Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03685


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Full Text
AnnoXXVlII
Segunda fera 14
deJunho de 1852.
N. 131.
DIARIO DE PEMAMBICO.
aaioo aa uaonirolo.
Piommro Aduntsdo.
rlrlmeHre..........
f or semestre tp
fot anoo .>
PtOODIiniO BUTI1MCST1I.
or a-uarie..........
otioiai so lnnio.
,ri,... iif io. Minas... 14 de Mala
,l,rnbo 27 de diio S.Paulo, i de dllo
Or.. 28de dllo. |R. deJ.. 26 de dito
I',rihiba 7 eJuiihoBhia... 2 de dilo
4/000
8/imn
15/tM0
4/r>oo
di* d iimiri. AUDIEWOIAH.
l4Seg. S. Raiillo. I Iniode OrfhSo
i.'. Tere. S. Vito >, eS. 4 10 horai.
UUuart.S. -4 iir.-li mo". I 1. tura do civil.
17Quiut S Nicaudro. 3. e 6. ao meio-dia.
18it. SUJOS Co- Fattn*.
racao de Jeiut. II. e 6. a 10 horas.
lOSab. S Juliana de 2.- tiara do civil.
Falconierl. [. elabadoaao meiod,
20 Dom. 3. S. Ilrerlol tlmcie.
p. m. JTerca e sitiados.
.laxa.
Greicemle 24, as horas e 28 minuto da I.
Chela a 2, aa 4 horas e 7 minuto da tarde,
atlngoante i9, aoa 46 minutes da tarde.
Nova IT, a 2 hora 28 minuto da larde.
usnan boj
Primelra 2 hora e S minuto da tarde.
Segunda e I hora e 30 minuto da raanha.
foTiD! aoa ooaano.
Oolaana e Parahlba, sexuada e aeitaa-
Ceiraa.
Rto-Orande-do-Horte e Victoria ai fluala
felra
Bonito,Carui.ru, e Garanhun no l't 15 de cada
mti.
Plore, Ourlcury, Eiu e Boa-Vista i 13 e 28.
Olinda. lodoso dlaa.
Todos os Correioa partero aomelo-dia.
SfOTICIAO ISTSUUOIIBIS.
Portugal II de Abril.
Hespanba 1" de dllo
Franca.. >3de dilo
Blgica... > de dito
Italia..:. 3 dedito
Alrmanlia. 4 de dito
Prussia ...I dedito
Dlnamsroa 30 de Marco
Rada... 3i dedito
Turqua. 5 de dito
Austria I. de Abril.
Sulsia___ I dedito.
Suecla... ?5deMa>co
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Untdo 26 de Fevr
Mxico... 31 de Jim
California 2 de Marco
Chili. 21 de Ferr.
Muenos-A. 6 de Mateo
Montrrldeo 5 de Ma o
OAaaaioa di 11 Da JUKHO
Sobre Londres, a 27 por d. 1/000
i Parla, 345
Lisboa,100 por cento.
ITIES.
Ouro.Oncaa hespanholaa.......
Moedae de 6/40ff relhaa....
de b#400 novas-----
de 4/000.......
Prata.Patacoeebrasilelroa..
Peiot columnarlos...
Ditos mexicanos......
::::: JSS <
..... %r^x
'.'.ll l#iSW f *
"S
INTERIOR.
KIO DE JANEIRO.
ESTIUDA DE FERRO
O projecto d entrada de ferio discutido o
anno passado oxcilou o oais vivo interesse: J gaoieoto de juros de
tlillereiift relativa
; aos lav.adores que
ae adiaren) em pon-
! tos laieraes a linha
.central.
Imposto para ps-
parece-not qoasi uca dever commuuicar
publico algumas cousideraces que elle oos
disperlou.
Conlando com multa indulgencia pelos
erros mnevitavcis em mat-ria I9u nova, nilo
nos acobardarla no* emiltir aossa opiniflo
a circunstancia de nfio serums prollssionaes ;
porque nos limites em que at agora se a-
i'ii circunscripta he ella urna questlo 'de e-
connmia poltica, e nlo de matiiematic* ; e
ns parte relativa aos diversos systemas de
cunstrucclo, nao Mi cima de urna capa-
ri.lida vulgar traduzlr o parecer dos juies
competentes. O Sr. Garra* he certamen-
to um dos mais conspicuos Miembros da
commissfio consultada sobre as estradas de
ferio de Portugal.
Acobarda-nos, sim, a consciencia de nos-
sa pouca inteligencia, a dilllculdade de ex-
l,r miirmos i >r eacripto nosso pensamento,
deshabituados como estamos do tal oceupa-
cilo prevalece porem em nosso espi'ilo, o
decida-nos a consi leracilo de que noss ideas mal enneeb das, peiur redlgidas ape-
gar dos apodos e satcasmos de mullos, pro-
vocarflo a discii.ss.io entre os homens intel-
igentes de nosso paiz ; e que nesta publi-
ciclo, intil, quando exprime uussos mes-
quinhos e insignificantes juios, acrecerlo
attenefio as mui tus citages de eminentes es-
criptores que a Europa reputa mestres nes-
Iss queslOes.
A garanta de 5 por cont he incontesta-
volmente o artigo mais importante do pro-
jecto he a cundicao que molivou heai-
lacoesda pato de muitosSrs. deputadose
senadores.
Para tratar esta questlo, cumpria ter
sempre em consideracSo que o governo, e a
nielo nlo sSo duas entidades diversas;
que o governo no emprego dos dinheiros
quelhes s.lo condados nlo ubra como o eai-
prehendedor de industria, no pensamento
de rehaver capital, e o inleresse provenien-
te delle e do teu ribaldo; que, pelo con-
trario, oito decimos talvez do orea ment
-lo gastos na certeza de nSo reentraren) nos
col res pblicos, mas em mita da soguranc,",
civilisaclo e gozos da nacao, ou parte
dola.
p.ir estes principios, que he quasi ri licu-
lo invocar por comezinhos, nao devera-se
condemuar o projecto nicamente pela pre-
visto de pagar o gove'no no lodo ou em
parlo os juros estipulados, de vera-se li ni-
he discutir so beueticio coln lo pelo
paiz com o eslabelacimenlo da estrada de
ferro valia ou tillo dinheiro que cuela ao go-
verno.
C.oliocindo porem a queslfio no peior ter-
reno, assemelhemos o governo e a nacflo
romo parece quererem algunsj a dous
commerciantes, cujos inleresse*aaajam total-
mente distinctos ; concedamos que o go-
verno s deva consentir na construccSo'da
estrada de ferro, quando se persuada que
nada pagara a companhia que ve n dolar o
paiz com to grande melhoramento ; suo-
poremos que cada legua distar 400:01)0/000
r mi" di7.m os adversarios do projerto, e
porconsrquencia toda a linha 16,533:333/ s;
supporeroos linalment! qua esta porfeila-
inente averiguado que a eslrada de ferro
projectadanenhum dividendo dar no prin-
cipio aos accionistas; eque prestada a ga-
ranta de 5 0|0,desembol(ar-se-ha a quantia
uo 826:6MfOOO corrospon lentes ao capital
de 18,533:333/000 despendidos na obra.
Admittido ine..no to las estas hypothe-
ses, c-rUm.'iile gratuitas, sustentamos que
he util a empreza : eis nossas razO-s.
Para pagamento desses 826.666*000 nSo
recorrera o governo, como Betn disse o Sr.
Csrneirode Campos, tSo entendido na ma-
ten, ao thesouro, sim a uoia oper^cSo de
credilo, Coma emissSo do 841 apolicesdo
8t* apol.ces.
Lucro para os le-
ador* neste ar-
tigo.
120.0001
50;640|
2,032,360/
3,060000/
Respondar-nos-ho que se a emissSo ss
limitasse a 844aD0licrs, a por consequen-
cia os juros a rs. 50:640,000 asslm seria; mas
a operario repetir-se-ha todos os annos;
em breve os juros, so o governo os quizes-
se faier pagar polo c*f qua gozasse du be-
neiicio da estrada de ferro, esmaganam esse
producto.
NSo porca-se de vista que nosso ponto de
partida he que a empresa nenhum divi-
dendo d nos primeiros annos, e nSo que
secons-rvaraem tal estado para tolo o sem-
pre. Esta concessSo oeve tranquillisar os
mais incrdulos, as irnagina<;>s mais limo-
ratas. Co'i'O Este paiz, to novo, lio
Cheio de vida, 18o progressivo, cuja produe-
CSo dn cal, insigiiilicanlissinia lia 30 an-
uos, choa-ou a elevar-se em 1850 a 1851
9 618,189 arrobas, e isto em tempos dilQ
ceis; quando suas facultades se achtvam
absorvidas pelas luts polticas ; quand o
governo a bracos rom incessinles revolu-
t oes rif n i. ti ni auxilio Ihe poda prestar, que-
ris que fique estacionario, dopuis que o
espirito publico esta comparativamentecsl-
o.ii, e sobretudo depois que o houver.les
brindado com urna eslrad* de ferro, este
poJeroso instrumento de riqueza, que no
nosso cominete ha feito surgir como por
encanto grandes cida.les no deserto ? lima
estrada de f. rro que come^asse sem rendi-
mento, e assim couliuuiss) por loogo pe-
riodo de annos, seria acontec diento r.ris-
si.no as velhas trras da Europa, e na Ame-
rica impossivel.
Iloefleclivamente um ficto constante as
estradas de feno o augmento da renda e a
diminuirlo da despt-za ; entre tantos exem-
plos que confirmam esta assercSo s senti-
mos o embarazo di esc..Iba. Apuntaremos
estes.
Conforme os relatorios olDciaes d* admi-
oistrar3o dos Railwayt da Kelgica, as dus-
iu'zhs aiimi.es .10 i-0-t..io de 1835 a 1844 re-
duziram-se quasi melado. As receilas dos
camiunos de ferro de Lyon a Saint Elien-
netriplicaram em 8 annos. As da linha de
Boaonu a Si..t-Elienne quadruplicaram em
10 anuos O inovimenlodus transportes, diz
[dra que chegasse a esse ponto cearia s-
socia(as queso encerr, atsem depopulari-
sa-la, esluu-la por inleiliKenciaa compelen
les; e depoi de amaiurecila, entrega-la
aoa poderes do Estado, pata dar-lbe ou ao
to isar a cxcucSo. INollrs.il, sahemes to
dos, as aasoeiacOes sSo difllceis, e os indi-
viduos r. c.iain oante do trabalho e grande
despezas que exigem os esludos preparato-
rios de un.a eslrada de ferio; e particular-
mente dianteda perspectiva de malng o de
seos esforcos por urna srgunda regeifilo do
senado. Os ong-nheiros inglezes qoe me-
d i rain e mvellaram o terreno nSo viriam ao
Rio de Janeiro se ofio ealivessem oa'persua-
s.lo que a lei da eslrada de ferro havia pas-
sado.
Em attenrjlo a este estado do espirito pu-
blico, nilo poda o senado aem imprudencia
decretar a lei, deiando a diaerfefio do go-
verno ordenar os estados preparatorios,
segundo ellas, contratar ou deizar de con-
tratar a estrada de ferro 7 Para o governo
celebrar o contrato com urna companhi
cumpreque tenha coi taza (se he p.ssivel I
do custo da obra ; mas para o corpo legis-
lativo habilta-lo a contratar, .leve I lie bas-
tar em nossa humilde opiniSo a probabili-
dade do pr*co: ea orobabililade pie-se
conseguir indepenJentemente do orca-
menlo.
Siinanr linrn escusa las estas re(1e{0s se
podessemos contar durante a prxima ses
s1o legislativa com a apresontar;ao do o j-
menlo que os Srs. Ilaring e llaves esto oi-
ganisan.io em Londres, e do q .o piovavel-
mente far o eogenhoiro que mandou vir o
Sr. visconde de llarhaceua ; mas na duvida
da oossibilida.le de puhlicar-se opt.ortuna-
mente esse documento temos necassidade
.le averiguar o grao de coufian(a que mere-
ce a primoira bise de no.sa couta. A estra-
da de l-r o em proj.cio costara de ris
16,533:333#UOO.
Apressamo-nos a repetir que este orca-
menlo nSo lie nosso, e sim de um nobre se-
nador que se oppoz ao projecto: porque a
quautia de 400.000/000, segundo a avalia-
(ao do Sr. cuusalueiro Hontezuma, por le-
gua portuguesa, pioduz em 41 leguas e um
terco que lera o caminho de ferro com seus
dous ramaes vara a Barra-Mansa e S a importancia cima de 16,533.333/000.
libias sacrificios de dinheiros assombrosos
at 1839.
essa data em dlantenovos ensaios vie-
'm demonstrar o erro, provanlo, diz Loba
citando as palavras do prop io Stephtmon,
e de Carlos Vignulci, professor da umversi-
dade de Londres, que a diminu {lo daquel-
le mximo de luclinacSo nfio ezercia em
certas circunstancias influencia nociva ao
costeio dos camlnnoe de ferro. Ea conse-
quencia deste nico principio, g.nlm pela
experiencia, o Railivay de Birmn.ghan a
Manctiester e a Liverpool (grmdiiiMCtion) foi
construido por quasi um terco somonte do
Huilwoy direoto de Bim.ingliain a Hanchea-
ler, nfiu obstante correrem parallelos pelas
mesmas bacas, e em coodiccOes de execu-
{oqoaai idantios o oi/icay de Londres
a llirn.inghsm custou mais du dub'o do que
eustou u de Bi'niiiiiihima Clouceatnr paral-
lelo aquella, e apezar de ser seu oonlo cul-
minanta mais alto 50 metros O caminno
de ferro de New Casllea Carlisla, qua lm
seu ponto culminante nos montes Cheviots,
na altura de 130 metros relativamente ao
ponto de partida, cu-tot quasi cinco vnzes
menos do que o .uredo de Birmingham
a Manchester. l-jbcl, a 0. 134:!
Eainda as estradas de ferro de ronstruc-
(Ao maiseconumioa silo excessivamenta ca-
rea, porque a rica esoberba Albion se humi-
Ihiria se flzesse embarcadoras sem o luxo
da um palacio, railunys de urna s via ; por-
que as co cessoes do par .ment e a d.'sa-
propns{ilo de t Trenos para estrsd is de fer-
ro Impo.tam em quantias exorbitantes. Ha
pur isso que as estadas de ierro alleaiS s
com urna receita bruta en 1843 di 12,000
fr.neos por kilmetro receita quatro ve-
zes menor que a inglezt deixaram lo!ar.
via aos accionistas remiimeuto quasi Igual
ao que os inglezes utitiveram no mesmjpe-
riodo, grande e util liffio, accrescanta um
escript.ir, para os povos Inclinados a infnn-
girem em seus trabalhos pblicos as lea da
severa ecooomia. [I.ubit a II bSX). He com-
tudo Justo notar-se que mesmo em Ingla-
terra, apezar do espirito tenaz desse povo
que repugna abandonar a vereda, primeiro
trilhsda, enganheiros como Francis Wis-
haer levantaran) a voz contra um systemaj
decoostiucfBo que priva os condados me-
nos ricos de to util via de communicafSo;
eque no norte de lugl tirra e Escossia cne-
Se no c .i-.er de seus disco.sos o oobre
senador r,ilou em 40 e 60 mil c .ritos como garem a Tazar caminlios de ferro de urna s
costo da obra foi por pa-ecer a S. Exc. que va oelo pre^o de 233,000,000 por legua por-
o projeclalo caminho teria grandsima ex- tugueza.
t iclo ; actualmente seu comprmanlo he Has deixemos a Europa, e especialmente
urna questSo de (apto que no admtto con- a Inglaterra. Convir-se-ha geralmenteque,
tesia(0es. senao fnssem os trabalhos dos Eatados-Uni-
l>o Bocio Pequeo da cldade do Rio de Ja- dos, Cuba, Canad, ninguem ae lembraria
. neiro villa daParahyba doSul ha a distan- de est Loba, a .las mercadoiiat sobretudo, tooiou ca de 26 1/3 leguas, medidas pelos eoge- iria ao parlamento este p ojneto ,- purque
na Blgica depois da conclus3o dos cami-l nUeiros os Srs. Warng o Davea pois prespindir dos exemplos tirados desses
nhos de farro, urna exlei.sao que ultrapas- A villa da Parahyba.dista da Sapucaa sete paizes ? Porque os camiunos de ferro de
legua", que nlo foram nedi.laa por aquel- Inglaterra, oollocada em circuraataneias di-
jes engenhelros por Fal'a de lempo : tooavja varaissimasdas nossas, provam que estas
o seguint tiuaJ.ro das fazenlas .lema cadas obras sSo muito dispendiosas, e as dos Ri-
margem esquerda do ilu Parahyba he, em lados-Unidos e Cuba.com quam temos tan-
nosso carecer, dado seguro para ava:iac3o; tos pontos, de contracto, nlo provarao o
poisemgeial o rio corre em linha recta, e
as duas curvas mais pronunciadas que des-
e-eve una abaixu da fateuda do commou-
dalor Barroso, contra entre a fazenda de
Joaqun) ll-nric|.ies da Silva e o Chiador,
ulo a modificaran) s nsivilinete, visto
que o rxcesso de rJislanc a produii.lo pala
primeira ser compensaJO pela difTeren(a
entre o alganamo7 leguas que adopta-
mos, e o o.un to de ln.ni" qoe realmente
teem as hiendas, islo he, dilTerenfa ae qua-
si ni ia legua; o o lugar da segunda curva
ou volta do rio proporciona fcil atera,
por onde o caminho de ferro atal liara algu-
mas cmtenas le brajas.
aou s espera ocas dos espirilos mais on-
Ihusiastas. S-gundoas mais altas avaha-
(Oes, O nioviinaiilo aiiiiiul das m -re.donas
para Allemsiiua chegana a i-2,1100 tonela-
das ; este algarismo quasi sextu .licou pois
que e.u 1814 elevou-se a 67,500 toneladas;
as me caduhas de rulagam que em 1842 ba-
viam attingi iu em tolas as estrada* da fer-
ro da Bolg.ca o algarismo de 194 000 tone
ladag, excederam em 1844 o de 500,000.
alas, deixando considarafdes destaordem
diremos que se o caminho de ferro nada
pmduzirnos primeiros cinco anuos; se do
6o aonu al o 10* produzr apenas o ren.li
ment de 1 ; ; a desde o 11 anuo at o
15; 3 % du 16 auno ao 20 ; 4 % do 21*
anuo al u 2>,os.productoresde caf, mes-
mo pagando lodosos juros das apoiicasna-
cessarias, para que o governo satisfaga
ac.impanhta expresara da estrada de for-
mo mle.rosse de 5" 0, tero realisa.lo no
li n dos -25.111110- um luco de 39:847:100,000.
como mo-ra o mappajunto: rasultadu ver-
daderamente a liniiavel, que merece a mais
sena atiendo.
A cunta que esbocemos, repotisa sobre as
seguintas bas-s: 1*, o caminho projactado
estar 16,533:333,000; 2', transportara
I:00(i|00 ao curso de 98, satsfar-se-tia o 5.0".00 de arrobas ; 3', O pre{o acloal do
rmpcnho do governo para coma cotnpa-. lrauapurlebc.de 36 rs.por arroba em legua;
nhia : rssini.em vez de 8 6 O00J0O0, os co- l' Jo ferro o reduzna a lo rs.; 4', a
fres pblicos s despenderiam 50:640/000; designagao do ums ponto de pa-lua psra
mas o governo nenhum real quer gastar a u" cre nao lt <> "'culo ; 5-, a p.r-
favo*"o* nacSo, com quem nada lem de celia que se inscreve-duT ranea relaiivaao
commum, po.s bem ; cobre-se dessa quan- I produzdo polos lugares laieraes a li-
lis, impondo sobro oiocomilhOes de a rro- "ha centralIdo l ilhode ferro-poJe-ae ava-
has de caf (dndo de barato que oulro ob-'.''" O.OoO.OoO. Serao ollas vordadei-
n3o transportara a linna) o direito ra9>
jorto
de menos de um lerfo por cento do seu
valor,
ue ohjecces podara rasoavelmente fa- .
ero governo a esta transacSo ? Seu com- J" positao quelooiamos peraiiteosadver-
prometimenlo pela quanti de 826:666/000 ?!rl?9 ^P^J10.'0;."*. \S5?2**?'}.*Ji!i
lie si 11 nlesmenie nominal, prestando o ver-
No exime a que nos propomos, no vasto
campo das conjecluras, em que vamos en-
trar, nao nos Iludimos acerca da desvanta
dadeiro devector, a nat;3u, to solidas garan-
tas. E anda nesse caso seria o governo
um venturoso, ou antes um fino negocia-
dor ; pul* que faz pesar sobre a nacJloa u-
mra clauaula onerosa do contracto o paga-
mento dos juros das apolices, e para si re-
serva s beneficios, os de emancipar-se. as
menos por muito lempo, despender alguna
milhOes as trras de Mallo Grosso, lleudes,
ilutars, Commercio e Maj, onde existem es-
irsdas indignas de tal fieme, e 09 de aug-
meiil- r conside.aveliiieiile suas rendas pelas
malerias tnbutaveia provenientes do movi-
n en'lo iinrneiiso em todas as partea traz o
estabelrcimento de um-caminno de ferio
Examinemos agora ae esta trtnsc,3o,
que como vimos tflo bom quinhSo da ao go-
verno, he acceitavel plo Estado ; e para nSo
tSo bom gusto a iocreduiidade no porvir!
II. p'irasesja faltas para esmagarem sob o
ri 1 iu lo os pobres p ojectisias. Pon lerare-
mossJiente quaemquanlu a humanidaJe
1180 alcatifar u>do.n de adivinhar, ou ontre-
gar-se ha a absoluta inac{.1u, ou a resuelto
do fulmo conten,r-se-ha com cunjecturas;
que a qua-.lra do 111 .ior ongraiideciinentu
das nac/ies he piecissmente aquella em qua
Sais se conlisra 11 no futuro ;.qua iiingiicm
ha, por mais cauteloso e circu.uspecto. que
em qualquer p>sso grave ou insignificante
posas dizer : a Nada coollei ao ac.so. a
Ucamiuhodefe rocuslara 16,533 333.000.
O cusi de u na estrada de far ru s pJo ser
avallada por prollssionaes. Conforme os
e.-lylns das nacjes cuit.s, o parlamento nSo
decreta trabalhos deala iiiagnituje sen or-
camento de engeubeiros : turam pois, mi
stendermo-no d*mf*iadamente, limite- juliciosas as observaces dos Srs. enado-
mos nossos ealcutos a n t genero de rea Verguoiro e U.Manuel; e em ihese nlo
de nossa produceo, o cal, tracandu a se- tem resposta. Cuosiderem entretanto os
guintecoulacampaiatiVa uo transporte ao-1 nobres senadores o acanhamento e limUez
tual deste rligv,e dotianspoite provavel don.'ssoea.triloem materia de empresas,
depois oa linha de ferro.
' Transporte de
5 000,000 de .a. de
cal de vassouras
' pois que he pre-
ciso lomar um pon-
to ) au Rio de Ja-
neiro a 36 rs. por
.1, em legua porlu-
1 uhueza pelo syste-
10a actual 17 leguas.
Transporte de
.,000,000 de @ de
cale, depois ua es-
trada de ferro de
Vissouraa ao Rio a
10 rs. por () e 111 le-
gua portuguesa, 17
leguas.
Augmento pela
e conciuirSo facilmenlo qui a adoprjJo ri-
gorosa uos principios seguidos, n Europa
tena aqni muitos inconvenientes
Como vem, formsr-se, consolida-se, e l-
timamente realita-se o jensamenlo destas
obiasP A noticia du Ruilumy de Manones-
ter a Liverpool aorprendeu-uos por ua fan-
tstica rapidez e maravilhuaus resultados, e
anda mais pela otisa 11a da tentativa ; na
garal opiniau a Ingl.lo ra, e s a Inglaterra
3 060:0008 poda lavar so Cabo cominelliioeiilu tal. A
I conitruc{8o da outros trllho na propria In-
' glaterr, depois em alguos Estados, e espe-
cialmenle na Aiuoiica, onamou a etiencao
' de muitos conciJadJos nossos : reliex9o
1 mais alienta soure a-populsco, e recurso
das oa(0e* de nosso continente Ihes fez
850:000/
Quadro dat fasendat entre a villa da
Varahyba eSapucoia.
Da villa da Parahyba ao marco da
fazanda docommendador Anto-
nio Barroso Pereira, bracas 9,70o
Fazanda do commendador Barroso
at o ro parshybuna 4,755
hits de Antonio Ribei'o de Avallar 1,294
Dita de losqui.n llen'iquas da Silva 4,625
Dita da Jos Ja Silva RiueiroEspalha 1,875
Dita de Antonio Mirinj 1,500
Dita de Jos Caetano Machado 1,500
Dita do commendador Custodio
Ferreira Leite 1,500
Pouco mais ou menos de 6 12
leguas 19,749
Do lugar denominado-Paiol do Joflo Pe-
dro ( Ponto em que vir entroncar o ramo
qoe segu para a llarra-Mansa < i villa deste
uome haver a distancia de oito leguas.
Tambem nlo pode ser medida pelo motivo
j expendido de falta de lempo, e nem nos
foi possivel obler o inanp-i d o caminho de farro ( se se lizer) atravessa-
r : porm he um terreno descortinado ha
inintos onos ; e por isso p.rf.-itamnl co-
nhecilo. Ge almente c.lcila-ae a distancia
ent>e aquelles dous pontos em oito leguas;
e os qua teem ortica da viajar por ierra
ofio iguoran que as leguas medidas a relo-
gio sempru sfiu menores doquoas me lilas
a corla : assim de Vassouras Parahyba do
Sol contavam-sa dez 1 guss, e os engenbei-
ros inglezes acluratn oito.
Uo etpost o resulta que toda a 1 i ola lera
4ll|3leguis; e ealgumadO'erenrja hou-
ver, ser >rovavilmente para menos, restan-
do nicamente examlnsr-se se o orcam-mio
de 400,000,000 por legua be ou nilo alto.
Recorrern) os nobres senadores a esta-
tislica oos railwayt Inglezes para nuiles as-
semarem seu juizo a raspeito do pre^o do
prujecla lo caminho de ferro. Comprehen-
demos a predilecto dos nobres sanadores
pelos exemplos de Inglaterra, ella a. i.iv.-n-
tura delta viabidade e de um sens pra.ico
tilo seguro quasi em ludo: nfio julgamus
cointu 10 acertada a preferencia, consiniam-
nos dize-lo. O povo nglez, que se diz o
continuador da* grandes cousas dos Huma-
nos, nem sempro se circuroscreve ao Mil ;
muitas vezes prupe-sa espantar o mundo
com seus munmeulos; este pensamento
principalmente presidio i coostrucc}flo do
Celebrado tumnel, e de Iguns railwayt. Do-
mis, mesmo purque foi o inventor dos ca-
minho de ferro, pagou muito caro os muli-
plicados eoaatos a que sempre sujeita o ti-
rocinio.
Acreditaran ao principio (e oa Ilustre
Stcptirnson e llruntl oram dessa numero;
contrario ?
No quadro que vamos apresentar dos pro-
cos das estradas de ferro dos Estados-Uni-
dos referino-noa por brevidade la caitas
qua Mi'jucl Chevalier escroveu sobre a Ame-
rica do Norte, qu.ndo por ordemrfo gover-
no francez visitou este paiz, especialmente
para estu lar seus Caminhos de ferro, e nSo
a grande obra que o mesmo escriptor pu-
blicuu depois sobro vis* de communlca-
(9o.
Schuylklll nove vezea. F.ntre as nove ponte,
as mais notavels sao a da ecluaa de Peacock, a
de Black Rock, ea ultima enllocada no poulo
ein que se deixa o Schuylklll para dlrigtr-ae a
Uelanare. A primelra ha de inaneira aobrr
pilare, e pegoes de alvenarl_ no yiema de
M. Tuwn, e de grande perfeico, com o coin
primelo entre o pegoes de 93, U braca, 1
de altura sobre a crlenle de 8,46 bracas. A
ponte de Black-Rock he de alvenarla, e inulto
mala pcif.-ita do que as que ae eocontram na
America ; seu coinpriinenlo entre os pegoes,
he de 43,21 bracaa com qujairo arcos. A ponte
sobre o Schuylklll be construida exactamente
como a pilinelra, e do cumplimento de 8s,4l
brajas A super.estructura do caminho de
ferro foi felta com particular ouidade : lem
presentemente .una t asa ; mas a obra da
arte, e o atierro foraaa esecuudoa para se-
cunda va, e mesmo ja a tem em uina peque-
a eitencfio. A embarcsdelra te Richmon.t
He bem danosla, e lao vaala, que, aeui eiagr-
racao, ae poda chamar um pono, apresentan-
d.i do lado do rio uina frente de 366,18 braca
A companhia deu a mal seria aitenco ao
material, e uomblnou-o, anin de diminuirs
deapezaa de irace.a<, que, segundo os calculo,
do Sr. Rebinsoo ( calculo queie reallsaraiu),
caram reduzida para o carvo por arroba en
lagua portuguea rs. 687/1 uno menos de un,
real. A compra doa terreno absorveu a im-
portancia de 875:000/01.0.
Como quer que seja, animadores silo oa pre-
90 do caminhos de ffrro doa Estados-Unidos;
nao diieuio, vista delles, que o caminho
projectado Importar nesta ou naquella quan
ta : auiuos incompetente para a fiaclo ; nao
ae podera negar coinludo que difuciliiuo aera
que uina legoa de caminho de ferro no Itrasil
eiceda avallacao do Sr. cuncelheiro Moute-
zuma de 400:00n/, ae n, anda coin limita-
do recursos, e possuindo exten.lasimo paiz,
nao coiiimelerino, a loucura de conatrulrmos
estradas de ferro com duas va em vez de
uidi, palacio em ve de ranchos para embar-
cadoras, e sobretudo a loucura de soborrii-
narmos, como a Inglaterra no aeu sysiema de
inclinacde, o terreno ao dinbeiro, em vez de
ubordluar ene aquelle.
Oeaeiuplodo btados*Unldo he animador,
porque oa joruae nao sio ali mal baratos do
que entre nos. Lobel, Miguel Chevalier, affi.-
iiiaoi que sao elevadissiuios, o triplu dos da
Europa au Sr.#Seigio Tciseira de Macedo,
nosso ministro nee paiz, por anuos, ouvi-
1110 que nu se paga lo servico diario de um
eacravo por rueo de 1/800, Segundo Pous-
sio, cx-major de engenheiros, Americano, e
ajudante ue campo dd general Bernard, da
Unci engenheiro. cinpregado por inuitos an-
nos oos grande trabalhos da Ualo America-
na, o salario oos Estados-Uuldos sao no se-
gu ules. ( Pouslo, a II. i;d. j
Engenheiro em chefe. eucarrega-
do da direccio de uiua grande em-
preza.
Engenheiro ordinario
Eogenheirode segum-
da ordena, de
Conductor do trabalho
Chefe de adiulnitraco
Secretario
Guarda arraaaeu
Inspector dos tiansportes
Jornal ordinario do pc-
dreiro, de
.. do carpnileiro
do srvenle ou jor-
naleiro,
10:500/
3:500/ a 5:2b0/
2:100/a 2:800f 3:500/ J:8o0j i:7MM MM 1:05o/
1:310 a 2.32o a 3:1&0 2.81)0
1:100 a
i:8n0
a raplora de um tal Xavier, qu bata com-
neilulo, no termo de Mamanguape, dusa
mortes, sendo urna na propria mulher, com
urna diligencia que para esse fim f z partir
.ara o lugar Portinho, fresjuez'a do Llvra-
menlo.
Ii.zm-mn qoe zeloa com algom funda-
mento mntivara-T) aquellas homicidios, mis
que a occasilo os nfiojuatilieou. Seja como
rtr ganhou a jnstic, e com ella a moral
>uhlica o poder discutir e aquilatar o faci
para puni-lo, jnlgan lo-o conveniente.
Foi finalmente descoberta a o*s*d* do in-
feliz Cavalcanti, cujo subilo e misterioso
'esapparecimeuto para partea de Podras de
Fogo, termo do Pilar, Ihe noliciei no anno
nroximo passado ; e creio que com ella con-
llrmaram-ae as auspeila, que-haviam a rea-
palto do aasassino. Nlo fui pequea asna tal
csc.ili.ru, e bem mostra que a polica con-
trariada em suas pesqunas,e vendo ionutili-
ados seus trabalhos, nfio desanimou em
tua conlinuscilu.
Receba, prtenlo, quem competente fr,
nieus emboras; e vrjam agora os praguen-
tos se eu sou esse hooiem inimlgo da poli-
lla, e incapaz de fazer-lhe juslic, louvan-
du seus actos, que de louvor forem dignos.
issim continuie ella a merece-los, que me
nfiu esquivarei de dar-lh'os-, assim como de
.-ensura-la sem conlemplacOes quando ella
claudicar.
Parece me que os tbuggs inda tem apr-
senla i., de novo, depois de mioba ultima,
a Daos quoira que 'ulo me engae.
Em minha ultima referi-lueo que houve
na recepefio, que foi feita ao amnistiado
l.uiz do llego, e cai-alkuda por occasiSo de
sua restituicfio aos lares patrios, quero ago-
ra conlar-lhe a que houva no Pilar em honra
de outro amnistiado, Antonio Joaqun) Bor-
ges.
Veio encnntra-lo em caminho um grupo
da eavalleirot, que oacompanbou com fo-
guetts at a casa, ('.llegando na villa do Pi-
lar pararam no meto da ra, cantaram o
iiynino, deram vivas ao* constituirles, e
nfio Ihes esqueceu maltratar a actualijade,
orine!palmenta ao governo, em recompen-
sa de nfio ter deixado derribar pela ilttutre
victima, e seus companneiros, as institui-
cftes ,lo paiz. e haver facilitado que ellos li-
wssem occasifio tflo solemne- de dar-lhe os
agradecimehtos. Feito esse acto de gratidSo
retiiaram-se em boa desordem, grac.es ao
sentimento commum a todos de nlo quere-
rem coniaromatler-se com homens, que fa-
zendo quan'o Ihes apras acnam depois de
uaia facilldade de fazer outro.
Estou alguma cousa escuro? Tenha pa-
ciencia, que he o goslo do seculo.
A assembla marcha sem maior novilade,
e por ora nada tem apparecido, qoe merece
meneflo, a nfio ser a falla que vai sentiudo
de membros pela desercjfio de alguna, que
gostam de intermitencias na freguexia.
O Aryos contina sua carrera, sempre o
mesmo, cheio de coragem, e poesa; mas
poezia Inmolar.
Ha pouco,e n falta de cousa melhor, trans-
crev. u um artigo da Imprenta (papel) desea
..imotrabalhodoqueeommoineniesecha- provincia ere que he maltratado- O Exm
majornalelro, Ulo he. o trabalho Incouipara- presidente desta provincia. Aquelle artigo
velmente mal importante os estradas de fer- se nfio he da lavra de algum constituidle
le ca, he reuercuasfld do echo do Arfo,
m>s muito augmentado pela capacidad* so-
nante da tal aprensa.
Diz aquelle artigo, entre outras cousas,
queaocortatar nemeaco do Exm. presi-
dente, elle ou seu autor, nfio eaperou ume
boa adminislrarjflo pela inexperiencia do
o franco.
CAMINHOS DE FERRO
De Albania a Scbenectady por
legua port.
Da Schenectaily a Utica
Da Ruchester a Bllalo
II l.olijinbia
Da l'oi t-ige
Da Baltimore ao Ohio
De la prarie
D- Dsyton a Ssndushy
Da Ba>ton a*providencia
De Providencia a Stotnington
lie Amboy a Csneden
DsNewcastlea Frenchtown
Di Baltimore a Washington
HEIS
ro, custa, nos Estado Unidos, quaslo doblo do
que uo Braili
Ha una circunstancia especial a eate cami-
nho de ferro, disse um mullo llluilrado e res-
peitavel leador, que o hade lomar muito caro:
e vein a erque elle nao hade ser destinado
a eslabelecer comuiuuicaco entre dous gran-
des inercadus. Se por rxcuiplo Parayba fusse
um rio u.ivrg.iv.-i. que tivease 2onou 300 legu-'Sr. Si, mas soffrvel em vista de seus pre-
Quadro dos pre Ktladot nidos da mtrica por legua por- \ nurgem do Parayba, toda a mercadorias se trs(fio intelectual, mas que elle tem 0101-
tuoueta de 18 ao grao c a razio de 350 ri. emcamlnhaiiein ao pomo ein que elle locaise, trado curtos conhecimentos, e ma vontade,
emio podl.-se acreditar em suas vantagen, cou7 |nirn.
e mesmo nao ae atteoderia ao preco exorbl- Pm rdd ha viaivnl a n autor do ar-
332:389,843 urccia uina muliiplicidade de etases de em- qualidades que reconhecia no Sr. S*. como
137:190,480 barquea e desembarques; e estas .-suees el- as perdeu ISu de promplu S. Exc.
55:632,500 gein obra de arle, que lomarlo o projectado Eis o pheuomeno cuja explicacfio bem va-
314:241,900 caminho inulto caro. [lia algumas pennadas de tinta ro illuslra-
351-713 aso Serla oa verdade multo deiejavel para a es- 0 bio, sisodo, houesto, e emeero arti-
284 18o'sOrt irada de ferro que o Parayba lirease um cur- Busi,
ee'twlea <> de J00 ou 300 legua, de aguas navrgaveia; E coo1mjg0 muU gente, anda esta-
MiSS S^^ral./ldUu-^^^ o-n ju.zo%ue,form.vamos
254180,500 de ferro. Nao no parece necesiarlo demona- do Sr S, eem quanto o artiguista nos nilo
205 785.630 trar que a mxima parte da eatradas de forro' mostrar especificada mente a nfio querer
272868,750 boje concluidas o despeoson. Nemhuina da expl'Car a revolucfio moral de S. Exc., os
176:997,450 estradade ferro de Cuba termina em rios na- fHcios por elle platicados, quu nos autori-
405:090,000 vegavels; mesmo nos Esladoa-Unldoa, que sein 10Uli,r de ronceito, te-lo hemos por
Dal rper'a Ferry a Winchester 108:24o;000 '' ^^"Vi""^^ intelltgeuto, e de caracler inde-
De fre lerlcsbou.g a Hichmood 88 647,550 ,rcuimi cd,de du ,oral outr, do inlerlor. pendente.
De IVtVshurg a Hoanok 78:i0l,450
Ramificaffio de Belfield 75:616.800
De Norfolk \V. I.lun 69:675,550
D) Cll.rl-.-tnwn a Augusta 63:14u,uo0
De Augusta a Alhenas 96:843,600
De i.n.-ste. fleld 108 240,000
De Carbundale a Honesdalo 134.977,600
Da Putswillea su.ibury 182:560.700
De Philedelphia a Reading 189 906.150
De Quincey 77.777,350
De Itnaca i Owego
De Leiington a Louisville
Da Tuseumbia a Dcatur
Da Rucnealer
De buffalo a Blackrok
Da Huut Carbn a Philadelphia 397:042,100
Ut canae e ettiada do ferro que presente-
mente nesse paU uoem o Atlntico aos 111a-
gestosos rios do oeste, oao se zerain de uina
ArcusacOes vagas nlo disconceitusm a
pessoa alguma, o quanto maia elevada sua
posi(fio, quanlo mais concelluados forera
ez. 3 ciccpcao fio canal tri: fumse nter- seos precedentes, tanto maiores devem ser
nando por aecciJe ate gaoharem as maigens a3 provss da degeneraeflo de um individuo,
deaaea rio. E quem pdde afiancar que o cimi-1 ajg0 s., qua| o grao do cmceito, que me-
nho projectado parar eternamente no Parayba | reco neMa provincia a laBrna ; mas se ell*
e oao aera a primelra seecio.da grande linha espher um pouco elevada nlo
de communlcacao entre a caplfi do iioperiol '* "'" uarnhr.hamo ..,(0 do
eo Rio de S. francisco? Mesmo antes detao|">e para o Aro*>s va'anyoano,, a exija ae
prolong.mento nSo pode aproveltar seus amigos, qu.ndo houver de tratar de
124:659.300 parte navegavel do Pafayba, oa provincia Unirs provlaciss, provas do que Ihe com-
crer qutambeto us poderiamos aspirar s i que as estradas de ferro nfioadmltiam iu-
posse do grande invento. clmacOes superiores a tres millimetros; *
Na Inglaterra e nos Estades-Uaidos, a l paraooseguirem-as impuzeram 4s compa-
9d;037.85o de S. Paulo?
108:240,000 Reipondendo porem mal directamente a
69 135 500 argumeoUfo do oobre aeoador, diremo que
21-604 NUO Ihejulamente oea verba das esuede que
,._'..,'..u,1 contamos mal ecooomiiar eis.s eilace; que
a/.u,iuo eitrada de ferie em geral o pala-
As raa que no preicrevem Impedem-no : e noa ,ioha| ,t qui,ennos proce-
a exnos.fio da raides porque alguos camloho d ,,ldlc,o,amenic, eiao ranchos. Em nossa
r^,?. 0*.. U?0,_"0'10* _ram._,5?'.I0 I humilde oplniao n5o havera neoessidade de
grande mulliplicidade de estaces, ae ein mul-
los ponbx, cumoemCuba, conce.ier a ceiupa-
ohia ao faieodel'os faculdade deterein de-
psitos c carros seus, que se vio ligando ao
comboios em sua paaaageiu peloa caminho..
de ferro; o que nao produiira inconvenientes
e fr conforme esperamos,separad* a cudi.c.o
do passageiiose mercado.la.
Alen de que mesmo a estradas de Carro
3ue hgam os rio oavegaveis ao litoral nao
ciiSo cado ou tarde de multiplicar a estace
Intermediaria, que formain urna de suas pri-
meiras fonte de renda.
Do Rio de jaoelro al aballo da ierra, disse
o mesmo nobre leador, he natural que a es-
trada de ferro custe lamo ou menos .(ue uo
Etdos t.'nidosi. mas para cima da seria nao
acontecer o nfimo: para cima da erra a
declividades sao nimio grande; do alto da ier-
ra a gaobai-ie a margem do Parayba ha muilo
a dcacer,
[Jornal do Commtrcio.)
CORRESPONDENCIA DiAHlO DE PER-
NAUBUCO.
Parahlba, 7 de junho de 1851.
Aioda coutiua miuiia satisfacfio com a
polica, e parece-me, que esto mea de junho
he o de sua ovaclo, ou destna'do para aeu
iiisis caro do que omrus; farcinos todava
inenco do de Munie-Carbon. porque de mala
uacoustruccio responde objecau de um no-
bre senador. Na Uulo Americana o que e
quer dliei.-hade tal parle a t.l parle na u.ua es-
trada de ferro.
A estrada du ferro de Mont-Carbon Phlla-
delphla, da exiencio de 24 e3|l0 leguas por-
tuguesas, ful coiuecada em 1836: a 17 de julho
de iH W eslava terminada enire Readlog e l'ni-
".ideiphia. lito be em mal de inetade de. teu
dcscuvulvlmento, e eutre Readlug e Mout-
Carbon a 10 de Janeiro de 1842. rol euipre-
hendidn com o ti.o (que conseguio de disputar
ao canal du .schuylklll o transporte do anthra-
cilo. O projecto era audaclozo, dii M Cheva-
lier, cuja descrlpfao traduznnoa ein parte:
para rvalisa-lo, o hbil eugeuheiro que o su-
perentenda, nada deiprezou para distribuir
ventajosamente aa inclinaces e as dirigi coin
taola lotelligencla, que o retorno dos wagoos,
iiiesmo com alguma carga nenhuma dihiculda-
de aprsenla; oh eite punto de vl.ta o cami-
nho de Mout-carbon he inulto superior ao
que em Franca liga .Salnt-fcileuuie a Lyon.
Esta cainiohu oReaece mullas obras de arle,
como tres subterrneos: o I, de Pulplt Rock
da eiteoco de 12b,1 braca; o Z de Blak Roale
com a eiienrao de 267,84 braca; o 3a de Flal-
niunca'ic o, pira nflo cahir na mesena de-
gradafOo, em que esta um peridico que
asseoera, que Sanios Lal de volt* do Bie-
jo, eotrou em ferios nesta cidade, quaado
lodoso vimos aera elles, que foi entregue
a um oOlcial carrasco, quando aquelle ulli-
cial foi pedido pelo seu maior amigo, como
mais capaz de dar-I ie bom tratamoolo; que
um criminoso poltico (sau correligionario)
lora mandado carregar agua, quando aquel-
le correligionario (um miseravel arrecoado
e vealiio pela provincia) foi carregar agoa
urna vez por paga de um conuemoado *
cjuem caba aque la servico ; que a policia
emprega em diligencias humens crimino-
sos, sem apoolar crimes, e nem pronun-
cias : que o empregado publico he mao,
sem cuar factos; que a ac'.uelijade nlo
presta sem deecer a comparasfio do vastado;
que linalmante s eutoude a syllogislica de
. egaleira
Comprehenda bem a Imprenta neste pe-
queo quadro, a triste figura que ter* de
represeutar se continuar a servir da echo de
um tal penodioo, ou de seus cotlaOurado-
rea, que veudu o pequeo ell'aito que taes
laicidades faxeo nesta provincia, onde to-
dos cuiiiieceni js o* fictos, e exarados em
urna folba inleirameute descouceitua la ,
proouram servir-se dalla para aeua flus,
embora tambem a facam desacreditar.
Basta por boje. A Daos rogo que Ihe de.
saude e diuneiro, assim como a mim, que
de ambos careno.
da Centre turapike. O oamlnbo' passa o 1 No dia 4 couseguio o Dr. coefe de policia
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pcmumvco
ntatt t> wt juhq U .
*S 8V8,S 4 1D.
EsUmos n quadr dos dias sntos e fes-
Ui, e felu squerle, que a vir renovr-se por
urnas setenUs od oiteota vues, como par
nos dea'jamos, e umbem par os leltores.
Sio 13o rrs s longevidades nt no" terr,
Untas 8 18o taadas sSO%a causa, que n el-
la se oppoem pro4ogo da vid, que no
nlo etrevemoa a desojar alees daquelle
dous periodos, com o ultimo dos ques,
alias, nos contc-numos. '
Ro da 6 du correla fol festejada a Se-
ohori do fronteeoicio do Carmo pelos seu
fiis deotos, cuio esmero n'ess frea sn-
nual he bem aabldo do publico. A noute
foi o poto cntretido com o eomoelente fono
de YU. que a petar de comecar multo lar-
do, na forma do estylo, e d* atlrahir um sol-
frivel conourso de poro, nlo oceasionou,
oomtudo, disturbio algum eatre os '-
tente, e nem lo pouco pn-judicou nen-
hum detles, segundo nos informam,
Tmbem no di 10 houve uina feata so-
lamnoBa atril de 8. Antonio, que no dis-
laram sera do Orago, vesperas, e Ta Den ;
epoie-sediierque, em geral toda asolem-
nidade foi feita oom algoma pompa o es-
plendor, embiira a armacSo do templo, por
emziada mente siugela, nlo corresponde-
ae bem a ludo o man.
ttrou do di 7 dos portos do norte o vi-
sor Ptritoatoucaita, que deiaou todas as pro-
vmcias d'esae lado em um corlo eai. do de
protp.nd.de. Em todaa Unh mi I hora do
nulavrlmeute a saude publica, era o inver-
n copiosu, prooieltiam os campos frtil co-
lbaila, e a aegurenc. individual e da pro-
priedade pareca desassombrada e maia bem
garantida, pela peraeguic.ao,que suiTrisiii 08
criminlo, sendo que apenas livemoe que
noticiar dous uu trea atsitsinttoscommet-
tidosnoCeiri.
Por noticias recebldts do interior ebe.
noi ter-ae conclu lo o mez Harianno em
Lltnoeiro, Po .i'nlho e lgurssu', no meio
ds maia una pite harmoni dos detotoe,
coa s fet do cotume e proossOee so-
lemnes, a que easiitiram iooumeras pes-
soss.
No di 9 do correntn foram Ticlimis do
bacamai ti osubdelegado d > I.i moeiro. Jlo
Antonio Geilo, o nutro Individuo denomi-
nado Frade, no lugir de Bom Jar.lim, sen-
do aquelle esperado em urna emboscad* na
portan do seu ei genbo Guabiiabs, onda
P' las 6 horas da t-rde o proatou moito o 8S-
sassioo com a So ce> t-ira.
Depolsda noticia daquelles dous aiaassi-
natos, soubemos por carts do pessoasde
crdito, quu foi igualmente victima de urna
mbo-cad o p -re Antonio, capellao da
Malnadioha, no Limoeiro, o qual ficava a
expirar no dia 7.
- Ornemos ao comecar que, mu tase earie.-
da causas se op,uoham entre nos a pro-
longelo da vid, a he da mais pungente
dor o confessar que, urna dallas, a mais ex-
traordinaria, a mala terrivel, he a sede do
ssngue e o fnror homicida, que agora pa-
raca apprrsent-r-se com incrivel pe tinacia
o encarnicmento ; e ai de noa se a polica,
se os juize e tnbunaes, so nao appresssm
m fazer parar pela aua vigilancia a teveri-
dade er-t torrete de horrores, que s en
tro barbaros eselv gens pode tsr seu lifre
, curso. Temo chega lo a urna poc a, em
qui o h'imom nio encontr a menor g rn
ta eos sus boa conducta publica o p.recu-
lar. Se elle nlo pena romo o perverso, |se
as auas ideas podem dilllcuiiar algum dos
seus plano, desde eolio corre a aua exia-
tencia pengo, e nlo falta scalerato, que o
aponi* romo dig-.o d urna faca ou de um
bacamart : ja ulo he urna vida humana,,
que deve aeraagrada, be um obsUculo ma-
terial, que deve ser removido. E onde ire-
mos parar, se o assassiuo continua a ser
mais resoeiUdodo que o humen, de Mar, o
cldadfio honrsto o probo ?
Ha muiloquen'esiaoidadese falla naexis-
tenoia de quadrilnas organisadss psra o
roubo. e especialmente ni aemana decorri-
da foram geraesos boatos a tal respailo, e
grande o alano, que elle causaran). Com
effeilo vario ruuboa se lee) dado, em dille -
rente csss. alguna dos quses temos refe-
rido, deixando de o f-zer quanto a outros
portilla, de nfurmcOe. A policia, que Ja
so echa prevenida, atabu de recolher a co-
dea trez individuos auapeilos de pertence-
rom a estas suciedades secretas o desapru-
priadoras.
Estamos na vospera de S. Antonio, e S.
JoSo dos bale igualmente porU. INflo sa-
bemos se trremoo de ver reoover-se em
grande es-ala o abuso inveterado dos bus-
esps, que to graves dainos cauxim lodos
os annoa. JioSr. delega Jo ao termo fez
publicar o artigo da posturas municipas,
veir, sa decjwacBo dqmotivo, JotefXn- |lMeafom, J} JJ
cu*'d.To lose Crrela doIjHo.pa- E^XS^WS'
lre.o dnar deatl cldad,i me Oommu- M4,,M1g, disfinamlRo.
nkTueji'0lHtodeudnrt.,qO8llvi p- ,Vellln. ir. tnoMfelii
proti-ndado osa um teougue ] iub doa .ro,ed m mallo digo coi __
neiteis lrS srrobS o viute libras, s em D. Mara Jos Ooorltei Lima em de juohode
-T IM
i- Je-
[a o espirito, e ~
.uoa.e mulla
aa cliav a II-
|da do dullnc-
" lio MoaMne-
a tilma. Hra.
0 adeos linal, prpos
Que se rende! aos leado, |
Reoabe oh l Ame d Mo
Sol njo de DKOS ainada,
roga por quein I Asa
Neala (erra de pecca.
011oiU6eJunbodei8J.
A. F. Gen..
-
COMMERCIO;
,ao0e5i0ria. ando que elle havia lo i dfaoie velo
feitoppre>eht ___coatraliir. Fol em 18 de |nlho de
appre-ent ro nio s 8Sa earne, oomo OS earnleel'OS.lo de inor, reapelto e obediencia para com
i. a -_ .a aa &_ -aiaa i.ali Am atA'il*tll
nii'na e-tavam Ulntndo, am de se proee- seu pala, de effecluo. uoljo com aeu Ir- cota?
queae-Mvam wiii.iiou,. r rf |m gr Dr. Jeaqolm Cambio sobre Un
d''50'7mMdr,'u.,;?f(?:' Prcom -'O C-Ire tira. ; e cn.no se devl. e.p.rar d. a dinheiro.
legado do t'rmo d' Santo ntlomo rol com ,, h,od PIUCA DOrtECIFE iOEJU.NHO, AS
I HOltAS DA TARDE.
cOT*(0as orricuas.
urea: a 87 1|8 d. o 87 1)8
perigo de vid, e qu
o autor desse delicto.bem que par Isso hou
vesse dado logo as necosssrlss providen
ciss, mas queso proceder s corpo de dillc-
to n ofendida, aOm de se lnaturr o com-
petente processo
ALPANPEGA.
junho 7:553,160
t (la j'uhAo.
iea farinha de
trigo.
coo"fornemnterra suiniua: ella comprehsa- Patacho hespsnho'. Vreildenle merca-
deo oa aanloa fina do matrimonio, tfa deaoo. cadorias.
nhesidas ou desrespeludo poreues eai.lritoi Hi.te brasileiro P Sroiaeiroaqueaeveemoelleumafontedeaoj- birM bMSlleira I-rieafl -- genero do
Idos praierea, e o complemento de clculos de
ambicio, e cubica; e por laao iiioairou-ac e-
SeC'Olaria da po- ueiuosa amante do seu digno oonaoile, aua
Dais.
CONSULADO GERAL.
Dita de toros ,,.< ?'"2
Pi-.uchasde amar, dezeaaiade Baa it.OOt
Dita... Mura ifOl
Costado da dl *<> .
Dito dito U*W>ea. i.....0,00
CosudiiiheOdl. .a .. '."H
ioaUlodedlM......... ''
Forro d. dlu... a...... 8 JO
Coatadodelouro....... .M
GoaudlDhodedito...... 6.J0
So-lbodedlto.......... .'""
Forro d dito....... |>
Dito da eedro.......... *.-u"
louroad talajuba ...... Qulntol l,00
V.ias de parraira.......Dual. 1,180
Dnaa de agulihadaa. .' '*J'"'
Dita de quina.........
Iluda oeai apira pira carros Par 40 nos
Elj-adeditaa paraMItoa ... a 18 800
Mal em pipa.........Uma 1,00
. quartola......... Canad J0
.barr.........."
M.lho.............** 1.008
Pedra de amolar....... 1.008
Uiuade filtrar ....-.... O-i
Ponuadelioi........Cea ,Z0u
P.assaba............dlno "0
SolU..............Mel 1.901.
rea parnlh..........Arra 18,00o
Tapioca.......'...... '.J'O
Unl.as de boi.........Canto Zu
Couro de obra....... lo.soo
A lie a. carrapato......Canad
Rendimonto do dia 1 a
dornajo dia lt..
tuino. selo de tio'lnllinaualio provlera.n sel dltoao.
PARTE DO DIA tt. n|nof, ut, aos quaea Ihe sobrevlveram. Ha
lllm, a Exm. Sr. Seguudo 88 partes re- qul que ella requinta eintarouraebond.de:
cebldas neala reuarticio loram liontem pro- delira da amor por aeut fllhoa, e nea aetaa de
aos a muinsordem. Bernardo Jos Corris, aua cuidado, devotacio moitra qne oamor
m,r.e.reeminnso d tentativa de morte na .maternal he de todaa aatedtnc.a. .Ilr.tlva.
por er criminoso do ieni.iiv.u qerglca. mal pUllantroploa. a
provincia das Alsgoas a ordem o u" lueiln0 m, hcaud, em au,0(e. wr-
iegdo da freguezia de S. Fre Pedro BW em crlnc,0, fell0# ner0laOi, urna a.pl-
calve* do Recife. Pedro Madelra dos ., o da nurru m0, qu, nia te,u de Inte- .
Antonio Joaquim de Ar.ujo, e Jovlno Rioei- nt,td0t e nMlmente urna palsao que inove aa
ro de Mendonc, por uzo de armaa je a df nl>fai ln,i, MDaivel -o eoraelo, e tem um fun- *"
aubdelegado da freguezi de S Antonio, do de actlvidade que f.-l. v.gor.r coma* dv.r- 8U'"
. ,. L. ,.h. A ,An.A 11J.J.----j- ...... ...t-.. .^.ninnaaln. BPin Liverpool
DIVERSAS PROVINCIAS
8:028,914
71,4(9
2.100,363
Kx|ioi-lnco.
Marsalh o (.euova polaca Sarda Sam Geo
aoo tunelaaas condono oseguin-
2930seceos com 14,850 arrobas de as-
Movimento do porto.
Comouunicado.
veeaenugou, re.lc.m o Iludo qu.dr.de
tude. Em Um opima Alba. nula, ea-
Aliumus ualavtat de coniilatatt' oomeuamAioo .
Illm. Sr. Dr. Btlevao' di Alouqvrquc e Mello JJ '
Joe.,caro. por a-xu So da enlidis,ima morle m, ,Vnhor, ,,,, da carldade a Illma,
dallmi.Sra DTrinqtlum* S'bmai-Albu- ,,. O, Tr. nqulllio. Sabma de Albuquerque e
qutrquc Helo Um emgro. ja miiii rfijna_ ir- Montenei|ro leru,|aon em breva a aua
maa,.econror/edo//l.r. Dr. Joaquim Uon- e,,,leoclti pur uuia lnferiuidade abrevlndade-
cea paasada. la luda nio tenuio. aqu a osp.los do Araeati.
serie de au.s vlrtudea: ana vigilancia pala be- Buenos-Ayres com escale por Montevideo
nestldadee pela ordem q.-ic devem mauter acua briguo brasileiro Duque ds Terceirs, COO-
fainuloa, aua bondade para com elle, cuja per- dudo O aegulute 1 1000 barricas 0 800
sonalldade nunca docouneceu; aua carldade birriquinha com 870t rrobe 18 libras do
coma Indigencia invalida, cuj.t lagrlm. tan- aS!lu0r
calot um: |, de ulu fe,, Cm a nolte de J4 de
lie Jutioque obdec.mot nalureaa choraucio r ,aU ,000 mas nio Ibe faltain li-
...inenio danuellcs aue Doa eal.vam unl-
np.aa.,ineuto daquelles que no eat.v.rn uin- jjvj _, h"i"ranUio um felu passamento, a
do oareotesco e da amixue; crer lqw, e ,eu Am d.sceaaa
rimo lugo que para cnoao- m Jakr. h.hi,/i doa morto, entre as .oli-
do, pelos vinculo
clico do mundo, a nofio dodeallno humano, "permita, norunto, o meuamigoque eu con-
de que apena um pequen, p.rte he preen- xlua etu, |lunat COm o egumle pensamento
cbld. sore terr., d. conllng.nela 1 bren- u lue|hore. poetas:
d.dc da vbla, e com a apercepc.u d. eternlda-
de, queheeaau Um. e tem por meio e uanae
inevit.vel o trale pbeoomeno da morte. m-
prrgue embora contra ella o inundo em seu fa-
natismo pela felcldade terrena, que eu a beui-
dtrel aempre.
Lancemos um golpe de vista sobre o quadro
d. vid. humana, que nio vetemos mal.do qoe
urna cadela quasl nao nter rompida de rales c
aoflrlracolo, urna existencia cuj. carrelra he
.iberia pr um. lagrima, e terminada por ouira.
Nio chreme ela morle,
Nio choremos cata tac |
Quando a ierra perde um Juito
Conla um aojo o co de mal.
Recifc 10 de Junho de UM.
Padre, Joaquim Uancio Matcl.
ERRATA.
No communicado irtnscriptono itiio de
hlito divino qne o e.pirltu.lla. e rn- boniein sobre O fabrico do assucar, onde SO
, e f-lo desej.r eiialir aempre, aaber dj e r oor,_,em aegutldo leia-se
.----*fr*a ---.> ** *-nlpApl.rtA Isrkf.ln *llk
um seRrotlu.
por um
nubiece, _
itliio e goxar sempre ; coDlrarlaqo porteen em
ESSlSnW^
para, depola de apurado n. lagrimas d. terr., nominal.
e peloa a.crlflcio. da rirtudc, alcaucar no mun- OutrO erros de menor imporlsncia terso
sido faeilnenie coirinidos p>ioa.leitores.
snnaBWMaaas>ammMaMaHfamSmJaa~
Publicarlo a pedido.
do de aiiii-lumulo eaw vlver aempre, aaber
ludo e goiar aempre n m.naio beatifica bem
. 1 ue a par dlaao h.j. Uuibein la par. o vicio um
morrer aempre, Igoorar ludo esoll'rer aempre
na trevaa eaterlore, aade ha o raoger do den-
tea.aeguodo eapreaaio doEvangelho: ara*
aeo e a f oo-lo g.rautera. tasa de.unlio do
humem oplriloal, do homein material be a
rao,te, lio calumniada eaborrida mesino por ottmeid ao meu mao o Illm. Sr. Chritloollo
aquellea a quein ella olleiece seguro abrigo "j0, sanioi Cavalcaii por octatia da Ur al-
.oiitia o furor da aorte, quando deve sar ama-
IPCDUSHir,
da como benfico termo doa malea uiund.noa,
e um principio da rerdadelra vida para aquelle
cuja vid. ful uina cootinua morle, para aquelle
que ha cultivado a .analta da virludel
Figuremos o hornera qual elle he, ainiple
viajor de um da, e navegante em frgil banel
que flucta sempre em um ocano de llsongel-
raa eaper.nc.a, .a. agit.do peloa teuipealuoaoe
embales de conlr.rled.dea de lodos o gneros,
vacilante a lacerto de etaegar ao remoto porto
que demanda, emquanlo em aeu gratoa deli-
no, aonb. aempre fellcld.de, e multa vetea
iulga vi-I. neaae deleite fugitivo e ephetne-
ros, e multa vese prohibidos, em aumma: fi-
guremos o Lomera em todaa aa fragilidades, ml-
aerlas, malea a detpraieres a que est aujelio ;
e ao iiieanio lempo Hguremo-lo iinmortal nene
niuudo 1 e ceno que aobeja r.aio, veremoa pe-
que prohibe, osle bnnquedo deaaalrozo, mas ra ,.||e ccuaar a crueldade do seu deailno, a
lio mislerqun as providencias se nflo limi- loaldirer e praguejar aua condiccao no aeio
tem a iaso, como esperamos, e que a acll-
rilada da policia nlo deiie pastar inclu-
me da multa, e mazime da pilitio, os que
pelas ra se appresenlarem a soltar fogo
Quanto as bombas, oh! ludo psrece sar bal-
dado, porque nlo ha f>sU, em que ellas,
com maior publicldade, nio estrondem ;
o de mais a mais, i nlo slo bombas, silo
pecas de alio calibre, que uiatam os ouridotl
ntraram durmi a teman as embarca-
cOs e sahiram II.
Randeo a slf.ndegs 47:087,(57 rs
Cremos que felizmeme, pretende a febre
narella deizsr-nos, pois segundo nos cons-
ta oenhum casse deu n'etla semana, na
qoal a mortalid.de desceo a 36 pessoss,
sendo II horneo, 6 miilhere, e 7 prvulo
livres ; 3 homeus, 5 mulheres o 4 prvulos
eseravoe. _______^__
Repart9o de policia.
Illm. e Ezm. Sr. D.s partes receidas
nesta reoarticHo consta terem sido presos, i
ordem do delegado do prleneiro dist'icto
deste termo, o gallego Alberto Rranco, por
ter ferido um religioso de 8. Francisco, e
Francisco Antonio de Azeredo para corre-
nlo < a urdem do subdelegado da freguezia
de S. Fre Pedro Goncalrea do Reelfe, Ora-
dlo Vleirs Hurlas, e os e-cravos Domingos e
Dominos Jos, sem declaradlo do moiiro;
a e do subdelegado da freguezia da Boa Vis-
ta, o preto Sererioo, eseravo de Haooel
Francisco de Albuquerque, por sndsr f-
gido.
O delegado do primeiro districto desle
termo commonicou-me, que fura hnntem
ferido na t"ssagem d. Hsgdalerw, Antonio
de Ul d'Amaial, por Jos Mari .Shcrefler de
Souza Rangel all morador, sendo que ja se
procodeu par a formaelo da culpa ao cor-
no da delicio, o deram-aeaa orden psra o
capturado reo.
Dos guarde a V. Ezc. Secretaria da ooli-
cia de Pernerobuco 9 de junho de 1858. --
Htm. e Exm. Sr. Dr. Franeiaeo Antonio Ri-
k-eiro, presidente dela provincia. Jos Ni-
colao Riguoira Cost, chafe de policia Inte-
rino.
PARTE DO MAll.
Illm. eExm. Sr. D,s paites bontem e
lioje recebidas nesU reparsicAo, consta te-
rem sido preso* a ordem do subdelegado d.
fivguezia de Santo Antonio o pardo Hilario,
eseravo da viuva de JoloPeixe.par. corroe-
cao ; o a do aubdelegado d freguezia de S,
Jos, Francisco d.s Chags Duarte de Oli-
dondo daa. dur.f.a eterna e ae em Ul calado
tantos tenlcol.a que belj.iu a.dour.de. cdel.a
com qae a teriaembuaialra aoaptende abr.(>-
ri.ii, louc.iaeuie a aua urm de oore, maltes
ae eaiorceriaiu no deaespero, a ivaagluarlarn em
vio a murtepara tr.uapu-loa daaie destriro atri-
bulado para a patria onde nao ha morrer. Eu
que na qualld.de de viohateiro do aeonor le-
uliu vlato lainaa sesea aa toriuent.. da. p.isdes
a da vida espItaMtn ao p< do aa muir lo, e a pe-
dra do sepulcro esmagar malea ettremoa e do-
rea profunda., nunoa delsarer de .aonaclharo
despreio do inunda, o amor ao infinito e ata
uiysilciBino lasoavel. Se a aawrte nao ealatiaae,
aena mlater crea-la.
Estas verdades sio terriveis para o EpicurlaU
groaaelro que abraca auioroaatnente a materia,
mas nao para o Sioico sublime que ad .apir, i
pcrt.ifio espiritual, .o brui.
Haa para que ne drinorar-me ralas observa-
(Oe. qu.udo para queiu fallo du.a |>alaTraa
ujal.riam ? Siiu, en tallo a um verdadeiro pen-
aador, e um seciarij nao dea, pbiloaopbla ttlba
de estravag.Btea delii loa da raao, me da uina
phlloaophia esclarecida pelo radioao pbarol
oum que o ch>isliausmo llluminou liuiuam-
dade e fallou tmbela a una clirlalio.
Felicitemos poisein aeu paaaameuto cada pes-
io Ttnuoaa \ a ueate eaaia acb.-ae a Illma. 8ra.
D. Traoquilllna Sabina de Albuquerque e Mello
Montenegro.
He verdadeque nio ae trata aqnl desasa gran-
des vlrtudea civla que lmuiortallaaram o nome
de celebrea herumaa, e eacber.ua o mundo de
aduiirafia, nao ae nata da um deas. vid. es-
trepitosas que d.ls.m a pa ai (obre a Ierra um
echo que se prolonga pela Idades; a siui da
um modelo de virtudes domesticas, dessa vir-
tudes como que modesta e tmidas deaenvolfl-
das no recinto d. familia que .6b aua apparen-
a plaeldes e iraoqulllld.de uiobe rueo, agita-
do e tormentoso do que o aeio da grande auole-
d.de 1 desa.a virtude. einflu que, cumquaoto
paaaein nae aombraa do relira e quasl aempre
deeaparccbldaa do mundo, nio sao menos dig-
om da oom. reaerafio. tilm, ae um orador sa-
grado pede dlaer au. aeua ouvlntea que a vida
do verdadeiro chriato erf um inarivrlo lento,
oio inenut meritorio do que o daquelles que a
Igrrla celebra, s com a diSereoca qoe eaaea
hroe o aoll'rram lodoa de urna ve., emquanto
aquelle o sore pouoo a pouco 1 eu tambera
puaau afflnuar que esa.s almas caudldas e vlr-
tuoa.s, mas Ignoradas do cuminura dos bo-
uiens nao sio menos heroicas do que aquell ou-
tr.s lio decantad, tu com a dillercnca que
aquellas coina,que reiumlr.m lod. a au. vlnu-
de em um oa dous grandes e estrondosoa actos,
emquanlo que estas pereorrera urna looga se-
rie de acedes vlnuoaaa e cdlfle.otca, qae ae ,
nio looulcam, (he verdadej, m.a que ao deri-
d.medte apreciad., por e.sas paaao.a f eaeroaaa
que nio tendo alad, eati.g.do o aeu olfaelo com
at ptridas ezbalacdes do vicio perocbem o seu '
dos Sanloi Cavaleanii po
luida ao/mural de aua fiimauaMat-sM prim. a
E.U.* S..' D. Vivs, SihiHi' nt Mecl
CtVALCAMTI.
L DMA JOVlW DI QUATOUI auVifOfl
QTJ TI MOTA.
Eu vi formosa donzella
Ji sem vida e desbotad
- I.i no templo do SBINHOR
Sobre um feelro deluda.
Eslava ornada da gallas
Como em dia de ootvado,
E tinba um ramo de flores
Sobre o eolio desmatado.
. Tlnha seus bellos cabellos
Biu des.lluho largados,
Eases cabellos miuioso ,
E de aroma perfumado.
Slngla-llie a melga fronte
A eapella vlrgin.l
Smbolisando a purexa
t tira amio c.Ltarui..
E aeu tost primoroso
Puro lypo de nellez,
Tiuha a rubra cor perdido,
Tlnha perdido a viveza.
Ala tlnha urna bella rasa,
Sobre aeu labios gritados,
Qu supria a cor perdida
Uestes labios delicado.
Tlob as mi postas orando
AoScpblmo Caaavoa
Por baver nradu-a cedo
Deste mundo eug.n.d.r:
Oeste mundo que corrompe
O mal puro coraj.o,
Coaa quineraa vio eogenoa
Valdade s illusio.
Comlemplei-a per momentos! 1
Oh I como eatava lio bella I!
Como frll tiuha ttdo
fcsa FUHOSk DOniLLL.
Ell> dorma na trra
La no cea la aecurdar,
Iaaoeapoao celeste
O cito pello entregar.
Por laao eslava de noira
Cuitosamente irajada,
* Em lello de melga llore
Ducetnenta reclinada.
Porque DOS liaba eecolhido
Para ser au esposada,
Para com ella babiur
Ul na celeale morada 1
Poli um Amo come slu"
Um amo lao dlvlaal
DtOS oio couseuie na Ierra
00 peceadu original.
Val poli aoiaULLA u
Procurar la morada,
Que ha li ao ci. S ao co
Devlas er cullocada.
E cates sigrdos cantos
Qua Ja oufo retumbar,
taffa sous accordes, grato,
y ue cd t'estio a ofl'er lar
Ka.is Ugrlm.s que vertem
Ttu charo) raisconlrisudos,
Canal escuna inglezt Argo de 190 tonela-
das eonduzo o seguinle :2650 saceos com
13850 arrobas de sssuear,
RECEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do di 12 .... 584,194
CONSULADO PROVINCIAL.
Renditnanto do dia IS. 8:188.483
PRACA DO RECIPE li DE Jl'NHO DE 1858
ASI lilil AS Da TARDK.
ttvilla 'imanal.
Cambios- Aa primeira traneacede da
semana foram cS'eeiu.daa a J7
d. por lfOOO rs. ao prato de 10
dia ; depola oa saquea feitos
obilveram 17 Ii4 dinheiro a
riau.
Algodie- Entr.ram 1,458 sacca, e no
principio da semana oblare
8/ por arroba, porm no Bm
lomuu a declinar para i/SOp*
5/S00 aos quaea ae tecbar.m aa
renda.
Aisue.r ... Estere mais animado; effec-
luaram-ae venda de alguna
carregauentos, obtendo o de
tercelra orle superior de
'/00 a 1/450, o de tereeira
sorte regular de 2/">0 a J/300,
o de quaria sorte de 2/100
2/200, quinta a sella de 1|S0
2/; e o malcarado esoolbldo a
1/1300 e o regular a l/QOO.
Ago'ardenU- Veodeu-ae 4?f por pipa de
taea de 22 gr.os.
Bacalho rletalhou-se de I
barnoa,
barrica.
BataUa- Venderain-sc a IflOO por sigo.
Carne eacea dem de 5/2IXJ 2fi00 por ar-
roba da do llio Oraude do aul,
da qual Jtcoram boje em ter
5l,0u0 arrobas, e del/800 a 2/
por arroba d do Rio da Prau,
da qual Hcou em depoillo 17
mil arrobas.
Par, de trigo i.hegou um carrrgamento de
Trieste pelo qual ful offereci
do mala de 17f por barrica,
segundo se dia.
Lonas -----------Veodeu-se da Inglesa larga da
j3 a 26/ por pec,e a da ns-
ala de 28/a 30/
Pasaas.--- dem de 4|5U0 i 5/ por caiza.
Vlnbos Fn-ae venda do de Catalunha
a eOf por pipa.
Frele ----- Pa receber ordena no Canal
a loe 31 i(2etpor crnin; pa-
ra o Cominele a Zl e J7 i|i e
b por cento; para Gibr.lt r a
Itlaraelha lt e 5 por cento, e
para Trcate e Conaunllnopla
a 43 e 5 por cento.
Dltconlo- O baaoodlscontou a 7 por cen-
to leir.a aul seis mezes, e os
parlloulare de 7 li por en-
te letra de i a 10 mete de
praao.
lloarara no porto 70 embarcaerjea, acodo I
austraca, 38 brasileir-s, 1 dloamarquea, I
frncesa, I hamburguesa, I banoveriina, i be -
panholai, 12 ingieras, 2 napolitana, i ponu
gueaa e 4 aardaa.
'". m ir
I0|500all{ por
licaiido em ser 3,200
/Vouies entrados no dia 18.
Parahiba 5 dias, hiato brasileiro Concei-
(SoFiur das Vii tu les, de 98 toneladas,
meslre Henrique da Souza M.fra, eqoipa-
em 4, carga toros do mangue ; a Paulo
os Bsplist,
Ass -- 81 da, briguo brasileiro Beluario, |
capillo Manuel da Silva Sanios, carga sal
veio a eite porto Urgir o pralico e segu
para l'aranagua.
Parahiba 9 das, hiele brasileiro Flor do
Brasil, de 88 tonelsdas, meslre Joaquim
Antonio de Figueiredo, equipagem 4, car-
ga toro* de mangue; a Antonio Jos de
Castro.
dem -- 9 dias, histe brssileiro Espsdsrte ,
da 87 toneladas, mestre Manonl Sophio da
Penha, equipagem 4, carga toros de man-
gue ; a Antonio da Costa Feneira Estrel-
la. P.sssageiros, Victorino Jos Pureira, o
Manuel Jos de l'aiva.
Idam II dias, hiato brasileiro Parahibano,
de 37 toneladas, mestre Manoel Figueire-
do Lopes, equipsgem 5, carga loros d
mangue ; ao m -slre.
/Vamos taldos no mesmo da.
Havre pelo Para barca fraueeia Pernam-
huco, capillo Uuroty,carga algodlo e es-
tucar. Patsageiro, Leonel Augusto de La-
cerda Machado, menor
Camaragibe -- hiato brasileiro Novo Desti-
no, mestie Estevlo Hibeiro, carga ranos
gneros. Pasaageirot, Joaquim Jos do
N.6Cmenl'>,e Manoel Joaquim dos Santos.
Navio entrada no dia 18.
Aricaty 15 uias, nulo braaileiro Capib-
ribe, de 39 toneladas, meslre Antonio Jo-
s Vianti,equipgem 7, carga couros e
msis gneros ; a Luiz Burgas de Cerquei-
ra. Paasageiro, Manuel Freir e 3 escravos
a entregar.
Navios sonidos no mesoto dia.
Rio Grande do Sol patacho b asileiro San-
ta Cruz, mestre Candido Fredeiico da Cu-
nh. BiUncourt, carg. assucar.
Buenos-Ayres tor Montevideo- briguo bra-
sileiro duque da T. rceira, capillo Faus-
tino Martina B.stos, carga assucar.
Liverpool pola Par.biba Irigue ingle?,
l'iiiii,, capilloJ. C. Wnght, erg. assucar.
Canal escuna iogleza Argo, capillo Geor-
geDix, carg issuoar.
Em commisslo -- b.igue escuna brssileiro
Legalidad.', com nandante O oapillo-to-
nente Amazonas.
ftieruafo.
O briguo escuna de guerra brasileiro 0-
|inda,cumman lanle o primeiio lente Ber-
nardo Antonio Loureiro, recolheu-se ds
commisslo.
EJJITAES.
Punta.
dos pri<;oi correntesdo assucar, algodo, *
mais generas do pal, asta e dwpacAam na
lisa do consulado de Pernambuce, na se-
mana de 14 a 1 de Junho de 185*.
Aeaucar eu c. brai.co la qual. Arroba
a.
a mate.....-
a bar. e ac braoeo. .
a a mase ,
refinado.........
Algod'.o em pluma de I'qual.
Dlio :.......I.
UilO............
Ago'ardeate caxa DU-......,
Dita de canoa......
Dita .'.......
Dita reatiUd. ... .
UiU.........
Geuelir. .......
INI...........
Licor ...........
Dito..........
Arros pilado8 a.mba
Araras ...,',.....
pa, afaioa..... .
bolaco..........i
Biacoitos ........
CaU bom........
Ditorastolho......
Dito eom casca ..... .
Crn> eec .... .
Coso cana catea.....
Ch.naloalaoau .
Dlioa onhnartoa a
Dito tea.lia e primor .
Cera da Carnauba .
C.uro de Hoi salgadca .
Dito .splzado.....
Dilodeouc......
D Ce de cid......
Dito de Colaba .....
Dito aecoo ..... .
Estopa nacional ....
Farlaka da aruodioca .
F.ijio.....
Fu.o boro .... -i
Dito esloibo
Gomma ,.....->
Oatttglbre.......
Leona de aclia ....
os. Pipa jn.ooo
. Canad ISO
. Pipa 60,800
. Canad Z40
. Pipa .1.0 0
. Coad. 330
C.oad. 110
. Botija 480
. Lanada ISO
. Gnala 400
ai Arquera 4.008
. Dana lil.i'OO
. m 8,000
' Arroba 1,400
. . 5,000
... 4,200
. * ,5"0
. . 8,200
a a.ei'O
. Cento 3,800
..* a 1,40
. a . 7O8 2,0011
. Arroba U,.'l'"l
. Libra 10.
. Um lie
. .. I i&.ooa
. Libra 248
a 2u0
8 8 4i8
. Arroba I.088,
. Alquelr ... * 1,100 4,0d
. Arroba 7,000
, 3,500
. irlquete J.iiiO
. Arroba -1,6110
. Cento 1,800
'-. 0 Hlm. Sr. inspector da thesounria da
fazenda pronncial, em cumprimenlo da
ordem do Eim. Sr. presidente da piovinoie
de 8 .lo crrenle, manda fazer publico, aue
nos dias 28 e 30 do mesmo, el." dejulho
prolimo rindouro, ir a praca Pra ser r-
rem.tado pernte o tribunal administran-
vo da mesma theaouraria, a quem por me-
nos lizer a obra do %." Unco da eslrsda do
Norte, avadada em 18.815,915 rs.
A anemataglo sera feita na forma dos ar-
tigo 94 o 87 da lei provincial n. 386 de 17
d-i msio de 1851, e sob as clausulas espe-
ciaos abaiXO copiadas,
as pessoas que se propozerem a esta arre-
mataclo eomparecam na ala das sessdrs
do mesmo tribunal, no* da cima mrncio-
imlos, pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar so mandou uzar o presen-
te e publicar pelo Diarlo.
Secretaria da thesouaaria d fazenda pro-
vincial de Pernamburo II de junho de 1852.
O secretario, Ablonio Ferreira da Annun-
cislo.
Clausulas esprcises da arrematadlo.
1.a Os trabalhose obres desta porfo de
estrada, serlo fonos pela forma, ob as con-
di<0es e do molo indicado noorcso.ento,
planU o perfil, auprovado pela direcloria em
cons-lhu, eapreenUdo ao Exm. Sr. presi-
dente ds provincia pelo proco de r*.
18:215,954. *
3.* As obras principiarlo na praao de um
mez, e serlo concluida no de um nno*,
ambos contados da entrega do termo de ar-
rematadlo. .
3 Km lodos os pontos, onde s esfad
nova coincide, 00 eocontra-se com o oaml-
nho actual, dore i ser dirigido o serviga da'
2-Mo I modo Ul, qu hsja sempre um trannto fa-
JJ? cit. ou na retraa nova, oa no caminho.
'ol *' A importancia desta arrem. laclo se-
4'oiio ri ig em prestacOes iguaes da maneira
aso segui ite: -- a prtaieira, quando o arrom.-
00 Unte li'er feilo a leic* paite da obra de aeu
contracto | a s gund., quando tiver reito os
dous ierc.0* des obras; a lerceira, quando
for recebida provisoriamente, e a quait ,
quando fOr definitivamente recebida, nln
deven lo effectuar-se pegamento algum an-
tes de fiader-se o primeiro semestre do eser-
cicio de 1859 a 1853.
5.* Para ludo o mais, que nlo esta deter-
minado na praientra clausula seguir-se-
ha o que diapOe a lei provincial n. 28n de 17
de maio de 15I. Conforme.--O secreta-
rio, Amonio r. da Annunciaclo.
0 Dr. Jcs Rsymondo da Costa Menezes juiz
municipal upplente da segunda vara e
do con meicio dests cldade do Recife ,
por 8.M. l.e G ele.
Faco saber aoa que o presente edital vi-
rem.qoe no dia 5 dejulho prximo futuro.se
ha de arrematar pot vaoda em leilio publi-
co, a quem mais dor, em casa de rninha re-
sidencia na ra da Madre oe Dos n. 1, pri-
meiro andar, o brigue brasileiro MaiiaLi-
bani, com toJos os seus perleoces, funde.-
- donesie porto, avallado em 1 580,000 rs.
1,00*, Cujo brigue val a letllo publico, pelo aban-
' donofeiio pelo propriataiio do Mano bri-
gue Jos Pereira da Conha.
E para que chegue a noticia de tottros man
dei passaredilaea, que serlo publicado* pa-
los jornias a alRiadoa aa praca do com-
meicio e casa dss audiencias.
Dsdd a pssjado nesU cidale do Itecife aos
13 de junho de 1152, -- Eu Manoel Jos da
Molta, Mcrirlo o subscrevi.
Jos Rsymuodu da Costa Menezes.
O 'Irm. Sr. Inspector da thesou'ana da
(tienda provincial, m virtudo da re-o'u-
elo do tribunal administrativo, de 3 do
oorrtKiie, masda faiar publico, que no dn<
15, 16 o 17 do mesmo ao meio da, peranio
o mesmo tribnnsl te hs de arrematar en,
hasta publica, a quem por me-o tenpo
fizer, o contrato da illumlnaeio publica da
cnlade deOUndg avahado o cotteio diario
de cid lampilo em 140 lia.
A irremelatlo ser felu por lempo de 6
annos, ns f'ma do art. 8 da lei provincial
n. 289 de do correle mez.
As pc*0'S q .o seproiozerem e remalaclo, eomparecam na sala das seitOes
do mesmo tribunal, nos diat icima in lica-
dos, compe'entemente habilitadas, onde
sena i So as condicOes rom qne deve ser ef-
fectuado o meamo contrato.
E para contUr se mandou tfliar o presen-
te e publicar pelo Diarlo.
Scela ia da tho-ou'arla da faienda pro-
vincial no Pemambuco, 9 de junho de 1852.
O secretario, Antonio Ferreira d'Annun-
ciacio.
o Illm, Sr. inspector da thesourarii da
fazenda provincial, em cumprimenlo di
ordem do Ezm. Sr. presidente da provincia,
de 91 dejaio pioximo p-ss.do, m.nl fi-
zer publico, que no dia 17 do crtenle vt
uovamenlo i praca, pera rer.irematado pe-
rente o tribunal adaiiniatrativo da me*
theaouraria, a quem maior proco olTe cn-r
atea i ni ortancia de t:4ou/0OO ri* pnrquo
foram adjuiicadas i fazenda pioinciUeis
mor-das de catas oa povoacflo dos Affogai'o-.
, Oseo corre'tes compaiecam nouia sci-
i ma Indicado, ao me sOes do mean o tribunal.
E paia constar se mandn afiliar o pr-
senle c publicar i do Diario.
Secretar! d thesouraria ds fizend pro-
vincial de Pemambuco, II de junho ds
I8M.O secietano, Antonio Ferreira da
anunnciaflo.
-- O Illm. Sr. inspector da the faienda p'ovincial, em cumprimenlo da ie-
solu{lo do tribunal administrativo, de 9 do
cnenle, mand faer publico, que no da
17 do mesmo, ao meio uia, i erante o mes-
-o tribunal se ha de arremaUr a quem
mais offerecer, por lempo de 9 snnos a con-
tar do primeiro dejulno do CO' rente anno
a 30 de junho de 1855, o imposto da taix-da
baireira da po-.te do Bujary, loriando so
por bae o oil'e ecinonio de 5uo/uoo iis
tor anno, feilo pe.o licitante Luiz da Cos-
ta l'oi toc-rioiro.
E pera consUr se mandou alizar o pro-
sete e publicar peto Mario.
Secreta'ia da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pemambuco, II do junho de 1852
O secetario, Antonio Ferreira da Anoun-
cienlo,
- Parante a ornara mnnieipal detla cida-
de estar em prac nos dias 14 e 15 do cr-
lenle a obra d bomba e atierro a etecutar-
se na estrada nova da Capunga, no alagado
prximo ao rio, oreada em 873,525 r*. Os
pretendenles podem comparecer nos men-
cionados dias, munidos de Madores idneos.
pat;o sesslo ordinsria do 12 de junho de 1853.
Fiancis"o Antonio de 0 iveira, presidente.
Manoel Ferreira Acciuli, secretario interino.
(i Sr. Dr, juu.de direilo ehrfe de polica -
interino da provincia manda convidara to-
dos ossenhores negociante* loglatas e mais
pessoas desta cidade, que vtndem armas,
plvora, chumbo, e salitre a eompsrecerem
nesta io,ailit;3o no praso da quinze dias
Coudos ds publicedlo deste, alim de serem
matriculados na ronformidade dat ordena
exis'enles, sob peo de que o nlo fizendo,
no Ihe ser permetlid a venda de taes ob-
jetos. Se-crelria d. policia de Pemambuco
l5de maio de 1152.--Antonio Jos de Freitas,
I.* amanuenae.
-- O mesmo Sr. Dr. juiz de direito chele
de" polica interino manda declarar, que Oca
prorrogado por mais quinze dias, contados
ila publicatjao deste, n praso para a matricu-
la, de qne treta o edite I cima, visto nio so
ter ella podido etfectu.r em virtude d. gran-
deafluencia detiabalnos desta reparticlo.
Secretaria da policio de Pemambuco 12 de
junho de 1859.-. Antonio JosdeFreiUs I.'
amanuense.
Manoel Joaquim da Silra Hibeiro, fiscal em
exereicioda freguezia de Sanio Antonio
do termo de-la cidade, ele. etc.
Faco publico par conhecimenlo de quem
convier o artigo 6 do titulo I das posturas
municipaa em vigor.
Artigo 6.Fina prohibido dentro da cida-
de o uso de roqueiras, bombas e fogo sollo
(buscapsj: os infractores serlo multados
em 10,000 rs e soAYerlo dous dias de pri-
sto. A cmara por editaos designar os lu-
gares em que possam soltar os buteaps, ro-
queiras e bombas de que trata este artigo.
-E para constar mandei publicar pela im-
prensa. Freguezia de Santo Antonio 18 de
junho de 1812.Manoel Joaquim da Silva
Hibeiro.
3,100
l,7e
1.400
2,3oo
1,500
O Dr. Antonio Francisco Pereira de Carva-
Iho, ca.alleiro da ordem de Christo, juis
de orflos e Auzente nests cidade do Ke-
cife e S'U termo porS. M. L a C, que Dos
fuarde etc. ,
ac saber aos qoe o presente editil vt-
rem que or este juizo findo os das da lei se
prnC'.der a arremaUclo om hasta publica
de 330 sacras de algodlo de primera sorle,
101 de segunda sorte. e 1 d tercelra sorte,
ao todo 434, sequeslrada por raleoimento de
Antonio Jos Guimarles a cuja hertnca per-
tencem consUndo o pezo e av.li' ?lo esorip-
io em poder do porteiro do juizo. fc para
quachegoe ao cpntieclmeiito de lodos o an-
dei Bastar o oretante que sera publicado pe-
la Imprenta eaDxado no lugar do costume.
Dado e uetsado nesU eid.de do Becife em
7 de junbo de 1852,- En C.ldino Tamisto-
cles Ubrl de Vasconcello o rscravi.An-
tonio Francisco Peratra de Carvalho. ,
Os crdores do fallido Leopoldo Jos
da Costa Ariujn, resldeiee nesU prc,
viuv Amorim & Filho, Oliveira lnn "
C Antooiu Ignacio de Medeirfls, JoSo lava-
re Cordeiro, Amoim & Irmlo, JoSo Irite
PitU Oitlgueir,Mnoel Goncalve da Sil-
va. Russell Mellors & C, Jof Rodrigues Pe-
reir. Deane Voule&C, Antonio Frncisco
da Silva Carrito, Antonio Jnaqoim de Sou-
za Hibeiro, Novara 8t C, Manoel Joaquim
Ramos e Silva, Manoel Jos Hibeiro, Jos
Cypriano de Mbraes Lima, J.cintho Elisblo,
c'etaoo da Coila Moreira. Jo. Antonio da
Cunh a IrnSlo, e Antonio Gomes, Marea-
lino de Souz Pereira de Brillo em LI>boa,
Antonio Fe-reira da Silva Santos no Mira-
nhlo, Novaest PStos no Rio de Janeiro,
Arauori C.rvalho na Baha, Manoel Fer-
reira dosSsulos Magano e o, Antonio Ferreira da Silva em sanios,
Manoel de Souaa Gomes, Manool Jos Redri-
gues Valladares, e Francisco Jos da Cosa
Araojo no Rio Grande do Sul, comparecen,
por ai ou aeua procuradores bastantes no
dia 11 do correnle mez ao meio dia em ra-
sa da resideneia do Dr. Jos JUymundo da
Cost. Menezes juiz municipal supplente da
segunda var e do commeicion ru da Ma-
dre de Dos n. 1, primeiro ndr, do bairro
do lucir, flm de de fnrmtr o coniracto qe
onilo e se proceder a nomeacjlo de admi-
nistradores da casa fallid ; fiesndo ad-
vertidos que nlo serlo admiitidos por pro-
cursdor, se este nlo apresentar proeor*sto
k


Instante com po teres oape cises pin o icto,
o que i pioour>cKo alo pode ser dad' a pe-
sua que soja devedor 10 fallido, nem un
mesmo procurador representar por ilou
divo-sos cr-dorea. Recife 7 dejunho de
1852 -O tscrivlo interino, IJinoel Joaquim
Biplists.
Declarares.
Admlnitraclo do patrimonio dosorphdos.
Penla sdministrulo do patiimonio
dos orphlos ae ble da arrematar a quem
tnai' d*'. Pr tempo.de 8 auno, que hilo
de ter principio do I. de jullio do corrente
tono, a 30 de junho de 1858, aa rend doi
predios|seguiutes, e nos diaa abado de-
clirsdos : .
Em 17 de junho.
Largo do Collegio.
M. | o segundo ndar.
Ra daa Larsogeiras.
S, 17 caa terrea.
Ra do Raogtl.
M, 58 dita dita.
Ra Velha.
\, 39 dita dita.
Ra de 8. Concalo.
N. 93 dita dita.
Ra do Sebo.
N. 3 dita dita.
Kua da Madre de Ueoa.
Cists terreas o. O, O, 8, a e 18.
Ruada Lapa.
Casia terreas n. 11 e 13.
Ra do Codorniz.
Casas terreas n. 1 e 3.
Ra da aloe la.
Casas lerreie n. 17, 41, 43 e 45.
Ra du Amorin.
Cisss terreas n. 58, 44. 53. 47, 45, 43 e 31.
Kui 33 de junho.
Ra 'do Amorim.
Casas terreas n.34 e.
Ra do Azeite de Pelxe.
Casis trraa o- 31, 13, 15,13 e 3 ; de I an
dar li. 17, 18 a 14.
Ra da Cacimba.
N. 5 de 1 andar, e eaaas terreas n. 13 e 10.
Ra dos Burgos.
Casas terreas o. 18 e 31.
Emol.'dejulho.
Rua do Vigario.
N. 23 e 35 de 3 endures, n. 87 de I dito.
Rui do Encantamento.
Casas lerraa7e oe 3 andares n. II e 19.
Ra da Senzalla Velha.
,\. 136, 134 e 133 de 8 andares ; o. 1<
terreas.
Ra da Guia.
N, 25 e 27 larreas.
Ra do Trapiche.
N. 30 de 3 andares.
Aa pesaoaa que se propoaerem a arrema-
tar ditas renda poderlo comparecer na casa
dassesaes da administradlo, nos diaa ci-
ma iodlcadoaaCom seus Dadores.
Secr, lana da edministrecio do patrimo-
nio nos omitios em II de junho de 1852.
0 secretaiio iRlerino, Manuel Jos de Santa
Auna e Araujo.
-- Pela secretaria di thesourarla de ra-
teada d.-sta provincia, ae faz publico as pes-
aoaa coostanua da relelo abaixo. para que
ilinjam-ae mesma repsrtlclo tiin de fa-
zerem sellar oa documentos, que se achain
aiipensos a sena requerimenlns.Secretaria da
thesuuiarie 18 de junho de 1852. U olllcial
maior interino Emilio Xavier Sobrelra de
Mallo.
Relapso dos requnrimentos existentes na
repartilo cima.
De Kurluoao Alvee.
!) Jlo Kantista,
lie Luiz da Fonseca Gontaga.
Di' Evaristo Antonio.
I)'- .M ra no Antonio.
De Antonio Joaquim Mandes.
lio Oral lo de Souza.
li.- Marcelino Antonio de Souza.
I)i Feliaberlo Marinho Lizardo.
lie Manuei Joaquim da Coala,
he Manoel Pedro.
Ha li.ihniro Jos dos Santos.
lio Frauci-co Antonio da Cruz.
Uj Francisco Xavier Cavaloaote Lina.
lio Alexaudre Jos lo AraUJO.
He Jos Manoel de Almeida,
He Maooel Jos do Naecimanto.
Pela subdelegada de S. Jos do Recite,
so amiuncia a apprebenclo e recolhimetiio a
cadeia deata ci ide, do mulatinhu oe nome
Julin,esoravoque declarou s-r, do inglez
1 jylor, i or andar lunido i aeu legitimo dono
couip reg, que provainlu a posse e dominio
!im sera entregue.
Mando publicar, para conhecimentodos
niteressados, o seguiute artigo das posturas
da cmara municipal deata cidade.
Ait. 6 do til. 6. Fica prohibido dentro
da cidado o uso de roqueiras, bombai e fu
o solt ; bu-capo): os infractores serlo
mltanos en 10/000, e sofTrerSo dous oas
de priado. A cmara por edltaes designara
os lugares em que se podem soltar oa bus-
cipes, roqueiraa e bombas de quo trata este
artigo. O delegado do primeiro diatricto
do termo dcsla cidade.
arsenal de marinba desta provincia
quer coolrater o fornecimento de rarvSo de
pedra por eapaco de seis a doae metes, para
os vapores de guerra qu< tocarem e estive-
rem neate porto, e por isso convida a quem
taes luriiiciiiienios convier a comparecer
neata secretan no dia 10 do mez do julho
prximo vindouro trazendo as suas e-ropos
las em carta fcichada.com a declaradlo de
-eus fiadores,e debaito das seguinles cun-
dieres. Fornecer carvlo proprio para vapor,
maralo lasorrem na mulla dt s por canto,
(obre o valor deaeus dibitoa oa proprleta-
rloa qqadallaren) de Miar, asarlo leu-
lados.
O arginsl da marinhi compra 400 al-
quairaadecal prela, a.oo telhaa, e 80,00u
tijolios de alvanarla grulla, para aeram re.
Debidos a proporclo que se for precisando,
sendo tudo posto em urna das rampas do
ca?, do maamo arsenal. As peaioas que
tiverem estes gneros compirecim ni sacra
trla da inspirlo do o esmo arsenal no dia
18 do corrale aa ineio da, munidos de
suas propoetas em cria fechada, e das
competentes a 01 ostral.
Associacao commercial.
A di recelo desta associlo querendo con-
correr quanto em si couber para o incre-
mento da agricultura deata provincia, com-
muoica aoa aenliores do engenhos, fazendei-
ros e lavradores que na sala da mesma asso-
ciaclo se acham modelos de maquinas no-
vas para o fabrico do assucar, para descaro-
car algodfo e ouiros, que flguraram na ex-
posiclo de Londres, ludo lemeitido pelo
inoancavl ai.iigo do* melhorementos do
Brasil, o lllm. 8>. Sturs cnsul brasileiro em
lierlim, e enoarregado pelo nosso governo
de aasiatir i dita exposlclo e estes objec-
tos podem ali s-t valos, eopi outra qualquer Forma propagados, lodos os
dias uleia daa 10 horaa da inanha at is 3
da Urde, para o queso fazo presente an-
nunco.
____
THEATRO
DE
S. IZABEL.
Mocita extraordinaria em lavor
da cantora
Carmela .IdelaMe JLuccl.
TERCA-FEIHA, 15 DF. JUNHO DE 1853.
D.ipuis de urna escomida uuviiriu subi-
r a scena o insigne e muito applaudido
drama em cinco actos, do Ilustre escriplor
portuguez Mondes Leal, intitulado
<*> GJ<>lu3l2
OA MASCARA NEGRA.
lil.viltlL'IIiCAU' DU DuaMA.
I'ersoniigi-iii. Actores.
D. Antonio, prior do Crato Pinto.
O con Je D. Alvaro
I'. Fernando de Cordova
D. Gonfalo de Cordova
Ai tunjo Baracho
3

Germano.
Colmbra.
Aa.oCdo.
Bezerra.
Hy,nuudo Jo-
s Arcujo.
dem.
N. N.
Cabral.
Rozen Jo.
Pereirt.
L A. Monteiro
n. N.
ASra. D. Ama.
lia Monteiro.
ASra D.Manue-
la Lucci.
A Sra. D. Mara
Leopuloioa.
Ilomens do povo, cavalheiros n soldados
Terminar! o espectculo com o lindo e
jocoso duello, em puringoz, oas
TBOMBBTINHAS.
cantado pela Ueiuliciana eoSr. Luiz Anto-
nio Mout -iro.
A benelliiida espera a proteccRo do re-
peitavel publico, a quem desde ja fi cun-
fessa grata.
s buheies scliam-se i venda em casa da
beneficiada, ra da Cadea n. 7, e no da do
espectculo no *scripio''0 do ti*eatro.
-Rui Mondes
iogo Botelbo
Obispo da Guarda
I jui
S.'ito
Sacristlo
I.' bomem do povo
3 dito dito
Uiaa muiberdo povo
Branca de Cordova
Leonor
Avisos martimos.
l'ara o Kio de Janeiro, .sihe
com a maior brevidade possivel, o
lindo e veleiro hiate brasileiro l'ie-
dade, forrado e pregado de cobre.,
ten bons commodus para passa-
geiros : para o resto da carga e
escravos a frele, trata se com o ca-
tito, ha piara do ( ommercio, oh
com os consignatarios Novaes &
Companhia, na ra do Trapiche
n. 34-
Para a llha Je 8. Miguel o patacho por-
tuguez Destino para o que tem a maior par-
te a car^a prompta. Quoin no mesmo qui-
zar carregarou hir de passagem dirija-se
quanto amesaos consignatarios Thomaz de
Aquiuo Fonseca & (lino na ra do Vigario n.
19, primeiro andar.
l'ara o Aracaty
sabe com brevidade o hiate Anglica : a tra-
tar na ra da Cadeia n. 49, segundo andar.
Fura o Aracaty.
Sahe com brevidadeo bem cunhecido hia-
te Novo Olinda para carga a tratar com o
seu consignatario J. J. Tasso Jnior.
l'ara o lio de Janeiro, de-
ve sahir com a mcior brevidade ,
a barca brasilea Firmeza por
i^arjU^ltS^i^i'^iifi^^t a or Parte da CBrg" J.
prompta : para carga e passagei-
ros, trata-se na ra da cadeia n.
dioalgumda fazema atracado a bordo do
vapor que o tiver de receber, alo aendo
nunca menos, caso as circunstanciaos o
exij.lo, de 15o tonelladaa logizas de se-
tenta arrobas de 38 libra* j devendo porem
estar a bordo em 13 horas a quaolidnde da
carvlo Indicada, sendo contada aa horas
quer de dia quer de ooile desde que for in-
timado a nrceasidade do fornecimento. E
na Talla docomp imento Incorrer o turne-
crdor na mu la que Ihn for comminada no
termo Jo cont'aclo. Secretina da npec-
(3o do arsenal de msrinha de Pernambueo
12 de junho de 1852. O aecreiario.
Thom Fernandos Madeira de Castro.
REAL CQMPAMIU HE PAUUETES IMGLEZES
A VAPOR.
aaF>0-v No dia 21 deste mez, espera-
- A^al^at^. se do Sul o vapor Tay com-
* mandante Moas, o qual depois
',^,^,^, da demora do co>tume, aegui-
r para o portos da Europa : para pisaagei-
rns, trala-seem oaaa da agencia, na ra do
Trapiche Novo n. 49. Adverte-se que rece-
be-s dinhelro para passagem, como abaixo
se declara
Uncss heapanholas, a 65shillinescada urna,
duro americano, peca de 10 patacOes e 40
shillines, cada urna.
Hito francs. Napolen de 30 frsncos, 15
' shillines e i0 peones, esda um.
Dito oito de dito de 3 ditos, 3 shillines e 10
pennes, cada um.
1'itacOqs, braiilenos, hespanhoes, ou ame-
xicaoos, 4shilloe e 2 peones, cada um.
Ouro poi tuguez, peas de e,400 rs. 30 shilli-
oes, cada urna.
Do de 4,000 rs. 30 shillines, cida urna.
Pela segunda seccSoda mesado consu-
lado provincial so fszpublico.que do da 2
do correle mez se principia a contar os 30
dias para o pagamento, a boca do corre, da
dcima dos predios urbanos dosta cidade, e
freguesia dos AlTogados, a qne Ando o praso
1o, ou com o capitSo Joaquim An-
tonio Goncalves dos Santos na
prsca.
Para o Porto segu com brevidsdes
barca portugueza Olimpia : quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagem, enteu-
da-se com osseus consignatarios T. de A-
quino Fonseca & Filho, ou con o espillo o
Sr. Jos Thomaz de Lima, na praca
Para a Farabiba.
Segu com brevidade, o novo e
veleiro hiate Santa Crur, anda re-
cebe atguma carga: os pretenden-
tes dirijam -se ra da Cadeia dj
Kecife n. a3, ou 56 A, ou ra
do Trapiche Novo n. 16, segundo
andar.
Para o Aracaty
Sahe com brevidade o Oate Fiordo Cururi-
pe: a tratar-se na ra da Cadeia o. 49, ae-
guodo andar.
Preclsi-ss i* urna lavadrira de varella,
que dc innecimenlo de sua conducta na
ra de II irii sobrado de um an lar n. 70.
- 0 8r. J. L, G. qualra mandar pagar a aa-,
signatura do Oan".
- O 8'-. Julo Mtooio de Saboia tem urna
carta oa llvraria n. a 8, da praca da Inde-
pendencia. ..
~ 8rs. Redactores. Como ha maUK-
noa que altribuam ao abaixo aaaiguado >
poblrc>clo do armunoio no aeu Dia'io n 130
le 19 do corrente, sobra a demolilo da ca-
sa terrea da ra estrella do Rosario: rogo-
Ihes tenham a bondade de deolarar se o tal
armunoio foi mandado publicar por mim,
pelo que muito.obrigido Ihes llcar. O seu
ass-ugiianie, Bernaroino Francisco de Azeve-
do Campo*.
Nlo fui do Srl B. V. de Azevedo oompoz
o aviao que menciona. Os R R.
Faz-ae saber que no da 8 do corrente,
sahindo pira o correio Filizirdo Jos da
Fonseca, e indo" a caaa do administrador,
disae-lha que elle fossn'vrr O vapor se tinha
chegido, e in la Bo vollou nem sppirecu
em parte slguma : easiiu quem tiver nolicr
participe poresteDiario.
No aterro da Boa-Vista, loja demiode-
zas n. 73, se dlri quem di a premio com hy-
pothece em casa terrea,a quantia de 500| rs
T. Nash, sub.lito de S. M. Britnica,
retira-ae para Inglaterra.
Desrja-a" fall na Mirla do EspintoaBanlo, viuva do falle-
cido Alaxandre Coa oeDamilo.a negocio de
seu grande inieresse, e por isao a mesma
aenhora haja de annunciar por esta folna a
aua morada, ou dirija aa a ra Dueita, so-
brado n 6, primeiro aodar.
Preciaa-se de um moleque ou preto,
que s ja liel para oaervico de urna casa de
familia ; na ra da Cruz n. 48.
Vai a praca no di 16 do corrente mez,
a casa n. 81 na ra daa Cinco Ponas, com
commoilos; teneno proprio, quintal gran-
de, cacimba meeira, alm do quintal um
terreno perlencenU a mesmi casa, que faz
freute pira a furialeza aun le se p e edifi-
car oulra caa a requeiimento do testa-
menteiro e enveniarimte para cumplimen-
to de legados, pilo juizo da segn i vir
Urna muiber viuva se ofl'erece para
ama oe casa de homem solMro de portas
a dentro ; quem precisar dinja-se a rus da
Praia n. 13.
Alugam-se ou vendem-se dous pretos,
proprios para i< sorvico de campo ; o> pre-
teo lentes dirijam-so ao atierro da Boa-Va-
la, casa n 51.
Alugam-se dous negros para tndo o
servico ; na ra do Sol n. 35, se dir quam
tem.
-- Pede-seso Sr. Frsncisco Feliciano Ro-
drigues Selle (jn que S. 8 nlo tem morada
certa, e pirec viver como orubu' que aonde
anoiuce ah ne sua casa ) lenna a bondade
mullo; ns padaria da i ui da matriz da Boa-
Vista n 36.
OSr. H'nrique de Mello Barrlo, que
morou na c ss n. 43 da ra da Gloria e en-
tregou is chaves em 7 de agosto de 1850,
leixan lo uns penhores pelo resto do aiu-
guel, que flcou devendo, queira apparecer
dentro do praso de 15 dias a contar da data
deste, do contrario serlo vendidos para pa-
gamento dos alugueia e despezas deste, li
cando sem etTello a clareza que se Ihe pas-
suu.
Da-se um cont e dusentos mil reis
a Juros sobre duss casas teireas, livres e
leaembaraljabas, as mas seguimos; do
Rangel, ireita, Araglo, Cruses, larga do
Rosario, e Augusta; quem quiser, dirija se
aiua do Rangel n. 44 que se dir quem
di.
Andam fgidos ha poucos dias os es-
eravos seginnleS ; Manuel; n ulto,alto, de
idade 34 anuos, pouco mais ou monos, ves-
tido com camisa e ceiolaa de aigudlo, le-
vando em sua companhia a n ul li-r de nome
Benedicta com um filho pequeo de nome
.1 -muliu, de id"do pouco mais ou meuos de
umanno, a mu'her h-r mulata cl>ra, de ca-
bello corre lio e de idade 33 aunos, pouco
mais ou monos, estes mualos forsm aqu
agarrados por ja terom fgido seu senh ir,
e diqui io mandados ao mesmo em urna
barc.ca, e tornaram a fugir em S. Miguel dos
uiiagros, e all fuaran um paqume de
qualro paos, e Consta que nelle seguirn
onoite, e talvez que andem pra o
Lotera do Rio de Janoiro.
aoa o:ouo,ooo k io ooo.ooohers.
Ka praca da Independencia n.
13 e 15, loja de calca lodo aran-
tes, e na ra da Cadeia do Hecifr
n.46, loja dr. miudezas de Josr
Foitunato dos Sanios Forto es-
ifioexpostosa vendo, bilhetes in-
teiros, meios e cautelas da 3i. lo-
tera a beneficio do Monte Fio,
corrente e espera-se a lista da
mesma no da ao do corrente, pe-
lo vapor da companhia brasileira,
ou no dia ai do dito mez, pelo va-
por inglez Tay ; sSo pagos todo
os premios que nelles sahrem sem
descont alguro.
bilhetes inteiros 23,000
Meios 11.000
Quintos 5,5oo
Uitavos a, 800
Vigsimos i,3>o
Casa da fortuna, ra Dreita n. 7.
I'again-ae as cautelas da lotera de Nossa
senhora do I. vrameiuo, e eslo a venda as
eaulelaa e bilneloa da lotera de Nossa Se-
nhora do Rozarlo, cujas rodea andarlo no
lia 38 do currante e paga-se no dia 34,
quartos 3,200, decimos l,(jpO rs., vigecimos
jOOrs.
Bolos de S. J0S0.
Na camboa do Carmo n. 14,anliga casa da
padaria, fai-se qualquer incommenda de
Mullos pai a Santo Antonio, e para da de S.
logo aprumplam-se banTJejaa eofdtadas,
icini bolnihos, os antigos bolos.cavados, e
toda qualquer incommenda de bolos) ss-
sim como continua a dar comida para casa-
de negocio, por mdico estipendio e promps
lidio. '
a pessoa que annunciou que-
rer saber, se existe tiesta cidade ,
ou seus suburbios, Rosa Mara da
Conceicao, com duus lillms,Mara,
e Antonia, as quaes diz acharem-se
legitimadas, como ilha de An-
tonio Jos Soarea Uorges de Me-
nezes,-icbatido se Antonia em com-
panhia de sua mti, e Mara casa-
da com Manoel Fernandesde Mel-
lo : dirija-se ra do Encanta-
mento n. 4 terceiro andar ou
annuncie sua morada para ser pro-
curada. .
i'ermula-so por urna casa terrea bna,
nova e em boa roa n'um dos bairos de S.
Antonio, S. Jos, ou Boa Viaia, um excel-
lente sitio na estrada de Jlo de Barros, o
qual tem grande e boa casa de vivenda, estn-
biria e casa de pretos. tudo-de pedra e Cal;
excellentes larangeiras e ootraa muit.s ar-
vores de frucio.muilo novas,tm urna exc-l-
lente e grande bsixa d ca im para o verlo,
o cacimba com boa agua de beber. Esto si-
levanta Jos da cmara municipal, mas esse ti0 divide com o doSr. Sebistilo Braga.e no
diuheiro fol producto do valor da desapro- qilli mor, 0 Sf. Cipno Paiva Oa preten-
priaclo da cisa ds cambda dp Carmo. e esse : a-en,eS olrijam-se a loja de fazendas do Sr.
valor, porm, Toi depositado pela cmara commeudador Mano--! Gonsalves da Silva,
nos termos do artigo 38 da lei provincial n. I ru, u, cadeia do Recifp, queahi Ine diru
129 de 2 de maio de 1844; e couhrmada a cum qUBm se devem entender.
aos senliores de eugenho
- O abaixo saalgna in perdeu urna cartei-
ra de slgibeiri desda o armizem do Serafim
at a travessa da Malrada Dona, contando
oentoe tantos mil res em sedulas, algunas
leltraa ja veoci las, aceitas por peaaoaa delta
nraca.eoutroapapis queaservemaoabaix-
assignado e desde ji esto prevenidos os ac-
cenantes para nlo as pagar senlo ao pro-
prio dnno.que he Joaquim Pinb-lio Jacome,
o abaixo assignado gratifica bem a quen
entregar dita carteira na ra do vigario n
5, primeiro andar, ou oa trivessa d. Madre
da Dos n. 9. Ignacio Silva.
Antonio da Costa Feneira, vendo urna
d clarac.lo sem assignatura no Diario di
Pernambnco 11. 126 de 7 ao corrente,na qual
sa insina as autoridades a denegeclo de
passapoite sobre pretextos queve allegaran,
responde que nAo he criminoso, e nem dev
nada a alguem, e que lendo ido para Po ttr
gal eahi (izado residencia,o Sr. Jos da Cos-
ta Dourado Ihe propOz urna acelo de coti-
las, eareilei a diseussSo, r.c nheci a com-
petencia do foro, e est | endent essa accSi
em razio da qual io urna pn calora para
nqulriclo de lestemunhas, a qual existe no
carturio do escrivioSaulos, aonde lodo o
mundo a pie ver. A questto proposta por
Dourado foi no juizo do civel da primelra
varada eidade do Porto, esorlvlo Bandelra,
nella aprese'nlei documentos que provsm ss
sommis despendida, nlo fallando na prov>
teaiemunhal que produzi no Juiodocive
deata ri iade o esciivlo referido Sanios. Si
Duuraduescolheu o foro, i mentn sua ac(lt<
em Portugal eeu ah casado a residente a-
ceile a diacusslo e reconneoi s competen-
cia do foro e e>li a qoestAo pendente, hi
claro que o protesto allegado para inipedi-
queeuvolte para o seio de miuha famili-
e assista a diacusslo ds causa que all t-nlio
h improce lente, e sem boa f allegado.
Existir 10 essa lites penoencia em Portugal
0S0 1 le aqu insta o ra r-se a mesma accSo,
eae convencido Sr. Dourado que a vista daa
provea, documentos e teste 111 un lias, perd
aquella celo e quer inslaura-la de novo em
Pernambueo, uno pode tirar resultado de
aeu manejo, porque existe a lites penden-
oia, e porque os juizes e tribunaes de Per-
nambueo tamben aabem fazer justioa. Se
Dourado o que pede he contas nlo se pode
dizer credor, lamo 111-i- que me he ello llo-
vedor de mais de l:083,3J5 moola forte, e
11 liando em INJ7 o Sr. Dourado ji eslava em
Portugal era-medevedor de maior quantia,
o quo prova a cunta por elle assignada, r
quem pede coritas pede a aua condemnaco,
se aclia-se ilcancadn nollas. Tudo isso eala
em juizo o nivlenle escolludo pelo 8'.
Doura 10, e etuflo u'iscula e mostr elle o
dtreito que livor, m .9 nlo procure offender
o crdito e honra alheia, arvoiando-se juiz
em causa pro, ria e dreidindo sobro aquillu
que esta sujoito a decalo dos magistrados,
q-iando devia antes psgar o que me iiove.do
que procuiar msrear a minha repuiaclo.
Anda quando o Sr. Dourado podessd ins-
taurar nova scqo de contas, alo podia is.-o
embargar minha viagem,porque ja esta dito
que aules de julgedus nlo se pode dizer
orador: e porque deixo procurador suf-
flcientes para rnponderem na forma do di-
mito como doclire no snnuncio que llz. O
attigo 72 du logulanienlo n. 130 nlo me
impece, porque ulo vou para Poitugal sem
fazer annuncios como meio deevadir-mea
qualquer res,onsabilidade, antea vou para
onde o Sr. Dourado tem commigo urna ac-
edo, ueixo procuradores bastantes e nada
devo, antes sou credor do Sr. Doursdo e de
Oiilros. Kallou o Sr. Dourado em dioheiros
xo, fU gordo, ete ferro ha do angenho
tkvs, do capillo Jos de Arstijo Pioheiro,
a quem ae poder* alti ieva-lo, oj no Reci-
<', i loja do 8r. Firmiaoo Jos Rodrigues
Feneira, queso gratificar! generosamente.
(ifferece se urna muiber parda, da ex*
oelleule procdimeuio, para ama d casa de
f milla fstrangeira, menos para cosinharou
-ngomn ar: em casa do corretor Olivi ira.se
diii quem be.
-- OSr Joo Climaco Fernandes Caaal-
r.anli queira ir a ra larga do Rozario pagar
a quantia que ji se lem mandado pedir mul-
tas vezas, e mato lica ba mais de dous an-
uos.
O Sr. Antonio Jos Coelho de Barros Wan-
derley queira mandar a ca,a n 30 da ra
larga do Roiario pagar a quantia que nlo
ignora dever a quasi irea annoa, sendo pro-
veniente da sopprlmento para escravos.
O Sr. C. M. A., queinm mandar ps-
gar a subscrircSo do Diaria. Faz-se-lhe es-
la adveitencia porque aa pess-agencarrega-
das de receberem a foiba po team salis-
oilo.
Um collega, amigo a companliairo do
Sr. Manoel Hollino Callado, pede-lhe enca-
recidamente, annuncie o lugar de aua mora-
da antes de retirar-se.
- J. E. Bataille, cidadlo franco/, val a
Europa.
Precisa-se de urna ama de leite, que
seja hoa e de bons costuros, para criar I na
ra Nova n. 39.
Luiz Jos Rodrigara de Souza, subdito
brasileiro, vai a Europa.
O cauteliata Salustiano de
Aquiuo Ferreira fax sciente avo
respeitavel publico que vendeu
na praca Ja Independencia n. i3
e 15, loja de calcado do Arantes ,
e na ra da Cadeia do Kecife ti.
46, loja de miudezas de Jote For-
tunato dos Santos Forto os pre-
mios seguinles da quarta lotera a
beneficio das obras da matriz do
Carneo Grande, e sao em conti-
nente pagos todos os premios as
lojas cima mencionadas, a saber :
meios bilhetes os. 1716, 200,000
rs.; 474 100,000 rs.; 547*1 I0O#
rs.; quartos 48a6, 10:000,000 de
rs.; 3481 300,000 rs. ; 477'
300,000 T8., a38a, 100,000 ra. ;
3oio, loo,noo rs.; 4568, 100,000
rs. ; oitavos n35, 1:000,000 do
rs.; 333o 400,000 rs. ; 1716 ,
300,000 re. ; vigsimos 3787 ,
2oo,ooo rs______
Compras.
mu.tenca pela relaclo do distrnuo ratava
decidida a quesillo dd desaprupi iacBo, o a
coosequencia era'levautir o crece depusi-
tido. Quem procede na cooformtdade das
deeisoes do poder judicisrio nlo pode ser
ncusado lano mais leudu-se le lancado
em coula esse po meto e elle aceitlo.
Uuaulo as conlas da luirla, da menor Filia-
miiia, filha do fina lo Jo- Mues Vieira,res-
pondo com o julgameiito, e mandado por
copia abaixo transcripto; e i vista desse
oocumeulo aa lulurniades e o publico ajui-
zem do aununcio desse seubor, que assen-
0 tou de meoiose-r-me com essa publicaclo
orie deat. provincia, 8 que se intiulem f"lla no supradito Di.no. tx.m.ne-se a
que me leflio eajui-
manda-Ios comluzir a seu senlioi Goncallo
ItodlIgUS Mariuli no seu engoi.ho Kia-
chlo, em Camarsgibe, na nrovinna daa Ala-
po-s. onesia rioade a Manoel Unacio de
lireira. o >m Macelo ao Sr. Sacavm:que
om qualquer lugar queorem entregues 88- < r?* ferreira. do lutell. que h.via
rn ne.m roeomoens.dos. .asignado da menor Fehsm.na, lili, do U-
favor de Antonio
Antonio Francis-
co Pereira de Carvaliio, caoalleiro da or-
dem ue Clirialu, juiz iie urphlus e auaen-
sesue.-ta cidauedo Recite de Pernambu-
eo, por S. M. I. e C. que Dos gualdo etc.
Pelo preseule I101 pordesonersdo a Anlo-
rio bem recompensados.
Fede-se ao trapalhado
nado Jo- TV mies Vieira, visto ter cumprldo
o que loe fui ordenado por semeiice desto
Avisos diverto.
___Prec8a-se de um homem sol-
tero, ou casado', que tenha pra-
tica dejardim e horta, para um
engenlio em Serinhlem : quem
pretender faier trato, ou engja-
mento, dirija-se a ra das t ruzes
n. 4'< prime'ro andar.
- Carmeno Francisco de Oliveirs, mu-
loo a sua residencia para a roa Bella n. 38.
No pisseio publico, baja de dizer o signlli- juno as contas que piestou, e pur ssslm
cadu da palavra malrial, cuja se ignora ain- mB haver requerido em sus pelicSo, e o pre-
da neate palz civiliaado e habitado por sentase psssou por bem de meu deapaxo
christlos, isto para seu crdito e honra. proferido nos sulos do respectivo inventa
O observa >or. rio que se curnpriri, Kecife 37 de fevereiro
- Preciaa-se alugar um sitio que tenha de 18&3. Eu Floiiano Correa oe Brillo, es-
casa de vivenda e pasto para slgunias vac- ci ivlo o subscrevi Pereira de Carvaiho,
cas, que s ja peilo da praca ; que'n tiver a Precba-se para urna familia, de poucas
quizer alujar, dinja-se ao pateo do llospt- pessois, de uroi ama, que saiba enguminar,
tal dul'araizon. 18, segundo andar paga-ie bem : na ra da Soledade n. 81.
Di-so 30,000 rs. .a juros a dous por Alinelo.
cento, sobre penliuros de ouro, ou hypothe- Quem precisir de um pequeo, de 10 sn
ca emaigumacasa quem quizer dirija-se no8 de dnie, para loja defazendas, o qual
a ra das Agoas-Verdea o. *9, quellsedira e>cree sotTrivel, 16 a sabe as qualro espe-
quem di. (.M,S je cuntas, e he bem educado : quem o
Desanpareco no d'a 8do cirrente um preien,ier, diriji-se a livrana oa praca da
preto denomeEias, de idade de 40 aunos independencia n. 6 e 8, que se diri quem he.
pouco mais ou meuos, altura regular, cor-
po sarco, tem urna pequea co c iit la, ros- Breve se tem de demolir, pa-
to mcliuciilo, tem oa dedos mnimos dos ,lpgmhriim daa mas e hfor-
pea mono mais pequeos fo.a docommom, ra desemaraco das ruis, e mor
tem ofllo o de senador e de pescador, os- moseamento do lugar, a casa ter-
luma -empre andar limpo e com a roupa re8 8t na rua estreita do Koza-
reinenda ia : quem o pegar leve-o a rua es- ,
ireita do ilota-ion. 48, segundo andar, que no, com taberna dentro, e que
srri pago doseu irab.lho. faz esquina para aruodasTrin-
Na tua dolares jo n 10 deseja-se fal- ._. .. lar com o Sr. Ignacio Francisco Martina, a cheiras, poisque par ose fim se
negocio de seu interesse. inandou comprar cm Portugal ao
OlTerece se para caixeiro de loja de fa- nrnnrFlrin a a nnprn inters
zonda, um mneo brasileiro, oq-.al d Dan- seM propnetano, e a quem nteres
(a I sua conduca: quem o pieicnderdin- sir este annuncio, nao o desprezc
ja-se i rua na Madre de Daos, ca.a n. 7. quanto he lempo, para ao de-
Na praca da In lependencia n. 6 e 8, r r
precisa-se lallaraosSra. Manuel dos Santos pois nao haver queixa senliores
Firmo de Jess, e Belarmino Franciacj B. trapcheiros minia altencao com
de Mello, a negocio de seus inleresaes, e
como se ignora suas moradias pede-se-lhts este annunCIO.
de as d-clararem. -- Hay mundo Carlos I eite, sub lito por-
USr. Julo Luir. Vianna, queira dirigir- tuguez, vai aEuropa.
ao praca oa Independencia n. 6 e 8, ao que l'.eciaa-se de um homem casado a sem
tibe. fllhos, para lomar sentido a um sitio : na
li Sr. Francisco de Paula Andra le Mnn- rua Nova o. 53, t-rceiro andar.
te-N'gro, tem urna carta de Guianna na li- Jlo Antonio Carpinlono da Silva, co-
vrari n. 608 a piaija da Independo, ca age primeiro talamenleiro de Fernando Lo-
Precisa-se de um caixeiro de boa con- pes Corr it, tem autoriaado a Jos Januario
duela oara urna venda, no Forte do Malo, JklveadeMaia para a cobraoca das dividas do
rua 00 Codornis n. 1. Se for menino me- meamo fallecido.
lilor. -- Jlo Antonio Carpinteiro da Silva,
-- Ainda esti por alugar um mulatfnbo como primeiro testameotairo do fallecido
de idade de 18 annos, proprio para servico Fernando Lopes Correlra, avisa a ludas as
de urna sa de pouca lamilla, a lamben pessoas que forero devedoiaa ao mesmo fel-
pare mandados ou pagem, mullo fiel e sem lecioo de nlo pagarem aenlo i pesaos que,
vftios do qoali ladealgum, n cosinha solfii- por elle tostameuteiru, fr aulonsada pata
vel : as Cinco Puntas n. 71. a mesma cobrauca, o que fara publico por
A pesaba que deaeja saber qual a taber- este Diario
na que ae vende na Boa-Vista, dlrlja-se ao O Sr. Joi Correa de Mendonsa, lem
auerro do meamo n. 78,loja,que achari com lima caita na livraria da praca di Indepen-
quem tratar. dencia, n. Be 8.
O redactor do Almiu> k da provincia, de-
sejaodo mencionar no mesmo Almnale, o
nume dos proprietirios erendelios doaen-
genlioa, rog' aoa mesmos senhorrs se dig-
nen mandar i sua loja oe livroa na praca
da Independencia ns. 6 o 8 os seus noaies, o
nonio no engentio, a freguezia, villa e co-
marca a que pe tencor; e se Cor reodeiro, o
seu nome e do proprieaiio.
u abaixo assignado, procurador doSr.
Antonio Jos de Souza, professor publico
em Baixa-Verde, faz scienle ao respeitavel
publico, que o su constituinte na ta ueve
ao Sr. Joaquim Francisco da ArauJo Guima-
rles, como 1 ruva cum o recibo de saldo de
cuniaa'abaixo Irau-ciipto. Oi>t o sim, seo
dilo Sr GuidiarAes anda ae julgar seu cre-
dor, ai presente o titulo do crdito, ou qual-
quer ouirodocuo euto, que inimedialamen-
ta sari ambolca 10 pelo abaixo assignado.-
O padre Vicente Feneira deSiqueira Vare-
jio.- Recobi do Sr. Antonio Joa da Souza,
a quantia de 30g 100 ria, por saldo de con-
tas al hoja, ii-eife, 7 da Junho de 1832.
-Por Joaquim Ferreira de Araujo Cumia-
rle, Joaqun Francisco da Silva" Asevdo.
O Sr. Jlo Antonio Anlero, que foi
padeiio ou furneiio da padaria de Poneia-
o, na rua da Florentina n. 8, haja da v|r
pe|>r oiue deve, desda o anno de 1849,
na rua da Roda o. SI; eemquanto'nlo o
flzer vari o aau noma neata foliis, pois o
tempo he bastante.
-- Precisa-se alugar urna esersvs. ou a-
rna forra, para servico de caaa : na rua do
Queiaiado 11. 38, segundo enriar.
A pessoa, que annunciou precisar de
um caixeiro, com pratica de loja de miude-
zas e di bou ordenado : dirijas ao pateo
oa hibeira de S. Jos, aobradu de um andar
n. 15, a qualquer hura do dia, ou iudique
sua morada para ser procorada.
__Preciaa-se de um caixeiro, que tenha
pratica de loja de miudezas: quem estirar
ni-stas circuuislanci'S dirija-se a rua do
Livramenlo, luja nova n. 30, que se diri
quem precisa.
- Aluga'-se urna grande essa e sitio, com
todas as commo lida.ies a bastantes arvore-
dos de fructo e florea, tendo rio no fundo,
na povoic.in do Monteiro: a tratar com Jlo
Jos de Carvaiho Moraes, na rua da Cadea
do Recite.
Preciaa-se alugar urna escrava, para
to lo servico de urna casa : quem tiver, an-
nuncie, ou dinj-se ao a torro da Uoa Vis-
ta 11. 77.
-- Na rua larga do Hozar o, padaiia n. 48,
precisa-se de um bom trabalbador de mia-
sen.
Cali jos'a e contratada a compra de
urna casa oe taipa, na Capunga Nova' em
trra propria, com Gabriel Mara VellosTi,
como esta Ierra fosae de Joto Salgado da
Castro Aciily que ero ouiro lempo a hy-
polecou a lapol Mara do l.ivranici.lo, de-
aeja-ae saber ae baalgum impadimei.lo por
parte da mesma aenhora, ou oulra qualquer
pesaoa que sn actlarcom direito, anuuucie
no praso de 3 diaa contados da dala deale.
AO comtnercio.
Quem tiver alguma eecrpturac,go mer-
caolil ( seja qual fr o avelema J que estoja
atraaaua, quereodo ve-la em dia com pres-
teza, aeseiu e perfeiclo : dinja-se ao abai-
xo assignado, na rua do Araglo n. 40, ou na
rua da Cadeia, atmazem dos senborea Bsltsr
& Oliveira. Francisco Joa de Pauli.
Na imite do dia 5 pira I do correnta
f urtaram da Estrada-Nov, do rancho de Ma-
noel Jordlo, um catallo castanbo escuro,
eom una estrella na lala, tem o cabo rim
pado, duae bezigas no espinbaco, com o
l'erro-O-no quailo dinreito, anda bem bai-
.Comora-se ums escrava preta ou par-
da, at 12 annos de idade : na ru da Cruz
11. 45.
Compra se ama venda em bom lugar, e
que tenha alguma freguezia: na rua da
Roda u. 52, ae oir quem compra.
-- Com, ra-se urna casa terrea em rua boa,
sendo ciiu prnprio quem a tiver annun-
cie por este Diario.
Comnra-ae urna car roca nova que pos-
ea conduzir qualquer carga, aun bui tim-
bem novo, gordo e de bonita Ogura : om
Fora de Portas, n. 34 atrs da igreja, da parte
do mar.
Compra-se um apparelho de cba, em
bom uso, e um par de mangaa de vdro
com casiicaea : quem tiver annunore.
juaiau ,i_. ., 1. .i___u-ai .11
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos jo.000,000 de rs.
Na loja do miudezas da praca da
Independencia n.4, vendem-se bi-
lhetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos a beneficio da
3i. lotera do Monte Fio, espera-
se o vapor que traz a lista no dia
18a 19 : na mesma loja recenem-
se bilhetes premiados do Kio e do
Livramenlo, em troca dos que tem
a venda.
Karello.
No armazcm do Dias Ferreira ,
na escadinha da alfandega, ven
de-se in relio, chegado ltimamen-
te pelo preto de 5,000 rs. cada
sacca.
.- Vende-es umi armacBo nova para ven-
da : nada rua Praia n i-
Vende-se um casal de esoravos sendo o
escravo bom serrador, e a escrava de bonita
ligura e moca, 3 dilas que lavan e venden
na rua, I dita de meia idade, que cosinha
perfelamente e lava, um preto de meia ida-
de bom pan sitio, I mulequa de It anona
na rua da Cacimba n II, onde morou o ti-
nado vigario do Kecife.
- Vende-se um e.cravo da costa, que re-
preseuta cincoenta e tantos annos, robusto,
com urna canoa de carraira, que cunduz pa-
ra mais de do6e peaaoaa, a serve taoibam pa-
ra conducho de trastes e gneros, a qual so
acha calafetada, o pintada da novo ; quem
pretender, dirija-se a rua da llortas o. ttO.
ajalit.
Vendem-sa na loja da rua do Crespn.
10, excellentes pililo' de panno a casimira
pn tos e de cores, por menos preso do que *
en oulra qualquer pirte, ditos de bnm de
linlio a 4,000 rs.
Vendem-se Ires ou qualro escravos,
proprios para todo servico de campo ao que
ja rallo bastante habilitados: na roa da Cruz
n. 8, terceiro andar.
Ven lo-se um carro aovo de trabalhar
na alfandega com pretos, bem com ruido
com boas ter raguas: na rua do Vigario O.
30, segundo andar.
Vendem-se dous violdes, um rico, ou-
iro de menor preco, com auaa eompeteatea
caixaa, urna colleccflo de estampas lytno-
grafa>iis,e urna caita para rao, de tartaru-
ga, foila em Lisboa ; no segundo sobrado da
caaa o. 89, ni rua Dreita, de rambla, desde
s 9 horas at ao meio dia.
m Vende-aeou permuti-so por acones da
companhia de Brbiribe um sobrado de dous
andan s, alto na rua do Caldeireiro, oblea
urnprios, e ten 10 no fundo deas casas ter-
reas e urna cocheo a: quem o pretender di-
rija-se i rua estrella do Rozario, casa n. 4,
segundo e lardeiro andar.
Vende-se
um bom quarlio, bom carregador, serve
para ambas as seles, por preco commodo:
na rua da Concetclo n. 80.
Aos fabricantes de velas.
Vende-se superior era de carnauba, e se-
bo refinado, em porcoes a a retalho, por
commo o preco : no armazam da D. K. Ao
drade & C, rus da Cruz confronte ao cha-
fara a. t8.

tv n
a.
1*
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ff.\
rv. 1
i!


fr
{
a
Deposito de cal virgem
Cunha & Amorta, r= ruada Cadeia do
necile, n. 5,,veode-se barrU cora upe
riore*' em piedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos progo do qo
"em outrquafqner parte.
farinha de mandioca.
Vendem-ae saccas com farinhi nova,che-
gada ltimamente do Cer, 8,000 rs. e
em lo'es de ascces para ai oa, 1,800 ra.,
cada una aicca : no aroitzem de J. J. Tas-
so Jnior: na ra do Amorimn. 35.
Vendem-se o vurdideiroa telina in-
glezes, patente, de molla e sem ella : ni
ra daSenzalla Nova n. 42.
Armazem de vintos.
Na ra da Senzalla Yelha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e F-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo el4> rs- a garrafa,e i,5oo
a i,8oors. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Novo sortimento de panos finos e
casi-niras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
voltti para a Cadeia, vendem-ae panno pre-
to, a 9,800,3,400,3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito francez, muito aupenor, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
.800, 3,500 e 4,000 ra.; dito cor do rap,
2,800 ra.; cortes de calaa de casimira pre-
ta infestada, a 5.000 e 6,000 rs.; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja prela, a 9,400 rs. o corado;
dita hespanholt, a 2,800 rs., e outras mul-
tas hiendas por preena commodoa.
Familia de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Iisxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
;-infio de M-anttia a
800 rs.
Vende-sa a historia de SimSo de Naritua,
a 800 ra. : na livraria. da pragada Indepen-
dencia n. 6 e 8.
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caigas de 3o libras cada urna
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
Taixas para mgenhos
Na fundicao de ferro de Bow-
man 6c Me. (Jallum na ra do
firum, passando ochatariz, conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea 3
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dlo, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
Agencia de Edwin Maw.
(la ra de Apollo n. 6, armazn de Me. Ca
rnontst Companhla, acha-ar constanleinente
bous aorllmenton de talla de ferro coado e
batido, taDto rasa como fundas, moendas lo-
eliaa (oda de ferro para anlinaas, agoa, (O,
ditas para armar em madelra de todos oa ta-
manhos e ruadelloa o mala moderno, machina
burlsontal para vapor, com furca de 4 catal-
ina, coucoa, paaaadeirM de ferro cuantiado
pava caaa de pulgar, por menos preco queoa
decobre, eacovena para navios, ferro inglez
tantoem barraaooinoem trcoafolhas.etudo
por barato nrafo.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor. *
RA DA SENZALLA NOVA Ni 42.
Neste cslabeleciniciitn conti-
na a haver um completo sorti
ment de moendas o meias moen-
Jas para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
VVfff VfffffVf Vff.f VfV V
* Farinha de mandioca *
;> Vende-se, por preco rasoavel, la- 4,
, rinha de S. Metheus a mais nova ^
^ que existe nata mercado : ns ra <<
aa> da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. <
mk AAAAAAA'AAA*
Algodo para loupa de escravos.
Vende-ae algottao muito encorpado, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda ; dito
limpo a 180 rs. : na ra do crespo n. 5.
Monillos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortaa
e bsixas decapim na fundiciode Bowmaux
de II. Calhm: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
Deposito de panno de algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por prego commodo
ARADOS AMERICANOS, f
, Vendem-se arados ame- 9
* ricanos, chegados dos Esta- &
JJ dos Unidos, pelo barato pre- 9
J qo de 40,000 rs. cada um: na 9
S. ra do Trapiche n. 8. *
**?
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro de puro Imito
1,440 rs., ditos de listra do bom gosto a 2,000
rs., dito smarello a 1,800 rs. riscado de II-
nho proprio para caigas e palitnsa 180/s.o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000rs. o
covado.pessas do cintas escuras com 88 co-
rados a 4,5'Kl, 5,000 e 5,500 rs,, cambraia dr
flores om 8 l|2 varas a 2,400 e3500rs. a pes-
sa, lencos do caaibraia de lioho a 400, 480,'
e 560 rs. proprios para niin. riscados assen-
tados em algodAo muitoencortiado proprioa
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs, o cova-
do, e muitas mais fazenias forprego com-
modo da loja cima referida.
I'otassa americana.
No enligo deposito da cadeia volha.n.
12 existe urna pequea porgan de potassa
americana, chegada recenlemente que por
superior rivaiisa com adaRussia: vnde-
se por preco razoavel.
Vende-se muito superior
farinha de Santa Catherina a dous
mil rs. a sacca : na ra da Fraia,
armazem de carne n. 10.
Arados da fabrica dos Srs. lanos-
me e rMay
Proprios para plantar ealimpar canna de
dilierentesmodellose feitus na mais acredi-
tada fabrica 11* Inglaterra ; sendo muito su-
periores aqualquer que tem vindo acate
mercado,c proprio para planUrem qualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveoa e sola destes arados pas-arn
por um processo que da-1 he a consistencia
de ac tem,.erado da maneira que sSo de
milita duraclo, lem de que tem bicos da
sobre-excellenle: na ra do Trapiche n. 14.
Verniz de gomma copal ,
contina a venderle a 1,600 rs. ,
a garrafa : na botica da ra do
Rangel, que fui do finado Sebas-
tio Jos de Olivara Macedo.
Hemedio especial para bou-
Las e cravos seceos contina a
vender-se na botica da ra do
Rangel, que foi do finado Sebas-
tiano Jos de Oliveira Macedo.
Deposito ila fabrica de Todos os
Santos na Un lila.
Vende-ae, em casa deN. O.Bieber&C,
na ra da Cruz n. 4, algodSo tranaado da-
qnella rabrica, muito proprio para saceos de
assucar e roupa de escravos, por precocom.
modo.
Deposito de cal e potassa.
NA armazem da ra da Cadeia
doRecife n. 11
por preco
o bem conhecido panno de algo-
dio dcsia fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaos & Companhia^ na
ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na fundirlo da Aurora, em 9. Amaro,
vendem-searadosdeferrode diversos mo-
delos.
Sortes a ao rs.
Na livraria da priga da Independencia n.
6 c 8, venJe-se papel em sortes impressos,
para homens e seniioras, muito lindas ea-
propriadas, para os dias de S. Antonio e S.
JoSo", a 20 rs. cada um papel.
Veodem-se amarras de ferro: ns "la da
Senzalla Nova 11. 42.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade da Viu-
va liorna a" qual est montada ,
Unlo de bons lypcs, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
rios a urna boa typographia : tra-
ta-se com a proprietana na ra
da Praia n. 55.
Hoendas superiores.
Na fundicSo deC. Starr& Companhla,
em 8.-Amaro, acham-se s venda moendas
de canna, todas deferro, de um modeloe
construcg.10 muito superior
Vende-se urna bonils escra, inga, pa-
rida de poucos dias, sem cria, com bom
leite e muito carinhosa para criar, e sabe
bem engommar e cozinliar o diario: na ra
do Cotovelo n. 75.
Sementes de hortalice
da todas aa qualiJades, muito oras, vin-
daa de LisbA', e por menos que em outrs
ualquer parte: na roa da Cruz, htfs do
01 po Santo, n. 69.
ENCONTR
MO |)l MI V"
0
0*oVBa;:._ ""'
Be muito fresco.
Rap de Lisboa, rhegado' ltimamente, a
40 ra. a citara : na praca d Independencia,
loja n. 3.
Vende-se urna preta de meia idade,
multo sadia, pmpria para todo arranjo de
urna casa, e lava muilobem de brrela : na
roa doOresto n. 21;
Na loja de seis, portas.
Troca-se por srdulas alguna alcaides que
quer acabar chitas a seis vinlens, sete, e
meia pataca, o covado; tn tiem vende-se
a dnus (ustrVs, chitas propnas para o uzo
de casa, sendo bonilaa e de tinta segura
riscado francez a meia pataca, o covado
tencua blancos com flores nos cantos,
dous lusiOas, proprios para mSo de aeiiho-
ra, e meninas ; lencos de seda pequeos pa-
ra menino a sello; chapelinas.de palha
franreza para enfeitar com fitas, a sinen pa-
tacas, e nutras muitas fazendas que quer a
caber.
4
!*?
,<#
|L:s2 '
Cena menina enc.iotrei,
Grapas taos como as que tioha,
Nunca mais encontrare!.
Ousnuo me vio.
Dau-me um lid",
E dentro delta
Soprode amor.
Esta modinha tem 5 qusdras, V para cada
omaseu estribilho dilTeronte. A muzica he
doinaigne artista pernambucano, o Sr. I>
N. Baptisla. Vende-e na imprensa dn muzi-
ca da ra Bella n. 98, para piano a 640 rs. e
para violo a 500 rs.: nesta imprensa so im
prime com pereicflo qualquer obra de es-
tamparla, como sejam, letras, conhecimen-
tos, carines de visita, tarjas, registos, etc.
Lotera de WossaSenhora do
Horario.
Os bilhetcs desta lotera acham-se a venda
nos lugares seguintrs : botica do Sr. Mnreira
Marques; aterro da Boa-Vista.loja do Sr. Vi-
riato, praca da Independencia, luja do Sr.
Fortnalo 1 e largo do Livramento, botica
do Sr. Chagas. As rodas andaro 1 or todo o
mez do julbo, porm se a venda fr conti-
nuando com a influencia que tem ti Jo nes-
tesdias, o thesoureiro marcara o dia 23 do
crreme mez para o andamento das mesmaa
rodas ; s depende da prompta venda do
reslo dos bilheles; o por isso pede o thesou-
reiro aos amantes deste jogoqueconcorram
a comprar o restante dos mesmos bilhetcs,
flm de que se realise o novo projecto; cer-
ta de que com elle taremos dlnheiro fresco
para pndermea festejar o glorioso scnliorS.
Jofio llaptista.
Veode-se urna cabra muito boa delei-
te, com duu'a fllhos, urna cabrita ja taluda,
e um cabrito, um caroeiro grande que pode
servir para um menino, e urna ovelha com
doua carneirinbos multo bonitos ; no prin-
cipio da estrada dos Alictos, primen o sitio
do lado direito.
Vendem-se asseguintes sementes:
naboa,rabanoa,rabaneies entornados ebran-
-sebula, couve trinxuda a I face ala-
cus,
ha muito sune- D>0*> repulbuda,chicoria, senoulas, IVijSo
1^ carrapato de tres qualidades,crvilba tona e
ripr cal de Lisboa, em pedra, as- idireita, fava, coentrode toucei a, salea, to-
sim como potassa chegada ultima- 'matesgrandes, repoiho, couve lombarda,
Vendem-sechspeos envernisadoj.va-
13o de ouro eprata para os aiesinos,
por commodo preco ; us praga da In-
_ dependencia n. 17.
99*99
Vende-ae pelo diminplo preco de 1,000
rs., explicarles de syntaxe e sylabas da
grammalica latina de J. V. G da Moura,para
os estudantes principiantes apenderem
com maiafacilidade; na encaderna(3o par-
ticular do breo do Sarnpalel.
Uua do Crespo n. a.
Vende-se panno'preto ede cores,muito pro-
prio para palitos, por ser muito leve e boni-
tas cor, pelo preco de 2,000 ra. o covado.
com duia larguras.
- Vende-se urna casa terrea aila na Sen
zalla do Uoalerro nm Olinda, junto a casa dd
Sr Caldo, a qul tem dus alas, 4 quartoa,
cosinha f>a,quintal rrurado, e um l-rrono
contiguo ao mesmo quintal ; os pretenden**
les podem dirigir-ce a loja n. 6 da ruada
Cadeia do Rrcife, onde se trsta desta veod
-- Vende-se um moleque creoulo de 18
anuos de idade com encellante figure, sem
vicius nem achaques, sabe tratar de cavar-
los, e tem principios do bolieiro ; a t-atar
oa ra Nova, loja nova do Sr. Andrade, na
quina que vira para a ra da Camha do
Carmo,
Deposito de rora de carnauba.
Vende-se no armazem de I>. R. Andrade &
Companhia, ra da Cruz n. 19, muilo supe-:
rior cera de carnauba, em porffln e a reta-
Iho, por preco commodo.
-- Vendem-se seis escravos, sendo um ca-
sal, oro bonito escravo com oflicio do carpi-
ra, duas csciavus de bonitas figuras com
habilidades, urna dita de servico de campo;
ua ra Direita n, 3.
Vendem-se duas prelas sadias, urna
engomma e cosinha, e oulra cosinha, am-
bas faz. m lodo o servc.o de casa, e san ven-
dederas de ra ; na ra larga do Hozarlo
n. 35,loja.
Caixas paia rap.
Vendem-se as bem conbecidas caixas de
chifre do Aracaty, imitaudo as de tartaru-
ga, e por muilu commudo proco : na ra
larga do llozario n. 20.
Vende-se na luja de calcado e miude-
zas do aterro da Boa-Vista n. 78, muito su -
Eerior linha de carntel de 100 Jardas, tamo
rauca como de corea, pelo diminuto troco
de 240 rs. a duzia, e Je 200 jardas a 640 rs.,
bezerro fradeez a 3,000 rs. a pele, couro de
lustro a 2 240 rs., sapatos de couro de lus-
tro para senhora a 1,000, e 1,600 rs. o par,
flvelas para sapatos a 120 rs aduza, a I fine-
tea de ferro para armador a 1,600 rs. a libra.
Mercurio.
Vende-so mercurio de primein sorte: ero
casa de Augusto C. de Abreu : na ra da
Cadeia do Itocife n. 48.
Vende-se um sobrsdo de um andar e
solSo, em urna das memores ras da Boi-
Visla, construido, ha pouco tempo, com
toda a solidez e perfeicfio com cantaria'de
Lisboa, grande quintal, murado e plantado
de arvurrdos, estribarla e cacimba : na ra
da matriz da Boa-Vista n. 26.
Vende-se salitre reflnado em barricas
de tres arrobas e meia, e a retalho, por pro-
co commodo : na botica da ra Direita
11. S8.
Vende-se um preto, proprio para todo
o servico, por ser muno robusto, tambem
sabe cuzinbar, o qual se vende por commo-
do preco : na ra do Queimado, loja n. 32.
Vende se farinha de mandioca de Mu-
fribeca ou mag, a mellior possivel para me-
as, queijus de qualba do cerlSo, queijos de
pralo da Hollanda bastante frescos, caf do
Km, ludo uiuilu em cuita ; no caes da al-
fandega, armazem n. 5.
Finissimas n vallms.
Vendem-se oavslhas Pinas para barba, as
melhures que tem viudo a este mercado,por
pre(o commoJo; na loja do ferugens n. 56
A de Antonio Jusqnim Vidal, na ra da Ca-
deia do Itecife.
Vendem-se lonas, brinzSo, brins, e
meias lonas da Russia ; no armazem de N.
O. Bieber & Compauhia, na ra da Cruz
n 4.
Interessante para os propietarios
de navios.
Vende-se um negro moco, ro-
busto, de bonita figura e perito ma-
nnheiro : na ra do Trapiche No-
vo n. 16, segundo andar.
Seguranza para portas.
Vendom-ao'echaduras com muita sag-
ranea 0 commodaa proprias.para portas.car-
teiras, gavetas e armarios, ludo o melhor
que tem vindo a este merdado, por procos
comtnodos ; na luja de ferragens n. 56 A de
Antonio Joaqun) Vidal, na ra da Cadeia do
Itocife.
alITf atMjaT|aaal> MBaaMBaMMal
*ajp[am'iffVVVMr^a?|MaKWVaOTej)a>rf)|a)V l^mflll^^i^^^l^'"""" *'* jai'
Bom e barato.
Palitos feitos, veriles e prelos. 9
Na ra Nova, n. 26, tem para ven- 9
der palitos de panno 90,000 rs., co- S
leles de selim 1 reto de Mario 5,000 m
rs., fazenda muito lina, ditos de fus- 9
gtSoa 2,560 r. cada_urn._ ____9
Ven lem-se linhas dernriz do Porlo, e
mercurio de Lisboa, tudo le superior qua-
lidade, por preco commodo : na ra do A-
pollo, armazem n. 18, de Tarroso di Com-
panhia.
Vende-se ums pedra para filtrar agoa:
na ra da Aurora, loja de funileiro n. 69.
fazendas emiudezas baratissiraas.
Na loja da ra larga do llozario D. 44, ven-
dem-ae luyas de pelica, para homem e se-
nhora a 500 rs. o par; dlt-s de cores a 1,000
rs.; capaciios compridos e redondos 480
rs.; pulceiras de gosto muito modurnos, e
outras fazendas por diminuto preco,
Vande-se urna escra va : ua ra da Ca-
deia do Recifd n. 40.
Vende-aa milho muito barato, em sic-
cis, a arroz de casca : na ra do Rangel nu-
mero 63.
Vende-se um escravo creoulo, pescador
do alto: os pretendentes, dirijam-se a ra
deS Amaro n. 98, emS. Antonio, que se di-
r quero vende.
Vende-se milho muilo aovo, tanto em
alqueires, medida velas, e retalho, assio
Attenejio.
JNa nova fabrica de chapeos deso,
no aterro da Boa V.'sta n. aa,
neste estaholerimento rscebeu-ae nm novo
o lindo surtimento de chapera de so] do ul
limo gusto, tanto de seda, como de panni-
nho para homem ; ricos chapeos de seda ,
para-senhora, do ultimo gosto, e vende-se
por menos preco do que em ou 1 ra qualquer
parte; assim como um grande surtimento
de sedas a psnninhos de todas aa crese
qualidades, para quem quizer mandar co-
l ir armacOes servidas; tambem vendem-se
hlelas para vestidos de senhora, e concer-
lam-se chspeos velhos esteja em que estado
esliver.
Vendem-se cortes de vestidos de seda,
de boa qualidade e de difleentes gostoa, a
preco de 20,000 rs. por corle : na ra do
Crespo, loja n. 3 ao p do arco de 8. An-
tonio.
Na ra do Collegio, loja n. 3 existe
urna porcSo de livros, eih poituguez e fran-
cez, os quaes svendem por p-eco extraor-
dinariaoieuite barato, a quem asquizer com-
prar por junto.
Chapeos do Ghyle a 5,5oo e
6,5oors.,
na loja de 6 portas em frente do Livramen-
to, vendem-se chapeos do Chyle, muito fi-
os, chegados do Rio de Janeiro, pelo ulti-
mo vapor. 0
*t No escriptorio de Francisco Severiano
Rabello orFilho, no largo da Assembla ,
vendem-se telhas de vidro, e vidros para vi-
drar;as de JilTorcntes tamanhos.
Bom e barato.
Ra do Passeio Publico, loja n. 9, de Albi
no Jos Leite,
vendem-se ricos chales de 15a a 1,000 rs.
ditos de tarlatana a 1,000 rs.; ditos brancos
de cassa a 800 rs.; loncos de grvala de cas-
as, padrVS bonitos a 120 rs.; meias cruaa
para homem superior qualidado a 2,200 rs. a
duzia, par 200 rs.; los de linho brancos a
5,000 rs.; cortes de cassa chita a 2,000 rs. ,
e outras muitas fazendas em conta.
Vende-se no caes do Ramos, ao pedo
armazem de sola, muito bom milho e ar-
roz, tanto decaaos, como pilado, boases-
teiras.de pilpiri do Sul, urna porr3o de cal
branca e preta, superior lenha de mangue,
propria para consumo de cozinha, por est-r
muito secca, tanto a retalho, como aos ce-
ios, lijlos iie ladrilho, telhas e oulros pro-
paros para pedreiro : no mesmo lugar tem
um divertimento para quem goslar do jogo
da bola, isto principalmente nos domingos
e dios santos.
Preparos baratos para fazer velas
de carnauba.
Na ra da Moeda sobrado amarello n. 21,
so dir uuem vende todos os preparospara
fazer velas de carnauba contendo 420 for-
mas de flan Ir sendo 100 de 6 em libra e
320 de 9 em libra, 2 calderias de levar 3 ar-
robas de cora cada urna,pozos de 2 lbrasete
2arrobas 2 balanrjas.caixdes forrados de lo-
ma para botar sebo, harns para dito,o todos
os mais prrparospertencentesaofabrico das
velas assim como se da a rocoita com todas
as expiiracocs tanto pa>a fazer as velas de
csrnauba simples, cumo as de composr;8o
tudo em bom estado e por prego muito com-
modo.
Vende-se o boteqoim e casa de pasto
sita na ra do Trapiche n. 28, proprio para
qualquer pessoa que se queira estabelecer
no mesmo trafico; quem pretender, enlen-
da-se com Joilo Antonio Carpioteiro da Sil-
va, no Manguind n. 51.
Vende-se urna morada de casa terrea
em chaos proprios, a qual tem duas salsa,
dous quartos, e quintal murado com cacim-
ba s, sita na ra direita dos Afogadoa. A
dita casa tem armarnos para venda que tam-
bem se vende s, ou com a mosma casa; tu-
do isto por proco muito commodo : na ra
Direita n. 63.
Bom e barato com dinheiro i vista.
Veodem-se na taberna nova do aterro da
Boa-Vista, pintada de azul n. 49, e na ra
da Aurora n. 32 o seguinte:manteiga in-
glesa a 640 rs. a librs,ch do melhor a 2.240
rs., dito a 1,920, dito preto a 1,920, lem tres
embrulhos chinezesa libra, o embrulho por
640 rs as.ucar refinado a 100 e 80 rs., cno-
colatede Lisboa a 320 rs.. caf a 160, espe--
rnaceto a 680 e 640 rs., dilo de .composicio
a crin rs., volas de carnauba a 300 rs cas-
tanhas piladas alOOrs, nozesa120, arroz
alOOrs letriaa320, macanilo a 240, estre-
linha e letria fina propria para sopa a 400
rs snvada a 100 rs sevadinha a 160, tapio-
ca a 80 rs., araruta a I2t>, bolachinba inglt)-
za quadrada a 240, dit< grande a 200 rs., de
ararula a 480, salino amarello muito duro a
120 rs., loucinlio a 160, alpisla a 800 rs. a
cuia, cha hyson a 560 rs., e outros muitos
objecios por diminuto proco ; de tudo se da
a amostra aos freguezes que liverem vonta-
de de comprar.
Vendo-se miltio: na ra do Rangel
n.25.
Na ra do AragSo n. 19, vendem-se 2
limitaos muilo hons, para lodo servico.
-- Vonde-se um mulato muilo bonito, de
18 annos de idade, 1 um moleque muilo
lindo de II annos de idsde : na ra dnPei-
xoto n. 19, se dir quem ve/ide.
Vende-se um rico piano de Jacaranda,
de mesa, novo e de exrolleote vozes, urna
duzia de cadeirasde mugno de bbm gosto,
urna mesa de engommar com gaveta, urna
cama nova de amarello com trveceiro, e
competentes coltOes, smda nao servidos,
dous pares de mangas de vidro bordadas e
lisas, dous pares de jarros de bom gosto,
um csndieiro inglez de moio de sala, muilo
rico, sem ser servido, um locador de jaca-
randa, tudo por prego commodo; oa ra
das Floros, casa n. 21.
Na ra das Cruzas n. 29, segundo an-
dar, vende-ae urna escrava creoula, de 29
annos, que.engomma, cose chSo, cozinh
Uva; urna dita de 30 annos, que engom-
ma, cozinha e lava ; urna dita de meia ida-
de, que cozinha. Uva e he quitandeira.
\( IE PARS.
v'tA i ;v\,
Hua do Uoilegto n. 4*
J. Falque, dono da fabrica cima mencio-
nada, participa ao raapeiUvel publico de
Pernambuco, e principalmente a aeus fre-
guezes, que elle rec-beu pelos ltimos na-
vios, viudos da Franca, um grande e rico
so11 i monto dos melhores crispos de sol d
seda, que tem viudo a eata praca, proprios
para a estaefio do Invern, e para genitores
de engenho, por serem muilo fortes ; sor-
ti monto de chapeos de sol de seda dediffe-
rentes qualidades de 5.000 rs. para cima
tendn surtimento da chapeos de sol de seda'
para senhoras, de lodos oa feilios e tama-
nhos, que vende multo em conta ; ditos de
panno para meninos de 1,500 a 3,000 rs.; di-
tos para homem de ferro e de balea de
9,000 rs para cima ; ditos de junco de 1,500
rs, para cima; grande eescolhido sorlimen-
lo de chamalotes, sedase pannos empece,
para cobrir armagdes servidas, baleias de
todas as larguras e tamanhos, para vest los
e esparlilhus para senhora ; fazem-se um-
bellas para Igreja; concerta-se toda e qual-
quer qualidade de chapeos de sol, tudo por
muito menos preco do que em outra qual-
quer parte. Vende-so cm porefio e a reta-
lho.
-- Vndese mermelada nova, vinda l-
timamente de Liabos : na ra da Cruz n.
46, defronte do Sr. Dr. Cosme.
A a,56o rs.,
cortes do meis casimira, de superior quali-
dade e goslns bellissimos, pelo mdico pre-
so de 2,560 rs. o corte: na ra do Cres-
po n. 5.
^imwmwwmwwwmmmmmi
Cdantois I'ailhettk CompanhiaV
f Conlinua-so a vender no depsitos
geral da ra da Cruz n. 52, o excel-J
lintee bem conceituado rap areiaH
preta da fabrica deCanlois l'ailhet&S
Companhia da Bahia, engrandes el
pequelas porces pelo prego cslabi-jg
lecido. ff
SALSA IWRIIILII.l
DE
*
Vende-se o engenno Canoa Rac.'iada,
na Ribeira de Una, com I fagos de fundo ,
, >, IHUVIf, O HIUH.I u. 11* 1 u* u
mente, -a precos muito rasoaveis. j defronw do Sr. doutor Cosme.
saboia, e musiarua : na ra da Cruz n. 46, como,arroz de casca: na ra do Rangel nu-
! mero 44.
e meia de frente, distante do embarque 5
legoas, moenle e crreme, commui o to .a
obras, moe com agua e he de urna p>oduc-
cAo estraurdinaria : a pessoa que o preten-
der, dirija-se ao engenho lio, Sica, ou ao
engenho Souza da mesma ribeira de Una.
Vendo-so urna casa terrea, na travessa
de J0S0 Francisco, no bairro da Boa ViaU
n. 20 : ni ra Nova, luja n 1.
' Vende-se na ra do Livramento, loja n.
II, sapatos de duraque preto. francez, para
senhora a 900 rs o par,- estotras muilo gran-
des, urna mesa e urna caixa de piuho.
Bolo de S. J0S0.
Ricas formas de dilferenles Rosto-, c pe-
netras dp metal branco proprias para pee-
rar massas, e o mais preciso para o mesmo
fin : tudo por precos commodus : na loja de
ferragens de^nloiiiu Joaquim Vidal, ra da
Cadeia do Recife n 56.-A-.
- Vendem-se diccionario de Horaes 4.a 0-
dicSo ; diio francez e- poituguez por Fuas-
es, historia do Brasil por Abreu Lima; dita
por Salvador, hiaiory ofGrcca, dita sagra-
da por Beruardino F. de F; vida de Jess
(,'inisto ;hisio'ia antiga; dita universal pe
llo-suoi; mximas e pensatnentoi do mar-
quez da Manca, ditas pelo coasolneiro Bas-
tos, em urdem alfabtica, Lusiadas de Ca-
iflas, jurisprudencia do contracto mercan-
til porFerreira Borgaa quem quizemnnun-
eie.
As numerosas experienciasfeitas como
uso da aalsa parrilha em todas as enfermi-
dades,originadas pela mrV.noza dosangue,
e o born xito obtido na corte pelo lllm.
Sr.Dr. Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sus afamada casa de saude na Gamboa, pe-
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e porvanoa outros mdi-
cos, permutlo hoje de proclamar altamente
as virtudes elllcazes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conten duas libras
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-sea 5/000 ra. o vidro oa botica do
Sr. Jos Mara Gonrjalvos Ramos : ra dos
Qiiarteis pegada aouuartel de polica.
- Em casa de J. Keller tu fiOtn-
panliia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris'de 36 medidas.
CERA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Rio de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos comtnodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar escriptorio de Machado &
l'inheiro.
Vende-se vinho de champa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
Companl"-! na rita da Cruz n.
55.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a a,a4o
s. : na ra da Praia de Santa Ri-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Charutos da tiahia.
Vendem-se charutos da Bahia,
de ti 1 le rentes qualidades : no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na
ra da Cruz n. 10.
(Jasa de commissSo de gscravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra dola, para
1 que se offerece muitas g.irant.:as
1 seusdonos .* narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Tachas de ferro.
Na fundigflo da Aurora em Santo Amaro,
o tambem no deposito na ra du Hr um logo
r.a entrada, e defronle do arsenal de mari-
nha ha sempro um grande surtimento do
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, razas e fundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindastes, para carregarra-J
noasou carros, livres de despeza : os precos
so os mas; commodos.
Vinho de Cliampugne,
esuperior qualidade:.vende-se no arma-
zem Kalkmann IrmSos Ra da Cruz, n. 10
Vende-se a verdad?ira sgoa
mineral*, chamada Selters Was-
ser e urna pequea porelio de
charutos da B Le Schuler & Companhia, ni ra
da Cruz n. 49-
AVISO AO PUBLICO. '
Na botica da ra do Collegio o. 18, conti-
nua ra-se a vender as "verdadeirss e bem
cooceituadas pilulas para bobas, cravos se-
cos, e dores venreas, por mais antigs que
sejam ;cujos bons effeitos confesssm lodos
que dellas tem feito uso. Com.osiclo do
ptiarmaceutico SebastiSo Jos de Oliveira
Macedo; e para coohecimento do mesmo
publico e principalmente de algumas pes-
aoas que nJo estejum ao alcance, o conhe-
cimento das verdadairaa pilulas, se taz pu-
blico por este aviso.
Vende-se a verdsdera graxa americana
de James Masn em Utas. Esta graxa he
a mais prompta eeconmica para limparn
calcado, torna-lo macin, de maneira a nSo
encommo'Ur os caloa ; assim como em
lempos chuvosos, impode a humidade, ten
do a virtude de lustrar o cateado moldado
qualidade esta que no M ocontra em ou-
tra qualquer graxa. He a nica osada nos
tstados Unidos, Mxico a oulros estados do
NortAmerica, tendo ltimamente tidotal
aceitaco. na Europa que seu autor nSo
duvida ser logo quasi a nica usada : ven-
de-se no armazem de Vicente Ferreira da
Coala, na roa da Madre Daos, e dej. J. Taj-
eo Jnior, na ra do Amorim.
Elixir Inico
Anti-fleumatico,
Pelo Sr. Dr. Guillle, medico da racuir.ade
de Pars, memoro de varias sociedades
mdicas, assim nacionaet como estran-
geiras. cavalbeiro da real ordein da Le-
gifio d Honra &c.
(Duponl, pharmaceutico, em Parir:,
ra Tiniii lonno n.* 14.)
O nico deposito vordadairo deste elixir
he estahelecido pelo mesmo autor na botica
do Sr. Jos da Rocha Harfnhos, ra Direita
n. 88, em Pernambuco.
O elixir anli-fleugmatco he essencial-
menle tnico, reanima o principio vital e
da frga as fln'as, destaca oa humores vis-
cosos, os precipita em baixo, aviva o ape-
tite a fortifica o estomago.
Pie-se administrar na mais tenra infan-
cia como na velhice; nada be mais doca
que o seu eflWto: funde, dissolve os 1 u-
mores e Ihes di sabida sem alguna a-ila-
cJo, sem susoender as oceupages, nem
mudaros hbitos: se pode tomar destecfll-
cazmente urna colher demanbla em jojum,
pariiculaimente no invern e nos lempos
hmidos.
Os asthmaticos, golosos, hydropicos,
a lucilos cuja fibra he mullo, ficam satis-
feitos dn seu uso; bem cumo os que sof-
frem dedluxao catarral du peito, azedumes
do estomago, syncopes e palpitacfles do
coragSo, eolica, empingens, catarro da be-
xiga, apoplexia cirros, rlieumalsmo, flu-
xus alvos, doengas de leite as senhoras,
indigostSo, vefmes intestinay nascrisogas,
e outras muitas eofermidades quesera lon-
go enumerar.
Este medicamento salutar tem produzido
os masfavoraveis effetos nos casos, para
assim- dizer, desesperados. Desla sorte,
desde seis annos foi prescriplo por lodos os
mdicos Ilustres, eossuccessos qaolidia-
nos que obtem, tanto em Fringa como nos
psizes eslrangciros, formara o melhor elo-
gio que deste possa fazer-se, e a prova deste
hn a grande sabida que este maravlhoso
remedio tem tido as provincias do Brasil,
principalmente na Bahia e Rio de Janeiro,
onda lia Untas illustracfles medicas.
AVISO ES-.KNCUL.
eve-se smenle inteira confianca as gar-
rafas que loem urna marca que leva a li'ina
do autor, semelhanle Aquella que se v em
balxu. Emfim, para evitar o perig das fal-
silicagfles.osaccidentes que no lerumacon-
tecer, o arrastar a cohiga dos falsificadores,
o publico be prevenido que cada garrafa
deve ser acompanhada d'uma in-truccflo im-
pro.-sa que indica a maneira de empregar
este medicamento, compilado pelo Sr. Guil-
lle com a su* firma, e 1 u preso em Paris ppr
Sr. GueUchy; caracteres esseociaes para
eviUr a Traude.
Livros cm branco.
Vende-ae em cass de Kalkmann lrmlos ,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Alo I I uns ti 011 radas
de todas as larguras: vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Ir mos,ruada Cruz* n.10
Escravos fgidos.
A dous mezas que anda fgida a prets
Antonia, que representa ter 30 a 35 annos,
de iingn angola, altura regular, bstanle
cheia do corpo, beicos g'ossus, no ha mal
parecida; lem urna Motriz de relhon'um
das ps; levou diversa roupa, tem por coa-
tumo embiiegar-se, e tem sido vista pelos
srrebaldes desta praga, com si-i de ganga
azul, e panno da costa; desconfja-se estar
acoutada, dizen 10 que he forra, e a out'os
que anda pagando semana, qual |oer pessoa
no a lenha na boa f, aueira denunciar, e
do contrarise usar dos meos que faculta
n le. Roga-se as autondadospolicaes que
a prendam on Ugam prender ;ou qualquer
campanlia, e levem a seu senbor Antonio
Msia Cortez na ra dasLarsngeiras, que se-
ra recompensado.
Esta fgido um moleque creoulo por
un me MUuel de idade 15 a 18 anuos, levou
um lahoeiroem que venda larauja,.man-
dioca e macaxeira, e veatido caiga de algo-
dSo de listras azues, e camisa do algodfio
braoco de mangas curtas, e anda com um
gancho no pescogo da primeira fuglla :
quem o pegar e levar a seu senbor, no sju
sitio no principio da estrada dos Afilelos,
qualquer hura, ou na ra lo Trapiche No-
vo n. 18. segundo andar, das 9 da manhaa
al as 3 da tarde, ser* recompanssdo com
gerterosidade.
-No dia 10 de malo, deeapparecea a pre-
ta Joaquina, de nagOo Ca-sange, representa
ter 35 a 40 annos; baixa, cheia do corpo,
aendo regular, edr fula, ulhoa paqueos, e
com carne sobre ellos, tem una costura na
cara no lado esquerdo, pur n muilo a paga-
na, que mal tn percebe; nariz chato, com
falta de algnns dimes, de um e outro lado i
he l'oia ; lem urna empigem polo rosto,-.quo
parece ser leviga, pellos muito pequeos c
mrenos ; tem algumas cicatrizas de rollto
as costas ; lem as nadegas empinadas para
tras ; he bem fallante, representa sercreou-
la, levou diversa roui a qu ann&u sabe de
que usar* : ltimamente esteve oecupad-
110 ser vico de cositihs, costumava indar suja
e embnagar-se : quando foge tem por cns-
lume andnr pelos anebaldes detta prag,qui-
tandando e lavando roupa, intitulando-se
de torra. Descoufia-sa que esteja servindo
emalguma casa como forra : as passoas que
se esto seivtndo oella na boa fe, queiram
denunciar, do contrario ae usar dos meios
que concede a lei. Roga-se aa autoridades
pohciaes e capilSea de campo, ou a qual-
quer pessoa que apprebenda oua faga appre-
bender e lava-la 1 seu senhor Domingos da '
silva Campos, na ra das Crozas n. 40, que
serio generosamente recompensados.
Desappareceu no dia 10 do correute um
moleque de 17 a 18 annos, magro, com fei-
gflos de molestia de que acabou a pouco,
carniza de cuita encarnada, com um cavallo
melado, e urna ferida no peito : quom o pe-
gar, o lave a Cruz de Almas caaa de
Buhar.
PEBN- : Tvp. ds M. F. DB Faia. 185S.


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