcQes.
O imperador retirou-lhe a direc?5o da po-
licia, que conliou ao general Kempen, ini-
peclor geral da gendarmaria e govornador
militar de Vienna.
{Da Kcvoluctc ie Setembro.)
MADRID II DE ABRIL DE 1852.
A libordado nflo lie mu echo que pode sor
extincto ; he urna idea que n3o pode sur
oas de seu triumpho por toda a parte, hoje
quo a liberdado, onde se revesta das msis
mu lera las iiioi.as, despojado do seus atri-
butos de rainha para ser perseguida como
nina prostitu*, consola-nos o ver que ha
u 111 paiz com bastanto consequoncia para
nlo renegar de sua historia ; com basttnte
sensatez para no pAr-se em lula com a ci-
vilisacao, e com baslsnto Torca para l'./er
nntirn induxo de suas ideas, paciliea po-
ri.-iii cllicazmente nos paizes esquecidos na
poca em que vivemos.
Na rerdade nSo era somonte Lord Pal-
morston o homem para quem a liherdade
atribulada poda volver seus olhoscm pro-
cura de amparo, nSo ; porquo a ropresenta-
i.-no das ideas liberaos n9o be nem lom sido
na Inglaterra o monopolio do nonlium ho-
rnero, de nenliuma classe, de nouhurn par-
tido; he a Inglaterra toda com as suas tra-
dicOes que olferece liberdado um asylo e
n 111 baluarte ; s3o todos os partidos com a
sua historia que Ihe eslendeu urna mSo he-
11 lis.-1 ; so todas as classes com sua bella
harmonia que se propoom conservar o que
Ihes ten dado csse maravilhoso equilibrio f
sSo os homons lodos com o seu patriotismo
e com a sua consciencia que aspiram tnan-
Se lie, pois, a barateca que he o protector
do -(11111111-111.1, de que modo se ba o uosso go-
vernopara realisa-la?
Km priineiro lugar levauta por ineio de
suas tarifas o preco das materias primas, de
lodos os instrumentos de Irabalhos, de to-
dos os obfectos de consumo, depois por mcio
de coinpensacao, opprime-nos com iiupostos
sob pretexto de enviar sua marinha em procura
de vias de extracto, lie isto barbaria, barbaria
amis barbara, c nao est ionge o lempo em
que se dir : Os Francexes do sceulo XIX li-
nli un systemas singulares de commercio ; po-
ri-in, (li-vt-i i.uii ao menos abster-sc de se jnlga-
rein no sceulo das luces. <
Antes de Hastial glande numero de puhlicis-
tas entre os quacs se cosita em piimeira linha
o eminente cscriptor do qual tiramos a nossa
epigraphe, atacaran! es-e destetavel prejuixo
da paa armada. Eis-aqui oque jdicia Muiites-
quieu na ultima metade do seculo passado ;
crer-se-hia que estas linhas furam escripias
hontem, tanto ellas dcscrcvcui com verdade o
estado actual das cousas.
Um novo mal derrauiou-c na Europa el-
le (em atacado os nossos principes o os fax
111.11, n 1 um uuiiicru desordenado de tropas ; elle
tcm seus accessos e toma-sc neccssariamenlc
contagioso, pois apenas um Estado augmenta o
que elle chaina suas tropas, os oulros immedia-
tamcnlc augmentam as suas. De moda . ganliu nada com isto sent a mina cvmmurn
dustriaes no seculo XIX, do que houvc jamis
entre a anarchia da idade media e a politica
actual, por mais imperfeita que ella seja.
Sem duvida, a Europa est ainda sepultada
em urna verdadeira anarchia politica, masa luz
se fas lodos os dias. Cada geraeflo que passa
delta soa pasada de trra no fosso aberto, no
qual se enterra a rotina de nossos pala. Nao
quero oulra prora disto senao a proposta de
Cabden sobre o arbitrio internacional, pura re-
produeco do /leve du bon aiibc de SaiiU-Pitrre,
como se dizia ainda ha dex anuos, proposta
que leve todava 79 votos a favor no seio do par-
lamento da Inglaterra, (guando nossos descen-
dentes liverem posto em pralica esla proposu,
faro, na prodcelo dHS riquezas, no mclhora-
menlo material e moral dasinassas, couquislas
de que nao temos a ideia c que tic preciso ir
csludar alm do ocano. Ah ver-sc-liia por
exemplo i|uc a superficie dos estados da
Unio, a qual nao era em is-iO acuo de.....
5,2-10 000 hectrea, cstende-se presentemente
sobre 8,327,000 hectarrs, que a repblica pos-
suc s.-'i, kilmetros de costas no ocano das
quaes 3,070 sao no Atlntico, !,S92 no Ocano
Pacifico c 2,5li0 no golpho do Mcclco ; que sua
populaciio que nao ebegava aquatro inilbdes
de almas ou 1790, era de 17 luilhdcs em ls4o c
elevava-sc em 1850 a 25 milboes.
Ajunteinos que os Estados Unidos possuem
hoje 17 23-1 kilmetros de caminlios de ferro
em exploraco e 1-,U6 ciii construeco, ouao
todo 19,169 kilmetros
One as linhas ihelegiaphicas eui cxploracu
l'iaotr'i^s'.ado^o3"da"" de '^^ I A particp, a. ideas dos dous j-st.dis-
.111110 futuro, barmonisando-sc assim a iitilal- lis com quem osta associa lo. M. du Buol
i,.d.
o da cmara o exercicio de suas l'uuc- | he lillio do anligo prosi ionio da dieta gor-
s com o que se acha estabclccido a respei-, manica, o sngro do II. iIj MayenJorlf, ac-
ias dcuiaiscamaras do Imperio. lual niinislio da Russia o.n ViunM. o.m-
Dito A cmara municipal de Caruar. ', perodor Nicolao tcm milita conlianca oni M
uiesposlaao oOicio que V.ncs. me ''''K'- da Buul,<,u^ vio tas coiiloroncins de l>resda
para cons r ,,rnnrin n alm fte iraieaiio se nao o 0.0 irior yn mu o .. 8e | s u0|lj>mcrilo so ievan so- o universo. E logo ., foiea de ter soldados uo "m respeilo ao u.elhoramcnlo material e mo-
disto o apoto da razSo, os impuls da Colls- broJsor'uiniriMcoulcnuMUOs partidos; O havemos dc ler mais senao soldados e seremos ral das masas,
ciencia e ato o insliuclo da propria con e,- sn)ellto Jc C0IIMrir est, magnilica r-
vacHo. Da propr.a coi sorv-eo, por que o Um pruulujdo no intoriur
ttSZSUSStSS&Z eprospd.dqeeordemr.,o extertor poder e
a racionalidade omsucipado do jugo da ty-
ranuia. NSo cromos no r.drorcsso inlellec-
influencia,
Na la imporla que leiihamos no norle um
absolulisnio autocralico
I lilil rl lldll II UHI'M II" i 11 w! --1, 1 1 1 1 1 1 ,
l.u"'. P.01.!.SSStJSSl!- .'''?L emm podeVque ch.uiando-se coloss.l nao
como Trtaros. Ora em um quarto de seculo nossas popula-
A ciiiiiiiiiue.i 1 de nina tal situafo he o aue- t"cs operarlas a agrcolas sero despojadas en-
inenlo perpetuo dos tributos, o que impede to.. 'ao de sua ignorancia tradicional c de seus de-
dos os remedios futuros. Nao se conta mais 'taris prejuizos. A eivllisaco humana nao
com as rendas, fac-sc a guerra com o seu cap- ,lc porventura o resultado dos progressos c dos
tal. Nao he cslraoho ver Estados hypotheca- esforcos dc todos os povos? siiientc os mais
rcm seus fundos durante a paz cat emprega- joveus e os mais vigorosamente temperados to-
rci para se arruinar meios que chamam ex- mam 110 Irabalho commuin a parte maior.
(Arislide Uumonl.)
(l'rtiie.)
ZZS& 1.1. Physicas.e enfam- ?' f J- en. ^-u'er.itorio de vase
INTERIOR.
assuas torcas
c clrcula^So,
bas til a lei do movinionto continuo.
aj30 deirameute polcrosa em toda a loujaria de Cln cobiir os mares com seus navios ulereantes
urna adolescencia bem cjlisorvada por cf- c em laucar as solidos contiucnlaes a forra
1,1111 i ni datado 5 dcslc mee, teuho a dicer-
Mies, que so se rcccbcu nasccietaiia deste go-
verno a copia da lista dc qualilicaeo da tre-
guecia do Allinho, faltando anda a dessa villa,
cumpiiudo que Vmcs. providenciciu, para
que seja remctlida quanto antes.
Sobie a peesideucia Ja junta dc qualilicaco
]irlojuicdc |ia mais votado, OJUCfO dix ter-sc
mudado para oulro desliado dessa mesilla pa-
roehia, lenho a dizer-fhes, que una vexque
nao prcccdcu participacaodellc nem acli al-
elIBi dessa cmara, eliminando-o da lista dos
junes de pac, e designando aquelle a quem
competera cnlao a |ircsldeocia, seguc-sc que
loi ajuma legaluiciilc presidida pelo referido
111/ de pac.
Porlaiia Ao agente da companhia das bar-
ias dc vape.' para mandar dar transp irle para
a corte s ex suldados Francisco iMoiira nc
lana c Claro Montero do Amaral.
DEM DO DA 19.
Dii Ao Kxm. presidente de Sergipe, ac-
unando ni .lilil,, dous cxemplares di falla,
Un milito natural stiscitir-si grande cu
riosidaJc (|uanto inluroza dos negocios
diploniiilicos discutidos entro os dous im-
peradores mi sob os seus auspicios; com
tU'lo, smenlo so conhecmu as generalida-
des, taivoz quoem periodo posterior siiba-
mos os particulares
Podo, porem, assovrar-si seguramente
desde ja quo os soberanos, bam como os
seus comellieiros conlidencioos, ardentc-
monla desejain maiilor a paz na Euiopa, ao
in-s no lempo quo uslo res lvidos a evitar
o 110.1 consentir quo algunn infrinja ostra-
talos de 1811 o 1815, que coiistiluom odi-
rcilo publico da Europa, o a fizor com que
so respeilom l mi o i'S.'irilo cerno a letra
du meamos tratados.
Os soberanos nlo iliividam roconlioccr o
direilu do cada narjilo escollier o seu pro-
piio g'iv Tilo ; mas sob a coodiclo do que
.111 que S. Ex. abriu 110 da s'de maiio nlti- respeilem pela sua prteos direilOS dc seus
mo a sessoda asseinblca legislativa djquella visillllos,
provincia do msenle aun a,,s 1)r3rn, n, VOrdade, as promissas os-
emo tri- labeleolda. na berlura da confereocii,e
reconlieceu
lunaldejuslica, transmiltindoa resposla da- \ '' ju
da pelo jincde direiloda comarca dc Nacarelb, ,im 10S aceitas.
Joaquim Manocl Vieira dc Mello, portarla l'arcce corlo queso
qucS. Ex. Ihe dirigi por intermedio da pre- si lade de conc.irdar 11
videncia. cedor que cumpria t
Dito Ao commando das armas, para in- pcito dos negocios d
lormar sol.rc o que pondera o chele de policia Dizem as carias j C
no officioque remelle, a cerca da transieren- qUeos Iros gabinetes, do Vic.i
;:V^Uagrc"aSdPoTru.nHCa,1Ca """ "**** ^i? W*>'*> !'*' ?'
neces-
i|iicS. Ex. Ibe dTrig'io'por Tnlerinedio da pre- *' 1**1* ,lc conc.'rdar na linha gorsl de pro-
cidencia. cclor que cumpria seguir do futuro, a res-
Dito Ao commando das armas, paralo- pcito dos negocios da Europa,
loruiai sol.rc o que pondera chele de policia Dizem as Carlas j citadas que so ajustnu
una, Berln e
urna estrei-
Dito A Ibcsourarl, de f-senda para man- l.a ,,,lan" '?" "n" lr:.t,riam om SP.8r8-
dar restituir ao bilgadelra Jos" 11 cite Pacheco 'lo s ncgociacoes respectivas aquelle objec-
rscuajiidanicdcoidens, as ,11111111 is que Ihes to ouc, em summa, lo los os negocios
loram descontadas naquelU thesouraria, visto seriam dirigidos debsi-SO docommuiii 8C-
11 remelles provadd com o documento que curdo.
se rcleic o ollicio i|ue remello, que fucram a O gabinete do lleilin nil 1 oslava reprosen-
lua cusa a despea da viagem do Hio-Crandc i,u0 ollicialmentenas conferencias de Vien-
s,;nr^f.r/l',,!'rv''lcla--CcmmuniC0U" na; mas nao ha duvida quo adhere com-
Dito A incsuia dixendo, en. visla de sua P'nte aquellas resolucto.
lulormaco acerca do pagamento do ordena- Nmguom suppillilia que esta llisnc, as-
do do Hachaicl Antonio liaptl.ta Gillrana, que sim eslabolecida, possa ser perturbada por
eslejuizdc direito deve entrar em exercicio qiiosldes do meiinr imporlsncia, tacs como,
deniro dc 3 mexes contados do dia em que re- por exemplo, a liga das alfandegas, que so
icbcu a participado oflicial dc sua rcinoco. discuto entre a Pius-ia o seus alliados do
"110 A mesma approvando a arremata- ^ollveriu c a Austria com oulros por oulra
i" mu auno das rendas do ariuaicm do rto
h'^.c.^^de^or^I^iirel'd^ KsUs questd.s, que podem occasionar
quclle por Solareis *""" morr-cnUnciis rstorvos, no scrSo objecto
Dilo-a mesma para mandar comprar, dc de dissidencins graves entre as duas potcn-
(-uulormldade com o que propoz o contador cas.
!}at-lla,hesouraria, os llvros mencionados na Poilcm ropulir-so como suscoptiveis do
irlacau que icuiclle por copia, am de sercm excitar desavengas domosticas, em que n5o
!,',',r!a,'S,iUiE,"V,cs'dc"tc da p"'Mb'- podem Intervlr senao os verdadeiros ami-
.1. i!l,'"f ?' para manda, mden.ni- s intprVencao he Igualmente deseja-
'"? 'n.poriancia dos refc.ldos livros pelas J J..,. ,., B
endas daqoella provincia arrecadadas ncsla, ua r am",!' aS >'1'rlcs' .
-Olliciou.se a repello ao mesmo presidente. .Alcm disso, a obra eoiosdaom Vienna
Dilo-Ao commandantc superior da guarda sera continuada quasi som interrupsJo cm
nacional deste municipio rccoiiimendando a llerlin pelo imp rador da Itussia, que pira
"pedico de suas ordena, para que amanhaa all parlio no dia II a visitar sou cuuhado o
seja postada cm'frcnlc da inatric do Corpo San- rej ,|a Prussia ; o tilvez que olli V* tambem
lo una guarda de honra para assistir a fesla 0 imperador da Austria.
que fax a innandade de S.Antonio. Cumpre mo esqueccr que a moito do
.,,'i ." '.? 1 .C c a ""erlno- ?cr"" principo de Schvr.rzenbrrg cnsideravcl-
&^&Z&SEgftt nento'facilUou a reconciliajoilos bine-
reme do Itio-Eormoso, c declarando que dc- tes do Vienna o llerlin. ISo ardenlomente
veS.nc. exegirinformaces do mesmo delega- desejada por todos os estadistas que advo-
dosobre a im.danca dos prezos da cadel da- gam pela po'.ilica prudente o concilla-
I", He terina para atguma casa, que lenha a dura.
"guranfa c coinmodos ptecisos, fin de se \ propna qucsto das alfandegas lom
iratar do aricndanienlo della. perdido milito da sua acrimonia desde a
r.zao, cssas "3""^ onde um ministro diz sem atemoris.r a JV unmo do imperio, annos
..lanraliea henrel como a Inglaler.a tirar es povos da Indis
o M.v"ner.vo,sP. O -'< ab.limcilo mora, en, quoso.ch.m e
destructivois ale no terreno
quo ilizemos? no terreno
cisamenle 011 lo ellas s
h
Total....
A'o tetupo da reslavraeu, au-
" o
,,m ell. .5 ponto' do perecer antes quo ss- fSSSSSVrSSSLiT
rilica-la. Eis-.hi o que succede com a li- ""ra civ lisacSo ..So U?o
ordade ; alia quo he urna conquista da ra- |U on.nede
3o depois dc ser urna concossao divina,lem Drroiueaw.
I'
P
a
com
en
liord
zao depois
armado os povos, tem feilo caudilhos torri-
veis, lem produzdo hroes quaudo tem che-
gado a triste necessidado de caucionar o
direito com a forca.
A libordado racional, pois s sella Ilu-
dimos, no pejto perderse ; poJra preciosa
escou ida debaixo dos sliccrccs dos castel-
los feudaes, oceulta no seio de urna socio-
dado ludavia vigorosa, como se a Providen-
cia livesso querido fazo-la inlerossanle nSo
s por sua boodade intrnseca seno pelo
trabalho o sacrificios quo havia do custar
seu descobrimento, do mesno modo que a
maioriiiilade se faz doco pelos dlSsannreg
que Iraz comsigo, sua possessuo lio para os
povos o quo para urna mili lie o lilho quo
pz em pongo a sua existencia. Procurai ti-
rar a essa mai o (rucio do suas entranhas,
ainla quo soja evocando a recordarlo do
CORRESPONDENCIA DO DIAItIO DE PER-
NAHBIICO.
Gloria do Coit 3 de julho dc 1852
He hojea vez primeira, quo por satisfazer
meu dselo, tomo sobre un m a ardua tirefa
dechronista, no com nutro lim mais do
I quo para noticiar, Sr. Redactor, algumas
OOUt'Obas quo se tem passado, e esto pas
3W.W9.000 Ir. sandonests ternnlia da Santa Cruz, que sen -
j,wo,ooo___do um torroziulio tao bello, tora azulo
4?7 5(i9 0s ir qussi quo no esquecimenlo do publico, por
' no ter havidoat aqu quom se quizossn
! oncarregsr da presente obra ; mas eu vendo
106,113.0SO fr, que esla fregunzia he merecedora de melhor
i7,H(i,iiO fr. sorlc, quizproslar por esta fo-ma algum sr-
2o'l,258,loo fr. vj(;o ., e||a_ firi, qU0 0 pU|,|ico orientsdo do
quo por c se passa, dfi res5o a quem tiver
o prometi continuar, se ostasompre for in-
ser.tnem sou conceituado jornal, sem queeu
gaste algum Varan.
Total...... <5-i.8oi.o2l Ir.j Trm estado isto por c qua.si que entregue
nesulta las cifra, que a franca ten. de.pen- as baratas (tenSo fosse iqrjl OTtMndante
dido, ha viole annos, no ,cio da paz europea a do destscamento), sem subdelegado, sem
mais profunda, cm cavallos, soldados, canhocs, joizd) paz, som (iscal, o em summa, quasi
espingardas, corrciames c pichis, pouco mais j que sem vigario, se por ventura os malino-
nu menos a mesma somma que no tempo do j ndos (maribondos) de Janeiro, desterrassain
imperio, quaudo a Influencia soberana du |1:ir3 Sl.m,M- o nosso vigario (o que Dcos
paizse eslendia ento sobre. ,1 Ilespauha, llcl- j nflrmeniu |hc de muitos anuos de
nao se PLfe^i^,?J?,.Pl!lC?' e'ea, llnllanda c urna grande parte da Alloma-1 "j"' erec0 nslimaca do publico
que a reaCfS
um terreno em
permute reinar
(Heraldo.]
A PAZ MIMADA NA EUROPA.
Tudo muda cm derredor dc nos
ludo se simplifica, ludo se apcrfeiec
siuenlc 2 poltica c a admiuitiac'
exercito dc trra.
dem para a marinha.
Mi.-VIOVJ0 fr
43.5:10,522
15-l.8ol.o2l Ir.
i,.1 mu i mi, c nos admiramos de que nhs !sr -~----- -.
os governos e.iian. I O que foia paral I)lJvil|ain05 ,,UP hlsloriadores futuros seem gjU TemM .t*^eJK[!J
admirar, sena que iinmoveis, quaodo '..xtasiein sobre a h.bilidade dc nossos homens a qualilicacflo dos votantes para oieuore.s
ludo est cm inuvimcnio, cm regresso Je p,sli0i ,., ,,,,..,-., de um resultado quc|( o nilo lia esperances disso;; porque o juiz
quando ludo est cm progresso, cllcs ,c conci|a to ponco com o u.im senso. do pz do l- dcslricto, dou parte dc doent"
iijocahissc.n! Cre-sc que be bastante A Franca, dit Mr. Miguel Chcvalier, in'ito' c reliqua: o do 2 dcstricto, (JoaoC.regnno)
1 mais pobre que a Inglaterra, so tcm i-m-i 1.! 1 j | in,|,.-m .(.mn n iinsiini exomplo ( porem
un.un mais t)c ittiu a i'-i. a Frujs s?=s-1 consl-mc. por pessoa d ioiisido d*e!!.
lie
muda.- os homens c nao as cousas
wm erf? \ nunndn se nii deven, mil-
dar as cousas, be melhor nao inuda os
homens.
Emilio de Girardin.
Antes dc Uacon, Pascal, Galilco, Newton.
, ..clbniti c tantos oulros grandes inovadores que
suas doos, quo se converter cm fereza a enslnarainboinanldade a proceder pela cx-
ilor;iira natural de seu sexo, procurai llrar periencia c pejaanalyse, as scicncias oaturaes
.,1 1 a "i:.. iiiilhiH .. conlra 35o a 125 milhdes,
despendidos pela Inglaterra. De sorle que a
guerra que temos felto c que So /odemo azer
nos cuslava todos os annos r20 a ICO milliocs dc
mais que aoi nossos mulos.
Deste inodocm oito anuos, do lim dc 1818 .10
de 18111 linhamos empobrecido, relativamente
Inglaterra consl-mc, por pessoa
que-despachs roquerimentos, assisle a actos
de vosluria.opasseia om Santo AntSo;, o
creio segundo me dlssoram, se vai osgolar
a listi dossuoplentos, quo tal vez eslejam
na mesma conil.inacllo dos do Io des'.riclo :
eu nilo sei em que parar isto : s cmara do
Pao da Alho, lom por sua bnnomia, consen-
a um povo a libordado cojos gozos tem ex- : uo eran senao um cabos de hypoihcscs oac'rraco, Nossas despezas tinham subido a ii,lo muitas patirarias, 011 porque todos fio
ponto nuc fui oito
Napoleao at I8n.
a usas 11 *' i' 11 uv-i --. -, nw "** "~* **"" ------ ----- _----- a
Dori mentado que o verei dosalisra vossaou- a imagl..aeao dos cabalistas da idade meda se ponto que foi oito justamente o que cmivcio a mesmo porque ella ho boa (em
., i- coinpraxia em nutrir rail caprichosos Untas- ~i.!..,ciin (.icms.., <-_ ----- --------------
quo nao fosse mais que um echo material,
urna conquista do momento sem rolarlo ne-
nhuma come lei natural do projresso hu-
msno, to lavia conlianamos na sua durafao
a teriamos seguranga no seu porvir navendo
como ha um paiz poderoso na Europa, oli-
do um homem de estado, ropresonlanle do
um partido quo n3o he o mais liberal, pro-
clama com toda a autoridade de um conse-
Iheiro da coroa que lio preciso acostumar
os povos da India ao manojo de seus nego-
cios internos, para quo possa chegar um dia
em que sejstn governados pelo systema quo
al aqui lem sido patrimonio exclusivo de
certos paizes. Este paiz ho a Inglaterra, a
qual scjulgava no ha multo lempo suhmet-
lida s exigencias em sentido contrario s
do continente ; esle homom de oslado he o
conde de Derby, o qusl era tido po' possoas
Iludidas como auxiliar da reaego europea.
A inglalerra pois, pioscguo cumprindo a
sua in i-san tradicional, e seus homens mais
eminentes, longo de olvidar a historia de
sou paiz e a sua propria, se p'opoem som
duvida augmenta-las dc algumas paginas
brilhautes.
.Ncsl.-.s pal.1vr.1s tilo lemns rosolvido nem
l.ui pouco pensamos resolver neste artigo a
delicada questflo o saber so ho conveniente
ou nilo levar a India o sistema representa-
tivo : osla qucstSo p lo ser considerada de-
baixo dc differentes pontos do vista; ella
pode interessar- nos muito a nos quo depois
da Inglaterra somos a nacflo mais rica om
colonias ; esta quesillo tnin si lo j debati-
da 110 nosso peno lieo, e sobre ella l^mos
manifestado pe mancira mais terminante
pelo Ccm. i......................, ........- r-, r -
niscaC.Starr&c. da importancia das despesas insisten] todos em que so elle continusse a na rcsotucilo das graves qiioslues polticas.
i|ne li/eram com a obra das grades de ferro pa- vivdr dcvia modilicir suas idss e moderar O que nos inspira DSte artigo, o quo no* faz
> radeia da capital daquella prortacia, lies- seus actos ; s i pcisoverasse em fazer obrar prormiiper em elogios para COffl a graa-llro-
|aiudeu-seao mesmo presidrute. independenle dos o otros o gubinete de I UlilU nSo he a idea politica einiltila polo
Uno-A thesouraria da faxenda provluci.il Vienna, ver-se Ilia o imperador obrigado a j conde de Derhy, m-ui menos aSOOUiequen-
para mandar pagar ao looiecedoi dos presos |ubiUia.|0 f3l,{l, damiaalO seria podida cias que DOSll em pratiea. po lena produ-
&vLSFkU^JU&X* c"m" P",i ",,iri" ,,n ","'li',a s'"ral'C- *, sena- soiilinienlos ue que se .CbS
m^aTdfljm^ em .c l,','.'- Oul.. carta, tembem datad, do Vienna. animado um pbtoMta qoj era a eser... a
porta |o fonecinicnlo ftito aos incimos piceos refere-se a frequentes boatos de mudanca dos absolutistas da Europa. II qo que sol-
nao fec scno insignificante conquistas devidas
cm grande parle ao aceaso. ra, a scicucia po-
litica da Europa no he ainda seno una ver-
dadeira cabala, porque nclla se procede nao
do se nos orcainenlos dcstes ltimos anuos, re-
sulta d'ahi que as despezas fcltas com os excr-
cilos de trra clcvam-sc animalmente, para es-
tes setc Eslados reunidos, .1 somina total de
meo periodo da idade media, a humauidade das nuc se nodem chamar productivas, fundan- bandas do Duartc Dias( lugar (tertenconto a
. "r...... I...1(I.>. ^,.1.... a...ia.. ....__ j_-.' ..,......^ --.___ .,_ ^-.I- ^ f,. a Caira rl,.
esta freguezia, e onde so faz a feira do
6"a0' ~
As chovas tom sido copiosas, o ouereecm
vaslo campo de ferlilidadc, para nos ma-
lulos.
O deslindo delegado dcsta comarca, co-
ronel llego, passou o exercicio do mesmo
cargo ao benemorito Dr. Jos Mana (juiz
municipal ) I* sopplentc, dcixando aquello
muitas ssudades, o este ptimas esporancas.
A policia tom hido regularmente, e me-
lhor seria, se o comandante do destacamen-
to abrangesso duss funecoes, urna do prcu-
der, ooutra de processsr.
A Doos, que a massada j he grande, o ti-
ca o mais para outra OGOalMo.
ERRATA.
A primeira correspondencia do Maranlio
publicada no Diario de hontom.lie de 23 do
juiho, e uo 2 como sahiu.
RIO DE JANEIRO.
Rio 19 do junho de 1852.
Um esersvo do Sr. Diogo Andrew, nego-
ciante in,{lez nesla praca, assissinou I1011-
lem, em casa de seu senhor, ns ra dos
Pesca lores, ao soldado do primoiro bata-
IhSo de fnzileiros Manocl Martins Cardoso,
que por ordom do inspector de quarteiro,
o oai companhia deslo, ia prcnde-lo.
Narraremos succintamenle, como nos fo-
rim referidas, as cirouiastaocias desleas-
sassinalo.
Hontem s 3 horas da laido utn dos ca-
xoiros do Sr. Andrew deu ordem ao cscravo
para fazer nHo sabemos que servico domos-
lio. llesobeilecoii este, o porlapao-sa lm
summa insolencia quizeram casliga-10. 11..-
sistio, elancando mo de um, garrafa do
agua de l.abairaquo quo Italia mao, ali-
rou o liouiJo Mbre o cadete Atal-ba Manuel
Eetna.ides, que se aebaw presento, e na
ConfosSo quo se aeguio pode desombaracar-
se das pessoas do casa o enlrar por um
iiiiarlo interior, onde se enlrincheiroti.
Fechada "''" ,,v
pelo raciocinio, maa pela Imagina;, nao pela (ii57 milhoes; c as da marinha dc 305milhes
lgica, mas por bypolhesea. I Total das despecas ii.iproduclivas 1,462 mi-
Eslabelccc-se um principio bom ou ino, to- j ihcs ; emquanto que as despecas productivas
dos os homens de Estado o adinitlcm como urna -, excedem dc 207 uiilhocs ou dc seis por cen-
regra de conduca, sem o subinetlercm ao -10 smente
exa.ne da raeo. I'rimciro exemplo Imporla o mesmo quadro demonstra que a somina
estar Matare romplo paia Ja-.er a guerra se se das despecas de toda a natureca para os mes-
quer ter a pa:. Dab os excrcitos permanentes, mos palies he dc 4,293 milhOes, nos quacs as
Scguudo exemplo : lmntrta ter ama forca mari- despecas dc armamento enlram |ior 34 por en-
ttma para proteger o commercio. Daqui una des- i c os juros das dividas naciouacs que reprc-
peca para a Franca dc mais cem miltidcs por lain em giandc parte a despera necasiooada pc-
,111 ie, que nao serr para grandes cousas, las- las guerras passadas por 31 por cento,
liat quecra cerlamcnlc um hoiiicut, cujo bom I Assim a guerra passada e a pac armada rcu-
senso pralico tocava ao genio, nos deisou a esle ndas cuslam aos sele estados europeos prece-
respeito urna pagina que pejo lieenfa para re- j denleinenle citados (iSpor cento de seus iinpos-
gisirar aqui, porque cm materia tao grave pre- tos quando suas despecas verdaderamente 1110-
flro a cilacaoa simples exposicao dc ininlia opi- raes c productivas nao se clevam a mais de seis
nio pcssoal. por cento da mesmasomma. Tal he na Euro-
Por vcutura no be necessario, diccm um pa o dlsperdicio govcrnamcntal
poder maritimo para obrar novas vas o ucfso | rjm igual resultado condux a esta consequen-
commcreio c dominar os mercados longinquos ?, cia 1 que a poltica he inulto absurda para rc-
Na verdade, estas inanciras do governo para sistir por longo tempo s luces seinpre crescen-
com o commercio so cstranhas ; elle princl- tes do secuhs \1\. Estamos ainda, como djsse-
pla por em ar.iea-lo, opprim.-lii, restrlngi-lo mos outro dia, em urna pocha dc irancico,
c isto cun grandes despecas ; depois se Ihe es- mas pdese assegurar, sem fteer um juico tc-
capam algumas parcellas, ei-lo que se inostra | nici ai io que a locomotiva e o thclegrapho clcc-
chcio de urna lerna solicllude por sobejos que trico taparao o canho daqui a viuie aunos. Os
conseguirain passaralravcx das mallas da ai- homens que provocan! nos diversos palees da
fandega. Quero proteger os negociantes, di/.' Kuropa esle congresso de paz, alvo dos escar-
elle, e para islo arrancare! ainda 150 uiillies neos dos vclhos parlidos, nao proseguem pois
ao publico aliui dc cobrir os mares dc navios c una utopia, mas a couscqucucia lgica da era
dc caiilioi s; mas os noventa e nove centesimos industrial que nos domina,
do commercio franecise faeem com paires on- j Demais ja se rcalisou uo inundo um progies-
de nosso pavlhan jmale nio tcm apf.arccido. iS, acui que o tuliiiciros, os cnibeccis c os ig-
Por si mu.1 leiiios esiacOes na Inglaterra, nos norantcs nao bradasseiu que lie um impossivcl?
Kstados-Uuidos, na Uclgica, na Betpanha, no lie esle o baplisuio dc lod grande iinivacao in-
ZolIrcrelD, na lluisia ? Be puis de Mayellc c de dustnal ou poltica Se na media idade scdis-
Nossb que se trata, itlo he ,/ne nos liiem pelo i sesse a um daquellcs scnhnres saqueadores que
reiuimot pela commercio. jurlsdleio, que todoi aquelles ducados, conda-
E demais, o que he que d lugar ao coosu- dos, inarque/ados, qne rcdiiciam a pu o bello
110 / Urna su cousa a barateca. Mandal para paic de Franca ; que todas aquellas jurlsdicdei
jude quicerdes productos que cuslem cinco altas e baix.is, ddalo inexirinc.ivi I de m.lcn-
1 l.lu. de mais que seus semelhautes ingleces ou 'ca e dc arliilrariooccullo de bam, do maulo de
suissiis ,|oc os navios 011 canhocs nao vos fuo 11 un jusliea devisarla se lundcriaiii um da eni
vende-loa. Euvial por.n productos que cusi-.-m I ama grande uiiidade 1 este senhor sem duvida
cinco sidos de menos que uo lereis ueceisida-' loria tambem gritado que islo ca una utopia.
de para tu vender nem de pacas de ariilliari 1 \ Pois bem I llmenos distancia eulre a poli-j
... i" dc as ios. No se sabe que a Suissa, a I lie a de delconlianca que prodm .1 pal aunada
lesariiiainelito e de pro-
qual nao tem um barco, salvse for em seus ,e .1 poliiici nova dc desarinainen
lagos lem alugeiiladu de llbrallar ccrtoi pro- duccio, consequciicia lgica dos p
a porta exleriorinente para quo
i
il
*
iu;;iesji>
!. uflo ihi.1c.ssc evadir-sc, deu-so parlo do oc
-"'


ST
~zm
corrhlo ao inspector dn quarteirSo; e cst",
pcintlo o auxilio de dous soldados a gttar-
d.i do Aljube, quiz piocedor i priso do
Ocidoto AUlibn, acompanhido do dous
soldados, tomou a diinleira, o, abrindo i
porta do qurlo, correu-lho d prco umaos-
tocadi. di qual se livrou, desviando veloi-
mcnte o corpo, mas quo Coi fonr mortal-
uicnle o soldado Cardoso que so Iho sogun.
O estoque pcnclrou onlre a quinta o sexta
eoslolla, e a morte foi nstnnlane.
Chamado o subdclogido, o rec.-iosoeslo
do quo mais slgumi victima fusso sacrihca-
da inutilmento, tranoua porta por lora, o
lancnu mno do outros mcios. Vendo quo o
quarto eslava debiixo de ama osead, man-
oVi levantar um degro e deitar por all
cal etn p sobre o issassino. Apenas este
senlio faltar-lho ar, griloi que se entrega-
va, o aprcspnlando os mSos no buraco que
so bavia aborto, foi ama-rado o por all
mesmo lirado o romcltido loga para o Al-
Ignora-sesoachou o estoque no quarto,
se para all o levou quando fugio, ousola
o tinba posto do provencao.
Parece que o prncodi metilo anterior ao
assassinotiiiba revelado por mais do una
vez seus instinctos eroze.
(lornal do Commereo.)
peiTmaiibuco
Ilcparticao da polica.
lA 6 DE JULHO.
Illm. e Exm. Sr.--I)as partos que mi foram
boje dirjgidas, consta torem sido bontem
presos; ordom do subdelegado da fregue-
zia de S. Fr. Podro C.oncalves do Recife,
liaymundoJoscMsrlinho, Manoel Rufino da
AssumpsSo o Manoel Hilarte Ferr3o, para ro
crutas; a ordom do subdologado da fregue-
zia de S. Antonio, o prtto Manoel, cscravo de
llornardino Jos da Silva, para corrco;!Io; a
ordem do subdologado da freguezia de S.-
Jos, Antonio, cscravo de Domingos de Cam-
pos, por insultos; o a do subdelegado da fre
guezia dos Afnga los, o hespanhol Antonio
Domingos Rodrigues, sem deelaracao d
motivo.
Odelogado supplcntc do temo de Cma-
ra me communicou cm ollicio de 28 de ju-
libo prximo passa.lo, que cm a Jo feve-
roiro dcste anno, SabasliHo Vollio do Ornen
solTiera um tiro, do qual Tallecer no da 1!)
de abril seguinle, pelo que linba ello dado
principio ao respectivo processo, sem que
me tivessb todaviB declarado quaos os auto-
res dosse attentado, o se ellos tinbam ou nao
sido presos.
Este dolegado me commuuicou no mesmo
ollicio, que no da 8 do referido niczde ju-
nho ultimo, fura assassassinadi coni un ti-
ro Justina Mara de Jess sendo que os a ti
digitados autores d ssc dolilo J haviam si-
.do presos o processdos pelo sublclcgado
da freguezia do Caruar daquelle termo.
Dos guarde a V Exc. Secretaria da poli-
ca del'crnambuco 6 de julho di 1852.--
Illm. c Exm. Sr. I)r. Francisco Antonio Ri-
lieiro, prosideolo desta provincia.--Jos ISi-
colo Itiguoira Costa, cln'fo de polica ii
rio.
ItECIFF. 7 l)F, JUI.IIO DE 1852.
Iloje, pelas 3 e moia horas la larde, embar-
rouno cacsdoCoUogiooExm. prosidenlo Rio C.rande do Norte, Dr. Antonio francisco
Pcreirado Carvalho. sendo adiiipanbado
pelo Exm. presidente d'esla provincia, com-
mandanle das armas, o mais ilguuias pes-
soas distinclas.
As boas quali ledos, que recommondam a
S. Ex., nos fazcm esperar que lev ira a paz c
a Iranquilidado aquella parte do Imperio
cuja administrado Ihe foi couflidi.
Illm. Sr.En cumprimento do despacho
do V. S. leolia a ii.forma-, quo das partoi
dirigidas a osla roparlico pelo coman 'ante
do corp> de policia consta da do dia 24 de
[unir ultimo que fo-a prezo por crime de
furto um individua de nomo Antonio Fran-
cisco Xavier, e da do da seguinte que fora
sollo o |iardo Antonio Francisco Xivier, por
on le so ve quo este Individno nao he o sup-
licante. Tenhomiisa informar quo a pri-
zo o 8'iltura, do quo se tracta foram orde-
nadas pelo subdelegado da freguezia deS lo-
to do Antonio desta cidade.
Seerolaria Ha polica do Pcrnambuco 6 de
julho de 1852.
Antouio Jos de Frcitas.
Primeiro amanuonso.
M moa] Cabriol do Carvalho, t-mdo servido
sem erro, ou defeilo o lugar de procurador
fiscal da thasiurraia provincial, por Ululo vi
talicio, no docurso do 16 annos, vem protes-
tar poranle V. S., contra a violencia, o Ile-
galidad: do acto quo ni dia do huj o des-
tiluio das I incces de seu emprego, fun lan-
do-so nos (actos quo passa a relatar.
I.o Tor o actual presidente da provincia,
o Exm. Sr. Dr. Jos Joaquim da C inha,sus-
pend lo sem causa jurdica a cariara mu-
nicipal legitima desta cipiUI, por dous ac-
tos, dcscro;icionario para dar lugar a reu-
niao Ilegitima do venadores escoliiidos a-
dredo que po lessem expidir diplomas para
deputa los provinciaos pessoas que para
isso nflo foram habilitadas.
2. Ter o mosmo presidente fcito reunir
extraordinariamente asseaihla provincial
composta do laes individuos, alim de quo es
ta seis dias depois da ultima sessSo exlraor-
ilin in.i marcasso nova ^oc de reuniAo or-
dinaria.
3 Tcr o sobredilo presidente saneciona-
do i'" n anlidata, vinte nito dias depois de
conf' ccionado o aclo .lo 16 de abril do cor-
ronlo anuo que revogou a lei n. 10 de 29 do
outubro de I sis que conferio a vitalicioda-
de do supplicante.
*. Tcr o supra mencionado presi lente
dado" execuJo ao dilo seto de 10 da abril
I na mi. j .i se acliava. removido para a pro-
vincia do l'ai.
5 Filialmente, haver o referido presi-
dento com um tal procidimcnlo feito ox-
liir.;iiii ao dircilo adquerido pelo supplican-
te : o para qua om lempo opportuno possa
o supplicante v.-ndicar este diroilu,requcr a
V. S. que 1 lio maride tomar o scu protesto
por termo, o depois de tomado Ihe seja on-
ireguo para s mi ilnc.iii Onto.
Pede a V. S. Illm. Sr. juiz municipal as-
sini Ihe delira.
E' n. m.
Milal 26dejunbode 1852.
Vtvioel Gabriel de Carvalho.
Tome-te-Iho Da forma requerida. Na-
lll 26dejunliodo 1862.
Albuquerqut.
PROTESTO.
Aos vinte oilo de junho do 1852, nesta cl-
da lo do Mal 'I, om meu escriptorio veio o
advogado Manoel Cabrlcl de Carvalho mo-
rador insta inesma cidade que reconhe?o
pelo proprio. E por elle mo foi dilo que na
forma do sua pclicao retro protoitava con-
tra a viloncia que bavia sulFrido cm seus
direitoa, podio lo-mo quo Iho tomssse o seu
proli-lu do conforniidade com a niosma po-
licBo, O que cumpri em virludo do despi-
di nella azarado ; do que para constar flz
esto termo que nssignou.
Ku Antonio Pbyla lolpho da Rocha, escri-
v3u o escrevi.
Vaniel Gabriel do Carvalho.
2
Na noitedebonlom para boje suicidou-so
um invalido do 4o balalhilo do arlilbaria,
niaior de 50 linios, o q lal trabalhava de Ha-
pi tai ro cm urna Pija di ra da Cruz do bir-
ro do Kocife. Pouco condecido, foi elle con-
cn luzido a Irabalharna dita luja por OU-
lioollicial ; c pedinlo bontem ao proprio-
taiio d'olla que odoixasso pernoilar na mes-
illa, por morir distante e tomor a chuv.i,
l'ni-lho isto concedido. Picando entilo ni-
camente na luja, foi encontrado ao amarille-
cer, mo'to om un golpe na garganta, do
que a polica Tez a competonlc vstoria. Di-
zom que o morto soffria desgoslos de fami-
lia, e quo nao ora do bons coslu nes, icres-
.ontando-se al, que a polica o vigiava por
PbttcaQ5(?8 a pedido.
S&5JI3fi3>
iJiliioviSAno no tiieatro Dr, Sama Isabel or
occasia do iunf.ficio no IHSIONB AiTISTI
i.i.iimi.m) Francisco ubOliveira.
Salve I OBMI0 do palco americano,
Drgullio dcsia Ierra abeii(oada !
Oiivindo-tegcmcr ua aiaeALBtDA,
lucm ha que ic nao cliaiuc soberano ?
Dos louros que juntaste, cu n;ln me engao,
Altiva tcm a fronte j.i c'roada !
F. a gloria que no puteo boje le he dada
lia de o povo guardar KaMMMMUJIO.
Siudoso vais partir deisar em pranlo
I ii povo 11 ii.- admira o geniole arle,
Um povo que por li luspira lano.
Ah! segu ofado leul... brioso parle !
Mal crC-rnc que ci::gido d'aurco mani
'leu nonie soar por toda a parle
re vem ao altar da patria renovar o juramen
lo de odio i realcxa.
! A 9 de junho do ineiino auno, a fula do
' Ente Suprimo principiada as Tulhcrias icrml-
na no lampo de Mane. Nooenlro do recinto
elev.i-se un inonlinha em cu|o cimo coroado
de um oarvilho irnt iram-sc 01 reprcicnnn-
tei do povo e luanceboi com a eipada em pu-
nho vienm ferlr o inomlro do fanatismo.
1796 I de Janeiro, annlveriarlo da morlc
de Luli XVI canlou-sc lodo o dia o G ira, a
Marieillaiii, fcillon nn itlut il t Bmpin o
Chanl du departe, etc. Todos os funcionar! s
prcstnrim jurainciilo de odlo realiin; A 30
de marco icata da juventude cujo lim era ar-
mar us mancebos de i(i anooi de Idade. -- 30
de abril, fcsla dai Victorias, propoila por Cir-
not. ,
1798 SO de mirco testada soberana do povo
10 vcndlmarlo, fesla fnebre pelo lulo pu-
blico do general Ilocbe. 10 tnesiidor, fesla
da agricultura com muiloi carrol, bols, 'ruc-
ios, espigas, etc. Durante os cinco dlaa lup-
pleineiii.il(- do anno leve lugar una serie de
leilai com urnaejposIfSo noCimpo de Marte,
de lodoi o producloi da Industria rranccia.
18o 1__Fcila da fundacio'.da repblica c fela ] 42 coupes levim 12
pela eclebrajao da pai geral. O primeiro con- '733 cabriolis, 12
sol iiiisllo a ella. __197 gndola, 68
1801--Depois de sua elevacaoa^o impero, em I 4 omnjbus 68
RETIFICA5A.
Na correspondencia do Sr. J01 juim Mir-
lea da Costa Soaressegunda columna,
inlias 28, fallou o seguinto : Quanto ao
luirlo quesil 1, he ludo tal qual V. S. di.

Illm. Sr. Dr. ebefe de policaDiz Ar.lo-
no Francisco Xavier, branco, casado, mi-
rador na ra Direita d'esla cidado, e ama-
nuense d'alfandega d'eitl provincia que lon-
ilo o Diario de Pcrnambuco n. 142 do quarta-
feira 30 de junho prximo lindo, encontrou
ile baxo do titulo rcparticSo da polica o
ofllcio de V. S ao Exm. presidente da pro-
vincia com dala do 25 d'aqiiullo mez, o Hel-
io a declaradlo do tor sido prero no dia an -
lecedentn a ordem do subdelegado do fro-
Mi'zia do Santo Antonio, Antonio Francisco
Xavier, por crime ilo furto: c poique ,1 ido;i-
lidade do nomo, cognemn, e apelillo dopre-
/o com o nomo, engnomo o apellido do sup-
plicante podo trazar a ostoalgum enco.iioJo
para o futuro, c meamo po le dar aso a s^us
liesofect'i para o cabuiarooi 11 convom nn
supplicanto prevenir qualqucr d'csscs ma-
les, requer o supplicante V. S., que e sir-
va declarar-lho por s'u despacho so o prez
re minan trata foi o suplicante, ou nuem
elle'fosse, para a todo lempo servir o despa-
cho de V. S. de ressalv ao mesmo su.ip'i-
eante.P. V. S. que se digne deferir-lho.
Recifa 5 de iulho de 1852.
E. R. M.
Informo o Io amanuense. Secretaria da
polica de Pernambuc) 6 de julbo do 1852.
Higutira Coila .
Roliromea informacHo. Seerdana di po-
lica de Pernimbuco 6 de julbo da 1852.
Hipuira Coila.
VARIEDADES.
AS FESTAS DO C IMI'O DR MARTE.
Todos os partidos polticos, lodo os gover-
nos lee 11 'i .. iMeii'. conviilndo o povo de
l'ari< o os delegados dol departamentos para te
nuitrcm in Cnmpn de Marte; c nao-tic 11111 me-
diocre estado philosophicn, o da louga serle
de felai celebradas por lautas causas diversas
e oppost.is no uieniio lugar c seinpie, segundo
h formula consagiada, cim 11111 iinmcnso
Concurso de cida.iaos, no mcio de um indes-
crlnllvel enlhuiluino. >
Kis-aqui a lista das festas celebradas no
Campo de Harte ; cite ctudo he de grande in-
teresse na vespera da solcmnidade de 10 de
mulo o que trar a Paris maii de 150 mil pesso-
as lauto do cstrangeiro como dos de parlamen-
tos.
i/90 H de jullio de 1700. anniveraario da
lomada da Bullidla. Fern Peder;;:T" .nl-
versal da Frailea resumindo cm um cpro im-
inenso as ineioraveis fcderacOes parlicularoi
dos departamentos, dascidades, das aldcas
las mais pequeas localidades anciosas por
noslrarem o seu entbusiasmo pela rcvolu(o
de SO. I 1..I 1 a Fraoca linha enviado os seus dc-
pulados, Cada centena de guardas nacionaei
tinba depiiiad" *cis cidadoi; oda regiment
de mi mi 1111 oulros seis c cada regiment de
cavnllarla qualro Eltfl federados foram alnja-
d dispulavam cada un de seu lado a honra de o
receber A Immcnsa csplauada do Campo de
Mane nao era como hoje cercada de escarpas
de ierra .
Dote mil operarios foram empregados na
conslrujao das que vemos agora. Alguns das
antes da festa, rccciava-sc que os trabadlos
nao licassem acabados c entilo todo Pam poz
inaosa obra. Os guardas naclonaes, as mullic-
res, osniongci, 05 meninos e as irinacs da
caridade. Vio-se Irabalbar no mesmo cariinho
de 11110 o .ii.ii.i-.li- Slciei c o visconde de Hcau-
hannais. Um aicode triuinpho de dimensao
fabulosa eslava coltocado na entrada do vasto
recinto No lugar aclual da poute de Sena, li-
nlia-sc lanjado una pnnlc de barcos a qual
fazia couimiiiiicar as duas margens do Sena.
No nielo do campo de Marte citava o altar da
patria, no qual olliciou o liispo de Auluu Mr.
de Talleyrand.
1791 Fesla magnifica cm 18 de jeplcmbro
pela piililn-iij'i, c na occasio da aceila;ao da
consiilulfao, pelo rei LuizXVI. Ililly apre-
lentouo livroda conslil-iifo ao povo c disse .
Cidadaos, a assembla nacional coristitiiinlc
entrega o deposito da presente comlituicao a
fidelidade do corpo legillalivo, do re c dos
hllteij vigilancia do paii de familias, dos
cspoios edas mii: afeicao dos mancebos e
coragem de todo o Francezes.
1792 ij de abril fesla dsllberdade, A esta-
tua da liberdade eslava sentada em um carro
iinmenso. lendo cinuiiia nio o barrete da li-
beidadc e na outra una clava. A hura deste
carro ebegava ao seKundo andar das caas.
NSo bavia um s agente da forca publica nesta
solcmnidade essencialmente livre. O incslrc
di ccremouia na> llnlur por arma icn.10 nina
eipigadc trigo. Nao houve a menor deiordcm.
179.1- l'de Janeiro, f^stapira celebrar a abo-
licao da osera.diio. A lOdeago.todo mesuio
anno, fosla pela accii.icao da conitilulcuo de
1783 O prcsidmili-da uuuvcuv'o iccelieii no
Campo de Harte o S7 coininisiarlos dos depar-
lamciiliis ; os actol 1101 nuaes estavam cicrip-
tos os voto diiasseniblias primaiias loa M-
ram entregues, c elle os de poz uo altar da I a-
Irla, uaiiuudv Je lima esu-arga ue iliman
e dosgritoidc alegra da oiuItldSo quejuiara
defender a conililuiyao al morte. A 2 de
dezembro, celtebrou-ic no Canipo.de Marte a
iVeirt rfai FielonVii, por ocoiil.10 da tomada d
Toulon. Qiiatone carrol, reprcsenlando os
lualor/c eierclloi di repblica, eram amala
bullante decoracao desla solemnidade palrio-
lica. Ncsle dia o altar da patria foi transfor-
mado pelo pinloi-pocU David em templo da
imniorlalidade. .
179-1 11 Je Janeiro, annivcrsario da morte uc
Luli XVI cadamembro dai aulorldadei superio.
mos. Para o fabrico do espirtilhos ha 653
eslabelecimentos, qo omprogim 2,968 mu-
Hieres e 38 homens A venda dos osparii
Ihos que so fazem annualmente cm Paris
sobe a 5,000,000 de francos. Uestes saliom
pira exporlacSo no valor de 1,200,000 fran-
cos. 11 Iratico de roupa branca he um dos
mais importantes da capital. O scu proJuc-
to annual importa em 27,000,000 do Trancos
lia 2,021 eslabelecimentos desta classe, que
ompregam 10,190 oslureiras. Desdo quo
se introduzio o uso do mangas bordadas,
s Paris tom exportado para a Amorici 30
mil pares dellas.
enca do,Jdeputido. de todos o. corpo. do 4,000 diligencias dos arrodores, 40
eiercito. ,
I8l4 7 de septembro, o governo da rcslau-
racio deitribuio bandeiras guarda nacional
de'l'arii. fim desla deslribuifao era apagar
at a lembranf daiagulaido Imperio e dai
licz corea da revoluco. Um altar rciplandc-
cente de ouro c de pedrarlai era levantado
com a frente para a eacola mililar ; cm face
citava o throno aoqual lentou-ic Luii XVIII
.0 iimp iiihidii do conde de Arloi, do duque
de Angoulmc e do duque de liei-ry. A m''
foi celebrada pelo arcebiipo de Par, Mr, de
Talleyrand-Perlgord, tio do bispo de Aulan,
o olliciante do federacao de 1700. Os guardas
nacionaei desCilaraui dame do trono cm quan-
to a inuiica locava; Vive llenri IV c Chamante
Gabriitle.
I8l5 ldejunhocelebraraodavolla do im-
perador Kapoleo ajiarcceu no leu Ib roo
coiuscus trc inni'ioi. Cclcbrou-sc una imssa.
A conitilu^ao foi celebrada com cnlhusiasnio.
Os grilos de: viva Napoleao'. foram Inuincra-
veis. O juramento foi prestado com umi Borle
de transporte. Napoleao do alto de seu tbrouo
tomou a palavrac disse.
Soldados da guarda nacional de Paris,
Soldado da guarda Imperial,
Cu vos confio a aguia Imperial com as cores
nacionaes. Vosjuraea inorrer lefor Decenario
para delenJe-I 1 contra os ioiinigos da patria
a do tbrono. Junes nao rcconlicccr jamis
oulrosigual de ajunlainento I....
/Icslaiiioio. Revistas da guarda nacional.
Todos se Icmbram da ultima revista pasuda
por Carlos X, na qual o cidadaos manlfota-
rain una grande lioitllidadc, preludio da re-
voluco de 1810.
.un Phelippe Revistai c corrida de ca-
vados.
1848 Lc-sc no .11 i'--oi de 23 de maio de
1848:
Se obstculos emprevistos c nlciranienlc
furtuilos (o aconlccimcnto de 15 de malo)
obrlgarainmuitas vcieso governo a emprazar
a fcsla da concordia, o publico pelo menos nao
nenl.11 uada com isso.
EiU solcmnidade foi celebrada boulcnif21
de maio ) com um esplendor que auguenlava
anda cm lempo magnifico c nao esperado.
Debaiio dcste bello ceu c do mel de todas
estas physionoiiiias que cxprcniiain o coolcn-
lamcuto o mal eiparsivo como ac pode c-
i 1 no 111 ir outra cousa que nSo seja um pen-
samento de amor, de couciliacao c de concor-
dia.
O que mais notamos principalmente foi a
atiiudc ao meimo lempo chela de tranaporte e
decoDfia-ita da imiiiensa populacao que allluia
ao Campo de Marte.
O gritos de viva a repblica viva a rep-
blica democrtica viva a asseinldca nacional
mil vezes repelidos, c choravam a cada ins-
tante ao mesmo-lcinpo, como para protestar
o respeito do povo para com as lnslilui(des
que cllcdcva a al inclino cm repugnancia In-
vcncivel contra todo pensameulo relogrado
c racionario.
( Prcor)
NOVO ME!HODO DE CO.NVERTER A
AGUA DO MAR EM AGUA POTAVEI..
O Sr. Normandy inventou nm apparelho
simples o pouco "volumoso, no qual sim
grande custo de combustivel, so extralii da
agua do mar, segn lo so allirma, urna
grando quantidilc de agua potivel ; por
oxomplo : vinte kilog -iiiiins do agua doce
com um kilogrammo de carvflo do podra.
Noslo apparelho a agua do mar datilada a
1,000 c, por meio do vapor, com urna prs-
alo pouco superior atmospliera voUtilisi-
se se 11 levar comsigo as materias orgnicas
que, suspensas uu dsiulvidas na agua do
mar, llic communiceni urna cor niucab'm-
da, e nm goslo desngradavol. Consiste o
Bpoarellio n'uma serie do discos sobreposlos
uns aos oulros, que se commtinicam entre
si por meio de una especio do canal cm cir-
cuios cunciiricos, iollidos n'uui banho
de vapor, cuja pressao he pouco niatorque
a atmospherica. A agua do mar circula por
estes canacs aquecida p do calor, misturan-
do-so dopois com o ir itmospherico condu-
zido por um tubo que commutilca com a
almosphera. Esto mcthoJo parece mais f-
cil o econmico quo quanlos itc agora se
tcm inventado.
Asiim o fazomos saber aos navegantes,
sem nili un; r a exaclid.1o do invenlo por-
que nao lizomos dalle experiencia.
NOVA MACHINA DE VAPOR.
Vamos annunciar um descobrimento quo
pela sua nalureza p le fazer wni revoluco
na conslrucijao das machinas de vapor.
O oncarrogado de negocios da Suecia na
America Septentrional, particpou, sogundo
diz EdinbourgVosl, ollicialmcnle ao seu go-
verno, quo o capitn Ericson, CKlobre cn-
genhei o sueco a quem so attribuia a appli-
cagilo do blico navegagao a vapor tinha
conseguido resolver o problema da machina
calrica. Em harmona com est-i principio
conslruio duas machinas, urna da i e 1 de
100 cavallos, o outra de 10. A primera
pode c.irrogar-se db ar u'um minuto o 45
segundos: n5o consom combustives, o
esta prova do qualqucr genero de cciden-
te bstanlo um s homem para a dirigir.
Oar introdu/.ido na machina sai expelltlo
sem calo-, que (ica lodo no g morador. A
primeiravez quo ocipitSo Ericson visitar
Inglaterra fara umi vi'gem n'um p'jrosa/o
de calor.
ESTATISTICA DA MODA.
Pajil ene rra ( fevereiro de 1852) dentro
em seus muros 879 lojis o armazons do mo-
iias,"8(7 dos quaes $So dirigidos por mulho-
ros. Trabalhatn neslos rstabolecimenlos
2 717 costureiras, o ven lem por anno
13,000,000 do francos Entra nesta quanlia
a vonda do brreles, chapos, adornos de
c.ibeca, o nutras couiilde fantasa. As di-
vas, roupa branca feit\ bordados, o feilio
do vestidos do senliois portoucom a outro
genero O tormo medio do Jornal das cos-
tureiras lio I franco e 98 cntimos. Algu-
mas destas operaras vivem nos estabelecl-
mqntos, o vencom um salario annual. Qua-
i todas s3o mulhores do bom proceder, o
entre 100 dellis 98 pelo menos sibern ler o
escrover, propo-eflo quo se n5o encontra
em nenhum outro ollicio As que vivem de
fazer vestidos sobom s 5.181, das quies86
empregam mais de 10 costureiras; 1,819 do
2 a 10, o 3,203 trabalbarr. si ou com outras
que chamam como auxiliares, mas por pou-
co tempo. ,
O numero total do mulliaros emproga las
nesle trabalho paisa de 10,000. O termo
medio do seu jornal bel franco e 50 ccnti.
MOVIMENTO DE CARROACENS EM
FRANCA.
Contam-seactuaimento em Paris (Janei-
ro de 1852) 27,938 cirroagons publicas e
particulares, que transporlam diariamente
200,054 pessoas, na forma soguinto :
538 carroagoni transporlam 15 pessoas
por da, oqued o total de 8,370
604
8,796
2,364
23,420
16,020
45,000
Multiplicando esto numero do viandantes
pelos365 dias do anno formam um lotal de
57,113,010. O numero dedesgracis occor-
ridus por carillos o carroagens subi a 356
Alm dcstas carroagens destinadas s pes-
soas, ha 32,321 para cousas o objetos, que
d ii' um total de 60,259 cirroagcns om cir-
cularlo.
ESTATISTICA DE INGLATERRA E
IRLANDA.
A ultima cstalislica quo so puhlicou na
Gran-Rrclanha oiereco ostudar-se nos seus
divorsos ramos. Os estatisticos pem a Ir-
landa parte, e diminuem a sua povoar;fio
da de Inglaterra, Escocia, c das ilhis do mar
inglez, qfle bu de 20,919,531 almas, das
quaes 10,181,687 perteucem ao sexo mascu-
lino, o 10,734,881 ao sexo liminino.
Inglaterra e o paiz do Galles lem (cm
1852 I 17,905,831 almas, sendo 8,731,554 do
sexo masculino, e 9,151,277 do sexo fem-
nino.
Escossia 1,870,000 varos, o 1,363,622 mu-
Iheres.
Unas da Mancha, etc. |142,9I6 homons, o
66,511 mulheros.
Londres 2,363,144 habitantes, sendo
1,104,356 do sexo masculino, o 1,258,783 da
sexo fominino.
I 11 1801 a povoacSo da Gran-Rrelanha
nflo exceda a 10,912,616 almis, o em cin-
coenta annos dupicou o numero. Eslo pro-
gresso nada be, porm, om relelo ao dos
Estados-Unidos que em 1800 linha 5,316,762
almas, sogundo n estilstica di 1850 centa-
va ueste anno 23,267,498, dous milhes o
um teco mais do que a povoacilo de Ingla -
terca c Escocia em 1851. O termo meJio do
augmento decenal em Inglaterra osla a ba-
xo do 15 por nenio, ao passo que nos Esta-
dos-Unidos ho do 35 por cenlo.
Al aqu a povoacSo de Inglaterra quasi
rivalisava na proitressa'o com a dos Estados-
Unidos. Quo difTercica ha dez annos!
Em 1841 i- uit va a Irlanda 8,175,121 al-
mas, 1,472,788 familias, o 1,384,360 casas.
Em 1851 nSo linha mais do quo 6,515,704
almas) 1,207,002 familias, o 1,115,007 ca-
sas. De modo <|uo em 10 annos perdeo a
Irlanda 1,659,330 habitantes, 273,785 lami-
llas, o 269,353 casas.
MACHINA RARA.
Extrahimos o seguinto trecho do lornin'i
Chroniclc, ao qual deixamos a responsabi-
li lado da narrac,!io :
Parece quefir. Alfredo Scme inventou
una machina pela qual se mostra, por va
de Indcelo ou de lcelo, ad libilum, as
mutuas relac's do qualquor numero do fic-
tos ou principios, que parece deveriam fi-
ar sempro no dominio da ntelligoncia.
Como so maneja ella ? He este um ponto
a respeito do qual o hisloriographo se mos-
tra mui discreto. Mr. Somo dispo as pa-
livras de tal modo que cada una dellas
forma melado da signilicaclo da palavra
posta por cima, e compeliendo a significa-
cao das palavras postes por baixo. Operan-
do em segiiilla sobro a machina, Mil so cn-
carreg de mosl-ar a podida cnnclus3o.
Ileceio que osla tenha a inesma Torca que
os dsticos, que timbem machinalmente so
fabricam, o com o auxilio do urna especie
de gradas, inventada para uso dosconfei-
teiros.
( Do Diario do onerno de Lisboa. )
COMMERCIO.
ALFANDECA.
Rendimonto doda 1 a 6. .
Idom do dia 7......
tfavio tahido no mesmo dia.
Para o portos intermedios -- vapor brasilei-
ro Pernambucina comman linio Oltcn.
passageiros deili provincia Exm pro-
sideote para o Rio Gnnde do Norte, sui
mulher eiescravos, Antonio Carlos Au-
gusto Damaoeno o dous escravos, Joi
Aquino Fonsoc, Ricardo Jos Francisco,
Antonio Frincisco de Oliveira, ex-praca
Jo3o Antonio Damacono. _________
EDITAES;
__O Illm. Sr. inspector da ihcsourarla da fa-
zeiida provincial emcuinprimonlo daa ordem
do F.m. Sr. prcililcnte ila provincia, de .'lo de
iunlio prximo lindo, manda fazer publico, que
no da 8 do correte ao mcio dia, peraote o tri-
bunal administrativo da inesma thejouraria c
I i. e 1i-111111l.11 a quera maisofferecer o con-
tractos aballo declarados.
Vinte por cento sobre o consumo d'agoarilen-
te no mnnicipio do Recife, tomando-c por bi-
za o olfcreciinenlo feiio pelo licitante Luis Joi
Marques de 12:502,000 rs. por auno.
Talada birrclrade Motocolombn, tomndo-
le por bazc o nlferecimenlofcito pelo licitante
FelippeRodrig'ieiCainpcdo de 1:000,000 r ,
por un".
As arremalacOeaierao filial por lempodc Jan-
nos, a contar do 1. de judio de 1852 a 30 de ju-
ulio de 1855.
E para constar se mandn ahilar o presente e
publicar pelo Diario.
&'rcretaiia da tbesouraria da faicnda provin-
cial de Pcrnainbiico I." de julho de I8U.--0 e-
crctaiio, Aatoniu Ferrcira d'Annunclacao.
I'eranto a cmara municipal desta ci-
dade, cstarflo em praca nos dias 1, 12e13
do corronte, as obras novas e reparos, a
executar-se no acotiguo publico da fregue-
zia da Boa Viste, orcadas'cm 1598,050 rs.
Os protendentcs pJem comparecer nos
indicados das, munidos de fiadores idneos.
Paco da cmara municipal do Recifo, em
sossSo do 6 de julho do 852 Francisco
Antonio do Oliveira, presidente. -Manoel
Ferroira Acioly, secretario inteiino.
-- O Illm. Sr. inspector da Ibes durara da
fazenda provincial, om cumprimonlo da or-
dom do Exm. Sr presidente da provincia de
II docorreute, manda fazer publico, que
nos das 6, 7 o 8 de julbo prximo vindou -
ro, so ha de arrematar peranto o tribunal
administrativo da mesma thesouraria a
quem por menos fizer a obra da poni
da Passagem da Magdalena, avahada om
24:880,810 rs.
A flrrcroatacao sera fcita na forma dos
artigos 24 o 27 da lei provincial n. 286 de
17 de miio de 1851. e sob as clausulas espe-
ciaos abaixo copalas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matadlo, comparceam na sala das sossas
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
F. para constar se mandou alllxar o pre-
sente, e publicar pelo Diario. Secretaria da
ll.e-ii ua-1 1 da fazenda provincial do Por-
namburo, 15 do junho do 1852.-0 secreta-
rio, Antonio Ferroira da Annuncifcao.
Clausulas especian da arrcmatatflo.
l.i Esta ponte ser executada do confor-
midadecom o orcamonto nesta dala apre-
sonlado a apprnvaclo do Exm. Sr. prn-
denlo da .provincia na importancia do
21:880,810 rs.
2." Estis obras serlo principiadas no pre-
so de trinta diai.c concluidas no de dez mc-
zes.
3.' Durante a nxecueflO das obras o arre-
matante ser obriga lo a dar livro passagem
ao publico, lano a p como a cavallo.
4.' A importancia desta arrcmalacSosor
paga na rr.na do artigo 38 da lei provincial
n. 286.
5.' Para ludo mais, que niio cstiver de-
terminado nal presentes clausulas, seguir-
se-ba o quo dilpoem respeilo a loi pro-
vincial n. 286, Conforme. -Os cietario.
Antonio Perreiri da Annuncicjlo.
Declaraijoes.
*
le
60:632,250
4:692,5.i0
65:321,800
lo
Descarregam lioje 8 de julho.
Urigue portuguez Lata mercadorias.
Brigue amor icano Witliam l'rice- orest
Patacho inglez Banslice bacalho.
11111 orn en o.
Vapor brasiloiro Pernambucana, vido dos
portos do Sul, consignado a agencia, mani-
festou o seguinto :
2raixotes a Francisco alstralo.
1 dilo i a Falque lrm3os.
1 dito ; a Jos Moroira Lopes.
I pacota oncommendas ; a Antonio Jos
Teixeira Bastos.
1 dito ditas ; a Jos Mina da Silva Porto.
1 dilo dit I caixa dilasja J. 1". Gollier.
I dila ditas ; a Francisco Xavier Pinto
Lina.
I dita ditas ; a Elias E. I.. Costa.
I dita dilas ; u Salustino do Aquino Fer-
rcira.
CONSULADOGERAL.
Rondimontodo dia 1 a 6.
dem do dia 7
Rendimcntododia 1 a 6
ldemdodia7.
l''.xporlnco.
Barcoiona, patacho hes'panhol Prosidenlo,
do 204 toneladas, conduzio o seguinto :--
5fi0siccas cun 2223 arrobase 29 libras do
algodDo om pluma.
Montevideo patacho Sardo llotmti Ma-
ri, conduzio o seguinte : 60 pipas agur-
denlo, 400 barricas o 75 barriquiiilns com
3610 arrobas c 15 libras do a-sucar.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimonto do dia 7..... 429,406
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimonto do dia 7. 3:174.18
Movimento do porto.
~ A'awio entrado no dia 7.
Macelo -- 2 diis, patacho brasileiro Ca
mcs do 167 toneladas, capitn Jos An
dio Maia, cquipagem 11, em lastro ; a Jna<
quim Pinhairo Jacomo. Pissageros. Joa
quim Teixeira da Silva, Joaquim Fictiu
dn do Cistro Silva. Vei
coc s'gue para o Assu .
Binco do Pcrnambuco
Os Discoutos da semana que deccorro do
o a 10 de julho. iflo de 6 /o o anno para as
letras a vencer al o lim do outubro, o para
as vencer al 6 mezes he o de 8%
- Os subditos britnicos residentes nesta
i la o qualiflcado pilo aclo do parlamento 6
ico 4, cip. 87 sao convida los reunir-se nos
o consulado no dia 12 do corronto ao meio
dn em ponto. Consulado Biilanicoem l'cr-
namhucoS dojulho do 1852. A. Augushus
r.ocoper, cnsul.
Pola S'guiida leccjlo da mesa do con-
itila lo provincial se faz publico, quo do dia
! do corronto mez se principia a cobrar o
niposlo do 20 por cento do consumo das
goas-ardenlcs de producc3o kranleira do
gundo semestre do anno (iuanceiro de
1851 a 1852 .
O arsonai do miriniui a imiue, para
suas obras e para as do mclhoramento do
poito, srvenles livres, pagando o salla-
rio de 640 rs. nos dias em quo Iraballu-
rem; o bom assim, engaja 10 canooiros
livres, pagando por mez 141000 rs alem
doumaraciio avallada em 6/000 rs tam-
bem por mez. E por sao couvi la por
esto annuncio a quem convter, a compa-
recer no mesmo arsenal, a qualqucr hora
do dia, para so inscreverem. Inspectora
do arsenal de marinha, 28 le junho de 1852
- O secretario, Thom Fernandos Madcira
de Castro
Rodrigo TliooJoro de Freilas, odlcial da
impoilal ordem da Rosa, cavallciro da de
S. liento do Aviz, condecorado com 11 me-
ilalha da reslaurnciloda cimpinha da Ba-
bia, eipiUo de mar e guerra da armada
nacional o imperial, inspector do arsenal
do marinha o capitn do poilodcsli pro-
vincia doPemambuco, por8. N. I., que
lieos guude c.
Faco saber que, cm virtudo das ordens
da presidencia da provincia oconhccimcn-
lo da alfandega das fazendas, be livro a en-
trada e sabida das barcacas, canoas e jan-
gadas, pela barreta do sul, continuando a
licar vodada euis" onlradas c saludas pelo
suldaiiuella mesma brrela : sendo obriga-
do a todas cssas peqt'enas nmharcaces,
nur as sabidas qur inscn'radis, tanto
por aquella barreta como pela barra dcste
porto, a a traca rom as barcas de viga, pres-
lando-sc a todas as pesquizis que frir do mis-
tcr fazer-so licando sujolns mulla do
art. 114 do regulamento iba capitanas,
combinado com asmis ordens cm vigor,
na fall do cumprimrn'.o deslo o-lilal.
Capilania do porto do Pcrnambuco, 16
do junho do 1859.Rodrigo Thn. loro do
Frei'is. ... .
AdiiiiiisiracSo do patrimntiin dnsnrpnaos.
Peraote a administr?ao dn patrimonio
dosorphaos sr bao do nrrcnialar a quem
mnis der, e por tempo de 3 annos,que sehfio
de lindar, em nn de junlio de 1855, ai rendas
dos predios seguintes, c nos das ibaixo
declarados : ....
Em 10 de julbo.
liceo da I.ingotli.
N. ii du 2 aiidain.
Ra da Cruz.
N. 11,12, 14 o 29 de 2 andires.
Fra do Poitas.
Casas terreas n. 89, 99,101,103 c 105.
Em 14 de julho.
lora do Porlis.
Casis terreas n. 2, 94, 96, 98, 100, 102, 104,
106,108 el 10.
eio receber prati- o siiio do Rozamibo, em que mora o Dr.
Jomo Homingues da Silva.
. |9:867,476
1:398,676
11:266,152
DIVERSAS PROVINCIAS.
233,388
148,774
382,162
Dito na Mirocira, em que mora o Dr. Manoel
Joaquim Cirneiro da Cunda.
As pessoas que le proposerem 1 arrema-
tar dilas rendas podero comparecer na casa
das soasos daadminstracao, nosdiasaci-
mi indicados,is 4horas da tarde, com seus
fiadores.
Secretaria da administrarlo do patrimo-
nio dos orehos 1. de jolho de 1852. 0
secretario interino Manoel Jos do Sania
Mina e Ariujo.
-- Pela segn la seceso da meza do Con-
sulado provincial so visa aos proprietarios
de predios urbanos nosla cidade, que no dia
10 do andanlo mez se linda o p-asopara o
pagamento da decima do segundo simoslrn
do anno linanceiro de 51, 1 52, e que desse
dia em diante incorrem na multa do 3 %
sob o valor do seus dbitos, todos os que
deixarem de pagar.
- Otencnlo eneirregado do reconlitei
ment, o medilo dos terrenos do marinha,
convida aos seuhores coronol Jos Pedro
Velloso da Silveira.Jos Virissimo de Azo-
tado, padre Jo9o Jos da Costa Ribeiro, Joa
quim Cardoso Ayrcs, capitflo Firmino Anto-
nio da Cmara Santiago, Jos dn Froitas Bar-
bosa, Hilario de Allhayde, Anna do Freilas
Barbos, o Ignacio Jos da Luz, para quo
comperceam por si, ou seus procuradoc,
na casa de sua residencia, na ra Direill ti.
78, alim de se Ibes maicir o dia em que hlo
do comparecer para assistirom a n < -11 1
dossous terrenos sitos nos Afogados.
L'iiblicaces litterarias.
I ELEMENTOS.
- ttl'j 4
llIOMEOPATHIA.
SAIIIO A I UZ A 3.' E ULTIMA PAUTE 1
desta obra composta pelo professor de ^
| bomopathia Gossel Bimonl Cuitari 9
5/000 a obra nteira at 30 do junho, JJ
9 dia cm quo licar encerrada a assig- 9
natura. Esla obra he til, tinto pira
os mdicos quo SO dedicare i, ao es- 2
lulo da nova medicina, como para *
todas as pessoas do boa vonlade que (
quizerem convoncer-se por expeiien- f
rias da vor.lade desla doutrina, por n>
ser ella muito clara, c a intelligeneia (j
de todos, ?
No consultorio homopalhico ra t>
w- dasCruiea n. 28. S
TRATAMENTO UOMEO-
PATHICO.
DAS molestias venreas,
e consclhos aos doentes para se curaroni,
i mesmo, sem precisarcm de medito,
polo professor bomwopalba
Gostct-Bimonl.
Sabina luz eacha-sc a venda no consul-
torio bomrcopathico da ruadas Cruzes n.
28. uclo prego de 1,000 rs.
16,000 para os 1 ssignantfs.
A nlcrcssantissima obra
de
MEDICINA HOMEOPATHICA.
DO
Dr. U. G. Jarh
traduzida em portuguoi;
polo
Dr. Pedro de Allahydo Lobo Hoscoso.
Acba-sc nos prelos da Typograpbia com-
mcrcial do Rvm. Sr. Pudre Meira llcnrique.
Ksla obra he indisprnsavel a todas as pes-
soas, que quen m cstudar, c pratirar a vei -
dadoira medicina a homeoptica : nen-
hum elogio por mais pompozo, que seja, lie
sullicicnle para encarecer o mcrilo delta :
o nmiie de scu aulhoru Dr. Jarh be lodo o
sou elogio : tom sido ella a fonte, onde lem
bebido sua instruccSo os molhores mdicos
o autores homeopticos. O traductor po-
derla fixer um resumo mais ou menos per-
feito desta obra, mis nHoqucrendo aprn-
senlar como scu o trtdialho dos outros, rr-
solvau vei te li para o porluguez, procuran-
do ser o mais liel possivci nalnilidi(8odo
ponsamento do aulhor. NJo estando cum-
plotamento eslulado grandi numero dos
medicamentos, quo vem consignados cm
dila obra, o tradutor rcsolvcti appiestnlar
os com medicamentos mas bom cstudados-
0 experimentado na pratica, os qutos eom-
poro o 1, volumo. A obra ser COmpUltl
com cxccllento lypo.o nilidinionte Inioies-
saem muito boni papel, pira o qucnarc
poii[ar3o despezas. Assigna-so para es'a
obra no consultorio llomcopapthico da roa
doColIeRio n. 25, primeiro^and.-.r dirigido
pelo traductor. Em consequenna de su-
ma diminui(,ao, que conseguimos no prc<;o
da improsso, podemos rcduzir a 16,000 rs.
o custo para as pessoas quo se dignaren! !
signar ; dnvendo sor paga esta quanlia na
entrega do primeiro volume, que sahii us
mais breve po sivel, sendo annunclada 1J
dias ante, o encirraudo-se a assignalu-
ra no da da entrega. Espora-so que lodos
os amigos da divinal medicina bomeopi-
thica, njud ni esla cinprtza o quo muiluu
Lrigani o traductor.
Consultoiiollomcopalhico ra do Collo-
gio n. 25 1 indar, em 7 de abril do 1852.
Avisos martimos.
-- para Lisboa com bravidade, por ler ja
, arto da carga prom ila, soguo o briguo portu-
guez l.aia, capililo Jos de Abreu, para Oargl
ou passageiros, para O que lem os mellnires
commodns.a fallar com o mesmo capililo.ou
com os seus consignatarios Francisco Sevc-
rimo Rabollo &II10.
Pora o Aracaly.
Sabe com brevididc.o bomconhecidobi.i-
te Novo Olinda para carga trala-se cun 0
consignatario J. J. Tasso Jnior.
l'ara a l'aniliibn.
Sabe por toda esla semana o bialo 11 icio
nal Piquete para Carga trata-sc com o mes
tre Joan Percira da Silva, ou na Iravessa do
Vigario n. 3
l'ara o l.io de Janeiro, sabe
ininretciivelnientc .saubailo 10 do
corrente, o liiatc nacional Pioda-
clc, s recebe carga niinila c esen-
vos a rele.- trata-sc com ocapt2 ou com Novaos &Gompanhia, na
rna do Trapiche n. 34-
Para o Uio de Janeiro.
O brigue escuna nacional Olin-
da, capitao Manoel 31. l'errcira ,
srguo para o Rio tic Janeiro,com
miiit.i liMvirlatle. or tcr a Uiaior
parte do seu carregamento enga-
jada : para o resto e escravos a
frete, trata-se com os consignata-
rios niacbado fc Pinlieiro, na ra
to Vigario n. 19, segundo andar
ou com o caniliio na prafO
comniercio.
tb'
mm*&wRimmLW*K


3
__ Para o Rio de Janeiro, sahe
rom a inaior brcvidade possivel, o
,, .tacho nacional Valente, capitao
Francisco Nicolao de Araujo : pa-
ra cirga, passageiros e escravos a
ficto, liata-se com o tnesmo capi
lio, na praca do Gommercio ou
com os consignatarios Novoes &
Companhia, na nu do Trapiche
n. 3',. .
__A barca portuguezi ((limpia
sala p; rao Porto sabbado 10 do corrcnte:
;,,., quizor ir da passagom, par n que tcm
O abaixo ossienado pharma-'ment d'arma de fogo, elem todos -- 0Sr. j. i>. r. b., queira dar soluto
w 'b I, _____, ,_, p ., do que promrtlco por mu carta de 2* de
liste abril docorronle ar
- Deseja-so lugar um sitio, com Bastan-1
transferio os os costumes e Tala do mato, sie abri'l docorronle anno, e quedara ler lu-
nguiobo j quemHw7diffijl"ii0fndi*- estabelecmentos de pliarmacia c cabra fol lurtado era i833, c an- gr por todojo moz do maio, segundo pe-
,8--d^cetrumdr^rAmr.sileiro. h.bi- ^gas, que linha abortos, na ra dou pelo ertaoem varios lugares, p!fb'ar8al
litado para sor criado do qualquor familia, da Cruz d> Kecife, e na ra estrc- como-fosscm Kiacho do &angue, clplo, ea
quo for pas frs da provincia: quom do seu [ja do Hozario, pura a ra Direita
proUimo so quizer ulilisar, diri a-so a ra _..-_
de lionas ti. loa. > 88' onde continuar a prestar-
se aos seus fregueses, e aquellas
Sr. Josc Concia de Mon-
dones queira mandar pagar a
subscr93o dcste Diario.
da por sua referida carta ; do contrario se
qual o negocio, quando tere prin-
a mu m a por que tero procedido :
lirria ilr ananni s m V,nta\~al "" ru" do CollcBio n. 8, primoiro andar,
rejo ue uananeiras e iiaioic aie nch8rcomquom conclua esto negocio, se-
i" 'i, em que veio para esta cid a- gundo a resposta dada sua mencionada
depara o poder de seu senbor o carta-
u i j i Aluga-si urna oscrava para todo o sor-
que o quizerem honrar, abaixo assignado; roga-se por- vico, quesaiha engommaro cosinhar:na
pessoos
c(iin sua confiam;i no desempenho tanto as a
na memorescommodos, dinja-sc a ruado
Visara '0. ptimeiro andar, aos sous con-
SienstariOS T. de Aquino 'onseca & Pilbo ,
ou.10 rapitso na praca _
__Para c Kiode Janeiro, sahe
rom a maior brevidade possivel, o
brigue nacional Hio Ave, capitao
Filias Jos Alvcs: para carga, pas-
saueiros e escravos afrete, trata-
.se com o mesmo capitao, na pra-
ca do ommercio, ou com os con-
signatarios Novaos & Companhia,
iiariia do Trapiche n. 34
Para o Maranhao e Para o brigue escu-
na Douro, capitao Jos Pinto Nones,recebe
carea o passageiros : quem pretender dirija-
SO a roa do Tr-.picho n. 26, a fallar com o
consignatario Manocl Duaila Itodriguos.
Para llaliia
s.ihc al oli.ndrsta semana o hiato Capri
dioso, boni conhecido por sua velocidatlo o
rnrltli-XI do cuiislrucco : para o resto da
carga e pass*gcros,trts-*ocom LimJ.de
i istro Araujo. na tua da Cruz n. 3*.
mo, c mar
-- Procisa-ss do urna ama, que saiba cn-j das fungues de sua arte, mesmo pitaes de
gommar, para o sorvicod.i urna casa do pon- ag.:na(i0 tem ,im nomnlt-
ca familia, preferecc-so cscriva: na ra No- auaiXO assignauo lem um compi.
va n. 30. [to sortimenlo de drogas e tintas
.- Cbrl.toyode Souw Artujo, ubJiio encommenda,
ulugucz relira-sc para fura da provincia. I "1 1 ,
ii lu i da des policiacs e ca- rua Nova esquina da do Sol n. 71,1 andar.
campo a captura do mes-I 'ede-se ao Sr. tenentc Joao
indar cntreear na rua dos Morinho Cavalcanti de Albuqucr-
Lciltlo.
--1.co Jos, de Castro Araujo, far leilSo
I o intcrveiif o do corrector Miguel Camel-
lo, de cerra de 300 saccas com f.irinlu de
mandioca s-xla-lcira 9 do corrento ao meio dia om
punto ; no primoiro indar da casa da rua a
Cruz n. 31.
INo dia 8 do concille mez
dcjnlho, as n horas.do dia, se
lar Icilao por ordcni c cm prc-
senca do senbor doulor jais do
commcrcio, cm um dos rmateos
do Porto do Matlos, confronte a
casa da assembla, do casen c mais
pcrlcnccs da barca n icional Amen-
cal, abandonada sos seguradores,
cm lotes ; os senhores pretenden-
no
luga
Ir.s qiiciram comparecer
indicado.
Ocorrctor Miguel Carnriro, far Ioi13o
ihi da quinta reir 8 do corrento ao mojo
Trapiche n. 38. de 25 pecas de lonas ameri-
canas.
O loililo da armacSo,miadozis, c frra-
seos da loj* dos fallidos souza c Mullo licou
transferido para sexta-feira 9 do corroie as
10 Horas da manha por nrinn do Sr. I)r.
juiz municipal supplenlc da segunda vara o
('oinmctcio.
Avisos diversos.
nao s da provincia, como para
fra, o que promctle fazer por pre-
sos rasoaveis e com promptidao ;
tendo como seu administrador no
mesmo eslabelecimenlo ao Sr. Joa-
quim Jos Moreira, bem conheci-
do nesta cidadu pelos seus conhe-
cimcntos de pliarmacia o qual
est tombem autoi isado cm ausen-
cia do abaixo assignado a fazer as
suas vezes em qualquer objecto
tendente ao mesmo eslabelecimen-
lo. O mesmo abaixo assignado pro- Tll|)OS oscn
mette publicar brevemente urna5
relacao de todo o sorlimento que
tem com os seus ltimos procos.
Pernambuco, i7 de abril de i85a.
Jos da Rocha Paranhos.
Botica homopathici.
28 HIJA DAS CIIUZES 28,
Dirigida por um pharmactuiico
approvado.
Tintura s
frascos de 1|2on;a (cada um)
se parj o Hio de Jaueiro.
\3 Scgeiro. O
i* Albctlo l'revost segeiro tem a lion- "
O abaixo assignado, cm vir-
ttule do annuncio do Sr, Joaquina
Percha Arantes, inserto no Diario
de Pcrnambtico n. i/|8, de 7 do
ronenlc, quasi i mezcs'ilrpois, que
para beinde seus interesses se rcti-
roude cnacasa^cumprc levar ioco-
nliccimentodorespeitavel publico, & do prevenir o repelUvel publico* g
(_ l- queeslaboleceu-so nobeccodo fam- ^
Jjj bit dufroulodo chafari'. da pra?a da *j*
"** Iloa-Vista.p iiiii'ira cocliciraa osquar- O
O da onde as pessoas que do sou C
Q prestimo prorisarom, oacbarfloseni- Cj)
O prc protnpto para servil-as com bre- O
senSo casaremos interesses que na J S^JTOgL ZiZ %
lucarna tinha,com o immeiiso Ira- 0 tendcnio ao leuoiuelo. >
l.allio deque se achava sobrecar- OZW&'&QOQOOQ&9QQQ
regado, c r.o por outro qualquer &i
motivo, como se pode deprchen-
der do ,1111111 mi do mesmo .senlior;
na verdade bem longe da delica-
do.''a c atlcncao, que julg.iva me
reccr-lhc. Antonio Augusto dos
Sanios Porto.
Antonio Pcrcira da Rocha
Bastos, scienlilica ao publico que,
he verdade n3o ser mais caixeiro
do Sr. Joaquim Pcrcira Arantes ,
C0II10 SC vede nm annillicio do mo para o us da ag'ricullura,^navegncoo
mesmo senhor, no Diario de 7 do manufactura, o que para
conenlc
portuguez
O abaixo assignado avisa aos croJores
do l)r. Malel, para comparecern no sen
armazem, na rua do Trapiche o. 38, nos das
9 e 10 do crrenlo a lim de recencrom o que
bes tocar om raleio, do que so tem apura-
do.M. Carneiro.
Manocl Luiz da Vciga, mora nn lugar
de Sinto Amarinlio no sobrado do sitio Ara-
ca onde eode ser procurado pelo annuncian-
todest' jornal nos dias utois das 6 horas da
mantia as 8, c no Hecifo ao meio da na sa-
la das audiencias nolar^o do Colegio
OITVrece-se urna mullior quo lava c en-
gomla ptimamente, para se cnenrregar de
roupa de liomem solleiro na rua da (loria
n.6l.
--Avizo ao publico, o p'incipalmonlo 00
commercio, que desdo o dia 26 de abril de
1852, dciiet de comprar debaixo da firma de
Jos de Medeiros lavares por com olla niio
ler mais em commcrcio transacHo algu-
ma. Matioel 'lo llogo Soares.
-- I o 1 pessoa que se deseja cstabolecer
na liba do Itanarac, porgunta ao Sr. Jo-
s Pn ro do nngciilio l'il so elle quer ven-
der a propriedado do lan^o dos Cacos, certo
do quo so llie dora uns dinhoiro do que o
seu ligitimo valo', e sondo quo quoira diri -
ja-sc a rua do Aragdo 11. 95, que achara co 11
quem contratar.
-- Pode-so ao Sr Ifayoiundo Juf Araujo
qualra mimosearos coucorrentesau seu bo-
nfieio, com a tonadilh'i liospanholn, cm
que tanto brilham as gracis o talento da
eximia o encantadora Mauonlila,aqun nun-
ca se can(9o do admirar. Os dilleluntcs.
Tcm-se rotado a influencia e oulhusias-
mocom que lem sido procurados os bllbelea
para o bonelicio do Raymundo, para sablia-
lo, devido a osperanfosa idoia quo nutre
0 publico de ver do novo luiiliar os tlenlos
da onciutadora Minoelila, na scinpic ap-
plamlida louadillia hospinliola K so elle a
iiiiolevai' Muila genio lict de forquilba ao
pescoco. Kspectador.
AttencSo.
A nova fabrica de chapeos do Sol do at-
ierro da Boa Vista recobeu um novo c lindo
sorliiiientode cliapco* do sol do ultimo gos-
' 1 tanto, do seda como do paninrto.para I10-
nioni, rico sebapeos da seda para lenhori e
veudo-so por monos preso do que om outra
qualquer parte,assiui como um grande sor-
timcnlo de sedas e paninhos do todas as co-
roso qualidades para cohrir chapeos voltios,
vund'.-si baleas para vestidos de scnboras.o
faz-se concert cm rhapeos velhos. ,
- Lava-so c engomma-so com toda a por- esta provnola, itcauva ue quo m .,.._,- lli70 .1. ,j10ra vara civol
leicno.na ru. da Alegri. n. 41; quem se qol- artigo 3S do regulmiento de 19 m.lo dp J^Pg* ^. al,e"n, 10 ug.Vr de httt
zcr utilizar poic ditigir-se a mesma casa a, apao prximo passado. t^ mesmo1 .biixo s- "J M perlencenle Bornardino l.uizFerrei-
(|iialqucrhora. signado recebe pensionistas a 20/uOO nien- *''....., du i.,sc A|e8 dos liis os-
-l'recisa-se de um fcitor par. um sitio's.es pagosadi.ntados, nlo dando roupa la- ".por ocu.o do Jost Alvesuoslleis.es
porto da praca, o quo entenda de plantacocs, vada o engommada .JwHHW"1 ..' Francisco Jos Haptista deixou de ser
quem o pretender dirita-sc a rua das llores, muios pentionistas a 15|U00,e alumnos ex- ... 8 Maioel francisco Coim-
t,1"'os ,dn .'"!W dC TtlmT br ;'sde 30 do j"- "o li-.do" .r.dce.To
-A.Coloaibicrmudouasu.lojadealf.ia-ipeparator.o 5#0uo. Os paos de fam I a, ^ %0*lSm 9 SU* IIlustro familia a doli-
e com roupa feila, para a quina itrai da ma- quo quisorca, matricular seus Ulhos podem com lratara(D ll0 cspaco dc ,,
tnz n. 2, sondo sempre o nieslre
Mannel Vraucisco Coimbra declara ao
mu. V lliaillini Liumuio 11a i lia uvu *
Pires na lioa-Vista n. a8, que se'quc favo de chegar a esla pra-
recompensar generosamente. i?a Para negocio de sen mteresse,
Mnoel Joaquirri Carneiro Leal. .nSoe querendo ir ao P090 da 1 a-
y"j^ii*us(Bia;i#r:ai*VVWVVl nc"a onde reside.
41 -- Precisa-se da urna ama deleite, nfio
i se olha a prejo : na rua do Han^o!. \n' do
Jj cera n. 1.
2 Avisa-sea quem convier, quo d ama-
5:nhSa em dianlo, se proceder a venda dos
..i, S ponhoros que so acham ou poder do abaixo
BitaMUbelecimentp possue todos |;ss,Knn(1^clljspriI090siao mutoVen-
os modicamon os ate agora cxperi- ., .. 'j0,qum pereira Xavier de Oli-
mentados, tanto na l.uropa como no ^ y(jjra
Brasil, e preparados palas machinas _*! '
Vende-se urna parda, que engomma ,
enzinha, coso, lava e faz o mais servico de
casa, com perfeicSo, accrescendo ludo islo
ter urna excellente conducta e ser multo
fiel, e um moleque bonito e sadio, de 7 ti-
nos de idade : di rua larga do Rozario, to-
ja n. 85.
Na rua da Cruz n. 58 loja
de barbeiro, alugam-se bichas, e
vendem-tie a rclalho, e lambem
os centos pela diminuta quantia de
8,000 rs.
Vendem-se bichas de muito
boa qualidade chegadas ltima-
mente, pelo preco de 8,000 ra. o
cento; a ellas antes que se ac-
bem .* na travessa da rua do Vi-
gario, loja de barbeiro n. 1.
Alinelo ao publico.
Vendem-se quarlinhss da tetra om.por-
(,*') para embarque, ou para negocios dentro
da provincia, o vazos do plantacSo por pre-
(ocommodo:ni rua da Gloria n. 61.
Vendo-so 2 escravos, um pardo que re-
presenta 18 1 unos, e outro crcoulo que re-
presenta 12annos: na pracinha do l.ivra-
mento loja n. 57, se dir quem vende : das
da invVn^oT'rSu'" """......fj, V Oabaiio .uado deixou do vender si^sZm^^m^^
na tnviincao oo iir. ature. ^ bebidas espirituosas de proluccflo brastloi-'
I nEUle. si", do 1." tojitlho cmtlianto, na sua la-
das cariara,t homopalKicis. b d torro og vjsU 20 .. Jos
Emcarte.r.s do 12 tubos grandes 12/ rsustino ,,e Lnmo8.
* ; ."? Madaoolloutier, modista francoza
..2* JPT t rua Novan. 58,
nulos (caua tim;___ 1 aysa a0 pub|co 0 particularmente a seus
lemedicamontos 1 frrguczes, que acaba de receber om grande
^Isorlimento de lazendas modernas, ricos
Ha mais, alomdestas.outras1 mu tas +, sm ep.rlillio.
aixascom globuloso Unturas por ,,',-imoir. qualidade para senhora o meni-
,?
*
> 1
> nho ca qualidade das caixas, o i 6> quenlidade dos remedios e as suas <
<*" dynamisacoes, etc. :
AVIAO SE GHAllillAMENTli
* para ospobrs, todas asreceitas que*
para ali mandar qualquer professor. J
AAAAA!SiAAiii:. Lotera de ossa Senhora do
l'.o/ari 1.
As rodas dcsla lotera andam 110
lia 29 do correle, o respectivo
Consultorio horneo
pathjco.
{laclo Collesion. 25, pri- f
meiro andar. g|
O Dr.'P. A. Lobo Mosco- 4
so, d consultas gratis aos
pobres, todos os dias das 8 Z ihcsoureiro roga ao rcspeitavcl pil-
as 12 horas da manhaa. Fra- ^(blico, que coiiconarn a dar ex-
tica qualquer operacao de ci- 'tracSo ao resto dos bilbetes, os
dondos de soda para meninos o meninas,
um rico -ortimenlo dc niai.tnlcles o capoli-
nhosdo cores com colletcs, fitas de velludo
e fivellas de madreperola, ricas toucas do
senhora, ricas capcllas para noivas c madri-
nhas de casanicato, ricas luvas do pellica,
um grande sortimetilo do bicos dc blondo
da largura do um dodo at um palmo, ditos
de soda largos o estrello.-, lilas de todas as
cores, luvas pretil para senhora o meninas,
ditas do polica para liomom, lindos veos
para toivas, franjas o traficas do soda prela
cdo cores, Chapos de palha fina, ditos ro-
loudos para meninos do 1 a 6 a tinos, man-
guitos do ultimo gosto. Na mcsnia loja fi-
zo.u-se vestidos de casamento, do baptisa-
Vende-sa urna cadeirinhi de arruar, gos-
to moderno, ricimente dottrada, com 3 vi-
dros o lambern grades, os correiasde marro-
quim dobruadas de amarello, libra para
os pretos; a cadeira tem seu competente cai-
x3o para a guardar : quem a pretender di-
rija-se ao aterro da Boa-Vista n. 2, primei-
ro andar quo abi so dir* quemvonde.
Espclhos porpouco dinheiro.
Ni ruada Cruz n. 20, casado Avrial Ir-
ni3os& Compauhia vondem-se ptimos es-
polhos, com moldura, e sem ella, chegados
ultimamento da franca, por pre^o dimi-
nuto.
Vende-se urna prota do 20 annos com
um lilho des mozos,coze, faz laberyntho,
marca, engomma, lulo faz bem feilo, tima
dita do 30 anuos cozinba, lava toupa e en-
gomma : na rua do Collegio n. 21, 1.* andar
se dir quem vendo.
Loja n. 2,atrazda Matriz
Vende-se cazacasda pao fino muito om
c inlii, a ellas senhores olllciacs de juslica.
continuos de repartieres, e eutrogadoresde
cartas do corrcio.
Loja n. 2, rua Nova.
Vcndo-so chapeos para bomens, bonitas
1
rurgia, ou de partos. Rece-
be escravos doentes para tra-
> lar dc suas enfermidades, ou
fazer qualquer operacao, por
t, prego commodo.
*#*rfciV#*i*** **** O abaixo assignado, professor jubilado
quacs acham-se a vend nos luga-
res do costme.
-- Aluga-se um sitio com casa do viven-
da com commodos para grande familia na
rua Imperial, junto a fundicalo do Sr. I.eal.
Tambero se dar a morada gratis a quem
quizer fazer olgumas bemleitofias no mes-
mo sitio; a tratar na rua do Crespo, loj
distte0 ffi^b'loc^o^mtiegto ^^ Antonia d. M^aQ.
denominado Santo Alfonso na ru i da Cadoia tratado a compra de urna casa ^"ca anda
doh.IrrodeS Antonio sobrado n 13, onde por acabar na CaPjnga,^da ro Manool Jos l"i rreiraaia mesma loja i.cima : ra do dia, cetlos de que o mesmo abaixo as-
l(
.1
Ion: um sorlimento dc palitos dc panos .nos signado so cXr0rCara quaiilo em couber t b|jco ue .lo ,le in,ijs0u cai.
eeOres. por bem doaempenhar ,rdua mii8o,de JJ* sr.KrtnciicoJoa Haptista.o coa-
-: Hento Alvos, subdito llespanhol relira- que se cncarrega. Airo-.so Josc do Ol- fps.a ^ |h( hoetelnanieilte 'gral0f ao B0
Mobilias dealuguel.
o nao leudo sido ltimamente!
simples caixeiro do Sr Arantes ,
mais sim interessado e gerente de
mi a casa, se relirou da niesnia por
vcira.
Alugam-so mobilias compiulas, ou qual-
quer trasle separado, a vontole do aluga-
ilor; .-.ssim como se alugam cadeiras em
pelos seus bons servicos, como mesmo pela
sua lidelidade c lulo quanto possi ter um
verdadeiro lio i em de botn.
i :n ni'i'.ii com as liabilila;Oes necossa-
rias so uIVkcc para fazer qualquer escriplu-
C. Starr & Companhia,
Hcspeiioamcntc anuunciam que no seu ex-
tenso estabeleeimento em Santo Amaro,
conljnua a fabricar, com a rr aior perteicdo
c promplidSo, t'ida qualidado dc machinis-
m^ior commolo
Je seus numerosos freguezes o do publico
; mas O annunciatltc ac- omgoral, lem aberlo em um dos grandes
do llrum,
grande purclu, para bailes, ou qualquer ou- ^mfio das 3 horas da tardo pordianle.ontian-
Iro divorliiiiento |iatlic ilar : na rua Nova ) j0 mesmo pela noule, so for preciso : a fal-
arma/.em dc mobilias do Pinto, dclronlo da j|ar no atierro da Uoa vista n. 58, loja dc cal-
rus dc Santo Amaro. gados
OITeicce-se urna mull r do mcia ida- -- Aluga-se um pnto oplimo canoeiro,
de, muilotiel, para 0 servICO interno, dc remador epropno para qualquer servico : na
una casa do pouca familia : no tono da rua do ngel n. 59 seguirlo andar, do m.i-
Roa Vista n. 05, SO diri quem he. nha at as 9 horas e das 2 da lardo em
-- Manocl Jos liarboza raga, mu Ion a dianlo.
sua residencia da rua do Vigario, para a do !>a-se ilmliciro a I remio cm pequeas
Amorim n. 17. segundo andar. porcOes, com peuhoros deouro: na rua lar-
- Arrenda-se, ou vendesa um sitio amu-' ga do Itozai io n. 20, se dir quem da.
radn na Irnnio enm p a vlvenda de so- I l'recisa-so alui/ar urna Casa do 2 andi-
brado, csiriba'ria, scnzalla para escravos, res, ou de um andar e sotflo, comcommo-
muilas arvores co fructo, com orliio de dos para grande familia, nos hairrosdob.
Ierro, na estrada dos Afilelos: a tratar da Antonio, ou oa Vista : dinja-sc a rua do
venda, ou arrendamento, com a Viuva do yueimado, loja n. *!, que ah se dir quem
Joaquim doliveira e Souza, no l/oilo do precisa. .... ,
Mallo, ou com Clorin lo Ferreira CalSo, na | -- o abaixo aS'gnado deixou de vender
Uoa Vista, na rua da Conceico 0.8. i bebidas espirituosas deproductilo brasilei-
Aula de pnmeiras letras. I ra, do 1 de jullio cm diante, na sua i
Oahaixo assigundo avisa aos r.'spcitavcis '-na da rua cslieita d
pais do ramillas, a quem oslo possa int-res
dos tottras do meninos c desenlioras, ca- formas, sapatoes do lustro para homem letn
poti.ihoso i.iai.tcleles do lodas asqualila- sorlimento > calcado para enho-a, bo-
tos, com perfeicilo c proco comnitnlo; re- "ns I' senlior- com pona de lustro 1,600
cebem-o lodos os mozos ligJIlnos tnoder- ". aapaloa de bezerro para homem holins
quo emprestam aos seus f.eguezes. loec,ro do lustro de cores para mou.nos.
1 \cnd -so um cscravo creoulo, e cozt-
nlioiro : a tratar na travessa do Arsanal da
Guerra R. 11.
Na loja de Josdos Sanio, Noves rua do
Gres jo n. 17 vende seo superior rap Paulo
Cordciro a 1,440 rs. a libra.
VENDE-SE.
Ilapc Paulo Cordciro chegado proxima-
moulo do lo do Janeiro de superior quali-
dade a proco do 1,440 rs. libra no Passoio
nos,
r
*
i
*
- '- i &T*-*> *'M!.R***i*t
Pauto Oalfnoux, dentista *
ri'iincr/,, offereee seu prest- j
mono publleo para tollosos &
mi -I c 11- '''' sua prolissao : ;if
pde ser procurado a qual- &
liicr lior" c m sua cusa, na af,
rnalargadoRoxario, n. 30, *>
secundo antlar. #
Lava se c engon nia-so com Inda a per-
feicSo ; a tratar na rua do Amorim n. 27,
lerceiro andar.
Hotel Recite, rua to Trapiche
n. 5,
lem sallas o quartos preparados com decen-
cia para rcelier hospolcs.
Almocos e jantares avulsos.
Vinhos do todas as qualidados, serveja, a i,8oo rs. o covado : na rua
rofroscos, &c. Crunn ti
rornece, com todo o accio o promplidun, '-'"'iu n.
diario uara mesa de qualquer individuo ou Vendc-se por proco commodo urna pre-
fmia ta, crcoula.de idade 45 annos, pouco mais
Kiicutibe-so dc fazer jantares para fra, ou monos, propria para vender na rill ou
dando lotice, vidros, Ac. para o servico de ompo: na rua do ngel
comidas por assignalura mensal, tanto n. 1.
no estabelccimonto como fra de"
Chapeos do Chile.
Vcndc-se chapeos do Chile pe-
queos a 3,ooo rs. : na rua do
Crespo n. 23. #
Pao fino a i$8oo.
Vende-se pao de todas as coica
o covado : na rua do
a3.
Tudo pelo mais commodo prego possivel,
com limpe/.a o proropliJio.
No paln da llibeira de 8. Jos, loja do
sobrado n. 15, lava-si o ongo "ma-so, com
assoio o ocifoico, por preco commodo.
Compras.
rrcscenla mais dizcmlo, que por armazens do Sr. Mosquita na rua
.. n._ /..______ i- atrdz do arsenal do niarinba, um
n.io llie lazer mais coala se disnc- >
.. vou.o ov *..*>, v Deposito de machinas,
dio lio mesmo senhor. construidas no dito seu eslabelecimenlo.
- Francisco IMeves Alves, tem urna car- Alli acharo os compradores um comple-
ta, ero casa dc Miguel Estoves Alvcs: na lo sorlimento dc moendas da caima, com
rua do tjicanlametito do Hecifo n. 4. lodos os mellioram.ntos (slguns dcllcs no-
-- l'ie.cisa se do una ama, para cozinhar vos e originacs) de quo a experiencia de
e cii};nmnisr : ni ruada Praia deSantallj- muitos anuos lem mostrado necessidad;.
a. 43. Machinas do vapor do baixa e alta pres
tito batidas,
(lAminmi <\.\. I,nl J .!'n..m como fundidas, cairos d'1 tnao, o dilos para
sar, que na rua das Agous Verdes ti. 22, se-
gundo andar, cnsina primeiras Iclrascom
lodo o esmero c perf. icMo, visto ter obtiJo
do Exin. presidonlo da provincia a liccnca
do que trata o arligo 38 do regulamcnto do
12 do maio do anuo prximo passedo, S'n-
do as materias quo liciona leilura, csciitu-
raclo, doutiina christa, aritliinotica om as
qualro opcracOcs de inteiros, quebrados,
decimaes, complexos, regra do tres,jurse
companhia, grammatica portuguesa, geo-
metra recteliuea.e nocOos do geogrtphia o
historia; assim como s. olTereco para licio-
nat cxUrnanienle ditas matorias: n quem
do sou prestimo quizer utilisar-se, promet-
iendo os llluslres pais, que Ihe confiarcm
a oducafilu doseuslilhos, esforcar-scquan-
to em si couber, alim de bem deempenhar
a ardua larefa a quo se propoe. Simplicio
da Ciuz Ribeiro.
-- Va rua doQucimado n. II dcsoja-si
saber so existe nesla praga o Sr. Joaquim
I'esappareceu do lu^ar da s3o> tachas do todo tamanho, ta
!,., .,. i,_; j__ como fundidas, cairos d'1 ni3o, i
.punga, um bol dc carro: quem conduzir formas dcassucar, na.
IClle liver noticia, leve-o ao mes- moer mandioca, prensas para d
moloKar, na venda grande, que '^.?/1 Jprov.'d.SbSfiafe ^JS^tlS^iSK-
ra generosamente recompensado, par ai.mbiqu'es crivos c porbs para fr- ^["XES^iSEi mu-
- Olferece-sa urna pessja, para ensillar nalhas.e urna inlimdade do obras de ferro, d(JU w< rfi |0(|CJa a fua Nuv;1 4| (
-- er-
nardioo Domingues Po'to.
Precisa-sc de um feilor dc campo, pa-
ra um cngenliii, dislanlo desla prac 8 1o-
guas : quem esliver noslas circumstanoias ,
dirija-se a rua larga do ozario n. 44, que se
dir com quem de.ve trotar.
-- tlUcrcce-se urna mulber dc idade media
sem vicios para o servico interno de casa de
homem solleiro ou casado sem pencos de
criancas, a qual sabe cozinhar um ludo.tan-
to doces como macas e lambem entend de
fazer comeres eslrangoiros o todo o mais
servico, menos engomimr; quem dc seu
presumo se quizer utilizar dirija-sc a rua da
(.mu casa do niirciiHro n. 7.
-- Precisa-sc de um trahallia lor de macci-
ru : na rua do Ilimitado Alfogado ptdsril
n. 66.
I'rccisa-so alugar um prcto que saiba
Iraballiar .lo cuchada : na rua da Cruz ti. 2.
-- Aluga-se um segundo andar, com gran-
o ngel n. 4"
SC
Q---
- OfTcrcce-se .....
I"imciras letras, am qualquer engenho dis- quo ser infadonho enumerar.
tatilc Ja praca : tratar na rua Imperial No mesmo deposito existo urna pessoa in-
n.2j. tclligento 8 habilitad* para receber todas as
-- Toma-so rrtpa dc alguma familia gran- encooimondas, ele. etc., quo os annuncian-
l|c. Para lavar e engomo ar, com toda a por- les, conlindo com a capacidado do suas of-
leifflo e Meio, assegurando a pessoa que a linas e michinismo, c pericia de seos olli-
i'imar pela falla que houvcr : quem quizer, ciaes, se comprometilo a fazer executar,
tinuncic. com a maior prestoza, perfeicilo, c exacta
-- O Sr. Jos da Silva Monlcir.i tem duas conformidade com os mo lelos, ou deso-
carlas : na rua larga do ozario n 20. nhos, o instrucccs quo Iba forem forne-
^ Na botica da rua do Collegio n. 18, conti-
14 nuam-se a vender as vcrdadoias o bem
L'oinpanhia de accionistas
do Iheatro dc Apollo. concailuadas pilulas para bobas, cravos s-
Pela :secunda vi>7 eAnyj.j com- eos, c deros v::ncrcr.3, por ule SDlIfijaS OtiC
miasHo auminiatrativa, aos senhores 9 sejam;cujos bons efiVilus confossatn todos
accionistas, 1 reunireovse domioito quo dellas tem feito uso. Com.osicflo do
II do crrenle, pelas 10 horas da mi- 4 pharmaceutico Sebaslilio Jos de Uliveira
nhSa, no salao do mesmo tbeatro, a- j Macedo; e para conhecimento do mesmo
lim de proceder-se a escolha da oova A publico e principalmente dealgumss pes-
adminisIracSo, e tomis quedeler- 4 soasqueoSo eslejam ao alcance, o conbe-
inina os estatutos. J cimento das verdadeiras pilulas, se faz pu-
*+************al tilico por osle aviso.
Aluga-se una mulalinba piraoservico Na rua do Queimado n.11 deseja-se
i' urna rasa : queru precisar procure na rus fallar com o Sr. Jos Aulonio dc Magjlbfies
nColegio n. 16, 3 andar. Bastos, a negocio.
I1'
primoiro andar : quem du seu prestimo so
quizer utilizar, dever procura-lo do ma-
nhn at as9 lloras, e a tardo das 3 em di-
anlo.
-- Na noilc de 5 do corrcnle, perdon-so
um alQoeile de pelto de diamantes, da tua
da Penba a do Collofjio: roga-so aos sentimos
ouriv.'s, que quau lo Iba forem offerecer lal
allincite, queira 111 leva-lo a rua da l'cnlii
11, 7 quo sera lecompensa lo.
*S.*??a.,>'5vA; -$<"*'''*'*
? Alugim-se c voiidem-so Inxasna Jf)
Qt) prc da lodepsodenclt 11 10, con-
m, rrnnin ni .ija Crozas. s
1 >c.-al,|),.ic<-. no dia 31 do
passado mez um cabra dc nomc
Antonio, que representa ter 3o
annos de idade, altura regular,
bem feito do corpo, ps pequeos,
he aleijado to hraco dircilo ao p
ta munheco, proveniente de lin-
des commodos, na rua
tratar uo caos do llamos, armazem de Icnlia.
-v.......w.........., machinas P"r I |.jnto l-'riica natural do Para. COJO Sr. S -Aluga-se um moleque de 20 nnnos.mui-
ine uver noticia, leve-o ao mes- moer mandioca, prensas para dito, tornos|eSDerava U|tjmamellltf j0(;enova io Qel, e ptimo cosinbcir.): na rua do Ran-
gel n. 44.
-- !>csejl-se saber a morada dos senhores
Antonio Jos da Fonsecs.Antooio de Uueiroi
Terrena, Antonio Jos do Oliveira, Antonio
de Paula Mello Junior,Francisco do cis Go-
mes, Joaquim do cis Comes, Manocl Luix
da Veiga, Francisco Mena dc Souza lieltro,
Bxequiel Jos de Carvalbo, Eugenio da As-
sumpcSo Villa ^ova, Manool Josc da Silva
Coulo, SebastiSo do Helio H"go, ou alguem
por elle, Manuel Jo.qiiint Vareta, Manool
Deierrs Cavalcanti, Augusto Xavier de 8ou-
t folicea, e o proourador do Joso Coocal-
ves CascBo, r lim de seren procurados.
-- l'rccisa-sc do um moleque para serv-
CO de Cita do I .india, e que vend na rua ;
anniincio un dirija-se rua do Hospicio,
cssa 11. 17.
I'rccisa-so do lugar um moleque para
lazer o se/vico de urna casa de pouca fini-
pa : na rua da Cruz, ar^iazcm 11. 48.
Joaquim Pereira Arantes faz
sciente ao respeilavcl publico, que
tleixiram dc ser seus caixeiros os
senhores Antonio Augusto dos
.Sontos Porto, e Antonio Pcrcira
da Hucha Hastos.
PreciS'.-so
gen ..
na hvraria da prac* da Independencia DU
mero 6 e8.
\\. I). Rodrigos, rua do Trapiche 11.
20, precisa comprar urna cscrava prela, quo
cn'ome o cosa ; sendo recolbida e do ba
conduela, pagar com generosidade.
-- Cotnpra-sc um escravo pardo do bo
(gura c moco, perito no oflicio de carpina,
agradando paga-sc o sou merecimenlo : na
rua da Cruz, em caa de Luiz Jos dc S A-
raujo.
Na rua daSenzalla Vclha.dofronto de
Poscociiihos.
Chegaram mui ricos pescocinhos psr se-
nhora, o so vendem na rua do Queimado.
n 9.
Quim precisar dc um cabriolet muito
mtnelro, moderno e usado, com todos os
seus apparelbos quasi nuvos,falo com.o dono
da loj do chapos de sol, no aterro da Boa-
Vista n. 22, quo Ihe dir quero vende.
Ven ie-se um excollento quarto, que
------- ,. |reil lO-H (lu vtwiranra u.,ai*vw, .,.<
. Precisase comprar um rompen, o do Bind SSgUDd. mod, e OUl W-
montana: na Kslancia, casa contigua a ca-
pella, dcfronle do senhor Cardoso Ayrcs.
Vendein-s 1 saccas comfarollo, o mais
novo qu ha no mercado, o por preco com-
modo : na travessa do Quoimado vonda
11. 3.
~ Vuf.do-sc un piano, com pouco uso
lioisvozcs, um toucador e urna cadeira do
piano, ludo com muito pouco uso : na loj
de louca n. 28, na rua larga do Rozario, se
dir quem vende.
Na estrada Nova, rancho do
vendem-sc superiores
Sr. Moiitoirooinior,compra-so todas squa-
lidados dc farros velhus a uielacs dc todas Vicente ,
K^riS^S! vaccas paridas, da bem conhecida
lambosquc servirem para fazer papel: as- fazenda Tanque do Vieira : quem
as quizer comprar dirija-se ao
mesmo rancho ejue achara com
quem tratar.
Vende-so urna cadeirioha de arrusr ,
si 10 como cabos velhos, lonas ele
Compra-so
garrafas vasias quo tenlnm sido do le roy
a 80 rs. ; na rua Dieia n. 7.
__Compra se trastes usados, o timbero se
de soda c dourada, com corrame novo, far-
damento o chapos : na rua Velha n. 57.
Vcndo-so um viollo de chavas, madei-
ra de Jacaranda, com excollentes vozes : na
rua do Rangcl n 59, segundo andar.
P3o de senleio.
Vcndo-so pao de senleio, na padaria da
rua da Senzalla Nova n. 30, nas quirtas o
mol
maro.
Compra-se urna casa terrea pequea ou
nieia-agoa : quem a liver dirija-so a cam-
ba do Carmo 11. 22, que ahi so dir quem
compra.
Compra-se urna taborna, que soja cm
bom lugar c bem alreg.iczada : quem livcr
'"- Comora-se urna negra que cosinhc.en- sa'bhados", do moio dia as 2 horas d larde ,
meia idade : no beceo da \ ir. 9. ^^ oaU> em ma() ^^ a q(|a| ge ,,
no beceo da VlracflO n. 39.
-- Compiiim-s. duas crooulas ou pardas,
de boas figuras! com habilidades; pag.m- por.SO.OOflirs,:
se hem : na rua da Cruz n. 40.
Vendas.
na rua do Queimado 11. 46 ,
Vendem-se eslairas de pal lia de cania 11 -
ba, regulares c grandes, do 2 varas de com-
primenlo; chapeos de palha a 8,000 rs. o
----------------------------------------------------cento; pellos dc cabra a 20,000 rs. o con-
- Vendse urna prela crcoula por proco lo, chegados agora do Aracaty : na rua da
cmodo : na rus da Pnla n. 49. Cadcia do ecifa n. 49, segundo andar.
Knchadas dc superior qualidade parinha dc mandioca a 1,600 rs. a
calcadas dc ac. sacca.
Vcnlcm-so cnbarriquinbas de 100, por; n0 armazem do J. J. Tssso Jnior : ns rua
muito cmodo p-ec'i, 110 armazem do 'lar- do Amorim n. 35.
roca & Costa : 111 rua da Midrc do lios siu-,
mero 26
Chapeos to Chily.
Ven .'om-sc chapeos do C.lnly, pequeos a
2,500, o 3,000 rs. : nn luja de chapeos ila Pra
cu da IndepeiiJeiicia, luja de Joaquim de
Oliveira Mala.
A 10,000 rs.
Ven loai-so chapeos do Cnily, muito linos
eji apaninados, a 10,000 ra 1 na Praca da
In lepcnd.ncia ns. 24, 26, o 28
Serveja supe lina.
Vendem-se om barricas do 3 duzias, mui-
lo propria par mimos, pela sua aprcciavel
iiuali lado, que bem podo rivaliaar com o roo-
Ibor Champagne que vem a esta mercado :
ta travesea da Madre do lieos ns. 4 e 6, ar-
iiiii/i'in pintado do cor.
Vende-se una escrava moca, dc bonita
figura, engommi bem e eosiaha u diario da algunas "aB,1llUfl" l
orna Usa : n pateo '!> 8. Podro B. 18. aa rua da oda n. >'
Vendo-si; um molatodobonila figura o
becarreiro, por preco commodo: a tratar
na ros das Cruzes n. 40.
-- Vendo-sa um oscravo do uacao, coro
idade de 25 a 30 anuos, cozinheiro ecom
principio dosapaleiro, por proco commodo:
a fallar na rua estreita do Hozarlo 11. 19, das
6 as 9 horas da manliHa, ou das II as ? oa
L Vende-te por commodo prec? urna boa
n, ,le pnrira o nal, chaos proprios sita na
rua do logo da ola cm Olieda i s tratar na
"'f.tnde'e'uma burra,lespsnhol.propri.
para carga ou carro por ser mullo maoCa :
nas Cinco Ponas 11. 66.
- vende-so um psIsnaolBl cm mu.lo bom
uzo o por preco commodo: na rua Nova ar-
"Veode-'i" urna prela da meia ida Je com
5|gumas habilidades a por proco commodo

1


*-
____
.

I
I*
I
H
H
';'
:\CJDDEDKP\1US.
liua do Collegio n. 4
J. Falque, dono da fibrica cima mencio-
nada, participa ao rcspeitavel publico de
Pernaabuco, o principalmente aseusfre-
guezes.'que olio rconbeu pelos ltimos na-
vios, viudos da Franca, um grande e rico
sortimento dos niclhores chapeos do sol de
seda, quetem vinrto a esta praca, proprios
para a oslaf 5o do invern, c parasonhores
doengenho, por serem muilo fortes ; sor-
timento docupeosde sol desoda de dife-
rentes quilidadcs de 5,000 rs. para cima,
lindo sortimento do chapeos de sol de seda
para senhoras, de todos os ft'ilios o tama-
nhos, qu'i vende muilo rmconla ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para tioinein do Ierro e de baloa de
4,000 rs. para cima ; ditos de junco de t, 500
rs. para cima; grande ecscollndo sortimeo-
to de chamaloles, scd.se pannos empega,
para cohrir annufcs servidas, balciis do
todas as larguras e lmannos, para vellidos
o esparlilhog para senhora ; fazem-se um-
bralas para Igreja; enneurta-so toda e q nal-
quer qualidade do chapeos do sol, ludo por
muilo menos prefo do quo eni outra qual-
quor parte. Veodc-sooni porfSo o a reti-
llio. No mesmo estabolrcimento acha-so
uro bouito sortimento de liongalas.
3,000.
Veodcm-sri cortes de bnns traillados os-
curos de puro linho a ,080 rs., dito do pele
.lo diabo a 900 ou 210 rs. O covado, cortes
de i'amili..1,1 do salpico* do cores e brancos
conl sete varas a 4,500 rs. o corte, o 720 rs.
a vara : na ra do Crespo, toja n. 6.
-- Vonde-so um terreno com 107 palmos
de frcnlo, o 90 do fundo, silo cm l'ora de
l'ortas a beira mar, um dito COOl 100 pal-
mos de frente, e 500 definido, sito na Pu-
ngen da Magdalena,ebaixo onlro as duas pontos ; o que t''in no fundo
outra ra quo da despejo para a cainboa da
ponte pequeua ; um dilo com 100 palmos do
ficntee 300 do fundo atea niesnia caniboe,
o que tem urna tuh na frente, e outra de um
lado, quo he aquella queda despejo para a
mesilla Camboa. Ilous ditos, com 50 palmos
de frente, cada um, o 300 do fundo, al a
inesma canihoa : na Pracinlia do l.iviamenlo
toja u. 57, so dir quom vende.
CHA PHK'f.
Vende-se superior cha pelo,
tu caixas de 3o libras cada urna
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
i ua di Amoro) n. 35.
?
i
fe

ARADOS AMERICANOS.
Vcndem-sc arados ame-
ricanos, chegados dos Esta-
dos Un id os, pelo barato pre-
co de 40,000 rs. cada 11111: na
ra do Trapiche n. 8.
5? **_'* ara*
l'arinha de iriyo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Haxal.
INo armasende J. J. Tasso J-
nior, na ra do A mor i m 11. 35.
Deposito de cal e potassa.
No arinazein da ra da Cadeia
dofteeilen. 12, ha milito supe-
rior cal de Lisboa, em pedia, as-
s'mi como potassa ebegada ullima-
nicntc, a precos muilo rasoaveis.
Armazn de vinlios.
Na ruada Sentada Vclha n.48,
vendem-sc vinhos de Lisboa c l'i-
gueira, oosmaissuperiores (pie ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo e 24 rs- a garrafa, i,5oo
a 1,800rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, c para ver da-
se a beber ; he baialiuho, a elle
freguesas que be bom vinho.
Deposito de cal virgen).
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
lenle, 11. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedia, cliegada pelo ultimo
navio do Lisboa, por menos prefo do que
em outra qualqncr parle.
l'otassa americana.
No anligo doposito dacadeia vclha, n.
12 existe urna pequea porreo de potassa
americana, chegada rcccnlemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vnde-
se por preco razoavcl
Agencia de Edwin fliaw.
Na ra ilc Apollo n. 6, rmatela de Mc.Cal-
iiii.ni v Coiupanhia, acha-sc coiulaiileincntc
leoo. lortiinciilos de taina de ferro coado c
balido, lauto rasa como fundas, moendas in-
ciraa lodas de ferro para auiuiacs, agoa, ele ,
ditas para armar cm madeira de lodos os l-
mannos c niadcllos o mais moderno, machina
le.11.mi.11 para vapor, com forca de i caval-
le .. coucos, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oa
de cobre, escovens para navios, ferro inglcz
lantoem harrascouio cm ircosfolhas,eludo
por barato nreco.
'v V f V v v SI T V Y 'v v V v' f I v v V V i
l'.miilia de mandioca J
Vindo-se, por preco rasoavel, la-
rinha do S. Matheus a mais nova ^
que existe nenio mrcalo : na ra <^
S-=,-?srra
" ~ _* C rr> M
a ^' a
8"l-a*BS-j.|-||fSs
?o3_ -S-Sff
O c D -o ~ -a 2 2 O -
_>c = _*'ao-:^o'
i i, i era. & o
g_.S_-_-E2|
- a ? v k a o
mil'
.y
iS
c"
o-5
o
o i_____;
re 3

= o S-
w. -
" m
|lf*f"2|I'~
O
38
si
p l^i cp
O- M
3 3
.
5: siFisss.il
(A -
al
o o
f 1)1*33 i
9_r5lill!*
3
---- *"_5 g-2
Sillfe
UlIlS |if|s BS|
5 i a vg &g b s*9.3f w
Vendem-se relogios de ou-
ro epr&ta, patc.ule ingicz: na ra
Ja Seiunllu Nova n. '\n.
Vendom-sc os verdadeiros selins in-
glezes, patente, do molla e sem ella : na
rna da Sen?alia Nova n.4'2.
Deposito de pinino de al(;odao da
fehrica Todos os Santos da lia
nina.
Yende-sc por preco commudo
o beni condecido panno de algo-
dao dcsta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador : no escrip-
toriodc Novaes&Companbia, na
rua do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na (undicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-searadosdeferrode diversos mo-
delos.
Mocmlnx superiores.
a fundicSo de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, todas deferro, o um modeloe
conslruccSo niuitoauuerior
Veede-se urna bonita cscrava.mosa, pa-
rida de poucos dias, sem cria, com bom
leile e muilo carinbos para criar, o sabe
bem engommarocozinharodiaiio: na ra
do Colovelo u. 75.
. -- Vendem-se as segumtes scnicnlcs:
nabos,rbanos,rabanelcs encarnados o bran-
cos, scbola, couvo trinxuda alfaco ala-
moa, repulhuda, chicoria, senoulas, feijflo
carrapato de ires qualidades, ervilha torta o
diroila, fava, coeulro do touceira, salea, to-
mates grandes, rcpollio, couvo lombarda,
saboia, c muslarda : na ru da Cruz n. 46,
defronte do Sr. douior Cosuio.
Jiomc barato. U
i Palitos reilos, verdes c pr. los. *j
i Na ra Nova, n. 26, tem para ven- i
ft. der palitos do panno a 20,000 rs., ro- H
ti leles de setim irelo de.Maro 5,000 J{
S rs., fazeuda muilo lina, ditos de fus- 35
E 1,1o a 2,560 rs. cada um. ;,
A i-o rs. cada um.
Na ra do Qucimado u 3. defronte do
beceo do l'eixe-l'rito, vende-se Icncinlios
de cainbraia pintados, para n.flos desenlio-
rus, pelo huratissimo prego de seis vinteus
cada um.
A a4o rs ocovado.
Defronte do becco do l'eixe-l'rito, luja n.
3, vende-se cassa chita, cies lixas, de lin-
dos padrees, pelo barato prego de doze vin-
lens o covado; bom como chitas baratea]
c outras lazcndas mus.
a _8o rs. o covado
befionlo do bteco do Peixe-Frilo, loja n.
3, vcuJe-se alpaca de algodiio pelo baialo
preco de quulurze vintens o covado; esta
fazeodl lorna-se rocuoimendavel nao
para vestidos de senhora, como tanibein
para palitos e casacas do honicin.
Allciicoo numero 39 A.
Oueci te mandou esto doce i' peruunlava
em urna mesa coito individuo, mo me o
mandaran) eumprei-o por mo parecer bom,
Ibe responde, o amigo; ena verdade igual
a esteso no numero 3!) A deposito, da ra
eslreiU, lio justanieulc onde comprei esta
preciavcl niarmelidu pernambucana quo
assim se Ihodcvc chamar; sabendo disto o
possuidor dcste doce lembrou-se de annuu-
ciar para que tudos possam apreciar a boa
qualidade ; nu mesmo continua-se a vender
bolacliinhas, biscoilos, c falias lie farinha
de araruta, e outras qualidades, os niais II-
nos possiveis, e tamhcm do ainondoas con- I -- Vcndcm-so aros <
feitadas, laranja, limSo, canella, chocolate, I pipas e barris, cuchadas calcadas com ac,
o brancas etc. ele. No mesmo se dir quem panellas de ferro, grandes para fabricas de
vende urna carroga com pouco uso, propria cngeuhos, o outras muilas ferrageus, que
4
O)
f^-* ______ M
r^ r-W%|

m
5r
re -
? O
S3 =
S.c
re r- u Ej r -
2re3-g.05-"-o_;1_g
-Sf 5 Jl i"i.| "
-.S_ar2_"9- ='__
* -^I0<*_arec
-B2.n>r R*C!
saBs-=-:3si-
OcC-'a<- --*. ai O _"-
S-S 2 re "-.c'S- *
_.?o-sS I ~g _.=>
*_;re = ~-?n='-re
ff|lff|IlH
e- "_^-B? ^
!ftl._r3ia|

>
O'
3i.e|

\
02 \
m
-o
S c q O r. :
_S^Sg = re"?S
c x _"2. ^-S0"5^-.
_-T<.->-,I-S?Q.!?re
re3re2_o-_-og-o-.
n
__?
n
S-
l""_-_,3_.-_._ "
o o f o i i r) : :

10

O)
8
a
c
n
3
tu
er
c
o>
ce
o
"9J
S

o
o

CR
O.
-
_
o
o
T3
re
_-
->
"o
o
o
.
u
s
5
Bl
Vendem-se no armazcm de
Geo kenworlhy cV ('ompanhia, na
i na da Cruz n. _, o seguinte :
Hclogio de ouro de sabonete, pa-
lete inglez.
Selins inglezes clsticos.
Ditos ditos de patente.
Lantemas para carro c cahriolct ,
de dilFermles modelos.
ilrrcios para carro de um c dous
cavados.
Amarras de ferro de 45 braca?.
Ancoras de dito para navios.
Cabos de linlio sortdos.
Taixas para enf/ai/ios
Na Imulirao de Ierro de Da-
vid VVilliam Bowman na ra do
Brum, p.ssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por ta.^J^ Sft %
preco Commodo e com promptl- Madre de lieos, venda de Clemonlc da Si|n
dao, embarcam-se, ou carregam-
se cm carros, sem despezas ao com*
prador.
Algodo para roupa de cscravos.
Vende-sealgo dSo muilo encorpado, pro-
prio para roupa de cscravos, com pequeo
loque de averia, a Huir, a jarda ;
limpo a 180 rs : na ra do Crespo n 5
Chapeos do Chile pequeos.
Vendom-sc chapeos do chile pequenosa
3,5(10 rs., um preco este por que nunc
Carnizas feitas.
Vende-so camisas de chita e de madanoUn
muilo bem feitas : na ra Nova n, 11.
Vende-se um sitio na Capunga Nova
com acasisde pedraecal, sendo I ultima
nioute acabada com muito gostocom bastan'
tes fruleiras novisiimas, -cacimba, Uaqu. ,,
miis um sobrado no fundo dos Quarteis n
25 : quem prctonder comprar dirija-ge ,
rus do l.itramento sobrado u. 22, secundo
sndsr,|que todo negocio se fara.
.- Vende-so um grande sitio de coqueiros
na praia do Jaogs, com grande casa de vivon.
da o capella, pasto sufllcienlo pira sust-iji.
de muilns vacas, e ptimos locaes i,,'.
curraos do pcixo : na ra da Santa erg/
n.70
- Vendem-si 3 pequeas casas tarrem,
no largo da igreja deS. Amaro, queda l Ml
cento, ou mais : a tratar na rui da< Cruza
n. 40.
Vende -se por metade du sen
valor, urna parte do engenho (Jai-
t, da freguezia de Iguarass, per-
tencentc a Amaro do llego Bar-
ros : os pretendenles dirijani-se
a ra do Crespo, loja n. 16.
scravos futidos.
-- Na ra do Crespo, loja n. 5, vendem-
sc cortes de uieia-casimira de pura lila, e
gostos muilo bonitos, polo mdico prego de
2,560 rs o corle; hrim pardo de linho, su-
perior fazeuda, a 640 rs. a v le ferro para toneis,
para vender agoa, em una pipa, o de um so
boi.
Vende so
boticas homcopallncas de 30 medicamen-
los.a 20,000 rs.,3.e 4. eddiccSo da pralica e-
lementar, em 2 volumes, viudas do Itio de
Janeiro da botica central da ra de S. Jos
se vendero baratas para acabar : na ra
Nova, loja deferrtgons n. 16, deJosl.uiz
Pereiri.
-- Vendem-sc eolheres de metal do prin-
cipe, facas rom garfos linas, talhcres para
meninos, bandejas linas, bocolas pinladas
para Hoces, tonieias de mclal COOl chave
ii.S'J.drclarando qucsSo as verdadeiras bo- para barris 'e pipas, cadiados do scgicdo.
ticas homnonatliicas l na ra do Crespo loja Rehaleras, cassaroUs, frigideiras e panellas
de ferro focadas de porcellana: na ra No-
, va, luja de ferrageus n. 16, de Jo? Luiz l'o-
dc rape pnnccza |re(r_,
Llio de Janeiro ~ Vendem-se mairoquins de todas asco-
iros a 1,440 rs : na ra Nova n. 16.
Vcndem-sc pregus para caixas de cha-
rutos ; na roa Nova n. 16.
amaiclla n. 4.
Amigo deposito
de Cassc do
3
grosso, mcio giosso c fino na
na da Cruz doRecifc a 3.3.
V'n.va l'eirira fia ('nnhn rnr.ii- "" Vende-se maimelada nova, viuda ul-
Viuva ticnaoa unna, cnca lJmalIlcnl0 dc ,,sboa : ,la ra da Cruz n.
regada deslc dcpo.silo scicntilica 46,dcf onte doSr. Ur. Cosme:
aos consumidores dcste rap, que Vonde-M um csbrinbs de Hannos, e
iini prcto, rreoulo, de 28 annos, viudos do
pora melhor serem servidos seus
pedidos, tem csiabciecido ser pr-
vido o deposito mcnsalmenle com
remessas leitps pelos vapores da
carrea, c assim podero seus fie- i
SerlSOl na la do Trapicho Novo n. 4
Vendem-se charutos de llavana verda-
deiros : cm CM de Schaflieilliu 6 Tnbler :
na ra da Cruz n. 38.
Vendo-so a verdadeia agoa mineral,
chamada das Caldas da Rumba ptimo
.conforto para lods as molestias do e.-lon a
guezes ler rape mullo liCSCO, Cir- !go, rbeu,ieticas, eoutms; quem quizer di-
rija-so a lioa-Vista, na botica de Ignacio Jos
do Couto u. 6
cumstancia a mnis escencial ; sttp-
piido pois regularmente este de-
posito com rap ;s un lVesco, he
parualfirmai que esta boa pilada
se tornar recoinmendavcl a todos
os tmenles: os precos sao os de
sen principio estabelecidos de i28o
rs., as duas prime!ras qualidades
c goo rs. a ultima, sendo de 5 li-
m

j^. da tlruz 11. 34, delronlo da I ingocta. <^
ilAAAi-iAAAA AAiAAwitAiSi
Moinlios de vento
com bombas de repuso para regrar hortas
e le i xas decsplm nafundicSodellavid Wil-
liam Bowman: na ra do lltum ns.6, 8 o 10.
ACENCIA
da fundico Low-Moor.
KUA UA SKZAI.I.A NOVA N. 42.
Meste estabeleeimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o tocias moen-
das para engenho, machinas de
de ferro batid
liras para cima.
Vende-se cal virgem cm po-
dra, cabeca de carneiro .- n>> ar-
mazcm de assucar da Viuva l'e-
reira da Cimba, na ra da Cruz do
llecilen. _3.
Mercurio.
Vende, se mercurio de pimoira sorU: cm
casa de Augusto C. de Abreu: na ra da
Cadeia do Itccife n. 48.
Deposito tu laiM-ic.-i le Todos os
Simios na lialiin.
Vendo-se, em casa doN. O.liieberoiC ,
na ra da Cl til n. 4, ilgod.lo transado l a-
quollarabrica.muitoproprioparasaccosile
assucar eroupa deescravns,porprc(ocom-
mojo,
!Na loja das seis portas
Vendem-se chapeos de ina.-s i franeczes a
5,000 rs. de superior qualidade.
bom e barato.
Una do Passeio Publico, loja n. 9, de Al-
bino Jos Leile. Ven ieni-sc linissimos cha-
lesde ISa e seda a 3200 rs., ditos do 13a a
1,000 rs., diles de larlalaua a 1,000 rs ditos
brancos a 800 rs., ineias eruas linas a 200 rs
o per, em duzia 2,200 rs. cortes de colle de
fusliio a 640 rs,, ditos de lila e seis s 800 rs.
vapor, c taixas de ierro i>attdo e
* ii-'-.; TVS !!?_!*.. 2 ;BV5.|-Si uiunt/Ojiv-
COadO, lie lOdOS OS lamanhos, pa-|dca"dos do bico a 320 e 440 rs, ditos para
ra dito. I grvalas a 120 rs., chapeos deso a 144o rs ,
' r I chita para coberlas a 160 rs., ditas linas a
AOS labricailles de velas. _40rs., ditas para vestidos cor lixas a H0 e
Vende-se supeiior c^ra de carnauba, ese- 200 rs. o cuvapo, madapollo enlre linos a
lio reliini I", em porcoes o a retalho, por 3,200 rs, cada pega 3,5000 4,000 rs ,linho de
e, nuil, i) :n preco : nn oruia/ein del). II. Ali-
di.-ule & C rus da Cruz coufroole ao clia-
fariz n. 19.
Aprovcilem aoccasiao.
Tendo chegada a loja de ferra-
geus do aterro da Boa Vista n. 6,
de J. 8. de Menezes, um grande
sortimento de charutos superio-
res, vindos da ahia, pira acabar
e agradar aos freguezes, vendein-
se prlo custo; por isso aprovcitein
a occasiu de fumaiem um bom
charuto, e por pouco dinheiro, af-
fiando-sc que sao di melhor qua-
li lade, que tem no mercado, vin-
dos daquclla praca, c os precos sao
os seguintes :
Boa lama
Cata flores
Primorosos
Emilios
Fama da baha
Flora
Hegalia de L. M. de Souza
Dilos de Alverga
Quem fumar sibei
Fama va de Alverga
Caltjtdoe.
Vendem-sc sapatOes jle bozerro do Nantes
desoa grossn, dilos'de sola dobiada o ple-
gados, de n.mo boa quali lade,que se fazein
lee .1111111 n.1.1% e..- par este teiiipo de ehuva,
bolins franeczes, o oulrus inuitos calcados,
lauto par borne., ,Con o para senhora o cri-
anzas : na pricn da Independencia 11. 13 o
!5, loja dcalados du riules.
Calcados.
Vendem-se sapalOes inglezrsde muilo boa
qualidade, Ornosos para este lempo de clin-
va, pelo pi.-i.-n il :i,niiii 1 s. : na praca da ln-
Vendem-se lonas, brinslo, biins, e
i,4oo
2,000
2,000
2,000
1,200
1,200
1,Goo
i,5oo
2,000
1,Goo
Casa d.i loilii .a, 1111 Direila 11. ;
O respectivo thesoureiro da loleria do N.
S. do llozario, marcou odia 29 do correlo
para o andamento das rodis, o caulelista
lem a venda um completo sorlimnnlo de
cautelas, na loja do Sr 1/oilinmto pregada'
Indcpeuduncia, c na casa sssixa, mcios bi-
lliclcs e lili en 11S
Bilhetes 8,000
Mcios 4,000
Quarlos 2,200
Decimos 1,000
Vigsimos 500
- No passeio publico 11. 17, loja de 3 por-
tas, -. en,|.'iii -s" cbalesdo laa e soda o inelhnr
que se lem vislo ueste mrenlo pelo barato
prego de 3.200 ro., dito de 13a a 1,000 rs.,
dilos de larlalaua a I,OJO rs,cortes do cim-
bran (Mili barras lindos padrOes a 3,500 rs.,
ditos de cassa.chita a I.SOOrs., chitas pura
cohortes, cores lixasebonitos padroosa 200
rs,. o covado, dita para vestido a 1UQ, 200
rs., ineias cruas ameiicanaj para borneo)
duzia 3,300 ro,, par 800 rs., b'ins do liubo
prop in para pabilos a 240, 0 300 rs., o cova-
do, coi les para colelo de. Ida e seda u 801) rs
Iciiciiilius para nio dcSitiliora com lile,/ en
volia a 280, e 320 rs., slsodllo ami-ricano
com algum toquo de aviria a 160 rs a vara,
e outras mollas ftzendas por presos cumo-
d.
igalos mofados
Vendcn-se sapatos de tnarrt.quini de cor
e pelos para senhora a 800 rs dilos de lus-
tro al, 4i0: DI praca da Independencia n.
13 c 15, loja do Arantes,
Vende-se urna morada de ca-a terrea ,
sita na ra das Trinchen as n.9_ tratar
na ra da Cruz do Itocife, irmazeaf do as-
sue 11 da Viuva l'ereira da Cunta.
Na loja das seis portas
Vondo-se panno lino do tolas as cores a 2/
rs., proprios para pulils.vcstidos de senho-
ra para 1.....t.u 1.1, c obias par^i meninos.
Vondom-se saceos com barreduras de
larinba a 1,000 rs., trazendo o sacco : na rua
da Cruz do Itecife n. 33, arroazcm do Si
Araujo.
-- No aterro da Boa-Vista, loja 11. 18, de-
fronte do tiihunal do coinuieicial, vendetu-
se panno prcto lino prova de limilo a 3,900
rs. o covado, loncos brancos do caiiibrain
nimio lucs, pe.i lia ral i--i ni.i prcfO de 200
rs., dilos pintados, propiios para meninos a
80 rs., algodSo da Babia em fardos do 10
pecas a 260 rs. a virs, dito tranijado escuro,
ptima fazeuda para roupa deescravatura a
160 is. o covado, o so o comprador comp.'ar
grande pQ'c.5o se far um abllimento ; ves-
tidos do cassa pintada a 1,600, cambalas do
cores de bonitos desenlio* pul 400 rs. a vara
ou 240 rs. o covado, c una grande perfilo
deriscados de cores lixas a 120 rs. o co-
vado.
Na (ja dnsstis portas
Vendem-se chales pretos de rede a mcia pa-
taca cada um, cimbran pura enfeite de ca-
misas de stiihoras e meninas a duas pticas
s peca, cassa i reta a seis fintees o covado,
chitas boas a lela vintens, iiieij paites, e
dous lil-lo, -, ile bolillos i .lile-, e oulias
muitus inzuidas por prego barato, por so
querer acabar.
i de dentes, s tem na mandihula superior um
dente canino, peilas cabcluos, com llgum
cebollas brancos, tanto trabalha com a m.lo
direila como com a esquerda, com a qinl
toca viola ; pernas linas com urna cieatrll
vormellia na canella, o outra no pello do pe
da unir.i poma, Icvou caifa o jaquel bran-
ca, e um bonete brinco de rabollne palla,
lem sido vista pe is Cinco Ponas eltoa-V'is-
Cratificacao.
A quem pegr e levar a rua Direila, i>m
casa de BairRo & Msccdo n. 17, a preta An-
i'o 'Bela ClCOula ""o 3i snnos, pouco maisou mo,
nos. ostatura regular, secca do corpo, cor
fulla, os poitos um tanto suecos, ontre rll,
urna sicatriz. um dos tornozrlos algum
cousa enxado por causada inspida, fotes-
so cr;,va de l.ourenc i Machado Das, morador
vondeiam : na nova loja de miudezii, do- i Boa-ViH, e he ili muito coohecida R0.
rronto ilol.ivramento. !ga-se por tanto a lodas as aitlhoridades en-
-- Vendem-se seis cscravos; sen lo tres;|caeg 0 capitaes de campea ciplura di
ditos du lodo sorvico, de bonitas figuras; i niesmi oscrava.
tima mulata com idade de 25 annos; urna .. pj0 j|a 20dejunho do correnln anuo
escrava que ongoiiuD cosinha ; urna dila desapparecou do sitio das rozeiras, do miior
com habilidades, e douslilhos: na rui Di-| Jeaquim Klias de Moura, defronte d cip|-
reilan. 3. 'la do I,o.amibo, 0 sen escrivo creonlo,
.Miimci.s para pianno. | mestre pe.lreiro, de Dome Silvano, com o!
Vondc-se molbodos e muzicas para pianno slKnaes seguimos : estatura regular, se ,
de difforu'ites lutores, o juntamente metilo- do corpo, bem prolo cbcci quequem,
dos parilbuUs, violiio.e rabee, ludo por 'los vivos, pouca birba, jl branqnejanlo,
monos precos du quo em outra parto : na rua c .Nova n II.
Sedas vcrgeuis a 1,200 rs.
Vende-se soda vergini de ora 1,200 rs.
0 covado: na rua Nova 11. 11.
Na loja das seis portas
vende-se loncos brancos, com cercadura,
Huaico vinleni, proprios para mollinas-
~ Vende-se um negro, bonita ligura, de i
25 a 30 anuos, propria para pa.daria, por ser la : qusm o pegar, ou delle der noticia eor-
lio o masseiro o forneiro: a fallir na rua t, va aodito sitio, que ser recompensado
.Novan. 27. I com goucrosidade.
Vendem-se amarras de ferro: ns "ii di I De bordo do liriguc Feliz Destino, fu-
ISenzalla Nova n.42 1 gio ha (lias o rscravo marinheiro, de nona
\ ,.,.,)<..., aoraina- iln fii ''u1u'm de Na?So Mossimbiqtie, de idalo
vcndem-sc remos e taia lrlnU e Unl01 amiS estatura regular, ro-
oleo 'le llllhaca embotijas, barr- tocomprido, barba serrada, oqu4 perico-
ras rom cimento e es linas, vende- cea ,o3u '"dngues C.rloso.do llioOnmli.
cas com cimento e es unas, nu. |i0ga-seisui apprehencao.e offerece-se h.n
se B vontade dos compradores C gratificacoaquem otrouxorarua da fru
por precos commodos : no arma- 3, escritorio do Amorim & irmaos.
1 i '. i i i j -- Na madrugida dodia 28 deiunho du
zem de taboas dcpinho, airas do crreme inno, fugio do engonho cichoena
llicatro velllO. ,doCuodes, comarca de Coiauna, um e-
r vo do nome JoSo de Torres, ouual lem ou
I-ios para sapatcno a 5oo rs. figlliM sogull,icj: eaHaValt, arco do
a libra. 'corpo, lem barb, representa ter do idile
Nanoviloja do miudezis, na frente do 25 anuos, pouco mals ou menos, nariz pe-
l.ivranieulo, vende-se fio de sapateuo de queno eiblado, peri)isgrossis,olbo gran-
puro linho da acreditada cisa do Adamson. des- "rodos cilcinhares lechado, cabdlns
a 500 rs. s libra, c em porcao do 5 libras ""'1u,,to sollos; levou urna camisa de I-
pin cima a 480 rs.; lio pecbincha.a elle n- godSosinho, outra de il^o 15o da trra, cil-
ios quo so acabe : tambem se vende niirro- de algodflosinbo nscido.ceroula de ilgo-
quim amarello, rouxo, encarnado e azul a >a<> d ', um couro de ovelha ; foi mon-
15,000 rs. e duzi, pelo a 1,410; isto pin Jo "vi!. o quil he ruco, capado,
gcauar lem urna belidn cm um olho, lovou uim
Sortimentos d miras de lodas as qualidades. e leya-io, ou ao mesmo engenho, ou a mi
Na ruado Crespo loja da esquina quovel- da Cadeia do Itecifo n. 9, cm casa de Joj
la para a cadeia.vende-sc panos linos pretos Biplista Itiboiro do Faria.
a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,000 rs., o fran- Boa grililicacSo.
ecz muilo superior i 6,000 rs o covado, di- Cratilica-sc com 50,000 rs. a quem sppre-
to verde a 2,800 rs. dilo a ul a 2,880. 3,500, hender um muleque crilo, por nomcMi-
4,000 o covado, cortes de caifa de casemira guel, de idade'do 15 i 16 lunes, fgido
prcla infestado a 5,000 e 6,000 rs., dita fran- dosde soxta-loira 28 demaio prximo pas-S
ceza elstica 8,000, 9,000 e 10,000 o corto, sido, do gancho 10 pese ico.socco do corpo, |
e outras muitas fizenJas por preoo com- cor bem prela, beifo inferior grosso, rom p
modo. i marcas de clicole pelas costas, vestido do
Cortes de hrim de puro linho. pamisi-e-lgod-o franco com mingas cur-
, i ____i tas, caifas de a eo' ilosmio de islras a/nes;
Na rua do Crespo loja da esquina que vol- b '
la _p.r;.cia.cnde-ae cortes de cala de Ca!(cua ldid0 venfnlo frucUSl
. i-_ n'""',", .i_,_i_r.vS_''. .! niindioca, micaxcin pela rua ; eile mole-
os dedos das mflos. I' le ser que so inlit-
a 720 rs. o corto.
. a oa .i, ....- ua ItiilUS. I'U 10
l amhraias de salpico DranCO e de :|c de forro, e que de oulro nome, como ja
cor, lencos de cambraia dcl,',ou o gaucho do pesenco queiinhiquan-
ii. I do fugio de casa. I'ortinto rog-sn a lodas
inno. ,- as luloridades policiaes, capiUes do campo,
Na rua do Crespo loja da esquina quo vol-jo mais pessoas, quo fifain todas as diligen-
ta para acadeia, vende-se corteado cimbris ciaa do capturar eslo moleque, o manda-lu
desalpico branco a 4.000 rs., dilo do cora entregar a seu sonhor, Jos Saporili, mo-
4,500 rs., leiifos de cambraia de linho a 500 i rador no principio da eslrada dos Alllictos.
e 600 rs. cada um. Dcsappsrrceo no da 14 de abril proxi-
('om toque de molo. mopassado, do engenho Kslivi, um escia-
Na rua do Crespo loja di esquine quo vol-! J ""C3". n!n9 Ignacio, que repre-
'uias escuras com isenIa '"r 6" annos de idade; iltun regular,
' cOr bem preta, espadoas largas, pomas li-
nas, pes alguma cousa ipalhelados, |0 cm
ta para a cidia,vende-sc chitas oscuras com
pe Iiienu toquo (le mulo a 5.500 rs. a pefa,e o
covado a 160 rs.
Pitas, de vellido.
Vende-se fitas develado recrtalas pn
pescofo de senhora rom a sua competente
livel de mado-pcroU i or menos que cm
outra parle .- na rua Nova n. 11
no tem bichos, cabellos brancos na cabe- fj
fa e barba, Taita de dentes na frente, urnas |r]
ricalrizes no bric/j osquordo junto io hom-
bro, peilo cabollu lo, bastante cottez c ale-
gro no fallar o bem explicado, um tan:
moco, sendo, om algumis occ isies, preci-
cores pin calf ejtquelas a 300, 320, e 3601 meiis lonas da Itussia ; nu armazem do N.
rs.,cislorespiri caifas 1200 rs, e oulraslo. Uieber Conipiiibia, na rua da Cruz
muitas fazendas, por prefos cmodos. In. I.
Wuitas fazendas por pouco dinhei-
ro na rita do Crespo n. 6.
Cortes de hrim escuro de purolinhn a
1,440 rs. .ditos de I sin do bom gusto a .,"00
rs dilo amarello a 1,800 rs risoido do li-
nho proprio para caifas o palilOsa 180 rs. o
covado, pumo lino pretu o 3,000 4,000rs. o
covado, pesias da cimas escolas co u 38 ro-
vados a 4,500,5,000 e 5,500 rs., cambraia de
flores con) 8 l|2 varas a 2,400 e 3500N. pos-
si, lenfos da cambraia de linho a 400,481),
c 560 is. proprios para* m
- Vende-se urna casa terrea cita na rui do so r,||ar.|h.e 'mijs a|l0l muil0 'conv'ivenlc,
Mondego ti. 139: na rua di binla cruz l0Ci1 m,n,|0|im 0 cinta levou eamua e i-
n-^- __ i roula de algodflosinho imericano, sondo a
Ni nndisCruzesn. 22, segundo andar bruu|a uem comprida, jaquel do hrim de
vende-se urna oscrava de nac3o Cosa do bo-! qulurnho ,, veinii chapeo da timbo re-
ma ligura ptima qiiilindeira. Ill0 a mujtu ma| feilo 0 em lui conlpan|,
A neis de ouro. juma esciava do nomo Vicencia, poquen,
Vende-se aneis de ouro com cabello, obra .secca do corpo. cor fulla, denles perfeitos
muilo bom feita e muilo baratos : na rua No-1 e ilvos, iftvel no fallare bem explicad,
paitos grandes, pes pequeos o bem foitos;
ne crcoula, levou saia de chita desbolada pa-
recendo panno branco, mal amanhada tm
va n. 11.
Toncas de seda.
Ve::-.!- -e toucas de sodi para senhora as
mais r e.s poisivcl e por muilo diminuto
prefo : no rua Nova n. 11.
Instrumentos de msica.
Na rua Nova loja que foi do (inado Jol
Pinto da Konseca e Silva, boje de N. Gaault
vende- se tudas as quididades de instrumen-
tos para msica militar, e tnmbein so ven lo
vleloe-, r.ii.i'i'.i, ludo por mctios do que em
outra pirle-
Mallas de CoTroy.
Acaba de rcccbc-sc um grande sortimento
de II .utas du Codfioy, de uhano, c de liuxo
eom bomba de I e 4 chaves 0 com a su com-
petente caixinhado mideira,as0,11168 seven-
dein por menos do nuen.. oylfg parle : !!2
rua No! o- II.
Talagarca para bordar.
Vende-se llllgares, Ifa e se.la, para bor-
fc!rMa-o-7_ra- ""scoroneten|esagulbs na rus Nov
u 11.
lados ein algodflo _)UlOODeorpiffb*prapri08
para esclavos a ICO, 180 e 200 rs. o covado,' t.laval.is ili: mola.
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova- Vende-se grvalas de n.ola pretal, o mo-
do, o muitis mais (tiendas por prefo com- las para cohnr por baiato preco : na rua Mu-
modo da loja acim refcridi. i n. II.
vestir, muito caximheira e toma tabaco i
quem de ditos escravos souber ou os appre-
beuder, leve-os ao dilo engenho Estiva, a
seii legitimo senhor, JoSo Nicolao de lira
Cavalcanti, ou rua da Cadeia do Reclfe,
loja n. 50, a C-mli.i >v An.orim, que se re-
compensar.
Da fabrica docaldoiciro da rua do llruin
n.28 auseolaram-se, no di 10 .lo passido,
o preto Antonio de nifSoCabinla, estatu
regular, cabellos um punco brancos, cbeio
do corpo o muito cabelludo nos poitos, ros-
tocarrrgado; coslum om suas fgida- fre-
queoUr Solidade, Ma,'ii|uiiiho e AI.'K"
dos.eemsua ulliaia fgida foi pegado no
ongenho Cuca disti icio do Km r'ormoso:
no du 13 do crrenle o prelo Alexandre, de
nafBo8. Tliom, alio, corpo reforsado, ''
al.gre, e ja loi esclavo do S-. Ilolly do
francez Helequer, morador no Rio Doce, lu
gar i|iie omesoiiiescravo coslunia frei|iu'ii-
lar as diversas fgidas que ha feilo '
roga-sei* animidades policiaes e iqarm
quer que delles oei milicias, dirijSo-ia a
uiesiiia fabica quesera recuiiipensado.
pLliN. : Tve. ni M I'. DE '.\l:n isi--
-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8Z3LCOTT_CYEMD5 INGEST_TIME 2013-03-29T16:31:24Z PACKAGE AA00011611_03703
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES