Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03691


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Full Text
de Jim lio de 1852.
N. 137.
PEMAIBIJCO.
#190 ata uasomroio.
Pao'.mnio Abuhtido.
jo trioaeolre .,.........
fot semestre
Por tono ......1.....
Pao oD.nrao uriiniiiii.
Pos qnutt............*
9TioiitDoiannio.
Fsr ..".. He Jur.ho Minas... 14 deM.io
4/000
8/000
IV000
4/MO
DUSll UK1K* AODlDtOl-.
Haranhio 8 de Jilo
Cetra.... 9dedllo
i.r.hlba 14 Je dito
S. Py!o. i de dilo
a. de J.. 95 de dito
habla ... 2 de dilo
21 Seg. lu;. Comag.
Tere. S. Paullnc.
2.1Qu.rtS. Ag'lptn..
Jai toa Orpkl*
!, tb. ai 10 horai.
I. *.r. rfocicrl.
Mfjulnt. ** Naacl-3. e 6, ao nielo-da.
n.cnioS Joaoll. rauna.
15 Sen.S. Gullberme I. e 8. i 10 hora.
vSSab.Ss. Jooe P.u- 2 tara do etvtt.
lo irs.
27 Dom 4. Apureza da
Sa. Virgen.
abados ao melod
Kslaei:
Tereai e ath.dot.
knaiaian
Cretceatc o 24, aa horas 28 minuto da s.
Chela a i ai 4 boca e 7 minutos aa -Urda.
Jlngoantei'l, aos 40 minuto da tarde.
Nova i lt| i 2 horas 28 minutos da larde.
rsiiiism o
Prlmelra as 8 boras e 30 minutos da manha.
Segunda aoras e Mmnalo, do tarde.
Hkltaai oa colamos.
Qala.na e Parahlba, s segundas seitas-
lelrao.
Mo-lrande-do-Horte e Victoria ti quintas
felris
Bonito,Cru.ru, e Garanhuns no i'e 15 de cada
Inoi.
Flores, Ourlcury, E*u e Boa-Vista i 13 a 28.
?linda, ladeaos das.
odoi os Corrriorparie.n an meio-da.
atOTiciAA iiniiKBciiii.
Portugal 11 de Abril. Auitrla ..
Hespanba lo da dito
Franca '3 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 3 dedito
Alemanba. 4 de dilo
Prauia ...Medito
Dinamarca 30 de Marco
Runla... 3l de dito
Turqua. 14 de dilo
4 da Abril.
Sulssa.... I dedito.
Suecla... ai de Marco
'Inglaterra 7 de Abril.
E.-nldos 28 de Ferr
Mxico... 31 de /anr
California 2 de, Marco
Cbill. 2 de Ferr.
Huenos-A. 6 de Mateo
Montevideo 5 de Ma o
OAMBIOa DE II D JOtRO
Sobre Londres a 27 por d. i/ooO
a Parlo, 345
> Lisboa, 100 por canto.
METAC!.
Ouro.Oncos besosnholas........
Hoedas de 6/40n velh.a.....
a de 614 00 a oras.....
de 0/000............
Prata.PatacSeabrasllelros.......
Pe so i columnarioo.......
Ditos mejicanos..........
lenltr a repblica argeolloa. e qae continua a presentar em un. congresso de governodo-e. | Os (tus prl.ionciroi tratara. de o acalmar,
n rrMDtOlhedlan*. he nobr?. he elevado, que abrirla em S. Nicols de loa Arroloi, e .oohacendo que o cianea tlnhoo sido
leP ..."o que dSde o Principio di........ que' pepulaclo perlenceote Repblica de Huenoa-,.o. u.oU para mover o. In.llucto. .rlv.gen.
leV-.p:'h?i.C: mrdlou? .conUnu. oflere-, Arre,. *im.rger. d.rc. do P.- f^^.MN^^f*Uf "'f
A VISO.
, t Irrprescntsr
Advertid ios ai peisoas que qiiiierem subscre- n
.rr pH este 0trfo. que Ihea he livre prioci- dcKnp.IIM
piaremqu.lquer mea do aooo, lein que srjam < Ceu sua arail, para o Hel e reciproco cun- rana, a O Irguas da crd.de.
obligarlos i lomar os antecedentes, comanlo
qae o faca aa por tres, seis, nore ou doze nic-
les, que tejro principio d.quelle em qua abri-
rein a subacnpc.o .* assim como que o porte he
pago pela empreta, leudo a pagar nicamente
o preco estipulado.
EXTERIOR.
a. ii ^ *
HlODAPrUTA.
AeciUeao' dos tratador celebrados coas o Brasil
Nota do Sr. Castellanos, ministro dos negocios
eitraogeiros da repblica oriental, do llru-
Kj, ao Se. ealaaaflrWr de esrad CaraUrrr
o, enviadoiranriliiiario o iinuiiii o ple-
nipotenciario ao imperio.
Montevideo |3 de malo de 1852
O abaiio asalgnado, ministro dos negocios es
trangelros, levou ao conbecimenlo de 3. Esc. o
ir piOMidente da repblica as nota* que o Sr.
Honorio Hermeto Carne.ro Leio. miniatru ple-
nipotenciario de S. o Imperador do Brasil,
cin nimio especial, Ibe dirigi coin data de 17
de abril p. p., e 9 do correte, eiu que consta
pela rsecaicao das esllpulacoes contrahldas pela
republicanos cinco tratado! de 12 deoutubro
ilo son anterior.
F.m consequencia, o aballo asslgnado fol en-
carregado de manifeitar ao Sr. Crnelro Leao
que o gorerna oriental lendo encontrado os di-
to Ir.tadoa ratlflcadoe pelo governo provisorio,
trocadas auaa rallficacdes c posus cm eiecu-
go em sua analor parle, cnnsldera-os como fac-
toiconminados, cuio respeito Ibe Inleressa sus-
tentar como conlinuacao da poltica do gover-
no constitucional.
Neste presupposto, o aballo asslgnado parli-
cipaaoSr. Caruelro Leao que se vao espedir as
ordena conveuieutes para que os referidos Ira
tadua coullouein em eiecucao na parte em que
ja eslo. e se proceda Iminedlalsinente a no-
meacla do coinmisiario encarregado da demar-
caco da llulia e da comiiil.ao para a llqui-
daco da divida.
O abslao assicnado rellera ao br. tarnelro
Leao aiegu/anca desut man dlslincla conside-
racio.
Florentino Ciutelunoi.
Ao lllm. e Eira. Sr, consrlheiro Honorio Mr-
melo Carnelro Leo, enviado estraordinarlo e
ministro plenipotenciario do imperio do Brasil,
blica oriental, eto eic,
NOVO ASPECTO POLTICO.
Uoalevideo Ib de malo de 1852.
O amigavel ajuste da questo 'dos tratados
coin o Braall deisa urna illuaco man folgada
no que dis resprilo s diiiideuclas domesticas,
O governo implcitamente Ibe di urna solucao,
e ueste sentido distemos houtem que este ajus-
te pacifico he dupliradamrntc significativo.
Encarando as cousai debalto desle ponto de
vista, dere duer-seque o governo Inicia final-
mente unta poltica, e convin accreicentar
que be a tnais Justa e equitativa. Declarou In-
r.denlaltnenle que he do seu inleresse susten-
tar oielpcito do facloa consumados cuino umi
ronnnii n'.i" da poltica cunstllucian.il, declara-
cao tamo man significativa quaulo que be frita
na occaslao em que tem de resolver o faci mais
transcendente e em que falla com o represen-
tante de uin governo que entenda ter entrado
em coniprouiissos serlos com a repblica ao
tratar com o governo anterior.
O laclo pois, que as oceupa, deve aer enca-
rado debalso deite duplo ponto de vista. O go-
verno adopta finalmente urna marcha. Enca-
ra-la-liao do menno modo os partidos ?
Para que semelbaote duvlda nao exististe
i.em reuiolamrnte, la declaracao do pensa-
tueuto governalivo devla ter apparecido etu ou-
tra occailiio e coin uuta trma mais determina-
da. Devla ter viudo ao encontr das mamfesta-
ces vehementes que se succederam em temi-
do contrario a esta poltica: devia t-las preve-
nido. *
Estada boje mesmo. feilaj eisa declaracao
solemne qua coosta da nota do ministerio dos
nrgocios rstrangeiroa, deve prcedei-oe aber-
tsuirnte deaccordo coin a me-na poltica ; (le-
ve dlcer-se ao pala em termos claros at onde
prlroentodeiudooquesepactuar, e ambos os i As coofereocias que se vio abrir tem pal
contrapuntes .celtaram e.s. medloc.. object. prlncp.l Nste.M MHHllM
He pui, natural qne no. slnta.ncs li.onge.do. consllluic.o nacional e api.Inar o. b'lsculos
ao vereaercid. de u.na maneira lio liberal a, que pos.amh.vcr para a re. "''' cn-
lnllurnciaarRcnti..a. Aquella repblica pro- greMo geral que forme asft """'t"0-
f.ssa ao. outro. estados urna ..nn.de lince,.. A circular do Pi daaconvocando .
runda,!,, par. com u,n n. idenlid.de de ln,ole. e.taa coiiferencla, he datad, de 8 de abril. .
deco.tu'.!es c da carcter, e fortalecida por no da J5 de malo devla f.ier-se a abei
desprria-ln an de esquece-lo, Flores llnha
Mand.do lavrar-lbe patente de coronel, e que
m seu no.nr, llie confrriam e-te posto.
Ealid, laoniteado por lio brilhanle perspec-
tiva, coosentlo em mudar de rumo para Puna,
panto de reuuio de todas as furca, e subuiei*
Ifyo tnoralmente ao coronel Feroandes, por
case dominio lufallivel da razio c da iu.eligen-
cja sobre a turca bruta, chafaran, a Paran,
n. fus do rio. All ordenou Fernandet que
rlones, com 12 buinens, foaie esplorar a en-
trada, e a poderar-se de Puna.
Entrara eulio a fragata sueca Euijena, pro-
eeuenic de Callio. Abordou a gale.a baleeira,
uin bule com a tiesa boauena que et-
lavain no riu, e praticou a baivesa de eutrega-
ios ao general Urblna, o qual, por urna par-
i recompensa o procedlmeu-
pur otitra Ihe concede por
REPBLICA ORIENTAL DO URUGUAY.
Moutevidui), 5 de juulio de 1853.
A's iluas quistOes cipitaes que deixou
pendentes o paqueted mam, a das tendal a
a do irlados coin o llrasil, leremos deac-
ordoQi interna, mas de
l'riiiciuiar.'inns por
prazer de anaiiticiar que a
. como quesiao a jus-
i concluida amigavel-
(idem )
EXF.RCIT IMPERIAL.
Quarlel-general do cutninando em chele
na cosli do arroio Talito, no lislado-Orien-
tll, 5 de ii am de 1832.
Dsrjsn lo S. Exc. o Sr. general conle de
l.im.i.', comoiandanle em chefo, que a de-
sagrndavel occurreucla que lano dei lora',
liavida nodia 3 do correnle enlre urna par-
tida o: i' nial e nutra brusileia, cnegue ao
conliecimento do exercito tl qual succe-
di'ii, e ii.in adulterada e revestida ne cir-
cumstsnciao o.iios>s como ordinariamente
succede, n.snda f*zer punljco :
Que leodo repetidas partes do desappare-
cuneiito de tlgumas pravas do exeteito que
por* serem voluntariss, lerem prenlos e
amigoB 11> s Corpus a que pertenciam, dei-
xartoda sua toiipa, e linalmenle, por seus
precedenlaaos julaavam s.-us i-ii-r.-s inrapa-
>es de commeiter o ctimn de deser^So; e
ctieganilo no referido dia 3 ao su conheci-
mento, inr intermedio .lo general u0 dia
do exercito, o Sr. coronel tlenna Brrelo,
que una porc9o de orientaos armados se
conservava as pioximLlades do acampa-
mento, atrupelando lodasas pracas que dal-
le se desviovam om busca de algutu cavallo
que desappareci, como ass'guravam varias
pravas, e mire ellos un. sargenta encar.e-
gsdo .la cavalhada do qutno regimenio,
que se queixou de ter sido porseguido por
timo iinlal, que armado de lauca prueu-
rou varias vezes feri-lo ; ordenou ao men-
cionado sr. coionel Brrelo lizesse satiir
Ai ultimas noticias que lentos de S. Nico- ^c\oi sem Ibes dar decisSo, sendo da notar
las alc.ucaui a 28. At eolio liavlain chegado ^u8 nu mesmo dia em que os recebeu s.nc-
oito govemadores. O de Cala.narca, ^o sr. rtonoon o numero l.0desses quatro prujec-
Navarru, morreu o0"nd J";""4 Paa" tM, reconhecen lo quo o governo eslava au-
^V^A^^^^S%rL fci-do pelen. Jid/conslitulclo por.
presentarla nao courercnclao O meomo fe eassumir a posse de todas as rendas,
a de S. Juan, e laso depols que dali sabio o :|loji; est pendente do c,inl lerafBo da ca-
gencr.il lleoavldes; de maneira que parece akara o paree r da comuiissild de fazeuda
que esta excedencia de faculdade cxlraordl- Aperca daquelles tres projectos, e ella acon-
narias perdeu a prebenda da mo para a boca. |n, ^ag g carntrs os devolva ao governo.
Aisiui vao dcisppateceudo, um ? SuppOe-so que a cmara opprovor eslepa-
caudilbosqueasuiiibrada lyiannia .le Rosas ":
caudiibos qut a .- vr*~.""w i~" recer
SS^'SLriS'S^^ra t i" diss-mosque. situ.clo Hn.nceir. com
zendo iuitlc por us mi; convencidos de que luto o governo he multo grave. A ra-
que cu... us elementos con. que Rusas maili- coila do Ihesouro he pequea e as despeas
nba a dictadura nada se pode faier a favor da que tem de fazer e faz ditiiamente slo avul-
lilierdade. Os Lupez de Crdoba, os succeso- tatj,g,
res de Ibarra en. santiago, Hallea en. Men- Oreonhecimento dos tratado! celebrados
doeo, huje Benav.desein s. Joan, todos el- com Q rlsi| em M UB outubro d nota r.
.upara que
outianca dos puyos
uba.n ao poder os qne
c; a esta aatumvto. Desde que s consegorto
iei c.beiu
'Ti^bouTsn nnufic'"'nao h.vla noticia de esse .juste amigavel cunsidera-se irrara fcil
se terem aberto as conferencias officiaes. melhorar a marcho da adminislrarjao nesse
Por outro canal Inforinain-nosque ocoro- romo, pois nSolaliam pessoas que possam
nel R'jo fol nomeado goveruador de S. Joan faznr propostas ao goveino
pea legiilaluro da proyocia, e oui dizem que Cre-se tainbettl quo para ter-so um xito
Ja eila
O
cao.
I Commcrcio dil Vala
tos de que cima fallamos. Nao Ser pois de
e-iranlur qu antes do iniciar-se a practi-
I Inlidsde de um plano de fazenda que se diz
.estar projectedo haj urna modiQca^au no
EQUAUOR.
Shccimoi de Galpago'.
Valparaso, 24 de abril de l5t. lpMt, um individuo que estejo de occoido
ministerio ua fazenda entrando para esta
que os actos subiequeutes do governo le rao a (jc.ui i elfeClivametlle O capullo Jus do
uieimaslgoiacaciu. ^| "'' ""''*" ,e: Amoral Fe.r.dor, com um suboltorno e 30
l^^^**^^**'- em ,bus<: e-s. forc. eencon-
dP.,l.occ.,rfloqaqucilc, quejulga..em n.J de- | randa-a apead, om c.s. do C.p, So or.en.
ver aceluressa poltica para cumbaie-la e su-, tal Lomos, apeou-se elle o escolt que Ie-
geltarem-a a urna prova, nccesiaria na ordem vava, uiiigio-se aoollicisl oriental quo o
constitucional. coniinandava alferes Pedro Martnez e
Assiuiseferl. te eisa politlc. eslava de ac- atujando o com urbanidad* inliinuu-lhe a
cordo com aopiulao publica ou se esta a repel- orjem que iini.
lia. He o"cadluho por onde tem de passar os i prelextanlo querer conselhor-
sclos dos governo couslltucionaes _,_t......-------
(comercio riel Pfalri.)
v 16 .le inaio.
tieaociacao' diplomtica
llooteiu dissemo qne, eslaudo J concluida
mente materia de lempo c de pouco lempo. -L _
Querendoser verdadelrus em noss.s sserede, resnejitu0 pc|0 alf.-res Puribio Alfonso, que
absten.o-nos de indic.r por ora os pontos r/ue ,olnar, uconmando do furca dep .is de fe-
o materia de.te. ..ovos l'obalhot d.plo.ij.all- recusavam enlregar-s, e
ur.d:.%cc.7n.',o,e.'q.'..d /epni^equ, s o hzer.'m de'pois que .11, opp.receu o
? Imperto ouio.gVri. vilo ter ..caucado o .eco- ref.rido Sr. coronel Men. Barreln, que en-
OB
Ue [iiiun", ucinuu a uut^wi |vieiM aotsoo. iua lumii poSlTgtlU
n or.iem por que^ ,",*i ,JJ"jiJ,|,BP^1' menos IniporUucl. a estes successus, un con- msrr;0.
QueifSo dos tratados.
Este espnho>o tssumpto licou concluido
' em 13 de m.io. No di. 8, d--pos de sele dios
de ousencia em Bueuos-Ayres, regrrgsou o
Sr. Csrneiro LeSo, tendo se desdedido do
pedicao. para a qual, se acel- ge,,era| IJrquizO) do governo e das uemoi.-
possoos imt.v is tlsquella cidade, com quea.
est.va o senhor conselhoiro no pe mois ami-
gavel.
Convmdi'er aqui que no mesmo dio 8,
em que regressou o Sr. Cotnriro Le9o, em-
harcavom para Buenos-AyresosSis D. Uer
nardo P. Borro, presidente do senado, e co-
ronel D. Venancio Flores, chefe poli'ico des-
te departamento. Enviava-os o Sr. presiden-
te da repblica em missu conudenci.l jun-
to do general Urquizo poro, s.ber directo-
mente quaeseram seus sentimentjs nesta
queslno.
Estes ravalheiroa rpgressar.tm nodia 19
de mtnhSa, portadores de caitas do gene-sl,
nos quaes manifeslava sua opiniSo, indi
nondo-se acoitacHo dos trotados do 12 de
outubro S. Exc. o Sr. presidente reuni em
sua caso nessa mesmo noilo tlguns mem-
hrosda tssemblt, o expoz-lhea situacle.
Ignoramos o que olli se passou, mas no dis
seguinte estovo resolvido a questuo ; o go-
verno aceilova os trstidos, consJeran lu os
Tactos consummadns, e n Sr. ministro dos
negocios estr.ngelro dirigs ao Sr. Carnei-
ro LeSo um. nota nesso sentido.
Concluida assim a questio iniciou-se lo-
go um novo trabalho diplomtico. O Sr. l)r.
t'ast Nuris, ministro dos negocios estran-
goiros ila repblica, entrou em negoci(0"s
com o represenlonte brosileiro para molifi-
car o tratado relativo o limites, e recaliiram
as modiflcacOes sobre o t do arl. 3.a, e
sobre o ait. 4. do referido trtalo.
Concluido e sssigoodo este novo tratado
fez-sea convenapo de gsrrautis de suasrs-
lipulsc,ues, ilaaW pelo guverno encarregado
das reo^Oes exteriores oa Caufederar;au Ar-
gentino, por intermedio do seu ple.ii,ioton-
ciariu nesta capital o l)r. D. Luiz Jos de la
Pena, deveodo aquella ralilica-la o mais de-
presso possivel, eS. U. I. dentro de eodias.
Eis-aqui o copio destes documentos impr-
tenles que o governo acaba de opresentar
assembia :
Tratado di 15 de maio.
Tendo S. M. o Imperador do Brasil e a Re-
publica Oriental do Uruguay celebrado em
12 iu uulubro do auno prximo paisa la qua-
tro tratado* e urna convenf.lo de subsidios
que sendo ralillcados pelos olios partes cun-j
traanles fomu por ombas ex colados cm
lodos os artigos que immediatomenie po-
im se-lo, comqu.nto depois do restobe-
lecimenta do goveruo constitucional da re-
publico se suscllossem duvidas sobre sua
cxequibilidade, duvid s que felizmentedes-
appar cersm por uai accordo amigavel en-
tre ambas as partes ; e por esse accordo, ob-
Urlones, conde.inado como ladriio e assassiuo
l...med.aianime depois Ireto.. Mena a gale-
ra nurle-au.cr.cana lieoryr How/and para cun-
duslr sua gente ao poolo desiguado pelo ;cue-
ral Flores. Todos embarcaran) e partlrau.
enrios de emb.isiasino psra a sua crusada.
Durante duus das navegaran! cementes <
em perfeita harmona mas no ter, tiro, des
pe lados no negro seus instiuclos saugufusrlos
e aversao de rica, capilaoeou seus co.upa-
nbeiros de piisio contra o seu chefe, que lu-
so Cotll o dono da C 8, rncaminhuu-se poro sllou Immediatameule, bem como o capilo
la, o ao cbogar fezs'gnsl sosseus soldadt'S'americano, eos que se nao declarsram de sua
eesles deraui um descarg sobre o copilo opioiRo.
e escolt, da qual resullou flear fetilo noJn F|C0U P" ,tlnrf Hotd en. poder de
.."g-.-,'eim"ote oquesiiodu tratado, dbm o woira 0 riendo pillo, um anspecaJt:'"" """" e 4Pro""" ',jr4 Tamb"
i IVrio de Tumbes bnrdrjotviin dius escunas
com miiii.i gaute e ulliuiaes pe iciilcuicb Cft-
ptiii ai nuen.ro ^c'oca-lalrabalb. se acliva.nen- ,l,,ls e um fer.do. Oulllci.l e tTl.iS nove nbecer galera. Apenas saltara... a bordo
?;%q3:Vpce"r.'ol_de ,i. .*>* ....- pr.cl. ***! ^4-j^!s: EZJS^&zXm c. B.",ca-
pracas recolhidos o cas cuj. direito de pro- \ ["""" 1c,1u"mf?, """."',
5r.Sad.fol, .lOd. em tses circumst.ncias Utffi;*^*W
respeilodo pelo alferes Pnnbio Alfonso, que e af^olou & Equturi.no
lian, tppruxiaado,
Equatoriaooa que estav.iu .
e degulou
bordo.
Persegue qu.l fr. encarnicada a outia es-
cuna du con.aiando do general Guerra, que
encalha na praia de lu.ubel para escapar i
sua voracidade. *
Em icgolda, s.llou il.iooxt en. ierra fren-
te de gente armada que coiiiiucileu Inda a cas-
ta de exceiiui, e levuu i viva forca uina lioda
entreguos no oa immeuiio ien|,orai depois de aaaaiu.ro marido e u.na
ao Sr. coronel Fausiiuo Lpez, que veio u.ii.a .u-i. auoos!
eem presenta do | u,u sajrra preudeu varios officiaes cxpcdiclo-
* coronel Fernaudez e o
e os levou para bor-
o gabinete imperi.l, das e insluCcOe. .|.He dn fado ^Pastando vlsla aos papis de Tamajo,
quaes .er desde Higo a couclu.io do Iralado As,n est.belfClda rerd.de do !'<'i0UDe B,looe. que no da ZU de marco d.via
definitivo de psaineuclon.do ncooveuc.o de ,,,, s Exc. felicit.r aos Srs. oluciaes e aclllI.,e 0 eu,| flores em Tumbes, e a-
188. procos que coniprJnliain essa partida, por reasou-se luglr n iiienna urde de l8sem
Aotesdlsso, porm, ter. provavel.nente aa- ,er em ue( circunistaucias respeltado, co- direccao cena,
slilido, para garautir o cumplimento daquilio __,. lireiio de propried.de eos Nu nielo'.e su.s hesltsjoei e recelos, jul
que or estipulado, i concluao d.s nrguci.coes m
que naquella corle enUbol.r a repblica o.len- .
lal par. alc.nc.r a. outr.s mud.ncacoes que su. ordem do da n
i tratados de ti de ouiu. ro. i '<> Marid.o d Matos,
ajudanle-geneal.
hecimeiitoquepedla-odvlld.dcdoslr.u- pregando todos na meios persuasivos Con-
,,. seguio.t aze-los a presenc. de S. Ec, que
Cooregivldo este une, e obild. ratificacao 0s_nrandou recolher guarda do exeroto, Ja d
Jo general rqulia (como encarregado d.o re- u0nfja foram enlreguos no dio immedia io laceaciteriores d repblica ArgenlinaJ, da a|) Sr coron,| fausliiio Lpez, que veio ,,.
t&or*o\W&KJaVa?^ e'riimc,.. tmh. obr.do contra su.s ordens co.nui.ndenic Gucrreiro,
nrincinios por S. Exc. recommendsdos na gou upporluno coosulur os seus piisiouenos
Ferusudez e Guerrero, os quaes, exprobrsu-
18.
REPBU A ARGENTINA.
A ma.clia daquallc paUpar. a consolidado
pretende no.
Naquella capital desempenl.ara o represen-
tante argeolino no que locar directamente ao
seu pal/., um papel mala activo, pola que o ajus-
ivar'dieftoaa^ d."ordem n.T.berd.de firn..-.e cada vez m.ls.
du-lbe au. conducta, perguot.ra.n-llie purque
tluhs tanl. s.ab. contra elles, porque havia
sacrificado intil.nenie lauta! victimas f... apa
resposl. nao se fea esperar, a Purque padec
mu.to por minba fidcltdsde ao general Flores,
que uus seus inuu.culos de felieldade se esque
ceu de iiuui, preferindu-me a tantos horneas
Itidocomo concurso da med tocio esponta-1 deracBo Argentina, brig-d'iro general Da
f ne. e clflciosa do gi.verno encarregado dasjJusta Jo^ de Urqoira, .presenta ti. a.
relaces exteriores d. ConfederofSo Argn- r.nli. nos meamos termos que foi offeieeid-
tins, por meio do seu ministro plenipnlen-' pelo abaiioarsignodo, segundo ortt estipti-
ciario, foi susienlada por parle do governo lado na artigo 3.* do tratado celebrado nes-
, orienta I a execuffio dos referidos tratados e te dia ; e que o mesmo Exn. Sr. governsdor
''convenan : jfora expedir e eniregor rotiflccOes espe-
l Em consequencia, desejandoS. M. o Im- ci.es .teste acto de g.ranii. cada urna das
perador facilitar ao govciri da repblica duas altas parles conl'.ctantes.
oriental os meios de cumprir as estipol.cO"S Em f do quo o absixo .asignado, enriado
dos refeii los tralsilos e convoncSo, remo- extraordinario e minlstio plenipptenci.rio
?r>ndo Iratado de limites, concordou em faier mu- nho, e Ine manda (oro sello dos armas des-
dilicurjes ao dita tratado, e par. essa Om as la missSo esurcial
duas altas partes contrt.n>es notncaram Feito na cidade de Montevideo, capital da
seus plenipotenciarios, sobar : iltepublira do Uruguay, aos 15 do mezde
A ramtjbliea orimital do Uruguay oo Eim.: m.in du anoto 4a Nosso Senhor Jess Ckvristo
Sr. Dr l>. Florentino Gsstetia'nos, ministra de i8i2.
secretario de estado dos negocios estrsngei-' Luis 1. de la Vana.
ros da mesma repblica. i Nos quizemns acedar e cc>demos ao re-
E S. M. o Imperador do llrasil ao Exoi. Sr. ferido acto de gtramia, ofim de consolidar,
conselneiro Hniiorio Hermlo Caruniro L'3o, qanto de nos dependo, a paz e amizode que
seu enviodo extraordinario c ministra pie- felizmente existe enlre o Imperio do Brazil
nipolenciario em missio especial junto do eos repblicas do Pro la, e que ha um dos
governo da repblica oriental, os qunes de- felizes resultados do almir;, celebrado o n-
pms de terem tro-a 10 seus plenos polines no passado polas convente. de 19 de maio
respectivos, que foram ochados em boo e e 21 de tioveml.ro do mesmo anno.
do.vida forma, convieram nos sitigos se-: Em f do que, pelo presente acto renova-
guintes : mos, conflrm.mos e raiiflcsmos a garani.a
Ait. I. 0$ l." do art. 3." do Iralado de dsda em nosso nomo c no da ConfcderacSo
limites Dea alterado do modo seguinte: Argentina, de cuj-s rclacfles exteriores es-
Da embocadura do arroyo Chuy, noocea- timos eucarrcg,dO!,>peio nosso ministro
no, subir, a linh. divisoria pelo dilo rroyo pleni potencial iu ; e prooeltemos mante-la
e dohi p .asir pelo puntal de S. Miguel al e sustenta-la nos mcsoiO!" termos em que el-
encoutr.r a Lsga Merim, e s-guira costean- la foi estipulada no art. 3 do mencionado
do sua morgem occideutil oteo faz do Jo- tratado, e dado no. acto de garanta cima
puarHo I conforme ao tts pusiidetts. { mencionado.
Art. a." O art 4." do r. ferido tratado fl- Feilo em Buenos-Ayres, etc., etc.
i-,, ni i nlic olo smenle na parle cm que se Assim ficuu concluido este negocio neta
cedeao llrasil, um toda soberana, meis le- .,, r lo. Anuuncia-se que o governo tencio-
goa de terrena em um das marg.ms da fuz na enlobolor nvos iiegociorjOes naciledo
do Sebullaiy que fossn designad, pelo com- Rjo dn Janeiro, alim de alcaiifar de S. M. I.
mis-a io do governo imperial, e oulra mei. algum.s uulr.s modificacOes aos dentis
legua em um< das margeos do Taquary, de- trotados, as quaes nao sendo anda do dorai-
signada do u.os.iio modo ; convm lo S. M. o nio publico, uSo poJemuS por ora indicar.
Imperador em desistir formalmente, como ASSEMBLA LEGISLATIVA.
desiste, do diroito adquirido aquella con- _. .
C019ai)' M NSo relenreroos algons incideotea oc-
Arl.3- Todos os dentis ortigos do re- C!J"1 "nie o mez que ''*
fendo tratado de limites, a-sim como dos de q'i"oimposivel fot oara a assembia exs-
ollaaca, cammerc.o e neveg.cfl.., de extra- lr m ag.t.cSo, porque nSo queretnos
d.crjao e.i. eonvencaod-subiiiios, fic.m '"er reco.d.r;0ts do f.ctos deag;adavets
emVeu pleno e iuteiro rigor; e ambas" as 1" """"n desii.tellige.icioa. comtu.io
pones conlr.taues convuTem .reitar ga- exceptu.remo duu. suecessos que se ass m
rai.liaqueespontane.meuleoirareceuom- "a.u fo,,"n mencoo.doa,com su.s verda-
nistro pleniaolenciari d. Confeder.cao deir.sproportoes poder.am .vull.r e .p.e-
Argenlin. por parte do-g0verno enoar.dg.do ''' iwcedenei. que n>o liwaai.
Jos relocoes exteriores do diu Confedero- dsse> o"-cessos leve lugar no senado.
(3,., co.isislii.doessagar.nli. em quo por >' '-. &l c.m.r. resolveu chamar
parte de S. II. o Imperador ser3o apprav.d.s ,0J tres rn.n.strus por. pedir-lhes explict-
er.filicd.s os modifi.-sedos estipuladas na Oes sobro a.guns pontos iroporianUs.Mn-
presento tr.Udo, e quo por parte do gover- nrmc.p.i delles s.berse^o tr.nquiIr^la-
o oriental serflo ohset vados lo los os men- *> publica eslava segura. O Sr. miu.atro
cona.ios trata lose convenci di subsidios do mleripr ndo hesitou em afUrm.-lo as-
de 12 deoulubrodo .noo nroxino p.sso- 8im m.uifeat.ndo coull.ru;. que tem o
do, comas m7dilic.c0es.qil rhcluidas.Vu ,*' conoervacio r.l. tr.nqiul. -
nutras que para o futura pdssom ser feitas 'e' ,______*
com mtJtuo iccardo d.s sitas partes COi.tr.- Sugu.r.m-se depoisnSo s inte pelocrs,
iarnos moistombem recrimimcOesdi igdss ao Sr.
Ari.'.o a troc das raUficaces do pre- minl.lro da guerra sobre boatos que circu-
sento tratado sera feit. na edado do llio de '"'" ue qu? 'e"L'onovo f.zer un,, revolu-
J.ne.ro.noprazode sessenta d.s. ou antes So de connivencia eom alguns ebees bra-
se for possivel ; eo acto de garanta ser zileiro., se o governo nao livesse aceitado
dado o mais breve quo possivel for a cada oslr.udos de 12 de ou ubro Est. traaeDtft
limo dos partes cntrtoriles indepondenle- oceusocaa, formulado do um modo atei mu-
mente da dita troca de r.lilic.cOes. lo J rlomenl.r, pois que no er. lundad.
E.n testemuuno do qu.l, nos. .b.ixo os-' "'p' <" >>'los, fo> enrgica mente repelli-
ign.dos, i.lenipolencis.ios da republico do pelo mililitro, levando o color de i.npro-
rientol do Urugu-y o de S M o lmper.dor visacflo de ambas as partes a proferir pala-
si
oriental lo Uruguay o de S M olmpe
du iirn.iil, em virtude de nossos plenos po-
deres, assignamos o presente tratado com
iis nossos po mos e o sella das nnssas aunas.
Feiio na cid.de de Montevideo, em 15 da
mez oe maio do auno de Nosso Senhor Jess
Ghiisto do 1852
Rutifc'iiflo do auto de garanta
0 brigadeiro general D. Justo Jos deUr-
quizs, gover na lor e copiSo generol do pro-
vincia de EntroRius, general em chsfe do
grande exercilo all ado sul-amo'icano e en-
carregado oos rel geutina. Fazeaios saber a todos, e o cada
um doquelles a cujo coulp cimenio chegar
o presente aclo de roliflcec3o, que lendo si-
do celebrado, c ni o concurso de nosso me-
diacfto esponlanqa e amigsvel, un tetado
mudilicoudo o de limites de 12 de outubro
de 1851 eutreos plenipotenciorios de S. M.
o Imperador do Brasil e da repblica orien-
tal opUruguay, pelo quil licou modifcalo o
tratado delimite! celebra lo entre o impe-
rio do Brasil ei diti repblica em 12 deou-
tubro do onno pansido ; e tendo sido nerita
gorontio que em nosso nomo o no da fton-
fdder.tKo Argentina ful offereciJo pelo nos-
so ministro plenipotenciario o t-, b. Luiz
Jos de lo Peno., nos termos expressos no
cto de garanta .asignado na cidade de
Montevideo aos 15 do uiezdemaiu do cor-
rente anno, cujo leor he o seguinie :
ACTO DE GARANTA
pala Con/ederacio Argentina do tratado de
modificaces o delimites de 12 deoutubro
de l85i, celebrado entre S, H o Imperador
do Braztl e a Repblica Oriental do Uru-
guay em 15 de maio de 1852.
Tendo-se felizmente conclu lo neste di
um ti alado molificando o de limites de 12
de outubro de 1851 entte Ds plenipotencia-
nos de S. M. o lmpe Repblica Oneni.l do Uruguay, com a con-
currencia do abaixo assiguada, enviado ex-
tr.urdio.no e ministro plenipotenciario em
misso especial junto dn governo desl
mesma repblica ; cuja rnciliaciio, olf.-reci i
espontanea eamigavelme.il', foi aceita por
ambos os pleniooteociarios cima mencio-
nados, na inleliigencia de que o da Confe-
derocSo Argentina garantira, em nome do
governo encarregado das relaces exlonoies
ila dita Coiifederato, que, por parte do S
M. o Imperador du Br.zil, serSo spprovad.
eratificadas as modilicciies estipuladas no
traiadu celebiodo ueste dia, e pels da Rep-
blica urieulal serSo ratilic .das as ditas mo-
dilieacOes do conformidad.' c i... a respecti-
va cou>tituitSo ; e os nal-dos e couveiifSo
de subsidio de 12 de oulubro do auno pr-
ximo p .ssado scr.lo exactamente cumptidoo
e observados pelas duas ollas partes cou-
traciantes, com os refer las modificaces ou
ouiras que nu futuro possam ser feilos por
mutuo accordo de ambas is altas partes cun-
tr.cl.i.t'S ; o .b.ixo assigoodo, ministro
plenipoienci.iiod. Coiifeder.co Aigeuli-
oo, declara e assegura pelo peseme acto
de goronlia em virtude dos plenos po-
deres com que se ocha investido que o
Eso). Sr. goveruador e caprlSo-general en-
carregado das relssOes ulteriores Ja Confe-
vi a- improprias do lugar, e que nJo livci.m
oulro resultado senu o de sepororem-e to-
dos amigavelmeute, ao mcuos em apparen-
cia.
Nesta occasio, e he este um dos casos a .
que nos relenmus no principio deste artigo,
idntico em sigrnlieacio ao que moveu a-
ceilatSu -ios tratados, o Sr. ministro do io-
terior e dos negocios estrangniros, em ter-
mos dignos do ssuinpto eda circuios ton-
el.is, disse qup o governo eslava resolvido .
seguir como linha de poltica constitucional
aquella que aconselhava o respailo dos Tac-
tos consumm.dus, visto como seri. arrojar
o p.iz em um calms o revolver o postado,
t9o cheio de dilliculdades, se uvessede ser
maUrio de novos Jnizos.
Fui esta sesslo de suman importancia, e
lie paro deplorar que nfio fosse puulicod. pe-
la impreusa para que assim tivesse o poiz
conhecimentu da poltica e qu o governo a-
doptou.
(lornal do Commereio j
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMUUCO.
Blo 31 de malo de 1852.
A mi: o I. iborio.O inundo vai de mal pelor,
c mais que nunca he alnd. verdade que ^uea*
primeiro onda prinuiro sao/i/e. Parece que ueales
lempo lo ganados do ij -lema constitucional,
devia ler aeui liinllea pnueipio de qui prior cat
intempore prior est injure como multaa vezes onvl
d.icr o padiemeaire .u un te AI ver ne: alguii.a clr-
cuu.naucla mla parece devrr entrar no oanal-
deracao do dlrello, ao menoa he aldea que a
.liaste... feito andar roda a pobre cabrea do
Irmao A nor. Ou ve o que te vou contar, e v li
se lenho razao.
Quaudo a Santa Cas. da Misericordia lisgou o
previlegio exclusivo dos.ceu.ileiios, le em
rccontieciine.il.i do servco prestado pela ordem
lercelra de S. Francisco de Paula.por ler sido .
primeir. que appreseniou o seu ceinilcrio.
que se abri no auno terrlvel d. primeir. ap-
psri(itu da febre am.rell., em o nusso pal ;
le ia eu dlzendo, couerdeu que tss. ordem
tercera conserv.sse o seu ce.iillerio para
os seus lrmos, unlcatneule para os -seus Ir-
naoi. Lootra Isla reclamaran! as uulras
urdens lerceiras o ouiras coulrarlas, alle-
gando o aeu mais autigo estabelecunento no
pas, e mais amigos srrvlcot i e sobre ludo a
valiosa raan de que risa cunceasao oclualva a
ordem lercelra de S. Francisco de Paula fula
que ella inonopulisasse lamben, para si de
voco dos eii, fazeudo que estes abandonas-
en, as oulra. confiar, .s, c concernas,en. n seu
espirito religioso e a sua devuc.o naquella fa-
vuieclda oidt-ni lercelra, e as oulra se Iriam
anniquilando. lioiupc.ietrada d. juilea dea.a
allegacde, e mesmo de sua jualt;., cmara
los depurados na sesso pa aada otou um. le
extingu..do o ceiniterio de S. Francisco de Pau-
la,redusindu essa contraria aa mesmaa condlcOra
das outras. Mas a inaluna do senado rrgcilot
iquella resyju^o da cmara qualriennal.
Coofesso que at ceno lempo eu citara fodo
da banda da ordem lercelra de 8. Francisco de
Paula, mai depola que apollquel mlnl.a alten-
cao aa raidea allegadas pelas outraa confrarlai,
assentel de pedra e cal, que a prlorid.de s do
te.tipo nao devla ser considerada em negocios
desta nalureza, e que algutnas oulras cuualde-
raedes devciu ser .Hendidas. Nen. digas que a

i
W / ,. I -.


... ......
... .

*
dcv ..o do flet nlda tem clin o eemtMtio da
S. Friuc.sco d< P.itli, c que Miu .He a*J P*
de'.io.ouiruo.de..s. tjlhlireliglosla.de
devocao d. miii.nl parte s lu como
nue erudad em orlas coudlcfles, cotn coilil
etlrrlnridadeai tiradla al oulll, in elerHUm pe-
ribc. TiraisvrWii.ee os beniltihns, relia-ror-
reas e eseipulirlo, lira o cdrdJo aotiflSso Se-
raflcn pad.o 8. Fraaclseo, Ufa iuMreilel
inundan. innrii a orraa devocori, e con la-
me depol. Tal contraria, lal uid.in lie mullo
lloa, e lodo inundo quer aliuar-ic nrib. Mas
por ventura a rlquesa da orden nei lenco ao
ordelros u c que nao pu de u. pobie
donato, nao el, mas ello la se emenden). Por
esta raides digo eu, comervando i ordein ter-
celra de S. Francisco o leu ceinllrrio, Meando
as ootras obligadas ao cpuilteilo, iodo mundo
dir, nao me quera enterrar, onde se enterra...
o cacitos, o presos .e o suppliciaioa. vao
alliur-ac de preferencia na ordein de b. rrsn-
clico de Paula. ... ,
Mas dira tu, a fouce d mura nltelU todas
a condices. e na p.eieoca de Ueoauui leuhor
e eu escrito iSodoui hornos. Mru amigo,
auliu ha, e lie conaolador para uin pobre do-
nato, o aber que quaado ae apresen.ar coui o
eu pause guardin, con. o aeu provincial no
tilbunal divino, o Juii Supremo nao eliminara
qual leva ou nao leva capuz, mal qual val man
prvido de vlrludea porin de lelliaa abano
e em cima da Ierra c neaie inundo, nao ha re-
medio senao reco.hecer e admitilr o relos :
o inundo he chelo de preconcrlloi e prrjuj.os
o mundo vive dellra.e querer desrcspelta-lni e
romper violenlainenia por ellea. he querer ar-
raucar pelle e cabello as aocledadea humanal e
largar lugo a ludo, como ditem que acontecer
a uin tal Sr. llerculei com urna cainita, que Ibe
manila. certa fellcelra. Teudo, pola, mellior
leUeclldo euleudo que nao sao para despiesar
ai sllegacoea da outrai ordeni e contrarias
E baila rililo.
Grande contradiceo tem no senado ochad o
da parle decerli.supnosicionistas, a lelque au-
lunia acr*at,iod.u.i.a companhla para urna
estrada de ferro, que, partiudo daqul, vi eu-
caulrar um inuuiclplo de'e Hlnai.outro de a.
Paulo! b admira 01 escarceos' e crlcuma que
levaniam com as provincial do uorle, que, ao
diter dellas, eiUo em completo abaudouo.
Quem os uao couhecer que os compre. Se eu
lora senador, dir-llies-hia : Delzeo. descan-
tar as provinciado norte, deuem- s em pare
socrgo, que ellai e desenvolverlo e medraran;
dlgam ao eu comparsa qu nao a pcrlur-
Dem. E poiveuiura tem sido a do ul m >la fe-
Uses? Nada de declamacoes malicio, vao co-
mo eu ful a Mina, vio a S. Paulo, vao ao bspl-
rlto Saulo, a Goyaz e Mallo Gro.lo, e rica.ii. a
comparaco com a Brilla, Pernambuco, Ma-
ranhao, Para, Alago, Paiahiba, eic., ele, e
prouuucieiii eniau um julio : lerio capase da
ao? Tudo leni Ido mal ueide a descoberla.e de-
poia da independencia maa qurui nao sabe que
as desordena, que seinpre leriu taavido, forja-
rain o goveruo adeslrahlr sua alteoco dn me-
lhorsineotos maierlae, para cuidar do re.la-
bclccnueiii da paz e sua couacrracu, gastan-
do nlslo soinin i enormes, que poderiam ler
sido emprrgadas no desenvolvimeulo da Indus-
tria e da riqueza publica? Se a esl>adas de
ferro teem fetto urna luiinriisi e fell revolu-
So em lodo o mundo, encunando dlMMCtM. e
leudo nao correr, mas voar a CMumuulca-
edes, o cum.uercio e a riqueza geral ; porque
raio dever o i.ranl llcar anda um aeculo em
atrasau.eolo? E se o Brasil deve entrar nessa
prodigiosa carreira do progresso e c.vllliacao,
por ouda deve naturalmente comecar ? Pelo
Rio de Janeiro, onde oa capilae abuudam, e
onde o coiumeicio he mal vasto, c mais pro-
inrile ao empresarios de tima obra lau dis-
pendiosa, ou por alguma uutra pruviucla do
norte ou do sul? He urna ciperieucla que ta-
mo fascr a cuita de capllae estraugriros,
principalmeuie porque iiiesmo o Rio de Janei-
ro por al uao poderia teula-lo, Deisemo-
no, poi, de vaa declamar, oes. Para miui tan-
to faz ouvir gillar o U. Mauoel e Munletuma,
como ouvir chlar um carro i nm te admiics
deste iulroii.rltiinen o, que nao chamarrl
prugressas, do pobre Iriuio Andr ; porque la
por casa noaia ierra coituma dlier-se : Uize-
' mecum queui vives, diier-le-Uei a maullas
qua tem : eu vivo no couvento, he verdade,
uiaslu sabes que can frequeulo cu, e nao le-
ilaaoolrioou And., ae i.ao aoubesie l iiii.il
multo do que ouco. Verdade he que padre
guardlao l se noga a veies, e aineaca-iiie
tirar o habito, mal como apelar de ludo nao
he par deapreur o uieu prenimo uo couveu-
lo, a couta tica em palavras, e eu vou vivendo
e aprendrodo.
Fioallueuie fecharam-e toda a boceas, que
tiuliam, como un patrias abena, a capera
do vapor, que drvia cliegar de Montevideo.
L'ns iiiiian : Deia de haver cmara mullo
dlaa por cusa do govcnio.quc uao quer dbcus-
sors.emquanio nao chegar no vapor do sul as ul-
timas noticia sobre a ralihcs;ao dus tratados ;
oulros dizlam, que por essa mcoina raio nao
apparecla a rrapusta a falla do Ihrouo. Oa
basbaque, porem, fecharatti as boceas ja bem
chelas de j.o.cas ; a respo.ia a falla do ihrono
fol dada para ordem do dia ; e buje, 31 de
malo, cbrgou o vapor do sul cotn a noticia da
raiiflcacao dos tratados e desappareceram ai
difflculdadeoriuods dese oijeclo.
Mru amigo, est boje evideuie por proras
eslrahldas do veulre do auto, como dizetii,
tanlo os rbulas, como os Urs formados, que
a linprrnsaoppolcioonlaea assalanada, lan-
o pelo Hutltou, como pelo Guido. Que patriotas
que sao riles! Eu cotn Ber um pubie doual.i
lueenvergunharia de receber de qualqurr dos
dous diplmalas urna esmnla para o convenio,
asslm iiicsino pobre cono est, quanlo mais se
sruhor r nb, nao eansithttrr chrgado. Sabesoaple me
niantrcr? Kutlnliarui usas das Inte, que a
esda hora hrgam a.-sii cldadr para a dr Nic-
tUefnT cdRieiher.ijrar cldadeitMalirdU
uha.e uo olinlnho atialioarain : o instrcUi ad
tnsf, r*u quali que fleo snagadii, tilo faiei idela
tidtvrror.do harulno, da bonfusodp lamospas
ssgrlros no melp de unta baha Ido longa Uo
profunda. Iguala este choque s rioiso adiar
aqurlle abalruaiiiento, que Uve com certo co-
rista no escuro, e no corredor da privada dn
convento. Que embigada Que .entalmenlo
deprrto! Que cabreada I Ambos fouiosan chao
desacordados, e quasl que se perde a fiord s
dnalos. Ao eslrondo acodlo a coinmunldadr
com lampiOe e nos Irvaularam, e desde rulan
o......i pobre naris, que nao era asslm. tomou
forma de popa de navio. Acudlram ao de-
sastre escalrres de diversa einbarcacdn, e nao
hotive victima ; ineilre fol salvo, ess nares
forain reparar as averias, lirelo que iiiul'o va-
leu o vlr ru all, nao so pelo ineu langue fro e
promptldao no apuroi, mas pelos prodigios
du conloo do nosso Seraneo patriaren. Ptem o
lio mi logo de que falla o compadre Matheos.
0 /ruino Atidri.
RIO DE JANEIRO0 DEJIIIO.
Pelo vapor e guerra 7'Aeis recebemos, fo;
Ihaie cartas de Montevideo li 18 do | al-
iado.
tstimamo potler snnanclarque a ques-
illo dos trtilos esleb ados pola Repblica
nrianlal enm o Braiil le urna aolucSo U-
voravel, como sempra esperamos
No da 13 form reconurcldoi validos
essr-s tratados pelo actual gaTerno oriental
e feito es-e reconliecimenio, pu-o e sim-
ples, annnlo o Sr. c niselneiro de estado
Carneirn l.'ilo a entrar em negociarles ura
a mu nlich'.Iii)" aliUiiS prigrahhnS'do Ira-
tatlodelimlt'is. E-sai neg.'Ciarfies trrmina-
ram amigavelmenld no di 15 Por ollas ap-
proxinamo-nos o vl pouueti na 11 n lia de
leste, desda o Chuy al o rio JagUaiflo, e
eonsnrvailion em to lo o rosto da liuha as es-
tiputac,6> rio tratado de 18 de otilUbro, (I-
cando cob-Tta aisim afro'nteira do l'g e
arre Ion lado o nosso territoiio na linha do
Quariliim.
Por urna convenci celebrada no mesmo
dts, garant o general Urqulza ao governo
dn l ./I n li-I cuniprim-nlo- dos tratados
pnr part do gonrno oitenlaf ; ao governo
oriental a aceit8o dis no iifJpar;Bes lado do limiles por parte dogoterno impe-
rial.
A'mellc.!lo do general Urquiza fui espon-
tanea e nfllcloaa. Em toda esta negociacan
.leu S. Ex. repetidas pmvas do alto apreco
um que tem a lltanca hraxileira.
0 reconhepimento.dos Iratados celebra-
dos com nBrazil detx ipio fado sem effeilo
os proj ctos de fizando que o governd ori-
pntl suhinettera a ssnccSo do corpo legis-
lativo la proceder-so a nomnaeflo da com-
iiiissfio mixta que tem de unten ler no ajus-
te da divida do l'M'do Orirnlal ho Biazil.
Api-ms chegar rat'llcad a Minlrvi leo a
garanta oiretci la pelo general U quiza con-
tinuara o nosso exercito sua marcha p..r o
Um Grande.
li i Uuenos-Ayreshavii noticias em Hnn-
levilo at 17. Tiulia-se prucidi lo elei-
t;llo por tres annos de gnve'ja lor da pro-
vipcia. n recahiu a escolha no Sr llf. lo iv.
Illo proMnelt^ miiecmlinent", pela sua mili
vanta|os. silUielOtiM'i'graullIra.
0 goveuie _irovisiiridiiiue encerri-)
lentre) dos natos de MMitetidii im
p.iS'IWIiti eiidl um resistencia hnroc>
que li pitendme lobre t >di asi rapulMitM
n ftine-to dominio da tyrannia qu sobre a margem dtreita do Prat* preparou
elometitm e deu uccasiSo para seYealtsarem
alli-ncus que produzram a situar;3o ao-
tU'l deati repblica e da Coofederarjlo Ar-
gentina..
a Esse govrrno fez-se credor da grstidllo
.lusH.i. ii dii'is do Prat o dos lonvnnr s do
muoddcivilisllos; ehedomeu dever re-
notar.Ine nesta occasifl i a homenagem de
mru profundo rsieitn.
A V. Exc, que boj i se aclis i t"sta do go-
verno CutiSlylucioiisl, cabe uma tarefa pJ
menos gtoi losa ; i de reparar e vencer o*
males e dtlllculdadea que uto podam deixar
de nascer de urna c isa 18o prulongada efi-
lainllos ; a de consolidar e deaentolter t
herinca de paz e civitisarjlo que receben, do
seu antecessor.
Essa missSo he digna da illustracSo,
experiencia e patriotismu de V. Bxo.
Fa^o votos para que Oa incessantes 01-
fo'cos quo V. Exc. nesio intuito empreg,
sijam oorosdus do feliz snccessod" que he
digna nac9o a que V. Exc. preside e qae
erdentemeute dse}* o meu augusto sobe-
rano, a
O presidenta da repblica reipondeu noi
seguintes tumos :
A rrlirada do S. Exc. d'ontre nos, em
coiilor midade das ordent do seu soberano
imperador do Brazil, n9o [de ser-nos in
dilforentes, por isso que nos fui dado poder
apreciar IS. Exc. no decurso da Impr-
tante missjo confiada capseidade e zelo de
v. Exc
Sflo fructo dessa missSo as novas rell-
enes amigaveis iitrd a repblica e o impe-
rio, que estabelecem os tratados de <8 de
onUiliio do auno passadoe a convenci de
15 do t'orrenti) mato qua os modilica
a Meu maia grato d-vor sen o de cultivar
e fomentar franca o lealmente essas relacOos
eunsiderando-as como penhor de urna paz
duradoura, ecomo auxiliares po lerosus pa
ra sflsncarem nosaa ordem interna e cons'
lilucioiial, e para o desenvoltimenlo dn
no.".- mslituicOes, uo menos que para i
bem estar do lliazil, por cuja prospendada
e pela de S. M. tajo os man irdentes vo-
tos.
a Por minlia parte ag'ade}0 a V. Exc: a
expreisSo benetola e nsongeir dos seus
.-eiitiiiiciiio-, e os relribuo ueaejsndo a V,
Evc um prospero regresso sua patria e i
gracaa do aeu sobrr-.no.
O Sr. Silva Puntes, que resida em Monte-
video como encar rgado de nrgucios, e c
ba de ser Horneado enviado rxtranriiiianoi
ministro plenipotenciario do Bruzil junio a
Coufedeiai;au Argentina, devts apn sentar a
ana recredeucialaoguveriio oriental nodis
29 do paasado. Neis* meamo dls seria rr-
cebido o- Sr. Dr. Jug Mana da Silva Paras
olios no aeu Carcter de ministros residen'
ledo brazil.
O governo oriental nomenu o coronel Di
ao ministro das relicoclexteriores di repu-..
bllci-e pletvpotenclirto briXlleiro, pelo:
plinlpotencisno irgenUarS.
'T^^'K josfia-ialteyes commisatrio par. procH
istro do inte- der CUIB do UnM> Sr- B"8*',e"'0 B"
OSr. Dr. Alsina,.que desde
llosas s-rvh o cargo de mioii
rior, pedio sua drmissSo. TVhlo aceitado
aquella pasta cotn a condigAn de que a con-
servara sm-ntuat a nstallaQo .togo'er-
nopc-manent', nflo cedeus instauc sque
Ihe foram teitas para eouli uar. Dizia-se
que o Dr. Pico sei i seu successor.
gane, a demarcacao de limites conl'urnii
tratado.
Paria troca das ralincacOes da convan-
(30 de 15 de oniu eatl nuineado o Sr. D. An-
dr Limas. '-
Sr. br Pena, ministro plenipotenciario
Ja CoiifelerocSu argentiui no Bra/il, de-
via intuir de Moni video par eata Curta
at meiados deste uirz a bordo do vapor
Hrm 7.
Entrn hontm de Montevideo o vapor de "l2 ""'
u-rr. rarnen*. R-gr.ssou nelle da su. *Bu(,no,.Avr,s htyii notici em Mon-
tevido at 25 do passado.
i iBpintantd ti.issSo ao Rio'I a Prat o Sr ron
selh'iro to etado C-rneiro Leflo. S. Exc
aein-iroue wimo uarnoiru s,^hi#. o. tic. ..,. o. hl'm ..... c HlnnUan an,
he poit.dor do acto do gar ,,,,, J^^^^XiiJ^^:
teSHS?ai tsAs^stJBSt^
.. .... ". Cuuio ja au lunctauo, relirou-so tloni-
Uft&S{g?m .presentar ao pro- *- ft lmffSSSXt 7
si.lent-d.. Rspublica Uriant.lt sua recre- roi.elfcscl.d. mtn.sttu da guerra e ui.ri-
denc.l, ro recobitlo com todas .. honras nlia. P.raaubst,tu,r t, o, uou.es lo o co
dettda ao alto caraot r de quo ie chava rouel Gs.tro Ccures Osr. All... levo por
>eve.-tiilo, o pionuttciuu o srguititis dis-
curso :
Exm. Sr presidente,
S. M.o Imperador, meu augusto sobe-
succt'ssur a D. Jo&u Mara Gutirrez.
O Commercio del Vala diz a respeito o se
guite i
< A novt organisacao ministeriil cuitou
O. 01. J lll'IIOI.UIII, 'li' 'I "llf,'. 1 b\iuv .... i __
r.no, houve p.Uem dispensar-me de con- algum Irabalno. OSr. Lpez, lugo que as
tinuar na misan especial deque meen- ""> mando perma.ie.le, expemo u n
carregarajuntoapeisoadeV. Exc. Tenho uecr l'? n""""0 meamos min.stros
honra doipresiintsr i V. Rxc. a carta re- nueol.nli.m icompanhado durante o g.i-
credencial qu, m-exonera dessa missao, o verno pruv.s.r.o Lu'uOjad.iaemoS os Srs
lof.cocom a con-.cienda de que coos.grei Asii e EaCalada deiiiilfriin-i. de seus
todia minha intelligencia e i,8o poupei et- respectivos Cargos, uecl.raudo aqu lie quo
i id*m 12.
O paquete Praco, entrado hotitem do Rio
la Prat", iraz dala de Montevideo ste 5 e
dn HitoBOS-Ayrts st 8 do crrante.
Ni paste exterior deixamus transcripto
um longo extracto do R'lrutpeolo mensal
to Commercio del Plata lobro.a siluarjllu po*
litica das duas republio.s du Prata pooco to-
mos a accrescenlar a osse resumo te todos oa
aronlecimnnlos dn alguma importsncii.
No dta 87 do Passsde pedio o general D.
CeiarDiiz demiaslo do cargo de ministro
da guerra e da mamitis da Repblica O in-
ul. e lendo-lhe iceili no da 8 do corrente,
fui substituido pelo coronel D Venancio
Florea, qua era chefe pul lien do deptrlav
qienl i de Montevideo. O general ll. Orzar
Diaz conserva o commando geral das armas
seu successor no ministerio per tener, co-
mo aquella general, ao antigo partido colo-
rado.
A retirada do general D. Cezsr Diaz foi
devida a desintelUgencias puramente pes*
soaes com um de seus collegas.
No da t do correntep esentou o Sr. Sil-
va Pontes a sua ncredenciil e despe lio-se
do governo Oriental. S. S. devia seguir para
Huenus-Avres no dil 6 a bordo do vapor A-
fonio.
No mesmo dia em que ie despedio o Sr.
Silva Pohtes ipresentou oSr. Dr. Jos Mina
la Silva Paran los l credencial que o ac a li-
ta no carcter de ministro residente junio
a Repblica oriental. O Be. Dr. Parauhu
recitou nessa occasiflo o soguinte discurso:
a Exm.Sr. presidente.
Tenhoi honra de apres'nlsr a V. Ex. a
oitta pela qual Sul Magestade o Imperador,
meu augusto soberano, me acredita junto a
V, Ex. no carcter de seu ministro residente
e me encarrega especial nonle de continuar
ns itn-silii quo estoveconQidi so seu envia.
do extraordinario que acaba de reiirar-se
a O meu msis recummendido e grato de-
ver he cultivar as relacoes de perfeita intel-
ligencia o a mizade que felizmente existen
eutieesta R publica e o Imperio.
aSua Mape-lad* o Imperador deseja ar-
ilenipiin ule dar constantes provu da inva
11.. vel amuade que consagra a V. Ex o es-
trellar cada vez in-is ns lieos de iiileresi'i
Estados, o que eslo boje garant los por
pactos que dalam da urna poca de recorda
(So conimum e glorioss pira ambos.
a Procorarei com o mais respritoso zelo
a mais pu'a dedcaoslo corresponder
eonlian; do meuaugusitvoberanu, seguin
lo pela senda que me he trucado e que meus
predecessores trilhinm com brilhu e i sa-
tisf ;ao de ambos os govemos.
a Jn gar me-hei feliz se por meus inces-
santradesvelse pela boa fde meu proce-
'luii'iilo i u ler contribuir para o bem reci-
proco dos douspaizes, e continuar a mere-
cer a beuevnlencii que V. Ex. se dignave
dispensar-me quando sindi ti pouco eu
cno, erva sem oirarter representativo ni
mesmi nonrus missSo.
OSr presidente da repblica respondeu
nos termos seguimes:
a S ministro. He-me muito igradatel
recober a V. Ex noesructerde ministro re-
sidente e em missilo especial Junto desle go-
verno, segundo o acredita caita imurnsl
que V.-Ex. acaba de depositar em minha
toaos.
U eonhecimento que tenho da le do carcter de V. Ex. e das outras nubret
qualidadea qde o dislinguem me sflo segu-
ro penhor de que V Ex. contribuir* po leru
smente para mantere estrellar aa bales de
mutua e intim amizade que luim boje i
Repblica e o Imperio, em conforraidade
das obngaces contrahidas no interesse de
tJibns os panes.
Felicito a V. Ex. por ler merecido, tao
honrasa conanca do seu governo, e me
conurazo ao considerar os fellzes resultados
que tora a mi-s i d< V, Ex. pira o bem es-
lir desla repblica e do impo'io
O tratado de 15 de maio, que publicamos
ni pa rio ulterior, fui suboaetudo a r.. tilica-
e.l i do senado oriental no da 31 do passa-
do. Approvado all, seria apreseutado a c-
mara dos representantes. gove no con-
ista que nao haveria ncm sequer oppOsicSo
eqoe sea bouvesse seria de um ou oulru
representante.
e
elle
lies qulzraiem se caolasse urna ladalnh por
.lie. Parlin Isao he bom para frades, que nao
sao patriotas mas com o grao partido uacloual
o caso he muito oulro.
A febte amarella tem estado severa ; dons
pobres cantores conlractsdos para olbeairo
foram vlclimados'uin eiu uin da, o oulro no
srgulnte como lu os nao coubeeesles, pou-
co te Importara saberes oj minies.
Com qtialro, ou cinco discurssos encer-
rou-se na causara temporaria a discussao d
rrsnnai falla do trono ; a aplicado da ro-
lha fez ficar indo com efalla no buxo. Este
sysieinada Rolba podeter bom oa discussdes
cprlsoa<; mas em discus6r imporlanles
como ela, he, quanlo a mos, preciso aaus-
faier a ezpreliaciio do pala, e nao com dous
dlaa de diteusaao encerra-la deisando aemres-
posta a-gulcot? snoi positivas, muito especifi-
cadas, e mu graves; pode l.npor ao paiz, mas
ao convenreu por esta manelra. Verdade he
que o discurso do ministro dos eitraogrlroi
Paulino, segundo leuho ouvldo. ellnojurnal,
fol de uin forca argumrnUliva, de um.i lgi-
ca lio aerrada, e esuisgadora, que deiiou lu-
do profundamente impieainnado, e convenci-
do, qualquer que foa. o partido: maa es.e
discurso ai) leve por objeclaos negocio da le-
na.ilcio do palraogelroa, o Rio da Pian,
trafico de Afilcaooa, e bavlaui oulro com pa-
lavra para retpnoder a cenas accuacr mu
pasuivas do Mello Franco. O tapor Aauamai
velo uiullo a proposito, para iraier ao minis-
tro documentos que no momento tizeratn ro-
nhecer a brlllianir poslcao, que a polilica da
admioistraeao Irz que o llraiil conqulUae ni
America, e na Kuropa. Meu amigo, aqurlles
que antes nos disprrsaram, ja nos procuran),
com niil amores Grande cuusa be mostrar a
gente, que srno he lio fraco como Isso. Po.
rem queres saber, o que he esta opposico?
Pon o Mello Franco nao achou rtta occailia
dr lanos irli.iii|ih "i. de lana glorla.de lano
crdito, e rrpuiecao para o brasil, a mala asa-
da para declarar que se energunhata de aer
Braiilriru.' l! Eu me ruvrrgnnliaria de le-lo por
collega no Instituto Dunalal.
7_ Cbegou u concelhelro Carnelro Leo da
sua inlssao ao Rio da PraU. O IraUdo com
Montevideo sobre limites, fui finalmente reil-
skado, etudo eslA concluido, e o Urazil conhe-
cldo mais vaniajuiaueiiie no mundo, de ina-
neira, que he u.n g..lo ver oa namoi icos, com
que anda agora o govrroo Inglet com muco.
E o que inedize lu doiileuclo que Urqulza,
aulorisado pela honrada aala, Impo a certos
follcutarioi? Anstra as inaoa Ihe peiera, e se for
neerssarto niandarlhe-hel um p. de corddrs
seiafico, que faMn bem bom eO/ilo, t dd
quudlgaiuoa. oe elle o deiasse continuar
terla ero brete tudo Intrigado, dividido e per-
turbado, e perdida a tara que lio gloriosamen-
te emprehendera : quando irau de rgani-
Kirnuipaii como aquella, he preciso que se
esieja de ssngue fro e em seu perfelto juno, e
concorram todo para o desrjado na.
bioielque epidemia les dado nos vapore
este auno, que se nSo falla senio cm.desastres
de vapores I Quem sabe o que ter succedldo ao
I llieUS ilillieel In .....
rovidencia coroou felizment i a
o cirg.i superior a sua- c ne.las Turcas
aj^ Para logo se t^atoj do urna nova corn-
A providencia coroou folizmenti a al- ,. """"%',?" ",u* ""'" ,
Manca do 21 do nove.nbro.do anno passado. binacao. Lom e feito ch.mou-se D Jo3
que fui um dos principies obj-los do m.i.hs M" t-otterrez, lia pouco chegado do Ubi-
la, porem estd aenhur u3o se animou no
oMida em
mam do mesmo anuo.
Hrcorlo.mepuis.com ufania. de b.ver veriiadorLopezse tivessa lembr.do .1.11
cooperadjemnomeoeineu au^u-to sob;. A o-U respr.to diz U rano p.ra aquella alt.anca, cuju proa^ero He realmente diflU-il encontrar un in,.-
successo comee a ser devilauents apro-l'tT capaz de desetnpenh.r esse lugir, e
ciado c ap Iludido pelo mun lo civ.lisalo; sem duvida o generel Guido tam conuect-
e tenhn a mais firme conti-nca de que ell, monto, e pr-t-oa dus ingocioa ; porem nao
sera feosin la em beneficios, nSus para as c>""u PJer,a m.rch.r no ministerio um
i as- fui muoiio Hivmwiiini ', lili .11 m
iuccesso.co.tinu.r as.ru.antil.-HO'lu- ta^se da cidade ahm de a-sistiraacunfe
ri todus os seus ben.licos elT-.t-sseos renciasdeS Nicolao, e como o a,i,,i,tenu
; principios reconhacidos o proclmalos en nio est.va orgamaado o enfi cto era extre
, to, do ..ulubro do anno p.ss.do fiem r li- <" lcl *.'p* Ju8 n* "*;'" 8'-
' g s.miite observados eVa-i.v.. Lid. cjrn temedor o mando lique delegado em seus
rdedifacaueeneiga; Se todos os l),i. n- mini.l.ul. Verdade he que dous dos que
. .esiinmularem nu.t.rda palia su. p.i- cinpunlum o governo p.ovisor.o aceita-
ixes p ssoaes.seusaut.gus reaentimentos .- "' i porm como oda iiislruccaopubl.ca,
' nao volveren, os olnos psr o passado L.'ez. peuiav. r Com o geuer.l Urquiza,
m oulru lito mais du qu* aren ler oesse como ministro int-rino.odi fazonda, Go-
n,o.oqi.droquantasde.g,.c.se hor- rut..ga.naoqun. c.rs.
. cunt as gu rrM f,.t,o?j.5. O "veruadur ulUc.uu entJo s.la, di-
ibedoriae firmeza uo V, Exc. de- zendo que quer.i deieg.ro poder e.n tiu
le
] com
1 '-li
rores
II i s
no icio deiilu-tradaerect. publica, pelo ca .sala, e que a r.tinr. no di. seguinte
SSt V. Rite supernido obstculo, que o lo- 'O ver qua o sr. Gutirrez e resolv, a ac-
--. lar o cargo.
feodu o Sr. Gutirrez aceitado urna pas-
liimii, recoi.h Ceu a validada dos pactos ce- Itr o cal
1 bfadus entre i repblica e o imperio -.
t2 de uutubio do anuo paseado. U Ooa.t vago leu .u4.r na ..la, e dizia-se
s EsUs .actos se denvrn de ireitos e que leru eleitooSr. AIMii
d-veres reciprocalucnt- COntrahidos prlail
Manca de 29 oe uni. V. Exc. reconnecen-
Sooreo actuddgarautia da Confederi;io
Argeullua diz a mestna ludia :
VoltOU no vapor l'araente o br Llfuenta,
juste B
Uro. EUe eovolte em ai o programma de
um poltica teodenle-t cimentara uniflo
fraternal de to ios oa Orienties,e teataDele-
cer urna ordem.de coustl que repreos es-
trague dn psssadas lulas, e face entrar esta
paiznasviasde proiisjrldide e grindezs
que elle pJe chegar asombra da paz e pelo
Por vi de Montevideo ha noticias de Val-
nsratso atiio abril. Aquella repblica
eslava tranquilla. O movimento politico li-
ona ce lito seu lugar ao industrial, e por to-
da i parle se imt.iv sua benfica influencia.
Eslava estabelecido ja o telegrapno elc-
trico cutre Valparaso e Santiago, o projec-
tava-so continua lo al Copiap.
A estrada de ferro de Valparaso i capital
era ja tambem fcto consumma lo.
o Sr. cunselheiro Duarte da Ponte Ribeiro
eslava em Valparaso de tolla di sua missSo
diplomtica Solivia.
D.sdemais lepublicas do Pacifico a nica
noticia i mportaiite be a da expedicio do ge-
neral Fldrp para se apoderar de novo do
governo di repblica do Equador. A expe-
dicaosahtodasco-lasdoPe.ti, o mso gra-
do alguns contratempu que tiulia suflrido,
pareca ir por dtanle. Na parte exterior pu-
hlicauos um horiivel episodio dessa revo-
lue."o. He mais um exrtnplo do pongo que
curren) esses meamos que par emptilgarom
o poder oto duvidam excitar is psixOesds
plebe.
(Jornal do Commercio )
MINAS GERAES.
Ouro-Preto, 26 de malo de 1852.
Principisrei isn minhicarli noiicitndo-
Ibe que honten encerrarim-se ostribilhos
da no-sa assembla provincial que, como oa
ultima Ihe comii.tiuiuui.'i, lu ni merrceu da
provincia, nao mi pell regulandide com
quemarchou, como pelo iccordo em que
sempre le cuntervoii com o governo.
Talvez quando eata recebar, ji abi eateja
o nosso prosi lente o Sr. Dr. Luiz Antonio
Barbosa, que daqui seguio com destino
essa corte, no dja 17 do Corrente, allm de
turnar ais-nto na cian dos deputidoi de
quo he mo'iibro.
Sua retirada foi muito sentiJs, porque
como Ihe >.ssetere he elleaqui muito esti-
mado o reconhecnto como um hbil admi-
nistrador, de quem s provincia espera co-
Incr grandes bein-ficios purque aff n de
a conhecer perfeitamente possue gran le
tn i aliiiini.il' tivn, e da-s muito au Ira-
balno de seu engradecimento: porocoasilo
de sua anlii.l. da capital lecebau todas s
lionas iievi las ao aeu lito eniprego ; a foi
companhido por cerca de 100 pessota da
mais gradas, que se in ostra va m pesarosas
por sua ausencia.
Por carta que tenho, escripia, da Bigagem,
posso ssssverar-lhe que all se guza do
maior socego e tranquiill it-ii.
Os crirui.iusos do atroz ittentado que all
eTrVpilo.'iteriedio de leus ruspecvos foi eommeltido, recelosos da justa puoicSo
ministros em um tratado pelo qusl se modl-j qu" Ihei serii infligida, desampararam a-
ficsraai os arla. e *. do de limites ce- quelle lugar, e ainda se nao sibe ao certo
lebrato em 12 de outalbro do simo pssssdo. onde se tensm refugiados; o cueto de po-
Ogovernador encarrefado de relacOsi exte-! liria porm trata de orgaoisar oa processos,
llores concedeu immedistjmente mi rali-! e todos eapenm que com a punicSo dos vor-
esdnVolvNBerttjB co*roll! que a llrrelcicao. eo Sr. UnMnU frito. innidoi. didelros crillOS lOlra dgiggrivad. I
. I*. !* ie-m-.m:9r!i.?Jf!a!,:^Jipv/..d.^
cbegou o Ohtfe di plU, fol enoniilnVlO
por todas al pivaM grid.s ICuIhUo co
omt'or pfller ptlos blliiantts rjolugsrt
tisim devii tcotiteoer, poiaue olles beta
cnnhecem que o Une oxeieicio dt idmi
nistraCoda Jusllca lie o mais seguro pe-
nbor que podem ler de ieut dirritua.
Tambrm, segn to lou informado, i for-
ca que diqui segu para aqurlle lugar fui
encontrada por pirto de quilrocrnlai pri
sois que de proposito a eapersva para rece-
be-la e acomptnbi-li: di occiiiSo do en-
contr deram muilos vlvn S. M. o Impe-
rador e lo governo, dmdo por etse seu pro-
cedimento mais um prora de aua lealdade
i monarchia, e do que r.conhecem 1 ben-
fica protecco quo o governo IhesleiB pres-
tado. .
Consta.me que foram nomeados: o bi-
rlo tle Ssbari, commsnilinte mperior dt
guirda nacional do municipio de Sibai
e 01 Cidailflus Claudinu Alves de Souza, D-
maso da Gusta Pacheco, e Theoduru B-rbo-
si da Silva, commandiintps do 1 2 3 *
hatslIiOes do mesmo commsndo superior :
forsin oitiito icettidis escolhss, pelo que
todos com quem tenho fallado louvam so
governo imperial.
Us nomeados sRo pessoas prestigiosss na
provincia, e algumas dolas, como sejam o
barjo e coronel Damso,prertarni em 1813,
por occaaiSo da rebelliSo, im loriantes ser-
ticoj causa da ordem e do tliimo impe-
rial, i levrrtm seu pitnoliamo tal ponto
que marcnirim toi combates, e lorien nel-
lei gloriosimenle feride*.
Esquecia-me dizer>lheque appareceu ties-
ta capital mais um peridico no dia 82, com
O Ululo de Ttbuiy.
Seus serelos s!o do mesmo carcter que
Ot do Qmnibiis, o no seu programma decla que o muco fim que tem em tisus he fazer
c un isiio o mnibus em luts cari chis 113o
alire lama sobre oa homens honestos; e
para isso ataca com lo la a virulencia ios
cocheiros.
Sempre esperoi que a publcc3o do m-
nibus trarii como consequencia o ippareri-
meuto de um ouiro peridico : nBo sei po-
rin it qoe ponto chegarSo as di scompoa*
tura, e qual o lucro que poderSo dellas ti-
rar os redactores tle taes panrluchos.
Seria mais proveitoso, visto que goslam
da vida d cocheiros, quo fossem para essa
corte, onde encontranam muito em queso
empregar, e com melbores lucros.
(dem.)
(Caria perficnliirT)
RIO DE JtNEIRO.
Resumo da exlraecHo dm premios da 31' lote-
ra a bemeftcio do Monte Iwo geral de econo-
ma ios Servidores do Estado, exlrahida
em 3 de funho de 1852.
1 N.
i
I
1
ti .
1595
...'.l
7B2
88
013-2722-3334- 3lSi-47261
5i9..........t
. 10 a 3J3- 476- 669-1876-2725,
37H8-47iH-48l 9S25U--M281
20 a iii4 484 -I075--I420--I.6I i
1474I730-I752lli2810 /
28172fll8"30Ut-3l2.-3d33(
3555--3()33-.463--5fJM -5847?
60 s 22 84- a-- 244 29\
383 482 580- 724 73} 1
746- 771- 844-- 853- 895
979I0l8I05D-.I058I077J
I48I-.I748-I933-I9380151
2O20-2O2I --88n--38M~K301
2757-89062999:W58-3087 /
3l53- :I21.2-;I4IU3"9,l8,WI
4.49-4291- 43.I7-44M44841
455S--456948t-48t)0-1889 1
4919- 4.76-521KMUS35U j
o468-5696-5ti60"570d"5867 /
100 de..............
1800 de..............
20:000u00
lOtlOOjajflO
4-00P/HM)
2:000/000
:000|000
400/000
200/000
100/000
40/000
20/UOO
2000 preidloi.
O pagsmento dos premios desla lotera prin-
cipia no asbbado 5 do coirente. eui casa do
Ibesourriro. Joao Pedro da Velga, ra Ooluo-
da n. 144. 0 escrltao, Francisco de Assis Ta-
cares.
[dem )
DIARIODKPERNAIBUCO.
RECIFE 81 DE JIMIO DE 1858.
Pelo tapor San Salvador, entrado hoje do sul,
recebemos jumis du Rio de Janeiro cotn da-
las ata 11 do corrente, da Babia a te I ? e de Ma-
celo al 80.
Em oulrolugar deliamos transcriptas do Jor-
nal do Commercio aa mais importantes noticias,
que na curie Uubain sido recebidasdo Ealado
U.lental.e tamben, de Buenos-Ayres.
Dn Riu Grande do tul hariaiil data at 29 do
passado. Relnava o socego em tuda a provin-
cia.
O Sr. conde de Casias linha recebido a noticia
do reco.ihecl.nriiio dos tratados pelo governo
rlenla!, a conllnuava a sua marcha para o ter-
ritorio do Imperio. No da vo (indi S. Esc. o
seuquariel general as pomas do Limar Gran-
de, cuntando achar-ie coi J.guarao em fina do.
dito iiiti.
Tlnha ildo asiaaslnado, em Saot'Auna do l.l-
tramento, por moilvos psrticulares, o major
lie li, subdelegado de polica ejuli de paz do
dislrlclo.
E.n seisio de 5 do corrente foi encerrada, a
reqoerimeulo do Sr. Fernandes Chave, na c-
mara temporaria a discussao do vol de grscas,
que fol approvado sem emenda, por grande
nt......11. .
Nasessods S do coirente fol approvado sem
debate para passar a s guuda dlicusso um
projpcto, marcando novo ordenado aos piesl*
denles da provincias, o qual deve de ser de 5
a8conto daris, aibltrado pelo governote-
gundo a classlficacau das provincial, que lerao
dividida em quairo ordena.
Pa o mesmo da fol approvado tambem em de-
bate, o projectoque autorlsa o governo a refor-
mar com o soldu da tabella de 28 de marco de
i8i& o ufttclae da mnela, aegunda Haba do
eserclla; prosppjuludo depois a prlineira dla-
cusso do prujeclo que fila a Torcas de lem
par 1853 a 1854, que, sendo sppruvado, eu-
trou em segunda.
F.m aesso de 7 foram approvados: para pas-
sar a SPgunds discussao o projecto de resotu-
eio, que augmenta uin deputado peto Hlo
Grande do sul; para passar a terceira, uui pro-
jecto que esiabelece providencia Acerca da co-
brauca dn sello de letras, valles e bllhelesdos
banco ; para passar a segunda, o projecto que
marca penas u cstrangiiros, que regressa-
rem ao imperio, havendo sido espellldosdelle ;
para paaiar a lercelra. o projecto que calende
as lels crtiuinaes du Imperio aquellea subditos,
que dlluquindo em paizes e.lrangelrus, re-
gressaren. depois ao territorio do mesmo, fi-
eando adiada a dlaeuisao db projecto que regu-
la a remocao dos julzes munlclpae.
tm sesso de 4 assiirrscnioii o Sr SilvaGulma-
raea um projecto' lobie a emancipacu do es-
cravos que ..Id forj.lgado digno de derlbera-
co, pni que apena leuolo uiu voto ao do seu
autor.
Ma inesma sessao ficuu adiada pela hora a
discussao do projecto, qut eslende o privilegio
de fero nos clines individuaos aos julzes de dl-
reiio.
No da 1 procedeu-ie a ele icio da mesa para
o corrente mez de junho, e slblrsin Pleitos:
presideuM, o Sr. Maclel Montriro com 58 rolos;
vlce-presideule, o Sr. Fernandes Chavea com
5; prl.nelro secre'irlo, o Sr. Piula Candido
coinSJ; segundo dito, u Sr. Pies brrelo com
49; lercetru dito, o Sr. Babia com 48 quarto
dito, o Sr. Araujo Ulna com 15.
Na sessSo de 7 spresenlou o Sr. Zacaras da
Goe e Vaiconcellos, ministrada uiarluha, urna
propon pedlodo autorlticio para despender
at 800:0001 na acquislcio- de vipores, especial-
mente aVslInsdtM ao Cruzeiro da costa do Impe-
!lo, coa flu tf proisiover completa ezinc-
So do trafico sH AtVIcano.
r Be dtl I da alisado i omou asiento na c.mi-
ra o Sr, a>iP.Hba"gidor ota Plnlo, na quall-
dade dllMpplavite psrM 'nisGeraes.
Em slisao de 26 tersan, "u a terceira dlscui-
san do projecto, qua drian nesa da provincia do
Par, para lnoarpara-lo a do Merauhio, o ler-
riiiiriocomprehendido entre os rio Turlasie
Gurupy. sendo n inei.uo apL Em sesiao dr 29 approvou a cmara sem dli-
cussao os argale requerlm rotos;
i Requeiro que os tecrelitis de estado
dos negocios da Tazenda se peca a dernons-
lacSodo preparo e emiuSo dai notas ue\,
ci'X d amortisarao que an nuslmente se
cosluma remrtler a osla augu ita cmara.-
8, II.Soun Frinco.
a Requeiro que di secretan a do ealado
doi negocios di faiendi te prca cot urgen-
cia O balanco provisorio das ilespez.s da
mesmt repirticao no exeieielo de isso a
1851, edag des e/ss ji pagas, e por se veri-
firaiem no ex'iciclo corrente de 1851 a in;,,
rindo em ambos os exerciciosseparjdasis
quintias dcada urna das verbas dilei do
orcaremoS R. Sooia Frinco.
Requeiro que se per di te>:retara de
estado dus negocios da faienda nota dos s.,1
dol grraet traniporlidoa do exercioio de
1849 i 1850 pira o de 1850 a 1851. o desle
psra o de 1851 a 1852.- S. R 8oun Fnnco
OSr. Gomes Ribeiro (spresenlou um pro-
jecto marcando um ordenidn innusl de cin-
co i oit > cont de res pi'l oe presidentes
de provincia, com urna tjudt de custo da
dous a quatro contos de ris. eautorisando
o governo a'dasslcar as provincias em qua-
tro orden.
OSr. Moracs Sarment tpretentou e fun-
danionlouo seguinte requer melo, que foi
ipprovado como iddilinrento do Sr, Fi-
gueira de Helio, que abaixo transcrevmos :
a Requeiro que se peca com urgencia ao
governo, por intermedio da secretaria de
estado dos negocios ds Justiga, urna rels(o
dos juizes de direito que estn ivulsos, e
qn.es sscomsrcat que occupsvsm quando
foram dellia prividos. Pato di camira dns
depuladosi 89 de rutio de 185I.8. R --Dr
Morios Sarment.
n Ao requerimento do Sr. Moracs Sir-
monto >ccri scontp-sn -- dandn-sc a rases
ou motivos que houversm para que taes fsc-
lu livpssom lugar.S R.K. de M-llo
A cmara dispousou depois as lisde a-
morliucSoem fivordo vtriss irmindade9,
fim de lOleretJi idquiir bens de ruz. N i-
la discussao tomaram parte os Sr. Dissde
Cirvalho e Taques.
Continua a discusso adiada hcfnten do
projecio que d privilegio de fOro ios juizes
de direilo nos crin.es individuaes.
Ni scsaii i de 4 do corrente fallando sobre o
voto de gracaa, fez o Sr. ministra dos negoens
estraogelrusuma imporlaole declaraeZo quefoi
acolhlda pela cmara com vivos siguaes de ap-
prov(tio, Dase a. Ksc. que acabava de receber
pelo vapor Amasan >s uin despacbo do nosto mi*
nislro em Londres, com dan n- 26 de abril,
cumiuunicando a espedlcao de ordeqs .o cru-
zeiro bi itauuico para cenacio do apreaineoto
de navios braiilelros nos usares lerrltoriaes do
imperio,
No sensdo fol approvado em ultima discui-
s.in, uo dia 3. o projpcto da resposla a falla do
Ihrono, nio havendo mal quem Sobre elle pe-
dls-e a palavra.
Um prujeclo sobre eslradas da farro era o
objrcio, que mais pareca oceupar a altrncao
da cantara vitalicia, pelas Importantes di-c.ui-
ides. que dera lugar, continuando ainda a
terrina dlscusio do meiu.o.
O .sr. Dr. Fausto Auguiio de Aguiar pedio e
obtPVP di'iiuisao do lugsr de presdeme do Para
sendo nuineado para subsiitui-lo o Sr. Dr. Cu-
nda, que oceupava a presidencia do Rio Grande
do Norte,
OSr. Dr. Francisco Perrira de Carvalho fol
horneado presidente da ultima mencionada pro-
vincia.
Ira ennhecido no Rio de Janeiro o resultase
de 24 culleglos, na alelcao de um deputadj pa-
ra prrcsicher a vaga deix.da na cantara pelo
F.s.i. Sr, Suusa Ramos, ministro dajusllca. ti,
l-.ie. iinlia ubiido 7 li votna, o Sr. Salles Torres
llnoieiii li. e o Sr. H Iguel de Fras 30.
No dia 6 do corredte ssgrou-se,. na igreja de
Nossa Seul.ura da Ajuda, o Sr. D. Antonio Joa-
i) ii i in de Mello, bi-po de S Paulo, sendo sa-
grante o Sr. biipo cande de lraji, asilitldo pe-
loi bra. inouseiihorps Marciano e Bandelra, c
conegn, Valerio, Plnbelro e oeraldo.
Conllnuava por all a feble amarella a fazer
os seus estragos. No dia 6 do coirente falleceu
victima della o Sr. Dr. F. Lippidd, ministro
protestante da colunia de Pptropolli, que, llu-
via um mez, Oirigia-ie a corte para le faier ope-
rar de oo etptreilamenloorganido oa ureta,ede
qual jie achav radicaltueute curado, quaado
o accomuirlteti o mal.
Fallecern! Igualinrule da febre amarella :
do dii 2, o br. bian. hl-Marzolettl, primeiro
balso pi ofundo da companliI Ij rica, arlisia de
raro uiereclmeolu, chegado a corle em 6 de
abril, e leui que, porcrrlo motivos, cbpgas.c
a entrar na serna Ilumnense ; no da I*, o hr.
Bassadona, lau.bPin lenor do Ihealio I) rico.
Na manbaa do di5 do conenle auicldou-e
com uin tiro de pistola ni cabera, o neg.-cian-
le de caf, o sr. Antonio de Miranda hlbeiro,
endo ene acto de deieiperacaoatirlbuido a
embarocQi pecunlarus.
No da 6 i-nlorcnu-ie.rn Andaralliy.um feltir
da chcara do Sr. M .noel da Crua Baugrl.
No dia 31 do panado apparrcesi Igualmente
enl'urcailo em unta arvo.e, noi canos daGa-
rloca, um mulc que que repireentsva ici.is
annos.
Le-ae no Diario do Riorfe Janeiro:
conforme havismos anbunciado, leve
boje lugar em urna das salsa do edificio da
escola niiljrar, l Mtun di primeln piova
(a escript) dos candidalo* cadeiri de len-
te aubslCu lo de sci.netas medeas da escola
de medicina desta corte.
< Proceden.:o logo depois a lactillale 1
volico e escolhs do caniidalo'que devera
oceupar ess cadena, obtivemiros coucur-
renles o seguinte resollado ;Primeira pro-
VI :OSr. Dr. Moracs o Valle, 8 votos; o
Sr. Dr. Dus di cruz, 6 ; o Sr. Noronhi Fei-
Itl, 2 Segunda irova :o Sr, Dr. Valle 9
volos; oSr. f)r. Cruz; OS'. Dr. Fetal 8.
Terceira prova :-OSr Dr Valle 8 votos;
o Sr. Dr. Cruz 4 ; o Sr. Dr. Fellal 4.
Exeeptui-se nrsli vpticAooSr. Dr. 011-
veira Araujo que consta hi'ver desistido
della, tendo todava conco'rido com us de
Dais candidatos li ultima "rnva.
Foi por consequencia eccl-mido lente
substituto da spcqo medica da eicola de
medicina o Sr. Dr. Hanoel Mara de Horaes
o Valle.
l.o-se no Jornal do Commercio :
a iusialiou-.se honlem (29 de msio ; t
companbi do csa.lt.ho de frfio de lUua
serra da Estrella, sendo nomeidos em as-
semblt g.r.i, vice-preuidonte o Sr, vis-
cunde de Condeixa, e secreltiio o Sr Ma-
nuel Correi. de Aguiar. Pelos estatutos be
presdanle da companhis o Sr. cosamenda-
dor Irino Evangelista de Souza.
0 Si. I). Manuel caib fol nomeado vice-
cnsul argentino na nossa cOrtei
l.e-ae no Rio Grandense d- 10 do psssaio :
i Consta-nos que no dil 3 do crrente,
n'is linio .ilir0'S na villi ste Piratiny, sesui-
ci itra rom um golpe no peicoco Jacimhu
Jos da silveira, maior de cincuenta, chafa
de numerosa fan>ilia, e Igualmente n.uiio
eslimsdo e bem oonceltutdo naquella villa
onde era morador : nao sabemos qual i
emsa que lvou aquello infeliz comniulter
senielmole allomado, a
Na Btbn tiubt lidu encerrtdi i sssem-
bii provincial no dil 19 da conenle, de-
pon de t aiexes e 9 eii de scssiio.
l. se no Crrelo Mercantil de 5 do cor-
rente :
Jos Borges Leal, tatior de 70 lono, <*
zido, e com 5 lilaos, ettiblecido i lempos
con loj de cera 4 ra Direiti do Collegio,



"


Sjhio de'sus essa no dl 9 4o correnle, pe
l 5 huras ds.manhBs, eom o intuito de ou-
Yirnlssi no'eonranlo dos religiosos franela-
cinn. hi comeu um bocado de sOlimlo
qunlevava na elglbeir, do qual eipiuti
nipji Iw'i depois no hospital da Santa Cas
eiei
ji Mneiicordia, pan onde o cundtlram
jllribue-si'e.Uc c>'> de d'eeeperacAo de-
gelle infeliz reveles e* s us negooios, e
sem moius para slisfaiet seus crodores. -
4 puta de polica que hoja publicamos cun-
n5inobservYue a reaaeito d'este cataslro-
phe, bem como menciona um papel que o
infeliz dnixra recralo, e.ss,i*uado dirigi-
do t sua familia, em que p ->li a periiao
Daos .1 li-vorcommettido um tSo borroso
allenlado.
Lose no lempo de 15 do crrente
M \( F.lo' 14
t No da 6 do c urente, no centro da ra
ama uubhca do Paaso de Omir/aibe, um
sssasslno por nome Antonio Borgonh dea
ama farcada an lado direitodo paito no por-
tuKUez Carlosalfaiale. depois de ler ha-
y ido erl-e ellos urnas razOes mu limpie.
Po ico deimis da ace.Au pren leu sa o le-
jissino ei viclim est em estado de nlo
escapar.
\ punirlo desloe nulros ciimes, alen
je S'T do m lita ulili lade para o socoro e
seguranza individual.Reata p-orincis, prora
tambem qua polica e o potentados nao
proteged! au< ssessinos como ja so disse.
No dia II do correnlevmdo um od-
ela! de usina com duus escravua, 'e em ci-
minlio para a capital, no lugar denominado
Ponta-grQjsasahiramdo mallo >ins afri-
canos, atiraram-se some o oflici-l de justen
lomaran) os douie opuliu o oOlcial anda vivo,
c Ksperamo. que a polica lanQe suss li-
tas para a Hoota-grossaporque anda san-
gran) as feridsg feltas pela quadriln, que
houre entre a levada e os ma igues na ox-
lencJo de 7 leguas, que aeparam a capital
da amina cidade de Al'goas.
a He semure mais f'Cil cortar o mal em
principio pela raz, do que deixar que elle
proyrids e tome consistencia. .
O Correi'o da Victoria noticia o seguinte :
-- su de maio.
a Na noile de 17 deale mez deu sobre a
praia >e Graasahy, prxima da villa de titii-
r.pary, a sunvea D Autu, da propriedale
de Domingos Lourenco Vinna, que iiCsse
da sahira para o Hio de Janeiro, Icarrega la
de madeira. Felitmente nlu pereceu pessoa
alguma.
a No mez de abril ultimo deaappareceu
da casa paterna uiia cabocls, quedizem ler
si
CONSULADO PROVINCIAL
Rendimentodo da SI. .2.524,593
L "1_.L __ ..mi .i. .
MoTimentodo porto*___
Navios entrados no dio 91.
Rio de Janeiro e portes intermedios 9 diaa
e 19 horas, e do ultimo pnrlo 18horas ,
Vapor brasileiro S Salvador, de 3)0 to-
neladas, i ominan lano o piimelro leen-
te Joaqun) Salom Humos de Axevedo
Traz a seu Bordo : -- para esta provincia ,
o primono tenante Apomnlo Peros Ca n-
pellu Jacome da Cima, Joaquim Pereir
da Ro'ha e 1 escravo, Jos Thomaz de
Campos Quaresma e 1 escravo, Caunllu
Augusto Ferreira- da Silva, eom sua so*
nhora, frei Francisco do Santisaim'o-Sa-
cramento, fre Antonio de Santa Hita, fre
.Manuel dus Mi' tyrea,asX-pracas .Maihias
Jos dos Santos, e Manoel Sarspia de Al-
meida Fonos, Pedro Jos Plnho, Dr. Ma-
noel Rodrigues Leite OHiciea e 1 escravo:
para o lloara, Antonio Vieira Dutra, Joa-
quim Jos Pacheco, as ex-pracas Millool
Joajjuiro Sobreira. e Francisco Alves da
Sila: para o Maranho, Vicente de Vas-
concelos lluarte, Antonio da Silva, Mar-
cellino Ribeiro Karliuza, e 1 escravo en-
tregar' para o Para, capillo Jlo Fran-
cisco ''.atette, com sua familia, alferea ln-
nocencio Eustaquio Ferreira de Araujo ,
Marios Port, 1 sargento do lerceiro bata-
li.lo de artillara e 1 soldado do niesmo.
Liverpool y 33 das, galera iilgleza Colum-
bio, de 119 toneladas, capullo Richard
Coble, equipageai I, oar^a fuenlas e
ni iis gneros; a Me. Calmont &Cotopl-
ntiia. Con luz 2 roarinh-irul portuguezes,
Manoel Marilns, e Justino de Mallos.
Atavio ahido no mesmo dta.
Parahiba hiato braaileiru Sania Cruz ,
ni si re Vicente Feneira Lopes, carga va-
ros gneros.
Machado morador eai ltabaans ; os qu'es
furam preos por andrem rugidos. Que
lirelto lver sobre d'tos ecraoa aerasen-
lando nesto subtelegeci aeus docooieulos
3
=i
iiclusqmes mostrara o seu dominio Ibes t- nendado que a oonservesse a bum recto.
_ .. .....I.. ... ....lXn .11 ....-...., *.-....au aimuc..
rflo enire,'ues.
EDITAES.
Olllm. Sr. Inspector da theiouraria da l'i-
xenda pruvlncial, em cuiii|irhnerUo da rcsulu-
cao do uiluiii.'.l administrativo de 17 do corren-
le, ni iii'l.i fater publico, que no da 13 ilu mei-
ino. vil Moramente a pi ;i paru ser arremata-
do a que n por menos flicr aa impreiarlrt Uoa
traballioadas renarticOea provlnclaea, avalladas
aauuslniente em 2:ti46 000 ra.
A arreinataco aerfeita por lempo de um
annn, a cuntar do Ia de julhodo correnle an-
uo a lio de jiinho de lR>:'.
Ai peatoaa que a propoierema e-ti a reina-
ta^o, compare^amna sala daa aeSkdeado mea-_
no iribuoal no dia cima* mencionado pelo
prsenla
vo naa maltas do municipio d Reneveole o lfi J||c que peitenf n ao CSpItSO JoSO Piulo Ribeiro, I sfcreiaria da Iheaourarla da fazenda provin
da cdade de Campos. c ,i de Pernamhuco I i de junhu de i8ol --(Jae-
i Tainliein desappancon do serillo dn crelarlo. Autoulu Ferreirad'Aununclafao.
Itapoama da villa de Reneveole um ni lio,. .. Olll. Sr. Inpeitir da theaourana da fa
reaolucao
correte,
.1" iheaino
. val novaiuenle a praca, para ser arrematado pe-
rante o inesiiio tribunal, a quein malor i rejo
nporlancia de 2:7zl,IIOO
THEATRO
S. IZABEL.
ftecita extiaordinaiia a iavor dr
RalTael Lucci.
TERfA FE1RA 33 D JUM10 DEl85l.
Depois quo a orchest-a tiver execulalu
urna brilhanle ouvertura, abr i -so-ha a sce-
na e sera representado o muito applaudidu
drama em 3 actos,
OS 1)111 iS RE1GAD0S.
A parte de Samuel ser* executada peloar-
lisla C-rmann, e a de Isabel pela artista .Ma-
nopla Callana Luccl.
lina lim ao divertimonlo a muito ap-
plau li'n tona lha hespanhola
O Fota e o Muzico.
Cantada p-la seiuoira 0. Mndela, e 09 se-
nhores Munteiro e Raymun lo.
Raffael Lucci, esoera alcanzara protecQSo
do respeilavel publico, a quomja se confea-
sa agradecido.
Os bilhetea acham-se em casa do benefi-
ciado, na ra da Caleia n 7, ano escripto-
rio do t".catro, no dia do exeec'ae.i lo.
Avisos martimos.
Para O Hio Ji'atide no Norie, sal com
hrevidade a barc Flor doM.r: a tratar na
ra la Cadeia do R-cife o. 51, loja de Jo3u
da Cunh. M-gallitles.
##### a a *
MaranltSo e I'.mi.
2 Segu em podcofl dias o ps- +
0 tacho J.-cpliina, lein a bor-
do dois tercos de seu carre-
i gamento : para o restante ,
S tratu-se com o consigatatario tt
J. B. da Ifonseca Jnior, na ?
ra do Vigario n. a3. a>'
aff|>a^a>aja>4>agai^aa>a>aijeiftTaa)
Oaitro, etenlo-a recolhido nenhuina uli'i-
lade me prrstava e nem semordem do dono
ni de Domado a poda mandar ganhar na
-ua,,tanto maia haveudo-ma este recom
quo se su. poe ter sido ass'881118110, e subre zenda provlaclal em cuiuprliiiento dai
o que procede a polica as precisas averigua -don banal admlnisira Ivo de 17 do .
,; r r r o 1 m inda faser publico, que no dlazdd
(Oes.
a No da 91 do Crrenle leve lugar, com as "_.,," a'Ta"
solemnidades do estyto, o acto da abertura
daassembla legislativa urovincial J'ur r>-
ta occasiao fez 8. Exc. oSr. presdeme da
provincia a leiiura do seu rel-torio, no qual
deu circu stanciadas lnformar,0-s acerca
do estado da mesma urovlnca, e do suas
principara necessidades.
a Evadiram-se na noite de 19 do cor-
rente da prisAo da compauhia Ota desta pro-
vincia seia pracas, que eslava .11 ah detilas
porque fui ltimamente arrematada aaoo alen-
te a barrelra do Moloraloiiib.
A arremataco aera lena pur lempo de 3 ao-
noa acontar do I o de julho dcorrcote aun.
a 30 de junho de i855. *
K pira c.uisui je mindou aunar o preienle
ep blicar pelo Diarlo,
Secretaria da (hesouraria da faaenda provin-
cial de I'. 1 o 'Uihiid I9de junho de l8ot.O ae-
crea 11 i, Antonio Ferreira d'Auouiiciac'o.
O lllni- -ir. unprciur di themuraria da l'.i-
por iliversos crunes, urnas j sentenciadas, renda provincial, em cumpfiuiento da resolu-
0 outras por sentenciar, acompanhando-as codo triboaal administrativo ue 7 do corren
igualmente a senlinella que as guardava. le, manda faaerpublico, que no dla2Jdo ines-
mais larde capturados ; porque, desvelado ^k avallado ai.nualmenle em 11:050 OoO
i'onio lio o Mr. mejor Aoipuero, continua a Ollnda a ;. a 8io,uOO
cmprrgar tola aclividide. O clete Caural, Victoria ... 202,000
que aervia de commandante da guarda, a- A arraiBataeis ser felti por lempo de 3 111-
cna-se preso, e tera de re ponder oonselho nos a contar do I de julho do correte anno
por esta falta de vigilancia no cumprlmen- a 3o de jui a 1 de 18. sendo Imposto cobra-
Leililo.
Manoel Thomaz Kodrigucs
Campello te ido relirado-se da
tra^a para o seu engenho, fai
eilo por intervcncSo do corretor
Miguel Garneiro, de toda a sua
mobilia, na casa n. 3, na ra das
Saudades em frente a do Hospicio,
quarla feira i docorrente,-as.io
horas da munlia em ponto.
0corretor MiguelCarnero, lata leilo
no dia sexta feira 25 etendo eu eolio diversas tertras empre-
gadas noserviqts do minlia c>aa para rous
lluma precisara da dita Jualina, e nHo pos
'O payar oas de semeos que me n9o forao
o m pn li-ni ser 1 res a io-. N'o eaqu> ceo
> li' 111 o.In Juniur fallar sobro a fllba de lea
Nunea Vieira, maa faltando a ver lado o il-
lu lindo al as auioii a l'da onde figurou como proeuradnr se 111 o
pode' ser, pies que ten 'o arceilsdo o logar
le delegado na villa do Conde, noieino de
i'nitugal, sem licenca do i nperador do Rra-
il per leo o direitu de cid'dflo brasileiro,
So 1I0 exercer muniis puhlieo no Brasil.
Illuuiria Dourado Juniur a alguem, assini
eurno fot llulir a polica com faltos pretex-
tos para molpstar-me? Parece mal coma-
ear DnuraiKi Jnior a sua carreirs^nesla pro-
vincia iilu'iii'do e faltando a veidade as au-
turi ladea. Iil-.iliu e faiiou a vordarie; e
eu nada doro a orphfla Ulna de Jos; Nuoes,
pois que empreguei o seu dinhrim em com-
pras de predins imr auloiis-iC-1" competente
e de tu 'o llz rpal e efl". rtva entrega ao jui-
zo, verdade que consta dos autos existentes
a ra'lu 10 do Sr. Britn. E poique mango
Clama Dourado Jnior a juizo para me dar
ug r mais amplamente a prnvar muftaa v-r
la-'pa c convencer ao calumniador i1 M f
lein quem, rendo tudu em seus autos, ali
traho do umas.cousas e pele P(JT certidSo
outras para alevosamente oCTender a repu-
le;lu lllea.
Com mnlignidade procedeo Dnurado J-
nior a respeitu de Jos Gomes Tavares, o
que priva abundentomenleat quilafDo aliai-
Iran-C' pa. Desalia-me Dourado Jnior
para que u chaire a respon>ahil lade, mas
se n faz he para enlreter n s-u genio m po-
lmicas, digo Die que tenho mala que f zer,
oorm para suslpntar os meus diieitos no
recno um s passo. Por ora tonho o tri-
bunal da npni. o publica, que sabe fazer
justica, e to la e.sa capital que ru confete
lesde 1815. Como na miniia puMIicaelu
1180 (iz seiifin negar de n.im o f-cto de man-
dar dizer para l'oitugal queeslavam pagas
latirs por pagar, 1180 deseo i ditcUssAe
deste ponto,
Coucinn dizendo, que no cirlo'lo do es-
caivSo Cunha existem os autos que provam
eslar depositado tudo quanto do mesmo
Dourado tinha em meu poder, e elle pdle
ll-ivcr, e esses nulos sssim cono do- que
existem em Portugal, da quesillo que lie
me prupi./, que nada devo a Dourado, e an-
tes dciie sou credor.' Antonio da Costa For-
rera.
Rec-hi do S- Antonio da Costa Ferreira,
a qoaiita.de 1 858,010 lis, em sedulas, o
680,136 ris i|ii me llcam pertenepn ra nos
ttulos de dividas e seus juros. Cirr-spon-
denles de Amonio Jos Pinte, i.jvio Lo es
Caslello lira neo e Jo3o Jacinlhu Pe eir Ca-
bral, qoe ao todo importan) em 1 360,973
lia, de cuja qunitia principal s me c !<
a melade, e a mil'i pertence i-o mesmo Sr.
Ferreira, em ooder de quem flcam ditos t-
tulos, para promover a cohrinca; e a me-
lade de que m lies leuho com a quantia re-
cei'iil-i em sedul-s scma drehrada he o
saldo c resultado de todas as mlnnascontas
quautas lenhu tuto c-im o mesmo Sr. Ker-
r ira, como se verillcoo; e por isso Ihe
passo a presenta quitacu de paga, para
nunca mais Ihe ser pedida por mim e meus
herdeiros, pois nesta occa>io ajuslamoa
e liquidamos todas as no sas coutas e irans
fie n 10 sem offeito
ODr. Clfrlalovflo Levcaster lale', reti- Manoel Antonio Searea da Silva cora sua
a-se para lVa da provincia, levando em familia reilra-ae para a Europa ....
ua roinpinhia su. se hura, qualro flhos Sr. J-flo Llllz Vianna, qaelra rllrlg ir-
nenores, um escravo por nome Luis, de i prai;a da Independencia n. 6 e 8, ao que
idade de 10 snnua, e urna criada por nome ,,De-
Victorias. rara vinhos traeos.
Urna mulher. branca, vluva, orTcrcce- A verdadeira agoardeole de rnho con
se para ama de csa de liommn snltpiro, de 36 graos, viuda da Europa, a nica reeom-
aorlts a dentro : quem precisar diiiji-ts 4 oiend'iia para c miporoa meamos que esle-
rua da Penha, sobrado n. 13. j,rn arruinado* e ficarem supe'ioies eom
-- Quem perdeu um par de oculo', com uml paquena deapeza aasim como para di-
aro de ouro : tlirij --se a ra do llangel n. versos remedio* que aemell', se nlo poda>
3. quo dando us signaos certos Ihe sera riam fazer u entAo nfioproduzlrlamoeffel-
entregue. to ozejadn.ve' de-se nicamente eme zade
Nsfougue daa Cinco Pontea, nolu- u-ir-in \ Mac-ilo. na cu pir lia n 17.
garda I alance de arroliagilo, exisin parla araaaaaaaaa
le*urna cadeia do relug'o. que foi echada :
quem sejulgar com dlreltu sella, dirija- _____
se slli. que achira com quem tratr, dan lo .. CoT,pra_.e urn, escrava queaaiba ca-
os signsea cense pagando asdespezas fe- znhr engommar: no becco da Vlraclo
taa Ib* ser entr-gue. n 89
Os ab.ixo assignados deixam de yon- ".. i:on,Pram-se os 3 volumes do supplav
d-r bebidas eaii.ituosaa de produccob-a- mM)lo L9)l|.,.cgo Portugueza : quero 01
Mleira, na sua taberna, sita na ra daaCn- tjf influneie.
en Pona n. 19. dea le o da l. de julho de .. rompram.M t.e, --o. Creoul*a Ota
852. ~ JoSo Pedro da Rocha Ptrelra & erf0l,, mulatos ou mualas, de 14 al 37
anuo-, que s.ij.- m bonllas llguras ; na ral
Compras.
de
S
Prec.sa-se de um caiviro, que enlia d, Cruz 57 'guaio tIldir.
pratica esea hbil, paia tomar coota de rn~n- .- D0^-nr,
urna renda por balanco. p.g.-se hom or- tompram-se eSCraV08
donado : quem estirer n-sias circumslan- ambos os sexos, paga-ate bem, teo-
o., annuncie por este Diario para ser pro- d b fieuras: na ra das La-
curado. 8 .
Aluga-se urna grande casa e sitio, com rangeiras n. i4i segundo andar,
todas .as commo ndades, ton 10 muitusar- Compram-se 4 ou 6 oarrinhoa de Uo<
voreilos d-> fruto, flores e rio no funuo, na Cm meio uso na ra Nora o. 67.
povnacao do Munteiro : alraiar com Jofio Conpra-S" um relogio de cima de ma-
jse de CarvaihoMur.es, na ra da Cadeia s, 0u de parole, que regule boro e eateja
do ll"cife perfeito; noarmazea da ra Nuva n. (7.
- l'reciaa-se alugsr um moleque, para fa-
zer o -ei v.imi de urna casa de pouca familia I
na C'UZ, armazpm n 48.
Nu hotel ni'ii lense, precsa-se de um
Imiii coiiiiipro, n.l'i s olli 1 a preco, Cuz-
nhaudo Peni e varalo.
Preciaa-te de urna ana de loit, mas
sem familia, para amamantar umn criansa,
que tem tres mezes: diiija-se a ra da Con-
cordia, sobra lo sem numero, defronte ua
carrelra das casas, qil" foram do Fernandes.
D-se um 1 e-c< avu a quem comprar
doas : a tratar com Manuel i.om.alv s .Mo-
ni/, no armazem do Kufino, na ra da Con-
CUI(Jo.
Furtaram um relogio de ouro, auisso,
sem ser rohertn, com most>a lur de esmalte,
e tendo na caixad-i dentro o nome de Mon-
Venclas.
LIVRO DE SORTES.
Na l.vaiia [I 6 e 8, vundse o excellen-
le lirro d soitna, que tem por 1 iluto
iiEsmus iiti.\\os.
De.scoln rt.i na e.scavaijes de
l'ompa.
Novamente impresao, p*lo diminuto pre-
tandon frres Chaux-de fonds e o numero o de mil es ; de lodos os livros conheoi-
2339. O mesmo relogio estara preso a um dos he o-tesem durlda o mais proprio par
Ir.iicm decabollocom passador de ou o. oentretimenlo d a noiles de 8. Joo e S.
C.raiillca-segeiierosameutea qnem o entre- Pe.iro, por conter 700 surles asmis diver-
gar na renda da ruado Cullegio n 25, e pa- ti las e adqu-'as ao asso-po, e cuja ver-
ga-se o proco do pennor, ae porvenlura al- cidade toma-se quasiinfalHvel.
gueni olirerempenimlo, nflo Importando Vende-so um escravo, por precisao:
saber quem foi o ladran. "o allerro da Ba-Visla o. 48.
Secomeireilo devoaoSr. JuSadeCer- Veud'-se um te reuo em chao pro-,
qneira Ferrilo, cunfurne dedarou no Dia- Prios, na rua dosPrazeres, lugar dos Coe-
rio de lontem, chame-me aos t-bunaes Ihos, proprio p-ra e hliear umatasa : trata-
iiiiuecienle- como as leis do paiz o nermit- so na rua do Itangel n 55.
teni, e nllu lance mflo dus celos s com o j Allencao ao barato
Ora de descnnceilur-me e injuriar-me.por- Ni ru, )|r_, do nOfir|0 n.a^ i0ja de miu-
quedesla fma dar-mo lia d reito a justi- et*t, ren em-ae fitas de veiulo de toda
ca-lo pelo crimede injuria, oque prometi a8Core, e|,guras, lisas e bertas, asmis
faze-lo, mosmo para disengauu de seme- ricas que le vindo, propria par nesco-
loanle abuso qual de *ubiar-se de outiem so> cmtos npulceirasdasenhoras, lurasdo
ras da manlula, no seu armazem, na rua do
Trapiche n. 12, de diversos trastes novse actes pai^cilaies,
usados, um piano bom e barato, um jogo qualquer iccibo ou ducumento em pu ler
de bagatela, ricus quedro* com estampas em nosso, e em virtmle de licar prejudicado
pa.iel, panno, madeira e metal, e uniros pelo prseme recibo de paga quila por
inulto-: objeclos que
mat-d i.
val a peua ser arre-
Avisos diversos.
to de seus deveres.a
Com oj 1111 icado.
O IIKNBrrUlO UO SR. RAFFAtL LUCLI.
O dramaOa Dona Renecados do Ilitera-
to pnrluguea. Monde Leal, rali aununcla-
do paraaer levado, boje, acea, em beneficio
do coinpoaitor de msica Hafael Lucci, pal da
encantadora Manoelita e harmonioia CaaHBLi.
do na razo ue 3.13 ra, po cauada.
Aa pessoaa que ae propozerein a estas arre
mataedes comparecam na aala das aesses do
mesmo iribuoal 11'ma aclinaindicado, coinpe-
teniemeule babelita ias.
E paiacons'ar e inandou ailiiar o presente
e publicar pelo Diarlo.
ae relaria daibesourarla da faienda provin-
cial de Ivruaiiiliiii-ii 19 de junho de 1852 --Ose
crelario, Antonio Ferreira u'4nnunciac*o.
O lllm. Sr. io-pector da lheiour-ii. da fa-
aenda provincial em rlrlude da resolojo do
tribunal administrativo de 17 do correute. m
Mais uue todos 01 uuiroa ailistaa, o Sr. Luccl .
deveUr\p.8lfrciodo.PE^.H.tcANO.. DUe- da -zer publico, que no dia 3 do ,nc.,no ao
me a iiielodia, peranico nifsin^ tribunal setadear-
reinalar eiu hasta publica, a quera por meaos
inos i inals porque he cata a primelra vrx que
paidas du.is artlilat. que teeui dado lanlai ho-
ras de verdadeiro c Innocente prater a familia
Pernambucana, recorre generosidade dessa
mesma familia,que no censa de apreciar, como
inerecem. as suas interesaantes filhas. Foi tuals
um acto de Jusilla, do adminlstra<>or empresa-
rio do oosto theatro. o beneficio que concedeu
ao Sr, Raarl Lucci. Slm, fui um acto deius- I
.lea. arque de lRr.lu inireci. o Sr. G..aN0 c/"nr"''<"""''"lad"< e.,,,a" ao '"""
ser azado. se aasim ni obra.se com auuelle ."" l"?u?aLu.d'*"i"'*. "}S^'SXSSi
teinpo Iit o contrata da illumiuao publica
da cdade de Ulinda, a vallado o concia diario
de cada lainpiau cm 140 rs.
A ,'irrfini. i;, ni ser frita por tempo de lian-
nos, na furnia do arl. 2 da le provincial o.
289 de 4 du correute mes.
As pessoaaqe se firopoxerem a esta arrema-
queaem ter para isto paga.deixva a sua hab
lacio para Ir do Iheatio i xercer a laboriosa o- -
cupacSo de ensalador lyrico. J o mesino f< /. o
Si. Gesmimo, oa aua pasaada empreza, com
0 Sr. Geaulne, qoe excreta no Ihcalro a mes-
m.i profissao que oSr. Lucci.
O drama aculliido pe beneficiado, lie urna
das melhoiei produeces do Sr. Mendes Leal.
Os Doi UeniGAOus tem merecido os maio-
ic:, applau*osdo publico ero todos os tbeatrns,
onde crin sido levado a acea. Ha parle bel, de que est incumbida sua gentil liiha. D.
Mnolla, aclia essa sublime actriz mu vasto
campo em qne (como outr'ora fes aos Porto-
Alegreuii-a, repieseulaodo no trreatro D. Pe-
dro If) arrebate, man urna ves, os l'cri.amiiti -
canos, e mostr a seus desafectos ( se he qu- os
tem }, que nao sao smente as artistas vethas
on qiandzt, quesabeni desempenhar panes de
grauuea loreas. A prova, do que nos dlaeinos,
tereishtndo bojaau theatro de S. Isabel.
Ksl.iniofl bem certos* que aquellea, que tan-
taa vetes leem achado no theatro um agradavel
c lonucente passatempo, nao deiaaro de coo-
coner ao Sauta Isabel, boje ; j para apreciar o
tatemo da Sra. D. Maoel, em urna parte de
grande fura, j para pioteger aquelle, que
uaose poiipaudu a f.digas, lem prodfgalisado
a suas Alna urna grande educacu, e qae he a
principal causa de termo* a ventura de appre-
ciar o rarissltno genio de una artista tan su-
blime orno be a Sra. L). Hamoelita.
tBka^^^B,tajjjajsjajfjj^iJ>jajjj^^^^^V
COWMERCIO.
I'HACA D HtOlFE 91 DK JU.>H0, AS
3 IIOI1AS DA TAKDE.
coTcOsorriciAS.
I'rete para o Canal: 3u e 5 p. e., com acres-
simo do ciialume pra ouiros pomos.
1 iilo para o dito: 32 8 e 5 p. c. incluindo o
contineDle e ai 6 para o lialueo.-
ALPANDr-GA.
r.endiBientooooia 9 de junho 9:111,011
Desear rea Ao; 9i de juiiho.
Barca inglwa Cotttmbus tnarcadorias.
COSULaiOEKaL.
Kendimenlo do di 1 a 90 *7:9S9.7
Idemdodia 21........SMH.OM
30.988,830
DIVER8A8 P!lOrtNCIA8.
KeBdlmentododlaltSO l-.889
Idemdodial......... "l!
9.745.7M
hECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERPIAMBCO.
Kendimenlo do dia 91..... 686,4*8
ii mi me liaiii lua-, onde acbarao as con ucis
com que ucre icr eflectuadu o inesiuo con-
dado.
E para constar se inandou afinar o presente e
pn lile ir pelu lli n lu.
^'creta, la da tliesourarla da faaenda prorln-
i-ialile i ern.iiiiniii-u i j de junbo de Hit.O ae-
cretario, A uloolj Ferreira u'Aiinuuclacu.
Dcclarayot's.
CtlKRtIU GERAL.
As malas que S*lvadur par os porloa do nuilc, piinci*
i'iani-se a fechar buje (29) a 1 liora da lar-
de ; e dkpois deaaa liosa al o muni'ii'o de
fechar recebe-se correspoudeneia cun o
porte duplo.
CORREIO.
Cartas seguras: pr Leontrdo BeierraSl-
quelra Cv.lcant", Jos iv-iru Velloso da
Silveira, Vicenlo Joi de Brito, JoSo Jos
de Carvilho Moaes, Pedro Euntpio da Silva
Deii, Jos AntSo de Soma Haalh9es,
Fiauciscu de Paula n Silva Lins, Jna Antu-
nio iieSoura Guim mus Jnior, JoBo de*iqueira Ferrflo & C ,
Anlunio Nobre de Almeida, Ruzalina Maiia
a Cuncciclo, e Jus Candidu de Barros.
-- Pela recebe lona de rendas internas
geraes,se faz publico, que, em cimipiiui n
lo do artigo nonu do regula ment de II de
abril de 1819, he o Correute mez de junho o
em que <>s donos e admmislradures dos e
eraros, sujeilo ao pagamento da laxa sn-
nual, deveSu fazer e trazer i recebedoria
declarares assignadase justilicadas, asaim
dos que adquinrem de mais pu< nascimen*
to ou nutro mam, coi o uos qun deiiarem
de i o-.suir por alio lia, alieuafBu ou .mu te
CertidOes da bapusmu ou ubilu, e oa*e-crip-
tus de llbVrdade, compra, (anda, dnaciln
ele., devem ser apierenlauos como ducu-
menlus jusliliealivus de t que viru averbados nu livro da nutricia,
e no cerliGcado deque tr.la oarugu oilavo.
Banco de Peroamliuco.
Os de>contos da semana c 96 de junho. silo de 7 por cento ao anno
Pila aubdelegacia da freeoexia da.Bi-
Vist foram recolhidos a cadeia desta cidade
do Recife, oa prelos Luir, Seveiino e Vicen-
te, todos creoulus, o primeiro recolliiio no
dia i do correute e diz ser escravo de Jus
Antonio da Silva Queiroi, o segundo reeolhi-
do no dia 8, e diz aer eaer.vo de Manoel
Francisco de Albuquerque, larrador do en-
genho taplr, e 0 lereeiro pro.-o no dia 19,
e diz ser escravo de Bartholomeu RoJngues
m
estar ta-n n satisfeito promrlto n obrigo
meus b -ns a nunca vir a juir.n, nu fra dol-
aaBMajaa le contia a p'esente quo maodei escrever
por Jus Ito trunes l-Vn.-ira, n depois Ii e
Miguel. Recife, 17 de maio de 1851. Jn-
I s Gomes Tavares.( orno leslemuuh que
Em rasposts ao meu annuncio, publi esla liz, Jos Rodrigues Ferrei.a -Como i lmdo-se que a ignore aonde esta o barril
cado no Diario dol do correnle, a pare- te-tei.unnas-Jos (arlos Baslu Oliveia, \e"m nianleiga, en quamo nao apparece o
ceo oilourado Jnior no Diario n. 135 com Antunio Cinto de Barrus. pfto que o conduzo, pois logo que este
una dialnbe. protestando nSo usar de cnu-1 E>tava reconhecido. appareca sa laneara mo da polica, contra
pelos penodicoa
Luiz Epifanio Mauricio Wanderley.
i.otile lunas
Na ru da Senzalla Velha n. 126, confron-
te ao becco do Campello, apro nptam-ge cj-
mi'doria todos os diSs de almofo e jaiatar
por prego co'mmodti, ii-S'in c uno ni.io de
vacca e cafo, lu lo c un muila liopeza.
-- Vo dia aabba io, 20 do amianta mez,
entreguu-se a um prelo nu csesdaalf.i
dega, um hanii de manUlga francza,com
o peso de 62 libras liquido.pan esle u oun-
duzr.oqu.l foi d'sencimiiibado, al huje
mo se lem encoulra lo ; e em- isso roga-se
a quem o lirer ein su poder o menciona-
do barril eom manteiga, baja de o mand
envegar nos afugados Uernarilinu Luis
Ferreira, ou as Cinco Puntas n 91, adver-
ase dicterios, quandu no seu annuncio em : -- A arremalacSo das 32 saccas deal-
qne talez manduu publicar na Imi r^naa, gndao ficoo Iransierida para As 10 horas do
parece s consultar o diccionaio dus convi- di 22 do correte, em pesonca du Sr. Dr
ciug. Difine roubo o despender-se para el- juiz dos orphflns e ausn tes. e no armazem
le gozar e seu par do urna iiropriedade quo de Manuel Jos da Silva Braga,
possue e percebe seus lendimentis a II au- mamf^mi*mMm\mmVttm iasa
nos. Se eu empreguai o d.nheuo na reed.- *^^E*^oTed.c"T7.ZuTwd B
BcaeJo do predio, o predio ensie na |.osse
e dominio ie Dourado re, resentandu o va-
lor ompregaio iaeonslrucc,3o, e po luzin- I
do para elle; he claio que eu de>sa reedifica- '
C'o nSo tirei proveim, vislo que o valor |
esciptnrio para a rua do Crespo n. 6, m
rrimetro andar, aonde p le aer pro- j
curado a qualquer hora do dia
O abano assignadu, suhdilo porlu-
ara fra d > imperio, e jul-
provincia, porm se"
,. seu credo*, queira apre-
t que toda a gente intende que roubo he s-nlar guag conlas no prazu de oito dias,
propiiar-so com frca da pro.riedale ,.(,, lU d,,n deale: na ru das Cinco-
Ihcia, e eslan lorsu no poder de seu dono pj( ,, n J7 n,c,f^ 19 dB .,lnho de 1852
o par elle rendindo a lennos, he mais p(ancico de ezende Regu
que ciarp que Dourado Jnior qu.lineando
de roubo n lo. poda querer seuSo injuriar-
emnregado existo na posse do ou'a-io, e|1|e, ^tirase par f(
enlilo SO pelo iiccinuarlo de Dourado Ju- n,d, 1)ever pesl,
niurpieesse faci sor diHuido roubo, vis- |,,urrn gBjUigr seu
l .. ... Ul. ... ..I., 1..I..11 I.. ...i rnnlwi ha ** .
,\l c-nr .lo ter i dourado receido 14
annus de renda nilo filiara quem boje com-
pre o mesmo predio pe'o aeu cuato, e islo
basia para se julgar sobre ste punto, so
eu iienhuma commissa'u percebia pelos ne-
gocios de Dnurado e osou mandato envol-
va obrigafOes onerosas prest li.iln.oa, pac r um caixeiro que pre.-tasse
servicoi, e urna justa comoensar;lo por nAo
lerar commissSo e.nSo me drtrer srrdiu-
noao o beneficio que fazia, tamo mais que
a c-.se mes i.ii caiieirodava eu Casa, mesa,
botica e cirurgiBo, e roupa lavada eengom-
mada ; e elle no deria eatar seulo na m- s-
ma casa e lugar un le eu eslava, nem era
-. Na roa larga d> Rozarlo n. 50, preci-
aa-se alugsr, para rasa de pouca familia,
urna escrava que lave e eng mime bem.
O Sr Havi I- ipaijn |i|.|,t inglez, que
esleve ha um nu duus anuos rmpregaiiu no
v.-ii or do enaenho Varzea do Souze, junto
ao PaoTJ de Camaragihe, lie rogado a appa-
iii"-. na Tua da Ciuz n. 31 no caso dse
querer contratar para o mesmo engenho, e
outros mais do esmo maqumismo junto
a Macen, ; adre le-se mais que eiiste para
se Ihe entregar alguma roupa, viada do
mesmo Cainarrgibe
AttrncSo.
Manol Sabe] Cavalcanto, morador na r-
lii'ira do Apudi, iiev a urna pvgioa, mnt
decente que oceupaase o lugar da mulla re- dora nesta piuca, a quantia de oitpcenlos e
sidencia e arianj s domeslieos quando a sessenla e qualro muris, vencida dita let-
huras do servido em lempo desallra eatava ta a mais de quaioize anuos, que eom os
eu no armazem. S-i levante! o producto da juros de dous por culo a o mez anda dita
casa desapropaiada pela cmara municipal oirida em tres contos aeisceuius e isntos
em rirtuie uas decisO a do poder juncia- mil lis, a-ndo abonador desta mesma dl-
r o, lanrei esse producto conl de Doura- vida o m jor Manuel Fernandes Pimenta,
do e este acoeitou, he claio que nao me morador na mesma lihoira do Apudi; e
propiiei delle, eentSosen3o pode chamar cunsla-nosque ambos esto em bum ea ado
roulio, poique asta na i>osse de seu dono d furtuna. O credor desta dirida se pro-
aqulllo que para ello recebi. S-e-s levan- po> a negocia-la c mi qualquer e<-oa que
lamenlo loi em virlude de drcisOes do po- eat ja no estado de faior eaaa cnbrantja, e
der compleme e f-ilo com um protesto, de f z lo lo e qualquer oeg- cm : quem pre-
ada pode arguir-me Dourauo, to Igum oireitu sobre esse ponto livessn esta- gunuo andar, que aciai co o quem traa-.
va toduaalvo. Tendu Dourado dado ordetn Joaquim Duaile PIimo e Silva, roaa s
ai. ara corromper louvades, como agea pessoas -leredmes i rxtineta firma d Silva,
lli r na nSo ter diu ordena para desbezas Amurim & ('. na rua larg. no lloia-io n. 9,
quedi ol ver em seu poder.
Por se igno>ar, pede-se ao Sr. Antonio
Jos Ribeiro da Silva GuimarSes, ou a quem
suas vezes lizer annuncie aua morada pa-
ra ser ,.i ucui a lu, sobre neguoio qie Ihe iii-
teresstr
Piecisa-se de um troco, que s tilia ler,
eserever e contar alguma tuusa, para cai-
xeiro : na rua lar^a do Rurapo, loja n. *i.
Aluga-se urna escrava i oa cozuheira :
quem quizer, dinja-aa a suhra-io de um an-
dar enlre oquirtel de polica ea groja.
U lente Luiz de Albuquerque Mara-
nbiTo, faz scienle ao Sr. JoSo Jun de Albu-
querque, que nflo pague o importe de aua
letra, ja vencida, da quantia de 200.000 rs.,
a qualquer que lim aprc-enlar a letra, vislu
ler se mil 'do na ucc silo cm que mataram
a Juilo llodrigues deMuUra, cuja letra tem
no reisu o pau-so a Manuel Jus da Silva
Cabial.
Aocomm'rcio.
Manoel Leite de Az-ve lu, morado' na Vil-
la de laru-r. prope-se a cobrar dividas
em Pan- lias, i'apnei as, Mliuho, Gravaia,
Bizerrroi c l.-m-iu medanle a pequen
gralificacuode20 cor cerno, sobre qu-iitifl
que leceher, faienilo o aiinuneianle tod t
Qualquer deapeza qoe nr miaier para a rea-
lisaenu da dita cubranc'a quem Ihe cnnvier
semeili ii 66.
Rog-a-se ao Sr. Cyrilho, que lenha a
bondade dilirigr-se a ruado Auollo, co-
ciiiira n 95, a negocio que n3o ignora.
. Nu dia I do correnle d"sappartceo ama
pela de naci, de nome Faustina, levando
vesiido de clii'a escura af-ga lo, panno da
Costa com lislra azul e encarnada ; cor fu-
la, altura rfgu ar. rheia do cur o, com
marca de alete as coatas anda pui focha-
rem : quean a pegar leve-a a rua das Criw.es
n. 20, primeiro andar.
Ralaille & C. vilo fazer urna viagnm i
Franca, e deixam os Sra J. R l.ass rre & C.
para receberem os dbitos delles, com po-
deros espci Estando um mnleque do abaiio assi?-
nado, no dia 90 ilo curente, das 3 paia as 4
hura da tardi, na ru. da Caeimba, rece-
bendo vanos objeclos na ven la do portu-
guez M'iioi'i Jus ileliv>- de um cassus as a'guintes pecas : 3 palito*
de brim de varias qualida ie<, i c 'leu ue
Com a casa da Camba do Carmu? Doura- qu-ir.m virsalisfazer seus debilus no urazo casimira, 1 jaquel, de brtm, I cullee de
do n andou-me urde o para entrenar a p>o- de 15 das, poique precisando liquidar os fustSu, 2 caifa de brim para menino; lo
curasao ao Sr. Manoel Juq iim Kamoa n Sil- llegelos d'aqunila sociedad', que, tem a das eslse pegaa ainda nAo .-orvida*, e emar-
va, e di-ste receber a quantia em dinheiro seu c-ign, muito Ihe cuslara recurrer a ou-! radas e um lencoeiicainado; quem tivrr
nur cnnla doaaiugueis a vencer, e uSu que- tros metoa ; e tamben previne aos meamos noticia dn um tal fui to ou da aeu autor,
rendo o Sr. Ramos ceil 'orean lo a tumba molestia a qu me reti- mo da Silva Aiuorim, sub pena de n.vamen- que lera urna recompensa deManoel Jos
ras-n podi a Amonio Juaqulm Vidal que pnr te o fazerem au ahnuncian e, dono du dito
tna fazer favor fuss' airecad.n lo dinhei'OS es'abelecimento, vislu ter sido despedido'
de Domado, emquanto esto nonfava p-o- de ocio o dito Amoriuj, e nada ler mais
Curador que quites* acceilar, e e tAu to- cum a referida venda deade o dia 30 de
mi i a Vidal aquella m sin i quantia qe,el) ni- abril do 1852.
rado mandara tomar auSr. Manuel loiquim -- Arrnia-se um sitio enm nptima casa
Hamos esilv.; e sssim procd leudo n.da de vivend toda env drcada, co.'lieua, e-
u.ais llzdu que oque se coulinha na carta Inbaria, cacimba com boa agua de beber,
do Dourauot a quil exisla aa meu poder, muitia laratueiraa e oulros arvoredos de
e opporlunameute ser apreseStada ; e ten- fruclo : t atar no mesmo sitio, na eslra-
do sido debita lo pur essa quantia na coota da do Monleiro, defronte do do Sr. Jlo
d Dourado no pode aer isso considralo Ignacio do Reg.
loubo. NSo he lucuria, como diz Unundo Huje as 4 horas da tarde, htver leilo
Jnior, resistir ao pagamento dos das de de porcos no b.lrro do Recife; a portado
servico da escrava Justina, pois que ella flcou respectivo subdelegado, oa rua da Cruz,
em niinba casa por ordem de Dourado, por mauJadoi pprehendajr pelo respectivo IIs-
Ih'a haver empenhado Igaaoio Perelra de cal.
Machado
Jos de Vlveirot Baaevides, auhdi'.o
purtugiii-z, rrtira-se para a lilla de S.Miguel
Francisco ('.reir le Suuia sunuilu
porlugu z, ietira-se pira fra dn Imperio.
JoAo Manuel da Silva, subdito porlu-
guez, reiira-ae para Poiugtl.
-- Charles Lclete, cioadlo Trance!, vai
fazer urna viagem is provincias do aul deate
impaH lo.
No dia 99 do crrante, na eaaa das au-
diencias, dep lia desta, lem de aer arrema-
tados uns movis, por execuclo de Leoca-
dia Senhurinha de Albuquerque, contri A
lexandre Vielia da Araujo.
Jos Joaqun Lo Perelra GulmarAes
tii ao Ico negocio.
pellica brincas e de ro es. Unto para ho-
mem, comoseuhnras 500 n 1,000 rs., da
muito boas qu-li isdes, oque aem duvida
admira; capa nos rompii 480 rs e nutras multas fazemlas bas e ba-
ratas ; cheguem que se es' resollido a
queimar uiiudezas por d nheiio.
('atf Sapatfles inglezes de sola groaaa a 3,900
rs.: na pra(< do lo lepen lencta a. 13 e 15,
luja do Arantes
Vendem-se charuto de Itavana ve'da-
deiros : em esa de schafneiilin & Tobler i
na ru da Cruz n. 38.
Carne ateca.
Ven iem-se as mais superiores lingo ,
chcalas ullimimente do Rio Grande, tan-
to sec como.de fumara ; na rua da Pral,
armazem de Coala Pinhelrn n. 70.
Vende-ae um piano inglez, de muito
bom autor, e enm lindas vnzes, por preco
eommoio : defronle da o duro lercelra do
S. Fisncfaco n. 9.
-- Ven i e-so manteiga inglea nova a 640
e 720 rs : no paleo do Carmo, venda no-
va n. 2
Vende-se urra balance "grande, nova,
com sele arroba* e meia de pesos, que ser-
ve para todo e qualquer e-tahelecimenlo ,
or prveo muito commo lo : na rus do Viga-
rio n 20, segundu andar.
Vende-se no eicnplorio do corretor
ihveira, porfflo de mutulla, para liquidar
contas.
Vende-se urna escrava : ns rua da do-
ria r. 95.
Vende-se a parte de urna cas torrea ,
n* rua Velha : quem pretender, dinja-sea
Francisco Concalves dus Santos, Garuado
l'asseio, que ui> quem vende.
Attatlajlo.
Vendeai-ae cartas com superio-
res traques a 180 rs. cada ama, fo-
guetiiiho.H da roda a 48o ra. a du-
zia, pistolas grandes e pequeas ,
e outras mus quclidades de fo-
gueiinhos para oi.menin 8 se di-
veitiiem na vespera de S. JoSo :
na rua do Queimado, loja def'er-
lagens n. 3t a. v.
vende-se um bom mulato, quetrabaV.
Iha Miiivelmenle detmoeiio epadeiro;8
can-ollas para portAo ou c aiquiidas de le ro, e pie. ar>d< para rece-
ber qualquer liqui u : na tua da Cruz n. Ii.
Veode-se
um moleque de 7 anros, mallo bonito e
proprio p.ra aprender ollicio : ua rua larga
do Ruzano n. 35, luja. .
Ven ie-.e
um mulato mof, ue bonita Ilgura, cirrei
io : na iua das Cruzas n. 40.
Veud'-e
loco do goiab em caixOes de 9em arroba,
bom e cum o ponto fui lo para aturar, p o
prio para embarque: oa rua das Cruzas
40.
-- Na rua das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, vende se urna escrava de bonita figu-
ra, que eng .mua, co/.iulia a I a, lu lo
com peifeivao; una dita de meta idade, o
um escr.vu tambem de tseia idade, pro-
prio para todo o serrigo.
-- No cava do llamos, armazem de lenha
de mangue, existe um porcAo de canas de
doce de guiaba Uno, feitu da caso,pur com-
.nudn pre o ; assim como um i relo de
aiillio que pa> a fecha i cunta ao ven le muito
em conla. lauto medido pela modid rulo,
iomuen - Vendem--o na rua Nova n. 13, ancor-
is rom ateitonas das oais modernas no
merca io, pelo barato precu de 600 rs.
Vundem-se duas po.iras de suleira j
lanadas, cum 17 palmos, qualro lapos
Com 8 uitos ; na rua imperial n. 37.
-- Na luja aura de Teiregae o. 35 da rua
Nova, ba para vender pelo mala conunodo
prefo, caivas com 40 libra da velis de cera
da carnauba, courbs de cabra, a sapatus
brancos em porrjAo, a a realho; tudo (he-
gado ^roximameule do Anc.tr.
Vendem-se tres portada de rotlas
muito bean fetaa; na rua daSeozalla Vellu
. 196, confronte ao becco do Campello.
' M
MUTILADO
. .


3
I

__ Vendem-se 8 ma8 excel-
entes batatas inglezat, desenibar.
cadas boje, a 1,000 ra. a arroba :
na travesa da Madre de Dos n.
7, arniaiem doCampello.
Com pequeo toque de mofo.
Chita escuras de cores fixss e bonito*
padrOea a 180 rs. o covado e a peca a 5,500
ra., cortes de cambraia des I picos brancos,
e da cores a 4,500 e 4,800 rs. .na ra do
Crespo toja da esquina que vira para a Ca-
*' .
Novo e variado sortimento de brins
de cores de linho puro.
Na ra do Crespo loja da esquina quo vol-
ta para a Cadeia.vendem-se cortes de bnm
de listras e quad-oadepuro llnho e deboni-
tos padrOes a 1,600, 2.210 rs.; dito pVdos a
1,280, e 2,000rs., riscado de linhode listras
a 720 ra. o corte, algodSo mesclado de lis-
traa bem encorpadoproprios paraescravosa
920 ra. o covado, cortes de camb aia de co-
rea fixas a 2,500 rs .lencosde cambraia de II-
oho para mo a 400, 500, 600 ra., rnelaa pa-
ra meninas de todos os laminlios, e outras
nuitas fatendas por preco commodo.
-- Vendem-seamerresdeferro: na "ia da
Senzalla Nova n. 42
Vendem-se gigos com champagne do
bem acreditado autor Perrier, pelo com-
modo preco de 20,000 rs. cada um 1 na ra,
do Trapiche n. II.'
a,000.
Vendem-se cortes de brins trancados es-
euros de puro linho a 2,000 rs., dito de pele
do diabo a 900 ou 210 rs. o covado, cortes
de oamtiraia de salpicos de cores e brancos
com sete varas a 4,500 rs. o corle, e 720 rs.
a vara : na ra do Crespo, loja n. 6.
Pentes para atar cbellos.
Vendem-se, na ra doCabng, loja n. 6,
pentes para atar cabellos imitando tartaru-
ga, por 1,280 rs. cada um ; ditos mais inte-
riores a 500 rs.; ditos ditos pretos a 280 rs ;
ditos pera alisar a 320 rs., e ditos finos de
martim a 320 rs.
Vendem-se as (azendas sc-
fuintes, chegadas ha pouco na
arca l'ernambuco: casimiras mili-
to finas, prelas c de cores pa-
drSes novo neste mercado ; pan-
nos finos de dulcientes cores ,
e crep de todas as cores : no es-
criptorio de Jos Candido de Bar-
ros, na ra da Cruz n.66.
Marroquins.
Na ra do Cabug n.6, v-ndom-se pellas
Je marroquim a 1,500 rs. cada urna.
Vcnde-ae um terreno com 107 palmos
de frente, e 90 de fundo, silo em Fora de
Tortas a bira mar. um dito com 100 pal-
moa de frente, e 500 de fundo, silo na Pas-
sageroda Magdalena,ebaixo da ra publica,
entre as dos pontes ; e que tem no fundo
Outra ra que da despejo para a camboa da
ponte pequea ; um dilu com 100 palmos de
fente e 3U0* de fundo at a mesma camboa,
e que tem urna ra na frente, e outra de um
lado, que he aquella queda despejo para a
mesma Cambua. Dous ditos, com 50 palmos
de freute, cada um, e 300 de fundo, at a
mesma camhoa : na Pracinha do Livramento
loja n. 57, se dir quera vende.
t'ollarinhos.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se collari-
nbos a 1,800 rs. a duna.
Grvalas de mola.
Na ra do Calinga o 6 vendem-se gr-
valas da mola, multo finas a 1,600 rs. cada
una.
Micas franjas e trancas.
Na ra do Cabuga n. 6, vendem-se ricas
franjas pretas para manteletes, assim como
qm surtimeolo de trancaa largas e estreitas,
tambora prelas tudo barato que ad-
mira.
Hrinquedos para meninos.
Na ra do Cabug n. 6 vendem-se brin-
que los para meninos, muito baratos, por
se querer acabar.
Fitas de velludo.
Vendem-se, na ra do Cabug n.6, lit-s
de velludo aberlas e fechadas.com livelas de
inadeperola e douradas, por precos muito
baratos.
Linhas de carritel.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se linhas
de carritel de 200 jardas, a 9u0 rs. a duzia ;
ditas de ditos.com 100 jar tas, a 320 rs.; as-
sim como um sortimonlo deditas de no-
vello, muito baratas, a vi.-la do comprador
se dir o preco.
liicos largos.
Na ra do Cabug n. 6 vendem-se bicos
muito fios, com um palmo.de largura, a
1,280 rs. a vare; ditos ditosa 610 rs. ; ditos
com meio palmo a 560 rs. ; ditos de 4 dedos
a240rs.; assim com um sortimento de bi-
cos estreitos, multo finos, mais baratos do
queem outra qualquer parte.
Boides de madreperola.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se botes
de madreperola, muito Uosa 560 rs. gr-
za ; ditos pretos para afinos de meninos a
500 rs. ajtroza*-'*-^
souras muito linas.
N*yfta do Cabug n. 6 vendem-se te-
soufas muito Unas, para costuras, a 500 rs.;
jifias maiorea a 640 rs.; ditas para unlias a
800 rs caivetes de 2 foihascabo de cintre
de viado a 800 rs.
Kiquiasimas litas lavradas.
Na ra do Cabug n. 6 venJem-se ricas
Otas de sarja e setim de ricos padroes ; di-
tas muito encorpadas, estreitas com ricos
bordados, proprias para cinto Je meninaa ;
ditas lisa sem pona, de largura de 4 dedos
a 500 rs. a vara.
Capachos.
Na ra do Cabug n.6, venJem-se cipa-
dios a 560 rs. cida um.
Cartas para voltarete a 5oo rs.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se cartas
para voltarete a 400 rs. cada um baralno.
Senliores minorados attencao.
Vender se, na ra do Cabug n. 6, ricos
ca toes com ricas folhas de papel bordadas,
pelo preco de 2,000 rs. cada um.
U barateiro da ra do Cabug.
Na ra do Cabug n.6, vendem-se ricas
ciisa* douradas, proprias para guardar
jous, pelo diminuto prego de 800 rs. cada
urna.
Oh que pechincha.
Na ra do Cabug n. C, loja dos baratei-
ros, vendem-se luvas de pellica muito no-
vas, de ponto ingle/,a 1,280 rs.; ditas para
senhora com ricoa afeites, proprias para
noivas, por preco eommodo, assim como
um grande sortimento de ditaa de torca I, a
troco ne 800 e 1,000 rs. o par.
Mems cruas para homem.
Na roa do Cabug n. 6, vendem-se raeias
cruas, muito oncorpadas a 3,000 rs. o mas-
so; dilatdatliiihoa 4,000 rs.; ditas com lia-
tras, muito finas a 3,200 rs.; ditas brancas
para seunors, muito finas a 5,000 rs. o mas-
so ; ditas psra meninas a 3.400 rs.; ditas de
menina a 2,800ra.; a Has tregeles que se
eslflo acallando.
Corda* para violfio.
Ha ra do Cabug n. ( ven lern-ie cor-
da* 0ara violSo, muito novas e fortes, por
pre$o muito commodo.
He barato que admira.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se calzas
de colxeles a 60 rs. cada urna ; agullieiros
com agulnas a 80 rs.; caitas com (Illas mui-
to finas a 800 rs ; ditas caitas para alfsiate
a 40rs. cada papel.
Pastilhus de Soulli
lom
as
Vegetaes contra
brign
Approvadas pela junta ccotral de hyglene
publica e prrparadaa por I, M. Soulli, pbar-
inaceutlco, ineinbro titular da academia Impe-
rial de medicina r da aocied.de de phannacla
do Rio de Jaaelro.
O nico deposita verdadeiro deataapaitilhaa
he ealabrlecido pelo mesmo autor na botica
do Sr. Jad. da Rocha l'aranlios, ra Dimita n.
88. em Pcrnainbuco.
Deade multo lempo a arte medica eslava
procura le un medicamento que fosie lacil-
inentadmlniatrado a crlancas sujelta't a ino-
leatiaa vermlnoaaa, inoleallas terrivela que eo%-
duiem todos oa das ao tmulo um grande nu-
mero dellaa.
O goato e cheiro doa anthelmlullcas emprega-
dos ale* boje erain outros tantos obataculoa
sua administrado ; por iaao eremos ter presta-
do um grande servico humanldade, c princi-
palmente aos pala de familia, aunonciaudo-lhes
um vermfugo, debaixo da forma de paatllhaa,
sem cheiro e aein sabor, que possue a aeco a
mala enrgica como aotbeliiiinllco vermfctdo
contra ai lombriges Intestinas. ( Lombrigai,
oxyuras, ele,, tic. )
A coiiip.isico das paatllhaa he puramente ve-
gatal. Ouando em 1 hI.'i liemos a tal prepara-
cao, eativrmoa lao certo da sua acco vermici-
da qne nao hesitamos uro Instante ein experi-
menta-la em noisos proprfoa lilhos antes de a
faaer conheccr: o eft'elto fol espantoso, e logo
que os llluatrea profeasorea do Rio de Janeiro
e das mala proviucias do finperloa couheceram,
oio duvldarain emprega*la ein todaa aa moles-
tias verminosas.
0 eft'elto dea tas paitllhas he lo cerlo que nao
pode haver a menor dovlda aobrea aua i-Mica-
ela, como consta das oplnidea de inultos 'Ilus-
tres mdicos queabaixo transcreveinos. Com*
ludo, como aa crlancas esto sujeilaa a outraa
moteadas cojos aympton as alio quasl os mea-
mos das molestias verminosas, aconielbamos,
nos caaos gravea, de consultar um homem da
arte antea de administrar as ditas pastllhas; nao
queellaa posaam produilr alguin mo eft'elra,
porque na aua compoalcao nada entra de no-
civo ; mas porque pensamos us que uaquelles
casos graves nao deve adndnlstrar-se remedio
algum einquanto a molestia nao be pe fcltainen-
tedlagoo.ucada.
A dse das pastllhas be a aeguinte :
Duas a seis pastllhas einjejum, para as cri-
anzas de? a ti anuos, augmentando a dse gra-
dualmente segundu a idade De dez a doze paa-
tllhaa para os adultos, e quinze a vlntc para as
pesoas de 39 annos para cima.
Repete-ae a ineaina dse tres das a fio, e no
quarto dia pode-se dar um -purgante de oleo de
ricino.
If. B. Pode-se augmentar a dse das pastl-
lliis sem recco de produar Irrltaco alguuia
naa viaadlgeatlvas ; e se algumas vezrs nn ha
lombrigas expulsas, pode-se estar certo que lo-
do cqualquer ayinj>toma de molestia vermino-
sa tena desapparecido.
ObsereacSe
De alguna dos Ilustres professores que dia-
riamente receitam as paslilbas vegetaes para
lombrigaa.
Tendo dado aa pastllhas vegataes a meus ft-
Ihos e outras crlancas rie di lie re niel Idadei, le-
nhu-ai ach'ado aemprc c (Henea para tal ftiu, e
Julgo ser a uieloor prep*racao que trnho usado
oeita cidade no eapaco de dozessnnos de ml-
nha clnica. Assignado, Dr. Perera da Costa,
Posso assegurar que todas as vezes que ienho
einpregado como vermfugo as pastllhas vege-
Ues, hei obtldo aempre mn resultado multo sa-
tisfactorio. Estas pa.tllhas tcem sido por inlm
algumas vezes administradas em dse bastan-
te elevada, e as vias gaatrlcaa se tcem conser-
vado aempre i- dille:cnics a easceinpregu.As-
signado, Dr. Antonio da Costa,
Faco uso das pastllhas vegetaes na inlnha cl-
nica ha mais de qnair.. aunos, tendo aempre
oblido feliz resultado nos doentes a quein te-
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dade.i.
Na ra do Crespo, loja da esquina, qu>
rolla par a Cadem, veiidem-ie panno pre-
to, a 9,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
oovado ; dito francez, muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 8,500 e 4,000 rs.; dito cor de rap,
a 2,800 rs.; curtes da calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5.000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000e
11,500 rs.; sarja prela, a 9,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 2,800 rs., e outras mul-
las fazendas por precosconirr.odos.
CU A FKbTO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso J unior, na
ra do .'tmorioin. 35.
4*:
aTTaS aMERICASOS.
Vendem-se arados ame-
rica nos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre- 4
90 de 40,000 rs. cada um: na
ra do Trapiche n. 8.
fi9*f #
t'arinha de trigo
SSSF. *
Fontana.
Galega.
- Ilaxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35
Miiifio de Mantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Mantua,
a 800 rs. : na livraria da praja da Indepen-
dencia n. 6e8.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezes, pstenle, de molla e sem ella : na
ra da S-llalla Nova n.42.
Deposito de cal e potnssa.
No armazem da ra da Cadeia
doHecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potnssa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis
Armazcm de vinhos.
Na ra da Senzalla Vellia n. 4,8,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos maijsuperiores que ha
u mercado pelo diminutu prego
de aoo e 2/,0 r8> a garrafa,e i,5oo
a i,800rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para verd-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Tuixus pura ennen/ws
Na fundico de ferro de Bovv-
man &C Vlc. Callum na 1 na do
Brum p.ssando ochafariz, conti-
ns a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea,
as quaes acham-se a venda por
prego commodo e com prompti-
do, embarcam-se, ou carregam-
nhoapplicado, que multo dlfticil seria entune- Je em cari'OS, Sem despezos 80 COm
ra-los boje ; accieicendo que estas paitilhas, i
alm de n.io apresentarein os Inconvenientes
dos outros aulheliDntlcos, sao de um gosto lao
agradavel Assignado, Ur. Josi Pauta da Rom alhardo
do llom-Succriio ( da villa de UbatuDa. J
Atleatoque leoho applicado as pastllhas ve-
getaes, e dellaa Ienho observado feliz ealtoem
criancas aneciadas de vermes.Assignado, Vi.
Francisco de Pauta Candido,
1 enhu empregado por varias vezes as moles-
tias verminosas as pastllhas vegetaes, seja as
crlaecas, srja nos adultos, e sempre com vanla-
jusos resultados. Posso dizer que na inlnha opl-
nlao esta preparacao pharinaceullca lem dotado
de mais um rein*dio precioso a Iherapeutica ,
unlndo a urna facilldadcextiemade adminstra-
lo cllcltoa prnmptoa, certos e constantes.As-
signado, Dr. Antonio ioQ^nd,
Tenbo ein iniuha cliuica aconselhado por
imuiensas vetes as pastllhas vegelaes, e o scu
emprego tem sido coroado de auccessos ; en-
tendo portanto que sao ellas umaiithclinlntico
< xcelletite, nao s pelo promptoe quasi segu-
ro efleito, como porque se pode dellas linear
nuil em qualquer idade aciu recelo de Irrita-
coca daa vas gstricas.Aasigiiado, Dr, Anlo-
mo (ionfaltes de Araujo Lettdo.
1 culi.! trequenieiiieotc einpregado a indivi-
duos de ambos os sexos as pastllhss vegetaes, e
Seralmeotecom feliz resultado. O couceitoque
urmo he favoravel, e julgo sua appliea'co
apropriada as crlancas, as quaca.etrSI'no pre-
judicain, meiins quando ng eslsl.in vermes, e
tjlW aerrpltam suas dses.Assignado, Dr. Do-
mingos Marinhode Azevcdo Americano
Se uina ou outm vez deixel de obler resulta-
do appllcaodo as pastiflias vegelaes he porro
verdade que dobrando eu as dses, j em cri-
anzas e nos adultos, o cuello aotbcluiintico fui
enlo inl-llivel e livre do menor Inconvenien-
te Assignado, Dr. Jos Mauricio Nanee Garca.
Tcuho empregado multas vezes as pastllhas
vegetaes na iniuha pralica da medicina, e te-
nbu visto que se ellas fallan em alguna casos,
multas veaes pswdusem bons elfeltus sem ir-
ritar. Assignado, Dr. Jos Martni da Ciu;
iobim
Desde iiuiio tempo lenho aconselhado e ad-
ministrado as pastllhas vegelaes, e posso,asse-
gurat quena malaria*dos casos lenho obtldo a
cura dos doentes, nao leudo nbiervado que el-
las irrllem o estotnsgo, como se nota oa malor
paite dos medicamentos preconlsados para a
cura dos vermes Intestloaes. Assignado, Dr.
mo losOofaluts Fontts.
yuaal em todos os casos em que recorr s
pastilhas vegelaes paia a expulsan das lombri-
gas,obllve oque desejava. O que me convida-
r a continuar a usar dellaa he a f icilldade com
que aa crlancas as tomam, quasl certeza do
resultado, e por ler recunbecido que o leu uso
he inolleuslvo.--Assignado, Dr. Laplant.
Da mesma formase expriiuein sobre o em-
prego e accao daa puslilbaa vegetaes os illus-
tres senhores professores : Dr. Joaquina Canil-
doSoareadcMeirelles, Dr. Lula Franclaco Fer-
reira, Dr. Thomaa Gomes dos Santos, Dr. Le-
vel, Dr. Francisco de Paula Costa, Ur. Joa-
qulin Vlceute Torres-Homem, Dr. Manoel An-
tonio de Magalbaes Calve!, Dr. Manoel do Val-
ladiio Pillicatel, etc etc.
Deposito de cal virgem.
Conba & Amorim, na ruada Cadeia do
lleciie, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outr qualquer parte.
' t'arinha de mandioca.
Vendem-se sseess com farinba nova?, che-
gada ltimamente do Cear, a 2,000 rs. e
em loi.es de 10 sacces para sima,a 1,800-rs.,
cada urna sacca : no armazem to J. J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 35.
Algotlo para loupa de escravos.
Vende-se algodSo muito encorpado, pro-
priopsta roupa de escravos,' com pequeo
toque de atarla, a 140 rs. a jarda ; dito
lunno a 180 rs. : na ra do Crespo n. 6.
pradar.
Mintas fazendas por pouco dinhei-
ro na rua do Crespo n. 6.
Cortes de btim escuro do puro linho
t,440 rs., ditos de lislra de bom gusto a-2, rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado de li-
nho proprio para caifas e palitos a 180 rs. o
covado, pan un lino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de cintas escuras con 38 co-
vados'a 4,500,5,000e 5,500 rs., cambraiade
llores com 81(2 varas a 2,400 e350urs.a pes-
sa, lencos do cambraia de linho a 400, 480,
e 560 is. proptios para nio, riscados ausen-
tados em algodSo muitoeocorpado proprios
para escravos a 160,180, o 200 rs. o covado,
2uarle azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitas mais fazendas for prego com-
modo da loja cima referida. "
l'otassa ameiicana.
No antigo deposito da cadeia vellia, n.
12 existe urna pequea porcSo deputasss,
americana, chegada recenlemente que por
superior rivalisa com a da llussu: vnde-
se por preco razoavel. ^
Orios>tt di riujrlca le ron- oa
Santos nu liahin.
Vende-se,em casa deN. llieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quellafabrica, muito proprio para saccosde
ssucar eroupa do escravos, porprefocom-
mndu.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de He. Cal-
iiinnist Companhla, acha-se constanlemeate
bons sortltnentos de taixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendasin-
eliaa todas de ferro para anlinacs, agoa, etc
.Illas para armar em madelra de lodos os la.
uianhos e madellos o mais moderno, machina
uorisonlal para vapor, com forfa de 4 caval-
los, clicos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de pulgar, por inenoa preco que os
Jecobre, escovens para navios, ferro ingles
lauto cm barrascomo ein arcos folhas, eludo
por barato preco.
Vende-se marmelada nova, vinda l-
timamente de Lisboa : na roa da Cruz n.
6, defronte do Sr. Dr. Cosme.
. Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
o ba i xas de cap m na fimdicfide Honnuux
& M. Calbem: na rua do Brum na.6,8el0.
AGENCIA
da fundico Low-Aloor.
RUA DA. SENZALLA NOVA 3. 42
Nesta) estabeleeimento conti-
aiia a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
Jas para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de todos os lamanhos, pa-
ra dito.
V>?f ?f ?f ?Vf f f ?Vf V.f f f ? f f
fannha de mandioca *
Vende-se, por preco rasoavel, la- 2
rinha de S. Malheus a mais nova 2
que existe nesto mercado : na rua 2
da Cruz n. 34, detronte da I ingoeta. ^
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: narua
da Senzalla Nova ti. 4a-
Deposito de panno* de algodSo da
febricaTodos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desja falirica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
toriode Novas& Companhia, na
rua do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
N fundigao da Aurora, em S. Amaro,
rendem-searadosde ferrodediversos mo-
delos.
Vende-se a lypographia do
Diario Novo, propriedade da Yin-
va Itoma a qual est' montada ,
tanto de bons lypos, como de pe-
los, e de todos os utenis necessa-
rios a urna boa typographia : tra-
la-se com a proprietaria na rua
da Praia n. 5o.
Moendas superiores.
Na fundlcSo de C. Starr& Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas'deferro, e um modeloe
ConstrucQSo muito superior
Vende-se urna bonita escra, mofa, pa-
rida de poneos diaa, sem cria, com hom
leile e muilo carinhosa para criar, e sabe
bem engqmmare cozinhar odiarlo: na rua
do Cotovelu n. 75.
acmentes de hortalice
de todas as qualidades, muilo novas, vin-
das de Lisboa, e por monos que em outra
qualquer parle: na rua da Cruz, atrs do
Coipo Santo, n. 62.
Vende-sd U'ua cabra muilo boa de lei-
te, com duus nihos, urna cabrita ja taluda,
e um cabrito, um carneiro grande que pode
servir para um menino, e urna ovelha com
dous cameirinhos muito bonitos ; no prin-
cipio da estrada dos ADlictos, primeiro sitio
dolado direito.
-- Vendem-se asseguintes sementes:
nabos,rabanus,rabanetes encarnados e bran-
cos, sobla, couve trlnxuda alface ala-
mos, repuliiuda,chicoria, senoulss, I"-ijilo
carrapalu de tres qualidades, ervilha tona e
direilii, fava, coentro de tuascei a, salfa, tu-
nales grandes, tepolho, couve lombarda,
sahna, e miistaniii : na rus da Cruz n. 46,
deirinito do Sr. doutor Cosme.
Merturio.
Vendn-so mercurio de primeirasorte: em
casa de Augusto C. do Abreu : narua da
Cadeia do Kecife n 48.
Vendem-se lonas, brinzSo, brins, e
meiss lonss da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Companhia, na rua da Cruz
n.4.
Cambraia seda. AS BELLAS
Vendem-se ctvtes de vestido de cambraia i Lindas e engranadas sorles de VENUS ri-
sada, edr de roa, encarnada, azul e ama-1 camente oralas, para o juvenil devcrt"
relia, fazenda moderna, pelo baratissimojment das ooules de S. JuSo.eS Pedro
prei;o de 7,000 rs. cada corte: na rua do.iua daConcnicSoda Boa-Vista n. 20-
Queimsdo, loja do sobrado tnarello n M. Na,rua do Trapichen, u
vendem-se gigos com Champang^
do bem acreditado autor Perrier
cada corle
loja do sobrado amarello n
Atoalhados.
Na laja do sobrado amarello, na rua do
Quelmado n. 29, tem para vender um gran-
de sortimento de atoalhados de todas as
larguras, e tualhas de varios lamanhos; as-
sim cmo guarnadapos de diversos lama-
nhos e qualidades; o ludo se vende por mui-
to barato precu.
Attencao ao3g A.
Vande-se urna cariota quasi nova, pro-
pria'para carregar agoa, em urna pipa, sen-
do para um boi, na rua ealreita do Roza-
rlo, traveaaa para o Queimado depozto n.
39 A: no mesnio conlinua-se a vender bo-
isrhinlus linas de todas as qualidadea, e
tambem muilo bom doce de goisba manda-
do fazer de encommenda e que a muitos
persuadir ser marmelada o nBo goiaba.
.Vende-se os llvres seguintes: qs dic-
cionarios pelo capilSo Manuel de Souza, I
dito de Hoque', adiscripcBodo Brasil, Lisia
potica, lloratio, Virgdii, selecta, Salustii,
Telemaque, Jeanne de Are, Revista militar
Anglica llauffnMmno Passeio Publico n. 17.
asa Vende-ae a casa de dona aodarea n. 7 na
rua do Burgos: nesta lypographia se dir quein
vende.
Vende-se una cusa terrea na rua de 3an"
pelo commodo prego de 20,000 r.
cada um.
Attencao.
Na venda da quina da rua das C'uzes r
2, vendem-se qu jos muilo novos a t 000
e 1,50r vinho engai r.fado a 800 rs..' min ,'
320,280. 210,200,e 160 r.,pains a 320 rs Mn
guic.s a 480 rs .ditas do serISo a 210 rs m.
as a 260 rs., .lillas SOd rs. a libra, calf d,
carooa ljo rs. a libra, tranteiga ing|-z, ,
libra, dila a 800 rs., dita franeezs a 500 rs .
720 rs.,a libra.ch a 2,000 rs.,ve|,s deczper-
macete a 720rs .ditoa 600rs. a librajlit.c.r
nauba a 28o rs.. f.rinh. deararuta a 160 r,
dita do marannJo a 120 rs.. assucar rellnadn
fino a 100 rs., dito a 80 rs. a libra, e uniros
mais gneros que o preco a se di ems-
g-edo, equem oisto oSu gosUr entSo n3>i
sei do que gustar.
I
Escravos fgidos.
-- Acha-se fgido I das o pardmlio de
la Rita, junto ao armase* do Sr. Fstnea: a Ua- J"?,*1'!?.*1,: t8?'!!> M '' Bibi i
lar na mesma casa. (Cabello estirado, falla de urna pur5Jo do
Vcndein-secorles de vestidos de seda a!0'(uenl"s trente, tem sido encontrado, m
rs. o corle: na rua do Crespo loja n. 3 ao lado ruadas Flores, Kibeira, e Cinco ['.mu,
quem o pegar leve-o aoalterro da Boa -Vista'
a Jos Joaquim Antunes que 0recompen-
sar. r
do arco de Santo Antonio.
Saccas com imllio a 2,70015.
Vendem-se saccas eom mllho a 2/100 na loja
de fatendas do Passeio Publico n. la.
Leis provinciaes.
Vendem-se a colleccSo de leis provincises'
do'corronte anno, a 610 rs ; assim como as
de todos os annos anteriores : na pracada
Independencia, livraria n. 6 e 8.
Na loja das 6 portas.
Continua-sea trucar por sedulas.alguos al-| hecida por eatar priiha,cni Vbar^
caides que quer ac-bar, como sejflo; lencos tanta grande, foi com um v-stido de.-hil.'
para mflo de senhora e meninas a 200 ra.Jen-; sala de lila prela e panno Uno etamh
eos de seda para menina* a 480 rs .aloaka de' urna trouxa oom alguma roupa deseo. .
Alten?ao.
Na noile le 13 do crreme, desippareeeu
urna n.- iluta por nomo Msriana acompanha-
da de urna sua filha de 7 annos, por nome
Conslanra, a muala representa ter so an-
nos, alta, clara, rosto descarnado e sem os
denles de.frente, tem os cabellos grandes
que os costums amarrar, e faz-se mais ce-
if$fXsf9vV9 tsaAwv vswsss
tj Vendem-se chpeos envertisadoi,<;a-
a> Ido de oiiro o pi. ta para os --nesinos,
tj por cummodo preco ; na piuca da In-
aji dependencia n. 17. y
# ** $ *+*t>i>.
Btala.
Vendem-se batatas novas a 1,000 rs a ar
robi, e 40 rs. i libra : na rua daa L.rangei-
ras n 1*.
Jos Luiz Pereira, decididamente ven-
de a aua loja de ferrigens di rua Nova n,
16, a pr'aso, rom Urinas a contento, e em
quanto nSu elfectuar, ven Je qualquer ob-
jecto de tcrr.gens, ou miudeas, pelo" prc-
foque Ihe custsram, O q-.e mostiaraos
compradores; tambem roga pela ultima
vez a seus devedores, queiram satiafazer
seus dbitos, at o fim do correlo mez ,
pois deseja evitar disgoslos.
A Henean.
Na nova fabrica de chapeos deso,
no aterro da fioa Vista n. aa,
neste estabeleeimento rerebeu-se um novo
e linio sortimento de chapeos de sol do ul
limo gosto, lano de seda, como de panni-
nho para homem ; ricosxhapeos do seda ,
para senhora, do ultimo gosto, e vende-se
por menos preco do que em oulra qualquer
parte; assim como um grande sortimento
desedas e panninhos do lodas as Crese
qualidades, para quem qjlizer ul'andsr cu-
brir armafSes servidas; tambem vendem-se
Inicias para vestidos de sephora, e Concer-
lam-se chpeos velhos esteja em que estado
esliver.
Na rua do Collegio, loja n. 3 existe
oiiis porcOr, de livros, em pin tugue/ e fran-
cez, os quaes sevendsm por preco extraor-
dinariamente barato, a quem as quizer com-
drar por junto.
Vende-se urna morada de casa terrea
em chSos proprios, qual tem duas salas,
dous quailos, e quintal mu rallo cun cacim-
ba s, sita na rua direila dus Afogados. A
dita casa lem armacus para venda que tam-
bem se vende s, ou com a mesma casa; tu-
do isto por preco muilo commodo : oa ru
lumia n. 63.
Vende-sena rua do Livramento, loja n.
II, sapalos de duraque prelo, francer, para
senhora a 900 ts o par; esleirs muilo gran
des, urna mesa e urna caixa de pinho.
Bom e b i rato.
Rua do Passeio Publico, loja n. 9, de Albi-
no Jos Leile,
vendem-se ricos chales de ISa a 1,000 rs, ;
ditos de larlatana a 1,000 rs.; ditos brancos
de cssss a 800 rs.; lencos de grvala de ca-
sa, padrOes bonitos a iao rs.; meias rruss
para homem superior qualidado a 2,200 rs. a
duzis, par 200 rs.; los de linho brancos a
5,000 rs.; corles decassa chKa a 2,000 rs. ,
e outras muitas fazendas cm cunta.
iMtmmmmmmmtft mmmmmmmm
Bom e barajo.
Palitos feilos, verdes e pratos. st
Na rua Nova, n. 26, tem para ven-
der palitos de panno a 20.000 rs., co-
leles deselim prelo dellaro 5,000 |t
rs., fazenda muito lina, ditos de fus-
tilo a 2,560 ra. cada um. fi
%mmmmmmm mmmmmmmea
A a,56o rs.,
corleado meiscasimira, de superior quali-
dade e gostns bellissimos, pelo mdico pre-
co do 2,560 rs. ;o corle : narua do Cres-
po n. 5.
Aos fabricantes de velas.
Vende-se superior era de carnauba, ese-
bo rtfinano, em porcOes e a retalho, por
comn.o oprefo: no armazem de D. II. Ao-
drade & C, rua da Cruz confronte ao cha-
fariz o. 19.
-- Vende-se yma negra e um moleque do
servico de campo : narua da Conceiu&u da
Boa Vista n. 14, lodos os dias al 9 botas.
Falitos feilos.
Continua-se a vender palitos, de panno li-
no supeii-.ir muito bem feilos*, por preco
por procos rasoaveis. D. Iguacia, do contrario se pocedeV'com
s Vendem-6e por menos do todo o rigor das leis, eadverte-setamboma
seu valor a bombas de reAcho XiOt^J^iVJSl^ *
i ; supraouo lugar que sera recompensado
com mullo pouco uso, proprias- pa-; -- Est fgido uro eseravo de nome Vi-
w->v> .--.-> *-**, j uinouintiii i r --------- '- -mi/hh,
dn ... uesJe 23 le mai P'Gsm.o (indo, o n.i i-.
0 Quemado, lo)a de ler- g,mosenhr he o Sr. Antomo Po-eTa do
ragens n. la. Kegolima, morador no engenho Novo, da
TrocSo-ss comarca do Pao o'*lho: roga-so. po-tanto,
... .. *rol-dol a autoridades pnheiaes ecaeiiSes de cain-
por dinheiro bonitas condecas chegadas po de o app-ehender e remette-lo seu se-
pelo ultimo navio do Porto, na padaria que nhor, ou tiesta praca na rua larga do Ituza
ui do Cuuba : rua do Razario estrella lio a Joaqwim Das Fernandes, que gene-
n- rosamente recompensar.
A a4o rs. o covado. Andam fgidos ha poucosdias os es-
Defronte do becco do PeixeFrito, loja n "vos seguintes; -Manoel, mulato.alto, de
3, vende-se cass chila, cores fixas, de lin- JJde 2* "nos, pouco inaisou menos, ves-
dos padrOes, pelo barato preco de doze vin-
na rua doQueimado, lo-
I ingoeta. ^ I muilo co um'
*********** *********** I ja do sobrado an.aiello n. 29
Mu-tes a ao rs. A lao rs. cada um.
tens o covado; bem como cuitas baratas
e outras f./codas mais.
Vendem-se em casa do Me. Calmont <5c
Companhia, na praca do Corpo Santo n. II,
os seguintes artigos por precos baratissi-
moa, aHm de liquidar certas cuntas a aaber;
oleo de linhaca em lafae do seis galSes, ac
de milito sortido, marea 0,00,000 Breu, em
barricas muito grandes, utnaVquantidadede
rolins, ferro inglez em barra, folha e a/cos
surtidos em porches grandes ou pequeas,
ferro sueria quadrado, chumbo em lencol.
saceos vastos e barricas abatidas, vinho ue
Marselba em caixas de tres e aeisduzias
a 38o rs. o covado
Oefronlo do becao do Peixe-Frito, loja n.
3, vende-se abac de algodSo pelo barato
preco de qnatorze vileos o covado; esta
fazenda torna-so recommendavel nSo s
para vestidos do senhora, como tambem
para palitos e casacas de homem
-- Vende-se urna rotula em duas melados,
com bandeira, por 6,ono rs., e urna quan-
lidade de tonas e jmella, e un a porcSo de
madeira vclha, tuuo foi commodo proco :
oa obra da rua eslreita do llozario n. 35.
Vendem-se de!2 a 14 tnilheiros de ti
julios de alvenaria, por preco mais barato
do que em outra qualquer parte -. quem pre-
tend- dinja-se praca da Independencia
n. 12.
Na rua da Gloria n. 62, casa do padre
Agostinho, acha-se um 3 rtanejo, que tem
para vender bonitos escravos eescravas, do
sertSo.
Na loja das aeis portas
vendem-se chlesele suja, e mantas, a oito
mil ris, de bonitos padrees o hi se i-,
Vendeir.-se camisas de madapnISo fran-
cez, chegadas p- ln ultimo navio do Havre,'
na loja 11. 1 do atierro ca Boa-Vista.
Vendem-so ricas flvellas de grvala e
pulseiras desenheas, de madreperola, de
latSo dourado e de dito esmaltado, por pre-
go muito commodo 1 no atierro da Boa-Vis-
ta n. I.
-- Vendero se 6 escravos, sendu, um bom
carlina, de idade de 22 annos, um casal de
nieia idade, ptimo para qualquer silo, I
escrava de idade de 20 annos, cozivaeen-
gomnia, 1 eseravo de servido de campo, 1
muala ptima para lodo o servico : na rua
liiimii n.S.
Na rua Nova n. 67, segundo andar,
ba um piano inglez de boas votes, duzia e
niea decadeiraa, 1 sof, 2 consolos e I me-
sa de meio de sala, de pedra branca, ludo
de Jacaranda e de bom gosto; 1 toucador,
1 guarda-vestidos, lulo de amarello, I par
de Jarros de muilo bom go laiiternas com ps de bionze: todo para
vender-se e por preco* commodo.
Vende-se um rico piano de Jacaranda,
de-mesa, novo e de escolenlos vozes; 1
duzii de radeiraa de mogno, de bom gosto,
I mesa do eugommar, com gaveta; 1 cama
nova de amsrello, com colchOese travessei-
ros anda nSo servidos; 1 par de n angas de
vidio lisas; 3 pares de jarros de bom gosto,
1 csndieiro inglez do mrio de sala, muito
rico, som sei servido; 1 toucador de j.ca-
randa, 2 pares de figuras de porcelana don.
rada; 2 mesiobas de encost de condur,
ludo por prego commodo: narua das Flo-
res, caaa n.ii.
Ven ie se, por preco muito commodo,
urna fatenda em Moxnto, distante de Pes-
queira onze leguas, a qual conlm quasi tres
leguas du lunuu e meia d'agua. casa do vivenda, curial e cercado,
bem coo.o excellente mata. Traa-se com
Antonio Jos de Ulive ira, na rua do Collo-
gio, casa 11. 20, segundo andar.
Para as bellas Fernambucanas.
Surtes enfeila 'as para o diverthnepto da
noile de S. J0S0 com boas sorles a 40 rs. ca-
da urna ; na na do Queimado loja de miu-
dezai n. 16, a ellas antea que se acabem
-- Vende-seuma e.-crav. moca, creoula de
boa figura, que coainha bem o diariu: f.z
Na livraria da praca da Independencia n.l Na rua do Quelmado h. 3.*defronle do doces, lava ue sabSo e varela e he excei
6 c 8, veude-se papel em sorles impreasos.f becco du Peixe-Frilo, vende-se le.cinhos lente quitaodeia; com urna l'iiha mulati-
para homens esenhuras, muilo lindas ea-'de cambraia pintadua, para mSos desenlio- una muito linda, de 18
tidocom camisa e cu olas da algodSo le-
vando em sua companhia a mulher de nomo
Benedicta com um Ulho pequeo de nome
Jicintho, de idade pouco mais ou meuosde
umanno, a mulher he muala cl.ra, de ca-
bello corredioe de idad. 2a annos, pouco
mais ou menos, eslea mualos foram aqui
agarrados por ja terem fgido a seu senhir,
e dsqui io mandados ao mesmo em urna
bsrcaca, e turnaram a fugir em S. Miguel dos
milagrea, e all lurlaram uoi paqume do
quatro paos, e consta que noile seguirn)
para o norte, e lalvez que andem para o
norte desta provincia, e que se ioliiulem
forros, a mulata sabe andar em barc>{, e
jangada ; repommenda-se a lodas as auto-
tidades policiaes e capilSes decampo para
os mandar agarrar onde appar-cerem, e
manda-Ios conduzir a seu senhoi Concillo
llodiigu-s Mariuli", no scu engeubu Itia-
chSo,em Camaragibe,oa provincia das Al'-
gos, e nesla cidade a Manoel Unacio do
Uliveira, e em Macei ao Sr. Sacavem; que
em qualquer lu*-ar que forem. entregues se-
rio bem recompensados.
Da fabrica decado-eiro da rua do Brum
11.28 auseutaram-se, nu dia 10 do Crrenla,
o preto Antonio de meto Cahin la, estatura
regular, cabellos um pouco brancos, cheio
do corpo e jrn i lo cabelludo noa peitoa, ros -
lo cu regado'; Custuma em suas fgidas fre-
quenlrr a Solidada, Manqumho e Afoga-
dos, e em sua ultima fgida foi pegado no
engenho Cuca districto do Rio Formosu: n
no dia 13 do crranle o preto Alexandre, de
nacSoS. Ttiom, alto, corpo reforcado,
alegre, e ja foi eseravo du Sr. Bolly e do
francez Melequ'r, morador no Kio Doce, lu -
gar que nmesinoescravo cosluma Irequen-
tar as diversas fgidas que ha feilo :
roga-se as autoridades policiaes e a quem
quer que delles der noticias, dirijSu-se a
mesma fabrica que ser recompensado.
Dcsaopareceu nu da 13 do crrante da
cidade de Oh ma, de urna casa na rua de S.
Rento, um molato de nome Benedicto, alto,
magro, olnos pequeos, cari pin ha alta, den-
les dcima limados, muito rarcola, e que
j nilo he moco; Invou vestido calca branca,
camisa branca, jaquela prela, e chapeo de
palha. veio do MaranhSo neste ultimo va-
por acoTipanlmido seu senbor o cnmmeu-
dadorjoaquim da Costa Barrada, qua est
hospedado na dita casa, o mesmo eseravo
lem pinta 10 no braco eiquerdo um cua-
nto, o no direito um B. : quem o pegar e o
entregar a seu senhor, ou a seu libio, Joa-
qun) da Costa Barrada Jnior, esludsnte da
academia, aera pago du seu Irabalho.
Esta fugi 10 um moleque creoulo por
nome Miguel de idade 15 a lannos, ievou
um taboleiroem que venda laranja, man-
dioca e macaxeira, e vestido calca de algo-
dSo de ristras azues, e camisa de algodSo
branco de mangas curtas, e anda com um
gancho no pesclo da primeira fgida :
quem o pegar e levar a seu senhor, 110 seu
sillo no principio da estrada .dos Afilelos,
a qualquer hora, ou na rua -lo Trapiche No-
vimi. 18, segn lo andar, daa 9 da maohjia
ate as 3 da tarde, ser recompensado com
genero.idade.
Uesapp.receu oa noute do dia 17 do
renle urna negra de nome Francisca a
qual si finge douda e diz ser forra, estatura
ogular, idade 30 annos, nagSo de angula,
com algu 1 as costuras de ventozas no pes-
coco o bracos, lerou um vestido desbata-
do bastante sujo, e urna aaia de casas de
lisires ja tula rasgada. Roga se pottan-
to as autoridades policiaes e oapitSes da
campo a captura da mesma, e mesmo qual-
quer particular que a pegar a leve a sua
senhora na Solidade collegio de meninos no
sitio grande do Sr. Ilarculano, que aei re-
compensado.
Desappareceu na noute do aiia 17 do
correte mez, una prela de nacSo angola
de nomeMaria, que represeut ler da idade
24 a 25 anuos e foi com um vestido de cai-
ta escusa com listras encarnadas, baixa sec-
os docorpo, a co:n urna marca em um dos
bracos, uuem a apprebeoder leve-a a cisa
nnor, o dezemb.rgador Rebello,
w------------------------ -....... 1---- L -------------- *mwi m, jvmiv- 11 no iiuiio 1 ir
propriadas, pita osdla de S. Antonio e .[ras, pelo baritissimo preco de seis vintens lado esquerdu da capella da tsiancia, ou (
loja da rua da Cadeia do Recife n. 41. IPebn.
i : no sino do tZT,.d" ftnM S0' qUe 8er* 'eCOa-
J0S0, a 20 rs, cada um papel.
.'cada um.
MUTILADO L
TiH. ds M. f. 01 Farm. 1852.


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