Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03701


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Full Text
77
Anuo XXVIII
Terca fera 6
rnr.qn >a suBoairglo.
PlOtMIHTO ADUMTADO.
'<>i trimestre............ 4/000
for semestre .......... 8/000
Por nao ......-,..... 15/000
Paoodbmtio dotiimestrb.
i' ir quirtcl............. f/T>00
OTIOIAIDO IMPERIO.
r.tt.... ?dcJunho Minas... ?ti de Maio
Ccari.... 9 de dito M.ilcJ.. l de dito
l'arahibi 25 .le dllo Habla... I de dito
DlAsDA un AUDIENCIAS.
S Seg. S. felnicos
G Tere. S; Oomlgnas
V. III.
7QuarlS. Pulquera.
8 Quint. S Procopio.
0 Scxt. Ss. Cyrillo c
llnclo.
lOSab. S. Silvano.
11 lMu b\ S. Silvano
m.
Jufsods Orpao
I, e.'i. as lOboral.
1. varad< 3, e 6. ao melo-dia.
Faunda.
1. r n. s 10 horas.
2. vara do civil.
l. csbadosao melod
A/fiio.
Tercas e libados.
rnaiiHlBci.
Cresceate 21, a i hora e 17 minuto! di m.
Chela A 3l mi" mluuloi da rasobl.
Mingoante i 9, aa 5 boras e 48 mlnutoa da id.
Nova 17, a i hora 46 minutos da inanhi,
finmiDi hoji
Primelra s7borise i2mlnutosds ramha.
Segunda s 8 horas c (i mlnuloi da tarde.
deJulho de 1852.
N. 147.
DIARIO DE m PEMAMBI0.
fiaiimi oa oonniios,
lataana e Parablba, s tegundai e sestas-
:rae.
rUss-Grande-do-Horte e Victoria ai quintas
jtPtCaruaru,eOaranbum no le isdcada
.Ourlcurr, Exu e Boa-VIltl l3 e 28.
la, todos oa dial.
I os C'orreios parlcmao mcio-dla.
fOTICIAl HTBINOEIBII.
Portugal
iieapanba
1'l.llM .S ..
Blgica...
Italia..:.
Alemanha.
Prussia ...
Dinamarca
Russia.
Turqua
I!, de Junbc
8 de dito
8 de dito
5 de dito I
1 de dito
7 de dito
I de dito
30 de Malo
28 de dito
26 de dito
Austria.;
ISuissa...'.
Suecla...
Inglaterra
R. -Unidos
Mxico...
California
Chlll.
Huenos-A.
Montevide
J.dr Jiinhn
i de dito.
a de Maio
8 de Jnnho
23 de Maio.
0 de dito
1 de dito
10 de Abril
6 de Marco
o Odc Jimlin
CAMBIO! DI S s jumo
Sobre Londres, a 27 '/, por d. 1/000
Pars, 355
> Lisboa, 100 por cento.
ITAtS.
Ouro.Oncas bespanholas..........
Hoedas de 6/400 velhai.......
dch|400novas.......
> de 4/000..........:..-.
Prata.I'ataeoesbraslleiroi.........
Pesos i' 1nii. '..ii ...........
Ditos indcanos.............
f'irae.
zMDOO
IBMU0
IdjVOO
0/nmi
i/arn
1/020
1/80
PAUTE OFFICIAL.
GOVEHNO DA PROVINCIA.
receber scn demora o leu pagamento na men-
cionada thciouraria.Coinmuncou-sc a esla, r
ao referido arsenal
Dito. A ihtsmiMii i da i ucnili provincial,
declarando qtie. viata*da infonnacio que re-
melle por copia, cas, nao se pode dircr, que houvc inexactidao
no que S. me. infurmou cm olTicio de 5 do cor*
EXPEDIENTE DO DA 15 DE Ji:.NIIO.
Offiulo. Ao i-i mi. presidente do l'iauhy, ae
cusando recebido os dous cxcuiplarcs, que S.
Ese. reinelieu, dacolleccao dos actos da assem-! reme, e sim vcrilicou-se que o arremtame da
bla legislativa d'a.juella provincia, promulga- P"lc da camboa dos Arrombados nao nnha cx-
dos cm o auno pauado cedido o termo do seu contrato.
Dito. Aocouimandantc das armas, recom ] DUo.A incina, aulorisando-a a mandar
mendandoaeipcdlco de mu. ordena no senti-1 ailiaular ao tbesoiirelro pagador da repartico
do de ser prestada ao director das obras publi- da' obrat publican, VliU do pedido que rc-
Ern toda esta negociacao a Austria represen-
lou mu papel quasl passivo, ella nada femenil
para decelerar, ncni para retardar sus couclu-
so, mas deixaiu scuiprc entrever que estarla
pela oplnio da Russia. Os obstculos e as di -
liculdadcs vieraiu da parte da Prussia a quem
scus sonbos de unidade de exercito e de arma-
da alIcma failao desejar o desmembramento
Uva como dos. Elle prod , na, que em um certo lapso de lempo, \ do que elletinha assignaducm iSi5cm pievcr
O-npa intuir seria republicana ou cosa-;a |BK,r?ftliJJ
n5o disse que ella havia de ser parla*
lar on idaologa. Se Iho livessetn fal-
l*#o da orleanismo, elle teria lllrrldo com
wprozo; quinto ao imperialismo, niio o
ca um ordenanca de vallarla amanha pcl-s
cinco horas da manbaa. Coinmunlcou-scao
inesino director. >
Dito. Au iiiesmo, para ordenar, que as pi i -
l i, que teai de embarc.ir boje para presidio
de Fernando, se apresentem ao chele de policia
interino, afm dccscoltarein os preso de justi-
ca que tambein segucm para o mesmo presidio.
Dito. Ao director gernl da loatiUCcfo pu-
blica, ditc.do que vista do que S. S. ponde-
iou em oficio de hontcm, lica empacado para
odia 21 do crreme o concurso a cadeira de
primeiras letras da freguez!* da berra Tavbada.
Dito Ao ebefe de policia, remetiendo urna
lista nomioal dos presos de Justina <|uc tein de
seguir nesta data para a ilba de Kcruaiido no
patacho f/M/TOMO, Olliciou-sc ao impector
do arsenal de inarinha para I'ornccer ai raefles
necessarias aos presos cima mcuciunndos.
Dilo. Ao commandanlc do presidio de Fer-
nando, dizcudo que supposlo se tenba dado as
providencias ueccssariaa, alim de que sej nu-
ltiludo o cirurgio d'aquellc presidio, loto
Domiogucs da Silva, visto tciellc linalisado o
seu lempo c nao querer continuar a servir, to-
mette, a souirna de 9:360/ para occorrer as
despeas das obras, que se aehain em andamen-
to por admlnlstrafo, confirme requisltuu o
respectivo director.Coiamuuicou-se este.
Dito.A mesina, remetiendo a conta cm du-
plcala da despeaa feita com os presos pobres
de justica da cadeiada villa do Brejo da Aladre
de Ueos, desde oprimelro ate o ultimo de mar-
co deste a::no, lim deque faca pagar a sua
importancia { .'W/28U ) ao niajor Jos Joaquim
Anlunes, conforme rcqulsilou n delegado da-
quelle termo. luteirou-sc ao inesuio dele-
gado. r
Portaila.Ao agente da rompanbia das bar-
cas de vapor, para mandar dar pa^sa^cm para a
corte por couta do goveruo a Joaquim Jos
Lisboa, que leve bai\i EXTERIOR.
p\i;i/ 15 DE maio ni iS'i.
A longa qucsio do ict{Ulaiclpnto da sucecs-
sao ao tbiouo da l)ii:amarcajucha-sc cm li I terminada pelo tratado que^ulguraram em
davia nao lem apparcciOo facultativo que se landres a 8 desle mei os represlulautes de lo-
guclra contratar para case lim, mas a ihcsou- das as granJcs potencias da Europa. He este
rana de Bateada esta" na diligencia de ellectuar j mu aconiccimenlo que causar scmduvidactn
esse contrato. Franca mu viva satisfazlo; nao por que Icnlia-
DUo. Ao mesmo, Iransmillindo a rclacao mos algmua cousa que gaafaar com elle, mas
nominal de l'J presos de justica, que ncita oca- por que o reino de Dinamarca, posto que peque
siaoscguema cumprir suas seuteucas ntquclle
presidio, segundo as guhs que remelle.
Dito. Ao mesmo, prcvcuindo-o de que a
pcnnlsso concedida algumas pessoas para
ircui quclle presidio deve ser cotfndida de
modo que nao prejudique a disciplina c boa
ordciu quecumpre >dl manter rcstrictaiiicnlc,
beaudo iateiramcDic livrc S. me. cousemir
que as pessoas que tacs despachos Ihc apresen-
lareui, scdcmoiera ah por alguui tcuipo, ou
regresaem imuiediataincnte, como culender
ni os conveuieulc a polica c bom rgimen do
mencionado presidio.
Dito. Ao inesmo. Sendo conveniente
amiudar as viagens do patacho Vira/mina para
esse presidio, de maocira que elle para ah par
ta de doui cm dous meics, com uianiiineulo
para igual espaco de lempo, couseivando*sc
entretanto no presidio viveres de sobicsalcntc
para um inez, cumprc que Vine, me informe
com preciso, at que lempo podeiu ebegar os
gneros agora remcttidos, com os que se obti-
verem da producco d ilha.
Outro sirii, devendo o mesmo patacho condu*
ir de volta de suas viagens a pedra que poder
transportar, para ser applicada ,;. obras publi-
ca dcsla eidade, viudo carrejado ale a liaba
.i me. mande sempre aprouipiar com anteceden-
cia ocarregaiuento que case navio tiver de tra-
iter, de modo que nao seja elle ah demorado
inais do que o lempo nccessaiio para descarre-
gar c carrejar.
As requisices de Vine., que naoforcm ago-
ra satisfcilas, se-lo-bo na primeira ojiporluni-
dade, c sendo Ireqoentes as viagens do trans-
porte, mais fcil be prover o presidio de t das
as suae mais urgentes precisdes.
Ao concluir esle tenlio a recommeiida Ihc
que, segundo o taludo que Vine. Iiouvcr fcilo
relativamente ao mclboramenio dessa ilha, e
ao modo porque deve ser ella regida, indique o
quelhe parecer necesiaiio para se convcrlcr
cm rcgulainento, abrangendu nao su o que
disser respeilo aos empreados, destacamento,
senicDciados c >rssoas que ahi aportaren, como
tambem o rgimen econmico.
Dito.Ao inspector do arsenal de maiinha,
pata mandar foruecer as races necessarias,no
no, possue nossa cousideraco c sympalhia
(lulos que nao podemos esquceer. li iinpossi-
vel com clf'.'ilo que nao nos lembremos que nes-
sa longa c injusta qucsio que Ihc foi suscitada
pela Alleinauha no lempo da exploso das lou-
CUraa de l8i8,odireloestava da parle dosDina-
marqncics, c que o herosmo do povo fez que
a honra tamben, estvesse. Atacados de todos
os modos pela AUcinauha e pela Prussia, a quil
representla cm todo esle negocie um papel
mui pouco digno de si, tendoque luctar conlra
a forca aberUcdeclaidda, contra a intriga que
fazia rcvollar suas provincial, contra a astucia
que computaba de ollicias c soldados prussia-
nos as tropas chamadas scheswcucuses, os Di-
naiuarqucics coiu seu pequeo exercito, co-
brtraiii-sc de gloria; cllcs luclaram com um
herosmo que devia mcrccer-lhes a estima de
toda a Europa i quaudo ines.iio nao tlvcsscm ti-
do a consagrar da victoria. Km Fcanca nao
devenios esquecer isso, assim como nao deve-
nios tamben, esquecer a generosa c perseve-
ranic allcicuo que a Dinamarca conservava ao
da monarchii dloamarqueza, e sua diviso cn-i yoiDbrehendia senHo como o resultado o a
ndigSo de sua monarchia universal cujo
iho foi interrompido por suas derrotas
ilo ho por corto a repblica quo ello es-
ii para herleira do suas victorias.
os, senhor, adoptis sem protesto "a
a republicana A qual aos vossos olhos
cnu-.il do futuro. Eu, vclho partidists
'!"* ys'ema monarchico, pens que o futuro
Inopertenco, e j que fazeis com cuidado
o inventario das forcas .e dos meios que vos
levam a concluir em favor-da repblica, per-
inid -iiii1 que exponha os faelos que me le-
vam a alllrmar que ser em drOiailiva a rau-
n da Monarchia quo ha d. obter o trium-
pho.
Era urna Urde do sotembro de 1815,
ha trinla e sele annos. Em uroa cmara ao
roz do cho da um hotel do bairro Saint-lio-
norc, outr'ora habitada norMme. do Main*
lenon, boje por um pensionista, o quo Iraz
o numero 166, eslavam seoladas quatro
pesso4s juntas do urna mesa chcia de papis
o do brochura-. Urna dellas, quasi septuage-
naria, ora o celebre Bergsso, antigo adver-
sario de Bcaumarchais; e, cumo coostiluia-
tre principes dependentes exclusivamente da
confederaco germnica; mas neate negocio,
bein como em todos os que sua poltica hes-
ntc e sem franqueza tein tratado de alguns
annos para c, ella foi definitivamente mal
succedlda.
Dcpois de ter ao principio (ello a guerra de-
clarada, mafs tarde a guerra indirecta cornos
desertores c os voluntarios que mantinha nos
ducados revoltosos, foi obrlgndaa aceitar o ar-
misticio c ainalmcDle o tratado, porem lutou
iiulto lempo antes de render-sc ao dlrcito c
rnxo. Poi preciso, se devenios crer o que di-
'iii as gazetas iuglezas, que lord Malmcsbury,
de concert com os plenipotenciarios da
Fraucacda Russia, dcclanssc bem claramente
juc proporia assignar sem a Prussia, se esta
nao se decidlsse. O Sr. de Uunscn recebcu
cnlo a este respeito inslruccdcs e poderes que
Ibechegaram justamente na vc*pera do da dc-
liiiitvamcnic liado para a assiguatura.
esperamos que a Prussia rcspeitsr o tratado
c que desle lao ao me nos a Europa nao ter
mais que temer ver renovar-se as denegaces
de justica e os ataques audaciosos ou dissimu-
lados contra todas ai ideas de dircito que tao
dcsgracadaiiicntc bao assigualado estes ltimos
annos.
(Xavier Rat/mond.)
( Do Jornal dtt ebau.)
CAUTA DO SU. MRQUEZ DE JUFFItOV
A MI!. i.\iii.|iu.ii;\i;|i|\
h Senhor.
No impo't-mtc C'ludo qui acabis de
publicar com o lilu'o deConservemos a /le
pvbttcal, eslabelecestes claramente a gran-
d q'jaalfio social dos lempos modernos,
Woarchias ou repblicas, e vos aclamas-
te* naluralmcnle campeSo desta ultima fr-
'"a de governo.
Comparais-vos, senhor, em vencer sem
combate. No ponto de visla elevado em que
vos collocastes, nosse terreno quo descni-
baracaslcsdeslessyslemas bastardos que se
nter,unham em v3o lia sessenta a/lnos no
empenlio de harmonisar a monarclpa e a re-
pblica, offo encontrareis mus adversarios
quo ossam, que ousem ou mesmo que sai-
bain responder aos vosspu argumentos
hi.iii !o milito alguns altercadores, ombran-
queciJos pelo p da escolla doulrinaria. po-
driiiu Uni.Mr-vns alguns vellios sopliisaua
usado-; cm nusas polenicas parlameuLares
te, principal autor da inslitui^So .lo jury
entro nos. Junto doli estava umadami
nosio paiz cm ISla, ainda quando opprimida^ quo nao CiegarDo mesmo a altura da
pela Kuropa parec i estar coudeiuuado as ul-quosUlo.
timas desgracas. Uoje deve-sc esperar quei Ktilrolanlo esta causa gira! das monar-
esta qucsio assim icrmluada nio sej^ maisfehias que declaraos para sempre perdida,
ouira vet suscitada, c que quando o sej. oon- pdeia, seguido pens, roslabolccor-se do
Ira a Uinainarca. a l'.uropa nao o pcrmillira -. ...?... i.; n.Uhi. ^.a .
absoluuineDle oSo esperar, para in.ervirig01^ 'l" M.e la1S. A monirclua esta am-
cm favur di lircilo. que esse direilo srja rc-!da em 'u cm '>la Europa; o a ropublica,
vemlicado por novas vicloiias, mas lanibeiui "' l* inomcnlo, fugindo de exilio om exi-
por penosos saciilicios de liomciiis c de dmlici- lio, vin-so obriza a a atravessir o Alllanli-
ro. Se as potencias signatnias do tratado de O n i pcsso dos prinrjpa'S clicfes de sua
Londres compromcteiidu-sc a prover porumuo-] prupa.'amla os <|iiacs vo discrctanionli
roarraiijanieutoaocasocin<|Uca discenden- expcriineiitir-SC. a 1,500 leguas de dislan-
ciavarunildopr.ncipcCI.,isii..i.o de 0l0.k,-'cii a idel D0* Bl mais podeioia oui dor-
a s^tisssrsi&szx.rii,ar r il"?"os'," ,,uno'r,io di? ,o*os
grldadc da onarohla dluamarqucu, compro- 'dos e dns policas do que os principes
inciurain-sc de laclo a defender o principio, eslu" "ojo rudisdus.
Dcinais para dar-llic taniaferca quanta l'.ircco-moquoo momontolieinfclizmcn
posiivcl, drscinbaraeando-a de todas as com- te cscilhxl > para proclamara quo-Ja do anti-
pliuccs, de lodos os diiciios mais on menos go sys'f.ma europcu o a clovaslo dasropubli-
eooluuvel debaiao dos quacs a scicneia c a cas. a minha conviccSo, desdo qiiaronla
pollUca allcinaa iinbain procurado suUoca-ia, ,0 meoecupo do polilic*. tm per-
teve-sc o cuidado de estipular na convcn(a a ,,;",., .,. ....... ..k.'.... !..
renuncia de todas as ciaij de principes qua se
pozeram ou iuram postas cui campo. U iiupc-
nianrcidn acnipre a mnsin sobro esto pnn
to e cu npie que ella repouse em bases
quo havia chegadu a esta idade cm quo a
mulher desojara fzer una pausa na marcha
do lempo, i-iii quo nSu sondo ja moca ainda
mo era vollia, cin quo o espirito Bofraqua-
cido no estado do agradar se precipita as
altas speculacOcs religiosas ou polticas ;
era a haroneza do Krudencr, cuja celebri-
dide era tinibsm euiopra.
Um bello matice!, notavcl pela Irfi-
bilidade de suas inmuiras, pelo encanto do
sua linguagem b pela diSliacfSo quo reina-
ra em toda a sua possoa, eslava sentado dc-
froiile dclles ni nica poltrona quo havia
na cmara, esta mancebo era Mesaudro,
irporador la llussia, o qual senhor n'aquel-
le momento dos destinos do mundo ouro-
peu, dlibcrav pacicainento os mcio* de
ass gurir a sua duraco. Km um ngulo
da mosa um mancebo, cntSo quasi moog-
nito, tomava silenciosamctKo notas, c n3o
emprogava bastaoto alleucitu para ouvir,
coinprchondcr c conservar na memoria as
grandes palanas d'aquollas delibera^Ojs
inauditas.
Uccupava-se do Iratado da sania alllanei
do qud Madama de Krudcucr linba ndo, crcio
eu, a primelra ideia, Bergasse llnha redigido o
prejecto, c Alexandrc revianaquelle moinculo
as dlsposlfdcs e expressdes.
Terminado este Irabalho, o Imperador dis-
: N3o duvido que nieus Irmos de Prussia
c de Austria que eonsinlaui em assiguar este ao i
lo, mas esquecciuua dar-lbe urna aancoao. I
E.coiiio Ihe observassem que o accordo c a as-
signatura de (ressobeanos victoriosos cousli-
ni i.mi no estado |ircseule das cousas a uiais alta
saueco europea i|uc se pode procurar, respon*
deu com um modesto sorriso : Que somos ns ?
Tres lioinensqueo accasn do seu nasciiiicnto
collocou a cima dos oulros. Nao esquennos
que somos, antes de tudo, clirislos. i) Cbristo
be Nosso Senhor, o rci de quem dependemos.
Colloqucinos pnnanto a rcligio na frente de
uin acto que deve concorrer para a dclea c
salvaco da Chrislaudailc s Ucpois de alguns
debates sobre a formula que se devia preferir,
o titulo cseolbido para aquello famoso Iratado
de (ripllcc alllauca foi esta : Km nomc da muflo
tanta e tiulivisrect Vrindadc. A palavra indivisi-
vcl foi l.iii lir.nl i por madama de Krudcner.
Alguns das depoii, este Iratado foi assig-
ile esle iratado que Carlos X exilado, re-
cusou formalmente invocar por um molivoou
scnliinento patritico que vos he inuito pcrinit-
tldo citar como honroso, mas que a liual de
contas, conilcmnou seus successores ao exilio r
Franca a soilVcr a revoluco de I8.'W c a He-
publicadc 1848. He grcil a esle tratado que a
Austria, ni ves de ser Itojc desmembrada,
acha-sc mais forte e mais pnderosa quo antes
de sua tentativa de revoluco, r que ella pude
na restauracao de suas bases inonarchieas pe-
netrar al s faltas do reinado de Jos II. 'He
por cama desle tratado que o rci de Prussia ac-
tual foi desviado, cm lempo convenienie, da-
quella senda fatal que conduiio Luis XXI ao
cadafalso. Sem este tratado, liualinenle, sem os
actos que o leem confirmado c desenvolvido, a
Europa inlcira eslaria ha mullo lempo cntic-
gue a'demagogia.
Luis Philippe como bein o sabis, licou fu-
ra desta -.ma allianca ; para remediar esle de-
feito, imaginou-sc n Iratado da quadrupula
allianca, firmada de enjrc lrrs illegilimidadcs,
coipprehcndida a delle, apoiadas na loglateira
que pouco se ilquida dos direilos c muito do
comincrcio.
'< Ksta allianca nao foi de ncnhuui auxilio em
1848, emquanto que um simples pensameulo
cliristo, expresso em algumas Imlis na qual
c uniram em 18l,'i tres soberanos, dos quacs
um calhulicu, um proleslaule c o terceiro acii-
iii.un ii, mantiveraiii ale aipii na Kuropa inlci-
ra, cxcepln mis, o syslema monarchico (|ue vos
declaris condemnodo a moirer. O mesmo mi
acontece com a vossa rcpubliea, a qual pelo
contrario, lem baqueado poi loda a parte em
|Uc lem tentado inslituir-se; na tirecia, na
Uclglca, ao pe do Vcsuvio, em Poma, nal mar-
gens do Itlicno.
. Cumprc porlaulo Icr em considerarlo esla
confederaco de lautos principes que dominain
i mii p c i un im ni.i inillios de subditos que
dispe de tres millnes do soldados liis, c
que ao menor perigo, vollam as suas vistas pa-
ra o czar da Kussia, o mais poderoso de todos,
eoi virtudc desle iratado de iSl queuossos pe-
queos liotiieus de Kslado lecui inuilo bem po-
dido desprezar, mas que una inlelligcucia
como vossa nao poderla desconhecer a sua
uiporlancii e cllicacia. Ura, nesla orgauisa-
c.To poderosa cm favor da ebristandade, me pa-
rece, senhor, que a vossa repblica nao pode-
rla ser comprebcudida. Sci que ella tcm a | -1 c
jer atorros, o saber por quanto so far o da
quo precisa dito alagado, na parto smenlo
que lira comireliendido ni ra.
Outro do mesmo communicindn screm
baldadas as deligencias que lem emprega-
do para conservar limpa a travessa da ra
da i'i ii.i, onde dividom as duas froguezias o
a rampa quo Iho lica fronteira, principal-
mente o terreno particular quo lica annezo
o,csina travessa, onde se fazcm grandes
despejos, e Icmbramlo quo so urna acutnel-
la postada naqurllo lugar, podcria evitar se-
mulliante abuso : Qun so rftpondesse ao
liscsl lizesse com quo o proprietario desiu
terreno o murasse ou cercasse, mandando,
todava, fazer a limpeza, e dopois im pregas-,
so por algum lempo o guarda municipal
em vigiar na consorva;3o oa mosma.
tlandou-sc ollicinr cummiss.1o curarre-
gada da confere,3o do um projecto de postu-
las addicionacs, rogindo-lheipreseiitBcsso
Irabalho,
Mandou-sodclcrmiiiir ao engenheirocor-
iliador, que nos ultmenlos que lizer de o-
bras, nClo deisode mencionaras condicrVs
a quo so llevo siijcitar o arrematante ; assim
como lizesse collocar os ralos nas boceas do
esgolo do aquo.lucio do paleo do Carmo.
Despacharani-sc as peli^Oas de l'rancisco
do l'icilas (iamhoa, de Jos Cnncalvcs Ker-
reir Costa, da Jos Candido de Itarros, da
Luil Jos da Cosa Amorim, () do M.ai.....
Lopes da Costa Maya ; e levontou-sea sos-
iSo.
Kii Manoi'l Fa/reira Aoeiole, a ascrevi no
imped ment do aecretario. Olivora, presi-
dcnle, Kigueiredo, Ciroeiro Monleiro, ar-
ro, Ferrcira, Mamado.
' VAIUE>ADKS.
O Monitor ollicijl do Argol pblicou ul-
limamenlo um mappi do mnviincntii da po-
voacnocuropoa, durante o primeiro trimos-
Iru do anno do l vvj l.osulta doli quo u
numero do despalillos all existente no 1."
duabrilcra do 49,909 almas, leudo havidn
o augmento do 703 dilos cm rolac..1oa ou-
A' vista do tal incremento, Irata-
obedlencia das massas csl garaulida po
eeulralisaco poltica absoluta, por una poli-
cia vigilauele por um exercito numeroso e dcs-
cipliuado a inipreuaa vilgiada severamente ; a
rcligio particularmente humada c cllicasuicnlc
pioieglda a libi-rdadc que vos he lao chara,
consiste quasi em nao querer approvar seno
quiu a S. M.
II i algum loinpi queso falla muito nos
singulares elTullos quo se oiitcni na color -
medidas e'mi neneme ule inoiiircb.cas e ,anti-sacao das lloros ( se he que nos podemos ex.
revolucionarias, cm ludo confonuc aos prlucl- pivssiir assim ), mas pareo quo esle inven -
pios que iiispiraraui o Halado de iSIj. Jamis. lo niio conla aiilecedenle. I'nrm como o
.i santa allianca nao encouirou, d.pois de sua ; i,.,,, dito a liorna hedoria das nacoes, dos-
crea, ao, en, Franca um igual concuuo. !>c a ,lc 0 nulll( ,; p^quono, liada ha novo de-
roisa opluiio repul.lieana se conuncr con. Is-, ^j ,, ,, ( fil spccial-
'.o, Ii- t .i ai -un ai. M'nhoi, litio pequeo es- ., v*-%, .
paco que .men, ,1c vence, para eofu,.d,r-5e Hinle no uo du respoito ao novo prelen-
com a iniiha. '" doscobrimenlii, lao Ion vado ms gize-
ellos de quccllcproprioja se acliava Ucea- um prjllcpe. No momento cm quo oslamos '" P"11" """ rr11^. e minios cscaruc-
ludo pela sua revulti, cque seus lilhos deseen- ,, ', Furnin inlcira o sua eivilisi. cein ncllcacharis sobuma llngoagcm mysll-
dentesde uincaaiiienlomorganalicouapodi- l TS 7, ...1.^ ? ca, fon te nica e pura donde li-iu decorrido
suireveudicar. Kllc aeceilou de mais pelare- ". <0 s chriatand.do. Entra nos, ,^ lratadoique,de|Hi| daquelle teinpo.iem
._____i i_ _. .i t .. t__. ruin niamiilii flllskatl Tu i\H.t kaa I sal n ama* as ,,,, .' ... .
igado entre si as potencial legitimase reconhc
cidas da Kuropa. Os protocolas de Troppan. de
Laybach, de Verna, so a prova disto. He a
Paulo Kcliiardo Gabral c .Silva, c o cx-dispen-1 os direilos que poda ter bcranca da coroa de Q"ndo om re duvida de seu poder, Cid-o cunTcneoc, de transacdes c de aclos consuma
bfio Kli*en dcOlivcira orgcs, mas lambcm ao Duiainarca; cmfim o duqac de Auguslcmbur- OU iunega-0, como OS povos s : Je'- nnin.i- dos, os quacs for mam um corpo completo de
agente da compaiihu das barcas de vapor, para go, o qual servir de nslrumenio poltica al- riam a conlrariar O ro i' direi 10 publico dojqua! as diplomacias se esfor-
lhes dar passagem no vapor, que se espera do lemaS, fazendo-sc chelo da insurrcijii dos du- a .Mas a causa monarchica, tal como ?. cariam cm separar-sc delle,
norte.este sentido erpediram-sc as convc- cados, renunciou lambcm os direilos que po- encaris ao comba1 A-la, n.la ba a causi pu- Tendc boodade, senhor, de Icr outra ve,
nieiiics ordens. .da reclamar sobre o ducado de HoUteln. di- tICU|ar de um remo, de u a dynastia, de o artigo desic iratado do qual mulla gente
Dilo Ao inesmo, para que com toda brevi-'' la*-
dade leja salisreila a reiiuisirao, que fez o com-
mandante do palacho Virapama, de les mari-
nhciros de govcrnoe um grumete, visto adiar-
se completa a marinhagem du mesmo patacho,
porestarem algumas pracas doentes no hospi-
tilCommunieou-scao commandantc do rc-
lcrido patacho.
Dito, Ao director das obras publicas, duen-
do em solucao a duvida por 8. me. proposla que
na confurmidade da ultima parle do aitigo -i-.
da lei n. 286, deve x me, partieipar immcdiata-
mcnic presidencia o que bouver tletermlna-
do respeito das obras ou reparos, que ic l-
zerem necesarios, .fim de ver approvada a
sua deliberarao, c a despera que te houter de
a/er.
Dito.- A contadoria de marinha, inlcirando-a
de haver eipcdidoordem tbesouraiia da fa-
sieoda, ji na l i/cr comprar no mercado os gne-
ros nccessarfoi para o fornecimento <\ navios
da armada no crreme inez, c os mandar depo-
sitar no arsenal de mariiih.-i, c declarando que,
urna vez rcculhidosos ditos gneros ao almoxa-
rifadn, dever S. me. entregar ao vendedor o
respectivo cunbecimrnio, para que elle possa
a -i "-
nuncia deatees alreltof urna indemnisacadque por exomplo^quosUo niio he tal cuino a ton
a iuicvcnca da Prussia c do principe de ale- "Vs eslabelccido entro oilo sculos de posse
Coburgo, oqual solicitara o iuteresseda rainha 6OtO milliS do sulTragios, ella si resume
Victoria c do principe Alberto cm favor do du- assim; quem tem mas probabili lados para o
quede Angusicmi.urgo, fea elevar a umasom- fjturo europeo, monarchiasou Hcpublicas?
m.inui contlderaTfl.__________________ Democracia absoluta ou reinos igualmente
(i) O principe Cb.lsliaooda linha Holslein abluios? Un por outras p-ilavras. Uium-
Sonderburgalutksbu.go, nasceu a 8 de abril Pnar revoluco por toda aparte, ou OS
de 18i8, casouavdeinaiodei842comapriu- Ihronos aerSo por loda a parle consolldu-
cex* Luisa Guilhermiua Carolina Augusta Ju- dos?
lia.nastida aos 7 dcuilhcruie, I.andgraw de llesse Cassel c nc- resolvida. a soluc^o de ludas as queslOos
ta do fallecido rci Frcdcrico VI de Dinamarca, secundaras nao tardara em achar-se- Ton-
n .rtii^rS^^ (tes justamente abali lo, senhor, osles par-
o principe Chnsliauo rredenco Cmlbermc
Carlos, uasciilo aos'j de junbo de is.l. 30 e
tidos medimos, rsta poltica do eunucos
prinecza Alcxandriua Carolina Mara Carlota ^xlc' Por interesses pessoaes, do amos ou de
Luiza Julia nascida no i de dcicmbro de 1845: s^rvos, tem doxado ohscurrcor o ponto
o principe Chrisiano Cuilherme Fernando principal do loligio. Na olalo, cujojuizo
Sci, senhor, que amis a discuss.io livrc, c
qnc ncuhu.n peniaihCntOj hniirscimenlc aprc-
scutado, nC\o be repellido ao nosso jornal. Bl-
tas pobres mouaicliias uao leem apenas lido
scuao cu cm franca, por constante defensor.
\.o leudo uciiliiuiia probablhdadu nc ser aco-
Ihdu nos jomacs que, chamaudo-sc monar-
chiitas, teem docemcnlc precipitado noaMino-
narobla forca de a srnararcm de tudas as
uutias.
Como adversario leal, concede! hospitalidade
.te prevente arraoado na vossa propria tulla,
a maueira dessos auligos eavalleiros que na
vespera de se balcreni ceJiam urna parte de
seu leilo. Atrcvo-mc a promcller-vos que o?
amigus dcsti santa alliauca lo despresada c
tao calumniada vos scrao gratos puf este BCO-
Ihiuieuto.
J/r.r//Htf; de JouJ'/my.
U\ PasaSB. 1
PERNAMBUCQ
GAMA IVA
MUNICIPAL.
SESSAO' 0R0INARM DE II l)E JL.NIIO
id. in.j.
Presidencia do Sr. Oliveira.
I'resent so Sis. Barros, Haoaede, Carnci-
esse iraiado qnc cumprc referir a resulufao se- rn Aluiileil'J, e FigueirO-lo, faltas,lo os oais
guida rcliciosaniciilc ha Irinla c sele anuos
com grande adniiracao dos polticos da ralba
escola, de nada mudar nas deliinilaedes de ter-
ritorio cstahelecidas no congresso de Vicnna c
de abolir todas as questes de fronteira^, lodas
as vclleidades de engrandcclincnlo. Oahi es-
tas invases de inao armada dos paizes cm re
Srs Abrio-soa aoaao, u foi liJa e appro-
vada a acta da luteeadoota.
I ,n lili oscgiiinto
EXPEDIENTE.
Um dlli,-ni du cngiiiheiru corJiador, aprc-
sciitando o orcameiilo e pens dos aterro
FOLIIETIM.
IIHRIQl)EIVEOLlSQLG.\ETft
(pob GUSTAVO CHADEUIL.)
X.
O Ihronoile Franca ca/ou nao" urna misstf?
Adollo Jorge; c a prino u liarla Dagmer. se aulorisava ao mesmo tem^o tle um pode
nascida ans:'lid.- novi-mliru de |s_j7. roso gpnio 1 de umi rudo eXper0"C, O
iiistasj i/ue janaii[iinyucm vio. As onie horas, o palavras hsongciraa e voltuu-se para o re:
re deiando oa convivas, passou-sc ao seu ga- Poi* bem: Sr concluio elle com essa hu-
bnele para o qual chamou Ucautrclllis. mildade qjc n.10 evelue adistincfo, se V. II.
Quando Sainl-Uirul pcnclrou no gabinete se iccorda das confidencias que Ihc lu quaudo,
onde no dia seguinlc se haviam de descutir n ha dous das o tomava por um simples enviado
desliuos do mundo, iuclinou-se resp?ltosamen- do re, comprchender o que ainda atrcvo-ine a
te diaute do seu sobcran 1 c saudot com a ca- esperar de sua bondade.
beca, como se ln.i entre iguacs, aos duques u contava com isto, baro, contava tanto
d'Kperuon e de Montbazou, aos marechaes de que vos preveni, c cbatnaudj logo um criado
I. iv ir Im e de Koquelaure, a Tuicuoe, a l m- Ihc disse estas duas palavras : Faic cnlrar!
sac c ao marqucA de Mircbeu. Entao as duas meladcs da porta se abriram c
.-cun 1 Ihc dis-c o rei quero inauguraro o duque de La Vrillre, dando a mao a sua i-
mcu reinado por um acto de justica. Muito Iba, lu introduiido nasala em que eslava o re.
vos devo, e crcio que ja vo-lo tcubo dito, as di- Do oulro lado esquerda do duque, eslava o
O rei instado por Drlssac, fez linalmcntc a vidas sc^sagr idas para mim. Diiei o que que- nwrdoino, o qual mal poda conter a emocao
sua entrada eiu l'aiii, precedido de Iteautrcil- rcii. que senta.
lis c dr seus trinca e quairo lasqueneis. opo-j Sr., respondeu modcstamenlc Iteautreillis,* Apj dclles vinha Mahon o qual apegar da
vo que se tinha vidamente reunido em sua V. II. j me le capUfio e baru; na verdade is- altura das portas se abaixava instinctiramente
passagem para vr de pcrlo esla rratna nas- to he mais do que eu mereca; mas jaque <-s- para passar. Alahou cujos pe's esmagavam no
cenle, acompanboii-o ale Ai protimidades do las duas mcres cahirem da real inao de V. M. pavimento; Mahon que nao obitanlc sua csla-
adro da 'SrrJ* <*e Nolre Dame, ua qual se devia ,cuuipre que cu os apanhec que procure fui- tura giganttsca, acbava*sc muilo pequeo ju 11-
cantar o Te utum. t ca de dedicaf o, tornar-mc digno dellas. to dcstes grandes seabores, vestidos de seda e
O throoo de Franca, tinha dito llcnrique, va- nao queris mais nada? de veludo ; Mahn finalmente que deiando va-
le be' ,,m mUu. e. annellcs oue Ihc moslra-
v.iiu este mar movedico de cabecas e queriaui
apartar a multido coheria de audrajoi, a qual
sr comprima at dcbaxo dos ps dos cavallos,
elle responda
volupo, c estes tratados pacficos I030 que a U cxecular-so im estrada du largo o Mod-
ordem restabelecida tcm deuado de fazer uina (toirono (.alderciro. Addiado.
oceupaco necessaria. | Outro do liscal de Santo Antonio, pedimlo
n He cm virtudc dcste tratado que o vclho rei 'providencias a respeito do llagado exialon-
dc aples, protesUndo contra a revoluco de 'lc I|(JS funjos j0 convento do Carmo, Con-
. 1...1.......... 1.. 1................ ... v"
se I lie tem fcilo hastanles
or ser nuclvo a sa lo dos
que Fernando Vil, presiociro das corles, foi i moradoros.d'ali
poslo em liberdade, a sen pedido, pela franca, I O Sr. presidente cncarrcgou-si) di- fallar
nao obstante a repugnancia de I.uis XXIII que Mn,ii de-ses homens qu se uceo iani do fa
nc .i.,|i ii,-, irotcsianuo conira a rcvoiucao ue '(,> u ,^ fmiJns do C
1813. foi reslabelccido pelas tropas austracas ira 0 (.a| diljo-gi
na plenitudc de seu poder, que a insurrei\'io I .
do l'icmonic na nicsuia poca, foi suffocada, roproieotapora pu
___si
cosqese enconlraram em sua passagem, foi lueuie. Elle Uvera queiido cuuiu, medida
baler com a cabeca na parede, islo tao eslouva- quo sua eiallacao crescia, poder oll'ircccr-lhc
daiuenlc nuc o re Ihe grilou juuii'iindo, souicnlc para ohler um de seus
Oh! tr., a paiedc he de pedra; fuja olharcsardeules ou increecc um da scus caslos
dre Mi, sorrisos, Ueiiriqie IV, ludos o sabeiu, era do-
Esta apostrophc pronunciada com um lom lado de. uiiih dcsias nalurcias ciiiinculeineiile
lienevol.i, fes com que .Mahon vollassc ao senti iiiiprcssionavcis para a quars ludo se resume
ment de sua situaran. inaseniicio do momento. Mr, de I.i Vrillre,
Perdi, Sr-, disse'ellc ; mas nada vejo diantc diloso com a felicidadc de sua lilln, lancava
de 11111,1 lauto o vosso sol me deslumhra. subre ella seus olhos chcios de urna inel'avel ex-
Parccc-inc um lolo esle rapaz presso de auior paternal, (,'uanlo a l'cjulicil-
No liiii lulo, Sr., respondeu Mahon, cujos lis, poderse hia crcr, ao ve-lo assim tao ra-
ouvidos tinbam uina giaudc sublileza. Mote- diantc, que 8ao Jeiouyino da capilla Sextina
libo seno alg iina coragem e muila dedicaco, Ihe hara ciupie-tado u seu extasc.
sou como o cao que se all'eicoa ao senhor sem .
calculo, c se fas malar por amor delle, quando Vamos, vamos disse o rci ; espero que ludo
he occasio, estar prouiplo antes que cliegue a nuilc, O
Homens como lu sao raros, llic disse lien- que Dos e vos principiaste*, o nosso capcllo
rique. I^uercs-me servir ? (vosso confessor Salol-IUcul, o c.ipcllo dos car-
He impussivel, Sr., pertenro de alio abal* ccre, que u.iu inorrcu! ) lerinloar esta noile
so aoir. baro de lleaulreillis cm nossa presenca debati til randa eapelll
Duranlecste dialogo,Mara sustentada no bra- deSainl-erinain-l'Auserrois. Niio he duque?
co de seu pai ao qual se segurava para nao ca- nao he .Sr. .HagdebuurR : concluio elle dlrigln-
ni, linha urna deslas expressocs de blica do-sc para I,a Viillrc c sen inordnuio
|WN e le i.
tas, e cujos tnaravilhosos ccilos attraeni a
niorida lo as nossas exposieOes de agiicul-
tura.
II1 uns cem annos quo o segredo niio 111
de conservar, mas de perfamar as llores Im
conheeilo. As iivcst rupamos lia largo lempo sobre a historia da
agricultura e jardinera, deu lugar a qun
acliasscmos cm livros anligos, infamad".
rom ii nome du aluharrahios as diiassoguin
tes reoeltai, com as suas numerosas suhdi-
vi-Oos.
lln sbulo quo Intrcscorcs que rara-
mente so ciicontram nas llores, e que os cu-
riosos muito des Jaran) adiar ncilas, o sSo
0 p*CtO| verde e azul. I'ode dar-so as no-
res (|ualqiior deslas cores sem grande tra-
ballin.
Para acor prole colhenna as pequea
fruclas, que eresccm a horda dos arroyos, o
quando esto bem seccas, roduz-sea p im-
perceptivel.
o f 1.1 a cor verde usa se do salitre, e para
1 azul empregam-so hervs azuos que se dSo
entro as niesses, o tambo,n so reduzidas a
I do modo que lica dilo.
Modo do fazer uso da reccita ; toma-so
una pimo da cor com quo so pretende Un-
gir a planta, o so mistura com estreo du
carnciro, um pouco de vinagre e sal. Nesla
composieo dove entrar un lerco do cor.
l'Oe-so esta malcra, quo deve ficarexpressa
como pasta, sobre a raz do urna planta que
tenba ores brancas. Ilcga-so com agoa al-
gum tanto liuta da mosma cor, o prosoguc-
so na cultura ordinaria. Tor-se-lia om lem-
po pioprio a satisfacHo de ver nascor lloros
que, devendo ser brancas, surgirSo prelss
conoaza de corvo.
O mesmo so pratica para como verde o
azul.
I'ara molhorsc conseguir este resultado
prepara-soa Ierra, quo devo ser leve e gro-
ilusa, e depois desflecada do sol be reduci-
da a p, o passida pet pendra. Enche-so
IViiIim Sr.. 1,1,1,,. ainda nue nedir una car a vista do rci para os criados c dos criados
Braca para o rci, pcrguulava a sl mesmo cm voi b.il- ideal dame das quacs o piuoi usm e se iuvll- '-- rsssss TOalldef f5epsra "'"1 laffrada
Qual lie? di/ci .' xa se oscilados com scus vestidos brillianles na sem lentar reprodiui-las. senhor, iespiinder.ini ao momo lempo O mor-
Agora, Sr., i|ue as vnssas vistas deseeram nao sciiam por acaso os ininislros de S. M. Seu porte inodcito tioba algumu colisa de domo e o duque.
al a iiiim, cu mcjulgo lo elevado como os As reverencias de Mahon se muliiplicarain a( locante c esta aureola de alegra concentrada Desloniodu, responden o rei, esle di.i que
11, ii.n-n! drlxai-09: clin eslau anciosos I maiores do reino...
par ver nin ral 1 ll'ljpernoii, Lavardin, Itoquelmre, MoiilUa- forros dourados da parede, at suiprnpiij. iuia
Terminada ceremonia religiosa, lleariqna ./on, Turcnic, Uiissac e Mirebeu inierrniupe- geni daivaaes repelidas nos espelbos. t) pobre
IV dirigio-ic ao I niivre, na sala do throuoondr, ram lo mesmo lempo! Satot-Rleal. gigante eslava lora de si. Sua cabeca perdida,
pelos cuidados do goveruador linha sido prc-I Sr., Ihc dlsscroni cites apertaudo-lhc suc- Ihe moitrava (guras aoudc nao as havia, e de-
parado n im lumptuomanlar (diicni os cbro-jcessivamenic as duas inoi, vossa nobrea he poli de se ter inclinado com mulla reverencia
adquirida, ella vale mais que a do singue, Beau- diantc das cadeiras, dos divaus, das poltronas,
licillis agradeceu a estes uobres scuCores suas un uina palavra dame de lodos os coi pos opa-
iuliiiito, elle corlejava ludo, pannos, pinturas,! que ridiava em sua fronte Ihc dava um carao- prloclpiou na dor, acabar no pra/er: he pie-
ter indifinivel que urnapenna Inesperiente eo- elso que venba o sol depois dachuva, nSobe
no a nossa en vao ptoourarta delinear. Mahon .'
Depois de terminado seu dialogo oom Ua- Oglgaute q.....la esperan por osla aova
bou, o re oonteinplou liarla eom urna admira- aposlropba, uve um movlmculo uervoio de
cao i|uc em v.io Uvera i|iierido disslmnlji. Es- c.rpo, c.....o a pessoa deilraliida que se dis-
ta moca com sru amor ao mesmo lempo inge- perla,
uuo, sincero cpioiundo, o iuleiessav bailaoie- Sim, senhor, replicou elle tumaudu um ar
solciunc alim de por-so na altura dcsla grande
siluaco.
Agora, proseguio o rci, lenho um desejo
i(uc exprimir ; elle depende de vos Sr. de lleau-
lreillis.
Salot-Ricul, que linha o coraco chcio de ic-
uoiihecuenlo, espern cm silencio a vonlade
real para submcllcr-sc a ella. O rci contiuuou,
voliaudo-sc para Mara:
Tambein depende de vs, uiadaincsclla.
Maiiaincllnou-sc.
Ficareis na citc, nao lie? disse o rei.
Maria a esta pcrguula ioesperada. iueliuou a
cabeca para tras com luna ondulaeo lo arre-
batadora que sui fionic parecen illuminar-se
de um raio mu suave, seus olhos Mos us de
lleaulreillis bnlliaram com lano rrsplcndor
juc pareca, ao vc-la lo seductora, que Ucus '
cabiva de ajuatar-lbe aluda um encanto de
mais. Sd Milln nao pOda disiimular um sor-
riso que se leiia podido lomar por urna carau-
louha.
Aceitis nao he ? disse o rei lingindo mo
dar ni,-ti. ,'' csprcsso (juc rcllccua o rosto
divino ,lo liarla,
Esla escomen no icciao de u es a rstsj
os mais doces e respondeu :
Oh i senhor, para loar que preflramoio
lomudo solido, os salo-s do l.ouvrc ;ts fres-
cas sombras de f.i Vrillre, serla preciso urna
ordem formal sabida da proprla bocea de V. \l.
- l'ois bem '. proirl.nu m o re com um (,,n
do afTectuosa antoridade, Ventro-salnt-grls.'
cu vo-lo ordeno,
i IU,
Ira poca. A' vista do tal incromenlo, trata- (/
tenclo, apezar ou antes por causa de seu Isola- va agora o prefoltO, Mr. Latour Mozoray, do *
ment de destruir e de absorre. todas as mo- crL,,r unla ll0va povoscHo hespanbola na pla-
n.rchias, mas este s.cccsio me parece muito ,|jco do stanlv, que liado tocar no gr.nd.i
duvidoso : cm lodo o caso, el e nao esta inuilol..... ,........",.T._;i._i. i.. _.
adiautado jeslabelecinieiilo agrcola dos padres Ir.ipcn-
- l'iualicntc, convem que nos entendamos scs. Ter a povoacSo o nomo de S. Krancis-
primciraiucntc sobre o sentido que dais a es- co de Assis, om memoria de S. M. el-ici,
tas palavras. eoiutrvtmos a repblica l Se olho esposu deS. M. a rsinlia I. Isabel II. Omes-
(iii denedor de mim, o que vejo Um goveruo I mo prcfeilo j linha dado a praca do povo,
reparador, uo qual a suprema auloiidade ema- lamheiil hiispauliol, do forlo do l'o, o no-
naudo de um su hoincui, se eseroc com o auxi ,,. ue |sa|,ol, e a ra maior do inesmo, a
lio de oulros homens escolhidos por elle ; a| denominacao do Clinslina, tudo om obse-
encia das massas esla garantida por in.,.i .,:.. ,. .> ,,
ILEGIVEL
MUTILADO





2
dola un vaso, pl.ntando-so nello um alel
branca, que lie cor dcil,e capaz de impres-
sfies. Nflo lie nocessarlo que a cliuvt ou o
orvalho caiam sobre cala planta, durmi o
dia dove i' lar oxposta 10 sol.
Quercndo que osla H--r branca so revista
da cr do purpura do Tyro usa-se do pao
r.rasil para a piala, e para tioglr a agoa de
rega. Deslo modo ao podcm obtor formosos
lyrios regando a planta com trosou qualro
liiiliirs, en tres ouquatro sitios diversos,
obtcm-se lyrios de varias cores, e de admi-
ravol belleza.
Porm a formosura n5o passa Jo um TO
adorno as llores quando nilo he acompa-
nhada do choiro. De quo servo o vivo es-
malto das suas cores se a (lor nflo tcm por-
fume, ou so oxhaba um choiro iusupporla-
vol ? Pora um milagro |o tirar a corlas llo-
ros o suu nio choiro, o commuuicar-lhe>
oulro agradavcl. He necessano que a esto
so Ibes do o quo a nalurcza Ibos recusou.
NSo he islo mais dillicil que Ung-las, o po-
do dar-se o roinodio ao ruaochoiro do una
planta, antes que ella nasca, islo he, apenas
se langa a torra a scmenle. Desfaca-so es-
torco de carnoiro cm vinagre, e juilo-so-lhc
um pouco do almscar do algalia ou do m-
bar r-m p. Mfitlam-sc os grflosoalcas ca-
beras neslo licor, conservando-os ah por
alguus das.
A oxportcncia lem mostrado que as lloros
oblidas por esto mcio teem um chciro'mu
agradavcl; e quem des-jar resultados mais
positivos rogue as plantas a nascenc.a, oom
o millo cm que csliveram om iolus3o as ca-
liegas ou somcnlcs.
. Opadre l'errari obsciva quo umarogo seu
grande philosopho o talento, quiz tirar a
calndula do frica o mau choiro quo tinha.
Conscrvou os graos das scmcnlos pelo cs-
paco do ilous dias cm agoa do rosas, na qual
linha anlos poslo ilo infusflo urna pouca do
ns noscada, c depois do oslar a semonle
um tanto seca a semcou. As llores nflo per-
ilcram inleiramente oscu Choiro, hus altra-
hiram a si cdcoutras llores suaves o do agra-
davcl perfumo.
Destas plantas um pouco variadas ja lan-
onu elle a sement com a mesma preparado
quo havemos dito, obleado flores cujo deli-
cioso aroma cm nada cedia as violetas o
jasmins. Dcstc modo, de urna flor de formo-
sa vista c possihio choiro fez um milagro
quo cncantava ao mesmo lempo os dous
sentidos. ... f
No quo acabamos do expor nao deve me-
rir so que ha inl'.illihilidado perpetua; poisa
arle nao conseguc ludo u quo quer e deseja,
porque lem de sujeilar-so ao mcclianisn
da naturez. .
Assimeomo nada oxisle novo debmo do
sol, nada ha lambem infallivel na irle, ou
u-turesa. _______.
Um curioso dcscobrimento as caver-
nas do aigos acaba uo ser frito por tros
jovcnsilo Chemire-lo-lloy, que empregavam
o lempo do suas Terias eni examinar estas
extraordinarias escavanos e oonduzr nclla
os quo as vflo visilar. Tcndo dcscobcrlo
una caverna al hojo ignorada, no lim da
caverna dollochcforl .cnctrarant ah, c por
urna pequea senda, mu dillicil do trilhar,
ebegaram a urna punta Duixa, c do pequea
exlengao.
Nocabodealgumas inJagacos as gre-
tas das rochasmdagacGos muilo escrupu-
losas, por schaverom antcccdenleinenledas-
coberto mulla moo tas dorramadis pelo so-
lo, cnconlraram allim, um pequeo cofre
.lo madolra, cm tilo mao estado, por cansa
da bumidade c do lempo, quo so desfez om
po aotocar-lhe. Continua 3S0 mondas de
dois diversos tamaitos, o cm porfeito osla-
do do consorvaciio, posto que multo oxi-
dadas.
I-arle daqucllas modas, com as armas
de Franca, foi cuchada no reinado de Carlos
Vil, potase lo n'um dos lados: Coro/tu 'run-
i orum rex ; e no outro so v urna cruz grega
com estas patarras SU nomen Uomini bene-
iliclum.
As outras moedas tcm as armas da Rrcta-
nha, o pertencem certamcnlo poca de
Jo3o V. chamado o sabio lilno de Joflo o va-
loroso, vondo-sn nollas a mesma lenda que
nas precedentes, o. do oulro lado, Joanncs
Urilanam Uux. listas moedassflo das Ola-
maiias grtfsso velln (cobro1.. Todos so por-
ilcm om ciinjcluras sobre a poca cm que
similhnnles ntocdis fossent d"positada
naquolli) logar, o acerca das causas que
bajam resolvido o leu proprielario a oncer-
ra-las ii'uui sitio lito oeeito, o do dillicil
aceesso.
mui differento tem ello sido nos diversos os-
lados cin razflo da m or ou raonor df sigual-
dado de terrono, e outras circumstanoias lo-
caas.Nos estados da Nova Inglaterra sahiu
cada milha por *5,000 duros em Nova-York
Pinsilvania, o Maryland no dasc.eu de
?0,000; ao passo quo nos Estados do sul po-
do calcular-se om 20,000, o nos do oeste om
muilo menos.
Ocustodos cominhos de ferro sto hoje
construidos na Uniflo sobe a quanlia de
3*8,000,000 do duros. O primeiro delles
conslruiu-seom 1S30 entre Quincy, povode
Massasuchetts, o o rio Neponsct, tendo ape-
nas 4 militas deext"ncSo. Carolina do nor-
te dou principio no mesmo anno a outro ca-
minno de ferro do 155 militas de comprimon-
to, entre Clrrleston, seu principal porto de
mar; e Augusta ctJade da Georgia, cuja
obra so concluiu cm 1833, tendo custudo
pres-
vi. da ordem iudici.raed. ordem ecclaslas necess.rio obrig.r aojuramonto so
Ua foram suioito, ao quo se eham.v. jura- dente da repblica.
ucaioramsiiji lusni-qu jurimento imposto pea eonatitutgilo
Z&ZZ^ZoVE&nE?1 .o ..idete P-bli era concebido
^Z^Tr^^'Z^ ^e "eU.. *. Oco,operante o povo
eaoreiecmprlrcom zelo coragem as tnuan representado pela assembla n.c.o-
mocratica urna ndlvlsivel, e rrehencher to-
rtores prostaram o mesmojuramen- dos os deveres que mo impOe a constitu.
.rta ffllurT: ^Ac'on.lituie.flo Je ,4 de Janeiro que ac-
^s^^p^cs^^mesao-co: ^gttStlZ
liadas.
Os elei
to ; nen__
bar su. carta eleilorel sem suje.Lr-s. ^^^ ^ ( ^^ ^ ^ ^
Todos os funecionarios assalarados pelo clonarlos pblicos do todas as ordens, cx-
l.sul0ermonbrig.ndos.presta-lo,8obpen. "S* os clesiasllco., o ,u-
do demissflo. A refusa dos padres a esto ramento soguinto .
respeito vol a ser, todos o sabem. urna ts >
causas principaosilas severidades do qu.el- luladeaoprc
les fram objecto.
" foi modificada
juro obodiciicit constituig.lo o liilc-
mo.
C Presu.)
A formuia de 1789 mi m.. w *" >ni mni^t
1791. AISdojunhoa assembla const{- ^^JaCOlHIllatRClOa
'lias'linhas de ferro que estaoprojentemon- tuinto nflo satisfeita da fidclida o com que
loomscmgodovo mencionar-so com pro-1 os funecionarios guardatamo obsuvaramc;
tengflo lotal do 68 milhas. Os traballios des- to de 1792 :
la linha comegatam no principio do anno do | Juro ser fiel a nc3o o msntor com o
18)3, c acabaram om maio de 1851, tendo- o mou podro a liberdade, o a igual lausy i
se cstreado o caminho de ferro com gran- morrtr em meu pnto
des f-slejos, a quo assistiram o presidonte Os militaros, genoraos o olliciaes esiavai. |lrgue Dr
Mr Fillmore, alguns de seus ministros, o sujeitos a um juramento, particular pio pallic|)0 j
outras muitas pessoas notavois dos Bstados- mosmo decrelo de 89 de agoste de 1792.
Unuls Este juramento ora assim concebido: Briguy
O capital gaslo na empreza sobe a 23,580/ Juro n3o entraaiem nenhujta coa.'a- consj
duros, islo ho, 43,323 duros por milha, em f.3o, nenltum tramaj nonbuma conspiragai; ffianjfcsl
cuja quanlia secomprehendem 6,000,000 de conlra a nagflo o,as._lois, o constato, so laiwr 2060
infa-
33:621,853
12:671,522
46:293,375
Deseorregam hoje 6 de jtilho..
Krigiio americano William frico fari-
nlta do trigo.
Brigueportuguez Lila mcrcadorias.
"~l"to -- Dlimla dem.
'*- Bamliec bacalho.
Iiii|iflai;ai>.
;zBanshoe, vindo do Terra No-
a Mc.Galmont & Companhia,
'sog'.iint-i :
as bacalho ; aos consigna-
CONSUI.ADOGEBAL.
duros com quo o estado de Nova-York con- ao mou juramento,(sor olhado eomo m .Urios.
triuuiu como omprcslimo. mas quo dopots mo, como indigno .l trazer as armas o cm
ceden ansempresarios. sor contaJo oo numero dos cittailflo iraiy Rajndimento do dia 1 a 3. .. 6:555,453
lia outra grande linha que om oslando a- cezes. i \0f,m do dia 5........1:627,994
eabada ter grande importancia o lio a do Nenhum novo texto do juramentoloi.iqr-
caminho do ferro coutral do cslaJo dcjji- mulado durante o perrodo nevolucionariQ^
nois, hojo cm conslruccflo, a qual dove es- ao qual presidirn! Uobespiofre, Stnt-Jus, '
tender-so emdu'is linltas divergentes desdo Dantjn, ele. Todos semram-sc dasTormo- -
asuacxlreinidadeaosulu-istc, na confluen- -las precedemos. .^.undimontododia 1 a 3
ciado Mis-issipoc O'tio, al ao poni mais No anno IV, a 15 ventse, no governo soptonlrional do oslado, o quo dcita a untas directorio o testo do juramento fot moaill-
(iSO ntillias doconipnnienlo.comproheiidon- cado em um sentido inais republicano; os -j
do os ramaos. Calcula-se quo custar I3,660# runccioitarios de todas as ordens forram o- K -------------
duros, isto ha 20,000 duros por milita. brigados a jurar odio a realeza. i-; \pnrlarao.
A construcgflj do caminho de ferro con- Ho jovernode Napoleao', ctmmt c tmpcratlar. A,\i briguo inglez Favorita, do 254 to-
tral do Illinois vai muilo adiantada, sendo Alguns das depois do golpe de estado do n0till8i conduzio 3,8*0 saceos com 19,200
desuppr quolorniino dentro em poucos 18 du brumairo, a 25 de brumatre, apo- arro|,as ,|C assuCar.
annos.-o governo federal, com o lim do f- leflo, primeiro cnsul, dictou o juramento usi,03; com cscalla por S. Miguel, o pa-
ctlitar a rodisagilu dcsta grande obra con- seguinto : lacho portuguez Oeslino, cottluzio n so-
oedeu aos emproz^irios, por um aclo appro- Juro ser fiel a repblica urna e tndcvt- gun(u .
sivcl fundada na igual lade, Iibordado csys- 257 barricas, 103 barriquinhas, 100 sac-
enla reprcseut-itivo. cos e 9 caixas con 3,100 arrobas o 7 libras
8:183,437
DIVERSAS PROVINCIAS.
. 51,350
i 27,509
78,859
valo na saa legislatura do 1850, urna extou-
g3o do 2,700,000 geirs do terreno bal lio,
cujo valor est calculado n'uns 18,000,000
duros.
A velocidade dos lron< do caminho do fer-
ro nos Eslados-IIni los p lo calcular-se om
SO militas por hora; algum ha quo andim
No lempo do imponoa formula do jura- ,i<> assucar, 1 barrica c 3* saceos com 169
memo foi esta : arrobase7 libras do caf, 3caix0es com 38
Juro obodtencia sconstituigOesdo Im- arrobas o 31 libras do doce de goiaha, 100
perio e liJelidade ao imperio > CUCos de comer, siccas o 2 baricas farinlia
Esta formula recebeuuma iafloia.de de a6 pa0l 516 varas do varejar, 100 courinhos
na razio do 28,30, o al do -10 militas.A es- vanagOes segundo o estado o as condigoes curi|0Sl 5* paos para cyrios, 600 meios de
te res i.iio, assim como no quo diz rospeito das pessoas. Por isto a 4 de margo do 1812 vaquelai 7oo oouros salgados, 18 taboas de
asna conslrucgao, ocustcaaionlotem gran- foi publicad.) um decroto concebido nostes amare||o, i caixflo canto secca.
termos: | parahyba, hiato nacional Flor do Brasil,
S3o declarados criminosos de rebolltao Jo 28 lonelladas, con luzio o seguinte :
os vassallas do Boma o do Trasymena quo |,arri nbo braoco, 1 embrulho dro-
teein recusado prestar juramento, se pora- g,Sl j pjrrica bol>chas, 11 larisvinlto, 1
caso ellos prosislircm, o Taelo sera verifica- saCcn ceblas, 10 frasquoiras genobra, 50
do por um commissflo mtlitar;eellcs serflo barricas farlnlta, 1 caixa papol, 20 barricas
de/ioriados e seus Oens serflo eonfisca'los.
O imperador com a republici obrigou os
ceelesiastios a umjuramcnlo cuja formula
de dcsvanlagem comparados aos oamfnhoi
do ferro da rfl-llrelaulia, aon.lc ha trens
queciminliam at 60 o 70 milhas por hora.
Eat cambio s3o os prego, dos transportes
muito modi.os, gor.ilmeulo fallan lo.--.Nos
e-dados da .Nova Inglaterra o transporto de
urna pessua nflo oxeo lo a dous coutavos por
milha ; porcm pode lixar-su como tormo
me lio, em lod i a UDifio, em tres centavos.
Ii.'sle modo so comprohon lo o fabuloso mo- linha sido regulada pola convenci do 1801.
vintenio d.t passagoiros, quo cm qualquer Eis-aqui a formula :
OStacflOi 0 ont todas as diioccos so observa Juro e promelto a Dos sobro os Sanios
no Cimiohos de ferro dos li-dados-Unidos. Evangelhos, guardar obediencia e.lidplida-
A receila o despezada Gra-Brclanha no cSo d republica francez. ; tambara pro-
anno lindo em 5do abril do 1852 foi a so- mello nflo tor nlelligencia algn, nflo as-
culnlo : sislir a nonlium consolho, nao inlreter ne-
Receila 52,*68,3I8 lib. nhuma ligaoxtorna o iutern, a qu.lsoja
Dcsprza 50,291,322 o contraria a tranqulllidale publica, e seom
Sal Jo 2,179,996 minlia doocoso ou em outra parte ou souber
A recita proveio dos scyuiutcs rendi- quoso trama algumacousacm prejuizo do
donlo da provincia na .importancia de" Admlnislrag3o do patrimonio dosorpliflos.
21:880,810 r. i Poranto a adminislrsg3odo patrimonio
2.a Estas obras serflo principiadas no pra- dosorphSos ahBo do arrematar a quem
so de trinta dias.e concluidas no do doz mo- mais der, o por lempo do 3annns,queaeh1o
zes. de findar.em 30de junlto de 1855,as rends
3.' Durante a execpgSo das obras o arre- dos predios seguines, e nos dias abaixo
matante ser* obrigado a dar livro passagem declarados
ao publico, tanto a p como a civallo. Em 7 de-julho.
4.a A importancia desta arrcmatagflosor! Ra do R.ngol.
paga na forma do artigo 38 da le provincial N. 58 casa torrea.
n. 286. Ra do S. Congalo.
5.' Para ludo mais, que nflo estiver de- N. 22 dila dita,
terminado nas presentes clausulas, seguir-1 Uua da Madre de Dcos.
so-ha o que dispoom a respeito a loi pro- Casas terreas n. 2, 8 o 20.
vincial n. 286.Conforme.- O secretario, RU do Torres.
Antonio Ferreira da Annunciacflo. N. 18RODiada do 2 andares.
O Dr. Jos Raymundo da Cosa Menc/c-, Ruado Amorim.
juiz municipal supplento ta soguilla va- Casa terrea n.55.
ra c do commercio desta cidado doRe-| lina do Azoilo do Poixe.
cifo, por S. M. I. o C.clc. N. 14 sobrado del andar.
Fago sabor aos quo o presente cdilal vi- j Ra da Cacimba,
rem, que no dia 6 do corrento, pelas 10 ho- N. 5 dito dito,
ras da manhfla, so ha doarrcmaUr ont lei-| ItaatloVigario.
Iflo publico, a armagflo, miudezas e ferra- N. 22 e 25 do 3 andares, u. -.7 do 3 ditos.
gens, exislcntos na lujan. SI, do aterro da
Boa Vista, pcrtcncotites aos fallidos Souza &
Mallo, a requerimonto do rospeclivo do-
pozlario.
E para quochegue ao conhecimenlo do
todos, mandoi passar o presente, que se af-
inara nos Migaros do coslume, osera publ-
calo pola implen-1.
Dado o passado nesta ct.lade do Rocife c-n
1." de julho do 1852. Pedro Tertuliano da
Cunha, cscrivao o subscrovi.
Jos Raymundo da Costa Mono/os.
ODr. Jos Raymundo da Costa Mcnezes,
juiz municipal supplento da 2a vara e do
commercio desta cidado do Rccife por S.
M. 1 e C. ele.
Fago sabor aosque o prosento cditalvirem
quo no dia 8 do julho prximo futuro as
ti boras da manhaa so ha do arrematar
de vonda em lelflo publico a quem mais
dor, na casa de .ninha residencia na rita
da Madre do Dos numero I primoiro
andar a barca brazileira America, abando-
nada aos siguradores na cunformi laio dos
arl.7532c 756 do cdigo commercial a
requorimento de Novacs & C, negociantes
nesta cidado, como consignatarios d t ne-
gociante Viconlo Ferreira de Azevodo Cas-
tro do Rio de Janeiro, proprictario da dita
barca, avaliada a mesma barca o tolos os
seus pertences na quanlia de 2:635,000 rs.
E para quo cheguo a noticia do lodos man-
dei passar editaos quo serflo publicados po-
los jornaes e adiados na praga do commer-
cio o casa das auliencias. Dado o passado
nesta cidado do Recite aos 17 do junho de
1852 |Eu Manocl Jos da Molla, escnvflo o
o subscrevi.-- Jos Raymundo da Cosa Me-
nezes.
Doelarayes.
A bihlioleca da clausura do Cacsdonk
osl Uc posse do um manuscipto muito raro
,i ntir, celebre !: ImHafa dt Jess Ckris
i'j. Cuiilum '- lvr.'S, o ivi < sCriptu un i i:
sondo por tanto o docuinenlo deste genero
tnais ant'go que secooheco; pois a copia,
lanos mi -r,la la na biblioteca dos jeiUlt.S
i'in Antuerpia, o quo esta boje na lubliotc
C. do liourgogne, em Brtixollas, data do an-
uo de 14*0. Deslc modo so rcsolvoii a ques-
to que h.ivi.1 sobre se o auclot Thomaz
Kempis linha, ou nflo acabado o quarto li-
vro antes do anno de 1*10, a respeito do
que havia diffoientes opinies entre os sa-
bios. Esto niaiiusonplo foi orginariamo.it
proprieda lodo convenio de Rolhlcltem, pr-
ximo a Deelinchem, vizinhanca do Zwolle.
O prior dos padres do la Croix. cm Fnoric,
challado Tauschlilfjr, fez dille presente a
Fie I -rico Kollcler, o qual sondo admilli lo
no convento do Caesdonck, o levou para
all. (. G.J
nicittos :
Alfandegas
Altan lega., internas
Sello
Dcimas
Decima industrial
Corroio
O resto da l

cstalo, fa-lo-hei saber ao governo.
20,673,956 lib. Um decreto de 22 ventoso do anno XII
14,3*3,893 (1803J obriga os advogados a prestar jura-
3*6,310 monto. A formula deslejuramento foi mo-
3,f.2l225 b (lilicadn por um segundo decroto de I* de
5,283,080 dizcmbro do 1810.
10,036,000 No governo do consulado e do iimporio os
proveniontedaven- oleilores eram submettidos CoTmaMdide
da dos bous tiacionaes, malcriaes velhos, du juramento.
rcsliluigos ele.
A dospeza classlfles so cm juros da divi-
da fundadt o nao funlada 27,978,526 lib.
O projecto para a formagflo do palacio
do Christal nos Campos Elyslos est muito
adiantado, Urna companhia de capitalistas
preenclioii a somma necessaria para esto
lim, e j furamaprcsenlaJas diversas idan-
laspor arcbtlcctosnacionacs o estrangeiros-
Um jemal do Irlanda conta o seguinte:
lio (3o grande a vonla*do de emigrar, n.is
r.lasscs menos abastadas da provincia do
Connatighl, quo so formou urna sociedale
par* so facilitar os rr.cios nocessarios de ob-
lur lacs (loscjos. Todos os operarios que cs-
tfloomprcgadjs nas obras piflilicas )uanlo
recebem as suas feriasentrogam cm um dc-
jiosito a quanlia do 120 rs. Fazom um sor-
loio haven 'o um bilhele roo o nonc Akii-
rica. o o resto dos bilhetes brincos : au foliz
que alcanga o premio da-seuma somma suf-
llcii 'tile para pagar asna passagem para o
Novo Mundo, o urna quantia pata salsfazer
outras desprzas in.lisponsaveis na sua che
gada alobler um emprego. "
ara as minas, c os n-gociantos sflo obriga-
dos a carreparem o desearrrgatom as fizn
das DI* suas carretas. Mesmo os emprega-
dos pblicos, com bons ordenados, lem a-
bsnilonado osseusompregos para procura-
rem foriuna nas minas.
Trullo silo muilo cauteloso cm aronsj-
Ihara omlgracSo pnra esto paiz, mas agora
*i(0-0*sem receo. Ogovorno tcm-so visto
na neccssilade do criar novos empregos pa-
ra a liscalisagflo das minos, com orden idos
d^ 500 libras o de 1,000 por anno. Os pro-
prios soldados da polica com o ordenado
de 100 libras annuaciacham a sua paga di-
minuta, vista dos grandes gallitos quo of-
forece a exploragflo das minas de ouro. Em
urna visita quo liz ao oscriplorio do com-
missario assisti aboilura de um s>ccocom
92 oucas de ouro no valor do 576 libras,
.?aa A,.n r; rociilln.ln itoliima cnmini .J*
traballiodount ntineiro.
(Da Le.)
OS JURAMENTOS POLTICOS.
Os juramentos prestados que teem lido
dentro de 5 anuos. Dos primeiros foram lugar nete momento rtflo em interesan do
construidos nflo menos quo 5,224 desde o l. aclualidade as nulas quo se seguem, sobre
do Janeiro de 18*8, isto be no espago, pouco'. historia dos juramentos polilicos desde
na is ou monos de innos. 1789.
N5o se podo lixar o lermo medio do cusi
dos camiulios do ferro por milhi, visto que,
GAM1NI108 DF. FERRO NOS ESTADUS-
UNIDOS.
De um peridico de Nova-York oxtrahi-
nhos de forro nos Estados-Unidos.
No Iode Janeiro de 1832 iransitav.i-si por
urnas 10,81* milhas de caminho do ferro,
estando em consIrucgSo 10,898 militas, a
tnaior parte das quacs devem tambem servir
Lala civil
PensOos
Ordenados do cntpregados
Corpo diplomtico c pon-
ios
Tribun.ics dejustiga
Diversas despozas do fun-
do c inslida lo
Exorctto
Ma linha
Artilhtria o i ngenharii
Varias desp*ezas vola las-
annualmeiitc
Guerra na Calraria
397,996
371,86*
173,799
151,385
1,144,782
319,587
828,002
6,010,000
2,338,4*2
4,114,265
300,000
NapoloSu, atraigo ido om 1814, restibele-
co durante osccm dias lodos o seus decre-
tos anteriores relativos aos juramentos po-
lticos.
Itcsaaura$3o.
Na rcstauragfloa formula foi mudada por
umadccisilo roal nflo inserida no Uullelim
des lois, o publicada por urna circular do
ministro do reino, d(i modo seguinlo:
n Juro o promedio a Doos guardar obe-
uldiA O i '^ii iuO 50 ro G fiufj 101 ;....
ma intclligcncta nao asstslir a ncnium
consolho, n3o enireter minhuota liga quo
seja contraria sua autoridado, e so om meu
departamento ou na jursdicg3o de minlias
funcgfles, ou cm qualquer parte, cu souber
que se trama algum*. cousaom seu projuizo,
la-lo h i sabor ao re. a
,iu ,-> i i -..). .i. Insto posigllo em que nos achanios. Todas I
as narragts la lena do ouro da California
reallsam-so iqui. Eslaxossem esperanga
lo podormos partir ; todos os navios estilo
quasj desertes do liipnlagSo c aos poucos
mam h iros qoe flcm nflo Ionios remedio
enflo conceder llcenga para t-niarom a sui
forlni tus minas. O meu pillo, medico o
seis m.rujos estflo na. minas : cu mesmo
fui visita-las e nunca presenriei urna sc-Mta
mais extraordinaria : 1,000a 1,200 pessoas
oceupadas na lahoragSnc lavagem do ouro,
mas tu lo 110 mclhor spcego : nada do sco-
nas de embriaguez ou'tumulto, lie prohi-
bida a venda oes bobidas esportuosas no si-
lio das minas.
Pelos peridicos v-so que chogou aqui
unta tonelada do ouro em urna semana, ac-
com;anhada por urna escolta. Isto he fura
o que Irazom os particulares que monta a
muilo tras. Parocori talvcz urna fbula,
mas he a pura vcr.la.lo. Os Irabalhos acham-
so parausados ; todos os oporanos foram
Garreira de vapores entre Liver-
pool e os porto- do Brasil.
A coTypanhia anglo brasilort avisa ao pu-
blico, que o vapor Cloo atra, devia sahir de
Liverpool com destino para esto porto cm
26 Jejunhodo 1852, o posto quo apparega
alg9Wfleo^vlr!Tente inesperado, nunca ex-
coderia a partida de 6 a 7 dias mais lardo.
Calcula-se que, no primean caso, choga-
r a Pernambuco pelo muiado do moz do
julho, e seguir depois de pouca domora pa-
ra Baha o Rio do Janeiro.
O mesmo vapor na sua],vnlta para l.iver-
Priwicm rcvnlucSo.
Os liiuci'ioua'ius da ordoiu adminislrali-
carla constitucional c s leis do reino, o
Por urna ordenanga de 20 do novembro de
1822 os a ivogados foram sujeitos ao jura-
mento cujo lltoor he o seguinte :
Juro ser fiel ao rci o obedecer charla
constitucional, nada dizor nem publicar,
como defensor do conseliio, quo soja con-
trario s leis, aos regulamoitlus, ligaran-
ca do estado o a paz publica, o jamis apar-
tar-me do respeito devidoaos tribuuaes.es
auloridados publicas.
No lompo da restaurado os ecclosiasticos
nflo prestavam juramento.
Os cheles militaros juravam, sogitndo a
formula seguinte :
Vos juris e promotteis servir bem o
fielmente ao rei, obedecer cm ludo o quo
vos ordenaren! os chofes nomoados por Sua
Mageslade o de jamis nflo abandonar vos-
sas bandeiras.
i'.ovcruo de julho.
Os ccclcsiasticos foram isentos do jura-
mento.
Os militares como os outros funeciona-
rios da oruom administrativa c juliciaria
prcslaram o juramento concebido nestes
termos.
n Juro ser fiol ao rei dos francezes, obo-
decer charla constitucional o s leis do
reino
Sabe -so quo os eleilores prestavam o mes-
mo juramento.
Repblica.
(I governo provisorio p'ublicou a 2 do mar-
go do 1818, O seguale decreto :
a O govorno provisorio da ropublica, con-
siderando quo depois de meo sceulo cada
novo governo que se lem olovado, tem exi-
gido e recebdo juramentos que teem sido
successivamento substituidos por outros a
cada mu langa poltica.
<;nniilorandn me Indo o rnnublic.no tem
por primeiro dovr a dedicagflo som roser-
va patria, e que todo o cid.dflo que no
governo da repblica acceita funegos ou
contina a exerce-las, prova mais especia I-
ment ainda a prouiessi sagrada do a sarvir
o do seinteressarporella;
Dfcrela :
Os funecionarios pblicos da ordem ad-
ministrativa nflo prestarlo juramento.
A assembla constiluinlo acceitou oslo
decreto do governo provisorio, mas julgou
bacalho, ditas genebra, 1 caixa cha, 2
barricas genobra, 1 caixa sellins, 1 cauas-
tra albos, 3 barris m.nleig. 400 arrobas
carne, 200 pares de eixos do pao, 2 arrobas
ferro em verguinha, 2 caixas massas, I sc-
ca crva-doro, 3 gigos batatas, 10 caixas!
sabio, S saces arroz, 6 barricas assucar
refinado, 1 barrica graxa. |
Aracsty, hiato nacional Capibaribe, do 391
toneladas, conduzio o .teguinto :
2 picotes la/.on la-, 4 daixas ditas, 30
barras do forro, 10 cimbeles fouecs e ma-
chados, ?barricasenexadas, I caixflo 10di-,
tos facs, 2 caixas linhis, 7 ditas fazon- p00i sam, j0
das, 2 ditas espingardas, 1 barril vinho, 4 h do Janeiro om 5 de agosto prximo,
caixas passas, 2 ditas cha, 1 dita macarr3o, uana ,.m 9 ,i0 dito.
2 ditas louga, 5 fardos salga, botijas oleo, porna,ni)uco om 12.1o dito.
1 fardo parreira, 1 barrica salitre, 4 caixa, Tocando cm Lisboa smente, cjna llha
1 ba, 3 barricas o 4 mallas mcdicamonlos, j0 s_ Vicente, 110 caso do faltar-lhocarvJo.
2 barricas bacalho, 1 pipa vinagre, 1 bar- j 0s prttendentea de passagnns 110 dito ve-
ril vinho brenco, 3 barricas cervoja, 2 ditos por, quoiram lera bon-todo dedcftgirom so
bolaxinhas, 2 ancorlas azoitonas, 1 caixa aos a|,a.J0 assignados para conhrceren os
especiara. 3 ditas masjss, 1 embrulho ca- prul.,)Si rogulamentos e coniltcOe.
bolas, 2 gigos balitas, I fardo canda, 1 Mc (ja|,0t & Companhia, agentes,
cunheto cnxofro, 1 sacca ssvada, 1 moldo; Banco do Pornaniliuco.
fo|lia do louro, 4 brns mantoiga, 2 saccas Os Dtsconlis da semana.que deccorro de
pimonta, 1 barril presunto, 1 ombrul 10 pol- 5a j0 de julho. sflo de 6 % 10 anno para as
les de lustro, 5 gigos louga, 1 embrulho |ctras a vencer ato o fin de outubro, o para
erva-doc', 1 barril progn<, 2 quarlolas vi- as voneer ai,. r, mezos hoo de s"/0
uno. I barrica botijas do genebra, I pipi' _0ssubditos britnicos rendentes neta
vinho do Coito, 12 caixas, 9 fardos o pa- c ,a Cqualilicado pelo neto do parlamento 6
coles fizendas, 10 caixas miudozs o ferra- (;e04>Cap.87 sflo convida los rcunir-so nes-
gons, 1 cunheto ago, 2 tachos, 3 birria vi-t0 consulado no dia 12 descrranlo .0 meo
nho tinto, 8 barricas fannllt do trigo, dja Cm ponto. Consulado Britnico em Per-
barras eslanho e chumbo, 1 realejo, 3 cji-| tiiimbuco 5 de julho do 1852. A. Augushus
i, i fardu e 1 piclo fozendjs, 4 barricas (,.,,,. nnn.nl.
erragens o miudezas, 4 caixas cera, 9. ..'pea segunda scegao da mesa do con-
quinlaes chumbo de munieflo, 6 barras do SU|a |o provllCjai so r^ publico, quo do dia
f.^>j_j. 1 1 1' II. i .t i- t i S\ .n v 11, afiAmS a 1
ferro, 2* fu|bas do forro, 10 fcixes arcos, ., 0 corfcnlo mez sc principia a cobrar o
*duzas os,2 barricas el caixaoferragens, ^poslo de 20 por cenlo do consumo das
1 gigo Champangno, 1 cnxi massas, 2 di- ,oas.,rdentes do produegao l-rasil. ira do
las vinho, 6 caixas miudezas, 2ombrullms seUMdo semeslrc do anno fiuanceiio do
espingardas, I caixa rape, 7 barricas as- ,8, a 1852
sucar refinado, ocaiios doce, 6 barricas () Cll"j,ln ,t0 por(0 ,jCS|a provincia,
com garrafas de licor, 1 barril agurdente ,cnJo jecnfiar ,|0Us marinheiros deelasse
do romo, 1 ancorcta dila, 2 barricas geno- s...lC1.,)r ,ious primeiros marinheiros e
bra, 2 dit-s biscoito, 1 catxao com 3,000 grumetes para servircm a bordo do
Ra do Encantamento.
Casas terreas?:: 9; do 2 andares a. II o 13.
Ra da Sen /.a lia Volha.
N. 132, 134 o mu de 2 andaros ; n. 18 e 18
terreas.
Ra da Cuia.
N. 25 e27 terroas.
lina do Trapicho.
N. 30 de 3 andaros.
Em 10 de julho.
lleco da l.ingorli.
N.I*do2andares.
Ra da Cruz.
N. II, 12, 14 o 29 do 2 andares.
Fura de Portas.
Casas terreas n. 89, 99, 101,103 o 105.
Ent 14 de julho.
Fra do l'ort is.
Casta t. rreas 11. 2, 94, 90, 98, 100, 102, 101,
106,108 0 110.
O siiio do Rozarinlio, em quo mora o Dr.
J loo Domingues da Silva.
Dito na Mirocira.em que mora o Dr. Manuel
loa iiini Carneiro da Cunha.
As pessoas que so proposercm a arrema-
tar ditas rendas poderflo oom parecer na casa
dassossOos da admitiistragflo, nos dias ci-
ma indicados, as horas da tarde, com seus
fiadores.
Secretaria da administrago do patrimo-
nio dos ornhflos I." de julho do 1852. O
sccrolario interino Manoel Jos do Sania
Anna o Aratijn.
No dia 29 do crranle, foram prezos a
minha oidom, nenia villa do Cabo, Joaquini
Ferreira de Moura, e Mano -I l.uiz, ambos
pardos, c ilisseram ser solleiros; o primei-
ro morador no Recite, o o segundo no ser-
illo; conduziam 2cavallos do cangalha, I
eastanho o outro cardflo; vinham escotoiros,
lornando-se SUSpcitnS c scndopr5os, fra
adiado cm polir do primoiro, 1 cordao de
oun. grosso, um anelflo, lelras sem assig-
natura o outras cm blanco; suspeita-se se-
rcm osles objectos do roubo annunciado no
peridico Imprensa de 21 do crranle, feito
em Calende a l.uiz l'orcira Vianna : lavisa
se a quem com dircito a taes objectos se ju-
gar, quo os procure nesta subdelogscia de
co narea do Cabo. Cubo I de julho de 1852.
Francisco Antonio S Brrcto. subdelega-
do supplcnle.
-- Pela segn la sccgflo da meza do Con-
sulado provincial se avisa aospropriotaiios
de predios urbanos nesta cidade, que bo dia
10 do andante me- so Muda o praso pita o
pagamento da dcima do segundo simostro
do anno lin.ncoiru do 51, 52> e quo desse
da om dianto incorreni na multa do 3%
sol) o valor do seus dobitos, lodos os quo
deixarem do pagar.
O tente encarregado do roconheci-
mouto, e medigflodos terrenos i'c inirinba,
convida aos sonhores coronel Jos Pedro
Velloso da Silvcira, Jos Virissirro de Azc-
redo, padre Joflo Jos da Costa Bibciro, Joa -
quim Cerdoso A y res, capilflo Firmittu Anto-
nio da Cantara Santiago, Jos do Froitas Bar-
bisa, Hilario de Atthayde, Atina de Frailas
Barbosa, o Ignacio Jos da Luz, pire que
compcrcg.m por si, ou seus procuradores,
na casa do sua residencia, na ra Dircila 11.
78, afim do so Ibes marcar o dia cm que bSo
do comparecer para assistirom a ntodigao
dos seus terrenos sitos nos Abogados.
-- Olllm. Sr. iOSfOClor da thosouraiia da
fazenda provincial, cm cumprimento da or-
dem do Bim. Sr. presidente da provincia ,
manda lazer publico, que a obra do quarto
lanso da estradi do Norte, vai novamonlo a
praga no da 8 do crrante me z de julho.
THEATRO
DE
C \rj 4 1>17T
Om lJ\.MJM^Lim
O ospeclaculo ai nunciado para quarla fci-
ra, lica transferido para sabbado 10 do cr-
ranle. ..
charutos, 6 caixas sabflo.
RECEBCDOBIA DEitENAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rondimonto do dia 5..... 4*3,722
CONSULADO PROVINCIAL.
Bnnilimoitlo do dia 5. 3:351,92*
a
Movimiento do porto.
briguc-esciia Olinla, conviJa a manija
quo nessa ombarcagflo queira servir, a com-
parecer nesta capitn!., com a ni.lor bre-
vid.do possivcl alim de sc tratar do ajuste
do lacs cngajamonlos. C.apilnnia do porto
de Pornau buco, 28 do junho do 1859.O
secretario, Thom Forn.ndos Madoira do
Castro. .....
O arsenal do marinha almilto, para
Navios entrados no dia 5. sitas obras o para as do melhoraiiictito do
Macoi ~ 30 lloras, barca inglcza Cruzada pnrt0 srvenles livres, pagando o salla-
de 311 toneladas, ctpitflo Thomaz llun- fa c,0 6V0 rs- nos dias cm que t-ab-lha-
ter, equipagem 1*. carga assucar, o al- rom bom assim, eng.j. 10 cniooirns
godSo; a Doane Youlle & Companhia. jWe. papando por mez I4M0 rs .lem
Seguc para Liverpool. ,u um'a rag3o avaliada en 6^000 rs tm-
Port Philip 77 dias, barca inglcza Der- ,)em por moz_ E por jss contri la por
went de 313 toneladas, capilflo John Jar- c.lo annuc a quom convicr, a compa-
diite, equipagem 1, carga Iflae sobo; 110 rccer no me3mo arsenal, a qualquer hora
capilflo. l'assagoiros I*. Veio refrescar Jo j9i p,r, so i,,SCrevercm. Inspectori.
osogue para Londres. do arsenal de marinha, 28 de junho do 1852.
Fernandos Madeira
l'ubiicaijoes litterarias.
j -a Jafl>'*.''"****^W ^*
^ ELEMENTOS, i
2 DE S
EDITA ES.
O secretario, Thom
' do Castro
da
O Hltn.Sr. inspector d thesouraria da Rodrigo Titeo loro do Freilas, oflicial
imperial ordem da llosa, c vallino da do
fazenda provincial, om cumprimouto da or-
dom do Exm. Sr. presidente da provincia do
II do crrante, manda fazer publico, que
nos das 6, 7 c 8 do julho prximo vindou-
ro, se ha de arromatar prr.nlo o tribunal
administrativo da mesma thesouraria a
quem por menos lizer a obra da poni
da Passagem da Magdalena, avaliada em
2*:880,8IO rs.
A arremataciio ser foita
artigos 2* e 27 da le pro
17 do maio de 1851. o sob as clausulas ospo
'caos abaixo copia las.
As pessoas que so propozorcm a esta arre
mata3o, com
do mesmo '
natos poto meo di, complementme Ha-
bilitadas.
S. lento do Aviz, com cenia do com a nie-
dalha da restaurado ,la campanil, da Ba-
ln, oipitflo do mar o guerra da armada
nacional o importa!, inspector do arsenal
do marinha eCapilflo do porto desl. pro-
vincia de Pernambuco, por S. M.I., que
Dos guardo &c. .
Faco sabor qua, cm vutudo das ordens
forma dos da presidencia da provincia o conhocimcn-
ga
no..,: n. 286 da to da alfand. ga das fazendas, he livro a cu-
Irada o sabida daabarcacas, canoas o jan-
g'as. pola brrela do sol, continuando a
licir volada CSt.S o airadas c saludas pelo
lllllli ini|niiDii;iii*t.'in oiift- 1n.11 ....... % %i._:
omp.rccarn na sala das scssOos sul dr.quella niesnu barreta: stnlo i)na-
tfibun.l, nos das cima m-iicio-' do a lod ts essas fS3uen",,"j*| 'fc',
por'.qnella barreta como pela barra doste
sentado a apprnvas3o do Exm
iHOMEOPATerAi
r
SAIIIOAIUZ A 3.a E lil-TIMA PAIITK 2
desta obra contposta pelo \ raessor de ^
liomopalliiallosset Rimont. CusUra ,_
5/000 a ubra inteira at 30 de junho,
dia cm quo lic.tr encerrada a assig- ^
' natura. Esta obra he .1 til. Unto para _
os mdicos que so riedicarom ao es- _
ludo da nova medicina, como para '
lodas as pessoas de boa ventado que ^
quizerem convencer-so porexperion- f*
cas da verda lo dcsta doulnna, por 9
sor ella muilo clara, o a intulligencia t
do lodos,
No consullnno homcopalhico ra
das Cruzas n. 28.
Avisos martimos.
-- Para o Maraubao o.Par o briguo escu-
na Duiro, capilflo Jos Piulo Nunes, rerobo
carga o 1 assageiros: quem pretender dirja-
se a rua do Trapicho n. 26, a fallar com o
consignatario Manoel Duaito l'.odrignes.
Para o Kio de Janeiro.
() liri",uo escuna nacional UHn
ila, capi'lio Manoel M. l-'errcira ,
segu para o Kio ile Jtneiro,coiu
milita brevidade, por ter a maior
parte do sen cargamento enga-
jada : par o resto c eflcravos a
fete, Irala-sc com os consgnala-
ai..i..i., Hf l'iiilipiro. na rita
segundo undar,
do
na praca
do Vigario n. 19,
ou com o capitSo
commercio.
-1 para o \ to nacional 8. Joao; para carga trata-se na
ru da Madre do Dcos n. 3*.
Para Babia
salte al o lim desi' semana o hiele Cepri-
ILEGIVEL
MUTILADO
/


f.

clioso, bom conhccido porsua volocidide e
forttltza do conslruccfio : para o resto d*
carga o passagciros,treta-so com Lino J. de
Castro Araujo. na ra da Cruz Q. 34.
II l| III MI
I.cilao.
Os senhores JoSo Glimaco
t'ernandes Cavalcanti Antonio
Jos Coelho de Barros Wander-
ley, Elias Coclho de Barros Wan-
derley: queiram mandar a roa lar-
No dia 8 do crtente mezjga do Rozario, pagar a pessoa que
de julho, as n horas do dia, se nao ignoram, gneros c fazendas,
,, ,, f te, fugio a preta Angela, crooula, nlado do
00 'latios, conlronlc a 32 a 33 ar,nos, pouco mals ou menos, cor
etnlil,!, do casco C mais 'ulla, altura roguUr; levando vostido bran-
4 1. -. -_ .1 4_ co. Julga-se andir pela Boa-Vista, aondo
lar leilao por ordem e cm prc-
senca do senlior dotttor juiz do
commcrcio, em um dos rmateos I
do Forte
casa da assembl
pcrtcnccs da barca nicional Amen-
cal, abandonada aos seguradores,
cm lotes ; os scnbores pretenden-
tes queiram comparecer no lugar
indicado.
O corretor Miguel Carneiro, fara loi-
liio no dia torsa-feira, 6 docotrente, s 10
horas da mauha, no seu novo armazem,
na ra do Trapicho n. 38, dos objectos so-
guinles: mesas redondas, ditas ;arajogo,
litas para jantar, sofs marquezis, ca-
iIim.is, guardas-roupas, lavatorios camas,
cspelhos, quadros coui estampas, rologios
para cima de mesa, espingardas, pistolas,
louca, candiciroa, vasos para llores, o ou-
tros muitos objo-tos etc., c le.; assim como
chumbo om laminas para rap, OflM porco
do mariscos, conchas e buzios muilo curio-
sos; e obras de prata, sendo, laboleieos,
baudejas, freas o garfos, c un apparelho
para cha.
Lino Jos do Castro Araujo, Tara leilo
por uitervoncSo docorretor Miguel Carnoiro,
do cerca de 300 saccas cun familia do man-
dioca do superior qualidadc,no dia quarta-
fcira ao meiodia,om ponto; no primeiro an-
dar di casa da ra da Cruz n. 31.
-- O corretor Miguel Carneiro, (ara leil-lu
no dia quinta fera 8 do corrento ao meio
dia cm ponto no seu armazem na ra do
Trapicho n. 38. de 25 pojas do lonas ameri-
canas. ________^___^_
que ha mais de 3 ennos manda-
ratn buscar.
No dia 1 do corrento, s 8 horas da noi-
Avisos diversos.
A praca do sitio do lugar da Torre,
avaliado cm 3:000/000 rs., e 1 casa terrea
da ra da Conccic^o 11. 18, avahada om rs.
I .fimonno, penhoradas a Ltlit Antonio lio-
drigucs do Almeida o sua mulher, por exo-
CUCtd de Joflo Pinto de l.ciuus & Fillio, es-
criviO Cunh 1, lii'iri transferida para o dia
7 do corronto, na esa ilas uliencias do
Sr. I)r. juiz do commercio da segn la va-
Iga-se ailar p
lio muito conhecida; assim como so protes-
ta ompregar o rigor da loi contra aquella
pessoa que a acoitar: qucoi a pegar, Icvo-i
a ra Dircita 11. 17, quo so recompensar.
-- l'rccisa-so alugar urna prola para todo
o servico do urna casa, que seja robusta ;
na praca da Independencia,, loja n. 3.
O Sr. Francisco liulges do Barros l.ou-
renco tcm urna carta na ra do Queimado
n, II, viuda doMacoi.
Prccisa-so do um molcque para servi-
do de casa do familia, o que venda na ra;
annuncie on dirija-so a ra do Hospicio,
casa n. 17.
-- Offerece-so urna mulher de meia dado
para cozinhar o engommar, cm casa de ho-
mi'in soltoiro: ha pa do Fugo n. 47,
Offercco-sc urna ama capaz, para casa
do pouca familia, ou de homem soltoiro:
quera precisar, dirija so ra do llortas
n. 6.
Roben, cscravo do abaixo assignado,
creoulo, o paroce
preta de-28 a 30 ann
lauco, com bastantes futidos, em bom locar
fazendo-so-lhe um bom intoresse: quem
pretender, dirija-se a rita lypographia que
se dir a pessoa.
-- O Senhores que devem contas de mais
de anno, na loja da ra do Crospo n. 12, de
Jug da Silva Camoos & C, queiram lora
blindado de manda-las pagar al o Om do
corrento moz (julho), do contrario aerflo
seua noincs publicados ncslo Diario, som
exceptu de pessoa.
Desapparcceu no dia ai do
passado mez um cabra de nomc
Antonio, que representa ter 3o
annos de idade, altura regular,
bem fcito do corpo, ps pequeos,
be aleijado do braco dircito ao p
da inutilicen, proveniente de feri-
mento d'arma de fogo, c tem todos
os costumes c fala do mato. Este
cabra fol iurtado cm i83.3, c an-
dou pelo sertao cm varios lugares,
como fossem Riacho do Sangue,
Brejo de Bananeiras e Catle al
i85a, em queveio para esta cida-
de para o poder de seu senbor o
abaixo assignado; roga-se por-
tanto as autoridades policiaes e ca-
pitacs de campo a captura do mes-
c mandar entregar na ra dos
3
da molhor cons-
mo
l'iies na Boa-Vistan. 38, que se
da Costa, alio, cor bom recompensar generosamente.
os do idade, bonita ligu- Manoel Joaquim CarnciroLeal.
cura, com falta do denles na frente de ladoi "1,1"'cl .1 ... ,
superior, choio do corpo, pernas c braco Madaoio Boutier, modista franceza
grossos o regulares a sua altura, ospaduas' .,. ru* Novan .58,
mu largas, pouca barba, e scmsui?s. olbos avisa no publico, c particularmente a seus
poquenos, com n dedo pollogardamo di- freguezes, que acaba de receber 1
mlod'obra, a sabor:
Machinas de vapor
truccao.
Moondaa de cann para engenhos de
lodos ostamanhos, movidas a vapor por
agoa, ou animaes.
Rodas d'agoa mohnos de vento e
serras.
Manejos independontes para cavallos,
Rodas dontadas.
Aguilhoes, bronzosochumaceiras.
Cavilhes oparafusos de todos os ta-
maitos.
Taixas, paros, crivos o boceas de ror-
nalha. ,
Moinhos de mandioca, movidos a mao
ou por animaes, e prensas para a dita.
Chapas de fogflo o frnos de farinha.
Canos de ferro torneiras do forro o
da hronze.
Bombas para cacimba e do ropucho ,
movidas a mSo, por animaos ou vento.
Guindastes, guinchos o macacos.
Prensas liydraulicas o do parafuso.
Forrageos para navios, carros cobras
publicas.
Columnas, varandas, grades o portos
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de m3o e arados do fer-
ros, etc., ole.
Alin da superioridade das suas obras, j
geralmente roconhecida David William
liowniau garante a mais exacta conformi-
dade com os moldes c dezenhos romeltidos
pelos senhores quo se dignarom do fazor-
llie encommendas aprovoitando a occa-
siao para agradecer aos seus numero-
sos amigos o freguezes a preferencia com
roita aleijado na ponta.serio .rosto nHomui- sortimento do fazeudas mo lernas, ricos
to redondo, ocomoolliciodesapatoiio, fu-'chapos do seda para senhora, "Partilhos
gio no da 18 do corrento da villa do tipejo,'de primeira qualidadepara senhora cimen.-
levando carniza do algo lozinho br.n- as do dado de 7 a 12 anuo, chapos re-
co, Mica do algoinozmhu azul com lisia'dolidos de rada para meninos c meninas,
brancas, o carapuca de 13a escura ni cabe-1 um rico sortimento do manteletes o capot,.
?a : pelo quo ruga-so aos senhores capililos nhosdo cores com collctos, fitas de Iludo
de campo, ou outras possAs quo costumam e livellas do madrcpcrola, ricas toucas do
apprchondercscr.ivusrugidos.queotgarrcm senhora, ricas capollas para noivas o madrl.
o Icvenwio na lEOsma villa do Brejo da Ma- nhas de casamento, ricas luvas de pellica,
dro de lios a casa do mesmo abaixo assigna-um grande .surtimento de bicos do blonda
do, que serJo bem recompensados.-liento da ''B" do um dedo ate um palmo, ditos
Jos'lo Souza. lo soda largos c estrenos, lilas do todas as
de alugar um motcquo para cores, luvas ir, tas para senhora o meninas,
do una casa do pouca fami- ditas de poltra para lion.enr, lindos veos
Cruz, armazem n. 48. I*" noivas, franjas o Innata da suda preta
ue tcm sido por elles honrado, e asso-
ra-lbes que no poupar esforcosedi-
ligcncias para continuar a mcrecor a sua
conlianca.
~ Prccisa-so
fazor o sorvico
|ia : na ra da .
Jo.lo l.eitc Pitta Ortigueira, aluga o se- o de cores,
chapos de pallia lina, ditos re-
ra, dopos da niesma audiencia, de meio gundo'ad'a'r'dc uma"csa7 com "ha'sii.nos dondos para meninos do la 6 annos, man-
dil para llio-a da tordo. commodos, na ra da Snizalla-Vcllia n. 42, guitos do ultimo go5tu. .Na mesma loja a-
portencoirto aos orphAos do Tallc ido Auto- zem-so vestidos do casamento, de baplisa-
nio Rodriguei Lima. ,dos, toueas do rnciiinos c desenhoras, ca-
Aluga-se urna gianiccasa c silio, com potinhos e uianlclolcs de lodas asqualida-
todasascoinrroJila.-osocomrionofuiido, des, com pe rf, icflo o pceo rommodo; re-
lia povoaciio do Monlciro: a tratar com cebem-se todos os me/os ligunnos moiier
J0S0 Jos do Carvalho Moraes, na ra da]"O. 1ue cniprestam aos seus Ireguezes.
Cadeia do liecife.
Deseja-so alugar um sito com bastan-
tes cummodos para pequea famalia, i mar-
g-m do Capiharibe, e que nflo seja mais
longo quo Ponto d'Cchoa : quem quizar
alugar, achar com quem tratar na ra da
Cruz n. 55.
-- O ubaixo assignado 1 ede ao Sr. Manocl
Cavalcanlu Luis Yalcacer, quo, visto adiar-
so tiesta cidado com toiicflo do seguir para
acorto, hja do p'gar-lno a lettra acceila
IporS. S. daquantia dc70, res, ou do um andar esotao, comcommo- a (6 do marsu ultimo; divida esta prove-
niente do um ovallo, comoqualS. S. pa-
gou unir divida. O abaixo assignado faz-
Ihc este pedido, porque lho nilo he possivi'l
mais procura-lo tantas vezes, como al ago
ra o tem feito, sendo si-mpro illuJido por
S. S. com mil estrategias c escapatorias.--
(l tenciite-coroncl Manuel Joaquim de
llego Albuquerqno roga cncaroci lamento
ao Sr. Jos doAllomilo C.nellio, morador no
engenho Triumpho, qio voulia uu man le
concluir aquello negocio que no ignora,
visto o bom oxito quo dello leve, Iciibran-
do-so dos grandes apertos cm que se vio,
sendo bem servido por q icm nunca o vio
o monos o conhecia.
-- Dcscja-so fallar a pessoa quo esliver
ncsla prara cncarregada dos nogoeios do Dr.
Candido (jonQalvcs da Bocha ; por isso, ro-
ga-so tenlia a bondade declarar sua resi-
dencia.
D-sc dinheiro a premio cm pequeas
pore/ies, com penhores do ouro: na ra lar-
ga do Rozario n. 2G, se dir quem da.
Precisa-se alugar urna casa do 2 anda-
dos para grande familia, nos ba;rrusdeS.
Antonio, ou Boa Vista : dirija-sc a ru do
Queimado, leja 11. 4!, quo ah se dir quem
precisa.
Prrcisa-so comprar um compendio do
geometra por Licroaix paga-SO bom
Segeiro.
Alberto Provost segeiro tem a hon- q
ra de prevenir ao respoitavel publico X
quecslabeleceu-se nobeccodo Tam- X
bidcfroiitedochafari/. da praeja da 5
uoa-Vista.p iineira cocheiraa osquer- O
da ondo as pessoas quo do seu w
O proslimo precisaren), oacharaosem- v
O pro prompto para servil-as com bre- O
O vi lado o prreo commodo. Omosmo O
Q cncarroga-se do qualquer concert O
a tendente ao sou olllcio. f
05>03CJ3 99O9g990
&
9
O
o
I
o
Compras.
na livraria da prai;a da Independencia nu-
mero 6 e 8.
O abaixo assignado d ixou de vender
bebidas espirituosas de produceflo brasilei-
ra, do 1. de julho cm ditnto, na sua taber-
na da ra estreita do Bozario 11.16 -- llcr-
nardiao Domnguez Po'to.
Precisa-se de um f.'ilor de campo, pa-
ra um engenhn, distante dcsla praja 8 lo-
goas : quem esliver licitas cireiiinslancias ,
dirija-se a ra larga du Rozarlo 11. 44, que se
dir com quem deve tratar.
Pedimos ao lllm.Sr. Germano Francis-
co de Olivoira, aquello que foia primeira
columna do tliealro de S Iztbel, o especial
obziiiiuio do mandar imprimir em una das
laudas desto Diario aquella san loza despedi-
da quo fez arrancar dos corajes dos expec
ladores lagrimas de eterna saudade. Islo
podom aquellcs que desejam gravar nos
.^ous corac,oos a dospedida do artista do raro
mrito, artista sem rival, artista quesera
snmn,- m'ii 1 l:i 11 411a retirada dn pairo l'cr-
nambucano. Os Germanistas.
(Illcrece-sc urna mulnur de idade media
sem vicios pra o servido interno do casa de
homem sollciro ou casado sem pencos do
crianzas, a qual sali cozinli ir um tudu,tan-
to doces como macas o lambem entend de
fazer comeres eslrangoiios o tolo omai*
servico, monos cngon.nnr; quem do sou
prestimo so quizer utilizar dirija-te a ra da
Guia casa do marcineiro n. 7.
Precisa-so de um tralialha lor de macci-
1 n ; na ra do Dircita do AH'ogado padana
n. GG.
Bcnto Alvcs, subdito llospanhol rclira-
so para o Bio de Janeiro.
-- A pessoa queannunciou no Diario de2
do corrento ter urnas cannns para vender,
dirija-so a travessa do Mondego n. 4pou an-
nuncie pan ser procurado.
-- l'rccisa-so alugar um prclo que saiba
IrabBlhar de cuchada : na ra da Cruz 11. 2.
-- Aluga-so um segundo andar, com gran-
des commodos, na ra do Bangel n. 47 : a
tratar no caos do llamos, armazem do lenha.
Boga-so aoSr. Baymundo Jos de A-
raujo, do levar cm acea, cm seu beneficio,
a muito applaudida tonadillia lies, anhola o
Poeta e o Msico, alim do que possa nios
approeiar mais esta vez os mimosos passi-
11I111S da bella c encantadora Manoelita : com
que ltic licaion os clornamciile agradecido
Aluga-se um molcque do 20 annos.tnui-
lo fiel, e ptimo cusinheiro : na ra do Bau-
gcl n. 44.
Dcscja-so tibor a ir orada dos senhores
Anlonio.Jos da Fons ca,Antonio de (Juciroz
Forroira, Antonio Jos de Olivoira, Antonio
de Paula Mello Jnior,Francisco du rteis Co-
mes, Joaquim do Res Guies, Manocl i.uiz
da Veiga, Francisco Mena do S.iuza Beltrfio,
F.xcquicl Jos do Carvalho, Eugenio da As-
sumpcSo Villa ova, Manocl Jote di Silva
Cont, ScbasliHo do Mello llego, ou alguem
por olla, Manoel Joaquim Varcda, Manoel
l.e/i 1 ra Cavalctnti, Augusto Xavier de Sou-
za Fonseca, e o procurador do Jos Conni-
ves Casc3o, afimdosoroai procurados.
-- Por ordem do IIIm. Sr. doulo'juiz dos
fcitos da fazen la, l'.cou transferida arre-
matarlo dos bens anuunciados por ox Silo da fazenda provincial, para a primeira
iiillnnria one devora ter luzrt-hoie.om con-
sequencia da chuva que houve na audiencia
passada, que motlvou a falta de licitantes:
quenxquizer irremitar ditos bens, comp-
rela na saladas audiencias,as horas do ros-
tumo.
Precisase de una ama forra brasilcira,
ou estrtngeira paia engomenado de urna ca-
sa ingleza : na ra da Aurora casa junto ao
Collegio dos orphilos.
Jacinlho Jos do Amaeal Aragiio.
O abaixo assignado, como licasse com
a casa de paslo do fallecido Fernando Lopos
Carrcira, na ra da Lingota n. 28, roga aos
freguezes do mesuio fallecido que, qiiorcn-
do continuar, serflo servidos com muila
promplidflo e acoio, e por preco commodo.
Andr blanco.
-- O abaixo assignado dcixou de ven Icr
bebidas espirituosas de producc.no brasilei-
ra, do priineiru de julho em diaule, as suas
labrelas sitas ta uraca da Ba-Visla 11. 12
o 14.Francisco T^clho randfiu.
O Sr. J. P. II. B., queira uar soluc.30
do que proiiietlto por sua caria de 24 do
abril do corrento anuo, oquedevi tr lu-
gar [.ur lodolo Diez do nidio, segundo pe-
dia por sua referida carta ; do contrario so
publicar qual o negocio, quaeido leve prin-
cipio, e a manoira pur quo tcm procedido :
na ra du Culleglu 11. 8, imneiro andar,
achara coai quem cnnelua es,.p pegnnjn s.
.......1..
carti.
-- Aluga-so um sitio com casa doviven-
dacom comeeiudos para grande familia, na
ra Imperial, juuto a fundicflo do Sr. Leal.
Tamben so dar a morada gratis a quem
quizer fazer algumas bemleiiueias 110 mos-
mo sillo: a tratar na ra do Crespo, loja
II. 16.
Uolic^ bomopatbica.
28 BA DAS CIlUZES 28, "g
>

>
->
:>
-
>
a>
Dirigida pur um pharinaceulico ^
approvtxilo. <;
Kste estabclccimcnto possuo todos
os medicamentos at agora expori- *
mcnlados, tanto nn Fu^opa como no
Brasil, e preparados polas machinas
da invenefio do Dr. Mure.
PRF.COS.
tas carteiras homopulhias.
F.mcarteiras de 12 tubos grandes 12/ 24 20/ 9
24 1 pequeos 15/^
Tubos escolhidos (cada um) 1#
Tintur8 s dcinodicamentos em ^
frascos do I rsonc (cada umj 2 ^
lia mais, alcm destas,outras militas ^
p. caixas com grobulos o tinturas por presos variaveis, conformo o tama- a
nho ea qualidade das ccixas, o a quanlidado dos romedius e as suas dynamisacOes, etc. ''I
AVIA(3 SE GliATlilTAME.NTi: <4
para os pobr s, todas as receitas quo ^
para ali man lar qualquer professor. ^
- >
->
w
>
;_>
&
/>l*^l*<)*>A!*:^*!fl*!ft'*l**AA,
D. Luiza Anuos do Andra m I cal e suas
menas, compreram ao Sr. Manocl Frai:cisco
dos Santos c Silva, a cscrava Fiancisca; c
para quo 11S0 apptrcciim qucstOes para o
futuro, fzem o presento annuiicio: quem
diroito livor sobro a mesma, compareca na
ra da Concordia 11 4, C. cm casa do vigurio
por osles oitu dias.
-- Aluga-se um primeiro andar, cujo alu-
guel nao exceda a 16,000 rs., se livor quin-
tal e cacimba sor melhor, as seguintes
roas : Cadeia do Bccifo o do Santo Antonio,
ra doCollogio, Queimado, larga do Boza-
rio, ecsiroita dita. Clbnt. C'nsnn. dn S.
Amaro, Dircita, da Praial do Fogo, Nova,
dos Quarteis, do vraincnto e pracinlia do
mesmo, ou mesmo na freguezia do San Jos
sendo om boa ra : quom livor annuncie
para ser procurado.
Precisa-se
de um homem, que seja perito mostr do
marcineiro, que u3o lenlia familia, para lo-
mar conta de um esttbelecimento por ba-
Lolcriti de Nosa Senbora do
Hozario.
As rodas dcsta lotera andam no
dia .'.9 do corrate, o respectivo
tbesoureiro roga aorcspcitavel pu-
blico que concorram a dar ex-
tracao ao resto dos bilhctcs, os
quaes acbam-sc a vend nos luga-
res do costume.
Os Icslamentoiros do finado Archibald
Me. Collum avisam a quem intcrossar quo
rilo fazor icmcssa do producto da massa do
dito finado aos lu rdeiros do mejaio. So al-
guem so julgarcrodor deve aprcsenlar suas
cuntas na casa 11. 48, da ra do Trapiche
quinada praca do Corpo Santo, pata sorom
pagas uestes 8 dias, do contrario perder o
dircitu cont a a dita massa, o testamontei-
lOS.
iOJBOeOOJ) 9>99**9|9!,9
+: paulo Galgnonx, dcntlsln
4 fraiieea offeroee sen pvertl-
1110 ao niiDlico para tollosos #
^ miateres 'l'" a m pfolc ser procarado a qdal- O
qner hora e 111 aun cusa, na o
*j> i-lia Ini-gailsiBo/.arif, 11 3, i
,. segundo andar. <#
Ao commercio.
Manocl L-ilcde Azivolo, mondo.' na Vil-
la do Caruar, propOc-SO a cobrar dividas
em I iinellas, (apoeiras, Allinlio, Grvala,
Itrzenroi oCaeuaiii, melianle a pequea
gra ti Dotlo do 20 por cont, sobro a quanlia
que recebar, fazendu oaunueiciantc toda e
4UlquiT detpezt que fui 01 alee pan rc-
iiMcao da dia cobranza: quem iii" convior
semollianlo negocio, dilija-se ss Cinco Pon-
las 11 66.
Lava se cengotnma-so com toda a per-
focin; a tratar na ra do Amonio n. 27,
lorcoiro andar.
Hotel Rccifc, ra do Trapiche
M. I). Bodriguos, ra do Trapiche n.
26, precisa comprar una cscrava prta, quo
engome o cosa ; sendo rccolhida o de liria
conduela, pagar com gencrosidado.
-- Gumpra-sc um escravo pardo do boa
figura e inujo, perito no ofUcfo de carpira,
agradando paga-se o seu morecimenlo : na
ra da Ciu, cm casa do I.uiz Jos de Si A-
raujo.
Na ra daSenzalla Vclha.dofrontc de
Sr.Mouteirooinlor,compra-sc todas as qua-
lidados de ferros velhos o melaes do todas
& neis de ouro.
Vende-se aneis de ouro com cabello, obrt
muito bem feita e muito baratos : ni rut No-
va 11. 11.
Toucas de seda.
Vendo-so toucas do todt rara atnhori as
mais ricas possivol e por muito diminuto
preco : no ra Nova n. 11.
Instrumentos de msica.
Na ra Nova loja quo foi do finado Jos
Pinlo da Fonseca e Silva, h"jo de N. GiuauK
vende-se todas as qualidades de instrumen-
tos para msica militar, o lambem so vento
violos, rabecas, ludo por menos do quo em
outra parte.
Flautas de GoJfroy.
Acaba do rocobc-so um grandosorlimcnto
do flautas de Godfroy, de bano, e do buxo
rom bomba de 1 o 4 chavse com a sua coen-
petonto caixinhade madeira,as quaes seven-
dom por menos do que om outra parto : na
ra Nova n. 11.
Talagarca para bordar.
Vende-se talagarca, lila o seda, para bor-
dar o as competo.itos agulhas 111 ra Nova
11. 11.
Msicas para pianno.
Vende-so melhodos e enuzicas para | ianno
de diferentes autores, e juntamente melho-
dos para Rautas, violo, e rabeca, ludo por
menos procos do quo em oulra parte : na ra
Novan. 11.
Gravatas de mola.
Voade-se gravitas do mola pretas, o mo-
las para cobrir por barato prec,o : na ra No-
va 11. II.
Sedas vergenis a 1,200 rs.
Vendo-se soda vorgini do cor a 1,200 rs.
o covado : na ra Nova n. II.
Carnizas feitas.
Vando-so camisas de chita e de midapolto
muilo bem feitas : na eua Nova n. II.
Vendc-so un sitio na Capunga Nova
com 2 cesas de podra ocal, sondo! ltima-
mente acarada com muito gusto com bastan-
tos fruteiras uovissimas. cacimba, tanque, e
miisum sobrado no fundo dos Quartois n.
25 : quom pretender comprar dirija-ae a
ruado Livramonlo sobrado 11. 22, segundo
a 11 Im,I i|.- Imln negocioso l'.ua.
Vendo-so um grande sitio do coquriros
na praia do Jang, com grande casa de viven-
la ecapella, pasto suflieienlo para sustento
do limitas vacas, c ptimos locaes para
curracs do pcixo : na ra da Santa Cruz
AO PUBLICO.
Km mu eroseido numero contavavam os
enedicos al agora mulcslias incuraveis,
contra as quaes t era p. rmittido ao pacien-
te resiguilo para soltar um mal do que
j mo liavia esparancas de poder liberta-lo,
o ao medico philanlropico a dor de ver mui-
tos de seus scmclhanles victimas de cufer-
midades, contra as quaes so deelarava im-
potente, podcdo apenas lamentar a fra
queza da iutelligcncit humana. Mas, grabas
aos progressos da medicina, gras(as ao zelo
de hoiiicns incansavois, que, no desespe-
as'rjuaiidtdes assim como ourelos depannos ramio da porfectibilidado da sciencia, se
linos casemiraso todisasqutlidadcsde mu- lecen dodicado a mvesligaco de remedios
lamh'osquescrvirempara fazer papel: as- que possam alhviar a humanidado dcalguns
sim cuino cabos velhos, lonas ole.
Compra-so a eollecclo doUnivorso
Pilurcsco (jornal porlugucz) cm segunda
mSo : na ra Nova n. 58.
Compra-so
garrafas vasias quo tenham sido do leroyi
a 80 rs.; na ra Dircita n. 7.
males que a alllgem, o numero das moles-
tias iv, oadas incuraveis vai de da om dia
dieninuiudo. Assim, adiar depois de lon-
gos l'.ilnllios, (le profunda moditaeflo e
reiteradas experiencias, medicamcntjs que
nos eostituam o uso dos dous mais impor-
tantes sentidos do que lio dotado o homom,
nosupposto es-
OU lili lia I t MvriH 1 -.
- Compra-so urna casa torrea poquena ou quando estes ja se achavam ni
cia-agoa: quem a livor dirija-se a cam- tadodo incurtbilidadc c inleiramcnto per-
bnTd*o',Carmom'22" qo'aii'ae dir'qiieiD'dido, he por coito um dosmaiores seevi-
cuinora. ^os ('"c sc 'lu'1"' Prcs'nr n bumanidtdc; cis
f.ompri-.so urna taberna, quo seja cm o quocstava reservado um homem plulan-
hom lugar o bem alrcguczada : quem livor tropo da cilado de Braga, ooi Portugal,
anuuncie cuja sciencia, cujo amor de seus scmelhan-
- Comnra-sc urna negra quecosinhc.en- tes.set'oeii feito geralmente conlieccr. Os
conime, o cnsaboe, linda mesmo sendo do remedios que ora olToreconios au publico,
inoia ildc : 110 becco da ViracSo n. 39. nilo cnlram na classo d aquellcs quo o vido
.- (ompram-so duas cieoulas ou paedas, ousado charlatanismo inculca com rou-
dc boas liguras.com habilidades; j'agam- cus o descompassados lirados, o que o re-
se bem : na ra la Cruz u. 40.
Vendas.
11. 3,
tcm sallas f quartos preparados com docen-
cia para receber hospedes.
Almocos c janlarcs avulsos.
Vinlios do lodas 8S qualidades, serveja,
rofrescos, &c.
Forncce, com to lo o accio o proinptidflo,
diario para mesa do qualquer individuo ou
familia.
Encumbo-so de fazer janlarcs para fora,
dando louca, vidros, olee.
D comidas por assignatura mensal, tanto
no eslabolecimcnto como fra dclle.
Tudo pelo mais commodo prego possivel,
com iimpeza o promplidilo.
???^?V-aif <** >;:?? !"?
lugam-so o vendem-so bizas na &
i|5 prai;a da Independencia n 10, con- J
"9" fronlo a ruadas Cruzos. ?
No palco da Itiboira de S. Jos, loja do
sobrado 11. 15, lava-sa congomma-sc, com
asseioe peifcislo, por proco commodo.

-- Vcndcm-sn amarras do ferro: na "ia da
ISonzalla ova n 42
Vcndeni-se remos ele faia,
oleo t'c linliaca cm botijas, barri-
cas com cimento ees tinas, vend:-
se o vontade dos comprailores e
por.prccos commodos : no arma-
zem'de taboas depinbo, atrs do
iiieutiu velllO.
l,-ios para sapaleiio a 5oo n.
a libra.
Na nova loja de miudezas, na frente
l.ivramento, veudu-so fio de sapateiro do
puro linlio da acreditada casa do Adamson.
a 500 rs. a libra, o em poroflo do 5 libras
para cuna a 180 rs.; lio pechinclia.a ell an-
tes quo se acabo : lambem se vendo enarro-
quim amarello, rouxo, encarnado o azul a
15,000 rs. a duzia, a polo a 1,440; islo para
acabar. .
Vende se marmolada nova, viuda ul-
limaincnlo do Lisboa : na ra da Cruz 11.
46, dcfionto do Sr. Dr. Coime.
dulo vulgo por ignorancia recebo na bol f
o serrt discernimento, acliandu-so dopois il
ludidu; too1, 1 -.....n, de oceupar mu dia-
tii.cto lugar entre os mocamcntns que
maiores t'cuolicios |ircslam ao homem
conslam ollcsda dissolucilo aquosa de ex-
tractos do plantas mclicimes, do virtudes
mui riviniT i.l.s e verificadas. O longo
uso, as continuadas o severas experiencias
a que por toda a parto leom riles sido suh-
nicltidns, tom que una s ve/, hajam falha-
do cm so.is bous elfeilos, o desmentido as
esperances quo sobre ellos baria fundndo
o seu inventor, lho toem grangoado cons-
tantes c repetidos elogios dos mais sabios
o rcspcilovois mdicos, assim na Ruropa,
como na Amorict, que unsonos ahunam o
proelaaeSRl s'-,B areBn sonviro caria o he'"-
na tim destes licores be des'.inado a com-
baler as molcslias de olhos, e tem pur prin-
. cipal virtilo restituir aos orgos da visHo
suas funegocs; reanimar o fazer reappare-
Cer em sua natural perfeiclo a vista, (|imi-
do esta esliver fraca 011 quasi exliucta ;
comanlo, porm, que nfio baja cegucira
absoluta c un dcsurgaeiisa^lo das partes;
nao monos til o enrgico lio para desfazor
as c 1 tarattt, destruiraa nenas, o de promp-
lodcbelltr qualquer inllaminaco ou ver-
nic.'hiilfo dos olhos. Nilo causa dr, nciii
estimulo na Mirle
Outro liqui lo rcstiluc a ficuldado do ou-
vir os sons ao ouvido toea lo de surdez, ain-
Vende-se por meta de do seu
valor, urna parte do engenho Cai-
te, da freguezia de Iguarass, per-
tencente a Amaro do Reg Bar-
ros : os pretendentes dirijam-se
a ra do Crespo, loja n. 16.
Vcndom-se stecas com firinba de man-
dioca, chegadt doCcar 11,600rs., o em
lotes de 10 ucees t 1,500 rs. : no armizcm
de Coveit & Dilt, defronte di oscadinhi da
Alfandega.
-- Vende-se farinha de mandioca, muilo
boa e nova, 11,600 rs. a sacca : na rut da
Madre de Dcos, vend de Clemente da Silva
Lima.
Farinha de mandioca a 1,000 rs. a
sacca.
No armazem de J. J. Tasso Jnior na ra
do Amorim n. 35.
-- Vendem-so 3 pequeas casis terreas ,
no largo da igreja do S. Amiro, que d 1 por
cento, ou mais : a tratar na ra das Cruzas
n. 40.
Vendo-so um molalodobonitt ligurt o
hocarreiro, por prego commodo: a tratar
na ra das Cruzrs n. 40.
Vendc-se um escravo do nteflo, com
dado do 25 a 30 annos, cozinheiro o com
principio de sapateiro, por preco commodo:
a fallar na ra estreita do Bozario n. 19, das
6 s 9 lloras da manhaa, ou das 11 s 4 da
tirde.
Na fabrica de charutos da
ra larga do Rozario n. 3a, ven-
dem-sc os verdadeiros charutos de
Havana, cm caixinhaa de vidro en-
feiladas, de i5, 5o, e de 100 cm
caixinhas envernisada*, da melhor
qualidade mercado
Vende-se por commodo preco um boa
casa de podra o cal, chiios proprios sila na
ra do logo dt Bola cm Oliada : a traiar na
ra do ("olovelo n. 17.
Vcndc-so 11 na burra llespannol.eroprla
para carga ou carro por ser muilo mansa :
as Cinco Ponas n. 66.
Vendc-so um rav lo muilo novo manso
c do iions andares.quem protn ler podo vi-
lo na coebeira da ra da Guia de Louronco
Forroira Alvos o tratar do sou ajusto na tra-
vessa da Hidra de Dees n. I, venda.
Vende-se um palanquim cm muito bom
uzo o por pree,o coinniodo : na ra Nova ar-
mazem n. 67.
Na ra Dircita n. 56, vonde-so I prelt
de bonita figura de Jadc 21 a 25annos.
Vendo-so orna preta do meia i la lo com
algu ras liabilida les o por preso commolo ;
na ra da Boda 11. 52.
Vende-te
Um proto dcsorviso do padana o proprio
para cuchada : na ra larga do Bozario loja
11. 35.
Ven lc-sc una canteiros para topas o um
deposito para sale barris de azcito decarra-
palo vazioa, tudo por proco commodo : na
ra da Scnzalla vellia voida ei. 15.
Chapeos do Chile.
Veiedc-se chapeos do CHe pe-
queos a 3,ooo rs. : na ra do
Crespo n. a3.
I'ano fino a ts8oo.
Vende-se pao de lodas as cores
a i,800 rs. o covado: na ra do
Crespo n. i3.
--Quom precisar do u-n cabriole! muilo
maneiro, moderno o usado, com lodos es
seus apparelhos quasi novos.falo com O dono
da loja de chapos de sol, no alrrro da KO-
Vista n. 22, quollie dir quom vende.
-- Vondo-so sement do coonlro mii'l
nova, a 1,000 es a gaerafa : na ra da Trom-
po n. 5.
Ven !c-so utn excollcnlo quartao, quu
no tem anda a segunda muda, o mu car-
nudo, com lodos os arrcios quasi novos.para
montana: na Kslancia, casa conligua a ca-
pclla, defroeite do senlior Cardosu Ayrcs.
I.ivraria daeuadoCrcspon.il.
Vcndc-se os Mysterios de Pars em 8 volu-
mei novos, enctdornadns cm 4 ditos, typo
grande, por 12,000 rs. ; Instilntiones Iheo-
logicicde Gaspar Juonin, 7 volumrs, por .>H
rs. Na mesma loja prccisa-so do urna ama
para todo o servio do portas a dentro; til-
verto-se quo a familia lio pequea.
Pescocinhos.
Clicgaram mui ricos pescocinhos para se-
nhora, o so vendem ni ra do Uueima.lo
11 9.
.. Vende-se por preco commodo ama pro-
ii, creouit, de idade '.5 snn<" poneo man
ou monos, propria para vender na ra ou
para o servio de cuino: na ra do Bangel
"'-> ..'--; -t- '
iGanto.is l'aillict& Companhia|
& Continua-se a vender no depOtitoS
toral da ra da Cruz 11. 52, oexcel-:'
i* lontoe bom concoituado rap arciaJJ
E prelada fabrica de Gantois Pailhet &J*
i Companbia da Babia, om grandes efl
i poquelas porsos pelo preso oslabe-:i
I lecido.
'------ / *-T OUII3 (I l I r I I 1 l 1 1 1 1 I 'lili
borlimeillos de panos linos ecasc- jaque inveterada, urna vez que o mal niJo
miras de todas as qualidades.
Ni ra do Crespo loja di esquina quo rol-
ta |iara a cadoia,vendo-sc panos linos pretos
I 2,800, 3,200, 3,500, 4,000, 5,800 rs., c fran-
fcez mui'o superior a 6,0D rs ,0 covado, d'-
to verde a 2,800 rs. dito a.'iil a 2,880, 3,500,
4,000 o covado, corles de calsa de casemira
prola enreslado a 5,000 e 6,000 is dita fran-
ceza clstica a 8,000, 9,000 o 10,000 o corle, B0r-so do loito, lomar sobro a palma da
o outras muitas fazen las por preso com- ma-0 pequnna porsSo d'aquclla agua; o com
modo. ella niolliar bem os olhns, fazenilo quo al-
Cortcs de brim de puro hubo. gomas guitascaiam sobro o globo oceular:
soja do nasconsa, som causar em lempo al-
guna o mcror incommodo ao dooute, o som
pnv.i-l do cuidar om seis nogoeios.
INSTRUCCO'ES PABA O USO DOS
ItKMI-DIOS.
O dos n/hoi euipregi-se aonuttlo scguinle:
(1 (lenlo i ola inanlia, cm jjum, um-
hora pouco mais ou menos depois que ora
das com especiarlas
Lamoratas de salpico manco c ele onmtdiotoiom'la'oticrdappNctdodomado
cor, lencos de cambreia de ?:
O do.-nlo pela maoli. a, urna hora pouco
linho. mais ou menos, depois do crguer-sc, ainda
Na ra do Crespo loja da esquina que vol- o 11 jejuui, fara dorraenar dentro dos ouvi-
ta para a cadeia, vende-so corles do cambraia dos quatro ou cinco gotas do liguido, la-
do salpico lira neo a 4 000 rs., dito de cora pmdo-os oepuis com algodiio om lama ;
4,500 rs., lencos do eaiubrtii do linho a ooo noile so d itar-so repetir a megroi opora-
e 600 rsiscada um. >o. Durante o uso do remedio evitar
/-H'om toriuc de mofo. expor-se, os ouvilos priocipatmento, a ac-
dar. ir. *mM m- easaiaasatsst
das c adunadas.
DAVID WILLIAM BllWMAN engenhei-
ro maeliinisla c fundidor do ferro mui
respetosamente annuncia aos senhores
proprielanos deengenhos, fazendeiros, e
ao respoilavel publico, que o sou estabole-
cimculo de ferro movido por machina do
vapor, na ra do Brum, passando o chafa-
riz, contina om effectivo oxcrcicio, eso
acba completamente montado com appa-
relhos da primeira qualidade para a per-
feita confecsodas maiores pesas de 111 a-
chinismo.
Habilitado para omnrohondnr miaa--
quor obras da sua arl r>H itAiilaml
Bowman, desoja mais
chamar a atlcns3o publica para as so-oulra parto .-na ra Nova 11. II. vidro.
guintcs por ler deltas grande sorli-j Vendc-se urna casa terrea cita na rm do -- Vendem-se seis atoraros; sen lo tres
menlo j promplas, em deposito na mesma 1 Mondogu n. 139: na rui da Sania Cruz, dito! do todo servico, do bonitas figuras;
rune.lo, 1as quaes construidas eiu sua fa- o. 70. juma mulata com idade de 85 annos j urna
hrica pdoni competir com as fabricadas} Na rui das Cruzesu. 22, segundo andar eteravt qua engoman e eoainha ; urna dita
em paiz estrangeiro tinto em preso rendo-so urna escravado ni(3oCosta do bo-!cnm lialiiliuades, e doutfllhot: na rila Di-
como om qualidade de materias primase! nita figura ptima quitandeira. Irritan. 3.
Fitas de
,. Rl., A~ ...
ve
ludo.
ria.l.
lisies remodiot estilo venda na botica do
I, David William poscoso de senhora com a sua competento larga do Bozario n 36, nico deposito om
particularmente! livela do made-pcrola or menos que cm Pernambuco, pelo preso de 2,210 ris cada
Arados da fabrica dos Sis. lanos-
me e May
Proprios para plantar o alimpar cinna do
.iiirorcnlosmodcllose fcitns na inaisicrcdi-
lada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a oslo
mercado,o proprio para plantaren! qualquer
terreno c de qualquer largura, por ter un
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca o sola dcsles arados passam
por um processoquo da-lho a consistencia
do aso temperado da manoira que s3o do
mnila duraeo, alcm de que tom bieos de
tobre-oxcellente: na ra do Trapicho 11.14.
Taclias de ferro.
Na fundis-lo da Aurora om Santo Amaro,
o lamlieni no deposito na ra do Brum logo
r.a ontrad, e defronlo do arsenal de man-
tilla lia seilipre um grande surlimonto do
tachas lauto do fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas o fundas ; o em ambos os lu-
gares oxislem guindastos, para carregar ca-
noas ou carros, livros de despeza : OtpreCOI
s3o os mais conimo.los.
(jasa de coniinissao de eicravoa.
Vcndem-sc e.scrav.os c recebem-
se de commissao, lano paro a pro-
vincia como para fra della, para
o que se o le rece muitas garantios
a seus donos na ra da Cacimba
11. Il, primeiro andar.
i1___,.
utuau.
Vende-se gesso em barricas, chegado ul-
timmenle : em ca-a do I. lieller *< Compa-
nbia, na ra da Cruz n. 55.
Km ciisa de J. lieller 8t Coni-
panbia, acba-sc a venda vinagre
naneo, superior de Nanlcs, cm
barris ilc 3(i medidas.
1 *~ -. '
pf '*-- __


ACDDIIDEPAUN.
Uno do Collegio n. 4*
J. Falque, dono da fabrica cima mcncin-
nsds, participa ao rospeitavel publico de
Pernambuco, e principalmente a scus fro-
guczcs, quo olio rccebeu pelos ltimos na-
vios, vindos da Franca, um grande e rico
sorlimentu dos molliorcs chapeos de sol do
seda, quotem viti lo a esta prac,u, proprios
para a estatu do invern, c para senhores
do engenlio, por sorcm muito fortes ; sor-
timento de chapeos de sol de seda dedille-
renles qualidades de 5,01)0 rs. pira cima,
lindo sortimento do chapeos do sol do seda
para sonhoras, do todos os feilios o tama-
itos, que vonde muito cm conla ; ditos de
panno para meninos tic t,500 a 3,000 rs.,- di-
tos para homem de ferro e do balea de
2,000 rs. para cima ; ditos de junco de 1,500
rs. para cima; grande c escollndo sortimon-
to de chainalotcs, sedns o pannos empega,
para colirir armacOes servidas, baleias do
todasas larguras o tamaitos, para vestidos
o cspartilhos para senhora ; fazem-se um-
bellas para Igrcja; concerla-se toda e qual-
quer qualidade do chapos do sol, tudo por
muito menos prego do que cm oulra qual-
quor parle. Voodo-soem porc^o o a reta-
llio. No mesmo eslabelecimcnto acba-se
um bonito sortimento do bengalas.
2,000.
Veiidem-ss cortes do brins trancados os-
curos do puro 11 iilm a 2,000 rs., dito de pele
do diabo a 900 ou 240 rs. o covado, cortes
de c i mhra i de salpieos de cores e brancos
rom seto var.is a 4,500 rs. o corle, o 720 rs.
a vara : na ra do Cri spo, toja n. 6.
-- Vendo-so um terreno com 107 palmos
de frente, c 90 de fundo, silo em tora do
Corlas a boira mar, um dito com 100 pal-
mos do frente, c 500 do fundo, sito na Pas-
sagem da Magdnlena.abaixo da ra publica,
enlr.t as duas pontos ; o quo lem no fundo
oulra ra que da despojo para a camboa da
ponte poquena ; um dilo com 100 palmos de
fenle e 300 de fundo atoa mesma camboa,
e que lem urna ra un fronte, e oulra de um
lado, quo lio aquella queda despejo pura a
mesma Crabos. lious ditos, com 50 palmos
de frente, cada um, o 300 do fondo, alea
mesma camboa : na Cracinha du Livramonto
loja ii. 57, se dir quom vendo.
CHA .'RETO.
Vcnde-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do .murimn. 35.
* AlUDOS AMERICANOS.
t; Vcndeni-se arados anic-
** ricanos, chegados dosEsta-
* dos Unidos, pelo barato pi*0-
*' co de 4>000rs> cau*a nm: na
a ra do Trapiche 11. 8.

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iifS:!'IHi;
l'arinha de trigo
ss: Pontana.
Galega.
Ilaxal.
No armazcm de J. J. Tasso J-
nior, na rtn do Amoriin ti. 35.
Deposito No armazcm da ra da (Jadcia
doHccilen. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, cm pedra, as-
sim como potassa clicgada u11 i o nientc, a precos muito rasoaveis.
1 Armazcm de vinlios.
Na ra da SenzalU Vclha n. 48,
vendem-sc vinhos de Lisboa c ri-
gneira, dos maissuperiorts C|ue ha
no mercado pelo diminuto pceo
de 200 c 240 rs. a garrafa,c i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a j.iuva, e para verd-1
se a beber ; he baratinlio, a elle
iVeguezes que lie bom vinho.
Deposito de cal virgem.
i nnii.i .\ A'iiui 1.11, na ruada Csdoildo
Hocile, n. 50, vcnde-se barris com supe
rior cal em pedra, chegada pelo ultiim
navio de Lisboa, por monos prc^o do que
cm outra qualqncr parte.
Salitre refinado vende-sc
na botica da ra do rangel 11. (i ,
por menos preco do que cm outra
qtialqucr parte.
I'otassa americana.
No anligo deposito da cadeia vclha, n.
12 existo urna pequea porc,.1o de potassa
americana, chegada reccnleniente que por
superior nvalisa com a da Itussia: veude-
se por proco razoavcl.
Agencia de Ddwin Maw.
Na ra ac Apollo n. ti.armaicein de Mc.C'al-
.......1 Compaiihia, acha-sc cnisuiUcmentc
1.....'. sortimenlos de laixa de ferro cnado e
balido, lauto rasa como i'uudas, muendes in-
citas todas de ferro para animaes, agoa, ele,
ditas para armar cin niadeira de lodos os ta-
iitaDhus < iti^dellos o oais moderno, machina
dorisonlal para vapor, com furfa de 4 caval-
los, clicos, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos prc^o que os
decobre, escovens para uavios, ferro inglet
tautoeni harrascouto cm arcosfolhas,eludo
por barato Drcc-o. .
l'.irinli 1 de mandioca jj
^ Vende-so, por preco rasoavel, fs- J|
a mais nova Vendcm-se relogios de ou-
ro eprb.ta,-patcnte inglcz: na ra
Ja Senzalla Nova n \ :
i Vendem-su os verdodeiros selins in-
glozes, patcnle, do molla e sem ella : ns
rus da Somalia Nova n. 42.
Deposito de panno de algodao da
febricaTodo8 os Sanios da Ba-
nhia.
Vcnde-se por preco commodo
o bom conhecido panno de algo-
do dcs'.a fabrica ; cm pessa, a
vontade do comprador : no escrip-
torio de Novacs ck Cumpanhia, na
ra do Trapichen. 3'|.
Arados de ferro.
Nafundicoda Aurora, em S. Amaro,
vendem-searadosdeferrode diversos mo-
delos. .
Vcnde-se a typograpbia do
Diario Novo, propriedade da Viu-
va liorna a qual est montada ,
tanto de bons typos, como de pie-
Ios, e de todos os utencis necessa-
rios a urna boa typographia : tra-
ta-se com a proprietaria na ra
da Praia n. 55.
MoeudiiH superiores.
>a fundico do C. Starri Companhia,
om S.-Amaro, acham-sc vonda moendas
do caima, todas de ferro, o um modelo e
i'inisi riirrfiii muito superior
Vende-so urna bonits oscrava.mosa, pa-
rida de poucos dias, sem cria, com bom
loite e muilo carinhoss para criar, o sabe
bom engommar o cozinbar o diario : na ra
do Colovelo 11. 75.
Vendem-so asseguintes scmcnlcs:
nabos,rbanos,ralienntcs encarnados e bran-
cos, scbola, couvo trinxuda alfaco Ma-
mila, rppulhuda,chicoria, senoulas, fiijao
carrapalu do tres qualidades, ervilha loria o
dircita, fav, coontro de touceira, salga, lo-
males grandes, repolho, couve lombarda, 1
saboia, e mustarda : na ra da Cruz n. 46,
dcfronie do Sr. doulor Cosme.
I: Borne barato.
" Calilos reitos, verdes e pretos.
il .\a ra Nova, 11. 26, lem pura ven- 3.
U der palitos do panno a 20,000 rs., co
leles deselim 1 reto deMaeo 5,000 a..
li rs., fazenda muilo lina, ditos do fus- i. ,
S lo a 2,56o rs. cada um. i.\
A OS fabricantes de velas.
Vendc-sitsuperior cera de carnauba, eso- 1
lio reunido, cm porcOcs e a rctalho, por
comino Jo proco : no armazcm del). II. An-
drado 1^ C.i ra da Cruz confronte ao cha-
fan! n. 19.
A 130 rs. cada um.
Na ra do Qucimado 11 3. defronte do
beceo do Ceixc-l'Yilo, vende-se le cinhos
do cambraia pintado^ (ara 11 los desonho-
ras, polo baratissimo prego d sois vintens I
cada um.
A 340 rs ocovado.
Defronte do beceo do Ceiso-Krilo, loja n. j
3, vende-so cassa chita, cores fixas, do lili- '
dos padrocs, pelo barato nreeo de doze vin-
lens o covado; bom como elotes baratas
o oulras 1 izcmias mais.
a 280 rs. o covado
llcfronlo do beceo do Ceixe-I'rito, loja 11.
3, venJe-se alpaca de algodiio pe
prego de qualorze vintens o cova
fazenda torna-so recommcmlavel ..
para vestidos de scnltora, como lambem I lu'ino a 640 rs., ditos do 13a o so la a 800 rs.
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1'ara- deLruar paliis.
1 Vcndem-se fitas do dilfcrciiies qualidades
e larguras : ns prarja da Independencia n.
24, 26 e 28.
- Vende-se ums inorada do cara terrea ,
sita na ra das Trinclmias B. 99: a tratar
na ra da Cruz do llecifo, srmazom de as-
sucar da Viuva l'ereira da Cunha.
JN'a loja das seis poi tas
Vondo-so panno lino de todas as cores a 2/
rs., proprios para 1 olilrts,vostidos de senho-
ra para montara, c ubias para O'eninos.
Ciliados mofados.
Vcnilott-se sapalos do marroquim dcciir
e pelos parasculiora a 800 rs, ditos de lus-
tro a 1,440: na prafa da Independencia n.
13 o 15, loja do Arantes.
Vondcm-so saceos com barreduras de
l.inuha a 1,000 rs., IrazcnJoo sacco : 111 ra
da Cruz do liccifa 11. 33, armazcm de St
Araujo.
Vende-se a 3,000 rs a sac-
ca de farinba, medid 1 grande,
para se fechar
saccas com go
ra do Amorim n 30.
do so conheco, a qual falta he proveniento
decarregar peso; rosto um lano largo,
sem barba, narizcha'o, bocea grandes bei-
Cos grossus, falla um lano lina o descansa-
da, cons rvan lo um pouco os bec.os sbcr-
los e os denles fechados, o em certas per
guniaa lisa da respostasonltor sim, ou sc-
nhor nilo ; lem lo los 01 denles, sen lo
dous Turados na rreiiie, um om cima e outro
em naixo que visivolmcnto se ve: no poito
r.n,.a.n*'?3 *1<",.erenuo P"ccer una mo-
dalha o alca, desta, cm um dos Isdos, lem
ums marca mili prela do quo a cor do cor-
po, pn.vonioi.lc do um caustico: em um
dos bracos s mares A, o em cim, de ums
dss S..I rancellias ums costura de um peque-
no taino que lave; quando anda ginga um
pouco com o corpo o d um tal geilo ouo
empina um tanto a barriga para dianie
trocndoos joclhos para dcnlro ; tem o vi-
cio do tomar tabaco, beber garapa e agur-
dente : levou calcas de casimira azul forr-
lo de lislras ao comprido o alravessadss for-
mando quadros; camisa do madapolSo e
chapeo preto novo, de pello; senda muito
s
3
r conta; satsim como:,'rovav"',l,uo toun mu<,<<> o tfsjo. v.-i0
' jescravo ro do Antonio Joaquina, morador
anima i 7,000. : na | cm Kora de Cortas, com leuda dosapateiro
na ra da Cacimba; tendo o dito ascravo
.- Vende-so um cabritilla do 14 annos, S PT'?fipj? ,lo,n,0*"< "Icio. Itoga so, por-
um preto, rreoulo, do 28 anuos, viudos do I ?" utorid,d<'s pulicises o obsequio
serlSo : ua ra do Trapicho Novo n. 4 ide c^'juvarom na captura do referido es-
-- No aterro da Boa-Vista, loja n. 18, de-lc^i,vo, e qua 1uer P*8808 que o pegar ser
. .... .Mil' I I 1 .:. MI I. I M I ................ ^ ....!. .... _
se
rs.
muilo linus, peiu Daralissimo preco u
rs, dili,s pintados, proprios pa'a meninos a' ,"ca'ro; srn""tcm do laboas depinlio; na
80 rs., algodSo da llahia em fardos de 10 arahybsi, ao Sr. Jos libciro Guimarfles,
pesasa260rs.av.ra, dilo trancado escuro, a,"s,;rs-,, ptima fazenda para roupa deeseravalura a |e.m' od/as do toBu ao Sr l"sno llamos
160 rs. o covado, o se o comprador comprar 1'! lcn,l"na no llrejo do Arca, ao Sr. Jo .
grando porco so far um batimento; ves- A"lo1n, -""Ivs I.una; o em Coianna, ao
lidos docassa pintada a 1,600, cambraias de sr-.Joao francisco l'crnandos. O sbaiio
cores de bonitos desenhos por 400 rs. avara sl8nado esta cm diligencia do seductor
OU 240 rs. o covado, o una grande porcSo I"" l"> roubou o sou escravo, e protesta
derifeados de cores fixas a 120 rs. o co- U8"r 'lo lodo r'gor das leis contra aquella
vado. pessoa queoliver. Recife, 30 de junhodo
Na lua il-i ;^ nnrlaa 1,852 Jquim l.opot do Almends.
a ta iiasseiH portas eborii0 do firiguc Fc|iz Dcslin0l fu.
Vendem-so elisias pretos de rede a meta pa- gio ha dias o escrav.. marinheiro. do nomo
laca rada um, cimbran para cnfcitedoca- Joaquim do Nac.no Mossambiquo, do idado
misas de senhoras o meninas a duas patacas trit.la o tantos anuos, oslatura rogular, rot-
Pees, cassa prela a seis finiena o covado, lo comprido, barba serrada, o qu clnlasboas a solo vintens, niea |ataca,o ce a JoHo Itodriguos Cardoso.do IlioCraiidc,
dous tuslo s, do bonitos ladiocs, e oulras RogS-H asuaapprnl.oncao.o olTerece-se boa
mullas lazendas por pref barato, por so gratificado a qitem o Irouxor a ra da Cnu
querer acabar. 3, escritorio de Amorim & IrmSos.
Vendem-sc no arm zem de -Nodiadocorrcnte,fugioumescrivodu
Gco Kenwortliy Se Cotnpanhia, na "Tc 2*",!?0,. '^""'r0, vcsli;'0 S'misa ,e
, ., J > """'"j caiga drialgodSo da fabrica d Baha, de
ra da t rUI 11. a, o scgtuntc : Idade do 20 auno?, pouco mais ou menos,
elogios de ouro de sabonelr, pa- frpoul". estatura mediana puxando para II-
. lo, corpo delgado o bon
m feto, com 11 reas
jdo l.exiga cm todo o corpo, e bem propor-
cionadas no rosto e em quantidade, e nSo
muilo vrlhas; era empr.-gado om sorvico
de canoas e alvarengas : igualmenlc anda
t fugido desde domingo do paschoa, um os-
crnvo do nome Antonio, o qual falla muito
'bom o n-.uilo ladino, oslatura baixa, pes
Arretospara carro de um c dous mal feiios, rendido do ambas as vcrUhat,
lente inglez.
Selins inglezes elsticos.
Dilos ditos de patente,
l.autcrnas para carro c cabriolet
de dilTerentes modelos.
Apioveitcm aoccasiao
Tendo cbcgidj a loj 1 de ferra-
gens do aterro da Boa Vista n. i'i,
e agiadar aos freguezes, vcndem-
se pi lo custb; por isso aproveitem
a occasia de funiarcm un bom
li'iiul -se que sao da melhor qua
li iade, que tcm no mercado, vin-
dos daqttella praca,cos prc.ossao
osseguintes
Bom e barato.
Hita do Passoio Publico, loja n. 9, de Al-
bino Josc Lcile. Ven lem-so linissinios cha-
, les do 13a o seda a 3200 rs,, dilos do 15a a
l barato J.ooo rs, dilos de tarlaiana a 1,000 rs, ditos de J. S. de Mcnezes, um grande
i.i.i- i'sti brancos a 800 rs., mcias cruas linas a 200 rs. ,___.. 1 .__ ..X___:
I nao o par, emduzia 2,200 rs. cortes de coleto de orlimenlo de chorulos supeno-
. lambem I fuslflo a 640 rs., ditos Jo lila o sola a 800 rs. res, viudos da Babia, para acabar
para paliis c casacas de homem. leDcosencarnadosal60rs ,oitos brancosro-
Altcncflo ao numero 39 A. Ideados de bico a 320 o 440 rs ditos pura
Quera te na ndou esto docoi' pcrgunlava grvalas a 120 rs., chapeos deso a 1440 rs ,
cm urna mesa cerlo individuo, nao me o clllta Para eobertas a 160 rs., dilas finas a
niandaram comprei-o por me parecer bom, i'i,u rs d'las Pa,a vestidos cor lixas a 160 c
Iherespoiidcuoaniigojcna verdado igual l*>0 rs. o covapo, inadapolilo entre finos a ChailllO, e por pOUCO Ulllliciro, al-
a esloso no numero 39 A deposito, da ra 3.200 is.cad pega 3,500c 4,000 rs .nhodo
eslreite, he justamente ondo comprci esta cures l,ara cal3 ejaquelas a 300, 320, o 360
apreciavcl marmelada pornamhucona que !rs> 'rrs para calcas a 200 rs o outras
assim se Ihc deve chamar; sabendo disto o 1 nill|l"s fizendas, por procos cmodos,
possuidor dcstedocelembrousodeannun- ~ Vcnde-se urna cscrava moca, de boni-
ciar para que lodos possam apreciar a boa M "B1"'. oplima para todo o scrvie,n: ns ra
qualidade; no nicsino cuntinua-sc a vender Idooililo da Matriz da IJ0.1 Vista 11 26, pri-.Boa lama
bolocbinlias, biscuitos, c falias de farinba meiro andar. /. n......
de araruta, e outras qualidades, os mais fi-I '"a rua do Crespo, loja n. 5, vendem-
nos possiveis, c lambem do amendoas nm- so corles dt mnis-casimlrs do pura lila, c
feitadas, larnnja, liniiio, emola, chocolate, gostos muilo bonitos, pelo mdico prc^o de
e brancas etc. ele No mesmo so dirqucm a<56 rs o corto; brim pardo do linlio, su-
vonde urna carrosa com pouco uso, propria perior fazenda, a 610 rs. a vara,
para vender agoa, em una pipa, o de um s Do Cbvle a 3,000 rs.
I*0'' Vendem-sc chpeos do C.bylc pequeos,
\ ende so do 2,500 a S.ooo rs.: ns prana ds lodep
HotlCSS botlieopstnicsa dv Siuudiramcn- delicia, lujan. 24,26 o 28.
los.a 20,000 rs.,3.e4 eddiccilo da pralica c- Enrerailos tiara mamas
lemcnlar, cm 2.vo!umcs, viudas do Itio do I P.?" P8 mesas
de cxcelleiitcs padrOos, de 4 a 8 palmos de
largura, por barato prego : Da pra;a da In-
dependencia n 21,26 028.
Do Chye linos.
Vendcm-se chapeos do Chylo pequrnos ,
os m lis finos om quali lado o mcll.ores om
alvura odurag.lo, para honuns, meninos o
senhoras, sondo os ditos prepara 'os com
lindas filas o veos do cores, proprios para
passoio : na prar,a da Independencia n. 24,
26 c28.
Clupeos para senhoras.
"__ ;j I Vendcm-se chapeos de soda para senhoras
aos consumidores de.-te rape, que montaron., do mais moderno oslo, confor-
para melhor scrcm servidos seus Inieosultmios lgurinoa, vindos deCars;
pedidos, tcm eslabilccido ser pro- U!l.sP"ab"aom' osmc"",ros eni f",n,ae
cavallos
Amarras de ferro de 45 braca'.
Ancoras de dito para navios.
Cabos de linho sortidos.
Janeiro da botica central da rua do S Jos
n. 59,drclarando que silo as verdadoiras bo-
ticas homocpsthicas : na rua do Crespo loja
amaiell.i n. 4.
Anligo deposito de rap princesa
de Casse do Rio de Janeiro ,
grosso, meio grosso c lino na
rua da Cruz do Recife n ii.
Viuva l'ereira da Cunha, cncar-
regada dcsle deposito scicnlifica
rinha de S. Mathcus
'.', quo exisle nosto morcado : na rua O da Cruz n. 34, dclronte da I ingocta. Moinhos de vento
com bombas de ropuxo para regrar borlas
n haixas dccsplm na fundic.lode llowmaux
t M. Calhero: na rua do llrum ns. 6, 8 e 10.
AGElNCIA
da fundicao Low-Moor.
IlUA DA SENZALU NOVA S, 49
Nftte st2be!eeimcr.lo coiui-
na a haver uin completo sorti-
mento de moendas o muas moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
vido o deposito mensalmcnte com
remessas feitas pelos vapores da
carreira, c assim podero scus fre-
guezes ter rape muito 1 esco, cir-
cumstancia a mais escencial ; sup-
piido pOH rcgulitrmcnte este de-
posito com rap is-im fresco, he
paraafirniai que esta boa pilada
se (ornar rccommendavcl a lodos
os tomanlcs : os piceos sao os de
seu principio estabelecidos de i28o
rs., as duas primeiras qualidades
c 900 rs. a ultima, sendo de 5 li-
bras para cima.
Vende-sc cal virgem cm pe-
dra, cabecil de c.rnciro ; n 1 ar-
mazcm deassucar da Viuva l'e-
reira da Cunha, na rua da Cruz do
Keeifcn. a3.
Mercurio. *"
Vende-se morcurio do primeira sorlo: om
casa de Augusto (',. de Abicu: na rua da
Cadeia do llecifcn. 48.
!e.*'.,>'!!^' '!- faterlca >J Torios os
sanios na Baha.
Vende-so,om casa de N. .Uiober& C ,
na rua da Cruz 11. 4, algudo transado 1 a-
quollarabrica,muitiiproprioparasaccosde
assocar oroupa dcoscravos.porprefocom-
mudu.
Na loja das seis portas
Vendcm-se chapeos do massi franeczes s
5,000 rs. do superior qualidade. I
400
,00o
000
000
1,100
1,100
I .fino
1,5ilO
2,000
1 ,(3o0
Primorosos
Emilios
Fama da llahia
Flora
Hcgalia de I.. M. de Sni./a
Ditos de Alvcrga
Quem fumar saber
Fami vea de Alvcrga
C* loados..
Vendem-sc saratocs do be/.eiro de Na liles
do sola grossi, dilos do sola dult 11 la e pie-
gados, do milito boa quali lnde,quo su fazcm
rec.iiiimendiivois para esto loinpo dit chuv.,
botins f ancezos, o outros miiilos esleados,
tanto para home p,coto para seutinia e cri-
anzas : na praca da Independencia 11. 13 o
15, loja dccalgados do Arantes.
Calcados.
Vcndcm-se sapatdes inglezes do muilo boa
qualidide, famosos para islul"nipo do clin-
va, pelo prego de 3,000 >s. : na nrsc da In-
dependencia n. 13 o 15, luja do Arantes.
Vendem-se lonas, brinzSo, biins, o
inri s lonas da Russia ; no annazeni de N.
qualidade, que so scham a venda no mer-fc) ,|ouw & companhia, na rua da Cruz
11 : '
cado ; dilus do castor hraico para homem ;
dilos pretos, brancos, pardos e cor do vi-
nho, para homense meninos, coa. enfilos
esen. ellos, porpiegos mui'o rasoaveis: na
praca da IndepcnJcncia n. 21, 26 e 28.
Vcndem-so arcos do ferro para toncis,
pipes o bariis, ci.chadas cicadas com a^o,
panillas do ferro, grandes para fabricas de
ongeohos, e oulras militas forragens, quo
so vcndero baratas para acabar : na rua
Nova, loja doferragons n. 16, deJosl.uiz
Cercir.i.
Vendem-so colhcrcs do metal do prin
cipe, facas rom garfos linas, lalheres para
meninos, baudcjns linas, bocotas pintadas
para oces. torneiras do metal com chavo
para barris e pipas, oadiados de segredo,
elialei as, cassorolas, frigideiras o panollas
d'f.'rro lunadas de porccllana: na rua No-
va, luja doferragons u. 16, de Jos Lulz l'e-
reira. .'
-- Vcndem-se mairoquins do todas as co-
rosa 1,410 rs -. na rua Nova n. 16.
-- Vcndcm-so pregos para caixas do cha-
lulos : na rua Nova n. 16.
Vcnde-se una casa terrea, sita no Alio-
gado, no pateo da Paz n. 80, com duas sal-
las, dous quartus, quintal murado, cozi-
nha fra e cacimba s, tudo da pedra e cal;
na rua do llangel n. 56.
Vende-se a vrrdadeira agoa mineral,
ch.me.in h ;;do> ui niiiia ptimo
Conforto para todrs as molestias doo.-lon a-
go, rhcu.mticas, e nutras; quem quizar di-
rija-so a lioa-Visla, na bolica de Ignacio Jos
do Coulo n. 6
-- Vondo-so 1111. terreno no atierro dos
Afogados, com 128 palmos de frente o
dous mil o lanos do fundo ; a fallar com
J08O Coiicalve-, da Corciuncola, na rua de
8. Confallo, sobrado n. 29, quo far nego-
c.o, inda mesmo UBdo melado a praso. I
Vendcni so charutos do II .vana vnrda-
deiros : om c sa de Schafheitlin & Tobler :
na rua da Cruz n. 38.
Casa da fottu a, rti 1 Dircita n. 7.
O respect vo thesoureiro da loleria do N
S. do llozario, marcou o da 29 lio coTenle
para o an laiiionl 1 das rolas, o caulolisla
lem a venda um completo soilimento de
cautelas, na loja do Sr 1 1 .t '- praes da
Indcpcndoncia, e na casa assim, mcius bi-
Ihetes o intuiros
Bilhclcs 8,000
Mcius 4,000
Quartos 2,200
lieciinos 1,000
Vigsimos 50a
-- No pass 00 publico 11 17, loj* de :l por-
tas, vendem-sochalesdola e Seda o melhor
quo so tom vislo nosle mercado pelo barato
preco da 3,200 rs.,. ditos do la a 1,000 rs.,
ditos de larlalana a 1.000 rs., eolios do cam-
braia com barras lindos pndros a 3,500 rs.,
ditos de cassa-cbta a 1,800 rs., chitas pSra
cobertas, cores fixas o bonitos padres a 200
rs,. o covado, dita para voslido a 160, 200
rs., meias cruas ameiicauas para homem
duzia 2,260 rs., par 200 rs., n 111- do linho
proprio para palitos a 240, o 300 rs., o cova-
do, coi li-s para coleto de 13a mtal Ron r* p
Jencu.hos para m5o de Senhora com bico em
volta a 280, o 320 rs., aluoj.to americano
com algum toque de avaria a 160 rs. a va a,
sem barba, representa lor de 25 a 30 annos;
, este foi escravo do l)r. Jos Narciso Camel-
lo. Itoga-se a todas as autoridades poli-
ciaes e capilSes do campo, hajam do os man-
dar agairar em qualquor lugar que ellos
apparofam, e os faciuu conduzir a casa de
Minias la zondas por pouco dinhei- eusenhor, morador na rus do Apollo, Hor-
ro na rua do Rrnann n Ti or' Jon"' JosCuedes, o qual grati'i-
ro na rua uo urcapo n. o. cara sou irabalho.
Cortes do brim escuro do puro linho a y madrugada do dia 28 dejunho do
l,440rs.,ditosdeli.slradebomgostoa2,ooo correle anno, fugio do engenho Cachoeira
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado do li- doGuodcs, comarca do Coianna, um escra-
I tem os
serco do
..proseiila ter do ida le
vados a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., cambraia de 25 jiios, pouco mais ou menos, nariz pe-
llores com 8112 varas a 2,400 o 3500rs. a pos- quono o afilado, pemas grossas, olhos gran-
sa, lencos do cambraia do linho a 400, 480, des, um dos calcanharcs Incitado, cabillos
o 560 rs. proprios para mo, riscados assen- um lano sollos; levou urna camisa de al-
iados em algodiio miniocncorpado proprios gudHosinho, oulra de algo 1.1o da Ierra, cal-
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado, 5, de algodSosinho riscado, ceroula do algo-
zuarteazul com 4 palmos a 200 rs. o cova- d3o da torra, um courn de ovlha ; foi mon-
do, o multas mais fazendas por preso com- t,d0 a vallo, o qual ho ruco, capado,
modo da loja cima referida.
Tai.vas para aiu/ai/ios
Na limdirao de Ierro de Da-
vi I \Y illiam liowiiiiin na rua do
rs dito amarello a 1,800 rs. riscado do li- doGuodes, comarca do Coianna, ui
nho proprio para cilcaso palitsa 180rs. o vo do nomo J0S0 do Torres, oqual
covado, panno lino preto a 3,0004,000rs. o signaes soguntcs : cabra alio s
covado, pessas do chitas escuras co n 38 co- corpo, tem barba, reprosenta ter 1
Brum, p.ssando ochafariz, conti-
li'ui urna belido om um olho, levou urna
cangalha velha c um sacco, o ferro do ca-
vallo ho JE : paga-so bem a quem o pegar
o lcva-|o, ou ao iue::mii engenho, ou a rus
da Cadeia do llecifo n. 9, cm casa de Jos
llaplista Itibciro do Paria.
boa gratificsi3o.
ni'n a haver um completo sorti-' Crailica-secom50,000 rs. a quem appro-
mento de taixas de ferro fundido c hcnJcr,um muleque crilo, por nome M-
menlo ue idixasULieiruiunuKioc bucIf uo j(1,do d0 !5 a 16 tBB0. f(lgjdo
batido, de 3 a 8 palmos de bocea desdo sexia-ioira 28 do maio prximo pas-
as quaes acham-sc a venda por 'S^^^t^J^iSS!l!SuIS
1 cor bem prela, ben.0 inferior grosso, com
preco Commodo c com prompti- marcas de chicote pelas costas, vest lo do
dao, embarcam-se, ou carregam-' camisa deslgodno brsnco com mangas cur-
' o tas, calcas do algo hiosinhu de hstras a/ucs;
se em carros, sem despezas ao com n? bastante ladino tes: faits Je caboi.-s ns
tirador. cabcQa por ler andado vndenlo fiuctas,
,11- 1 mandioca, macaxeira pela rua : ostentle-
Algodao para roupa de escravos. quo quandoIhe f-llam, est sempro cornos
Vendc-sc algo dilo muilu encorpa lo, pro- olhos inquietos, e fazcmlo movimentos com
priopara rou|>a do escravos, com pequeo os dedos das mSos. C le ser quo so inlitu-
toqua do avaria, a 110 rs. janla; dilo le do forro, o quo de outro nome, como ja
limpo a 180 rs. : na rua do Crespo n 5 I tirn o gancho do pesenen quo tinlia quan-
Vende-so urna loallia de lavarinto a ro-'do fugio do casa. Porta 11 lo roga so a todas
da sendo nova e de muilo bom go-lo por asautoridados po'iciaos, capitilesdc campo,
proco commodo: ns ros d* Cruz nu ite.cife o mais pessois, que ftfsrai todas as diiigcn-i
n. 31, achara com quem tratar. ciaa de capturar esle motcque, o manda-lo
Chapeos do Chile pequeos. entregar a scu senhor, Jos Saporili, mo-
Vcndem-se chapeos do chile pequenosa domo principio da estrada dosAfilctos.
3,300 r*., um preco eslo por que nunca so1 Dcsappar. eco no da II Je abril pron-
vondoram : na nova loja do miu lozas, de- mopassado, do ongcnh ^Ina, ^m escra-
li mile do l.ivrameuto.
Vinho do Porto, superior
fcitoiia,
Vende-se, polo barato prcen de 40,000 rs
cada barril, para roncluir a cunta : 11 > ar-
maicm de Isarroc c< astro, na rua da Ha
dro de lieos 11. 26.
Na loja das seis portas
vo 1I0 nafflo, dn nome Ignacio, que rpro-
j senta ter 50 anuos do idade ; altura regular,
1 cr bom prela, ospaduas largas, pernas li-
I as, pes alguma cousa apalhelados, po o.
uiio tem bichos, c-tb'-llos brancos na cabe-
ra c barba, falla de denles na frento, uims
CiCStriSC! lio lino; 1 esquordu junto ao lioin
j bro, pcito cabelludo, bstanlo coitoz e alo-
gro no fallar e bem explicado, um lano
moro, sen lo, cm algumas occasirtes, preei
vendo-sc lencos brancos, com cercadura, a sofallar-lhe mais alto, muito convivcnic,
qiiatro vintens, proprios para meninas. i,oca nia" lolim c"nta ; levou camisa o si-
- Vendo-so um negro, bonita lisura, do mus do algodaosinho amonrano, sondo a
25 a 30 anuos, propria para padaria, por ser. simula bem coniprida, jaqueta de brim de
bon ms*oiro o forneiro: a fallar na rui quadrinho azul, velha, chapeo di limbo vo-
Nova 11. 27. I'1" muit'i mal fei'.o ; o em sus conipanliu
|{alu( ,\a I lia juma c-CTiiva do nomo Vicencia, pequen,
nape ae juisnoa. |eP0| d,)C 0 crtr foll, a,Bt9, perfeltus
vcnlc-sorapcdcl-isba a 40 rs a oilava, calvos, af.Vel no fall.ro bem explcala.
Escravos fgidos.
- No dia 29 do moz de junho.desappareceu
una negra de nonio Anlunia, quo repsenla
lor 3Ua 35 niios,dcnacaoaugola,mis parece
ser creoula, altura regular, choia do corpo,
de feicdea e corpo nilo be mal parrcida ; tem
umasicalriz em u i.a das ps, levou diversa
roupa que senSo sabo da quo usir, levou
umf rro aop o com urna correte. Itoga-se
s autoridades poc.'scj cco,.i>-a de cam-
po, ou qualquer pesaos a picuda ou laca
prendor e levar 110 sen senhor Antonio Mai
1 01 le-,na rua das l.arangeiras ; quo sera re-
e ouli.is nimias fazuudas por probos como-' compensado gcncrosameiil
hender, leve-os ao dilo engenho listiva, a
seu legitimo senhor, J0O0 Nicolao ito l.ira
Cavalcanli, 01 a ru. da Cadeia do 00110,
loja 11. 50, Cunha &Ar.orim, qo so ro-
cumpensar. .......
--Ua rubrica docalde cro da rua do Brum
Il.28auscnl3r,im-se, nodia 10 do pass do,
o preto Antonio de n0O Cabm la, "slalui-a
rogular, cabellos um pouco ,'n,,M'\ do corpo o muilo cabelludo nos MltO, POS.
to ca.regado; ousluma om Snsl lgida, fe-
quemar a Solidado, Jlanquinno
.i.: h 1 1 -i i- 1.0 "' 'ion
Afoga-
110
.ng'onho tincanilistl leto do II10 ^rmo$0:
ludia 13 .lo com nle o preto Aler.ndi ; de
menos. Thoinc, alto, carpo raCMado, a
no 1
ilacilu o, 11
alegre, o i foi wravo do S'. BoHj g do
franco. .M.ledi'''-.'''1''ll',,1','li'ull,ni''','
garquoomosuiorscrsyn costuma frofluon-
lar lias diversas fgidas qu-
dos. ~ lio 8 para 9 do abril de 1851, p-las 8
Ns rus dss Cruzas, n. 2.2, segundse- lunas da noite, desappareoeo o escravo de
dar, vcnJeoi-sc Ircs oscravas cn-oulas, do nomo Paulo, donacSo liciiguulln, ropieseii-
18 a 22 anuos, com algumas habilidades e' la ler de 25 a 30 anuos, poueo milis 011 1110-
bonitas figuras ; e um escravo de nac^o, do.' nos; lem osseguintes signaes : es.alurare-
meia i lado, de sorvico do campo, proprio' guiar, cr prela, Cihello grando, ten lo umaL
aia sitio. .'falta na cora du caboea quo inda corlan-' I'i.iin. : Tur. DE M. I. OS
ha leilo :
roga-seas SOlOlidsdes 1 ol.r.acs o a njuein
quer que dalles der noliclss, dirijao-sos
masmi fabnes queisert^ocompensajo.
l-iliii. tsw.


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