Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03682


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Full Text
AniioXXVHI
Quarta fera 9
deJunlio de 1852.
N. 128.
DIARIO DE PEMMBMO
vbbqo a auBOBxrglo.
Pili,* EN TI) ASUHTIDO.
.trlme.lr............. 4/000
or.emestre............. 8/000
Por dbo........>..... 1S/000
PioODsnrao DonimiTii.
*oi quatte............. V5**
OTIO1A DO 1MFCn 10.
fui.... a-' >'r Malo. Minas... 14 de Malo
.l.tanhao 21 de dllo 'S.Paulo, a de dllo j
l',.r,i ..28dedlto. la. de J.. 36 de dllo
Parahlba 24 le dito Hahia... 4 de dllo
DI A. DA aBMANJ. ADDIIIICIAS.
7 Seg. Roberto.
8 Tere. S. MailmiDO.
uQuart S. I'elagla.
1" Un i ni S. .! Fes-
tl do Si. Cr|, ) C.
Julio da OrfhSo
J, eS. a 10 huras.
I. rararf" cil.
3. e 6. ao melo-dla.
Fatenda.
llSett. S Barnabc. i. eS. s 10 horas.
l2Sab. S Juo de 8.1 2. vara do civtl.
facundo, 4. eaabadoaao melod,
13 Dom 2 drpola do! KtlfHo.
Espirito Santo. {Tercas e sab-doa.
FUMAR IO K*.
Cretcente 24, aa horas e 28 minuto* das t.
Chela a 2 ai 4 horas e 7 mlnutoa da tarda.
KlngoanteO, aoa 46 mlnutoa da. tarde.
Nora 17, aa 2 horas 28 mlnutoa da tarde.
na ama > hoja
Priinelra s 10 horas e 6 minutos da maosa.
Segunda s ii. horas e 3o minutos da Urde.
BABTIBAt BOA OOBBIIOI.
Qolaana e Parahlba, ia segundas e seitas-
felras.
Rlo-Grmde-do-Horte Victoria as quintas
(elraa
Bonito,Cmara, e Oaranhuns no ic 15decada
msi.
Flores, Ouricury, Exu e Boa-Vlita 13 e 28.
ulinda, lodoso das.
Todos os Correros parlemaornelo-dia.
ATOTICIA8 AS
Portugal 11 de Abril
Hespanba lo de dito
Franca .. i3 de dito
Blgica.. 2 de dito
Italia.... 3 dedito
Alemanba. 4 de dito
Pruasia ... dedito
Dina merca 30 de Marco
Rsala... 3l de rHto
Turqua. 36 de dito
Austria..
Sulssa....
Suecia...
Inglaterra
K.-I nidui
Mxico...
California
Cbill.
buenos-A.
Montevide
1 de Abril.
i dedito,
3&de Marco
7 de Abril.
20 de Fevr
31 de Janr
2 de Marco
2< de Fevr.
6 de Marco
o 5 de Ma.o
cambio Bt 8 BB Jt7MBO.
Sobre Londres, a 27 por d. t/000
Parla, 345
> Lisboa,100 por canto.
METAEB.
Ouro.Oncas hespanbolas............
Hoedas de 6/400 velhas-----.....
de 61400 ora..........
de4/000................
Prata.PatacSesbrasileiros...........
Pesos columnarlos.....*
Ditna mea canoa.........
16/040
16/000
9/00*
lit
1/920
1/800
PARTE OFFICIAL
RELATORIO DA REPARTIDO dos nego-
cios EVTRANCEIROS Al'KESENTADo *'
AS-tF.MBLEA CERAL LEGISLATIVA KM la
D3 COR RENTE.
(Exime to)
PARTE POLTICA.
TllAFICO.
0 governo brilannico tem-se recusado a
revogar as orden dadas aos cruzadores Pi-
ra faz'rem visitas o apresamentos no* nos-
humos mares terriloraes e portos.
I'ara isso tem allegado que, smenlo de-
pois do emprego de laes medidas e de vinle
anoos de insistencia e de inuleis osforcus
Jasua part1, he que o Brazil tomou a ef-
ectiva resolucSo de reprimir o l.alien.
Que nilo ten lo sido cxeculada a conven-
ci de 23 de novombro de 1826 pira a ex-
lincco do ['alien, e a lei de7 do novembro
ile 1831 p ir um ISo largo trato de lempo, a
existencia de urna nova lei e regulamento
u3o lie batanle para que o goveruo britan-
iiico d"Ssta de medidas, s quaes quer al-
[rihuir exclusivamente os resulta los lti-
mamente colhidos na reprossSo do trauco.
Entreunto o governo brilannico e os
inosmos que msis tem sustenlado essas me-
didas violentas e altonlalmias, nSo tern po-
dido deixar de reconhecor que as adoptadas
ltimamente pelo governo imperial o a sua
execucSn tem pro.luzido resultados alia-
mente satis'aclorios, portanto que o go-
verno imperial tem cumprido lealmenle a
Ma palavrs.
Ha Iiiiii pouco lempo disse lor I Palmera-
Ion no pin .-.lenlo, la/ -11,1,1 lima exposicSu
,1o estado em que deixara os negncius.o se-
guinle : Vamos agora ao Brazil. Com o
flrazil cooperamos agora no gran o ohjecto
da repressSu do trauco ; e esse obejeclo I ii
conseguido ISo plenamente, que ao passo
que em anoos anteriores o numero de es-
clavos importados no Brazil monta va
porsuspeilas. Julgado ma presa em pri-
meira instancia, fol julgsdo boa presa, e
c-imo tal con lemnado em segunda.
Barca Abgsmo de Hacei, apprehendida na
barra do Poxim (Alagoss) porsuspnitas, Foi
julgada ma presa.
Brigue Sogas ou antes os restos que esca-
paran) ao incendio, lancsdo pela gente que
o l-ipiiliivd, um Cabo Fro, na prals do Poi
Julgado boa presa em primeira e segunda
inst nt-i -, e como tal con leainado.
Hiale 7'res Amigos, julgado boa presa em
primoira e segunda uislancias, e como tal
cnnileiiiii .,1o.
Brigue sem oome, encilliou entre o pon-
lal da barra de S. Matheuf e Marineo', pre-
cendu ter (ido abandonado por etnpregar-se
no trafico. Ha llovidas obre o seu destino
criminoso. Esoedacou-e,
entrou em Drocesso.
Hiato Sociedade Felii, appreliendido em
Itapcmerim.e abandonado, fui levado pata
o porto da Victoria, onde foi queiioado por
ordem do governo.
Palliabole sem nome, apprehendido em
Manguinhos com Africanos pelu vapor de
guerra Ikania, julgado boa presa em pri-
moira e segunda instancias foi como t>
condemnsdo.
Palliabole Segundo, apprehendido pelo
delegaJode Itapemerim : pendo de julga-
menlo. .
Escuna Relmpago, apprehendida pelo
hiale//apayype.julgada boa presa em pn-
nioira instancia.
Na mes na poca tem sido feitas as se-
guintes apprchensOes de africanos :
Apprehensao de um palliabole um MaB-
guinbos pelo vapor Urania.
Africanos
EslJo julg segunda instancias'
Dita de um brigue cm lineo*.
Africanos
U\f\ los livres em primeara e segun-
da in-UneiHS.
Dita em Itabapoana, comprehenden-
do 17 apprenendidos pelo delegado de
rigos imaiinentes da rosicSo em que ae
acbava o imperio, nos offerecesse garanliss
e nos permillisse viver tranquillos.
Ningu'm ignora, e consta isto da corres-
pondencia da legarlo imperial em Bueoos-
Ayres, que em 1837 o 1838 essa legacfio re-
ca mnii em vilo contra o fornecimenlo de ca-
vados e oulros arligos de guerra que os re-
beldes do Rio Grande do Sul oblinha-n as
provincias argentinas de Corrientes e Knl'e-
Rlns, a troco de gados roubaoos aos legalis-
tas, os quaes eram perseguiaos e malt-sli-
dos. Que em 6 de setembro de t839 o ge-
in'l'al Hns is fazia communicar i nossa lega-
c,3o nomesQo de Antonio Manoel Correa
d Cunara como enviado xOaordinari 0
moiiiil o plenipotenciario da un i miada rep-
blica de Pirallnim junto Confederadlo Ar-
e por isso naoj gentina.dando pars o nSo rapelliro pretex-
to de quna sua chegada darla ao go'erno ar-
gentino occasodeexercer s us bous oflloios
a bem da paz. entre os partidos con leu den tes.
Que aggravos linlia entilo o general Rosas
do Rrszil '! Os que inventou sSo posteriores.
Depois que os rebeldes se slliaram ao ge-
neral Rivera, inimigo de Ros clamo contra elles, e exigindo a coopera-
c8o do Brazil para destruir esse general.
to de 1845, concluio pedindo seus passapor- I rics, peca V. Ex. seus passaport's e veohs
tes com o fun lamento deque o governadorlpara esta cajilal, porque assim u exige
396
112
no Brazil montava a
15,000, 16,000 e 17.000, o numero dos im-,
portados no anuo passado desceu a munos polica em S. Joao da Barra
de 3.000, dosquacs munos foiamapprehen-i Julgalos livrosem pritiicira e segun-
didos pdo governo brazileiro para serem J instancias,
porelle'emancipados Dita em Caranhuos, provincia de Per-
a... Se as medidas para que mutuamen- nambuco de africanos pertencentesa
te cooperam a Inglaterra e o Brazil. e as que um desembarque eilo as Alagoas
sao tomadas na Cosa d'Africa, forem bem Anda nilo consta o juiganeuto.
x systematicdmente executadas.o povo des- Dita ns l'onlinna, Bania.
le paiz lea dentro de pouco lempo a satis- Africanos
lacSo de ver conseguido o grande objocto Julgados livres em prlmeira inslsn-
u.ue por lano lempo tem sido o alvo de lo- ca.
dos os seus esforcos. a Somma 1,006
Releva observar que essa cooperacSo nun- ~~"
ea existi por accordo. nem he de esp rar Em um documento apresenlado pelo Fo-
que este se de emquanto os nossas portos e, reijn OIUch cmara dos communs, e im-
.... .. ........ r ___ __r.......... .... n..(. .m (ID ,ln m.r^t .,
156
OM
313
mares es'iverem sujeilos s violencias que
(om solTrido.
Tennis reprimido o Irafico, e devemos
comiuuar a reprimi-lo al extingui-lo de
urna vez, com uceo do ou sem accordo com
o governo brilannico, o qualquer que soja
o seu proced ment, porque a isso nos com-
promeltemos peranle o mundo, e porque he
isso iudispensivel para a dignidade, segu-
rarles, iinnali.la le e verdadeira feli?idade
do nosso paiz.
O governo imperial tem estado e est
promplo a entender-se ea tratar com o go-
verno de S. M Britannica, alim de estabele-
cer e regular a cooperario necesssria para
a tepressao e extincc.lo do trafico por urna
vez, mas nunca se polo resolver a prop6r
ou a aceitar estipulaces que sanecionas-
tem as violencias contra as quaes temos
protestado, ou que ollerocessem menos ga-
ranlias t navegaculicilt do que as que e-
pressu por sua ordem em 26 de marco pr-
ximo passado. calcula-se a imporiaclo de
alrionos no Brazil, desJe 18(2 at 1851,
pelo modo scguiuU:
BSAZIL.
Numero de africanos.
17,435
f
Anno.
1812
1813
1844
1845
1846
1817
1848
1849
1850
1851
Limites.
O e ni.-ellieiro Duarle da
19,095
22.849
19,453
50,324
56,172
60,000
54.000
23.000
3,287
Ponte Ribeiro,
Horneado em missSn especial peranlo as re-
de Hlenos -A y res nilo julgava til nem pro-
prio conservar nesta co te um ministro, cu-
ja missSu mo lora bem comprehendida.
Esses passaporte* foram-lhe remeitidos
em 17 de norembro do mesmo anno ; mas o
pedido que delleslizera foi retirado pela dita
legaci) em data de 22 do mesruo me/, con-
servando-so nesta corle.
As esperanzas do general Rosas acerca da
int'-rvi-ncSo tinham sido Iludidas. Os por-
tos argentinos acabavam de ser declarados
em estado de bloquelo, em 18 de setembro
do meamo anno, pelos plenipotenciarios da
Inglaterra o da Franca. A eaquadrilba ar-
gentina dama sido apresada or essas poten-
cias : o Paran* lia via sido forjado : o com-
bate do Obligado acaba va de ter lugar, e a
praca de Montevideo reerguia-se e reanima-
va-se com novas esperances.
As violencias contra os ln asi luiros eslabe-
lecidos na parte da Banda Oriental domina-
da por (i'ritie, e que haviarn recomecado em
1845 cessaram nnlSo, e foi permiltida a pas
sagem de gados para a provincia do Rio-
Grande do sul.
Aos aggravos que enumerara a legacflo ar-
nunca so prestou a entrar em ajuste algum gemina contra o Brasil at 1845 accresce-
peloqual, dando-nos garantas, se ligasse.ram em 1816 os que ella declarava provirem
para o futuro Ida concessao de pasaapoites ao general Hi-
Ao mesmo lempo que no abandonava ne- vera, e da fuga do general Paz. Estes pontos
nhuma das exageradas pretendo-s que fazia foram 18o elucidados na discussSo junta aus
apreseotar pela sua legacSo, no tom o mais relatnos de 1840 e 1847 que escusado he
i ns 111 lioso e arrogante, exigia que o Brazil demorar-mo sobre elles.
o auxiliasse para repellir a inlervencDo in- | Seguiram-se em 1817 e nos annos seguin-
glea o francoza, n para collocar o seu le- tesas reelamacOes conlra os embargos fei
nenie Oribe na presidencia do Estado Ori- tos na provincia do Rio Grande do sul sobre
cuta I; e porquo nos declarassemos neutros [os gados e couros sequestrados pelo general
nessas quesles, intimava-n >s qun o Brazil Oribe, e as relativas aos emigrados,
linha rompido a convenci preliminar de | Sendo iulroduzidus na provincia do Riq
paz de 27 de agosto de 1828, e pretenda com Grande do sul, para ah serem ven lidos, ga-
um rasgo de penna privar-nos dos diroitos ] dos e couros das estancias sequesiradas pelo
que ella noscoufere.
E isio tendo em notas datadas de 8 de a-
gosto de 1836, 27 de sele obro, 13 de outu-
liro. e 29 de novembro de 1838, e outras ne-
gado constantemente ao Brasil o direito do
general Oiibe, foram alguns embargados
pelos seus proprietarios ou seus procurado-
res, provado o dominio. Reclamando o en-
va, lo extraordinario e miuisUo plenipoten-
ciario da Confede ar;ao Argentina contra es-
inte'vir as dissencOes intestinas do Estado se- procedimenlo que dizia contrario ueu-
Oriental, e de impedir que outros governns tralidade do Brasil, por olas datadas de 18
intervies-em. Mas entilo falava-s* da in- j de fevereiro e 8 de abril de 1847, foram ex-
torvencao do governo de Buenos-Ayres. pedidas ordena terminantes para que taes
A celebracllo do tratado definitivo de paz,' embargos no fossom admitlidos. sendo le-
abatiendo a 22 annos pela citada conven- vaniados os ja folios, o por consequencia
can preliminar de 27 de agosto de 1828, U- (permiltida a venda de taes objeclos seques-
na cortado todas as quesles, assigoalado Irados no territorio do Imperio.
cini precisa,) eclaieza a postcSo, direitos a I Estas e outras meras condescendencias do
deveres dos contratantes, e evitado multas governo imperial, nascidas sem duvida do
cansas do desavenga. j|eal desejo do manter a paz, nunca foram
Apezar de repetidas solicilaces, nunca j levadas em conla pelo governo de Buenos-
sequiz o general Rosas prestar a celebrarlo Ayres, e simiente serviram para aug neniar
desse tratado. [assua* prelen(0es e torua-locada vez mais
He evidente que queri servir-se do Bra- exigente e inlrswvel. (AnnaxoC.)
sil como iostrumentu para ajuda-lo a Jes- as reclamares da legacao argentina con-
embaracar-se de seus aJveraarioa, al que, tra emigrados orientaes, e contra reunios
livre destes, vivas todas as queslOes que nos quejt em 1847 se fazMtn nss frootel'as, fo-
tinha suscitado, e que evita va resolver, for- raoi semnro attendida* com as onl-us as
talecido e engrandecido pelo triumpho, e mais severas, a puni do se mandar prender
como desapparecimento de seus adversa- ng0 s 01 que linhanieucabecado taes reu-
'ios externos, porque dos internos fcil- niOS, aas todos os qun haviam feito parte
mente se deserebaracava, nosviejso tomar debas, e dse ordenar que fossem poslos fo-
colitis e precipitar-nos, desprevenidos e irada provincia todos osemigrados orian-
desconceituados em urna entilo ruinosissi- j taes que tivessem a patento de msjor para
ni* gera com um adversario mais que cima, sendo os di menor, e o* paisanos ra-
nunes exaltado e poderoso, [tira los para Interior, em distancia pelo
E assim coherente com este systema e 'menosde dez legoasda ronteira. A legaco
com estas vistas, quandoa inlcrvencSo in- I argentina insttluio entSo urna longa serio
gleza e franceza se aprsenla va com mais de reelamacOes especiaos, arguindo as or-
vigor e pareca disposla a recorrer for(* idens do governo de inellicazes, exigindo a
das armas, a legac,8o argentina punha por perseguicSo e expuIsSo ora deste, ora da-
algum lempo de paite a sua longa kiriella quelle, e nAo se dando mino por satisfeil*
desu;>postos aggravos, e apparenlava vellei- por mais patente que fosse a lealdade do go-
li mra e dignidade lia CHile lera.;,i, to
vilmente ultrajada.
< Buenos-Ayres, 10 de outubro do 1849.
Se ao receber V. Ex. presonte nota no
tiveraindao governo imperial reaponiido
a de V. Ex. de 15 de setembro ullimo, deve
V. Ex. solicitar pur um* nova nota que o
governo de S. M. responda categoricamonto
a reclamarlo de V. Ex. ; e se V. Ex. nflo ob-
tiver essa resposta no prazo de 15 dias, ou
se oblendo-a, for de tal natureza que apoie
o ficto hostil da invasio das forcas do go-
vernador rebelde da provincia do Paraguay,
na de Comentes, ou negu urna explicarjilo
categrica da poltica do atoverno,imperial
a cate respnito, pedir V. Ex. seus passpor-
tes o se i ol i i-ira dessa corte.
Se o governo imperial nSo responder,
ou fazendu-o, se esquivar a ums explica^So
categrica, fundara V. Ex. o pedido de seus
passaparlus em que por lal falco o governo
imperial confirma seu espirito hostil a cun-
i'eilerac.io e obsta a que contiuuem as rela-
qesdiplomaucas ordinarias. >
Sin era possivel, som deshonra, acce Icr a
semelhanios exigencias, e ainla |ne o fos-
se, neohuma prova navia dos fados allega-
dos, e muito menos que inlicassem quaes
as autoridades que lenm de ser punidas, se
a punicao livesse lugar.
Outra comalicacao supervenientenasceu
da invaso do baiflo de jscuhy.
VeriQcalo o levantamento do bloqu'io
dos portos argentinos em 15de julho de 1847
solera,. s notarei que so o governo impe-
rial acedesse a estas uliimas exigencias 9a
jegaflo argentina mo fleariam por isso
justas as suas outras queslOes com que o*
goneraes, llosas e Oribe que ja havlam sido
co.i-idera das bastantes para retirad* da
legacSo.
Aluda que o mesmo governo mandasse,
como se exigia, perseguir, preoder, lanzar
as pnsOes e punir o liarn de Jacuhy, e a
iiopnl-c,"io em mansa das nossss fronteiras,
lie,, i i a ni vivas lodas as outras reclamafOes o
queixas anteriores. As nossss relajos com
os generaes Rosas o Oribe permanece' iam
no mes eo estado em que estavam danles,
Com a dinVreiica de que p governo tena
cummetlido um acto que poderia por em
colillapmc'ii) a provincia, e que pelo menos
Ine faria perder india a Inca mais que nunca
precisa para a lut* que mais da menos dia
loria de romper.
Aposicaoero queseachava entilo o im-
i en,, relativamente as queslOes do Rio da
Prata era a seguinte. ( Outubro de 1850. ,
K-ti va m lompidas as suas rela(0es com
o guvernador de Buenos-Ayres e com o ge-
ral Oribe.
Era-lhe recusada a adopfSo de providen-
cias que (izsse.n cessaras violencias e ex-
lorsoos cooimeltidas no Ettado Oriental e
na frunteira contra subditos do Imperio.
Todos aquclles que tinham sido despojados
rsperavam que o governo, em vez de os per-
seguir, intervisse para que ge Ihes Hzesse
justica.
A convenci que acabiva de serassignad*
. dadesde querer chegar a um accordo. Sea
publicado Chile, Pei, Bolivia, Nova Cra- aues uo querer cnegar a um accordo. sea Terno ea
nada e Euuador.celebruu com a do le.,"llerve,nao eci* aTracar, se Iguma ne- agentos. (
em copliriDidad de suss instruccOes, e em! guciacao era enlabolada para a sua retirada, I Oesejos
cllicacia das diligencias de seus
', Annexo C. )
joso do acbar com as eofadonhas
ar o Rio iapur, defronte da foz do g*ftr*^rtw
sendo limite para o Sol o rio Lava
rv deste a sua confluencia conro Aroazonis
(8o soberana e ind-pend nte.
O trauco continua a ser persegu lo com Apaporis, sendo limite para o6ol onoLava- ""
vigor, como seris informados pelo relato- -
riuda repartalo da justifa.e achi-sequasi
exmelo Ese o leimoso alrevimeulo de
alguna es; eculadores. nos quaes a avidez d
lucro efoga todo o senilmente nobre, con
linuar a embarazar a trela que nos impu- presa que liver por fim navegar o Amazonas
/mis; sea experiencia convencer final, por vapor com urna quantia nunca menor
que as medidas adoptadas anda nSosSosuf- de 20 mil pesos animalmente.
de estado prova o que acabo de jniervenc3o anglo franceza.
I Fareceodo a legarlo argentina disposta a
preciso que, naoccasiSo om que o ge- se prestara umarranjo, foi concordada en
licieiites para cohibi-los, he de esperar, se-
nhores, que o vosso patrioiismo armar* o
- >ci no de nieos ani la mais energxos e
vigorosos do que aquelles de que hoje dis-
pe. NSo ha de tolerar certamente que al-
guns indignos especuladores empecam a
perfeil* conolusSo de urna obra em que os
poderes do Estado se empenharam, o que a
i'pini i.i geral hoje quer e applaude.
>estes ltimos sete ou oito me/., s nilo se
tem reproduzido clamorosas violencias da
parle dos cruzadores ingiezes, ou porque o
goveino de S. M
Esta convenci foi approvada polo con-
gresso peruano, e ratificado pelo governo
da Repblica emo Io dedezembro pruximo
passa lo
S. M- o imperador houve por bem ratifi-
car a mestna convtncSo em 18 de marco ul-
timo, e o governo imperial aguarda a viuda
do agonte diploraalicu daqtiella Repblica,
que tem de vir a esta curte verificar a troca
das ralificacOes.
Por decreto de 10 de marco ullimo furam
destacadas da missao especial do referido
B. Ihes tenlia proscripto consclheiro as repblicas de Venezuela, .No
Equador, sendo
un procedimenlo mais jusio, ou porque,
pelo estado da repressSo a que eslt red u/i-
do o trafico, Il3o telilla opparocido OCCasiSO
ou pretexto.
lie mesmo de esperar que as nossas rela-
(Oes com o governo britannicn tomemum
aspecto msis amigavel e satisfactorio.
A correspondencia que ico juntar a este
ni dorio (Aunexo a,1 b vida entremim e. a
legacSo In lanni-a vus informar* do que
icrorreu relaiivamenle ao apressamenlo do
Imgue iuraHn/i,brigue-escuoa Aotio Helio,
e a um hiatesem nome. A" legarlo impe-
rial em Londres foram expedijas ordena,
icumpanbadas dos necessanos documentos
para proseguir as reelamacOes aqui inceta-
das.
u vice-consul do Brazil em Santa Helena
i.-.loi inoii, cm dala de julho ullimo, l-ro
li'itiunaldovice-almi(aiitadobritanuico na-
ijuo I, colonia mandado, por semencia de 5
de iutiho, restituir o brigue brazileiro Ma-
gano, purem sem IndemniaacSo de dainos
e despezas ; e em la de setembro prximo
passado baver sido condemnado o brigue
Auco Helio por sentones, contra a qual pro-
va Granada e Equador, sendo essa par
te da sua missSo confiada ao ex-eucarrega-
do de uegocios Miguel Mara Lisboa, Ho-
rneado ministro residente, em missao espe-
cial, peranle ossas tres ropuhlica.
Esse ministro ja seguio para o seu desti-
no, levando iiislruccOes para celebrar ajus-
tes no mesmo sentido do que fui concluido
com a repblica do Per.
Tendo ah conclundo a sua taiefa, havia o
consellieiro Duarte da Ponte Ribeiro, se-
guido para Uolivia, onde segundo as ultimas
i'oiiiiiiiinieaiiles. tratava de dar cumplimen-
to as nislrucfOes que levou.
Parece chegada a poca de dar s nossas
queslOes de limites cem o Paraguay a solu-
co enancada pelo tratado de 2 de dezem-
tiru do 1850, e para a qual o governo topa-
ra! se tem preparado.
Negocios do Rio da Prata.
Os esforcus felos pelos gener.es Rosase
Oribe para separaron imperio a proviucis
do Rio Grande do Sul : a maneira pela qual
co'tejaram a rebelln,i de 1835, o conlribui-
rSo para que engrossassem as exageradas
preoncflrs de fazor reviver o nullo trilado
de 1777, e de recobrar os puvos de MissOes
lisiou. O guvernoimperial tem recommen-
dado legacSo em Londres que apoie e pro- que conquislamos, e dos quaes ha tao largo
nova as Competente* i eclamacOes, nos ca-' lempo estamos de pose; as coutiouadas tro-
sisem que as paites tem recorrido ao mes-' pelias, violencias e extorcos commetudas
mu governo, habillando-o com documen-1 sobro subditos e proprie lades Drazileira no
les e provs que demonslrem o seu direito territorio oriental e no frunteira, pondo em
agitacoa provincia do Rio Grande do bul.
ejusuca.
Dapois que vos fol epresentadoo men ul- e lomando inminente um rompimenlo do
uno relaloiio, foram apprehendido* por um diapara o outro, sSo circumstancias
-uloiidades e cruzadures brazileiros os se- que nos deviam fazer desejar e empenliar
atuinies navios : lodo* os esforcos para urna soluclo delini-
l'alacbo /lio Tamega, apresado em Santo* tiv* de*ss que*to, que arredando os pe-
as nossas queslOes com elle dessem pretex- provada e expedida, e nella foram feit.s por
toaum rompimeiuo, do qual eram eviden- parle do governu imperial todas asconces-
lemonte precursoras a retirada da legacSo. oeg quo era possivel fazer honrosamente,
argentina desla corte, e a ronsequonle rup- rom graode sorpresa recebeu o governo
tura das relacOes do general Oribe com a imperial, em resposta, a nota de 5 de de-
legarlo imperial em Montevideo. | ZBinbro do mesmo Mino de 1849 na qual em
A historia dos acontecuientos do Rio da lugar de apoiovar as olucOes accordadas e
Prata, e das lulas do general Rusas como dadas naquolU de 25 de" julho, o governa-
hstado Oriental, provam quo elle nSo se s- dor de Buenos Ayres as repellia e augmon-
tisfazia por meio de conc^ssOesquando nflo t,vl ,s flu,s exigencias,
eram conformes com as segundas tentjOes A explicacSo era clara A convencSo que
que tiuna, ou n3o eram aquellas que Im- |punha termo intervencSo ingleza acaba
punlia. ideser assignada em Rueos Ayres em 24
SSo muito coonecidas hoje as pnneipaes de noven.bro (1849,1. sendo depois trocadas
queslOes que suscuou ao imperio, e que ti- 4 retificacaes om 15 le maio de 1850. Por
veram origom nos annos de 1843, 184*, 1815 e||, se obrigava a Inglatoira a empregar
e'1846, erusumem-se assim : seus bons olcios pira conseguir que sua
O nao reconhecimeulo pelo ministro resi- |alinda, a Republici Franceza, desannasse a
denle CansatisSo do Simimb do bloquelo legiSo estraugeira, absndonasse a sua posi-
pnr lord II iwden, reapareceram e foram em entre o negociador francez o almirante Le
progrosso as violencias e esbullios commet- Predoureo general Oribe em Montevideo
lidos cnira as pessoas e propriedaddes de em 13 de setembru de 1850, dispunba :
avultado iiuinc o de brasilniros eslabeleci- | Que venlicado o desannamenlo das [or-
dos com osliticias no estado Oriental e as cas rstrangeiras de Montevideo e a r- lira In
ooosas Irouteiras Tomou a reviver a proni- das Iropis auxiliaros Argentinas do Estado
bu;.lo de passarem agados para a provincia Orientis pruesder-se-hia a uina nova elei-
do Rio Grande do Sul. 980 para a presidencia do mesmo Estado.
Este procedimenlo poz a populacho das Quo s regias eslabelecdas pela consti-
nosssas fronteiras. e aquelles cujos i 11 lores- tuicSu para a eleicSo do presidente seriam
ses, iva.n tan piiifun.l iiiienl 1 fondos, em apphcadas simullaneamenle, de urna paite
fermentado, e deu lugar a quo se formas- pelo general Oribe em todo o territorio quo
sem n.llorosas munidos com o fim de luver, occuoava, de outra pelo governo de Muule-
ainda mesmo forca, e de couduzir para a video 110 interior da cidade, dando cada cir-
provincia do Rio grande do Sul os gadus de cumscripcSi) territorial o numero do repre-
pro,.neda in bi'aziieira, s il viudo-.-,1 assim sentantes designado' pelas leis da Repu-
em parle fortunas das quaes seus donos flio 1.
eram despojados. | Ora, o general Oribe oceupava quasi lodo
Datn nasceu a iovasSo do birSo de Jacuby o territorio oriental, exc-'peSo da fraga de
cuja hiato,ia he mu conbeci la. Montevideo, e portento quasi to la o Im
A legacSo argentina, a qual, depois do le- cSo seria feita debaixo da sua influencia ou
vanlamenlo do bloquelo dos portos argn- do general Rosas, o que era o mesmo. O re-
tinos em 1847, e da assignalura da conven- sollado dessa convencSo era consolidar o
qJo de 24 de novembro de 1849, pela qual a poder do general Oribe, o a influencia ex-
Inglalerra se relirava da inlrvonc.lo, o de elusiva, e cada vez mus poderosa, do geue-
haver concebido esperanzas de igual proce- ral llosas na Banda Oriental.
dim-'iiio da parle da Kraufa, tmna feito re- O Brazil ia achar-se brevemente frente*
viver, aggravando-os, osseus auligo* moti- frente com e.ses dous generaes, desemba-
vus de queixa, junlaiido-lne novos, recia- raeados d todas as dilUctildades que ate en-
mou em nome dos governos alliados ; islo tao os tinham peado, dispondo de todos os
be, em oome dos generaes rosase Oribe, seus recursos e do um exercilo aguerrido,
una solemne reparacSo pelo procedimenlo sem estar solvi la uenhuma das muitas ques-
do barOo de Jacuhy, sendo este castigado toes que Ihe tinham suscitado. O nume-
exemplarmente. rodas forcas reunidas em Monte Caseros
Se por um lado o governo imperial nao revela a gravidado do pongo que nos atnoa-
puH.i approvar o proce limento do bario cava.
4ue man lou desarmar, por outro, o princi- NSo ostavamos preparados para nenhuma
plmenlo no estado meliudruso em quo se eveolualidade de guerra. A (orea de linha
aoh.iv 1 a provincia do Ido Grande do Sul, que tinhamos 110 Rio Grande do Sul nSo ex-
nada mais uevia fazer emquanto nSotivesse ceda de 5,378 pracas, alem de 1,958 guar-
de Montevideo om solo,nbro de 1843.
O goveruo imperial inandou reconhecer
esse blo.|ueio apenas leve noticia de que seu
ministro o desconhecera.
As notas trocadas em Buenos-Ayres em
setembro de 1843 entre o ministro nrasilei-
ro al I i residente,e o ministro argentino Ara-
na, quo qualilicuu aquello de estupido.
O goveruo imperial proporque essas no-
tas fossem de parte a parte retirada*.
0 recouhecimenlo d* independencia do
Paraguay em 1844.
A uiiss.il) do Sr. viscondo de brante* em
1844
Essn misslo foi muitas vezes explicad*
pelo governo imperial saliafactoriameule.
O descunhecimenlo por parte do o un-
mandante da esuuadra brasileira estaciona-
da em .Montevideo do bloqueio nulificado
em 17 de abril de 1845 pelo commaudanle
em chele da esquadra argentina.
0 cninnandanle. da esqusdra brasileira
nada mais tinha feito do que reclamar que
as embarcacoes brasileiras fossem tratadas,
na ap.dieacfio das leis do bloqueio, como as
frsocezas e inglezas.
Taes sSo as queslOes sobre as quaes os re-
latnos antees lentes conim iufurmafOes
ampias; e que a legacjlo argentina susctlou
(So hostil, e celebrasse um tratado de paz.
O governo de Buenos-Ayres tinha esperan-
cas de se dosembaracar em breve das d 111 -
cuidados om quo poJia conserva-lo a inter-
vencSo di l'r -.i.oa.
No entrelanto outro* *contocimenlos ti-
nham viudo complicar a posi^So dos nego-
cio*.
Em julho do mesmo anno de 1849 urna
columna paraguaya de dous a tres mil lio-
mena linha pasaado-o Arapchy, dirigindo-se
costa do Uruguay, e acampado em S. Tlio-
m, defrontedeS. Borja. Pretenda o go-
verna lor de Buenos-Ayres que algumas pes-
soas do Rio Grande tiiiham vendido rezos o
armas sos Paraguayos, que as autoridades
da provincia eram culpadas, e exigia o seu
castigo em mas-a. E fazia dirigir ao sen
ministro nesta cOrte as seguintes ordens.'
a Buenos-Ayres, 26 de agoilo de 1829.
a Por isso 0 Exai. Sr. goveroidor ordena
a V. Ex. que se dirija immedialamenle de-
pois de receber a presente, ao governo de
Sua Mageslade, explanando os fados refe-
soguranca de que o general O. iba faria ue-
sapparecer violencias eextorsOes clamoro-
sas que dimanaran) de oriens suas. Do ou-
t'0 mudo 0 governo i-upe ni smente ser-
vena pa.a perseguir e castigar subditos do
imperio, os quaes al eniSo nenhuma pru-
tce.-ii.i elllcaa liuhsm nelle encontrado cm
taes negocios. Punha ma cou lij.io mui ra-
soavel, a saber, quo o general O'ibe Uzease
cessar essas exiorsOes e violencias.
NSo poda igualmonte o governo imperial
admillir a legagSo argentina como orgSo
competente para exigir rap ir.ic.iV-s sulem-
nes, em nome do general O ibe, como pre-
sidente da repblica oriental, qualidade que
nunca Ihe reconhecera, e por fictos pro-
venientes de ordens do,mesmo general.
Essa discussSo, queja vus fui presente,
comecada em fevereiro de 1850, terminou
en u a retirada da legacSo argentina sen
do-lhe a seu pedido remeilidos seus pas-
sapoitcs em 30 de setembro do mesmo
anno.
A convencSo destinada a por termo a in-
lervenSo franceza acabava de ser assigna-
da com o general Rosas em Buenos-Ayres,
em 31 de agosto do 1850, e com o general
uride em 13 de setembro do mesmo auno.
I.'vreju da intervencSo ingleza, julgava-
se o general Rosas tamben livre da da Fran-
ca. Tinha dirigido as cuusas do mudo que,
na occariSo em quo se visse desembarazado,
as suas relacOes como imperio estivessem
rompidas,
Ao mesmo lempo que o governo imperial
ro ellia a legacSo argentina como urgSo e
representante do general Oribe, procura va,
por intermedio da legacSo imperial em Mon-
tevideo, accommodar as dilliculdad.es nasa-
das das extorsOes e violencias pralicadas
contra subditos brazileiros e da ennsequen-
le iuyisSo do baifln de Jaoi.hy. O general
Oiibe, aeguindo porm o exeuiplo do gover-
na,lor do IIuenos-A 1 re-, rompen as suas re-
lacfles com aquello encarregado do nego-
cios, e ueclaruu que nilo lomara mais em
cousideracSo reclamacSo alguma.
Assim llcou cortada toda a esperance de
obter providencias que fizessem cesssr um
estado do cousas que, conservando em le -
meotacSo e provocando iliariamenle a popu-
lacho das nos-as frontoiras, auieacava mi-
os oiis um rumpimeuto.
O governo imperial tmenlo tiuh* 2 altor-
nativas.
1.a Proceder como proceden, acalmandu
assim a agitafSo das nossas frronteiras, e to-
mando a si essas questOes, como ora e seu
dover.
2' Empregar, com evidente risco decon-
flagrar a provincia, a pouca forca de linha
que tinha enlSo nella ( 5,316 pracas, tendo
sido retirada a indis>ensavel para paci'icar
a provincia de Pernambuco ) em perseguir,
pi endor o castigar homena que mmci prole
ridos na copla junta, e pedindo-lhe resposta gido ellicazmento, e que reduzidos a deses-
prompta, franca, e categrica se approva perac3o, rncuiavam rehaverporsi ns.bens
011 mlii o procedimenlo de suas auio ida- de que haviam sido iniquamente espoliado*,
le* subalternas limitrophes com a provincia E islo sem garanta e seguranca alguma de
de Corrientes ; e no caso de que o deaapro-
e sustenlou em discussOes iulurminaveisnos ve se esta dispuslo a inBiglr-Ine* o enligo
annos de 1843, 1844 e 1845, sem que fosse que merecem seus acto criminosos e bos-
posslvel chegar-se a um accordo. I lis contra a Confederadlo.
Estas queslOes forasa discutidas diploma-! E se o goveruo imperial aporovar o pro-
ticamente at que legarlo argentina, re- ce.limcnlo das ditas sutorida les, ou se es-
capitulaado-** todas em notado 17 do agos- quivara dar V. Ex. urna resposta catego-
que o general Oribe faria cessar as causas
que tinham produzi.lo laes resultados e pa-
ra salisfazer a quem, acumulando queixas
sobre queixas desuppostos aggravos, assim
accumulava pretextos para um rompimeiito
quandb o julgasse opportuoo.
Prescendiodo de outras mui valiosas cun-
da- un- onaes destacados.
NSo tinhamos urna s allianca-
0 Paraguay, cuja independencia reconhe-
c da pelo Brazil era um dos aggravos que o
general Rosas linha deste, vendo-se.s.sem
apoio algum externo, procurara lncar-se
nos bracos do dict-dor, lazen lo-lhe propo-
sieos por nota datada de 16 de outubro de
1849.
Estas propositos tiveram urna resposta
evasiva, e em 19 de marco seguinte a junta
de representantes de Buenos-Ayres adopta-
va, a seguinte resolucSo :
a Art. 3. Fica igualmente autorisado o
Exm. Sr. governador ecaptlSo gneralda
provincia D. JoSo Manoel de Rusas, para
dispor sem limito algum, de todos os fun-
dos, rendas e recursos de lodo o genero da
provincio al que lao eUecliva a reincorpo-
rarlo da provincia do Paraguay Confede-
riic.lo Argentina.
A imprensa de Buenos-Ayres, quesomen-
te pnblicsva o que o dictador ordenava ou
lolera va, cubra o imperio de baldSes eiu-
m cava quolidianan,nulo.
Na sala dos representantes, onde nSe se
levan11 va urna s voz que fosse de encontr
aos designios do general Dosis, dizia-se que
era cliegado o momento de arrancar de urna
vez do Brazil a monarrhia, que era urna
planta extica que repellia o solo da Ame-
rica, e de promover no imperio a democra-
cia e a sul) le vagan dos osera vos.
Desembarazado o general llosas da inter-
vencSo, lirmamado o seu poder no Estado
nrien'nl, fcil Ihe seria Comprimir o raovi-
mento, anda no estado de embrido,, das
nrovincias argentinas, que depois o derri-
bou. reincorporar o IVaguay na Confede-
raban, e vir sobio nos com loicas e recur-
sos maiores, e que nunca leve, eenvolver-
nrsemuma luta em que haviamos derra-
mar muito sangue e despender sommas e-
normitsimas. Desspparece.'ia a indepen-
dencia do Estado Oiieutal, que somos obri-
gados a manter por um tralado, o por nos
sa propria conveniencia..
As nossas queslOes de limites fleariam in*
itefinidameiile adiadas, e anda mais emba-
racnlos por pretcncOes exorbitantes, bem
como as questOes relativas a navegacSo dos
rios, porque o seu traocamento era urna das
ioas oapiiaes do systema do general Rosas
e portanto do seu lente Oribe.
A nossa moderacSo e prudencia erSo con-
sideradas como flaqueza. A nassa longa-
nimidad,, como cobarda.
Tal eraa posicSo em que se (chava o im-
perio quando a legaco argentina se ret
ou desta cite.
Posto que o governo imperial previsse
que mais cedo ou mais tarde urna luta ge-
i'-l se abriiia, e quesera a ella arrasiado,
entendeu nSo a dever provocar. Mas ao
mesmo lempo julgou que devia prevenirse,
e que era preciso :
Cuidar do exercito e da esquadra, cujas
forcas ja linha comecado a augmentar.
Evitar que a praca do Montevideo cahisse
em poder de Oribe.
Promover* accoitar alliancas, e caute-
lado esperar e sproveitar os acontecimen-
tos.
Foi celebrado entSo com a Republioa do
Paraguayo tratado de allianca defensiva de
95 de dezembro de 1850, que faco juntar a
t

.




esta relatorio 011**0 I* n. I), e que Mo M < di oenrddirica^ifgenllna, em viriud.*T trata-
WMPeilop(irlim.ll? .Mo.*. ttoquadcllaMral ... provino. llllor.es de i
nex.d. um. .stipUl.tao en tirlud.. qua, (^^XS..,,,,,, T.d. II dEn-
devia permanecer eejcrelo. tra-ilos, neavaeitaaptapafa entender-sedlrec-
Esta allianca, que ful av.nUd% pOilb qua) lalttenleeMl dmela governos 4o mundo,
assms COI1 concorrou-para augmentar' o dar tori;a a mals provincias Irrogas, tost definitivamente
reeeoloeurda qu ootv.eve a dstpoiitir ..uniiu.de a repubUea.
contra o governador de Bunos-Avres, o A provincia de Corrientes adherlo depois a
que a "' ""Kn'S.ffnl r0rl\Tdo^V.V:P.Tl.d.a rt.aw.ld. ...I.
para crescer e manifestar-ge jK>r setos. 'ercido completa da su. soberana eadmlili-
E porquantoo geoeral Orrbe tintia-s" re- ,.,, a renuncia que todos osannos fazlae acha-
cusadoa Tazar erssar as violencia textor- ,ada faiero geueral Hoias de seu poder, cele-
sOes conunetli Jas contra os sub litos do im- i,rou coiti ella* o goveroo Imperial o convenio
perio, B tl.ivia sor considerado, posto de CiC- de 29 de malo de IBM. nm.io K. u. t.)
loonBo fosse, como una onlidde diversa Fiel ao lystema de uiodencJo que ie havla
da do governador de UuenOB-Ayrea.dspoz- prescrlpto o guverno Imperial, nao .e allluu
ae o governo imperial a xpelli-lo da Banda ^ ".To-oa o a.S257?S
Or-mal. Esta re.nlucSo laporl.va asas- ,,, coulra* D(r., o.lbe, que nuuc.reco-
tenlacSoda pra$a de Mulltevi ICO, mas ao U|leceu COIB0 presidente da repblica Oriental;
mesmo lempo nSo quena ogoverno impe- u,u( coneiderava ooino uin siiiipleageaer.l oc-
rial complicar-so com a lutervencDo frnce- cupando urna p-rle do territorio deis, republi-
za, que anda noae havia retirado, por nlo o., e que tlnh. commeitldo extortAes e vloleu-
naveem .inda sido ratiliOld. as COnvencOei das gunlra subdito! do imperio e nao as que-
aasigndisem31 de agosto e 13 deatembro ra faier cenar. ______,._.._j^,._
de ,.50. calando a pr.c. de Montevideo oc- ^; Wj|'.ri'^S
cunada por forCM francez'S. Oriental, rateado lablr delle o general D. Ma-
Hesolveu haver s. smente com ogcneral 0el Oribe e .a roreae argentinas que eomtuin-
Oribe, e limitar se a expelli-lo do Estado O- diva, couperando para que, re.liudas ai cou-
riental, ueixando o mala ao curso dos acn- as aoseu estado normal, ae procedes a elel-
lecimentoa. {So llvre du presidente da repblica, segundo
A erac* de Montevideo austenlavasecom aconitliulfJo.
o subsidio de 40,000 pe.oa forte, men.aea ^...c...qu^. ^causade^..-
que In* dava a Franca. rane a guerra aos alllados, individual ou col-
R. Mierdas e executidas aa convencoes de lcc,iVaill;tIllei ,et|a ella convertida em.lli.nc
31 de agosto n de 13 de setembro, cessava
esso subsidio, e a prac. caba no puder de
Oribe e do general Rosas.
A MliflcacSo poda ter lugar de um da pa- deitea negocios, tinha feito acreditar (.Malla
ra O outro.e perdido aquella auxilio d.Fran- que principalmente na Europa nao est alada
. nenhum Su tro t, tuM* pra- t^STXAXUJhn^
ca. Havla de cahir iofa i-cimente, e com 0rlell|a, e prcead|, ie.lr-se nos negocioa
suaqueda fleava o Brazil privado de um inlelno, dos estados viiiaboa. Oclume-e aau-
ponto imporlailtissimo de |iuiu, e da furca ,lga avenao das ratas heipanbolae portugue-
moral que dava aua consorvatjJo. ia, alimentada pela poltica do governador de
Tundo o governo oriental repellido o Huenos-Ayres, tstav.anda em tuda sua for-
proiectos de convencHo que depois foram fi. Convluha multo ao imperio, para nao en-
.issignados entre o almirante Le l'redour, o ir.r em urna lula multo p.olougai
coiiimum contra o dito governador.
A Imprenta do general Rosas na Europa e na
America, por inflo de una eitudad. confuan
governador de Buenos-Ayres e o general O
rlbe, tinha mandado o Parii um agente, o
general Pacheco y Obes, para combater es-
i.'s projectos, explica-los, o obtnr modifica-
ri-s que nilo puzeasem a Repblica Orien-
tal merc6 dos geneaes Rosas e Oriba, Fa-
ga miasfiofra mal auccedida, e entSo o go-
verno do Montevideo lornou-sa a voltar pa-
ra o Brazil, iiiiir.i do qual poJia int.lo espe-
rar s.'l vacilo.
Foi-me enlo dirigido pelo enviado extra-
ordinario e mioistro plenipotenciario da Re
o auxilio tle elementos que deiu.cionaliiasiem
a gueir. pa'ra o es'adot de origem hetpanbola
que loisein par. elles um. g.rautia, e que arre-
dasseni toda a suipeita de coaqutsta e de iater-
vcn(oaotaeguciot interiores dos ditos estados.
Resolvida e accordad. aisim eipulaio do
general Oribe do etudo Oriental, pedio o go-
verno Imperial o conienilmento do da rep-
blica* para a entrada do ejercito bratileiro no
leu territorio, an de operar contra .o general
I). Mi ni ie l Oribe, e permanecer nelle lodo o lem-
po que folie necenario para cooseguir aelpul-
sao do inclino general, e o objeejo de suasupe-
ii.ii ,. Eiiecunienlimento ful logo dado pela
publica Oriental o me.nor.ndum de 19 de manelra que coma di respectiva correipon
fevereiio de 1850 junto a e>t-irelalorio. An- dencia, que faco juntar este relalorlo. [km
nexo l), o. i ) Pedii um auxilio para haver neao O. ua.S, o cj.)
armamento e municSes, e engajar soldados O general conde de Caii.s fo encarregado
para prolongar a dfesa da p.c em quanlo doc.mu.ando do mNks, aj-aMto pan o Rl.
oPBra?,.n-ogtomav. um. deliberac^ deR- ^o'^.^rjor^o'e'^nfe.l. ten-
nitiva ; poiquanlo, convencido o governo Jo lolll,d0 0 Co,uiaudo da no.ia esquad.a
imperial deque anda nflo era cliagada a op- havia partido para o Rio da Prata em 16 di
3iieas tropas argentinas evaeuaisem o citad.
rlental, sendo (spellld. Oribe, e por ventura
at qua a anarogl. deiappai eeesir, e que o rea-
libeleciment. d. erdem lesa* lugor ,i cobran-
cn regular do. foipistos.
Erl InJIpensivel a eooiervSf.'o da praja de
MontaVId., comtf ponto da (polo necesaarlo
na gUCrra que se la faier s general Oribe, e
como o baluarte raala forte contra as preicn-
rdetdo governador de Huenos-Avrea na dupla
importancia militar e poliUca. Era de man
necessario para repre.entar o elemento nacio-
nal que devia figurar ncisa lula e para cuja in-
dependencia ella te abrir. A'lm disso, a que-
il. da praca poda mudar o ihealro da guerra.
A aoinma do subiidio retirado pela r'rnnca
devia ser augmentada, porque, em lugar de
comervar-ie em InaccAo diente do general Or-
be, e de manter as Irrgoaa em qne linha estado,
la a praca enl'ar cu. operafes, e coocorrer
para a.ua eapuliio.
Por Inn, pelo tratado de subiidio de 12 de
outubro dr l>5l toi concedido por emprcstlmo
aquelle aubsidio de stsicuia mil pataci.es por
tnct. com ojuro de sel por cenlo ao anno.
Com oinfu relalorlo do anno panado Uve a
honra de anresenlar-vos as duaanotaique me
dirigi o enviado esiraordiuaiio e inininro pie.
nlpulenciario de S M. i'rilannlca en. data de
12 de maiio do meime anno. Em urna me in
lormava ene n.lnlilro queoseu governo era de
iipiiiiiin que o art. 18 da Convenci preliminar
de pai de 27 de agoitb de i8"8eraainda obriga-
torio para o governos do brasil a da Kuenoa-
lyres. e que por liso se requera que uenbuin
deises Eitadoi comecasse boatiiidades contra o
oulro sem que ambos liteisem outra parte
contractante Graa-Rrelanha, pule
diadora, a previa notlnca(ao cttipulada pelo
tratado.
Em outra oflerecla o governo de. S. M. Britan-
iii. i a su. ni, .li ii in, aHm.de,como amigo com-
iiiiini, concorrer para a recoaciliafo de ambaa
as parfs.
Iguaes communicacoea foram feilas ao gover-
nsdor de Buenoi-Avres.
Em data de 1S de agosto de 1S5I respondeu
este prltnelra coiniunica(ao nos seguintes
termos :
a Por todo o esposto o governo argentino de-
clara ao de *>. M. Krltaunlca que o gabinete im-
perial rompeu Injustamente a pat entre a Con-
federaco e o llraiil. que falln reiterada! vetei
ai eilipulacdes que se conlm na convenfo
de 1828, que, em virtude della e ouiodalei
publica e da patrica ioteiuacioiyl, o governo
argtntlno eslava desobrigado para com o im-
perio das eitlpuli(dcs pacluadaa na citada cou-
i'cii, i ', e que por lanto nao reconhecerla no g.
2
inens, entrou no Hitado Oriental no di. 4 de se-
tembro (1851), tendd de .l/a.ven.r.par. ehegar
ai liritnrdiafdea de Montevideo, Un. eipafo de
mala de IDO Irguas, e condutlndo Un. material
de nerra, o qual, bem como a iStacae, alo po-
Uia drltar de rrtard.-ln. *
Continuando las tnareait l ehegar aoi
enlrlncbrlrsmenlos do general Oribe, eolendeu
a uiieralUrquixa, pelos motivos que eapoz ao
noTo encarregiB Hf negedlos em Montevideo,
em oH'.cio datado de 12 de outubro de 1851, jun-
to este relatorio ( Annetu O, n. 11 ), que con-
vinha aceitar a capilulaea do general Oribe
com as conicOes Juntas ao mesmo oRlcio.e que.
lubn.elteu A consideraco eapprovaco dos go<
verooa alllados.
As tropas orientaes que failam parte do eser-
clto do general Oribe reconheccratn a autori-
dsde do governo oriental, e pasiaram a Mear de-
balso do cominmando do general em chefe do
exercilo da repblica, o general Carzon. As ar-
gentinas lubmetleram-se s ordens do general
Urqulaa, e sablram inmediatamente do terri-
torio qne eccupava.u com.todo o seu ma-
teiial.
A^aitn licou redutido todo o territorio domi-
nado pelo general Oribe a obediencia do gover-
no oriental, c deilello o exercilo cotn o qual o
mesmo general conieivra ease tenitorlo de
lio .o do seu dominio e do general Rosaa por
un lio largo espaco de lempo,
A necesildade de eallpular quinto antes a
nova alllanca. prevista pelo art. 15 do convento
de 29 de malo, vlila da declaracao de guetra
que ao. alllados Riera o general Roas, e de
aproveilar as vantagens oblidas, indicava a ur-
gencia da enviar ao Rio da Prala um negocia-
dor hbil, decidido, e que, acreditado cota po-
deres bastantes peranle lodos aquelles Esla
dos, serviste de centro psra dar all urna dlret-
caoproinpta e elttc-z. aos nosts negocios* E
para isso parti desla corte em 23 de outubro
prximo pasiado*o conselheiro de estado Huno
rio 11ermeto Caroeiro Leso, encarrega o de
uma mismo especial, com cartas ue crenca pa
ra ot presidentes das Repblicas do Urugay ,
Paraguay, e para os governadoret de Enlre-
Riose Corrientes.
O prlmelro resultado delta misiSo para o Im
perlo fol a crlebracao do convenio de 21 de no
Minino de 1861, qne cima JA mencione!.
Nelle ae declarava qne os Ealados-Alliados a|.
liados nao preteadiam fazer a gueira Goufedc-
racao Argeolina, nem coarelar de qualquer
nodo que fosse a pleoa hberdade ae seus po-
vos no eaercicio dos direitos soberanas que Oc-
re mi de auas leis e pactos, ou da Independen-
cia perfeila de sua nscao- Que o lim nico da
alliauca era libertar o povo argntico da op-
vero braslleiro o illrelto de invoca-las em' presiao de U.J0..0 Manuel de Roas cauilia-l.
iiciiliiiina e suss estlpulacfles e em nenhum para que possa constlluir-se slidamente e es-
de seus ell'eiioi, nuii no presente, nem no lu- labelccer com os governos alllados relatOc po-
,uro 1 lltlcas e de boa Viiiul.aa-a de que tanto neoes-
O Exm.Sr. governador declara igualmente sliatn parasen progreaio c engrandeclincnto
ao governo de S. M. BrllAonica que o Brasil ao reciproco,
per t hostilidades contra a Repblica Ar-
portumdade, nao tinha julgado coiivnnien
manifestar a aua n sniiii;.in, n.io queieodo
I reci, llar US ucoiileci [lenlos.
En. julho de 1850 o guverno francez dimi
abril (Wi), levaudo a fragata Consliluicta'', a
corvetas Jamu.ria e /nino o brigue Cniiope,
ot vapores A/Jbno e Heei/e para reunir tus foi
;a adlvno queja allieaiava composla de duas
CU. MIIII11 uo .000 u .nr.iiiii n....... "lint- 1-------------------.,----------------
nuio oilo mil pezos mensaes no aubaidio de """."" b,1ue' um br.gue-eicuua e do
quarentainilquedav a peca do Muntevi- "
d >, reduzindu-u a Ir 1 rila e dous mil.
Oreferiuo ministro oriental uirigio-ine
entilo o memorndum de II de julho de
1850 tambera junto a Me relatorio. ( An-
nexu I), n 2.J la era entilo aabnlo que o ge-
neral Oribe insialiria em negar ae a dar
quaesquer providencias para fazer cesaar
aa violencias commellidas contra llrazilei-
ros.
Por so, e porque era indispensavel sal-
var a independencia da repblica Orienlul,
conservar a pra^a e dar lempo a que osa-
conteeimentos, segaindoseu curso oaiural,
ae desdobrsssem, resolveu o governo impe-
rial prestar o auxilio pedidu.
Foram ent3o celebrado os dous contrae
tosde 6 de ele obro de 1850. (Annexoi;,
ns. I r-') como envalo extraordinario e
ministro plenipotenciario da Repblica 0-
riontal 00 negociante Irenco Evangrliala de
Souza, o etitreestes dous ltimos, permane-
eendo socreto o primeiro.
Por elle o goveino imperial fornecii por
emprestimn ao oriental a qn.tilia de 18 000
|n-us liiries mensaes, a contar do primetro
de julho. pelo espado de 13 me/es e com o
juro de 6 por cenlo, sendo -1 lio estas quan-
ttaa entregues pelo negociante Irenfio Evan-
gelista de Souza, que servio de interme-
diario.
A nol. do onviado extraordinario n mi-
nistro plenipotenciario da Repblica Orien-
tal, datada de 3 do abril p. p que fac,o jun-
tar a esto relatorio ( Annexo 0, n. 3 ), exJ-
ca a partn que leve aquelle honrado nego-
ciante nos mencionados coulraelos,
Em 8 de outubro de 1850 fez o encarregado
de Degoclos de Franca em Moolevido uma se-
gunda reduccao 00 subsidio, de quatro mil pe-
sos un nsies, Hcando de 10 reduzido a 28 mil.
Easas reducoes noquasi uulco recurso que
linha li vav ,111 a praca aos ltimos apuros e
apresaavai.i a sua queda.
Aquella reducen de quatro mil pesos fol sup-
primida pelos contactos do pritneiro de dezem-
i.ro de |85U, juulos a ene relatorio. (AunesoG.
lis. o c -i
Esses soccorros podiam dar lempo, deinorai
,1 queda da praca. Hitas de modo algum conlra-
balaacar ou destruir o etleilo moral que havia
de produaira noticia todos oa dias esperada, da
ratiRcaco dai coaveucoescelebr'das pelo almi-
rante Le Predour e da retirada da lulervenfo
fraoceza sem que esta Jone substituida por ou-
lro spnfo suffielenle c leguro,
Eotao dirig ao minilro oriental a carta da-
tada de i'- de marco de 1851, junta-tc a esle
relatorio (Aooexo l). a. 4.) Por ella lile fui aa-
segurado que o goveruo imperial embarafaria
a tomada da praca pelo general Oribe. I.sta
declaracao aninou o governo oriental a perse-
verar ua sua conseryaco e defea.
O desenlace destas questoes ia-te ja appr.il-
inaudo, ia-ie orgauiaando a coalif ao que savia
de eamagar Oribe, era preciso obrar com
prompiiiiio e vigor, e por isso em 2a de abril
1 !; foram expedidas ao presidente da pro-
vincia do Rio Grande 1I0 mi! ordeui para azer
reunir na Irouleira toda a Torca de prlmrlra II-
nba, c para por o exercito prompto, alim de
entrar em oprrafea.
Varloi precedeales, ai llngoagem da impren-
sa de Enlre Rlos.e outros syinptomas j haviam
revelado claramente que o gnvernadur dessa
provincia D. Justo Jos de Urquiza, o general
ntaia prestigilo e popular da confederaco, es-
teva dlspotto a sacudir o jugo que peiava aobre
o seu pait, e que ainda mala pesado e duradou-
rose tornarla, desembarazado -o geoeral Rosaa
das ilill' nl.l-id.-i em que al enlo se vira. Ki-
tri sentiinentoi eran, parlllhadoi por un gran-
de numero de Argentinos, e pela populaco
comprimida da< provincias.
O primeiro paiso que cumpria dar para des-
truir o poder dogeneial Rosas era destruir o
de Oribe.
O general Urquiza era portanto o nosso allia-
do natural para ene ultimo lim
Segundo a organisaco da confederac.ao ar-
gentina, era cada urna das provincias soberana
e Indrpendcnle ; e suppoilo tlvessein l'eilo en-
tre si diversos tratados, nao se liaba rilado nel-
les de 1101 modo uniforme a auiorid-.de que de-
via ser eucarr -gada das relacet exteriores,
nico laco de unio que enlre ellas exislia. Es-
ta autorldade tinha sido delegada na pessoa do
general D. Joo Manuel de Roiai.
Em virtude das facnldades ordinarias e ex-
traordinarias de que linha sido Investido pela
honrada sala de representantes da provincia, o
governador e capilAo-geoeral da provincia de
l.nire Riel declarou no primeiro de tnaio de
1851:
One era a vonttde c'o novo enire-rlano reas-
umo o exer.icio das faculdades iohcrenlcia
oa soberana, delegadas na pessuadoExin, go
Esle navios foram depois seguidos por ou
Iros i u.euida que lam licaudo proinplos.
Essa eiquadra lol depon encarrrgada de pro
leger a panagem do geueral fJrguiza para a
marge.n esquerda do Uruguay, de auxiliar o
11 n 1 ni ciliado, e de embarazar a prestacao de
soccorros a Oribe pelo general Rosas, bem co
.110 a retirada das forcas Uo mesmo general Or i
be para Uueoos Ayres.
No enueiaulo, 110 primeiro de malo desse
mesmo aono (l85ij, liuba o governo francez
ipieseutaito .1 aaseuibla nacional um projecto
de lu, que clarameme tenda a retirar a sua iu
u-i vi ni,.i do Rio da Prata.
Allcgava elle que o estado actual das cousas
impuutia ao thesuuro sacririctos anuuaea que
ae elevavam a perlo de lele millidea; que exi-
ga o emprego de forcas luariinuas couaidera-
veis, e liulia frito parar o deaeuvolviineuto do
n ii n, i' 11 ii fraucez nesse. paizes, que Ibe elle
receto, em lempo de pai, mercados Imtueusus
Que esla slluaco, que con. grande prrjuin
da Franca, durava ha lO auuos, devia por lim
'.er u.u deseulace.
Que a aaseuibla resillarla esse lim se os tra-
tados fossein ratificados.
A eapusicao de Mr. Baroche, ministradosne-
gucios cstraugetros, oncluia con. um projrclo
de lei que autorliava o presidente da repblica
a ratificar e a executar as conveu(des conclui-
das pelo almirante Le Prdour com o geueral
Rosas, em 3l de agosto de 185, e cotn o gene-
ral Oribe, em 13 de setembro du mesmo anno
A noticia daapresenla(Ao desie projecto teria
ildo s o llieie o te para faxxr cshlr a pra{,a de Mon-
tevideo, se ella nao livesse enlao firmes espe-
rances uo B rasil, e un coofiasse no desenvolvi-
u.culo e na dlrec^o que os aconteciiuentos
lam lomando.
Por uma nota datada de 18 de agosto de ;-.',i.
Junio a esle relalorlo (Aonexo D. n. 8), decla-
ruu-uie o enviado extraordinario e ministro
plenipotenciario da repblica oriental:
Que o seu guverno Ibe ordenara que mani-
fetasse ao de 5. M. o l.nperadoi que, consum-
iii i'lis pelo convenio de 20 de malo lodosos
comproti.lssos que podta conlrahir o Brasil pa-
a salvar a independencia e a liberdade da re-
publica, e concorrer para o estabeheimentoe
nservaco da pa. e de um governo regular, e
mudada como cat-iva a slluscao en. qne a mes-
repblica se achava, o piimeiro penssmen-
to, primeiro desejo do seu governo era estrel-
lar e fortificar quanlo foise poulvel a sua al-
unc como I,ia5il.
Qne, como para ehegar a tse fin. convlnba
remover quaolo humanamente fosse posslvel
todo o motivo de ulterior desntelligencia, e
lollocar as rela^es dos dous paites sobre bases
lai-as, bem definidas e de reciprocas vaoia-
gens, linha o seu governo renovado as ordem
que Ibes havia dado para neg, lar e concluir
com o goveroo impirtal lodoi os ajustes que
para liso fossem necessarios, e que JA eatavam
previ.los pelo artigo 21 0.1 convencao lie :!J de
malo.
Asiioi, quando o governo oriental insisti no-
van.ente pela celebraco dos tratados e... 18 de
agoato de 1851, j o Brasil se linha compromel-
tido pelo citado conveuio em nina allianca que
11 o lia por fim llvrar a repblica do general Ori-
be, e manter a sua independencia, e J para
esse fin. dispunba-se o nosso exercito a passar a
frontera.
Oa traladoi de 12 de outubro nao foram por-
tento imposto!, como condif o do nosso auxilio,
foram minio espontneamente solicitados, e
mullo livremenle.aceito!.
A propuiicao do minilro oriental ioi acollil-
da pela o,mi,i nota de 3 de setembro seguate,
jun a este relalorlo (Annexo D. n. ',' e foram
i.i.mrados para tratar por parle do brasil dous
plenipotenciarios de reconbecldas luxes.epa-
irioiismo.
E com elleito era conveniente, no intercale
da boa harmona enlre os dous pai.es, que n
deifccl.o-da lula que .a abrir-se riicontranc as
nossas questoes e especialmente as de limites
j resoivtdaa.
Em 15 de setembro do mesmo anno dirigi-
me o dito ininislio nota que fajojuuiar a este
realo iu lmelo I), n. l3), comiuunlcando-iue
a crsiacao total do einpreitimo de dinbelro ou
lubsidlo que repblica fraoceza dava a
Irntal.
Mella exponh. o estado financelro da rep-
blica, a imposalbilidade de se poder manter, e
de poder o governo consolidar nella a orden.,!
sema prestacao de um subsidio pecuniario que
preeucbesse o vasio que delsra o que fra re-
tirado, e acudisse s novas oecesstdadea que
am.pparecer.
Chamo a voisa silencio sobre esse documen-
to que me dispensa de entrar aqu em tnator
dcienvolvlmenio.
Concluia pedindo um auxilio de r,o mil pata-
coes mensaes pelo espado de um anno, edecla-
.i que na escoll.a do modo por que esse au-
xilio Ihe pudesse ser dado eslava o governo
oriental dlsposlo a aceitar aquelle que p brasil
gemina pelo modo Igoobil com que o fez, vio-
lando as obrlgacoes que o art. 18 da convengo
citada Ihe ImpOe para cun a GrAa-Hretanba,
com menos preco dss leguiancas de paz que
acaba de otferccer ao governo de S. Al. brilau-
niea, loriiou ineviltvel a guerra. Que em conse-
queocia o governo argeuliuoavisa j ao de S.
M. Di ii ao nica da pteciiio de appellar As armas dos alllados deveila co
a que se v redundo, A villa dos procedi.nenlus L'oucorremos com 4
un Estados de Enlre-Rlos e Corrientes de
viam lomar como aigeollnos, e mals directa
ineute interessadus, a iniciativa das opera^des
da guerra, conitiluiudo-ie parle principal nel
la. 0 Rraill e a Repblica do Urguay deve
iiini obrar sdmente como meros auiillares.
Nene convenio de 21 de uovembro foi deca
rado o contingente de forjas com que cada un.
Mareta
il hotnens, com arma-
attciiltorios com que o goveroo imperial torna ment e munlfdes de guerra, com a nossaea-
iinpoisivel a pat; e que ao Iranimllllr esta re- quadra, composla de .7 navios, monta mo 20o
solucAn ao governo britannlco, ae permute na- bocess de logo, c quepreslou um auxilio vallo
nifesiar-lbe ose We a rfo/6 <( rtspoita de F. sissiulo, e furnecemos por empestimo aos Es-
Ext. ( o ministro Briunnlco em Huenos-Ay- lados de Enlre-Rlos e Comentes asomu.a de
res ) a esta dala devem eorrer os seis nieus estipn- 4 000 pataedes.
lados para o aviso de querr, a | Alm disto, o nosso exercito, tendo vista a
a E declara man o Exm. Sr. governador ao nossi esquadra, oceupando o imporlaulissi-
governo deS. M. Hrilannlca queie anicideex- mo pomo da colonia do Sacramento, ameaca<
plrar o termo anignilado para o rompimeuto va o general Rosas e formava uma n -pena-
das hostilidades, e depois da notlficacAo que V. vel reierva proiupt. a laucarse no thcatro das
Etc. por ventura llier sauorldadei immedia- opcra(des se os successos da guerra asiim o
las do imperio, segundo V. Ele. Julgar oais eilgisscin.
conforme proiegulrem s aggrcssdes acluaes A livre navrgicao do Uruguay edosdemais
contra a Confederaco < sua alisada a Repblica alUueiites do Rio da Prala, flaneada pelo con-
Tienlul, nao Reara enlao ao governo argentino reino de 2 de malo, era novamenle garanli-
oulro arbitrio senao o de repttlir immtialamcnle da aus ribeirjnbos.
Era impoulvcl que o general U.Joao Maoocl
e sem mais esperar esses anco lados
Ra mesma dala de 18 de agosto da 1811 res-
pondeu o governador de Buenos-Ayrcs A cout-
iiii.nicai.ai. relativa A mediacaa da GrAa-brela-
nha neilea termos .
a ... Emquanlo u governo do Brasil, deseo
praca aso havla nem pedia haver eulr. poder
seno o eicsutlv., bavendo terminado o man-
dato da aasemlila. com a ciplraefio do prazo
pelo qual fura abnfeildo, e eslaodo iodo o
tei i mi lu que elega a grande saalorla da ra-
preseniafae nacianal em poder de Oribe, cola
nica ecrpcfio da eidade d Montevideo,
Obrlgado o governo da praca a salvar a rep-
blica,' nio a poda salvar sem socorro ':1er
no, e para o haver era Indlipensavel trllar.
A suprema necessldade da lalvato tinha-o
por tanto Investido de poderes amplinl-
inoi, os quaes nunca foratn postos em duvida
pur todos aquelles que com elle trataran..
E quandn o governo oriental mi liveisc
poderes e dellei abusasse, scila esse proce-
ilnneiii,) uma queslAo Interna de responsa-
belldade, a qual nao poderia allectar uma
afio estreogclra, a qua! havia iralado boua
lide, com um governo que reeoubecla, que
ae dtzia habilitado para negociar, e eslava
armado com faculdadea eslraordinsrias que
cfl'eilvamenle exercera por longo lempo.
Esta queitao est alada pendente, segundo
as ultimas comuiuuicafoVs que tenho ; pelo
que julgo-tne dispensado de alargar-me mais
aobre ella. He de crer que vira a ler unta
solucio latlsfatoria.
llevo consignsr aqui que, logo que o go-
verno leve noticia ofilcial de que o actual
governo da Repblica Oriental punha em du-
vida a validade dos tratados, su>pe..deo o
pagamento da presla;ao ti.ensal de 60,000
pai.coca concedida, pelo tratado de subsi-
dio de II de outubro proeimo passado.
Sendo convidado por ola collecliva do
ministro T dos negocios estrangelrs da Re-
pblica do Uruguay e dos ministros do Bra-
sil e de Enlre-Kios e Corrleotcs, datada de
23 de agosto de I8&1, e Junto a este rela-
lorlo (Annexo D. n. Id, adherlo o presi-
dente da Itepubhu do Paraguay ao convenio
de 29 de malo flo mesmo anuo, propondo
duas aduletes aoa aria. 8 e la. Para eate lim
acredilou e mandn u.n agente a Monte-vt-
do. i -ii resoli.fo ful tomada autea de ser
conhecida na Assump;ao a capilulaco do ge-
neral Oribe.
Quando esse agente chegou a Montevideo es-
lava conseguido o objeclo do convenio de 79
de malo, hypotbese que nao fra prevista as
su i- in-ii ue,,'n-M, pelo que nao pode tomar par-
le no de 21 de noveu.bro.
Nao se lendo julgado possivel Incluir aquel-
las duas addicOes no mesmo convenio, furatn
modificadas em arligos separados, aos quaes u
presidente da Repblica do Paraguay eolendeu
nao dever dar o seu sssinli.uento.
Na direccAo e decisao dos negocios de que a-
cil.o de vos dar cuula tomou o governo sobre
si uma grande responsabtlidade.
Espera, porin, que consideris a vossa ap-
provacio a actos para os quaes nao a pedio pre
Mmenlo, porque a rapidez
exigiam nao o permitiiram.
1 -----
Ira legejloqua.do servlco publico asiim o
cuja,
nio de Janeiro, em 14 de malo de i8a>.
Pauta* Jta S'aam diSouia.
Publicaban a pedido.
Seguio para o Ce.ra, no va, or Badiana, ,
do correlile) o lllm. Sr. bacharel Aprigtu
justiniano da Silva GuimarSesacompsnhadu
de sua esposa a Exma. 3ra. D. Joaquina llar-
mencgilda Silva Gutmarlea, deixandu pi-
rentea e amigoa profundamente aentulos
desta ausencia. Bscturel que bonra a n<>bc
clasae a que penence, o Sr. Apiigio Guima-
rflea, val nuuieailo secretario da presiJencia
ilaquella proviocia, onde o esperam seus al-
feciuoa.ia pas, e que pela segunda voz i m
detecebor este peniaiiibuiuiio de illu-li.,
r;3o O mar llie teja llel.-S. T.
COMMERCIO.
PIUCA DO RECIPE 8DEJUNH0, AS
8 HORAS DA TARDE.
coTafOeg orrictiES.
Cambio sobro Loo urea: a 87 d., comal
guns das do ir-so.
ALFANDEGA.
Kendimentodo da 8de junho 10:737,3!
Dnearrega hoje 9 de junho.
Polaca napolitana -- Gabriela merci-
dorias.
CONSULADO GERAL.
Rendiment do da 1 a 7 .17:440,639
dem do da 8........3.688,2!:!
21:138.83!
DIVERSAS PROVINCIAS.
Itendimentndo dia t ai7
Idemdo da k .
1:073.55!
6t0,ttl
1.713,97(1
K.xnortiH'o.
Liverpool, galera ingleza Bonita, de 389
toneladas, conduzo o seguinte :
157 b.rricas e 1,600 aaccos com 9,312 sr
robas e 21 libras de assitcar, 1,350 ssccas
com 7.567 arruina ell libras de algoJilo,
4,000 coucos com casca.
KECEBEDOH1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rondmento do di. 8..... 350,397
CONSULADO PROVINCIAL.
o segredo que Rendimnnto do dia 8.....1:904,337
Creditoi.
Tendoo governo, segunda vos fui exposla
ailigo antecedente, alim de evitar a queda ds
Movimento do porto.
prafa de Montevideo. Julgado "ind'i.peVsave. i ,4 a Navio, enlradui no dial.
oroecer-lhe, por empre.limo. a quala de s P,ri p0rl" ",l?rmeJ" '*J"S bo-
mil pesos fortes inensBes, acontar do l* dejo
Un prximo passado, e pelo espato de irezc
mezes, fol celebrado com o enviado exlraordi-
ii ii io c minilro plenipotenciario dessa rep-
blica e com o negociaole desta prata Ireno
Evangelista de Souza, o cootratn de 6 de setem-
bro de 1850, de que j lallei, c que i ico Juntar
a esle irlatorlo. ( Annexo G, n. I.)
Uavendo a Franca reduzido (segundo tan.
bem j voafoi posto ) em outubro de 1850,
soinma de 2a,0U0 pesos o subsidio de 40,d00 que
dava aquella prata, diinluuiudo mais 4.000.
pesos meosaes, fui necessario acodir-lhe com
igual aoit.ma, o que deu lugar aos contratos do ]
tiiiilirin junios, in-
di- Roas pudesse resistir a lanos rccurios con
Ira elle accutnulados, e portal modo combina-
do!, dcaiuoralisado como eslava o seu poder,
nao podendo invocar o espirito de naclonali-
dade, e calando a testa do exercilo libertador o
nhecendo seus deve.es, permanecer em armas .general o mals ptesligloso pelas suas victorias,
contra a Coi.fcdera(ao e jua alliada ,- emquanlo i e o mais popular peloi seus senlluiealos argen-
o ruido de suas jovanldcs perlu bar o repouio e i liaos.
Irauqulllidadc dos Estsdos do Prala, o go.eroo A Int.. I ha do Monte Caseros acabou de der-
dcS. M. Brllannica sedlgua.A reeoubecer que ribar um poder que a allianca entre o Krazil, a
n a'genllno nao pddc aitalir em que*mediaran repblica do Uruguay e diados d'Entre-Rios
romees a exeicer seus benvolos o/Jicios, porque ,e ConicnsaT., e a queda de Oribe, ja tlnhfio
appareceilam sem genero aiguu. de r, para..,.<> c:.i 'lid" coosideravelinenle, desenvulvendo a
e de saliilasao asollruias lujitslat e gravis'.i- reaeco foriissiuia que cada dia mals o drbill
mus preju.xus que causuu a repblicas do Pra-
ta o gabluele du Brasil, etc. -
a A iuierposito de S Al. brltannica ficar
setnpre aceita couiallo apret pelo governo ar-
gentino, mas este essrva para si. honra do Es-
tado a i/iie i'teiide, o indicar aogoverno re i, al.a
poca em que a mediaca possa comecar seus bona
lillh i '-, e que seta aquella en. un
Argentina e iua alliada tietr mosl.
no brasilei'O que nao he dado ojfender impune-
mente duas msui. amanles da -ua independen-
cia, da sua Inu-g. idade e da sua gloria.
Estas eapicsaoea claras, apezar de astuciosas
i iiniinli un urna declaia'ao degucria feta di
modo que deliavasalva a escolhada opportuoi-
dade, sem con.ludo repellir nem a ion -Rigen
ca que o governo brtlaoolco dava au art.
da cuuveutao de 1828, ueiu A sua inediaf o,
A leguinic 1. i, panada na sala dua repiesen-
tauea de liuenos-Ayrea ei..20dc aelembro uo
mesmo auno confima o que acabo de dizer.
Diz ella no teu arl. 2* : Cor.espondendo os
representantes do povo, quauto Ibes he possl-
1, a este acto en.ioeuleu.eoie patritico de
lava
Moto que nao me pcrlcin.a a honrosa larrfa
de refertr-vos a paite importautlssinia e muilo
brilhante que em taes resultados tivera.n o
nosso exercilo e a nossa taarioha. Direl s-
inente que o bro e valor com que se porta-
rain, a sua subordinarfio e descqillna, a sua
de dezembro de 1850,
meros 3 e 4
Essas -iniiiii-is foram fornecidas pela rrpar- i
lieao da guerra, al que, celebrado o tratado
de lubsidlo de 12 de outubro de iK.'h foi a sua,
lotalldade 266.0CO pesos furtes. alm dus juroi
declaradae contemplada no arbgu G do mes-'
mo tratado, de modo que a soinma ahi mei.cio-
nula de ?88,79i pesos fortes, reprsenla as)
som.nas fornecidas em virtude daquelles coa
ras, v|0f lir..-i,i'iio l'ernambucana.com-
mandtnte tillen. Tras para esla provincia
30 passageiros.
Rio de Janeiro 16 dias, patacho inglez
llenty Margareth de 108 toneladas, capi-
tSo M. Alc-, equipagem6. em lastro; a
C'O Krnwnrth & Uompanhia. Ficou de
quarentena por 6 dias.
Rio do Janeiro 10 diis, palacbo Napolita-
no Adelina de 255 toneladas, capiiSo G.
B. Cajero, equipagem 11, em lastro; a
Deane Youlle ot Campanil ta. Ficou de qua-
rentena por 6 das.
jParabyba--hiato brasil iro Paquete de 33
toneladas, mestre JoSo Prancisjo Maitins,
equipagem 4, carga toros do mangue ; a
i Justino Ja Silva Boavista.
i Rio de Janeiro 18 dias, escuna inglesa
llebe de 197 toneladas, capililo John Tu-
cksbeny, equipagem 8, em lastro; a or-
dem. Ficou de quarentena por 6aiias.
.'Vni-io sahidu no mesmo dia.
"T'C"? a"" co'"Pe,e,"f'Juro contados parshyba hi.le brasileiro Tres Irmuos,
'VegduUr:..ddVa0."::;ber..edee^;..i.no, cana-' m'ra "< ? Souz.,C.rg..car,:e
pria .-iliivni a rrp it iii "mi tl:i guerra da sua lin-
porlancta, c pur isso foi aueno o crdito de
ji i.m.m) peaos lories pelo decreio n. -lii, u*e 11,
de noveuibrodc I85i. c eipeilida ao thenduro a i
ordem juuia a esle relalorio ( Annexo l, o. A '
cu id a mesma data de 14 de iiorembro, afui se fazer u extorno ilaquella auinma ao miuisle- '
ro da gucira, i.uu; nnlu-.i no de eslrangeiros
por cunta daquellc creditc
ernasgeneos. PassageirO'i, Mainel Mar-
ques March-m, Jo>6 uo Souza Vieira, n-
t .U1TAES.
o Hii.i. Sr inspeclorda Ihesouraiiada
jfaien.ia provincial, emcui primenloda re-
Com essa mesma orden, l'or.im remeltidos ao! -ol <;'<' do tribunal adminislrstivo de 3 do
thesuuro 18 documentusassigoados pelo eavia-'crrenle, manda fazer publico, que no dia
do exlraor. loarlo e tninistru plenipotenciario |7 J0 mesmo, ao meio dia, peranle o mea-
da Repblica Oriental do Uruguay, e que sao i ,riuun,| 6e h, de arremslar a quem msis
as de_.,ue tratan, os artigo. 0:e do coa rato u|f de lrejan^ Cnlr
u Repuiilna liumAnidadr, contriburam, nao inenus que a
do ao jooer- polilica larga e generosa do governo imperial
para desvanecer as p.eveofdesque tlnham a-
quellas pupulaccs do Rio da prala contra os
Vr.zileiros, preventdea uaicidaa dos lempos
colouiaes, que publica do general llosas ex-
citava e procurava augmenlar, que currtp.e se-
j ni desvauecidas, porque nao devem exis-
tir enlre povo- vizinhus amarlcanos, cujas boas
18 icl.i(i)i polticas c commerciaes scro a lodus
' de grande pruvelto.
Com o general Rosas desapparrceu o poder
que Ibe tiara delegado pelas provincias argen-
Uuas para tratar ot negocios exteriores.
Esse poder acha-se reslabelecido, ao meaus
provisoriamente, porquaulo. aegundo aa ul-
timas cotumunicatoes, linha sioo autorisado o
funde-e da pruiiucia, as lurtuoas, vidas, fama e
porvir dus represeuiantea da niesu.a provin-
cia e de seus cummilenles f.cau., sem limilstao
mu i, sci vi alguma, dispusiyu de S. txc.
at dous a o o, de|ioii de le. minada globosa-
mente a guerra conlra o louco, traidor, selva-
gein mu ii iu Urquiza, c a que S. Exc. sabia e
energicanienlo dee^arou ao biasil i'tla- suas me -
morandaa a-Has de .8 de agosto do pieaenle an-
uo, em r cipo, la ao Exm. Sr. luiui.tro de S. M.
biiannlco, cavalleiro U. Ueuilque boul'ie
-. l-.ie. iliil-.i.iui sol nuil un me que todos o fu... governador dade Eulre-Rlus D. Justi
Jos de Un|Ui7.a para dirigir as relscoes exte-
riores al que, reunido o congresso nacianal,
se calabrete delictivamente u poder a quem
lia de competir o exeicicia deete cargo.
Coma ao goveruo que se acba numeado en-
viado extraordinario e minilro plenipuiencla-
i iu da loideilc acao Aigealtua nesla corte o lir.
D. Luis Jos de la Pena. Espera que com el-
le seio ajustados os pontos que cunvetn re-
gular para ealabelecer aolidainrnlc a paz e uma
l.ai n.onia duradoura enlre ambos os paizes,
Quaodo esla declaiato de guerra fui assitu deudo-se a conveuto prelimiaar de paz de 27
felu, existasiuenle anossa allianca para ex- de agosto de 1818 e s esiipulacdes subsliten-
pulsar Oiibe do Estado Oriental. les dos convenios de 2 de mam e 2l de oo-
i: nnipi ia pre venir-no!, e anu que o gover- vriubro de 1851 o necessario desenvolvimen-
nardor de Buenos-Avies nos iiouxtsic a guerra, lo.
cseolbendo para iaau a occaaiio que Ibe fosse Quando os traladoi com a repblica Orieotal
mala propicia, Uvai-lli'a. de II de oulubro prximo passado furaio cele-
Poato que elle r.-coobecesse ( o que o gover- brados, nao pode ser altendtda a coufedera-
10 linpeiialuo reconhcccu j, luwu te v das i.ao Ai gemina, porque a sua lesla se achava
mtasjuulas ao uieu rclatoiio do anuo passado o goveinador D. ioao Manoel de llosas, com o
o nuutstio deb M. hrllanulca (Annexo A. 0 qual era iinposslvel entender-nos. lie com
91 que o ailigo 18 da convenciin de 27 dragos- ludo evidente i|Ue, por novas convenfes, el-
lo de 18I8 era applicavel no estado actual das la deve ter a respeto do estado Oriental e para
usas, lluha feito uma reieiva que o hablilla- ; su tranquillldade, as mesmas garaulias e se-
para atacar-nos qusndo Ihe pareceaae. lora guraufas que dos aantou a convencao preli-
ei.ibecilldade eapera-lo e dar lempuaque se minar de paz de 27 de agoslu de 1838, e que
detembaiatasse de cada um dos alllados separa- >in virtude della foram consignadas nos ditoi
de 6 de setembro e os artigas 3" e 4 do do i de
deieml.ro, alnn deservlrcm de Ululo de divida
de governo oriental para con. o brasil, naquel-
ia importancia de Ibo.Oa pesos fortes, alm dos
juros competentes.
Ten du bavido eiro no modo pelo qual furam
contadni esses juros, e ha vendo reclamado o
enviado extraordinario c ministro plenipoten-
ciario da Repblica Oriental, foi elle drsfclto
pela inaneira que mostra a respectiva corres-
pondencia junta a este relalorlo no Annexo C,
ns. 7,8e.
P.ra n cumplimento do estipulado nos arli-
gos 1 e 8 do referido Iralado de subsidio foram
abertos os necessarios crditos pelos decretos
ni. 84C de 18 dezembro do meimoanno, e ?22 do l de mar-
te pruxlmo panado, na importancia de ris
I.i86:000/onn,"tendo-ie despendido Slo:tltU/0Ori
it, e exisiiiidoumialdode 3ia:0lo/o0rs.
lie portento a Repblica Orieuta devedora
ao imperio, a Ululo de empiestiiuo, nica ap-
plicafo que liveram aquelles crditos, de
jfti.OOii pesos furlese mais 8ou:0io/jvj0 rs. com
seus competentes juros.
Tendo sido estipulado no convenio especial
de allianca de I de noveu.bro de 1851 que o
governo imperial fornecena, por empresiiino,
aos Estadoa de Entre-Rios e Corrientes, a som-
ins inenaal de 100,000 paiacdea durante o praxo
de 10 meses, como juro de 6 por cento ao au-
no, obrigando-se o goveroo de Ei.lre-i.ioa
por leo po
do piimeiro de julho do crrenle auno a 30
de junno de 1835, o imposto da laxa dabar-
reira do Motocolomb, avahado nuvamente
por anno em 2 204 000 ra.
As pessoas que se propozerem a esla ur-
rematsfSo, coiiiparef.m na sala das sesgues
do mesoio iribunal, no da cima indicado,
cumpctentemr'nle hsbiliados.
E para constar se mandou afixaro prsen-
le e publicar uelodiaiio. Secretaria da the-
souraria da fazenla p'ovinci.l dePemam-
buco, 7 de junho de 1852.-0 src.etario,
Antiuio F. da A 0 Or. Custodio M iiicel ds Silva Guimares
juiz de iineiio da primeira varadocom-
merco nesla eidade do II- dl'-i de Pernam-
buco i ni S. M. I. e C. o Sr. D. IV ;ro II.
que Heos guarda ele.
h'ajb .-al er que por rale juiso ac hade ar-
rematar por vendo a quem mais der no dia
19 do corrrnto mrz pelas 4 horas da tarde
oa ra da Concordia 89 l|* libras de lio da
sa.ateiro a 100 rs. 35/800; 82 ditas do linda
branca, I.OuO, 8>0o0 .' 3 grozas tle prutes
de pao a 4.400, 13/200 ; 50 duzias de curdas
a 160 rs 8/uOO; 75 grozas de bolesilo
es Iras a 200 is. I5/O00,peubora.la.s a Manoel
llij lindo Pennaforte por extcuc.no de An-
obter que o governo que succedesse ao geoeral i ionio Fernandes Thom : e para que cheguo
Rosas recoohecesie esse en.prestimu como di-18 m lirm de lodos mandei passar o ptrsru-
vn11 da Cunfederajao Argentina, e ficando, nol u, Pjj.a| e dois do mesmo llieor que serSo
caio deque Isso nao podessenbler, eisa taes-| s|x,jos nl pn(i do commercio, e esa. ilas
e
aui
i duc aoa l oe juim matiocl
fo ultimo os necessailus crditos par. aatisfa- Ji-aquim Raplista
ina divida a cargo dos ditos Estados, hypulhe-jj mpresso no jornal. Dado
P?. bt.'e.r.rrm'.b^t'o. OT-^Wffl |SS Ata cid.de do ItJilo de Pertiai.
de 10 de dezembro de 1851 e 915 de lide mar- 00C0 sos 7 de junho de 1852,-EuMano
daa.ealc
Tlalia-se verificado a hypothcse prevista pe-
lo a.t. i.i d convenio de 26de malo de 1851
que dit
tratad.
l'e-t.nido o poder de Oribe e pacilirado o es-
lado Oriental, .ra necesiarla consequeacia a
ciplrafo dos poderea eitr.ordinarius, exegi
snnos a Rosas e
Cumquanlo esla allian;a tenha por nico dua e uidoipelea ciicuniiancias ecom os qu
u. a independencia leal e ellecliva ua Rrpu- o goietno exiateolc na praca linha beio.ci
bl.ca Orleutal do Urugay, ae per causa desta mente reiiitido
cama alllam o gove
clarar a guei ra aoa afilad
11 vanieiile, a 11 ll.HH i aCU__-
Ilaofi coinmum contra o dito goveruadur, atu- cao para ae proceder a elel(ao da assen.bles le
daquandous sius actuacs obj.clus te let.bam gi.-laliva c do picaideulc
zeresse einpeubo n importancia de SOOoiil!/
., dos quaes furam diapendidos 7G8:000/,
islindo um laido de 3a:000|.
SSo portanlo a tloiifederacao Argentina, nu
os Estados de Enlre-Hios e Cor.ieoles, deve-
| dores ao Imperio, a ululo de einpreatiino, un-
I ca applicacao que liveram aquelles crditos, da
I quanlia de 7o8:u00f 000 seus competente! ju-
ros de por ce nio.
! segundu veris do quadro junto ( Annexo G,
n. 15) das desperas drste ministerio no sano
! linanceiro de iS.'.o a issl, bauve sobras emlo
I das as rubricas da despeza.
Nao fol isso pos-lvelnu corrale anno finan
ruu'de Pueno.-Ayreade- Oribe, e salvado a Independencia do seu palz! ceiro, em coosequencla da niaior despeta cxl
dos Individual oucollec- coma prolongato dessa resistencia. Era de I glda pelas mindes eitraordinarla. que o go
.un te loma.u eu. si- mais chegada a poca marcada pela consum- verno mandou as lepiibllcas dofacll.ee, lie
preencbldo, etc., ele,
pono que eoncidci .ici'm-s de bastante mo.
^esta coiifoiiiildi.de ful celebrado o convenio menlu acooielliaisem-se que essas elei(6es fus
vernadorecapitao-generalda proviocia de bue-i julgaiae menos oneroso para osen Ibeaouro
nos-ayre, pa*. cultivar as relatOes eiierl.res, E.a indispeusavel mpprir ogoverao de aln
e para a elirecco dos negocios de paz e guerra tevido para se poder sustentar e manter at]
especial de all.ai.ta de 21 de uovembro de i s i
junto a esle relalorlo (Annexo t), e do qual
mal .balsa fallare!.
Aindo antes que livesie sido ratilicido o con-
venio de 29 de u.aio (que o fol eu. 8 de jullio J,
e poique tunvmba oaoperuer ieuipo,l.uba pai-
liito o general conde de Casias para a provincia
do Rio brande do Sul con. ordens para acabar
de preparar o exerciciio com a malor bre.ida-
de, c enirar lugo no Estado Oriental, lendoo
governo deata repblica coi.lirii.ade o consent-
meato alado nesla corle pelo .eu uiiuutro para
cna entrada.
O generaes Urquixa e Garto. deviam- pas-
sar. c com ettito paseara iu no Passo de
Paisand, para a margen, eaquerda do Urugay,
Invadlndoo territorio oriental, dotuinailo peiu
general Oribe, do illa 19 de julho por dlante.
As si.as forcas for.m por toda a parte acolhldaa
como libertadoras, e condonadas e coosidera-
vela .efecf e cometaram a enfraqueccr o ge
oerai Oribe.
o nosso exercilo, forte de quasi 16 mil lio-
sem demoradas para uma poca nao r, nula
mas que dase lempo a que se cooiolida.se
algum Unto e mals deseuibaraeadairienle urna
obra lao rcenle, o goveruo Impe.iai, lie I ao
seu tysieu.a. eolendeo nao dever ingerlr-se
eu. taes negocios internos, tuoi menie quando
im tena de Ir de encontr au parecer e vi
nexuela, Equadur c Nova-Cranada, e no Rio
da Prala e pelas ajuda de cuito que se accu
niiilarain na cicciijao da lei que u.ganisou o
corpo diplomtico
Os relatorlos e demonstratfies que acompa.
n ha rain os decretos n. 880 de 1 de descubro di
1851, e n.9?l de ?t de abril prximo pissado, <
o decreto n. 070 de it> deste ultimo mea, juiti-
licain ciiinplciaiiiciile o. crditos que abiiram
He altamente sstitfact.rlo poder declarar-
vos que lodos eatei deiembolso e rieipesas ex-
tas dos que erara competentes para dirigl-los.i traurdioar.as que exlgirain clrcuinslanclas im
Procede-se portlo no dia marcado pela
conslilulco i elcltao da asiembla legislaiin,
c.stailegeu presidente O. Joo francisco
Cira, no dia lamben, marcado pela mesma
coniiliulco.
O novo governo te.u paito duvidat valida-
de dos tratados de la de oulubro de i85i,
com o fundamento de que nao baviam sido
approvados pela asseinb.ea legislativa.
No initruiiicoto de ratlcatao desses trata-
dos declara-se que o governo urlenlal os
aceit confirma e ratifica, cm virtude dai
faculdades de que ae acba revestido pelas
circumatancias exlraoidiaras em que est .
rebubllca, Com effeilo, durante o sitio da
periosas foram" feita. con. oirrcursos ordina-
rios, e sem que loise augmentada a divida pu-
blica.
O ortamenlo desla rrparlicao para o anuo fi-
naiiceuo de I8i3>85t apreirnta tobre o ante-
rior um excelso de 87:17/. 00, provenirme de
te calcular cora o citado completo de todas as
legaces declarada! no decreto o. 191 de 30 de
marco ultimo.
Como porm o seu estado nio esta completo,
e nao he de crer que se complete ilmulunea-
mente, nao poder ser despendida toda aquel-
la quaiUia. He porm Indlspensavrl que o go-
vemo esteja habilitado com oa faados necessa-
rios para completar o pessoal de uma ou ou-
sciivBo interino o escre-
vi,--Cu.-l'idio M noel ds Silva liuimarues.
0 Ur. Custodio llanoel da Sil>a GuimarSes,
juizde direito da primeira viracivel e du
,i ni n i ri ni o i .si a eidade do Ri cife de im -
nsmbuco, por S. M. I. e C, que eos
guarde &c.
Fajo saber que por c-ie juizo, se la
de arrematar em prata puhlica, por venda
a quem in i- dr, no da 30 do con ente,
pil s 4 horas da tarde, na pottt da rasa dii
niini.a residencia, na ra da Concordia,
una casa te rda de laips, cubera de Hln-,
com duia i,i-n.is e uma jinella no meio, e
ou a tilla no nil.1o, na povoic3o da Boa-
Vi. gem, avallada por I80/OOO lis; e uma
essa terrea, lamben, de latos, com duas
porlas e um quarlinho com uma janella, na
mesma | ovoarjn, avallada por 1201*000 ris,
.enhoradas a l.uiz Antonio de Araujo o sua
inuiher, 1 or execucao de Manoel Pereira do
Souza. E para que cheguo a nuticia de lo-
dos mandei tassar o prsenle edltal, e dous
do niesu o theor que serao sllixa los ns pra-
ta do com ne co e caaa das audiencias, e
Imprvaso no jornal
Dado neata eidade do Recite de Pernaoi-
buco aos 8 de junho de 1852. Eu Manoel
Joaquim Baplista, escrivo inlerino o es-
Custodio Manoel da Silva CuiniarJea.
-- Pela itispecioiia daalfandegase faz pu-
blico, que nao se tendo concluido htje a
arromslafflo annunciads pelo editil de 30
do crrenle, licou transferida a continua-
tilo da mesma arremaUc.&o para o dia 9 du
correnta.
Alfandega do Pernambuco, 8 de junho dd
1852. O ioapoelor ititeiino,
Rento Jos Fernaades Barros.
BBJBSJ


Olllm.Sr. inspector da thesourarla da
fazcnda provincial, om Cumplimento da or
jem 'Id Exm. Sr. presidente di provincia,
ni, nd fuer publico, que do* dm 7, 8 o 9
jo corrrnte ir praca para ser arrematado
peante o tribunal administrativo da mesma
ilii'siniraria, a quem por menos flzer a obra
los reoiroa da poote do Recie, v.li.d. cm
600,000 rs.
A rrmetc8o aera feta ua forma dos
, r n. 24 e 27 da nulo de 185, e aob aa clausulas aspa-
ri.es abaixocopiadla.
As pes'oaa que se propozerem a eita r-
reuiala3o comparecen) na sala das sesses
lo mi'S'iio ti ibunal, na dias cima men-
cionados pelo mel dia, competentemente
habilitadas.
K para constar se mandou aullar o pr-
seme e publicar pelo diario.
Secretaria da tliesoura-ia de fu ion da pro-
vincial de-Peruambuco 1deJnnliodel852.
O aecr otario.
Antonio Fereir d'AnnunciirSo.
Claosulaa especiaos para arrematacSo.
1.a Os reparo deata ponte sordo exeou-
tado de cunformid.de rom o orCamento
nVsla data .presentado a' approveclo do
Lim. Sr. presidente da provincia na impor-
tancia de (100,000 rs.
2a Eat'* i -paros serlo principiados no
prazo de 15 dias e concluidos no de aeaaen-
ta dias.
3.' a importancia desta arrematarlo ser
paca em urna s prestadlo, quando forem
concluidas ditos reparoa. -
4.a Para ludo mais que no esliver deter-
minado as preaentea clausulas seguir-se-
ba o que dispoem a respeilo a Iei provin-
cial II. 286. Conforme.
O secretarlo.
A. F.d'Annunciacflo.
ouvertorss, pela orchest-e, subir* i cena
o magnifico drama em 4 actbs,
JOAIIM DE FL&RDRES.
Terminira o espacticulo com a bella
faroa lyrica em 1 acto,
O BEIJO.
PBRSONAGENS.
Filippe de Souzs Bizerra.
Caeisno de Castro liayinun lo,
Manoel do Moinho Monteiro.
D. Emilia de Castro -N. N.
Joaninlia -- Manuela,
alaria -- N. N.
Coro desallos e saloias.
Comecar as 8 horas.
Os bllhales acham-se a venda no lugsr do
costum._______
Avisos martimos.
Can eir de vaporea entre Liver-
pool e os porlos do Brasil.
A comeanhia Anglo-Br.aileire avisa so pu-
blico quo por contrariedades encunlradas no
acahamento do vapor Cleoiistrs, o m-snio
olio polo sshir de Liverpool cooio foi an-
nuncia lo, mas sim em 26 de junho p. '.: -
calcula-so que o dito vapor chrgara a este
u aisenal de marmita compra 400 al- porto pelo molido do mezdejulho p f. :ao-
iiueiresde cal preta, 2,000 lelhss, e 20,000 menle( e terminada a sua viagem vollafa do
djullos de alvona'la grossa, para seroui re- ro de Janeiro com destino a Liverpool em
cbidos a propongo queae for pecisando, 5de ag0..ti> p. f. -. Tazando escala para Rabia,
sendo ludo posto em urna das rampas do donde punir em 9 do mesmo m.z par Per-
Declarayes.
5
Aluea-se um sitio nos Af- ,-- ? abaixo .asignado, procurador do Sr. O cautelista Salustiano de
. ** Antonio Jos de 8ouza, professor publico D c ... ..
Ilictos; o primeiroeo terceiro an- em B.lxa.Verde, fai scienle ao respeitavel Aquino rerreira tai iciente ao
dardo sobrado n. 6 do aterro da Publico, que pseu conatitqinte nada deve respetavel publico, que vendeu
Boa Vista, eo t.rceiro andar de ^^^^S^tSS^ na FT f Independencia n. ,3
sobrado n-4 do aterro da Boa Vis- cpntas abaixo transcripto, otro sim, seo e i5, loja decalcado do Arantes,
ta .-quem os pnto.de,-, qneirs ft^^*^~* e na rua da Cadeia do Recife n.
diriji-se ra de Trapiche n. 3b quer ou.ro documento, que immediat.men- 4'') 'Ja de miudezas ile Jote ror-
segundo andar, a ratar con, Sa- ^^^f^Xm^'^ ""'o dos Santos Porto os pre-
lustiano de A quino Ferreira', das jio.-Recobi do Sr. Antonio Jos de Souza, mos seguintes da quarta lotenaa
n horas at as ti da manhSa. aquantia de 205100 ris, por asido lacn- beneficio das obras da matriz do
1 ..* tas atn hnla n.-eif 7 Aa ionlin de 185*. .. ..
DH
er :
000
474) ioj,ooors. 5'17a, ioos
quartos 48i6, 10:000,000 de
a'|8i 300,000 rs. ; 477'
n. 7, defonle de S. Francisco, existe urna
carta para se entregar em no propria, ao
lllm. Sr. Manoel Ignacio de Oliveira.
-- Quem preciar de urna ama deleite,
sendo ests creoula solteira, tendo muito o
bom leite : dirija-se a ra das Cruzes n. 41,
segn in andar.
-- OlTerrce-se para ma de alguma casa,
urna mullier que eiigomon t quem quizer,
annuncie, para aer procurado.
Preciaa-se
saiba Miar e e
glez : ns ra do
deia n. 7.
o Sr. curioso Henriquo de Azevedo Helio, e
sim com outra pessoa.
O aecrelario da irmandade de Nossa
Senhora do Terco, convida a todos os seus
irmSoi para a rcjni.1i> da mesa goral, quin-
ta-feira 10 do coirente, pelas 9 horas da
rs.}
rs.;
rs.:
:ioo,ouo rs., a38>, 100,000 rs.
minina, no respectivo consistorio, aflm de 3oio, loo, 000 rs.; 4^68, 100,000
ser discutido o novo compromiso para o r-
gimen da Irmandade.
-- 0 Sr. Jo3o Anloni-j Antero, que foi
pililo mi l'iirn.'iio dapadiria de Poncia-
liaja de vir
nno do 1819,
nto nSo o
lizer vea o seu nome iiosla folne, pois o
ser prucur.uo. paleiro ou fornoiio da pad.ria d
. de u1 mogosolte.ro, que n, r(Ja da nma\ 3_ h
crever correctamente o lo- d ()egJe 0 annQ
le S. Francisco, ou da Ca- tM da R Ui % g
rs.
rs.
- Precisa-sede um rapaz portugiKZ, pa- t(m he baaiante.
?lTnr?nnr2.MtrV,u\.%?."d?Ko' --Napoleo Gabriel Bez & Companl.ia em- .- ,.. u, ,u,cqu0 .....,
dando fiador a auacunducla: na ra do Ro- blrcn ,,ari0 Hio de Ja(ieiro 0<,eu4 otCra- muito fiel, ptimo cosinheiro : na ra do
ra S. Viceute (se a falta de csrvSo o exigiij
finalmente para Lisboa. Me. Calmoont &
Compunhia, Agentes.
Seguir cm poucos diss para o Rio
Grande do Sul o patacho biasileiro Dous de
Agosto, espilo ChnslovSo Podro de Ca'va-
donde partir em 9 do mesmo tm-z para per-
caes do mesmo arsenal. As pessoas que nimpUCocm 12 a a mais pa
tiverem estes gneros compare^am ns secre-
t.ris da inapec(So do esmo arsenal 00 dia
12 do corronle ao meio dia, munidos de
suas proposlaa em orla fechada, e das
romp> lentes amostras.
Src elaria da inspectora do arsenal le __
nnrinha del'frnambuc 8 de juoho de 1852. n10. lem rompa a carga qua deve con-
Thom Fernandes Hadeira de Castro. aozir, mas plu receber alguma a frele.
..Avisa-so a quem couvier saber, que o xrata-se na iu da Cadeia do Recife, arma-
Sr. Dir Cnrlea, negocimilo em Cayenna Zem n. 12du Baltar & Oliveira.
se dinjioaoExm. ministro da jiihtita en; Pa- Para O Aracaty
con6uidefr...Ca. Pr o Aracaty
Pela sub lelegseia de S Jos do Recife, Sahe com brevidade o bem conhecido hla
te annuncia que fra recolbido cedria te Novo Olinda para carga a tratar com o
desia cidada por an lar fgido o pelo ere- seu consignatario J. J. T.so Jnior;
oulode nome Luiz, que declarou aer escra- .. para o Porto segu com brevidade a
vu de J080 Jo- de Sant'Anna do Coila; quem barca portugueza Olimpia : quem na mesms
lr seu legitimo dono.comparec,a nesla mea- qirizer carregar ou ir de passegem, enten-
iiin sub iclegicia, que provando o dominio da-se com os scus ronsignatarios T. de A-
oposse, loe sera ent-egua quino Fonsec & Filho, oucom o capitao o
\.iiMnistnicfio do patrimonio dosorpbSos. Sr. JosTbomaz de Lima, na prarja.
Peanlo a adminislragilo do patrimonio Deve chegar nostes quatro das o velei-
losorphaos ae ham de arrematar a quem ro liialeCaprichoso.e segu com toda a bro-
mis der, e por lempo de S anuos, que BlO vidado para a Baha, por ler um< parle da
do ler principio do 1. dejulho do crreme 9Ua c^rga piompXa; para o r.slodellae pas-
anno, aSOdejunho de 1855, as rendas dos sagei'os. aos quacs offerece bons commo-
sogumtes predios, e nos dias abaixo de- dos, trata-secom l.oiz J. de Castro Araujo,
rlaradus :
Km 9 -lejunho
Ra dasl.arangeiras.
,Y 17 casa teirea.
Ra do Rangel.
v. 58 dita dita.
Ra Velha.
. 32 dita dita
Rui de S. Gonzalo.
.Y 22 dita dita.
Ra do Sebo.
,\.3dita dita.
Ra da Madre de Oros.
Casas terreas o. 20, 18, 16, 14, 12, 10, 8,
t, 4 e 2.
Ra do Torres.
Ni 14 casa de 2 andares o loja.
N. 16 dita dito.
:Y 18 dita dito.
Km 17 de junho.
Ruada Lapa.
>. ttcassterroa.
Y 1-2dita dita.
Ra do Codorniz.
\ I casa terrea.
M 3 dita dita.
Ra da Mola. .
.Y 17 rasa terrea,
v. 41 dita dita.
Y 43 dita dita.
Y tjdila dita.
Ruado Amonm.
Casas terreas 11. 56,54, 52, *;, le, 43 a 21.
Em 23 ue junho.
Ra do Amuriui.
N 24 casa lenes.
N. 26 Jila dita.
hua do Azeite de Peiae.
Y 21 rs< t-rrea.
.\. 15 Jila Y 13 dita dita.
,\. IScaaa de I andar e loja.
Y II lila de I dito edita.
M 64 casa terrea.
Ra da Cacimba.
Y Jcasa de 2 andares e loja.
N 1 : iiid-ii.
Y IU dita dita.
Ra dos Burgos.
Y 18 casa terrea.
\ 21 dita dita
na ra ds Cruz o. 31.
Para a Parahyb.a
Sali ImDreterivelmeu'te aabbado 12 do
correle o hiale Paquete : para carga e pal-
sageiros lrta-se com o meslre JoSo Heroira
da Silva, ou na travesss do ViRario n. 3.
O brigue brasileiro Vence-
dor, segu para o Hio de Janeiro,
na quinta (eir 10 do correle: pa-
ra escravos a frete c passageiros ,
trata se com os consignatarios lNo-
vaes & Companhia na ra do
Trapiche n. 3J.
Para a Parahiba.
Segu con brevidade, o novo e
veleiro hiate Santa Cruz, ainda re-
cebe alguma carga: os pretenden-
tes dirijan -se ra da Cadeia do
ttecife n. a3, ou 56 A, ou ra
do Trapiche Novo n. 16, segundo
andar.
-- 0 PsUeliO brasileiro Santa Cruz segu
para o Rio Grande do Sul no dia 12 do cor-
rele; para eacravos a frete e passageiros,
trata-se no escriptorio da viova de JoSo
Francisco ds Cruz, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 66. ou com o capitSo a bordo.
JLeilo.
zario da Boa Vala n. 58
-. A peasoa queannunciou ler para ten-
er um' taberna, o n urna das melhores
ross da Boa Vista, annuncie sua rrrbrada.
-- Quem precisar de um homem para 00-
zlnheiro, ou ft itor de sitio ou para ouira
qualqucr arrumacen : annuncie por este
Diario para ser procursda Ma inorada.
-- A mesa regeJora da irmandade de Nos-
aa Senhora da Concei(Ao, creca na igreja
da Congregacio, convida a lodos ns seus
ir.. Sos para que se dignem comparecer
nuadias 13 e 24 do corronle me; pelaa 9! de 4 d crf(jnle inuuncl0U querer alugar
horasda manhfla.para assistirem asfesiasde U|1U casa de CU(pUi dlrlj,.ie^, ru, do Ca.
(0 s de um
todas as com-
ncio.
, oitavos ii35, 1:000,000 de
; 333o 4>)ooo rs. ; 1716 ,
aoojooo rs. ; vigsimos 3787 ,
2oo,ooo rs
Precia-so de um feltor, que cntrnda
de todo servlco de ongenho : no sierro da
Boa Vista n 43.
-- Aluga-se um muleqoe de 20 sunos
era- m '
vus, Ciato, Antonio e Antonia, crioulos. Rangel n 44
Pretnnde-se comprar a casa terrea n. Una n.ulher brai.ca, quo dconheci-
5 sita na travessa da ra das fljres,em chJos mrnto da sua capacidade. ae olio eco para
foreiros ao cunvento do carmu, perlencenle ama de ctss de homem soltriro, para cos-
a s 11110,1 11 Luiuvma llosa ua "Triuda le: nhar e n-ais snanjos de poila a donlro :
quem so julgar cum direito a mesla, su- quem precisar, dinja-se a ra da Cadeia do
nuncio doutro em 1 r -s di 18. Recife 11.8, segundo andar.
Oeseja-se fallar com JnSo dias Pinto de .. Um estraiigeiro deseja alugar ama easa
Gouvea, ou rom Fiaueisco da Costa Arruda de campo que lenha bastantes comino'os
o Mello ; na la do Cabuya, loja 11. 3, a no- para familia, eslribaria e cocheira ; a caaa
gocio d seu nteres.-.!!. deve ter sitio soll'rivel com aivoredos e O07
-- 0 Sr. eslrangoiro, que por rale Diario res; quem liver annuncie.
-- Aluga-se por preco cu.nmudu a loja do
aterro da tloa-Visla n. 38.
- Prerisa-se de urna preta para vender
na ra ; quem a quizer dardo aluguel, diri-
fa sea tratar na ra larga du Rosario, loja
n. 38, o ahi se diz quem procisa de urna
ama para caaa de pouca familia, quo fa{a as
compras.
ODr. Malet mudou sua residencin para
a ra do Trapiche n. 12, quarto anJar, aon-
do 111 le ser procurado a qualquer bora do
dia.
Bolos de S. JoSo.
Piecisa-se de um caixeiro, que d fia-
dor a sua conducta, que he para lomar m
balaoso om eslabelecimenlo : na prsfa da
paz brasileiro, quo lem exame Boa Vista n. 32.
de lingua nacianal e virios preparatmios .. liase diuheiro a premio, com grrantia
ofT.ireCo-se para onsinar (irimeiras letras em do ouro o prala : quem precisar, dinja-se a
cas-s particulares; e quem do sou prest- casa n. 23, da ra rslreita du Rozarlo, que
mu se quizer ulilisar prucure-o pur este Di*- abi se dir qnein faz esto negocio.
rjo, ou na ra da Coocordia n. 3, sobiado -. Aluga-se U'i-a escrava, quo cozinha e: panhit.
d'um andar. eogomma rom perlricSo, e fsz lodo o^ervi- -i Na na do Colleio, loja n. 3 exi-to
-- Roubaram um relogio de ouro. suisso, ?o de ca>a : na ru. do Livramenio n. I. 1 urna porcfio de livros, en poiluguez e rran-
sem caixs, com um trancelim fino deca- -. Precisa-se de urna ama de lene, pre-| cez. osquaes se vendem por peco exiraor-
bello; ptde-se s passoas a quem se olTeie- fere-sesem filho, e paga-se bem: na ra da diiiariamente barato, a quem asquuercom-
Cacin.ba n. 11;
- Comprase ama venda es bom lugar, e
quo lenha alguma freguezia : na ra da
oda d. 52, ae dir quem compra.
Compram-se escravos de
ambos os sexos paga-se bem, ten-
do boas figuras: na rua das La-
rangeiras n. i4, segundo andar.
-- Compra-s um mulstinhu de 14 a 16
annna de idade, aaaim romo om preto de 18
a 2F> anuos,rubuslo e proprio para todo ser-
V50; a tratar com Luiz Comea Ferreira, no
Mundrgo.
-- Compra-se 9 eacravas creoulss ou par-
das de 12 a 20 aonoa : na rua Nova n. (6.
. -- Compra-so um lelogio patente, com
calza cobeita, em segunda mto ; quem o ti-
ver e quizer vender, di>ija-aea rua largado
Rozarlo, casa n. 59, venda de Caetano Aga-
pio de Souza, que ahi achara com quem
tratar.
Compra-so urea oscrava que saiba bem
engommas e cozinhar, e que nao lenha vi-
cios nem achaques, o quo lenha boa figura,
agradando paga-se bem : na rua do Amo-
nm n. 25.
Compra-se um esrravo mogo, mari-
nln-iro, eque seja crelo: quem liver an-
nuncie.
Na rua daSenzalla Velh, defronte de
Sr. Monteiro uimor,compra-se todas asqua-
lidaici de ferros velhos e melaea de todas
as qualidades assim como ourelos de pannoa
tinos.Casemirase todssaa qualidadeada mu-
lamhosque aervirem para fazer papel : as-
s 1 ni con o ribos velhos, lonas etc.
- Manoel Alvea Guerra Jnior compra
accOes do bauco desta provincia : na rua da
Cruz o. 40.
Compu-sn um trancelim para relogio,
sendo fino sem feitio, e urna estante para
livius : na traveasa da concordia n. 5.
Compra-so um escravo para servido de
rasa, que 11U1 tenia vicius nom achaques,
e que lenha boa ligura e seja forte, de 20
me 26 aonos : na rua do Amo'im n. 25.
Vendas.
- Vendo-se urna negra mn;a, quilandei-
ra e entende de lo lo o servido de urna ca-
sa : na rua daSenzalla Velha n. 110, ae di-
r qunm ven le
Ven 'em-si linhas de rnriz do Porlo, e
mercurio de Lisboa, ludo >le superior qua-
lidade, por prefo co-nini lo ; na rua do A-
pollo, armazem n. 18, doTarioso & Cooi-
cor para o comprar que o enireguem n
venta da rua do Collegio n. 25, que ser Rnga-seaoSr. UypoliloGadoultoobse
Na camba do Carmo-n U.antiga casa da recompi-nsado. quio de dingir-ae la do Apollo, venda
patlaria, faz-se qualquer iucommenda de l'reciss-se de 1:500,000 rs. apremio, n. 19, a negoci que nSo ignora,
bollos psra Santo Antonio, e para da de 8. porumauuo, daudo-se duas Ci-sas terreas .- O abaixo aasignado ucha-se residindo
iii-i apromplam-se bandejas enfiladas, ue.-li pui;, pora sua seguranza, o pagan- em casa de seu lillio 1 arlos Krnesio Mesquita
i-un linlii h-'s, os antigua bolos cevados, e do so o premio porquarteis de 3 mozra ; Falco na rua do Hangel n. 59,segundo an
toda qualquor incommenda de bolos; as- quem liver annuncie para ser procurado, dar, aonde pode ser procurado a qualquer
sim como contina a dar comida para rasa- Aluga-se um sitio ua Pas>gem da Mag- hora.- Luiz Antonio Mesquia Paleto
de negurin, por mdico estirendio eprompa dalina, junto ao sitio dos Srs. Amorim tv .. Deseja-se fallar ao Sr. Francisco An-
lido. Irmos: a tratar na rua de S. Francisco, ionio liuro na rua da Cadeia n. 13, a ue.
PiopO-se a administrar qu-lqueren- casa ap*lr;ada. gocio de eu interesse.
genho, urna pessoa muito habilia la,por ler l'iecisa-se alugar orna ama para o aer- -. pur esto annuncio so faz ver aos ere-
sido empregsdo neste servido a mals de 10 vico de urna dasa : na pr>ca da Iu -topn.ion- dores do finado iOquini Antonio da Silva,
annos; entende perfeitamenti do metnolo ca n. 38 se dir quem quer. que nflo paguem a nlnguem que seu credor
de faz> r aasucar, -- Ocorrctor Miguel Carneiro far leilo
no dia sesta-feira ti do corrente, as II ho-
ras da nianha no seu armazem, na rua do
Trapicha n. 12, do urna porfo de quadros
com estampas, t-n'o em oleo e em psnno,
comoein cnapi do melal sendo do santida-
des, personagens, paisagens o fabulosos, as-
sim como trastes novos e ussdos, n ouiios
muitos nbjeclns que val a pana serem arre-
matados ; assim como um ca vallo preptra-
do com seise frcio.muito andador e sem a-
chaques.
Alexandre Carmichael faz Icil.lo por
mlTv.-ncSo i'O corielor Ju> Maria P' slana.
As pesaras que ae proposerem a arrema- em presenta do pro-consul de S. M. Brian-
tar ilnas rendas poder.ln comparecer na caaa nica, por cunta e risco de quem pertencer,
dasses>Oes da administrar;9o, nos dias aci- o0 casco, mslros, mcame, veame, ferros
ma indicados com seus fisdorrs. e mais perlences do briguo inglez Nonpa-
SecrrU'ia da a>lmnstrac.ao do palrimo-| riel, naufragado em 16 do mez passado.pro-
oio aos orphos 4 de junho de 1852. ximo a barra drste pono; sesta-feira, II do
A. J.deOliveira. correuleas i0 horasda oanhla, na frente
-- Pela subdelegada da S, em Olin te,1 j0 obrado que existe na povoacSodo Cabe-
aclia-se rrcollndo a cadeia um negro, que dello, onde ludo se cha. Parahybs, 2de
diz ser escravo de Eslevflo Simonele.do Rio junhn ue 1852.
1,rende do Norte; mas que fugiri no ultimo eaTaTaSSg' jjf~T"*
itomaiofinjo da c-sa do portuguez Benlo AVISOS UlVe
ilc tal, morador no Recife,para onde sou so-
iihor o linha mandado para-Ser vendido:!
uuem ae julgar com direito comparece na
m.sma subdelegada com a competente jua-l Desrulpsudo-ae algumas pessoas cncarro-
licaclo gatas de receherem este Diario para sulis-
-11 lllm 8r. inspector da Ihesooraria da criptores do interior, que os asignantes
lazcnds.emcumprimenlodaordemdoExm. nSo n.andam pagar o valo'da .s.ianalura ;
Sr. pre-idenle da provmca de 29 de.maio para lcmhranra somos oblganos a ciiama-
pelo presente convidar aos los or meio de aviaos em letli leaos,
ida le para dirigir qualquer obra necesssris Luiz VirSes, a negocio: na rua do Crespo
a este estabelecimento; adverte-so porm n. 19.
que he brasileiro e solteiro ; quem precisar AttencSo
procure na rua Nova, loja de allai.le n 57. FrinciSco Dias, com loja na rua do
- Com grande senmcnto se roga aoSr. fi d Spnllres que
M.noe Auguato do Pigoalredo,^a anca de la,mpcollUs',&., u lell-.s vencidas^,,,
concluir o negocio quo nao ignora, lalo I lie
pede 1.111 de seus amigos.
~ Sr. Thomaz Dias Souto. Respondo >o
sua loja, que as venham salisfazer, os da
pra;a al 15 de junho du corrente anno, e
os do malo al 3U, aflm de se nflo ver ni
Um credor.
50,000 rs. de gratificoslo.
Alm de dar-se a graiificacDo cima,flcar-
so-ha eternamente grato a quem trouxer
rua da Aurora n. V, pnmeiro andar, urna
carleira pequea de marroquiro rouxo.orla-
da de lati, quo te perdeu no dia 5 do cor
rente, contendo duas oolss do banco desta
provmcia, de 100,000 rs. cda una ; um
son annuncio Inserido nesla fulha n 127,
com qusnlo ignoro a sua cnn'a quo dia ler
aprescutado, he verdade, assim como tor
rhamado-meem julio pbf 14.100 rs., a mes- '" "' "'J*1.. ,,rac
ma ve,.Iu le existo pela cerlidSo do "'
nho, mas eu Ignoro tal debito, slv
nlia fallec la mulbcr
belecimenlocomprai-------....., r------ .
visfa do aua prova ludo Ihe ser pago ; nem >"""*-?- o persuadido de que ainda lia alguem iie
em meii annuncio Ihn duvidei pagar, e sim ; W rua uc v igario n. IJ conciencia, nutre a espsanos de que nSu
pe-i lio! urna conti corrente paia connecor nrecisn-.se de ul)ici:ic-s de laloi iro e deixara de Ih'a restituir quem a houver a-
esse debito, e com esla leris (iiuilisulo nos- .. diado.
sa quesillo; mas com quanlo a queira aug- nl.ler: J________............. oa;M#(l # *
Paulo tiiiiu 11 ni \. dentista #
dura necessidade de us chamar com os seus d"? "8 P0-,000 r> 'ui ?!'nel,sde luler,a
Domes (or extenso por eats fulas, o que fa- "lu do Janeiro ja extr.hidaa.nao premia,
r sem excepco de pessoa, o entregar dos; qu.l.o vigsimos daquella cuja Hala
suas comas ao procurador paia receber pe- lroue Bahiana, e varios pape a eujo con-
'f'f afh.i"". .", 2 T atoe que Ihe facultan, as leis do plz. todO a nguem podo .proveUr O 0000
1 tal debito, salvo so ro- ,; u,,,,,,,,,,, a. Cn.ia da mencionada cattira auppOe te-la perd-
r-mandou om souesh- "hr- ,ln'" ^.Xi ^ neancio do "" pr-ca da Independencia, .orlad, lo-
si taes effeiios, porm ^'^'J^ W>*"t>'l>, negocio ue j(1 qu ppr,enceu ,0 ,B,do reloj0(.,0 Meroz;
mentar, tenhoa dizer-lhoquc no mou cad Piecisa se do urna ama para oservico
ha orplios, no ueix.ria de pagar o que de compras e engommado, de urna casa de
lies ilcvem, mas tambem no perdera um nuas pessoas de ramilla : na Poute Veliia
s lial de sna fazen la ; Vmc. me be.uevedor d. 14.
da agoa que me mandou dar ,.a,a sen quti- graUficrco.
tal, durante o lempo do meu estabetecimen- Gr,|ific,.,0 com generosidade a quem
lo com a'
Inos csrp
como ver........,..._-.----------. ...-,. _
ls amigavelmente ou cm Julio, quando s- Jsl.,0 1(VI) ,0 um t.bulero em que ven
slmoqiicira, menos p.g.r.lhe um s nal d,, rllljl. mandioca o roaraxoire, e ves-
que imoseja por ajuste de tolas as nossaa ,do- ,lnis, de algodUosinho branco,
conlas al esla dala.
Bernardo Velos Pinheiro.
-- Precisa-se de urna rri.da biasileira 011
estraugeira, p.ia urna casa de pouca fami-
lia : quem estiv-r nestas circumstanclis di-
rija-se rua doQneimido n. 46.
uranio o lempo, o meu 0.1. oeiecimen- Gr,,jfici.,0 Com generosidade a quem
n alguna das de serv,So do meus fi- reneil,,er um molrquB Cr(l,| p0r nome
tarpinleiros; tola esta ronta concluida ,' da j(lide ,, |S |6 fu.
verda.e.ra.linal'S.rerriosnoss.scon- jesje sexta-laira 28 de maio p?oxmo
prar por junio.
ilemedio especial pira bou-
bas e ciavos seceos contina a
vender-se na botica da iui do
Kangel, que fot do finado Sebas-
tio Jos de Oliveira Macedo.
Verni de gomnia copal ,
contina a vender-se a 1,600 rs. ,
a garrafa : na botica da rua do
Rangel, que foi do finado Sebas-
tio Jos de Oliveira Macedo.
Oleo especifico para curar a
caspa, contina a vender-s.e, na
rua do Ha rige I n. 64-
Salitre refinado vende-se
na botica da rua do Hangel 11. 64 ,
por menos preQO do que ein outra
ualquer parte,
nt
# francez5 onTereec seu prest- #
t) mono publico para tollosos %
9 iiii-icri-- de sua i'i-oflsso: *
# pi'nii-ser prociu-iido a niial- *
) quer hora e m sim caxa, na 9
# 1111. 1111 iliilln/.wrlo. II. 3H,
W x'^iiniio andar. }
Para vinhos fracos.
A verdadeirs agoardenle de vinho com
teressante para ospropnetarios
de navios.
Vende-se um negro nio;o, ro-
busto, de bonita figura e perito ma-
rinbeiro : na rua do Trapiche No-
vo n. 16, segundo andar.
i,6oo.
VenJem-se corles de cambralas de cores
I'ms pelo barato preco de 1,600 rs cada um;
na luja nova da ru. do Kangel n. 8.
-- Vende-se urna escrava; na rua da Glo-
ra 11 25.
Vende ge farinha de mandioca de Hu-
nbrea ou mag, a melhor possivel par. me-
sa, quo-jos de qualna do certUo, queijos de
prslo d. Holl.nda bastante frescos, caf do
Hio, ludo muito en cunta 1 no caos da al-
fan lega, armazem n. 5.
Ilua das Laranjeiras n. 4.
Vende-ae urna tenda da marcmeiro por
junto ou a relallio, cora varias obras.
Vendem-se pentesdo la,taruga da mo-
da,lisos e de marraf-s; fas-ae qualquer obra
destogen-ro, tanto novo eomo do concert;
desmancham-se pentes velhos e fazem-se
novos: na loja de t.rlaruguairo, no pateo
do Carmo, loja do sobrado da esquina, que
volta para a rua das Tnncheiraa o. 2
Avisos diversos.
Aviso.
ultimo, iiiuinl- ,
lacullativus.que quz^rem seivir no preai- e almal com o nome por lenso.
- da ilha de Fernando, hajam do compe- -r Os Srs. C M. A., e J
, quei-
'-iu lia iii. uc r*.*n.i*, ...,".. ----r *. 1 Ji /.!,
reerr per.nle a mesm. thesouraria, alim de ram mandar p.gor a "0lJ D'"[\
'- r.zcr o cumpeleote cuntalo_____, Faz-se-lhes osla adve,MhMfJM P
r 1 soas encsrreg.das de receberem a rolna nao
leem .'atisleilo.
- Manoel Dellino d tooveia Callado vai
a Europa mais sua senhora, edeixa por seu
bastante 1 rocurador a Carlos Frtaerico da
Silva Pinto.
Hoja 9, pelas 4 horas da larde, na por-
ta do idm.Sr. juiz do coaimercio da pri
aiei'a vara, se nao de rrem.lar 2 c.vallos,
por exrcuc.lo do l>r. Cosme de S Pereira ,
conira I ourrnjo Ferreira Alvea.
-- Na rua do Hospicio, sobrado n- 15, a-
lugam-ae 2 preUs, ou 2moleques, para vrn-
der'sortes de S. JoSn.
Preciaa-se alugar orna mulher qoe
saiba coser bem camisas dehomem ef.zer
labyrintho: ns rua do Hoi.-leio, sobrado
a. 15.
lurtararu da Estra a Nova, do rancho de ila- cia-se una letra de 250,000 rs. ha muilo
noel Jordflo, um cavado caslanho esruro, venc la, da qu>l son eme se lem recehidu
rom urna estrella n leste, lem o cbo ,im 60,000 ra e pelos juros que ha i receber,
pado, duas bexigas no espiuhar;o, com o avulia mais aquantia restante de 190,000 rs.
ferro-O-noquaito dirireito, anda bem bii- A pessoa a qunm convier osle negocio pode
- Mitr.de 4 Leal, mudaran o seu de- -j y- { meriado. pur precos
psito ue cald. iraria dea da rua Nova n.;1 *"". vl "'.,._.--------/_ a.
33 paia a nova casa ua uieaina rua n. *7.
-- Joo Jo Pereira avisa o. seus frage-' nl0nl Jua1
zea que j t cha reata be lee i do. toado
I mudado a sua loja da rua do Vigaro a. 21
conimodos; na I 1
uim Vi
Recito.
do ferragons 11 56 A de
1.1, na ma da Cadeia do
Vendeui-se os dous sitios do Macsmbi-
xo, est gordo, e.le ferro he do engenho d..gir-,e referida rasa. I f.^fAU^s dTmeUa' na ru. do" BU?y ra.no lugar dos Remo los, ou um s; quem
covas, do cap 1U0 Jos de Ar.ujo Pintiei'o,^ lloga-se ao Sr. Jos Ansstacio de SU I WjWaJaaaa va*aWa, aw tm aso aar O8pr(l01|,,er f,nei0 teenle-corooelU.noel
.quem s- peder all lev.-lo, o ,,..0 W buquerque haj. de declarar acode to^\W\Jj^l^^^ZZ. Ju.quim do Reg Albuquerque.
aMM mmmmmimmm
THEATRO
DE
S. IZABEL.
-47. lecita da assig-natura.
QUINTA FEIRA, 10 DI JUWHO DE
l85l.
' 1- d cxccucflo deums das melhores
r-so doproced.mento qe se liver a ".< '" "f^ia a-arr.-.. Dm
quena
seu respeito.
- Preciss-se de um an acador de padsris,
sendo bom pi n. 37, defronie do chaf.riz.
- Perdeo-se 00 da 2 do correla, oro
.llinfte ue peilo, com um l les, da roe e*t eita du iluzano tt BuUiri-
be : q'icm aolioo, quc-en-io entieg-r, di-
urna M KB. Bu-do ^TtoZ^TT^Tono
o da bons cosium^a qne a>> enn muiU Monto-Raso, residente na villa
,1o
que de sou 1
re. loja do Sr. Firmi.no los Rodrigues r.dor, ,u ,dJ. 'e^nrootra'o; ] '^'^Xl^V^ZV^l
Fen eir, queae gr.tihcara generosamente, ou de dingir-ae a rus uo Collegio n 25, a**. '^"^TLnZnrnTZ dainZS-
- OIToreco-soums ama "ara o interior terceiro .......... '........' -- coeamoJo. U
de urna casa de pouca familia, 011 de ho- muito
mein solteiro : quem de seu prestimo se
quizer ulilis.r dinj.-so ru. das Aguas-
Verdes, sobrado n. iOv, que senara com
qui ni tratar.
O Sr. Jos Correa do M n tonca, lem
um. cita n. livr.ri. da pra(a d. Indepen-
dencia, n 6 e 8.
Joo Antonio Carpinteirn da Silva,
como primeiro leslamentairo do fallecido
Fernn lo Lo.es Correira, avisa a lias aa
pessoas que forem devedoias ao mesmo fal-
lecido de n3o lRarom senSo pesso. que,
por elle toitamenteiro, fr aiiions.d. paia
a mesma cobranza, o que fara publico pur
ei-te Diario.
JoSu Antonio Caipinteiru da Silva,
como pilmeiro lest.meHleiro do fallecido
Fcrnap-Jo l.opis Ca r, ira, avias aoi credo-
res do mesmo para quaita-feira. 9 do cor-
lente, s lo huras do da com.iarecorem na
ru. do Trapiche Novo n 28, segundo andar,
com as suas cuntas alim de Se tr.tir sobro
s iiquidacjlo d. casi dosneamo fallecido.
Precisa-ac alugar urna escrava para o
sorvico de urna cass de pouca familia, de
homem viuvo a tratar na rua Jo Trapiche
Novo n. 44, ou quem a liver annuncie.
cs-se a su. capacidad.: quem a pretender
annuncie por esla folh. par. aer procurado.
Aluga-se um. 'grande c.aa e sitio cmn
to fas aa commodidades, com bstanles ar-
voredos de fruclo e lio es, leudo no 00
fundo na povoaclo du Monteiro ; a tratar
pessoas que quizerom ulilis.r so de seu
pieslimo po.leui p-ocura-lo pessoalinente,
ou dirigir-so-lhe pur meio do carta.
AUft lEiYlES.
J. A. S. J.na,* o bem conducido dentista
neata praca a 12 anuos,pode aer procurado
Compras.
com Jlo Jos de" Carralho Mor.ea, na rua na sua residencia rua Nova n. 14, primeiro
da Cadeia do Recife. andar, pa>a todos aaiateres de su. arte, nao
-- Precisa-so de um caa iro portuguez de a em sua caaa.como fora della.__________
18 a 20 annos de il.de, que tenlia pr.tica
de veiid, d.ndo fiador su. boa ou m
conduc a ; a tratar na praca da Bo.-Viala
n.5. I .- Compra-se ua vioIBoem bom uso: n.
D-se de 50 al 600,000 rs. ajuroa, de trevess.de Concordia" n. 5.
2 por canto ao mez, sobre rtenhorea de oaro, Compra-ae urna escrava preta ou par-
ou p ala -. na.ru. larga do Roz.rio a 26, na da, at 12 annos de idade: ns na d. Cruz
loja de miu-lezas se dir. u, 45.
Bom e barato.
Palitos feitos, veriles e pretos.
I Na rua Nov., -I. 26, lem par. ven-
3 der palitos de panno a 20,000 rs., co-
t leles de selim 1 reto deM.co 5,000
g rs., f.zenda muito fin, ditos de us-
1 Ho a 2,560 rs. rada um.
wmomxttmmmm mmmmmwm*
Vendo-se um sobrado de um andar e
sota, era urna das melhores ras da Boa-
Visla, constru lo, ha pouco lempo, com
lo 'a a solidez e pi-rfoico com cantara de
Lisboa, grande quintal, murado e plantado
d aivoredos, estribaba e cacimba: na rua
da matriz da Boa-Vista n. 26.
Vende-se o engenho denominado
Goarib,-sito em Porto C.lvo, provincia
das Al.goaa, com todas ss obra* do pedra
o cal, s.ber, esa de engenho, dita do
purgar, um ptimo aobrado, novo e moder-
namente construido, euma capella novo,
fe.ua com lodo o goslo e aceo. Alem des-
taa oliraatem mals urna serr d'agua, bem
montada, eduashoitaa com muitas rrulet-
ras. Quem o pretenaor, entenda-ae nesta
praea con Antonio Buirqua de CesmBo,
em Pono Calvo com Manoel Pedro de Jess
e Antonio Cotlho de Crjsmo, propietarios
do alto engenho.
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*;



...

1
Deposito de cal virgem
Conha & Aorim, ni roa da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barra cnm supe-
rior cal em pedrs, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por meaos preco do que
em outra quslqner parle.
farinha de mandioca.
Vondem-se saccss rom farinha nova, che-
gada ltimamente do (>r, a 9,000 rs. e
em lo'.esde 10 tacoes para sima, a 1,800 rs.,
cada urna aacca : no armizem ae I. J. Tas-
so Jnior: na ra do Amorim n. 35.
__Ven lem-so os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e em ella : ni
ra da Somalia Nova n. 49.
????f??f? f f ?,f ?*
J Deposito de tectdps da I abr- J
s> ca de Todos os Santos, -m
na Bahia. -#
a> Vende -se em casa de Domingos Al-
8> ves Malheus, na ra da Cruz do Re-
? cifen.59, primeiro andar, algodSo
* iraosadodiquellaabrica.muitopro-
? prio para saceos e roupa de escra- jj
S vos, assim como lio proprio para ro- ^
desdepescar e pavios para relias, .4
s> por preco muito commodo. *;
******AA&AAAAAA*****
Armazcm de vinhos.
Na ra da Sentalla Velha n.'48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos mais superiores que ha
110 mercado pelo diminuto preco
de 200 e aqo rs. a garrafa, e t,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
rolta para a Cadeia, vendem-se panno pre-
to, a 9,800, 3,900,3,500, 4,000 e 5,000rs. o
cavado; dito francez muito superior, a
6,000 rs; dito verde, a 9,800 rs.; dito azul,
a 9.800, 3,500 e 4,000 r.; dito cor do rap,
a 9,800rs.; cortes do calsi de casimira pre-
ti infestada, a 5.000 e 6,000 rs.; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500rs.; sarja prela, a 9,400 rs. o covado;
dilahespanhol", a 9,800 rs., e oulras mui-
tas fazendas por presos commodos.
i'arinba de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Haxal.
No.armazeoade J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
SiiutLo de Mantua a
800 18.
Vene-se a historia de SimSo do Nantue,
a800rs. 1 nalivraria da pracada Indepen-
dencia n.6e8.
CH\ lRETO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorimn. 35.
Tacas pura enyenhos
Na fundicio de ferro de Bow-
man 6c Me. Gallum ', na ra do
Brum, pastando ochaiariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de tainas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quoes achatn-.se a venda por
preco commodo e com promptt-
do, embarcam-se, ou carregam-
sc em carros, sem despezas ao com-
prador.
ARADOS AMERICANOS.
. Vendem-se arados ame- ^
ricanos, chegados dos Esta- &
* dos Unidos, pelo barato pre- \
90 de 40,000 rs. cada um: na 9
t ra do Trapiche n. 8.
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata,patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n*. 4a.
Vendem-seno.becco do Concalves, r-
mitem de uoane Youle& Companhia, meias
barricas com superior farinha de trigo.
Bom 9 barato.
Na luja da ra do Crespo n. 10, vendem-
se paulse casacas de brim da linho a 4,000
rs ; chales de seda a 4,000, 5,000 o 6,000 rs.;
cseas pare babado a 940 rs. a vara; manli-
nhas de seda para menina a 640 rs. cada
urna ; cortea de gembriOes dn cores para
caifas 1,000re., e nutras muitas tazeodas
que se vendem per todo preco.
Admiracao.
Na loja da ra do Crespo n.10, vendem-se
pelo diminuto preco de 1,500 rs. esda um ;
lindos chapeos deso de panamito bem en-
hilados, para meninas, obrs prima ; a el-
le antes que se acabem.
Deposito da fabrica do Todos os
Santos na Hahla.
Vende-se,emeasa deN. O. Kieber& C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quellafabrica, muito proprio para saccosde
assucareroupa deescravos, pnrprecocom-
modo.
Deposito de cal e potassa.
No armazcm da ra da Cadeia
doRecife n. xa, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
aiente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edvvin Maw.
Narua de Apollo n. 6, arinazem de Me. Cal-
niontb Companhia, acha-ae comianlemenle
liona ortimeotoa de talaa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas in-
di aatodaade ferro para anima, agoa, le,
ditas para armar em inadelra de todos oa ta-
nianhos e inadelloi o mals moderuo, machina
uorisontal para vapor, com forja de 4caval-
lys, coucoa, passadeiras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menoa prejo queoa
decobre, cacovens para navios, ferro ingle
tan loe 111 barraacoino em rcosfolhas, etudo
por barato preco.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SEZAI.LA NOVA N. 49.
Reste estabeleeimento conti-
aa a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
Jas para engenho, machinas de
vapor, e laixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ta dito.
farinha de mandioca <|
Vende-se, por preco rasoavel, la- rinba de S. Matheus a mais nova ^
que existe neto mercado : na ra ^a
da Cruz n. 34, delronte da I ingoeti. 1.* A amiguidade da sals'a parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desil.' 1839, e que a de Sandsso appareceu em 1849, poca na qual este droguis-
ta 00o pooe oblcr a agencia do Dr. Itristol.
9.* A superioridade da salsa pairilha de Briftol M incontestavel, poisque n.lo obs-
tante a concurrencia da deSands, e de urna poretode oulras prepararles, ella tem man-
lidn a sua* reputarlo em quasi (oda a America,"
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilha em todasas informida-
des originadas pela impureza do sangue, e o boa xito obtido nesta corle pelo lllm. Sr.
Dr. SigauJ, presidente da academia impeiial "Be medicina, pelo lllustrado Sr. Iir. An-
Ionio Jos Peixotocm sua clnica, e emsua afanada casa desande na (ambos,pelo lllm.
Sr. Dr, Saturnino de Oliveira, medico do exercilo, e por varios outros mdicos, per-
mitlem hoje de prorlsmar altamente as virtudes eflieszes da salsa parrilha de Itristol.
Vende-se a 5/000 o vidro ; na botica de Sr. Jos Hara Concalves Hamos, ra dos
Quarteis pegado ao Qairtel de Polica.
Multas fazendas por pouco diuhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do purolinho a
1,440 rs., ditos de llstra de bom gosto a 9,"00
rs., dito amarello a 1,800 rs liscado deli-
nho proprio para eslas e palitOa a 180 rs. o
covado, panno lino prelo a 3,000 4,000rs. o
covado,possas do chitas escuras co o 38 co-
vado* a 4,5-10, 5,000 e 5,500 rs., cambraia de
llores com 8 1|9 varas a 9,400 e 350o rs. a pes-
as, lencos de cambraia de linho 400, 480,
e 560 rs. proprios para mSo, riscados assen-
tados em algodo muilo encornado proprios
paraescravos a 160,180 e 900 rs. o covado,
zuarteazul com 4 palmos a 900 rs. o cova-
do, e muitas mais fazendas por prejo com-
modo da loja cima referida.
l'otassa ameiicana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
19 existe urna pequea por^So de potassa
americana, chegada receutemenle que por
superior rivalisa com a da Rusta: vende-
se por preco razoavel.
Novosortimelo de fazendas ba-
ratas.
Narua do Crespo loja da esquina que vil-
la para a Cadeia vendom-se per;s de mada-
polSo largo muito lino com pequeo toque
de avana a if500 a reca,ditas limpas a 9 400
rs., pecaedp chilade cor ftxa a 4,500, 5,000
5,500 e6,000,riscado de linho a 180 is. oco-
viido.lencosbrancosdecsssaa 160 rs., ditos
de cambraia de linho lino a (00, 500, 600 rs.
cam tire as de.cor liza padiOesmodcrnoscom
7 varas a 2,500 rs., merino preto superior a
9.800, 3,000 e 3,800 rs., ditusetitn a 3,600
rs. o covodo, o oulras multas fazendas por
preco commodo.
Bom e barato.
Vendem-se pelo diminuto preco na rus do
Crespo n. 10, luvaa cumplidas de pelica en-
feitadss para senhora a 9,000 ra. o par,peca
de brotanha de puro linho com 5 varas a
1,800
Moendns superiores.
Na fundicSo de C. Starri Companhia,
em s.-Amaro, acham-see venda moendas
de canoa, todas deferro, de um modeloe
e.onstruccSo muilo superior
Deposito de cal virgem (cabera de
carneiro.)
Na ra da Cruz n. 33, armazcm
de assucar da Viuva Fereira daf
Cunta
Algodo para roupa de escravos
Vende-se algodSo muilo encorpa lo, pro-
prio para roupa deescravos, cum pequeo
toque de avana, a 140 rs. a jarda ; dito
limpo a 180 rs. : na ra do Crespo n 5
Moinhos de vento.
com bombas de repuso para regrar borlas
e baxas decaplm na fundicSo de Bowmaux
& ti. Calbem: na ra do Brum ns. 6,8 e 10.
Deposito de panno de algodSo da
febrica Todos os Santos da 15a-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o Lem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica ; em pessa,
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados Je ferrode diversos mo-
delos.
Surtes a 90 rs.
Nalivraria da praca da Independencia n
6e8, vende-se papel cm sorlcs imircssos
para homens e senlioras, muito lindas ea-
propriadas, pira os das do S. Antonio eS.
J0S0, a 90 rs. cada um papel.
A 3,56o rs.
Vendem-se cortes de mea casimira, de
suponor quslidade egostos bellissmos, pe-
lo mdico preco de 9,560 rs. o corle : "
ra do Crespn. 5.
Vendem-se amarras do ferro: na "ia da
Senzalla Nova n.49
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade da Viu-
va Itoma a qual est montada ,
tanto de bons lypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
i-ios a urna boa typographia : tra-
ta-se com a proprielaria na ra
da Fraia n. 55.
Vendem-se ior preco commodo
Sacadas de granito e de pedra, umbreiras,
vergas de peara para portes e janellas, as
quaes eslSo depositadas na estrada nova de
Sanio Amaro,'defroule da fundicSo dosSrs.
C. Starr & Companhia : para tratar, a fallar
narua da Cruz 11 51, no armszem, ou no
primeirn andar da rtit" cas*.
O KNCONTRO
Cena meuiiin enconlni,
Grecas tacs como as que tinha,
Nunca mais encontrarei. .
Quando me vio.
Deu-me urna li',
i: dentro drlla
Soprode amor.
Esla miniinlm tem 5 quaSras, e para cada
urna seu estribillio differrtnte. A muzica he
do insigne artiala pernambucano, o Sr. P.
N. BapliMa. Vende-se na imprensa de muzi-
ca da ra Belfa n. 98, para piano a 640 rs. e
para violSo a 500 rs.: nesta imprenta se im-
prime com peifeicSo quslquer obra de es-
tamparla, como sejam, letras,'conhecimen-
4-
SALSA PARRO A DE BRIST0L
siWl^LaU "raos.
A salaa parrilha deBristol data desde 1839, e tem constantemente mantido su* repula-
(So, sem necessidade de recorrer a pomposos aununcids de que ai preparares de m-
rito podem despensar-ae. Osucesso doDr. Brislol tem provocado infinitas invejas, e
entre outras, as dos Srs. A. R I). Sands, de New-VorW, preparadores e proprielarios da
salsa parrilha conhecida pelo nome de Sauds.
E9tessenhoressoliciltrSoem18(9 a agencia de Salsa parrilha de Brislol, e como nSo
o pudessem obter, fabriearSo urna imitacSo de Brislol.
Eis-aqui a caria queos Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 90 de abril
de 1849, e que se acha em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, etc.
Nosso a precia vel senhor.
Em todo o auno passado temos vendilo quantidados coisideraveis do extracto de
salsaparrilhadevm. e pelo que ouvimosdizer de suas virtudes quclles que a tem usa-
do, julgamos que a vendada dita medicinase augmentar muitissimo. SeVm.quizer
fazer um convenio comnosco eremos que no resultara multa vantagem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um rr.ci, 011 cousa semellianle, loriamos muito prizer em o
ver em nossa botica, ra do Kullon n. 79.
FicSo isordens de Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. II. D. Sands.
C01TCLUSA5.
l'ccliiiic! a.
-- Vendem-se duas carrocfS novas, sen-
do urna de boi e outra pira cavilo, atsim
riJa de poucos dias, sem cria, com bom. (.,
leite e muito cannhos para criar, e sabe novo iivro ue sones,
bom engommare cozinhar o diario: na ra Vende-se um novo livro de sortes com mui-
do Cotovelo 11.75. lo lindase engracadassortes para as noites
Vende-se muito superior de Santo Antonio, S J0J0, e S Pedro: na
. 2 ,, r livrana do paleo do Collegiun. 6deJoSoda
farinha de santa Catnerina a dous costa Dourado.
mil rs. a sacca : na rita da Fraia, JNa loja de seis portas.
aimazem do carne n. IO. Troca-seporsedulasalguns alcaides que
Bom e baralo quer acabar-chitas a seis vinlens, sete, e
Vende-se qireijos flamengos os mais novos meia pataca, o co.ado; tambero vende-se
deste mercado pelo barato preco de 1,000 rs
cada um : po atierro da Boa-Visla venda
n. 75.
Vende-se um toucador novo, urna cs-
deira de piano com muilo poucu uso; e
compra-s bico da Ierra, da largura de
meto palmo, lioo bem feilo: na ra larga
do Rozsrio n. 98, segundo andar, se dir
qtiem vende e compra.
sementes de hortalice
de todas as qualidades, muito novas, via-
das de Lisboa, e por menos que em outra
qualquer parte : na ra da Cruz, atrs do
Coipo Santo, n. 69.
I'alitsfeitos.
?
los, carlOes de visita, tarjas, registos, etc.
vende-ie superior cal-, ai Vende-se superior carne salgada de
_,:. nmnria ilo fnhnr re HUmi-1 "cc* em birrilinhos de 50 libras: no es-!
mais proprta do laDnco de assu- crploriodeM,lneuj Au8tiri & compinb.e,r
car, e por preco rasoavel. J na ra do Trapiche n. 36.
% Continua-se a vender palitos feitos
*> de superior psnno e da ultima moda,
% por preco muilo commodo: na ra
% do Queimado, loja do sobrado ama-
t relio n 99.
Na ra do Cabug, loja de
Duarte, vendem-se colleccocs dos
qnadros de Nossa Senhoravque so
distribuiram no mez muriano da
ConceicSo.
Os 15 volumes dos Miste-
rios do Povo, por
feue, a 800 rs. rada vo
lame.
Vende-se na livraria do pateo do Collegio
o. 6, deJoSoda Cosa Dourado.
lie muito fresco.
Rap de Lisboa, rhegado ltimamente, a
40 rs. a oilava : na praca da Independencia,
loja d. 3.
Vondenvse tijplos de todas as qualida-
des, e telhas, Lotando-se em quaL{uer porto
da obra bem como canoas com areia; ludo
por preco commodo: a tratar na ra do Li-
vramenlo n. 35.
Compendio doloroso.
Vende-se o compendio doloroso,que contm
o nflicio de Nossa Senhora das Dores, modo
de resar e oQerecer ar.oroa, setenario, e ou-
tros muitos exercicios de piedade o devo-
c5o,segundo o uso dos lili. PP. Capuxinhos,
a 390 rs. cida um : na livraria ns 6 e 8 da
pr Vende-se urna cabra muito boa de lei-
te, com dous fllhos, urna cabrita j taluda,
e um cabrito, um caroeiro grande que podo
servir para um menino, e urna ovelha com
dous cainelrinhos muito bonitos ; no prin-
cipio da estrada dos Allelos, primeiro silio
do lado direito.
Vendem-se as seguinlea sementes :-
nabos,relanos.rebneles encarnados ebran-
cos, solilo, c-oiivo trinxude alface ala-
u.a, repulhuda,chicoria, senoulaa, feijSo
carrapato'de tres qualidades, ervilh'e torta o
direila, fava, coeulro de touoeia, salqa, to-
mates grandes, repolho, couve lombarda,
Saboia, e muslarda-: na rus da Cruz n. 46,
den orne do Sr. doulor Cosn.e.
Venile-se um selim tom arreios, em
bom uso : na ma do Queimado', luja n. 13.
- Vende-so urna prela to meia idide ,
muito sidia, propria para todo arranjo de
urna casa, e lava mullo bem de brrela : na
ra do Crespo 11 91.
Lotera de Nossa Senhora do
lllIZIIlio.
Os bilheles desta lotera acham-se a venda
nos lugares seguintes: botica do Sr. Hnreira
Marques ; aterro da Ba- Vista,loja do Sr. Vi-
hato, praca da Independencia, loja do Sr.
Foitunaloi e largo do Livraneulo, botica
do Sr. (.hgs. As rodas andarSo por lodo o
mez do julbo, po'm se a venda for conti-
nuando com a influencia que tem lido oes-
tes dias, o Ihesoureiro'marcara o dia 93 do
correle mez para o andamento das mesmaa
rodas ; tO depende da prompla venda do
resto doa bilheles; e por laso pede o ihesou-
reiro aoa amantes deslejogo que concn a 111
a comprar o restante dos mesmos biinetes,
afim de que se realise o novo projecto;cer-
lo deque eom elle teremos dlnheiro fresco
para podermos festejar o glorioso senhor S.
J0S0 Baplista.
Vndese urna taberna com poucos fun-
dos e commodos pira fimilia, e juuimen-
le um terreno na atierro dos Afogadot:
quem quizerdiiija-se a ra Augusta venda
0.31.
a dous instiles, chitas propnas para o uzo
de casa, sendo bonitas e de tinta segua
riscido fiancez a meia pataca, o covado
lenco.- brancos com dores nos cnlns
dous luslOes, proprios para mSo de senho-
ra, e meninas ; lencos de seda pegenos pa-
ra meninos a sello; chipelinas de pilha
franceza para enfeilar com fitas, a sinco pa-
tacas, euulras muitas fazendas que quera
cabar.
Vende-se urna rica cadeira
da Bahia, com pouco uso : na ra
do Crespo ao p do arco de S. An-
tonio, loja n. 3.
Vende-se Rczin* de angico de muilo
superior qualidade em arrobas a 5,190 rs.,
em libras a 390 rs. : na ra da Cadeia doRe-
cife loja de ferrageus n. 33.
Bogias de cera de Lisboa
Vende-sc bogias de cera de Lisboa, da
melhor qualidade que tem viodo, de 4, 5,
6 e 7 em libra, pelo diminuto preco de
,980 rs cadi libra : na ra do Rangel, loja
de cora n. 1.
Lotera do Kio de Janeiro.
AOS 90:000,000 E 10:000,000 E RS
Na praca da Independencia n.
i3 e 15, loja de calca lodo Ara-
iles, e na ra da Cadeia do Kecie
*'' n. '|6 loja de miudezas de Jos
Fortunato dos Santos Porto c-
lao expostos a venda, bilhetes in-
teiros, meios e cautelas da 31. lo-
tera a beneficio do Monte l'io,
quecorreu no dia fidejunhodo
corrente e espera-se a lista da
mesma nb dia 90 do corrente, pe-
lo vapor da companhia brosileira,
ou no dia 31 do dito mez, pelo va-
por inglez Tay ; sSo pagos todo
os premios que nelles sahirern sem
descont algum.
bilhetes inteiros
Meios
Quartos
Dita vos
Vigsimos
f Vendem-se chapeos envernisadoi,a- &
t 19o de ouro e prata para os mesmos, t> por commudo preco; na piafa da In- 9
t^ dependencia n. 17. 1
#*#< #*##*^ .
Vende-se pelo diminuto preco de 1,000
rs., explicacOes do syntaxe e sylabas da
grammatici latina de J. V. G de Muura,para
os estudantes 1 rinripir nts apienderem
com mais facilidade; ua encidernicln par-
ticular do ii co ii 1 Sarapatel.
Uua do Crespo n. 26
Vende-se panno preto ede cor. s,muilo pro-
prio para pililOs, por ser muito leve e boni-
tas cores, pelo preco de 9,000 rs. e covado
com duss Isiguras.
M iii'tez 'S baratas.
Vende-se na ra larga do Rozario, loja n
44, um grande sorlimenlo de miudezas, as-
sim como rendas bicos muito linos, trin-
cas de seda 1 ara enfeiles, e alguns pires de
pulcelras de tranca com los de ouro de mui-
to gosto, esta no resto, venhini antes que se
cabe, esperam os donos deste esUbeleci-
menlo a proteccSo dos freguezes, a quem
promettem servir bem.
Vende-se urna casa terrea sila na Sen-
zalla do Deaterro am Olinda, junto a cssa do
Sr. CatSo, a quil tem duas alas, 4 quartos,
cosinha fura, quintal murado, e um terreno
contiguo ao mesmo quintal ; os pretenden-
tes podem dirigir-se a loja n. 6 da ruada
Cadeia do Rrcife, onde se trata desta vend.
Vende-se salitre refinado em birricss
de tres arrobas e meia, e a retslho, por pre-
go commodo : na botica da ra Direita
o. 88.
-- Vende-se um moleqoe cieoulo de 16
anuos de idade com cxcellante Dgura, sem
vicios nem achaques, sabe tratar dn caval-
los, e lea principios do bolieiro; a t'atar
ua ra Nova, loja nova do Sr. Andr-ade, na
quina que vira para a ra da Cambua do
Carmo.
99,000
11.000
5,5oo
2,800
1,3 jo
Vende-s- a verdadeira graxa americana
de James Masn em latas. Esta graxa he
a mais prompla eeconomica para impar o
calcado, torna-lo macio, de manelra a nSo
encommodar os calos ; assim como em
tempos chuvosos, impede alimidade, ten-
do a virlude de lustrar o calcado molhado,
qualidade esta que nSo se encontr em ou-
tra qualquer graxa. He a nica usada nos
Estados Unidos, Mxico e outros estados do
Norl'Americo tendo ltimamente lido tal
aceitacSo na Europa que seu autor nSo
duvida ser logo quasi a nica usida : ven-
de-se no armazam de Vicente Ferreira da
Cosa, na ra da Madre Dees, e de J. J. Tas-
so Jnior, na ra dn Amorim.
Bom e barato com dlnheiro vista.
Vendem-se na taberna nova do aterro da
Boa-Vista, pintada de azul n. 49, e na ra
da Aurora n. 39 o seguinte :manleiga in-
glesa a 640 rs. a llbra,ch do melhor a 9.940
rs., dito a 1,990, dito preto a 1,990, tem tres
embrulhos chinezes a libra, o embrulho por
640 rs as>ucar refinado a 100 e 80 rs., cho-
colate de Lisboa a 320 ra.. caf a 160, esne--
maceto a 680 e 640 rs., dito de composiclo
a 560 rs., velas de carnauba a 300 rs cas-
tanhn piladas alOOrs, nozesa190, arroz
a 100 rs lelria a 320, macan,1o a 240, cstre-
linha e letria lina piopria para sopa a 400
rs sevada a 100 rs sevadinha a 160, tapio-
ca a 80 rs., ararula a 190, bolacbinha ingle-
za qusdrsda a 940, dita grande a 900 rs., de
ara' uta a 480, sabSo amarello muito duro a
190 rs., loucinho a 160, alpiste a 800 rs. a
cuia, cha liy-on a 560 rs., e outros mullos
objectos por diminuto preco ; de ludo se d
a amostra aos freguezes que Uvem vonla-
de de comprar.
Vemie-se tima mobilia de jica-anla,
constando de I4cadeiris, 1 sof, t mesa re-
donda, 2 banquinhas de columnas, 9 caJei-
raa de balanco, todos os objectos novos e de
bom gosto : e 1 duzii de cadeiras de mogno
o mus neo possivel, 1 par de mingssde
vidro bordadas, 1 dita lisa, 1 par ae linter-
nas bcmiaila, 9 pares de jarros, 1 cima no-
va de amarello com colxfles c t'becero,ain-
da nSo fui servido, 1 mesa de engonmir
com gaveta, I cima de vento, I rico nimio
dejicirinda, de mesa, novo e de excellen-
les vozes ; na ra das Flores, casa n. ti.
Deposito de cera de carnauba.
Vende-se no an-w- n de D. R. Andrade &
Companhia, ra da Cruz n 19, muito supe-
rior cera de carnauba, em porcSo o a reta-
lli i, por preco com odo.
Vendem-se seis escravos, sendo um ca-
sal, um bonito escravo com ollicio de carpi-
na, duas cscravis de bonitas figuras com
habilidades, urna dita de servio do campo;
ua ra Direila n, 3
Vendem-se duas prelas sadias, urna
engomma e cosinha, e outra cosinha, am-
bas fazem lodo o ser vico de casa, e sao ven-
dederas de ra ; na ra luga do Rozario
n. 35, loja.
Caixas para rap.
Vendem-se as bem ennbecidas eiitss de
chifre do Aracaly, imitando as de tartaru-
ga, e por muilo commodo preco na ra
larga do Rozario n. 90.
A' bella rapaziada,
Na loja da ra do Crespo n. ti, do bem
conhecido baraleiro, vendem-se livros de
direito, m francez e porluguez, e timbern
un rico diccionario francez e porluguez,
composto pelo capitSo Minool de Souza,
augmentado por Joaquim Jos di Costa e
S, 2 volumes; a obra de breviario, nova
odiccSo, 4 volumes; historia sigrada, nova
ediccSo de 1850, ior Roquetle; e outros
minios livros para aulas de preparatoiios.
Na mesinn loja continua-se a comprar e (ru-
car.
Vendem-se nos Afo'gados, na ra de S.
Miguel, dous sitios; um com casa suffrivel
de viven la, fructeiras, lugar para criar vic-
cis, e baixa pira capim ; outro menor com
cacimba, fructeiras e capim : quem preter;
derdirija-se ao Sr. Jos Januario de Carva-
Iho, na ra do Hospicio, casa do desembar-
gador Figueira Je Mello.
Vende-so um negro acibralliado.de bo-
nita figura, de 30 e tantos snnos de idade:
na ra da Cruz n. 52. loja 0 26.
Vende-se na loja de calcado e miude-
zas do aterro da Boa-Vista n.78, muito su-
Eerior linha de carritel de 100 jardas, tanto
ranea como de cores, pelo diminuto ir.-co
de 940 rs. a duzia, e de 900 jardas a 610 rs.,
bezerro fradez a 3,000 rs. a pele, couro de
lustro a 2 240 rs., sap-tos de couro de lus-
tro para senhora a 1,000, e 1,600 rs. o par,
fivelas para eapilos a 120 rs a duzia, liline-
tes de ferro para armador a 1,600 rs. a libra.'
Vendem-se um missal, uns breviarios
ror.-.anos, em 4 tomos, uro diocionario lati-
no, obra de moral em latim, em 7 lomos,
seu autor Collel, catbiismos de Monteplier, I
em 3 i o,no.-, a matelka em po'tuguez, to-
dos em bom uso, e por proco commodo; na
ra da Concordia o. 4.
ilbo.
Vendem se siccas com alquero de milho,
novo, por 3,500 rs. : na ra da Cruz do Re-
cife n. 36, venda de MenJes & Braga.
- Vendo-se um ra vallo, com lodos os an-
d Hi es, est em boas carnes, e he ptimo pa-
ra viagem, por ser muilo forte e esaerimen-
t-ido, da-se por preco commodo : na ra do i
Rangel n. 56.
Jos Paulino da Silva vende pare p'ga-
ir.enlo de lodos osseus dbitos a posse do
sitio aunde mora,na estrada de JoSo de Bar-
ros, com bastantes arvoredos, casa de laipa
bom construida, cacimba de agoa de beber,
e trras de plantar, lodo ce>culo de MmSo;
e juntamente um escravo de mc3o de meia
idade, sabe tratar de vaccas, tirar leite, e
bom Irabalhador de enchida, entende bem
de todo e qualquer servicode campo, sem
vicio de qualilade al tendo smenlo alguns achaques, porcm que
n.li) incQinmodam a ssude por terem sido
bem curados, e por isso d-se mais em coti-
la: quem pretender dirija-so ao mes, o si-
tio, a fallar com o mesmo dono aci na.
Vende se o melhor cha pre-
lo, de ponta branca, que tem viu-
do a este mercado, em caixas de
13 i|i libras; cssim como um
oculo de ver ao longe, j usado ,
mas com muito bons vidros: na
praca do Corpo Santn. 11.
-- Vende-se um preto, proprio pira todo
o servico, por ser muito robusto, tambem
sabe cuzmhar, o qual ae vende por commo-
do preco : na ra do Queimado, loja n. 32
Mercurio.
Vende se mercurio de primeira aorta: em
casa de Augusto C. de Abreu : na ra da
Cadeia do Itecife n. 48.
Vende-se urna prata creoula, de 18 a 90
annos de idade, cozinha, engomma, cosee
faz labyrintho : no Forte do Mito, na ra
do Cordoniz, venda n.,8.
Elixir tnico
Anti-fletimatico,
Pelo Sr. Dr. Cuillle, medico da facullide
de Pars, memoro de varias sociedades
medleas, assim naciunars como e-lrin-
geiras, cavalheiro da real ordein da Le-
giSo de Honra &c.
(Dupont, pharmaceutico, em Parii,
roa Tiquetonoe n* 14.)
O nico deposito verdadeiro deste elixir
he estabeleciao pelo mesmo autor na botica
do Sr. Joa da Rocha Prannos, ra Direita
n. 88, em Permmbuco.
O elixir anti-fleugmatico he essencial-
mente tnico, reanima o principio vital e
dafrca is flr'as, destaca os humores vis-
cosos, os precipita em baixo, aviva o ape-
tite e for-tica o estomago.
Pde-se administrar na maistenra infan-
cia como na velhice; nada be mais doce
que o seu elTeito: funde, dissolve os hu-
mores e Ihes d sihida sem alguma auila-
cSo, aem suspender as occupacOes, n-ni
mudaros hbitos: se pode tomar deste oDi-
cazmente urna colher domanhsa em jejum
particularmente no invern e nos tempus
hmidos.
Os asthmaticos, golosos, hydropicos,
aquellas cuja fibra he molle, (cam sitis-
feitosdoseu uso; bem como os quo sof-
frem deffluxSo catarral do peito, azedumes
do estomago, syncopes e pilpitacO-s do
coracSo, clica, empingens, catarro da bc-
xiga, apoplexia cirrosi, rheumatismo, flu-
xos alvos, doencas de leite as senlioras,
indigostSo, vermes intrstinaes as enancas,
e oulras muitas enfermidades quesera lon-
go enumerar.
Este medicamento salular tem produzido
os mais favoraveis elIVitos nos cisos, para
assim dizer, desesperados. Desta sorle,
desde seis annos foi proscripto por lodos os
mdicos Ilustres, eossuccessos qaotidia-
nos que obtem, tanto em Franca como nos
paizes estnngoiros, formam o melhor elo-
gio que deste possa fazer-se, e a prova deste
he a gran le sabida que este marsvillioio
remedio tem lido as provincias do Brasil,
principalmente ni Bahia e Rio de Jineiro,
onde lia tintas tluslracdes medicas,
AVISO ESsENCiAL.
Deve-se smente inteira confianca s gar-
afas que teem urna marca que leva a firma
do autor, semeltianle aquella que so v-om
baixo. Emfim, para evitar o perig i das f.,1-
silicacfles.os accidentes que poderiam acon-
tecer, e amstir a coloca dos falsificadores,
o publico he prevenido que cada garrafa
lleve ser acompanhada d'uma in-itruccSu im-
presas que indios a maneira de empr-gar
este medicamento, compilado pe! i Sr. Guil-
lie com a sua firma, e impreso em Pars por
o Sr. Goetschy; carecieres essonciaes para
evitar a lian ie.
Na loja de seis portas
Continua-se a trocar por aedulas, fazeo-
dis mais em ronla do que em outra qusl-
quer loja. Vende cassa de quadros a 900 rs.
avara, alpaca de quadros propria para pa-
litos a 400 rs. o covado, cassa preta t;o rs.
o covado, lencos brancos para mSo de se-
nhora a 940 rs chiles a 140 e 160 rs., e d
amostras.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
o tambem no deposito na ra do Brum logo
na entrada, e delronte do arsenal de mari-
ntia ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fundas; e em ambos os lu-
gares existem guindastes, pira carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza : os prevos
sSoos masi commodos.
CLRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
P>io de Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a piceos commodos :
na ra do Yigario n. 19, segundo
andar escriptorio de Alachado -V
l'inlieiro.
Vende-se vinho de champa -
nhe legitimo e de superior quali-
dade : cm casa de J. Kcllei &
Gompanl"i na ra da Cruz n.
55.
Charutos da Bahia.
Vendem-se charutos da Bahia,
de dilTere'ntea qualidades : no ar-
111 .mu de Kalkinaiin IrmSos, na
ra da Cruz n. 10,
(Jasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olerece muitas garantas
a seus donos na ra da Cacimba
11. 11, primeiro andar.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a a,a$o
rs. : na ra da Praia de Santa Bi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. 1.
Charutos de llavana.
Vendem-se os mais finos cha-
rutos de llavana : no armizem de
Kalktiiaui Irmaos, na ruada rut
n. 10.
Molduras tlouradas
de todas as larguras : vendem-se no arma-
sen! de Kallkmann Ir mSos,ruada Cruz' o.10
Gesso.
Vende-se geseo em barricas, chegido l-
timamente : em casa de' i. leller & Compa-
nhia, narua da Cruz n. 33.
Livros em branco.
Vende-ee eso casa de Kallcmami lrmos ,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
aaaUXj
Escravos fgidos.
Dessppareceram do dia 90 de maio pro -
zimo lindo, do engeoho Qaitinduha, dous
escravos creoulos, ambos mocos, um de no-
mo Bernab, cor fula ; outro de noiie Agns-
tinho.sein barba; quem os aprehender mau-
de-os entregar no mesmo engenho,que sen
recompensado por seu senhor Jo-e Cesir de
Mello .Marititio F.loSo, OU por seu pai o Sr.
Jos Antonio Huniz.'
Esta fugi lo um rnoleque creoulo por
nome Miguel de idade 15 a 16 annos, lovou
um taboleiro em que venda liranja, man-
dioca e macixi ira, e vestido calca de algo-
dSo de Mitras zoes, e camisa de algodSo
branco de mangas curtas, e anda cum um
lancho no pescofo da primeira fgida :
que* o pegar e levar a seu senhor, no sen
silio no principio da ostrada dos Afilelos,
a qualquer hora, ou na ra -lo Trapicne "tu-
vo n. is.sagundo andar, das 9 da manha
ate asi da tarde, ser recompensado cum
generu-idade.
PERN. :TtP. de H. F. de Fau. 1852.


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