Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03683


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Full Text
-i-
Ai.noX.WIII
Sexta feira 11
de Junhode 1852.
N. 129.
DIARIO DE PEMAMBIM.
rAtOO A SBOBirplO.
PiWMWTO ADIAHTADO.
jr trimestre............
for lemeitre .........
Poi aun -.....
Piioiiniu.iu r 11 r a .
IA* DA IDIIKI ATjaVIUrOl At.
0T1CIA. DO larisiQ.
al de al.io Mlnai... 14 de Maio
fur quarte
ris.-aabao 2' de dilo
Cura- 2*de dito,
p'arahiba 2* dito
4/OOfl
8/000.
ItywW,
4/MW.
S.Paulo. 3 de dllo
a. deJ.. 25 de dito
Baha... 2 de dllo
7 Seg. Roberto.
8 Tere. S. Maximino. I,
OOuart S. I'elagla.
lOQuIut.S. 18* ei-3.
t.i do Ss. Corp! C.
HSeit. S tlarnab. I.
l2Sab. S Jao de S.
iMCUlldo. >,
10 Doin 2 depoia do.
Entorilo Santo. JTe
Juiltdi OrMe
e5.4i 10 borai.
1. eeraaVxiwi.
e 6. ao meio-dia.
Paletilla.
e 6. a 10 boraa.
2. ara do tire/,
e sbados a1) melod,
Kelaco.
reas e .abados.
innilin.
descate 1 24, aa horas e 28 mloutoa da t.
Chela a 2 aa 4 boras e 7 lautos da larde.
Mingoante'J, aus 40 minutos da tarde.
Nova* M, as 2 boraa 28 miau toa da larde.
iiiiaiiDi KOJ
Prhnelra as 11 boraa e 42 minutos da tnanhaa.
Segunda II r G niinuios da tarde.
iabtisu oe eosktioi,
Oolaana e "arahiba, is segundas e lexta-
felras.
Mo-rande-do-Horte e Victoria ai qulalaa
felraa
Bontto,Caruara,eGaranhnns no l'e l& de cada
miz.
Florea, Ourlcurj, Exu e Boa-VUta i 18 e 28.
Ollnda, lodosos dias.
Todos os Curre ios parlem ao melo-dla.
BTOTloias nmmonaii.
Portugal 13 de Abril. Austria a de Abril.
Flrspanba 1 de dito Sulssa.... I dedito.
Franca.. i3 de dito ISuecla... ai de Marco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Untdoa 26 de Fevr
Mxico... 31 de J.inr
California 2 de Marco
Dinamarca 0 de Marco Chlli. 2 de Fevr.
Ruisla... 3l dedito Buenos-A. 6deMarco
Turqua. a5 de dilo (Montevideo 5 de Ma^
Blgica... de dito
llalla.... 3 dedito
Aleroanba. 4de dito
Praiaia ... dedito
oamos II 9 a JNHO,
Sobre Londres, a 27 por d. t/000
Parla, 345
> Lisboa, 100 por canlo.
alTAS,
Ouro.Oncas h es na liblas... ,*..
Moedas de 6/400 velhas.........
. de 61400 oovaa.........
a de4/000................
Prata.PataeOeebrasIlelroa...........
Pesos columnarloa.... *. .
Ditos me ticuna..............
0
(00
1/910
1/800
PARTE OFFICIAL.
Commando das armas.
Pronuncia do Sr. Mella Franco.
O Sr. Mello Franco ( pela ordem):Eu es-
perar qua na litura do exuediente de boje
se Uzease mencllo de um processo que me
conata temido contra mim instaurado na
Onarlcl gentral nacida Je do RecifeS de ittr.'ivl ujovincia de Minas, em que fui pronuncia-
de 1852 j io e como o uBo vi mencionar, pergunto
oauax do Da n. 101.
0 roarachal de campo commandanle das
arma, declara para cnhecimento d guar-
nido a devido cHeito, que Sua Magest-do o
Imperador, bouve por bem, por decreto Je
15 de maio du correoto aoBo, mandar pas-
sar par a Wfije o* z}rt. alf-.resqu.rlel-
mestre Vicente de Paule ftioa e OUvi-ira. e
alfares ajudaute Igiacio Comal de S Quei- srap^ura oci-orr
ru, uU do nono, t WWfoMAMMt***?- Tt*eetn que ao
IhWBWslaria, rgundo conalou do vi |,ci. feiho a
so da rep.rticao da guerra du 17 do mesn.u
me-i, que por copia foi tiansnullido pelo
Um. Sr. presiJenle desta provincia com ol-
io ind- honlem datado.
0 mesmo niarechal de campo declara lam-
bom, que o governo, por aviso exp-dido pe-
I i refundo ministerio na dat de 10 do su-
inacitado mez daamiio, determnou quo
lo>se rscuso do servico militar, o segundo
cadete do dito batalhao, Eduardo Eugenio
Munt-irode Andrade, uslo tei-s-i tomido
incorrigivel. _*..
Antonio Larrea Seura.
INTERIOR.
HIO m? JANE1KO.
CAMAfA DOS 5RS. UliPTADOS.
fasso' un da 17 de maio De 1852
rieiiJenciado Sr. Vacl Uonleiro.vice-praideiilc.
Simakio Expediente. Pronuncia do Sr
Vello Franco. Ordenado do \iroftsires
.mininos. -Adlamenlu.Colonia de Sania
Isabel. Penas d fciai, Apa>ltadoria de empregados pabli-
cos. Causas da renrganisocao du ministerio.
Poltica gerat. Discursos dos Srs. Sousa
Franco, Sou:a Hamos, Fuiebio de Queiros,
Pacheco, Zacaras, Brrelo Vedroso, t <".<"-
ca/tir Harllm.
'OSr. primrro secretario di conla do se-
guinle expi-dioote:
Um cilicio do Sr. ministro do -Jiperio,
transmitiindo com o da presidencia da pro-
vincia do Minas G'raes, urna rcuresentsci''
da cmara municipal da cidade do Parscatu,
pedindu a creacSo deuma nova protinria
com a deuominag3o de provincia do Rio Pa-
racat.A's commissOes de poderes e esla-
lislici. ,
utro do mesmo senhor, remeltendo co-
pia da consulla da secQSo do imperio do
conselho do estado sobre os aclos 'egislali-
vos da assambla provincial de S. Paulo,
promulgados na sessSo ordinaria de 1851, e
decrelo de 12 de marco do mesmoanno, que
foram submellidos ao sea ex mi-s.i) deassemblas iiiovinciaes.
Oulro do mesmo senhor, enviando copia
la consulta d .eccao do imperio do conc-
ilio de estado de 6 de agosto do anuo passa-
do, relalivo aos actos legislativos da assem-
blda provincial doPiauliy, promulgados em
1850.A' mesma commissao.
Oulro do mesmo s nnor, Iransmittindo
por copia a consulta da seccSo do imperio
do conselho de estado sobre os aclos legis-
lativos da assembla provincial do llii Gran-
de do Norie, promulgaJos em 1851 k
mesma commis-fu.
Oulro do mesmo senhor, remetiendo o
ao nobre Sr. primeiro secretario se por ven-
tura anda nflo con-ta que esse processo
tenba sido remetlido a camira dos Srs. de-
pulados.
V. Exc. e a casa me relevarlo o desjo
que manifest de que quanlo antes so entre
o exame desse proesso ; porquanto, ten-
do eu de tomar parte as discussOes que por
orrorem na cas, desejara faie-
obre mim pesssse semelhante
Inda outras raxOes para dese-
jr quanlo antes a leitura desse processo,
assim como o parecer da commissao a que
tem de ser affeclo, alim de que a cmara
decida a resuelto como entender em sua sa-
bedoria.
Uueira, pois, o nobre Sr. primeiro secre-
tario tomar em consideracSo o meu pedido
O Sr. Paula Candido ; piirnciro secrea-
rio ): Em consequeucia da reclamaflo do
illustre deputado, tenlio a declarar que co-
mo ainda existe na secretarla umg'anle
numero do ollicios dosdive.rsos minisierios,
lalvez entre elles baja algom em que veuiia
inri sur.vi processo; ms isto uo posso
asseverar, porque ain la nao li esS'S oUl-
cos : ja mandoi consultar a secretiria. Se
o nobre deputado me tiesse leito honra de
prevenir alai respnito, eu j teria exami-
nado este negocio. ,
PltlMflIU PAUT DV ORDEM DO DA.
Urdenado dosprajessore primarios.
Enlra em primelra dlaCussau a resoluto
n. 177 de 1850 loJhaudo ex eusiva aos pro-
fessures primal i Jb do municipio oeulro a
disposicSo do arlMdalei do28 deoulubro
de 1848- \
U Sr. Paula Candido : Eu desejaVa sa-
bor se V. Exc. e a cmara cnleiidem que a
materia da resolucao he particular ou ger.l;
porque no primoiro caso pretendo pedir que
oproj cto t*nha umaa discusso.
O Sr. Presidente : Polo regiment sup-
ponho qu a materia he particular.
O Sr Paula Candido : Eutao requeiro
que o projecto tenha urna so discussSo.
A cmara decide pela ueg.tiva.
OSr Jfvaes Sarment : ar. presidente,
nao hop.ra impugnar o projecio que me
levanto. Parece-me que nu lim da sessao
doannopassado foi promulgada urna lei eu-
toiisando o governo para leformar a ins-
trucQuoprim.ria do municipio neutro, nao
estou bem certo disso ; um meu nobre col-
lega hn que acba d dsr.oifcesli informa-
c5o sen Jo ssim, (o que rogo ene recida-
menle a V. Exc. l^nha a boiuUde maniar-
m uo passailo ainda n3o foV>ubifJa....
Um Sr. Deputado : JaV. '
0 Sr. Maraes Sarment : V J foi ?.... vis-
to que ainda n3o pude compulsa-la), acbo
que o projecio na ocioso, porquo so o go-
verno esta aulonsado por uns lei para re-
formara iiistrucflo primaria, e se nessa au-
iorU;ii,\l i estfio comprelien liJas as Cadei-
ras oceupadas pelos peticionarios, julgo que
se elles por ventura merecein o favor que
desejam obier do corpo legislativo, o go-
vern > Ih'o conceder som quesej-i uecessa-
rio faaermos urna lei pelo menos super-
flua.
Portanto, se V. Exc tivessea bondade de
Outro do mesmo sennor, reme tenuo o h0 referij0
au.ogr.phodaresolueBo legislativa que. uto. isa o governo conce- -i mep.recesie convo-
derc.rladen.turalisaaodecidodaobr.si- "'""" "usa "" m*v
leiro .osubdilo tea 2ff"****& OSr. Rocha : Sr. presidente, o anno
,Mnle.ro Carsoo, naqualS. U. cousent .- p,sj,j0 ol,rn cirB.ras urna iej ,u,0-
A archivar. ___ .:.., risaudo o governo para reformnr a instruc-
Outrodooeimo nhor. enb do au- secundaria do municipio
legra, boda ^N2"L5TlLBd neutro, dando-lhe bases. Sei, porque o Sr.
legislativa, aulorisa.ido o governo. promo- J|r'0 ,lu ,lnperio o declarou no seu re-
ver a orgainsacBo de comp.nh.as que em- l0 qlWM!le regulamenlo est promplo,
prehend.m a n.veg.cao por WPor.a.b.r. .^J,",, ,ert ubllc,do.Or.,esse regu
eos proprios, naqual S. M. coiiseule.-A Umo,l,onecoM,menlehavm de ser alien
ddss lodosas necessiJades Jo ensiuo pri-
ircbmr.
Oulro do r>esmo senhor, transmillin lo a
>PssSo do anno p.s.da.-A' commissao de e e ^ our a de> Lir, u,r ...jacr.en-
assemblss piovinciaes. to a este neg.cio, esperarmos por esse re-
Outro do mesmo senhor, remetiendo por ,,, b,,mdo vermosse nelle foram
copie consulta da soccio do imoe o do ll8ndjd0J'M pellci0n.rios. Voupois oire-
conselho de estado de 27 Jf"lem)'r i rCCr a considereeo da esa um requer-
1851 sobre ato. MM^W";|Befll0 UeadieOWlloBOeBlMu que acabo
hlea provincial de Sorgypo, promulgado fj|[ir
em fevoreiro e marco do mesmo anno.-A Lj(i> ,uoia_se e entra em discussSo o so-
iiit'Miia comniissil. 'uiiiLe reauerimento I
Oulro do mesmo senhor, enviando copie f Hro 0'll|100 ,lj(nenlo Uest. discussSo
i_ .. i .. 1 s. il. a iflAnn n AA I f ll lll^rll) lili PtllllKna *
..ew_ ..--------- imperio uiz e*nr prumpt'-j o iur un riiiioi
ado.-A meama c<"'"n.,,*Bo- mllmillin. brevemente em eucufSo. J. J. Outro do mesmo senhor, transmitlindo; Y
por aorta a consulta da soccao do "PW'O ( ,omam M3en,0 n,8 re9peciivas
do conselho d.estado,o,~mP;'b-'^ cedeir.e os Srs. ministros dajuslice e da
irmaniade doSS. Sacremento da rreguezi .
deSnloAntao, ne provincia de Pernambu- '""' !..,, .-,,,.
co, ea lei provincial que o approvou, alim
de que a assembla geral legislativa possa
deliberar sobre a revogaco d'equelle acto
legislativo, pela inconslilucionaliJade da
disiO'i(fio a que se refere e mencionada
consulla.A' mesma. commissao
Oulro do Senhor ministro da guerra
commuoicando ter S. al o imperador saec-
ciouado a resolucSo da assembla geral,
remido um curso de infamara e cavallana
na proviucia de S. Pedro do Rio Grande do
Sul.-A aicnivr.
Outro do mesmo senhor, participando ha-
ver S. M. o Imperador por bem sanccionar
o decreto da asamblea geral leifislaliva, -- i -r-----------
designando as penas e o pVoceSM) par. aj- nao devemos legislar semutil.dadepublic.,
f~ :.. .r _.. : ii.Forii.mil .m. r..ui.1 rSt, ni'vi ser desoe-
- Sr. presidente,
pirece-me que o requerimento nlu pode
pasear tal qual se acha co icebido, porque
n8o marca piazo, e sexundo o regiment
nio podemos volar adiameutos iudelini-
doa.
Nflo m< opponho ao adiamrnto. porque o
quo manifeslri a primrira vez que fall-i es-
la de certo modo em conformidado com el-
le. Se com elTeito a pretencao dess's pro-
fessorns fur providenciada no regulamenlo
que o governo fez, reformando a iu>trucc8o
primaria e secundaiia dr> municipio neu-
iro,.de nqnhuma vanlagcm Ibes ser a re-
solucao que se acha em discussao ; o como
luns'eriaei n.iitt.res -A archivar. perece-na que a resolucBu deve ser despre-
OutrodoSr. ministio da fazenda, invian zada.
doumdosautugraphos s.uccionados da le Ora, que o governo foi lutonsado a razer
que lixa a despeza e on;a a leceita geral doessa reforma, ja o sei ao ceno, porque um
imperio para o exercicio de 1852 a 1853 ; membro da casa acaba de asseyera-lo, ac-
A archivar crescentando ter lido norelatono do nobre
Oulro do mesmo senhor, transmittiodo mims'ro do imperio'que o regulamenlo es-
tiro dos aulogra.hus sanecionados da reso- ta falto. Por cousequencia vou offerecer
lucao que autonsa o goveruo a pagar a Ma-1 un a emenda eo requerimento ; e se ella for
nuel Alfonso Mallos a quanlia coualanle da adoptada, votarei pelo adlamento,
senlencaqueobtevecoulra a fazenda naci-, L-se, apoia-se, e entra em discussio e|
nalA archivar ; geguiuleemen la.
VJo iea.ettiJo.s' commissao de fazenda \ a Que seja adiada a discussSo da reeolu-
der adquirir at o valor de 20.000/utiO em cuno neutro. S. R. r. Moraes Sor-
I en de raiz. I ""*'<>
0 Sr. Pima Candido : Sr, presilenf, >
materia he mu simples trata-se de inlor
pretir a lei de urna maueira mais expaasi-
a do que inleiprelou o ministro qne'l'ie
deu execucBo A lei autor isou augmento
de ordenado aos prufessores de instrofcao
primaria da corte epela^alavraeorltn-
deu o iiiiiii-lrn que lieiv sin excluidos dBise
favor os professores do municipio neufro,
.-.un, mas que nao estBo dentro de cida
Agora, com oadiamento nao sei o qi
poder* gauhar. O ministro pode cortil
a entender que esses desgranados prole
ros, qoe lem tanto Irabalho como os da
lo, sem quo tenham certas vantagene
esses tem ; o ministro pdd continuar asll-
tender que, co-no nlo tem havido reclatba-
(3o alguma contra esta circumstancis, i ive
deixar esses desgracados continuando na
miseria: porqueomlini.senhores, bem ie-
ria um professor de primeiras letras uc
deve sacrificar-se exclusivamente ao ena o,
que tem mullo que fax ir e que deve er
urna pessoa muito habilitada, ler por ui co
futuioseu 800,000, islo he, 400/ do ord ia-
do e 400,000 de gratificado.
OSr. Aforaas sarment : Quanlo a so
lem tola a tasSo.
0 ir. Paulo Candido : Ora, quero d-
mittir que o ripecnvo ministro lehlia l-
tendido a essas ra.sOes : resla saber quai do
se tornara is>o elTectivo. se nesie anno ju
no euno quevem,porque, como a c>asse os
professores da instiuccao primaria p ici| l-
mente nao tom oeste augusto recinto^ di
grandes protoctores quo tina magisira ti-
ra ('aperados endo apaiados), necessariam n-
le nao lera os meemos favores 18o breve-
iiiu:iie.i-.i mi lem as ouras classes. Eu digo
a magistratura, como dina a medicina, a
classe miilar etc. i
Ora, as func.Oos desses cidsdaos nSo so
s.lo iguaes as de qmlquer oulra classe, co-
mo ao superiores, porquo ein meu coo-
^eilo, o obj cto oe mais alta transcendencia
e que mais proleccAu merece he a inslruc-
i;."io primaria, mesmo mais do que a instruc-
Q3o seciin lana,porque, senhores, a insti'uc-
,-"io primaria he necessana e ulilao paiz in-
leiro. (Apilados.)
ora, o que tem quo oSr. ministro do im-
perio reforme a instrucc,ao primaria, e quo
desde j se diga : en.quanlo se espera a
execufo desse regulamenlo v8o esses cid*-1
daos gozando desse benUcio ? NSo vejoj
nisso incovenienjo algum ; o por isso esps-.
roque seja altendid a sorte desses cidi-
daos que ISo uteis sAoao paiz.
NSo tenho iuleresse especial sobre esta
materia ; mas como deputado tenho dever
deaielborara sortedeasa classe da ciJa-
dios ; porque, se por um lado desrjo ve-la
siiiimettiJa a um rigoroso exame p.ra que
bem prehencha as suas I nceles, por outro.
Indo Jesejo que seja rotegida, a de que
assim se cotivi Je aos hmeos habiltalos a
exercerem asmsis importames missOes do
magisterio
('oriento, o meu illustre collega me per-
mitir que eu nu vote pelo adiamcoto.
O Sr. ocAa : Ped a palavra simples-
mente para Uro trecho do relatorio do no-
bre minia ro do imperio a que ha pouco me
refer. (e'J
Prestes ser publicado o regulamonto, diz
o relalorio. Rem sei que esta palavra rte
ler mais extensao do que a que por ventura
os mais ai r.-ssa-Jos iIm d.o ; mas SOI
levado a crcr que a demora nSo sera de 30
dias. pelos quaes o nobre deputado do Rio
Grande do Noria pede o adiauento do pro-
jecto. Entretanto, como isto nao he ques-
tao de principios, nem de amor-propno, a-
ceilo a eua cunla.
Agora, quanlo eo Ilustre deputado i se-
cretario que i.io eioquenlemenle nos lem-
brou a consiJera(3o que nos deve merecer
o ensino primario, a importancia desso ma-
gisterio, S, Exc. abundou inleiramedte ni
iiiinliii opiuiSo, mas com um pouco de exa-
gerafilo NSo reconh'to, como elle, essi
su.eriori ladedas func(es do prifessor pri-
mario sobreas mais funcc<5es suciaos; hou-
ve nislo exagera(3o, mesmo lando seem
vista que a palavra latina magtster coinpde
se de maoi's e ler, o que Slgnilica tres reza
mais, isto he homem tres vezes mais impor-
tante pela sua inlelligencia do que outro
qualquer.
Mas, pergunto, o adiamento qoe peco traz
a exclusao da resolufao ? N8o traz. A to-
do lempo que vejamos quo o uobre miiiis-
tro continua a dar, pelo regulamenlo da re-
forma, a lolrrpretacao que fui oada lei da
18(8, podemos proseguir na discussSo des-
te proj- cto.
iienini.s. senhores, o projecto que discut,
mos leudo do levar lempo aqu, lendo de
levar lempo no senado, e mesmo anles de
ser promulgado, o mal que quer reiuad'ii
tt-r durauu muito, a n.lo estar ja reo cilia-
do por oulro molo. Eslou conveneiJo que
eese mal j nao existe, istou conveneiJo
que em breve as escoles publicas n3ohSo
de ser pagas na rnsSo da importancia de
sua iorali iade, a-'inio na ras3o do bem que
ellas fazern.na raso do numero dos alum-
nos que eilas lem, para n3o acontecer como
hoje que mudas vezes vai sar posia a con-
i-ur-o a cadeira de urna aula que apenas
tem 14 ou 16 discpulo', com orjeaado de
800.000.
NSo bavendo mais quem per;a a palavra,
julga-se discutido o a ii.ineulo e appruv>-se
o raquerimeutu do Sr. Rocha, sfeodu preju-
dicada .emenda do Sr. Moraes Sarment.
O Sr. toraes Sarment (pela ordem) : II
smente para pedir. V. Exc. que lenha i
bondede de mandar ler o art. 76 do regi
ment.
O Sr. Primeiro Secretario l o artigo c-
taJo.
O Sr. Moraes Sarment: Nao ha por
tanto adiamenlo inJeliuio. Eslou salis-
reilo.
0 Sr. Wanderleij : Com pouco se con-
tenta.
O Sr. Moreet frmenlo : Os senhores
he que se contentara com a infracc,3o do re-
giment.
O Sr. tVanderley : Nao ha tal; o adia-
menlo lie (lomudo, be at que se publique
o regulamento
Colonia de Santa liubel.
Entraren) I.* Jiscuss3'i,eoeapprovada seto
debate para passar segunda, a resolucto
n. 16 de 1851 applicandu aos ealraugeiros
eslabelecidos na cotona de Santa Itabel da
provincia do Espirito Santo o decrelo u.
397 de 13 de selembro de 18(6.
Penas aoi que usam de armas dtfesas.
Segue-se primeira discussSo da resolu-
cSo n. 86 de 1850, re luzindo as penis im-
postas pela lei do 26 de oulubro de 183i
aus vadios e ausquo uzarem de aroias defe-
sas.
OSr. SouaaFranco : Desojara ouvir of
motivos em que ae basea este i rojocto. Que-
ra que seu autor uu aa pesso-s que o Sus
teolam me explicassera a raaio por que u
crime de vadiacSo les parece mais mode-
rado, a ra>So porque n'inii paiz como o ti' s-
so, em que he t3o preciso promover o Ira-
balho, se quer dimiuuir as peuas sobre os
dios e algumas ouiras penas. He bem
poasivel que algurua rasSo haja ; u
preciso que eu aaiba qual he, e com ella me
conforme, snm o que lenlio de volar contra
o projecto.
O Sr. Wanderleij : Guarde aso para a
segunda discuasSo.
.vio havendo mais quem peca a palavra,
julga-se o projeclo discutido, e h" approva-
do para passar at.ieguiua discussSo.
Segunda parle da ordem do dia.
Aposeiil.doria de empr. gados pblicos.
Continua a segunda diacusso, adiada o
anuo pastado, soureaposenladuria dos ein-
prrgaiios pblicos com as emendas que Ibo
s3o ralalivas.
O Sr. Sonta Franco : Quando em urna dis-
cussao qu.lquer se tratado prliuclrn artigo de
um projecto, seuipre lem .aluo prallca conside-
ra-lo eiu todaa as mas partea, porque ne vala
do todo de um projeclo que podemos sualcntar
ou couibaier o nu priuielio artigo : esta tem
sido quasi sempre a regta. Assim vejo que o
i-rojectij de que vamos tratar be da um. uatu-
ii 'i mullo poltica, tem altante inulto grave,
por Uso que habilita o goveruo no art. I' para
poder aposentar sua vuulade ou acu Juizo a
qualquer empregado publico, fura meaiuo da
occaalo de molestia grave e lucuravel, ou de
longo lempo de servico. 1. esta aulorls.co que
equivale ao direito de dimlltlr o empregado,
porque he demisso ou peiur aluda relrma
com ni ni lo pequeo urdeuado.e depoia de mul-
lo pouco lempo de servico,poem os euipregaUos
pblicos merc do goveruo e ninsuem cus-
tuiu. volar fin favor de uuuiterio em que uo
cont.
i'.. .nriiii'ii; um principio de coulianca nene
prujcclo, e mullo deseuolvldo.
Segue-se portanto que preciso he ter do mi-
nisterio algum coubecimcnlo, saber quaes suaa
Ideas, quaea seua pl.noa, couhecer auai loieu-
(des; e Isto ue au orisa para deade j peiguo-
i'ii- ao miniaterio quaea aao sinJ ideas de adiui-
nlatraco. .
Indepcudenle delta rasao, ninguem peder
negar que em qualquer occasio que seja, na
primeira apreseulaco dos nobres rnluiairos
neata casa eu eslava aulonsado para Ibea diri-
gir imcr(irllatocs. lie pratica de todoa os par-
lamemos, que iuiiuediatauenle que o ministe-
rio se l un. elle veui explicai-se sobre o mudo
porque preteode governar op.U ; e esta pr.ll*
c. nunca iiilcrrouipida entre nos, nao sollre
escmplo que urna s vea os ministros da cara
aprcaeulaudij.se pela primeiraV OO parlamen-
to del i issem de eipllcar o mudo porque pre-
tenden! governar o paii.
J na cmara dos senadores algama couia se
dlsse este respeiio; maa a pratica he que lam-
bem bajam espheacoes na cmara dos deputa-
do., mesmo porque aqui he de suppor que ae
discuta com maia espauso, mesmo be proprio
da inocldade fallar com mais algmua franque-
a, e esplicar-ae com mata desembarace do
que se cosluma prallcar na cmara dos fia. ae-
uadotes.
O Sr. Aprigii: DeUe estar que j nao esta-
mos lao mocos como isso.
17 Sr. Soma Franco:Supponbo pols que
farei aiao ministerio um servico,dando>lbe oc-
casiao a eipllear->e : 1, sobre as cusas que
trouxeram a demisso do miuisteilo dissolvi-
do !, lobre os motivos da organlsacaodeste
com parte do ministerio trama membros novos .'!, lobre a poltica que tem
de egulr na dlrecfo dos negocios pblicos.
Nao icnli i al agora pedido ao minislerlo que
se esplique, nao o u-niio inierpellado a esse res-
peilo, porque me pareca que se Ibc devia dar
lempo de se prepar, e eaperar a occasio de
sua apresentaco na casa ; e quero at acreditar
que es oobres mlulstruise apresentaram hoje
muito de proposito p.r. se eipllcareui, de sur-
te que nao faco mais do que dar-Ibes oicasio a
isso preveniodo os aeus desejos.
Oulra razao par. pedir essas explicacei: acbo
proprio do meu cavalberlsmo, do de meus col-
egaa daopposico e da cmara loda, dar occa-
sio a um dos mmislros que sabio da adminia-
uaoao e temassemo na casa para tancar de so-
bre al a especie de considerado e censura
que Ibe proven, dat esplicacei dadas no ae-
uado.
Eu nao pono, apeiar de todoa os meus re-
pellos para com os ministros da cenia, acreditar
que sej un muito serias ( apoiados da opposicad)
as razdes que so deram no senado a reapeilu da
m idlicav^o do mioialeilo,
O Sr. Mello Franco : Raides de cabo de es-
quadra.
O Sr. Souza Franco: NSo pono acreditar
que os mluistros da corta se retiraasem por can-
saco nao posso acreditar que lmente agora
acbassem que eslava .nll-parl.mcotar o minis-
terio, qu.ndo a maior parle da sessao pass.d.
elle cominuou talquat eatava no principio, ao-
ti-parlameutar como aoal ; nao posso einlim
delxar pass.r a idea de que mlnisiroa bouveram
que entenderain daver sustentar o aeu posto,
cumprindo aeus develes eque, apetar de to-
do, os sacrificios, nao cederm s exigencias do
cansaco, e queoulros bouveram que enlende-
ram abandonar os negocios publico. quadra que considero anda msliudrosa, e Ir
aniea descansar em suas casal, do que con-
tinuar no sacrificio a que dizciu que eilavam
sujeiloa.
Nao polio conceder (peco deiculpa aos no-
bres ministros presentes) que o ministerio fi-
casse mala parlamentar smenle com o aug-
mento de numero de ministros que teobain tido
o asiento nena casa e que j agora o nao tem, e
.mies acredito que em lugar de ficar mais par-
lamentar litou menos, porque est seiu ne-
nliiioi ministro deputado, porque ol nobres
mioislroi preientes .inda nao o lo ; bao de
levar algum lempo para o aerein, e com mullo
cusi poderao tomar asiento nena sessao, e
porque bao de com omita diluculdade preen-
cher o vacuo que deiaa o Sr. ex-ministio dajus-
l'fa.
Nao enlrarei no dvsenvolvimenlo completo
draia. tbeses para nao prrjuilicar aa esplica-
edes dos uobiea inloistros ; dearjo que elles
primeiro se expliquen!, porque depoli lalvez eu
lenha de voltar a quealo.
Desrjo saber quaes as causas porque um ml-
nilieito lio lurte, lio bem organlsado, como se
dlzia, um nimsimo ae quem aflirinavain os
amigos que liaba por il a confianza d. corda,
oapoio do pai lamento c do paiz, se diaeolveu
as vesperas da abertura das cmaras, quando
seua eervicoe parecUns aiu.ua neceaaarioa, lo-
dlapensaveia. eiejo saber raio porque tres
ministros se delsaram nos postos, e outros tres
s.ilni aoi, iicando aisim de alguina inanelra des-
concideado. na opimao daquelles que dio pelo
s raides porque nos sablram e outros Qcarain;
desejo saber afinal qual a poltica que o ininis-
terio vai argir, se val ler coulinuador do
ministerio transacto, le val modificar ma po-
ltica.
Se be continuador da poltica do ministerio
tiansacto, na temos senio mudan;a de uouies,
a orgaulaacao ministerial nio drpeodeu He cir- da Jualica e membio nico do mln'llerlo eom
cumslanclas polillrai, e fez perder ao governo asiento na cmara doi senhores drpulados, to-
narte da sua fnrea aem vanlagem para o paiz. dos os das me rrstav. a consciencia de que
'. __si,__ja______ .__a__ .,__;. _>b : _. BB.BHiai i i nitea la luiln seta si
'reio porlaulo qur oulras razfirs devrm ler ha
vldo, e espero que oe nobres iiiiiiialros se dlg-
iiarao explica-las cinara como he seu dever
e do inlerease do paiz
OSr. Souta Ramos (ministro da justlc. ):
He s.bldtr que na aclualldade nao ha rrgras
litas su nilenles que regulen! a.eposeniadorias
dos empregados pblicos, pelo que dependrm
ellas n. ui.ior p.rle doa caoa do juizo do go-
verno, sendo drpoli submetlid.i deciio do
corpo legislativo. Ora, tratando o projeclo em
d scus.au de eslabelecer regr.s p.r. regula-
menlo do governo ein aeinelb.ote materia, pa-
rece-ine que em.vea, de armar o governo ooia
arbitrio, brm ao contrario linde a eercea-lbe
lodo e qu.lquer arbitrio. A.sim nao me pare-
ce fosse essa occasio a mala opportuna para o
nobre deputado fazer as inlrrpelisfdee que a
casa acaba de ouvli -, entrenlo, tomando a
palavra, procurare! ainda satiifazer ao nobre
deputado.
Em primeiro lugar quer sabir as causaa por
que Irea dos llluitre membros que compu-
uiiaiii o gabinete de 29 de selembro ae retlraram;
e em argundo lugar qual a poltica que o ac-
tual gabinete pretende erguir.
.Vio cabe a mim, nema llieul Ilustres colle-
gaa que ae acbam presentes explicar as causas
pulque estes illusirea membroi do gabinete de
29 deaetembio se retlraram ; he facto anterior
orgaolsaco do actual miuisierio.
04'r. Euzebio de Oucirot : Peco a palavra.
OSr. Minislrodu iislka : Entretanto julgo
que a cmara e o pala 'esli euificieutemeuie
esclarecidos a esle resprilo com aa explcateles
dadas no senado pelo illustre presidente do con-
selho. ( potados. )
Quaudu eu bouvesse de lomar parle neaia
discussio. nada poderla ccrescentar esso rea-
peilu ; a moca observacu aova que me cuin-
pria faser seria que, no meu couceito, a retira-
da do gabinete do illustre deputado do /Rio de
Janeiro, o Sr. Euzebio de Queiros/touilnbo
Mattoso Ciliar, nao be luficleuleinenie com-
pensada pela entrad, ua a-lnilnislraT;r,o da pea-
soa que hoje o subsiilue. (Nao apoiados. )
Quanlo ao segundo pomo, sobre o qual o
nobre deputado pede explicacdea, direi que no
gabinete se acbam tres illuslres membros alus
que coiupuubam o de 10 de selembro, sendo um
dclles prendeule do conselho. Os que de novo
entraramuareorgaoiacudogabinete lerviiam
durante a paseada adminislrafao euiprrgoi de
alia coofianca, e como meinbrua du parlamento,
leudo ion ai se. lo no senado, e dous neita c-
mara, apoiram lempre a polilica desse gabi-
nete: assim, a cunservatao de uns e a entrad,
de outros com epioides lio pronunciadas, quer
moiiii mala me era preciso anda ler felto para
bem desempeobar o deveres de miob. poslco.
Ol hoinens que ae prrsain devem encarar as dif-
ficuldadei da policio que oceupam, e sempre
que poderem bonroiamente abandonar tima
poslcio superior is suaa forcaa, o devem faxcr.
(Apoiados.) Eu o bavia por elle raaio deaejado
antea da sessao' de 1851, ella firmou-ine uesse
deaejo.
No di. em que le encerraran! ol Ir.balhoa le-
gislalivus,-o ministerio, ineamo no senado e cus
urna de suas salas, reunio-se para examinar ae
devia iiiiinediaiaineuie reiterar o pedido da aua
driuiaaao. Aaaiui O parecia, acoiiselhai a cfr
uinatancia inulto iuiporladle Ue se acbarem
eutao reuoidoi ua coi le os abembros de ambas
as cam.r.s, o que facilitava/a corda toda lati-
lude que devebaver uaescblha de um novo ga-
binete i mas dissuadiu-uiis desse proposito a
seguinte circumsiaucla. A cinara a.be per-
teiiauente que nessa epoda a poltica do gover-
no quinto is irlacors exteriores, e muito priu-
cipaliuenle .o su i do imperio, le achara por tal
maneia deseubada quejtirava aos nossos suc-
ccasorea luda llberdada pan a adopcio,d-ou-
tra. Essa polilica. Sr. presidente, coinquanlo
anda lioje me paraca auutcacompalivrlooaioai
iuteresses e digoidade do paiz (apoiado*), ero
pur isso dclsava de laucar aobre.aquellea que a
baviain encelado o peso de hmeos, responsa-
bilidade, le acaio leui prlmeiroa pasaos nao
fossem coroadoa, como foram, de felizes re-ul-
lados. Abandonando opoder em tasa clrcumi-
unciaa, sena pouca generoaidade da nossa par-
te tancar aobre nossoa succesaorea a partilha
dena immensa reapousabilidade; entretanto
que elles nao podealam talrezpartilbar no_mes-
mo grao a gldria dsa felizes resultados. Niode-
11 unos puis dcixa. urna tal policio a quem aos
suci-edesse.
Mas nao era siuente Uso um acto de delica-
deza ; ei a ni os imeresses do Imperio que rccls
ni n un nesse muineulo a nossa contiuuaco no
miuiaterlo. L'uia mudanca de gabinete, as
circuiiialaucias em que noi adiamos, poda ser
ma I nit.i pre na nu exterior, e fazer vaclllar
aquelles que coinnosco cooperavam par. os
grandes resultados que presentemente ji se co-
mecaraiu a colber. Nos, pois, Sr. presidente,
soubemoa fazer'aind. ao patriotismo o sacrifi-
cio de ooaaoa cominodus particulares, soube-
uios resigoai-nos, porque coohecemos que as
circuinslaucias no davam liberdade ao uilnia-
lerio para abandonar nesse dia o negocios pu-
blico!.
Mas, Sr. presidente, quando as mais graves
quesles desies negocios do Rio da Pr.ia foram
que, .""do una teruilnaco lio r.pid quanlo feliz;
ua.d,ninistracuqueruo parlamento, explican, H"''do _n. enteiidemo. que abandonando o
bem qu. o g.bine'ie aciu.'l nao ,.6 ser sen o P"der nao debeeamoa eos noesoe >'"
nem esse legado de lmmensa respoosaDllldade,
oen, mesmu clrcuuiatauclaa tio graves e lio
crticas como aquellas em que ae acbava o paiz
29 de
cootiuuadur da polilica do gabinete de
aelembro. ( Apoiados.)
U Sr. Eusebia de Queiroz (profundo silencio) :
Aind que retirado da admlnialracio, a c-
mara coocebe perfrltameule que eu nao pode-
rla guardar o silencio as preaentei circuuii-
tauciaa.
Crtio que al causas da retirada de tres dos
uMuibrjjs do gabiuete de -ai* de eetembro Ja to-
rea explicadas de maueira muilo satilaluiia e
completa pelo digno .ctual presidente do con-
seibo de ministros ( Apoiados, ) Vejoporm que
ipezar da gaianlia queuflerece, nao so a pusi-
cao oceupada por S Exc. como a sua reconhe-
cida prubidade (apoiados). suaa declaracdes
nao parecern! aalguua aulcicules para desva-
necer completamente ai suipeitae de pouca iln-
ceridade. Pedirei pois a S. tic. que culi auseo-
tequeme desculpe se acaso vou procurar re-
petir o que elle ji disse Nio teono a vaidade
de suppor que al de nimbas paiavras seja ne-
cessarla para de qualquer maueira curruborar
a,|o, lia que o paiz lodo deposita no carcter do
nobre ministro presidente do conselbu ; ae o
taco he porque, eu uao poda furtar-me seui
dezar a estas explicaces peante a cmara dus
Srs. depulados.
Sr. presidente, quando em 2o de selembro de
1848 ilvemos a houra de ser chamados para os
coosrlhos da cora o gabinete acbou-sa oraa-
nisado cun tres membros que linliam asseolo
no senado, um que tiiiha aisento na cmara
dus depulados, oulro que nao peilenccudo ao
j corpo legislativo poda dispor de lodo seu tem-
I po para parlllhar os irabalhos graves e impon
i taoles que toda a adiidnstraco lem uecessa-
! riamente de sustentar pennte esta augusta c-
mara, e bvia um lugar vago, o qual podia aer
[e lulrfieclivaiiieniepreenchldo por oulro mem-
bro daiamaradosSrs.depurados. Esta organlaa-
I ci poia com relaco ao parlamento era perfei-
tamenlc regular.
! Antei que se encetassem os trabalboi legls-
! latlvos do anno de 185U passou a oceupar una
i cadeira no senado o Sr. ministro da guerra,
poim Hc.r.m aluda assim dous mioislios com
assento na cmara dos Srs, depulados. efoi
com o gabinete aaslm organlsado que alravei-
samos as duas essies de 18 jo. lia pois um
equivoco quando esses senhoies enieiidem que
os dtenos de orgaoii.cio do miniaterio nio fo-
ram conhecidos senlo boje, eolretauto que exis-
ti ou desde ai primeira! duas scssi.es,
Encerrada a segunda sessio do corpo leglala-
livo nnanno de 1850, leve um doa ministros a
honra de se achar incluido em urna lisia trpli-
ce : o ministerio desde logo previo a possibili-
dade, aenau a probabllidade da eicolba deisc
digno ineiubro do gabinete, e deade eolio re-
couheceu peiigo de se achar na aeisao de
l8il com um tilo grave deleito de organlsacio,
qual o de t-r nesta cmara um uoico miuistro
miando os oulros cinco deviam deacbai-se oc-
cupados no senado ; esle deleito multas veses
nos foi Lunado em rosto pela oppoaicao, que
parece entretanto boje admirar-se de que lam-
ben! Qfgoverno como tal o encarasse !
iNos purin haviainos immediatamenle aceita-
do a cooaequencia. Kecoiremns eoroa para
represe,iiar-ibe com toda submi-sao e respelto
a necessldade de urna mudenca ministerial. Nao
nos apreacntamoa na sessao de l8.'u sem ler
dado previamente eise passo que nos .conie-
Ih.vam os envos e a org.olaaco daquelles ga-
binetes europeos que pdem servir de modelo
nesu materia. Um membro smanle do minis-
terio perainc a cmara doa Srs. depulados, eu-
tri tanto qoe todos os outros occupavaui cadel-
ras ao leoado, era urna dtfliculdade que uo
pdem delxar de recoobecer lodo, oa hoinena
pralicos de admluislracao e parlamento.
Sua Magestade nao se d'gaou eolio de annuli
ao noaao pedido; e aa clrcuiustancias do pais
j nene lempo eraos taei que nio nos relava
toda a liberdade para reiterar ooiso pedido.
Krsigoaiuo-oos pois, porque entendemos que
deviamos cao so obedecer s ordeos de S. al.,
como laubem mostrar que nao noa esquivamos
a qualquer dillituldadt que podesie traser no
luiuro a polilica ento encelada. Nestai clr-
cumsiaucias entendemos que era dever nosso
continuar no poder.
Tivemoi por veieade ouvir a opposicao lao-
cr-oos em rosto eaie deleito de organlsacio,
como a cmara seguramente ae recorda mal
eolio o nosso dever nos obrigava a nao deixar
de continuar na admlnlsltacao doa negocio! p-
blicos.
Jurante a sessio, Sr. presidente, ai dlfncul-
dades e enibaracos de que al eolio aproas for-
mava Idtla, Uve de aenlir praiicauente! De-
claro i cmara (e oibomens pratlcoi o reconhe-
cerio sem oualoj que, apelar de einprcgar to-
dos os eslorcoa de que era capaz, lodo! os
exforcoi compativel com al inlnbas Iracas
for(as para lalislazer aos Imineuioi devore!
que me impuuba a dupla poiifio de ministro
quandu acallamoi o podar, creio que ooi era li-
cito alteuder ao defeilo de organisafio do zni-
uisleilo, e ineauo ao desejo lo natural do des-
causo.
Nao foi smenle ocamaco ; elle de per si nao
poderla lalvez Justificar a resolucao que toma-
mos; mas eu creio que nao pode ser lancado
em rosto aquelles que uao duvidaiain conser-
var-se lauto temuo, nao obstante o defelto de
sua organlsacio o iioder, o dearjo de deacau-
aareiu um pouco quando os iuteresses do pal-
uo s se uao oppunham, como al o reclamas
v ou Keiteramus eulao o nosso pedido coia,
ella dignou-se de .colber a nossa supplica, e
iraluu de orgaoisar um uovo gabluete, A de-
misso fui pedida simultneamente por todo o
miuisierio, e,ainda que aeja desuecessario, di-
rei com Iraoqueza, nessepasao lodos os intus
Iros procedern! com a maior sincerid.de; to-
dos pediram a demisao, e lodus a obtiveram.
Eu poderla acabar aqui; dabi por diente nao
fui miuistro, inhibas iufuruiacea uopodem ter
carcter uicial. flcelo, porem, que qualquer
i e-e, va da iiiinha parle possa ser mal interpre-
tada.
Oadaa demisso pelo ministerio. S. M o Im-
perador dignou-BC chamar sua presenca um
distinti ciado a quem fez a bonra de encar-
rrgar da orgaoiKco de um novo gabinete. De-
poia poim de algumas consideracocs lenas
por ease illustre cidadi.', S. M. I. houve por
bem mandar chamar o Sr. miuistro da fazenda
ecoimneller-lue a trela da nova orgamaacio
ministerial. S. Exc, obedecendo ordem de
Sua Mageaiader e inataudo com alguna dos seus
collegas para couliuuarem a acompanha-lo na
aua uu ardua como nonroaa trela, procedeu a
esse respeito sem faltar a urna s, nio dlrei das
suas obiigicdes, uiai mesmo das man rigoru-
sas exigencias da delicadeza, desiuleresae r ami-
zade a mail fiel. S. Exc. uao precisara de se-
inelnanle lestemuuho da minba parle; mas,
pualo que intil, be cu mtm um dever inani-
fesla-lo. .
Sr. presidente, nio be couia de pequea Im-
portancia, nem um defelto secundario ein um
gabluete o defeilo de oiganltaco que oda no-
tamos, que ndl sentimos. A cmara aebe per-
fel.meiiteque na Inglaterra, por exempio, liga-
se tanta imporlaucuj) poslco relativa doa mi-
II,su us com ai cantaras, que ha planas a que
corresponde um aseuio em una ou ooSra c-
mara, e lem all havido modificaedes de gabi-
uclel uuicameoie ein atieucao a essa circums-
iaucla. Fin Inglaterra pra saiisl ner essa ue-
cesiidade exisie um grande numero de panas,
que nao he mesmo limitado, e que pode ser
augmentada ou diminuido seguodu acircuuis-
tuiciaa exlgein. Tal be a importancia que el-
les ligaui cuinposifio do miuisierio em reta-
cao ao parlamento. Em Pranc o numero dos
ministros he maior que no Brasil, e em algu-
mas das diversas pbases de seu direl.o publico
foram al adiiilllldos ministros sem pastas, ou
ento couimisiarius do governo par. o coadju-
varem n.s discunes e us trabaibos do minis-
terio peranle as cmaras.
Cinco ministros lenadore e um so membro
do miuisierio na cmara dos depulados be urna
orgauiaacio defelluosa, que ludus sentimos e
cquhecemoi, e que uoi fez aceliar immedlau-
meuie ; que nao buje s, a cooaequencia que
Jeviamoe deduzlr. Sirva i.to pola de reipo.la
s obseivacea que o nobre dcpnlado fes lobre
este ubcelo. t-reio ler explicado ludo quanto
existe a esle respeilo. (Muilo oim, muilo bem.)
Terminando, cumpre-me, Sr. presidente,
agradecer ao meu nobre auccessor aa palavra.
oue proferlo a meu respeilo, e que nao lem por
fundamento icuao a bondade do nobre tului-
Iro para coinlgo. ... ,. ,
O Sr Pacheco : A discMiao que abrio-ie
sobre o projeclo de apoaeniadortaa dos euipre-
nadoi pubhcoj acha-ie iulelramenle deaviada
do seu punto ne partida, e pon nao sera eslra-
nliavel que eu a acompanhe emitilndo miuha
fraca oplniioacerca das interpellacea feUaaos
senhores ministro! que se acbam prsenles, e
do como elles sallifizeram a auxledade nao 10
do parlamento como do p.tz.
Nada dlrei do projecto em diicusilo, porque
sendo elle dado para ordem do dia muilo aprei-
aadamcute, coufeno que oo me acbo prepadu
para entrar em urna diseullio lio positiva e im-
portante; creio ineamo que a cmara nao leve
lempo para reconsiderar esta materia, Iniciada
oanoopaisado, e que coovm traiar delta em
outr. occailao. Deuials, be a primeira vez que
o novo gabluele appareceneita cmara; e nei-
ta solemne occaalo a atienco floa abioivlda
as interpellace. lrel pola a ellas.
O honrado membro pela Para dlgssaa se in-
terpeliar ovaciual ministerio, afnn *e elle de-
clarar, em Srlmeiro lugar, quaei as oMsaa qur
iiioiivaram adisiolucio do miuisierio seu tale-
:
-
av

MUTILADO
m


olliiea
difUa-
'

cessor c ca irguudo lugar, qual f
que pretend .loJUr elh vlrlu.de dsalit
cao porque rlaisofl 8 ir nHGtitor.
Sr! prslfaie, Jtli do iritMdeT^r b(8 Intll:
lir olanlo fljitliairl panei. Bnlf nd i|uc te*.
de que o adMtl prHIdealc 9 =* >* '
nadue aer. aaViiilalslra.dajiJliici "''a ctlMi
ra declarara eanfCtiautrilt que ola leve lugl
iiustUa algum Blre allea, qoe nio buutc
principio algum poltico ein que dlvcrglsscm
Bmpret-ol lie Inferior callifgorla, de eicrivao, Beatas, sabe milito bem que ae d nina raga, aaonilro lloracianu, sob O nnma de aconsti-
riidor, de, bem poillam nao depender ui>t ella raga jtOdc tsr dr.dnchlda; em todo o tulnta a, obra prima l)0 delirio lardoso,
I. Mas i asB, porin^ t c.w rflaeeci, cun que Se c00umn dn aiitmnaO Mm is amabilidades
de parildar, etc., bein pudiam nao depender nial ella ra
da cune. SriqUe isto depende da Ir'
blros rMpriibt, na prallca,
"c adoer rigor.
ili sehvoltlmcnlo pellico deite principia
Inulracao bode iulto bdH ncatalahrta negocios pu- dft fu|cularib demaiafl, flato Como .-
o qual inollvaaae eaaa modincacao, nao me he
licito duvldar da aincerldaile de illas manifet-
taeea.
A'primelra vista porui o publico nao poda
confiar tao .impamente uessi slbctrldade, por-
que realmente o facto de nao se acbar o minis-
terio parame marnente organlsado n,i era un
(Motivo forte para a sabida desees senhorri
(fioskis ala epBMi'can'), porque ellaa pedia in
esa tao longo periodo ler removido esse obst-
culo. Alm disto, auposto aceite a regra grral
de que oa alulateriot devem sabir do seio das
duaa cmaras, nao be lito umi norma tnvarla-
vel i asta ae foraaso que a cmara doa daputa
dos ele tres ministros e o senado uniros tres, ou
cousa sfineIhanie. para que le diga que xi aa-
slin be que o ministerio ae acba parlamentar-
sueote organlsado. Naoi as circumiianclas po-
dein aeouieltiar outra cuma. Taai aerio ellas
que uni ministro a que sala da cmara doa de-
putadoa torneeata organiaacio mala parlamen-
tar do que bavendo dous ou trea.
A laiao do grinde Irabalho, ilm, parece at
certa podio atlendlvel. Mas qual aeria a rallo
porque un dos minlilros mal laborioso*, mala
activos, qual o Sr. f -ministro da Juitica, nao
faria parte da inodlllctco ? Poli au poderla u
Sr. ei-iiiliiislrn faier parle dd novo gabinete
coi maia una oa duus inembros di cmara ?
Sein duvlda.
Ora, o pubrico observando estas comas, pen-
aoa que alguma rasllo maloretiitlise altn des-
aaeaplicada e dfeeansaco, Julgoa que sendo a
fraccio do tnlnlaterio, a que o Sr. ej-mlulslro
perteneia, aquella que era aecusada de mcnoi
moderad* (Justa ou Injustamente), e a que ae
relliou, pefhanrcrndu na genio dos negocios
o que >epresentavin o elemento mal inode-
rado, o pubLcn penanu, digo, quealguuia ino-
dlfl.cac.ld k cora desrjava no sjitema at en-
ri adoptado, e que alguma cousa anteriormen-
te houfesie occonido no gabmete.
Hita eiperanca poran parece dever agora
flrslaier-se i vi.la da declarado do actual Sr.
mililitro da juillca. S. Esc. guardando a nfi-
ma reserva cum que procedeu o :-r. presidente
do conselho, declaro que elle e seus collrgas
nio erairt borneo* no*oi\ no pala; que com-
quanlo fosrin ndvos no ministerio, ja llnhaui
occup.de importantfi posllces na lociedadr
tfita do goveruo de varlai provincias; que ll-
nham tainbrm no parlamento apoiado a pollll
ca do ministerio que acabo, e por conaequen-
claque era eicuiado perguular-se-lhes qual a
poltica que lencionavain seguir..
r. preildenie, cu esperara que o nobre mi-
nistro da Justlca, nosso colllga, que acaba de
sahlr declinara dos depuiadcV /uvtf-cVv Jten-
ti no fiiluJuVAio, aaalVri cuino o Sr. mlnistlo da
ni.li mln, de quem Caco maia subido couceito,
se esprlmliirin coin mal claiea ; que llvei-
sem mal fianqnea eom a uiesina cmara.
Anude lie que ae via que uin ministeri so por-
que lein eid si pessoas que apuiaran urtia cer-
ta e determinada poll-'.lca n:io a possi modificar
srgundu as uecesiidades dn pait? Poli so por-
que o pdblico labe quelti sao os senlinres mi-
nistro! Iic Ja iuirlradn de sua poltica t Sebe
asalm, racuiado Be o comparecluirmo, porque
osjoruaes JA deraiu o. noiues dos ministros.
Urna inudiiicaain cm um gabinete, asilm co-
mo pode nao trater aiuali pequea mddlflca-
co na poltica, pdde lanibein traie-l no todo
ou rm parte. Ueiculpeui-me pol os srnhores
miniltro'i que eu Ihee peca que leja uin |iuco
maia eiplioltoi. Muguem com maiiiatisracan
prestar o seu Iraco anulo ao actual ministerio,
ou a qualquer outro do que eu que Tajo garbo
de seguir prlhclplos e nao pessoas ningucui
coi inr.ii Mliafaco prestar 0 seu apolo ao ac-
tual mlnllterio ou a outro qualquer do que eu
se o seu ivsteina nao fbr a contltiuacao do que
se ha paitado lio pali.
U ministerio de la de selembro suecedeu a
goverooaque duraule cinco anuos haviam per-
dido a l'ire.i moral noicu partido por nao ha-
verein operado ligninas reformas que o parti-
do reclamava, e lublo proclamando Juillca e
tolerancia parecendo ter malorla nopali. Mas
ficto! ae deram poileriormeme que iiioitraui
qac o ministerio transacto pareceu convencer-
ae queja nlio lluha por si arnau o pala oRIcial,
havenou arrefecido o conceito que ao princi-
pio merecer, c por Isso foi sihlndo cuino sdc
mi.ce.ier, do campo legal paia o do arbitrio.
Elle foi aecusada de praticar as elelcei em
1810 violencia! em algumai provincial; ie as
praticou entilo, redobrou-as ao depois cm elel-
ees de sena.lnre em alguinas provincial. Por
estea e por muros I'icios ficou patente aos olbos
di uacau o seu systema de acabar coin a liber-
dade do voto.
O iniulsterio n3o qulz abiter-ie da Ingeren-
cia as ele yuca ; niiu se cnnleutou mcsino coi
o apoio de seus amigos; quli elle inrsmo des-
cer prafa publica Contra os adveraarios
apresentou soldados armado!, eipelll-oi das
urnas ;e aos do aeu partido dine : Ou votar
como eu quero, ou ser perseguido. Eis o
abvsnioem que se lancou.
guando oulroi factos nao ealsllsiein no pala
para moairar esta verdade, bastirla a cem-cerl-
inonl, para nio dar-lhe o nomc propllo, coin
que o prealdenle de S. Paulo se esprlmlo na
famosa circular que tanto iipre,iiionou o pu-
blico.
Ora, se foi este o principio adoptado pelo mi-
nisterio passado, quanto a liberdade de tolo,
nao hejmto quando nos achamos noannoem
que se tem de proceder a eleices geraes em
lodo o imperio que perguntrmoa ao novo ga-
III uiesint elbedido inullu do queen escrip-
aiiiciilos que ceniraiuain de tuaii. Ouvi.q
ulliiiiamchle rol promulgada uin prohlblndo
Uh cdMIltuleao v uiile.ii. Ha por abi reg
A gura Sr. presidente, taiiarci a segu.d. >"nioi. por larga 'W'*'''. Q *'
- s, que he a que dli res- cnbu, qno o lopigm, Otij"''fies na dlalco
paite daa InlerpellacOe., ,
peito As pragillUUia. O mett Robre collegada tica das Injuria* i
H8i AlTeildl a lainciitoa que centraiiiain de mal, uvl-que juillca dille que era coso esle de
bnete c quer trllhar essa senda? A afio
tefes pede, e espera alguma disposicao leglila-
Iva que leuda a lualeuiar a llbcrdde de voto;
mas se n.i,, se a quer dar, uu se uo lia lempo,
quain fcil ser ao goveruo porlr-se de mod >
a dcljar livre ao povo o que he d6 novo Tan-
to mais coiivm saber a opIniSd do gabinete,
quanto be ceilo que nelle eilatein meo bros,
se nao firtaiu aquelles que poztam em prallca
essea nietos reprovados, pelo menos os tolera-
rn), que neiibui algnal de teprovacao bao
dado
rian baata, repilo, o conheciniento do pelsoal
dbs Sr!. ministros para saber-se seconliudaa
inesma polica; nio basta que algn! de seus
uiembtossuslenlassk'iii atiolllica passada para
ae inferir que n*o admlllc inndincaco. Se
baila eisc conbcclmento, enlo aluna tenboes-
I trama que uo baver a conlinUaclo do pas-
sado.
O nnbre ministro da juillca votou pela le de
saogue qua o publico denoininou eorfa-eoofris,
i nucanlo o nubie ministro da inailnha loniou
a palavra contra essalel^Ho ne pofs Impos Ivcl
alguma uiodklicacao. Peco pois ao ministerio
que se pronuncie coin fianquera : diga-nos ao
meos ae pretende resllluir-nos o dlrelto de
volar livl linele.
O Sr. Mello Franca : llaveinos de ter a II-
berdade de votar em quem o gnverno quites !
. O ir. Pacheco : i\ao he sufBclrme dlter:
i en bou quemsou; nao hasta dizer : ~ eu
s6u oSr. Joaquim Jos Rodrigues Torres,
pessoa atlas mullo honestse digna de lodos os
uoisos resprllos ; nao basta Isso. Nos j labla-
inoa ba multo lempo quem he o Sr. Joaquim
Jos Rodrigues Torres. O Sr. ministro da Jus-
tic c os mais lenhurei. lNn baila Isso ; que-
remos saber o que reulla da aggregaco dea-
aea leubures na combiuacSo das vidas poliu-
caa e administrativas co-n as quaea pretendein
superfnlender este pai/.. Eis o que desejo sa-
ber, e nao deixo de ler algUma confisnea quan.
.lo vejo no ministerio um ........lim que pelo
tacto que j apontei mostra que he escrupulo-
so quaudo le traa de cercear ai garanilai po-
li nlares.
Em todo o decurso da sua vida poltica nena
casa eu tive occasiao de applaudlr que elle,
com dignidade, algumai vezei le apanou das
vistas polticas....
0 Sr, miriiilro dn marinha : Politlcas nao.
OSr. Pacheco : ... e administrativas do gs-
verno passado.
I- tai seuipre acetarlo do principio ordclrola
ulgo qae elle precisa da cenlralliacau pare
inautfi-ae e conaervar illesa a Inlegrldade do
imperio; uiak uo quero que se exagere eise
principio ceutralisadur a poni de fjzer*se mal
as provincias. O desenvolvlincnio e execueo
os collectore o recebereui o que ae deve fa-
zenda publica, para que venhai pagar na cor-
te, lato trar algum bem causa publica ? Acho
que l vesta.
O Sr. ferina : Est mal informado. De
quando he alte regul-micntu .'
0 Sr. Pitcheco ; Estarc mal informado. Se
lito he etasao, mi he juno que le atienda coin
maia equidade a ene mal ? O nono pala eai di-
vidido cm dout parlidos polticos ; um que ac-
tualmente governa eoutro que ae achaem op-
posico : do partido da opposico lem parlllo
brados de refoimas; uns ai quercm j e j por
um i cunilliulule, rucio que, na miuha humilde
uplnirio, produzlrla graude abalo, Irarla gran-
des males socicdaiie ; e nene eilado de ouut
iti niuaer prudeme aiteoder a eiaea bradol
noque fur juito e razoavel, mal altender pelo*
iiieiot que a cousllluico aconaelha ?
O que pensa o ministerio a este respeilo ?
Tem em vialai alguinas reformas, e quaea sao
ellaa?
Eill resumo, bllralo completamente das can -
aaique motivaran! a modibeacu minilterial:
te uo ba unceridade nat palavraa do nobre
ez-inlnlalro dajutlica, que eu julgo iocapaa de
faltar verdade, e que pens leria a franque-
za de neata cmara dizer aqulllo que folie li-
cita declarar: ae nao ba esta liiioeridade,
lempo, que ludo revela, revelar um da quaei-
quer ouiras causal que o melindre, o cava*-
liicirisiiio e a dignidade do nobre ex-ininislro
uiandam callar,
l.iiniio-oie poli a pedir aoi nobre ministro!
que ie acbain preientei que le digneni lalin
um pouco do eilreilo circulo em que parece
liies liaver cireuajeriplo o uubre preiideole do
cumelbo, quudo, seudo ioterpeilado, disse que
elle era bem conhecido, que o seu passado de-
vla ser garante ou fiador do futuro.
hu. creio que naicrliei, uoi p.laei bein coni-
liluidos, bem poucoi exeiuplos le acharo co-
mo cite nono. Miulnerlu coiupoiloi da nota
bilidadea, que por mais de urna vez teeiu ser-
vido nos cunselhosda curoa, nao ae dedignanl
declarar ao enrpo legislativo qual a publica
que adoptain. llecordu-me apenus de um, de
quem paioce baver o nubre presidente do con-
cilio cupiado as palavras de que se servio
quando declarou que nao apreacnlava pro-
griiiuua.
niuulroique aaiim procedem nao loo dura-
douroi: apeuaa obelem una niaioria de iner-
cia. Nao luu lo sollrego a pona de exigir ja
nina reiposta a ludo quanto bel penderadu
SS. Eses, respondero quaudo julgarcni mals
conrenieute. O que he ceilo he que o pait tem
diraito a esperar ua franqueaa doa Sis. minia
(Yws alguma cousa da mais claro e definido.
O S>. Zucnrini ( mirtiilro da marinha ) Sr.
presideu'e, sendo ella a priuieira vez que te-
iitio a lion ra de fallar ntala auguila cauara,
na [ ii a,i I ni. de mililitro da corda, be de meu
riguroso dever pedir a V. Ex. e a lodoa os ineiii-
biot da cmara a la benevolencia, porque re-
almente necrsalto rdella p.ra me animar na ar-
dua trela de que taC vejo incumbido.
Nao possn delxarde ag-.'*decer ao nobre de-
pululo por S. Paulo o quma.,- que deu au filus-
tre deputadu pela pruvlncla do tiara qnaulo ao
mudo purque iroase Ulicusso, oe fiur que
apreieulou caaa a sua Inlerpelaeo. O uu-
bre'deputado poi S. Paulo disse eom razao que
era mal cabido na disemino do projeciu de que
le Irtt fazer laea Imerpellacdei. Em verdade
iiein eu, nein nenhuin de nos pode deitar de
reconhecer que o nobre deputtdo peto Para
Irouxc quasi pelo! cabello! ai suai luterpella-
cdel, aproveltaudo-te da diicuno do prujec-
to de le lobre aposeniadoilai. Nelle projec-
to ha ubi arngo dizendo que o governo a rei-
pelto doi empregados de mera conlienca tem
u dlrelto de apreienlar em certua e deteriui-
nados casos quando o bem do scivico publico
o exiga.
O nobre depulado pelo Para enlendeu que
este artigo hla armar o governo de um arbi-
trio Imuienso. au ba tal : primrirainenir
nrnhum cmprrgado que leuha menos de 10
anuos de servieo icm dlrelto i aposentadorfa ;
em segundo lugar, apoieiuiduria cum orde-
nado proporciunal, ou com urdeuado por m-
telro, lera permiiiida Conforme o numero de
anuoaque eiae artigo tem ealabelecldo ; esse
artigo he a repruduecu de unit disposlcu
que existe em diverias lela dopaiz; be urna
autorisaco dada ao governo para aposentar,
sein ae restringir ao principio dr fdade, ou
molestia, aos empregadoi que forein de nira
nanca. Ora, ae nein o nobre deputado
pela pruvlncla do Para, neni bieamo priloa
alguma que lenha a idea aegura le admluia-
u n ao pode exeglr que us empregados lodus
sejain vitalicios ; ae por outro lado, he ionega-
vel que he duro lancar para a ra emprega-
dos que niiu 1,-ndu criuies provados, twdavia
le nio dar tos
"prograifiliiD; e> cWWa'TJu os ilnlilrol Bal ou
linham de expeuderitjas a respailo de um pro- que raras teses Ihes damos ttlen(to, ou
porqu" nos chamos prsua lidos de que, o
rs suss maneiri, arrtblcadni de inso
i, qussi ssmid*n 01 illspiesamos, Ol po
granuda. Est deihonstrado pelo fado de con-
servarein-se tres inembros do ministerio an-
tcrlur, e aer Uin membro daqueile o urganisa-
dor do gabinete actual, que uo bouve muden-
ca de programa. Aaalm como se mudara! tres
inlnlstrua, pudia dar-te o cato de iiiudarem-ie
um ou doi.s; quer em um quer cm ouiro caso,
me parece que nao bavendo maioria nova, he
evidente que ai couiaacoutiouam no rala ano,
e enlo dlne bem e nubre iniuilro da Jutlica
que por uin ladu doa trea que ficavam, e por
outro lado oa ire que erain aduifuldui, cujai
ideai erain beui couhecldas.afiancavainquc uu
havla mudauca alguma ua poltica Mal o no-
bre depuladb por S. Paulo deu-ic pressaa ti-
rar de idai cinittida por mim nal lendei pal'
lada comequenclasfavoravla a una unida n-
v.i; c Tol uscara le subre cspiet, a respeilo
da qual disse que eu tiuha urna oploiao con-
traria a doa leus autores. Prlmelrameme uo
e traate, na ininba opinliode uns medida
purllca tiaiava-ee de um projecto de lei que
la figurar permanentemente na- nona legisla-
cu [apviadotj ; p'odia pula uu eouiu uiempro
des le uu daquelle credo poltico, luaii como ju*
iliconiuito divergir nene uu naquelle ponlu ,
eutretanto cuino e apenai tiuha pedidu a pa-
lavra e nao profer um dlicuno, ninguem pude
saber quaea as ideas que eu exporta como ju-
risconsulto. Esse projeclo he boje urna le do
paisi qual curvo a caneca cuino a tudas. O
que tem poriu 01 IreA novoa inembroi dd ga-
binete coi etta le que foi luamplamenle dis-
cutida, e que buje eal em execucao, Nada.
Senhorea. o nubre deputado pur S. Paulo
confuude intclrainenle ai ideae ; eu o deicu-
nbeco realmente. Porque o meu nubre cufie-
ga, o Sr. ministro da juaiica, disse que o pro-
gramina era o mesino, perguntuu elle: t Buido
nao ae muda mais nada, lie ludo no ita(u
mo ? Pula a permanencia doa ael ineuibrui
do gabinete implicava cum o deientoltimento
que o lempo poda trater, e com o reparo de
gravos coiiipclenleuicute demunslradus, una
vea que da parle dut que le diziam ofieodldui
nouvesse aquella muderaciu, que o governo
deve neccssarlamenie exeglr ? Eu esluu per-
suadido que o gabinete demlllldo de 10 de
selembro atiende, t que 0 actual ba de at-
lender a lodus as quelxas e reelamaedes. Esta
be ament de lodo u gebinete raro... el, mal
he precito para Isso que se demonstren! os ag-
gravos, e uo smenle te presuma!; que se
moslre que lal uu tal auturldade se moslrou
inepta, pois nio baila aliribulr A um empre-
gadoloda a Iuunoralidade e eilupidez. Eiiou
que a modificacau do gabinete nao loma im-
possiveii ai reparaedr, quando leja a sua jus-
tifa compeleiilemenle demonstrada ; isto es-
t Incluido no programla do gabiiicle possa-
do, que foi observar a cunsilluiciu, e as leis,
e, sejnnulo a conslituicao c as bis, nao se pode
remunerar a quem uao lenha lertlju uu nao
se purle bein.
O iiolne deputado, levado pelo seu desejo
de aecusir, dlise que o gabinete llnba subi-
do sob os auspicios d opinino publica, mas
ue decerto lempo em oante pareca que j
uo llnba esse ajiui...
U Sr. I'ae&rco O actuil nao.
O" Sr. tacaras ( asinilro di muriiilis ); Fal-
lo do de 39 de selembro; e eolio recorren aa
ellcledes de 1840 Aqu me permuta o nobre
deputado que eu me inoalre maravilhado de
que o nobre deputado tendo naquella poca
aleado a aua voz eloqneute para elogiar oa
nieilibroi daquelle gabinele, nunca acbane
occatlo para dlter que ai elelcOeide 1849 re-
sentiram-te de violencias.
O Sr. Pa'hcco- En respondcrfl.
O Sr. arara (mmi'iiro da marinha) De fac-
i eu ii.ii> poda esperar que o nobre deputado
o dissenr. Ene pruleslo contra ai elricije!
mu Jos defellot du! nuisos partidos. Em pai-
te! con.tilueoiiars mullo livres. Cuino o! Ks-
ladoi-Unldui, o! doui parlidoi apparecem erh
campu para disputar o iruinipo nesu disjui-
la emprcgain buns c mus melus; mas quandu
a una dit quem obleve in.nn ia lmpde-se
silencio a todo!, enlio l ee trata de guvur-
nar o pait, c a tiilioria cede o lugar a qileui
vence. Nao porem 0 que acontece cnlre us;
quem ficou fora daa urnas diz leinpre que du
uulro ladu huuve vlulcncia; iilo nioitra qde
nao i-si unos bein prrparadua para a modera-
('O que enriveiii li.i l, quet lia parte do guver-
IIO, quer d iquellcs que csl.io loiado gover-
no. Anlin oouio o nubre depptdb conclua o
seu discurso cum urna suppliCa, aceite um pe-
dido que ihe fjcu e he que aprsenle as suas
refletoes como um oppualcionlll da tus or-
do.
0 Sr. Paeaeeo Nao acba que eslive mode-
rado?
OSr. Zara ras ( minitfro ra maruifia); Foi
Appareceu baje Inipreno no Utko emambu' les Ahler, quipigem 7, em lastro ,,,
cano no all. notlclta da patita, o guile! cipilaO.
Lonsts-no que nos ulllnins din da mu paja NnvlnMt no mismo da
ado appraintAraiii-i quatro intUarea d nin di Jin4l0 >,i,clio americino B
saia, e tiiulu enl n sitia alo Sr tst.ao, pedindo
agazlho pelas lote huras da naile. 0 Sr. Ca-
en, nao tedo counnodos fin iva casi, aiaxitw
por ter aua era, multa doeule, desHaau-il
Ihurilt caiitao N t>. Iiullon, em Ustro.
Otrvarao.
0 pateciio brasllelro bella Anita, capito
presen la m una certa repugnancia para o aer-' n vol ve r suppultaa violencias que deviam j c-
vico por taea, ou taei muilvoi, he evidente lar eiqueeldas.
que para cortar senielhantea difuculdadea n O noble deputado dai violencias eleitoraea
guvernu deve ler auluridade para fazer enai panuu para a centraliacio; mas reconheceu
aposenladorias, e he isso o que ae tem feilo que alguma centr.ills.c.iu era cuuvenicnle: que
justaiuenle Oquehecertr beque nao be es* soexcesso de cenlralisacio elle repruvava
le um priucipiu uuvu, este artigo irproduz Ora, Sr, presidente, pela ininba pane, e cerlu
materia ja existente, e cm vez de queicr mi- pela paite de lodo! os uirus lllnitre collrgas
pilar o arbitrio do governo, a procura por- s prouioveieinoi i ceutralliacAo bem euleu-
llie peal, como disie o meu nobro coMega o dlua; etcesso serla Isso que o nobre deputado
Sr. ministro da juslica. Nao be na discnsso por S. Paulu indico, nial que nao existe. Se
de uin projeclo que procura resliinglr o arb- esse excesso pudesse ser liazlda dlacunio,
trio do goveruo que podlam ler lugar taei in- nio duvldo que o bobre deputadolivesse razio;
lerpellacoea. mas creio que o nobre depulado exagera de
Entrando agora as inlerpellacdes. Sr. pre- mal; ha urna uccaaldo oppurtuna para exaiiii-
lidenle, V. El. etl bem cerlo de que rllai ae nar eil maleria, e a diicuasu das finnucas.
divldiram em duas parles; unas perguntat leu- Tenho concluido a rripusta pue llnba de dar
demaiaberquae! aicauasda reurganiatco du ao nobre depulado. ( Jftiifo orat )
gabinete, e uuiras le por lim laber qua
prugramuia do novo gabluete
0 nobre depulado por S. Paulo coin multa
rliicrico recouhcceu que depois das eaplica-
coes dadas na cmara vitalicia pelo nobre pre-
sidente do conselho, e depois das etpllcaces
que a casa acabou de ouvlr do nobre e.-minis-
tro da Juslica, he escusado entrar na averl-
..ii nac Ueste ubjecto.' porque em
utu tanto fra de proposito
expllcacOei loda a dlicuisio a este respe
Conlinuar .ve-ha.)

PERNAMBUCQ
.-.ti, rir com improperios o ticuo dos racioci
mus, be lctica mu sed<;a nos amenot na
caqueadoret do palrlarcha Maxilnf.
A victoria, porem, que vamos alcinesndo
sobre os embustes, e arllmanhai iless'es s-
doradores de um "vil fantasma, enleiando-os
em seus proprios intrihclieiramenlos.com-
pensa-nos de algum modo do nimio e do
O'osi martyrio que, lio natural que nos
ctuzem, esse furor liydrofobico, essn cynis
mo asqueroso, com qua somns quotidlans-
tnenle accomm^lti loa por essss vibias de
anarchia, cujo baliare morder he sina que
ha de ciimp ii !
Quanlo esperavamos ter pulveritados os
argumentos decisivos, e lgicos que ad iuzi-
mos no nosso uHimo arligu.a cerca data-
cotulilucionalidtdi da inslavontur da euiis-
lituitito, o:s que la surgn d'enlr n chusma
da improvisados VlatOt um pobre /acuteu.
ja dumazia l gasto as lides da iin.ren-
sa nimiamente desacreditado un manejo
das armas da razio, himpanto do paivui
ees, que Ihes lorain sempre fnniliaiei, e
que tli'ixaiiilo inlsctas ts imss-s proposi-
COps, uceupou-se soaieiite da gravo tsref da
faiar dlstiiiccOes ent'o cobra vslha e cobra
meen drco el cluber e, toando o lu-
gar lia atimeira, accoltou de lijo asegunda I
Que duelo de fazer ijr a toda a confian
do llrlllllis !
Pobre iacobeu atice demealia H cept ?....
Poiiilo. euilim, de lado o tanaedor prin-
cipal de chocalho d'n lidie .lo que doliese OCCUup), ieassumr -
mus a altura de urna polmica digna de nos,
e dos graves assumptos, que convem muito
iletebvolve- n'acfualdsdo.
Teii.l i nos demonstrado anteriormente,
(ni a idea de urna cO'ielitiUni no II'a/i| he
um absurdo diantn da raiio, um ri-.ine em
faqe das leis do paii, um desali aos pode-
res onsliluides do Estado, e u,n fich de
discordida sacudido no meio d'um povo ni
tetro, he de nosso rigoroso dever, como es-
crlptor que se volts Ilustrar squesUes,
que acluam no nosu jornalisnio poltico
cutitinuar a demonstrar, que ha um crime
ipiiililiiMiin no nossu cdigo penal o tentar
destruir o systema f.inlamemal du paiz,
por quaesquar quesejam os mcio, que n.1o
Inrciii aquelles que a constituictio jisiabele-
ceu para as relormss regulares Ora, ae So-
Zea tcreilitavs que a punido do crime coru-
lilue o motor ervo e gloria de im governo
btm ctlabetecido, roiisideraudd mu perlo dn
sua ruina aquello que lo/era a infracc3s>da>
leis, lie de summa evidencia que cu. gesture
' i'sns i nacional V-rt.'ihvi-j mo .iiivem dur
mir, qu rados procura pela imprensa, e por assocu-
(Oes'tumulluarias Huirs bases da socie
dade existente,
Promover leuniOos de povo em occa-
siti-'s inoportunas he.no enlenier de Lamar-
tine, coocita-lo desorden), o i maiiifesla-
i,'oes, que qu-'si sein, le v.io aioin ti termo
previsto. A'taiitlila e a nerita a vetdade
lu.-le axeoma, que mes'iio do Lamartine
considera mu ent'g, dola decorie ueces-
seriamente o teguinte coiolario : que os
pequeos grupos que, sol, o nomo de joci-
dadee libeiaei. se viu formando na proyiucli
nio de ser falaes, se nio ao todo du Impe-
rio, pilo menos t aoquillidide pubtica de
idos os lagares, onle fuuccionaiern eases
Circuios de Im li loncia ; il- iii'iUc.i.i ; piu-
quanio he sabido por tola a gente que ne.
ses ggmnasiot le mrio entino prega-se clara-
Qente contra o sysiema jurado ; inteutaiii-
sedefeitos lias uossas iiitiliiit,ijus ; ensinu-
an-.-u artciraiiienie o Uestes." u c a mofa
cita con as autuildades constituidas, pra
que do descrdito subsequente reaqlte a na-
ural ancle lade de ver triumpnar o prin-
cipio ('miliario aquella que so apregoa
como s. i lo.
Nao be uosiivel, eremos nos, que a cons-
ttnle repcticSu desses cathcciamus funestos
iilu derrme manco e manco i,o animo Ua
popiilscSo o iIc-it i, apz o descrer, o blas-
femar, cujo ultimo i clin io he semprea tur-
bulencia ein seu maioi delirio '
umquarlo pioaliuo a leut-lla dos preloi i rt- asanuel Jos de Helia Merlina, carga sal, ten-
colhlda i tuas hoiprdas, mahdDo-InVl Mi, r0o Itnldo do Assil, ha 19 dias, cum destino
agoa ti.; msi bum motequedoSr. Cali dse- a Santos pelo Rio de Janeiro, arnbou a esto
joto lalvetde ver ai pernal daa rapariga!, por|pnrlo cnm aao aherla
un buraco, conheceu que erain 1 lioinent ben sssjajasssassaaaajajBssjajSBjBBjBB^
dlsposloa, e armadus, e iiniuedialaiueuie foll' iiilU'l1. Ij><
dar parle leu scnhnr, O Sr. Cali, acame-i Kifi M. J\.Vj~.
Isdo, e curajoao oomo be, mauduu uia aeu, __,
confidente toda a prea dar parle aa 8c.! Mandado de detoneraqUo a favor dn Antonio
da Costa terrona. O Dr. Aionio Francis.
co l'ereira de Csrvaliio, caal|eiro da ur-
subdellegado Kuliuo Joa Concia de Aluael-i
da, e esle coin a rapidez do ralo appreaemou-
se com urna paituiha de cavallarla, e cercando I
acata preudea os quairo iunvcenies. Pre-'
toa o uc..gilos declararan! ao Sr. lluliinn que .
perleuciaiu a quadrtlba de......e que teel-..
Ict futseiii prezut e deicobrrloi, clU ttuliuo 1
morrena iufalltelinente Vendo o Sr. Ilufl- nio da Costa Ferreira, do tutella que hav
no o perigo que corra a la existencia, a tli-j issignad rta menor r'elismina, lilna do li-
ta da deciaraco doi inoocentei, e du conhe- j ntli0 i0.i> Nune! Vier, tiato ler oumprnlu
cimento que tiuha do .tu eliefe, liiimedlata- 0 gUe |ne roi orjenado por sentenca dete
TIT C^'raem'e^X V^SK}^'!SS^'S^SLr "
dem de Christiif juiz iie orphSua e ausen-
sns iie-tn ('...t.edo lipciffl de Pemambu-
co. por S. M !. e C que Deus guaie ele.
Pelo preiute Iioi pordesouerado a Anto-
tirou para es la pra(a cum la f.iii.l.a, astim
luesinu doeute cunto ae achava. INo uoa rfs-
potiiabelUaiuS pela vcracidide deste fado,
MAS o que ne certo, he que ludua desta .roya
aabeui uisto, iukuos o Sr. Hlgueira Cotia que,
eguodoaa suai parcipavdra olclaea ao Sr.
presidente da provincia esl nadando em um
mar ue rosaa!
Ka i-se predio, avista de uina tal ubticiaao
publico, queV.S., bem da verdade se dlg<
ue declarar ao p c*.-sta, se foi verdade ter a>
Ciueciii o que di/, u Echo, e se fur all\rniah-
va a aua reapusia, se V. 2, me mandou parti-
cipar alguma coma, de cujo favor Ihe rtcir
oDngadu quem be de V. >. amigo Teiho e obli-
gado.
Rufino io Correia de Ahntida.
boa-VJsta8deJuuho de HiirL
a lllin. ."v. llulino Jus Crrela de A imil.i.
Meu amigo velho como me pede ero sua
honrada carta de oito du coireoie mei, que
Ihe responda ao p delta, sebe verdade o que
alise o fcchn de honiein a meu respeilo, e lam-
bem de V. rt., teni>o a dlser-ihe que ludo he
i.iImi, porque desde deumbro de iSjn que
mi retire! da praca coiu a f.uiilia paia o aiuu
aiuda nao sorl eucommodo algum i e casb
isto acuutecctsse achaiiam-me prevenido para
rebater qualquer ataque que le quiessem
fazer: mas, meu amigo, gracaa Deus, te-
nhu gotAdo neste retiro de pas, socego de es-
pirito, 6 traiiquillidade, talvez isto devldo a
V.S. pelo selo, eactividade cum que faz a po
lela desta Ireguesia. As noticias que vagaui
uasia praca subre lal objeclo, tambeiu cor-
reiu por estas estradas, puique ate de Itebiri-
be ja vierain pessoas sJbn ure rtitm se va \. > -
dade o occorrldo, por tasto be o que tenho a
responder a V. b., de queu sou aHectuoso ami-
go ubrlgadlssimn.
Jor- t'ranciico Terrtira Caldo
Salinas 8 de juunu de im. .a
COMMERCIO.
PRAgA DO BECIFE 9DEJU.NH0, AS
S llfii;,\s UA TAHDE.
cota^Obs OFriciAES.
Cambio sobro Lunares: a 37 d., com 30
das de praso.
Al.l-A.M.f (A.
Kendimenlodo di* 9 de Junho 11 .oj<,to
Detcarrega hoja \\ dt unl'o.
Polaca napolittua -- Gabriela ferio e
alea trio.
CONSULADO GEIIAL.
Rendimento do da I a 8 21:138 85!
dem do da 9........S.471,838
24:613,689
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimeutodo da 1 a8
ldemdodia
lia-* \.....
Kx|ioi-ta<;HO
1 713,910
1:936, 118
Rio ne Janeiro brigua nacional Vencedor
de 160 touelailas conduzio o tieguinte : 36
tahoas de ama ello, 4 pipas e 4 harria atei-
do carrapato, pipas cataba, 1 .lila espiri-
to, 50 rebolos de anular, 25 pi as vinho
30S6 meiosde v queta, 5S0 saceos com 2768
arrob-s e 14 libras deassucar, 20 barricas
amonduas, 3caxas chocolate, tOu ro'los ie
salsa parnlha, I csixinna guaran, 8 Caixas
fnzen las, 2100 cocos de casca, 200du ditos de beber ag.i>,l cana com prala, 98 an
crelas com azeitonas, 2 caueiras de balan-
Co, 50 saccas algodSo, 8 cusas cum 467ar-
l l'P irticao de polica.
IIIir. o f:viu. Sr. --D.s partes recebidas
liiintcme boj nesla ra .artiga,1 consta lurem
: ein vrrdadc e sf 1(| lire.0Si orJ9m dn daletja iu do primei-
' 1 a .i rodist'icio dcsts termo, o allemSo Carlos
r. linam-iua .u.> a* uanvaasoau 1 CSlC rCSpetlO .
culloca-ae cm um teneuo onde nio ie pode Muardo Duchis, por ebrio; a orJem do
enirarcuin arguranca. subdelegado da fru^U'Zla de b. Fre Pedro
Ku achel muiia disciicio da pane do nobre Cunea,Iws, o escravo los, pira correco ; i
deputadu cm diicr que nena amlguacao nao orden do subdelegado da freguena di S.-
enirava ; ma a caa permitida que eu dlvirja Antonio, Juflu loiC Porrelra, por desorem,
de ie modo de pensar, rfuendo elle cnnle- 0,cravo Francisco, Jos da Rocna e Do-
:1rdr.:ebqeue,;,.troum%iure,:o%;g\nrcrolePe;,o -'r- >* wja*ft-2! d.
?aclo de l.aver un. t metnbro da eau.ara doi m.ul'l.e ,. "bdelegado da fogueua da
dcnutadoidoininlalerlo. 110a Tiata, Jos Gusto 110 Alve* o Valenlim
11 nubie deputado, Sr. pretidente, dlsae que Lupes na Silva, por tuspeilos de crime de
nao achava ludispeusavel que nos conseluos furto, e O prelo Luiz, escravo de Jos Anto-
ra cuida ae seiileiu iiieinbioi dai dual cama- nio do SuUza Qucirug, 1 (ir andar tugldo.
ra. Dees guarde a V. Etc. Secretaria da ooli-
0 Sr. ParkM : Em geral admiti o prln- c, ae pernaipbucb Tile lunho de 18S2. --
clplo, mat pude haver circumitaoclai que re- |m e Exm. Sr. r. Francisco Antonio Ri-
aTtiSurtEmU* da marina* ): Ku beiro, presidente desta provincia J0Se Ni-
ntendla que o nobre deputado havla altlrnia- colao Riguoira Colla, chela de polica mie-
do que lato nio era indispensavel. Eu enten- rio.
do que em rigor he isso indispensavel, purque PARTE DO DA 8.
o nosso guverno he o governo das inalerlai, e lllm. e F.xm. Sr. Foram hontem presos,
acort nunca pode eom mal acerio organl- oiJcni ''o Juiz municipal d l" vara desl 'eiilhTuuisacSo d'anarcbia a
de paixOcs ruins, que se v3o accumuland ,
cedo ou tirde faillo a sua eiplosSo, e que
qtisnlti niiu n-c.ni'eteni o 24 de f'Vereiro da
Fianca, poJem Irazer-uos um outro fatal 2
H fe.ver irn, dii marcado pola trrida mo
das 1111-sds desventuras as paginas dos llia-
silicus amiuaes!
II i. cciiiii in p us o volver melanclico
irsscs dias do lucio, e de lagrimas, que nuo
csssareiuos do Icsr a nosia vx contra
esses arenlos d'anarchia, que a facijSo enns-
111 uniio vai derramando com /iiror t fanalit-
mo pelo interior da provincia ; cuuipiinJn-
aos observar, que ha cauzado amito uio
i'il'e to nos rspn itos a notirit de que na villa
de Agoa-i'reta, monte Aoenllno das udico'es
as IU-.I..Illura ttmhem urna das taes/uaa da
comlituinle.
So om lodos os tempos aquclle municipio
foi a sede du genio das revultas se case ge-
aio malfosejoagilou sompre as suas szas
treslaules nu seio da quellaa floralas, sem
uuu'.is esiiiiiul(is,.que os da propria ndole
iliquulic povo,soiiipre disposto-t carnagam
por instinctos mal cumbatidus, o que diro-
mos 0111 fsce dessa escola de doultinas in-
Condiarias, que acab do ser la fundada?
.\o, vnhores! aemilhante ealaJode cou-
sas alira-nos para mu serias appiehoo-
so'S.... e nos do'xariarnos de ser amantes
da constiluico, s por ventura nos peraua-
,ii--iii.)- qui' o nosso cdigo fundamunlal, e
as de mais leis subsidiarias permiliiam que
suas psgiuas podessC.n ser rasgadas impu-
nemente por um sy.sili.ni ;i ni combinada
aggressfio.' Entilo dinamos nos que linhain
osconsiiluinles razSo'de aclur uefeitos na
cuiistiuncfio. do imperio, se ella aulhorisaa-
se o aiiuiiilmenlo das ioslituicOes por
mcios tumultuarios; ae ella couaagrasse a
a subv.TsSo da
sucial. Mas felizmente deliriq 13o
9o lie o que resulta d lia ; le.u "un-
o governo tem consciencia do seu nubie en-
sar o ministerio do que litando daa cam.rai 01 ter,w iosc Hudr gues, e Muuoel Baibosa 'orlem
nicmbroi que o deven, compor, e e,,ii, nao cumt,rjr 8rniO,iCa f a ordeui do Subde-.fatal 11
aXP^^^
pies que expenden o nobre depulada por S. do Iteclfe, 0 portuguez Antonio Jos de Me- cargo, para defender a tuJ11 o transe o de
Paulu, e be que esta cunara he a doa mucos, dciro-, por crime ue fenmenloi ; a ilnsuti- pu.situ que fra conliado sua II Iclidade, o
he a cam.ra mais em contacto com a oplnio ilelegaito da fieguetia de S. Jus, o prrto patriotismo; felizinoule em 01 loilos de
da .11 inaiiii .de, he o elemento qu* repiesent,! Joflo esCravO lie D. Anna Carlota, por de-
as oploldea doininantet: e pur conarquencia gurdoio.
he nesta cinara onde em proporcoes iguaes se eos guarde a V. Et. Secretaria da poll-
devemlr buscar aquellel que deva.n compor p'n.amOuCO 8 de junbo de 1852 -
um gabinete; cieem om ou uulro caio ecp- Fr.n' a..,...,,,. b|.
cloual ba motivo para nao se proceder assim llm. e tiro. r. ur. rrencisco Aiituuio lli-
em reara, helaioindlspenaavel; ecomonaac- beiro, presdanle desla provincia, Jo4 Nj-
luabdadr ae applicou arrgra. naote pode litar cola Higueira Costa, alela da policii iul-
de defeltuoaa esla inaneira de prnteder. rir0. _______________^_^______
U nobre depulado pelo Pata disse que ago-
ra o ministerio esl menos parlsmeoiarmeoie
orgtniaado do que precedentemente, porque
ominun icado.
precedentemente havla um ineinbro da cama- '"
1a 110 ministerio e hoje nao ha ncmhuin. E' Cm fnfii temor, primnm te crla una subtilesa de que se servio o bobre depa-
lado. Se isso func exacto, a corda eslava lia-
Icite principio deve ser allendide por una hua possibiliada de far.er a evcolha de ministros,
1 liniiil.strac jo. Nao lie poli tura de proposito
saber quacs as vistas da adininlsrracfio a et-
ic respeilo.
fia clamores contra a centralliaco, que na
porque secundo a eomtilutcio, o deputado
que he moneado ministro perde o lugar de de-
putado: mas, dado isso, licam as relacdet que
eilstlam entre elle ea cmara, e a eoroa quaa-
verdade leui sido levada a muita eiageraco. do cscolhe na uiaioria as pessoas mais proemi-
Rec ra te damhent faeln n Ci-nsur, e imuveies d se*,
foirlgitca ti pnoieiro :
Reo .ue nefandos crinies !...
Nao t oonlieces, malratro ? .'
(VA A QUEM TOCA )
Quando nos propsonos a decapitar o
to 'OS os verdadeiros Br.siioiros vivom os
seiiliinoiilos do amor as iusliluii;i, -s du paiz,
ea arca sancta, que as guan 1 sibrenalara
Illesa cima acimadas paixOes dus tnoiilii-
nlii'se. ou Praia, dessosnovus Jacobinos nSo
menosn3o menos pengusos emsuas tan.lon-
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 9.....2:092.098
Movimento do porto.
Navios entrado! nu rfin 8.
Rio de Janeiro -|0 iis,iirigue luglez Abra-
ii.'ini Sarah de 163 tunela ias, ctpitio Johu
l'lii'ilis kirk, equipagem 7, em lastro ; ao
capllau Ficou de quarenleiia por 6 dias.
Parahyba 8 das, hiale brisileiro Exhala-
(,."11) de 87 luneladas, mestre Antnnio Ma-
not'l Alfonso, equipagam 4, carga toros
de mangue ; a Jos da Silva Mendonca
Vianna.' Passageiros, l)ioo laques da Sil-
va, Antonio Brrelo da Mello.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da Janeiro e purtus intermedios vapor
br-aileiro Pernambucna, rommandanle
Jo.il, llctit iiui'(in, 11. Passageiros, capi-
13o Severiauo Marlins da Konseca, caui-
iiiti iieiifldiio Mariano de Campos, Cimillo
Auguilo Fejireira da Silva e sua senhnra,
n raili te Miguel Reynau Duarle, llen-
rlque Luiz, capilflo Amonio Jos dos Pas-
sos esua fio.i*, Manoel Rolrigues bene-
vides Hugo Behele Carlos Messer Che-
melii, Francisco Jos Rodrigues Bastos,
Mariana l'rus.ina Zanot, Ricardo Jos
Francisco, Ap- igio Jos da Silva, Jos Ca
si miro Pamplona, 3 escr.vos a entrega r-
1 dcaartur e 3 pracas de fuzileircs navaes,
Jos Gunrjalves da Silva Raposo, Manuel
Jos de i.arvalho e un fllho.Jus Joaquim
do Ulireira, Felinto Elitio Coala Culrim.
Buenos-Ayres brigue Ditlamarquez Doro-
ihea, rapiiao II. N. Diewelz, carga assucer
e agoarjcnle.
rvrivioi entrados no dit 9.
Fiume -- 46 dias, polaca aostnaca I.ubica
de 315 toneladas, capillo Antonio Siro-
vich, equipagom 12, carga familia del i-
goepa.el; iN O. Bieber&Companhia.
Fundiou no lameirfo.
Rio de Janeiro-- 16 dits, hiato urasileiro
PieJadeda 145 toneladas, Capilflo Fran-
cisco Jo- ilos Sanios Malhado, equipa-
gom 9, carga tabaco e mais gneros; a
ovees a Companuin ; conduz 1 escravo a
entregar. Ficou de quarentena por 6 dias.
Navios sahidos no mesmo dia.
Continguiba brigue ingle?. Tatuar, cipi-
to J. Miciiolsuii, ein lastro.
('or responde ne iu.
Srr. Redactores. Ein rrsposia ao artigo pu-
blicado no aTeka /'rmnmuucaao n. 17, aob
cas,mas oto aumiraveis qua^sessea hroes Livarpuol galera inglea Bonita, capilSo
da revolucSo Fraucrza de 1790 I Welleim Wellox, carga assucar a algo-
0 (iauco do Capitolio. | dgo.
iVanloi entrados no dia 10.
Ass 33 das, hiale brssileiro8. Jlo, de
44 toneladas, mestre Jos Antonio Fer
nan les, equipagem 6, carga sal a palha ;
ao mestre.
epigiM.he-Heoquc dltcm por ah-, rogo- Holltovldo-S* dias, piladlo iojlez Stra-
Ihes quelram dar publlcidade em o Seu concel- .gn ,m,nla.i.fi ,.,;, 1 1*rn,irr.v
tuado jornal ai cartat Infra, eom o que muito l""> e '8" .* 'p,l, J L' J '.',*'
.equipagem 10, carga guano j ao Capillo.
Riorandedo Sul--30 dias, escuna ingie-
za Priscilla, de 97 toneladas.capilSo CUar-
mn haver requerido em sua pelir-o, e o pre
si-ntn si" passou pur bem de meu despaxu
proferido nos autos do respectivo invenu
rio que se cumprira, llecife 97 de fevereiia
de 1852. Eu Floiiano Correa de Brillo, es-
crivSo o subacrevi Pereira deCarvaiho.
O Dr. Antonio Francisco Pereira de Caivi-
II10, ra.alleiro da ordem deChristo, juis
de orfauS e menles nesta ciJa.ie do He-
clfees'U termo por S. Me C, que he .
guarde etc.
Faco saber sos que o presente edital vi-
rem qua por a.le jmzn lindos disida le se
procodera a arremalacSo om hasta publica
de 330 saccas de algodao de pritneira sorlc,
101 de segunda sorte, e 1 da terceira sort,
ao todu 432, sequeslrada por faleennentu de
Antonio Josr (.oiinar.ics a cuja herancaioi-
tencem constando o pezo e avalo co asenp-
10 em poder do porteiro do Juizo. E para
que chegue ao cunhecimentode todos u au-
dei passar o preseDte qdfcsert publicado pe-
la imprensa eallx.do 110 lugar do costiime,
Dado e psssado nesta cld.de do Hecife em
7 de junho de 1852,-En Galdino Tomist clesCabral de Vasconcellos o escrevi.An-
lonio Francisco Pereira de Csrvalho.
0 Dr. Custodio Manuel i]. Silra liiiiin.-u .
juiz de .incito da prloieira vara do com-
morcio nesta cldade do Recito de Pernim-
buco por S. M. le C. o Sr. II Pedro II.
que Dos guarde etc.
Faco saber auojujr esJfjiuio se hadvar
rematar em uraca publica por venda a quem
mais der, no dia I de julho prximo futuro,
pil'9 4 horas oa tarde, na porla da casa de.
minha residencia, ni ra da Concordia,
o'ii sitio .ie tenas na ra do Moudego, di-
vrdindo pel dirella com o sitio dos herdui-
rus de Julo Vieir>, e pela rsquerda romo
dos herdeirus do finado Girlo, roo urna
Casa terrea na frente da ra, com duaa lillas
um gibinele e cinco qusrlos, coziuha fra,
quintal pequeo, murado, no sitio duus
pocos, um cubeno de lelhas e tanque, o si-
llo todo murado, e um aobrado de um an-
dar, I izendu frente para a camha no fundo,
l-iiiiii duas sallas, tres quartos, cozmha den-
tro, a Inji em armazem ; avalla las as casas
e siliorm ti 000/01)0 ra., penhncadas a Leu-
pol.In Caio de Mello Cuarirema, cumoad-
miiisii-iiiur de sua mulher, pnr execuc.lu do
Viclonno Fi aiiri.-i .1 dos Sanios : e para quo
chegue a milicia de todos mandei passar o
presente e lital e dous do mesmo leor que
arrio ailixaios na praca do Commercio e
casa das audiencits, e impresso nojcnul.
Dado e paseado nesta ridade do llecife de
Pemambuco aos 8 de junho de 1852. Eu
Mimo' I Joaquim Baplisla, escrivlo interino
o escrevi.
Custodio Manoel da Silva Cuimar.lcs,
U lllm. Sr. inspector da Ihesoiiraria da
fazenda iroviucial, em cumprunenloda re-
solucAo do tribunal a loiinisl ativu de 3 do
rllenle, manda fazer publico, que nos dias
15, 16 e 17 do mesmo, ao meiodia, parante
u mesmo iribunal, se ha de arrematar em
hasta publica a quem mais der o imposto de
20 por ionio sobre a aguardante que fur con-
sumida nos municipios abaixo declarados :
licite avahado animalmente ein 12:501 ,noo
iilinda a a ein 810,000
Victoria a a em 20i,000
A ar.cm..tacan ser I cita por lempo de lies
annos a contar do primeiro de julho do cor-
11 ni" anno a 30 de juiho de 1855, sendo o
imposto cobrado na rulo de 353 rs. a ca-
ada.
As pessoas que so 1 ropozerem a estas ar-
rnnialacos rompaiocant na sala das ses-u -
do ii'.cstno tribunal nos dias cima iudica-
do-, i.iini c'l"nl".nenle habilitadas.
E para constarse mandou allxaro presen-
te e publicar pelo Diario. Secretaria da ih
souraiia da fazenua provi cial de Pemam-
buco, 8'dejniiho de ts52.~n secretario,
Antonio Frrreira da Annuiiciac3o.
Os credores do failiJo Leopoldo Juao
la Cosa Araujo, residentes neata praca,
viuva Amorim & Filho, Oliveira luna, s 61
C A ni.ion. Ignacio de Medeirtia, Jalo Tava-
r.-s Curdeiro, Amo im & Irmio, Jo.io leile
Pitia Ortigueira, Manuel Concalves da Sil-
va, 11 usscii M 1 luis & C, Jos Rodrigues Pe-
reir, DeaneYoule & C, Antonio Fiancisco
da Silva Carrico, Antuoio Joaquim de Sou-
za l'.tbeiic, Novaes & C, Manoel Joaquim
Hamos Silva, Nanoel Jos Hibeiro, Jo.-c
Cypriano de .Morars Lima, Jacinlho ElisbBo,
Ci elano da Costa Moreira, Jos Antonio da
Cunha o. innai-s, e Antonio Gomes, Marce-
lino de Souxa Pereira de Brillo em Lisboa,
Antonio l'e'rcira da Silva santos no Mara-
nhSu, iNuvii. sr\ Pissos no Rio de Janeiro,
Araujo & Cirvalho na Baha, Manoel Fer-
reira dos Sanios Magano uin Sania Cathau-
na, Antonio Ferreira da Silva em Santos,
Manuel oe Souza Gomrs, Manoel Jos Rtdri-
guea Valladares, eFranciaco Jos da Cosa
Araujo no Rio Grande do Sol, comparecam
por ti 011 seus procuradores bastantes no
oa II do correle mez ao meio dia em ca-
aa da residenaia do Dr. Jus Rayinundo da
Costa Manetas juiz municipal supplente da
segunda vara ado commercio na roa da Ma-
dre de Daos o. I, ptimeiro andar, do beirro
do llraife, a lim da de formar o contracto de
uniao e se proceder a. nonicacoo de admi-
nistradores da casa fallida ; (cando ad-
viartidnsquo nio serlo admillidus por pro-
curador, M esla olio apresenlar procuradlo
bastante cvm to larva espiones para o icio,
o que a pi ocur-clo nfio pode ser dada a pes-
soa queseja devedor 10-fallido, nem um
mesmo procurador representar por dous
diva sol credores. llecife 7 da junho de
1859.--U escrivlo interino, Manoel Joaquim
Bipiisla.
aaj
Declaraijdes.
obligarla aoa*a comanle Idt.r
S.f,nr, le Carreta ae A latataa.
lllm. Sr. Jote Francisco Ferreira Clao.
--Avisa-se a quo.u rouviiT saber, que o
Sr. Dsir Charles, negocitota em Cayennt
se dinjio ao Exm. ministro da juslica em Pa-
ria, para obUr a autorizarlo de juntar a seu
nome o de Siesart. Consulado de Franca
em Pornambuco aos 7 do juuho de 18530
cnsul de franca.
Pela segunda aeccloda mesa du consu-
lado provincial se faz publico, que do dia 2
da corrale mez se principia a cootar os 30
das para o pagamento, a boca do cofre*, da
dcima doa predios uibanos desta cidade, o
freguesia dus Affogados, e qne lindo o pr.so
marrado incorrem na mulla da 3 por cenio,
sobra o valor de seus dbitos os propriaia-
riua que daiiarem de pagar, e serio execu-
tados'.
MUTILADO
-*C*a?un


. pola ihi-sounri de hienda destt pro- dea, prsonageni,.p.iiagen* efabulosos, a-. -- Precisa-se alugar uma eacnva, ou -
vuicia, se fai publico,, que nlto ae tendo* sim como triatei noroa e usado*, e oulioa ma forra, pira servico de caaa : na ru do
elrituado no da 8do eorrenla met, a com muitoaobjeelns que vil a pena aerem arre- Queimado n. 88, segundo andar,
*" inalados aaaim como um cavado prepara-] Segunda fe ira 14 du crrente, is ho-
dci com iK'laa frcio.muito andador eaam a- ras da tarde, pirante oSr Dr.julz dosor-
Ohaqurs. pl'fios, n.su.roiidencia ru daaFloros, ae
Alejandre Carmlchael faz leilSo por bflo os arrematar oa beni sewulmea : -- u
interveuQdo do correlor los Mura Pestaa, terreno na ra do lirum, defronta da fun-
cm presenta do pro-consol deS. M. Brian- di co, ajeacrevos, alguna objeetoa de ouro
nica, por cunta e risco de qoeo perteneer, e prata, cojos bens sao perienc*trs no ca-
llo casco, mustios, mninir, relame, farros sal de Ma noel Joaqun Pedro da Cusa, o
e mais prrtence* do brigue inglez Nonpa-l vSo a pr.ca a requerimiento do lutur dos or-
riel, naufragadoem 16 do mez paasado.pro- pidos para pagamento dos rredurcs.
xlmo a barra drate pono sesta-feira, II do i a pessoa, que annunoioa precisar de
corrente as 10 horas da nanliSa, na frente um eaixeiro, com pratica de toja de uiude-
do sobiado que existe na pnvoscSo do Cabe- z*a e da bom ordenado : dinj< si ao paleo
delln, onde ludo se seha. Parahyba, Sde da Klbeir. de S. Jor, sobrado do um andar
iua dus genernt, que ten, de ir para a Ib*
de Finnindo de Noronha, constantes da re-
Iji_-,-io aPaitu mencionada, conlinuam a ra-
ceber-se propoataa ale odia II do mesmo
moz, em que lein dn ser dolinilirameule
concluida a mencionada compra.
Secretaria da theauuraria de fazanda de
Pernnn biico9dejunho de 1852. ofllcial
jnaiur interino, Emilio Xavier Sobreira de
ello.
150 sarcas de farinjia de mandioca.
'Inri iras do r.rinlia do trigo.
8 arrobaa de asauear branco.
I sacco de arroz.
16 titiras da Cha.
i lu-ril dn azeite doce para illumini;.To.
8 resma* de papel.
400 peonas.
8 lib'as de galha.
1 dita da capa-roza.
1 dita de gomia, arabia.
100 eliciadaa.
2 pecas de cabo de manilha..
4 paos de sicupira de 16 palmos de compr-
manlo.
4 ditos de di a de 25 ditos de dito.
6 ditos de dita de 12 ditos de dito.
4 ditas ue pao dearco, ou sicupira de 12
palmos.
2 rodas para carro.
O aisenal de marinha compra 400 al-
quefresde cal prela, 2,000 telhas, e 20,000
tijolios de alrenaMi grossa, para seren re-
cbidos a propongo que se for precisando,
sendo tudo ponto em uma das rompas do
caes do mesmo arsenal. As pesaosa que
tivarem eales gneros comparecen) na secra-
tria da inspecclo do o esmo arsenal no dia
12 do correte ao meio dia. munidoa d
suhs propostas em c>rl*a>fechada, e das
competentes amostras.
O lllm. Sr. Inspector da thesouraria da
lazcnda.em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia ae 29 de maio
ullimo, manda pelo presente convidar aos
facultativos, que quizeraoi servir no presi
dio da llu de Fernando, hajam de compa-
recer perante a mesma thesouraria, allm da
se la/or o cumpeleiite contiato
Associacao cominercial.
A dircccBo dula asaociSo querendo con-
correr quanlo em ai coubcr para o incre-
mento da agricultura deata provincia, corn-
il unir aos senderes do engenhos, fazendei-
ruse larra dures que na aala da mesma asso-
tiacSo ae ai-liam u o -lotos de maquinaa no-
vas para n fabrico do asauear, para descaro-
i.ar algodlo e oulroa, que liguraram na ex-
i" mcflo de I.un.i res, tudo lemetlido pelo
incaiioavel a.oigo dos nielhorSinenlos do
llrasil, o lilil- 8), StursconsTil brasileiro em
llrrlim, e enoarregado pelo nnsso governo
de atflatir a i'jta exposicao ; e ealea objec-
t"S ppdem ali sr vistos, copiados, un por
mi Ira qaalquer forma propagados*, lodos os
das uleis das 10 huras da manbS at as 3
ds tarde, para o que se fazo presente ara-
nuncio.
Jtmho de 1852.
indique
Avisos diversos.
n. 15, a qaalquer hora do illa, ou
sua morada para ser procurada.
Precisa-se de um eaixeiro, que tenha
pratica de loja de miudezas: quem eativer
neslas circumslancias dirlja-se a ra do
Livramento, loja nova n. 80, que se dir
quem precisa.
-- Aluga-se urna grande cssa e sitio, com
todas as comnio 'ida es e bastantes srvoro-
Ao Sr. Germano.
Como ae termine ncale mer a empreaa, que
fez a honra de dirigir, desejaiiins aluda ver oa
mullo apreclvela drainaa LZARO O PAS-
TOR, e PEDRO CEM -que pelo aeua bonadea-
ciupeiiiiiii lenn merecido aempre oa applau- dos de fructo e florea, tendo rio no rundo,
sos doaA/ioua/iMi. na povoifSo do Monteiro: a tratai com JoSo
-- No paieu ueS. Pedro, n. 24, coze-sn, j.is de Carvalho Moraes, na ra da Cadea
lava-se eengumma-se com toda a pe tlelo do fenla,
eaceio, e por preco muilo commodo. | (Js anniincios ilue sepubl-
-s Esta justse contratada a compra da ta- f.% % ,"
berna, na praca da Boa-Vi-la n. 10 petten- caram nos DiariOB de 8 e 9 do cor-
eante aosseniiores Piulo & Carvalho: quem rente, eliminando o Sr. Francisco
m;r,,trn.Crle,^^s.^dirii'S9 Antonio Duro, a rua da Cadeia
-- Precisa-ae de um foiior psrs um enge- n. i3, nfto se entenilem com o ot.
nhoperiod. praCa,seiidoes^ieporiuge, e pranc8C0 Antonio Dur.es.
sendo d-s has anda melhor; a tratar na ..... ....... .,.
ru. d C.huga n. 6e 7 a toda hora. Prec.ea-se alugar uma crava, para
- Antonio di Cus- Ferrolra, vendo urr ^ d canean sem assignalura no Diario do
PernaaibnCJ 11. 12S da 7 uocorrenle.na qual
se insina as autoridades a denegaclo de
passapoilo sobra prelexlos queseallegaram,
responde que nilo he crimiuuso, e neni dera
nada a alguee>, e que tendo ido para Po tu-
nuncie, ou dirija-ae ao aterro da Boa Vis-
ta n. 77.
-- Na ra larga do Rozarin, padaiia n. 48,
precisa-.su de um bom trabalhador damas-
auna.
-- Est jua'a e contratada a compra de
08r. Jlo Climaco Fernindes Cavsl- 1 Di-se dioheiro a premio, Com garanta
canti quoira ir a ra largado Hozarlo pagar Ida ouro a prata : quem precisar, dinja-ae a
a quautia quej lo lem mandado pedir mu- casa n. S8, da rus rstreiti do Rozarlo, que
tas vejes, e mato (loa ha mais da dous an-
nos.
OSr. Antonio Jos Coelhode Barros Wan-
ilerley queira mandar a caaa n SO da ra
larga do Boiario pagar a quantia que nao
ignora 'levar a quasi tres alios, sendo pro-
veniente d 1 supprimenlo pira escravos.
(i sr, C M. a. queiram mandar pa-
gar a subscripto do Diarlo. Kaz-sn-lhes es-
t< adveit-ncia porque as pessoasencarrega.
daa de reoeberem a follia nlo team aalis-
feito.
-- Manoel DelflnodeGoareia Callado rai
a Europa mais sua senhora, edeia por seu
bastante 1 rocurauor a Carloa Fredelico da
Silva Pinto.
Aluga-.se um sitio nos Af-
lliitiis; o |irimeiro e o lerceiro an
dar do sobrado n. 6 do aterro da
Boa Vista, eo terceiro andar do
sobrado 11.4 doateiroda Boa Vis-
ta : quem os pretender queira
dirj\-se ra do Trapiche n. 36 ,
segundo andar, a tratar com Sa-
lustiano de Aquino Ferrara, das
7 horas ateas 11 da manhSa.
P/ecisa-se de um homem casado e sem
fllhos, para tomar s'nlido a um sitio : os
rus Nova n. 52, lerceiro andar.
-- Quem preciaar de urna ama do leite ,
sendo esta creoula solteira, tendo minio e
bom leite : dinja-se a ra das Cruzes n. 41,
segun-in andar.
oiierece.se para ama de alguma cass,
uma inulher que ongomms : quem quizer,
aniiiincie.^iara ser procurado.
Precisa-se daum moco solteiro, que
ssiba Miar b eterever correctamente o in-
glez : na ra de S. Francisco, ou da Ca-
dea n.7.
ani ae dir quem fax este negocio
- Praeisa-se de ama ama deleite, pre-
fera-sesem (lino, e paga-se be*: na ra da
Cacimba n. II.
Oabaiso assignado nrhi-se residindo
em casa de seu lllho t.'arloa Ernesto Mssquita
Falcdo, na ra do Hangel n. 5t,segundo an
dar, sonde pode ser procurado a qualquer
luna i.uiz Antonio Metquila Flelo.
Por este annuncio an faz ver aoa ere-
dores do finado Joaqulm Antonio da Silva,
quenfiopaguem a ninguem que seu credor
se constitus sen set legal mente.
i.'m credor.
-- Offerece-se um rapaz brasilelro, casa-
do, que sabe ler, oscrever, e contar, com
e xa mu de lingos nacional, e principio de
llngoa latina, habilitado para ensinir pri-
me-Iras letras fra drsta Cidade, ou mesmo
em qualquerengenho : quem qulzer nlili-
sar-se de aeu presumo, dirija-so a ra do
Itangel n. 46, primeiro andar.
Andrade & Leal, mu.iaram o seu de-
posito de caldi iraria da caaa da ra Nova o.
33 para a nova casa na mesma roa 11. 27.
-- Aluga-se por prego cummodo a loja do
aterro da Boa-Vista n. 38.
esappareceu no dia
3o de maio p. p., do
lugar da Capunga um
m&
Na rus da Senxalll Volhe, dofrono de
Sr. Monteiro pintor.compra-M loda* aaqua-
lidadea de farros velhos mataos de todas
aa qoalidadea aaaim com ourelo* de panno*
lioos,caaeiniraae lodaaaa quatidadaadamu*
lamhoeque serriram para faterpapel) aa-
sim como cabos rellios, lonas ote.
Compra-ae um escravo para servigo de
fssa, que nlo tenha vicios nom achaques,
e que tenha boa figura e teja forte, de 20
at 26 annos : na rus do Amuiim n. 85.
Compra-se uma loja de raleadas, ou
mesmo uini" armacSo para a mesma, Das se-
guilos ras, Queimadu, Livramento, Cres-
po e Cabugt : quem tiver annunCie.
Vendas.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n.4, vendem-aebi-
llietc.i inteiros, meios, quartos, oi-
tavoa e vigsimos a beneficio da
3t. lotera do Monte l'io, espera-
varada oidade do Porto, escrivlo Bandeira, Ao commercio.
nella apreseniei documeiilos que provam as Qnem liver-algoma rscripturacflo mer-
aommas despendidas, nlo filiando na prova cantil ( seja qual fr o systema ) que esteja
testerounliaI qua produzi no juio do civel atrasada, querendo V*-la em dia com pres-' ojjp'rVs^
desta ciuade o esciitBu referido Saulus. Se teza, asseio e perfeicflo : dlnja-se aoabai-> ODr. Malet modou sua residencin para
Douradoesculheu o foro, iulentuu sua BOOM xo assignulo, na ra do Araglo n. 40, ou na rua 0 Trapiche n. 12, quarto andar, aun-
. quem a quizer darde alug
la-so a 'tratar na rua larga do Rotarlo, loja
n. 38, e ah se dtzquom precisa de una
mi p.ra casa de puca fanuli -, que 1 um as
em Portugal e eu ahi casado e residente a- rua da Cadeia, srmszem di s senhores Bailar
ceile a discubso o reconlieci a compaien- 6! Oliveira. -- Francisco Jos de Paula.
cia do foro, e u-ia a queslo tendente, he
claro que o pretesto allegado para impedir
queeuvolte paiaoseiu de minha famili,
de pode ser procurado a qualquer hora do
dia.
Bolos de S. Joo.
Na camboa do Caraio n. 14,anliga casa da
padaria, fa<-ae qualquer incummenJa de
bollos paia Santo Ai.tumo, e para dia da S.
JoSo aprumptam-se haudejas enfi liadas,
THEATRO
DE
, IZABEL.
O sbaixo assignado tendo j respondi-
do sos prnneiros annuncios do Sr. Miguel
Jos Rodrigues da Custa, j ,lpva tur dio
e' aceite a discuasao da causa quu all tenho bastante para se defender da calumnia qua
h improcedente, t sem ba fe-allegado.; to falsa e injuataiiienta Iba fui imputada e
txislindo essa lites pendoneta em Portugal mesmo para patenle.rcom verdades puras
nSoilesqui iuslaurar-se a mesma accSo, 'o corrupto procedimenlo dfl'sc Sr Mas sen-1 com bolmhos, ua aiiligos bolos cavados, e
e se convencido Sr. Dourado que S vista das do segunda v< iccumelido nlo doixar* II- toda qualquer ineommond de bolos; as-
provas. docuuienlos e tesumuelias, perde car em silencio llanera desfarjada quolsim como continua a dar comida para casa-
aquolla acelo e quer instaura-la de nuvo em elle procuiou para defender-se d-s exprs-1 do negocio, por mdico estipendio e promps
Pernambuco, lino pode tirar resultado e sOes do abaixoassignado. cujas verdades slo i lidio.
seu maneto, porquo t-Xlste a lites penden- to puras como a xist' ncia de um Heos, i PiopO-se a administrar qu'lquer en-
ca, e porquo usjuizes e tiibunaes de Per- Incomodou-se muilo oSr Costa com as di-'genho, uma pesaos muitu habiliala,por ler
! nambuco lamlieo sabem fazur jusiic-i. Se tas e.xpressOes, masdobalde procui* evita- eldo empregado ueste servico a mais de 10
; ourado o que |ode he contas nlo se pode las, em consequenci. do nlo po ler negar annos ; enlatado perfeilameut* do methodu
,-\ jr* IVr^ F jdizer credor, tanto m>is que ma he elledc- quaprdeuem urna noito oento e tantos,' de faz- r asauear, de distilaQln, e lem babi-
'vedor de maia de l:083,3J5 mola forte, e mil ris n 1 jogo.seuuiilo dizem, os mesj os lila le para dirigir qualquei obra necessaiia
'quandoem 1837 o Sr. Duurado ja estara em que tilos gauhiram, ussim como no poJert a este estnbeleciminto; adverte-se porm
Portugal era-1110 devedor de maior qyantia,' neitar.o ter-se ocultado da seos credo'es que he brasileiro e solteiro ; quem precisar
-0 1 o que prova cunta por ello assi|{iiada, e pota elles, mosuios o poderlo cerlifioar pelo j procure na rua Nova, luja do allaiate n 57.
lio. I't'flll (ll MSSl'JJ'liatUrfl. quem pede conlas peda a sua condemnai;ao, lerem procurado no das dus pagamentos! Com grande srn'tmenlo se roga aoS'^
* ,..,., ae. eacha-se ilcancadu nollas Tudo isso esia je nlo lerem encontrado testa do seu ne-IManoel Augusto de Figucircdo, a greca do
SABBADO, 11 DI JUNIIODEI ODl. em jujjo c. int>pteiitii cscollndo pelo S'. roco; entre estes nota-sa um caix-lro do, cuncluir o negocio qua nlo ignora, islo Ihe
Kmh' lacillo inonstro, lyricodra- Doura 10. eentlu uiscula e mostr ella o Sr.Ta.-50 qua bem pode afiru ar islo ;, pede i.m do seus amigos.
' J di relio que livor, mis tilo procuie olletider za tambem 11A0 pode negar que anula nlo -- Precisa-se de urna rriada hraseira ou
ma tico. o crdito e honra albeis, arvoiendo-se juiz j pagou o ordenado ao seo eaixeiro que tiuli* estnngeira, pata uma casa de pouca fami-
Depois da execuclo de uma cscolhida em causa prupria o di cidindo sobro aquillo sabido i ou os das anles do sb,ixo ss-igna-, lia : quem estirr neatas circumslancias di-
nuvertura pela orchestra, subir scena que esta sujeilo a doslo dos magistrados, | do entiar para sos casa, e Analmente nflu ; rlja-se a rua doQuein quando devia antea pagar o que me deve.do poderA negar urna imensidale de fclos ver-; ('(na rja Coi tune rila Hiii'itan. 7.
quetrocuiar manchar a minha repulaelo. | gonlinso;1 p-alicados pur sua pessoa .que o!-' j", d lotera de Nossa
Anda qu.ndo o hr. Dourado podess-i OS- abi.xo nlo ll.o quer dlscubrir, porque eo jg ^^ do L,mmelll0 e es(So veildi
laurar nova aceto de conlas, nlo poda is.-o Itzessa deixai1a o Sr. (.o,t, completamente 1 caule| e |,|el.8 i olerla do Nossa Se-
embargur minha riagem.porqu.ji/st* dito jdorrolado.aalvoaerorporoutrarezaccomet. Jo cujas rolas andarlo no
que autos de julgadus nlo so pode dizer l.do. lie pr.ciso acre-cenlar que o Sr. Cus a ; fl |( e Jpg-se no dia 24,
credor 1 e porque dc.xo procurado-os taf. lindados dos S,usc,llegas abusaran, da \ vigecimos
na r .- iiuiilii .111 na l ma do di- simphcidade do abaixo assignado 00 for- J" ."""" > > =
ae o vapor que trax a lista no dia
18 19 : na mesma loja recebem-
ae In I lie tes premiados do Uio e do
cachorro de ra9a, j vellio, cabel- Livramento, em troca dos qua ten
ios comprdos orelhas grande*, a venda.
com mullas brancas e cor de caf: Vende-se urna pedra para TIrar agua:
quem oachar e quier restituir !"?ru,d; Auror,t loj'defu",leif? D/62-
] 1 t 1 razendaa e miudezas biratisaimas.
ilinja-se a rua do trapiche n. 11,
que ser bem recompensado.
1 muilo appl
actos,
0 FIIS*.. BRAMO.
A parle de Mariqoinhas ser desem- nci,.nIe9 p
pcntiada pela senhora II. Manoelt
I in seguida rrpresentar-se-ha o bello dra-
ma em 1 acto, ornado de muzica,
Kelly
-<3
reilo como declarei no annuncio que liz. O caram a uassar Me um tecbo de saldo de
artigo 72do legulamento o. 12o nao me[coi f uzurpando-lhe u'esta maneirslo-
imucee, porquo ulo vOu para Poilugal sem a0 0 ordenado que om sua cisa ganlmu
fazer annuncioa como meio deevadir-me a 'g cusla j0 s,. suor Mas concluir o sbaixo
qualquer resvonsibilldade, ames vou para jagsignadu dizendo que para provar o que
onde o Sr. Honrado tom commigo urna ic-, iem dito do Sr. Costique s Ihe lio prec so
Jilo, uoixo iiocuradores bastantes e nada ; enoooiinodar aquellas pessuas quo se julga-
d^vo, antes sou ciedor do Sr. Dourado e do rem aptas para esse fiai, polo contra. 16 o
outros. F.llou o Sr. Dourado em dinheiro sr. Cnst nlo podando justificar a calumnia
levantados da cmara municipal, mas esse que to faifa Tiento inventou. fui-se valer
diuheiro foi pro lucio do valor da desapro- Je algumas intrigas causadaa por degaven-
bella Pr""So d* c'i* ai camba do Carmo, e ess,( ,.,s p.....i,io-, que j 1 se passaram ha muilo
valor, porm, foi depositido pela cmara lempo, entre o Sr. Amonio Jos du Magalhes
nos leroiosdo artigo 28 da le provincial 11. e aliaiso assignado, m-s nao he ru n e-sa-
1^9 de 2 de maio de 1844 ; e conlirmada a | provas que o Sr. Costa justifica a impulaclo
.seiilaiii;a pela relaflo do dislricio tata va que contmna o Seu unnuucio publicado por
decidida a questlo da desapiopiia^lo, e a esio Diari', de 3 do correqle.on'estoseuiido
cousequencia era levantar n preje deposi-
Comecar as 8 hor.a. lado. Quem procade na couforuiidade daa
os bilhles acham-sea venda no lugar do decisoes do poder judicial 10 nao pede ser
Torminari o espectculo com a
1 --i os Ivnca em i acto,
O BEIJO.
1 oslme.

Avisos martimos.
aecusado tanto mais tendo-se I ie laucado
em cinla esse pro lucio e ella aceitado.
Quanlo as conlas da tutela, da.menor l'ihs-
mlna, llha do lina lo Jo- Nunes Vioira,ras-
Para o Ar.r.ty pondo com o julgamento, e mandado por
Sabe com brevidada o biate FordoCururi- cvie, abaixo tianscripto; e i vista dessa
pe: a tratar-Se na rua da Cadeia o. 49, se- docurneulo as lutoniades e o publico ajui-
i.o ido andar. zem do annuncio desse senhor, que assen-
l'ara 0 AracatV tou de meuoriar-ma rom essa publicarlo
u k -j a ki.>. a...n.. .1.. fa'la "o aupradiio Diario Examine-se a
ErAKIS "Sdo and'r: K, g-- < -* ^
Joiquim Siebra, Portuguez, retira-se
para lo a do Imperio.
-- precisa-se alagar uma prela, que saiba
perfeitimcnte eo/nili- r : a quem convier
l'ni-a o Aracaly
Sabe com brevidadeo bem conhrcido ha
te Kovo Olinda para carga a tratar com o
eu ei nsigna111 iu J. J. T'SSo Jnior.
Para o Porte segu com brevidtdea alugs-la, dirija so a rua doVi'gano n. S.
barca portuguexa Olimpia : quem na mesma Preciaa-ae de um copeiro acllvo, e de
quizer carregar ou ir de paasafm, euten- urna ama rngommadeira, ambos forros,
da-so com os seos consignatarios T. de A- braaileiros, ou estrangei'os : na rua da Au-
quino Fonseca & F1II10, ou nom o capillo o rora, oasa junto ao collegio dos or hAos
Sr. JosThomaz de Lima, na praca. OSr. Domingos Jos Pereira da (Josta,
lleve cliegir uestes quatro das o rele- tom urna carta 1 a livnria o. e 8, da piuca
10 liiale Caprichoso,e segu com luda a bre- da independencia.
vidadeparaaDahu, por Mr urna parte da Oabillo assignado compra duas ceou-
sua Carga prompta; para o reato della e pa- lia, 011 pardas, prenda las do bas llgura,
sagejros, aos quae* ulTereoe bons commo* na rua da Cruz n. 40.Manoel Alvos Lu-
cena.
-- A doos mezes que anda fugi ls a preta
Antonia, qua repres ma lar 30 a 33 annos,
de naco angola, altura regular, bastante
chela do corpo, heleos grossos, alo he mal
paiecida ; lem uma sicatriz de rrlhon'um
dos ps; levou diversi rouoa, tem por eos-
lana embriegar-se, e lem sido visti palos
arrebaldes deata praca, com s>ii da ganga
azul, e panno da costa ; desconfia-se estar
acoutada, dizen 10 que le furra, o a untos
que anda pagan lo semana, qual |uer pessoa
que a tenha na boa f, ouuira denunciar, e
do contrarise usar dos meios que faculta
a le. Itoga-su as autondidos policiaes que
a prendam ou lacam prender ;ou qualquer
campeona, o levem a seu aenhur Antonio
Maia Coi tez na rua dis Larmgeiras, que se-
ra recompensado.
Um collega, amigo a companlieiro do
Sr. Manuel Dellino Callado, pede-lbe enra-
recida mente, aunuocia o lugar de sua mora-
da antes de retrar-ae.
-- Aluga-se o segundo andar e solio, da
caaa n. 50, na rua da Cruz, com bastantes
comido ios : a tratar na mesma.
- Baymundo CarUs leite, sub lito por-
tuguez, vil Europa.
dos, liata-se com l.uiz j. de Castro Araujo,
na rua de Cruz n. 34.
r"ara a l'arahvb.a
Sahe im, relerivelmcute sabbad 12 do
trrenle o hiate Paquete : para carga e pas-
sageiros Irala-se com o meslre Jlo Pereua
da silva, ou nt trareasa do Vlgario n. 3.
l'ara a l'arahiba.
Segu com brevidade, o novo c
1 ilnio hiate Santa Crur, anda re-
cebe alguma carga: 0.1 pretenden-
es dirijan, se rua da Cadeia do
Kecifa 11. 3, ou 56 A, ou rua
do Trapiche Novo n. 16, segundo
andar.
500 rs.
Quem precisar de alguma canoa de
caireira, grande ou pequea, dlrija-sa ao
armazem de ma leiras, de Joaquim Friu-
cisco de Torres Calinlo, na rua daa Flores
ao p da punte da lloa-Visia, a tratar cum
o nieso.o Totoi, para negocio.
-- O Sr. Jos Cor rea du Men lonca, lem
uma carta na livraria da prac,a da Indepen-
dencia, n 6 e 8.
Jlo Antonio Carpinteiro da Silva,
01,im primeiro leatameiiteirn do fallecido
Fernando Lopes Correlra, avisa a tu'as aa
pessoas qua forein devedo-as ao meamo fal-
lecido de nlo tagartm seulo pessoa que,
por ella tostamenieiro, fr autensada paia
a mesma cobranza, o que I ira publico por
est-i Diario
Ni noite do dia 5 pira 6 do corrente
furlnram da Estrada-Nova, do rindi de Ms-
noel Jordlo, um cavillo castaoho escuro,
com urna estrella na testa, lem o cabo rim
pado, duas bexigas no espinhsr;o, com o
ferro-O-no qunto dirireilo, anda bem bai-
!xo, eal gordo, esle farro lie du engenho
nlo Icn o o Sr. Costa a seu favor mais que
ajntarvenclo doSr. Magilhles, lem moa-
Irado bem cla'0 que a mpulaclo de que o
abaixo asaignido se defonde nlo fui mais
que o pagamento com o que o Sr. C o quix
disuadir da sua Cisa o por IsSO Picara reputa.
du como o mais vil e o mais imfsme c
luniador.Jos Joaquim Paieira.
OhTerece se
cellente proCddi
f.mlia estrango
dl,.a0anuonr|eC,n "" OlTereae-w um. ama .
'-- Va, a Praca a cas. n. 81 .1. ru. das Cin- "m >; *3LlZ:
co Ponas, no da 16 do crrente, com com- me.ra sulJf.ro : (.'.,em. ede.5BU. ,r,.,t'"L?, "
mudos sulTicienles p.,a qualquer familia, ft"" Ul,^"UiriJVna t, 6 t
quintal b.siaula grande, coa? cacimba, e| Verdes, sobrado n. 100, que .cari com
a 10ni do pin l i 1 ha um terreno propno para
l'ara vinhos (Vacos.
A verdideira agoardenle de vlnho com
38 graos, vinda da Europa, a onica recom-
mcodada para c mipor os mesmos que osle-
jam arruinados e fiesrem superiores com
uma pequea despezi; assim como para di-
versos remedios que sem ella, se nlo pnde-
riam fazer ou ailo nlo prodoziriam o efle|.
to .'enejado,vende-su nicamente em c Uairlo & Micedo, na rua Direia n. 17.
-Napolelo 1..1I11 iel Hez & Compaohia em-
barcam paia o Kio de Janeiro os teus escra-
vos, Cielo, Antonio e Antonia, crioulos.
Prelanda-se comprar cass terrea n.
5 sita na traveasa da rua das flores,em cilios
foreiros ao Convento do carmo, perteiicenle
a senhora D. Lodunna Hosa da Trlndade :
quem se julgar cum direilo a mesma, a 11-
nuncie dentro em ires di is.
Ueseja-se Tallar com Joflo Ellas Pinto de
Couvea, 11U com !'. inci-cu da Costa Arrods
o Mello ; na la do Cabug, loja 11. 3, a ne-
gocio de seu 111 le es-e.
Attencfio
Jos Francisco Dias, com luja na rua do
Crespo n. 14, roga a lodus os Senhores qoe
term humas amigas ou lemas vencida na
sua loja, que as venham satisfazer, os da
priM at 15 dejunho do correte anno, e
oa do malo at 3u, ulim de se nto ver na
dura necessidade de os chamar cum os seus
<.....-s por extenso por esta fuiha, o quu la-
ta sem excepflo de pesaos, e entregara
suas cuntas ao procurador p.ra receber pel-
lus meios que Ihe facultam as lels do psiz.
O Sr. Antonio Maximimo da Coala,
dinja-se a esla lypograpbis, negocio de
seu interesan.
a rua de Vigario n, 17 ,
precisa-se de-olliciae de latoeiro e
iunileiro.
" Precisase de una ama para o servico
de bmpras e engommado, de umacasa.de
nuas pessoas de familia : na Pouto Vellia
d. 14
Da-se da 50 al POO.000 rs. a juros, de
2 por ceolo ao mez, sobre nruhore* de ouro,
00 pa'a : na rua larga do Rozario n 26, na
loja de miudezas se dir.
Urna muiher branca, qu d conbeci-
menlo da su 1 capacid-do. ,-e olio ece para
ama de Casa do homeai solteiro, para cosi- nos, cliegados du Rio de Janeiro,
niu 1 e 11 ais arranjos de pollas a dentro :
quem precisar, dinja-so a rua da Cadeia do
lenlo n. 8, segundo andar.
* praca da Independencia n 10, con- 8
H fronte a rua das Cruzes. &
9G <95*yfl8lft9r'*|9l#4B*
Na ru. do Li'ramrulo n. 10, sobrado,
se dir quem da dinhairo a juro e quem rrn-
de varias obras de ouro e p'Sta, relogios e
cur coles para us meamos; na meaina cas.
vende-sopor tolo vico um. parte do o-
bradu da rua da Senzalla Velh. n. 128, um
pi.nu, 11 iu c.villo p.ra carro com arreoa, e
um cairo du quatro rodas paia um edous
sarillos.
U Dr. lriiz Florentino Ilen-
Na loja da ru. larga do Rotarlo o. 44, ven-
dem-se luvaa de pelica, para homam e se-
nhura a 500 rs. o par; ditas do cores a 1,000
rs.; caiacnos comprdos e ledondo* a 480
rs.; pulceiraa de goslo muilo modernos, e
outras fazendas por mminuto prego.
Vende-se uma eicnvi : u. rua da Ca-
deia do Itecifa n 40.
Vende-se nnliio; n. rua do R.ugtl
n.35.
- Vndese milho muilo barato, em se-
cas, e arroz de casca : na rua do Hangel Da-
mero 63.
Vende-se um escr.ro crenulo, pese.dor
do alto: o* p- etendentes, dirijam-aa a rua
de S Amaro n. 38, em S. Antonio, que Mdi-
r i|ii.-ni vende.
Vende-se milho muilo novo, tsnto em
alqueires, medida velha, ea retalho, aasim
como arroc de caaoa : na rua do Hangel nu-
mero 44.
Vendem-se cortes de vesli los de seda,
de boa qualidade e da di He entes gostos, a
prec,o de 20,000 rs. por carta : oa rua do
Crespo, loj. n. 3 ao p do arco de 8. Au-
tonio.
-- Vendem-so cortes de casimira a 4,000
rs.: na rua do Crespo, loja n. 3, so pe do
arco deS. Antonio.
Vende-se om sitio pequeo, com casa
<'e pedra e cal, b.0111 plantado por 800,000rs ,
n alui{a-so um moteque para o servico da
urna casa : no Manguinho n. 35.
AltencSo.
Ma nova fabrica de chapeos deso,
no aterro da ito Vista n. 13,
neste eslabeleclmento reeebeu-se um noro
e lindo suri 1 ment de cha, eos da sol do Ul-
timo gusto, tanto do soda, como dep.uni-
nho para homem ; ricos chapeos da aeda ,
para senhora, "do ullimo goslo, o vende-se
por menos piego dnque em o. ira qualquer
parte; assim cumo um grsnde son i ment
le sedas i: paniiiuhus de lodas as cirese
qualidades, paia quem quizer miniar co-
hir armarios servidas; tambem Viindom-se
ballas'para validos da senhora, e concer-
lam-se chapeos velhos esleja em que estado
eslircr.
Chapeos do Ghyle a 5f5oo e
6,5oors.,
na loja de 6 portas em frente do Lrremen-
o, vendem-so chapeos do Chyle, muilo tl-
dos do Rio de Janeiro, pelo ulti-
mo vapor.
A 3,56o rs.,
corles de tneia casimira, do superior quali
dado e gestos lielhs -iiiius, pelo mdico pre-
(o de 2,560 rs. o coito : ns rua du Cres-
po n. 5.
Bom e barato.
Itua do Passeio Publico, loja n. 9, de Albi-
no Jos Leite,
vendem-so ricos chales de lia a 1,000 rs. ;
ditos de larlatana a 1,000 rs.;. ditos branco
de eassa a 800 rs.; loncos de grvala da cas
ss, pudn s bonitos a 120rs. ; meias rruss
para homem superior qualidsdo a a,M0 rs. a
duzia, pir 200 rs. ; loa de linho br.i coa a
5,000 rs.; curtes de cisaa chita 3.000ra. ,
e outraa militas fazendas em conta.
Leilfto.
-- 0 corretor Miguel Cerneiro fersleillfl
im di sesta-feira II do corrente, a II ho-
'' da manilla no seu armazem, ns ruado
1 iu 'Im n. 19, de uma porelo de quidro*
oom estampas, tanto em oleo seo panno,
1 mo em chipi de metal sendo do santids-
se edilicar, pcrltocentu a moma casa.
Alugam-se dous bons esersvos para to-
do s-1vn.11; na rua da Peltha 11. 95, piiuieiio
andar.
Pordeu-se uoia corrente de ouro de re-
logio com seis e meia oilavaa ; quem a a-
chou leve-a a rua do Livrainente n. 14, que
ser gratifica >o
Jos AlV'S da Silva Guimarles.comprou
por co ila dos Sis. Antonio Rodrigues uo Cas-
tro N.-ves, J>a Lo,ies Pessoa da Cosla.e Jlo
Jos ds Pieda -o, os bilheles da 31 loteri
concedida a beneficio do Monta Pi, do lliu
le Janeiro, de nmeros 6i'7,bilhela iutaiio,
eos muios de2U0, 1273, 2197, e 1112
-- D-sappaieceu da povoaflo de Tbitin-
ga, comarca de 1.. imims-u no dia 2 do tr-
renle, um pieto de nume Miguel, creoulo,
le id.iilu 22 anuos, estatura regular, grosso
do corpo,com urna cicatriz no hrac,o esquer-
10, c' bem preta ; lovou camisa e ceioula
da ilgo llosinno, u chapeo de palna : quem
0 pegai leve-o .0 lugar cima declarado a
seu senhor Jos da Silva Oliveira, ou ncsla
iraca, na rua da Cruz n. 39, quo sera bem
1 te impensado.
Aluga se uma preta que sabe cosinhar,
lavar de sabio e varrela,compra e faz o mais
arranjo do una casa, e tambem se veifde,
11 .ven lo qiium a queira comprar ; quom a
pretender dinja-aa a roa do Su| n. 7, que
achara com quem Iratar. Na mesma casa se
dir quem precias da uma ama par. o ser-
vico interno e externo de urna eas. depoucs
familia.
Joto Antonio Carpinteiro da Silva, co-
mo primeiro testsmenteiro de Fernando Lo-
pes Crrela, tem .utorlsado a Jos Jnimio
Aires da Maia pira cobraofa das dividas do
mesmo fallecido.
quem tratar.
O cautelista Sulu.-tuno de
Aquino Perreira l'iz sciente ao
respcitavel publico que vendeu
na praca da lndepeidencii n. i3
e 15, loja de raleado do Arantes,
e na rua da Cadeia do Kecfe n.
46, loja de miuJeiaa de Joe l'or-
tunato dos Santos Porto os pre-
mios seguintes da quarta lotera a
beneficio das obras da matriz do
Cam o Grande, e sSo cm conti-
nente pairos todos os premios as
tojas cima mencionadas, a saber.:
meios bilhetes ns. 1716, aoo,ooo
rs.; 474) 101,000 1 -s.; 5471, ion
rs.; quartos 48-it, 10:000,000 de
rs.; 3481 aoo,ooo rs. ; 477
300,000 rs., 338 1, 100,000 rs. ;
3o 1 o, 100,000 rs.; 4568, 100,000
rs. ; oitavoa 1135 1:000,000 de
rs ; 333o, 400>000 r* i |7I,'<
ao),000 rs. ; vigsimos 3787 ,
300,000 rs
Precisa-se de um feilor, que entenda
de todo servico de engenho : noaterio da
Boa Vista n 43.
~ P.ocisa-se de um eaixeiro, quo d<> fia-
dor a sua conducta, que he para tomar por
bal.uso un estabeleciinento : ns praca da
I Boa Vista 11. 32.
Vonde-seno caes do Ramos, ao pddo
riqUCS Je OOUZa muaoua SUa resi- armazem desoa, muilo bom mlllio ar-
roz, t.nlodecasca, como pilado, boaaaa-
leias de pllpiri doSol, um poiqlodecal
branca e preta, superior lenha de mangue,
propria para consumo de cozinha, por estn
dencia do primeiro para o segun-
do andar da caaa da rua Nova n.
41, e ahi offereea de novo o seu
diminuto prestimo, como adroga-
do, aoa que o quiieram honrar,
coiifiaiido-lhe a deexn dos seus
direiios.
Precisa-ae alugar uma escrav* para o
si'ric,o de uma casa de pnuca familia, de
homem nuvo a tratar na rua do Tiapicbe
Nuvo n. 44, ou quem a tirar annuncie.
jSnpnttn
c.ompra-se um riollo em bom uao : na
trave.it d. Concordia a. I,
Comer.-te uma eserara preta ou par-
da, at 12 annos de i Jado : na rua d. Cruz
11. 43.
Compra se uma renda om bom lugar, e
que tenha alfuma fregueiia : na ma da
itoda o. 52, ae dir quem compra.
' Compram-se escravos de
ambo-, os sexos, paga-se bem, ten
do boas figuras ; na rua das La-
rengeiras n. 14, segundo andar.
Compra-se um mulatinho de 11 a 16
annos de idade, assim romo um prelq de 18 j modo.
1 muilo scea, tanto a retalho, como .osen-
los, lijlos ue ladrilho, telhas e outros pre-
parns 1 ara iiedreiro : no mesmo lugar tuin
um divertiinoiito para quem goslardojogo
dabola, lato principalmente nos domingos
e dias santos.
- Vende-se um palanqun] em muito bom
uso no armazem ds rua Nova n. 87.
Vonde-se um. escrav. de nsctlo com
habilidades, sabe cosinhar e lavar de sabio,
os pretan lentes dinjam-sea rua deS. Ama-
ro por detras da rua Nova n. 24.
Preparos baratos para faxer velas
de carnauba.
Na rua da Moa la aibr.do imarello n. 31,
so dir ouem vende lodo* os preparos para
faxer velas de carnauba contando 420 for-
mas de lian ira sendo 100 de 6 em libr. e
320 de 9 em libra, 2 calderiaa de levar 3 ar-
ubas de erra cada uma,pezos de 2 libras te
2 arrobas 2 Oalancas.caixdes forrados de fo-
llia para botar sebo, liarris para dito.n todo*
o* mua prepiroaperteiicenieaaofabrico d.s
velas as-im como ae di reoelta com to las
as esplkaces lano i'i'a fazer as volas de
carnauba simples, cumo as de cooiposielo
lodo em bom estado e por prego muilo coui-
yaHk*"
MUTILADO
a 31 annos.robusto o proprio para lodo ser-
vido; a tratar com Luiz Comes Ferreira, no
Muodrgo.
-- Compram-se 2 escravascreoulas de
bonilas liguris e de 13. 80 annos de idade
na rua Direita n. 83 primero andar.
Compra-se o solfejo de Rodolpho, ou
principios elementare de msica : quem o
tiver annuncie para ser procurado.
-- Cumpram-se 4 escravas, ou eacravos
para o servido de campo: na rua liireila nu-
mero 3
Compra ae 3 escravas creoul** ou par-
das de 12 a 20 aonos : na ru. Nota n. 18.
-- Compra-se urna csciava quesaiba bem
nngommar e cozinliar, e que nlo tenha vi-
cio, nem achaques, eqoe tenha boa ligura,
agradando paga-se bem : na rua do Amo-
rim n. 25
Compra-ie um escravo mogo, mari-
nheirn eque aeja crelo: quem ti ver a 11 -
nuacie.
Manoel Alve* Guerra Jnior compra
icces do baoro desta provnola : na rua da
Cruz n. 40.
.t^AWa -> h
Vende-se o botequim e casa de pasto
sita na rua do Trapiche n. 28, proprio pa'a
qualquer pessna que se queira estabelecer
no mesmo trafico; quem pretender, enten-
da-se com JoSo Antonio Carpinteiro ds Sil-
va, no Manguinho n. 51.
-. Venia-s uma morad* de casa terrea
em chaos proprios, a qual tem duas atlas,
dous qu.it'S. e quintal murado cum cacim-
ba s, sita na rua direita dus Afogadoa. a
dita cas. lem armar,0 s para venda que tam-
bem se renda s, ou eom a mesma casa; to-
do isto por preco muilo commodo ; na ru*
Direita n. 63. X
Vendem-se 4 pipssrquiads o* forro,
propria* pal. depoaito de agordenla, por
ja estarem coilidssdeBte liquido; na resti-
liclo da rua do Rangel n. M.
Refrescos e/charopes a 5oo ra. a
S garrafa
Sendo de cpil, tamarindos, orchata, grn-
seltias. lar.nja, liino, vinigre,gommaeou-
tros minio0 vendem-so n. travessa da Ma-
dre de leos ns. e 6.
'
"*


ll-al
U ...... ^>"^H^HW"I.....I.,'
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, ni ruada Cadeia do
llecile, n. 50, vende-se brrl cora upe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por mono preco do que
em outra qualqnef parte.
familia de mandioca.
Vendem-se s.cc'.s com farinha nova, clic-
gad. ultima mente do ('.ara, a 2,000 rs. e
em lo'.e* de 10 s.ccaa para sima, 1,800 rs.,
cada urna sacca : no arm.zem e I. J. Tas-
to Jnior: na rua do Amurim n. 35. -
VeuJem-so os verdideiros selios in-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra di Senzalla Nova n. 49.
Gantois Pailhet& Compaohiail
Continua-se a vender no depsitos
f;eral da ra da Cruz n. 52, o exoel-i
'otee bem conceiluado rap arei
preta da fabrica deGantois PailhelV
Companhia da Babia, em grandes
pequelas porcOea pelo preco eslabe-;
Armazem de vinhos.
Na ra da SentalU Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos niais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 300 e a4o rs. a garrafa, e i,5oo
ai,8oors. a caada: para confir-
mar d-s a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom viulio.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as cuali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
"rollu para Cadeia, veodem-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200,1,500, 4,000 e 5,000 rs. o
cavado ; dito francez muilo superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito crdo rap,
2,800rs.; cortes de calsa de casimira pre-
ta infestada, (,000 e 0,000 rs.; dita fran-
ceza elstica, 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500rs.; sarja preta, a 2,400 rs. o covado;
dita bespanhofa, a 2,800 rs-, e outras mul-
tas fazendas por prec commodo*.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Haxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amurim n. 35.
Mnislo de iNuntua a
800 rs.
Voniie-se a historia de Simio de Mantua,
a 800 rs. : oa livraria da pTa^ada Indepen-
dencia n. o es.
CHA FUETO.
Yende-se superior cha prelo,
em canas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amoro, ri. 35.
Tuinas para enjjenlws
Na fundicao de ferro de Bow.-
man & Me. Gallum na ra do
Brum, pastando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
menfo de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 6 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com p romp i-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
g ARADOS aMEIUCANOS.
>, Vendem-se arados ame- *
^ ricanos, chegados dos Esta- 9
fe dos Unidos, pelo barato pre- J
*. 90 de 4o,ouors. cada 11111: n 1 19
J; ra do trapiche n. 8. *
**tffe**n *?*(.? fm
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de b'im escuro do purolinho a
1,4*0rs,,ditos de listra debomgosto a 2,00
rs., dito amarello a 1,800 rs. riscado de li-
nho proprio para calcase palitos a 180 rs. o
covado, panno Tino pelo a 3,000 4,000 rs. o
covado, pessas de dulas escuras co n 38 co-
vado* a 4,5 10. 5,000 e 5,500 rs., cambraia de
flores com 8 1|2 varas a 2,400 e 3500 rs. a pes-
sa, lentos do cambraia de linho a 400, 480
e 560 is. pro>rios para mao. riacados sssen-
tailos em algodSo muito encorvado propnos
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado
zuarte azul com 4 palmos 200 r. o cova-
do, e multas mais fazendas por prego com-
modo da loja cima referid.
l'otassa americana.
No autigo deposito da cadeia velha, n.
1S exista urna pequea porrjSo de polassa
americana, chegada recenteinente que por
superior rivalisa com adajtussia: vnde-
se por preco razoavel.
Novo soi tmelo de fazendas ba-
ratas.
Na rus do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia vendem-se pecas de niada-
polo largo muilo Uno com pequeo toque
de auna a 41/500 a pec,dita limpas a 2 400
rs., pe;as de cliilade cor lixa a 4,500, 5,000
5,500 e 6,000,riscado de linho a 180 is. o co-
vado, lencos trancos decassa a 160 rs., ditos
de cambraia de linho Uno 400, 500, 600 rs.
cambraiasdo cor lixa p.dnics modernos Coni
7 varas a 2,500 rs., merino prelo suprior a
2,800, 3,000 o 3,800 rs., dito selim a 3,600
rs. o covodo, e outras multas fazendas por
preco commodo.
Bom e barato.
Vendem-se pelo diminuto preco na ra do
Crespo n. 10, luvss cumpridas de pelica en-
feitadas para scnbora a 2,000 rs. o par,peca
debretaoha depuro linho com 5 varas a
1,800
Moeutlus superiores.
Na JoodicSo deC. Starrat Companhia,
em S.-Amaro, acham-sca venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
ronstruccSo muilo superior
Deposito de cal virgem (cabera de
carneiio.)
Na ra da Cruz n. 23, armazem
de assucar da Viuva Pereira da
Gunha : vende-se superior cal, a
mais propria do fabrico de assu-
car, e por preco rasosvel.
Vendem-se relogios de ou-
Bom 3 barato.
N loja da ru do Crespo n. 10, vendem-
se pililose casacas de brim de linho 4,000
rt Chale* d seda a 4,000, 5,000 o 6,000 rs.;
cseas para liabadu a 240 rs. a vara ; manli-
nha de seda para menina a 640 rs. cada
urna ; cortes de gambriOes de cores para"
calca a 1,000 rs.,..e outras muitas fazendas
que se vendem'por todo preco.
Vendem-se nojbecco do Gongalves, ar-
mazem de ueana Youle & Companhia, meias
barricas com superior farinha de trigo.
A Na loja da rus do Crespo 11.10, vendem-se
pelo diminulo preco de 1,500 rs. cada um ;
lindos chapeos dosol.de panninbo bem en-
felados, para meninas, obra prima ; a el-
le* antes que se acabem.
lxpii-.no da lubrica de Todos oa
Santos na liahla.
Vende-se,emeasa deN. O. Biebert C.,
oa ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
qnollarabrica, muilo proprio para saccosde
assucar eroupa de escravos, porprecocom-
moflo.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Recite n. 13, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sini como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ru de Apollo n. 6, armazem de vjc. Cal-
niUDl&c Companhia, acha-ae cuiisiaueineute
boca aorlinienioa de una de ferro coado t
batido, tanto rana como tundas, moenda.lii-
eliaalodaade ferro para animaea, agoa, ele,
dllas para armar eui madelra de todoa oa ta-
annos e inadcltoa o mala moderno, machina
liorlsontal par vapor, oom forja de 4 oaval-
loa, coucoa, paiaadelras de ferro estanhado
pata caaa de pulgar, por menoa preco que 01
de cobre, eacovena par navioa, ferro inglez
lamocm barraicomo em ircoafolhaa,eludo
por barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
KUA DA SEZAI.LA NOVA .N. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sort-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas d ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
* farinha de mandioca *
' j. Vende-se, por preco nsoavel, la-
".j. rinba de S. Msiheus msis nova ^
: > que existe neste merca lo : nu ra ^g
:> da Cruz n. 34, dtronte da I ingoeta. <
AAAAAatAAAi AA-JiaS* I M I %
Algodo para loupa de escravos
Vende-se algodSo muito encorpa 10, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda ; dito
lirupo a 180 rs. : na rita do Crespo n 5.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para rograr hortas
o baixas decaplm na (undic.au de Bunmaux
& M. Calbem: na ra do Brum rf. 6, 8 e 10.
Deposito de panno de algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhta.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
do desta fabrica ; em pes.a-, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na (undir;Bo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-searadosdeferrode diversos mo-
delos.
Surtes a ao rs.
Na livraria da prtca da Independencia 11
6e8, vende-se papel em sorles impressos,
para bomens e senhoras, muilo lindas e a-
propriadas, para os das de S. Antonio eS
Jo3o, a 20 rs. cada um papel.
Vendem-se amarras de ferro: ns "la da
Senzalla Mova n.42.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade da Viu-
va Koina a qual est montada ,
4
Os 18 voluntes dos Miste-
rios do'. Pv, por E.
Slie, a 800 rs, cada vO*
liue.
Vonde-se na livraria dq paleo do Collegin
n. 6, de/oSoda Costa Dourado.
lie muito fresco.
(tap de Lisboa, rhegado ltimamente,
40 rs. citan : na praca da Independencia,
loja n. 3.
Palitos fettos.
Continua-se a vender palitos fritos 9
r dx supe'ior panno e da ultima moa, 4
(j. por preco muilo commodo : na ra A
t do Queimado, loja do sobradu ama-
relio n 28.
tanto de bons lypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
rios a una boa typographia : tra-
ta-se com a proprielaria na ra
da l'raia n. 55.
O ENCONTR
modinha"" ^b vianada
& 4 ~
t > '
' / -t* <
Compendio doloroso.
Vende-ce p compendio doluroso.que contcm
o nfDcio de Nossa Senhora da* Dores, modo
de resare offerecer a e.oroa, setenario, e 011-
tros muilos exernicios de piedade o devo-
Co.segundo o uso dos lu. PP. Capuxinhos,
a 320 rs. cada um: na livraria ns. 6 e 8 da
prsca da Independencia.
-- Vende-se urna cabra muito boa de le-
le, com cluus fllhos, urna cabrita j taluda,
e um cabnlo, um cameiro grande que pude
servir para um menino, e urna ovelha com
dous caineirinhos muito bonitos ; no prin-
cipio da estrada dos Aducios, primelio silio
do lado lili rilo.
Vendem-se as seguintea sementes :
nabos,rahunos, 1 abneles encarnados e bran-
cos, tobla, couve trinxuda alface ala-
roa, repulbuda, chicoria, seooulas, frijto
rar rapa lo de tres qualidades, ervilha tona e
diieila, fava, coeutro de tuuceira,, salea, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
sabois, e musanla : na rus da Cruz n 46,
defrome do Sr. doulor Cosme.
-- Vndese um selim com arreios, em
bom uso 1 na iub do Queimado loja n. 13.
y Vende-so urna preta de meia idade,
muilo sidia, prupria para todo arranjo de
urna casa, e lava muilo bem de brrela : na
ra do Ciesi o i, 21.
Lotera de Nossa Senhora do
ho7.il! O. .
Os hi Hieles desta lotera acham-se a venda
nos lugares seguales : botica do Sr. Ilureira
Marques alono da lloa- Visla,loja do Sr. Vi-
na lo, pin cu da Independencia, loja do Sr.
Fortnalo; e largo do Livramenlo, botica
do Sr. Chagas. As rodas sndarSo por todd o
mez do julho, po>cm se a venda for conti-
nuando com a influencia que tem tido ues-
tes dias, o lliesuureiro marcara o dia 23 do
corrcnle mez para o andameuto das mesmas
rodas ; s depende da prompta vooda do
res'o dos bilbeles; e por isso pede o tliesou-
reiro aos amantes destejogo queconcorraai
a comprar o restante dos mesmos burieles,
alim de que se reaiise o novo projecto;cer-
to deque com elle leremoe dinheiro fresco
psra pdennos festejar o glorioso senhorS.
J0S0 llaplisla.
Vendem-se duss canocis novas, sen-
do urna de bul e uutra para cavallo, atsim
como una mesa grande do amarello, de ps
torneados, e urna commoda grande, lam-
bem do amarello, ludo bem construido, por
preco commodo: no atierro da Boa-Vista
n. 27.
Novo livro de sortes.
Vende-se um novo livro de sortes com mui-
to lindase engrandas sortes para as noites
de Sanio Antonio, S. Jo3o, e S. Pedro: na
livraria do paleo do Collegio n. 6 de JoSo da
Cosa Honrado.-
Na loja de seis portas.
Troca-se por sedulas alguns alcaides que
quer acabar dias a seis vnicos, sete, e
un-i.i paiac.i, o covado; tambero vende-se
a douslustOes, chitas propnas para o uzo
de casa, sendo bonitas e de titila segura;
iscado francez a meia pataca, o covado;
lencos blancos com flores nos culos a
dous luslOes, proprios para mo'dc senho-
ra, e meninas ; lencos de seda pegenos pa-
ra meninos a sello; chapelioas de palha
franceza para eufritar com fitas, a sinco pa-
tacas, e outras muitas fazen las que quera
cabar.
Bogias de cera de Lisboa
Vende-se bogias de cera de Lisboa, da
melltor qualidade que tem viudo, de 4, 5,
6 e 7 em libra, pelo diminuto preco de
1,280 rs cada libra : ua ra do llangel, loja
de cera o. 1.
Lotera do Rio de Janeiro.
aos 30:000,000 !: 10:000,000 e ns.
Na praca da Independencia n.
i3 e i5, loja de calca Jo do Aran-
tes, e na ra da Cadeia do Kecife
o, /((i, loja de miudezas de Jos
Fortunato dos Santos Porto es-
l3oexpostosa venda, bilhetes in-
teiros, meios ecautelas da 3i. lo-
tera a beneficio do Monte l'io,
<{uecorreu no dia odejuuhodo
corren te e espeia-.se a lista da
mesma 110 dia ao do corrente, pe-
lo vapor da companhia brasileira,
ou no dia 31 do dito mez, pelo va-
por inglez Tay ; sao pagos todo
os premios que nelles sahirem sem
Vende a verdadeira graxa americana
de Jame* Masn em latas. Esta graxa he
a mais prompta e econmica para limparo
calcado, torna-lo macio, de manelra a nio
cnenmmodar oa calo* ; usim como em
lempos chuvosos, impede a humidade, ten-
do a virlude de lustrar o calendo malhado,
qualidade esta que uo ge encontr em ou -
Ira qualquer graxa. He a nica usada nos
Estados Unidos, Mxico e outros estados do
Norl'America tendo ltimamente tido tal
aceitado na Europa qoe seu autor nSo
duvida ser logo quasi a nica usada : ven-
de-se no armazem de Vicente Kerreir da
Costa, na ra da Madre Dos, e de J.J. Tas-
so Jnior, na ra do Amurim.
_ Bom e barato com dinheiro i vista.
Vendem-se na taberna nova do aterro da
Boa-Vista, pintada de azul n. 49, e na ra
da Aurora o. 32 o seguinle :manteiga in-
gleza a 640 r*. a litira.ch do meihor a 2,240
rs., dito a 1,920, dito prelo a 1,920, lem ties
embrujos chinezes a libra, o embrulho por
640 rs as-ucar refinado a 100 e 80 rs., cho-
colate de Lisboa a 320 rs.. caf a 160, esper-
macole a 680e640rs., dito de composico
a 560 rs., velas de carnauba a 300 rs ca-
tanhas piladas alOOrs, nozrsa120, atroz
a lOOrs leiria a320, macan So a 240, estre-
liuha e lutria lina propria para sopa a 400
rs .sevada a 100 rs sevadinha a 160, tapio-
ca a 80 rs., aramia a 120, bolachinha ingle-
za quadrada a 240, dit, grande a 200 rs., de
arar uta a 480, sabo amarello muito duro a
120 rs., louoioho a 160, alpiste a 800 rs. a
cuia, cha hyson a 560 rs., e outros mu tus
objecios por diminuto preco ; deludo se da
a amosira aos freguezes que liverem vonta-
de de comprar.
Venoe-ae'uma rrobilia de jicaranla,
constando de I4cadeiras, 1 sof, 1 mesa re-
dunda, 2 banquinhas de columnas, 2 cu lej-
as de ha lauco, todos os objeclos novos e de
bom goslo : e I duzia de cadeiras de oiogno
omaisrico possivel, 1 par de mang
vidro bordadas, 1 dita lisa, 1 par de la
as hu dadas, 2 pares de jarros, I cm
va do amarello com colxOeso t'abeceiro
da nao foi servido, 1 mesa de engoomar; Antonio Joaqun) Vidal, ni
com gaveta, 1 cama de vento, 1 rico piano Recife,
SALSA PARRILHA
DE
As numerosas experienciasfeits* como
uso da salsa parrilha em todas as enferml-
dades,originadas pela impureza dosangoe,
e o bom xito obtido na eorte pelo IIIm.
Sr. Itr.Sigaud, presidente da academia im-
perial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, e em
sua afamada casa de saude n* Cambo*, pe-
lo IIIni. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, me-
dico do exercito e por varios outros mdi-
cos, per miltnm boje do proel amar al lamente
as virtudes eflicaies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa coniem tinas libras
de liquido, e a salsa parrllha de Urialolbe
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-sea 5/000rs. o vidro oa botica do
Sr. Jos Mara Concalves Ramos : ra dos
Quarleis pegada ao auarlel de polica
- Vende-se urna preta creoula, de 18 a 20
annos de ida.de, cozuiha, ongumma, cose e
faz labyrintho : no Forte do Mato, naiua
do Cordoniz, venda n. 8.
Na loja de seis poitas
Continua-se a trocar por sedulas, fazen-
das msis em conla do que cm uutra qual-
quer loja. Vende cassa de quadros a 200 rs.
a vara, alpaca de quadros propria para pa-
litos a 400 rs. o covado, cassa preta a 1*0 rs.
o covado, lencos brancos para mSo de sc-
nbora a 240 rs chitas a 140 e 160 rs., e di
amostras.
Vende-se o engenho denominado
Cuantu, -silo em Porto Calvo, provincia
das Alagoas, com todas as obras de pedra
o Cal, a saber, casa de engenho, dita de
purgar, um ptimo sobrado, novo e moder-
namente construido, e urna capell* nova,
futa com todo o goslo e ceio. Aloi des-
tas obras lem mals urna serra d'agua, beu
montada, eduas hurta* com muilas frulei-
rs. Quem pretender, enlcmia-so nesta
piaga com Antonio Buarque deCusmSo, e
em Porto Calvo com Manoel Pedro do Jess
e Anloniu Corlbo de CusmSo, proprietarius
do dito eng iihu
Seguranca para poitas
f rentas para farinha.
Ha fundicao da Aurora em San-
to amaro, eno depozito da mesma
na entrada da ra do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar lariuhade mandioca, e
outras para espressSo do oleo de
mamona, "de urna invencao intei-
ramente nova. Os annunciantes
jiaoliesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua invencao sao
superiores a ludo, quanto at aqui
tem apparecido neste genero, re-
unindo agrande forja depressu
a maior sitnplicidade de construc-
9S0, e facilidade na operacao, o
que faz com que difilcilmente se
possam desarranjar.
Bejouteras.
Kalkmann IrmBos ra da Cruz o. 10. rece-
baran pelo ultimo vpor inglez um novo
so tmenlo de obrs de ooro o mais bello
que lem vindo aqui como sejam; inteiros e
meios aderecos, brincos, alfinetea, o brace-
letes com perolas, e sem ollas de todas as
qualidades, botdes para camisa, eculete,
corrente* para relogio, anneis, canelas para
Mis epennas d'ouro, de Jaes, voltase brm-
quinhosde cores, vidro e ouroproprio,cura
meninas.
Arados da fabrica dos Srs. lanos-
me e May
Proprio* paranlantar e alimpar canni de
dilTflrentesmodVllose feitos na mais acredi-
tada fabrica na Inglaterra ;sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,o proprio para plantaren qualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
0 bico, aivecae sola desles arado* pas-sm
por um processo que da-lhea consistencia
do ac temperado da maneira que silo de
mniu duracSo, alm de que tem bicos de
sobre-excellente: n ru do Trapiche n. 14,
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da ra do Collegio n. 18, conli-
nuam-se a vender as verdadeira* e bem
conceiluadas pilulas para bobas, cravos so-
da Cadeia do
de Jacaranda, de mesa, novo e de encllen-
los vozes ; na ra das Flores, casa n. 21.
Deposito de cera de carnauba.
Vende-se no armazn de I. R. Andrade &
Companhia, ra da Cruz n. 19, muito supe-
rior cera do carnauba, em porcSo o a reta-
llio, por preco com'i odo.
~ Veodem-se seis escravos, sendo um ca-
sal, um bonito escravo com ofllcio de carpi-
na, iluas escravas de bonitas figuras cum
habilidades, urna dita de servicode campo ;
ua ra Direita n, 3.
Vendem-se os dous sitios do Macambi-
ra, Ao lugar dos Remedios, ou um s ; quem
os pr. tender falleao-lenente-corooel Manoel
Joaquim do Reg Albuquerque!
mmmmmmmmmm mmstmmwmmm
Bom e barato.
Palitos feitos, verdes e pretos.
Na ru Nova, n. 26, tem para ven-
der palitos de panno a 20,000 rs., co-
lotes de selim ir.-lo de Macio 5,000
rs., fazendi muito lina, ditus de fus-
ta o a 2,560 rs. cada um
Vendem-se duas prelas sadias, urna =>=>. w
engomma e coslnh, e outra cosinha, ira-1 wmtWWmW>$9 W&WWKWWQH da Cruz n. 49.
publico c principalmente ilealgumas pes-
soasque n3o cstejam ao alcance, o conhe-
cimento das verdadeiras pilulas, se faz pu-
blico por este aviso.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade: vende-se no arn;n
.em Kalkmann IrniSos Kua da Cruz, n. M
Vende-se a verdadeira agoa
mineral chamada Selters VVas-
ser e urna pequea pondo de
charutos da Bahiu : em casa de
Le Scholer & Companhia, na ra
Tachas de ferro.
bas fazem todo o servio de cass, e s.lo ven-
ne35'loja'8 "" D rU$ ,,,g* d """'"i Vendem-se cortes de cambraia, de cores N. fundlcBo da Aurora em Santo Amaro,
flii'm nra ran fix* Pelo barato prejo de 1,660 rs cada um; e tambera no deposito na ra do Brum logo
ae- !"""'*"< ruado Rangel n. 8. na entrada, e defroole de arsenal de mari-
1,60o.
Vendem-se corles de esmhraias de cores
aixas para rape. na loja nova da
Venleai-se s bem coohecidas caixas de Vende-se urna escrava"; na ra da Co- n" 'hVsVmprVum' 'grande' sort'i'meno'de
chirredoAraciiy, imitando as de tartaru- ran 25. tacha* tanto de fabrica nacional como es-
ga, e por muijo commodo preco : na ra Vende se farinba de mandioca de Mu- trangetra, batidas, Tundidas, grandes pe-
larga do Rozario n. 20. ribeca ou mag, a meihor possivel para me- quenas, razas e funda* ; e em ambos os lu-
A' bella rapaziada. s>, que jos de qualha do certao, queijos de gara* existen guindastes, para carregarca-
Naloja da ra do" Crespo n. II, do bem Sral".''! Holland baatante frescos, caf do noasou carro, livres de despeza : os precos
conhecido baraleiro, vendem-se livros de "'o.tudo mullo en conl ; no caes d al- sSo os masi commodo*.
fandega, armazem n. 5. Casa de commiss3o de escravos.
Finissimas navalbas. Vendem-se escravos e recebem-
V*ndem se pavlhas finas para barba, ^s 8e e commissao, tanto para a Dro-
melhures que lem vindo a este mercado,pur / r
preco commodo; n* Inja de ferragens n. 56 vincia como para lora delta, para
direito, em francez e portuguez, e tHilhem
um rico diccionario frano-z e potluguez,
conposto pelo capitSo Manoel de Souza,
augmentado por Joaquim Jos da Cosa e
S*. 2 volumes; a obra de breviario, nova
ediccSo, 4 volumes; historia sagrada, nov
ediccJo de 1850, i'or Roqueite; e utros A ^ Antnn.o Joaqnim Vidal, na ra da ta* oque se offerece multas garantas
z:^:^!;z;^ rderiator briDzSo> brin.%e ase1usdonos--.naruda Cacimf'
cir_ ""iiMin i" meias lonas da Russia ; no armazem de N. 11. |i, priniciro andar.
Vendem-se nos Afogados, na ra de S.
Miguel, dous sitios ; um com casa soQVivel
de viven la, frucleira*, lugar para criar vac-
0. Blebor & tompanhia,
n 4.
Verniz de
na ra da Cruz
gomma copal ,
cas, e baixa para capira ;~outro menor com contina a vender-'st: a 1,600 rs.
cacimba frucleiras ecapim: quem pretea- 1 j.
derdirija-se ao Sr. Jos Januario de larva- a gITala : na botica da ra do
Iho, na ra do Hospicio, casa do desembar- Bangel, que foi do finado Sebas-
8lVS*re's.e|irefln.do em barrica tiS ^ de Oliveira Macedo.
Oleo especifico para curar a
de tros arrobas e meia, e a retalbo, por pre-
co commodo : na botica d* rui Direit*
na
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catbarina a 2,"-"
is. : na ra da Praia de Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Na ra do Araglo n. 19 vendem-ae 1
quarlaos muito bons, pira todo servico.
-- Vende-se um mulato muito bonito, de
18 annos de idad, 1 un noleque muilo
lindo de II anuos de idade : na ra dolvi-
xoto n. 19, se dir quem vende.
Gesso.
SS^ al^ A'SiSnft I'C botica da ra do Hangel n. 64 ,' l(-^.VD^d^SSWd ''
240 ra.dum.e de Soo jardas, 640 rs.. por menos preco do que em outra n,firn.r.u?"J53-h,,ler*Co"p'*
zerro frade-z a 3,000 rs. 1 pele, couro de |,. ,. I 1 ;.. l""*""'
uro a 2 210 is., ssp-tos de couro de la- q"alquer parte. Livros em branco.
i.i. ii.c.....aeliColltiei,
tracas taos como as que linlia,
Nunca mais encontrarei.
uanuo me vio. .
Deu-me urna flor,
K dentro dell
Sopro de amor.
l-.si.-i nio Imlia lem Squadras, e para cada
orna seu estribillio dill'ernnle. A muzica he
do insigne artista pernambucano, oSr. P.
N. Bapiisia. Vonde-se na imprrnsa de muzi-
ca d ra bella n. 28, para piano a 640 rs. e
para violSo a 500 rs.: nesta imprema se im-
prime com perleico qualquer obra de es-
tampada, como sejam, letras, conhecimen-
los, cartOes de visita, tarjas, registos, etc.
l'ecliincha.
Na loja da ra do Crespo n. 10, vendem-
se chitas, com um pequeo dcfeito, ru id.- do
cupim a loor, o covado; ditas limpas
120,110 e 160 r*.
Vende-se urna bonita escra, moca, p-
lida de poucos dias, sem cria, com bom
leito e muito cannhosa para criar, e sabe
bem engommare oozinhar o diario: na ra
do Cotovelo n. 75.
Vende-se muito superior
farinha de Santa Catherina a dous
mil rs. a sacca ; na ra da l'raia,
aimazem de carne n. 10.
Sementes de horlalice
descont algum.
bilhetes inteiros*
Meios
Quartos
Di I a vos
Vigsimos
32,000
11.000
5,5oo
2,800
1,3 JO
Vendem-se chapeos envernisadoi,a-
m 18o de ouro e prala para os mesmos,
t? por commodo preco; ua puca-da In-
40 dependencia n. 17.
- Vende-se pelo diminuto preco de 1,000
rs., explicacOes de syntaxe e aviabas da
graojjmatic, latina de J. V. C de Muura.para
os estudsntea principiantes apienderen
com mais facilidade; na encadernaclo par-
ticular do bico do Sarapalel.
Kua do Crespo n. a.
Vende-se panna preto ede cores.muito pro-
prio para pililos, por ser muito leve e boni-
ta* cores, pelo preco de 2,000 rs. o covado
rom duna iarguras.
-- Vende-se um casa terrea sila na Sen-
zalla do Desterro em (lirada, junto a casa do
Sr. CaUo, a qual lem dus talas, 4 quartoa,
cosinha fia, quintal murado, e um teireno
contiguo ao mesmo quintal ; os preleuJeo-
les podem dirigir-se a luja n. 6 da ra da
Cadeia do R.cife, onde e trata desta venda.
Vende-te um oegro acabralhado.de bo-
nita figura, de 30 e lentos annos de idade :
oa ru* da Cruz n. 52, loja o 26.
Vende-se um moleque creoulo de 16
auuos de idade com excellante figura, sem
vicios nem achaques, sabe trtlar de caval-
los, e ten principios do bolieiro; a tratar
caspa, contina a vender-se,
'-- Vende-se na loja de clcdo e miude- ra do Hangel n. 64.
zas do aterro da Boa-Vista n.78, muito su-: Salitre refinado, vende-se 1
Eenor linha '
rn
de 240 1
hazerro
lustru ------------
irn para s'niiora a 1,000, e 1,600 rs. o par, lnteressante para os prop leanos Vende-se em casa de Kalkmann IrmSos ,
llvel'S para rpalos a 120 rs a duzia, alfine- j nasina o* ru da Cruz u. 10, livro* em branco che-
tes de ferro para armadura 1,600 rs. a libra. ,, titnuo. gados pelo ultimo navio.
- Veniem-seum missal, uns breviarios Vende-se um negro moco, ro- CLKA EM VELAS.
rocanos, em 4 tomos, um diccionario lati- busto, de bonita figura e perito ma-1 Vende-se cera em velas d<
no, obra de moral em lalim, em 7 tomo, 6 m l m veas, aas
seu autor Coliet, cathaisto de Monteplier, rinheiro : na ra do lrapiche-Wo- melhores fabricas de Lisboa odo
5m.5 H !,.rnaLeflc' e(n Prlu8u6f- l0- vo n. 16, segundo andar. R0 de Janeiro sortimeutos mu-.
dos em bom uso, e por preco commodo; na venile-se urna r mor nuilamlei. "-*
ru. d. Concordia n. 4 if e S^^tMSS'ST^ to vanado, e a precos commorJos :
- Ven le-sc um eavallo, com lo los os an-
dares, esl em boas carnes, e he ptimo pa-
ra viagem, por ser muito furto eesperimen-
tado, d-se por preco commodo : na ra do merB*0ro de LlTba,"tUd Te superior "q*. I
Hangel n. 56. lidade, por preco commodo : na ra do A-
- Jos Paulino da Silva vende par. p.ga- p0|)o trmw n. 18> de T.rioso & Com-
mento de todos osseus dbitos a posse do jin,,(.
'servico de una ca-
sa : na ra da Senzalla Velha n. 110, edi-
ta quem ven le.
-- Ven lem-sa linhas de roriz do Porio, e
latefica em poriuguez, lo- vo n. 16, seeundo andar.
J, e por preco conmodo; na Vende-se urna negra moca, quil
_ ,, eentende de tolo servico de u,
na ra do Yigario n. 19, segundo
andar e&criptorio de Machado -\
l'inheiro.
Vende-se vinho de champa-
nlie legtimo e de superior quali-
dade : ni casa de J. Koller &
, nsi ui taipa urna poreflo de livros, em poiluguez e fran- p __ ,; 1 ri
ago.de beber, Cez, osqu.es .evendem por peco exlraor- LompanlV na ra da Cruz n.
adodelimao; dinariamente barato, a quem asquizercom- 55.
n./>1n rlH tunta *
prarporjunto. Charutos da Baha.
Vendem-se charutos da Babia,
de diferentes qualidades : no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na
ra da Cruz n. 10.
- N. ra do Collefflo, loja n. 3, existe
sitio aonde mora,na oslrada de Joo de Bar-
ros, com bastantes arvoredos, caga de taipa
bem construida, cacimba dea
e Ierra* de plantar, todo cerc
e juntamente um escravo de nac'o de meia
Idade, sabe tratar de jaccas, tirar leile, e
bom irabalnador de enco.de, emende bem. "* emedlO especial p3ra DOU-
de todo e qualquer servicode campo, sem bas c era VOS seceos contina a
vicio de qualiiade aUum.o aue se aliatica. .._j__. __ u ..:__ j
tendo smente alguns achaques, porm que ve n.io incommudam a saude por terem sido Hangel, que foi do finado Sebas-
bem curados, e por isso d-se mais em con- isn | j- f )livirM .M.-ired .
la : quem pretender ilirija-so ao mesaosi- ,0 J"8^ e Uliveira Macea.'.
brande labrtca de chapeos de sol,
to, a fallar com o mcano dono cima.
Vende-se o meihor cha pre-
to, de ponta branca, que tem viu-
do a este mercado, em caixas de
ia ip libras; assim como um
oculo de ver ao looge,j usado ,
mas com muito bons vidros: na
piara do Corpo Santo n.
de J. Falque na do Collgeio
n.4.
Nesto novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sol dos ultimo* goslos, tanto de sed* como
de painho para homens. e senhora*, de ar-
niacHo de baleia e de asso que se venden
por menos preco que em outra qualquer par-
te; grande sortimento dechamalole, sedas
d todas as qualidades, muito novas, vin- ..
ro eprata, patente inglez: na ruaH-*1deLlsD0 Por menos que em outra 01 ra Nova, luja novdo8r. Aodiade, na
da Senzalla Nova o. da. ?.q,"'uer ,p"le: "* rua dCni*. atr* do quina que vira para ru da Camb* do
'coipoointo, q. 62.
Careno.
Vende-se um preto, proprio para todo e paninhosem pee* do todas as cores equ-
o servico, por ser muito robusto, tambem dades para s pessoas que quizerem man-
aabe cuzinhar, o qual se vende por commo- drcobrirrmcOes servidas. Completo sor-
do p'reco : oa rua do Queimado, loja n. 32.: tmenlo de baleia* para vestidos espartilhos
Mercurio ftrt ennor""> '-nv-e umbellas de igreja e
v.na...m.., i 1 I concerta-seqnalquer qualidade de chapeos
Vende-se mercurio de prime,,-, wrte: em | de 80ltodos osobjectosacma mencionados
11 se venden em porcBo e a retalho, por preco
E sera vos fgidos.
casa de Augusto C. de Abreu :
Cadeia do Kecife n.48.
Vende-se um sobrado de um andar e
sillo, em urna das melhore* rua* da Boa-
Vida, construido, ha pouco lempo, com
toda a solidez e perfeico com cantara de
Lisboa, grande quintal, murado e plantado
do arvoredos, estribarla e cacimba : oa rua
da matriz da Boa-Vista u. 26.
3ue (gradaraaos freguezesa visla da qnali-
de.
Em cosa de J. Keller & Com-
panhia, acba-se a venda vinagre
branco, superior de Nantes, em
barris de 36 medidas.
Iiesappa reeeram do dia ao de maio pro-
simo lindo, do engenho Quitinduba, dous
escravo* creoulos, ambos 11101,-os, um de li-
me Bernab, cor fula; outro de uone Agos-
tinlio.sem barba; quem os aprehender man-
de-os entregar no mesmo engenho.que sera
recompensado por seu seuhor Jos Cesar tje
Mello Marinho F.lco, ou popseu pai o Sr.
Jos Antonio iluniz.
-- Esta fugiJo um moleque creoulo por
nome Miguel de idada 15 a 16 anuos, levoo '
un laboleiroem que venda laranju, man-
dioca e macaxeira, e vestido calca de algo-
dSo de listras azues, e camisa de algodSo
branco de mangas curta*, eainda cum um
gancho no pescoco da primeira .fgida :
quem o pegar e lever a seu senhor, 110 seu
sitio no principio da estrada dos Aulictos,
qualquer boro, ou na rua lo Trapiche No-
vo n. 18, segundo andar, das 9 da maobaa
al *s 3 da tarde, sera recompensado com
generosidade.
O
MUTILADO
>EM. :Ttp. de M. F. di F.ria, 1852.


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