Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03679


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Full Text
*

Anuo XXVIII
Sabbado 5
DE
deJunho de 1852.
N. 125.
PERMMBim
mujo VBOan^iio.
PltlMIlTO Aduhtido.
., Irirnejlrc............
Por emetre ..
Poi nao........">.....
Paoo.iKT.o dutiihhtbi.
H WOTIOIA1 DO lMFKnlO.
ar4.....,7 Je Marco Mlnaa... 2 de Malo
Marinbio lie Abril S. Piolo, a de dito
r'.ri 7 de dito. R. de J.. 15 de dito
Panhlba S* lbalo. Ibahia... m de dito
4/000
8/oon
1../UJ0
4/500
HlsU IMlll. A0DIHTO1A.
31 Seg. Srj* l. Oilivi
S. Pelronllla.
1 Tere. Oltava,
S. Cr.piilc.
2Quait.S. Hlandlna.
I Qulut S. Ovidio.
4 Seat. S Qnerlno.
5Slb. S /'.irili.'ii.
6 Duui. Da SS. l'ri.i-
dade.
Jio OrpkA.
i, eS. a 10 horas.
I. vmra incivil
3. e 6. ao mcio-dii.
faunia.
1. e0. Ai 10 horai.
J. rara do civil.
t. e sbados ao melod.
teUcv.
Terca e libado*.
nwiiMi,
Crnce.te 24, horas 28 minuto di t.
Chelail,uihora e7 minuto da larde.
Ulojointei0, ios 4o minuto d Urde.
Hov 17, hora 28 minuto di tarde.
nuati boj a
Primelri 6 hora 54 minuto da manbSa.
Segunda i 7 hora e 18 minuto da urde.
ItKTIIll BOA COBBIIOI,
Oola.na e Parahlba, s segunda tesUt-
fclra.
Rlo-Grande-do-Rorte e Vlctori AI qulnla
lelrai
Bonlto,Cruara,eGrnhuDi no le is decid
Ktorea, Ourlcury, Exu e BoA-VUt 13 2.
Ollnda. todo o rrias.
T.dci os Corre o partera ao melo-dia.
MOTICIA. SATBAMOBIBAI.
Portugal
Ilespanba
Franca.
Blgica...
Italia....
Alemanba.
Prussia ...
Dinamarca
Huala...
Turqua.
A de Abril >
lo de dito
i3de dito
: de dito
3 de dito
4de dito
I de dito
30 de Marco
31 de dito
a5 de dlio
Austria. .
Suiasa....
Suecta...
Inglaterra
E.-Unldo
Mxico.
California
Chlll.
Kuenos-A
MonteTlde
'. de Abril.
i dedito.
?5 de Marco
7 de Abril
26 de Fevr
31 de Jim
2 de Marco
21 de Fevr.
6 de Marco
o 5 de Ma o
CAMBIO B> 4 DA JBMHO.
Sobre Londres, a 27 por d. i/ooO
Paria, 3l.'i
Lisboa, 100 por canto,
HETAEA.
Ouro.Oncas hesps "bolas.........
Uoedas de 6/400 vclhas.........
. de 6(400 nota.........
de 4/000................
Prata. Patacesbrasileirua...........
Pesos columnarlos............
Ditos mealoanna............
16/000
16/000
9/onO
l/!)20
1/92"
1/800
(Jornalando das armus*
Ouarlel gennal no cidadedo litcifi l% ltin''o
de 1852
OADAH DO 01 A. 100.
0 msrechal de campo couiinaiidanle da r-
iuh fai cooslar guarnirn, que o Exui. Sr.
presidente deil* provincia uoiuenu por portarla
datada de hontem ao Sr. alferea do 10 bal.lbao
de lufanUrU M.aoel de Aievedo do Nascimen-
lo, subdelegado do dlatricto deTimbaba, em
u qual coimuaoda o respectivo destacamento, o
que fui coinmunlcado em offlcio do raen
l'.xm. Sr. uaquella data.
Antonio Correa Seara.
TRIBUNAL D4 RLACAO'.
SESSA0DES2DEMAIOE 1852.
presidencia- do Exm Sr. conjelhtiro Aievsdo
Al 10 hori da minhfli, estindo prsenles
i s Srs. desembrgdores Villares, Bulos,
LeSo, Souza, Rebelo, Luna Freir. Telles,
PereiraMontoiro, e Valle: o Sr. presidente
rl-i'lari abena A sessSo.
juLoiauaTOt.
Appellante, o Julio; appellado, Francisco
dos R ig.-Julgou-ge improcedente.
Appellante, F ncisco Miguel Archsnjo;
ippell.do, Antonio Mano, de Medeiro
-Mindou-so reduiir a termo, i conligsflo
Ma por pAtto dcit", e ouvir o curador
nomeido. .,
Appellanle, JoBo do Soui Barro! ppella-
ds, a juici publca.-Julgou-ie impro-
cedente.
Appellanle, friucisco Jos dos santos,
appella'.. juslic publica.-N8o se lo-
declnndoqueS. M. o Imperador licou io-
lerdo do hver numero aultlrioiite de
membrog da cmara para pudor funccionar.
Fica a cmara inleirada.
Outro do Sr. ministro d guerra, pedlmlo
dia e hor para aprentir o re.torio da r-
p.rticSo a seu cargo. Designou-ge o dia de
boje, sll e mu. horas da ro.nhS.
Outro do S-. | rimero secretario do sena-
do, remetiendo urna copia aulhenlica da
falla comque S. H. o Imiorador abno a *.
sessBo da aclul legislatura. -Val remetti lo
a commissao respeclv.
Outro do megroo Sr., uzeado i com mu
nicc3o dos nome dos individuos que com
pocm a mesa da cmara dosSrs. senadora
Fica cmara inleirada.
guinte proposta, que tai remeltid com-
mistilo respectiva :
Augustos e dignissimos sennores re-
presentantes da naci.
a De orden, de S. M. o Imperador venho,
na conformidade da le, apre*War-vo
propota da flxacfio da forc nvl para o
anno lininceiro de 1853 a 1854.
PHOPOSTA.
a Art. I.0 A forca naval para o anno II
ntnceiro de 1853 a 1854 conlara :
. i ji.i Em circumst.noiaa ordinarias, de
tres mil pracas de todas as classes, embar-
- cadas em navios armados e transportes;
i- < de cinco mil em circumstanclas exlraor-
dinaiUs. .
ao Do carpo de mpnriaes manohei-
oaro%omt^nrcon.munie.ndoque>. eom vint.equ.lro comp.nhia... qu.
B .Tinn. s M nlmoarii'lor ro ditas de aprenda marinheiros.
lucOes: primeira, -
para reformar o enaino piimano e secunda-
rio do municipio da cite; segunda e ler-
ceira, approvando as pensOes concedidas a
D Maria do Paula Souza, e ao soldado do
corpo de permanente da provincia de S.
Paulo, Joaquim Antonio Noves deCarvalbn;
quart, o privilegio conre li lo companhia
quo fr organisada por Tnomaz Jos de Cas-
tro quinta, as apoieoladnri conced las
aos desembsrgadores Francisco de Paula de
Almeida e Albuqueique, Jos Joaqunn rer-
nandes Torres, e ao juta de direiio Antonio
Luiz Danlas de Barros Leise; sex.to.iuto-
rigando ogoveno para admitur a Emilio
Luiz Mallet no quadm do exircito com o
posto de capitao de artilharia ; ftima, o
decreto abrindo credilos ao governo nos
exercicios de 1819 a 1851.Fica a cmara
muuconbi'ciinoulodella. i|rdi
APPellinl. Manuel Joa So.Tff,; PP6''^0/' o'ulro do Sr. Piula Smtas. communic.n-
Douleyt Companhi.-Desprezaram-so do d9o j,,r conip,rl,eer ISS0SS0,s, por se
os embirgos. Pr-nueno chr d no Pel '' "ecimnto de sua mu-
Appellanle, Manoel Francisco lequeno, d. !..
'-Mellado, o juiz *^^#g"! "'outrodo Sr^Ferr" "."'souto. parlicio.ndo
improcedente |.pe liCSo eooi deca a- enc0m:nodadi) nSo tem poli lo ain-
W Heno... Heroru.er.ai MMWN %*g%, }%Z to<***&. communi-
pornaovireai os documentos em or.gl- c^,u^ dereompirecerr.lodehojo
""' ,r,. .nr.ll.,ln loSo C.f- P"" **' encomni)ddo.-Fica camar
Appellinlo, ojuizo; appellado, Joao cr r_
los a Silva Capil.-Mindou-se a novo inleirada. ^^ ^ ^
jury. Continua a eleicao "as commissocs.
DBSGNigoss. Primeira committao do orcanunU.
Appellintc, Miiioel Joso Soares Avellir Votos,
appellid, Manoel Fnncisc liOOtelro ,,,' 46
Appellanle. Pedro de Alcintiri de Fin. ^^\ 43
AbreuLimappe!l.do,Joaquim Antonio Annunc,n(,0.M achar-se na sala mme-
da Silveira. harOBdft,. viIlare Passaram do Sr. desembargtidoi ilire jd rormaU ladea do estylo. t-ina
ao Sr. desetnbirg.dor Bastos as seguintesjenlo j djrejli do Sr. presidente, e l a
appellacOesemquesao: _____ sfiuuiile proposta do poder excecutivo que
Appella..le, Antonio Pinto da Rocn eppe- ? remetlid. commissao resueciivi:
l.da.a justici. ___ AuKuslu8edigniisimosSenlioresrepre-
Appell.nlc, o uizo appellalos, v'<:enl'1iSent,lll|8 da nc8u.
Ferrer da Cust e oulros. ...._. n nrdem de S. M
eirer aa .USIS o unviui". i De ordern de S. M o impsrauor, o oni
jellante, Joao f.oncalvcs da Silvi liis; m8lll0 di tei, venhqaprcsentir-vo
ppellidi, Mina Veuinc de Abreu Liuu ^ pI0 J0Sla ua nSic3o de frcs de Ierra par
8los......... n annn nnanceiro de 1853 a 1854.
, Arl. 1 Asfrcas de ierra para o anno em lugar do Sr. Francisco lanicio de carv-
..nceiro I 1853 a 1854 constaro : iho Moreira, que te .ha fora do maeno
(mili ftiflior ifADCrVl uuur'u ** vw.. -- .-
< 2 Devinto mil pr.c.s dcpMdelinh. menlo do Sr. Cirvill.o Moreir.
s _____........:.. ...inri. ,,.,i,.|n'ii- a Paca da c.mara, lOde mal'
Bislos. a.iii, o anno financeiro de 1853 a 1854.
Appell.nte, a viuva de Caudino Agostinho u PROPOSTA,
de Birrosj ppellido, Jos Candido l.x- ( Af( t A, forcss de Ierra par
vilho Hodiiios. linanceiro de 1853 a 1854 conslargo : mo aurena, i| --- ,---
Passou do Sr. desembargador Souza .o officiaes dos corpos movis e de em commissSodogovorno eeslindocon-
Sr. desembargadorllebello a seguinle ip- J ), qua )ros da reparlicao ec- forme as iclis di eleicSo da provincia tus
appellacSoemquesSo : ^lesiastici. corpo de giude, estalo-maior de AlaROe,000 aoa rol eoaVoaladO,IM *>*
Appe.l.u^ojuiidedreilodoor^ tts, engenbeiros e oiasIo de p.recer que oSr. T.UN, .aja ld-
fflarea de S.nto AntSo; appell.d... Anto- P^-rniior gener.l "'it''|o '9mr essento durante o impedi-
nio Gomes Ferraz.
passararo do Sr. desembargador llebollo
ao Sr. desembargador Luna Kreiroasse-
guintes ippellarjOe em que so :
Appellanle, Antonio Bernardo Ferrer, co-
mo administrador do sua mulner appel-
lado, Joquim Ribeiro de Brilo.
Appellanle, Manoel JosdeSiqueira ; ippel-
lado, Jog Francisco Reg Barios.
Appellanle, o juizn dos fetog d Maceio
appellado, Manoel DuarteFerteira rerro.
Appellanl-s, AlTongo Jos d. Albuqucrque(K. ---"f'- -omplelarern (rc,g
e oulros; appella los, os indios de Arf0"-| (lx,lla8 no ,fl. permmecerao em vigor as
ches. u.,i canas delei de29deago-to de!837, me
Appellanle, 0 promolor publico; appellido,
etri circumstsnciis ordinarias, compreben-
didos os corpo de guarnido ms provincias
em que fr necessiria esta especio de forci.
conservndose licenciados cinco mil na
conformidade das disposicOes do art. Ido
decreto n. 568 de 94 dejulno do 1850; e de
i'lltrifua <* |*i '" ^.-. --------
a 4.0 Docorpodefuzileirosnavaescom
organisacao que fflr miis convenienlo.
O lempo de servc,o das prscis deite
corpo sor igual ao marcado para a do ex-
e'Cto ; elquellas que, Undoconcluido o
r.-l" ti ln tempo quizorem coutinusr no mes-
'mo s Tvic-i, o abonai umi gr.tiflcicau o-
quivali-nte o sol.lo de primeira praf.
Art. 2.* A forri .cimi mencion.da or
prehenchili pelo meios utonsado no
rt. 4/ di lei n. 613, do 21 do goto de
1851.
Art. 3.' SSo revogid as disposicOes
em contrario.
Concluida esta leitur, rolira-seo mlnig-
tro.
Achando-se na sal immeliiti o Sr. mi-
nistro di juslici, ha recobido com as for-
malidades do costumn, e tomando assento
a esquerda do Sr. pr^sideute, fsz a leitur
do relatorio da repirtico a seu cargo.
Annncianlo-se achar-sana s.la imme-
diata o Sr. mini-lro da fazend. hi introdu-
zido com as formalidades do estylo.tom as-
g-nto direita do Sr. presidente, e retan lo
i leilun di ui proposti, que vai remettida
ag commissOe do estyl, pss-se par a es
querdi do ineamo Sr. presidente, e ten lo
lido o relatorio desui repartilo, e retira
com ts formalidades do costme.
lie lidoeapprovadoaam dbale o seguio-
te parecor.
A commissSo de constituiQao e poderes,
a quemfol presente o diploma do Sr. Joso
Miitms Ferrer, reconhecenlo, i vist di
acia geni e parciaes, relativas i aua elei-
clo, que elle compele gubgliluiro ralleci-
lo deputido Dr. Gregorio Tavare Oiorio
Maciel d Cot, he de parecer que eji co-
mo til declarado, e admiltido a tonar as-
iento. .
Pico dt cimera do depulados, 10 de miio
le 1852.Jodo Antonio de Hirania. *'"
H, reir de VaicoHctllos. Zacaras de Goei
Vauoncetloi. .
Entra em discussBo o seguiote piro-

' Foi presente i commigg3o de constitu-
v.,o e poderes o diploma expodido poli ct-
mira municipal di cidade de Maceio ao Sr.
Jos Crrela da Silva Tilir. como dapulado
Pico da cmara, 10 de maio de 1852.
^icarias de Goei e Saiconceltot. Francisco
IHogo Vereira de Taiconcellot. J. A. de Mi-
randa, i
O Sr. Aforis Sarment : Sr. pregidente,
ig digpogices constitpcionaes nSo sao u
decreto n. 568 de S ejuino ao isou, o H sdispusicoes consiiiucionaosuo ^-" -
vinle e seis mil pneis n.s circumstancu ma burla persodo-me quoo governo nao
extraordinarias. I poda empregar um deputado para TO ido
3 De noveconlis e sessonta prieta do moerio gem qua precedegse licenc deaU
ido, Manoel liarla Farreira injrro. .a companhia do pedestre. ..........ndn n,. es. II-
le, AlTonso Jos d. Albuqucrque(p ^ complelarem is rc
,s; appella los, os indios de Arron-, J >fl rn),neCBrao em vigor
i. ___ a. i.l .1 ..... .1. ...... 1,. ili.lS'17 mi
liariholomeo dos Res.
Paitaran do Sr. desembargador Luna
Freir ao Sr. desercbarqador Telles as se-
guintegappellacOegem quesSo:
Appellantes, Jo5o Evangelista dt Coga e
Silva ct Compsnhia ; appelladoa, James
Cablree & Compauhia e outroa.
Appellanle, Ignacio Jos da Silva ; ippelli-
do, Ignacio Manuel Veiga.
Anpellaiite. EstevSo Cvalc.nli de Alb^i-
qnerque;appellados, os berdeirosdeD
lanacia Frnci-ci Xavier.
Passaram do Sr. desembargador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Honleiro i o-
guinleg ippelInOei em quo gHo :
Appelliole.oDr. juizde Diieilo; ppellido,
Antonio SimOe Dimiscano.
Apptllinte, o juizo ex-oOiclo; ppellido,
Jeronyoio de Souza Coelho.
Appolunl, Benlo Jos di Costi; appellado,
Joa Joaquim Bezerra Cifdctnti.
Appellinte, Hermenegildo Eduardo Reg
Monleiro ; ppellido, Antonio Jos Alves
A.-.iinm.
Pas-arim do Sr. desembirgsdor Pereira
Monleiro ao Sr. desembrgidor Vallo as se-
guiulcs appellacOes em que s8o :
Appcllinl.s. alaria da Penba de Frana e
oulros; ippell.do, Joao de Abreu Fr.nci.
Appollinte, o juizo ; .ppellido, Miooel
Francisco Lopes.
Passiou do Sr. desembirgidor Valle ao
Sr. desembargador Villire a seguiuie
ippellicaoem que ilo:
Appell.nte, o Dr. jo.z de dlreito da villa do
Porto Folna ; ppellido, Jos Joiquii..._d.
Silva.
|,evintou-e a sssao
perio sem qua precedesse licenc
cmara ; e n3o me constando qua essi li
cenca teulu sido exigida, nem 13o pouco
quo bouvesse sido concedid, prece-me
que nflo podemos deliberar a admis
caria delei de 29 de agu.-to no ioi, "i" "que nao po lemus ueniiurar a ""?"''
nos a pirte om que a mesma lei exime o re- ( um gupp|ente sem que conste oHlcialmente
crutailo do sorvico, meliinle iquinti o.---------'"i-i' n.if. n. substituir. Rogo pois a V. F,xc. bija da min-
. .. .__l& *.>.!. ..Ii:....l.i.n.ila mi, n
INTERIOR.
400*000 ri. Os nvog lislidos, sendo vo-
lntanos, sorvirSo seis annos, o oilo se fo-
rem recrulados.
a Art. 3. O governo lica .utonsado i des-
acar al quilro mil pncas da guard na-
io nal. '
a Art. 4. O governo poder* abonar i
pracag dos corpog do exercito que, i o lendo
obler baix por lerem completado o tempo
de gervico, quizerem continuar a servir,
urna gulilicaclo iguil ao sold de primeira
preca, emquanto forem prQs de prel.
a Art. 5. Nlo luvendo numero sullicien-
le de ci'urgiO mihtareg, pode'* ogo'er-
no ejustar por contrato og que forem neces-
sarios por lempo limitado; esem prelericSo
dos cirurgiOis effectivos do exercilo.
c Art. 6. O posio demarechal do exerci-
lo so ser* preenchido quanJo o governo
iulgar conveniente.
arl. 7. He permanente a disposicao do
art. lo da cari de lei n. 615 de 23 de agos-
to de 1851.
Findi ela leitur o megmo Sr. ministro
nigndo lomar issento esquerdi do Sr.
i e-i lento, f-z a leilura do reWtorio de sua
reparlicflo, e concluid, esta, retira-se com
as mesmis formalid.det.
H* lido, e approvido gem debito, o se-
guiute pirecer:
a A commisslo de constiluicBo e poderes
lendo examinado o diploma enviado pela
ranura municipal da cidade deS. Piulo 10
Sr. JoSo da Silv Cirrlo como supplente do
Sr. Gibriel Rodrigues do Santos, que com-
s > hnraa da tarde. Imunicou-lhe nSo poder tomir assento na
"cmara lemp-
ii o.lo prulo
dir informar se ja consta odiciilmonte que o
Sr. C.rvallio Murein foi parai Americi do
Norte em commissao do governo.
OSr. 1.* Secretario : A's-cretana di
ranura n3o consls cous algumi ese ros-
peilo.
O Sr. Jorasi Sarnm : Se nlo consl.
ollici.lmenleo impedimento do Sr. Carva-
lhoHurein, nao ei como seu Iugir pOle
g.rsup.rido; linio miig qumdu in i o
anno passiio, constindo o impedimento de
membrog dsl cm, e impedimento pro-
long.dodem eisvezos do dous mezos,'
camar. gempre se recusou o cliam.mento
de supplenles. aoli o fund.montodequees
se impodimento n3o conslava ouTcialmen-
lo ; sustentmlo esta opiniao. segundo mo
lembro, o prnprio relator di commissao de
poderes. Portinto creio que, i nlo qoe-
rer-se fazer umi excepcao infundada e com
minirosla viulacSo da cuiisliluicao, nlo se
deve .p rovir o parecor.
O Sr. Zacaras : Sr. presidente, a ea>
miri municipal d Macei, expedindo di-
ploma ao Sr. Titira para fazer nesta cam>r.
as vezes do Sr. Carvalho Moreira, eslava em
seu direito ; porque alai de 1816.que ha
regularmente das eleic.6>g, determina que
as cunaras muuicipaes chamam immedia-
lamento supplente logo que conste ausen-
cia ou molestia prolongad! de um dopuli-
do, ou logo que qualquer membrodesta fi-
nura fr elelio eeniiior. Or, queoSr. Car.
valiiii Moreira el fon do imperioem com-
BIO DE JNE1BO.
CMARA DOS SUS. DEPtJTADOS.
Seudo do dia 10 de maio de 1852.
Presideoci doSr. Souza Ramo.
Sv*nuo-txpediinte.-Apresentacode pro-
mitas.-Eleicao de comissbes. Lamada
de supplenles-Discursos ios Sr*. Moraes
Sarment, Zacaras, rockeco, SaySo Lo-
bato Vasconccllos.
As 10 e mei hor da nuahRa, fel
rCldi! e^rrp^nte'nXr ttSlZtXZ*-* *
e nao poder lomir assento na ,,,5,50 do governo, he ficto constante;
porarii porachar-secom incom-i porliIllo que eilej verificidi urna das hy-
VodO prolongado, veio no conhcciinenlo | potheses di lei, de usencia prolongada,
do que ao dito Sr. Carrlo compete o diploma | nj0haduvida alguma : logo ctm.r. de
expedido pela c.man d. cipitil de S. Pau- Jutce cuinpno eiaciimoulo 1 lei, expe-
lo, visio como pela pura$8o a que se pro-; djlldu dip|0rni .0 Sr. Tima,
cedeu n. c.rain lemporan* he elle o sup- j A sooSr. Crvilho Moreira podi. ou
pente quo immedi.t.menle e segu era < ao ^ uometdo pe|0 governo sem conces-
voosaoSr. Rodrigues dos S.nio, or* lm S3o d. camar., he quena j* parte. O go-
pedido conforme pirlicipou. fc. poi. ne rn0 poleri ser, na omiao do oobre de-
a commis5o de parecer que o br. joao ai ud 8CCaid0 por haver empreg.do fr
Silva Carrlo leja, na f milti lo a lomar assento, durante o imped- yjo con89Ill,meolo della ; mas tambera po-
menlo doSr. Rodrigues dog Saniog. de,*ser defeudidopor ilguem quo guppo-
. Paco d. emir., 10 de maio de iwi-l ,.naqi,e0 governo procedendo assim etl.
/.icarias de Uot e Vaiconcclloi.^tnnciico ma- ^ ^ AirMn k nilR,|5o nuB nni oceun.
1UMIIHU0, c fliiiaiiuw-* 1----------- -.- .
legil dr depulados, o Sr. presidente declar
abena a sesillo. .
L-ee approv-se a icla d intecedenie.
EXPEDIENTE.
Acliando-se ni sil immedi.t. o Sr. mi-
nistro d mariniii, he recebi lo com a lor-
mliddes do coslume, e.lomandoissentu 1
Um oUcio rSro do imperio, direita do Sr. presidente; f.z. leitur. d. ..
no seu direilo. A questSo que nos oceup.
be sement saber so hi tuaeoc a.
O Sr. Moraes Sarment : & como sabe
nobre commisilo ?
G Sr. Zacaras : Di mosmt mm.ir. que
o soube a cimira municipal de Macelo, pe-
la. jomaos que .nnunciirima nornaiqlo
do Sr. Crvilho Moreir e su. partid, pi-
ra os Estados-Unido d'Americ.
OSr. Moraes Sarment : Ouem gibe sc-
a*> voltiri breve? 'Bilaridade )'
O Sr. J. Vilella : Se tdtlar saho o gup-
pi.nle.
O Sr. Zocorai 1 O nobre deputido con-
fun lio umi cauca com outr.
OSr. tfortesSarment : Nlo fil miisdo
que ieulr 01 principio de V. Kxc o anno
pMudo.
O Sr. locarias : Ms o nobre deput4o
bem v que nlo lia paridad, entre o que se
deu o anno pagsido e itjuestao veitrnte.
Entao tritiva-se de ausencia, nlo para fora
do imperio, e por conaeguinte prolongidi,
mis de insencla de peasoas que eslavam
mscircumslanciasdeipparecera cada mo-
ment.
0 Sr. atoraei Sarment : Appirece-
r.l'M :'
O Sr. Zacariai : Podiim appirecer ;
,'im peisois que egtivim em Mimg ou 8.
rfiulo, e que uns diziam que vinham, oulrog
qjue n8o, gendo por coueuiute incert a
skii ausencia.
Fportinti, Sr. preiidente; opnndo urna
rjustao da oulr, enteudo que a commissao
proerdeu bem reJigiodo o pirecer da fprma
porque o fez.
O Sr. PacAieo : Trata-se da admisslo de
um supplente pela falta do nosso lllustre
collega o Sr. Carvalho Moreira ; e, Sr. p-e-
lidinte, posto que eu nSo admit, em lod
gener.lid.de o principio que acaba de
expender o nobre deputsdo por Sergipe,
todava voto pelo parecer da cooidiis-
slo.
.N.lo admiti om sui generilid.de o prin-
cipio do honrado membro por Sergipe, por-
que ho incontestivel que constituidlo do
imperio he a miis expraMi ponivel no eso
de que se trati. He probibido 10 governo
occupir no ntr.llo d.s sessOeg quil-
]aer representante di n.c^o sem que par.
sso tenni obtido lcenc. d. regpectiv. c-
mar. ; e a o Sr. Carvalho Moreir* foi em-
pregado sem preceder licenca. he fora de
duvid. que canur. pode entender em sua
siliedona que esse acto he Ilegal i vista di
constiluiclo. e esli em seu direito apro-
veitan lo a occaaiao para cengurar o gover-
no, e nao ratificar um icio ill-gil dando
entrada ao .supplente quando nlo reconnece
legahdida no impedimento do depulido ef-
fectivo.
Nlomedemorarei ne.ti questao, porque
como tenho lido sempre f.cil e.n ibrr is
porUsdest easi 10 gupplenteg, nlo quero
mostnr-me hoje inconsequenle regeiundo
o pirecer : dou-lhe poiio meu voto. Com
eiTello he notorio que o Sr. Crv.lhe Morei-
ra foi empregado pelo governo em paz es-
trangeiroe que nSo pode regreisar inles
do II n desti geggao genio por umi eventui-
lidide imprevista ; prtenlo devemos ver
quem o gubatitua. O que eu quiz gomante
declarar fot que, ge cmara quizegge obrar
com rigor, ealava em gou direito, iprovei-
Undo aoccagiao pan gensurar o governo e
reprovar o parecor pin n3o sinccionir um
cto iiletul.
O Sr. S. Lobato :--Sr. presidente, it certo
ponto nSo posso deixir de prestar .llenqlo
um.rgumento que foi .presentado pelo
nobre deputado que incelou esl. discuss8o ;
julgo que a cmir au pode deliberar so-
brea almisslo de umgoppleole par. o lu-
gar do Sr. Cav.lho Moreira sem que. at.1-,
senci. deste Ihe teoha sido participad, olli-,
ci.lmente. Portantovou propor que fique
diada discugsao do p.receralqueo go-.
verno nog p.rlicipe nomearjlo do Sr. Car-
valho Moreir. pan um. missao fr* do im-
perio.
L-ge, ipoia-sc e.entr. em discossao o
reauefimento do Ilustre membro.
O Sr. r Secretarlo: Como h. sobre ,
mesa grande iiuin tro de officios a ler, Islvez ,
que entre elles haj algum que contonha
nssi participadlo. I
O Sr. Zaeari'ai : Sr. presidente sinto
profun lmente nlo poder votir pelo roque-,
rmenlo ; po'rquinto o idiimento helle pro-
posto ginccioni oi.inilo do nobre deputi-
do que encetou digcusgao, e tendea fazer
crer que n3o pode dar entrada nesti cigi 10
Sr. Titira aem digentir-se previamente o
motivo porque est* lusenleoSr. C.irvilho
Moreiri.
Ora, entendo que i vista di constitulcao
edi lei regulimentir das eloices nao go
deve confundir lusencii do deputido com
o motivo por que esli msente. A usenc
do d p itido he um f cto, como he imoles-
II*, como he o ter sido escolhido endor do
imperio(apoiados) ; considerando-se pois
usencia do Sr. Crvlbo Moreir* como um
fcto, e en lo este ficto indubitavel, a en-
trada do gupplenlo lie congequencii rigoro-
. ;.l/>0Miiu.s.;
O Sr. Morau Sarment Mae o facto he
Ilegal, porque o acto o foi.
O Sr. Zacaras: Mi*como podeger o fac:
lo Ilegal porque o icio o lo, quando li
manda distinguir o heto do ctoqueooc-
ctsionou ? Eis o que diz 1 lei. ( L)
O Sr Aforoa Sarment ( inlerrompendo a
lettura) : -- Vej que lei diz legtima-
mente.
O Sr. Zacaras : Mis o nobre deputido
deve juntar osle dverbio legtimamente a
molesla,{dpoiados.) Quer isto dizer que h.
ausencias l.io temporarias, de to pouca du-
rarlo, que n3o dio lugar i entrada do up'
pente ; mas a ausencia do imperio, soja
qual for o motivo, he impedimento legi-
timo.
Se um deputado retira-se par* fra do
imperio par* dstrahir-fe, pir dvertir-ge,
para Ir.lar da sui giude, pir instruir se,
ou por quilquer outro motivo, estaauson-
ciise considere legitime pin dar entrad
o upplente, deixndo-e de prle razio
porque o deputado esti asente. A le de-
termina que dando-se lies e lies hypothe-
sos, a eamara expeci iiploma ; nlo deter-
mina que a cunara municipal s assim pro-
ceda quando tie impedimentos liverem
um motivo legal. Portanto a camari ue
U'C i eslava no leu direilo expedindo
diploma ao supplente do Sr. Carrallio"Mo-
reua.
Agora, se essa ausencia teve lugar, por-
que o Sr. Carvalno Moreira foi empregado
velo governo, he urna questao i parte. En-
trando iirlla dire que o governo, suppos-
to letra da coettlucHo loe prohiba eui-
preg.r qualquer membro do corpo legislati-
vo no iuiervillo des sessfles sem que par* ii-
so lenha oblido licenc da cmara, cornu-
do o pode faze', umi vez que nm lempo op-
poituno exponhi os motivos por que assim
procedeu. Ora, csdl um de nos sabe qne a
cmara anda nlo acabou de Hornear suis
commissoes ; que hoja pela primeiri vez
Iguos n embro do governo iqui le apre-
sentiram ; pode ser mesroo que, como lem-
brou o Sr. primeiro secretario, entre o
muitos officios que esto sobre me hij
ilgum do governo dindo o motivos porque
emprenou o Sr. Cirvalho Morpiri ; pin
que pois os nobres depulados, que sempre
se moslram to fevorosog do que a cm
esle completa, hlo de querer prolongar,
pretesto de discutir o motivo da nomec3u
doSr. Ctvalho Moreira, enlr.da do lup-
plenle o *r. Titi'e, quando a e"'.:ada do
supplente em ndi dependt do motivo por
queseacha lusenteoproprietrriodo lugir,
3liando 0 moliVO di ausencia nflo he exigi-
0 pel le?
Entendo pois que ge deve direntudiao
deputido lupplente que lem de tonar is-
sent. nolugirdoSr. Carvilho Moreiri. A
preee-se dejos o proced ment do gover-
no, 01 nomeirjlo do Sr. Cirvilho Moreir*.
Enlretioto declaro que nao ico disto ques-
13o, e as mosmas 1 lag lalvez ealejam og
meiis collegn da commissao.
Achando-ge ni sala immeuilta o Sr. mi-
nisti 11 di non nina, que vem ler o relatorio
da sua repirliclo, o Sr, presi lenle convida
oa genhores 3o e 4 eoretirio pira o rece-
berern.
S. Ex. ho introduzdo coro .i formalida-
deg do costume, toma asiento esquerda do
Sr. presidente, l o relatorio, e retira-se com
S mesillas formalidade.
Contina a discussao do idiimento,
O Sr. Ensebio de Queiroz ( ministro da
Justina ): Pe a paiivi, Sr. presidente,
nicamente pan dar umi oxplcic3o
Nlo estiva presente, mas foi informado
deque entrando em discusi3o o parecerd.
nobre commissao de constituirlo e pode-
res some a chimada de am supplente em
consequencia da vag do sr. Francisco Ig-
nico de Cirvilho M -reiri, perguntou-ae ge
esta vaga conilivi olllculmente, ge linhi s-
do communicida i cmara pel m.neir. por
que o devii aer.
Eu ped portanto 1 pil.vra par* declarar
que oSr. FranoiscuIgnacio deCirvilho Mo-
reir. foi com elTeilo nomeado durante o n-
tervillo di aggao pira preencher umi Ble-
s3o diplomtica nos Est los-Uuidoa; que o
governo reconhece.e ha de cumprir o dever
de fazeressa co be perfeitamenle emir que nlo tem h.-
vldo .indi tempo pan 1 fazer; entretanto
pode est.r certa de que o faci he exacto,
e de que o governo reconhece o dover que
tem de obter para isso o coosentimento da
cimin.
OSr, Sajao Lobato :Sr. presidente, pro-
pondo o adiimenlo que tive a honra de olTe-
recer cimm nlo tive em vist* en3o pro-
porcionir umioccasiao pin acamara ser
sulliciontemente esclirecdi dis ciiccums-
tincias com que s-s deu a lusoncii do mem-
bro pira cuja filti so reputou nocessaria a
admissi de um supplente.
Enlendi, Sr. presidente, que era mistor
que a esman pin poder delibenr sobre 1
entrada do supplente, eslivesso bom inlei-
rada dag circumgtanciig com que so divi es
si ausencia, porque entendo-que n3o he
urna simples ausencii um motivo legal pan
determinar cli.m.da de supplonte. Pan
que se veriiquo a chamada lie preciso que
a ausencia sej til que torne neceis.ru
substituidlo do memoro ausente.
Disseo lllustre deputidoque impugnou o
idiimento :
. Com iusenei. tenho eu motivo legi-
timo pin chimar supplonte : he fr* de
quesillo que o Sr. Cirvilho Moren esl* u-
seule, logo sej chamdo o supplente. Eu
entendo que nSo se deve idmillr propo-
sic,ao do nobre membro om lod* a sua uni-
varsalid.de nSo he luda equalquer ausencia
motivo gufflcieute: e dalo mesmo se mos-
trou convencido o nobre membro, tendo .
cmara na sesslo passali negado enlrida
viriogsup.ileutegquesoipresentavam par.
lomar o lugar de varios depulados ausen-
tes.
Eramisterque esta .usencia fosse um.
ausencia qualillcada, que segundo ella so
dsso o caso da dispos(3oda lei; mas co-
mo aquil.tar esga ugenci, como estima-la
senlo ouvmd o governo, genio eipsrando
que ello viegse nleirir cam.ra dag cr-
ci.mstinciigquogederim pan .usencia
do Sr. C.rv.lho Moreir. I Foi neste senti-
do que propuz o idiimento.
He bem vislo que propondo o adiimenlo
que propuz n3o linba em vist* acompanbir
o nobre deputedo que encetou esti dlscus-
s3o, quindo enteodeu que er. esti oc:a-
ailoazada para moralisara nomeaclo doSr.
Carvalho Moreir, e entrar nos motivos que
inspirara ni 10 governo esti nomeaclo...
OSr. Moraes Sarment di um aparte que
nSo 011 vimos.
O .Sr. Saya'o Lobato :Eslava eu bem lon-
go dislo, por isso que 1 constituic3o luto-
riss o governo no intervillo das aesses a
nomear por um motivo de gravidade.
O Sr. Moraes Sarment: Nlo autora*
tal.
OSr Saya'ii Lobato : I .literalmente...
OSr. Moraes Sarment :- Pelo contrario,
privi-o express mente o irt. 33.
O Sr. Saya'otobato : -Sempre foi esti a
inlellgeoc a que sa den. Seguramente di
pirte do governo estivn obrclo de in-
teii.r. cmara das rizOes suflicientes que
o levirim 1 di>trihir um dog membrog di
cisi; mo parece limbem (perde o Ilustre
lelator da coinmislo) queintes deelle lio-
Qir o pirecer que esl* em discusaSo. vigo
quo na caraira nSo tinliim appareoido
informifSes officiaea do governo, devi pe-
d-ln, cumo predigposcao necessiri pan
Uncir o "pirecer.
Foi pin suppriresli fall que offo'eci o
adiamento ; ms como o Ilustre membru
do gabinete icb de informir i cmara de
q 10 o Sr. Cirvilho Moren foi nomeldo pa-
r umicommiislodiplomitici, que he de
nildiezi 1 mposiibiliti-lo de compirecer
neiti geilo, entendo que da algum modo
esli prehenchiJO o que eu linba em vista
proooodooadumento ; assim pois peco a
V. Ex. e i cmara licenca pr o retirar.
A cm.r. decide .fDrm.tivamente. Con-
tina 1 discusilo do parecer.
OSr. oran Sarmeno:Sr. .presidente,
levinteiavoz par. impugo.ro parecer da
Ilustre commissio de constiluiclo e pode-
res, porque nflo quera com o meu silencio
ipprovaro procedimenlo, que no meu en-
tender be contrario i letra expresas da cons-
titulcin, de nomear-se um membro desl.
ou d. outr. cmara para um. commisslo f-
ra do impecio, no 111 torva lio di sessfles.
Enlendii.e entendo, Sr. pregidente, qua
ge cima', pprov.sge sem digcuiglo ad-
migglo do guppknie pe. provincia di Ala-
go, que vem gubgluir a fall do nosso
collega o Sr. CarvIho Moreira, tirita Indu-
bil.velmente sancconido 1 violacSo que o
governo prallcou contra o irt. 33 d cons-
tiluiclo ; todava n3o foi da mu.ha inten-
cjo, nem dag minhag p.lavr.s se podi. ja-
111.1 is colligir que eu quizesse que le venli-
lasge esta queitlo preliminar por occnilo
d. diicusglo do parecer de que nos occupi-
mos. Entendia, e emendo que enies de se
dever supprra fall do honrido Sr. Cirvi-
Iho Moreira, devor-e-hi primeirimente
decidirse o governo linha feito bem ou
rail em oomei-lo par commissSo pin
que o nomeou.
He certo, Sr. presidente, que os 'Is. 33 o
34 da e,nstiluic.ao tora sido congtinteuion-
te violados, e em muito mior egeal pelo
gabinete actual.
O Sr. Aprigio : NI 1 apoiado.
O Sr. Moraes Sarment :Anda nlo hou-
ve um gabinete que tivesga diglrahido dag
funeces legislativas tantos membros em
umi legislatura comoo gabinete actuil.sem
que toiavia ge dsgem as clausulas eslipu-
la las no ai. 34 di coii-tilnic.lo, para que
cada umi dis c amar as determine que ilgum
de seus membros v* exerc-r urna commis-
slo fon das mesillas cmaras.
Sei que tem li.vido muitas destsg viola-
i.i'es, e pela parle que me toc nlo pirtilho
respongabildado de gemelhanle* acloi.por
i| ir 1 en no constantemente votado cont- a ol-
les : todava s ltimamente lie que ousa-
du do governo, a este respeito, chegou o
poito de ser violido timbera o rt. 33, d
cousttuicio que diz ogegulnlo {U).
V V. Ex., Sr. presidente, que he clara a
dispogic3o degle artigo ; por ella nSo se par-
milie ale dependendo da approvaflo <>aa ci-
meras, no iieiejo no intervallo da* es-
so !. II uronibido, repilo, qapressimente
no intervillo das sessdes, quo a nomo um
senidorou deputtdo pira um commisslo
f a do imperio, sendo l prohibido que el-
les vio exercer os empregos que tlverom ns
proviucias.uma vez que nSo possim,no lem-
po dos (rabalhns di sseaibla geni em
convocarlo ordinaria ou extraordinaria ,
compirecer esleg tribilhos.
Entretanto o que vemos ? Vemog que o
governo nomeou, justamente no nlerv-llo
da sess.io do anno paliado pan est, o hon-
ra lo membro o Sr. Cirvalno Moreira para
urna commissao diplomtica Pergun-
larei 1 cmara oerguotarei a todos os
nomens conscieoo.os que tenham algu-
ma cunsideracao pelo cumprimenlo fiel
da lei fundamental, se houve ou nao viola-
cSo do seu art. 33 ?
Mas, dsso o nobre deputido nem lia ven
do um caso imprevisto era que dependa a
eguranca publica ou e bom do Estalo?
Sui'ponhi-se que o rt. 33 deve ser inter-
prendo de com li 1 nh c,-.T 1 > com o irt 34; lin-
da as.siiii eu digo que houve violiclo da
ronstituicSo, porque taes clausulas ge n3o
verificirim pira que ge des-e essa vio-
laclo.
O Sr. SaySo Lobato : Isto he quesllo
part-t.
OSr. Maraes Sarment: Toco nell*, vis-
to quo um membro do governo.... ou ex-
membro declamo que o Sr. Csrv.lho Morei-
ra linha sido nomeado pin urna commisslo
fr. do imperio.
Reconhrco os tlenlose mais merreimen-
tes do honrad o iiiinbro o Sr. Carvalho Mo-
reir. ; sou o primeiro a lhe render homeni-
gem ; mas pergunt.rei, lem-seprov.doque
se deu algum cago imprevisto d* gegurtn-
? publica ou bem do Estado pira que o Sr.
Cirvalho Morein fosse pin essi commissao
diplomtica ? Quem poder*, por nuior que
seja aiiiizadc quo cous.gro esse nobre
deputado, dizer que ellegerii iodispensivel
para est. commigglo ?
O governo pode dizer o que quixer ; a nos,
pnri'i.,compro examinar ,se elle procedeu
bem ou mal. Portanto, .ind. na hyootheso
de que o art. 33 deve ser^ntendido decom-
innacio coui o 34, o que nlo estou looge de
sduiittir, digo que houve manifesla violadlo
do pacto fundaueulll.
E se lionve essa manifesla viollQlO d le
fundimenl.l, que he a arca gant. d*a li-
berdades publicas, dever* cmara dos Srg.
deputadog, que tem por um dos principaes
deveres velar na guarda da cinsliluiclo e
das leis, deixir pasgar desipercebido, sem
urna s palavra de censura, semelhaote pro-
cedimenlo do governo ?
Sr. presidente, nSo podando eu nada mais
fazer, naoiendo forcis bistanles para obri-
gar o governo a respeUr a le fundamenlal
do impe/io, nlo posso deixir de censurar
este acto do governo, sendo muito j>ara sen-
tir que urna voz unisona nlo se levante nes-
ta casa para coinp*nbar, nao o humilde
deputa Jo que tem a honra nesta occigilo de
Iho dirigir a pilavr, ma para punir pelo
cdigo fundamenlal, por esse paladio d* li-
berdade o das*guranca publie*.
Para mira, Sr. pregidente, he cous* do
multa importancia que esti camira lenha
presento o miior nume'O ou a totalidade de
geug mombros, e por isso j* v V. Ex. que
u3o podia ser de minh* ntenclo, como nlo
o fui, poremb*rar;os *admiss8o dogupplen-
teque deve tomar aggento pela ausencia do
Sr. Carvalho Moreira, que hereil ; raa isio
n,,o obgUnte. V Ex. ha de conyir comigo
em que eu pugnav pelo cumprimenlo dus
principios que nascem, nBo s naturalmen-
te da materia, ma queforim sustentidog o
aano pass.do. por .ivergig vezes pela nobro
commigglo de constituirlo e poderes. A
nobro commisslo de poderes.e especialmen-
te o honrado membro que apoiou o parecer
conslanlemonte em o auoo passado. susleu-
taram o principio de que em que bouvegse
um* ponicipaclo official do imp dimeolo
de qntlquer membro deU ci, nlo se po-
da chimir gupplente pira suppnr 1 aua fol-
la. Ora, perguntareieu ao honrado deputa-
do, bivia pirticipacflo ofnciil do sr. Carva-
lho Moreira ? Ilivia pirticipicao oflici.l do
governo ? Nem umi, nem oulri coui.
Em pirte o obuaculo que eu tinba pir .0-
pruvar o parecer da coiumlisao foi removido
com decUracio que fea um do membro do
gaverno m Ind aiiu pareci-me que pi-
i se marchar cm regra Jeveria .Indi preceder
:
N
a*
i S
!.
s
a
\
r.

. 1

t

MUTILADO


nnrov/cSo 01 rrpr.'.aole da O '" Mmpra initenton que nao "'
PPJ .oVmm" 1mu que o averno cbaii..r lUfpieDta pi aBpprliiilr filudo V<
C,.Sni (H'.irtWo 'llWll.of darte 01- qualquer depulado .roto q,..nd. .rdrssa Sr
P'^r'^mbrdu.. hepYecl.o qat lobre dous matea d se..... 0 nobr.awn.bro o do I
Mire" -se.dla li lo mel din.
Verlflcamln-ie no hirer caa para ae volar,
treildeultr declara encerrada a discusio
nema, e manda proceder chiiuide.
O Sr. prraldenU da para urdrm do da i m*'
na dt hoje, t (**"' sena as 1 horas *
Tinto mnalos.
2
ailna-ul-laa, etilv.ia.ua ai oeciaiia ni que rado principe, r^hi-se aggravada ora Infer-
eicrero eitai llnhai te Uaha detfailivaurnle nidide meaUI ephviloa de nona qrj.rido ir.
reaolvldo ul isimnpto no pilado Bul, londe o mi LuU, grao-duque iclual, qut. mundo o
ro-duque rtunlo hoje 01 leui ministros. parecer ni aatsa mil. a dos parantes da uoi-
B T^.iJ- .11.. .._,...!.I* J t.,fml\a
cedo i todava os honrados uiembroa da coin-
ii.issan de poderes lustentiTiui p firme. .
0 Sr. VaiconeelM :Nao ful o anuo panado
U Sr. Moran Sarment : r'ol o anuo atrasa-
do, be um erro de diti.
Oanoo paasado naqueitfio do Sr, Uorta Um
bein i nobre coiiinilssao advogou o principio
que boje le v abrigada a rejellar. Slnto cao
poder ter presentes os dlllereutea parecer! di
cominlsio da constlluico e poderes, e aobre
tudoo dlacuraodohouradu metubro deu coui-
miiiao que fallou boje ein prlmelro lugar; mas
tenho a inals viva lembranca de que ai Ideas
que esse honrado membro auitentoa hoje ei
to ein peilcita contradlccSo coins sustenta
dai o anuo passado. Cunheco que se pode
achar diflereuca nal bypolbeiei,' mas o que
he certo he que os principios com queoanno
passado se nao quera conceder a admlssao de
suppleotes sao Inlelramente contrarios aos
principios com que hoje se quer adinittir <
sunplente pelas Alagoas.
Sus'.enlava-se ei.t.io que nao laslaviqual
quer ausencia, que era preciso ausencia pro-
longada maior que doua meaos sualeolava-
se que era preciso coinmunicacao offlclal, que
nao se devii atteoder i coinu.unlcico por
cartas, por inclo de outros meinliroi desta
rasa;lioje he o contrario de ludo Ist que se
quer faer triumpharl Parece-meque o hon-
rado! membros de uina lesio pira outra, de
um .iii.-i por outro atraveuain o rio Lelbei.
O Sr. raseoRMi.!: Nio apuia o; nao sus-
tente! na ......"i panada um id principio que
nao sustente agora
O ar. Moran Sarment : Nao digo que haja
uilto m intenco. Allribuo a filia de lem-
Itrauca a pinagein do Lelhei.
Nio sri qii.-il lie a dilBculdide que o honra-
do membro ach fin subinetler contideraco
da casa o procediineolo do governo acerca do
Sr. Cirvilbo Moreira. O hunrado membro
sabe que he lito negocio decidido sabe que
a i un ii.i nao ba e deiaar de approvar o
procedlmento do governo ; e asslm por que
lie que quer ir contra o principio de preceder
I.cenca desta casa a lim de que um scu mem-
bro eitej ausente ein urna euiuinisso do
governo? Se liouvene perigo de ler reprovado
o que feto governo .aluda eu podia dar al-
gutna dcsculpa a cssa lepugnaucia que o hon-
i .nii i membro moslra para que se trate delta
questu preliminar i mas nao o haveudo, que
neceaiidade ha de viulai-se um principio, le
se ullender anda uiaii nislo a cotisiiuncau do
Imperio? Cois nao basta que ella tlvesse sido
"Hendida, lendo despichido um membro des-
ta cali uo intervallo dai ieidei pin.fura do
piii? Nao bjsta que a cmara tiveaieildo pri-
vada de um de ac seui membrui lem que se
dsse lu'iiliuuia das clausulaj eilabelecidil oo
arl.ltf
He realmente, perdoe-ine o honrado mem-
oro, querer um luto de vlolacu da le! Em
dous minutos a oftbrc coiniiiiss&o iprcsentava
o aeu parecer a respeito do procediinentodo
goverao quinto ao Sr. Cirvillio Moreira, deci-
ilia-ic immediataineole e pasiava-se enlio
a volar ene outro parecer.
Mil disir o honrado membro : Supponlia-
sc que a cmara nega a licenca, uor ventura
nao ba impedimento? cite impedimento nao
deve ser lupprldo ? Digo que nao ha impe-
dimento legitimo. Se a cmara disser que o
i;overiio fea mal ein euipregar o Sr. Carvalho
Moreira, ete aenbor tem deici chamado, nao
est legitlmaiuenle Impedido: por couiequen-
cia nao pude aer substituido.
Sentiores o principio! sao salvadores ;
quein os viola vti-ie inuius veles ein lerriveii
aperlot, v-ie muius vetes embaracadiisiino
e he seui duvida ( nao me lefirn aos honrados
membroi da casa ), be seui duviJa pelu pouco
resuelto que em geral os horneo, polticos
inostram aos principios, que todos os dial ve-
mol eitei hoinem moslraudu-ae incoheren-
tes, lustentaudu Uojc o que liontein urgarao,
in..iir.ndii boje o que ha dous dial tlnliam es-
liguiatisado.
Pnanlo, Sr. presidente, nao pense a no-
bre coiumisso que he por m voniade qne
he tenha, ou por que no deieje que o aup-
plente de que se trata lome asseuto. Nada
disto infiue em meu espirito: nao ha conside-
racdei parlicularn nem pollllcas que pudei-
sem obrlgar-ine a proceder como lenlio pro-
cedido nesta seiso; he somente por qne en-
lendo que a comlllulcao e o principios sao
violados, e he lito o que deploro, asii.ii como
deplore! que honrada cominiiio nao tiveise,
cuino entenda e emendo ser do scu ever,
31 da coulilulcao, no calo deque acamara
nao approvane o icio do governo, pergunto
eu, poder-se-hla considerar como Irgltliuaa
ausencia do Sr. Carvallio Moreira f Creioque
Julgoqueaia pode delxar de ser conforme
com a raiia a a melhor lgica, decldlr-ie pil-
melraiaente o aclo, Isto he a pprovacao ou re-
proraefo do acia do governo. Neitei tcrmoi,
pon, pco i.V. tic. liceuti piri propr adla-
inento ao parecer aleijua a cmara lenhi uia-
nlfeiudo i sua opinlo acerca da nomeacao,
para ministro doi Eslados-Uiildoi, do honrado
Sr. Carvilbo Morelri. Vou poli nene sentido
ni indar um requerlmenlo i mesa
L-ic, e drpoli de apolado entra em discui-
sao, ficando no enlamo suspensa a do pirecer,
o leaulnle requermienlo ; *
a Que te ade o parecer di eommlssao ein
iiii.iiitu a cmara nao determina que poisa el-
lar ausente em coininliso o honrado Sr. Uar-
valho Moreira.-S II.AforaJ Surmrato.
O Sr. Foaef/oi: Emendo, Sr. presiden-
te, que lodsi queiles, alias multo impor-
lintei, que tem sido arrutadas pelo bonrido
membro tutor do requeriuiento deidl-uieoto,
nao tem lugar naqnella de que actualmente
nos oceupamos. D-sc ou nao ie da a ausen-
cia do Sr. Frinciico Ignacio de Catvalho Mo-
reira. ,
0 Sr. Woraei Snrmcio:- Mal undi nao se
sibe te he legltlmi.
O Sr. Vauontriloi:- llesponderel 10 nobre
deputado.
He um facto ineonteitavel, reconhecido pe-
lo nobre deputado, aquelle que acaba de no
ser cointnunlcado de uina maneira ofnclal pe-
lo illustre ministro da jusllca-, por conseBnin-
tc, a cite respello nao pude reliar a menor du-
vida.
O Sr. orad Saimealo .Vio daifa "I".
O Sr. KoicotiesHo Ora, nene caso a cuna-
ra dos Sri. deputado!, i vlita da coinmuiil-
cifio do Sr. ministro di juilica, nao deve
chamar o deputado lupleole que lem de prc-
eocbcr a viga do nono collega que fol encar-
egadode uina inisso diplomtica Tora do
paiz.
Sr. Monis Sarawilo Anda nao.
U Sr. Vauoiutlioi Ein iiilolia oplnloo d-
te, l.nti'iido a comtltuico como o uobre de-
putado a enteiide; entende que ao goVeino
compete nomear no Intervallo dai leisoes,
Hilando o bem do estado o eiijc, algum iiiein-
brn desta caaa para qualquer couiinisiao fura
1, II.,; mil parree-me que esta questo nao
tem relacao com a outra....
iim. .Ilrniii Sarment 0 nobre deputado
nao me que laier o favor de entender aqulllo
que eu illue. ..
iVi'r. Fmconcior O nobre deputado (lis-
ie que a raiao que lem para negar o leu voto
ao parecer da commlisao e pedir o adiaiuenlo
hei de poder i cimiri negar i licenca por que
esuva fura da le de 19 de agoito, que s-
manda admllir suplente! quando ha Imped
memo legitimo. Or, parece-me que le o no-
bre deputado concordar comlgo em um prin-
cipio corla-ia toda a queito. Parece-meque
quem. por aisim dier, le adientou em lahir
lora do Imparto (no que nao acho motivo de
censura ao T. Carvalho M. reir ) foi o nobre
depuudo, cola falta le procura substituir. Es
le senhor salilo para fora do pan leui qu i
camari-lhe dsse licenc, a cunara pde-lhe
uegar agora esta licenca, e o Sr. Carvalno Mo-
reira ter de rollar pira lomar parle em leus
liah.illios. .
Mal pergunlo; A auseucia dcste Sr. nao he
um faci sobre que so deve providenciar de
proinplo, altendendo-se a que a la aiiseocla
be longa, e que anda mesmo leudo elle neti
ca noi Estadoi-TJuldoi de que a sua nomeacao
nao foi continuada pela cmara, nao lem lem-
po de voltar para vir lunecionar nellar..-
S'r. Moran Sana mo Bem longa era a auien
ca do Sr. 11, r li o anno paasado e o nobre de-
putado nao quii que ie chamasse o luplentc.
Sr. Anio Apoiido
0 Sr. fosconrtlloi Eatao engaado!, tanto
o nobre deputado que me d o aparte, como o
que o apoia. Oauuo pasiaoo nao se tralou se-
n/io no din da aeisao de chamar o suplente do
Sr. ilm i.i.
O ooiso collrga, o Sr. Aman, servio nesta
casa o ,iuun passado no impedimento do Sr,
llmi, e qumdo no liin da icsiio o nobre
ineiiibro, o Sr. Anio, paiiou a ell'ectividadc
do lugar, linmedialameutea commissode po-
dere! mandouchainir o aupplente. lomo poli
o nobre depulido dis r|ue o inno pissido __
cu ful de opiniio contrnia. e he apoiado pelo manifestado um voto de_ ceuiuri 10 governo,
honrado membro? Este inno i questao he ou- duendo: A eommlssao adiuira-se deque
Ira : O Sr. Carvalho Moreira, estando nos El- srja apreientado o diploma de um lupleole _
i.idns-l nidos, lendo noticia daqui a duui me- prlaa Alagoas, quando a vista-da cooslituicao, e e crrlo assun o devla aer
..... a *1 ___I- ______- a _!l"_^.i __ aaln l'l :i 'IA n ll.llrlil,, r. -
COIllIKSPO.NDF.iNCIA UO DIAniO DE PEn-
NAMBUCO.
Parahyba 3l de malo de 1862.
Nao lie pequea maaaada a do canutala, que
toma a si o cscrever duas carus uotlcloias or
emana ein urna proviucla, ein que os succciloi
linporiantes, e que rteipcrlem a allencao dol
Irliores, sao ein loogos Intervilloa, inislmo le
aquellas cartas team de ser Insertas em mu Jar-
nal como o Diaih, que corre lodo o imperio, e
lp-lteieitringelroi, le iqueliiicirui team
de ier inluneiiidn ao rigoroso eicalpello da
analyse poi quein sua Imaciavel ralva contra
ellas, ou leu presumido autor. C'ertamenle
nio he pequea a manada, e id eu, e mlnha
penna, sabemos quintas vezes nos temos visto
em tallas, j.i para adubar a Incipides de certos
f,cios, que aobrigaco de fiel chronisla obrlga
a referir, Ji para coula-loi puilficados do ai ci-
rio, que podeiia oender ao publico ou leus
autores, J finaloienle nao podendu ser occu|ar
testeininilu de lados, para ooin criterio adap-
tar, entre os^iamumeros que formigaui na rora*
Si'in i li.ima.i i roa publica os verosimeii, c
eipreiar os destituido! de fundamento, E pa-
ra que tanto trabalho e lana mortificacao ?
Para loffrer niela duala de crticos improvisa-
do!, outroi Untos impoHdoi cemores, quatro
dn/.ias de arguinrntadore ad liomntm, e nao
sei quauloa leniivels emiierradoa, que me ma-
uni a paciencia, c escingilhim I Inirlligeiicii.
E nao aerel um tolo, conhecendo como mu-
cos enei resultados, te continuar em mlnha
tarefa? Aislin parecer a todos, menoi a mim,
que eilou diapostoa conllnua-la a deepeitodaa
censuras, das criticas, dos apodos e das seuslbl-
dades, adeapeito inesuio do Argot, e de lodo!
o! Argonautai.
F.li o tioi- se cliaina uina ch'oiiomania, moles-
tia ainda nao bem coubecida nos annaei da
medicina, mal to real e verdadeira, corno a
gostrites, I pultnnnia, ajebrt certbrat, a hj-dru-
p obia, c outra qualquer de uome mais ou me-
nos brbaro, com que nos possa arranhar os
tmpanos uini illustrida |unla medica. Como
cura-la nao sei, e nem quero, porque ijudin-
do-me mlnha penna pan brindar ios a>oigo,
segundo o rifao vnor amore rtcompensatnr ^.
estamos de cuntas saldas, e eu satisfeilo como
aprendiz de barlselro na prliueira vea, que pdc
cinscena a iragi-comedia na barba do tolo
prende o barbeiro novo,
lito pollo asiiin afelcao de exordio enslnua-
tivo, entremos em materia.
Os thuggi deiliieraiu duas pellei para parles
de Maiuanguapr, e afora ino nada mal coima.
Diieiii-iue que na proiima linda arsso do
jury d'aqurlic lugar honraran! ninas tre cou-
,1,oiio n,ii, s, oque j nao be to mo como isso.
Um doa condemnados (a nove annoi de priso)
leve leus protector, mis nao Ihe conseguirlo!
i ibiolvico, Talvezque muito para aquelle re-
sultado concorresse a inleirea do Dr.Juizde
dlreilo, que, he myster oaafeiia-lo, nu tranai-
gi com ocrlme, e nem se preala io patronato.
I .mi pinmdo por lito ai ihugtjt do Pianc,
maa felliineuN a palavra patruultu ui'oi
recordou em lemiio, c por liso voudar-lbe no-
ticias d'riles, e de mata rceme data. Consta
que aquelles maganos, logo que aouberam da
approaimacin do inajor Dos cun a forc i eu
coinmando. poierani-ie ao fresco, sem delia-
rem o lugar em que podem ser procurados con*
Ira o costume daspenoas bein educad.
Segundo o que me tem suido parece que
ilguiiui da autoridades de Plane eslo ein
nirtii disposifdes de proteger os ebefes d'aqjel-
le grupo criminoso inai crelo que o governo
Idos pora peas a urna to mal entendida bene-
volencia.
llenemos ao lempo o trabalho de esclarecer o
futuro, e nao queirantos j penetrar ein uina
rcgio que nos he vedada.
A issembla continua ein icui Iraballioi
quando Ih'o perinine a chuva, e lem maior no-
vidade.
Tem-se oceupado com uina representaco a
anembla geral contra o eoutracto dai carnes
dcsia provincia, que dizem seus autores lie pre-
judicialissiina aos nossos creadores. Tem en-
contrado pouca opposico a tal representaco
que crelo passar sem maior encouimodo.
[Sao ni i|fial 'o mal que o tal canlraclu possa
occasionar aoi nonos criador, porque nao te
o i n eitudado aqueito,e iluda a nao vi discu-
tida ; quero meauo crer que elle dimiuuiudo a
concui rencia diminuta o preco do gado ; mal o
queningueiu me couleilara be que ni delta
provincia depoil do tal contracto dena temos
mu i n me l lio ,.id o ni i| na li, lid.- r pr.co da car-
ne que consumimos, e por isso, como nao lou
creador, eslimarei que por l o contracto eaista
ao menos emquanio uiereatareinalguns mola
res com que possa dar consumo aoa espolios di
vacca.
Por aqu jhoure quein llvesse a lembranca
de propor em rodas particulares a creaco de
um contracto seuieltiante, mas foi mil reeebida,
. Todoi riles, eicepelade Mr. Hocella, mlr sa caa, o oollooam. ua liapossiBllliladi
nlilro delnitruci-ao publleadecliriran aogro encarregir do gawrno que II* brrte
duque, que se demltilrUm ic M quncue del- vlriude daooostllulco, a da 1(1 de fair
o oollooam ua Uapossibllldade de it
Hoce em
t, que se deintliiriim se se quisesie ae- vli tule da oonsiuuicao, u mi t ..milla.
ulr o edificioiociI levinUdo por leuivd. Pelo qua. pilo noslo Vireila, e itn con-
Nao se julgue que o governo lotciuo se formidtde do noiso dever lomamos sobre uos
eompde de revoluclonarloi. Nada diilo acn- o govarao do nrlo-dnfado, com lados 0! dl-
tece. Flgurain oelle os Baldasaerool, llologna, reitoa e preiogatlva inberenles soberania,
Laini, e Lauducei, que abolirain a cooilltuico e o eiercemoi em nonti da nono querido i -
de 1848, e que nuda conservan! Guerrazzi mo al que o Todo Poderozo le digne medio-
n'uina priao. Porm o lempo tem consagrado ra-lo da! luaa crucil enlermldadei. Aisiin
a iMinsiiiuico das llbcrdidei civil (o aiaiin te como a nona lldelidade ao gro-duque jmala
pude chamar Irglslaciio leopoldine) eos mi- vacilar, aiiiiu esperamos, orna represeo-
nisiroi san mal atlelr-oados a eata constituido taole do griu-duque, que todos o emprega-
do que i llberdad poliilcis de i84l. dos eiubdiui noa irjiui leies. Convidaino-
< Sem embargo dio, o presidente do con- los a confirmar esle lentimentoi por mel de
lelho, Mr. Bildnseroni, be que desifiuu ope- junmento de bomcnagein que nos uevein
rlgo qua linea,! ai Iris de Leopoldo I, porque preaur. -*
o asar Uni periegue o eitadiilas, como o a Aoeguramos que a conitituifio do pila
ni u> lolioim limitis. s era para nos sagrada i que faremoi o eifor-
a (loando Mr. Ilaldinenorl vio que Trieste, col para promover, a prosperidad do palt
Genova e Marielhi disputavain entre si a cooa- proteger a todos e a cada um ein particular
irucyo de caiulnhos da ferro para alrablrem o noi seus direitoi, dignidad, e emprrgoi.
moviinento eoiiiuierri.il que devia creieer de Ao mesmo lempo confinnainoi eapresiamen*
dia para da no Mediterrneo, perguntou ae te pelo presente o nos,os servidore nos ein
Leorne poda lomar parle nesla empreza. pregos que cada um delles exerce. Dado sob
n Toda a Allemanlia e a Europa oriental es- o noslo proprlo lello e o do estado, em nona
UVam emcommunlcaeo com o Mediterrneo residencia de Carliruhe, aoi '4 de abril de
porTrieile, e leus camlnhoi de ferro- maiai ISS-2. Fridtrfco. tat ordetn de S. a, R.
, mil 111- Um'' ipil mil un ile I' rie 1, llrip mil i Selnilllipirl.
c estrello de Gibraltar llnham que ir s lalltu- Em Herlin abrio-ie o congieno de Zollve-
des mais merldloniei de Milu, pira voltarem reln, pronunciando neita orcaslo o baro de
depoli pelo norte, e leguindu pelo Golpho. M.iuieiillell, prndenle doa ministros, o segulii-
Adritico enlrarain em Trieile. le dilcurio ;
Mr. ilaldaneroni vio perfeiuinenlc que le ie| Senil ir es -- l'ur o-ilmn de el-re mau
podene eitender at Vrnezi e Trieste outro ci l010 ou ,. mus cjllegas iqui presuntos tB-
minho de ferro que vlease de Leorne a Floren-, ,,. honra de vos J ,gjr a SJuilat;aO de a-
P'!;?!S^'ft*^.^A,,!l.,k?a mizado. O governo d-> e!-re deaelaria vi-
rel-J
en-1
ara
tos pe* eomerfiffio dos dias do digno mi
Cutio alo ollar.
Quelrgm, bri. Redictores, cnsirir em SP
estiinatal jurnil itis mal Ir^-aj,,, i,,^,.
do eu orlado venerailni
FranoiiC i Kullnn rln Mullo.
lo, farii o eu tramito para a Allemauha ce,,-,
MI pela Toscana. Porm le.no, por desgrac? va mente ter Come5iJo tliais Cddo a ubn que
o malf.dado, Apeninos, que sao uina especie qf nos conduz >, porm, conheoen as
de esplnha dorsal da Italia, e que de maneira cirCtltrgUnciM que olislinm realisafSo
alguma ao favoravels aoi camlnhai de ferro. (Inste desejo. Nlo careco de dir tniuda con-
Yni ha ni ns do que um s puso, que he o de ti dos ir.etos que iJupUtnos qumdo un
la Roqueti, pertencente Irgacno pontificia de |m, do anuo nos aproximamos a poca emi
Bolonha, Para eilil.elecei_nma liana de canal-,'que er, necossrlo resolver coreada Irn-'
nhos de ferro de Leorne a Vcneza e fncile era( ;iBg0 iUm ..,,. Al. 7-,l..rin pBra Ulnl
iteccasarlo o cooceoiiinenlo dogoveino po,..,.,-,
c.o.nue n.quellc ic.upo nao eiiava mu. dlspi.fll novo Per,oJ<> longe MU Jo nSoque-
10 i cooperar para os iarcotoa moJerno, quaf r"
aliiuns prelados antigoi olhavam como iuvea-
co do dlabo.
O ministro nao desaniuiou por Issot eempre>
hen'leii a sua viagetn a Roma. Para interessar o
governo romano nos seus projec.os de caiul-
nhos de ferro, servio-se da linguagein mals la-
voravel a Homa, proinetiendu faier algumas
iikhI lii-i,-<"'< as leis leopoldinas, ponto de plil-
losophla roKerlana do aeculo pasaaJo. O
cardeal AntonnelU ouvio-o com o mais vivo ia-
leresse. Concedeusc-lbe a passagem do cauji-
nho de ferro pelos estados romanos, rcdiglmlo-
se o projecto de concordata que assegurava aos
blspos toscanos certas vantagens qucellcs li-
nbaui perdido em 1747 e |7*l.
Oque Kaldasseroni comecou no anno nodo
i|nti conolui-lo a^ora o gr^o-duque. Ha uia
anuo que o presidente do conselbo Ihe dizla
qucest>s leis eram olructo da philosopbia da
seculo XVIII; e o gro-duquc que se peaetrou
desta ideia, quer agora procurar a salvaco da
COMMERC10.____
Henil i mi-ti tu do dis 4 do jun'-o 11:076 9]>
Deicarrcgnm hoje S di jwiha.
Barca porlugueza -- S. Manoel II. -. roer.
cidorias.
Brigue ingle*.- Fltut --dem.
Ilrigue ngle llarkil bacilhao.
Patacho smericino -- Bathurst- larmln o,
trigo.
Polaca nipulitaoa Gabriela merci-
doriti.
liuportncaO.
Brigue niciotal tVIz Deslino, vindo do
Itio Grande do Sul, consignado a Mu, '
Goncalves d< Silva, manileatott o srguiutu
10,338 arrobas de carne de charque-, -238
ditas de seIm, 50 ceas sevadi, 10 Couroi
sercoV}' a oriieoi.
Vauor inglez Tey, iodo dos porlos di
Kurupa, consignado a agencia, niatiifesfou
o seguinte :
i caixa objectos deouro; a C. Share-
Ihan
I embrulho relogios; a H Gibson.
i diti iitu'ii stus ; ao gerente do banco.
t dito ainuitras; a Schaflleitlio tVTobler!
t dito peridicos; a Man'y.
1 fina an.ostras; a Sounge & C.
1 embrulho ditas ; a Viuva Gaudino & 11.
loo.
f ditoditis; i Arlamsnn llowie & C
1 dilo retratos; a eane Youhe A C.
I dito amostras; a J. Keller & C.
1 ililn dili.a ; a J B I asserre o. (..
I dito perolas; a Olivena Irmaus ti C.
t caixa imostsas ,-a lloanesse Leclercac.
rermos comromper um lao que se tornara' con(ll conserris; a Joao Josd'Abrco
para os estados que elle una um manincial .f0.' ....
de prosperidade. Desojamos, ao contrario,' oUc* "rU* M,r"> Tlnd de c,b0 VerJe,
que passe pan um noo periodo a uniJo! Cl>''ilgntla a Juaquim Jos doa Santos, ni-
sob ama forma mais exionaa e solida, con-1 nifc3luu 86 moioa de sal; ao cotiaignataiio.
servando as suas bises essencisea. GONSUI.AD i.kai.
Pondo de lado tendencias exclusivas,' 'ndimento do di* la 3 .. .11:188,30]
estamos intimamente convencidos de que o.' em dot|i' *........1;574,I96
inioresse commum que furmou este laco de- *-------'"
12.763,501
737,61S
68,101
ua, devolveudo Igreja os direitoi de que lea
av a privou. Acba porm agora resistencia
no proprio que lile iospirou cate peosameoloi
nao conlaudo com outro apoto entre o seus
ministros, leoo o de Mr. Hocella.
O gro-duque quiz nomear um mluisteiio
mais coiiilt seeudeute ; porllt OS lloinen s i u-
lluenies e de maior capaeldade adherein viva-
mente constlluico dai libcrdad civil, e
obra de Pedro Leupoldo
Eu-aqui o modo como elle quiz lahir desta I resume
cr se, lia nuatro anuos quee le terdou 01 do- H ,, f -r ,yw.
minio, do principe de Lucca, cujo pequeo es- municiSs que fez nos ult
m
irnos mezes do
lllllliui U iMiuviirv > aiuvvK) w j v i i v < ; i j i 1 .
lado tinhi os seus miniatros quando era lude- a"" dos governos do oliveieill.
penden e. Enlre o luquezei he que Leopoldo J Diz-se ah clarimento que as rosolu-
|iei tenda eacollier o scu ministerio que le com-' (Oi'S um virlude das q i es VOS achaes aqui
poria do scguiute modo: reunidos, por convilo da Prussia, devem le-
Mr. Hocella, ministro de Instrueeo publica putir-so drlibcrat;0es sobre a ulterior con-
Ptioi, mininro de negocios estraogelros linuaCodo Zullie elu, com a iccesso d
senvolver lambcm o sen poder para a re-
nuvaf o e oitencao da liga, e que os esta-
dos que slo hoj nossos alnados TarSo da DIVERSAS PROVINCIAS
sua parletodusosesfurpns para daiem com- Rendimeiitodo da 1 a 3
pletodesenvolvimeiilos vantagens que hao 'demdodiil.....
de provir da reumao do Steuerverein ao "------------
Zillverein.u que havomos assrgurado quan- 805.74J
lo de nos depend pelo traclado aue nfis'_____ -------
bavomus celebrado. q RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS 6E-
Nesla conviccuo, n8o hesitou a Prussia,' RAE5 nE, PEBNAMBUCO.
apezardetodosusobstacaloseduvilaHoue "ndimento do di ..... 739,297
sc levatitaraoj, e que o congresjn deve a- CONSULADO PROVINCIAL.
plair resolver; mas a soluto sera ,n. ""ndimento do da 1:785,411
da mais fcil e segura se is questes qua se
submelUOi i vossi alientan, recebetem di
vossa pirte, como oespeamos um rame
imparcial, livre do quaesquer considerado s
secundarias, eso dulerminida pela pralica.
U ponto adoptado pelo governo real Co-
mo base das conferencias, e as proposlas ('''ulur";,e **" P>
i-s9 n.s com- gr'"'-x>eiicao,tanlo o
os e-i ei'it. 'iImiomuii. raram Itvremente. As
NOTICIAS COMMERCUES,
Liverpool Sdtmaiod* 1852.
Rf I-torio da semana linda em 7 de maio.
Mercado do atgoilao'. -Como ter-se-ba ob-
!servado que as transarles no nosso mer-
issaih foram em
o riimereni cirllil
Torieli, uiinitro de faienda.
,i llaifaeli, ininiatro de juslica.
a 1 indi, miuilro de cultoi.
a Keri in, miniitro da guerra.
novos memlirus j obrigidos pelos tracu-
dos a faier delle paite.
Senliores comennos com prazer estes
zei de que Ihe fui uegidi licenc pela cama- clara e manifeita nol aru. 3d e i, o honrado
a, nao lem lempo de vullar caqui funecio- menibro. o Sr. Carvalho Moreira, nao podia
mi. ler mandado para uuia cotumisss sem cun-
tir, presidente, o meu honrado collrga, mein- scntitnrnto da cmara
Iiro da eommlssao que ledigio o parecer, ex- A cornmisso, portanlo, nao pode Irisar de
plicou. a meu ver, de uina maneira Irreapon- cemurar eale aclo do governo, de opinar que
divel 01 lacios, de lorie que eu me julgarla se olllcle ao menno gorerno para que haja de
diipeusado de acreicentar as poucas obscr- sr explicar a este respello. Se eu vira a nobre
vaces que Icuho a honra de submeler com- comroisao proceoer de.u mancha, quanto
deraco da esa le nao fosse membro da com- uno me gratularla como paiz..... Mal, longe
uiiiiao e livesse assigoado o parecer, O no- disto a cmniniio, como le Iratasse de urna
bre urputdo concorda em que o governo p- materia mullo comriliiha, como se nao llvesse
de nomear um membro desu casa quando li nulo violaco do pacto fundamental, fechan
exija a irguranca publica ou o bem do esta- do oa olhoi intelrameiite ao deirrgramenlo
do. Ora qurm he o juii nene caao r .... do poder foi logo de parecer que
OSr. foraeibainirato Acamara. aduiliso ao suppleme.
OSr. Vauoncitioi lie acamara c ogover- Admiro-me de ver a pouca conclderaco
no o uoveruo nomeando, ea cmara appio- uue lem merecido caa a dispoilcao dos arts.
vaudo i nuinea, .io ou dando a licenca. He 33 e >4 da conililuico, como ae foitem de
.13311,1 que devenid entender constilulco pequea Impoi Unca, como le nao envtilvei-
porconsequencia, neuliuma ligaeo lemaques- srm materia da maiur eoncideaco. E Unto
lio que o nobre deputado trouxe com a que imis, Sr. presidente, me encho de inaravilha
ora se apreienta, com o facto da ausencia J quando comidero que os honrados membroi
disse, quem pode ser prejudicado neita ques- stio to versados na aciencia do d'reito publico
i.iu he o Sr. Carvalho Moreira porque a aua conslliuclooal, e por consequeucia sabein,
iioineacopode nao aer latineada, e eulo te- em dnrldi nembuma mullo melhor do que
r elle de regrenar do pala, inai em lempo en, as poderoslislmii nze pelas qmei o
tal uue o nebre depuudo ha de concordar ein legislador conailluciooal estabeleceo que nao
que ha ausencia, e auseucia prolongada. Ora, pudeiicm ser distrados desu cna ineinbroi
se o nobre depuudo sihlsse agora no prximo ilguns senoqu.udo se desiem o extnordl-
paquele para a Kuropa, uo se devia chamar narias e poderosissimos inolivos eslabelecidoi
um sunplente sabendo-se que o uobre depu- no art. 31- Por venlura'no o labcm os honra-
lado nao poda vollar a lempo de lomar paite dos inembrosT
noi nonos iraballioit ltt p0ivt| (Uppor que nao aiibam perfcl-
0 r. ora.9ormn(o Se nao parliclpass., la,liclllf a, Ioe, ,,|riio do legislador ua
nao le poda chamar suppleute, leguodo os dit|,0,|-llo dPS>es ,riigos J Sabeni ; nao he
prioclpioi estabe ecldoi o auno panado. noaslvel luppor outra couia. Enlio como he
0 Sr. PaieoailHM -Crelo. Sr. presidente, c vlo, 'io d,cl ,|g0, n50 Incrfce a
que o parecer da eommlssao deve lerapprova- ( conaideracoaos honrados membroi?
do, que o adlainento he Impertinenic, lnop- C(Jln0 fr p,a u *, por e|U> ,endo ,,.
l'oriniio. I, unas vri repetid ? Porque V. Ex. -abe
Acmndo-ie ni illa immediiti, o Sr. depu- ,, i -r alcm de V. Ea., do Sr, Vctor de Ollvelri,
lado Marlim Ferrclri, he recebido com II Inr- do jr, srnador t.arueiro Leso, de Sr. Ilarboza
malidades do eilylo, presta juramento c loma de Almeida c do lr. Carvalho Moreira, alguna
asiento. outros nietnbroi tem ilde dlilrabidoa desu
Continua a discuno: caHa ,. do senado.
O Sr. Moran i'araieiilo Sr. presidente, nes- V-ie a largueza coro que o governo lem
la queitao, aiiim como em quail todas em mirlo dessa peruniso, que a'cantara mal r
que tomo pane nesla cmara, uina lofellci- ndividamenle Ihe lem concedido, desse biU
dade me persegue ; lenho sempre a desdlta d iudemuidade mal e ndividamenle lado ;
de u3o ser compreheniiido peloi nobre mem- COino, sem reipello nenhuui ao art. 3l da cons-
broi Nao sel verdaderamente qual srja a iilUicnn, deivia desla casa e da senado os inein-
razao disto, a nao ser nina que por decoro da hros que bem Ihe parece. Hasta que loe ae-
casa e ein honra dol nobr meiiibrus nao nidor ou deputado ciaem graja a algum dos
quero proferir.-.. Srs. ministros para aer logo desviado das func-
OSr. Koicaace/loi l'arece-me que nunca lis (oes legial.livai. fazendo-se dai clausulas
timbre de enlende-lo mal ; ae ha a meu re- mais .ilutares, mal bem pernadas, como a
algum motivo, pode declara-lo. leguranca publica e o bein do rilado, fasen-
O^r. Mora*' Snrmealo Alribuo islo a fu- do-ae deslaiclauulai um verdadeiro nariz de
rtllcldadc minhi, e isilin nao laco injuria i cera, que ie lorce para onde ie quer I
nrnliuin dos nobre inembroi, muito prlnri- Animpoii, nao trobo dilliculdade nenhuma
plmeme ao domado membro, que labe que em volar pela aduiiaso do aupplente, mil
nao ha dlspoaicAo alguma da ininba parte ic- nao votare! pelo parecer da coimnislo ein
nao para agradar-lbe.... quanto acamara nao lolerpuzer o aeu Juno,
O Sr. Faiconcrldi Muito obrlgido: eslou bem ou mal, lobre a queito preliminar, lito
ecrlo disto. he, a reipeilo da nomeacao do Sr. Carvalho
O Sr. Moran Sarmmlo Tenbo, Sr. preii- Moreira. Se acamara disser, bem ou mal,...
dente, nena questo pugnado lmente por nao sou competente par. julgar disso ; se a ca-
piinclpioi, nao laabo tldo outro lim em vista; niara duse : O governo fez bem em nouiear
o meu nico rtesejo agora e em todas as occa- o Sr. Carvalho Moreira,. iinmcdiatitoaou es-
li he que irln*phem o principios. Teni.o lou proinplo a dar o meu voto ao parecer da
o vrso, crelo que em detrimento meu, de nao ln.ni -da commisao ; ae porein ella queito
poder nal questes desilgar-me dol principi- nao for decidida, voto contra o pareoer.
o para altender i conveniencia! pollllcas; Voi Voloi, voto!. I
i nho este mo habito que multo me lem pra- O .-r. I S#crrio ( pela ordetn l um o-
udicado ; mal o qua quer V. Ri. que eu fa- ci do Sr. mililitro
a ? Nao me pono cooirafazer. bota para aprcieuu
O anno panado, liba V. El, que a nobre a leu cargo
I iiiiiieni oceupau-se a asfcmbla por alguns
dias com a tabella da lecretaria, de que Ihe fal-
le! em outra. e lotnou aquella queslao o carc-
ter de/.'o//ico econmico flnanceiro, pela que, co-
mo le deixa ver, occti|.'ouamali ue urna profun-
da caliera. Felizmente deicnlalou-ie esse ta-
mandu.
Hasta por hoje. Saude, e quanto deieja Ihe
apeteco.
PERMAMBUCQ
Itepartico de polica.
Htm. e Km... Sr.Segundo as parle recebi-
<1 is neita reparlffn foram hontein presos ml-
nha otdeiu Marcnltua Mara do INascluicnlo,
Jtuepha Matla da Conctifau e Jnjo de Jess
Nazareno, por deiordf in, c a do subdeUgadu ds
iiipn'/i.i de S. 11 t'i Pedro Gunsalves do Kecife,
francisco XaTier de Amoriin, por ferlmentot,
Maicelhno Alcs dos Prazeres, por ser di-sertor
i'- tu.111 iiii.i, o ai i \o Caelano sem declarado
do motivo.
O delegudo dn termo de Flores parlclpou-me
por odelo de >7 do mez prximo paisndo que
no da 'i de abril ultimo na lateada Jabur fo-
ra assasslna rlcln da Silva UHe. q.ue cuuseguira evadfr-se
Dos guarde V. Exc. Secretarla da polica
de Peroambiico, 3de Juuho de 1852*
DIARIO DE PERMIB0C07
HECIFC 4 DE JUNHO DE 1852.
A leltura das gazetas que hontem nos trouse
o vapor Tnr habilita-nos a accresceniar s se-
gnintea noticias as que nos cominuoicaiam os
nossos correspondentes de Lisboa e Paris ein
suas carias que j publicamos :
Em Hespaulia o ministerio fora ltimamente
modificado, sendo exonerado por decreto de 3
demalo o tenente general D. Francisco Armero e
Peneranda, do cargo de ministro da murlnha, e
norueado em sen lugar o vlce-almlrante D.
Casimiro Vlgodet. Por outro decreto da meima
data fi>l interinamente encarregado desie mi-
nisterio durante a ausencis do ministro pro-
lirietario, o lente general 0. Jnaqulm d'Etpe-
letas. actual ministro da guerra.
Km vlrtude da severa le sobre a linprensa
ltimamente promulgada cessaram de putdl-
carem-se em Madrid os segulnles peridicos :
Clamor fubHeu, Haciott, tititsiitueionMi, Heraldo,
poca, NovidaHts, iXuovadur e Opiaitt P-
blica.
\ proinsula itlica ficira em paz, todava em
Kli.renr.i lia va alguma tnquletacilo por. causa
do ministerio acbar-se em crlse.
Eis aqu o que transcreve o Heraldo de u;n
peridico daquella cldade:
Mo de desejar saber em que estodo nos
achamos quanio a crlse ministerial, que podo
ter escualores coosequenclas.
Pelo que diz respeito constlluico nada ba
que destruir ; mas apelar disso os ultra-con-
servadores nao eslo contentes, equerein tam-
be m abolir as lels leopoldinas, que ha um secu-
lo forman, a base e o espirito do governo los-
Ksta noticia tem causado bstanle desgosto tr.ili 11u s. So se Cons -guir o desejsdo lim
oo corpo diplomtico, tendo-o claramente ma- piderenios eiil&o vollsra vn-s i #Ueiic; nU'estaUuo conde deVillamarioa, eiu nome da cum espetan^a de bum esito na oulrss
Sirdanha, c Mr. I'forffei.der em nome da quo^iOesque igutlmenie desojamos tesol-
Prussia. ver: isio lie : saber como Soria osbiv<| ce-
eo;,ul?.^.,^d^^!r.r:fc,^%^1ut,Bfa ^j^sssst envs ozollve-
(luealliseencainlnhou n^um da, vollando na rei.i iiovametilt) ruud.u, e oa domm esla-
nue desse ineaino dli, e coinecando deide lo- tloi ila Alleiuiiilu |>ela lotalldade, ou por
ooa deliberarte a un nailodoseu territorio.
O conde l'iuclli, presidente da cmara doa Con lomos, setiliures, que liaveis corres-
depuiadoi sarda, ialleceu em Turlni no dia 24 puuder a coiiiaiifa que em vos deposita-
de abrh proilmo passado. s cmara que dous mus_ Consecuiremos essim o tlm a que nos
da antea linha ido em corporacao ao leniplo propoaios, e remaUretnos urna ohra, fecun-
uedlr ao aitiaiimo o reiiabclecimenlo do aeu *,. rn ',,,,. t .____ V
pre.ldeote, re.olveu nao celebrar aei.o no dia d em resultados follzas pata ,1 paites iu-
'i,, aeu i iiici iiiicuiu. teressadas. io me reata, scnhoies, apresen-
Nu Diana do Gorerno l-se o seguinle i cerca Ul-VoS os coitiDiissanos do guverpo real,
da iiione deste illustre italiano : que devem tomar parte ns conferencii!, e
a i-.ni iiiiiui eileve a poulo de repelir-ie o sao; odiieclur geral da rparti(ao do im-
eicandalo que hnuvc por occaalao da morle do pontos, Mr. I'nin nei osi'h, eo conselheiru
conde de Santa Rosa. O commendador Pioclll. privado DelbllCk a
St5^.~^r.rt.eCfSaVf^ '""".^-ncurio d. lUvier. re.pondeu
pullura, por ler ion.mi., parte do ministerio nos seguinle termos; .
.iuc publicuit as lels Slceard porm tendo .i- l'eruiilli-sno Sr. mirustro.e julgo misse
te negocio lido remedido i. capitulo da ca- interprete detodisos n.eus collegas ii|U
ihedral de S. Joao, reolveu este, pela inaloria presents de Co'dealmenle vos agradecer o
de dous votos, conceder ao Sr. Pinelli ai ora- benvolo aColliimenlo qne me tendea ello'
0cs da igreja O governo bavaro se apressa a correspon-
Kin Bourg-Uori houve umi terrlvel ep osao. ,j ,0 Clllm,e n0 auveruo priiSiiano de tu-
oroK'.ob?eUe.U ^o'^ZlT'^ '" """' f" "fe** fi" *><>
. O iano 0/r.cial de Turin publiri o seguin loolcuu e'le> 8em penaameutu rese.Vado na
te eiuacio de um olticio do cuiumaodame dc sua respoala ao convite, o poni que quera
anilherla ao mlnlalro da guerra lobre a e<- adoptar. Deseja Sinceramente a lenovaflo
plueo doi armaicns de plvora em Bourg- o ex eusao do ZolIvereiD, porque ve* niaio
bora : nao ios base do bem physico dos estados e
O deposito de polvori voou pelo ares qua- ,i1)S p0VUJ ||em!les, como tambem um pre-
st no momento ein que o operarlo! largaram o ciosoi'Code uniao
liabalno, s II horaie tre quartos. O logo re- i|P.i,Bii ,,,.',. .'
beuiou eiponuneo -' -------- ...........
ile.serijieoes d'AmiTics Subirarn ilgumi C0U-
sa desdo sexti-feiri pastada, as melhinc-
quslidales pouco mais ou menos 1-16 d.
por libra, e as descriptora inferiores alcan-
t; i rain urna subida de i s d. porlibrs. Para
as descripcOes longo-lempo establecidas
litiiivi! lainlieni una activa procura, as de
Sea-lslands subiram pouco mais ou menos
l|J d. por libra ; as do Egyto e Brml en
lirme p orura a precos cheius. Con o ja se
nolicin que o nosso mercado asta lire-
ineni- suppriiln, as presente imporiai;es
leixam um lucro modelado, foram eral-
ment por urna vez .di rendas a venda, em
quanto oco.nmerpio experimeular conliiu-
i; i na escila actual dos prefin. Hefere-se
que foram tomadis pira exprculacUn 2-2,030
sacras d'Anerics, 6U0 de Surrate, 9aM du E-
liyto, e 120 de Pvriiamliucn, e para expotla-
eflo 8,450 saccas d'Anieric, 2.2U0 deSurra-
le, 140 do Madras, e 400 de Peruanihuco. As
venda da semana foram de 88,180 suecas.
As vendas at hoj constavam de 836,180
sircas. A iiii|inil H.'.io at esto dala ortiva
oni 76,437 saccas. O deposito he estimado
at 7 crreme em 414,270 saccas. 0 coosu-
tiMi desde o 1." de j>neiro at 7 de) mato foi
calculado nm 683.390 saccas. Avalia-se a
ex por latan desde o 1 de Janeiro ale 7 de
maio em 64,670 sacci s. O IgooOes do
Brazil conservam o piecos seguintds : os
de Peroaii'buco e Parahiha 6 7 d.; o do
Ariraly o Cear 5 5|8a,6 3|1 d. os da Ba-
ha e Mireio 6 l|8 a 7 "I]8 d. ; o do mira-
nh.lo 5 1|8 a 5 7|8 d. por libra.
Gaf Omoilioi a metilo noticiado na nos-
si ultima continua ; foram offerecidas em
leililo 170 barricas r andes, e 200 saccas de
Jamaica, e se veo leram somentt ceica de
4o saccas de 43| a 44|, porem depols cerca
de 46 liar icas grandes foram loma ja a pro-
cos ene ios. No de <: vloo nlo temos ven-
das afumas que mencionar. Par o ettrin-
felrii as vendas foram de novimente impor-
tintes No de Costa Rica 300 >acc.8chega-
ram de 13|s44|; 130 saccas da Baha (1 38| a
44|, e 600 saccas de Sim Do iiiugos, cujo.
t^M&'t^m&'Sr. """-, do da Al.am.nhi. como tambem n'um.
. 0 re, .cotnp.nhido do principe de Cirlg- oulr uifeccao, para se poder entender com
nan, apreientou-ie igualmeuie em Hourg-Dora,' Auatria, e rcalisir com ella uto. liga de
e com su i preseuca eacifuu a einulaco de'alfandegis.
todos. governo liav,in. espera que nego-
a Foram 14 o mortoa e 21 o feridoi neita ciacO.s Cometa Jaa produzissem felizes re-
oataitrophe mullos alraveiiavam o canal, In- su|i,uos em lodo o Sentido, e em occasiflo
doj.nur, mas foram repelll.ios para irai pela r, ,,, uir, .emelhanle lim.
O Hisorfinumo dii que o maire propozera 'o* foi Mr ue Pon,meresch nnmeadn presi
ao couseliio da cidade applicar em beneficio|[denl-i da cOnereiiea. O embaixador de
das victimas do desastre as quaoiias destinadas Oldeuiburgo eatava ausente ( or iii'li-posi-
p-tra a Testa constituciunal de 8 de maio : o con- 'r^fio: Oj pltmij oltficiarius de VVuTlemuerg,
selho asslin o decidi, nao pudendo comineiuo- haii'loii, Ndssa u, e Franclur, flo bruvomi-li-
to esperados.
A qucsldea entre o sulto da Turqua e o
victt-rel do l\'\ j>iu qiu- t ui-i lem oceupado os
espirttos. acbam-sr, ao menos por algurn lem-
po regulad 'S ; conscluliido o prlincfru em adiar
suas reclamaces pelo cspac.0 de seta anuos ;
portanlo ate ao fin delr pra ao nao ha duvida
que o ttgypto continuar a ser goveinado como
at j.jui.
Oiras de Conslauliiiopla da I i de abril noti-
cfam ler havido urna spera correspondencia
entre a Austria e a f'oiU por causa das per-
turbafdes occorrldas na Bosma e da m voiua-
de claramente snanirestaria nesla cldade contra
os suballos ansinacus.
Pedro Leopoldo
rar-se de um modo man digno a lnangurac.o
da llberdade nu Flemontc.
A Allemauha continua em paa.
A nova dieta de Guia c 'ti.ec.ou os seas (raba-
Ibos em '3 de abril prximo passado.
O ministerio recommendou aus representan-
tes que adoptasiem em geral a nava constitui-
do dos ducados de Gotlia e Coburgo.
O principe de llesse Uambiirgo abollo a cons-
lltui(o de i'.'m :o parlameuiu na se lomara
a reunir, porein em compensado deu-se inals
amplttude s prerogativas dos ccnselhos de
districto.
O gram-duque de Badn que, como j sabein
o leltores, morrera ltimamente, chamava-ae
Carlos Leopoldo Prederlco, e linba 62 anuos
olio metes, lendo nastido a 29 dt agosto de
1710.
hile succedeu a seu Irmao, o gran-duque
Luis em 30 de margo de low. reinando portan
lo 71 anuos.
O Diario o ti ove r no trantereve do suppleinen
lo ***ta dt Curhrnhe de 24 de abril a seguin
lo proclaiuafo, aonuuciando aua morle e a
exaltaco de seu suceessor
Nos Fredeiico Guttberme, pela graca da
Dos, principe e regente de Haden, duque de
Zahriiigen, fazemot saber :
n O Todo Poderoso foi servido chamar a st,
na tarde de buje, polas seis horas c trlnta m-
nalos, o Illustre principe o Sr. Leopoldo, grao-
conoedao estas leis ein'd"que de baien, duque de Zhrlngen, nosso
o do impeiio padludo dia e -. 1747 e 1751. Hs, pois, mais de um seculo que pal profundamente querido e adorado por nos.
m<>u8^TW^\* Toscana se rege por albtt, devendo-lbct a. A dor profunda que dos causa, casa grao-
[prosperidadeque logra. Pertendem, comtudo,' ucal, a todoopair a morte deste tao vene-
MUTILADO I
Correspondencia.
Sis. Redactores.Fncirregado de promo-
ver e dirigir a devofSo doIJez Miriiuo
oa capella da tvitaiicii, eu rulara so meo
driver senSo pilenteisse ao publico o digno
comportamenlo com que se houve o rUrd.'
Manoel Thomiz da Silva ni pralici que fe
por occasio di dita devofao n'aquella ca-
(cila. Sun, Srs., Redactores, eu agr dejo
ao muito digno e toveren lo padre mesire
Manoel Thomaz maneira ediilcinte por
que se porlou em tal occasiao de modo a
deixar sitisfeilos todos os ouvintes, que
nSo cessim de dirigir ao Todo Poderoso vo-
por (|u
no da plinticBo das Indiis occidenliilrs In-
gleas. As vendas cnegam a 1300 barricas,
iocluindo RaibadoMde 321 46|6, Antigua
de 3| a 33|6. emerara de 30| a 3{i|.
Hi'Vi'in-.-c mencionar 3600 sacros de Ben-
ealla. biixo io brinco bom de 33|6 a 35|,
uno de 361 a 37|6, e brinco Uno de t'ossit o-
rea 40 e. Dizrm que 4000 saceos de M-dras
rhegaram em leilao a pregos mais suaves,
.le 26|6 a i28|3 para o bom so mascavado lino,
Para ocslrang-iiro hou6 urna boa procura
para os refinados, porm os exportaloies
atoprtsente estao lora do mercado.. A
maior paite dos rhegado rerenlemnit-) 5.i
(iITcreci.lns ; as vendas Compehendem 350
cala da llulii.i de 13|6 a 17| [ara o baixoan
bum jorn no, e 19| para obaixo branco, in-
cloindolSO caixas de baixo someno a 16|
du caes,S0u0 saceos do l'ernambuco e l'.i-
rahib.de I5| a I6| p. a o bum sjmotiii, c
700 saceos no Ceara do 17,(1 a I8| para olun
anlinii. e 40 cnxis ariadas de H.vanna,
cun iallas, m IrilSo, de 30 i 3(|9.
Amilerdnm. '
Temos pouca literario que mercion^r no
ci'; 1200 si c-a- i'o Tritio tino o'dinario do
llio de Jaii'irn fm am vendidis a C.221|2 por
meiu kil i;r.inmi. O mercido do assurar
esta mais firme. 140,000 kilogrammas du
quebrado IIK, No. 1, se venderam a f. 28 por
o kilogrammas.
Ilamliurgo.
No mercado do efe os prego, silo mals l-
ios des lu semana pas;ada, e os poiuido-
res eslao Ormes na procura; ce ci de 200
saccas o real ordinario do Brasil foram
vendidos de 313 16 s. a 37|8s. O mercado
do algo )Bo esl lirme, purm as vendas per-
manecemem escala limilada. O deposilu r-ia
muito mal snriidu o sssnciresia mellior;
cerca de 1000 ciixas d'Hivina foram rendi-
das a pregos mais elev dos.
Antuerpia.
Durante esses ltimos poacos dias reap-


.r.T"u iitn melhor procura no cf, en ao, quintal 1,600 rs tot"l 9,750 n.
,uiisnn decurso da iMiana cndilo de, 1 embrulho com 6 pec.il de cordii de II-
,,0(in -arcas 'lo Br.sil e 8000 s.cc.s da 8. Do- Dbo, por l,750r>.
-, aos procos posteriores. Nadase ef-| 11 eaniilru com 41 irrobi de Iho, em
i. ,[miii i>m algo ido o mercado permanece mo ntido, a J.500 ri total 61,500 n.
3 bote* a 30,000 rs total 60,000 ra.
t embrollo com 4 camisas de Illa, a 666
,,,.. |!m riir g.mento de asaucar que
nni-i vem no mar fot Tendido por um preco
UP e>i om irgredo ; 600 eaixts de Havan
iSj no meamo Itfg.rforun vendida do f.
Iit|2 13> o refinado em melhor procura,
ouo couro fecco* o S500 lalgadoa d Bue-
iros-Ayre acharam compradores. 'O arroz
'.,i i procurado. 1000 taceos fonm Tendido*
i itcc1' flrmeg.
Movimento do porto.
"Vi.t'oi intrads no da 8.
lia m burgo 74 diaa, polaca napolitana Gi-
!! i I de 398 toneladas, capilBoG. Prsico,
equipag'in 13, caiga alcalrfio, ferro e
mala tooero; a O. I. Aatley & Cumpinhii.
Pasngeiro, Wrede.
mi thimpton e portos intermedio.--94das,
vapor inglez Tiy, comrrandinte Moas,
pass.geirui, Foater W Naah e aua srnlio-
ra, Francisco Sevenano Itabello Jnior, o
cnsul francez Punelli eau> Tamllia, Bo-
namy Uansell Power cnsul >1n Paraliyba,
Charlea Bhckfori Manefleld, nafar-l Lucci,
Mara Grima coai 3 (linos, Mariana Rogado
i ;.imi) o Amiral, Eduardo de Murnay.
Hio i,mirlo do Sul -- 33 diaa, brigue tinsi-
leiro Reliz Desuno de 199 toneladas, ca-
pillo Antonio Mamna Dias.equipigem 10,
carga carne ; a Manoel Gonceive* da Sil-
va. Pssgeiros, Onofre Hartinho da Cos-
ta, Antonio Joaquim de Campos, Joo An-
tonio de liveira.
Navios tuhidot no mesmo da.
I'.iiahyba -- hiate brasileiro Caprichoso,
mrsl'e Antonio Francisco Madeira, carga
varios gene os. Passageiros, Jos Maiia
de Salle, Casemiro Rolrigues Pinto, Ni-
colao FrakBo de Araujo.
Ilio Grande do Sul b. igue braaileiro Mar-
cial, capllSo Joaquiai Francisco do Es,ii-
riio S'iil, carga mocar._________

UDITAES.
-- Pela inspectora da aifandcgi ae fz
publico, que no dia 8 do correle depoia
do meloda, ae hilo de irrem.lir om hasta
publica, i po'ta da mesma reparticSo aa
nie>ca rom si lo despachadas no lempo marcado no
regulamento, a saber :
rs., total 3,661 rs.
1 barrica aom te l|2 arrobaa -de zimbro ,
em mao estado, arroba 1,000 rs., total r*.
9,500.
1 ctixAo Tasio por 190 rg.
3 carretaa com 9 pecas de fairo, ubi 3,000
rs., tolal 4,000 rs.
3 ancorelag vasias, urna 80 rs., total lO
rs., sendo a arrematacSo livre de direitoi"
ao arrematante.
Allandega de Pernambuco 3 dejunho de
(859. O inspector Interino, Benlo Jote
Fernandea Barros.
Os crenorea do Mlido Leopoldo Jos da
Coala Araujo, residentes nesta p'aoa, viuva
Amorim & Filbo. liveira Irmilos tt C, An-
tonio Ignacio do Medciros, JnfioTevaiei Cor-
deiro, Ainoiim & IrmSo, JoSo Leite Pita Or-
ligueira, Manoel Coocalves da Silvi, liussel
Mellora & C, Jos Ilodiigues Pereira, lleane
Youlect C, Antonio Francisco da Silva Car-
rico, Antonio Joaquim da Souia llibeiro,
Novaes & C Manoel Joaquim Ramo e Sil
ya, Manoel Jos Itibelro, Jos Cypriano de
Morar* Sima, Jacmtho Elubflo, Cetano da
Costa Moreir, Joa Antonio da Cuuha &
IrmSo, e Antonio Comea, Mucelino de Sou-
z* Pereira de Brillo om Liabo, Antonio Fer-
reira da Silva Sinlos no MaranhSu, Novaea
& Patio* no Rio de Janeiro, Araujo & Cir-
valho na Baha, Manoel Ferreira dos Santos
Magano em Santa Calturina, Antomo Fer-
reira da Silva em Santo*, Jos do Soma Go-
mes, Manoel Jos Kolnguvl Valladares, a
Francisco Joa da Costa Araujo no Bio G-an-
Vvisos martimos.
3
Qu#m yuir.or freur urna bitc.c que
c.rreg 4Sciiti, bam irgur, sendo para
o* porto* do ul alliceiO,diriJa-*B0 Car
Jo Ramo! a tratar com o ineitre Henrique,
ou na ra da Prala, aerraria de Cardeal.
-- Seguir* em poucoi diaa para o Rio
Grande do Sul o paladn braaileiro Dous ne
Agosto, capillo Chrltiovlo Pedro de Ca've-
Iho: lem prompti a carga que deTa con-
durir, maa polo, recebar alguna a frele
Trala-ie na ra da Cadela do Racife, arma-
/ona n. 13 da Bailar & Oliveira.
Para o Aracnty
aahe com breddide o hiate Anglica : a Ira*
lar na ra da Cadela n. 49, aegundo andar.
Para o Kio de Janeiro sa-
lte ate o dia 6 do correnle o
bfigue brasileiro Vencedor, anda
pode receber algum* carga, escra-
vos a frete e passageiros : Irata
se com os consignatarios Novaej.
cCompanhia na rui do Trapi-
che n. .i'|.
Para o Aracaly
Sahe com breTidadeo bem conhrcido hia-
te Novo Olinda para carga a tralar com o
seu consignatario J. J. T.o Jnior.
Par* o Ar.caty.
Sahe com brevidade o ltele Flor do Curu-
ripe : a lrat>r-se na ra da Cadela do Recite
n. 49, segundo andar.
-- Para o Po'lo segu com brevidade a
barca | ortogueza Olimpia : quum na mesma
quizar cirregarou ir de passageni, enlen-
da-se com os seus consignatarios T. de A-
Gcacfl. _
a concordata apreaenUda pelo f.llivlo, ou
fO'mar-ae o contrato de uniSo, e ae proceder
anomeajSo ii'adminislradores.caodo d-
Terlidoaquenao serio adroitlido por pro-
curador *d esto nflo apresenlar procurasflo
bstanle com p ideres eaprci-es para o acto,
que a piocuracflo nflo pode eer dada a
pesso que seja dovedor ao fallido, nem um
I embr .Iho o m 157 libra de ol clara ieimo''proCll'r(|1ior representar por doui di
para corneiro, libra 500 rs., total 78,500 rs. cVedore.
I caixa oom 338 libras de cha preto, em v
mo eatado, libra 300 rs tolal 71,100 rs.
I caita contendo, Scaixinhiicom ob eiis
em mo eitado, 30 rs tolal 100 i.
12 raqoinhas de o*so pin fechar caiti, a
00 rs., total 6,000 rs.
23 raspadeiras para papel, do cabo de oaso
ede pao, do.i i 3,000 rs., total 3,833 >.
37 volumes impreaso oncadernado, a
Recife 39 de maio do 1853.
OesciirSo interino.
Manoel Joaquim Beptisla.
Declarufdes.
Ten Jo a theiouraria defazenda delta
'provincia, ean cu iprimenlo das ordenado
' Etm. Sr. presidente, do compraros gneros
Avisos diversos.
mmmmmkmsB^BSBmam
Como o Sr, Agrlcula do Etiio Parnambu-,
cano d. 76 em aua correspondencia contra o
miu parete Sr. Joa Jeronymo Monteiro
actual gerente do banco doPemambuco in-
voque a mea teslomunho 4 cerca de urna
transaccilo, que dit bou vera, entre este Sr
6 meu no Joi F. mandes Thomaz de LisbSo
declaro que he inexacto quaoto usevera,
Unto anais auando na poca a que o corre*
pon lente aiiude ae achara msu tio renden-
te em Londres para onde imigrara em 1838
Com esta decU>ac9o nada mili faco qu-
cumprlr com o devrr que incumbe observar
lodo homem honesto com particularidad
quando faltamente do leu teilemunho al-
guem e queira prevalecer pira ferir a re
putacSo Milicia.
Recife 4 de junho de 1853.
Francisco Fernandea Thomaz.
--Rim-io 300,000 ra, a juroa de um e meio
por cento ao mez, lobre prnhoraa de ouio
e prata ; na tua da Santa Gru o. 89, te din
quiun di.
Alugi-seo p'imoiro andar da casida
ra .lo Apollo n. 16 : trala-aa na ra Direiti
n. 35.
Deseppareceu no dia
3o de maio p. p., do
lugar da Capunga um
cachorro de raen, j velho, cabel-
los cumplidos orelhas grandes,
com mullas brancas e cor de caf;
quem o echar e quizer restituir,
dirija-ye a na do Trapiche n. II,
que ser bem recompens do.v
Aluga-ae o primeiro andar da cmi o 6
da ra do Crrapo pra esciiplorio do algum
srnhor advogsdo ou homem aolteiro que
nflo rosinhe em casa.
- O caer i vio da irmindade do Sanliai-
mo Sacramento da freguezia de 8. Jos do
Recite,roga encarecidimenle atodoaosieua
Irmandade lo Divino Espirito
Sanio.
A irmandade do Divino Eipirito Santo, erec-
ta na Igiej de Noata Senbore da Cuncelcao
do* milltarca, tendo, em vlrtude do ait 14
da leu compromlsso, de mandar celebrar 3n
malas por alma de seus irmflos fallecidos,
convida aos reverendos aacerdotes que qui-
zerem celebrar pela asmla de 800 rs.,
coBparererem ni referida Igreja, na segn
da-f ira, 7 do rorrenlo.
O aballo iiigna.io rendo no Diario
d Pernamliuco de 3 do crrante, um aniiuii-
clo conlia a aua conducta, dirigido pelo
sea ex-pitrSo, n Sr. Miguel Joa Rodriguei
da Co-l.1, iierlara ao reapeilavel publiooque
inipiiiacilo calumniosa com que o Sr.
Coila pretende ferir o teu comportamento,
nSo s nasce di sui meaquinha consciencia,
manimda tristes circumitadciai em que
elle se aclis, de nflo poder pigar-lhe a quin-
til do 30/000 que Ibo emp'estou quando Toi
para sua caa, Juntamente otitii) do orde-
nado que g niiou em tre mete* que foi seu
caitriro. O abaixo ailignado iprnveila ca-
la occa-iSo para fater ver aos credorea do
Sr. Cn-lt, que elle abandona completamen-
te o negocio, dizem que pira te empregir
no jogo, sondo tem perdido nfio pequen'
quintiis, ulvez perlencenles aos mesmos
credores, quo de lio boa mente Ihe conlia-
ram os g'us genbros. Muitis ver obier-
vou o ibaixo asaignido, nos diaa deslinados
para os pa-iimont. s, o Sr. Celtt chamar-sn
o silencio pira nSo ier visto peloi queco-
bravain ai luag contal. Porlinlo ldeier
que antes de muilo tempo veja o abiito ai-
signado i' Irr veri,| o mente por cima do
Sr. Coila acalumnia que Ihe quer imputar
e nesta i ccniflo flear o abiito aisignado
cumpletameote vingado, e o publico des-
persuadir-g'-ha dealgumas mi dlas que
llzera respeito do aballo assignado caun-
da pelo innuncio do dilo Sr.Jos Joa-
quim Pereira.
-- Alluga-se om corredor, com a sua ar-jirrt ios, para que se dignen) comparecer,
maeflocnviiracada, propria para miudez Associaco commercial dos
logistas.
He convocada runio em as
semble'a geral, para os fins marca-
dos noartig 5t dos seus. Cttatu-
tos, no domingo 6 do correnle s
lo horas da manha.
Vendo-ae no Diarlo de Pernimbuco n. 169
n'i ra do Quvimado n. II.
Irmandade do Divino Espirito
Santo.
A Irmandade do Divino Es|l'i U ni igreja de N. s. da ConceicSo. dislri-
boe cu rolas aos pobre no domingo, 6 rio
rorrete, pelas 9 lloras da minli.1, a porta
di respectiva igreji.
--Troci-se urna vacci de leite por um boi
maima*, no consistorio da igreja de N.'So-
nhora do Terco, que lerve de matriz, i ara
em reun jo do mesa geral proceder-se a
eieicflo da nova meaa regodon.
- l)r. Francisco Goncalves de Mories re-
lira-io para o Rio de Janeiro, edeixa nesla
cidade, como seui procuradores, os seus
minoi Antonio Goncalvis de Moraea e JoBo
Jote de Moraei.
O escrivao da irmandade do
manco de carro?, que leja novo e gordo : | B
o quem convier este negocio annuncie por* oanlissimo Oa era ment do bairro
e.-t* folht. !deS. Fre Pedro Goncalves, con-
-- ,\lloga se urna boa cis, acabala i, ....
pinico, rom 5 norias de frente, grande so*
de 3o de julho do anno uroilmo paliado
-nnunclo do Sr. Zeflrlrio da Ciinh. Bailo., pro- meinio Giqu a.
tflo, igual a um andar, copiar fra ecom-
modos so lucientes al para duas familias.
murada ni frame cees-portOo de ferro, site
na ra oo Giquia : quem pretender pode
fallar com Amaro Goncalves dos Santos, no
prleiarlo do eneenho CanialMo do norte, alio
margem dorio Una, fregu-ila d ajee pre-
t'00 rs., tolal 33,200 TI. ** r--. .--,----------,-- -: ,, iiiargcrn uuiru a/,,.. ..- -' -
,3 uitos em brochura, a 300 ,., 'ota. j oo.,t.nteid, re.-cnoa.,,.^^^^^^
c.^devi.op.r.ponn.^
IOt.8 SlaV p.r. escrevee, a 30 n. ..1.1 ^^JntJ!ZX^JSSJS^ tS^At^tS^SS^A
360 ri. con amoalia, dos quoso fHV* "r- rpu p ,,,., ,m ,ell rfqufrln,eu.o di-
53 laboalas, a 40 ra., total 3,130 rg. necer, decla.ando o menor; preco lorquoo zenrto ,e_ fm d0 ,uglr .abalalla d.jaapro-
39 folhetos diverso, 200 rs., tol.I rs. r.zem, efim do serum iceilas nessa ucea- .,., ,,,, rr de volaiai, entre aa
- NnA sulo as que mais vinlajoiis forem i fa- _, prdiu uma trgot ,, quadro, conlron-
7enda. .laodnpelonorie, com Ierra do engenbo Liil-
0o traslados, a 20 l total 8,000 n.
19 lolhelo* de oracOe, 10 rs.'lola 190 n. 159 saceos de firinhi de man lioca
1 rolleccOes de traslados, a 300 rs., tolal 3 bt'rica* do diia de trigo.
I 200 r. i8 ar'oba de assucar brinco.
' 128 Carta* de nomes.a 60 rs .total 7/80 r. I I *acca de arrus.
1 embrulho com 1 caitinlia de madeira I' lib.tt do cha ___
rom crees para desenhar, por 500 rs. 1 barril de azeite doce pan i jlummico
15 eitampai litbograpna las, 100 rs., lo- j
lal 1,500 IS.
17 artes do mu/ica, a 40 ra total 680 rs
Ucatntas de metal ordinario para peo-
nas, a 20 rs.. tolal 880 rs.
128 .titas de laifiu para deenlio, 120 rs ,
lutai 15,360 r
6 cartas geogr.phicas 500 i*. total
3,000 r*.
1 frasqueira contendo 12 latas com doce,
cji n ao estado, a 300 re., tolal 3,400 ra.
2 guarnicSe* de lahyrinllio pan lencos, a
1,000'I, total 3,000 rs
1 raiza com 13 libras de ropo brasileiro ,
i-m mao estado, a 300 rs tolal 13.900 r*.
I pacota com 600 charutos nacionaes ,
cuto 400 rs til 2,400 rs
I embrulho com 12 follielus impressis, a
21)0 rs total 2,100 rg
I caita com 260 ditog, i 300 n. (otal
52,000 rs.
1 dita com llibraade bolos, a 300 rs. total
l,300ri.
1 pe de ferro para michiniimo, por
i 000 rt.
1 caita com t liotern mgica, velha, por
I 000 '.
2 ditas com 798 chipeo de lili ordinario,
I 200 rs., total 957,600 ra.
I vaso de barro ordinario, para plintn,
por 160 rs.
1 ancoreta grande com azei'.onas, pur
I 600 r*.
I caita contondn 9 eroula de panno de
hubo, 2 canosas do linhii, para homem, 3
calsn de ranno de ISi 4 coleles de di-
versas quahdades 2 lobrecaiacag de rig-
cadu de ilgodSo 6 Camilas de meia 8
lencos decass.,20 pire* de meia* delinho,
curias e 14 colarinhos de linho, tudo usdo,
no valor de 20,000 rs.
1 ambiulho contendo t chales de mursu-
Irna, por 800 is.
1200 loto'os pin garrafas, por 600 r*.
5 pares de ni is oir lenhora, a 375 n. ,
""i"! it' fcurai. a 187 rs., total 768 n. Sr"pret'idene di provine' de 29 de rn.io
2 camisa* de meia de algooflo ,m pelo uliin.o. manda pelo presente convidar aos
por dentro, i 1.000 n., Iota? 2,000 rs. i facllalivus, que qu.zerem ae.v.r no pre.
1 caita con 11 logo e diVer.o* objecto* oo da Oh* de Fernn o, h.j.m de co np
do vid opa", tr.balhos chimicoa, no v.lor recer pcr.nle meim thesourana, .Um de
,l 12 non r se '"'">' compo.eute contialo.
I embrulho com 2 folhetos impressos a -- l'el.aeguiid. soe.d. mol. do consu-
.loilro,.i le onde chegaaae ana demarcarlo
IcnSo naa Ierra, alhe.a Ja approvciudas cin
1 ooiraa aclamarlas mala antlga; e c Ihe ralla
algonia Ierra para se Inlrlrar compre, e nao
da forma que aua Senborli qu'r contra lodo
! o dlrclto que, a lodo o lempo ae loma nulo:
nem pela demarcado Injudlcial do engenho
Cuiambuca ae pode demircar como pede, pur
Su......i se reconhece errada Tora do lunliea
a aclamarla, que lenda esla de reeeher aa lea-
! ladaa daa Ierras de Domingos Pereira, ella
amargeio do rio Serinhem, eala nunca se de-
i marcou, e V. S. Sr. Zilrlno endo hrreo con-
finante que demarca com o engenho ParrJ, pe-
lo o alee n!o pelo tul. que actual noa ilagela
I por va de ierra, foto juit de dlia demarca-
cao e quem n prealdio, e julgou por seoienc,
aabendo que, ealava errada, pola na .clamara
6 tesinas de papol.
100 ponuis.
8 libra* do galha.
1 .lili de caparrosa.
1 dita de goinmaiarabia.
100 onchsdas.
3 pecas de cibos e manilha.
4 paos de sucupira de 16 palmos.
4 ditos do 35 palmos.
6 ditos de 12 dilos.
4ditoi de P.IO d'arcoou sucupiri de 12 dito !sc emende bem claro.r dlter, para laier a
aroatu aira carro nuadra o rumo que vlr do nortea aul corte
Jr-.d\V.en. ae-n..rinh. compra 400 .1- pela..,... SJdj. J ierra, da pomin-
queirea de cal Preta,postos em um. da.r.m- p'">" I Portm n,er"m
pas do caes do mesmo arsenal, 50 pecas de
vida a seus unaos a rcumrem-se
domingo 6 do correnle as g ho
ras da manhSa, fim de elegerem
a nova mesa.
-- Precisa-se de urna ama de leite, pre-
fere-iesein lilho, e iag.-*e bem: na ra da
alugar um oscr.vo par. o
Caridade sem limites,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de Paula Carneiro
una alva, m, I /. s est'eita.de primeira qua-
lidade, de n. 1 f 2: 30 pega* de Cabo de li-
ubo liuo.d llussia.azeitedocedo Medileira-
neo, porcSO que le convencionir, e uti a-
marra de foiro de 7|8de groasun. Al pes-
sois que tiverom esle gneros comp.recm
na iccrcUrii da inapeccSo do mesmo arse-
nal no dia s do crrente, munidas de su>i
propostas em caita fecnada,e das competen-
te* aiuostr.a.
Pela subdelegada da S, em Olin la,
ach.-.o recolhido 4 cadei. um negio, quo
diz aer vicravo de EstevUoSimonele.do Bio
I,'ande rl.i .Norte; maa que lugira no ultimo
.10 maio linio da casa do [orluguez Benlo
de tal, morador no Kecife,p.ra onde seu 10-
i,|, .r o liiiii* mandado para ser vendido:
quem ae julgar com diroilo comparece n.
mesma subdeUacia com a competente jus-
UBcacBu
- Per.nte o cjnselho da adminiatncBo
naval tem ue conlialar so a compra de al-
gn* alqueires ue fannha re mandioca e
fejao, paia formcimento dos navios.rma-
dns pelo que ronvida-se a quem convier
iiila venda, a comparecer as 2 oras do di i
7 do correle, u rala da aeiidei com ai
amoslrss e propostas, dechrindo o ultimo
piejo.
-- O lllm. 8r. inspector da th'iourarii da
fazenda.em cumprimento da ordem oo Etm.
controrio, dei-
.-ndo atrs enlre umae oulra larra uma nea-
fr pertencentc a aclamarla de Cuiambuca, de
OO bracas, culi nen. fe/. Inrcer a quadra, e
linfou fora o engenho Par de dita aclamarla ;
porem nSo flcou dentro do .en en/nho Cama-
IIJo, como dia S. S. em cu annuncio, neou
cniuprehendida na aeiainari. do riacho Perei-
ra, de Irea legoaa em quadro, concedido a
I.ulr Ferreira de Moraea, no anno de 1775. va-
lo, que eue llinlie. ao norte confina com a
aclamarla de Cuiambuca, e como M. C. I., ao-
ja aenhor de lerraa neaia mesma aclamarla por
hrnrr, i de aeua avs invierno, o diio'Luli fer-
reira de Moraea, c por tal demarcacao e direilo
de raiao lem de firmar a mesma trra que
danles havla dado a aua filha e genro em ol-
io lugir, e eale. a vrndcram, Igualmente a.-
slgnando a e.criplura de venda elle e tu. mii-
Iher como doadorea da dita Ierra. Logo que
em urna e oulra .clamarla he enhor da mea-
maa ierra, oode deu e venden, eal bem dado
e vendido Sr. Zitlrlqo, lela a aua ''/'
e ver que ella foi concedida no anno de 178
com condlcio no projudicando a tf'celro em
lempo que a. terr.a do engenho Cuiambuca
conaiavam de duas legoaa em quadro comp-
leme a .na clamarla por intelra em a pro-
piredles prezenle. e p.H'do. I
Quem precisar de um ama secc, rara j Cacimba n. 11.
cozinirar, eigommar, e todo o irianjo de .. preris.-se
uma casa, dinj-sa roa do Senhor Bom Ijervico ordinario" de p'adria ". no palee da
Jess da Creoulas n. 14. Santa Crut, debaito do oblado n. 104.
(iabinele portogoez de litteratura. -- Precia.-ie ilug.r umi eacr.v pera o
De ordem do lllm. Sr. prosidente do cjn servico de uma casa de pouca familia de tao-
solliu deliberativo, se convi c*m todo os, mem Viuvo: a tratar na ra do Trapiche
memlirut eleitos do meauo conselho para Novo n. 1, primeiro an lar, ou quem a II-
uma reuniSo, no dia 6 do rorrele, s 5 ho- Ttr iniiniicr .
ras da tarde. O segundo gecrel.rio, M. J.
da Bocha.
-- OITercce-se uma peasoa capaz, a quim |
se quiter utilis.r de leuiservicos, P'ri ser.[
vino de campo, abiir valados, #ivoiros, 6:
mesmo de enta la, ou para correio part- Lean, reside no aterro da Boa Vis-
r^X^Tn'l l>,pogr,phi* que u '" Un. 16, onde olTerece-se n.ra
ra quem he a p aso i > i
II abaixo assignado, morador na Cin-, curar liomcopaticamente as se-
co-Poma, ii. 4, raz publico i tojas ai; pes- unle8 en|ermiddes c nao cu-
soag que tiverem pinnO'el em *eu poder, o .
seja qual fra qualidade e trato, o reigate; raudo nao. lem (Incito a nentium
di dat. desie 30 din, do contrario ie v. n-: pagamento sendo cbarnado loio
deni para pagan ento do que doverem. ,' i
noel Joaquim Pinto Mach.do Guimar3es. : no principio da molestia e nSo
--Quem precisar da um pequeo, de tomando o doenle nenhum medi-
jrllde de 14 innos, de boa conduela, sabe i ,,
ler. .screver e contar bem, par c.iteiro comento alopalluco e mesmo ca-
do l.j* de fazendas, ou isciiptorio, linda ,'seiro. Keiimentos de bala, ou de
mesmo pelo sustento, annuncie pin ge lh.quBeBqUer oulros instrumentos ;
-- Quem prrciair de elgum dinheiro 4,grandes quedas ou pancadas por
juros, sobre penhores de ouro oq,pnU, di-, maores quc seiam, respirando a-
rija-se ao heceo da Viraclo n 39, quesedi- 1. J I
inda o paciente; pleurizes, os mais
"Tirim-8 retratos oleo e mlnletur,
la todus os tamanboe, com a trjiiur peifei-
Clo : na ra do Cullegio D. 9, no primeiro
ndr.
A o-is de leite.
Prefisi-se dedo.nmisde leite un. pi-
r. esla cidado e oulra para a cidade d. Vic-
toria : a tral.r na roa do Qiuimado n. 97.
Boi grittflculor-^
Gralilic.-so com generosid.de quem
prehender um moleque cholo por nomo
Miguel, de id.de deis i 16nno, qoefu-
gio desde letti-lein 28 de mato prximo
pinado, levando um laboleiro om que ven-
il>i larinj.i, mindioc* e niiriteira, e ves-
tido' com camisa de ilgodloiinbo brinco,
ming.s cultas, oigas de ilgoddo derisea-
do azul, eainda com gancho ao pescoco,
da primeira fgida ; quem o pegir o pode
levir i leu senhor, Jos S.pori, no sou
litio no principio d. eitridi do* AlUrctoi,
. qualquer hora, ou na ra do Tr.picne No-
vo ii. 18, segundo andar, d.a 9 da man Sa
t a 3 di lude.
Na ra de S. Goncallo, cata n. 19, rus-
te um. rscr.va pira *lugar-*e, ou em cu
eitringeir ou da pouca familia.
Precisi-se deumi pes.oa, paradirli-
Ces de escup. um menino em caaa i
lriti-se na ra da Cruz n. 9.
- Aluga ae mn> preti, pira o servigo de
casa : n. ra do Sol u. 1.
Compras.
ra quem da
-?Dos>ja-se fallar io Sr Antonio Brasi-
lino de Holanda Cavalcante, a negocio de
leu interesie, na ra do Arago n. 10.
- 0 iippneceo no >iia 18 de abril do cor-
rento anuo, uma negra creoola, do nome
Micharla, fula, de altura mndiana; com
um vestido de chita pul com pinl.i bran-
cas, e c un panno da Costa azul co o listrai
branca; consta que ella amli dizendo que
he iv r. e i itIn ni mudando o nome; pur
lato rogi-ie i luda e qualquer pe^ioa que
pegar de leva-la n. ra. d. Palm, em
casa de Tnoiuaz Jur da Coila e Si, que
lera geoeroiamenti r compensado.
I'ode-se ao Sem o aniiuiicianlo di ra
estrella do Bozario n. 43, que declrelo o
seu annuncio ib entende com o Sr Delinque
de .\/iv:lo Mello, legundo amanuense di
agudos e violentos
I?
febrcamarel-
, desenteria sangunea, bexigas,
sarampo, c sarnas inda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellas, to-
da molestia venrea ousyphlytica,
IjoIms, seja de que carcter forem;
i heumatisinos agudos, e em geral
todas os mais enfermidades cm
lempo que possam ser curadas.
Segeiro. O
O
a Alberto Prevost segeiro tm hon-
ra de prevenir ao ro-pertavel publico
"
que eslaboleceu-se no becco do Tam-
>* lila defronle do chafan/, di praca da
aecretaria da policiadestaciil.de.
A mesa regodor. di irmandado de N S
do l.ivramento acaBa de receber de esmolo O Boa-Viii,p" ielrrcocheTraa^iq^er" O
lOI'/OOOra., queaedignou daroSr. S'*b*s-. ja nde ,3 p,.SSoBa que do ser
vendido o engenho Cuiambuca, em soo, com ljflo je Gomei Poiiiii, 4 benelioio d*a \q preslmo procll.roro. o icharflo sem- O
urna tejo, di trra no cenl.o da c n a n_, braf ,,, elmt lgnt. e por u, ,, ,cl0 H prIDpt0 p.ra servil-.s com bre- O
''.."" !ns Ibo teatemunn.mo* nossos votos dejg ;.|,de eprroo commodo. Omeimo
encarreg.-ae de qualquer conceito Q
l tendente io seu nlllcio.
600 rs., total 1,200 r.
I caita com 50 libras de rap brasileiro,
i m mo estido, a 200 rs lol.l 10,000 rs.
2cait'S de in.nl' i a i'imi (echadura, a
2,000 r., tul. 14,000 r
1 fardo com 75 libras de fio pin vel.s, a
l"0i-., tol.I 30,000 rs.
1 oo.brulbo com 3 linos imp esso, i
2,000 rs., tol.I 6,000 is.
1 gigo com 7 e l|2 d ufas do frases de
vi tro, som 10 llas, duZH 600 IS., total IS.
4,500
1 sueco com 22 libras do giz pira alfaiate
* inoi, tolal 11,000 ll.
1 caita com 160 volumea impressos, 300
rs., total 80,060 1. .
I dita contend > 6 gur.f' o garrifinhn
com dilTerenlea leos e etlriotoi, ludo por
1,000 rs.
i barrica comAO garrafas de vinho, ten-
do7l|3rii,alaa, a 9,400 ri., total 18,000 rs.
1 buril onlendo 55 libras de pre.unlo, a
210 18., tolal 11,000 n.
Ildit.sdo pato* a 333 r., total 3.663 r.
4 rolo de fumo em m*o estado, com 75
arrobas, a 3,500 rs., total 187,500 r*.
1 embrulho contendo 13 pire de mem de
ludio,ruriai.oroin.riai, por4,000 n.
I Irnco de casia bordado, por 4 10 n.
Iqutit. de linha de liuho par costura ,
por 400 n.
1 varea de pinno de linho, por 1,350 rs.
l cana contendo diversi peen de ferro
par michinismo, fenamenla e3 ferro pa-
ra engommar, tudo por 5,000 rs.
3 han iras com 6 e meio quintaos de ges-
l.nlo provincial so faz publico, que do dia 3
do correule mez se i rincipil a contar o 30
dial para o pagamento, a boca do cofre, da
ii, cima do* pre -ios urbanos desll cidade, e
fregueaii doi AlTog.doi, e qne lindo o pr.ao
marrado incorrom na multa de 3 por cenlo
sobro o vilor des us debitlos piopnea-
rlos que deitarem di igr, e serdo eteou-
tado.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
HE HO JE
rr> y i-iQas-jaai^y^JtCiaacju
DA
PRIMEIRA ACTRIZ
MARA LEOPOLDINA RIBEl-
ROSANOHES.
,^- O restante dos bilbetesde
platea eslSo a venda desde j.
urna o lale, e ou
i,T7o'w"e'""do"refe"rido engenho Cuiambuca. j "<""'t' "'">'.....> < vww. uc
Po^ como'pode..cl.m.ria do engenho C.-jgritidno. e a mes,,,. Senhora Ihe remane-
mallilaentrar na quadra da .cismarla nial an | rara no reino do ceo.
liga para encontrar com a legoa de ierra agora. Faustino fdailin* Bastos, capilo do
periencente ao engenho Cul.mbuc. no eco- brigoe nacin.I Duque da Terceira, lelin-
iro de sua clamarla ? Dl S. 8. pornueoa her- ,e (iar, 0 nio de Janeiro e Bio da Prata, le-
deiro. de.ia Luli Ferreira.de Morae., nio pre-
curaran, a Ierra por deinarcacuo. neale mu-
do perlence .o e.lado e nao a aclamaria de
i raso, al,.,,,,,,. Em qnanto dlcr>. S : nao
con.ta hal, ecrlptura iilo nao Ihe deve Impor-
tar, meta-.c com cu negocio, que nao la/,
lo pouco, e nao Ihe d cuidado oa alratoa
daa ooi,,,,, pnia he mo pencar
importe
de-
aria ao
e.lo apilare!..... pola receberam o iiup
d, venda que flieram de dlla proprledi.de.
He o quaoio temos a dlier em contrarl
aeu anuncio
Agoa Preta em 0 de milo de 1852.
Muorl Joii da Soma Bello Joic Fellwlo de
Soma (luido.
lloj.v5c ao Sr. que anonclou que, o engenho
Parrt ae achava em negocio c que a. trra, ao
norte oceupadaa em plantacOe., 3o pe leucen-
te. ao aeu engento nlver.o, por nao ler e.le
Ululo.: quo:. i dem.rcar-.e, etnbora roubaa-
lem oa liluloido dilo engenho Par, com lu-
do eiialcm o. do aeu engenho Unlverao que
atalie.pello he odoccuinenlo mal. forte que
o eogenho Paro lem a aeu f.vor e vej. que pe-
la dein.rcac.io judicial do engenho Cuiam-
buca lem de Ihe irao aereado, pega-lhe o acu-
de por aero dlloengenho Par mala amigo ein
palie de compra a mal.de JO annoa.
Agoa PrrlaemS de mala de 1851.
Manorl Jol it oe *'". 1-1 F'IKclo it
Guillo.
Alma se um preto para servico den,
ch.da ououtroqnilq.rer.p.ra nm sitia perlo
da prac; quem pretender dirij'i-ie i rutel-
traite do Horario n. 28, segundo andar.
Em reiposta o innonclo do boje, 4 do
cotrente, regpondo que pelo motivo de ven-
der-te loja n3o mo lornei de pote.e oilei-
ri ou vag.bunio como te deprelionde de tal
annuncio; miona ra Velha n. 119 que
qualquer jiessoa podi dizer aoannuncian-
te e de mai* be para admi archimir-ie
um* pesso pira cumprir um trato a yen-
cer-ie em 13 do vindouro iqui cibadizer-
le que o l.drSo julgi que tolo o slo.
Jol Aoastacio de Albuquerque.
vaudo em tua non pan ia su. so,hora, D.
Innocencia Bernardina Alve Pimenl, e
mi i escrava de nome Theresa, de idado de
21 annos, creoula.
(ni. ivee-sc. uma mulher parda para
ama de porta d-ntro, para uma casa rst'an-
Seu. dono, gejru de pouca fai ilia, ou homem aolteiro:
* no piteo do Troco n. 17 ie ich.r com qu-m
tralar.
-- Pe .'e o ab.ito rssignadoao Sr. Thooi.z
Di Souto, que l,tj> de i r claro, por meio
de um conla cotrei.l, o qun o leu defl-
nludo cmI Ihe pon.deve' pois,com quin-
to h-jam o pboos em reu Calal e teiibi 0
mesmo abaixo assignado de prestar contal
em juizo e lora delle, nSo obataioe j esti-
ren) est'S I, i,s panrlliados, mas uom ludo
acudo rsle debitojegal tluvida .Iguma ha-
ver* em seu pagamento; piolealandu de*.ie
ja nSo pagir quamia algum. ao dito Souto
om juizo ou fon delle tenso por s.ldo de
contal, tendo eitaa reco ,l,ccds verdaiiei-
rat; as.-imeono contra qu'lqucr quanla
quo o mesmo Souto fr deve.do' ao ditoca
sal. Sendo o prazu de 3 din gufllcieote psn
ene ajolle de conlag. Kecile, 3 de junho de
1832. bernardo joa llodriguei Pinheiro
Antonio l'ranc seo Xavier d Vaarou-
eollos, lunhordo engenho Pilangueira, ao
le ion n- P*o d'Alho, previno aos seo cor
reapondentea, e a todas n penon pira com
quem tor acreJilado quo n.Vj paguem
qu.nli alguma de aua ordem, ou aviem
encommend.a luis; quinto n ordena nfio
foiem anignidoi por leu proprio punho. ou
sem que rom elle se entenlim priniei .-
menta
Antonio di Coiti Ferreiri retlri-ie
para Portugal, e delta por aeui procura do-
res 01 Sn. Antonio de Almera Comes, Jos
l.uiz Guaiaco e Antonio di Cuili Ferreln Es-
trelli. '
Hotel Kecfe, ruado Trapiche
B. 5
Tem s.h e qunlos preparados com decen-
em para receber husperlos.
Al mogos e janlares ivul'os i qualquer hon.
Vinho de toJ.s as qualidides, lervej, re-
frescos ele. ele.
Km nore com to 'o o celo o rrovlmenlo dii-
rio para mes de quilquer individuo ou
familia.
Kincuo,be-so de fizar jintire pira fora,
dando 1 u, *, vidros, ce. te,
Di csmila por aasignilura mrnsal, tanto
no e.-lalieleciri culo cuino fora delle.
Compra-se um racrivo moco, miri-
uliriro, e que seja crelo: quem tiver an-
nuncie.
--Na ra d. Senzilli Velhi, defronte de
Sr. Mo itnio ninlor, compra-so tolas .squa-
lidadea do ferro velhos e melaes de toda*
ai qualidade* assim como ourelo* de panno*
liQos.citemirai e todas as qualidade* de mu-
lambo* que lervrem par fazer papel : as-
aim con o cboa velhos, lonas ote.
Gompri-ie um rordfio de ouro de le,
con 30 oilavis, om bom rilado asem rei-
no: na ruadaCadeia dollecife, loja n. 5.
-- M.'i, o | Alvca Guerra Jnior, compra
acede* do banco delta provincu : na ra da
Cruz n. 40.
-- Compra-so um mulalinbo de 11 a 16
anuos de idade, isiim romo um preto de 18
a 'I .irnos,robusto e proprio pin todo er-
co; a tratar com Luiz Comes Ferreira, oo
Mnndego.
- Compn-se umi cnoi de cirrein que
leve S ou 8 peSsoas : na ra do Queimado,
loj. n. 10.
Compra-ge aescnviicreouli ou pir-
dis de i--1 a 20 anuo : na rui Nova n. 16.
Compia-se um tnncelim para relogio,
sendo Uno sem feili, e urna eitinle para
livroi : na travem d* concordia n. 5.
Vendas.
1,000 rg.
N casi nova n. 35 da rui Nov, vrnle-ae
mei.a Unas pa'a senhor, pelo diminuto
preco do 4,000 rs duzia, he uma pecluo.-
cha quo mullo g pela su boa qualidade e linuri, avista
faz t.
3,600 r.
Helas lims, cruas, sem eolturir, pan
homem"; vciidom-te na loja nova n. 35, da
ra Nova, pelo diminuto preco de 3,600 rs.
a duzia.
Vende-se um ptimo eavallo par er-
ro: na ra do Hospicio, venda do Le3o
d'Ouro.
5,000 rs.
N.da melhor nesle genero; s m.is flnis-
simn meias do ilgodilo, i imitico de seda,
rh'gs'im i luj nova n. 35 di ra Nova, as
qu>es se vendom pelo diminuto proco de
5,000 a duzia ; quem deixiri do comprar
ao menos um muso para sua Eva ?
2,800 rs.
A' nova loj. o. 35 da ra Nova, cheg.nm
nimio bou nieiis una* pan senhora, i
quaes so veii^em pelo diminuto preco de
2.800 rs. a duzia, e o p.r a 210 ra.; i ellis
meus senhores, inte que se acabem, pois
ja s3o pouc.s-
N. loja nov n. 35datua Nova, vende-
so papel elmaco muno encorpado, bastan-
temente i rocurado pin cirtorlua e ripir-
ticOes lubl'cu.
2.100 rs.
Vende-.'o pelo miis diminuto prego, quul
o de 2,400, a resmi de pipel br.uco de ma-
china,"na loja nova n. 35, daruaNova.
Venle-se ior.bir.to prego, urna por-
Cllo de taboaa de louro, e eiiximeis; na.ven-
da quo so diimincbou na ra do Areg-o
n "
- Veiidi'iii-s' 4 pipas arqueada de ferro,
propp para deposito de agurdenle, por
ja oslareui corlid.s desle liquido : oa reoti-
lae.ui di ra do (tinge! n. 51.
Vende-se 1 puno de boi* vozei e em
bom estado por 150,000 rs : ni Irivessi di
Concordia sobrado n 5.
i\a loja tic Seis portas.
Troe.-se por tedulis ilguns alcaide* que
quer acabar chitas a seis vileos, tete, e
meia |a|aca,o covado ; tan.bem vende-se
a dnus lustOes, chlt.i propriai para o uzo
de casa, sendo bonitas e de tinta segura;
riic.do fiancez a mua pataca, o covado;
lencos brincos com flores nos ceiiloi a
duus lustOes, proprioi pin mo de senho-
ra, e menin.s ; lencos de seda pegenos pi-
ra meninos a sello; chipclim de pilh
frincezi pan enfeit.r com. fita, i sinco pi-
llea, e oulra* muil-t flenlas que quera
cabir.
Vende-*c na ru d* Cruz, primeiro a-
ilar n. 28, um piel, creouli de meia id.de.
- Ven iein-se 2 caitOei de pinho grandes,
e algum pequeos, proprio pira bihus:
n. rui Nova-n 18.
Novo livro de sortea.
Vende-se um novo livro de surtes com mui-
lo lindiseengr.C'd.asortespata as noites
le Santo Antonio, S Jo.lo, o S. Pedio: na
livraria do pateo do Collegio n. 6 de Jodo da
C"*la Uourado.
Uadomi Theaid, inodisla fraace-
narua IVova n. 3a.
Madim. The.rd icaba de receber boje, 4
de junho, um grande lorlimenlo de latee-
sen interesso.
itorlimento de Ota e penna Pra cabec.
U bdkixo assignado tk'cl.ua, nori.s L, lm.os ,(, blonde e de linho mullo
lieos vestidos de blonde
de
que despedio o aeu caiseiro Jos
Joaquim Pereira, no dia a8 de
maio por motivo de rondo em
mi .i venda. Miguel Jos odii-
goes d<> Costa.
Na ra do Queimado, loja n. 37 A, de'
sej.-ae fallar ao Sr. Uinoel (Sorberlo Caia-
du Lima.
Aluga-ie um. grinde casa e litio, com
lo las commodididei ni pnvo.cfio do
Monteiro : a tratar com JoSo Jos de Carvi-
1 lio Moraea, ni rui da Cadeii do Kecife.
I'recisa-se de um fonieiro : ni pidarii
doa Afog.dos n. 66.
Na ra do Queimado n. 16, existe umi
cuta pira Domingo! Ferreira, viuda de Por
moicm<'9, muilo
par* .noiva, cipell.i br.nc.s e de core,
muito ricos cilecoes bordidoi tem litis e
de um bico de linho, um gnndo sorti-
n.ento do lili de veludo, e flvelas.de m*r-
daperol, e luvis do todas i quilididei.
-- V.ende-ss bezmo brinco e.marello
p.r* c'.nbOe* de botn, ebfgido ultim-
menio de Frnc, por preco muito com-
modo : na ra Nova n. 5, loja de selleiro,
de Diego Jos Lidie CuimarSe*.
vende so um ubi* multo ciutador,
um bicudo muito bom ;vendem-ie porque o
dono io ntira pan Portug.l: na ra do Li-
vramento n 38, vend.
Vendem-ae du.i cirroc. novas, aen-
do um. de boi e outr. para cav.llo, a.sim
como urna roen gr.nde de imirello, de pa
! tornalos, e urna commoda grande, lam-
- OITerece-se um npaz pira cri.do ou bem de amarcllo, ludo bem constru, o, por
bolieiro : quem quizer oirija-ae a ra dn'preco commodo: no itfrro da Boa-M-ta
Lar.njeiras n. 1. 1 0. 27.


a.
f* i
*


i



Deposito gcral do rap
Gasse do Ri de Ja-
neiro, na ra da Cruz
n. 23.
ACABA DE CHRGAR A ESTE DEPOSITO
BOA PITADA D RAPE'
l.rosso, meio gromo e fino
Telos procos jt sabidos Jo 1,980 as duas pri-
meiras qaalldades, e 900 rs. a ultima, sendo
de 5 libras para cima. Escusado he enfadar o
publico com a descripcSo da boodade do ra-
p deste fabricante; a su* aoliguidade a
atiesta, e em verdade pela simples o sauda-
vel composiclo culluca os tomantes urna vez
habituados em nSo o poderem substituir
por nutro. Comparem pois os amantes da
boa pitada a qualidade deste rap com a des-
sa mullidlo de oovos raps, e o seu elidi
os resolver a lomar deste uu daquelle.
Deposito de cal virgem.
Cunba & Amorim, na ruada Cadoiado
Recite, n. SO, vende -se barris com supe-
rior cal em pedra, ebegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte.
familia de mandioca.
Vendem-se saccas com farlnha nova, cho-
gada ltimamente do (.ear, a 3,000 rs. e
em lo'.rs de 10 saccas para sima, a 1,800rs.,
cada urna sueca : noarmazem ue J. J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 3.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezea, patente, de molla e sem ella : na
rus da Sentada Nova n. 49.
Cortes de briiude linho, a i,a8o,
a,i4 e a,ooo rs.
Vendem-se corles de brim pardo, deli-
Dlio puro, a 1,980 is.; ditos de cores com
listraa debomgosto. a 9,9*0 rs.; ditos de
bros amarellos, a 9,000 rs.; corles de ctlsa
de riscado de liohode listras, a 790 rs.; cas-
sasescsmpinadss para cortinados, com 8 1|9
varas, a 9,400rs. a peca.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senialla Vellia n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Pi-
gueira, dos mais superiores que lia
no mercado pelo diminuto preco
de aoo e i\o rs.a garrafa,e i,5oo
a i ,8uo rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Novo sortimeuto de panos linos e
casimiras de todas as quali-
dadej.
Na ra do Crespo, loja daesquins, que
rolla para a Cadeia, veodem-se panno pre-
to, a 9,800, 3,900, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. O
covado; dito francez, muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 9,800 rs.; Jilo azul,
a 9.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito crdo rap,
a 9,800rs.; cortes da calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 0,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja prela, a 9,400 rs. o covado;
dita hespanhol>, a 9,800 rs., e nutrs mul-
tas fazendas por procos coiuir.oJos.
ramilla de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Ilaxal.
No armozem de j. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
SimiLo de iNantua a
800 rs.
Vende-s a historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 0 e 8.
CHA PBETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra iln A moritn n. 35.
Taixas para engatillo
Na fundicao de ferro de fiow-
man 6c Me. Callum na ra do
Brum, psssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
menlo de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 6 palmos de bocea ,
as quaes ucliain-.se a venda por
preco commodo e com prompti-
lo, einbarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente i nglez: narua
da Sentada Nova n. 4a.
Vendem-se no becco do Gonrjalves, *M
inazcm de ueane Ynul* & Companhla, meias
barricas com superior fsrinha de trigo.
Bom e barato.
Vendum-se pelo diminuto preco na roa do
Crespo n. 10,1 uvas compridas de pelica en-
fulladas para seohora a 9,000 m.'o par, peca
debretanlia depuro linho com 5 varas a
1,800
Deposito de cal virgem (cabeca de
carneiro.)
Na ra da Cruz n. a3, armazem
de assucar da Viuva Pereira da
Cuuha ; vende-se superior cal, a
mais propria do fabrico de assu-
car, e por pre9o rasoavel.
Bom e barato,
ftua do Ptsseio Public, loja n, 9, de Al-
bino Jos Leite, vende-se meias cruas mui-
lo Anas para homem, a 900 rs. o par, em du-
zias 9,900 ra., chita para coberta, ( boa Te-
lenda ) a 140 is. o covado, ditas para veatido
a140,lfloe900 rs. o covado, chapeos deso
asteas de balea, a 9,000 rs., ditos de junco, a
1,440rs., grandes e fortes, propno para o
lempo presente, chales de la de ricos goslos
a 1,000 rs, ditos de chita roas a 500 rs., di-
tos brancos a 800 rs., ditos de tsrlalana a
800 ra., grvalas ricas de eassa a 190 rs.,
lencos de bico rodeado a 390 440 rs.; ditos
pequeniuos proprios para chancas a 190 rs ,
cortes de colete fustn a 640 rs., rends da
trra a 190 ra., a vara, caasa bordada pro-
pria para cortinados a 390 rs. a vara, casto-
res psra calc'S a 900 rs. o covado, ditos pe-
ledodiaboa 360 rs-, brinsde linho azul e
de cores a 300 rs. o covado, corles decassa
chita, a 9,Ooo rs., e oulrss muilas fszendas
que agradaran aos compradora',
Moendas superiores.
Na fundico deC. Starr& Companhla,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
construyan muito superior
lioin t barato.
Na loja Ja ra do Crespo' n. 10, vendem-
se palitos e casacas de brim de linho a 4,000
rs ; chales de seda a 4.000, 5,000 e 6,000 rs.;
cassas para baado a 940 rs. a vara ; rnanli-
nhas de seda para menina a 640 rs. cada
urna ; corles de gambries de cores para
calca a 1,000 rs., e nutras muitas fazendas
que so vendem por tojo preca).
Admiracao.
Na loja da ra do Crespo n.10, vendem-se
polo diminuto preco del,500 rs. cada um ;
lindos chapeos deso de panninho bem en-
gaitados, para meninas, obra prima ; a fi-
les antes que se acabem.
Iieposlto da fabrica de Todos os
Suatos na Uallla.
Vende-se,em casa deN. O. Biebor&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quolla fabrica, muito propno para saccosde
assuoar eroupa deescravos, porprecocom-
moju.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
Jo Kecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
4=*
DA
ARADOS AMERICANOS.
, Vendem-se arados ame- 2
J ricanos, chegados dos Esta- 9
* dos Unidos, pelo barato pre- 4
*> co de 4o,ooors. cadaum: na
K ra do Trapiche n. 8. 8
efe********.-
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes de brim escuro do puro lindo .
1,440 rs., ditos de listra de bom gusto a 9,r>00
rs dito smarello a 1,800 rs. riscado do li-
nho propno para cilcaa e palitos a 180 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000 rs. o
covado,pessas de chitas escuras com 38 co-
vadoa a 4,5')0,5,000e 5,500 rs., cambraia de
flores com 8 l|9 varas a 9,400 e 3500rs. a pes-
sa, lencos de cambraia de linho a 400, 480,
e 560 ra. proprios para mo. riscados assen-
tsdos em algodSo mtirto encornado proprios
paraescravos a 160,180 e 900 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 900 rs. o cova-
do, e muitas msis fazendas por preco com-
modo da loja cima referida.
Vende-se Kezina de angico de muito
superior qualidade em arrobas a 5,190 rs.
em 11 liras a 390 rs. : na ra da Cadeia do lie-
cife loja de forrageus n. 53.
l'otassa americana.
No autigo deposito da cadeia velha, n.
19 existe urna pequea porcSo deputassa
americana, chegada recen temen te que por
superior rlvaliaa com adaBussia: vende-
se por preco razoavel.
Novoaortimeto de fazendas ba-
ratas.
Narua do Crespo loja da esquina que vol-
ta para a Cadeia vndem-se pecas de mada-
polSo largo muito Uno com pequeo toiiue
de avaria a 4/500 a peca,ditas limpas a 9.400
mente, a precos muito rasoavcis.
Agencia de Edwin ftlaw.
Ka ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
moni & Companhla, acha-ae constantemente
tinas orttmentoa de laiaa de farro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas lo-
cha* lodaade ferro para animaes, agoa, e(c,
dltaa para armar em madeira de todna es ta-
manhoa e madellos o mais moderno, machina
horiaontal para vapor, com forfa de 4 cavat-
ina, coucoa, paaaadciraa de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menoa preco que os
decobre, escovena para navioa, ferro inglez
taiiloeui barraacomo em ircoafolhas,eludo
por barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Mooi.
III'A DA SEZALLA NOVA S. 49.
Neste estabeleeimento conti-
ata a haver um completo sorti-
meuto de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
^ataaj^af ojj^yr|< P Farinha de mandioca *
SALSA PARRILHA DEBRISTOL
MMTSwLiTAirsimS.
A salsa parrillia doUnstol data desdo 1139, e lem constantemente mantido sua reputa-
Co, sem necessidado de recorrer'a pomposos annuncios do que as prepsracOes de m-
rito pndemdespensar.se. Osucesso dtrglr. Ilrisiol tem provocado infinitas invejas, e
entre outras.sa dos Srs. A. R. D. 8anda-,*tle New-York, preparadoros e proprielarios da
salsa pan ilha condecida pelo nomo de flaids.
EstessenboressolicitrSoem 1849 a fncia de Sslsa parrilha deBrislol.ecomo nSo
o pudessem obter, fabriearSo urna imitar,8o de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands oscreveram ao Dr. Bristol, no dia 90 de abril
de 1849, e que seacha em nosso poder :
Sr. Iir. G. C. Bristol.
Bfalo, ele.
Nosso apreciavel senhor. >
Etn todo o aooo passado temos vend lo qtiantidades coisirleraveis do extracto de
salsaparrilhadevm. e pelo que ouvitaejadizer de suas virtudes aquel les que a tem usa-
do, julganios que a vendada dita medicinase alimentara multtssimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos ue nos resultarla mulla vantngem, tanto a nos
como a Vai. Temos muito prazer quefm. nos resoonda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um mez, ou'cousa semelliante, teriamos muito prazor em o
ver em nossa botica, i ua do Kulton n. 79.
Ficflo sordens de Vm. seus seguros, servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
COITCLJSb-
l.'Aanliguidade da salsa parrilha da Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1839, e que a de Sands so sppareceu em 1849, poca na qual este droguis-
ta nSo pode nbter a agencia do Dr. Bristol.
9.a A superioridade da salsa parrilha de Bristol heinconteslavel, pois que nBo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e do urna porcto de outras preparafOes, ella tem man-
tido a sua reputacao em quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito oblido nesta corle pelo lllm. Sr.
Hr. Sigaud, presidente da academia impeiial de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Pe i su tu em sua clnica, e em sua afamada casa de saude na Gamboa, pelo lllm.
Sr. D'. Saturnino de liveira, medico do exercito, e por varios outros mdicos, per-
iiiilieui hojo de proclamar altamente as virtudes elllcazes da salsa parrilha de Bristol,
Vende-se a 5/OO o vidro ; na h'ittca do Sr. Jos alaria Goncalves Ramos, ra dus
Quarteis pegado ao Quartel do Polica.
Vende-se, por preco rasoavel, la- ^
rinba de S. Matbeus a mais nova, ^
que existe neste mercado : na na ^
da Cruz n." 34, detronte da I ingoeta. Algodao para coupa de escravos.
Vende-se algodSo muilo encorpa lo, pro
prio para roupa do escravus, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda ; dilo
11 inpo a 180 rs. : na ra do Crespn 5.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
o baixas decaplm na futidic3ode Unwmaux
& M. Calhem: na ra do Brum ns. i-, k e tu.
eposito de panno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nlua.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador f no escrip-
torio de Novaesck Companhia, na
ra do Trapiche n. 'S\.
itefreiicos e xaropes a 5oo
ris a garrafa
Sendo, de capil, tamarindos, orchala, gro-
" 'les, lsran|s, lim3o, vinagre, gomuia e
A a,56o is.
Vendcm-se cortes de meia casimira, de
superior qualidade e goslos bell'Ssimns, pe-
lo mdico pteco de 9,560 rs. o corle : na
ra do Crespo n. 5.
Ha para vender, na loja de
funileiro de Jos Baptista Braga ,
i alambiques por 4oo,ooo rs. cada :
nm, em tuJo guacs aos que se'
vendem por 6oo,ooo e 700,000 rs.,
en. lugar de carapuca km colum-
na, e alguns melhoram'entos que
concorre as.-s para o producto das
garapas.
~ Vendem-se amarras do ferro: ns "ia da
Sen/.i I la .Nova 0.49.
.- Vende-se urna mulata de 90 anoos,
linda figura; urna nrgrinha de 10 annos,
muito linda e esperta ; urna nogra da Costa
moca, boa vendedeira de ra ; mus Ires ne-
gras mocas, sem hsbilidades; urna nogr
de meia tdado, boa cusinheira; e quiltro
pretos bons Irrbalhadores de enxada : na
ra lirga do Rozario n. 99, segundo andar.
Vendem-se por preco commodo os se-
guinles gneros; chapeos do chile, hnha de
ro is e doi:uimares, panno de linho, cern
em velas muito bom se tmenlo: trsta-se
na casa de Novaes & Companhia, na ra do
Trapicho n. 34.
Vende-se a typographia do
Diario Novo, propriedade da Viu-
va Hoina a qual est montada
tanto de bons lypcs, como de pre-
e de todos os uteacis necessa-
rios a urna boa typographia : tra-
la-se com a proprietaria na ra
da Praia n. 55.
-- Vendem-se por preco commodo osse-
guintrs gneros, fumo em tulla para cha-
rutos, cal virgem de Lisboa em barris, fa-
rinha de mandioca, superior vinho do Por-
to em bsrris de quarlo, quinto, e oitavo.fei-
xaduras de porlfio, fouces de rocr ; a tra-
tar no armazem do caes da alfandepa n. 7,
e Jos Joaquim Perelra de Mello, ou rom
Novaes & Compaubta, na ra do Trapiche
n. 34.
- Vende-se um cabriol descoberto, mui-
to forte: na ra aaCiuzn. 40, primeiro
andar.
Vende-se urna bonita cscra, moca, pa
rida de poucos das, sem cria, com bom
leite e muito cannhosa para criar, e sabe
bem engommare cozinhar odiarlo: na ra
do Colovelo n. 75.
Vende-se chumbo de muni
rao, grosso e fino, de todos os n-
meros, e em qualquer porco : na
ra do Trapiche n a6 casa de
Manoel Duarte Rodrigues.
Surtes a ao rs.
Na livraria da praca da Independencia n
6e8, vende-se papel em sorles impressos,
para homena esenlioras, muito lindas ea-
propriadas, para os das de S. Antonio e S.
JoSo, a 90 rs. cada um papel.
Sorles.
Para S. Antonio, S Joan e S. Pedro, folhas
de papel fon muito bonitas sorles, para ho-
mons e sei,lluras, a 40 rs. cada folha : na li-
vraria do pateo do Collegio n. 6, de oSo da
Costa Dourado.
Vendem-se 9 escravos sendo: 9 ne-
griohas de na le ISan-ios, com principio
de costura e engommado; 9 casaes de es-
cravos de servico deompo; 9 ditos, sendo
I ioncenle ollicial de ca pina, I mulata de
lodo servico interno de urna casa : na ra
Direita n 3.
O ENCONTR
Cena uieuma.liClHiel,
Gracas tes como as que tinhs,
Nunca mais encontrare!.
Cuando mo vio.
Deu-me urna flor,
K dentro drlla
Soprode amor.
Esta mnlinha tem 5quadras, e para cada
urna seu estribilho dilTernnte. A muzica he
Os 18.voluntes dos Miste-
rios do Povo, por E.
hin3, a 800 rs. cada vo-
luirte,
Vende-se na livraria do piteo do Collegio
n. 6, dJrfSo da Corla Poursdo.
tf f ?.? f f f f f f f f *f V
2 Deposito de lecidos da labri-
#' ca de Todos os Santos,
5 na Baha.
B. Vende-se em casa de Domingos Al-
a> ves Malheus, na ra da Cruz do Re- j
W clfen.59, primeiro andar, algodSo J
F transadodaquellafabrica, muitopro- *
r prio para saceos e roupa de eacra- jj
g vos, assim como lio proprio psra ro- 2
S des de pescar e pavios para ellas, +
av por preco muito commodo. .*
A*A*A*4tAAOAAA* AAAAAAA
He muilo Iresco.
Rap de Lisboa, chegado ltimamente, a
40 ra. a oitava : na pra;a da Independencia,
loja n. S.
Caixas p r,i rap.
Vondem-se as bem conhecidas caixas de
chifre do Aracaty, imitan Jo as de tartaruga,
e por muito mais commodo prego : na ra
largado Rozario o. 90.
-- Vende-so marinla la nova, vinda l-
timamente de Lisboa : na ra da Cruz n
46, defronte do Sr.' Dr. Cosme.
Na ra da Cruz do Recifa n. 50, botica,
tem para vender 1 linda escrava de nacSo,
perfeila lavadeira boa corinheira e engorn-
madeira, por preco mdico.
Compendio duloroso.
Vende-seo compendio dolnroso.que coutm
o nflicio de Nosta Seohora d>s Dures, modo
de resar eoiToncr a r.orua, setenario, e ou-
tros mirtos exercicios de piedade o devo-
Ciio.s gundo o uso dos IIR. PP. Capuxiuhos,
a 390 rs. cada um: na livraria ns 6e8da
prafa da Indeprndoncia.
-- Vondem se lijlos de lodas as qualida-
des, e telhas, botando-se em qual juer porto
da obra bem como canoas com a rea ; ludo
por preco commodo : a tratar na ra do Li-
vraoienlo n. 35.
Maximiano Lopes Macha-
do | ropriitaiio da serrara do
Montciro, nao podendo continuar
com o en eslabelecimenlo por
Un: .-cr prohibido o serrar .una-
relio., e outras madeiras, em vir-
tudedo aviso de i/j de Janeiro do
corrente anno vende o dito seu
estabeleeimento, corrente e appa-
relhado como se acha : as pessoas
que o pretenderem pdem diri-
girse ra das C'ruzes n. 18, ter-
ceiro andar.
' vende-so um alambique meiSo em bom
estado, aseadas do pedra do Kio-Formnao,
fnchanles, travelas, e urna onoa que car-
rega 1500 lijulos, ou se aluga um moleque
creoulo de 90 annos sem vicio nem schaque,
e se d a contento; na ra de S. Francisco,
casa apalacada.
Vende-se urna cabra muito boa de le i
te, com duus filhos, urna cabrita j taluda,
e um cabritu, um carneiro grande que pode
do insigne artista pernambucano, o Sr. P.
N. Bsptista. Vende-se na imprensa de muzt- sorvir para um menino, e urna oveiha com
ca da rus Helia n. 98, para piano a 640 rs. e dous csinuirinhos muito bonitos ; no pr hi-
para violilo a 500 rs.: nesta imprensa se.im- cipio da estrada dos Afllictos, primeiro'silio
prime com perfeicflo qualquer obra de es-
tampara, como sejam. letras, conhecimen-
tos, carioca de vanla, tarjas, registos, etc.
Vende-se superior carne salgada de
vacca em barrilinhos de 50 libras : no es-
do lado direit \
Attencao an barateiro.
Vende se farinna de Haranho a 80 rs. a li-
bra, vinho do Cstreilo, muito bom a 900 rs
criptorio de Malheus Auslip & Companhia, a garrafa, e em caada a 1,4lo,dito a 160 rs,
na ra do Trapiche n. 36. a garrafa, e em caada a 1,100, dito da IV
Loja dealfaiale gueira e Lisboa a 980 rs. agarrafa, e em
Na ra Nova n. 96, lem para vender pali- caada a 9.940, dito do Porto engarrafado a
10 de panno preto e verde a 90,000 rs. cada 500 e a 640 rs., banha de porco a 480 rs. a
a el les antes que se acabem.
Vinho do Porto.
S um apreciador de delicado paladar
podrr dar venia iciro merecimento a urna
cxcellentissima qualidade de vinljo do Por-
to, de particular marca, que para amostra
chegeu recenten/lente na barca Olimpia,
lie tilo generoso que p le chamar-se um
elixir: vonde-se na ra da Cadeia du llecifc,
armazem n. 19
Palitos feitos.
*
lil a, arroz pilado do MaranhSoatOO e a 80
rs.. i-lia lirasileiro a 1,800 rs. a Mira, dito
hyson da India a 9,000 e a 9,560, sevada a
190 rs. a libra, sevadinha a 940 rs. a libra,
sag' a 400 rs. a libra, presuntos a 480 rs. a
libra, e sendo um presunto inteiro a 400 rs.
cada libra, raios a 980 e a 390 rs., vinagre
de Lisboa superior a 160 rs a g>rrafa,e sen-
do em caada a 1,000 rs., dito da trra a 80
rs. a garrafa; lodos estes gneros da melhor
qualidade e preco, e outros muitcs mais que
ulhau lo o preco e a qualidade favorecen) o
comprador: defronte da matriz da Boa-Vis-
ta, quina que vira para o Hospicio.
Vendem-se as seguintes sementes :
nabo8,rabanos,rabanctos encarnados o bran-
cos, sebtila, rouve Irlnxuda alfaco ala-
moa, repulliuda, chicoria, senoulas, feijo
carrspato de tres qualidades, emita torta e
direila, fava, coentro de touceira, salea, to-
asa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se olterece muilas garantas
a seusdonos ; narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
lmannos,penas de ac, velas decomposi-l -- Vende-se um csvallo bastante gordo, o
C3o e garraffles vazios, o que ludo se vende POf preco commodo : ua praca da liidep.n-
porcommodo pnca. idencia n. 19.
Chapeos do Chyle. Vende-se muito superior
VenJem se chapeos do Chyle, Unos e farinha de Santa Calherina a dous
outros muils: na (ravorsa da Madre de
Deus n. 4 e 6.
Em casa ae J. R. Laiscrre & Companhia
na ra do Trapiche n. II tem para vender
os seguintes arligos : cabos de linho e ma-
nilha de todas as grossuras, champagne
u arca estrela, sar.linhas em Islas do varios
|aa Continua-se a vender palitos feitos m
a> de supe>ior pannoe da ultima moda, $
por preco riuilo commodo: na ra 4
,. do Queimado, loja do sobrado ama- *J
49 relio n 99. $f
#$a**i#*## **#'#
Vende-so urna canoa de carreirs, nova, males grandes, lepolho, couve jombarda,
de amarcllo, com 34 palmos, e um carro de "boia, e mustarda : na ra da CruZ n 46,
4 rodas de conduztr mercaderas da alfan- defrome do Sr. doutor Cosme,
dega, ludo por muilo barato precb : narua Vende-se o melltorc a prelo de pona
do Crespo n. 9, loja. branca,que tem vindo a este mercado, em
-- Vende-se urna casa de pedra e nal a ri,'x"s de 19 1|9 libras, as-.im como se ven-
moderns, na Ca punga, estrada nova de Si ** um ocu, tle ,er ,0 ,onge '* us,(lof m,s
Jos; a fallar com JoSo Monleiro de Queiroz' con muilo bons vidros : na praca do Corpo
oa ra das Cruzua n. 99. Santn n.
Vendem-se ior pieco commodo Lotera de Nossa Senhora do
Sacadas de granito e de padra, umbreiras, Bozario.
'XSE2ES2JE12!'. ? J"nellas-,s Osbilhetes deats lotera acham-se a venda
quaes esiaodeposi.ad.s.na estrada no. de nos lugares seguintes: botica do Sr. More.r.
Vende-s- a verdadeira grata americ
de James Maaon em lata. Eata graxa he
a mais prompta e econmica para limoirn
calcado, torna-lo macio, de manelra a nSo
encommodar os caloa ; assim como em
lempos chuvoaos, impede a humidade ten
do a virlusJe de lustrar e calcado mclnado
qualidade esla que olo se enconUa em ou.'
Ira qualquer graxa. He a nica usad, ,,
stadns Unidos, Mxico e oulros estados du
NorfAmeriea tendo ltimamente tij0 |at
aceitacSo na Europa que seu autor njo
duvida ser Ingo quasi a nica usada : ven-
de-se no armazem de Vicente Ferreira da
Cosa, na roa da Madre Dos, e dej.i r,-.
ao Jnior, na ra do Amorim.
Prensas para farinha.
Na lundicSo da Aurora em San-
to Amaro, eno depozito da mesma
na entrada di ra do Brum a-
cham-se venda machinas para
ioiprejijar iarinhade mandioc*, e
outras para espressSo do oleo de
inati.onn, de urna invenrao intei-
ramente nova. Os annunciantes
naohesilam em publicar, que es-
tas machinas de sua invencSo sao
superiores a tudo, quanto at arpii
tem apparecido neste genero, re-
unindo agrande fr9a depresso
a maior sittiplicidade de construc-
cao, e facilidade na opera58o, o
que faz com que diTicilmente se
possatn desarranjar.
- Vende-se um preto moco, do bonitali
gura, proprio | ara qualquer servico: na
ra das Crues n. 30.
Livros em liranen.
Vende-se em casa de Kalkuiann lrmflos ,
na ra da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Bcjouterias.
Kalkmann Irmaos ra da Cruz n. 10. rece-
beram pelo ultimo vapor inglez um neo
so'timento de obias de ouro o mais bello
que tem vindo aqui como sejam ; inteiros o
meios aderecos, brincos, alflnete, e brace-
letes com perolas, e sem ellas de lodas es
qualidades, botOes para camisa, e cuides,
correntes para relogio, anneis, canelas.para
lapis epennas d'ouro,deaaes,voltasebrin-
quinhosde cores, vidro e ouro proprio, com
meninas.
Arados da fabrica dos Srs. Batos-
me e May
Proprios para plantar ealimpar canna de
differr ules mudel los feitos na mais acre li-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer que lem vindo a esla
mercado,e proprio para plantaren! qualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e sola deslea arados psasatn
por um proensso que da-lhea consistencia
de ac temperado da maneira que aio de
mrula duraeo, alui de que lem bicos de
sobre-excellente : na ra do Trapiche n. 14.
AVIS AO PUBLICO.
Na botica da ra do Collegio n. 18, conti-
nuam-se a vender as verdadeiras e bem
conceiluadas pilulas para bobas, cravos se-
cos, e dores venreas, pTir msis antigs que
sejam cojos bons eOeitos confessanr-todus
que dclias tem feilo oso. Cnm.osicSo do
pharmaceutico SebasliSo Jos de Oliveira
Macedo; e para conhecimento do tnesnio
publico e principalmente dealgumas pes-
soas que ii.io eslea ni ao alcance, o conhe-
cimento das verdadeiras pilulas, se faz pu-
blico por este aviso.
Vinho do Champagne,
superior qualidade: vende-se no arma-
zem Kalkmann IrmSos Hua da Cruz, n. <0
Escravos fgidos.
Stnto Amaro, defronte da fundicSo dos Srs.
C. Starr & Companhia : para tratar, a fallar
na ra da Cruz n. 51, no armazem, ou no
primeiro andar da dita casa.
Vonde-se extracto de absynthio supe-
rior, suisso, em caixas de 19 garrafas; no
rmazem da ra da Cruz do Recife o. 51.
-- Vende-se um sobrado de 9 andares
com mullos comrrodos e em boa ra:
tratar na rui do Collegio n. 15, primeiro
andar.
- Na ra dasCruzes n. 99, vende-se um
Marques ; alerroda Boa-Vista,loja do Sr. Vi
riato, praca da Independencia, loja do Sr.
Fui tunlo i e largo do Livran etilo, botica
1 do Sr. Chagas. As rodas andarlo por todo o
mez do julho, rn mi se a vrnda r u conti-
nuando com a influencia que tem lido nes-
: leadiss, o thesoureiro marcar o dia 93 do
> crreme moz para o andamento das mesmss
a rodas ; s depende da pro/npta venda do
resto dos bi I heles; e por isso pede o thesou-
reiro aos amantes deste jugo que conrorram
dos mesmos bilhel
grossos, grandes e pequenos por preco
ailo barato : na ra do Crespo n. 93.
irados de ferro.
Na fundic-lo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferrode diversos m-
jelos.
Pecliincli.1.
mil rs. a sacca : na ra da Praia,
armazem de carne n. 10.
. Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a a,a4o
rs. : na ra da Praia de Santa Bi-
^oSXoo,^^ Nalojadarua-dVcVeipo'-nlo vendem-ta, venda defronte da ribeira do
vado, lencos brancos de cassa a 160 rs.,dilos e chitas, com um pequeo dere.to.ruida do pelxe/ n. ,
de cambraia de linhofino a 400, 500.600 rs.^"P,m*IO*r*;oco"JO; d,t" "mpiS V -- Vcnle-se urna prela Cr lala, de boa
caiubraiasdecorllxa padrOesmodernoscom! '. ... conduela, sem vlcius nem icnaques, e com
7 v.ras a 2,500 rs., merino prelo superior a AVISO aos amantes da D08 pitada. Igumas habilidades; cozinha, lava de si-
9.800, 3,000 e 3,800 ra., dito selim a 3,6001 Vende-se na loja n. 9 do arco da Concel- bao e varrella, e vende na ra; vonde-se
rs. o covodo, e outras muitas fazendas por cai >*Pe de Lisboa a 40 rs. a oitava, dito por preco commodo, por o dono I6r preei-
pteco commodo. / Paulo Cordeiro o memoua 90rs. so : na ra da Roda n. 59.
idado. que cozinha," lava e he quilandeira"
Ni ra do t'abug, loja de
Duarte, vendem-se colleccocs dos
quadros de JNossa Senhora.que so
distribuiram no mez mariano da
(onceico.
Vendem-se satatOes decouro de lus-
tro pelo har.to preco de 3,000 e 3,500.ditos
de entrada baixa de couro de lustro a 9,000
rs.: na ra nova n. 96.
Bom e barato.
Vende-se queijuaflamengosoa mais novos
deste mercado pelo barato preco de 1,000 rs
cada um : no allorro da Boa-Vista venda
n. 75.
Vende-se um toucador nov, urna cal
deira de pinno com muito poucj uso; e
compra-se bico da trra, da largura de
meio palmo, Uno bem feilo : na ra larga
do Rozmo n. 98, segundo andar, ae dir
quem vende ecompra.
Sementes de horlalice
de todas as qualidades, muito novas, vin-
dae de Lisboa, e por menos que em outra
qualquer parle: na ra da Cruz, atrs do
Corpo Santo, n. 69.
Vendem-se 9 escavos creoulos, am-
bos muilo mocos, sendo um anda mole-
que, sem vicios e nem achaques: na ra do
Rangel n. 56. *
escravoc.bra, de 40 anuos, oniei'aTdVca?" iZ/'" """T a0, memo""".
ir.,. < ,,,..,. ,. i '"',' ue Clr" am de que so rea tse o novo proiectn; cer-
'i comodecSmnn .l^"- '"'0 ** de quS oom elle t-remos dlnheiro f'resco
PifS? ca}e,cfmP?' e f.8C,a J meia p,r. p,,jormos festejar o glorioso senhor S.
JuSo Haptista.
-- Na ra do Crespo, loja n. 19, ha para
vender um cisal de escravos.
-- Vendem-se na ra Angust, tar/eroa de
Victorino Jos Correia de S, queijus do rei-
no us mais frescaes que ha uo mercado, por
1,000 rs. cada um.
Grande labrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do C'ollgeio
n. 4.
Neste novo estabeleeimento recebeu-ie
um novo e lindo sortimenlode chapeos Sidos ltimos goslos, tanto de seda como
de paninho para homena e senboras, de ar-
macflo de baleia e de asso que se venden
por menos preco que em outra qualquer par-
le; grande sortimento de chamelote, sedas
e psninhos em peca de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrirarmacOes servidas. Completo sor-
timento de balelas para vestidos espartilhos
para senhoras, (azem-se umbellas de igreja e
cancerta-seqnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectoscima mencionados
ae vendes em porcSo a a retalho, por preco
3ue agradar aos freguezes a vista da ouaii-
aJe.
Gesso.
\s>VOOU< -----
Vende-se gesso em barricas, chegado ul- ener"1Ja-
Est rugida desdo 94 de abril ultimo,
a creoula de nome Josquina, de idade 95 an-
nos, pouco mais ou menos, com os signaes
seguintes: estatura regular, corpo cli 10.
falla fina, e urna costura sobre acaixado
Mito, bastante grossa; foi vista em trras
da fregurzia do Cabo,onde prururou a Fran-
cisco Alv s de Miranda VarejSo para a com-
prar. Iloga-se a apprehensSo da mesma es-
crava, e a sua entrega no engenho Pintos,
ou na ra Direita desta cidade n. 121, e pro-
melte-se generosa gnUficaco.
No dia 10 de roaio, ilesapparcceu a pre-
la Joaquina, de nacSo Cassange, representa
ter 35 a 40 annos, baixa, cheia do corpo,
senJo regular, edr fula, olhos pequeos, e
com carne sobre elies, lem nma costura na
cara no ladoesquerdo, porm muito apaga-
da, que mal se percebe, nariz chsto, com
falta de alguns denles, de um e nutro lado,
he feia, ten urna empinge no rosto, que
parece ser bexiga, pellos muilo pequenos e
murxos, tem algurnas sicalrizes de roiliu
as costas, tem as nadigas empinadas caa
Irs, he bem fallante, representa ser creou-
la, ltimamente estevo oceupada noservico
de cozinha, luvou diversa ropa, que sean
sabe da que usura, c islumava andar suja e
embriagar-se, quandn foge tem por costu-
me andar pelos arrehaldes desta praca, qui-
tan lando clavando ropa, intitulando-sede
forra; desconfla-se que esteja servindo em
alguma casa como forra : as pessoas que se
eslam servindo della na boa f queiram
denunciar, do contrario se usar dos meios
que concede a lei: roga-se as autoridades
policiaes e capitos decampo, oua qualquer
pessoa, que a apprehenda, ou a faca appre-
iiender e leva-la a seu senhor Domingos da
Silva Campos, na ra das Cruzes n. 40, que
serSo generosamente recompensados.
56/000
A quem aprehender e levar ra da Moeda
11. 7, lerceiro anlar, o pardo Leonardo,
que fugio nn da 7 docnrrentr, e tem os sig-
naes seguintes : baixo, e o peito alguma
cousa meltilo para dentro; fui escravo de
I). Jomoa Mana- dosPassos; e coslumava
vir vender leite todos os dias no Recife, vin-
do deum sitio da Passagem,
-- Esta- fgido um moleque creoulo por
nome Miguel de idade 15 a 16 annos, levou
um laholeiroem que venda laranja, man-
dioca e macan ira, e vestijo calca de algo-
dSo de listras zoes, e camisa de algodSo
branco de mangas curtas, e anda com um
gancho no pescoco da primeira fgida :
quem o pegar e levar a seu senhor, no seu
sitio no principio da estra ja dos Afilelos,
a qualquer hora, ou na ra -lo Trapictie Nu-
vun. 18, segundo andar, das 9 da manliaa
jale as 3 da tarde, ser recumpansado cora
timamente : em casa de J. Keller & Compa-
nhia, na ra da Cruz n. 55.
I'ern. ; Trr. de M. f. os Fabia. 1859.


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