Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03694


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Full Text
\ano XXVIII
"
m*
SaWvifJo 26
deJunho de 1852.
N. 140.
DIARIO DE m PEMAMBIUO.
a90 a gvaaaig/a.o
PiOimBTO ADUKI1DO.
a, trimestre...........
orsemeitrc............
Pof anno ........ !
Paoooiart-ao luiimiTu.
Por qul H0^,,'Ao'limild.
Pirli..... ?de Junho Miau... 16 de Malo
lurinhio 6 de JIio S. Paulo 8 de Jnnho
('eir -. 'JJedlto R.deJ.. I & de dito
,rfuha 14 ie dllo j.iaha... 10 de dito
4/000
8/000
15/000
4/500
lasda
AUOIMCOlAs.
21 Seg. Lulz (ionsaga
S Tere. S. Paulinc.
2-aQuart.S. Ag.lpina.
!4Qulnt ** Naicl-
mentoS Jooll.
liISeil.S. Gullherme
i6Sab.8s Joiue Pau-
la in.
31 Doni 4 Apureza da
Si. Virgem.
Jatizo d. Or.Aoe
e5. s lOborai.
I. taara ato elttl.
e 6. ao melo-dia.
FaltiHn.
e 0. l 10 hora i.
S. tara do civil.
e sbados ao melod,
taolo.
Tercas e abados.
!.
Cresceate i 24. as horas a 28 minutos da t.
Chela a 2 as 4 borai e 7 minutos da tarde.
Mlngoante9. aot 46 minutos da tarde.
Nova i 17, as 2 boras 28 minutos da Urde.
AMA SI BTOJ>
Prime Ir s l|horas e 4! minutos da manhs.
Segunda 0 eBmln.ilne da tarde.
iianias oa ooamcioa.
0lillasa t Parahibi, ii segundas e sextas-
RlosCrnde-da-Ilorte e Victoria ai quiatai
Mras
BoaUo,Carurn,eGaranhunl no l'e isdecad*
aaax.
Clarea, Ourlcury.Exu e Boa-Tilla i 13 2*.
niinda. toaos o. dial.
Todos os Corrrios partemao melo-dia.
aroiioiA isTMaiauBis.
Portugal II de Abril
Hespanha lo de dllo
Franca.. '3 de dito
Blgica... de dito
llalla.... 3 dedllo
Aleroanha. 4 de dito
Prussia ...i de dito
Dinamarca 90 de Maree
Russia... 31 de dllo
Turqua. 36 de dito
Austria
Suilaa..
Suecla.
Inglaterra
B.-Unidoa
Mexicu...
California
Ublll.
Kuenos-A,
Mnntevide
4 de Abril.
i dedito.
ileMi.cn
7de Abril
SU de Ferr
31 de Janr
2 de Mar;o
St de Ferr.
6 de Marco
r> 5 de Junho
CAMBIOS BE aS DB JOBIIO.
Sobre Londres a 27 por d. i/ooo
* Paria. 34A
. Lisboa, 100 por canto.
MKTAa.1.
Ouro.Oncas bespanbolai............ Jo/WO
Hoeda de 6/400 relha..........lo/UVO
. de 61400 uovas.........16/000
> de4/000................ 9/000
Prata.PaUeoribraillelro........... 1/ JO
Pesos columnarloa........... l/"0
Dllna nirtloan-l............ 1/8"
DIARIO HE PEffilBIM
RECIFE 25 DE JUNHO DE 1853.
Quindo, em o n. 115 deste Diario, publica-
moa a Repreientafio da Sociedade Liberal Per-
namliucana ao Cbrfe do Poder F.iecutivo aubre
o coiuraercio a retalho.e juactamenie a caria,
que para esse lira nos ella dirigi, nao tiremos
de uenhuin ra-.du em vistas laucar uina luva sai
panegyrislaa da naelonnlisac\o desse ramo de
counuercio, e neiu tao poco refutar directa e
calculadamente aquelle frgil artefacto da pre-
suiupca buinana, cujas assercoes mais cerebrl-
lias ou drixauos pas.ar imadas, ou sugeitamos
aproas succlulas e moderadas refletes, con
o uulco lutento deinelhor firman.iu a oplnlu
que culi euiiltlinos.
Cousciui aa dlIRcll missSo do eacriptor, que
inuilas vezes deve ter a coragein de desagrada
para ser ulil. euten .einoi que, dando lugar cui
nossa. pagioaa aquellas duas pecas, con u-nos,
como di.aciii'is, a obrigaco de patenlear ao
publico o uosso juiso sobre a questao, que ellas
laiu ressuscltar ; e, levados nicamente por es-
ta idea, uo hesitamos em coinbaier um pre-
miso tanto irais funesto c pertgoso, quaniu o
prriendlampavonear coin sgalas da popula-
rulade.
An ir vi ilion, porm, que a susceplibilidade,
pelo iiieooe do autor da reprrsetiiac.., nos nio
drusra passarInclumes ; e pensando que tai-
vez fosse poaslvet, e de alguma vanl-gcni para
o pas, una .disuussao frauca e regular a eise
leapeilo, dispozeiuo-ooa para ella.
healisaram-se rm parle as oussas previsct,
piss, rm parle, devemos coufessar, que nos II-
ludiuiuseslranhaiueule. Procurando sy.ubuli-
lar asocledade Liberal Pernambucana, aupare-
ceu pelo prelo o sen vice-preaideni como en-
carrrgado da larefa de combaier-no ; e bem
que u primeiro fragenlo de sua reipoila aiu-
ila eulreilvesse a oussa illuao, drizando aper-
ttber um Irantparruie veo de mode.a.o e po-
lidea. todava deiilro em pouco lempo conver-
teu-se essa obra da siinulaco u Gucuualraugl-
meuio em u.u trapo Imuiundoe csfairipaup,
que a lodos pateoteava o desatufo c a dilaiacaj
extrema de um orgulbo descomedido e de
uuia valdade lnsenssta, que paieciam mortal"
mente feridoa. Apostlo del da poltica estilan
le do lempo, que dora n lu ce as Idel, |iara nao
ver seuao us individuos e Injuna- los, o vioe-
nretideule da Libe al itoquiz desmentir oa seus
principios, e a medida que os argumentos Ihe
un i .liando, elle us supprla liberalineule cojo
insultos e doe.lus. Ueste modo toda discusso
toruou-se impossivel da nossa pane.
frezando a decencia ragravidade, ereco-
nhecendo todo o decoro que ao publico he de-
vldu, nos tememos que. animados pelo calor da
lula, sejsmos iiupeilidos alm dus limites naiu-
raes da nossa opiniao pelas oplmes e cessus
do nosso adversarlo, e que, fascinados pelos
synthese, que a todos se impe coin o carcter
d'e lei ubrigatoria.
Seos guvernos eos publicistas, diz untes
criplor phtlosopho, tfvcssem considerado os di<
renos d-.s eslrangriros de balso de seu venia-
deiro ponto de vis la, ou para mrlnor dlier, si
i-lles tivessem comecado por deferir, segundo
os verdadelros principios do dlreito das gentes
racional, o que be um riti ngaro, I idaa as que-
tdes levantadas a esse respeito trriain Jelsado
de figurar nt llvros destinados a cslahrlece-
rem as doulrlnos fundameulaes da setnela
r.slrangeirn he aquelle, que contr.blo e mu
lein com outra naco laco., que pdem tornar-
se incoiupailveis coin u ejercicio do* poderes
polticos uo pas, em que reside. Urna vas ad>
mlnldo este principio, o habitante que estiver
no caso de ser olhado entre uscomo esleangei'
ru, sd poderla ser impedidu de eiercer direilos
polillos ; utas, quaulo aos naturacs ou clvla.
nio se poderla aohar tsenhuina boa razio par
eslabeleccr a menor diatincco entre ellei e os
cidados no activos ou impeJidos.
Setn duvida us din-nos do boiuem bao sido em
todos os lempos violados oa pessoa do estran
gelro ; e principalmente antes que n Chrlstia-
ulsiiiu llvesse esclarecido o mundo icoin as suas
luzes, tudas as Icis e costumes internaclonaes
itmi hasrados sobre o prrjuno brbaro de q-ie
o esirangnlru era lnlmigo natural : a Inglater-
ra, por eaemplo, usava du dlreito deespulsio
arbitraria, oa Franca riles eram tratados comu
ser vos e sujrltos ao ca mi. Mas depols que a
phlloaopbia do evangeltiu. propagaudo-se. des-
envolveu sobre os nimos dos poros a la be-
nfica luflueocla, tudas essas ivrannlis, todas
Casas inamnas anti-sociaes de um direlio br-
baro e inhspito foratn desapparecendo oh f ce
da Ierra. O dl.eilo de naufragio, o juz de albt-
nagii.n jaiiractut, tem sido successwaiuenle
abolido, e o inesmo principio d. reciprooidade
vai perdeudo a sua forca apparcnle dianlc dos
progressos da eivllisacan fundada pela religio
di, un, como o atiesta .S.i.ijm e melliur aluda
adeiogacao do art. II do coligo de Napoleao
pela lei de i4de Junhu de isr1. nao sendo de
ceno pelos lutluaos, nem sob os auspicios de
uuia douirlna diversa, que os Americanos, os
protectores de todas as iterdades, se dispdem
boje a forcarem as portas do imperio do Japo.
e a fasereui ver ao potente Kuf/o e aos barbaros
buddliistas, t|ue elle goverua, que nennum po.
vo tem o dlreito de liolar-te da sociedade grral
dos oulros, esubirahir-sen solidanedade com-
inuin, recusando a entrada aos estrangeirus,
fuilaudo-se a toda rrlacao cotnmercial com
clli-s, e, o que uiais he, trucldaiido-os.
Nao ha duvida que a consliiuifao do imperio
fol feta paiaos cldadaos brasileiros, cujos di-
reitos iodi-iduaese puliilcos garantr mas, po.
dei-se-ha concluir daqui que, asua prolcccauf
menos anda a iraiar queslas econmicas) elprlmia o grande Turfot. Ocoininercio naoii>o dapmducfo ? De que vtvem elles? tin ge-
sem se tomar o trabalho de destiul-las, dlsie-lpde ser relativo au interesse geral, ou o que fralninguem vive sem produz.r. F. o agricultor,
se inais que, ndi naoaabi.uios o que eram ino- no o inesmo, o estado nao pode Interessar no lo fabricante, nao so productores de riqueza?
iiop-dio.'i/iic o caraelir eommum a lodos irles, coteiuerclu se nao s6b dous pooloa de vista. Co-| talar eiia deuominac.o reservada siimenle para
./ce nntaratt. ijur'r itriiciiri era ter um otila- innprotrcior dos particulares i|ur o coinpem, jos vei.ilcdoies derelalho? Ptlo que rrsprlta i
cmloa livreconeuriencia, e que por conseguate ella he Imcressad i em q je nlnguem pos-a cau-1 mfsrrfa e a penuria, em que jaz o poro brazi
oudebouvease tal obsiaculo eiistirla monopo- sar aoulrem um dainuoconslderavel, ede quelleiro* a hypeilKiie e Inesaclldao, gracasa Pro-
lio; que, sendo uina dascauass, que alimenta-] fila nao posas garantlr-se. Como formando[rideucia, uao sao nie os cvi entes, sendo qu
vam os monupolms, e seoppiinhaui a llberdade um corpo polil.co obrigado a defeoder-se con-
de Industria, oj llroeinioi oiriaados, nao havia Ira as invasoes rilerloies, ea euiprrgar gian-
enlre ns llberdade de lirociulo. e voltando-se des aornmas nos inelhoramrntos internos, elle
afina! de novo para o aprendizado das lujas e he inteiessado rm que a massa das riquezas do
tabernas, que os estrangeiros so liberatisam aos' estado e das produ c>s annuaes da trra e da
sen, prenles e amigos, conclulo-se que a sua Industria, seja am-iorque for poslvel.. Quan-
falla paraos Hrasllelros da eiialrnela do innnu- tn ao primeiro objrelo q e consirte rm que
Jmple enuoci.cuo da minrmadade do lerrl
lorio, da sua espanlo.a ferlilldade, das ininien-
saa rlqu zas, que encerra em seu seio e da la-
ri ade da sua popuUcao, as escliicm quasl qur
invencirrlmrnle. Ede ceno, quem cootece as
vaiitagtos Infinitas aune s um paiz novo,
dolado pela naluresa couio o nosso, n..... todo
pela ..-
polioj que o goverua devia promplamente faser particulares nao possam oflVn-ter-se uns ans irabail.o he lucrativo, vanlageiis que fueran,
desappaiecer. I oulros, basta evidentemente que o goveino prolej i| piosperar aa mesmas colonias sob um regimem.
Pedimos desculpa aos leitores pelo resumo, lempre a llberdade nnlorat que o comprador leinl que as sacnficsvaein todas s comas, no podr
allis fiel, de lodo case mlsliforlo, lein persua- de comprar, e o vendedor de vender. Porque! Jamis capajcllai-sede que o paupnisn.o h.- ez
didm deque elles julgarao escusadaa toda e^a comprador seodo sempre seohor de comprar I se aclia no H.azil, ea loles, que o conc1' '
qualquer rrciio de nossa parte sobre elle, va fu de uto comprar, he rerto que elle CTCblHrrt .4 porque as trras se achain ocentrd.
lo que mullas cousas senSopodeiu refutar con- Intre os vendedores aquelle, que Ihe der ihaia> trabalho aviltado pe
vententememe. iiuruue i trazem comslgo a barato a mercadura, que rnais Ihe coovm. | lgica do
io o he lueooi, que cada vendedor, leudo i
leres-e o inals capital em merecer a prefe-
rucia sobreseas concurrentes, vrnoera rin ge
Ueuaiiins aos leitores o fasereui a appllcacao
)a doutriua do grande ministro ao nosso caso
I
por ella decldam,
iiielhor e inais aailalnctoria refutacio. Ha pn
ventura alguma ldela de mala naqurllas pala-
vras de Iom, que se nao conilresse na drBui-
(o, que demos de monopolio? Oque quer |al a uiclhor mercadoria e peloiaaia bano pie-
dlzer lall ir-se ein tirocinios obrlados. quaudo ao que puder, para aitrahlr aa frrguexias. Ho
as corporaces de artes e officios J estao, ha be pois verdadeiro que o cotninf rrian e lenha
muito, abolidas? Nao obstaute, cumpre-nos mteresse em engaar, a menos que elle lenha um
esclarecer o publico sobre um so ponto. I privilegio exclusin. Alas, se o t-verno limit. n
(guando disseinos que os Draaileiros, como numero dos vendedo'et por privilegios exe rniVds
que retidos pela magia de um poder oculto e 4a por outra J.rma he cirio que o funeato, nao podiaui ler accesso ao coiumerclo dd tesado, e que o vendedor, seguro da extiaccao*,
nludo, dclxamoi, por as.un o erigir a ordem df'-rcnrd acomprar caramente mar merendonas
das ideas, o uosso pensamenio suspenso e in-
iii.letu; mas, uo final du artigo, os o com-
plrlamn, diz -iidn que se elle uo cuucorriam
a os estrangelroa, era priinelramente pela
dilHciencla de capilaes, c depols pela falta da
insiruct.*D professioual, que no nosso culender
poda aupprr cun gran -e vaiitagcui o apiendi-
ado daa lujas; r, limitando-nos a estas duas
causas, nminliuos fallar em alguns v.cioa da
lossa educ (do, pruvenirnles da existencia da
acravidao, para nao darmosatoa maledicen-
cia, vicios que ni iiiiu ni lirasilelro sincero e des-
apaisunadu de aa ne reconhecer.
Reala pois indagar, se, porque aos Krasilel-
ros fallam us capuacs e a iosiructo profeasio-
nai para coucorrerem com os ealraugeiros no
coiuinercln miudo, pde-se dlzer que eale est
inonopoliado nal man d^quelles.
guamo a uo, sustentamos aluda que nao ;
porque do cunirarlo, por uina necessidade l-
gica, serlatiius uurlgsdos a concluir que todas
as iudustrlas estiu munipolisadas. E com ef-
fi-ini, tuda a industria he limitada neto.caplul,
mas na basta o capital para eiiend-la, nc uiis-
ter tainbem o saber, porque, scom o auailia
lisies dous eleuieuto, be que o trabalho pro
escravidao
nem tao pouco i
car-
se nao esteoda au estrangeiru purum prlociph
de lu ni mu ule e de Juanea quanto aos direlto
inilindii.es ? i tu mi io o edrangeiro entra em
nosso paiz oAo se subinetle elle a lodas as pres-
crlpcocs das uosias lets, nao accita^cenos de-
ve. es c eucargos, que pdem ser exigidos para
seus desiiiaiidui, percaiuus'de visu o objecio do i u bem eslar da sociedade ? E como poderla cs-
rjosso tralialhu, e eiuprrgucuios urna lingua- I ti, sem fallar a Juslica, nao deisar-lhe livre o
gem, que corresponda mal ao nusios verdadel- i uso dos seus direitu nataraes ? Longe de per-
rus seulimeiitos, e contrare o slueero desejo der com is.o alguma cousa, a uacao s pude
que lemoa de esclarecer e acatar o pblico. jluciar. A industria e os capilaes aOluiro de
Em suitentacu, porm, da nossa opiniau.uma ludas as parles e vro cog
rcspii.i.i Julgauwu Mies ao publico, mas urna
lao soineule ; nella nada temos com aa invec-
tiva e calumniosas insinuaces do vlce-prrsl-
denie da Liberal, as quaes eulrrgsiiios ao mals
ductivuse turna poasirrl. Ora, o capital e o sa
er, sejaquallor o gioeuiqueforem exigidos
uo sao cuuaas que elejam seinpre au alcance
de todos, uu que se adqoiram por uu
lo de volilade, da imite para o dia
issar as fot
-lo
i da ri.
queza nacional, porque, digamu-lo aluda, a ra-
zao e a jusuca nio immh. n j-ccscri-ver cousa al-
guma as uaces, quer as rclacdes colieclivas,
quer as individuas, que nao esteja no mala pe -
fetloaccordo cuinos seus verdadeiros iut sei-
ses, como a econoini publica o lein exuberan-
temente demonstrado. au ha pur lautu duas
justiia, e os cdigos das nacrscivilisada* pro-
legem a llberdade, a segurauca, e a proprieda;-
de dus naciunaes, do mesino mudo, que a dos
ealraugeiros, sendo que de balde se figura a
hy|Hiltiese ile uina colllso extrema entre u di-
reno de viver deales e o daquelles. puis que lal
culitso se na.i pode dar, seguiidu u curso na-
ta. ,1 das comas, como te. timos demonstrado
coin os principios econmicos, se seno buuves-
se abandonadu u mclhur lado da queslao para
Iraiar-seue uindlredu das gentes tutea.
lodos os Hrasllelros, poique lodos sao consum
dores, conlia a de alguua, que podeui ser ven
Hedores com o auxilio rfo monopo o nacionab
faz um mi v n o ao eslr*ngi ir ou a sua patria.
Coin ludo, I oda aqulllo nao parecer Inda sa-
tisfactorio a algiirm. Turqot na-, falla evidente.
Diente do systema frohibilivo de exportaco'es i
impo taco'es, e menos aimia d*o systema colonial
elle falta du comuieicio interior da Franca; po.
rem, diro, nao falla positivamente de rslran-
6:- ir us, a cootenda all he su entre os narlunaes.
uis bem.cundescendando aquicoin os que nao
tandera deduzir daa palavras seno o sentido
material, que ellas anuncian!, nos luvocareinos
a autorldade de outro eacriptor, que, em Idn-
ticas circutnatancia*, fes ouvir entre oa seus
compatiiotas sua voseloquente e vigorla.
O eapiriiu humano, dis um pbllosopbu mo-
derno, he por toda a parle o mesmo, e eiu to-
dasa.pocbas as mesiua. questdes, de novo
postas, siiscit.nu as lueimas soluedei. entre as
quaei se einpenham os detiales. Assm he.
com cll'eito, que o sentlmento da uaciutialidarir,
fume perenne das inais alias proesas, le ni sido
pur desgraca do geoero humano, constante-
mente explorado e pervertido pela arabico e
pies ignorancia de alguus polticos ; e a rivalidade
e se s entre nacionara e estrAngriroa tem acarretado
luU.e

icni seria a
oin sensu, nem to pouco a lgica de
/tem leuE. Jiursl, e nelleesiudou ophenoineuo
da misci i i e suas > aadas causas.
Uina cousa, porm, minio nos uaravllh
he, que u.autor da rrpirseutacao, que tao
legado e escoroquadro fez da miseria e da pe-
nuria dos liras! le iros, pe cornil, comu Ifje pie-
sumimos, guiado pela mi de, autor da miseria
das elattts laboriosas n* Franca e la hglaleria,
essa desgiacada Llanda, que o eacilptur chama
o dominio privilegiado da misma, habitada
por om pove, que morie de fume, e cujo an-
llenlo lie a prior especie de batata, o grossri-
ro e esponjoso lump'T; essas parochias de Be-
Iheral-G'ten e ilun'dUcli, que protestara cu-
quera defeode a causa de Ira o aseio e opulencia da sobeiba Londres
porque elles fallara cm urna circuinsiaucia da- eiM diversos tenipua, e para diversos calados
da -i cerlu numero de Individuos, que aspirara a una alluviau da males encalculavels, i drspel-
uui ramo de Industria, se podesse dizer que |a dus rsfoscos e das virtudes doslualacstreiiios
uelle ha monopolio, enUu seria iuevilavel defensores da bumaoidade e da paula.
aquella consequeucia extrema, iuadiuiiaifel at Mu coiumerclo, dizla Josiat Tueker rm um ddede compra-las : s que a rcprcscni ir.-io ti
para os liberaes exiremus, que na ualureza das | noiarel ful lelo econmico (a) se nao ae lera n- nba fi issdo no srn verdadeiro pomo a qursto
urnas julgain descubrir obstculos lusupira- Tes no interl.r, lein-se no i xlerlor. Ese se lernloi'lal, pois que nella seescreveoque.es-
tein necesaariainente rivaas ou nn interlur. ou laaMta m.i innliado numero de famlli
esses quaiteiies lgubres e infectos de /.,-,,/i
e de l.irerpool, com suas adegas sulilerranraa
hmidas e lodosas, onde seamontua a popula-
cao Indlgrnle ; essas ruasebeccos iguslmrnlr
iuiiniinriiis de tluthi'vse e tille, onde os pobres
operaiios fianceses haliilam os celriros, apo-
sentos sinda inais teinlvels do que as adegas:
maravlllia-nos, dizemos,que quem asslstioassls-
sim i", atril a ludo quamo o pauperismo eu-
ropeo te de mal horrivel, nos viesse dlzer
que a populaco brasilrira ja.z rin Idntica*
ctrcuraitaucias, finondo no miieria e na penuria !
I'sra couibater-.ea arguifao de in.ullicien-
cia, que fizenioa an pedido da representaeo,
aliemos os seus fundamentos, demonstrando
que se os Hrasllelros csiavain privados, como
nella se affirmava, do uso da trra pela sua
concenlr-co, do trabalho e do capital pela
concurrencia dos escravos, o que n s pareca
nalural e lgico era pedir-se a reforma daa lels
reguladoras da propiledsde terril rial. e a abu-
lir.i, g'ariual daescravldo, dlssr-ae multo so-
beraua e inaglsirslmenle: que ns_ nao coin-
prrhrndianoaa magnllude da queslao da pro-
prtedade territorial, qu oceupava aailrnco
dos snals crlebies politleo e economisias, nem
tan pouco a da escravatura ( que monopolio
sciriitilico?) : que era menno digno de seria
uiedliaco. se a inobilUaco das trras, no nos-
so estado actual, era um bem ou um mal, vis-
to que lal oioblllsacao s vHa era favor do
i-iiraiigeiro. qo' se cullocarla rm maior faril
profundo despresu, fuilalecldos pela convlcc
intima iie que, por maiorts que fossera oa seu
dtssiiuuladusealurfos, ellas, volteando, jautal
drixarao um a tnilaule a foute abundante
d'unde demanarara.
Pai lindo do principio fecundo c inconcusso
da llberdade humana, us dcmonslr-uios que
o commerciaole, qualquer que iosse a la ca-
tegoria, exrrcia um direilu uaiural inhe.entc
a "na penonalidade, o dirrilo du trabalho ulil e
tuollf usivu, que era todol os bomens deve aer
recoulttcidoe respeltado; e que por cunsegiiiti-
le uo serla )usa uuia lei, que tlrasse au estian-
geiro o coinmerclu a retaluu,
.Vio se podeudo contestar absolutamente a
areumculac.au, dlsse-se que os nos.os princi-
pios eram com rtt'eilu da ultima verdade, sendo
applii.adosauimemb.oi de um eslado, porque
ate u art. i79 S 1* da cuustliuico du imperio ua
cuosagrava ; uiaa que, quaudo se traiava dos
ineio tu os de um esladu'eui relafo aos de oulro,
a cousa inudava inuilo de face ; e para cubu-
neslar esla mudadea, recurrruse enlo au direl-
to das gentes, cuju A. B. O. foi revolvido, ape-
,ar de ser seotida luda a inconveniencia que
timo havia. Fallou-M na ludpendenc.a e
t-'ualdade du uaces, na justiva e ottictos de las veres a obra da ignorancia, da astucia, de
Liiiiuuidade, no u irapeiio e jurlsdiccdu, c mesqulnhus ciumes. e sobre ludo da prepunde-
alioal depoia de uina rapaudla verdadelraraen- rancia dus guvcruus Tunes, que, como se sabe, de ser jolgau
ir tnd'ieeala dos p.ulegomeuos da dous ou tres nao su oa que inais ae babau de seren modo de peni
scrlp.uresdae.colap^iltva.quenunc.duvi- justos. .""*
veis urna completa llberdade nu rgimen lo
dusirial. Pureas uo; verdadeiro raouopolio
su pude exisurqaaadu a auppressu da concur-
rencia he o,olivada por uui privilegia natural
uu artificial, que a loma impuaalvel lora da
disiruicao do uiesmo ; e por lano seoeslrao-
getrus uu se achara protegidos pela natureza,
nem pela lei; se os rJVaaileirus pudem, cuu-
qutst indu o capital, alc.au5an.10 o saber pela sua
inegavel aplidau, e abaudunaudo a repuguau-
Dl.i que a escravidau Ins inspira para certos
Irabaihus e privaedes, cuncurrer cora elles, on-
de est, reiieiiiuus, oiiiouopulio?
Ma, coiuu adquirir o capital ? dis o nosso
ad vcrsai io. 1 omu laier com que a iusiruccan
professioual llberaltaada em escutas de cutn-
uieicio possa substiluir com vaatagein o apreu-
disado das lujas e labe mas ? Comu perder a
ainda inais, paia autcpor-lhe a argumentacao aveao a cerlus trabalhos cun.iderados como
dus insultos. iavilHuies? dita elle lambem. hls-aqul subre
A incuria dos tralados era nada pode preju- que nao
dicar a doulrlns, que acabamos de espender
uraremos mais uina s palavra
puis que, bem lembradus eataro o leiiui es das
Como deagracadamenie accuuteccsse 'que as espressd com que lermiuaiuus o uusac pn-
p.esciipces da juanea e da razao fossera ora meiru arligu. a Se nos leulas.emos. di.semos
aHuieiii.iu. e or. pusios cui que.lo pelos go- enl-o, desenvolver aqui os melos queacabaraua
vemos, recouheceuse a necessidade de tixar de indicar como c -pazca de habilitar os Urasl-
por meiu de couveucdcs pusitlvas alguma den- leirus a coucorrereiu cora us eslraugeirus ua
tre el.as ; poiui, bem louge de leieiu sido indu.uia coiuraeicial, a critica abaudonana o
sempre laes cooveucdes a txpresso genuma examec appreciacaudos males que acariciarla
da verdade, hao aldo, pelo coulrnu, mui- o triumpbo da opiuiao que cumbatemos, par.
nao appreciar seuau n uussu remedio, e a ua-
ciunaltsac.io' do cmuinercio a lelalhu deiaaiia
de aer julgada.s Aluda ests.nos linues u'easr
sar, purque alm de uu termua
de que os meios que julgamos ca-
Vuaotoao cotninercio de cabougein, nao he paaesde leinrdiar omal, eejaiu con, cilclto o.
nleirameute exacto dizer-se q,.eellc be exclu- mals atadus e elBcasrs. peuaamos que, su de-
inda ahi teraus pola que a iiacinnalnacao for rccnliecida I111-
eceiar
ha
dou erigir era mximas de dlreito internado
nal a. eaiiavagancias e mjusilcaa, que us gover
,,. ...mnr liiuoraticia do ve.dadelius piincl-. sivu dus drastlcliu, pois que -----__ --------- .
li! da ecnJ. ua .ucial, ou pelo dcli.lu na for- o an. 11 du Iraiado co. a F.auca, que o deisa pruficua e peruleras., se podera enirar coove
i e d Duder p.aiteavaiii.anual, dizemos, con- llv.e aossubdilos daquella natu, cut umea nlenicmeuie ux iuve.tlgacao e dtscusaao de ou-
, ii ,e sca'undo esta doulruia mais moderna e limitatu de u fazerera em embarcaedes uacio- Iro reinediu.
, losonhieauae neubu.u estrauge.ro se pode naes ; e a respeilo du. subdilu. das outras na-1 He falso, d sse-se, que qualquer Brasilero
- raerciar ou excrcer cdes.com quera Igualmente Uveinos iratado, po.sa lormar Itvreiueuie u.u esiabelecuuentu
quasl todos estes cuuliubain disposlcu llcull. de coiuraercio; porque, se nao lem que
ca, mas quaudo Malas nao fosse reatarla sem- prohlblclo da lei iicm acamas do puder,
pre a quotau da juslica e conveniencia de cousa aiuda ina-s poderosa do que a lei, que Ihe
igual medida para o counuercio a letaloo. embarga esse c.iabelccimeulu. Aqu, comu
Mas, desla maneira, dir alguem, advoga o presieulem os leitores, alludtu-se a liga, que
Diaiiv de l'crnambuco a causa du! estrangeirus, seguudu se diz, fazem os eslraugeirus para ex-
e pi esta -liles Uiu SCI VICO, Se ncsla uilse vacao ClUliemuS naciunaes do com lcrelo ; c licm
Tdual naedes, eicrevia Monl.squicu, tem 'nao ba malicia, ba evldeuleineme um deplura- que bouvr.aemua prevenido semelnanie objec-
lrtitu das geotei. e 01 iiiesnios lruquezes, vel engao. Oque hade individual era a nossa cao cora urna respu.la que Julga.nos decisiva
dolimos.' IVi a drogamos a causadas di retios todava esta nao .altslez, comu -
iuipresuripllreis dobuineut, e pur consegrante
tambera a cao,a dos llraslleiio ; c se nao, al-
teo, i.i se .ijoi pelu menos eaia coosideraco,
que .1 p 1 uncu.1 sista po.lei a parecer superficial,
juera d'eulre nos esta seguro de vlver e u.nrrer
ua sua paula 1 E se algura, Impeilido pela
de.graca, lur obrigado a deixar o seu pas na-
tal, aci -Itie-bi mullo suppuitavel aidea de que
tulgar com dLeilo uceo
uin.i industria uu paii de que uu he cid.. ..1..,
puis que este uu s o pode excluir us toda a
auproi.riaco, msale frcnar-lli* a porla. recu-
sudo-lbe a culada : he, cm la manir nudez,
o deplqr.vrl consorcio de ura liberalismo anec-
iado cora o duro e brbaro despotismo da Chiua
e do Japo
un dirru
que cumem s
prisioneiius, o lem. Elles en
viara e receben embajadores, ellescuuliecem
os direilos d. gueira e da paz: o mal be que ca-
se ulreiio das gentes uo he fundado sourc us
verdadeiroa principios Nao michos humano
e singular era o dneilu das gentes dus lamia-
Elneze, os quaes, eguudu u mesmoescriplur,
faziam aft-far lodus os ealraugeiros, que ca-
inerclavara ua Sardenhs.e paia as columnas ue
Man MlaM Eta aqu, poruulo, pouco mala ou 'deade esse mntenlo dena de ler direilos, ,per
nicno. o dliellu das geni, que se uus oppe: de a faculdadede usar lirrcmente da sua miel
>o coin pequeas diUereucas, us pnucipius dus llgeucla c du. seus braf., para viver f au ; 1
lr,...e.eae Catlhagiueses, que se uus prelen- proscripto ou o einigradu rcvullar-.e-ha sera
11 utioiii. m -_____________ __. ___.. ......i,....,, i.i.i. .. .,,ti,..,..,, i.,
uqu.
de lazer adoptar. 1
lormidade 0111 o do
dos eui etildus, que us OreKua e llomauus i:-
duzi.in a eaciavidao os eslrangriros, desde o
nuuieuto em que elles irauspuubara suas fron-
letra, e tucavara as du leu territorio !
Oouussous piiaclplos que .doplamos So-
bre a materia. Niugueui boje ignora que
ha dl.eltu, que decuirem iu.iuedt.ia
bem, ca ua inaior cun- pre cuutra seiiielhaue ideia
nio. imperio e jur sdicedo cioual, desperlaudu-lue sent
dade human
le lem algn
lureza, uao
rente, gover
pode e.tar s
do seus meiubrossero rcconhecidus e respe!.
lado, s. ella de sua parle se uao conforma com
e o .nsliiiclo ra-
neulos da digui-
Ibe f.r ver claramente, que el-
1a cuusa, que, leguudo a lei da na-
ca augeito ao arbitrio dus chile-
nos. Eutretanto, ueuliu.ua nacao
rgura de que os direilos naluiaes
ucutcraenie da nalureza racional c .oclal do os principios, que a.slu o prescrevera.
hume cauc7teudo por nico Ululo a sua I Dizeraus que, comqu.rao ocu,raercio re-
er.uualidide. >*> lo.iejwudeul*! de tuda e lalbo fosse eulie nos exercldo qu.al exclusiva-
ualrc5nd,oe.iiaun.:de.urleque.asslm mele pelo .s.r.ogeiro, todava este laclo nao
comu na' Tus i.idividuu. de uu. esladu. ha, ra- era o resultado de um mouupulto, comu se pre-
cesso das prerogaltvas de Mam
[muco das ci
xespeclivt
^"in'vaMavieT'uue laes dlreilus cuuslllueiu. .erciu prett-,
como para Ufflcr, ba ura di- co para I be sub.luujr uutrore.le verdadeiro.
,i cnveucv. nue le pas.am entre us co mido; e que alm diwu, uus uao compre-
X evemu. qu.e. par. serrn Jus- hcndi.-iui a escent.icld.d. de uu.a oplui.u
eTi^-meme cuu.u,ra...ra-,e coi... qajAd.aaa.-do^1 .iliberdad. WrtN.M
regia
Para us
dia destruir um u.ouuuolio licli-
relio geral da bumanidadc,
ncnbu
de esperar.
Trabamos dito que, se cora elleilo tal liga
exlatia, e iraduzudu-se era tacto materiae,
turuava.se suscepuvel depiovas, caso era que
smente us poda ollcuder, nada no impeda
de fuluiiuar peuaa capases de a cobiblr, c lazer
cessar lulelraiuenle, aabem porra us leitores
com que ae nos redsrgulo? Utsst-se que islo
era um appellu inesquiuho cuicaiia.
Ora, beiuister andar umitu preucupado com
a cbicaua, para deacubri-la u'aquillo em que o
legislador mala esclarecido da Europa nao vio
esulu urnadtsuoalco de iuteira JuaUca. Oque
hade inais natural a Justo do que punir indus-
triosos,que se ligaui para pirjudtcaieiu a oulros,
e al ti 1 ai Ibes o seu ...eio de vida? Osarligua t 4,
415, 4l7e4io ducudlgu penal fraucez, suure ca-
nal ,g.,s, os c-,11.inctanos a elles lenas peloi
Cii111111.11ist.1s e ecououii.ias, pnivatn que lll
nao iiupruvisamos urna novidade, e nem esta-
mus imbuido ua cbicaua 1 suum caique tribuere.
Comu fallasaeraus uas vamageiis da itucrua
ou lando um limitado numero de lamillas na po-
no exterior, o que faz mals mal ao reino, que se das trras, a subclivlso destas, pelas aucces-
rmasoa negociantes icnbaui por cnncurreuies s3es hereditarias e pelos Imposto, s ae pode-
seus compatriotas ou estrangeiros ? A coocur- ria reallsar com mulla murosidade, e em ura
renda uu iuteiiur prejudicuu jamis a urnhu- fmuio muito longlquo : que afinal a questu
na aacu '! E esse proverbio que a aabeduria da eztlnecao da esciavino era das mais com-
anda cora os suidos, c a loucuia coin as libras pilcadas, porque alm da queslao chamada do
esterlinas, nao se verifica seuslvelinente ua pea- t,tico, consistente na lu.porlacio de Africa-
oailcsscs que se uppdcm a toda cuncurrrncia nos, havia a uulra da exllnccu da escravido
entre os cocuuierclantes, bumens de ufflcius e existente no paizf cousa que ningueiu s-hia
..usa.' a
na Inglaterra entao, assim como boje no Bra-
sil, dina-seque os eslrangriros tiraran o pao
da bocea aos uacionaes : poiem Tucker, depols
le ler relucid:, es e erro mus 11 ando as ve ida-
delraa causas da falta de emprrgo para os in-
glezea, nos obsiaculosopuostosa llv circolai
. Nao v o Diario de l'anombura que estando
enfeudadas as tenas, estando o trabalho avllll--
lo pela escravatura, a medida que pode aalvar
existencia economa da populaco b.ssilel-
ra he a naclonalisaco do conimerclo a reta-
lio?,,
Se be cf go quem nao encherga este pbafaias-
lico santelmo, confrasamns que ruamos na
maior crguelra, e nao duvldamoa at que ella
s.Jadrvida falla de dciuonstraces da parta
Isnuelles paia quem elle he evidentlssimo. Fa-
cainos cora ludo mals ura esf..ico.
Toda a tndustila, j o diisrnios, he impnssl-
vel sem 11111 capital previanie*nle adquirido, e
este principio iocuneusso lem sua mal! rigo-
rosa applicaco na industria cominrrcial. Para
abrlr-ar nina venda ou l.-ja he indiiprmavfl
o capital para a compra das farrndas uu dos
teneros, ou pelo menos n crdito. Ora, urna
lei que decretarse o exclusivismo do commercio
. relalho para oa Rraalletrus. crearla i'pso fado
para riles o capital ueeessario para porem em
ivimrnto o commeiclo miudo segundo osexi-
gincias do aereado interior do pas ? Orarla
essa lei timbera o crdito? Ma-aqul precisa-
mente oque nos nao vemos; poique, de um
lado, sabemos que o capital he o frucl exclu-
sivo do trabalho, das lungaa e paclect econo-
mas, e de oulro que o crdito he cm.fianca,
que a confianca be urna cousa esaencialinen-
le iuvi.luiitarla, que se nao ordena. En,quan-
to, pois, no* nao demol-la re tn o contrario nos
eiiiiancccreuius, sem culpa nusai, na ce-
gneira.
lie verdade que temos oovldo dlzer multo
frescamente : oa eslrangriros, excluidos do
imercio, ve-se-ho na necessidade de col-
locarera hrasllelros nos srua eslabeleclmeoios,e
Ir te modo rsla ludo alcancado. Mas, nio s
nao existe tal nrceasida e, porque, cuuio j
.irnos, o capital he sempre senltor de retirar-
ir, e futir oppresso, como at haveria a
uaior Iminoralidadr na prrlrncio dr fazrr dos
c.t. aneen,,s os eirssitsaniiilariM foseados dus Bra-
lilrlro-, cora cH'eosa do dirrilo de proprieda-
e daquelles, e maior desdouro para a nubre
.Itivez d'esies. Se islo he seivlr aos Hrasllel-
ros, nos nunca serviremos aus nossos patricios,
poique jmaia querrrrmos > los ailados.
i! Mas que iris sah- r nina cousa, Sr. Redactor
du Diario de l'em-mbuco, a uaclunalUacao do
eouiiueicio a relalho uo he s urna urdida
econmica, he nina medida reclamada pela po-
lill.a, e nao s pela poltica, mas aiuda pela
cnoralidadc pubbca. naqnal, v",coinoescrlp-
1111 publico, corre a ub- igaeo de vrlar nuie e
dia. Vede n que diz Eugenio b'urel, e relulai
so pdenles, a
Aquella, palavras enunciadas em lora magis-
tral, aquelle apprllo autorldade de ura n-
criptor ilm indo, que ha vamos lido inulto antes
de cuidar mus era cotr.inercio a iciallio, causa-
rain-nos urna certa surprrxa, e fiz^raro-uos es-
perar, seun a mals Ingenie drsciftarria do ge-
nio no ireulo XIX, pelo menos a man lei
para u brasil ; p.uein, drpois de lermoa retido
duas ou tres paginas do autor que furara trans-
criptas, a nossa sitrprcza e a nusaa eaperanca
cunverirrau-se bem drprrisa, praar noaao,
mais intensa adiuliaco, por ver-moa ala
que ponti. urna ni causa piie compromeitec
talentos r os crditos eme se reputara oa mala
bera estabelecidos.
E. turri. nos lugares citados, drpoli de ei-
ligmaiisar cora lodo o vigor dr sua rrc.mhecl-
da eloquencia o coinmerclu a relalho, depois de
chamar parsitas aoi seu agriura, applican-
do Ih at ralas palavras dr Cicero nn ru H-
vrn, D> clfcss m Sordidi ilion qui mereonlur a
mtrcatnribui quod stnlim vendunt; nuil/ enim pro-
ficiunl u.'si admoilum menciantur. Are osro quic-
quam llt tutpius i-untl.ile a. t. Ilnrct, dizemos,
is de una viulenta aecusaco contra esse
depc._
a prever); e que por c.nsequrucla, ramo de commercio. exprime n desejo de .*-
"ra da Prln^eira tvidencla que a que.i.o mais lo abolido, como funecao .upe.flu. preju-
h^o:..:'^^
do,ra,.a,,.o,,a,em,ov;rque-o,r.b.,hod. m -U^^^
1, oiiieu. qualquer da aempre obra oulro hornera, cu alguma sobre aquellas magniallcss con- re'*""" -" ".:",, ru-.vavn dna
prrguntava ainda << Que csirangn os tiraran cladr, que spudem lervlr para desvia, a ai- Unto arinco se pugna para uina P,lJ"r0 J"
ame*, o pao da noce, a nos.us compauiola. t ecao, do. IfUaVe do punto p.inclp.l. .ubre """ f0"'''" f" 'Tcrao. como) P,,
Aquelles que o n. interior do reino ou o. uc deiejamo que ella ecala; mas. .inda as- miran Ituci '''* ""^^0 nreiud,-
queesiSouoex.crlorr Se no.sos bous ingleses Jim, apez.rde senllrraos toda a dlfficuldade, ">. esllgraallsa como srdido, prejudi-
podesaein ver com utn telescopio esses cora- qur ha era refutar Ideias daquella natuieza,
merclantrs e esse ni ufaclurriros ( no Brazil dlsposlas em semelhaiite ordem, srnip- e fa-
rlleteiia dito mals, eesses agricultores que Ira- reuios"tlgeiras n llexaes inbre.llas, valo que,
nalnam cora bracos llvres ; oa quaes em luda a ae existe algura pmjreto para niono|.ohs.r com
Europa se cslurcain por supplania-los. e p ,r la- o cnmiuerciu a relalho ascienda eos livros,
zer dec.hir o consumo de auas f.bricas, nao que Ihe irrvem de drpusito, aiuda |al projrc-
illriain elle entao com multo mais verdade: eis- tu l longe de rralisar-ie, e 1 Ada cada u
diz-se, refulai E. Buril se
ao esludo das questrs, que bera
Ibepsrrcerera.
Quamo a nos, lalvez por falta de compre-
henso, a rrfurraa da pioprirdade territorial,
a -ni inohili.acao, sinei-le poderla Iraser van
tagrns ; e neuhuraa impteasao nos causa o rae
econmico dn producecao', nndo-lhe roubadosHo-
de cumuiciual, e fizessemos sentir que loda
ellas senara proporclouadaucuie subaliluidas 'i^, os instruminlos essineiaei ., ess* grande opera
pelus inco.ireuiemes.pposluB, se o conmnelo -w,( A pup.lacao-brazileira jai na mise
a cet ,1 no beasse pnvativu dos uaclonaea, < ts.e- 1
seque da leuura dos econoini tas serapr
iqui, eis-qui quelles que nos tirara o pao ra por comrguinie, applicar a inlrlligrnria. qu
bocea 1 Mas, rrgeltando o bil para natural). |)elll n,,- den
sa (io, lUongeia-se de remediar a esse uiai ?
- Muito luuge 11 limos, se pretendrssciuus de-
sruvolvee .iluda mai, verdad, que bojr sao
geraraienlc sentidas e cunsagrad. s pela .cien-
cia ; seria t Irabalbo suin-rllu da nossa par-
te. pois que, embota a poltica se eiupenhe pur do de que oeitrange 10 possa desl'arte adque
medrar a ohrig-cao dos deveres sociaei, co- rir tambera alguma gelra de Ierra; puiquanlo,
un dic Simoadi, uo circulo dos cumpatr iotas, pao s nao veuios que mal nospuderi. slr di -
r>.cii.iido a rivaiidade rnire os proluioret, 10, como al aoraos do numero daquelles, que
nem por Isso delxa de ser menos evidente ou reconhecem a necessidade de, pur nielo de
menos confirmado pela experiencia que, oa in- medulas indirectas, allrahir oa emigrados, que
dusiria a lbenla, f nalural de lu us os bornees de preferencia e alirain ao con.iua/elo, para
deve aer admitila e cons.gcada para inaior .a outras industrias, r especialmente para a
utilidad,- dos ados. agrcola. Um comineeciantc, tew-se dito mui-
liissrinos mals que, pondo de parle ludo que to brin, nuhe necessarlameuie cidadaode ne-
h via delvperbolico eiorxacio na Rep rearma- nbum paiz em particular; he para elle, era
So, nada nos pareca menos lgico c in-iilli- grande pane, lodefrrenieo lugar, era qur lera
dente o que o a*u peoldo era face dos fuuda- de eilabelecer o eu coramerciu; o mals ligel-
tuentos em que fura bazeado; eo demonstra- rodrsgoslo o decide a levar o leu capital de
utos, como podemos. um pas para nulro, e Com elle luda a iinius-
Oude esl a 1 yperbole e inexaclMao da ce- tria, que rase mesmo capital punha em actlvi-
preienl.co? disec-se. Estar na inoeusidade dade. K puder-.a-ha dizer ouiro tanto de um
donoaio territorio, da sua maiavilhosa f.-neli- proprlrtario terrltoiial, de ura cultivador?
dada, e grandea riquezas que conten ? Estar Nao: a alleir.10, o amor do proprlelarlo ler-
na r-ndade da sua populaco em relscoao so- ra, que recebe o seu suor, esiiiuulanlri ener-
lot Eslai na lulelllgencia f.cil e pude osa, na glcoa do sperfeiccHinculu da agiiculiura, r.iiau
ioiaglnaco ardeole creadora, enavontade vi- delle Indubilaselmente ura cidadodo paiz que
goroia dos Hrazilriros ? habita, e que l na ultima exireuildade aoan-
Tudas essa inleriogaeijri furam oulraa Un- dunar.
las oc-cioild.ciei, que so revelai.tn a dintelen- QUe % rFpVesrntacao nao [riso o vrrdadelro
ca derasd, e o desrjo de eotreler o publico; j,,, da ciueilo lerriloriaj, assim nos pace-
por quinto nrii. nao sd rrcoolircemos exp esi.- J.0. ,,, do contrario, nao terla dllo que a
anule os laclo so!, e que ellas versara, como jUDdi|aodas ierras pelaa successors heredi-
at uranios oe um dellea, (a laridadeda popula- laril, e ,,ei0, imposto-, s ae podeii. reallsar
eio era to vasto e rico ten itorlo ) argumento om mu,iamoroic/ad. em uas ulut o mmlo lon-
rin nosso favor, mostrando que aii-iricmulisnfuu', -,,, Se o autor da repirseulajao espera que
olicndena ecnigiac, lo paraoiiazi.. Quaudo r'r,. se sulllvldaui com oavstema das oe-
ciissriuos que bavi. hjprrbuir einexaclldo noi rteqa. des, r cora o imposlos acluaes, uo ba
fuudaraeniua da Bi-presen aci, atludiraoa ape- duvida que f-isoti. poca que tal suhdiviso s se
nasa estas du.scelebrrs propusircics,vaneadas rra|liiri{ C1 u, ulunmuito longiquo. ou para
parante o throtto lu.peiial Ornsiliiio si a-
cAa privado de concorrer para o gmnile phenomeno
iiie'ihor dizer, nunca se resillara; iuas se Jul-
ga posslvel uina iiiodllicaco a respeito, ata-
ca
na e fina napenm m c. na vs-tdade, se i,t to oao
ha hrpcibule e liicxacildo, conless-mos desda
vira que o sy.lema da llberdade cou.mercial. h 'liaei|ieme _Be nao u,
svsicma proUlbilivo. e u systema colonial (para J. Mi(>f auuJ ^r|11M_ u ,,
quemis este, duus?) ciara considerado sb
a relacao de catado a estado, e se referala s- i
uieute aos direilos de impurucao eexporuco
Ja vccni, pois, oa lellureaque, be pieciau c|UC
essa inculcada leuura tema sido bera clrcu
... sabemos qual a causa do seu desanimo.
Nao conseguio a Franca cm menos de uirio se-
cuto fraccionar o seu solo, eatrnder o beneficio
da prup.iedade ha mais de Ires imlboes de fa-
milias, seuhnraa absolutas do solo quebabi-
isoqueaigu,- ,,,, e |,lo Smenle cora o auxilio do seu eodi-
I he ura pas (,cj(i 8ell| ,jar o injustu avsleina de liu-
essenciaimrnle agrcola, a ag-cultura be apn- w, ,auiera, e a uespeilu mesmo .leal-
itie.a fouu-da sua nqur/.a ; c uasinaus de quem Q< ,JtuIT01> que anda boje all ic ..ppcieui -
se .cha rila? Quem cultiva e exporta o assu.ar, f|,re ,rin,u,ieiao da proprledade? E porque
o caf, o arroz, ele t Sero pur ventura us es- fila|,i,dt uao poderlaraos nos obier uluesrau
ir.ngeiroa? Quera exerce enlie i.u a iudus- It,ull,do, iculiaudo ac|uella lrglslaco, nu qur
Uinbem 1 Maa e,,a um de ,,, corr.glndo us defeiios que
trangeit
Ipia e limilada, paia que se pudesse aveuiu-, Tlbr(| ? Se(
r.ecuelh.me asser^u; que be pted.o raei- oao lcjnUce eomo',e de ai, qu ;""" -; "o;,V,m,e dera.l. man. inodl-
o que ella naochega-e a. >*'^ o.br.xllelio, nu concurre par. o pbenou.e- TaoVu a o d o.'so itnpo.to? Purem.de-
queslao Irrrilunal, drixeiuus adacs-
leucis, para cora lauta seguran;
la; purque do contraria, ler-se-hta encomiado
ua obra liutuortal de Adam Smct/i a queatu da
liberdade cuiumerclal. tralaua pela mao crea-
dora do mesire, sob todas as sua faces, e pos!
(a) Questo'is importantes sobre o Commercio cravido lambem por ssrrm cnusas sieundarits
Opsculo publicado por occasiao da oppostcau, e vaiuoa ao que nos liupurla pur agura, lalu be,
quena lugl.leira se levantara coolta a dopcio vejamos cuiuu a oaeioualisacao do counuercio
ilvameniaa queilio du curaraercio luieriur, do de ura bil pata a aaturallsaco dos ptolestao- a relalho poda a populaco da B ras ao afean
cramerclo niludu. le eitraugerus. e digno da mais aerla lel.ura ce de formar c.pitae,. Slm, o, capilaes; eis o
lazando o elogio do autor da celebre inaxi-! as nos.as actuaes clrcoinsiancias, pelas Ino- duendo da economa pollUca, eis laoem o
aia do Idu-iir/aire, laiistr paster, assim le ex- l meras verdadei que eacerra. | domo.
clal c parsita i
Sera embargo,
puderd.
Para combatrrmos a opiniao adversa nos
nao precisamos mals do que faier sentir a in-
coherencia, com qur fui tiaxlda para a qursio
a auioridade daquelle eacriptor, incohrrrncia
que cada um pode melhur verificar com a lei-
ini-i do iiicsni.,: e para firmarmiisdlrretamenle
nossa, segundo a qual. nao a o estrangei-
ros, na tambera os Braillrlroi devem ler ad-
iniiinlns concorrerem no commercio miudo,
tambera nao precisamos turnar elle trabalho
sb.e iioss... fe.cos hombros, porque, frlizmrn-
le B liurri iraqu lia parle, j le acba refuta-
do com -ucersso pelu grande mestre da setn-
ela, .idam SmilA, por 7'ciraol, por *ey. e ou-
lros niunns que serla superlluo rnurorrar.
Qusrs sao os ponas da aecusaco de E. Pu-
ret contra us en.murdanles derelalho? Qu*
riles sao suprrfluos, que san preju.ucia por-
que s serven, de rncarrcrr a ueriadoria, a
que vivera de fraude. Po a bera. opponhamo-
nos surcrsalvaiueiiic a cda um deaaes ponto!
a autorldade dos mimes reapeitavell que cita-
mos, e o iiiumpho nu irr duvldoso.
Multas prssuas, diz Soy. recusara ao com-
inrrcianir relalho a qualid.de de productor,
porque elle nao opera nrnhum tran.no'le. II-
cnitando-se loda a sua induairja alguma vrzei
comprar na ra dos Leimbardus especiarlas,
que loma a veudrr na ra seiot-Honor Ea
observare! prirariamrnle que o vendedor
rrlalho manda mullas vrx vir dos porto, de
mar, uu das fabricas, as raercilorias que elle
vende a relalho ; mas, anda que elle uao ti-
zesse seno reunir em urna loja variados sortl-
inrntos para oa vender nn t.o pequeas por-
ces quaato o reclama as necesaidadei,
dus consumidores, digo que rile prest um ser-
vico, eque esae seivlfo exige urna inte lllgen-
cia, culdadns. fadigas, e capilaes, da ntesma
maneira qna lodua us outroa srrvicoa prestados
pela iratuatila. 0 que sr faria irnu houvilse
cuinu.eroiauui |de reulhu ? Escrever-ie-hia
para as fabricas, ou eulo di.lgii-se-hll aoa
urgocianlrs eus-gtosio para ar f.zerrra aa pro-
vises. Mas ellas virlam a aabir mallo carea.
ou por causa-do local que cada f.milla deverla
trr para coulrrva-las, ou pur causa do avaneo,
cine se.la predsu fazrr do seo v-lor. A maior
liarte dos couiuiubiore nao el me mo em
eslado de comprar, suas piovitd de uina se-
mana. Rico ou pobre, o que se Jarla para
comer carne fresca? Corapiar-ie-hia um bol
entre mullas familias para faze-lo malar por
desprza cuiiiiiium? Quera qnrreil. faaer o
avance do prreo da compra, cncarregar-ae da
rrparlicao das despetas, dlsirabir-se de sua
proli.-au para dirigir a pariilha. Todo islo be
absurdo. O comiuerclanie da retalho he um
me.mediano nu suieule til, niaa indispeu-
>avrl; seu lucro, em lodos os cato, e conside-
rando o lugar, a mercadura, ai desprzas e o
riscos, be redolido cou.muiiimrnle pela con-
currencia an mnimum de sea valor, como lo-
dos os oulros lucros industria, a
As prrveoces de cerlus escri,-lores polti-
cos, dis darn JnilA, conlia os vendedores de
telslho e lugistas sao luleiraiurule mal funda-
das. To louge est de ser necessario restrin-
gir seu numero ouoppilini-los por liuposlcdei,
ciuaulo pelo coniranu elles nio poderiain ji-
uiais uiuliiplicareui-se, de maneira que otfeo-



'
....?
-.;*-"*!'
de...... o publlM. bft ,. ,,-r. .e prfJudUrem urjt .0 UtlO.. A
he limitada p*U P'ea ,"" e,',,.'"Sl. "!
arredure, Asilin. f) Cenital qf c "#***
presar o coni.qriSi> de especiarla tila poda,
ra ceder o qu. he prtcl.o para comprar c-
ea nuanlldade.1 9e e..e c.|Ml.l acl.a tepe.-
tido cutre dou.e.pecielrol d.lTerrnie., a con-
currrnca far com que cada uio dalles vend
mal barato deque le o oapllal enve "
miloi deum ; e rjle he repaMldo entre
rile, a cuncurresjcla entre o meamos era
precitamente lano mal activa, e nevera tanto
niriio nrop.bilidarla de que poiwiu uneerla-
Miii.se entre al p. a levantareis, o prepo de
ana meroadurl... Bem pode.a a coucurrrn-
ia lal.ri arruinar algn, dellei. ini- Mea ai
surtes li.tcres.ada. o Mmarem cuidado n Iwp.
pede-te co.n Mda a .eguranfl louvar-.r na
ana prudencia. 1 conaumidur. ne.u produc-
tor iman podero perder cu. Uio pelo c.u-
trailu, o. v'odedurea a ra-iaiho .atareo oo calo
de ederem mal. baral. de comprare... ao
l,>,u lempo mal. caro do qua e Mdo o ooi.it
ina.clo do...e....q genero o..e abarcado por
urna ou dual peaiuat, que pod.saetu far dl-
as uim monopolio, a __.
. A llnerdadeger.l de comprar e de vendar,
di J red. l) uolco meio de ..segurar, de u.q
lado, a,, vende.io. un. p.eco capai deaiii.nar a
produce; tnuua, a consum ior a inelb-e
mercado la pelo mala luio pro. Nao he que,
m caaos pjrllcularee, nao poaaa baver tim
ooimnerciaula velhaco. eu.u cou.umldur lulo |
las consumido, engaado ae iiistruiia, s
deiardtdirigl.-eeot..ercadorv-lliacu| e.-
t#s.sdes.credii.d,., punido asii.n de auj
fraude; lato o aeoi.ucer nuuca irequeo-
t.ue..ie, porque em geral -. I.uu.en. .erau
mpre esclarecidos aobre um ioiereaae eviueo.
te e prosiuin. !.
D.. c.pu.lo rraulU com evidencia que, longe
da aera... o. commercaoteede .etall.0 1Mb*
tupp.au..). eo pelo contrario .......o ulci.,
ptpqu' eluda... enVaamente a prodcelo da rl-
que'a. p.upaudg graud.. perda. de.e.npo e de
irab.ihoaoaproduclnret e couauuinlurea; que
be Ipjuiuiuruw que ae Ihe. alirlbue o JO-
oac..e..to da. ...eroadur.aa, poit que_e I a
deve... coulrnler-e co.n fracoa lucro, aBuide
fairrem u,ulli|dlcada. veud... o que he a con-
ditau .1* u. eilatencla que ha muiU etage-
rajao oai fr.ud.a que ae Ibes Imputan), como
o altala, iodo. o. eacrlpio.e. ..nce.ua e de es
claread, eiper.enca ; que finalmente be
lev.oiar u... d.......la velhue erro. "''"-
c......> .rconhecem. o di.er que ><""
..rri-...eM/a h. ,Xf nr.do pilo -...cao'
4.W "; m. n.,.-ll.. """
Por .ir. a iro.. .. l cu-la do ,.r
S. m*iZ.,. .M. o mu... o ..be buj. que
pingue....lve a cuat.de oolro ; que> cJ.u o
Pirede aeu tr.balho, da Locado, .eu. servl-
eo. que o excedente do preco.que o. con-
umidore. |.am |-Ma producto., que o ...cr-
eador por ...ludo colloca fac.l.neuie aoi. a aua
inio. I a paga propo.ciouada da ...lell.genc...
do. cuidado", do. uibaibu. e do. rl.co. que
exige e... luucci... o que de ceno nao aop-
i>6. que os com.nerc.-uiei Tivain cu.ta do.
Coou'..id,.re.. a Uceuui'seu d.e..e, e.cie-
via !y. que he a cu.la d.s cidade. que vi-
oa culuvauores e...._
Ate aqu temo, acoinpaohado o Iragameo-
I*, da ..posu.qae pelo prelo lo. d.J o usa-
artigo, e por uoa.a vei respondido a ludo
quauloah. poda tervl.o. de aigumenucao. A
ua.davamo. qu- ella fo.e couulu.aa para .
odar-misau publ.co -a ...dl.pen.av 1 cm,-
trs re.po.U, em o.leuUco da no... oplulo:
,a. vendo o longo Inte.lio que era de.a
entre aquelle. f..gulipe.iMs.e....anel.a ....o
"porque er....o..co...,...ll.do.. re.ol.emo.i.
mePd..u,..nt. curiar Md. a polea. A. pon
io publico o-queuos re.l.va, e abandonan
;Uujl~om,p.rc..le H*^
mente e po..a di., r ou e.ir.h.r de """i
em o recelo de ..ova re.poaia.
Bemlugiava. oprceuu arllgo, no qu.l
muiiode.ei.iamo.dl.er aluia alguma. pala-
"tobre ooice, que oppde a ***<*
o iraiado perpetuo con. a r-ra..ca. e mo.irar que
por ..... que M ol.corrs.obre o car.c.er.
Viu f d. perpeiu.d.de'aus ir.lados. e me.o. de
, rl'over. ilinait co....uli.i >" lrau.Mr.to e
ful...valladaaomm. de opila... que
Te." ..p.'ga-la no co......ercio a re.alho no B-
i n'lHC plmenle no.Hio de Jauelro; pore... .e-
.r. ir. de.uece.s.l.meuteul., allencau
dl"i*".d l' .lo...nece...i....o.p.r.a.
con der.cfle.. con. que l.oje ji.lg.mo. de luda
, nece-id^de cnc.u.r o uo..o Ir.b.ll.o. .endo
.?..ult.....ve,qae.obre IAl UMWffM -
"'ppr'e'o'i'l-ndameolo.com que o aulor da
R.rese..lca.. procurou ju.iihc.ro sea pedido
u.n ha, qe l'nh.mo. dc.ado p.M.r Inclu-
me, nao ... po q'" ="' dateme., nao fo. ooa-
" ropclio refuis-l. completamente co.o
tar.be... porque e.uva.uo. pa prr.u.caode que
ne hum Valor Ihe po erl. aer alir.buldo fio
Suplico .en..lo e .lu.i.ad..; mas. c.t.venc.do.
b le de que no. I. ...l.ler io-fulr. e clarecer
'u... ..6 o .ubmetieremo. so eis.ue.
. K.u todas s. n.9ae. di. a Repre.eul.c.
o m.nerclo a refino he exclu.ivo do. u.lo-
?.e."o pslx. e...en, ao.eatr.nge.ro. he per-
metlldo eierce-l" em gro.o.
E,ta..5eieo.veolu.oM. o porque fol "
nu parece, e.a.ada em letra tciond., le,i.-.e
?o,d. um srgu.nenlo c,u.e1...ho e dcimo o.
hoeca"Prl",,,',"'BO,,","l,"
cloallae..e entreunto, no nao conhece-
mo. nada me, e.acu,. ou para ...elhor due.
ZV, Um do que e.l. Por quaulo; l.aia-.e ai.
*, dlre, ou d.. faci ? Se do dlrel.o, .1.1 ea-
f|. o"'"digo. Commercsesou Cl.la ds. ua-
,lldos.emel'.a.lepropo.lcao;e ae do faci
po fal.io tambe... por .lii peawaa caracienaa-
U., que tendo viajado por estes palie, e re-
lidld'aai sua. pnucp.es cidade., nao te.te.u-
nht5V.".rdVt!'n.C.dlf o CU. fr.pcer no
art llealabel.ee ej.prta.ainenieq.ie oe.lian-
oelrogoi.re...l'r...cado....ea...o.d.reito.clvl.
nue ao ou Astean concedidos so.Frs..ceics pe
lo. ir.tt.loa da nat a que etaee.trange.ro per-
teneer .-O cdigo Commerclal he.panhol, n..
art i detern.lua que" o. e.lrangelro. que
nio.o' n.iuraluado., eque nao le... ulmdoau-
t.,rl.aco para e.labelecerem leu domicilio le-
eal pao podero eaercero co-....nerclo.obre o
territorio he.paol...lenio conforme a. regra.
on.nelo...d.. t o. irsiado estfenles con.
seuii averno, respectivos oo caso em que ea-
,.s regra. oio fosaem in >.i deleru.lnada.. elle,
aourao das nses.ua f.culdsd.s rranqueiia
nue a concedida, ao coinmerciaoles epa-
hoe uo. e.iado. .quaes elles perUocem .
OCodlgo Commerclal poriugue, di.poe
i..i.l,..en*e que .... estrangeiro. pi tiluraJ|.
.sd.si.ode.ao eaercero c.......relo n aquelle.
reino, n. termo, do. Ir.Udo.e ...falta do l.a-
tarto. trgundo o dlreitude reclproc.dade loter-
naclonal. >
J e v por tanto que na. Irz naedet cima
mendonadat, lem o. estrangeiro. o dlre.to de
ouimarclarem, qnee em gr,..a... quer a rrta-
lhr, porque o cdigo, re.pecllto. pei.hu.,,.
de.llncro fasem ae.se re.peilo, e tpenas lor-
na.n ee dlreito depeudenie dos tratad as ou da
reciprocldede Internacional; eco.no quer que
onoo Cdigo t'.o.n.nerei.l, m..i. liberal do
nue os antecedeotes admll a. pela regra geral
doarf. I*, cu. nica esceoccV do art. J.
tad.i. o. e.tra.'gelroe accbuimerciarem no lui-
rte, la .em condlfiio algua. he oun^queme
queo.B asllelrn. devemgorse do metmo dl-
rello po *6 n'auuelles l"i enados. como em
todo o ouiro. em que o peinclpiod. recip.o-
cld.de Iniernaelonal he Consagrado sendo a Hu>-
sis n nico pslt, de que temos noticia, onde o
eatrangelro s pode com.nerclar a reullio to-
mando a qualidade de.ubduo ru-o.
E pcide. o Br.jll, que aspira ao inalor de-
seovulvlipeulo ds llb.rdade. ciTlIltacio, abra-
car em deiar e tem a malor de.tautagem o
ext.ppl.da Ruaala .e.nibarbara abandonando
oda.outraa nacdetqne n.ari-hain afrente do
progres..? Peiiaamo. que oio.
Oaoto ao faci, pode moito bem er quena-
nhu.n palz. pela diveriidade das clrcumslan-
cl.t, se eche na meai.ia altu.f o do po.so rcla-
tlvamenle ao com.uerclr tuludo. mas eremos
quee.n nenhu.n e poder potar urna absolu-
ta excluao do eiiraogelro n'ee ramo de In-
dustria, Ouanlo eaiabeleelmento de com-
merclo teulbo. perleocenie a eiirangelro,
nioexlatemeip Uodres, e ua outra cidade
eommcrcla.tes da Inglaterra 7 Quantoem Pa-
r, e naa prioelpae cidade da Franca Qaao-
toi em Lisboa onde urna da* princlpaea ra
da Chl.da) qutll que ni ennu um K, por-
i'ugufi eoiu ls,|Jfletioie.ito de irulqo, eudn
iodo pe leui-l "les a e.tratro l.li..jtJSs pi
rilsii.i i da (InUi. A.iiffqians, o
leu .'a lili, rd.da Ipdu.irla) | Dando
.-barato que ns-lui nao aco*i>cese o
qufierla oftclac... i.rt-tcncido d||;(to,_e das
i"Conatrasavel v.nt.genida iuacoi.cea.?
Asalm, pala prttti.de a IMaria da ia\irstaaihtea)
f.xer p.rar em ana marcTi. o titirito nici- nal
a comeineia, m oaialo',. p-bliea aloirt'Be
man>7'lada ? ^ao ; o Disrlu nao pretende .e-
mill.a..tecouaa, porque elle oio reconhrce em
.n.t.'.ln. d'esta ordem ouira oplnida publica,
que nao .eja a do. humen, illu.Irado, e eata
proaa elle que pata do aeu l.do ; a tnultldao a
pode ter a re.peitu um prejulao perlguso, c-
prichotaiueiitt rnlretldo p.,r aquelle, a queii*
i.io fai conta, e que nao pode ler o menor p*
su i,.'mi a menor luflueucia.obre o. pa.tlcula-
e. e.neoos aluda ..breo goveroo do pal.
Para que u.n Julxu arj. Justo, olx o celebre
Ancilluii. c p.raoue lenha alguui. autorldade
elle exige, n*aqtlel1e .jue o faz, u.n conhtcl.neii-
to aprt.fundado do ol.Jrclo. o de.cer..l...eul. e
a clrcuiusperfR.. necessarlas para poder c.ni.l-
derarc.te o jectuem auna reUidea co.n os prin-
cipios e con. na uui< oobjecM8, qqti (J'elle de-
pende,.., a l.berdsde decaplrilo que deseu.ba
raca de toda a especie de precnceilo, a alteen,
ca de palxao, te um a qual m*o ha ratao san eui-
.u a obr.gacao dp loduolnieresse peasosl. por
que o lutereaie pes^oaa obscurece ojuiao e iu-
b.lltue a verdade dacou*a. pelu pieconceuoi
do ludividuo Para aduie'llr a voz publica co-
mo o orgtu da verdade, como una guia segura
e inl 11 iv. I, h<- preciso suppor que a reuna tan
rara d'eaias qualidade. he uns cousa corn-
il um e que seeucoutra por luda parte, *
Ora, nao s a massa do uo.o novu {oem lam
bem a <>e oulro qualquer) nao rene as qua-
ll.l..de ludiapen^aveis para formar u.n Ju.zu
eatirnavel sobre unta queli., qual a do coui-
meiclo a retalho, como alm dalo, haquem se
tenha eccarrefj.do de pertu.liar o seu lu^lluc
lo de raspo, e de gencroaldaie, alimemaudo i
la ignorancia, exacerbando ...ua.paixdea, e
ein j'aai enllocar a que.tSo debalxu do ver-
dadeiro ponto de loz, que a pode esclarecer
Aaalm, por ese po, ha pe tu de clnuo anuo,
que a que.iao da > aciunai'i.ac.io' he agitada en-
tre i.<, e anda hojealgu... do. no.so. homena
de lii io, dos uosao ariists, esli capacitad .
de que acxclu.no doa eatrangelro do co.iimer-
co a retalho implica a prohibico de elle t xer-
cerem lambeiii a .iitTerrut<*. ludu.t.la, de a-
patelro, de ..11 i -.. de pedreiro, de marcluel-
ro etc.. ele. e de veuderetu o productos del-
ta, o que al Da Kuaala, he peiiiiulido '. Oe
p.oposl.o nunca e defeuio o que era o com-
iii. i rio a retalho, e a mduslrla dos que com-
pra... mercaduras en. grandes por. de ao.que
a. fabricaiu,ou m.iidaiii vil deouira paile, pa
ra a. vender empequ n.a, lein loo ai boje is
traiihamente cu fundida co. a outra. que
acaLaaius d enumerar. I'ao grande leus .Ido o
de*ejode eaclarecer o povo !
Wuj ceuaurainos aqu. uei.hum partido pnlitl-
co, longe e bem longe de u. tal pen.au,culo.
Oque levaiuoidlio pidequ udu miiiiu appll.
car-se ao. liHlviduu. d.. diversa, parcialida-
de., que despidos de boa le e vitando aumente
ps eii, lnterc.es particulares mi hesitam po-
pagar eut.c a populara i eualuus perversos. A
parle sau dos d.tte.eutes pa.'t.-los polticos, sal-
vo sempie orrspoito, que iribuimii as con-
vic^e. alncerss, acba-se do uuaso lado ua qurs-
lao oceurreute,
N eiupenho de altrAhir.bre r6* a odioiida-
de, d,.se-se al, que o tiiio de Pernaraoueo fu-
ra a uuica v zde Ura.iUiro, que ae 1,-vauiara
contra a n(lCluH.llilaeao^
P.ta repel.r a pe. lili, de emefiante aner-
cu, que uiu parece ser Glha da ignorancia,
poderiainoa apreientar aqu va.ios trechos iiiipouautr dlacurao, que contra t.l medida
fora.u prufetldot ua cantara do. depotado., na
.es'o de 1848, epeculmenie doque profe-
lu untadas una-a oulabelid.de., o dr. Sonsa
.'raneo, ,,a. .e.soes de 28 dejunhn e II de ju-
llto do dito aupo, por lauto pau julgamua ue-
ce.sarlo, vlllo nao er a poca multo remoU. e
niiculareiii aluda o, Joruaes pelo imperio, con-
ie,,tau,lo-noa|,en.s co... Iran.crerer urna par-
le do bem pencado artigo que por ea.a occa
.iiu publicou u.n do mals acredliadns orgaos
la opposicaode h.je, oCurr u M.rcaal.f; o
faze.u.t co.n tanto mal. .al.afaco, r|U.uio e-
pa.te encer.a alguma. coiiHideracoe. que
p.ter..llamo. ... menso, expeuder, no tocan-
te comparacao das provtui.ias que adu.lite.
.. e.lrai.geiru. cu... aquella onde elles au
'hegam ; e terminando dtste modo o ooso Ira-
i.alli ., pao podc.no deix.r de aiiprove.lar o
-nsejo, e coigi.tular-i.. s com a illu.irada re-
lacco daquclle jornal, por ter cornjireheudldu
.u.n no.co o alcance derlas p.lavraa olemuea,
oau ha iiiulio le.upu, pioferld.s pur um diiiiuc-
lo lili-nto.la rrauca. O escriplor se depeude
o f.v.>r do publico, perde a faculdade de u
guiar ; perde ale o desejo; be uiu lei que ab-
Jlca.a
Ei a parte do artigo, a que pos referiiw;
a Deido mulo iniicioiia.nua dar a ttussa
piiinni a .(mueito, das qunslO-a que fu/.mu o
j. c o il.'>tn arllgo ; t.in nieltndro.a, pu-
i'n, cuiisideranius, que Ir ntatnos de i.
l'az-r ; mes ao I ruto, o que a res eito a o I -n.
ulti iiaiuei.U encriptu nu norte doi'nperiu,
0 ii verino o q..e se'di u-l Caullal, .-
seulaino* ue nli.) demorar por ruis lempo a
tllala.- -i ni de anas.. S s ti t......til. la l. I'ap.'l-
t'i, a de procura-, qu.nto em dos c-b (ir-
mar a opiulSu publica que de laes a.aierias
se uceupa^om e i.peutio ; tatito mais rO'que
inda us ml-roaaa.los niiltem recelos do que
rpa decisSo i opru.ienle os prejuj.qne en.
-.-ua mi 11 s-e-, e i ai v. i v o patz um dillicul
la n-a ii.lertias e ein queslo S exteriores'
a Eo melinilreda queslii) proven menos
lella em ai mes.na, do alcance e.i.bur. mu.
v.sto e egtoiiso u que pud ir, qua d.s vis-
tas apstionada dos que, em ohj -cm ISo iui-
ii.irlaiit-, s i rucuram Uenuer ao lado pelo
1 ua I a o.liosi lade po le al-car ara-is il.i fren
le, sena adversarios pulilicos. E ni'n, que tas
qifsie deala orleiu ptrJenos te v sia m>
I lunsses ale pani.lo, par. aineiita cuusul-
lar us .i.i Uanquillid.de d futuro engrandn-
iiiieiiiu ,!,, imperio, Lavemos de acouslhar
uns ni .la circudisi.HCQiu na a.lua -:1a de
teoriai que a xpeiiencla tem porVezescon-
lemii. lu, e b.vemos anula com man sevo-
tda le censurar aqnellef que a lulteram,
afeiam mes o lerrivelinente, inlencdes que
levem acreditar laivez errneas, mas nunca
crt.iiiiio.as.
a Aoppot;fio, hn notas intima conviCQlo,
esta per. u- ai i,i cono nt, que esla Ineoris
de restricto 'S a inlro lucgao .te b. ai;os e ca-
p aese.liangeir.is pela liu.il.(3o im..oaia a
sua oceupacio denlro do pan, piovoi em
g anda parte Je doutrina* errneas sobre
..roilucco a di ti. imiie lo da riqurza, e nao
do rteseju de damuillc.r o paiz para h..eli-
ciu iniivi nal ou de ce.taa citases. E se lie
esta smn duvida alguma a O itlilo dos di-
r. clores opi.o>iciuni.tas, po.que a contra-
riamem eus discur-os o publicnoes pe
im ren-a, o desacre lllam o paliaos ulbos
lo Sl'ang -ir* ? Q .oalea desla or lera uiu
poiletn, nin deseiii nunc e.vir para m.ite-
p,s deoupo.i^Ao aogove.no, ou i polinc.
duinin-ntu
a Por toda parte em quo a mo -da provi-
lencia f.voreceudo a um paiz com terreno.
s.u.I.veis, fnneise bem situad s, cunvi la
a que o vei.batn expl.rar os habitantes de
mtros mais antigus na civilittatjAu, e nos
quaes a concurrencia de populadlo eicsi-
a n capilaes abundantes obng. parte delira
k ri'lirar-se, a eniitiiacllo se eatabeiece eo.
capitaes a acnmpauh.m e vio desenvolver
as riquezas dos p.izes notos, e n.s Condi-
ces .lesrripU. A consequeucia he, pois,
que esta introdcelo .le novo bracos o Ca-
pil.es, melnor dirigido* pela exiinencia,
mrlnoraproveit.dus com u sucearrode Bal*
adiant.dos po estose n>cliinaseinprega-
das na industria, na ag.leullura, uo pro-
prio coBiaiercio. enriqueoem o paiz de ama
nova adopoio, derramara e memorara a los-
truccSo publica, deseovolvaro civlliincao,
a esseguratn lores a poder ao Jal.do.

..
. -^-
com o seut poMUdora, ouporilive.sssou. co n p.uco lempo a|ndi a]p pratlC t)r||o in
tris rasiv-s, arto e'ti regra o| psirangeirqs os terease toma atn seiss pipis, (t tongen.
uatfl mesi.oi Mpi- pr*b-n te, que nos pareoe M*,J_HJ_l|lJnj_0o,n;
VDITA.xa.tf.
ajs^^^HHuctl^q|Jp p.iz, u^or- turnada:ie muita veifrf a temoi-tu fe.t r
.intqoi <|iiem,|j promptatjsanlo atiri(Jba- lagrimal vrrdadeira*, nflfii||| ">,*. *-
c.in e Bi|l|m igntajosas MfitO^s. Edai.i nios admirado em outrg papsjn. Kifa por
at compararesdesra/orav.raotiaciooes. sem duvi la ella gai.h.ri lovof dfetilos a
qu pelo auo) jualla iiU doa iiacn.aa.t du.in.-lu. a 'espeiiq do PMlii't-fl- Sim. W
que nSo tero si lo Un f lir, e eo oo c rose- ra g nhar as symp.thias S .* D-Mapoelit*.
qiienci. o duna dus estranieiros, as quei- nlu preciza c-tu lar tiento, (al vez pouc. ad-
as entra o governo ou legislado que as- mlssiveis, s com Ota do agradar i p.ala :
siati os favdrec In, e usfeiiailso mus do nSo; tftq.alidade com qu-i recsente, a
que os uro. ri..s nluraa do psii. i modestia qUD reipira em t d.s as suu ao-
a Sio f.cioa observa los no antlgo como coas, sao us po iero*ii motivos, qua a tem
em o novo m.ndo, as pocs recentes co- feltu recommendsvel a todos osexoectado-
010 n.s da a.nig. e di media i la.le. Ea es- restintode um como de outro seso.
tas cai.sss ^e podem sltribuir em prt s A parte de igi tantico v.a ser desempa-
espulso e uno tr.tamenlo que Iccm s iff'i- nhada, curoo o ni.o pessado, pelu Sr. Css-
do us juleol em lodo o orbe, i expulsaodul "0 A tiaJuctjJo lo dr.m. lie Ua>ti ar-
muuris ds Hespauna, dos nuguonoies da t.ata insigne de uSo argnli.do talento : o
Franija, | rriediit restrictivas do traba- traductor cora, rohun leu purfeitirneula o
Iho e comtner.'io estrsngeiro qua nos ulti- sublime peusaoieniu dossutnres por aqu
mos anuos adoptaran) algumas Jas ro,.ubli- conhoeers O i.unl.Cd qu ,I sera o desempa-
cas .'a America, nhodesti paite : fallamos para aqueles que
Em io los estes casos tem vindo a ex- linda nao vi.am a representarlo ueste dra-
pertenclademonstr.rsot incautos suttenti- ms,o que s Tirare O inuo p.ss.do t.lvez
do es destss errneas Ibaonas. que en.inam canserveui ainda be n mpregsts as variada.
como meio de r.vorece. os iLcionaesaadoo- seQsev,os, que experimentaram : a uns e
cao de medidas reai.ictivas conir. a liare oulros ciiiTidamo. hoja para goza-em, du-
enlrada de bracos e capitaes eatrangeirus no rente o currar da representiolo, dessa ores-
pair.e suaapplicgUo os trabalhu dess cente .ucce.glo de en.ui;rjes e transputtes,
esrolns, os pessimos r-soltados que acs'ra- <|ue sdi embriagir o cor.fBo, e f.scin.ro
lam. Em todos elles, e he regra sem eicep- priis.mentu.
ro, sio lio promplos e V'siveis os deivan- >a nio ha impossivol, he muito difllcil
lujosos elTe.tus das restr.c^as, qua o rra- desetever o Liento, pe.fo.cao, cora que o
pei.dimanio e revugacio das medtias nose Sr. GaeuAiu exprime tolos eses op,o-to
f.zem es, orar por muito lempo seutiiuentus, que se cl.oc.m e comb.tem
A comaaracBo <>o estado das provincias noeor.clo dujorjs Mauricio, o prazer, o re-
do imperio que, situadas no litoral e mui eeio, a esperance, o ciume,. descoH.ncj),
f equetiladas p.lo commercio estrangeire o remorso, a desesper.cau, e por ultimo a
pros, eraoi e ouriqu 'c-m, com ss do Interior suciedad' e pr,.ximaclo da hura der.adei-
, quo pela rasSo inversa coiilimiam atrasadas r. .. concurra o puiltcu, e se convencer!
e pobres, he para co .vettiancia das vaota- boje dtsla incontaat.v. 1 vqrdade.
gena da entrada da bracos e capitaes i ..p.r- Com arllst sque lambem aebem compre-
lados do este ior ; e n8o menos se rec inlie- bender sua luipurtiete misslo. defemus ler
ce nall.s ess.s v.nt.gens que sobre gr...de buje um bnlhante esp ct.culo. e mulo
parte dos na.ion.es gozas grande numero princip.lmenti qu.nto et- etpect.culo he
do esirangeiros. |,|M beneficio d. c nz pre ulei-ia e t.lo que
No llio de Janeiro, por exemplo, veem- rida no publico Pui uambucaiio A Sr.1 ,)
se grandes fortunas adquiridas pelo com- MaatWL, pode c.uveiicer se ue quo temo-
ine.cioextepor e intenur, equast exclui- la em uiuilo subido preoti. que g .za entre
vaiiiei.le por estranga.ros, ea pardeliesque nos do looas as aiTeii-o s e symp thias ue
i,So pequeo numero de brasileros Cinti- qua he merecedora, e que se por fal.lidada
nu.m na pobreza. Mlm de oncssiioe mems o no.su tlieslro t.ver de a perder, n-uito
do desonvolverem seus rco.rsus. M-a em perder, e i s igualmente porque morroia
Cuy tz, no Malto-Grosso, no Gipirilo-Santo o uos.o nico divcrtimeuto.
Declraseles.
O lllm flr, inspeelnr di ibegjratj. ... fa.
senda pro frpia|, em qq^prims^to res*
lucfio do trlbuqjf adj|Bi.trg|lvoire 17 t|
crrante, manda fzer publico, q ie no dial
13, lia II dejulhu prnsimo i......u'o.lr a
praee par ser arrematado, perante o mes-
lo lrihon-1, a quem por manos fizar a obra
ds conclusa da parte da caas de detenclo,
constante do raio do Norte, esa central da
inspeccSo g-ral e casa da adrainlstia^loava-
llada em 70 ttongooa.
A arrm'l co stI felti na foraisdoi ar-
tigue 24 e 97 i lo. provincial n. 986 de 17
da m.iode I85l,e sob as clausulas tsjeciaes
absixo necia das.
Aa pes.-oas que se propoxerema esta arro-
ma tar;So comparetem n. sala das sessOes do
mesmo tribunal, nos oias aeima menciona-
dos pelo meio-dis, competentemente uaoili-
ttdos.
E para constar se manilou sfixir o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da th-suuraria da f.znda pro-
vincial de i'ent.mliuco 23 de junho da
I8S9. O secretario,
Antonio Kerrei s da An..uncicf!o.
Clauulai especlaes da arremutnfufi.
1.a lulas .s obras serio etecuia-ias de
confo'ini isde con. ascnn.lic.Oes do ore.men-
t, oesla data aprsenla,l.> a pprovacSo do
Kitn. Sr. presidente da provincia oa impor-
tancia de 70:0o0f000.
9 Estas oorss deverSomsrchsr de manei-
rs s seren eiecutsdss por parleg, e nos cin-
co periodos de tcnipo s"guintes : pnm. iro,
no praso de 30 dias devrrio estar princi ,.ia-
dss e em endamento lod.s as obrss ; segun-
i.i, no praso de quatro meses esiari.o todas
as paredes internas e esternas na a tu.a das
Janellas daaprtsoes do primeiro andar, as-
seniada lod. a cnlaria e grades de ferro
dealas janellas tete iro, no pigso de 7 me-
zes doveifi estsr to las as paredes ua allura
de recebar as cuberl.s; qua.l, no praso de
10 mezes deve fio estsr iuieiramente con-
clu las todas as cobertas, e roborado o es-
te iur de tolo o eiificio ; quinto, no praso
do 13 mezas esta.Do concluidas todas as o-
b.ase eiilreguespruvisoriamente. Cada um
destes piano* ne princiviaiio a contar da da-
la da arieuiatacfio, da tu n.-ir que lo la
e em tantos oulrns pontos do impe io, se nao
lia eslratiguiros rios por um ro umareo
que quasi Ma a cases pontos, tambem os
t.rasi,eirns que us habil.m cinliouam m
pobreza anda mais desgracada que a das ei-
dades do I 11 .ral.
E a dille-reus vem entio a consistir em
que pur tola a paite ondeo ciimu.erci.ies-
0 Viritat.
HE IIOIF. O OA bETERUINADO l'AHA O BE-
NfcKlt.il. PA ILLM.' Stt.' O. MANOELA
CAET\N.LUt;i;i.
Ser* hi.je a noute em qoea lllm*. Sr.' D
lrange.ro I va sius meios, se .s bra<;,,s e seus M-lit. coaipleUiMi.ta br.|nart; que...
c-p.ues, f-lieit. se o paiz o.n geral, aug- so nSo ...ar.vil.iar.., e se nio enthusi.s.n.-
nieulas. a renda pubiie., na novus meios "i s ver os admiravets desenvulvimentos,
pubii
da ir.baluo p.ra os uariunaes do psit que o
il.-.-cj m e saibam ap.oveitar e cora o vol-
ver ,i..s snnos vem t"da .-ssa riqueta, os so-
nerbose liiicn.s, os movis sumpluoso.e eio
iteral ludqs os objectos de luxo e usos di
vida a pa.ssr psra mios nacion.es, por al-
gutn desses mems de lrsnsmi.s3o de p.o-
prielsde, l.e'suc.s, casainiilus, doafOes,
cornprss. que paasam as riquezas para as no.
vss nai, Oe..
Es dtirerenca comiste em que esses
pomos f.voraci.lus pelo cummercio estrsu-
gairoe iut,oduc(io livre de bracos ecap-
la s, como seja a ci tade do Rio de Janeiro,
.e enriquecen! e adiaulam : seus usturaes
lortiam-sa, cora o volver dos snnos, ricos e'
poderosos: no.nlratanto que o Coyas, Os mo Les desventura los.sem scieucis
'-jsuou- Aqualieaqu-tiutr.nlo a vir calumnia
que deu a aeos p.neis nss pocas intitulada.
- Ai;it.\C\ KDEuS .eos-rtOUS HE-
NECaUDs ? Co n rssfio ancloaamenle i
esperava o povo Peruambucano; su .8 pala-
vr.a.s .as posi(Oe.,seu. enl'Vos, srust ana
pui tas, sfio na re.lida lo dig .o. da admira-
i,-io. Convin qu- o povo Pernambucauo
c .ncorr h je ao Ihe.Uo de Santa iiabei
para ver oquanlo lia da encantar a lllm.'
,ir.* I) Mis ,EL t, eo hum cunaprimento
que dar ao seu papel : simse.Ahoje que
ella revn.ti urnam. suolimars, e arrebatara o povo Per-
naiubuc.no.
Seus talentos jamis ofTdscar plem,
?Comuiunicados.
Est inundada psra hoja 9( do correte
eem henefleind. no.ss eneaul.d-ira e pra-
lil-ct. art.li Ml .sliTa, a repeesent.cio do
drama -m J actos O M AH vHE RO l)E SAI
TR0PE1 E-te d a ua he urna das mnlhu-
r-sc mposiiO-*. que sh r.m d p-nna da
. Mrt. Anicele Buwguii e Dtantry, asas
mt-ress. te .eioseu enredo, quadisee la
do expect-dor e..c .nlrados santi nonios le
eemaalxioede colera, e da-lhe no seu des-
le na mal. plana sati.faflo, quando v o
tnmpho de U'na vir u le oostt er.pre can
uvida, e sen.p-e perseguida pe. inv-J de
ue prente malvado, que para ase..lio a-r-
s-' de in,nietas s riquezas, com a mais in-
qu liflcvel perversid.de airoja-se a ooui-
niett-r horrorosos crimes que por fin slo
d-seobe.tos pe refelarjlo de u.nespelho !
Ha sia a terceira vez qua sobe scens O
l \Rl*IIKIR<>HE SAN-1KOPEZ-e Sdasduas
primearas vez s em selemhro a outubro do
anuo pal ado. quando alguraas partes fol-
ies para o. a ti-t S, qu* SS represa, t,rain,
senSo forau. ou.npl. ta.nenl. enterradas, to-
dava nSo sel sllseiam, oorao era para dse-
j.r, a.niasssim iiludes.gradt.u.M>J-qua a
compsnhi dramtica do 8.nt Izab I re la-
brou em f ircss, hoja que o Sr Gshk.nj tem
spresentado ao. puul.eo actores, qu. palo
seu t'Sbalho em seens tem capturado as
symp.thlas de todos, podemos, sem medo
de err.r, ssievertr que a execuefio hade ser
naifeita, e nada de.xars a desajar. A par
Ud balde inlentnao ruubsr-llie a gloria.
11 d.
Fublica(,-,i a pedido.
CuysbA, E-'pinto 8-tilo e lanos oulros pou
los do imperto conti.u.m atrsalos e po- Sus^fAuaa.in.qallar boje procurara
bras, e seus habitantes, os fillios do paiz,
uilo aai.e.n nunca ds pobreza eu) que vive-
ail.a UapnlS
II. pois uecesssrio concluir qus ptinci-
j.lmento o cuinoierciu eatrangeno, a en-
trada d mais bi.cos a eapit es q .e osex.s-
leut-S t.O paiz, deseo Ri.ideiaoeiro, a Ba-
bia, Pe uainbuco e oulios pontos do imae-
, io o d, s nv.iiviuiuiiio que vio tendo que
ara que aa oulras o obtenhara, c itivan
muito faoilitar-ines igu.lineule a eutraia
ivra e destimbararjad de mais Capitaes e
Iliaco* ; e que tola a theor.a que procure
o meihorauenio do paiz n.s itlts eontri-
r.as, uas reslricies pro.,ostas o commar-
ct.i eslratigei.o, deve ser pr-i-c/pla como
tendendoaus retultsdosoppostos, isto ha,
ao em jubrecn eut > do p-iz.
> E nSo >e dig. que se nao difDoulte a cu
irado ue br.fus ou colonos estr.ng-iios
i|u inilo s lumiam oslrabalhnsa que >e po-
lean a plicar. Se Itoje porque tudas as in-
uttri.s llie esli facilia las. entram 8 ou
10,0,10 asi, aogeirus por snno a vio us 5 dsr-
se >o.t diversos ramos do commercio, se
smanls Ihe lreste vdado em p.aU.se
So puderem sar caixeirus,se nfio couiarem
com a p.iuiibili la le desl- aa timo recu so
.inda aqtieil -s que se du.tinem agricul-
tura, as arlas e a ou. ros diver.os mistares,
-in ligar de 8 s 10,000 entrados por snno,
teremos que s entrara,. 3 uu 3,000, e sera
a perda p !' imperio a diminuidlo aunu.l
de 8 a 7,000 emigrado*.
. E so uojt cuoi luletrs liberda le de cod-
me-.cio, e porque podem os importadoras
dirigi Como oi-lhor Inesapraz, saus cap-
t ,es, e os c u.li.r a que.n Ins con.m, en -
rara eeres de Su.t.ou onius da ris por
anuo, e sedemor.m por to longo to.opo,
que podamos com o Sr Souzs Franco, mi-
,i.tro dos negocios slrati^eiros, orQar em
.00,OJO Conloado res usinpit.es qna conti-
nua in se,11 pie a cr>- mo uop>iz;*elor limta-
la aquella liberd.de, larouius u.uilu re iu/i-
das aquallas entra i.s, serli mal. cur.os o*
r.sus, o palo manos n.vers par. o impe lo
a parda i" uso de ,n ,lade duales capitaes, is
lo he d '50.1100 con lo. de cis
4' MaVMOaBITA 1TJCCI.
Vi hoje, I ccci, na palco
Mal. um triu.npho cullier,
Sme o genio e a formuaura
a nal deix.iai. de vencer ;
E'i bella como o amores.
Tambera genio a ala uio ser I
Quando na scena te musir
Como por mago condo,
Suapeuso no leu cenlos
A-1. ,,,,,. de um coraeao,
Vaoce cuan, ineiga Lucci,
A .nal rebelde iseoipeau !
Hoje bel de ver-te mal bella
liis seductora tain en,,
Por que v mostrar a. scena
O poder que o genio tem ;
Ha de obttr mal applauao
Do que Jmala leve alguaiu 1
Hesite 25 de malo de 1852.
J. O. A, C.
COMMERCIO.
AI.FAMIECA.
llen.limr.nto do dia b de junio 8;I91,818
Ditcarregm Aoje 96 d junho.
Barca inglesa ~ Columbun mercaderas.
CONSULADOGERAL.
Rendimentodo dial a93 .53:897.878
dem do dia 95. ... 3 u,64
58989.5<9
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimnnlododia t a 23 9:987,591
ldemdodia95......... 1,858
9.M0.95S
Kxportaco.
Paranigui, brigue na^ionsl Pereirs, con-
duzioo seguinle : oUalqu.i es de sal
mo ii.1. g r I, 370) cocosc un casca.
Paraluo, hiato nacional Ex.Ucflo, de 37
toneladas ssindusio o .esuiula: 100 fu-
la i.es de taz -mlas e miudasas, I aislo con
violas, I vtnifio. t cai
eas genebra, 6 c.deiras americanas, 3 tennis
de con leca*, 900 caixas de sabio, I c.ixio
rap, 9 saccass.roz, I Clisa chapeos de pe-
ina, I pacote chapeos usra senhors, 3 caixas
mtiiduru*, I dila livros em br.ueo, I dita
qieijo. 1 gigo b.t.t'S, t bail megos.
nEi.EoEuoiilA US. rlKNOAt I vi EH.VAS GE-
RAES DE PKRNAMBUCO.
Rendimeolo do di. 25.....7(9,503
CONSULADO HROVINCIAL.
Rendimonto do da 25.....4:057,534
uvmento do porto.
Mas hiTconsequnci. destes betos. que te de krtncla Autrl~, tef immp.
u mvirtude dos capitaes que importsm nhada pela beneucisds.asr.1 D. Mahob.ita ; -" ------------....."'"/r"
%rt,w>^*i!ba? crdito para|e.t. joveasrlists no verdor dos seus anoos, Ichofou bontem, seguio para Babia.
Navio entrado o dia ti.
New Yorclt 35 olas, biata americano G. H
Townsend,deS44la lealas,caeitao J P
llulciiii.saii, equiu.gem I c.rga f-rinh.
de trigo ; a La Bretn Scliraanm & Com-
panbia.
/Vuelo entrado H di 95.
Ass Jtdi.s, brtgue braiileiro Incinca-
val acial, capitau Luis da Pena, carga
sal so capillo.--Fuodaou nalamaiiSo.
OiisrvafSij.
O biate americano G. H. Townsend, que
obra seis conclu la em 13 meses.
3 Se no lira de cada um d ,s prssos mar-
cados no ariiyo anterior a obra uiu se achar
uu res .activo eslsao de sdiaiilaineiito snfre-
ra o arre.naiaiite a pena mi c da no artigo
32 da lei pru.iucial n. 986, e quandu pela
dis,o,i(flo do artigo 31 d. ineaina lei oble-
nha o arematanta alguma pruroKr.QaO de
praso, sera esta cont. ia p.oporci nal,tiente
aos pr.sos mrcalos no artigo 2.* das p e-
Senl'S clausulas
4.a A importancia total ds arrematafilo
Sara paga era seis prestagOo* d< maneira se-
guale : e pn.neira uo valor de um quinto no
lita de 4 mezes, se a ubi a ealiver uo estado
marcado pelo artigo 9 .te.lss clausulas co-
mo li.n Uu segundo periodo de t.o.po : a se-
gunda tambem do va Ior de um quinto no li o
de 7 mezes, se as obras esliverom no e-t ,,lo
marcado telo II ni do tare, i. o periodo Ue toni-
no ; a tercai l.iunem de um quinta se no
lira de 10 mezes esliver s obra no estado ao
lira do qua rio po iodo .- qua le l un hum de
um quinto quando for a obra receb Ua pao-
viso, uniente, a quinte de um docto o se seis
m-zes dandis de rtcebi io provi-o iamente,
no e recoi.h car defeilo de Cousirucclo d.
parte do arrematante; a sexta e ultuna li-
nalmente tambaui de um dcimo quanlo
iiir racebids defiuittvamante a obra, que se-
a um auno d.-pui. do recebimenio pruviso-
rio, nao ae recoitiiecendo defeilo.
5.a A importancia dos materias existentes
na ..lar-, que forera enl.aguas ao a,r,o nat .,,-
te Sai descontada pnip .rciona I aliente em
caa una d.s pieaisijOes.
6 O arrematan ae aera obrigado a empre-
gar na obra tneade dos trab.lhadures
ltv.es
7 Psra ludo mais que nSo esliver exprs
ssinanle determinado as presentes clausu-
las, seguir-se-ha a disposi(flo de lei provin-
cial n. 288 de 17 do uiaio ue 1851.
Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciac.So.
O Dr. Antonio Francisco Perelra de Csrvs-
Iho, cavalleiro da ordem de Christo, juiz
do o pnlos a suze .tes nesta ci ia le do lie-
cifee seu termo, provincia de Poro.mbu-
co, por S. M. I, h C o Senuor O. Podro II,
que Daos guarde eic.
Facn saber aos que a presente virem, ou
lelle noticia ttv-rem, que este julzo jusuD-
cou D. Mara da Coacniflo da Silveira M.i-
cel lonieiro, a p oligalidade de seu m.rilo
Jlo nzorio de ('-al o H.cial slonleiro ,
para oque proluziosuas lestemunh.s que
'or.m mq.ierdss da cuja just-flc-clo pedir
vista o ju-nli 'a i i o manctOD.do marido da
ju.tiflr.iito, qua sendo-l .8 oonco ti >a viera
co u seus embargo., e continundoos autos
e seust r no. s -Hados e preparados subir.ra
niinha coticluaoo, queoolles profer a mi-
nha senlen(a do theorsaguinle : -Ach.ndo
si lona maule p-ovsdo palos depuim.'iilus
las le.leinntilias de foln.s s folh.s e ducu-
rnentus a fulhas, que Jlo Ozorio de Castro
M-ciel Moiuei o, tem desep ,do qu-si todos
os bens do seu c.sal, sem que dis-u r. sola-
se interesse para o mesrn.., ju'go procelen-
te a presente jiiat'licaQlo, e o Justificado in-
ta.diclo da adminialra(So do* bens i ata ai-
tes do seu mes.no casal, nSo ..lisian te os era-
bargo.gos de folna, que os nloiecebo nflo
.0 poiques p.ovs exhibid, pels justillcsntd
oio pode sr destruida, como pur ser de no-
loriedade publica, que o justificado, tem
como prodigo gasto, e destru io a sua fs-
zeoda,o que amia se confirma do. proprios
embagoa do jusliflc >d que no .rugo 7, se
leclar. rrepeudido.e mudado dec.iu lucia,
oque consliiu-iuina verdadeira conlirjilo.que
prova o Maga io pela justillcatile na sua pe-
tufiode foitias duas ; oio pioce leudo a al-
lag'Clo da nul.iia.eda prrs-nie ju.liflca-
i;Ju pela falla da im etreclo de venia,par. s
iiiitilic.eio do jtislilica to, tanto i0rq..e be
caso n presente oe procedimiento ollic.sl nos
ler nosd. or lenaQo do livro qurlo, titulo
103, parapho 6. Como porque quan lo o alo
To.se devi i oe mera reveocia a .olemmda-
le, cuja f-lta se apunta, i.flu oauen icudo el-
la de modo slgum com s or tem uai.iial do
p ocasso, consiituir.a ura erro su rival n. s
termos d. orucnacB.. doltvro tereciro, titulo
63. Ordeno aoescrivlo fafla afliar ed.t.es.
para que ninguem cuniracte co n ojoatilica-
do a .isla da eoierdiceflo nos te.mos ua a
citada ordemnatlo do Ivro qua.lo, Ululo
103 paragrapho 6, a pigou a justificante as
CU-ls e excausa. O escnvAO proponlia pes.o'a
niouea, para curapur do JustiBcs.io, visto
achar-sa auzenlo a sus mulner e qua por es
a causa nlo o pode ser. R.-cife 12 io jutihu
le 1859.Antonio Francisco pereirs uo C.r-
v.llt i. E mais sanio coulii.b. em dita nn-
nha suntauf a aqnt copi da, e par. que nin-
guem e chame a ignorancia m.ndei passar
u prsenla em vinudajua diuselenfs sqi.i
exarada, quesera publicada no lugar rti.i
..ubiico deata cidaue pelu puneiro uu ju.zo.
Dula e passado nesta sobredna cidade do
Racife sob raau signal, e pelo desle juizo
que ou de mim serve eu vaina sem selioex-
c.usa ao* 22 de junho de I8S9. trigsimo
i.nmeiro ds Independencia do imperto do
Brazil. Bu Plori.no Crrela de tirito eaonvBu
o eserevi. Antonio Freocisco Perelra de
Carvalbo.
RE4L C0MP4J.H1* NC PAQUETES INCLEZKs
i Vapor.
3f*VL f* '-0 < julho, eapera-so
- A'Sma^arat- da. Buropa o vapor Se.ern
M eols)wa..dai.le Vineeni.oq.aji
^m^a^mmt depois ds demora, doco tu-
rne, seguir! psra os pe los do 8ul: p.r. p,s.
s.genos. Ira'a-ie em casa da ag.ocii na
ra do Trapiche Novo n. 49. '
banco do i'ernambuco.
O consalho do direcclo avis. aos senhofs
accionistas, que s segunda pre.t-(lu de25
por cent., de que trata oe.tlgo te.ceirode
seus estatutos, deve ser resli.ada de 15 30
de junho corrente.
Joiio municipal de Llmnelro.
Pelo Juitn municipal de Lnt.oeiro se f
publico, que se aclis reeulhilo i culeiadi
ni sms illa, Luis, creoalo, e.ersvo.iiiiunilo
diz, de Mana Joaquina da Couc-iclo, li ha do
fall. ci lo ManOel Gomes dos Santos,mora Ior
que foi em Mslnada desta comarca; quem
se julgar com direito a elle n.ja de com. a-
recer ante este juizo munido de legtimos
Ututos, afiui de lite -ser enlrrgue.
No tendo por inconvenientes podido
elTectusr-se hoje s p i 1 eir praca psra a ir-
renmtaclo dos Services da capatazia da al-
fandena, como eslava annunciado, mn la o
lllm. Sr. cunta ior, servio 10 de Inspector,
fazer publico, que lera ella lugar amanilla
26 do Crrenle, as II horas ds mauhla, da-
vendo ter lugsr s segunda e terceira nos
da ja annunciados.
Banco de l'eroambnco.
Os de.'Contos ds semana cu rente de 21 a
91 de junho, slo de7 pur rento au anno.
Pela s> cretsria da c.aiar. muuicip.l do
Recife se declara aos S s. escnvlesde paz
de todos os rustrirlos d.s fregueziasdesie
municipio, qua recebe am livros para o re-
gistra) de luscimenlus u ubilns que de va lo
recolher, quanlo antes, a ue sana secretim
ditos l.vros, visto que se aclis su-p -nsi 1
execui,-3.j da I, i que oreou dito teg si. o.
Rodrigo Tneodoro de Frailas, oflicUI imperial ordem da lio*, c-vallri.o da de
S. Hento de Aviz, roiiuecrado c.uii a me-
dalha ds restauradlo da cmp.nha oa Ua-
{ hta, capillo de mar e guerra da armada
nacional e imperial, inspector do arsenal
de n.annlia e capillo do po lo desta pro-
vinci. dePeruatiibuco, pur S. N 1 que
Daos gu.ide te.
Fago saber qus, em vi-iude das ordsns
da presidencia da provincia e COihecimen-
to da alian lega das faZ'-iuias, he liv.e a en-
Irada e sahna ,ias barcadas, ca.ae jan-
g 'as, pela brrela du snl, continuando a
fu- .r vedada egsas enir.,1.1 o sabidas pelo
s.l.daquella mesma barr-la : sendo ..brida-
do a todas essas pequeas eml.src.c6a.,
'I o' na- sala las quer 11 en 1 -.a.I ..*, lano
por aquel
porto, a atracarcm as ha.css de viga, prrs-
lando-se t idas as pe.quu.s que fr de rjits-
t-r fazer-se; lie.u.lo sujetlas S multa do
art. 114 do resiulamento d a capilanias,
combina.lo c uu as mais ordena etn vigor,
na fall. do cun.pnmrnlo .leste el.l.l.
Cap.iams do corlo de Pernambuco, 16
de junho de 1859. Ilodrig Tbeodoto de
Frailas.
O arsenal de martilla desta provincia
quer cont ttar o fonieciniento de carvlu de
pedra, por espato de seis a dnze mezea.pari
08 vsporos de guerra que locaren e eslie-
ren ueste po't, e por iasu cunvd. s quera
laes fornecimentos convier, a co nparecer
nesla secretaria no da 10 .10 mez de julho
prximo viudtiuro, trazando os suas nropos-
tss em ra.ls fechada, cm a declarado de
seus fiadores, e de n 1x0 da s.-kui.ales c..u-
di^Oea; furiiecer c.rvlo piop.io par. vapor,
de primeira q lali.iade, e poeto sem dispen-
dio algutn da fazen la, atracado a bordo,lo
vapor que o tiver de receber.n.lo sendo nun-
ca menos, caso as cicumsiancias o fX'j.ra,
de ce..lo e cincuenta toneladas ingieras de
setenta arrobas ; de ven do purera estar a
bordo em 19 huras, s q.anti.lade decarvao
indicada, salido Culadas as horas quer da
dis, quer de noite, de.de qua for intimado a
necessioade do foro. c.ment. Essa falta do
cun.piin.enlo incoirera o fornecedor na
mulla que Ihe for communieda no termo
doconl.ato.
Pela subdelegada da frrgnesia ds B"s-
Visla f.uam recolliilosa radeta desl. cidade
do lieciie, os pretos Luiz, Heve.inoe Vicen-
te, lodos creoulo, op> iraeiro recolhido do
da 5 do rorrele e dis ser escravo da Jos
A .lualo da Silva Queirps, o segundo recolhi-
do no di. 8, e diz ser escr.vu de Manuel
Fmncisco de Albuquerque, lavrador do co-
gen no I a pu. e o tercei.o pre.o uo dia 19,
e d.z ser escravo de Barlholuaieu Rodrigues
Micha.1 o morador om It.b.ian. oaqu-es
foram 1 re-os por andarn, fgidos. Quem
dir. lio tiver soma ditos esor.vos anreaen-
tando nesto sub lelegaci. seus documentos
pelos ,;u,, s mo.lrem o snu domiuio Ibes se-
rlo nliUjjues.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
HOJE 26 DE JUNriO DE i85a.
BENEFICIO OA ARTISTA
cAiDiUictia. CoelOM* uoi.
De*ois de ums eseolhids ouverturs pela
orcne.tra, sub-a a scans o se.pre anuito
spplaud.do e conceituado drama em ciuco
actoa 1
O MARINHEIRO OE S. TROPEZ
O ENVENENAMENTO.
Fin lo r> qual. a Sr. D. CaastELA a O Sr.
luis MUNTiiau csn.arBo o iludo duetlo das
JlBdJSCIBllf II iSllIaiaiSr.
Po'ioslo mctivnsd*ixa-se reDienUr s
comedia -O r.AlXE.RO D.V TABEK.NA a
qual h substituida pela farca
e o9da aatiaaiso
Com aquel terminar o especteeulo.
A' ariist MaSoxla (AITlHA l.occi f.ltam
espres-OaS pi-ra li- luiente lerauuatrar o fer -
vor do reoonnecimei.lo que nutre para com
um publico a quem lauto deve. A' immem-
M pruvas e y mp.tnas a suVicSo, que este
mesmo benvolo ublieo Ihe ba pro .igau-
sado, ella nada uiS'S ten que possa olfawtOT
era trooo do seu siuoero e eterno gr.de-
ciii.ento ; assegur.udo que se etrcumsisn-
etaaseueram, em que ella se veja na dura
naceasidadededeixsr esta lo huspitalelrs
quaoillustisls ierra, a qualquer parte que
o desuno a rooduza, lavar* gravado em sus
alma os paro* seBlisaselos de verdsder
gralldlo.
Os bilhetei schose em essa da bensOsia-
da.rua da Cadela de S. Antonio o. h*> o*


ssa
noite do espectculo
tliealro.
no escriptorio do
SEGUNDA MIRA a8 D JUMHODE
i85s.
Veipera da S. Pe Iro, penltimo dlverti-
nieniu d presenta eaipreza.
(iR.V\DE BAILE
Cunvi '-se todos 08 apatxonadns deste
jnnuciit piii-lempo, para qie concur-
ran l" baile, qi a -leve aer eiptrnuido ,
prevenindo-so de que he o ultime da em
p.eza. oue flda no da 30 do i orient-.
Avisos martimos.
P ra Kahia
Sahe ncstei 8 10 diaa o niale Caprichoso,
bem coonecido por sua vr.locida.le e furla-
|. za d cnnslruCfjflo : para o reato da carga
e paer>agei'os.trla-ee com I..no J. de Castro
Aiaujo, na ra da Cruz a. 34.
I'.r o erar em dirretura.
A voleira escuna nacional Eonilia, de que
lio capilSn e pr.tic > Antonio 8lleire Mariel
Jnior, eitue para o Loara o'n di oclua
coma maior brevidsde.erecebece'ga eis
sasero* para urna e oul>a cousa lrata-se
ciim o rpita, p. 13 de K. C. Augusto da Silva.
*#*###*
Maranhu e Pai.
"l Segu em poneos dias o pa-
^ tacho Josephina, lera a bor- aj
* do dois tercos de seu carre-
gamento : para o restante a-
3 trato-se com o consignatario
J J. t. da Fonseca Jumor, na *.
m ra rio V gario n, a3.
**
Para o Nio de Janeiro, sahe
com a maior hrevidade possivel, o
lindo e veler hiate brasiieiro l'ie-
ilaile, forrado e pregado de cobre,
tem bous commodos para passa-
geiros : para o resto da carga e
escravos a l'rete, tratase com o ca-
|iiiao, na naca do Commercio, ou
com os consignatarios Novaea &c
Companhia, na ra do Trapiche
n. 3.'|.
Para o Aracaly
Sahe com brevidadeo bem conhecido hia-
te Nuvo Ulinda para carga a tratar cum o
seu consignatarioJ. J. TassoJnior.
Para o Aracty
sabe com breiJde o hiate Anglica : a tra-
tar oa ra a Cadeia n. 49, segundo andar.
Para a lina Je S. Miguel o patacho por-
"M ""- Precia, a lugar um esor.vo, oues-
cava, pega->e bem, saben lo coz.miar : na
' ra da Somalia Velha o. 126, cutifronie ao
- Ped-se ao 8r. Carmeno que antee de Constando que o Sr. Bento
sua emnreza leurji a bondad" de !<-
Uvar t- abi-na O drama I). i>ser de Razan
fa/endoe part de Mi'llana a senhnra
Manoela, que apezar oe ser muilo joven e
u9o lera quinta paite da pralici que tem
nulr.1 adrizas, sem'pr-* ha de desempennar
melhor e cum oais sppiausns do publico in-
lelligente, sem que para issn grja precian
mandar distribuir floren n aolhct r pairoae
O butijf o finido >a onza,
A pessna que precisar de um criado para
casa que enlende de bulieiro, esiribeiro. ou
oulro qi,aiquar sarvico, procura na ra do
Livramentu u. 55. que ae dlra quem he.
- 0 abaixo as.igna pirito da p odocefo brasilea do primeiro
do j. |ho em di ule na >u> taberna, ni ra
das Claco Ponas n 71.
Jos Carnelro da Silva.
- Vai a mea por arreiidamenlo de traa
annos o siiio do Remedio, perienceme aos
or, Sos do filiadlo Coronel Joaquiui Joa l.uiz
deouz; quem quiver Nuear mlle.com-
' arerja as huras Jo eaiy o i orante o Sr. l)i.
juii de orphtloa, no da 28 do correle com
aaua fia >u>os.
- I'reci-a-se de omcaisoiro para escrip-
torio quo Anteada bastante de escripia, e
tenha bonita letra : paga-so bem; na tua do
C eso n.II.
Boa gsatiflcscSo.
Gralinca-sc com 50 000 rs. a quem appre-
hender um mul.que crilo, por nomo Mi-
guel, de idade de 15 a 16 auno-, fgido
desde sexle-teira 28 demaio prximo p.s-
sa lo, de gancuo ao pese .eo.serco oo cori o,
cor bem prela, b-ito iufenor groeen, con
marcas de cnicol-p las cost-s, veatllo de
cainis dealgo.19o Graneo com mang"-8 cur-
tas, caigas de algolSoSmlio l lialraS / oes;
he bastante ladino, lo n falla de cabello, n.
cabeoa por ter andado vendendo rucia*.
mandioca, mscaxeir. pela ra ; esle oiule-
qe quandulbe fallam, eaia aemprecomos
olhos inquietos, e fazeiido mvimentos com
oa dedos das aillos. Ple s la de forro, e que de outro nome, como ja
ti ou o gauclio do pesenco que liub. qu.u-
do fugio ae c*s*. Purtanto roga s- a lodaa
as autoridades policas., capit.los do campo,
o mais pe. ciaa de capluiar eale moleque, e mauda-lo
entregar a seu aennor, Jos Saporili, mo-
rador no principio da eatrada dosAffliCtos,
Faz->e bolo e cangica de miluo ver le,
de S Pedro, muilo. bem feto : ua cidaue de
Oliuda, al'az doAmpaio.
Precisase de uma ama, quesaiba bem
engouiiiiai e cuidar n'U'na cas< de puuca fa
milla, paga-sa bem, prefore-.e escr.va : na
ra da an lea de S. Amonio n 7.
Precis.-ao alugarurna preta, para ser-
virem urna casi de pouca f.nnli*: na ra
larga do Hozarlo n. 38, ae dir quem pre-
tende.
Peranle o juizo dos teilos da faz'nda,
na primoira au nencia deate,lem de .erar-
rrm-tados poex vincial, os liens seg-uiules : a c>aa te na
n "I, aita na ra I uperial, de venda, ava-
ha
JoMJda Coala Pinto; a e cn, cum idade de 40 annos. avahada por
3011,0 ni rs., por eiecuCjto contra Alrxanjre
Joaquim saiyrn cudii) lu.iamenleiro de
Francisco Jo- iuait-; uus movis o enaru-
los, por execufo c.ml a J3o Pereira de
Sa Vianna; a tanda anuual da casa deum
andar n. 28, sita ua ra da Dorias, av>liada
em 96,000 rs., por execu(lu, contra Jos Ro-
drigues do Passo ; a renda da casa terrea n
6, s auno em 81,000 rs., por cx>-cucSo, Contra os
nenenos de Laelaua alaria da Onic. iq.'oi :
quem quizer lanzar um diins bens, compa-
rec,a na .ala das audiencias no ui. indica o,
-- J.uci.l.nir i Jaflray relira-as para fra
'-II _
a
zer cauegarou hir de passagem dirija
quaulo an esaos cnisignatarios Thomaz de
Aiiuiiio Foo.eca & liluo na ra do Vigario o
19, primeiro a i lar,
aatg
Avisos diversos.
Acha-se fgida ha nito dias uma osera'
*ra com os signaos seguiules '. estatura re"
gulai, bem preta, magreirona, com o paito
'lieine. mos o no* uequanos, com a falta
da 4 denles na frente, levuu comaigo um
vest io cor do rosa, com li>traa largas e ja
becco do Campello.
Aluga-se um moleque para todoserti-
co : na roa da Gluria n. Is.
No da 19 io crrenle por esquecimen-
lo licou uma caixa com um violio em cima
de una paoa que < sl9o na boira maralraz da
casa de pisto da roa de S. Francisco ; a pea-
soa que achuu querendo restituir, leve na
ruadaaUraugeir.su. 18, em casa de Clau-
dio I) boui.
(Ilfereco-se para csixeiro de padarla,
Frnci.ic"o Biterra per ten le com-
prar uma parte do sitio Tacaru-
na, rogs-se io mesmo aenlior de
apparecer na ra do Queimado n.
ni. que slii adiar peosoa habili-
tada e com poderes para effectuar
este negocio.
Em diaa do ata do novem-
bro do- anno prximo passado ,
ilesencaminliou-se do trapiche do
algodao, um caixozinho com miu-
dezas, com a marca C I L, despa
chado para a Parahibi o que se
julga, que por engao emharcaasr
para alguna provincia vizinha ;
por isso roga-sc aoi aenhore
mestres de barco, ou barcaca, a-
undeeile tenha ido, de oreetiluir
na loja de miu lezas, na ra do
Queimadon. i5.
J Botica homrjopall.ic.
28 HUA A8 ChllZbS 28. *
* Dirigida por um pharmaetulico
a> afpnivado. *
^ Esteastaheleelmento possue todoa J
* oa mediesmontoa al agora expen- ^
* mentadoe, tanto na Europa emo no ^
f Braail.e preparados pelas machinas ^
da inveocSo do l)r Mure. *
f PRECOS.
a> das carttlrs kontopatUei*.
> Gmearleirae de 12 tubos graudes 12/ -m
** a t 9"' J
a> a 24 pequeos 15/ ^
* Tubos oscolhidos (cada um) 1/ ^
J Tintura s dme licamenloe em ^
I frascos de I|Soiic.a (cada um; ^
J Ha maia, alem deslas, oulras mullas ^
f caixas Com globuloso Unturas por #
*^ presos variaveis, conforme o tama- <
nho ea qualidade das "csixas, e a
qu.nlidade dos remedios e assuas
qua
oynamla*rOea, ele. _.,_
' AVIAO se GUATUITAMEiNTE
runo de AllinquoMiue
K nula casa de uis da typograptlia liui.io,
que aera b'in rrc}mpena.do. Adverte-se
que eala escrava lo u sido vista no bairro do
llecife e na cid de d- Olila.
a quem fur olTr ciilo uma bomba de
prata ou der noticia da mesina, da-se c neo
mil ris de graiiIcc,ao pela mesma : na ra
do Aragao u. 3. Na
violto.
Da na do Cabuga, loja n. 1 C
lie bordo do brigue Feliz Destino, ru-
gi ha das o escravo marinheiro, de no no
Joaquim de dacflo Mossainbique, de idade
triuta e lano annos, .Llura regular, ra-
lo comando, h.rna serrada, o qu I penen- eei-o andar, preese-ae ue urna (.essoa que
ce a Julo llod igues Car loso.do Rio Crai.de. se oncarreguo le fazer urna p .qu^na esira-
Rona-ae a sua auprei.encao.e olei ece-se K,a da pe lo desia cidade; quem esliver m alas
gral>0cac9o aqun, otroutrraiua da Cruz circumsianriase quize- se encarregar desle
n 3,a.enioiiodo Amurim & Irn.aos. "r.baiho. prucuredas 6 >s 9 huras du da
-- Constan lo ao abalxu, assignado, ren- que achara com quem trat-r.
deiro do engenho Peten* de Cima, silo na Aluna-so orna exc-llenie sala pira ho-
fregu-zi- e termo de Agua-Pr. ta, que Jos me* sulleiro por Uaixo da secreuua na po-
Catuido hamoa cum a-uhor do me.mo en- licia ; a Irat-r na ru. do Ltesju n. 10.
geubo. p.elende v. nder a parte que Dele Geurgo Paichetl val a Balita, de.xando
tem, e a- n lo o abano as.iguado credor do procurado baaUole ao br. r, i ward Colln,
mesmo Joa Camlidod.qu.mia oe* 310,180 -- Joflo Aiwaua Oltveira, deisa ue ven-
rs. principal e i iros venci lo. em um credno der beboaa espi'ituoaaa de roduccOo bra-
seu que extat e n poder do ab.ixo assigna- sileira, do primeiro de julno viiuouro em
do, e qtie cuja quanna deve ser l v-.ia em dame, na sua taberna ana ua ra da Lruz
cornadas mnl.a densa parte do anno j veu- n. 37. _
ci.in, edoa mala que lem de se vencer na Lotera de Mossa oenhora do
coi.!', mi lade da eacripiuradoarren lamen-, Horario,
lo. deade ja provine ao publico .para que
ijualqurr pea>ua que teme fax.r neg io
com es.a paite n8o so chame a igi or.ncia
pele que r nado. Jos Filippe .Santiago linio*.
O abolso ass gnadu, esc. ivao ar-iual da
mesa regeoora oa i uiao ladi de N. S do
I! ou Paito, autorlaado pela mesma, Convida
em nome oel a a lodos os irmSos. para com-
* para oSMObr s, ludas .areoeil-a que
J para ali mandar qu.lquer prufessor. ^
No paie ida llineira de S. Jos. I ja U
sobra io n 15, lava-so e engo -mi se..coui
asseioe perfeiclo, por p.eijo com modo.
I.ava-se e eugonima-se cun tola a
perf.octo e sseio, e poi pr-co commodo ,
dndose liajor a rouja que Se receber i
quem quiter, dinja-se a rus da ViracSu
n. 33 ...
O Sr. Joflo Antonio Anle-o, que ro p.-
deiro ou forneiro, da pada i* de Pone ano,
na la da Florentina n. 3, h-ja do vir pagar
o que deve, ha mus de 4 anuos: na ruad.
lio la n. 52, em quinto o no luer, vera o
aeu nome nosla fullia, poia o lempo he b.s-
-. W-sedeSO at 1:f0),000 de rs., a 2
por rento ao m-z, sobre penborea de ouro .
ou prala : quero pretender, dirija-ae a roa
larga do notario, luja de miuuezas n.26,
que se dir quem da.
Prects-se de dous homens portufuo-
es, para leilore* de dous eng> nnos. p rio
desta piac. : ua rus Direila u. 91, pnoieiro
Jos Slsrtins da Silva, subdito portu-
gus, vai (azor uma viagom fra da pru-
viucia.
Precisa-se .'e um rapaz portaguez, pa-
ra caixeiro, que euteuda do venda, e de fia-
dor a tai coudula : na praca da Uoa Vis
ta a. 7.
No don ingo, 20 do correle, perdeu-se
uma caita bastante" vulomosa, com o inde-
resso seguinto;-lilms Srs. Augosio e Ma-
ri, no deSa Albuquerque, Cuaiarapes Esa
cait. s pode interessar as pessoas s quem
he dii ignla, por sor d" pessoa de sua fa i i-
lia ; quem .cnoo queira entrega-la na ira-
vessa uoyueimaoo n. 3, ou no referi io eu-
geuhoCu.r.r.pes, que se ieci>imeuaar*.
No da 26 .io Crrenle se nev arrema-
lar em hasla publica .lo r. juix municipal
da segunda vara, uma casa da sobraoode
doua andares, i enhorada i or execu;So e
Delinque Koisler & Loap-nnia, contra Fran-
cisco Martina Ferien e aua muilic.
#*>*
% praca da Independencia n 10, cun-
m frunle a ra daa Cruzes ?
>*
i. Sr. Frsnc seo le Paula Andia le Mon-
te-N.gru, Um uu.a caria de Goiaone na li-
vraria u. 6 e8 a piafa oa in ie,.uiuio..eia
Ka ra de Vigario n 17 ,
precisa-se de ulliciaes de latoeiro e
lunileiro.
precisa se de orna amanara o servico
decompr.seengomn.ado, de uma ca de
nuas pessoas de familia : ua Puute Velna
-- Na praca da Inlepenlencla n. 6 e 8,
precisa-se lallar aos Srs. Man..el d. s Sant>*
Fumo de Jess, e Bola-mino Fi anead B.
de Mello, a negocio de ous inlor. s.es, e
como .e ignora suas moradias peue-se-IHi s
de a-d clararen).
O sr. F.ancisco Paes de Andrade, mora-
dor ua Varze., queren lo saber noticias do
seu escravo Alexfndro, quo esta fgido,
dinja-se pra>,a da Imiepeu lencia, liviana
n. 6 o8, que ae Ibe mostrara uma carta que
delle I rala.
-- Napolen Cabriel Bez, vil fazer urna
viagem aoCeai, asala polo Aracaly, dei
xanl.ispa i-rocurarflo bstanles sus .enhu-
ra, l>. M.ria Bez
Alberto Legarle, chegados s poucoS
dias ta Frailea, pela barca Pernaii.buco,
tem estaboleeido.u. mema de serralheiro
ranea do thesoureiro de correr a e fo.roiro, nara.da soiiuadeo. n,n. qual
, 1- 01 __- estSo iiroruuiu* a niiCumbir-se de cru.lquer
lotera 00 da a3 do correte, como X, qUe soja tendente .0 a.u offlc.u, un..
deseiava, em consequencia de se para carros como para casas.cumo sejao.
,,, iH1(.,lial,i In 11 ri^t.iiliiHhilhp-1"""'""*- oorrimOeS, croas, marquzss,
nao ter cxuaiudo o ralo uo mine- Cill,ir les
Grande novidade I Preeisa-se deum portutuer, qeeen-
"aloja de miuderas da ru. laigi do fio- tn.1a de planU-6>a de hmt.lice, queira
zario n, 38. Junio h.tic. do Sr. B-rtho o- omeregar-se inslo: ata lar na ra das ta-
meu, vendo-seara pesco, e cinto de8e- "ng'lraa-tolira lodedousaodares n. 5. po-
ahora. nnvisslmaa filas dewludo do padres '" """' al as bor.s, ed.s J d. tarde
eaquizitos. e ain a n3u vistos nesla prov n- por "*?
cia.com muito bonitas Ar-lat, pelo preC 7 Pecisa-se alogsr um ama, forra 00
do um mil rn, e duas patacas I 1 Nin- cativ> P os-rvico de uma casa eslr.n-
guemdeixara agora de aa comprar : nBo r 8"',, ,'"'"-;e b,e<" : ni rua d t-oncordla
pe,. 1 id.culo ir.co'pnrquesevendem como n. 8, renn.eflo f'ancfZJ.
eugeoheiro M. de Barros
co pnrq
porlerem ellas a vi-lude mgica depermit-
l r um senhora transitar a noite livre dos
.uslos 111
Madama Routior, mnrliata franceza
rua Nova n. i,
'Visean publico, e lalicularmonlo asnas
Brrelo,
formado na rtrola central das artes e ma-
nufacturas de Paria, incumbe-so do dar o
rieeo e dirigir a ronstruceflo oe qualquer
usado, o um p-nno fino pret 1: quem a ap-
prehen ler dir.ja-se a casa do Sr. Jos Ha- r,fin,^0 ou outro q,|que. ,sub.leci.nen:
1 UnlAo, se- l0( unV,,,ocolje20 annos, oqu.l d fi.dor a
sua Conduca : a tratar na rua Direila 11, 69.
U Sr. Oyriilo Alartins d*
Costa queira apparecer aa rua da
Crut n. 60.
Constano-me que se quer vender
niesia se vende iim preta Izabel, escrava de Miguel Juequim da
1 Costa. fac,o ver ao publico que esta escrava
- lia-se dinheiro a premio era pequeas nao pode ser vendida aero o noucoubenii-
porQO-a sobre ponhores de ouro 00 prata: me..lo cuaoo p.ocuiador do sennord.11.es-
coa escrava.omingua Alvos da Coala.
11 Sr. Cassiano Alberto Pimenla v na
roa do i.ivran.en o n. 10, resgalar u seu pe-
nhor ha inutlu vencido
Na rus du alerru da Boa-Vista o. 6, ler-
INao tendo se realisado a espe-
cules, fu as retas pira senlioia e meninas,
uit s de polia para lio 1 em, liados veos
para i.oia.s. Ira- jai e iranc/a de seda prel.
o de cures, enajena de padia fina, ditos re-
tuud.ispara meninos de 1 8 auno', nian-
gullosdu ultimo gOat.i. Na meama loja fa-
ie u-ao vestidos oe i-asaun tilo, de ba,lisa-
dos, loucas de n-eniuus e de seuhoraa, ca-
l-oiililios e a.anteleies do lodas a. quali ia-
s, com perf ieSo e p eco 10 "modo; re-
ceiieoi-s lodos o* mezea Qiiuiinos moder*
nos, que empre-lam aosseua fieguezes.
-Nudta 19 docorrent'perdeu-Se uma car
la eudeieeada a FranC SCO de Ignacio Aiai.y-
ile, assiui como uro r- cibu do l'e 00 Tn nu-
roCameiro de Alhuquerque a Iguaclu Jos
Sil a. o uma caria de Ilion.1 Sume. Carneiru
de All)ui|uer.|ne a Julio Francisco de Alahi
de. ijuo n dita. cart>s liuuver adiado as 10-
lei eiitreg- r no curroio, e o recio a Igna-
cio Jos da Silva, rua do Crespo 11. que se-
ra recompensado.
Tinturara.
0 tiotureiro do .ierro da Boa-Viala mu-
Lu seu estabelerim-nio pa>a a rua Velha
10 mesmo bairru n. 72, onde tinge de lodas
as quahdades por preco curau.o 'o
-- Per.leo se nina lotea de 135,000 ris
cada a f-vur de Ji.Su Uatt'ns de B.rroa e
acceit. pelo Sr. Jos Joaqun) Poroira de
Helio, coi 27 de maio pruximo pas-ado a G
mezea: roxa-.a a quem a t.ver .citado e
queiia fazer ubseq .io de ent'ega-U. o fa-
ca na rua do Vi^.ro n. 33, pihueiio andar
,i.ns i|i. o .re -iianio ja se cha prevenido.
-- O Sr. Jos Correa de M.-n lonco, teip
uma caita na livraria da praca da Indepen-
dencia, n. 6 e 8.
-Os M-nitores quetedigna-
ram subscrever em favor da casa
de Asylo da Infanc a deavaiida de
Lisboa, queiram dirigir-se a rua
do Trapiche n. 4n, segundo andar,
paru cxauin mios, chegoda do Kio de Janeiro,
no vapor 8. Salvador.
Attencao.
O abaixo assignado, leudo contratado a
compra deum ilio, comolllm. e Rvm. Sr. qu.lquer caus>,ainda mc-uio piiucn la la.fa
paire M.nutl Fio'e.icio de Albuqueruue.uo *' tuda e qualquer cobr.nc. Lulo judicial,
lugar denomiiiadoMonteiro.econio nao de- como amigavelmenle noslugaresseguiiiies :
sejandu quoappareca euipei-ilho algum, por laommarca do Cabo, Termo de Sentihae,
isso aniiuocia no pr.so deat. d-t. a 8 uias. cid.de do Rio 1'i.ru.oso e snus subuibios, e
Antonio Camillo oa Costa. (ondomais so uffeoce-, serviudo as parles
Estando um moleque do abaizo assip- ae oinmtssBo:.. pessuas q..e precisarem dt-
mo ao publico para, toilos os
Smiateres de ua proflsso :
pode ser procurado a qual-
# quer hoi* <' ni sua easa, ua
rua larga dotto^iti'lo, n. 36,
si'h'mido a ml.ir.
^(*
AOS senhores de eigenho
O redactor do Alroauak da pruvuicia, de-
sojando, mencionar no meamo Almauak, o
nome dus propietarios ereud-lros dusen
gentos, rog. sus meamos seuhorrs se dig-
nem mandar sua luja oe livroa na prac
d. Independencia ns. 8 e 8 os aeua noqios, o
nome doengenno, a freituezia, villa e co-
marca a que a.lencer; e ae fr rendeiro, o
seu nome e do proprietaiiu.
U coutelisla Salustiano de
Aquino Perreira, avisa ao respei
tavel public, que na praca da In-
dependencia n. i3 e t5, loja de
cale-ido do Arantes, e na tua da
(aadria do Medie n. 46, luja de
miudezas de Jos Fortunato dos
S-.ntos l'orio, foram vendidos os
premio-i seguint.s da 3t lotera a
lii'tn litio do AJnnte ro, a saber i
bilhele inteiro !\r> emqtiilos 5534, >o;ooo ooo; bi-
lhele inteiro 3oK7 100,000 ;
un ios 481,100,000 ; 8/|4,100,000 ;
3153, 100,000; 4a9'< ioojOOO ;
107>. aoo,ooo ; quintos 47?6;
1:000,000 ; 47"3, 4"0,000 3i2i,
100,000; 46o, 100,000; vigesi
nios 1730,200,000; '26, 100,
e sao pogos encootinente as lojas
cima mencionadas os premios.
Aviso ao commercio.
Uma pessoa com suffieicnto ortica do fo-
ro i-orit ma a fazer cmiiliaeoes, iniuiricooa
ele l.-.-l -iiiiiii.is, j.isiilic-.. o s e cuidar om
elilica o anuuncio para todo as pessuas que so .ngitarero locumut-los ue
parecerrm no consistorio da meama irman- |hn nnaainrrimirrir qualuuer unra serio servuas com exactt
d.ie, ooui.ar do co reme p i.ah.r.sda o mez de jultio, que espera marcar q^ 4 e(D deail,r,
Dianns., allm de se ir Ur de nsooto de impreterivelmente; por laso, roga .. oiab.txu ..signados deixam deven-
ur dadcaajuiaodeumamesagoral. r 1 J 6|ejra, na Sua taberna, sil n. iu. das Cm
Manoei joaquim oe sa.t Rom. de concorrer a comprar o reato Cll pouUill. u, dos le odia i.'de Juihodo
A ma esta por alugar o pria eiroan- M hilhetes que ealo a venda nos 1852. Joau Pedro da Rocba Pircira &
dar do Sob'ado da rua du Apollo n. 16: Ira- j. I'.luo.
a.MD.ru.UirIUn.S. luga-es do cosame. ., altenraol
Pass.puries Calano Tav.raa (.urrea da Silva, cida-1 Aliencao i
Tiraro-se paasaiorlea para dentro e fra dio braaileiro, relira-se para a lilis ueS.I Avisa-seao lente e os estodsntea do5
do im.aiio, beapaon.m-aa eacravos, eor- Miguel. (anno de unnda que existo u '""
lem-ae lo ha. e lia'm-senlulos de lesidee- U. rapaa brasiieiro de boa conduela, nu-nerodo coi.pendios de pr-lica .ie Me l-
ela: paia esl'e flu irocura-w na rua do a daa provincias du Norte, seollerece para F,eire o.n porlugiez. ( poia esle be que M
Q..eioa o n. &, |. ja de miudezas do Sr. oaiX'iro de rua, duque lem mult. pr.lica, apurovado pela congregaclo,) na luja .18"
Joaquim Monten o da' Croa. I ou a a qualquer ouira arrumaco, oe.e- funileire :na rua da Aurora u. 61, queras
"'- quiua para o Altor, o.
|aOS dentes.
J. A. S. Jane, o bem connocido dentista
KZZW!^^^ uroTv;0V.^r;i'.nVo;pVg;:?^ in- ..,,.. ...nno.pude.er procurado
a vonu4Va'Aar o. cobr^ ^ dee.do = querojatjver o,.a "^ "."* ttS ll^Z'^ fS."!.^
- O abaixo aaaignado ueixa da vender es- ci.a, snaueeie per este Ulano para aer pro-
pinto de produccSo brasileira do primoio curado. '.,.,, j ,.a
Je juiho em ni.nte na aua laberoa, no raa! -*- Aatasue Maxiatiano da Coala
Jas Cinco foDtas n. M. dirijaae a eala typogrepbia, i negocio ue
ataooel do Mago Uma. | seu inwresse.
Aviso a r.p-siada do bom goalo. | oeado Ua tor: quem de aeu pre.timu ae qui-
N. c.sa dojogoda bola no caes do Hamos, zar ul linar, anuuncio para aar pruour.do.
ha.ar, domingo, aa notas da manhla.su- Pieciaa-ae de usa oa-Xeiro, q..e tenha
pnior rodou vacca co*U)doaeeioarooia pratica eaeja hbil, pa.a tojuar coila oe
andar, para todos misteres de aua arle, olo
l em sua cas.,como fora delta.
O Sr. Joo Luir. Viaona, queira dirigir-
nado, no da 20 do crrenle, das 3 paia as 4
miras da tarde, na ru. da Cacimba, r.-c--
beudo varios ubjectos na venda do portu-
nuez Manonl Jos iloOliv-i-a, forlarain-lhe
de um Cassua as seguimos pecas : 3 palitos
de bnm do vanas qualidaue, 1 cien ue
casimir., I jaquela de bnm, I culleie de
fuslao, Sene,.* .ir bii.u para menino; lo-
d.s estas pegas alada nao -ervldaa, e amar-
radas en um lenco enfiainado; qu-'ni l.v-r
noticia de um l.l fui tu ou de seu autor,
queira uarliripar na rua do Queimado n. II,
que lera uma recompensa deManuel Jos
Machado.
Joaquim Duarte Pinlo e Silva, rnga As
pessoas luveduias a entnela firma de Silva,
Aiuurun & C, na rua larga uo Huia-io n. 9,
qu-ir.m vira.tisfazer aeus dbitos no prazo
de 15 das, poique pr.-ci.an.lo liquidar os
ejjooos 'aqueila sociedad', que lem a
seuc-igo, muilo Ine custara recorrer a ou-
lro. meto. e lambem previne aos meamos
para aua pa^.rom aoex-socio Msnoel Amo-
nio d. Silva Ainorim, sob pena de nuvau.en-
te o fazerem au auiiunci.n.e, dono do dito
esiabelecimonlo, vistu ler ido despedido
io .ocio o ti i lo Amoritn, e nada ler maia
cum a referida venda desde o dia 30 de
abril de 1852.
-- Ptect.-a-se de um caixeiro brasiieiro ,
Je 13 a 14 anuos : na ruado Itozaiioda Boa
ViaU it. 53.
Precisase alugar uma preta, que sai-
ba bem coztili.r, e que tenha boa conduc-
ta : a quem o nvier aluga-la, dmja-se a
rua do Vigario n. 3.
Allenc;,.i). j
Engomma-so com tota a perfeicito e as-
elo : ua rua da > h e>. n. 33.
-- Precisa-ae alugai urna ama, forra, ou
o.-crav-, prefehitdoe escrava que Saib
lavar, oi.gomn.ir e comprar, para o servido
de louca familia, n'oui sitio porto desla
prrrja : ua rua da Ciux n. 47.
a^aw ^m W T*fiWi"W ro !^lv 1'aW^awPeW'JljW W.'JaavW **
ej ii I), tira., u.ed.co, mudou u aeo a}
esc. l| toriu p.ra a rua du Crespo u. 8, |B
piiiiiei.ii au lar, aunde p lo aer pru- jB
cunulu a qualquer hura du dia
mrnmwmmmmunt'iiKm
Preeisa-se d-a urna ama, nara nservico
de uma cata de ronca familia : no aterro
da lina Vi-la n. 15, se Jira q.i-m precisa.
U purtuguea que pure.te Diario, se of-
ferecau pa.a leilur de engenho : di ija-aea
r, a Nova, sobrado n. 53, quo achara com
quem tr-lar.
u al.ano assignado postuidor delOa-
rolices da co.iipai.bia de Uebiribe. de oa.
3791 a 3.100, faz publico que lendu-se d sen-
c.miiiludo s dilas apolicea dos-u vuder.
olio oco a pe>sua que as adiar graullcar ge-
no.os.mente, levando na botica da rua da
:abuga n. II. ou no -scinioriu da compa-
iima.-JoUt Mo-eira Marques.
-Jos DiasdaSiiv. declara aos seus deve
do. o- que ae .cna iea abelecidu 110 seu co-
nin cu 1,1. rehabilita 10 110a termos da coico -
data quo loe lu concedida peloa s res par continuar uo giro de seu comercio,
eque osieu- .lev* tor.s devem apre;ar-ae
em pagar aoua d bilus, uara de.e.iipenhar
as suas uur igacO'., e oto emeorrer na pena
que a leilutiuiua; aus que sflo uniiooa ou.
cobrar aeus crditos aera toreado a usar dus
muios l'g es; onaulo cunvi la aos seus de
redoras, rara quo le poupero esle disgoslO,
e veuhgo pron.pamente nagar aeus dbitos.
-- Maueel Pereua Uagalhiea, solioilador
dOS audnonos desla ei.iade, participa aoa
seus cunsliluiiites, e a quem mais conviar,
ue mudou sua residencia para o atierro ua
ui-Viata n *, segundo e larceiro andar,
dirijam-so na rua du t...ilo_io .obrado n. 16,
t. andar que acnarSo rom quem tratar.
-- Urna pessoa quo tem bast.iito pratica
da escrtpturaflu co r.niprcial.so ufferece a
Noacoogus tas Cinco Pontea, 00 la-
gar (Ja 1'elaiiqa de arrobacAo, eg'ale parte
oe uma cadeia de relog'o que fui echada :
quem sejulg.r com rjireilo a ella, dirja-
se alli. qu achara com quem trat*r, dando
ns signaos canoa e cagando as deapezss fai-
tes Ihe sera entregue. -
O abaixo asaignado, subdito porta-
guez, retira-se para fra du imperio, e jul-
ga ii-da oever nesla provincia, pnrm se
alnuem ae julgar aeu credo', queira apre-
s-niar suas conlaa no pa/.o de oito dias,
cotila.los da dala oeste: na rua daaCM-1-
Puntas n. 87. R.o fe, I dejuobo de 1881.
Pranci.cn de Pezond-IH- go
0 Sr. Davi I, maqunista inglez, que
esteva ha um nu doua annos empregado no
vapor do eng'iiho Varzea do Suuza, junto
ao Paco de Camaiagihe, ha rogado a appa-
iec-1 na rua da Cruz n, 84 no caso de se
querer contratar para o meamo engenho, e
..ni.os maia do o esmo maqumismo Junto
aHaoei; advorle-ae mala que existe para
so lho eut'Pgar alguma roupa, vloda do
mesmo Ce.narsgibe
11l.a de S. Miguel
0< Senhores paassgeiros para a ilha de S.
Miguel, nu .atarho portuxuez nestluo, que
a inda 1.5 1 sati-ll/.eram suas pa-sag-na, que|.
r-m dirigir-se A rua do Vigario n. 19, prU
iiioi'o andar, al aegunda foira 28 do COI
rouie. o maia lardar; aQm deaerem coa
tem lalns como t-ea.
sejaja.
Compras.
Compra rn-ae t os escravos creouloa ou
creoulas, mualos 00 mualas, da 14 at JT
annos, quo aaj: m bonitas Aguraa; na rua
da Cruz o. 57, segundo audar.
Compran.-se escravos de
unbos os sexos, paga-ge bem, tea-
do boas figuras.- na rua das La-
rangeirss n. i4v segundo andar.
ti coronel Joaquim Francisco de Cbabl,
oomnra om cabrinha, ou cnoulinho de 10
al.13 1 n 11 ns o idade, que n.ln tenha vioioa,
ou defeitos, n que sirva para pagem.
O ab.ixo assignado compra duas ceou-
las. ou par.las, p onda las on buaa ligur-a;
na rua da Cruz 11.40 Manuel AlveaGut rra,
No engenho Nuvo do Cabo, compr .-te
agoar lente e pasa-ae a 400 ra acanadi.
MA rua daSenzalla Velha, defron'j de
Sr. Mo le ni oiutor.compra-ae lodaa aa cua-
lidades de ferrua velhus e metaos de todas
as quahdades asslm como oureloa ".* pannos
linos,ciseiui res e toda, aa quahdades de auu*
laruhosque servirem para fazer papel 1 as-
aini co.. o Cabos velbos, lonas ele.
- Cou.p a-sa una escrav, que aaiba en-
xommar, Uvar e coiiohar, tudu cual perlet-
(fio : no rua da duz o. 83.
Conpra-se um corido de ouro de le,
com aooiuv-a, em bom estado, osemfei-
lio : na rua da Cadeia, loja u. 5.
. A lien can.
Cnmpraru-se obraa oe ouro e prata: na
rna Nova, venda u. 50, se dir quem com-
pra.
Vendas.
LIVP.O DE SURTES.
Na I v.ana 11 6 e 8, vendo-so n excellSU-
lo livaru'I soit'*. qtiolem por litU'O
A MuM fiklhl,
IIE.STI.\US IllllUOi
Ueacoberta as escavaces de
Pompea.
Novamente imaresao, pelo diminuto pro-
co de mil r's de lo loa oa hvros c.mhecl-
dos he este aero duvida o mais oro .no para
o entretiroonto da noite de S. Pedro, por
mais .livrrlit.ee d-
faier qualquer escripluracflu con lodo con,er 700 aorles as
.ceio.boa leir. eiorrecomuiio coi.no- que tas ao assu^pto.e cuja veraeid.de toraa-
du : quem pretoudor fara o favor dirigir-se ** quasiinrallivel.
a rua do Queimado, loja o. II, onde se dir
quem he.
Engomma-se com pe'feicSo roupa de
senhora e de homem, muilo em cunta :
quem precisar, dnija-se a rua da Concor-
dia; ua primoira casa do lado do nasceole.
Madama H0-.1 llardy, modista bra-
sileira : rua Nova n. 34
se 4 prata da Independencia n. 6 e 8, ao qua' oude pode ser procurado at aa 9 Horas do
sabe. (dia.
Lotera do Kio de Janeiro.
aos 10.000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
In/lependcncia n. 4 vendem-se
billietes inteiros, meios, quarUas,
oitavos e vigsimos a beneficio do
hospital de si. Pedro de Alcntara
avisa ao publico, e particularmente a seus j P\ARAm Ae (l, vas
roguezes que acaba de icceber de Pa i*, um Ua c,aaae e to' / .
rico snrnmenio de chapeos Je seda para ae-l K .pe Motilo l.ordeiro.
nhoras o meninas de idade de 9 a 14 annus,' Vende-ae o mut acreditado rap prlneeza
cnaiieuslm os de sda para cianeas de abas de JnSo Paulo Cor la-gas. um soriiniento comilelu uecnapos do Recite, luja de Com-a Leal n. 38.
de palha da Ilha .berlos e f. ciados para ATTEvClO.
s nliora, n enin.se meninos, lic.n ei.f-n.-s Vndese para o fiio um capote de panno
de caliega para bailes e theairo, um rom- fino asol forrado de veludo de seda, de ul-
pieio sortiu ento de f>zendas de moda do limo ansio, e muito r c.i; no hotel Franois-
molh r analo uara senhor.s, na mrsina casa c > n. 9, na rua do Trapiche, e lambem -a
faz-so vestidos de Casa .lenlos, do haulisadn, ir. s hvros uraii les em brauco para vender
tocas p..r urer;o coimnodo; empresta lis 1111 no mesmo lugar.
nos aos fregueres, ricos alrteos inini os Vende-se uma preta de 20 annos com
oe ouro de le que se veodem pelo cualo, u- uma (Ilha .'e 8 meaos de idado, boa engom-
bra do ultimo gusto. malei.a, co-iurotr., veste e penteia uma
-- Precisa-ande ero moleque para servido zeuhora atoo prsenle lem sido reoolhi-
de casa de familia e qu venus na rua : an- da 1 11. rua do Collegio n. 31, primeiro ana
nut.ee, ou dinja-se a rua do Hospicio casa dar, se dir quem vomie.
". 17, 1 .. vende-se um preto. ceoulo, de trinla
-- A pessoa que se quizer encarregar de e tantos anuos do idade, muilo proprio para
aterrar um pequeo .lavato 00 becco das trabalhar en aitiu pur estar e laso aeoelo-
Uarroiras da Boa-Vista, dinja-se ao arma- ma.lu, e celo diminuto proco do 300,000 rs.,
zem d rua Nova n.67. nSo lem vicios nem acnaques ; a tratar no
- Alosa-s uma grande casa e sitio, com Hospicio, sitio da.aeunora Viuva Cunha.
todas .scon.mo.td.daa, t-n o ro.,sar-. Vndese um mea reJon-
voredos de fruio, llores e r.o no funoo, na' ,,
poviiacu iio Moni 1.o : a tratar coro J0A0 da de Jacaranda com lampo de
Jos de ..arvalhoMur.es, na rua da Cadeia bonita nedra branca : n rua da
do fl-cife
piecisa-se alagar uro moleque, para fa-
zer o sei vi(0 do una casa de pouca familia i
na Cruz, armazem n 48.
No hotel 01' n tense, precisa-so da um UagoMa n. 8: a tratar na mesma.
hum eozinnelro, nlusoolha a prei,o, Cuxi-| ,u* u Cadeia do Hecife, loja n.5,
tillando nem e varia Iu. i ven I0--0 tremola de linho, prop ia para ba-
O-se una e.cava a fuero comprar ba.lns, de todas as larguras e por piejos
duas : a tratar com Mninel Guuvalv a Mu- commolos.
ni/., no anuazeiu do Kultuo, na rua da Con-
C015J0.
Purtaram um relogio deouro, suisso,
sem aer conertn, com nio.-t a lur de esmalte,
o tendo o- caixa do dentro o nume de Men-
taiidon frres Chaux-de fonda e o numero
2339. 0 mesmo rrlugio e-Uva preso a um
ir.nc nin de cabollu com vassador de ou o.
Craiilica-se generosauirute a qnem o entre-
gar na venda da rua do Collegio n 25, e pa-
ga-e o prerjo do pennor, se porveutura al-
gnem o I i ver empeniia lo, 11S0 imporiando
saber quem foi o ladrflo.
.vti.iuao.
Hanoal Sabel Cavalcante, morador na ri-
lieira do Apud, ueva a uma pessoa, mora-
lora nesla prac,a, a qu.ntia de o.lenlos e
sosenla e qualro mil rea, vencida dita lat-
ir a mais do quaiO'Z a moa, que Cum os
juros de dous pur coito ao mez aoda dita
i vida em tras Conloa solacemos e lanlug
mil lia, avade abonador desla mesma di-
vida o ra jor Manuel remandes Piaaenta,
morador na meama rlbeira So Apudi; e
cotisia-nos que ambos esto ero bom ea.ado
1- fortuna. O orador deela divida so pro-
pfl.- a uegicia-la com qualquer peesoa que
eat'ja no estado ae fazer eaea cobranca, e
f-a 10.1o e qualquer negocio: quem pre-
ten ler, dinje-sat rae ao Vigario n. 9*, se-
gundo andar, queacuar coa quem tratar.
Cruz do Recife a. 34.
. Veii.le-se a armavlo Ja fabrica de cha-
rutos, que servo cara quaquor negocio, oa
Uleo de linhica superior.
Chegou recenlemeute urna por-
cio de bulij de superior quali lade vemle-se
por pr. 90 c .ramojo : na rua do
Trapicha Novo n. 16.
- Ven te.-se uma n'g'a de 30annos, re
bonita fUisra e muito robusta eaadla, sabe
c isiilnr, la'ar roupa de Sabio e Va rolla ;
um pardo bom senador e de boa conduela ;
um moleque do 15 aun..a muilo hon.to,a"o-
pno para p gem e dx>US negros tr-balha-
dores de eucnada : na rua larga du Rosario
0.99
Vende-se uro mulal i nho de bonita fi-
nura, de idade ue 10 a 14 nnos, muilo pro-
prio para pagem, ou para aprender qualquer
oflicli: nu aterro da Boa-Vista, loja du fa-
aeud.a n. 10.
Vendem-se as colleccoes dos Diarios
de Pernaaabuco encadernadas de novo; dos
annos de tfl48, 49, SO, 51; na rua larga do
Kozarlo n, 99, segundo andar.
Vendem-se doua alambiques de Darose-
gine, os quses destilan uma pipa da agoar-
dente em 94 horas; a peaaoa que oa vende
ooriga-se a manda-Ios assentar e fazo-Ios
trabalhar: quem quizer procuren Claudio
Uubeux, ua rua das Laraugelras u. 18.
\wmm


m
X '*

Novo e variado sortimento de brins
de coreade liaho puro.
N ro do Crejpo loja da esquini que vol-
ta para a Cadeia.vemlem-ae corle de bnm
de listras e qiiad os do puro linho a de boni-
tos padrOes a 1,800, 9.1(0 rs., dito'pardo a
1,380, e 9,000r., riscado de linho de lialra
790 rs. o corte, algodlo mesolado de Ul-
tras bero encorpadoproprio* paraesoravoia
990 ra. o coido, cortes de camb ai de co-
res (lita a 9,500 r .lencoade cambraia de li-
nho para m.to a 400, 500, 600 rs., melas pa-
ra meninas de ludo os timanho, e outras
muitas fazendas por preco commodo.
Vendem-se amarras de ferro: n 'na da
Senzslfa Nota n. 49
Vendem-se lonas, brinzo, brins, e
meias lonas da Rusta ; no ar.nazem de N.
O. Bieber dr-Compenhia, na ru da Cruz
n..
Algodao para roupa de cscravos.
Vende-se algodlo muilo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
loque de arara, a 140 rs. a jarda; dito
limpoa 180 rs.: na ra do Crespn. 5.
Com pequeo toque de mofo,
Chitas escuras de cores usas e bonitos
padrdes-a 160 rs. o curado e a peca a 5,500
rs., cortes de cambraia desalpicos brancos,
a de cores a 4,500 e 4,800 rs. na ra do
Crespo loja da esquina que Tira para a 0.a-
dea.
3,000.
Vendem-se cortaa de brios traoeados es-
curo de puro linho a 9,000 r., dito de pele
do diabo a 900 ou 940 rs. o covado, cortes
de cambraia desalpicos de cores e brancos
com seto viras 4,500 [. o corle, e 790 rs.
a vara : na ra do Crrgpo, loja n. 6.
--Vende-se um terreno com 107 palmos
de frente, e 90 de fundo, sito em For de
Veodem-e as msis excel-
lentes batatas ioglezas, desembar-
cadas hoje, a i.ooo rs. a arroba :
na travesta da Madre de Dos n.
7, armaiem do Compeli.
Pastilhas de Soulli
Vegetan contra as lom-
brigas
Apnrorad! pela junta central de hjgiene
publica e preparada! por J. M. Soullle, jihar-
inacrutlco. ineinbro Ulular da academia Impe-
rial de medicina c da ocied.de de phanuacia
do Eio de Janeiro.
O nico deposito verdadeiro drstis pastilhas
be eatabrlecldo pela luraino autor na botica
d Sr. Jo. da Rocha Paranlioa, ra Direitt o.
88. ein Pernambuco.
Denle muilo lampo a arte medica eslava
proctua de un medicamento que folie facil-
meole admloiatrado a crlancaa aujeltat a ino-
leatlaa Tcrmiooaaa, moleallaa lerriven que con-
duiem todoa oa dlat ao tmulo uiu (rende nu-
mrr.i drllaa.
O goalo e clieiro doa anthelmlDIicoa emprrga-
dos ate boje eram ouiroa tamos obauculoa a
sua admloialracao ; por isso cremoa ter presta-
do um grande aervico humaoldade, e princi-
palmente aoa pala de familia, aiiounclaudo-lhcs
um vermfugo, debaixo da forma de paslilhai,
seca cheiro e aein aabor, que poaaue a accao a
mal euergica como anthelmlulico vermieldo
cootra a> lotubrigei iniestinas. ( Lombrigai,
oxyuras, la., ele. )
A comp.iaicao das pastilhaa he puramente ve.
sjrct-1. Quando em 1145 fitemos a tal preparT-
5ao, eillvrtuoi uto cello da aua aeco vertnicl-
aqoe nao htailmoa um instante em experi-
mrnta-la em nossos proprloa filhoa antea de a
fater coohecer i o etielto foi espantoso, e logo
que oa lllualrea profeaaorea do Rio de Janeiro
e daa mala provincias do imperio a conbeceratn,
nao duvidarain emprega-la em todaa aa inoles-
tlaa verminosas.
O cuello del las pislilhai he lio certoque nao
pode haver a menor duvlda aobre a aua efflc-
cla, eouio cooata da opinin da tnuiloa lllua-
lrea uedlcoa que aballo ira nscrc vemos. Com-
ludo, como aa crlancaa esto aujeltaa a outras
molestia, cujoa fywplun aa so quaal os mfi-
moadaa molestias verminosas, aconselbamos,
no caaoa gravea, de consultar un hornea) da
arte antea de administrar aa ditas paatilhaa; nao
que ella posaatii produzlr algum mo elleilo,
porque na aua coraposlco nada entra de no-
civo ; mas porque pensamos nos que naquellea
caaoa gravea nao deve admiuiatrar-ae lemedlo
algumetuquanloa molestia nobepcrfeilatnen-
te diagnosticada.
A dsc daa pastilhaa be a seguate :
JJuas a aeia pa.tilhas em Jejum, para aa crl-
ancaa de a a6aonoa, augmentando a dse gra-
dudiucnie segundo a tdade De dez a duze pas-
tllbaa para o Julios, equlnze a vlnte para as
pr.suai de 31 annos para cima.
Repete-ae a .....um dsc irea dlaa a fia, e no
quarto da pode-ae dar uin purgante de oleo de
ricino.
-V. Pode-ae augmentar a die das pasti-
lhaa aem receio de produtir irriac.io alguina
uaa viaadlgesiivaa ; eae algumas vetea na ba
lombrlgat espniaaa, podc-se estar certo que to-
do equalquer ayiiintouia de molestia vermino-
sa teiu deaapparecldo. ,
Obunacei
De alguna dos illustrrs prnfessores que dia-
riamente receilam ai pastilhas vegetaei para
Ioioorigaa.
Tendo dado as pastilhas vegetaes a meus fi-
lhoa eoulrascrnicas de diflerentea idades, te-
nhu-as achadu seiupra eflicaiei para tal fim. e
julgo ser a inelnor prrparacao que tenho uaado
neala cldade no eapaco de doie annos de ml-
nha clnica. Assignado, Dr. Pereira da Coila.
Poaau aaiegunr que i idas as vetea que (enlio
emprrgado como vermfugo as pastilhas trge-
laea, hei obtido sempre mu resultan., mullo sa-
tisfactorio. Estaa pa.tllhas teein sido por mim
algumas vexea administradas em dse bastan-
te elevada, e aa vias gstricas ae tcem conser-
vado aempre i dille: entes a esae empregu,As-
signado, Dr. jtnUnin ata Coila.
Taco uaudaa pastilhas vegetaes na minha cl-
nica ba niais de quairo aunos, tendo aempre
obtido Mis resultado noa doeutes a quein Ic-
nboapplicado, que mullo dilllr.il seria entliue-
re-loa bojej acciescendo que estas pastilhas,
alfin de nao apresenlarem os iueonvenienlea
doaoutroa autlieiraimicos, sao de um goalo lo
agradavrl hu as enancas inulto as apreciain.
Assignado, r. Jote Pauta da Hola Oalhardo
do tom-Succeuo (da villa de Ubatuba. )
Alteatoque teoho applicado as pastilhas ve-
getaes, e Jil las tenho observado feliz ealio cin
crlancaa aflectidiide vermes.Assignado, i.
Franciico de Paula Candido.
I enbo empregado por varia! veaei as moles-
tia! verminosas ai pastilhas vegetaes, soja nal
crin cas, srja noa adultos, e aempre cora vanla-
joaoi resultados. P.isao dizer que na inlnba opi-
uiao cata preparacao pharmaceutlca tem dolado
de mala um rera.dio precioso a therapeutlca,
uulndo a uiua facilldadeexlieuia de administra-
lo ctenos prnuiptus, cerloa e constantes.As-
signado, Ur. Anlumo Joaand.
Tenho era imuba clnica aconaelbado por
imuieniai vetes ai pastilhaa vegetaes. e o aeu
etaprego lem aldo curoado de auccessos ; en-
feudo porUntu que nao ellas uraaullieluiintico
eicelleule, nao a pelo promptoe quaai segu-
ro elleilo. como porque ae pode dolas laucar
imio em qualquer id, de aem recrio de irri la-
cees das vas gstricas.Assignado, r. Anto-
nio lioncaltet di A mujo LeMo.
Teubo frequenierueote empregado a indivi-
duos de amboa oaaexoa as pastilhaa vegelaea, e
ramenle com feliz resultado. O coaceilo que
tirmo be favoravel, e julgo aua appllcacao
apropriada as criaocas, s quaca ellas nao prc-
judicam, mcsitio quando nao eiiitain verraca, e
que ae rrpitam auaa osos. Assignado, r. Uo-
mmoui Jfarittkode Azacn Americano.
be urna ou outra vez denel de obier resulta-
do appllcaudo as paalillias vegetaes. he porn
verdade que dobrando eu as ddica, j ein crl-
aoca e us adultos, o etTeito ambelmiotico foi
ento iuf.illivele livre do menor Inconvenien-
te Assignado, Dr. luir afaaririo Hnnei (jarcia.
Tenho empregado umitas veaea as paatilhaa
vegelaea na mluba pratica da medicina, e te-
nho vino que se ellas falbam em alguna casos,
nimias veaea produseiu bous elidios aem Ir-
ritar. Assignado, Dr. Joi Martint da C'Ns
Joiim
Desde mullo lempo tenho aconselhado e ad-
mlnlitrado as paslilnas vegetaes, e posso aise-
gurai que na maiurta doa caaos tenbo obtido a
cuia doa doentea, nao leudo ob.ervaalo que el-
las irrtela o estomago, como te unta na inaior
parte doa medicamentos preconizados para a
cura doa vermes inteslioaes. AiiignaJo, Dr,
Antonia Joiioncatw Puna,
yuasi em lodoa os caioa ein que recorr a
pastilhas vegetaes paia a expulsao daa lombrl-
gai.obilve u que deiejava. o queme convida-
r a continuar a uaar aellas he a f.cilidade cora
que as crlancaa ai tomain, a quaai certeza do
resultado, e por ter reconbecido que o leu uso
Ae InoB'eualvo.--Assignado, Dr. aplana.
Da inesiiia forma ae eiprimcm aubie o em-
prego e aeco das pasutbaa vegetara, o i Ilus-
tres senhure profeisores : Dr. Joaquira Can ti-
doboareide Meirellei, Dr. Lulz FiancIscoFer-
relra, Dr. Thomas Comes doa Santos, Dr, Le-
vel, Dr. Francisco de Paula Coala, Ur. Joa-
quina, Vicente lorre. lJomem, Dr. Manoel An-
tonio de Magalbei Calve!, Dr. Manocl do Val-
ladeo Pimeutel, etc etc.
Deposito de cal virgem.
Cunta ot Amoriin, a ruad Cadeiado
Recite, a. 50, remie-ao barr com supe-
rior cal em pedra, cnegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por meno preco do qoe
em outra qualquer parla.
tariulia de mandioca.
Vendem-se sancas com farioba aova,che-
gada ullimameule do Ceara, a 9,000r. e
em lo'.es de 10 sseess para sima,a l,8O0rs.,
cada um sacca < no armazem uu J. J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 35.
Ven le-s urna morada de casa terrea
:m cnSos propnoa, a qual tem dua* slaa,
dous quaitos, o quintal mura Jo com cacim-
ba so, sita na ra direila dos Afogados. A
dita cas lem armacas para venda que tam-
boril se vende so, ou com a mesmi ca; tu-1
do isto por proi^o muilo commodo: na ru|ticoin azeitouas da mais modernas
Direila n. 63. 1 mercado, pelo barato preco de 600 rs.
..... .- ,
t'otassa americana.
--No antigo deposito da cadoia velha.n.
19 existo uma pequea parcSn de pota
americana, chegsda recontemente que por
iUperfor rivalia com dlRussia: vnde-
le por preco ratoivel.
Uoposltn Santos na Baha.
Vende-se,em casa deN. Biober&C.,
na ra da Cruz n. 4, ilgodSo transado da-
qunll fbrica, muito proprio para saceos de
assueareroupa deescrivo, porprecocom-
modo-
' Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n. 6, armazem de Mc.Ca.l-
anont&t Coinpanbla, acha-sc conaianiementr
bons sortimentos de talla de ferro coado e
batido, tanto raaa como fundas, moendaala-
tina todaa de ferro para animaes, agoa, etc,
ditas para armar em madelra de todoa o ta-
maitos e madelloa o mala moderno, machina
burlaonlal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, paasadairai de ferro eslanhado
Sata cala de pulgar, por menos preco que o
ecobre, eioovem para navios, ferro ingle*
tanto em barraieomo em ircosfolhas,etudo
por barato preco.
fVfVff fff ffVf f f Vf V *
familia de mandioca *
^ Vendn-se, por preco rasoavel, la- 2
^ rinha de S. Matheys a mais nova ^
j^. que existe neste mercado : na ra ^
}a> da Cruz n. 34, detronte da I ingoeta. <
*********** ***********
Moinhos He vento
com bomba de repuxo para regrar borlas
e baixas decapito na fuudicfiode Bowmaux
& M. Calhom: na ra do Drum n. 6,8 e 10.
AGENCIA
da fundicao Low-IVloor.
RA. DA SENZAIXA NOVA N.M9.
Reste estabeleeimento conti-
Porta, a b'ira mar, um dio coro 100 pal-
mo de frente, e 500 de fundo, sito na Paa- aua a haver um completo sorti-
ZW^J^X\%*t?t^\** de moenda8 o < oen.
ouira ra que da despejo para a cambna ta das para enf^rnlio, nincliina.S de
Ponte pequea ;um dito com 100 palmos de !vap0r e taixas de ferro batido e
frente e 300 de fundo atea mesma cambo, ,
e quetem uma ra nfrente, e outra de um Coado, de todos OS tamanhos, pe-
lado, que he aquella queda despejo para a ra dito.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: narua
da Senzalla Nova n. /a.
Deposito de panno de algodSo da
lubrica Todos os Santos da fia-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desia fabrica ; em pessa
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novacs (& Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
N* fundicao da Aurora, em s. Amaro,
rendem-searidosde ferrode diversos mo-
jlos.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade da Viu-
va Koma a qual est montada ,
lano de bons lypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necesa-
rios a uma boa typographia : tra-
ta-s com a propnelaria na ra
da Praia n. 55.
Mocadas superiores.
Na fundicao de C. StarrA: Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, e um modeloe
conslruccflo muilo superior
Vende-se urna boniti escra, moca, pa-
rida de poucos dia, sem cria, com bom
leile e muito carinhosa para criar, e sabe
bem engommir* cozmbar o diario: na ra
do Cotovelo n. 75.
mesma Cambo. Dous ditos, com 50 palmo
de frente, cada um, e 300 de fundo, al a
mesma camnoa : na Pracinha do l.ivnmento
loja a. 57, so dir quam vende.
Novo sortimeuto de panos Unos e
casimiras de todas as quali-
dadej.
Na ru do Crespo, loja da esquina, que
rolla para a Cadea, vendem-se panno pre-
lo, a 9,800, 3,200,3,500, 4,000 e 5,000 r. o
covado; dito francez, minio superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 9.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cor de rap,
a 2,800rs.; curtes decalsa do casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, 7,500, 8,000, 9,000, 10,000 o
11,500 r.; sarja prfJla, a 2,400 rs. o covado;
dua tiespanliol, a 9,800 ra., e outras mul-
tas fazendas por procos conitr.oilos.
CHA l'KETO.
Vende-se superior cha pido,
em caixas de 3o libras cada uma :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
yBPssB#fMarSFJa'I*saf*sspWsVV '
ARADOS AMERICANOS,
a Vendem-se arados ame-
rica nos, chegados dosEsta-
fc dos Unidos, pelo barato pre-
JJ 90 de 40,000 rs. cada um: na
ff ra do Trapiche n. 8.
f'arinlia de trigo
SS.-*F.
Fontana.
Galega.
Hsxal.
. Atoslhados.
Na loja do sobrado atnarello, ni ru do
Queimado n. 99, tem para vender usa grn-
ela aortlmento de aloalhadot de todas ai
Itrgora, o toa I naide varios tamanhos; ss-
sim como Ruarnadapos de diverso tama,
nhos o quahdadr; o ludo se vende por mui-
to barato precu.
Leis provinciaes.
Vendem-ecollecJo de lei provinciaes
do crrante nno, a 6(0 r ; assim como aa
de todoa o annos anteriores: na praca da
Independencia, livrsria n. 6 e 8.
-- Venda-ee no eacriplorio do corretor
Oliveira, porco de mobilia, nnrs liquidar
coula. M
AttencSo ao barAto.
Na roa larga do Rozarlo n.44, loja demiu-
deza, ven om-se litas de veludo de todas
core e I-guras, lisas o abonas, ssm.is
ricas que teto vindo, proprias pira pescos-
so, cinlos e pulceins de senhong, luvas de
pellica branca o de ro es, tanto para ho
mem, como senhoras a 500 e a 1,000 rs.. de
muito bo qualiiiade, oque sem duvida
admira; capachos compri lu e rodon ios 1
480 rs., a oulras muilaa fazendas buas a ba-
ratas ; cheguem quo se esta resollido a
queimar miudezas por d.nheiio.
Vendem-se charutos de ll.van verda-
deiros : em esa .le hchafneillin & Tobler :
nt ra da Cruz n. 38.-
Vr.odn-se um rgeravo, por precisSo:
no atierro da BOa-Visia n. 48.
Narua do Trapichen, n,
vendem-se
aligo deposito de rap" princ
de Gatse do Ro de Janeit
ceza
neiro ,
grosso, meio grosso e fino na
ra da Cruz doRecife n. 2.3.
Viuva Pereira da Caoba, encar-
regad. de.-te deposito scientiftea
aos consumidores deste rap, que
para melhor serem servidos seus
pedidos, tem estabelecido ser pr-
vido o deposito mensalmente com
remessas feitas pelos vapores da
carreira, e assim poderao seus fre-
gueies ter rap muito esco, cir-
cumstancia a mais escencial ; sup*
piido pois regularmente este de-
posito com rap* as-iru fresco, he
paraaflirmar que esta boa pitada
se tornar recommendovel a todos
os tomantes: os precos sao os de
seu principio estabelecidos de i28o
rs., as duas primeiras qualidades
c 900 rs a ultima, sendo de 5 Jt-
bras para cima.
Vende-se cal virgem em pe-
dra, cabera de cuneito : no ar-
mazem de assucar da Viuva Te-
irrfT"1 Vh0u'P8n8e reir daCunha, na ra da Cruz do
do bem acreditado autor Perner, ^ecfe n a3 '
pelo commodo pre?o de 30,000 rs. \ .. Vendem-,e' du. pedr. de soleir. ja
cada um. lavndas, com 17 palmo, e quairo sepos
A aiors O covado 1 com 8 ditos; na ra imperial n. 37. *
iWrnni. .in !.,. ,. .! _* Vendem-e paos de tamancag por cen-
3 ?e. de so^. oh^HTe'Frr'10' LJ,.n- > ">emfeitos, por muito barato preco; na
on. f' mrt! i t ^"V CO,6S ,,x,,, de ""- ru d *"' "- 5.
eout^sTzen,/.mL m C"'U8 b,w,M P" bsr.UMlno piec par. liquidar, ,im
e ouir. fazendas mais. comoque.jos uequ.lh. docetdo e f.rinha
A ai50 ra. O COVado de m.ndiuc.de Munbtca ou Mag,. melhor
Defronle do beejo do PeiX'-Frito, loja n. P0iv.lp.r. mes; no caes d. alfandrg.,
3, vende-se alpaca de algudlo pelo barato rnuzem n. 5
pieco de quaUrze vinteus o covado; esta
tazenda toriia-se recommendavel nio o
para vrsiidos de senhora, como tamben)
par palitos e cas.es de liomem.
Vrndeii.-sc c.
Vcode-aa meia duila de cadeiraa, uma
marqueza, I jogo de bancas modernas, I banca
de quairo pea, uiuamesa de nielo de aala, um
toucadur, urna cama, 3 mangaa de vldro, e to-
dos os raals'utraslllos pcrirucrutei a Ulna caaa
Tachas de ferro.
Na fuadiCdo da Aurora em Sanio Amaro
e tamban no deposito na ra do Hrum lom',
na entrada, e defrooto do arsenal do nun
niia ha sempre um- grande sortimonto ,ln
tachas Unto de fabrica nacional como rs
trangelra, batida, fundid, grande dp
quena, razas e rundas ; e em ambos oalu
garesexistem guinda!*, para errfg,rri
noaoucrro, lvresdedespeza 01 prem
ao os mati coiiimo los. 50S
Escravos tapidos. ^"~
- neaappirsceu n* madrug.d do dia i
do corrente. do sitio Cruz de Almas ,,,.
dido soahaiso asignado, o ctliraeicur
de nome Joaquim, estatura regular r0 1
decarndo, olhos gnndrs, pern.s'rou.a
da, e em uma drll.a nflo far ,[ '"
za, levou vestido camisa de riscado c.lr."
dequadros, cnapeo de palha e om 0jtr,,u
p-llo:quem o .pDrhr.nder elevar aoi
1 ramoncionado sitio, ou ra da C'uin
52, primeiro andar, sera recompensado
Joa Pinto d ilud
- Aind. est rugida nogra escr'de
nome Dollin que desapparecsu no prmcinin
de maio nass.do, a qual to comoral an
8r. Manoel Joaquim Haschoal llamo. (,
o signa.-* seguintes: idadade 5o'an,os
10'co aisla ou meno, levando um vest in
d- chita e outro de r.sca lo, e tanbe-n um
panno d. co-la ; he alU. m.gra.e com po
co denles na Tremo; lem coslu ne M ,.
zes andar ven >e no agoa tambem frucla<-
rog so as autoridades policiaes e oipiUn
de rampo, ou qualquor oesso. que dola ti
ver iioticii man 10 apprehenler e l.w.r n,
ru. do Appolio, em casa do Sr. N0rber[
loiquImJosGucJes. Existe luspeim a ,
estaoceultada. r *"e
Andam fgido* ha poucos ds9
J,cml1hoadf,!?a^, 'iln Wumodame
JiCintno, de id.de pouco mais ou meuosde
umanno.amulherhemulat. clara, de ca-
bello coi redioe de id.de i2 annos, pouco
Vende-se vinho de champa-
No armazem de j. J. Tasso Ju- "h^ IeS't dade ; em casa* de J. Kcller &
Companb'i na ra da Cruz n.
55.
nior, na ra do Amorim n. 35.
a
>iniao de ,N anliia
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Mintu,
a 800 rs. : na livraria da pracida lndepen-
lencia n. 6e8.
Vendem-se os verdadeiros solios 11-
glezes, ptenle, de molla e aem ella : na
ru da Senzalla Nov n.2.
Deposito de cai e potassa.
No armazem da ra da Cadea
doltccifen. 12, ha muito supe-
o. isa de mad.pol8ofr.n- de familia : tudo lato ventfe-ac pela pessoa ler
cea, cllegadis pelo ultimo navio do Havre, de rlnar-ae para lora da provincia : no beccu
na loja o. 1 do atierro ua Boa-Visia. de S. Pedro, sobrado n. 10, primeiro andar.
-- ycndem-*e rica* iivelia* de grav.t. e Vendein-se dous lindos moleques de 18
pulson.s de senlioras, do madrt-perula, de alOamos, -em vicio-, .ndo um perfeito
laiaodouradoededitoesmaludo, por pre- c oa'nhaiio, e outio com bom principio, um
co muilo commodo: no atierro di Boa-Vi- duo de aei auno, muilo lindo, uma prda d
w tion-ta figura e moc que a quer vender n
~ Na roa Nova n. 67, segundo andar, ru, dua ditas snmh.hilid Jes, urna dit<
hi um piano inglez de boas vu?es, duzii e de mei* id*do nerfeita co-inheira, um casal
mei. decideir.s, I sof, t consolis e 1 me- de eci.vos sendooprelo bom serrador, e a
aa de meio de sala, de pedra branca, tudo Pret* b0" laaxlrira e de bonita figura ; na
de Jacaranda e de bom gosto; 1 toucador, rui d" Ocimb. o. 11, oude'moiou o unido
1 gu.ru.-ve.lido*, luJo de ni.relio, I par '8rio do Reclfe.
de Jarros de muilo bom go-to, 2 pares de ~ Veude-se a parte de uma casa terrea ,
laiiuni.s com ps de b.onze: ludo para n rui Veln quem pretender, dirija-sea
vender-se por preco commodo. Francisco Concalves dos Sanios, na ra do
INa ra do Trapiche n. 11 Passeio queuii* quem vende.
vendem-se garrafSes vasios e lats um moleque de 7V.n muito
de vanos tamanhos com sai di- P,0Prioo,r Pender oillcio : na ra larga
..has de superior qualidade tudo,doKoM,,on-'MSJU
por precos commodos para leixar docedogoiaba emcaixOes de 9em arroba,
contas. bom e com o ponto forte para aturar, po-
prio para embarque: na ro. das Cruzes
A ellas antes que se acabem. |B, ru, 0M Cru2es n 2a> |pgundo an.
Vendem-se ricas formas par. bolo; na' Vende-se um. eicrava troca sem vicio
loja de forragens da. Amonio Joaquim Vi- 'on,l co,lnna bem> im como um escra
vode bonita ligira e tambem bastante mo-
co: quem01 prender diriia-ae a ra da Prai
de S. Hita n. i.
Bom e b.arato.
Roa do Passeio Publico, loja n. 9, de Al-
bino Jos Leite. Ven n-m-se fimssnnos cha-
lles do II e seda 1 3200 rs., ditos de 19.
Vendem-se as seguintes gementes:
n los, ra ha nos, raba neles encarnados e brin-
cos, M't'nla, 1 olive trinxuda a I face ala-
mOa, repulhuda. chicoria, senoula, feijSo
ca rpalo de Ires qualidades, ervillia torl. e
direila, fava, cnenli o ile tiium-i a, salea, to-
mates gramil s, icpolhti, couve lombarda,
saboia, e musan). : n. ra d. Cruz n. 46,
del'ronte do Sr. doulor Cosme.
Mercurio.
Vendo-so mercurio de primeira sorte: em
rior cal de Lisboa, em pedra, a- ^Z^TtS^\t Ab'CU: "* "" "'
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 300 e i!\o rs. a garrafa,e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a b^ber ; he baratinho, a elle
frcguRes que lie bom vinlio.
Taixas para enqenlws
Na fundicao de ferro de fiow-
man 5c Me. Callum na ra do
Brnin, p ..ssaiido ocbafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Muttas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do puro linho a
1,4*0 rs., ditos de listra do bom gosto a -2,"00
rs., dito amarello a 1,800 rs liacado de li-
nho proprio para calcase palitos a ISOrs.o
covado, panno fino prelu a 3,000 4,000rs. o
covado, pessas de chitas escuna OU n 38 co-
vado 4,500,5,000 e 5,500 r., cam bra ia de
llores cunv 8I|S varas S,400e3500rs. a pes-
sa, lencos de cambraia de linho 400, 480,
e seo >. proprios para mSo. riscados .asen-
tados em algodfio iiiuito L'iicuruado proprloa
para escravos a 1S0,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200rs, o cova-
do, e muit mais fazendas ,orpreco com-
modo da loja cima referida.
Vende uiarmelada nova, vindi l-
timamente de Lisooa : na ru da Cruz 11.
6, defrunle do Sr. Ur. Cosme.
-- Vendem-.o ni ru Nura o. 65, ancora-
Jos Luiz Pereira, decididamente ven-
de a sua loja de ferrageu da ru Nov. n.
16, praso, rom firmas a comento, e em
qmiilu uo cITi-cluar, ven Je qualqtier ob-
jecto de fer-gem, ou miudezas, pelo prc-
coque Ule CUstaram, o q.e mostrar os
compradores; laoibem rog pela ultima
vez a seus devedores, queiram sati.-fazer
seus dbitos, t o Om do corrente mez,
pois desej.-i evitar disgostos.
Vendo-ae na ra do Livramento, loja n.
11, spa ios de duraque peto, fraucer, par
senhora. 900rs o par:esleirs muito gr.n-
dt-s, uma mesa e uma caita de piuno.
mmmmmmmmmm amtmmmmmm
Borne barato. t
Palito feilo, verdes e pretos.
Ni ru Nora, n as, tem para ven-
der palitos de panno a 20,000 rs., co-
letea de setim 1 reto de Mareo 5.000
V rs,, fazenda muito fina, dilos de rus-
t tilo a 3,560 r. cada um.
mmmmmmm rwwtttwMraMr
Aos fabricantes de velas.
Vende-se superior cera do carnauba, o se-
bo ritmado, em porefea e a relallio, por
com mti o preco : no armazem de D. K. An-
dr.de & C, ra da Cruz confronte ao chi-
friz n. 19.
Calilos fefos.
Continua-se vender peines, de panno fi-
no superior e muito bem feitus, por precu
muito commodo: narua do (Jjueimado, lo-
ja do obrado aoiatello n, 39.
A 120 rs. cada um.
Na ra do Queimado h 3. defronte do
becro do Peixo-Kritn, vende-se le. nnlio
de cambraia 1 ii.lados, para nulos desenli-
las, pelu baraliatisuo preco do seis vintn
cada um.
Cambraia seda.
Vendem-se co. te de vestido de cambrai
seda, cr de roza, encimada, azul e ama-
relia, fazenda moderna, pelo baralissloo
pceo de 7,000 rs. cada corte: na rus do
ijui-miado, loja do sobrado amarello n 29.
Vende-ae urna can terrea na ra de San-
ia Rila, junio ao anuazein do Sr. Frauoa: "a tra-
tar na mesilla casa.
fila ceas com milho a 3.700 is.
dal, na ra da Cadei do Raeife n. 56 A.
Coziha.
Vende-se om compl. lo sortimento do pre-
ciso pira o bom cozinbeiro: n loja de fer-
ragens de Antonio Joaquim Vidal: na ra
da Cadei do Recifo n. 56 A.
Cuidado com as portas. ,,
V.d.m...re.....^
rapoitss, gavetas, almarios e carleins; as- .r ftm ,,117, ono .V .
sim como cadiado, tudo do melhor que a S$,r0 ""Jio"i Iffij. H. I,^."arl **
este mercado ten, rindo : na loj. de ?err.- l^l^^l'^^Z:
K!19..d5ASl0?.,0o,4u"n Ja'' n* ^0,d, ,de.dos de bico. 30e 440 s dZTl.ra
gravata 120 r., chapeos de sol 1440 ra..
chita para oobertas a 160 rs., ditas finas a
Cadeia do Ri-cile n. 56 A.
Vendcm-se mergulhos de parreira ,
muito bonitos, para plantar: no pateo da
Santa Ciuz, padaiia n. 106.
Lnnpesa em mesa.
Vendem-se ricos encerados, proprios pa-
ra mesa, e paia por por baixo dos pritose
bandejas, por barato preco : na loj de ler-
ragens de Antonio Joaquim Vidal, na ra di
Cadei dn llecife n. 56 A.
aos senhores ourives e tarta-
rugiieiros.
Vendem-se ferramenti as mais finas que
tem vindo este meicado, na loja de f.-rra-
gens de Antonio Joaquim Vidal, ni ru da
Cadeia do Recife n 56 A.
-. Vendem-se litros grandes a pequeos,
em branco, por preco commodo. na loja de
ferratfens de Antunio Joaquim Vidal, na ru
da Cadea do llecife a. 56 A.
II ios mantas.
Na ru Nova n. II, loja que foi do finado
Jos Piulo da Fonsec e Silva, hoje deN
Gadault. vendem-se as mais ricas mantas
degurgurlodefurli cores, de multo boni-
tos pidies, e por muituadiminuto preco.
Camisas de chita.
8*0rs ditaa pata vestidos cor lijas a 160 e
300 rs. ocovapo, madipoiao enfro finos a
3,900 rs, cida peci 3,500e 4,000 rs ,'inho de
cores pin calca e jaquea* a 30, 320, e 3s0
r.,ctorc8 pin calcas 300 rs e oulras
mullas fazendas, pur precos cmodos.
CLKA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Hio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos commodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar escriptorio de Alachado 6k
l'inhciro.
-- Vende-sn uma taberna na ra dos Pes-
cadorea n. 38, muito afreguezada pan
trra.
('aleado.
Vendem-se sipatfle* de lostre fnnceie
pira homem e menino, ditos de bozerro
americano par homem, snalos do lustre
o -olim p.r. senhora dos m dliores que na,
Vendem-se camisa do chita francez, de ditos de lustre para senhora a crianca O-
cores lisas, as mais bem feitas possiveis, e
por muilo commodo preco : o. ru. Nov.
n. II.
Aos carpinas.
Vendem-se pregos francezes de difieren-
tes tamaitos, e por# meno. preco do que
em oulr. qu.lquer paite : ni ra Nuvi
n. II.
l'apel de cores.
Vende-se papel de todas .acores, proprio
pa>. esciever e enfeilir bandejas de bulos
par. 5 Jo.lo 1 n. rus Nova n. II.
-- Vende-se boa manteiga inglez. 640 e
720 rs. a libra ; dita frincezi 6*0 rs. : n.
ra Augusta, venia do Victorino.
vende-se um bom mulato, que trabi-
Iha sofivelmente detsnoeiro epadoiro; 2
cansella. para porldo ou Coseira, e 6 pipas
aiquiada. de Ierro, e pre, ar.d. ber quilquer liquido: ni rui da Cruz n. 31.
Atteucaoao numero 39 A.
Quem te mandou este doce? pergunlava
em um masa certo individuo, nfio me o
mandarim comprei-o pur me parecer bom,
me responleu o amigo; ena verdade igual
esleau no numero 39 A depuaito, di ra
estreil, he juntamente un Je comprei esta
apreciivel marmol,da pernambuMna que
assim se Ihe deve chamar; sabeydo disto o
possnidor deste doce lembiou so de annun-
clir para que todos possnu apreciar a bol
qua Inlad" ; no mesmo Continua-se vender
bolacliinhas, biacoiios, e faliaa de farinha
de araruta, e oulras qualidadas, o* rtiais fi-
los no paiz: no aterro da Roa-Viala, loja
n. 58, junto ao seleiro
Vende-ae um sobrado do douaandares
em bo ra, com mullos eommo los ; a tra-
tar na ru do Collegio o. 15, primeiro an-
dar.
Vende-se uma escreva 1 na ra da Glo-
ria n. 35.
-- Vende-ae uma creoula, com habilida-
des, de idade de 16 annos: na ru Veln
n. 81.
No caes do Ramos, armazem de lenha
mais ou menos, estes mulatos foram uui
agarrados por ja leretn fu1(l 8eu ,.;
e daqui iao mandados ao mesmo em uma
bareca, e tornaran, a fugir em S. Miguel dos
milagros, e all furtaram um p.queie da
quatro pao, e const que nolle aecuiram
para o norte, ||VPZ que Kndm g
norledesta provincia, o que se iiiliiuleat
rorros, mulata sabe indar em barcaei e
janaad* ; recommenda-ae a toda aa afo-
ndados policiaes e espitaos d empo van
o mandar agarrar onde appar cerem, e
mand-lo Cuiuluzir a seu senhot Concallo
Rodngus Marinh-, no seu engei.hu Ria-
ChdO, em Camaragibe, na uroviutia das Ala-
gos, e nesta cidade a Manoel Imacio de
Uliveira.eemMacei ao Sr. Sacavem;que
em qualquer linar que forem entregues se-
rio bem recompensados.
a fabrica docslde>eiro da ra do Brura
n. 38 auaeoliram-se, no dia 10 do c irrent
o preto Antonio de mco Csbin la, estatura
regular, cabellos um pouco brancos, ebeio
do corpo e muito cabelludo nos peitus, ros-
to -regado; cualum em suas fgidas fre-
quentar a Solidado, Manquinho e Afola-
dos, e em ui ultima fgida foi pegado no
engenho Cuct distrlcto do Rio Ko'moso: e
no dia 13 du corrente o preto Alejandre, de
nacaos. Thom, lio, corpo retorcido, e
al.gre, e ja foi escravo do Sr. Rolly e do
francez MelequT, morador no Rio DOce, lu-
gar que o mesmo escravo cosluma Ireqoen-
lar as diversa fgidas que ha feilo.
roga-soss autoridades coiiciaes e a quem
quer que delles der noticias, dirijau-sea
mesma fabrica que ser recompensado.
Desapp.receu na noute do dia 17 do
crreme uma negra de nome Francisca a
qual se Unge douda e diz ser forra, estatur
egular, idade 30 anno, nac^ode angola,
Com alguna costuras de ventozagno pes-
coco e bucos, levou om vestido desbota-
do bastante sujo, e umi saia de cassa de
lisir j toda rasgal. Rog se portan-
to s autoriJadea policiaes e capitaes it
campo captura da mesma, e mesmo qual-
quer particular que a pegar a leve a sua
senhora na Solida,le collegio de meninos no
sitio grinde do Sr. Herculano, que sei re-
compensado.
-Nodia 10de maio,desappareceu a pre-
ta Joaquina, de nac.no Ca-s-nne, representa
ler 35 a 40- anuos; baixa, cheiadu corpo,
sendo regular, cor fula, olhos pequeos, e
com carne sobre elle, tem urna costura na
cara no lado eaquerdo, porm muito apaga-
da, quo mal se porcuno; nariz chalo, com
falta de nlgnns d> mes, de um e oulro lado ;
he r.-ia ; lem um empigem elo rosto, que
parece ser boiiga, peitos muiui pequeos e
mrenos; tem algumas cicatrizas de relho
as costss ; lem as nadegas empina ia para
tras ; he bem fallante, representa sercreou-
I, levou diversa ruupa que g*n9o sabe do
que asar : ltimamente esteve oceupada
to servicn ilncosiiih*, cosltimava andar suja
e embriigir-se : quando foge tem por cos-
tumeandarpelosrrebldedestprca,qui-
tandando e lavando roupa, intitulando-se
de orra. Ilescoufia-s que esteja servm lo
emilgiima rasa como foira : lapessoaa que
se estilo smvn lo nolla na boa fe, queiram
denunciar, do contnrio se usara dos meios
que concede s lei. Koga-seas autoriades
policiaes e capites de campo, ou a qual-
quer peasoa queapprehendtou faca appre-
hender e leva-la seu senhur Domingos di
Silva Campos, n ra daa Croiea n. 40, que
aero genero mente recompensa Jos.
No di 17 do corrente desappirecen orna
pret de naco, de nome Faustina, levando
vestido de chita escura afoga.10, panno da
Costa com Mslra azul e encarnad ; cor fu-
la, oliura rgu r, diera do cor o, com
marca de x-olo as costas anda pur fecha-
ren! : quem a pegar leve-a a ru das Cruzes
n. 30, primeiro andar.
Desappareceu no dia 31 do
corrente mez, um cabra de nome
Antonio, que representa ter 3o
annos de idade, altura regular,
de mangue, existo um porgq de canas de bem leito do corpo, pe pequeos,
doce de goiibi fino, feilo da cssca.por com- he ilriiarln rio l.rarn ilirril.i an n
modoprevo; assim como uma orco de j B,e,J"ao ao uraco Uireilo ao pe
n>ilho que paia fechar conta ae veqJe muito da munlieca, proveniente ce en-
comCoefc'*.'cca".'Ded'10 Pe'* mo,,"ta ,lh,' mento d'arma defogo, etem todos
- Vende-e na Soledade, casa n. 70, por'08 Costumes e fali d^ mato. E>te
precisSo, um negra muito bar.t. cabra foi hulado em 1833, ettn-
Vendem-ie ptimas a.asearas de cera: J. 1 _. 1
no pateo do Livramonio n. 3. -dou pelo sert3o em vanos lugares,
I
Vendem-iesacca.com mllho a 2/roO na lojaf nos possiveis, e tambem de iiueiido. Con-
de faienda do Fasselu Publico u. I. l,au..,.^ 1...,-. im .rin. .hn...i...
. leitadas, Uranj'a, limSo, Ciriella, chocolata.
Calendo. i e brancas etc. ele Nu mesmo as dir quem
Spl0es ingleze de n.la grossa a 3,300, vende urna carrosa com pouco uso, propria
ra : na prici di Independencia n, It o 15, [pin vender agoa, em urna pipa, e de um so
foja do Arante, boi.
A Fabrica or Antonio Cuneiro da Cu- como loasem Kiacho do Sangne,
nh, 110 largo doa Coelnos, ven 'em-se fjrein He Kannnplma > t'.atnlp ,t,>
tclhasa3J.O00rs. o milneiro, lijolusde a C Danane,ra8 e tatole ate
alveuiria batida a 33,000 rs, ditos ii 10J1, em que veio para esta cida-
clXr^rs9,^^ S!,^ par. o poder de su senhoro
ment 10,000 r, tu toda melh ir quaiid-aDaiX0 assignado; roga-se por-
fi'i 1ln!"*ru.:',"se-par mrni i,m "am ,ant0 a8 autoridades policiaes e ca-
milneiro. Oannuiiciaole avisa aa pessoas :, ,
que t>-m comprado a ere.lito, que nflo abu- lM,aes oe campo a captura do mes-
zemtai.io, pois breve veio os eu nome mo, e mandar entresrar na ra dos
por extenso oesta olli, na que paguem. !;._ u ...
- Vende-se um sobndo ue um andar ll,esra Boa-Vista n. ari, .que se
lo, em um ds metiiores ra d Boa- recompensar generosamente.
^.^^MffZa^&fZ Jquin Carnero Leal.
I.iibo, grande quintal, murado e plantado____________________^__________
de arvoredos, estribara e cacimba: na ru
da maiflz da Boa-Vil n. 36. pSM. : t. wM. k Dt FaIIU _. 1852.
^assaanH

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