Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03688


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Full Text
' raigo a sonoaa.iC'Ao.
PlOIMHTO ADUHTIDO.
r trlmeitre ......
forie'Qfi,lre
Por nao- ......i.....
Paso Diurno DUTinuui,
Por quart..........
BfOTICIAB DO 1MFIBIO.
rir ... >de aio. Minar... 14 de Malo
>lrohii 21 de dito S. Patrio, a de Jilo
Cearl.. 28dertlto. R.dcJ.. 2, de dito
l'.r.hiba 7 e Jmilio mhla...
DI Al DA lIMtNl. AUDIENCIA*.
f000! 14 Sea. H. R ailllo. I Jal re d OrM.
e/000 isTerc.S. Vilo >, eS.t 10 hora*.
lfa/UOO; ifiOuartS. Aurcllino.! I. aradneinrl.
17 Or i 1.1 S Nicandro. 3. e 6. ao mrlo-dla.
*f*.)S
2 de dilo
S. ti. i** OS Co-
racao de Jeiui.
)9Sab. S Juliana de
Faiconieri.
20 lluin. 3. S. IIveiio
p. i".
talinea.
1. e 6. i 10 llorar.
2 ara do civil.
I. ciabadorao melod,
tetada.
Tercas e sbados.
ranasalM.
Crercealc 24, ai horas e 28 minuto da t.
Chela a 2 ar 4 horar e 7 mloutor da larde.
Mlnroante 9, aoa 46 mlouloa da larde.
Nova i n, ai 2 horai 28 mlnuloi da larde.
>AnAlBHOIl
Prlmelra i 4 horai e30 inlnutni da tarde.
Secunda r 4 horas e 54 minutos da inanhi.
VAB.TIDAS oa ooaanoa
(roiaana Parahlbi, i leruada leitaa-
felrai.
RIo-Crabde-do-Korte e Victoria ti qulitai
feirai
Bonito,Caru"( (i, e OaranhuBi no l'e 15 de cada
MI.
Flores, Ouricury, F.xu e Boa-Vllta i 13 e 28.
Ollncl.i, futios o> dial.
Todos os Corre ios ria'tmi an melo-dla.
irOTic|Ai iiTBAKOEimAa.
Portugal U de Abril.
Heapanha inda dito
Franca.. i3de dito
Blgica... 2 4* Ht
Italia.... 3 dedito
Alemanha. 4 de dito
Prneiia ... J de dilo
Dinamarca Jo de Marco
Ruasla... 3l de dilo
Tn ron I a lo de rlllo
Austria., a tt Abril.
Suiasa.... I dedito.
Suecla... 35de Mateo
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Unldos 2(idc Fevr
Mxico... 31 de Janr
California 2 de Marco
Chlll. 2 de Ferr.
Kurnos-A. 6 de Marco
Montevideo 6 de Ma o
CAMBIO! DE I BE JDMHO
Sobre Londrea.a 27 por d. i/ooo
I Parli, 343
i Lisboa, 100 por cinto.
KTAE.
QJiro.Onca hcinanholai............ i
Moeda de ty40o relhai.........16
df 81400 norai.........16
> de 4/000................ _
Prata. Patacaea brasilelrM........... 1/W0
Peros columoarlol............ 1/W0
Dltoa merlo.mu.............. 1/800
PARTE OFFICIAL
pre a pouco tarifa do que restar d i Zollve- i SAo atrazalas as milicias que reeebomoi' Mutulla maig simples e irmis explicativa Jo
rein. Teramos por con.ouucnoia uui /ol-do Pe Coiuinuaviali a rein' aocego, e;ue molestia ou doenca lie a-reaceflo que
Vi rein nosso, e alcanzaremos grandes van-
tigens departe da Austria.
Jolga-se que as conferencia do Bambrrg
o Daimstidt iritanm deale sonho de
Von der Pfordten.
Com ludo o presidente do conselho, em
ie segurar o seu posto
TIUBUNaL D*. KEl.AGV".
SESSA DF. 2 DE MAIO DE loM.
preJiitencia de Exm Sr. conttlhilro dtoedo.
ai 10 horas da raanlula, estando prsenles
os Srs. desembargadores Villares, Bastos,
L3o, Seuzi, Relie lo, Lum Freir, Talles, Munich, que acaba
l'rreira Montoiro, e Valle: o Sr. presidente como ministro, f.zendo grandes concessOe.
declara sberla a sesfflo. I o episcopado e ao partido ultrimonlano,
' juloahbstos. contarla iqui com muilos industriaos, ho-
Appellante, a irmntade de Possi Senhora Mena protlenles, pnuco iventurosos, ani-
do llalliio; appella lo, Mannel Dias Fer- go do ilalu jnocommeroiil, e que hSo de
nan les Conlirmaram a sentenci. penssr muilo primeiro que sacrifiquen! a*
Appellanle, Chrislovilo Luil de Mello; ap- vantigens reaes do Zollvorein as promessas
pelladn, Francisco Xavier de Albuquer- de um tratado aualio-bavero.
que. Conflrmeram a aentenei I A lia he ago'i iojooitadi da Silesia para
Appellanlo, o preto Luiz por seu cursdor ; a Saxonia, liv're dn direltos. O novo Zull
a|.polla la, Joijuina lloberta d Concei- vereiti comecac> ostsbel-cendo um. Se'
cu -Mindanm iojuzo Ja primei-ava- e-U moderado como diz Mr. Von der pford-
ra pira avaliaeflo, e ave-bar disima. ten; mis lembrem-se da grande conpen-
Appellanle, Vergioio Cernoiro l.eflo; appel- eacflo que lia de oflerecor o mercado aul-
lado, Jos Marques de Almeidi. itriteo. NSo importa-, responde ou raspn-
Appellantes, Manoel Antonio Das e sus mu- der o fabricinte sixonio : o me.ca.to eus-
llier; appellado, Jos Francisco Belm. triico nao he conhecido; prellro guardar
Conllrminm i sanlenca. ios meus direilos.
DEsiciig6. NSo nos esqucimo: lambem de que is
AppeltjMite, a idmmUracao do patrimonio cmaras da Baviera, Wurtemberg e B.den
dosTrphDos; appellado, Filippe Menna no leem motivo* para esposaren! a ma vo-i-
Calido da Fonseci. I "de de Mr. Von der Ffor iten, e de llissen-
Apoellinte, o iuizo; appellado, Jeronymo flug para com o Zollverein. J por algu-
deSouzi Coolho. | roas vozes se tem i-nrgicimenle pronunen-
Appellsnte,ojuizo;ippollado,ManoolFran- do pela minutrnao di uniao deilfande-
cisco Lopes. 8n. Sempre que os inleressfs milenios
Appellant, Jos Tlieolooio Pernira ; appel- correm perigo acabim os goernos recalc
la lo, o iuizo.
mente expressa
na la faca loinc'r que fosseinterrompido <-.taz a frc vital pira expedir do organis no
c.ingresso extraordinario, convocado pira, *m principio que embanca loas func^Oes
discutir os orcamentos s-ccionou o que dv* Se essa he a ojaneia miis simples e ao mea
reger pelo espaco de dous annos, conceden-
do nelio varias acuidades io presidente pi-
ra levar a cabo diOVrenteg mclhoramen- chamamosmoles tilhe consequente que
tosNos inteivallos desli dicussSo appro- o meio mais fcil e mus prompto de cirar
von outrss leis 'genes de grande utilididi
publica e que merecera! olouvor do piiz. agente que ijude essa rearcBo queopnn-
1 cipio vital propoz para libirtar-se d'aquillo
O preaidciit- Echenique, depois de conclu-
d"s os seus trabslhos, apreaenlou-se, icn
psnlianliado do seu ministerio na sal.
do congresso, e, declarou fechada a sessli
pronunciando i rimetro um discurso em qu
proteslou que firii o melhor uso dss facul-
dadea qne ao liie concediam, procuraoJ
primeiru que'tudo conservir paz e o im-
perio da le- A abtiti inicia de mattera nflo
nos permilte lrmscreve-lo, nem tSo pouco
a resposta que Hieden o presidente do con-
gresso, em teslernunho da cordeal harmo-
na que reina entre aquelles dous po-
deres. .
Todos os peridicos, assim minsleriaes
como da opposicao, fallan do um plano que
attribuem a Nova Granada e Equador e que
tem por fim invadir o Pei poni em prali-
Ca suas duulriuas d-sorginsadoras. Exci*
l" ni com este molivo o governo para que se
nilo descuide da poltica exlerna, o trete
de obstar a qu i o Equador si va de ponte
s tropas de Nova Granada. Seja qual l'or u
importincia deslales boatos, cuja principal
base he sem duvi a o mau acoluimento que
liante por'eVcJu7VvordeVe"i7alz "fegi-ll9fe B1"19'.1 0,nJ.0 do B0,0,rno l'81Pe"i>
Grmde obstculo he este I"" na 1ulz admiltir na quilidade de mi-
Apnell.nles, Manoel Pires Ferreir.e oulro mente expressa Gr.nue o maculo no e.te Z^SfiXS^ffim&M* fr
appellado, Domingos C.ldis Pira Fcr- p.w a e."'o. Ju r,t"zu0 P:ie,C d o iul.r iu.'ulic.do no aiaasainio de Sucre.
intermedio a urna va meac,a
(Independece )
ESTADOS-UNIDOS,
A cdide de Nova-Yurk aciba de dar um
o julgar iiuplicido no assassimo da Sucre.
He certo que hi nulas de governo para g>>-
verno, a respailo, e que a eipectiva de una
complicando entre aquelles estados serve de
novo exornlo do seu respeilo ao seus com-! ptUto alguna pe tidos que por anlitho-se
secnamam libertes na America, para faze-
rem senir com maia dureza o seu dominio
devastador.
(Heraldo.)
( Do Diario do Governo de Lisboa.
reir. Zollverein
aivisnes.
Passar im do Sr. desombargidor Villares
ao Sr. dseinbargador Bastos as seguinles
atipcllicocs em que siio :
Apiellinles, Mirn da Penha de Frmci e promissos. A le sobre entreg de reos
oulros; appellado, JoSode Abrau Franca, acaba de ser applicada, sem a menor dilll-
Appellanle, JoSo Birbot da Silva ; appella- cullade nem demora. j
do.JosBidordeAraujo Na quinta-feira pela manhSa, um preto
Mu filante, o doutor procurador llscal; ap- chamado llo/ac o Presin, preso em virlude
pellaeo, Frincisco Jeronymo da Fonsici.' de um mnida.io regularmente pasado, com-,
Apoellinte, o iuizo; appellado. Jos Joa- pireceu peranle o commissiHo du E.tadus-
qui n di Slv. Unidos. Oaiitestnlos olTerecidos, eas tes-;
Passiriffl do Sr. desembirgidor Bastos temunhis ouvl-na minifdataram cliramen-
o Sr. desembargador LcSo as seguinles ap- le que elle ,-erlencia Mr William Bees do!
pellacoes em que sSo : I Billimore, e que Unhi ogido liavu alguna
Appellante, Vicente. Jos do Souto; ippel- annos. O propno preto disse o mea-no.
lado, Manoel Frincsco de Almeidi. | No du immedtalo ao seu conwecimento
Appellante, a viuva de Cuidino Agoilinho ordeuou o commissirio que o reo fos de Barros: appellado, Jos Candido de trege, pirliodo nesseimosmo dto llor.cio lonio de Carvalho, por briga, Antonio Joa-
i;.rvaIhn Medciros. I ITeslon acompanliauo de dous olllciaes de quiin ue Ar,Uj0i por U90 d8 irmis; a ordena
Appelln.le, Themotto Ferreira Lima; ap- justica pira a cisi de seui aennor. Nem o ju subdelegado da freguezii de S. Antonio.
" nfiinnr.n nuif ~_i..i. i...i....n ...>-(., m
PERNAMBUC0
Hcparticao da polica.
lllm. eF.xm. Sr.Fonm hontem oresos;
i orJem do subdelegado da fregurzia de S.
Frei Pe iro Goor;alves, Antonia Maris de Cr-
valho, sem declirif2u do motivo, Pedro A-i-
pelladu, o juizo.
processo nem partid!
rein da Costa. aB Mr- ^$Ue, advogado do luclor, este |)H08 guare v. Ex(
Appellante, Ju.-c Francisco da Silva Amual; se iproximou a Mr Jay, e Ihe deu um mur- cii de Pernimbuco 15
appellados, JuSo Bapsli Viauoa & Com- romeara. Tudn, poiem, se acalmou n um lllm. e Exm. Sr. l)r. f
potihia. momento, continuando o processo sem in- ^iro, presidente desli
Appellante, Jos Fiancico da Trindade ; terrupcao colo Biguoira Costa,
tniham exctalo a 0 escravo Jos, por esUr ebrio; e a do sub-
Apprllante, Joao Tavares Cordeiro; ippella- menor, demonst'aco uiegii. so um mci- delegado da freguezia da itoi Vista, Fran-
do, JoSoGoncalvea Beltrao. |dento ciusou algum abalo, mis que se nflo cisco de Piulo Urbmo, Minoel Fnncisco da
ApLollaue, Joao Convalve da Silva Reg;' reeria a questao.Mr. John Jay Jnior, s,|(|, Joaquim Fraociaoo. oo'do auafMitoa
appellada.Mna Venencia de Abreu Lima, defensor de Horacio Pcston, ousando por por ,ndaren fora de horas, e Mara Izdn,
Appellmte, o iuizo: ippellado, Vicente Fer- em duvida do mudo mais insolenta a boa f por fermemos.
rein da Costa. | M/;J,!L*:8e-*..,-v."g'd.0,u.0J!C..l'*..e"e D,08 ur"e a V. Exc. Secretaria da poli-
5 de jiinlio de 1852.--
Fraociico Antonio Bi-
desla provincia. Jos Ni-
. ..-t, chefe de polica inte-
lloricio Preston Milu casado em Noca- nno
York, e a mulher cum quem se esposara Ihe PARTE DO DA 16
dolicav a mais vivaalTeicSo^O momento da nim- eExm.Sr -Participo aV. Exc. que
sua sepir.cSo da muibcr e lilhos foi tnuito forinl hontem presos; a ordem do delegado
doloroso; porm a le n.andava e era pie- do primeiro dist'ictp deste termo, o podu-
ciso obedecer-lhe. Ao mesmo tempo que gez Joaqun) Das da Silva, sem declar.co
lamentamos a sorie deste desgr.cado, con- do motivo ; e i do subdelagido da freguezii
gr.lulamo-nos de ver asim executar sem ao s, Frej PeJro conialves, Antonio Joi-
resistenca urna dispostcao legislativa, que quim Izidro, por desordem, e Mara do Car.
despertava ao principio tSo vivas antipa- mo dos'P.ssos. por crimede furto,
thias. Dos guardo a V. Ex. Secretaria da poli-
O advogalo dos Estados-Unidos em No- cia ae Prnambuco16 de junbo de 1852
va-Voik nao fui mus lelizcontri t gente lllm.eExm. Sr. Dr. Francisco Antonio Ri-
Aimellante, Rozendo Cesar de Coes; appel- implicada na expedido de Cuba do que o beiro, presidente desta pro.incia, Joa Ni-
lado.Pedn. LucaiCorrea. i seu collega de-Nova Orleans. T.nto nesli eolio Itiguein Cosli, chefe de policii inte-
Piss-ramdoSr. desembargador SouzaOiC'J'do como o -quelli se olTerecerim nao._____________________________________
Sr. desembargador Rebello as seguinles ap- ma.sevideutes proras, demonstrmdo-se ca- ajr
appell.cOes em que sao : ramele a p.ne que linham tomado os reos
Appellante, J.c.nlho ElesbSo; appellado, noi apercebimi nms bellicos que se lizeram
Caelauo Pin.o de Ver-s o porto de o-Yo.k^-BO. talde trago.! | R Q oc(. M ,)E OMfK0PATIIIA COM-
Appell.nte, Gaspar de Meneze Visconcelloa o juiz o mamo uos rae, os o modomal M(JMCAD0 ,.EIA JlNTA S bEIS
de Drumoud ; appellado, Manoel lun.to "'? JZS&Z^J^'TEmml. > h algum tempo que nosao conheci-
\ppella__
appellado, Paulino Manoel ThomCaboa-
tim.
i'assaram do Sr. desembargador l.eo ao
Sr. desembargador Souza as seguinles ap-
peliacoes em que aSo :
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio
Ramos de 01 i v cita.
Alquilantes, Pedro de Alcntara de Faria
Abreo Lima e oulros; appellado, JoSo
Anloi io df Silveira.
Apiellantea, os herdoros dn finado Rraz
llamos Chaves; sppollado, Francisco Jos
de Mello.'
mo lempo mais lgica que possa baver para
aplicar easa serie de phenon o nos a que
a molestia he applicar ao organiamo um
que Ihe damnifica : ecomo pde-se cnegar
Mil desidertum sem ser por intermedio
da urna substancia que tenha o poder de
paoduxir no organismo silo effeitos seme-
kantaa aos pneaomenos morid ios que le
IpfesentBm, pois so asidm so poder! ijii-
dar a nilureza em leus osforfus? E fer
por meio d urna gran le tnast-a medicinal
queso faz destruir osoigus ou ib.te-los
debati de seus horrendos effeilns mate-
riaes, que se conseguir ajudar a matii ?
cortamente que nflo so fusse a quaiitidade
atenal que decidase do elTeiio, ent'-o
quanm maia mateiiimais resultado; ej
muilo lempo se daria, porexemplo, urna
u'tva ou duas de aublimado em lugar de
lio ou 1/20 como lie coslume as mSos
dos Senhores allop.lbaa.
Lam-su aa inalyses ciiimicas que diver-
sos leem feito sobre a quintidlde de nicili-
cimentu que p le ler absorvida e entrar na
cireulaeflo. e ver-se-i-a que i onc-s sSo as
subsiancias medicinaes que nflo ae encon-
trara nos excremento, na niosma quinlida-
iln en que foram inferidas i e se slguma
talla se encont a deve ser devida antes a
nalyae, que nflo p le ser nunca levada o
ultimo gran do peifeicSo, quo a ibsurvicAo.
Agen quanlo a eoiiserva(Sn das proprie-
dides as mais elevadas dyuimisac,6es la-
se o que se segu e ahi c'isram pruvi
real, edgam o Senhores illopalhis se he
i homcaupithia que est no occiso, ou ae
ha a allopatnia que es i mora e sepullidl
para nunca maia aer nada.
Consuliorio bo i oeopalhico, ra do Col-
legio n." 25 primeiro andar.
Dr. lobo Moicoso.
CARTA DE LONDRES AO DIRECTOR DA
SEMANA.
Os nossoa leitores le fio de agradecer a se-
uiit-' noticia, de um singular e nSo menos
importante invento, a um mancebo de co-
oiosi instruccao, e dos maia inlelligentes
memhros do ooruo diplomtico porluguez,
o Sr. Frederico oe la Figanire.
as nossas columnas hunrsr-se-hlo sem-
pre de receber escriptos desla ordem.
Sr. Director da Semana. Tendo obser-
vado por meio do seu estimado jornal, e
poroutna folhaa da capital, que ihi a-< ven-
illa actualmente questlo di bomoeopi-
inii, lomo a liberda le, o julgo a occasiSo
ouporluna, de dirigir a V. algumas nli-s,
parlicipando-lhes urna nova invencSo, co-
ndecida e^i publico ha apenas seis semanas,
com o rafultadn de certas experiencias s
quaes fo submitlid, e que vom fnriilicar,
de u-na mamiira irrecusivel, una das duas
leis sobre ai quaes ests baseado o systema
humoCkiathico, quelli que mormente tem
causado a opposico ao uito systema. que o
fez considerar como ridiculo a for^a que
cunservam os corpos subdivididos al ao in-
linito.
He para notar, que o inventor dnsse novo
2) este diagramms, o delle me hei de servir
para demonstrar oa rnovimentos do pn-
dulo.
Num. 2.
A llm de impedir que as correntes .do sr
i" fina m nos mov ment do pndulo, pro-
tege-se esle com um vj.lro, J K, nqual vi
dro lem no seu cume um orillrio, K, de bas
tanto largura para nao tocar no fio de seda.
He desnecessirio dizer que este inatrnoien
to pode -cr, sem inconveniente, de differen-
ten taaimhos. O de M. Iluller ter talvez
p e m io de altura.
Aflm de se por em communicicflo com o
' mignetoscoi io' l a-ia locar levemente com
o pol'gir e o ndex da man diielta no laido
ponto F ( figura num. 1 ), a v se logo umi
oscillacjlo no pndulo de lacre, e dentro de
alguns segundos desceve visivrlmente o
circilode B C A li lig. num. 21, isto he,
loma a direccSo da mSoesquerda para a di-
reita. porque, deve-se notar, que o ponto B
no di iL-ianioia ( flg. num. 2) representa o
poeto Z do diagramma do magn-tnscopio,
(fig. num. 1 ), e por cansegulnte lica im-
me liaUmente defronte da pesso que acta
sobre o instrumento. Este movitnenlo em
Toda a materia de animal morto, polla
em oontacio com o operador, fax parar o
pndulo ; aitim como oescremeoto deaoi-
maes, eemflm tola a poreAo mora dequil-
quer animal. O marflm lem a mesma pro-
priedade, e is sotistaucias vegelies OU mi-
neraea nocivas, como o arsnico, o phos-
phoro, ele. Para demonstrar auto obedien-
te he o' magnetoscopio.'a quaiquer influen-
cia magntica, linda amala delicada, en-
rainu-soo ni amo lio de ferro, queja nren-
cionei, em roda, sobro a mesa ; o operador
tomn urna exlremidade-du mesain ni mflo
esquerdi. o pndulo estiva em iee'0, in-
do ni direccSo normal B C A I). Entflo um
individuo di companhia deixqu cair uma
mosca murta dentro do eapaco vali do fio
de ferro eniaiadoparau iramediataaint-j
o pndulo.
Ilouve muitas outras experiencias qne nflo
moncionarei por nao lerem connaxlo com
o que mus particularmente me vai oacupar.
Dir-se-ha talvez : miis o que prova ludo
i -so i' que tem isao com a homooopathia ? >
He que vamos agora sabor. Farcusu eta ex-
plicar piimeiro aoperi(Sodo insirim ento.
V tera vi lo que o corpo humano tem em
si uma forca magntica que se minifesta pe-
los diversos rnovimentos que commumea
ao migneloacnpio.' Poli acontece o mes-
mo com outros corpoa, io roanos tem-se al
hoje adquirido esta conviceflo relativamen-
te a muiloa corpes mineraei e veg-taes.
Tem-se experimentado sobre inultos destrs
corpus, mas Innilar-tiie-liei a referir un
poucos que se usam cumo medicina na hn-
moeopathiH. modo de cnegar aos resul-
tados que vou notar aqu i, he sim pcame ule
metter algum dessea coi pus na mSo es-juer
. da do operador, estando e.-to e n communt-
c.rculo, da esquerda para a d.reit.. he de-|cc^roin 0 magnetoscopio' rom o pole-
oominidopor M Bullero '"'""''"'""ir-'g. eo ndex, dando an pndulo por conse-
ma/ e continua em quinto o. operador nflo quenci. 0 niovin.ento nuroial B C A D. En-
reuiar o aeu loleg.r e m lea da posuaoZHIil0 s,0 os Begu,nls mineraescommu-
suoramencionidi. M.iseelleret.riropo- njoam 0 penulo enes movimeotoa,
legar, tocando o instrumento nicamente sa|,or
com o index,o pndulo de lacre dex. oio-( Fo|na'd piandres,d o movimento B A
vimento circular BC A D, edingi-ae trans- Aloaue he
versalmenle C D. o que lambn dora al (;0t,re; BDAC
que o operador mude de posicao. No caso /lnco u g
contrario, isto he se retr.r o ndex e con- F .ellipticode H E
servar o contacto somenle com o polegar, o pt-ii. BA
lac e tomara a riiieccflo de H A. EntHo,saj chumbo a DC
o operador torna a reporo ndex deixando o q. ellipticode E H
polegar como eslava, o lac e reissume, co- (..._:.. HE
mono primeiro ciso, a crrante normal, Pnoi(lhor0f fil pir o pndulo.
Nflo se pretende explicar o porque dos K^^W'-lto normal BCAD,
elTeitosque se not.m nea o wairu^nlo.; B1 fu' do eue ornin,rlo.
bist. saber que hs uma le., assim como s d moTm?ni0 cni,arioB D A C.
le da gr.vida.le, coja essencia he 'g''0'-da,| u cxoenenciasserviu-e de grandes
mas cujos elTe.ios sSo innegavaM. Nem oj mencion8,,, ,^,^.8. Ob-
semprenepossivelpenetr.rosmys.eriosda J v v. os effeitos pro Unidos pelos
naturesa Parece comtudo ser a-1*1-i mumt mlneraes.maaem'^pocesnfioito-
d.do da Ierra que so commumea ao inatrh-, slflopreparados pelos h-
menlo ilravezdo corpo oo operaiorcom- n,,,^' ljco,:
binando-se com o migoelismo'animal d-s- Vmyglo0dio da ,anHum ( f0,ha de ran-
le, esfloestis correntes que azem b.lancar|d ,UenUdCauU) ai 0 movimento
o pandlo. Isolando-ae o operador da ">- g A
fluencia trrest.e. o que conseguo c"'c"j Um dito de ercurlwn (azougue) da 12 at
do-seemum banquinho com ps de vidro, j |enunc3 n E_
o instrumento no pode operar, e fica sem n-nditode*
movimento ; porm se nesta posieflo se Ihe|cSo rj d A C
metter na mflo esquerda um corpo mineral i* ._ ,:,_ ',:
ou vegetal, n3o offltante nflo ter o opera-
i cuprum (cobre; da 30 attenua-
ilor comiiMiiuc pc.Io coma Ierra, o p ndulo
Ir Iji|ii e loma adireccSo particular que
Ihe Iransmitle o dilo corpo. Porece-me,
por tanto, a vista dota exoeriencia, que pa-
ra que o 'magnetoscopio' receba alguma
influencia, he necessirio a combinacao do
magnetismo animal, ou seja com o de ou-
Comuiunicados.
Guerra.
Appellanle, Marcelino Jos Lopes; appel-
lado, l'uilhermeSoaieaBoielho.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Jos
M Passou do Sr. desembargador Rabello
ao Sr. desembargador Luna Freir se-
guinle ippclligflo em que sSo :
Appellinle, Manoel Prudente de Jezua;
appellado, Jos Pereira da Silva Carvalho.
Pissaram do Sr. deaembirgador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro as so-
puntes appellacOes om que sSo :
Appellanle, o douloe juiz de direito; appel-
lado, o escravo Jos Rodo.
Appellautea, JoSo Evangelista da Costa e
Silva t Companhia; appellados, James
Crsbtreo & Companhia.
A i |i-llaulc,loaquim Lobato Ferreira; appel-
lado, Manoel ue Almtida Lopea.
Pas-aram do Sr. desemb.rgador Pereira
Monleiro ao 8r. desembargador Valle as se-
guinlesappellac,Oes emqueaSo:
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel do
Nuc ment Pontea.
Appellanle, o juizo; appellada, Anna Mirii
Muniz.
A|-pcllai.te, Joseoha Maria da Conceico ;
appellado, Manoel Igua-io de Airoxellas
Gil vio.
Appellanle, o juizo; appellada, Jos Rober-
to de Moraes e S.va.
Appellauto, o juizo ; appellado, Antonio Se-
verino Damasceno.
Appellanle, o juizo ; appellados, Lourenc,o
Concalves Gomes e out os.
I.evantou-se a aessflo is a liona da tarde.
EXTERIOR.
PRUSIA.
Berln, 15 de abril.
Um dos projeeios mais vili ios dicoll.-
gicilo meridionil he a organisaco de um
novo Zollverein, sobre a pmteccSo da Ba-
viera, e que seja um intermedio entre
Prussia el Austria, comprebondendo a Ba-
viera, etambem a t.axunie, Wuitemberg,
as duas llenes, e oulros pequeos eslidus.
Mr. Von der Pfurdlen despersnQis deque
seorginisii esta liga, que elle ajudou a
invaninr, e que ella attrahir os meicadoa
(le as aaia frooieras vio abranger, cele-
.' ..__ .......1.. Aa n<\tr\.
tender-se tara a coudemnar;flo de Mr. Sulli-'
van, e s-us consocios. So esteve de ae-
cordo n'um ponto, em nflo o condemnar.
Que poda fazer o juiz? Nada miis de que
o que fez, isto he, innullar a rosulucflo
doste jury ubslimdo. O proco.-sn coima
Mrs. Sullivan, Lewis, e outrns, devera pos
comeijar de novo, a monos que o ministerio
publico se nSo resol va a abandonar esle ne-
gocio pelo receio de segundo mallogro
( Cwrrltr des Etats Un: )
algum lempo que nnssoconh
menlo chegou o importante artigo que abai-
xo vai transcripto, e que prova comcer-
teza physica uma das venia les por mui os
cnntest'da sobre que se bases o systema ho-
mceopaih cu ; nflo porque ella deixe de n>s
cer de um principio inconcusso da physici,
e h i qu i materia he uivisivel m espirito,
e que |.o. tanto nflo per le suas propriedades
s-ja qual fdr a maior tenuidade que se
possa icdiizi-la.
Ninguora ha de cerlo que possa cont'slar
este axiorai, e por cons.guinto lgicamen-
te tambero nflo ae i le c-mlestir que uma
AMEH1CA.
09 peridicos do Es ados-Unidos tom en
trelido por virias ve.es os seus leitores com suistancu que tem a prnp ledade de pro
os apetcebimenlos militares que se faziim [diiz.r no o.ganiamo tses ou lies eueilos,
Ame. ica centril, e cojo llm se chava oc-1 dcixe de o produzir so i o'que he em menor
culto aob o veo'do mysieno. Esta expeiicilo
organisa-se conta do general Fui'es quo pur
segunda vez quef apoderar-se forca do go-
verno da repblica do Equador.
Florea comprou companhia de vapores
do Ocano o barco de vstoj Chile, e ilis-
tuu 2,000 a 2,500 homens, a maior parte del-
les emigrados allemfles.e irlanderes. Uma
esquadrilha oe cinco ou seil embarcar/Oes
armadas pirliu de Calho no da 7 do mar-
co, sendo refalada no alto mar por um va-
so, conductor de 200 chilenos, que forroam
parle da expedieflo.
O Chile depois de hiver meltidoa bordo
cirvflo, provisOes, oito pecs ie artilherii,
e grmde quairlidade de muiiicOes saina de
Calho no dia 10de marco, locandpeo. An-
cn para receber o general Flores com o aeu
estado-maior e reunir-'ae a eaquidra que se
acha ancorada em Tumbes, ialo he, a ilgu-
mas minias ao sul da embocadura de Guayi-
quil. ,
Flores slston cerlo numero de Inglezes e
im-ricnoa dando-lhes commandos na ex-
pedieflo. O governo leruvlano, em cujo
territorio fez o generar Flores todos os seus
apeicebimentos fexou os olhos a eeti iulrac-
eflodallen de neutrililide, e passa como
luxuiajor.oom tolo o seu poder.dos projec-
tos do general Nflo tardara que saibamos o
remitido de tilo aveutuieira tentativa, por
quinto o paquete imrricauo B ilivia que na-
vega entre Valparaso e Panam, eoonlrou
nodia 13 de maicidefroole de Tumbes a es-
cuadra de Florea.-O Boliviaacnou no da ?
Guayaquil na maior agitayao As ruaa ti
nham, banicidis, e acampavam na pra?i
O cooaul fnncez unhi
l'rTnd-VeV.im d,?So m tratado de com- un, ^ homtnr ---^ da ^^ fa
errcio com a Austria. A Prus.ii, d'zm'-; *Tt nQinPde podereom ella proteger
nisiio, touco noa encommodara, pon que *_""' i.aSo
a nnnxacflo do Steuervereio reduzr sem- ; o aeua conclJaaaoa
nsirumento. denomnado magnetoscop.a lr0JBc com e|ectr,eidale da ter-
M. Rulter, nem he medico, MdMlHIQa. b d uma
p.lhico.e at na la sabia do systema: no- ^ "mas simp|e8nleme umi refleceflo
moe-ipatbico, senflo depon de ter desenber- _**;,' _. ,,rflVn r,,..
lo o dito instrumento coj,> MPM.elle ^SSS orm'.Xerienc.,.
Iim.tav. a expenenens purarn,nlo di cien- do miscu|in0 toc,r 8
ci. physic, qu.ndo occorreu .o conde de Mquj, do operador com o seu ndex,
Belfas!, grande protector da hornea .patnie, 4 "
, *\.. _'___,_____..!..... a. pndulo lomara a dlreccao Innsversai
assist.n.o hi pouco lempo a algumas de- f substituir o ndex pelo pol-gar. a
monatracOes qeef.zuMItulUr que esto mudar, om Di. Batel n.ovi-
mstrumento ^"ilii^lS.1!: ">.ntoi do .pndulo-sao idnticos aos que
r. provir, *"**&^l*3jl!' produziu o operador com o dedo respectivo.
''n'0^ln'cVf.nJ2m.^! Collocan lo o mesmo indiv luo a su. mflo
influencia desse li folgo, que o magnetos-
copio' veio a aer connecido nos circuios ho-
micopalh'cjs do Londres.
toda na mflo esquerda do operador, o pn-
dulo toma a direceflo diagonal FG. Agora,
se o operador locar o instrumento somonte
rt ........Unun .0fl,D i s o oneiauur luca u uisti uuicuiu iwnw
Confesso que aind nlo lenho asai UJoe n ,n(ijuo Ihe
loa,s ,J^Pe,Je:.'_CJ"S.q.UV.0.'! I?"":.*- topara mflo esquerda lamben com oseu po-
legar, a forca das correles transmitiidss
aim a muitas dellas, (jee testaram para me
cinvencer de que a le da naturesa, mani-
festada i or este intrument, he um facto
hoje estabeleci lo e indubilav-1. At ag -
ra a aceflo do ins'rumenlo t^m sido iolali-
vel. O que reflro he a aubslancia de um
dicono do Dr. Q un, uro dua mais celebres
horoooopathicos desli capital, a qua fui pr-
senle. De paaaag-im obaervare, que um
amigo meu presi-nciou todas as experien-
cias que vou mencionar, aas.m como nutras
deque nflo fallare! para nflo ser prolixode
man.
Passarei pois agora io assumpto desla.
communic.cSu, e procurarei ser o mais cla-
ro e breve que me fur possivel.
Num. I.
quantidade, por isao serla equiparar oque
se passa em no-sa organlsacflo com o que
ha de mais grosseiro as aeces e reaccOes
puramenie materiaes doa coipos.
A maleria medie imentosa nada mais he
do que o motivo que provoca a reacfSo do
principio vital; e por conseguiute nflo he a
quanlidade de materia quem pode decidir
do sen cHoito, mas sim as suas quali l.des
particulares e as comino-s om que ae acha
o organismo para receber mais ou menos
sua imprrasflo: he assim que vemos lulos
os dias uma das nossas infiniosimaes quan-
li ladi-s de medicamento prodizir, confor-
me a consliluicflo do individuo, iiicommo-
dos t.io significativos que as vezos os mea-
mos individuos i > asiutlim e ae a .o leram
de um receio que se desvanece oo flm de
lio as ou das, e he substitu -o por um or-
dideirocoiitentimenlo pela melhora repen-
tina que ex:ieiimentim : este caso nao pre-
cisa de jiisiilicirmos porque nflo l'alt.m por
ah algures c-nionas oe individuos que le-
nham experimenta le iguaea elTeitoa, eque 0' magnetoscopio coos'Ste ohira u !
est-ja n proroplus coniirmar o que leva- dro de madelra, reprosenruo na li,...ra
m.i. dito. (num. 1) pelas lettris Ejv8snte em urna'
He deste chnquesane o medicamento pro- taima, ABI)C. AxUuira extremidad, F,
duz na economa Aimal, e da reaceflo que do cybndra, engaayi^-se n'um pedaco de la-
eata produz coutrPIlle que aa deriva todo tflo, F ', que vai diminuiu lo cm groas.ira
o mechaniamo da cura uaa enfermidades. at que a aui extremidade, G Oque em pon-
Com efleilo, ae nflo'prestamos um pouco de lo, o qual ae divide, deixando urna peqoe-
atlencflo e reflectirmoa um instante nesses na abertura, porem lio eat'eita que del la
plienumenos. nflo podemos basilar um roo
ment em acreditar naverlade enunciada
pelo vel"o llthnemano,que nenhuma cura
10 DO le fazer sem o COncU'SO de um agente
que actu sobre a eeunomla animal no esta-
do alo, produzmdo um aggregado de phe-
nomonos semelhantes aos que ae offerecem
t nossa observadlo no estado de doenca :
torque, que diflni.ao aepie dardo lermo
se posu suspender um fio de s ti, G H, por
meio d'um np. A eate lio accressenta-ae
um pedazo d lacre, H, affaicoadn quaai em
forma de pflo. o qoal aerve de pndulo.
Immo'liatamente debaixo do lacre, acha-aa
obre a tavoa ou baae di instrumento, um
diagramma indicando aa diOerenUe secgoes
4e um circulo.
Pan maior c^rezi, vou reproduzir [num.
pelos respectivos poleg.res neutralisa-se,
e o pndulo para sem movimento algum.
Outru incidente. Se uma pessoa do sexo
feminlno tocar a mflo esquerda do opera loi
coro o polegar, o movimento do pndulo em
lugar de so B A, como no caso do sexu mas-
culino, he o de C I); se a mesma mudar o
polegar pelo ndex, a direceflo do pndulo
he B A e nflo C D como no caso do outro
sexo. A mflo toda da inulnor metila n-
esquerda do operador faz virar o pndulo
no crcula BDAC, isto he, da mflo dir ta
para a eaquerda, justamente o contraiio da
influencia masculina 1 Tomando-se polas
mitos varias pessoas tem-se experimentado
at o numero de quinz'-J, a primeira pondo-
se em contacio com o operador, he sempre
a ultima que influe ma rnovimentos do pen-
dnl i, se fur mulner nflo deixar de exeicer
a sua influencia atravez dos Outros quinze
individuos, sejam humenssejim mulneres,
o vice-versa se fur hornero, (i). Fezseuma
experiencia sobre uro lio de ferro de qui-
ndenios ns de comprimento, envolvido em
guttipercha : o ultimo homem oa flleira
lomou niu exliemidade doli, e urna mu-
lher ou. r i ; o resultado fui, que a influen-
cia da mulher ae fez sentir immediatamente
no 'magnetoscopio' /
Basta nno a mulher reapire sobre a mflo
do operador, ou que nesta se mella um ca-
bellodella.ouo lenco, ou emflm quaiquer
objectoquea tenha locado lempo qastanle
par. adquirir uma pureflo d sus influencia
magntica, para immediatameule trinsmit-
lir a inlliieiicia femlliiiia debaixo de uma
daasuas phaaes, segundo as circunstancias
que ja^iarticularliei.
(I) NSbsedeve imaginar que a influen-
cia directa da mulher sobre o instiu.nento
seria difTerente da do horoem ; quero di-
zer, que ae o operador fosse mulner em lu-
gar'du liomem oa rnovimentos do pndulo
s. nam os mesnifs como se ruase bomem, e
naase caso o bomem transmitiiria a mulher
que operasse as m. smas correntia que esta
lantea liansmittiai O resumo disto he, que
aa correntes magnelicaa doa dous sexos se
oppoem sempre, sem todava aerem da uma
nitureza perroioeoteroente differente.
Um dito de ai'ncuAi (>.inco) da 30 iltenu
cSollE.
Um dito de zinoum da 200 ittenuicflti
HE.
,'Com mesmo minoral de igual attenuar;.1o
lissolvnio cm uma onca de agua, o sendo
uma gola da mesma derramada sobre a mflo
do operador, obtem-se exactamente o mes-
mo edaia.)! .
Um gloqulo de ferrum (ferro) da 'atlo-
nuacSu da o movimento duplico do H E.
Um dito de platinum CpUlioaJ da 3" alte-
nuaeflo B A.
Un dito de ehvmbum chumbo) da 30 atle-
nuac-io D C.
Um ailo de calcrea carbnica (cal) da 30
attoouacflo, elliptico E 11.
Um oilo de liltcea (peoerneira) da 30 atte-
nuaeflo H E.
Um dito de fhosphorum di 30 atlenuacflo
faz parar o pndulo.
Um dito de iudum fiode) da 30 attenuafSo
faz parar o pndulo.
Um dito de ammotla da 30 attenu icflo d
o movimento BCAD.
Um dito de halrnm murialicum (sal) da 30
atlenuacflo BDAC.
Tem-se feito experiencias sobre muitos
ootros corpos, o em todss ollas, sem escep-
eflu alguma, se notou que o mineral prepa-
ra lo em proporctVs horooeopsthis, d logar
nflo smento io mesmo effeuo que o mine-
ral em pnrclo maior, mas tan boro a que o
pndulo se agite coro a mesma forca, o qne
prova, por tanto, que a subuivisflo de um
corpo nlo tira nada da ana foica d'acco;
islo he, prova urna das duas leis principies
da noniceopalhia.
Fez-ae uma experiencia sobe um glbu-
lo de mercurio da 65,uno aitentiac3o,,que
pr i-:u/io o Dr. Quin, e apesar da sua tuh-
divisflo quasi incoinprehensivel, raqsou no
pndulo o mismo movimento, H E, que o
grande pedir,o de azougue NSo ae deve
iinaginir, comtudo, quepa homceopathicos
usam dessa atlenuacflo infinitesaima, pois
enganar-ac-hiaro : o nico uhjecto que ae
lem ero vista, na subdivisflo de um corpo
al similhente ponto, he a curioaieade sci-
eniiflca.
Nflodeixir v. de reparar que virios dos
suprsmencionadoa corpoa communicim ao
pndulo do magnetoscopio' um movimen-
to idntico, como o azougue, o zi neo e a pe-
den in, sendo o .IT.itode todus na direc-
eflo diagoual de II E: agora se operador reu-
nir na sua mflo duaadessas' substancias, as"
suas torcas reapeclivas ho de neutraliaar-
se oiuiuaroente, e o pndulo ha de parar!
Vou pdr o remate a esta communicaeflo,
um ti' tu extens, mencionando outra cir-
cunstancia que serve para corroborar o que
cabam de noa pruvar as ultimas experien-
cias. Esta eircumstsncia he que o roigne-
tnacopio' manifrata de ue- modo admiravel
os elVeilna que exercam ceitaa substancias
sobre outras de que alio antdotos. Direi
algumas das expeiiencias que se tem feito
e^e espeito.
A camphun he antidoto de variaa suba-
tanciaa, como cantharida, acido ntrico, aci -
(3jPde-se calcular o vilor disittena(Oes,
sahendo-se que a primein atlenuacflo he a
ceotesaima paite de um grfio, e que para
cada ittenuacflo depois da primeira, accres-
centam-se dous zeros 100). Por tanto l quar-
taaltenuicflo vale a 100,000,000* palle de
.um grflo. .
I MUTILADO 1
(
iv'

^


'ar
f
-.v
do phoaphoja". Crb*neja) Moni,
. lo. He mM*r H| tf> *atb aue a <>'
ment comMftiqM P*1 "?Phora o pe.
dula he o da orrMle iiorsjjaV, U C A Di A
cora :
U enalto 4* canlhurlda 8 pndulo he i
iJirccgilo H I) A ; mu reunida ni mSu do
oporodw euaieaapliura.Q peuUula pin
logo.
O eff'ito dp acido ntrico seguo t di.
r -ci;S u IIII A C ; reunido con campbora ou-
tein-so a. de B C A 1).
elTeito do acido phoaphorici) a, ha o da
fjer parar o pndulo reunido cum cam-
pbora, HCA I),
O elTeit> du ammonlum carbonlcum a,
ha a coi fule normal B C A fl ; reu ndo com
ciapnora, o pndulo Oca aem movimento
algum.
A cifiiia he antidoto do phosplioro, bal
lidon,.nox v.imgi, valeriana etc. A iu-
lluenci i ()U) esta su Intuirla exarca aobre o
poiulo do otagnnloieopio ha a de llie
tranamiti'r P inoviinenU, diagonal II t
aiTaito do r-hosphoio a, ha o da lazar
I"rar o p odulo, reunido com a ca iua da-
llle o mov me "lo II C A I).
O rffeiti) da OelUdona >,ha o menino que
acmn, f unido com cafena O mov ment
he lambem II C A II.
Emliw com a nos vmica a a valeriana
olitom-ae oa bhwi rebultados que aa ob-
teve com phoiphoro e. bella lonni.
t-tas ufinnaa experiencias aio da crrto aa
maisinteressantes e surp ehen.lente* Mui-
da ootraa ib 1 m feta, maa nlo lia necessa-
rio wc*luii-iaf aqu, basta aa que tuno
dado para ae poder compiehender toda a
impoilanci desta nova invenco Nem
quero aecraiceiiUr reflexAo alguma a ease
resp-ito. A evidencia he til que a n3o re-
qu-rr, nena o p le neg r gu i o reaultidoi
dadiM pelo UISKIieluscopo furam de urna
certeza naath"m.lica Kepelirain-se as m-s
maa eaper.eocias muitas ve/, -s, ae n que ae
iloacobriaae a menor vai i.,.lu nos d tus re
aullidos. Brevemente, ha de sppirecer um
puqu-ilo escrl ti da qu* ae occupa actual-
uioiiie ti. Rui ler, que nao deiira Ja dxrra-
oir malur Uisol'i'i esli int reasaniissimu
intiumento, a sobra oa usos scientilicus a
que p Je aer applicadn ; porque o aeu io-
vent ir ulo tee em nata provar a verdade
do ayt una iiomoaipai'ii.'ii, mas aun a torca
d'aegiu qun i.oisuem os cjrpoa dos diver-
sos reino* da ll!tul" /. .
* EmUm leuibr.rei a v, que ae pola diiar
qua por ora e.-t instrumenta ha inulto int*
! rfvitam -nt i Conll -c io, u que muitas ex-
periencias alada alo nocessarisa para hein
avalia-lo. Esta comniunicafo por conse-
guinto lem smente por uhjecto dar a v.
nina i lea geial da invenido, e prepralo
para c .isas talvez muiti importantes que
della ae poaiamaeguir. Esporo quo a vista
disto Iha nao so a deaagridaVdl o ter-lhe 01-
rigido e.-tis liuliaa.
I mil es, 5 de llovera i i dn 1851.
r. F. t.i: HM.MI.IIK.
"as"s"saaassBaBBsaassa ij jai aBaiajsiajajBjajBjpj
Correspondencia.
Viilmre rfiUc torea. Lendo o Diario itt
Vatnambucon l2'l de 7 do crrente mei con
trel una torreipondencu asignada por J<>-<-
l'a-tlo dn 'U-go Marreio, e como quer que as in-
juriad que a if sma enctrra e a falsa e impu-
dente narracao do facto que leve lugar na villa
do Cabo no dia 7 do uici prximo pa gem de mim uma respaila c o reitabelecimen-
to da verdade, em atl.-nc.iu ao publico, nao a
dcsta provincia que alias me conbece, como de
fra della, sinto realmente vr-ine forcado
tait-lo, villa o foruial despreso que presto a
Mfi mui abai-*cto calumuiador que se cbaina
' 'se Paulo du llego Brrelo.
i-oiui'v irt-i com aquella linnesa qun Inspiram
a consciencia e a verdade referindo todo o oc-
uorrldo nesse Infaulo dia *1, como j level ao
copheciiiento do Exm. presidente da proviucla
aa Winfia Informapo cereberrluia denuncia
que ousou dar eise meamo individuo que hi-
via Icv.inndo mo ssa*isina cuntra mim,
Pelas 10 11 huras da manlia do predilo di,
rulando eu em mlnba Casa no engenho liarbi-
Ibo, consiou-ine o deploravel successo de ser
ferido de um llru o bacbarel DuarieGorlho de
Albuqucrquc e Helio, o qual lua recolhldo ao
engenho Molioote do.Sr. Fraucisco Paea Ifarre-
tu. Dirfgi-me logo a esse lugar, assim para in-
formar-me precisamente e dar como auiorlda-
dc policial as providencias oecessariat, e nao
mcnoalmpellido pelas relacdes de estroii aini-
tade que oons^grava ao ollendido. No mome-
lo queeti recebia esta noticia pasta por mlnba
pona quasi todo o deslacamenlo da villa ex-
cepeo de urna oti duas (tracas, e seguindo-o
eu,'prrgunlo ao sargento que o coiumandava
por ordein de quem faiia aquella diligencia,
**sle respondeu-ine que pela do 2>r. Jo P. K
assim ful ter dita turca ao engenlio Uolinote na-
de M.iD havla auioridade alguma .il uiinha che-
gatia. De urna jaoella do sobrado dcste enge-
nho vi postar-se o de>l danle que comlgo jamis se entenJia, couver-
mesmo Jo Paulo.
tt*de m*$ e|hJ votiva o infelli Df,*>arle.
Cnmp'imc rtOWk'H determinar e o fti liiiui-.
dUtamenli* lodo i ininfciores de qn.i ten i i
d destriDte, qua Intenljaieiu ai peaqnizas e
diligencia! ao M nlcana*, liando-llies do faci
' dipcsstja du assaslno, ldlcado palo offendi*
du, iiuniMilasrii informa'ffies, e eilglndo delles
a maior aavldade para oprenderam, e urgea*
fin IMfi coiiiinuiiicarein o que loubcsseuia;
rspeho.
como quer qne fosse abl intil o destaca-
mento to posteriormente a perpetradlo do
crlme, poli que o oendldo lora encontrado
duas ou tres horas drpols, e p lnge se sabia
oainfnhar o delnqueme, nada mal regular do
qua aier regressar ene doilacaumnio nara a
villa, onde alias convlnbabvlar que se deise o
caso de fuga, inulto posslvei, doa presos seo ten-
ciados, visto ter licado a cadea sb a vigilancia
lmenle de urna ou duas pracas. Cssa orden,
que serve hoje de oavallu de bataina, adeu
la o delegado na tarde do dia 37 por condes-
cendencia ou oombliiacfto com o seu aller ego,
>c auimaiio de aiaigua-ia e entregar o fiH-
nhado desie que ao seu engeuho a iol bu>car
lo lora de lempo e opportuuldada para a apra
aeutar aodeiUQameutu, o que eiu uiinha pre-
aenca, ua do Ur. promotor da coinmarcotc do
advxgado Ur. Allomo de Albuquerque Mello,
sseverou o meimo largeuto de que le trata,
se beiu que elle anteveudu em sen fundado te-
mor tristes coniequenclaa ousasse desos per*
jur>r.
epois desle olQclo ao juu municipal sup
pente em eneiclclo, pondo a sua diaposico o
rifertdo meu aggreisor, e peratite este mesmo
julio Intento a respectiva queila dando parte
au delegado o Sr Joaqulm Uanoel do tt. liarre-
to alguus das depuls me devolve a deuuncia e
o meu ulliciu, visto te achar Impossibiliiado, e
logo usreiuetil ao aeuiubstitutoKraucoA.de
S Hsrreto, o qual lembrou-se de conceder fl-
auta antea de prouunc*a, ao denunciado por
teutativa de morie que boje passea livremente
em menoapreso da le. He que oSr. julaoau
iiuiz insultar ao ctdado que seulfereceu por
liadur, como eu por ser bruto o bavU feltu ao
digno Sr. Francisco Paca brrelo, negaado-me
a sen desejo.
Kis a vindica eipoilcao de todo o occorrido
coutra o que de nada vale o embrulbo de laici-
dades que em sua conveniencia imagluou for-
jar o currespondeiite, uem o depotmenitf do
sargento b pracas do seu ooiumaudo que nao
foram indicados para lestttmunhas em mluna
deuuoclae de caso (teusado se chimar m para
esse Um. tiendo igualmete falso diser o oor-
respondenic que coutra mlm juraram as que
iiu.ci, porquaulo o seuhures Francisco Paes
Ujrreto, Jos da Dilva Olsueiro e Pedro de Al-
cantara Ferrelra i.omitir deram-se por eu-
commodadus, talvc< que por coui'iiiseraco ao
correspoudente ou nao sel pelo que, e o Sr. Joa-
qulm Albluo de Gusmio diste o que em verdade
sabia, e soSr Francisco Guedei Alcaufurado
n-io obstdulc ter preseuoiado tudo, e eitranhar
perante mim e de oulras pessuus o procedi-
mento do conesp-'udeuie que me ha vi j insul-
tado e aggcediJu, vem cum iunoceuciat dlter
|iir ii.in saUiaqueui primeiro fura o agrc*sor.
Passaret agora a lucar nu fin il desta celeOre
correspondencia em que dis Jos Paulo prime-
ramente, que os criminosos passelaui de publi-
co na comarca do oabo e zombam dajuitlfa
tvsu assercao que o seu descaro aprsenla o
publico destituida do lueiiur luuddrueulo, que
peso pdc merecer ? fc, se iilo be vordade, o
jul- I. o diguo delegado eite propuguador (Uu
ilenudado das leu que uo ddprovideucias? K
smentc agora he que o immeniuravel advo-
gadu, o.leu accessur lo amigo dajusti;ase
lembrade luformar A quem cum|riia?
Hit que ba poneos das dous omeus presos
em flagrante com ferimenius graves viudos de
Yi/..iiviii emiveram chico das ua cadea, uo se
fes carpo de delicio, nem pruceiso e uem cousa
alguma. S para o reprovado liiudemeca-
lumuiar he que o correspondente tingo fguurar
as cireuuutaucias que ial rcspeiio se de rain ;
purquauto uiuguem uesia villa iguora que o iu-
dividuu que alli Aiera um fenmenlo mu le-
ve, aerviudo-ie de urna faca de uso ordinario,
como se recouheceu pela vistura, ra um sep-
tuagenario luotleuilvu, e que isto ti aera por
ver sua mulhcr desfeiliada. cuino detuditive
parle ulHcial; e aliu disto em mlnha preaeuc
e-de muitas pessoas eiu casa do revereudissimo
vigarto declararam um e uutru que reclprnca*
menic se perdoavam.
Ui aluda que as ras da villa duas mu-
Iheres bngaram e quebraran! as caberas, e que
indo a olleiididaquriiar-se nenhumapruvldeu
ca houve. Xeud estas duas mulberes de meo
cuiupurtaiueulo, repelido rat>de travadas na
vespera acontece que,jiruiimo ao rio urna del-
la* de nome Alexaudriua, fensic mui levemen-
te a outra de nome Maanita, que vlnd-j mi-
nha preseoca, felia a vlgtoria, dei ornem que
fosse presa a otlensora. K.i 1 porm por he
contar i mlnha oidem ausenla-se, easslm este-
ve mais de 2o dias, quaudo algumas pessoas de
criterio (que o diga o r. Fiaucisco Paes Mar-
re(c) me vieram assegurar que Mariaoua tinha
sido quem provocara e que era este o seu cos-
tume onde quer que se acuasse, pelo que, j
em oulras oceaslAes esllvcra presa, cujas pes-
soas aboiiavaiu ueste caso a autora do ferimen-
to. Atteudeiiito pois a isio e a ser mu inig-
uieaote a otlen*9, nem haver uuias testemu-
uic>, entend qde devi retirar a ordein ce pri-
siiu li v-.i dado.
He isio o que ferio a susccptihilldade do cor-
respondente, talv'/. por ser uesla occaslao opi-
trono d inesiua Mariauu*, come couma ser
aluda dos malotes criminosos, a ponto de por
pesM o MontMBhaiM, Iha dou algumaa ea
paldelrada par o fin e o dasirmar. He fal|#
iic ll emprVgaNV o fumo da espadf, 0 Sr,
S'ontl Francisco Jo.V da Cotta de qaem isi
oHsse tula 1 ler orador, amaerj, cnnfimsr,
isslrn como tod a villa do Cabo, que dista sake
perMUmtin
Uis mata qua alo hi multes das que aeu
s

-
maudel prender aorscravo de Jo^U Ffahftjuq. UKjJS lUUJ* nos respectivos carlurioa E
Comes para me pagar drf i5/ ubstanto un aviso alo toisttrw da juilici
qua depiara incoippiliftls algu'n uVsse
lugtres 'um mesmo indivi iuo.
0 correspondente fu ssignir U nosse
intlro ou de rubrfea qtiiii Lodos 01 pipis
orno por exomp, conhteimtntos e verbas
de solo por eu filho, ojgue se poda 1 vori-
viv a este lempo com -
Enio perante todos perguntei segunda- vea ao "usa delles insultar o tribunal do jury, alcu-
argeulu com que or.iem elle remova o denla- hando-o de Ignorante e estpido, epitelus
cameito para aquelle lugar, ao que com ousa-ll proprios do correspon leute. eisto pelo vil
dia e arrebatameuto responde o correspouden- '>ereise, como acconteceu nojulgameniodo
le que por ordein sua. Perguuto pois ao sar- celebre Francisco autor de lautos as*assiuatos,
gento se tal pesoa ero compleme, era algu-)e,l'*e fugiudo d cadeia do Kecife aluda nao
na cousa para Ihe Intimar orHeus cmelhanles,
em resposta diz enloo que a ordem Ihe fra da-
da en nome do delegado para perseguir oa<-
sasslnu do l)r. Duarte, coniiando elle na pala-
va do orrei|K)udeuie que dista ter a ordem
cin sua casa. Ora eu contrariado devcTcomo
esseiudividuo le arrog>va assime eiercla func-
VCei e autorldjde publica que Ihe nao compe-
liam e de naturna occaslonar con clas taes como o relaxamenlo, a imliscipliiu e o
enfraqueclinento do prestigio das autoridades e
eloao das ailnbiiirdes peculitres s meimas,
invadidas por elle naqiifllla occa-in bem co-
mo em multai outrai, em que tem sabido alm-
sardacoodtsceudencia, deta-uoe luercia do de-
legado, turuaudo-se verdadelro fu>ao em
inflhare de negocios em que alias nenhiima
parte poda, nem devfa tomar, eu, digo, z
ver ao Correspondente que Ihe nao compela ex-
vruer ai fnnefes c auiorldade que se quera
arrogar, e severamenle reprehend ao mi genio
poi haver m rdectdo a uma rd. m lllegal.
l'oi eulau que aquelle Julgando-se ulleudido
em seu aiuur propro e eicclsa cathegorla que
Sresume, proroaQpe cm insultos e amargos
oestos contra mim,'accresceniando que diva,
aquellas providencias, porque as autoridades engeuho, o qu*l por iguorar o crime du mu*
eraiB relavadas, uAo cumpriam o eu drver. A :'"" o precedente de ler servido no Catuccon-
este, como oa dsmais improperios repelli aem 'ira o guveruo Ihe cera urna carta de recommen-
piecom deipreso pelo que lano se abalou n dac para seu maiio o cooseiheiro Sebaslio
seu caatello de falu.dade que se atreve a dUer do Reg, que todava nao leve ealtopor supur
que se mostrarla em qualquer pane que eu dito Uaracnu que era o major de cavallarin. E
'iura.se, G para dar urna prova publica eso- polieui ves de seguir para o Reclfe del xa-se fi-
rmne de que lodos se Ihe deveiu lubinettcr car mesmo 00 Cabo, onde servio ao correspou-
perjtz mit per nefas, sobre a escada exterior do dente e por lim ae alistou como praya oa forja
(.obrado, saca de um punhal que liana occultu, cima diu em aileucao talvea a economa do
e me Invente, temando, como he evidente con- aeueommaodaaU.
tra 111 tu ha vida. Posso llvar-mc de.se Impelo ia man que u' c fugir o guipe, e eiii:in he uma cadelra o mrlo leudo subdelegado espauquri e culilei n Djiuu
de defeaa que all vejo a .de que Unco mao, gos de ul, bumem forro morador no engenho
acudindo lugo mu i las das pe oas presentes que Uo coronel Francisco Jos da Costa. Eudire
se imerposeaiii c malograran a Inlenco do inluuclosaineute o que a respeito ae pa>soq.
criminoso, ao qual dei vot de priso, mas tal (guindo chegu<-l era l8*8 ao eogeubo tfarbalho
he a triste dependencia em que Ihe e>i o sar- em que buje moro, d'ahl a tres das appareccu
^'i uto, o tteuiplo e eticllode telos deila ordem c-se lodlviduo |
que irto'ful obedecido, lado depols o delloq-en- fronte de uiinha
te recolhir^se a cadea, E sendo eu Informa 10 avisar para 'l'"'
poucos prattcou at que em um delles icbou
lambem a morlc.
Dia mais que nao ha inulto lempo eu tinha
como meu criado aunidesteilor de prlmeira ll-
alla de cavallaria de nome baracbo. > Como le
atreve o correspondente faier-me disto cargo ?
Poli esse Baracbo nao era desertor para poder
servir no corpn de voluntarios da v.Ha do Cabo
sb ocomiuaodo do coircspondente? Uepuls
de ser dissolvido este corpo e muilo aotes de I
me achar na subdelegada he que admiti i
meu servido o mesmo naracho que se otTerece
ra para meu pagem. Poda eu porventura Sa-
ber ou suspciiar ao menos que umapiac>do
corpo de'voluularius (ossedesertor? (juem ine-
Ihor o deverta saber do que o seu cuiiiuiandau-
le? Este meimo he que noje me vem Increpar.
O'sbl algum lempo veo-me a uolicia de ler
sioo tal naracho soldado de cavallaria e logo
por loterinedio de uma pe*oa, procuro lufor
mar me do respectivo uiajur; he justamente
quando aqucllc com recelo lugc deuunbacasa,
furlaodo-me um cavallo. tu desali ao Capo
em peso para que venha dlzer o contrario, a
biltorladesle deaertur aoube-a depois conver-
sando cum o Exm. DaraodaBoa Vista em seu
i
pescando loleirainenle ou ue-
casa, vlsia dlilo inanjoi-u
tal uaufue.se; responde que
aeravel me dlvia lem usar de incios lu.llclaes,
aem couaa alguma. ao que se opput o correa-
pondente, donde provelo nina das Intrigas que
llie consagro. Admira ver Unta sean crriuio*
ola ein faltar a verdad..
>'ae partlliiaa que ae fizeram pnr niorle da
mulher le foo Francisco fui a divida do casal
de lWf laucada no escravo de que ae trata.
Ora, nao tendo aeu aenhor o podido vatnder pa-
ra me pagar, v.l cinpenhar-se com o t>r. pro
motor publico e anime que seu fllho me prnpo-
tiha a entregar do eacrevo no valor de 300/ pos
quauto fura avallado, v.lundo-lbe eu o res-
tante. Para na ler de esperar mais, pollo que
fosse peashno o mesmo scravo, resolvi-me fi-
nalmente i lser csie negocio, e uniendo se
caso de fug,, aa me pedio para que fosse uiua
pessoa Dosca-lo, acontece porm que o correa-
pondente por aeu luleresse ou o quer que aeja.
sabe ch mar a si o escravo, e leva-o par. sM
caaa, pe.ilndo depoia ao Sr, eacrlv.lo Hela saa
inierveuco para que eu Jiouveate de receber
p,rle qne ma compela o que leve lugar : e
d'jiu p.asa a vender o negro ao Kiui. Itarao aa
Boa-Viata por 400/nao lucrando nlalo o pobff
li 'ineui, o qual e mais a mala at boje nao vio
um real, coipo dU aeu proprio flho. Eis-aojial
como procede o correspondente, e prouvra a
Dos que fusse eata a unioa branqulnba prart.
cada por elle como losigue meslre.
lila mala que nao ba inulto lempo inaadel
prender um menino e o quiz oaaar eom uma
proilaiuta, e como o pal ae oppuseaie o reoru-
lei nao e.tandu elle em circumiian la dulo.
comuaempre aluda falta a verdade o corr,s-
poudenie. Kate ineoluo deque elle falla llufla
tO aoiiui e otl'eodera a urna rapariga de polco
mala de 14 geralmenlc haflda por honestar, e
Viado-me seus pas queizir-se do oHensoria
fle prender, visto que aislni se deierinlnaala
lalvea a esposar cota a otteudida, ao que oppa-
nn.i -le .i,ii uo e u io aeu pal, que n.iu sei mea
mo ac eaisle. Uve luformacdea c, que asae #<
paz proceda mal c se acbava o t-aao de axr
recrula, e por laso resulvi-ine a reuiet|a-la cu-
ino tal para esta cldade.
Diz mais que nao lia pouco prend ao rar-
cerelro aem aer em flagrante c o recolhl a ca*
deia a iniuh i ordem, o uomel uovo eaiocrelroj
sein ueuliuiiia salialacao ao dvlegado, e este
me esiran'tiaudo aquelle procedimeoio leve eu,
res^usia um utliuiu atrevido, a Kia-aqui coiuou
fado se deu, e uo ha muilo lempo, como quer
o correspuudeiile,'uo sei para que. Eu j lia-
vi. reuuisltad ao leneote-corourl da guarda
nacion%l a neceasafla (urca para conducao recrula acluia dito, quando na veapera a uotte
elle ae evade, por l>au meaiuo que o carcerelso
o iiiiK.m ua aala llvre, em companbla do taa,
sob a vigilancia de um pequeo aeu dlacipul*.
uvlodo ua seus bradoa, diego a jaaclla d so-
brado oudeiue acliava coufrvule ,|cadeia, e por
elle iiiI 'i iti.nl i desaa luga, liniiiadl^lamcute
lim faco ceno de que eslava pieio, mas elle
alim de ver se anda poderla alcau;ar o fugitrva
me requer que Ine permltilaae ir eom duaa o,
ir. s "pracaa no encalco do. iiieemu. Cunslulq
ulslo seudo poriu baldada eata diligencia]
e 11 ni h' ni outra que esped logo para Nasareili,
leve ,lc aer recluau o uarceieiro em ceuaequeu*
ca da ordein que Ihe lor.i dada ein llagraule'
c para uiieriiiaueute o aubatitulr cbamel un
olcial ue justica como diz a U, e dei iuconlea
mete parte au delegado pai proceder coma}
fj>aedcdireitu. Segua uesee uie.uio dia da prlj
>'iu o meu oIBcio au engeuho do delegadu,quaaa!
do.iecebu de maiiha ma otclo do mesmo ci-
gindo Ihe mloriiiasfc qual o inoiivo de ser ne-
s, o carcereiro, qnal a pessoa nomeada lnieri-
mente e concluindu por mandar-me Impe-
rioaameiite que deuiro de 24 horas Ine bou-
vesse de responder.
A mulla reaposta mu longe de aer atrevida
coriiiu diz o correadoudeiiie, ae contrario ex-
presaava admirai ao ao acrisolado zelo do delega-
do abem do srrvic'i publico, e que por mala >il-
ligenciaque eu Uzease, Jmala o pudia-tiArii, ;
sim, eu Ihe liavia de ludo lulelrado Immedla-
tanienie, nao ael que malor prstete podesae
haver. Ao tocar, porm, no praao de 4 hoiaa
que ine havia imposto para responder ful que
llie observd o quanio elle subearregava a nil-
uba obedieucia e que cousiderava mullo banal
semeioanie preceito. uucrrui saber u curioso
efleito do oltielo arevitto ua pbrate do correa-
puodciile ? Assigurel-me que cate liaba sido
o verdadeljo delegado, pola que o Sr. Rocha
vem ter cummigo uo oulro da lender-ine sa-
tisfaces, que eu nao me arigisae, que elle
u liuha culpa de nada, que bavla aasignado o
olclo sein o ler lulo o qoe Ihe estrenando
mullo ; diz que julgra ser um oHUio de tarifa.
Ora, uto aa paaaou ein caaa do piouiu-
tor publico cm sua i>reaen(a a de minas
pessoas que ah se achavam. E >nns s r.i i-
do, anda de iustrumentu concede, aem aer
Je mi i atiribuiau e no iu fui reprehendi-
do uabeil c 'i'.nii ao cnC.Tiro, ao qual
iMiist tniu u correspoudeiilo teu afilhado,
comoja havia dado aj pradilo reCiuta su-
iianl proteccSo.
l>' urna, noiosaem foilu corrida, sem cuuai alguma
.loraillio n d,-l--n.idii na IV'gu-/.ni. Ilnm i u
de aer lado por nao conseguir ig.nn para itnltvi-
uo desia urdem, Tenho cu. calido passa-
pult-a regular e devi.lamenta a quem eata
no Caso ie obler. K n.in nbstaol i mor.ru
delegado na freguezia, e>l< he a pratica se-
guida la nt i qii- achei ao entrar em exerci-
co desde o temuo ilo del gado u Sr. faes
Hsrreto, que disto especialmente me en
carregou, e neokuma techmsco ae lem
ii ron ne laz-r o giisaunn suppleut-i dele
gado que serve actual ment.
Diz mais qtti tenho recruUa na cadeia .i,,
e mais das e de tuJo> i-t o delega lo ja
eommunicou ao ante inr rh fe da polica, e
mi iliu na providencia huuv. Sim, o cur-
respondento delegado poda dizrr quanto
'ln pareceasa, maa longe est de aer esta a
verla Je, por quanto em remttler pira egi,
cnlade oa recrulag me tenho dado aempre
pressa aegun lo a ordem da presidencia
Informe-s como deve o Sr. Ur. Higu -ir.
Costa para quem impela o co'r. s;unulei.t
com tananlia conll .ufa. G pela meama con-
aiderarjo daaereilepur daagra(ji do (jabu
o aeu delegado, ten lio dviaado dellieuar
paiticipafao s iii:in:i.'~, ajenas communi-
cando os Caaos de maior importancia
Admira enlDoo descuido ou complacen-
cia que at hoje tem tido o int-gerrimo dele
gadu. Diz nnalnieute qu-tmiio aoiiu-i-
dade de tola a porulaijllo da villaonSo
posso ali s-sr concorvalo como auloridade.
Si-ra possivel qua a maior insiRniflcancia
ataja autonsado a proferir somelh mtn pro-
lusirj.lo | b'u appello para oa numeroso* a-
uiigixqu-' tenho nsse lugar, e pira o'ts-
lomun io de tolas aa peaaoaade probidade
Nao poaao e nem qu^ro agradar a tolos,
ba verdade, tinto oaia que me prelo de aer
hornea de bem e de caracfr, au passo que
>hl h| juatameota -en la tenho visto maia
gpii'i.-:'iiesqiiinli i, qua g se podenain per-
'-iilamrnle harinoiiiaareom o e.-tunavel cor
lia a theaduraria provincial da quota des-
pend la na obra da matriz le pode ver reci-
bos asignados pelo mesmo fllho em nome
de fornecednrea de cal, com a Arma do cor
respndeme.
Em junho do anno patsado ataca mi tilica-
mente com amaaeaae empuchoes au advo-
cado, o velboJoBo Baptiaia Soarra, porque
sondo este procurador de um rendeiro do
engonho Ararlba de baixo, requer a bem de
*eu ronatiluinte quando na arrematacilo do
arrendamento deato engenho, o Juz que a
ureaidla manda afTrontar e entregar o ramo
ao arrematante.
Ua meama aorta ameaca com pancadas ao
ci ladSo loa Thomaz do Sa Brrelo por que-
rer auaten'ar o son direito ni causa qu tra-
zia e traz anida ron aeu irmo. Tambem
mo he remoto o insulto feto ao escnvOo
Tolentino na porta du aua propna casa, di-
zendo Ihe que tinha uma tabica para ella
pnrqu i iiavi cbralo cento e tantos mil
res de cusas doa ooiutituintes, e vase que
nu Cabo n9o canlavam doua gallos no mes-
mo lerreiro; oque todava agredn ao Sr.
Francisco Antonio de Sa Brrelo.'
He saludo o anoDtecimunto que por occa-
aiflo das eleirjoes deddputado, provinclao,
teve lugar o anno passado na eaaa da cma-
ra co n o coronel Francisco.Jos da Coate,
que em troca de algumas observaedes rece-
ta o do curieapondenle insullot. Ali-m dlsso,
ontras muitas particularidades ha que ele-
vam o correspondente a iltur, do horoem
de mais probilade e disiinci;3o, senflo ao
ponto absulutamente contraro, e por este
meilvo deixo de judicialmente o respoosa-
bilisar pelos injuriosos epihelos que intac-
tos Ihe revertu, o as caluimiiusas aasercSes
que miso i publicar contra miro : eu ln. s
dou o aprrc-i que voto ao seu despreaivel
autor, i: nlo qucr.-ii.li por nannuma for-
ma e nenhiim principio continuar a ser sub-
delegado nesse lugar, passo a sollicitar do
Exm. presidente da provincia a graca mu
esp'Cial deexunerar-me de semelbante eut-
DIVERSAS ?S0V1P(AS
RendimontedOllial al5 aVMt.Mf
KxportaKo.
ralmoulb.barsji inclfta Frajiela y*les,d
288 toneiatl|a.cotuuzlo egaUtie t a,s#0
sarcos coa 82, WO ai robas da easucar.
I.iverpool.brifue inglez BirkiH,de ?l* 10-
neladaa, ennduzio oseguini ; -- 2,000 ae-
ras com 10 000 arrobas d-assucar, 8lsac-
crs oom 2,518 arrobas e30 libras de aigodo-
KEtiEBEUOHlA l)EEM)AS lIXTEltNAS CE-
RAES DE PEHNAMBUCO.
Rendlmenlo do dia 16..... 991,175
CONSULADO PROVINCIAL-
Rend manto do dia l. I:IS8.V*
I
Movimento do porto.
Navio tirado un dia 16,
Rio Grande do Sul 23 dias, brigue brasi-
lero Camacuam.de 199 loneladaa, capi-
llo Joaqulm Monleiro de Heirallaa, equi-
pagem 12, carga carne aecca ; a Amonm
& IrmSos.
Navios lahidos no mesmo dia.
liba de Fernando transporte braslleiro l'i-
raparra, com^nandante Camillo de Lellea
Fun-eca Leva a seu bordo, Manuel Tho-
maz dos Santo,, Leandro Cesar Paes Bar
reto e 1 sobrinho, Migoel Aiexandnnu
Gaivao, Joanna da Silva Martins de Lima,
com a flihos, 16 pravas do exercilo, 18
sentensiados e 3 eacravos a entregar ao
commandanle daqurlla Hha.
Canal -- brigue ditiamaiquez John Frederik,
capitn I.. Ilalfred, rarna aasnear._______
jUDITA-*.
JoSo Jos de Moraes, fl.cal da fregoezia de
San Jos db Itrcife.
Faco publico a quem convier o art. 6 do
til. 6 daa posturas muincipaes em vigor,
assim como o lug.r marcado em virtude do
mesmo artigo he a Cabanga e ilha de Aooa
Bezerra.
a Art 6. Fica prohibido dentro da cida-
de o uso de roqueiras, bombas e fugo aullo
{ buscaps): os infrsctoies serSo multados
cm Hijooo r a, e solfrero dous dias de
prisSo. A cmara pnr e.iiiaes designar* os
lugares em quo pnssam sonar os buscaps,
roqueirea e bomba, du quo trata este ar-
tigo.
E para constar mandei publicar pela im-
pigo em que alias tenho feito innmeros prensa. Fieguezia de San Jos, 14 de ju-
sarnlicios a causa da ur.iein o du guveruo
O coi respndante em aua ceguei a he que
confia na sabedo la e nativa uas pimeiras
autoridades da provincia pira esto lim : sa-
na tambero justo que mais este se reunase
a encyrlopudia do einpregos que fiUtos da
prnteri,\iii exerce o correspondente.
Aqu termino, Srs. redactores, pedindo
itiaercSo desias toscas linn ,s do su veno-
radore criado,
Innquim Morques dn Coila Soores
17 do temo, ao mo da, perante o mej
po tribunal i, h id* arrematar a quem m.ia
ffereur. po* lempo de tres anuos a contar
do priatwro de julbn do crrente anno a an
de jurtH# de MJ5. o imposto da taxa da bar
reir alo Nutoooldmb, avahado nuvamenin
por amo em 1294 000 ra.
Al paaaoasqua ae propoierem a asi, ,r
romatacSo, comparegam na sala das se*se
do mesmo tribunal, nodiaacima indicidn
competentemente habilitados. '
E para conatar ae mandnu axar o presen
toe publicar pelo diario. Secretaria da th.
souraria da fszenda provincial de Perma,
buco, 7 da junho de 1852.-o ,ec otario,
Antonio F. da Annuneiaca,
-- 0 lllm. Sr. Inspector da Ihrsouraria'da
fazenda provincial,em cuBiprimeitto d, re.
solui;,io do tribunal administrativo de 27 ri
maio prximo peasad, manda f.zer publi.
co, que no diis 15, 16 e 17 do correle, prj.
rante o mesmo tribunal, se ha da arrematar
a quem por menos llzr o fornecimeoto dn,
medicamentos e ut nais para a enferma i,
da cadeia deata cidade, pelo lempo de um
anno acornar do I.' de julho do Crrente an-
no 30 de junho de 1853.
Aa pessoas que se propoierem a asta ar-
rematacilo comparecam' na sala dassessoes
do mramo tribunal, nos diaa cima aien-
ciooadoa pelo meio-dia, competeptetnente
habilitadas, que ah aeharUo o formulirio c
condiccOes de arrrmalaflo.
E para constar se mandou'afllxsr o pre-
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Prrnambuco i de Junho d
1852.
0 secretario,
Antonio Ferreira d'AniiuiiciacSo.
0 lllm. Sr. inapeclor da tbesouran, da
f.'zonda provincial, cm vjrtuie da resolu-
cSo do tribunal administrativo, de 3 do
crreme, manda fazer publico, que no-da*
15, 16 o 17 do nioaniri ao meio uia, lertnlc
u mesmo tribunal te lia de arrematar etr,
hasta ,-ublica, a quem por me o* tei.po
fizer, o contrato da iliuiiiniaijSo publica da
cula le de Olinda, avallado ocosieio diario
de cada lampiSo em 140 ron.
A arrematado ser feita por lempo de 6
minos, na f'ma rio art. 2 da le provincial
n. 28'J de 4 do correle o ez.
As peisoi*q..o se proiozerem eata ar-
romaiacSo, couipare(arii na sita dasseisfles
do mesmo uibunsl, nos diaa icinia indica-
dos, couipeienten.enle habilitadas, onde
nho de 1852 Joo Jos de Moraes
O lllm. Sr. inspector da lliesouraria da I acna'iio as coudicOes com qeev'aer "el-
fazenda provincial, em cumpnmenloda re- fectuado o mesmo contrato
Publicacfoes a pedido.
N. 10. Antonio Francisco de Paula o
lloll iidn Cava canil d'AlbU'iuerque, presi-
lente do t ibuiial do Ihesouro publico na-
cional, ordena ao Sr, inspector da thesou-
raiia da provincia de Pernambuco que sos
termos da flanea qun olTereceu o vi.-conde
de Goianiia i ara" servir o ompreg.i de inspec-
tor geral dacaixa de amoitiaafilo, par? que
anresontou a abonaeSo do Cida iflu J.iffo Bap-
tiste Pereira Lobo, i para qus a mesma /tin-
ca seia tnnis /arase/ e regularmente prestada,
cumpre que o mesmo Sr inspector com audien-
cia do pror.tsradur l-cat verifique as circums-
tandas da liabllilacfio e idoneidade do fiador,
alado a oulorga de sua mulher se /or casado, e
ravBjeUaja4?rjreijioa eaenptura da flanea,
sulucn do tribunal administrativo de 3 du
correte, manda faz, r publico, que nos dias
15,16 e 17 dn mesmo, ao meiodia, peranle
o mesmo tribunal, so ha do arrematar em
hasta publica a quem msis der o m.-osto de
20 por cento sobre a aguar lente que Tur con-
sumida nos municipios abaixo declarados :
ll-cife avahado aonualmeoieem 12:50|,noo
Olinda a .aeu 810,000
Victoria a a em 202,0uu
A anemalacSo ser feita por lempo de trea
anuos a contar do i riiin-ini de jullio do cr-
rante anuo a 30 de junho de 1855, sendo o
imposto cobratlu na razio de 353 rs. a ca-
ada.
As pessois que se propozerom a estas ar-
rematafOes comparecam na sala daa sesses
do mesmo tribunal nos das cima indica-
dos, i-iiini i'lentn ueiil habilitadas.
Epara enlistarse niandou alizar u presen-
te e publicar pelo Diario. Secretaria da ihe-
souraiia da fazenda provi cial de Pernam-
buco, 8 de junho de 1852.u secretario,
Antooio Ferreira da AnnunciagSo.
0 lllm. Sr. insp. mu- da tliesuuiana da
fazenda provincial, em comprimilo da or-
den do Exm. Sr. presidente da provincia,
man la fazer publico que nu da 17 do cor-
a praca para aer arre-
sour.ria de
1817. Silva
urspuudellle, u qu.l nasai.lu e criado na cu
nn/ca do Cabo, onde lam residido 42 annna
porpratoa llde.ligoa que o asaasalnu do Or. pouco se Ihe "dava. e na.huin caao fa.la do ..-I Como diz, ha com aireitflI muildi conilecido
Diianc, perpetrando o delicio pelaa aete ou olto nhor de engenho nem de sua familia e liarla de I peae pnnviral paaioaa O aquelle lugar, e
boraa da mauhaa, fura pouoo-depois vlito a mu vollar quaudo qulsesse. Coas elle lio no uutru f da todas, algumas das quaes enohargam O
quarlo da legoa de rspuigarda ao hombro, ae- da ei-lo de novo nspmraiuo lagar e no uicsuio Mu prest mu para tspoleta e o approveitam.
Sonido oca.uiuh'i do sipo deoouiinado Maila estado, eotn ameaeaa a un n.eu escravo. pelo I (|lJ ^^ receba o correa pon lente Honra par-
opea, Sz rellrav o deitacaueolo para a villa, que previao-me de urna capada e me eacaini- ,|a|. ,no,i_r,n,io a alia Unto oais bii-
julgaolo como era quaai certo que debalde uno para o rlo.in aiio lal Uomlngos que de l MH ',,,, jdmo, quanto oet-nU em geral
i o rio,ni as o lal Uo
aquellas horas (II para mais) lenlai-iatnoa Ir no me avista toma acalca e uicvem encontrar nu
incaico do fugitivo para o alcancar com uma paleo do engenho.
forca de humen* a pe ; tanto mala que parlindo Perguol.-lhe se elle era o que eslava ali
da proprledade tilinga do falleoldo Ur. Uuarte, pescando, apenar de mlnha avenencia ; diz
pe*,** de ua familia alguna de aeus amigos me que alm, e que illa llnha ruedo de liomern
haviain jfeltolodo o poislvel, mas improheua- Observo-lne que aire nlo poda eatar ali pes-
ui^nle para conseguir acaplura em que lodos caudo, lauto mala tndeceuleinente defronle de
ni lomarnos vivo e particular empenho, tal- nimba caaa, ao que me reipoaac que o rio ara
vrz cnmoiiuinrnsa maioria de raso do que realengo, que era boinem como outro qual-
aquelle que ae dls pelo delegado Incumbido de quer, u lanca wo da faca que tralla ao quarlo.
,aiiru destacamento, visto como nlnguem a'tl Neala occaslao be que usaodo da espada de que
desce-diece, be constante a
iinjoflis de aultSo. Qui pois la n o c rres
poniente a perder ? oque a lele cmsto taen
adquir lo : o boro conc-ito do ignorante,
trampista, a turbuteato. Anda o segu nte
sa pode accrascent.r para exprimir o carc-
ter du correspondente, cuja arrogancia ae
deJuz talvez de aer cumulativamente so-
cietario da oamara municipal, eaicrivao da,
coll'Ctorie gertl, collector Moviocial, aju-
ludispoiifo mi me premunir na suppoiiclo de que oulras danto do procurador flscal- rabuh, nS>
A scntlilu nioi-te ile meu nv o
lllm. Mr. Mniioel reira.
Chiamavl 'ICilno; e alomo vt si gira,
Moitrmiio W I, sue btllcseiterne.
Dl.lil- POBG. C. XIV.
Se nao lora pela mo de Dos guiada
A parca nirjor.iv, I que rodlira
Di esposa, o inellipr talvez esposo I
E das filhas o pal, nais carinhoao !
i. de mim nlo sd um pai 1 pal dua, vezes
Mas lambem um protetor, um conaelbalro,
Cujos conselhos nao pnderao nunca
ion.o -un- ao mal quando abracava ellea !.,.
Se nlo (ora pois oh Deus / por vOs guiada,
Ku teria maldito e praguejado,
ajuem fez a morte, que s serve a trra
Oe dores, malea, de ciucs tormentos i
atas sendo vos uh Dos : quem decretaste,
Easa morte que o hornem lano ealranhi,
Ku ao quero, eu nao posso, eu alo desejo
Malducr, reprovar vosioa decralos...
Porm j que nao posso, cu frico boinem,
Hii. do que lamentar, aoll'rer, geuier,
Permltti ao menos, que descrevaem versos
A dor que cauta ver a morle injusta,
Nlo embargar aeus pessos a vlrlude,
Nem mover se aua dundos, ais qurliosos i
Que aaheiii dos coraedes de olto lilhos
Que chainain pelo pal inettior do mundo I!
O qual pal nao os ouve, nem responde
Com aquella doce voz, que nao a'euconlra
Oueui |.ua ao som assemelliar-me ao menos I
Porqu'a morle ciuema, auatera e dura,
Roubou-os de icus telos! de aeus braco, !
Hracoa e seloe I aperlados sempre !!!
Quem he ? quem poder reter o pranto 1
Unviudo entre gemidos que compungein '.
tima voz de mulher, de quandu em quando,
Pedir soccorroVpoia nao vi! nao aeme !
Seu marido, seu aer, a aua vida
0 du eu eoracrlo nurlhor rnelade !
Porqu'a morte uo quiz, se quer ao menos
Um s da de mais Ihe conceder '.II
Qual ser dos seus amigos, que nSo slnla
sabendo que uo vive um dos arnlgoa
Que sabia couservar nome lio raro r 11.'
aem que nunca fatigado se moitrasse
Com favores, e lidas exigidas
Por aq^ellesque taes ooiues merec.mi....
Minen J nao existe fol-se fol-se !
Para longe de nos, para bem longe! 111
Delxando-noacobertoade saudades !
a a quem recorrer ein tal ealreino
sje uo a vos oh Deus, Dos de bondade,
Mri que du paraso abris s portas
Oe pai ein par, e coocedais euira-ia,
A quem soube na Ierra aer vlrlude,
A quem deve no cao ler um lugar.
E a lousa fra que Ihe cobre o ourpo
der regada de aaudosas lagrimas !
iic q'ua olbos noasos dcrraiua-laa posaau.
S. 8.
e procuraclo do dto-flaJor para algun ter-
mo de ra'iflciCHti quo por v nlura soja pie-' reme val nuvatnenl
cisu. O qu i cumprira. Thesuuro publi- I matada perante o tribunal administrativo da
co nacional em 28 de Janeiro de 1817. An- mesma thesuurana, a queui por menos lizer
Ionio F'an 'Isoo de Paula e H alian la Gavl- a obra oos concettus da casa que serve de
canil d'Albuquarqu-). Cuinpra-se. The- quailele cadeia na cidade de Nairelne,
Pernambuco 22 de maio de avallada em 699,600 ra.
A airematacau ser feita na forma dos ar-
ligos 24 e 27 da le provincial n. 286 de 17
do maio de 1851, e sob aa clausulas espe-
ciaos abaixo copiadla.
As pessoas que su proposerem a osla ar-
rcmata(9o compareci na sala das sessOes
do mesmo tribunal, no da cima mencio-
nado pelo meio dia, competentemente ha-
bolitadaa.
E para constar se mandn afllxar o pre
sent e publicar pelo Disrjo.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco Io de junho do 1852.
O secretario.
Antonio Ferreira d'Annunciac,Io.
Clausulas especiaos ds arremata^So.
I.' As obras conslantea 3'eslo concert
serSo felas de conformidade coro u orca-
inunlo ap, rovailo pelo i:xm. Sr. presidente
da provincia em dala de 23 do crrente
(abril) na impurtancia de 699.600 >,
2 Estas obras serSo principiadas no pra-
zo de 30 dias, e concluidas no de quatio
o ezes, a contar da data d'srremataco.
3' A importancia total d'esta arromats-
(Suaera paga em urna s prestacao quando
estiverem Concluidas todas as obras.
4' Para tudo mais que nSuestiver deter-
minado us presunles clausulas Srguir-se-
ba o que dispOe o resueilu a lei provincial
ii. 286 de 17 de maio de 1851.conforme.
O secretario.
Antonio Ferreira d'AnnunriacBo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria ds
fazenda provincial, em cun.primento da re-
soluto do ti ibunal administrativo de 27 de
maio prximo lindo, manda fazer publicu,
que perante o meamo tribunal, se ha dear-
omalar nos das 15, 16 e 17 do corrente, a
ijm-iii por menos lizer as impressOes dos ira-
balhoa das repartifS. s proviuciaes, avaha-
dos animalmente em 2:646,000 rs.
A arreme laclo sera feita por lempo de um
anno, a contar ool. do julho do corrente
auno a 30 de junho da 1853.
Aa peasoaa que se prupozeram a esta ar-
remalacao comparecam os sala daa aessOes
do mesmo tribunal, noa das Icima men-
cionados pelo meiu-dia, competentemente
habilitadas.
E para constar ae maodou afllxar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraiia da fazenda pro-
vincial de Pernambuco 4 de junho de
1852.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacfio.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumpnmento da re-
sol nc.m do tribunal administrativo de 97 de
ni i i prximo passado, manda farer publi-
co, que nos dias 15,16o i" I < -.irronte, ae
ha de arrematar em hasta publica perante o
mesmo tribunal, a quem por menos oier o
servico da capalaaia du algodSo, avahado ein
2:500,000 por auno. '
A arrematarlo soi feita por lempo do 3
annoa, acontar do l. de julho do correute
anno a 30 de junho de 1855.
Aa peasoaa que sa propoierem a estas arre-
matacei, comparecam na aala dat leasoea do
mesmo trlbuoal, nos das cima indicados coin-
pelentemenie habilitadas.
E para constar se mandou afiaar o prsenla e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda provin-
cial de l'ernanibuco 4 ala Junho de l85t.
O aecretario, .
39:693,207 Antonio Ferreira d'Annunciaclo.
2.353,579; O lllm. Sr inspector da tbesouraiia da
[fazenda provinottvl, aan cueiprimenlo da re-
E para constar se niaiiuou a litar o presen-
te o publicar pelo Diario.
Secretaria oa i lo-ornara da f* jornia pro-
vincial no Penrambuco, 9 -ie junlio de I85z.
O secretario, Antonio Ferreira u'Aonun-
ciaclo.
Olllm.Sr. inspector da thesouraria da
i /. i i.i provincial, em cunipriu.eiiio di
or.iem do Exm. Sr. ^residente da provincia,
de 21 de maio pioximo p-ss.do, man la fa-
zer publico, que no dia 17 do cor.eniu vai
uovameuio a pr.fa, para r-er ai rematado | n-
ranto o tribunal administrativo da me- i a
thesouraria, a queu- maior piev'O olleccer
l a ion ortaiic.a de l:40u/000 rig pnr quo
foiam adjudicadas a fazonda p.ovincial S6is
mor .das no casas na povoa(i)odoiAu*ogados.
i'si-o curie les coiiipaiOfaiu nooia ci-
ma indicado ao meio dia ua salla das'ses-
sOe, do meso o tribunal. .
E p.ra constar se mandou afllxar o pre-
sme c punhcir pelo Diario.
J>er/et*.(ia da thesouraria da fazenda prn-
vincial do' Pernambuco, II de junho de
1852. O secreano, Antonio Feneira da
Aiiounciago.
-- O lllm. Sr. inspf-cior da tlie'ouraria da
fazenda piovincial, ein pumpiimenlo da le-
solu(Ho uo tribunal administrativo, de 0 i-o
conoute, insuda lazer publico, que no da
17 do niesmu, ao meio oa, ier.nie o nes-
iiio tri itu n -1 se ha oe arrematar a quem
maisoUerrcer, por lempo de 3 auno* a con-
tar do primeiro do julio no crrente anuo
a ju dejui.lm no iwi, o imposto na ltix< da
baueiia oa ponto do llojaiy, la i.ando se
por baie o offeiecn ouio oe SuujHiOO lis
pur anuo, felo poto licuante Luiz da Cos-
ta Por tocan en o.
E para constar se mandn afliar o pre-
sente e publicar ielo O ario.
Secretaria ua Ihe.-ouraiia da fazenda pro-
vincial ue Pernambuco, 11 du junho de 1852
- O secretario, Antonio 1- en cu a da Anoun-
riaclo.
Declarayes.
COMMECIO.
ALFANDEGA.
Hendimento do dia \t de junho 11:683,535
Descarregtm hoje 17 al, junho.
Brigue austraco subica -- farmha de
trigo.
Brigue brasileiro ouro mercadorias.
i.ilMSIli.AlMMiEHAL.
Hendimento do da 1 a 15 .
dem do dia I*........
42.0W.S66'suluco do tubunaladminialrativo da 3 do
........ cor ron le, manda fazer publico, que no dia
Administraclo do patrimonio dosorphSoa.
Peranle a adminialraclo do patrimonio
dos o pidos ae hSo de arrematar a quem
mais'der, e por tempo de 3 annoa, que b.'o
de ter principio do l.'de julho do corrente
anno. a 30 de Junho de 1855, aa rendas dos
predios seguiules, e nos das abaixo de-
clarados :
Em 17 de junho.
Largo do Collegio.
N. 1 o segundo andar.
Ra das l.arangeiras.
(i. 17 cssa tai rea.
Ra do Hangol.
\. 58 dita dita.
Ra Velha.
N 32 dita dita.
Ra de S. Goncalo.
N. 22 dita dita.
Ra do Sebo.
ir. s dita Jila.
Ra da Madre de Dos.
Casas terreas n. 20, 10, 8 e 2.
Ra do Torres.
Caaa terrea n. 18.
Ra da Lapa.
Casas terreas n. II e 12.
Ra do Codorniz.
Casas terreaa n. I e 3.
Ra da Moda.
Casas terreas n. 17, 41, 43 o 45.
Ruado An orim.
Cssas terreas n. 56,54. 53, 47, 45, 43 e 21.
Em 23 oe junho.
Ra do Amurini.
Casas teireaa n. 24 e 26.
Kua do Azete de Peile.
Casis tarreas n. SI, I, 15,13 e 3 ; de I an-
dar ii. 17,18 e 14.
Rus da Cacimba.
N. 5 de I andar, e casas terreas n. 12 a 10.
Ra dos Burgoa.
Cssas terreaa n. 18 e 91.
Em o l.'de julho.
Ilua .loVigario.
N. 22 e 25 de 3 andares, n. 27 de I dito.
Ra do Ene anta o) role.
Casas terreas7e 9; de 2 -mi.rea n. It c 19.
Ilua da Senzalla Velha.
Y 136, 134 e 132 do2 andares ; n. 16 e 18
terreas.
Ra di Guia.
N 25e27lerreaa.
Ra do Trapiche.
N. 30 de 3 andares.
As pessoas que se proposerem a arrema-
tar di es rendas poderflo comparecer na casa
das sesses da adminialracSo, nos dias ci-
ma indicado, com seus li,dores.
Secretaria da admlriitec*o de patrimo-
nio oos iiinliilos em II de junho de 1852.
O secretario Interino, Manuel Jos de Sania
Anua e AraujO
O araenal de marinha dista provincia
quer conl'itaro fornecimeoto de ca v,in de
podra, pnr eapaco de seie a doze mezes.pare
os vapores de guerra que locaren e estivo-
MUTILADO


^^
^
TIS""
rot neale porto, e po isso convide, a que
tai-s lorneeimentos convier, i coiiparecer
nesta srcretiria no da 10 do met de ulho
prximo vinJouro, trazando as sai propot*
las em cari fechada, com declrc.So da
seos fiadores, e de h.|xo da egutntes con-
dic-s; fornecer carvJo propio para vapor,
dep'imoira qulidade, e poto seo dispen-
dio algum d f.zen-l, lracdo a bordo do
v.pur que o tiver de receber.nSo sendo nun-
ca menos, easo ai ci comstancU o exijam,
decent e cineoent toneladas ingiera de
setenta arrobas ; devendo pnrm esler i
oSr.
Pedrinho, otbreirs das ontmhis -
MonUiD,
Jacob o Sr. Montf Iro, m
Fanchet-. Sr. Rosendo.
Cnarlou-o8r. Cehnl.
Mina a lenliora D. Manoela.
Mak'ilalma ~ a senhora I). Amalia Monteiro.
Clioocbon a .pnhora I). M. Leopoldina.
A aanliura d'EIbu a senhora N. N.
A marqueta de Syyry a senhora D. CaK
mella.
Terminara o espectculo, com a graciola
Tarta
bo'-do eos hora', a quantida le declivio q lipcmltlMiniti lili i 1(1i'U
indicada, seodocjitadas s hora querde'-' MecruiUmeillU O /iineu,
di, quar nccosaltadedo furnecimenlo. Easa falla do .> lIlNIl! nP MliNROY
cumprimento Incorrer o fornecedor nal U LLWUU Ufi tttUWnu,
ulta que Ihe for communicada no termo danesdo pelos artistas Monlelro, Manoela e
1 Amalia.
Ju< tam D*srasa he cm Portugal. para abl.m
ol.heqee rna lugtra eeouciodeioWnc>
iie por vrnliir.ihouver, ha vlo que aqu em
freambuco oo Waho obrljjacao de ue flan-
Be matarla da riso repugnancia da Uou
Avisos martimos.
do contrato
U arsenal de marinh compra dez bar-
. ri de alcatrSo da Suecia, de primeira quali
dad', dous viradores de linho, sendo u.n de .
seis pol'ga lia, a outro dsete, e cincuenta ( part \_\s\n pretende seguir at 20 do
petas de lona larga iie Haniburg.), de prl- corrento mez, o veleirobrigue Eugenio, o
meira qu-lidide As pessoas que taes ob- qu.l somonte recebe passageiros para o que
jectos tlverem, comparecam no mesmo ar- t-,m bona commodos; quem pretender pode
seal no ola 19 do crreme so meto dia,mu- enlender-se com o oapttSu a bordo, ou com
nidasdesuss propostas em cartas feobadas, os consignatarios Amorim 6 iraiflos, na ra
das amostras da Ion, llm do se effectuar da Cruz n. 3.
a comer. I'ara o Arocaly
-lie ordem do llUn.Sr ^f;^''11'1 Segu em poneos di.s o hiaio fepiharibo.
mslrucc9opnbl.caf.QOS.ber que S.Eic o forrado de cobre; rar. o resto
senhor presidente da jprovine.hooro or J, *,,,., na rua d0 vigario u. 5.
bemespassar o concurso t cadeira deins-, u. u: j. l .. ..i..
truccSo primaria do Serra T.lhada para o Para o llio de Janeiro, sahe
di i do corrente. com a maior l>revidade possivel, o
Consulado de Portugal am Pernambuco. ... i l:.,. hraailairn l'ip.
Avisase a todas aquellas pessoas que por do e veleiro niate Drasi eiro I le-
qualquer lltulo se julgarem ere lores do II- j dude, forrado e pregado de cobre,
nadoaubditoportuguezAnlonioJojcdeMa- bons commodos para pasa-
los, que morava n casa numuro da ra do, i
Codorniz, a comparecern neate consulado, ge i ros : para o reato da carga e
ra do Trapiche cata n. 6, para a r.-spot-Uva escraV08 a frete, trata se COtn O C8-
varificacSo dos mesmos crditos e seu paga- >
ment. Consulado do Po-lug.l em Pernam-! pitao, na praca do l Ommerci0vou
buco, 14 de Junho de 1852. 'com os consignatarios Novaes &c
Companhia, na r.n do Tra, che
34-
Tintura fa.
O tinturelro do aterro da Boa-Viata mu-
dou leu estabelecimanto para a roa Velha
lo rnurno bairro n. Ti, onde tinga de toda
as quali,ladea por preco commo lo.
-- Jos Antonio Muraos, sub lito poilu
gue/, retira-so para fra da provincia.
Companhia de accionittut do thiatro d
Apollo,
A comoissSo ad 1.ilustrativa roga aos sa-
lidores accionttlaa abaiio declarados quei-
ram mandar 1 rocar o recibos das piesta-
edes, qu teem em seu podar, pelas repec
ttvas apolices na casa do secretario, defrun-
te do trauiche novo n. :Srs. Antonio Mar-
3ues ite Amurim,Antonio Rodrigues Fernn
"3 Vletra Ailolnho Llourtte Anloni -
LopesPereira de M lio, Antonio da Cunha
Soares Guimarae,Amaro de Barros Corris,
Clau lio Duheul, Caulatio do Rogo Toscano,
Dellini) CiiiiQkl ves l'ereira Lima, Daniel Gui-
inrriim Buwm-n, Domes J is da Costa l.ui-
m lorb o Voulo, Francisco Jos Silvetra, Jlo
'o- llibeiro dos Santos, J0S0 Jj de Car-
valll 1 Mnmes, Jnilo Mu 01ra Marque-i, JoSo
Jos Rodrigues l.ollor, Jo.lo .ene de A vedo, Juan Tarares Cordeiro, JoSo Soum,
Juaquim Jos do Miranda Jnior, Joaquim
Monteiro da Cruz, Joaquim Cardoso Ayres,
Juaquim Pinheiro tacoma, Jos Francisco
; lliln-no dn Suuza, JosTeaeira Bastos, Jos
Banco de Pernambuco.
11 conselho de direccSo avisa aos s"tibores
ecoiuni>tss, quo a aogunda prastaelo de 25
1 ni cetilo de que traa o artigo terceiro de
Para o Arcaty
Sahe com brevidadoo bm ennhecido hia-
.-eus estatutos, deve ser realisada de 15 a 30 t8 Novo Olinda para carga a tratar com o
dujunbo corrente. ifeu consignatario J. J. T.sso Jnior.
JJanCO d Pernambuco. -- Para a liba Je S. Miguel o patacho por-
os descontos da semana corrente do H a tugu^z Destino para o que tem a maior p.r-
l3dei.,nhosapdestep.>r auno. (le da carga prompia. (juem no mesmoqui-
-- Pela subdel^.cta de S. Jos do Itecife crrcgar ou hir dn passagern dirija-se
loi aprehemiiJa un mulatiubo que an la- quanto ames aos consignatarios Thoinaz de
va vendando, urna peca do tmda^uiao ordi- Aquino fonsec & Hlno na ra do Vigano o.
nario : quem lr oeu 1-gitiino dono coa.ia- *9> primetroandar,
reta, quedando os signara Ihe sr entre-; Para o Aracnty
gue. Sub lelegacia e S Jos doKecife, I6lsane com breidadeo hlate Anglica : a tr
de jiinhodolSSi. O subdelegado, Francisco t,r na ra da Cadeia n. *9, segundo anda.
ea. __----------,-.
rado, acersa da parda Justina, que por "*e["
drlleitutenlel al Mecer de aua enrermldad'
e por decoro ao publico me limito a dlier que
lenbo documento do punho de Uourada auto-
rlaaadn rasa deapeta. He alelvoila de Doiirado
dlterque, chamado aaucia de conlaa em Kor-
tugal.rlin para o Braill.pola que tendo crdito
em l'rrnaiiibuco, clrcuinalancias auperveilen-
lasnir Ate rain penlrpaaMporieein2ldedMeiu-
bro de 1850, depola deealarein Pnrtusal trlnta
ineie e qualorze dlaa.e 6 na veapnra de inl-
nha partid, fui que meebamoii a Julio para na
miaba ausencia formar aa contal que Ihe pa-
raceu. Ha multo cyniamu, p ds que a cllacSo
conata da cerlldo ea data do embarque coma
de cerlldo e rrglito publico, e quem le atreve
fallara verdadeemcouiai que ronaiain P
documentoi aullientleo, oque icr no malario
publico que ajulie e reiponda.l
Aalonioda Coila remira.
. Sr. Amonio daCoita Ferreira.-Peroainbu-
co Porto, 10 de agoito de 1845 Nao >o pelas
mullas molcallaa, como peto deigoaloi, que
i.niin tido, u'iih.i delsado de Ihe eicrever, e
ineiiuo por que nSo lenbo recebldo cartai aua
em algn navloa, que tem chegado, nein viu-
do oelle o que eiperara, Cata falta fe com
que eu nao.obliveaie o einprego para o Joa-
qun, eme obrlgava a embarcar logo com to-
da miaba gente, k nao for eitaraeipcra que
omeu Alho acabaa.e a aua :for""lu.r"'.1,u*'l'ereira Vianna, Jos Antonio de Carv.lbo.
poucu mezea Ihe falla, ttaoda.JIMM j0s Velloso Soares, jo. Joaquim da Miran-
aacavado, pelo prlmelru navio que vler, alen; ^".^'J'*" !,_1u,m. u,.8."Va A"lU"
llaplisla de Abneida.
lll.il. COMI'AMIlA HE PAQUETES I.NGLEZES
A VaPOII.
No dia 21 deste mez, espera-
, so do Sul o vapor Tay com-
mandanle Moss, o qual depois
da demora do costume, segui-
r para os portos da Europa : para passagei-
ros, tr. 111 -so em casa da agencia, na ra do
Trapiche Novo n. 43. Adveile-se que rece-
be-sn dinneiro para passagem, como abaixo
se decais :
(lnr;as hespanholas, a 65shillinescada urna.
^j^:
Para o K10 de Janeiro, de-
ve saliir com a maior brevidade
a barca brasileira Firmeza por
ter a maior parte da carga j
piompta: para carga e passagei-
ros, trata-se na ra da cadeia n.
4o, ou com o capitao Joaiiuim An-
tonio (oncalves dos Santos na
praca
*
HOMEOPATHIA2
i
SAHIO A IVZ A 3.' E ULTIMA PARTE
desla obra compusia pelo i-rofessor de Z
bomopatnia Gusset Bimont. Cuitara
? 5/OuO a ubra intoira at 30 de junho,
da em que flear encerrada a ssig-
9 natura Esta obra he til, tanlo para
9 OS n eUros que se dedtearem ao es-
9 ni'o dn nova uiodicina, como para
toda, as pessoas de boa vnnlado que
9 quizerom convenc-r-se porexpeiien-
f cas da verdade Jesta doutrina, por
f, sor ellamuio clara, e a intelligenci
Se todos,
? No consultorio homopathico ra
THEATRO
BE
S. IZABEL.
Ricilaextrtiordhiaria aju-.
vor dos artistas
Luii Antonio Monteiro e Ma-
ra Amalia Monteiro.
'.'LIMA FEIBA IJ Df JCNIIO Di: I 85 3.
Grande espectculo.
Depoisdcum racolhida ouvertur, pe
rcheatra subir acea o interesainle
i'nma em 5 cto, ornado de muzic:
AGKM DEDEOS.
i 1 -
Veronogens e adores.
I.ai'stslot or Colmbr.
Ocommendador- o Sr Germino.
O ir.rqoez Arthur de Syvry -- o 8r. Bizerr.
o cura o Sr. Pinto.
Avisos diversos.
Uuio americano, peca do 10 palaces c40| .. |>ara o Porto segu com brevidade*
shilnnes, cada urna. barca portugueza Olimpia : quem na inesroa
Dito francs, Napolen de 20 francos, 15; quizcr carregar 011 ir de passagem, enlen-
shillines e i0 peunes, cada uin. < a-se com osseus consignatarios T. de A-
Ditoiiito de dito de 5 ditos, 3 shillines e 10,0,111110 Fonseca & Filho, ouconi o capitfio o
tenue, caua um. Sr. JosThomaz de Lima, n piar;a.
Patacn, brisilenos, hespanhoes, ouame-' para o Aracely
sicanos, tsilillines o 2 pennes, cada um.' Sabe com brevidadoo hiato F.or do Cururi
Ouro poituguez, pecas do ,400 rs. 30 shilli-, pc: irat.r-so na ra nes, cana un a. < gupdo andar.
Dito de 4,000 rs. 20 shillines, cada urna. .. i-Sre o Maranhio e Para segu com toda
AS.MJci.irau COIlimercidl. a brevidade o bngue escuna Douro : para
A direccao desta associDo querendocon-' "rga ou passsgetrus, dirijam-se a M. I). Re-
correr quanto em si couber para o incre-1 dr.gues, ru. do T.apiche n 26.
ment da agricultura desla provincia, com-
muinca aos sonnores oe etigenhos, fazendoi-
ros e I.viadores que na sala da ini-sitia asso-
ciacao se acbam mu lelos de maquiuas tiu-
vas para n fabrico do astucar, para ilesc.io-
caralgodaoeoulros, quo liguraram na ex-
posigao do Looitres, ludo remeilido re o
iocaitcsvel a.oigo do melhoramenlos do
brasil, o 111 ni. S.. Sturs consol brasileiroent
Uerlim, e eocarrrgado pelo n<>sso governo
de atsislir a dita esposico; e estes objoc-
l'is podem ali ser vistos, copudos, ou por
miiui qoalquer forma propagados, lodos os
das uiet un 10 boraa da nimba al aa 3
da tarde, para o que se fazo presente an-
:011c o. '
Qar> vipor brasileiro Paraense,comman-
im e o capillo de fragata, M. F. da Costa
l'ereira, devecnegar 00a pollos do Nortate
-O do corrente mez da junho ; e seguir pa-
ra oa do Sul no di* srguinte ao de sus en-
trad. ^____^
l'uhliuaiiies Iliterarias,
l ELEMESIOS.
i DE
poucu mezea Ihe falla, flando-me alud em i0. Vnlinan Sn.rea J11,
V. me. que nao del.ar de remetter-ne mal. Vjo-l arlos do Suu
So barrica com aiiucar. aendo 40 oranco e SO "a, Jat Carlos de Souz
maacavado, pelo prlmelru navio que vlrr, alean silva Mata, Jos Juaq
de 50 que l recabl, vlndasoa Tentadora o mal nes, Joo Antonio Pereira de Brito.
me r.l ae V. inc. deltar de a carregar. Comoj Desappareceu no dia piimei'S dtj cor-
|i.nem pouco leiel aqu de eitada, eu inesino lt,n(, 1 | 0u 2 doras da tarde, da loj* do ul-
erelop.iitadordeiuacont, para eolo ver- t,mo sobrado do lado da matriz da Hoi-vls-
moi se recobramos o perdido, ajearlas que v. um cava lio il.sdo cahoclo, celado e en-
mc. nief.ll. ienho-a.em.ne.i pod" ha ..1 rrei,do, e com manta branca, o qual tem os
atinit, sfiuanbtT tiui urslinu, ou para iuc mu -
e niauo ,,ao as ?inha ...a.d.do.loando e.livc gnaf. segutnle :-frenle abeU. dou Ou
cniLrna: seu maiio me mandou duaa cartai, tre pes clcalo, bstanlo Cabello na cauda
urna fechada coutra aliena, dlzendo querr a cima ; consta que um moleque ou menino
pira eu ver, e por laso ai deiici calar; 01.11 anoara toda a larde no dito civallo ; assim a
agora como receblmento de iua carta, man- pgssoa quo souber OU livor apprebendido,
del saber de seu mano, se aquella dual carta p0l|era eutregi-lo na ra da Santa Cruz em
eram as de que V. me. fallava, c dl..e-me que c.sa do Sr. Itulino Jus Correia do Aln.eidi,
son, e que ga.tara com li.o 400 ra. e por i. o >ef gr,t,(icado.
curador d. oamai. mandou affli.r por edicto. Em respo.-U .0 annunco publicado no
citando Antonio da Costa Duurado. como em Dtano de quirla-feira, 16 do junlio, tem-so
parte lnccrta. dando nicamente 80 dias ; sa- a pair ao velbo anciSo trapalitada, baja elle
beodo esie procuiador que eu estou aqu, e smenle dizer osignilica 10 da palavra ma-
que uiuaou Antonio, e que recebeu cartas un- t r i .11 o nfio material de cuja ha q la de insultos
se
-1 Raga-te ao gr. Cyrhj, qq tenh a
bondade de^)lriglr-se a roa de Apollo, co-
chaira n. S, a uegoeio qita nao Ignora.
D. Leopoldina Maris da Coi-
la Kruger, avisa ao commercio ,
ou a quem mai possa intersssar ,
que tondo falle, ido o se marido
Cesar Kruger, a sua casa conti-
nua no mesmo gyro commercial ,
sob a firma de Viuva Cesar Kru-
ger 8c Filhbs, debaixo da gerencia
de seus oonliados os senliores A-
dolpho Schmidt, e Gus'tavo Hen-
rique Pracger, por asim haver a
annunciante requerido aolllm. Sr
Dr. juiz dos orplios, e por elle
ar sim ter concedido.
Alt'ncHo.
Alguc'in diz que tillo ha felicldade nr.v
desuraca E coma vejo um amador das
mad mas, d'selenla annna, pulardanoile
para o dia, fazer-se poprietarin, despejan-
do inquilinn, s ameac.ndo O 1 tros par* o
julzde paz, alm diisn nada tosania lia um
atino, e hoja tem una toja de fazen laa ar-
rojada, descontando suas huirs e dos vlzl-
nhos comprando grandes porfOes dinnei-
ro, ce tito na pracij illimita lo, considerado
como um dos primoiros loy islas &c no be
i- li folici lado ? O meu amigo C. C c mlie-
cn o moco quem me retiro. Por hoje
mi isln.
Quem precisar de urna ama t ara cozi-
nhir a engommar, dirija-so a ra alrts do
Quar tr I de Polica, por cima do tu I bar novo.
Francisco de Paula Burges, val a liba
de S Miguel, a negocio seu.
Joaquim Joa da Cosa, Porluguoz, re-
lira-ae para Portugal, a tiatir de tu tiude.
Para vinhos traeos.
A vardadeira agurdenle de vinho com
36 graos, vinda da Kurup, a nica reconi-
mendada paia conipor os meamos que esle-
11111 arruinados e llcarem superiores com
um pequen despeza ; assim como para di-
versos remedios que semelli, se nao pode-
rlam fazer ou entao nlo produziriam oeffei-
lo ,iozejado,vende-ae nicamente ro caza do
liair.io & Macado, na ra Direita o. 17.
Koga-se aoSr. Casiauo Alborto l'imen-
ta, que veuna resgalaroseupenhor, h* mul-
to venc 10 : na ra do l.ivranienlo 11. 10.
Lino Forrrir* da Silv, relir,i-se para
fora iio i operio.
Mariana l.andi, vai para fra da pro-
vincia, levando em sua companhia urna li
Iha menor do 2 aiitius.
perdou-so um trancelim deuuro de le
com vara e q.arn de co'npri lo e aaia oila-
v>s de peso, oesdo a na Direita ot o boceo
do Sarapatel,no dia 12 do corrente ; roga-se
a pessoa que o acher lonh a bondade de 1
ter recebido deilecartai aiemelbante flu; ia-
beudo o piocurador da cmara que a caaa uo
pertence a Antonio da Coila Douradj, e por
uou a. mullai clrcUmatanciaa occorriaiem uin
HlIVM, ^o..,v......", MW a" ^- -
eateve por liio, e requereu como Ignorando -- Urna pessoa que tem bastante pratica
tudo, aliin de prejudicar o pioprlelarlo e nao do cscriplurafSu commercial, se ulTeroce a
poder ser novillo. Em conaequencla, pola, V. la er qualquer e.-cri|ionicao ron lodo
me. deve, se a cmara qulier demolir a casa, aceto, bo 1 letra epor preco minio ronino-
levar o aeu louvado, fallar com o da cmara ju ue0l pretender fara o favor dirigir-so
e aomeimo procurador, dando-ie-lhei a guoia ru> j Qu01lld0 |0J, onde So dir
quantia para que leja a caaa avahada em rn ha.
S;00U.0iiO, como jlnc lenbo folio ver; e le el- quem 00. .
laja enivcr demolida, e nao tei.ha ndo avalla- 0 abaixo assignado, om vinude do an-
da nena quanila oucouia icinelbante, e que nuncio do Sr. major AutOU'O D.lDOSa Cor- .
leulia ildn li pelo que qulierem, faca favor de deiro de Cusmflo, pul.lenlo no Diario de, restituir no beceo do Sarapatel, casa u. I.
pedir a liorna que inslra no seu peridico o boutem, declara a esto seiihor quo se auha' ou na ra da Praia da Santa Rita, venda n.
seguntc
do
c,
I
iimnmlnt ^^t^^^K"nkiii*M tilica para sua inielligencia, tdotido diri- estrena do Kozario til 36, a negocio de seu
30 dias para o proprleiario ser ouvldo, saben- gir-80 a roa do Queiruado n. 20. "iutoresse.
do o procurador da cunara que ea me achava Jus Joaquim Pereira de Mendonca. -Alogi-se para qualquer negocio,e por pre-
em Coimbra, e ineupil na cidade do Porto, e Quem procisarde urna ama do loile.di- ep commodo, a loja do alerro da Boa-Vista
rij i-sea ra de Dorias n. 49. 11. 38.
Com Inuao a eslar fgidos, des.le 20 do .. A |, se conMrva o terceiro an lar do
_ noveml.ro d,. annop.ssido.os dous escr.vos sobrado da praca por alugar, muito fresco,
taledltal: o annunciante lem de reclamar a seguinles : llenejicl>,nac,ao augula.bem pa- com commo los psra grande familia, e rica
aua propriedadeda lllm. cmara, perca edam- recido.repreaenla ter 2a uiiosde idade, bar- ,|as f0 radas de papel, com tres sslas e 14
nos, e o mal que l\r occuireudo em leu pre- bido, alto, ps o m.ios grandes, denles li- quartos na ra Nova n.67.
juio, pelo pretrxto doluio com que a cmara malos e he cozmheiru; Mariana,naclo costa, _Pr.pi^o aa quiz piivar a um cldado da sua propriedade, alia.bom parecida.repiesenla a mesma idade -">-"-: "c "'" "Oinctii sui
eonauaiMoaJuatica.i'lc.Seu sobrmho Vidal.nao conait ,,,. form aeduzi los- e condu2 los teiro, 00 cas,ido que IClllia pra-
S3SBX:Sfe^a^ i dej.rdim e l.or.a, para* um
nuu-ine a eacrever, dizenJo que
la II .ti"i|(ni. chegou, e nada
o <|iie eu encontr. Nada mal
primo, compadre e amigo vi da toila Dou- .. \|0 di 15 do ccrrenle,*3 5 horas da lar- n. 4' primeiro andar.
de,desai,pirecu una escrava de Angola por i ^_ ,,. -!i_ _a
" nome Cir.na que rapre.enta 40 anuo, esta- 'luga-ise Uin MtlO 1108 Al-
tura regular, secca do corpo.o ao aoJar faz Hielos; o primeiro e o terceiro an
umgoilo com um dos quaHos : falla como Jdr du so|,rado n. Q do alerro d
so fo>se creuula; quem apprehen ler,dirija- u ., .
soa ruado Queimauo loja 11. 2,que sera gra- >>oa Vista, e o terceiro andar do
linc,-.r. k 'sobrado 0.4 do atetro da Boa Vis-
--hm lado correte mez de junho des p- T ,
pareceu do sitio da Trempe n. I, utna prela ta quem Oi pretender queira
de nome Joaquim, com os signaos seguin- dnii-.-sc ra do Trapiche n. 36 ,
kilo A.. MPSaai* .. m.,11,1 .1 ., a.laa.ta tA ,
a tralar cotn 0i-
'gou, cnutia: ior- dam o rouieU.iD pir*ve-U praga a hiU atar egcnuo em oermuaem ; quem
que iDaodar.a pe- ao abaUo assignido, qu-5 serAu gr.tiiicinjos prutciider azer tralo. ou engMa-
a. Dr-oi o aiu.de, he c m 100,0ra se p>otut ndu contra quem L r i /
,U|.de du.ru seu estiver ue oasi delies. ment, dirija-se a ra das l rutes
P. S. Mande tirar a cerlido de idade do
meu iliu J11.1 |iimi, tcuotihi'i, .1-1
portuguez e reiuella-ma. para isso no cusiar
tnullu a prucurar du asieutu. saiba que elle os-
U com l> para l' aunot. Dourado.
. Sr. Amonio da Coila Feneira. ele., elc.i
ele Pciuaniiiuco. Pnmj, ciuupadrc cainl|c>.
Villa do Conde iS de ieteiiii>ro de 1836.
Uoiiiciii uipsmo Ihe escrevi, nao b por o Sr.
Emig'io, cuno por oteu lobrinho, tiln* do sru
rmo Iur/., c por dom rapases que Ihe v&o
ZSXXXU^ttfFJ '- ",a do corp^.e magra, de idade 38 ^ J"
pclocorreii.de!. villa, vind, pelo ,le Liabas, nnos, pouco mata ou m-nos, pellos peque- cg"" uiiuar, ,_,,,,.-------------.,,.,
a sua estimada caria com data de 15 de jnniio n"-, e canutos; en urna das orellus lem lusitano lie AquillO rcrrpira, das grande, villio da Parahyba do Norte, a
do anuo jrrenle, oaqual me dir, viuda por um buraco grande do brinco, a tola dos |lnl... ut j, iar,J,3 I 2,2*0 rs. t no Caes do Hamos, n. *.
nao de nono patricio, o Sr Florencio da Coila bojeo pannos brancos.eos meamos por cima I "u,0 'c "a ua iiiiao.
Juiqueira, por cuja mo tambein me reineitia do n earirmella. ^a cart que boutem Ihe eicre- Uoridade policiaos e c pila) ,|e campo que polheca em casa terrea.a quantia de 500# ra. Vendem-se paos de,'nc8 P'c"
v, digo-inepara V. me. reiutier-iue na P"-!, encontrare n.princip.linoiile de for. da ci-i --le'Ja-e fallir com a senhora Viclona- t. bem fetto, por muitobiraloprefu.ua
neira embarcado toda e qualquer quautla, d d p0(,u.m e conduzo ao rele.ido sitio "" Mara o Espirito S-nlo, viura do rallo- ru da Cr.ia n. 15.
que pod.r cm...uc.rouletir..,co,m.nto que r" Gadoi. defronlo do becco cil"> Alexandre Cs ne DamiSo.a negocio de Vendem-e em casa de Me. Calmout &
ie^rar.^^^
genero .un,, I'ara .. ,ua. coinbinacde. yi.t. pensua O seu H.liallio. jiennors h.j. de atinunci.r por es-a folna a os gilinls artigo p..r piecos^JarlMI
do preco que aqu leu. dado ltimamente, para -- 1)0 ongaill.O Cnoas om Ipojuca, fugio "" morada, OU dirija se a ra Uiieila, SO- "]">, allm. "jlU'',".e"* ul.,L 1 ?A
. meliior Ujo ou .. lett,.,, ou por' um moloque do nomo Francisco de 8 a 20! "rado n.6. primeiro and.r. oleo *''""'" emJ';> d" no ,.,'. J
-- Precisi-e deum molequa ou preto, de milflo snrtido, marca 0,00.000 Breu, em
que s ja fl'l para o serrico de urna casado ba-nens muito grandes, uma qu.nlidade de
'i"
qualquer outro incio^ue V. mo. imagine, que giinos de id le, estatura menos que regular,
me venha ca a quantia que Ule digo, afl. de f,, r^il. e cabed Dio muilO CaiapHlll.do,
el .'elltll II llll'll lllliil.lA >fllll,> l\ .lili' mo II 1 I 11 :1 ^ .
I .i. i ni ni Joa da Costa, nao esp*erava eu menos,
Jufti|Uiin Josc da L.iiitn, nao r-tnfr.tv.i cu uicnns, ,r t '__ __., ___ "
epo.i,.,.ro.queeuln.del,ei o. recibo, ea prado ao Sr. Francisco Malhas; que.n o ap-
earla, e alodallie pude arUriuar que nada tra- preheillerou dello souber,dinji-se ao mes-
Antonio da Coila Ferrelra responde ao .11111 ou-
cicade Joa da Costa Durado,poDlicado no Dia-
rio n. 130 de ililii,lo r> do crreme, que mullo
ai.-ea de ler a infelicidade de receber a iua
i,i,mair i, a,., j imii.. de que virer, tloha-lhe
feilo favore, Ido leu credor c nan preciaava,
nem nuuca precllou, do que lem Dourado, ou
ontro qualquer i e sojuigando oa outro por l,.
pode Dourado ter a audacia le ,ii/, i que a
meaquinna adini.lalracn de aeui poucoi i e-
dios he capaz de locupletar a alguein ; na fc-
lizmente todo o coiiiinercio de Pernambuco
me conhece \ eiabequc nao mando diser para
Portugal, que cato pagas letras, que se devein,
nem tenho deitado o trilbo da hunra e dignda-
dc. Dourado aflaga para morder.e depois que apa-
nha a preta, dilacera, e chora como o croco-
dilo; luppenial de todos : e porfsso na ques-
i.i,i da cmara ordenoo que se corrompea.e o
avaliador desta paia levar o preco da desapro-
prlacao a 8:000,0i>0 rs., documento ri. I, accu
aando de dolo e engioo quando elle he que o
perlendla faier inculcandu ter do filho a pro-
piledide que er* sua, e Isio sein embargo da
eilriptura de compra que po va v i o comrario,
e vendo que nao tinba elleito leu manejo, fi-
cou fuiioao, entendeu deifechar o golpe de
tu. ira conlra iiilin F.llou Dourado cin repa-
ro, da casa da ra de a gol. Verdea; mas ene
cynistuo basta tmente para retratado;polsque
es,a cas. cuando em estado de ruina, c lando
por laso de ser demolida por ordem da aulori-
dade pnbllca. foi forcoso recdlllca-la desde o
allcerces, e fazer uin predio de dola andar
com cozinha fora, ludo ein provello do mesmo
Danrado, quehnje percebe |ior e.se predio .-
vulladaa leuda., sendo que icnau l'oisc a ree-
dificico tcrla perdido o capital da decadente
cama, nao gozarla boje do novo predio e do ren-
dimenlo deite; eiia obra c a deipeza para ella,
fui communicada a Dourado e por elle aprava-
da, documento n. 2. Debilri a Dourado zoo.i'OO
por annoa nm caiclrn, porque del le nSorecebia
conimliio alguma e preciiava de quem admi-
nistra obraa, cobrasc alogueia, p.g.aie de-
clina, e foro, compras de materlac c generoi
para deipachar c remetler-llie, e o beneliclo
nao me devia.er ma a damaoto, pul que alem
de nao receber coimnliaao, dava ca.. me..,
roup. lavad, c engoinmada .o caxriro euipre-
gadn no ieu aervico. Ilcmiseravel a laubranca
de 467,180 r. com deipeaa Judlolaei, pola que
oppoiido-me cau. dcdeiaproprlacilo poi ma
ordem, e f.zendo depuis proleito, decahindo
da causa, havlade pagar as cuilaiein que Iioo-
ve condemnacao, e ahi eslao os autos no carto-
rlo do eicrivao nandelra e Molla para provar
que em queitdei rcnhidai. levadla al a upe-
rlor instancia, nao he eicelva a quan la de
despezai aue apreienlei e paguel, Inchnlve
cuita. Sobre a lllupendenci nada dl.ae Dou-
rado, e gor* t .cre.cenl.iemo que contes-
tada hde, nio pode urna parte deilillr da de-
manda si ni o con, entinieulu da oulra, pul um
dos rfleltoa da lilii-conleit*co be produalr
uin quail contracto, e obrlgar a. pailei a ou-
vlra srnienca, e jl ae v que o fundamrnii
com quequer Dourado renovar aqu a acfSo,
he destituido de todo o Puodamenlo. Mo Uve
animo de litar a mlnh* rrildencl* em Portu-
aal, quando para III ful tratar da inhiba laude.
por can.rlhoi do facullallvoi, ana. depoil que1 Emilia Jolrnna. De lodo o manque a sua caria
lacheguei, inelliorei, cont'.lii rrl.cdci, tomei conlui leo enlrndlajp. Toatt aua familia fl- Je ullio
rilado, mudel de reaolu(*o, e nao pouo ago- ca de laude. Inclu.o acliai Urna carta e um*
r* deliar de rollar para o aelo de inluba Ta-
niilia.
II. singular aopoiio de Dourado, que pea,
blver en
- No engenho Noo do ribo, oompra-se
afoardante paga-se a *00 a caada.
-. Compra-e a obra Mocidtdo eogana
ds a dtaeiigaaada, sinda quo falta slgotn
roluros : na rus Diralla, paoa'ria n. 26.
.- 0 Igario. da fregueiia da S, Jos do
Recifi", compra por ordem do Exm. e llvis.
Sr. bispn dioces.no, oa tr.vejamanloi abai-
zo mencionados, para a obra da matriz quo
e esla e lineando: i travs de 0 ten lo 9 pol-
legad. am quadro, dita de 50 dito dito ,
20 da 40 dito d lo, 52 de 49 cota 8 pul lega-
das, 80 de 31) dito dito, s ti O toJas da qui-
Itdade.
- Compra-so uin silho, que satejasm
boro uso : quem o liver e qutier en Jer ,
annuncie, uu dirija-sa a roa Imperial o. II-
Comp'am-se para urna encotnmenda
do Dio de Janeiro, du.s escravas creoulas ou
pardas, de 14 a 20 nios, que teiiliim boas
ligura, um mulequa de 14 16 auuot; os
ra Nova n. 16.
- Cnmpra-sq um mulatinlio de 14 a 16
annoa de idade, assim romo um prato ds 18
a 24 anuos.robusto e proprio pira todo ser-
vico ; tratar com Luiz Coma Ferrtira, no
M,ulego.
- Ma ra daSenzalla Velha, defronte de
Sr. aln ton o oi iitor.coiupri-.e todo as qu.- ,
lid.>ies de ferro velho e metaes de todas
aa qualidadea assim como ourelos de pasos
linos,o.seini r.s e tudas aa quali Jadas do oau-
lamhosqus serviram pa>a fazer papel i as
sitn como ciboa velho*, lonaele.
Vendas.
Vendem-se 3 portidaa de rotula, mui -
tn bem feitas: na rus daSeiuslla Velha ti
126, confronte ao becco do Da mpello.
Vende-se urna a. ora da de casa, feitaa
moderna e bem edificada, rom lijlo ocal,
a por precu muiio commndo, sila na povoa-
r;So dos Afogados, na ra do Motocolomb :
trata-se ns ra'Imaenal n. 31.
Veode-se urna negra robusta, lava e
lem principio de ouzinheira, e entende de
quitanda : na ruada Cadeia do Reetfe, loja
n. 40.
Vcndcin-se as mais excel-
lentes batatas inglezas, desembar-
cadas hoje, a i,a}oors. a arroba :
na travessa da Madre de Dos n.
7, armatem do Compeli.
Vende-se um escr.vo da naglo: n rus
Direita, sob/ado n 23.
Attcnfao ao3y A.
Vende-se urna carrosa quasi nova, pro-
pria para cairegar agua, em urna pipa, sen-
do para um boi, na ra rstreita do Roza-
rlo, tr.vessa par o Queinadu dnpozito n.
39 \ no mesmo coniinua-se a veader bu
lachinhi linas de todas as qualidades, o
I a o, he ni muito iioiii doce de guiaba manda-
do fazer do encommeiida a que a muito
persuadir ser marmelada e nao goiaba.
Vendem-se 3 ou 4 oscravns, proprios
pars todo servn;,i de campo, ao que ja estilo
bstanle Inmutados : na ra da Cruz u. 8,
terceiro andar.
Ven lo-sn um bom selim, quasivovo,
com todos os mais perlences, na ra do Han
gel n. 7 : trata-se na loja do sobrado da ra
do Collegio n. 13.
Datubraia seda.
Vendem-se corlea de vestido de cambra i a
leala, n\r de roza, encarnad*, izul a m-
rella, fazenda moderna, pelo baratissiato
preco de 7,000 rs. cada corta : na ru do
Queimsdo, loja do sobrado imarellii n 8.
Atoilhados.
Na luja do sobrado amarello, na ra do
Queimado o. 29, tem para vender um grao-
de soriimnnto de atoalltados de todas as
larguras, e tnalhas de varios tamaitos; as-
sim como guarnadaoos de diversos tena-
nnos e qualtdad-s; e ludo se vende por mui-
to barato prefu.
I a li tos l'i'ilo.s.
Conlinua-se a vender palito, de patino li-
no superbr o muito bem feitog, por prego
muito rosamodo: na ra do Queimado, lo-
ja do sobrado amarello n. 29.
A no rs- cula um.
Na ra Un Queimado u 3, defronte do
beceo do Peiie-Frito, vende-se leocinhoa
de cambraia pintados, para n,2ns desenho-
rna, pelo bsralissimo prefo de se>s viuUus
cada um.
Vemdem-se saccas con milb, porc3o
eectuar o meu .meuto^br. o q,y=-ne diz do fc
De delaei os recibos e a
pude afHriuar que _.
lou coinigo, qur de piular cal, ou de oulra mo engeuno ou ao atierro da Boa Vista
qualquer couaa. Sobre o procurador Concel- n 8.
co, nada impon* que elle quclra ounaodli.o, .- Em presenrj do Sr. Dr. juiz dos or-
le incumbir, ellei auquerem que Ihe diui mui- phos i> ausentes se procader a ariamla-
lo dinheiro, e por uliimo nada raiem. Sobre o cj0 de 43i sccas de algo l5o, recolhldas no
adiar moiivo par. de.pedi-lo, ou operar que <" 19 do correnlo |u horas da ruanhaa,
eu daqui Ihe diga reipelto Fico tambein cu- 8 ro formldade du edilal ja publicado por
tendido de ter dado a Joaquim Ignacio Crrela e.tc Diario,
de B rito oa quatrocento mil ni-, e eatou ceno
que a fesla nao sCila boa. iubre o concert que
V. me. dever ou enleuder fazer na iiiinhai ca-
Aluga-sn o primeiro andar da caaa d*
ru da Senzalla Velha n. 36, oom commo-
u.~*&kiS%?'::Zu, fr p'ri8r,'?2 f?n,i"a: 'rl,r n*ru'o
.. Ili,m4.ln n aA Inciniri. ..nil.r
fazer a obra, que diz, na caaa em que inora i
Juitlniano, sclbr parabein e ulilidado miaba
e de ludo mai a eat. repelto. Fico entendld
Queimado n. 10, terceiro andar.
Casa da commissSo du escravos.
Na ra Direil, sobrsdo de tres andares,
aobie a carta que recebeu do Ignacio Pereira deftonle do becco deS. Pedro n. 3, rece-
de Cauro, noque e.lou contente. Quanto aoa bem-se escravos de ambos os sexos para
ineus devedore, ejo que nada leem dado de vender de CommlasSo, n.lo se levan '6
..ed.t. d.dooBcier.a Cavalcanti 50,00.1 r. por jsse trsbalho mais do que 2 por cuto,
^ru-.c'.'-r'eceteu SESLSSSSft S" LS ^ Kd" C",'"i''r":
con i.,, ,,, li.c niandrl, e ae uso nao for ba- olTereceiidO-80 para i.lu toda a segur.nca
lame, pela priinelraembarcacio que daqui sa- precisa para os dllu* escravos.
oir mandan-i oulra canta, e dig.-lhe que eu Lotera do INoSSS Scilliord lio
c nao tenho papel nenhuin da dcima, por- ,.
que l ludo deiaef; mas ab|i mesmo verei so liOlSTIO.
por ci tenho mais alguin para Ihe mandar. A. lt Killiataa rtaata Inlpria aaaUtaa a
soa recell*. que agora me pede, Ihe muelle- "f D"""M 0Mla ">ena eslao
reina priiueia occaslio. Mullo enlinel laber VCIlila I10S lucies ja ailllllll lados,
do reverendo Tr.Jauo, ter dado a mesada a .,___i. .._. ,__i______
as rodas an>tarao por todo o met
julho ; porn. se a venda fr
prncuracao duSr. JoaGoncalvea Ferreira, pt- COIltlUUanuO Com S mesilla 1II11 li-
ra V. me. lomar coma de dua* lata com renda _.;, ihr-snnrriro m, i rara o ilia
_ ou o leu produelo datnaodaSra. D. Fili.arda e"C,a "eSOureiro murcarao Uta
. perdido o firo do domicilio por ler i Le.l de Bario, cooforme o recibo, que um- a3 do COll'eillc, VCSpera do (lo -
v.dt.do. eate lugar, e qaer que o icompanhe bem achira, e dn que liouver a re.pelto rae o ^ ujnl:-.
nai.u. mu danca, c po. liio deiilitlrda cejo vlir oou seu primo, compadre, amigo e riOSO 3r. O. Joau ISapliSH
que conlr*iulnilntentouao Porto p*ra iiutau- obrinadisiiino. R^ "_-_^para o Hu deile mez A pessoa que anniioeinu no Dialio de
i.niili na ra da Cruz n 18. 'otins, retro mgiez em barra, folba a arcos
- O Sr. Jo3o Uil Vt.nna, queira dirigir- olidos em porcOes grande, ou pequen,
se praca d. Independencia n 6e8,.o que ferro suecia qua.iradu, chumbo em lencol.
,a5e saceos vastos n barricas abatida, vinho de
-OSr. Francisco de Paula Andra 'elon- Msr.elba em eaixade tres a seisduzi.s.
te-N'gru, Um urna caria do Coiann. na li- Vendem-se dous lindos moleques de 8
vrarian. 6 a 8 ea p.aca da In lepende-cia. "O *,n,:^ *em v'clo, J"',ul0 "iPerfeilo
- Pede-se .o Sr. Francisco Feliciano Ro- cos-nheiio, e ouuo com bom principio, um
driguesSetie(jQueS. 8 nao Um morada dio de seis annoa mutlo lindo, urna prelada
coit., e pince vivor como orubu' que sonde bon-l* ligura e moca que so quer vender- ns
.noit! ce ahi no sua esa) teuna a bondade r.a, dtiaditas sen. Ii.bilid dea, ama dita,
de vrr remiro s. us tres vale vencidos ha de mei idade peifelta co-ini.eira, um casal
muito; na p.d.ri. da iui d. matriz d. Bo.- de ciavos sendo o preto bom serr.dor.sa
Vista 26 i1"'1" 1,u' lu,(l' 4 "a bonita Ggura ; na
- Faz se bolo de 8. Jolto e engic. de ra da jcmba o. ti, oude morou o finado
milho verde, mullo bem feitoa; na cidide vigano do Uecite.
de Olinda, airas do Amparo.
Compras.
nanda preitar llanca,eu nida dV, a accao rio, loja de uiludeza, n. 18
n-77-
f~g Mesaa para janlar.
Na ru es,relia do Bozario o 43, vendem-
se lres mesas pioprias para jautar, por pra-
ro commo -- Compram-se 30 travs dequalidade Vende-se os livres seguintes: os dic-
iendo 45 palmos de comprmanlo : nnun- ciomrins pelo capilSo Manoel de Souza. t
ci, ou dirija-se a ra de S. Concalo, sobia- dito de Itoq.ei, a discripcao do Brasil, Usa
do n. 29. po-tica,Hor.tio, VirgKi, *ol*cU, S.lustti.
Compram-se escravos de Teiemaque, Je.nne de Are-. "e,,>^ m '>:
, Anglica HaulTmamnoPasseio Publico n. 17
ambo- os sexos, paga-se bem, ten-
do boas figuras: na ruadas La-
rangeiras n. >4, segundo andar.
-- Compram-se para engenbo.escravoa de
ambos os sexos, sendo aquellos de 15 a 30
anuos, e estas al tS ; no armazem da ra
Nova n 67.
Couipr.m-se 4 ou 6 c.r'inhos de rollo,
om meio uso ; o iu Nova n. 67.
Trocao-se
por dinheiro bonitas condeca
chejadas
pelo iilti i'O navio do Porto, oa padan. quo
fui do Cuuha : ru do Razirio estreita
n. 13.
Vende-se
todos os perlencea para fabricar velas de
carnauba ; formas, baria., coco, eumguar-
da roupa de amarello: na ra Nova u. 60,
.- Compra-sa um relogio de cima de me- "V!. *
.a. ......... ._ .......i^ i...m ui.i. Vi
A aio rs. ocovado.
Defronte do becco do Peixe Frito, loja n.
s. ou da parede,j|ue regule bem e teja
perfeito; no armazem da ra Nova n. 67.
Compra-so urna balan toman, es-
tando em bom uso, que pete at 500 libras; 3, vende-se casta chita, core flxa, de lio-
na iui da C.dei do Recifen. I. do pdtOe, pelo barato preco de duievin-
Compra-ie umi escrava que >lha co- ten o covdo bem como cnilis b.ratas
anbar, o ensaboar, aluda mesmo do meii e oulra f.zeada mais.
idide no becco da Viracho n. 39. Vende-e
Utbaixo assignado compra diits rreou- urna boniti escrava creoula, de 20 anoos
las, ou pardas, piendadas da boas figuras' apta para todo o afrvico: na roa da Praia
na ra da Cruz n.40.Manoel Alvesuorrt. primeiro andar n. 43.
-
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4


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Com pequeo toque de mofo.
Chita escuras de core Qxis e bomtoi
padrOes te*) Ocovado pee 4,500
rs,, cortes >>e eamhraia de (tpicos brinco*,
o ilo cores a ,500 e 4,800 rs. na ru do
Crespo teja da esquina que-vir par* a C-
dei. .', ,
Novo e variado sortimento de brins
de cores de linho puro.
Na ra do Crespo loja da esquina que vol-
ts pars a Cde'.vondem-se corles de hnm
de lst'as e quad'oadopuao linho e de boni-
tos padrOes a 1,600, 2.210 rs., dHo pardos a
1,280, e2,01)0 rs., riscado de linho de lislras
a 720 rs. o corte, algodflo mesclado de lis-
tras bem encorpadoproprios paraescravosa
220 ra. o coado, cortes de carob'aia de co-
res fixs a 3,500 rs .lencos de cambraia de li-
nho para o.So a 400, 5i>0, 600 rs melts pa-
ra meninas de lodosos tamaitos, e oulras
muilas hiendas por preco comoiodo.
Vende-se um preto de boa ligura, n sem
vicios nem achaques, hbil para qualquer
servico; o motivo se dir so comprador : a
tratar nos quatro oanlos da ra do Queima-
do, loja da esquina o. 20, das 8 horas da ma-
nilla em diiniu.
i Vende-se um escravo creoulo, de idade
de 80, a 35 annos, pouco mais ou menos.sem
vicios, nem derei'os ; o qusl cosinha o diario
de um ees, he vendido por precisfio: quem
pretender, dirija-se a ra do lungel o 50,
que acDir coro quesf tratar.
3,000.
Vendem se cortes de brins trnrados es-
curos de puro linho a 2,000 rs., dilo de pele
do diabo 900 ou 240 rs. o covado, cortes
de eamhraia de sslpiros de cores e brincos
com sete varas a 4,500 rs. o corlo, e 720 n
a vara : na ra do Crespo, loja n. 6.
__Vende-se um preto de trinla s qusren-
ta anuos, proprio para ser vito de campo por
ja ter prtlica e ser do mato : a tratar na ra
Augusta n. 66 at 10 horas do da, e des 3 da
tarde em dianle.
l'enles para atar cabellos.
Vendem se, na roa doCbug, loja n. 6,
penles para atar cabellos imitando tartaru-
ga, por 1,280 rs. cada um ; ditos mais infe-
riores a 500 '8 ; ditos ditos prelos a 280 rs ;
ditos pus alisar s 320 rs. e ditos linos de
inarlim a 320 rs.
4* Vendem-se as azendas se-
guales, ebegadas ha pouco na
barca l'ernambuco: casimiras mili-
to finas, pretas e de cores pa-
drSes novos neste mercfdo ; pan-
uos finos de differentes cores ,
e crep de todas as cores : no es-
criptorio de Jos Candido de Bar-
ros, na ra da Cruz n. 66.
Marroquins.
Na rus doCsbug n.6, v ndem-se pelles
de marroauim a 1,500 rs. cada umi.
Vende-se um terreno com 107 palmos
de frente, e 90 de fundo, sito em Forado
Poitas a beira mar, um dito cora 100 pal-
mos de frente, e 500 de fundo, silo na Pas-
ssgemda Mandleii,abaixo d ra publica,
entra as duas pontee ; e que tem no fundo
ouira rus que da despejo pira a camboa da
ponte pequea ; um dilu cum 100 pal uos de
fentee 300 de fundo atea mesma camboa,
e que tem urna ra na frente, e oulra de um
lado, que he aquella que di despejo pora a
mesnia Camboa. bous ditos, com 50 palmos
de fente, cada um, e 300 de fundo, atea
mesma camhoa : na Pracinh do Livramento
loja n. 57,-se dir quem vende.
Veodem-se um lindo moleque de 15 an-
nos, proprio para pagem por ser multo bo-
nito, uto mualo uliicial do serrado", dous
negros para trab.lho do enxa ts, duas escra-
vss de meia idade por preto com modo,e um
negro vellio, proprio para sitio na ra lar-
ga do liozaiio n. 22.
__Vende-se um guarda-roups com escri-
vsoinha ; na ra do l.ivraacnlo n. 14.
-- Veodem-se saccas com o mais superior
caf que ha no mercado : a tratar na ra da
Mocda, armanm de l.uiz Antonio Vieira tk
Companhia.
Ha na ra Nova n. 67, segundo andar,
um piano inglet di boas vozes.duria e meia
decaleiras, uinsofa, dous consolos, e urna
mesa de meio de a-la com pedra branca,lu-
do de Jacaranda e de bom go>to, um touca-
dor, umguarJa-veslidos, urna mesa dejan-
lar de abrir com quatro taboas, ludo de
amarelliyiin par de, jarros dourados de mui-
lo bom gusto,c dous pares do laniernas com
p de bronze; adverlindo quo esta tudo no-
vo, e ioi preco comoiodc.
No buhar da rus nova n. 69, lia para
vender-se balas do estalo.
Vende-se seda de excedente quali-
ade para forro de carros, e galOes para
guarnan dos inesmos: ns ra da Cadeia
Velha n. 24, prim-iro andar.
Collarinlios.
Na rus do Cabug n. 6, vendom-se collari-
nhoia 1,8oo is. a duzia.
mvatns de mola.
Na ra do Cabug n 6, vendem-se gra-
vat'Sde mola, muito linas a 1,600 rs. cada
urna.
lucas franjas c trancas.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se riess
franjas pretas para manteletes, assim como
um sortimeolo de trancas largas e estreitas,
tambera pretas ludo barato que ad-
mira.
Brinquedos para meninos.
Na rus do Cabug n. 6 vendem-se brin-
quemos pars meninos, muito baratos, por
se querer acbar.
Pastilhns de Soulli
Fegetuen contra as 'lom
brigits
Approvtd.s pela junta cenlral de hyglcne
publica* preparadas porJ. M. Soulli, phar-
ioacrutlco,.inembro titular da academia linpe-
rlal de medicina e da ocledadc de pharinaela
do Rio de Janeiro. -
O nico deposito verdadelro drilsa paililha
be ealabrlecido pelo niesmo 'autor na bolles
do Sr. J.is da Rocha Parinlioa, ra Dimita n.
88, em Pernambuco.
Deade muito lempo a arle medica eslava
procura de um medicamento que fosie.facil-
ineute administrado a crlancaa aujcltat a m-
tenlas verinirfoaaa, molestlaa terrlvelsque oon-
duiem lodos oa dlaa ao tmulo um graude nu-
mero deltas.
O gosio e ebeiro dos anlheImlnlicos emprega-
doa at hoje eram outroa tintos obstculos
aua administraran ; por isao eremos lar presta-
do um grande servico4 humanidade, e princi-
palmente aoapals de familia, annunclaudo-lhes
um vermfugo, debati da forma de pattllhas,
sm chelro e tem aabor, que possue a iccao a
mais enrgica como aothelmlotlco vennlcldo
contra as lombriges Intestlnaa. ( Lombrigal,
oxyuras,et..*tc )
A comp.islcao das pastllhaa he puramente ve-
getal. Quando em 1845 Atemos a tal prepara-
cao, eslivrmos lio certo da aua acco vermici-
da qne nao hesitamos um matante em experi-
menta-la em nostoa proprlos lillios antea de a
faur conhecer : o efl'ello fol espantlo, c logo
barateiro da ra do Cabug.
Na ra do Cabug n. 6, vwnlem-se ricas
caixas douradas, propiiss P'ta guardar
oi,pclo diminuto preto "de 800 r. cada
urna.
Meias cruas para hometn.
Na rus dq Cabug n 6, vendem-se meias
cruas, muito oncorpadas a 3,000 rs. ornas-
so ; tlitiis de linlio a 4,000 rs.; ditas com lis-
tras, muito finas s 3,200 rs.; ditas brincas
para senho'a, muitn finas a 5 000 is. o mas-
so ; ditas para meninas a 3.400 rs.; ditss de
menina s 2,800 rs,; a ellas freguezes que se
esto acabando.
Cordas para violSo.
Na ra do Cabug n. 6 ven lem-se cor-
das para violSo, minio novss efortes, por
preto muito commodo.
Deposito de cal virgem.
Cunha o Amorim, na ruada Cadeiado
Iteeite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preto do que
em outra qualqner parte.
l/arinha de mandioca.
Vendom-se ssccas com farioha nova,che-
gada ltimamente do Cear, 12,000rs. e
em lo'.es de 10 ssccas pira sima, a 1,800 rs.,
esda urna sueca ': no armtzem no I, J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 35.
Vendem-se os verdadeiros sellos in-
que os lllutirea profeitores do Rio de Janeiro g|Bzej( patente, de molla e sem ella : na
c das mala provlociaa do Imperio a conheceram,
nao duvldarain emprega-la ein todas as moles-
tlaa vermlnosaa.
O illeito del tas pastilliai be tao certo que nao
pode haver a menor duvida aobrea sua efflca-
cia, como coosla das opinidea de mullos illus-
Ires mdicos que abaixo tr.ocreveinos. Cnm
rudo, como as criancas esto tujeltaa a oulras
moleatlas cujos symp
nos das molestias ve
nos casos gravea, de
arte amea de administrar as ditas pastllh.s; nao oo rs. 8 Canad : para COnfir-
queellaa possam produtlr algum mao Bello,! i >--. |
porque na aua composlcao nada entra de no- mar (la-.sc a provar, e par VCrda-
civo ; mas porque pensamos n.t que naquellea I l l^ u- I__ t:..u .ll
catoa grave, ni deve administra!-se .nedlo ^ beber } he barallllho, a elle
alguineinquantoa molestia nao be pe feltamen- fresuezes que lie bom VnllO
tediagnotlcada. ;m_ ...
A iluse das pastilhas lie a aeguinte :
Ditas a aris pastilhas em jejum, para as crl-
rua ta Siizolla Nova n.42.
.\rmazciii de vinbos.
N.a rita da Senzalla Velha n. 48,
v.endem-se vinhos de Lisbo e Fi-
' gncir.1, dos mais superiores que ha
np'tonassio quaai 6s mes- n mercado pelo ilimuto preco
verminosas, aconselhamos, c e
i- consultar um hornean da.ae aoo e ajo rs. a garrata, e 1,900
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
rolla para a Cadeia, vendem-se panno pre-
i
Fitas de velludo.
Vendem-se, oa ra do Cabug n. 6, fit-s
de velludo abertis e fechidas.com fivelis de
mideperol e douradas, por precos muito
baratos. .
Linhas de carntel.
Ni ra do Cabug n. 6, vendem-se linhas
de carritel de 200 jardas, s 900 rs. a tluzia ;
dittsdeditos.com lOOjuriss, a 320 rs.j as-
sim como um sorlimenlo de ditss de no-
vello, muito baratss, a rula do comprador
se dirt o preto.
tjicos largos.
Ni ra do Cabug n. 6 vendem-se bicos
muito finos, com um palmo|d largura, a
1,280 rs a vara; ditos ditosa 640 rs. ; ditos
com meio palmo a 560 rs. ; ditos de 4 dedos
a240rs.; assim com um sorlimenlo de bi-
cos esireitos, muilo finos, msis baritos do
queem outra qualquer parte.
Boies de madreperola.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se bolfles
de madreperola, muilo tinosa 560 rs. a gro-
za 1 ditos pretos para palitos de meninos a
500 rs. grots.
Tesouras muito finas.
Na ra do Cabug n. 6 vendem-se te-
sourss muito finas, para costuras, s 500 rs.;
ditas maiorea640 rs.; ditas para unhas a
800 r eenv-l*s de 2 fo.has cibo de chifre
de viado a 800 rs.
Kiquissinias fitas lavradas.
Na roa do Cabug n. 6 venJem-se ricas
litas de sarja e setlm de ricos padrOes ; di-
tas muito encorpadss, estrellas com ricos
bordados, propriss para ciutqs Je meninas ;
ditas lisas seln ponta, dejsrgura de 4 dedo
500 rs. a vr.
ancaadeu a 6 annos, augmentando a dsc gra-
dualmente aegundu a idade De dez a dote pas-
tilhas para os adultos, equinze a vtnle para as
pesoaa de 3o annos para cima.
Repetc-se a mesma dse Irea dias a fio, e no
limito dia pode-te dar um purgante de oleo de
ricino.
N. B. Podc-sc augmentar a die dat pastl-
Ibaa sem receio de produtir irritacao alguma
as viasdigestivas e se algumat vezes na ha
lombrigaa expulsas, pode-se estar ceno que to-
do e qualquer symptoma de molestia vermino-
sa tem desappareciilo.
De alguns dos lllMIrc plofessores que dia- idtla hespanhol, 2,8(
rlsmente receitiin aa pastilbat vegelaca para tas tazendss por preto
lombrigaa.
'I eniln dado as pastilhas vegetaea a meus li-
Ihos e oulras crlaocas de differentes idades, lo
iiIhi.as achado semprr clllcazes para tal lim. e
Julgo ser a melltor prcpraco que tenho utado
uesta cldade noetpaco de dote annos de ml-
nba dioica. Assigaado, Dr. Ptreira a Cosa.
Posso assegurar que ladasas veres que tenho
ernpregido como vermfugo as paslllhas vege-
laes, hei uluido aempre mu resultado multo sa-
tisfactorio. Estaa pa-lilhas tcein sido por mim
algumas vezes admlnislradat em dote baslair-
te elevada, e as vas gstricas ae teein conser-
vado sempre i dille;enus a e$tc emprego.As-
signado, Dr. AnU,nio da Cusa.
Kaco uso das paslilbas vegelacs na minha cl-
nica lia mais de tjuatr.. annos, teodo sempre
obtldo fellt resultado nos doentes a quem te-
nho applicado, que mullo dilBcll seria enmne-
ra-los hoje ; accrescendo que estas pastilhas,
alin de nao apreseniarem oa Inconvenlentea
dos outroa antheliniutlcot, tao de um goslo lio
agradavel oue at criancas muito as aprecian!.
Assignado. r. Jos Pauta da Roa (ialhardo
do tom-Suceetto (da villa de Ubaluba. )
Altestoquc Irnho applicado as pastilhas vc-
getaes, e dellaa lenho observado feliz eillocm
crlancaa affectadaade vermes.Assignado, lh
Francisco de Paula Candida.
1 enho empregad por varias vetes as moles-
tia vernal netas as paslilbas vegelaes, 8'ja as
criancas, seja nos adultos, c aempre com vanta-
j'isos resultados. Pnssodizer que na inlnha opl-
iilo esla preparacaopharmaceuca tem dotado
de mal um rem-dio precioso a thrrapeutica ,
unlndo a urna facilidadeemeina de adminstra-
lo filenos promptos, certns c constantea.As-
signado, Dr. Antonio Jogtnd*
Tenho em rmoha clinica acontelbado por
immeusat vetes ai paitilhat vegetaea, e o seu
emprego tem sido coroado d tuccessoa ; en-
leudo porlmto que ao ellas um aolhelmlnlico
iei Mente, njo anelo proinplo e quast segu-
ro i tleitn. como porque ae pode dellat laocar
ni.ni mi qualquer Idade sem recelo de Irrlia-
eflea das vas gstrica.Assignado, Dr. Anto-
nio i'ionralvri dt Aniujo Lcito.
Tenho rrequeotemeote empregado a Indivi-
duos de ambos ns sexos aa paslilbas vegelaes, e
gerahnenlecom feliz resultado. O conceiloque |, ,, _ai a j !,
formo he favoravel e julgo aua appheaco batido, de 3 a 8 palmOS de bOCCB ,
aproprladanaacrlancat.squacsellaa naopre- eg ac|iain-.se a Venda POr
judlcam, niesmo quando nao exisUin vermes, c ]a* 1" I ,
que aerepitain suaa dsri.-Atugnado, r. lo- preCO COmmOfJO e Com promptl-
mingos Uarinhode Aztvtdo Americano 14s .mksrr sumaououir-vezdeixetde obier resulta- \Mo, emDarcam-se, ou carregam-
doappllcando as pasillltas vegetaea he porm seem carros, Sem dc.spczus 80 COm-
verdade que dobrando eu a dics, ja etn cri- 1
an;>t c nos adultos, o eBeito anthrliuiutico foi prauol'.
'^S^'ll^tiSa I Multas fazendas por pouco dinhei-
Moinhos de vento
com bombas de repuxo par regrar bortis
e biis decsplm o fvndittode Bowmaux
4 M. Calhetr: na ra do Bruta ns. 6, 8 e 10.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: narua
la Senzalla Nova n. 4a.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SF.NZAI.LA NOVA N. 49
Neste estabeleeimento conti-
aa a haver um- completo sorti-
mento de moendas o meias inocu-
ltas para engenho, machinas de
vapor, e tainas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Algodao para lou-pa de escravos.
Vende-se slgodSo mullo encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
loque de avtri, a 140 rs. s jarda ; dito
liuipo a 180 rs. : na ruido Crespn 5
ffVfffVf.ffffVtf fff V ff
> tannha de mandioca *
Vende-se, por preco risoavel, la- ^
L rinba de S. Malheus a msis nova ^
S.que existe neste mercado : na ra ^
^ da Cruz n. 34, delronte d I ngoets. <;
*,'b*A*it****ifc AA***#**A*
Deposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
toriode Novaes& C'ompanhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na fundi{So da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se aradosde ferrode diversos mo-
delos.
Surtes a ao rs.
Naiivraris da prai d Independencia n
to, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o : 6 e8, veule-se papel em sortea 11111 tes-os,
covado; dito francez, multo superior, a i para homens esenhorss, muilo lindas ea-
6,000 r>.; dito verde, s 2,800 rs-.; ditoszul, propriadas, par os dias de S. Antonio eS
2,800, 3,500 e 4,000 rs.; dito crdo rap,; J080, a 20 rs. ctd um papel.
2,800 rs.; cortes de calsa deessimira pre-'
la infestada, 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
cez elstica, 7,500,8,000, 9,000, 10,000e
' 11,500 rs.; sarja pret, a 2,400 rs. O covado;
* 800 rs., eoulns mui-
.-rom ir, o I ns.
r'ariiiha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
' Haxal.
No armazemde J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
^iinao de Anilina a
800 rs.
Vende-ss a historia de Slmo de Nsntua,
a 800 rs. : na livraria da prir; da Indepen-
dencia 11. ti r H.
CHA l'RETO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra dn Amorim n. 35.
J ARADOS AMERICA). I
*> Vendem-se arados ame- S
ricanos, chegados dos Esta- |
*' dos Luidos, pelo, barato pie-
< 90 de 40,000 rs. cada um: na ^
1 na do Trapiche n, 8.

Tuxas pura engenlios.
Na fundicao de ferro de l'ow-
man & Me. Gallum na ra do
lirum, p-,ssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
Tenho empregado militas veses as pastilhas
vegetaea na inlnha prallca da medicina, e le-
nho vino que ae ellas falham em alguna cato,
multa vete produtem bon eHeltn sem Ir-
ritar. Assignado, Dr. Josi Marliiu da Crac
Jo&m
Desde multo lempo tenho aconselbado e ad-
1111 ni Mr iiIh ai pattilliat vegelaet, e potto atse-
gurai que na maioria dos casos lenho obtldo 1
cura dos doentes, nao leudo ob.ervado que el-
las ii ritem o estomago, como se nota na maior
parle dos medicamentos preconlsados para a
cura dos vermes inteillnaes. Assignado, Dr.
^nlono J.urConfii'rrj Funlfs.
i.iii.isi em lodos os casoa em que recorr at
pastilhas vegetaea para a ezpulso das lombri-
gaa, obtlve oque desejava. O que me convida-
r a continuar a usar dellas he a ficilidadc com
que aa criancas a tomain, a quasi certeza do
resultado, e por ter reconhecldo que o scu uso
he Inoffensivo.--Assignado, Dr. Laplane.
Da mesma forma ae etprimein aobre o em-
prego e areno das paslilbas vegelaes os illut-
ircs senhnreiprofessores : Dr. Joaquina Can >l-
do Soaresde Melrelles, Dr. Lu Fianclsco K.r-
re(r, Dr. Thomt Gomes dot Sanlot, Dr. Le-
vei, Dr. Francitco de Paula Costa, l)r. Joa-
quim Vicente torres-Homem, Dr. Uanoel An-
tonio de MagalhcsCalvct, Dr. Manoldo Val-
lado l'imrntrl, ele etc.
Vende-se Itmagem de a?o: na ru Im-
periil n 80.
Capachos.
Na ru do Cbug n. 6, vendem-se capa-
chos s 560 rs. cids um. .
Cartas para voltarete a 5oo rs.
Na ru do Cabug n. 6, vendem-se cartss
pata voltereta a 500 rs. cada um baralno.
Sehhores numorados attenco.
Vendem se, na ra do Calinga n. 6, ricos
cit0escom ricas folhts de papel borJalas,
pelo preco de 2,000 r. cada um. _
lie barato que admira.
Na ra do Cabug n. 6, vendem-se cizas
de colxetes a 60 rs. cada um ; gulheiros
com agulnas a 80 rs ; csixas com uitas mul-
lo finas a 00 ra ; dilas caitas para alfaiate
a 40 rs. cada papel.
Oh que pechincha.
N ru do Cbuja n.6, loj dos btritei-
ros, veodem-se luvs de pellica muilo no-
vas, de ponto ingle, a 1,280 r.; dius pr
senhur com ricos enfulles, proprias pr
ooivas, por preeo'cooimodo, assim como
um grande sorlimenlo de ditas de lorcal, 1
troco de 800 e 1,000 rs. o pr.
ro na ra do Ctcspo n. 6.
Cortes de luim escuro de puroltnlio a
l,440'rs.,ditosdelistra de bom gusto a 2,i>00
rs., dito amsrello a 1,800 rs. riscado de li-
nho proprio psri caltas e palitos a 180 rs. o
covado, panno lino preto 3,000 4,000rs. o
covado. pessas do chitas escuras com 38 co-
vados 4,500,5,000a? 5,500 rs., cambra i de
flores com 81|2vars a 2,400 e 350o rs. a pes-
sa, lentos de caubraia de linho 1 400, 480,
e 560 is. proprios prs mSo. riscidos asseu-
lados em algodSo multo encorpado proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 pajinos a 200 rs. o cova-
do, e muilas mais fazendas )>ur prego com-
modo da loja cima referida.
l'otassa .americana.
__No enligo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porfilo de polassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vnde-
se por preco razoavel.
H'lMi-itii dn l;iilien de Totlos oa
Santos na luilu.
Vende-se,em casa deN. .Biebert C. ,
na ra da Cruz-n. 4, algodflo transado da-
iiuell fabrica, muito proprio para saceos de
issucar e roupa de escritos, porprefocom-
iniuii.
eposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade da Viu-
vi liorna a qual est montada ,
tanlo de bons types, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
rios a urna boa typographia : tra-
ta-se com a proprietaria na ra
da Praia n. 55.
Monillo-- superiores.
Na funditSo de C. Strr& Co'mpanhia,
em S.-Amaro, acbam-se a venda moendas
de canua, todas deferro. e um modeloe
cooslruccBo muitosuperior
Vonde-se urna bonits escra, mot. pa-
rida de poucos diss, sem cria, com. bom
le le e muilo carinhosa para criar, e sabe
bem engquimsr e cozinhar o diario: na ru
do Cotovelo n. 75.
dementes de hortlice
de todas ss quslidades, muito nnvis, viu-
do de Lisboa, e por menos que em outra
qualquer parle: ni ra da Cruz, tras do
Coipo Sinto, n. 62.
Vende-so uu>a cabra muilo boa de le-
te, com liuiis fllhos, urna cabrita ja taluda,
e um cabrito, um caroeiro grande que pode
servir para um menino, e urna ovelha com
dous ra iii-u-mitos muilo bonitos ; no prin-
cipio da estrada dos A Htelos, primeiro sitio
do lado direito.
Vendem-se asseguintes sementes:
nabos,ra baos, rabanetes encarnados e lira ti-
ros, sobla, couve trinxuda alface ala-
mos, repulhuda, chicoria, senoulas, rijan
ra rpalo de ires qualidades, ervilha torta o
direita, fav, coeutrode touceira, salta, to-
mates grandes, lepolho, couve lombarda,
stboi, e musanla : ns ra da Cruz 11. 46,
defronie do Sr. doulor Cosme.
Merrurio.
Vende-so mercurio de primeira sorte: em
casa de Augusto C. de Abieu: ns rus da
Cade du liecife n. 48.
Vendem-se lonss, brinzio, brins, e
meias lonas da Russia ; no armaiem de N.
O. UiubiT & Compinhii, na rui di Cruz
n 4.
Interessante para os proprietirios
de navios.
Vende-se um negro mofo, ro-
busto, de bonita figura e perito tna
rinheiro : na ra uo Trapiche No-
vo n. 16, segundo andar.
to Kecif'e n. 12, ha milito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 0, armazem de Ve. Cal-
nioulSi Coinpaubla, acha- constantemente
bons sortimeutos de talla de ferro coado e
Plido, tinto rata como fundas, nsoendat in-
eiat todaa de ferro para anlinaes, agoa, etc ,
dilaa pira armar em madelra de todos oa ta-
manhos e madellos o mais moderno, machina
norisouial para vapor, com forca de 4 cavat-
ina, coucoe, passadelras de ferro estanhado
pan casa de pulgar, por menos preco que os
"ecobre, eaeovena pin navio, ferro loglez
Vendem-se chpeos envernisados.ga-
0 Uo de ouro eprata para os oiesmus, 9
tz, por commodo prego ; na pia{a da In- 0
dependencia n. 17. <>
> #** %$9$ait>9
fazendas e miude/.as baratissimas.
Na loja 'ia ru larg do Hozerio n. 44, ven-
dem-se luvis de pelica, par hornero ose-
nitor 500 r. o par; ditas do cores 1.000
rs.; raparnos compridos e redondos 480
rs.; pulceiras de gesto muito modernos, e
oulras fazendas por diminuto preto.
Attencio.
Na nova fabrica de chapeos deso,
no aterro da. Roa Vista n. aa,
neste eslsbalecimento renebeu-se um novo
e lindo sortimento de chpeos de sol do ul-
timo gusto, tsoto de seda, como de pan in-
ulto par hoinem ; ricos chpeos de seda ,
para senhors, do ultimo gosto, e vende-se
por menos preto do que em ouln quslquer
parle; issim como um grande sortimento
de sedas e panninnos de todas is crese
qualididos, pin quem quizer mindsrco-
b' ir a ruta toes servidas; lambe ni vendem-se
b,leas par vestidos de senhora, e concer-
lam-se empeos velhos esteja em que eslado
esltver.
- Na ra do Collegio, loja n. 3 existe
urna porfo de livro's, em portuguez e fran-
cez, osquaes se vendem por pceo ekirsor-
dinsriamente barato, a quem as quizer com-
drar por junto.
Chapeos do Chyle a 5.5oo e
6,5oors.,
ni loj de 6 portas em frente do Livramep-
10, vendem-se chapeos do Chyle, muito li-
nos, chegados do Itio de Janeiro, pelo ulti-
mo vapor.
Vende-se umi monda de cisa terrea
em chaos proprios, 1 qual tem duis salla,
dous quartus., e quintal murada com cacim-
ba 0, sila na.ru direila dos A Togados. A
dita Casa tem armaces para venda que tam-
ben) ae vende ou com a mesma cisa; tu-
do isto por preto muito commodo : na rus
Rom e barato
Ra do Pasieio Publico, loj o. 9, de Albt-1
no Jos Leiie,
vendem-M ricos cbil* de III 1,000 ra. ;
ditos de isrUleni 1,000 rs.; dilo branco
de cassa r80 rs.; lontos de grvala da cli-
sa, padrries bonitos a 190rs.; meias rruas
para bomem saperior qudidado 2^h90 r.
iluzis, par 200 rs.; los de linho brancos
5.000 rs.; cortea de eassa chita a 2,000rs. ,
e oulras muilas fazendas cm cunta.
MiaaoMMti mmmmammmm
C llom e barato.
I Palils feitos, verdes e prelos.
Na ra Nova, n. 26, tem para ven-
'! der palitos de panno a 20,000 rs., co-
C leles desetim ireto deMaco 5.000
1 rs., Tazenda muito una, ditos de fus-
SUlu a 2,560 rs. cids um.
mrwmmmmrmm wmM*itw Bolo de S. Jollo.
Kicts formas de dill'erentes gostos, e pe-
nrirasde metal branco propriss para pee-
rar maesas, e o mais preciso para o niesmo
lim : ludo por precoscommodus : n loja de
ferrigens de Antonio Joaqun) Vidal, ru d*
Cadeia do Recife n 56.-A-.
-- Vendem-se amarras deferro: ns "1 di
Senzalla Non n. 42.
Vende-se umi pedra par filtrar agoa:
na ra di Aurori, loja de funileiro o. 62.
A 3,56o rs.,
cortes do meis casimira, de superior quali-
dide e gostos bellissimos, pelo mdico pre-
co do2,560 rs. .o corle : ni rui do Cres-
po n. 5.
A os fabricantes de velas.
Vende-se superior cer de curmuba, e se-
bo rtllnsdo, em porciOes e 1 relalho, por
comfliO o prcf o : no armazem do D. R. An-
drade 61 C, ra da Cruz confronte ao cha-
fara n. 19.
Palitos.
Vendem-so na loja da. ru do Crespo n.
10, excellentes palitos do panno e casimira
pn los e de cures, por menos prero do que
em outra qualquer parte, ditos de bnm de
linho a 4,000 rs.
Vende-es umi srmitfio nova pin ven-
d : nd ru Prti o 22.
-- Vende-se um cirro novo de Irabalhir
na ilfandeg com pretos, bem construido e
com boas ferragens : ni rui do Vigirio n.
20, segundo andar.
Ni ra do Crespo n. 10, terceiro andar,
vendem-se duas escravas muito boas figu-
ras, vtndas do serian.
Vriniom-.-i! dous escravos, de bonitis
liguris, por preto commodo no piteo do
Carmo n I.
Vende-se urna negra e um molequo do
servico de campo: narua da Conceicflo da
Boa Visla n 14, todos os dias at 9 lioias.
-- Jos Luiz Pereir, decididamente ven-
de 1 sua loja de ferragens di ra Nov n
16, a prasu, com Urinas a comento, e em
quanlo nSo eflecluir, vende qualquer ob-
jecto de Terragens, ou miudazas, .polo pre-
to que llie custaram, o que mosliariaos
compradores; timbem rog pela tiltim
vez 1 seus devedores, queiram stiifzer
seus dbitos, at o lim do correnlo mez
pois desej evitar disgostos.
- Vende-se, na ra di Senzalla Vellis, lo-
ja n. 36, urna pon;ilo de mtdeira de Jacaran-
da da llahi, de primeira quiltdade.
Venoem-se gigos com champagne do
bem acreditado autor Perrier, pelu com-
modo-preto de 20,000 rs, rada um : na ra
do Trapicho n. II.
Vende-se vinho brinco superior de
Rucellis em Barris de 5a, superior vinho de
Campigne, 1 prefo cmodo, em casa dej
Keiler 0. Compinlns.
ft^* bjectos baratos.
Vende-sein na rus estreita do Rozario n.
43, um rico espelho, umi carien, 12 cadei-
rts ametiemas, cinco mesas de p, e mais
alguns objeclos, por pretos commodo*;
quem esteannuucio inlcressarapptreta que
o piern u hs de animar.
Vende-so um terreno silo na ra dos
Prazeres, no CoelUo, com principio do ali-
cerce e cacimba de boa agoa d pedra e cal;
quero pretender dtrija-se a ra Direita n.16.
Vende-se tima escrava parda de 2*ali-
nos, com um lillio de 10 mezes. curta o faz
camisas de lio ir.e m, vestidos de senhors,ves-
te e penleia muilu bem urna senhora; na
rus do Collegio 11. 21, primeiro andar, se
dir quem vende. .
.-- Vende-se msnlioca dura e mole, ptr
os bolos de S. Julio; oa estrada de J0S0 de
Barros, quina do beceo do Cspinheiro, silio
do Patricio.
1,600.
Vendem*ee cotes de cambraia de cores
Attencao.
Na noite de 13 do corfenle, desapDtree,,
urna muala por nome M.rian. .companh,.
di dn ama sua itlbi de 7 annos, por i,0m.
Consunta, a muste representa ter 30 ,
us, aH, clara, mito descarnado esemo,
denles de frente, tem os cabellos grande
que os cotto.a im.rrar, e faz-se m.i9co:
nhectda por estar prenha.com 1 barriga Pl,
tante grande, foi com um vestido de,hil<"
sais de Mi preU e panno Uno, e tamham
urna troux* com algumi roupi, deaconli,.
so estar em cerli casa oceult, porlanlo ad
verle-so esta pesso que mande entr'eK.r
na l'assagem.casa terrea enlre do Sr Jus
dos Santos Nunes de livein, e senhnra
l>. Iguana, do contrario sr procoilnr com
todo o rigor das lela, e adverte-se Umbonia
polica ecipilBes decampo quo a levern l0
suiradito lugar que ser recutnpansado
Ilesappaieceu nodia 11 do correle!
muleque por nome Floritoo, muito conhe
cidopelaalcunhedecuring, de idade de
13 14 annos, seco do corpo, olhos vitos
osriz chato e ps um pouco grande, he na'
turalmeote muitoligeiro em tolos ossus
movimenlos, porcmapanhado de surpreza
torn-se muilo sonrjo, sshio sem crupi'
e .evou calta de riscadioho azul, clum.d
americano, e urna blouse, oa camisa lar
di) riscado de quadros, ja deshilado. Este
moleque seguio um bol, qm acossalo por
difTerenles pessoss, passou pela estrada dos
Aflictos, o depots disto consta ter tndadn
emcomianhi de outros moleques, pelas
Cinco Ponas e Ribein de Santo Antonio
quemo pegar, ou drlle tiver noticia dir-
jase so sitio da 11 inai 1 uhein na estrada dos
Aflictos, ou a rui da Cruz n 55, que sera
gnlificado.
No dii 10 de miio. desappareceu prc-
t Jo.quin, de turno Casstnge, represonts
icr 35 a 40 innos; bsixa, cheia do corpo
sendo regular. cOr ful, olhos pequeos
com carne sobre ellos, tem um costura 'na
car. no lado esquerdo, porm muilo auaga-
da, que mal se perceue; nariz cnaio, com
falta de algnns dimes, de um e outrolado-
he feis ; tem urna empigem 1 elo rosto, qu
ptreceser boig, peilos muilo pequeims e
murchos; lom ilgumas elcatrizesde relho
na costas ; lem as nadegas empnalas para
tns ; he bem fallinte, representa sercreou-
la, levou diversa ruups que senflo sabe do
que usar ; ltimamente esteve oceupada
noseivitodecosinh,costumvndrsujt
e emhrigar-se -. quando foge tem por cns-
tumendarpelosirrebaldede tandando e lavando roupa, intitulando-sa
de forra. Jlesconfla-si que este)* servinlo
em alguma rasa como for : as pessoas que
se eslo soivtndoaella n boa f, queiram
denunciir, do contrario se usiri dos meios
que concede lei. Ilogi-sess lutoriades
poltciaes e capilSes de campo, mi 1 qual-
quer pesso queipprehendioui fas appre-
hender e leva-la seu seuhor Domingos da
Sil! Campos, o ra das Cruzes n. 40, que
serio generosamente recompensados.
Andam fgidos lia poucos dias os es-
cravos seguintes; .Manuel, mulato.alto, do
idade 24 anuos, pouco mais ou meaos, ves-
tido com camisa e ceiolas de algodSo, le-
vindo em sua cumpanhia mutherJe nome
11' urdirla com um lilho pequeo de nome
Jacinlho, de idade pouco miis ou meuos de
11 m auno, a mulherhe mulata clsr, deca-
beljocorredioede idade 23 onos, pouco
mais ou menos, estes mulatos foram aqu
agarrados por ja terem fgido seu tenlnr,
edsqiii iao mandados ao mesmo em urna
barcace, e lormrim fugir em S. .Miguel dos
milagrea, e all furtaram um paquete de
quatro paos, o consta que nclle seguirsm
para.onoite, o -UlveZ que andem para o
norte desta provincia, e que se intitulem
forros, mulita sabe andar em bsrcafi, o
jingida ; recommenda-se a todas as auto-
lidades policiaes e capitSes de campo para
os mandsr agsrrar onde appir'cerem, e
minds-los cunduzir s seu senhor Concao
llodligui-s .Mariiih-i.no seu engenho Ra-
chao, em Cmargibe, na provincia das Ala-
go.s, e nesla cinade a Manoel Unacio de
Ulivetra, e em oltcei ao Sr. Sacavm; que
em qualquor lu^ar que forem entregues se-
lo bem recompensados.
Desappareceu na noite de 12 do cor-
rente da casa do abaixo assignado, o seu es-
cravo, creoulo, de nome Ignacio, que repr-
senla ter 32 snnosde idade, biixo, refuc-
ilo, pouc Inri.a, risonho, tem um pequeo
talhu sobre o omodtreito; o annunciante
comprou eslo escravo nu da 28 de maio pr-
ximo passido, Antonio Contal ves di Con-
ceitSo, morador emlpojuca, quetendo-lhc
fgido na va tres mezes par esl* eidde,
iutilulindo-sn forro coro o suppato Dome
de Jos Francisco; lo a preso no dia 6"dn
Orden
nxas, pelo baratissimo preto de 1,600 rs. ca- ?"!!! "" "er'gustoes polici.es *
da um; na loja nova da rus du Rangel n. 8.1do',m: Sr' "delegado de Sent Antonio,
Vfiirlem-seiianrieaili |,lllan,,, I leudo iido reclamado pelo dito Conc-iao,
Venaem-se na praga da indepen- fui-me entregue nudn em queoannu.ci-
dencia n. ia, por metade do seu
que oannunci-
.anlo o comprou ; pira melhor esclarecer
quem possa interessar, declara-se que o re-
ferido escravo foi vendido nosta cidade em
1851 ao dilo Conceiflo por Jos Francisco
Pinto, I volume, 2.500 rs.; Rogron Coles ^ ,.our,, em cuj, poca ach.va-se hypo-
de instrut.oo crimioaile.l volume.1,500 rs.; tnecado a JoSo Xavier Ribei-o de A11dr.de.
Defense dea coiist.tulions por Ad.ms, 2 vo-congt, m,is, qu, ur,q,0 0 tempo que es
11,11,.^ 'Mil/Ir, I illll^il. lilil ll.hlr. ^r .^ ..... ^ .
velor, os seguintes livros:
Tratado dos testamentos por A. J. Gouveii
iiniiii, 6 volumes, 4,500 rs ; Observaffies
sobres consiituifi) do imperio do Brasil e
sobre caria constitucional de Portugal
por S. I1111 Inoro Ferreiri.l volume, 1,000 rs.;
Mortli univrrsiile ou Devatrs de L'homme
pelo bario de lloltiack, -3 voluntas, 3.000 rs.
Escravos fgidos.
No dil 10 do correte mez de j ti ti ti o
desapparecou um escravo creoulo, de nomo
I.uiz, estatura biixi, reforcado do corpo e
espadaudo, com nariz chato e beicos grus-
sos, tendo sobre o boito superior um guipe
que anda est por fechar,psgrandes e lar-
gos, foi vestido com caifa de hrim pardo, e
camisa de ilgodSo Imitado izul,econsla
que jl fui visto Com calta e tquet, brinca;
todi e qualquer pesso qne der noticia e le-
v.-lo 1 seu senhor, no primeiro sitio 10 la-
do do engenho da Torre ou ni aerrarii, oa
ra da Cnieia em Santo Antonio n. 19, sera
generosanieute recompensado, pigiudo-se
lud e qualquer despeza que se ti ver fetto
com o niesmo osera vo.
-- Ksta fugi 10 um moleque creoulo por
nome Miguel de idade 15 !6innos, levou
um laboleiroem que vend. I.rinja, man-
dioca e niacaxeira, e vestido calta de algo-
dflo de luirs szues, e camisa de algodflo
branco de mangas curtas, eainda com um
gancho no pesclo da primeira fgida :
quem o pegar e levar a seu senhor, 110 seu
sitio no principio da estrada dos Allelos,
qualquer hora, ou na ra -lu Trapiche No-
vo 11. 18, segundo andar, das 9 de mantisa
al as 3 da urde, ser recompinsado com
generosidade.
-- lloga-se as autoridades policiaes a pri-
sflo do escravo Haurique, que su ach Sapparecidoa 10 dias, levando duas carni-
zas, tima branca, oulra azul, duas Cahja,
poltciaes o
capilfles de Campo, gratifica-se quem o
pegar e levar a casa do abaixo assignado,
01 ru do Vigario o. 23, segundo andar.
Jos BaplisU da Fonseca.
Da fabrica docaldergiro da ra do Brutn
n. 28 ausenltram-se, no di 10 do cnrrenle,
o preto Antonio de muflo Cabio 1, ealatura
regular, cabellos um pouco brancos, ebeio
do corpo e muito cabelludo nos peilns, ros-
to ca'regado; postuma em son fugldaa fre-
quenlsr a Solida.le, Manquinho e Afoga-
dos, e cm su* ullim fgida foi pegado no
engenho Cucad districto do Rio Kormuau: o
no dis 13 du crreme o preto Alcxandrp, de
nafo S. Thom, alto, corpo reforfido, e
alegre, e j foi escravo do S'. Bolly e do
fraucez M. Iciiii r, morador no Rio DOce, lu -
gar que omesojoescravo costuina frequen-
tar as diversas fgidas que ha feilo :
rog-ses autoridades tioliciae e a quem
quor que dalles der nolicl, dirijflo-ie a
mesma fabrica que ser recompensado.
-- Do engenho de Santo Amirioho da fre-
guezia da Varzca, des.ppareceu a ISdocor-
rente um moleeote, Kufiazlo, com os sig-
nar.- seguintes : reuresent 21 a 22 tinos,
nflo alto, bem preto, nato mofambigue,
nariz nflo chato, he um tanlo rrebilado,Dem
Teilo do coipo, ps pequeos : quem o pegar
leve ao sobredilo engenho, que ser bom
grlificdu.
Desappareceu no dia 13 do correte da
cidade de Olioda, de urna casa na rui de S.
liento, um molato de nomo Benedicto, alto,
magro, uI'ms pequeos, carapinha alta, den-
te de cima limiuos, muito farcola, e qu 1
ja uio he moto; levou vestido caifa hrauca,
camisa brinca, jaqueta pret, e chapeo de
palha, veio do Maisnhlo oeste ultimo va-
por acompaiihando seu senhor o commen-
dador Joaqutm da Costa Barrada, que est
hospedado na dita casa, o ni-smo escravo
lecoDre, eicoreni par. uavtvi, ierro logieziT,"
tabtoem brrascomoem trcosfolb,eludo Direil n. 6d.
por barato preco. 1 -- Vende-se na ra do Livramenln, loja 11.
Vende-se mirmeladi nov, viuda ul- 11, sapalo de duraque preto. francez, pan
tintamente de Lisboa : na ra da Cruz n. 1 aeohon a 900 rf..o par; esleirs muito gran-
46, defronte do Sr. Dr. Cosme. des, umi mesa e umi caixi de pinito.
annos; quem o*pegr muito se agradece
pagando- o portador generosamente: ns
rui di Pejh o. 5.
PSRK. : Ttp. dk M. F. DE Faia. 1852.


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