Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03678


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Full Text
-*
Anuo XXVIII
K Sexta feira 4
de Junho de 1852.
N. 124.
DIARIO DE PEMAIBICO.
mron ba ot-oan-oio.
PlOaMINTO Aduhtido.
.vr trimestre............
f or wmettre .#.........
Por auno .....'.')....
P.aODlNT.O .utiim.it...
Pni qu.rtel.............
OTICIA DO 1 MPEIMO.
ar,.....i7 de Marco Minas... de Malo
Maranhio de Abril S.Paulo, i de dl(o
(>.r 7ddllo. R.deJ.. I,> de dito
Parahiba 24 Maio. liahia... ID de dito
DIA.DA aUAHA. ADIIMClAa.
4/000 31 Scg. jj't. Ollava] J.iod OrpM.
8/000
1S/U0O
4/500
S. PelroiflIU. ', e5. a 10 horas.
1 Tere* t. Oka va,, I. wtiocivil.
S. Crap.ilc, 3. e 6. ao melo-dla.
SOuart.S. HUiusloa.l faunia.
1 Omni S Ovidio. 1.(6. Ai 10 horaa.
i Seat, S Qu-ilno. | ara Jo ''.
5Sb. S /'acllico. 4. caabadoaao melod.
(i Ooiu. Da AS. Ii ni Xilufi.
dade. Tercia e nbadoa.
ramnlDil,
Cr.tce.ta i 24, la borai e 38 minuto! di t.
Chela a 2 ai 4 boras e 7 mlnuloi da tarde.
Mlngo.nteAu, .ui 46 mlnutoa di larde.
Nova ill.u! horaa 28 mlnutoa da Urde.
fiuatim aoii
Prlmein a 6 borai e, 0 uilnutni da manbaa.
Si'kii ma s 0 horaa e 30 mlnutoi da Urde.
riitiDii oa ooauoi,
Oolaan e Parablba, Ai ..guada, c lextaa-
felria.
Rio-Grande-do-florte e Victoria ai quintal
letrai
Bonito,Caruara, e Qarinbnni no l'e 15 de cada
m i.
Florea, Ourlcury, Exu e Boa-VliUl3 28.
Ollnd. todoaoa din.
Todos os Corrcios partem aomeio-dia.
arOTicraa imnnoriiui,
Portugal IJ de Abril.
Heapanhi lodo dito
Franca .. l3de dito
Blgica.y 2 de dito
Italia.... 3 dedllo
Alemanba. 4 de dito
Pruaaia ...I de dito
Dinamarca "1 de Marco
Rsala... 3l de dito
Turqua, ib de dito
Austria., t, de Abril.
Sui.si... I dadlto.
Suelta... 35de Marco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Unidos Sude Fevr
Mxico... 31 de Janr
California 2 de Marco
Chlll. 2t de Fevr.
Huenos-A. 6 de Marco
Montevideo 5 de Ma'o
ciamos or s dijdmho
Sobre Londres, a 27 por d. 1/000
i Paris, 3l.r)
Lisboa, I(III por canto,
WTta.
Ouro.Oncas heipanholn.........a.j _
Hoedn de /40o reinas......... b/im
. deBUOOnova.......... lb/t'OO
de 4/000................ 9/noO
Frata.P.t.coeibmilelroi..... ljP>2"
Pesos coluiiinarloa............ 1/920
Ditos mexicanos, r...... 1/K00
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-'c,oJi8
nem a mais fcil modil. das tantas quo sflo te. Para o escrlplore eotao. ae no achiin
urgentes tem sido promulga. O minis- g'e cxtraccilo as iiim obras, ic menos e
tro d
NAMRUCO.
Lisboa 30 da abril de 185-2
A ra i tiln effecluou
rerr. as provincias
no dii 15 do cor
do de un Y<|ior
a lulira Se.hr, esta concluindo o 'i"- bu.na i.npreor. he ...al. llvre,
a jiislic, Seibra, m """'V"..imnoliiter.rlo como poltico e religioso. Al
o civil pan .presentir As corle- quin- ( yaj b|,Mr u ,,,, do c.,niu| da rpu.
abnrem, no qual paiece ler resolvido lb|lc. fMnceil| deinluido por Napulelo, coma
do se
a quesillo da peni de morlo nos eriales po-1 oculista.
A compinhii francesa, que representa no
o da Fui ; do msillco da cmara l>r. K wler,
thealros;
o presi lentt do conselho viaja
vi la ministerial em poucis pi-
do viscode da Carreira, lio dos principes : ? *ls"a I"1 :
nsconde do Pinheiro eoulros (-nici.es do '<" resumida. A im,.rensa n3ocess.de
eslaJo maiur. D. Mara deSouzi Cuulinho,
lile exprobrar esta indolencia, mis nSo ha
Jama da riinha, e mais dosaseis criidos e accordi-lo- .i... a.
cn.dasd.f.milisre.l. Oesl.do he de M As elaicOes p.r. preencher is vaga J.
criados de S"rvico; 45 cocheirose sotas dis ''' d,PIt,do' r!Ie^". *J ?'. Je
rnas cvalliriQi 82 cavsllo. e muires p>. 1 gov-rno jugamos ler ja a certeza de
rs o sernco das crriag'ns, e cavalleiros, a 8 aioria.
Os habitantes da illu de
ora ogad" tWSkm-.ZS '!*. I M'8ucl I"*""? ,r"er ,0 p,rla,m9!:'0,,P0r
n....,.-------.,..,- .i.i.ntM ,.m -"..,.. !seu reprsseiit.nte o nosso grande poel
Seguem os aiigiis'os viajsntes um esqu
drude l.r.cciros d. rinitis.
A recepfSo que SS. MM. tem recebido por
toda a parte,'excede quaoto se podi. espe-
rar, em vista das opiuiA'sem que os povos
i-l.lo divid los. Al| misino das Ierras mais
prugressislss.as felicilai;0es e lestomunlios
! "ii-i iniiilinir.vi'is, l'iinan in parte nellss
iiiiilos rorifeus do paitio domocritico,
Em Culmina fui a riinhi recehida trium-
Ial iii'nlc pelos estudanli'S, que Ihes Jin-
ir^ni urna alloeufao, a quo S. M. respon-
den mui c-ruihosamente, dando-lhes per-
do .i' rio, e .na n la ii I i -.i. pan sois casas,
que fui maior merc! que lies po lia faior.
Assistio ostentosi curemouia de um dou-
lorimenlo, em que loi pa Irinho o principe
reil, brindando o doulorado com um pre-
cioso Minel, llontem 29chegou ao Porto,
onde dar beijamgo e solsmiiisara o anni-
vursano di oulorga da caria cunslitucio-
nal. Ali eslSo-lhe preparados grandes fes-
tejos, bailes, ceias, lanches, ludo com ri-
queza propria uaquella eidade. O duque
ii i T. rceira, as-im quo chegou do II \i|i-
nlii, onJe tuina hido ver as festis da se-
mana sints, pirtio logo a encoiilrir-aecotn
SS. M. M.O ministro da marioha timbem fui
ao porto, tevindo do arsenal varios aprea-
| prosador Antonio Feliciano de Castilho.
Duvido que elle acceile. Alejandre ll-rcu-
lano rocusou formalmente os votos que s
Ihe offerecerarn, por suppor que tlnha sido
insinuacSo ministerial. Tentir.m timbem
ver ae iceeitivi urna cadeira na caraira dos
pires (i ideia foi de AlmeiJ. Garroit) ma,s
elle indignou-se it com a lemlir.nca. O
que he deploravel he que umi Ciman on-
di e.tSo tantas capaci lades nada tenha fei-
lo em publico proveito. Veremos, porm,
se nesli segn la pocha se reanima.
A Naci voltou novamente ao jury pira
ie- un I.! sobre injurias feias i memoria
de, i). Pedio, em pole niM com o l'oi, ir-
tigo escriplo por A. Ilerculaun : os jurados
condemniram-n'a em ciocoenti mil res.
Foi defendida pelo advocado Pinto Coelho,
letrado de ti bilida le e arrogante apouto
qu a defer he multo mais aggnvinie que
o artigo accusulo. Levou um tchigraoho
pira audiencia, e o*tri-se impriminloo
discurso quo elle slli proferio.
O redactor principal desic ineamo peridico
o pou Joao de Lemoa, foi a Frincfort ivii-
lar-se com o Sr. D Miguel,
Espalhou-se Ja c de certo houve queni o
acredliassc, que elle hia buscar o principe,
que havia de aqu chegar antea do regresso da
tos"para "ali eslabelecei um deposito desoc- Ralnha iLhboi. Unseatraogeiroa que ""'ram
corros pira os COS da naufragio. Ilepois, ? provincias felrar Mala rf_l,,^ho
di casa roubsda trancis de ferro.
Fallou-se por aqui lia dias, em aprovei-
tar a occasiSo da ausencia do duque deSnl-
ilanhi, pira fizer uini uianifestai;3.i contra
a proclamada e projectada reforma di cuta.
A linal disse-se que o g'ilo de viva a caria
imra, seria dado por tlguns militares no ,0 das mais inodernas. Est pnrem mal iri-
Ihealro de S- Crios na noito de hontem -29,' pulada por ora, e em desacelo. .'
Miguel e sua eapoaa, e que se yenderaiu como
caoella. ijudarain com estes leinbretes a is-
soalbir o boato, que nao deaa de ser chisto-
sanenle absurdo.
Aqui est lundiada a Trgala de vapor Ama-
mu, que a marinha braiileira inandou cons-
iloglajerri
xnnai
Iruir a
He bnnia.
l machinas
llieatro de D, Fernando, tem sido feliz se
nao he de gra.ules partes, conta alguns ao
tores habis, e a boa sociedade concorre
ali em numero.
A estrsda do Porto a Brag vai em bom
an lamento,e j so trata de eslabelecer as di-
ligencias para o transito Tracta-se agora de
recolhnr um fundo de tso conlos de reis,
pira comessir a grande estrada do Porto a
Lisboa. O banco commerciil diquella eida-
de concurre com urna grando somml.
O naufragio do vapor Porto, "tem con-
ttibuido pira se olh.r mais para os o-
minhos de trra. A viagm daRainha tam-
Inuii promoveu alguns reparos as estrada*,
quesem este incentivo se nSo fariim. Se es-
ta povoicao de Portugal se choga a mexej
um da, ainda pode vir a ser gente feliz
Por emquanlo sao uns entrevados, come-
cando pelo actual ministerio.
A magnifica hospedaren) qunocommen-
d.dor Francisco de Lomos llamilho deu no
s n sumptuoso palacio de condena a SS.
MU. e \\ tem subministrado m ion pi'a
(u.iiiiieiit-nos o altercaces aos jornaes dy-
na*i um, e a Vaco e ao Portugal, orgflos do
partido legilimisis, em Lisnoa e no Porto
O que ivivuu mais esti polenc pnlicado nesla ultima ciJa le pilo bem co-
nhecido realista Francisco Ciadido de .Meo -
doiiea, o qual sa despedio de coci da taf
-eoii'iie.i Portu n*i', por r*la hiver resol'ilo
dar um baile liainha. JSa cirla queoso-
brelito Fiaucisco Canlido escreveu aos di-
rectores di assombia, declarou eipres>a
monte que se ilespedia porque nSo quena
lomar paite mu um festejo que se ii nit-r-
preta lo como prova da adhesSo oynasiica.
A revolugao perguutou quil dos duus cava-
Iheiros, Lomos e Mondonga,hivii procedido
com icerlo, adoptando cada um delles um
arbitrio liio opposlo ? A n laucado artigo, respon leu que ambos, ha-
reo lo respeito as circumslsnciis uarlicula-
res de i' i t.i um dos casos. O certo he, que o
Sr. Lemos so houre com a msior bizarra e
delicadeza, e io mesmo t^mpo com d gni-
dide ; e que neohum legitimiala cordato Ihe
podeexprobr.r a mnima quebrade caiacter
o.i pundonor potilicoSl MU. mostraram-sc
multo satiafeitos, e elle Qcou inuno penho-
railo pela iiianeira benvola e alleiino.*;.
com que o tractaram. As irmSas do Ilustre
hospedeiro foram brindidas pela rainm
com ncas pulseiras, e elle por tl-ltei com
um cavallo de subido preco.
annivnrsario dojurameiilo da sohredita. A'
cautella o governo miodou chamar os om-
inimlaiites dos coraos da guarniflo, per-
guntuu-liiPs se receiavam alguma subleva-
{Jo ; e a,es ir da resposli sor negativa, or-
iieuoii que asitropas licassem nos qu.rtcis.
A' noite a concurrencia loi numeroso, por-
que aqui as rovolucos,(ou bernardo* ) como
Ihes clumam, sao tSo pacilicas e festivas,
que vai gente ve-las como se fosse assistir
a um fogo de vis'.ss! Acibou-so porm o
espectculo, e nl houve nenhum. pateada
para au menos dar que fallar aos cuiiosot
que os bustos da bimardn ali linha altra-
bldo.
0 governo est n'umi apathia, n'ni dor-
meucia de que no ha exemplo. Folga
com as demonstraces iloalTeclo dos poros
real familia, e encho o Diario com as fe-
licitacftes, fallas, sllocufO.es das camiras e
nutras corporicOes o auinrididos, cuja I i-
ton he o mellior pr.tinho dos critico*, um
.: 1. de para os hlenles, e sem duvi la
una deploravel demonsiracdo da fall de
'..do, e tainiieiii de siso, dos funeciona
rios do osla :o. Sendo fosse a regolaridide
i ni que tem feito os pagamentos, todos os
iiiive-., este ministerio nSo deixivi do si o
mrnorsig'ial. Deu ferias ao pulimento, e
tomou-as para todos os reos ollici ios, pois
de foi convidada a jaiilar com o minlsiro dos
negocios esirangciros, O embaixador do l'ra-
ill lambem Ins deu de laqlar. e Manoel Pinto
da Fouceca Ujnbein deu um banquete em ob-
zrquioaelles. Parte para o Itio uo dia cinco
de malo, c leva a leu bordo o Dr- Peiaoto. culi-
grada de Peiinambuco, e sua mulher, a jven
c graclusa vluvi de Jos Ignacio de Seixas.
As noticias que nos tem chegado de le ha-
ver ouira ves aleado a febril amarilla nessaa
piecio/.al provincias, tem consternado a to-
dos quintos l tem prenles e amigos, e tam-
bem os que alii tem scus oegocius, para os
quaea tilo pernlciuzo lie leiuelliinlc tlagello,
que a Divina Providenciase ligue sQaslar pa-
ra seoiprr das terral cbrisls.
Velo pira aqui no ultimo vapor do llraiil o
velho general lansilla, commandante das tor-
cas de llosas em buenos Ayres.
Ileuin hoiiiem ilto como urna torre, cabe-
toda branca, sem barba, oculos, e de qaus
setenta annos. Tem aido bem recebido, c he
e un elle,lo uinhomeiu insiri c de bom jul-
io.
Tambem se filia em que se qnerem vir esla-
belecer aqu tleandre Duina*. Viclor Hugo e
outros rapalriados frinceies, mas com rusa
e isto lie i e-.iiu.,.ni ja tomada. O
Lisboa 12 de malo de 1852.
Fneram-ae no da la* eielfdea dos dtfHta-
dos que faltavam para completar a actual le-
gislatura. Como se previa, e j Ihe communi-
quel por anlecipaco naa ininhaa ultimas cor-
respondencias, o ministerio alcancou grande
ni un I i : entreunto como eau situa(ao he toda
nos negocios pblicos Impercu a familia ta*,
bral, ilcpolsa Saldanha, agora val segulndo-se
a d'AntaS' Pelo que vamos vendo outra estirpe
se seguir ettia em pouco lempo. Pena he
que nao deiiemde al lio bol nnmaada na his-
toria como a Cornelia, Fabl e outras na antiga
Joma... Como a ralnha vai prolongando a
agem, nao pode c eaur para a abertura das
Cmaras; por laso se di;, que o marechal vira
em aeu real nome eiercer este acto.
J me escapava dlser-lhe que foi reelelto em
Lamrgo o capitalina Costa Lobo, cuja primeira
ejailcio (Vira annullada por elle ser clin do
contracto do tabcoa, e como tal Inelegivel. Ve-
remos como a cmara resolve este caso de no-
va eapecie.
De Villa-Real nimia nao ha noticias, mas sup-
pOe-ie que lahiram os mesmos (cabrajlstai)
que liveram de aahlr da cmara, por Ihe le-
rem annullada elelcao. Em urna palavra
Os novos deputados de que li agora ha noti-
cia, do pouca honra ao governo, por quem foi
prnpoata a maior parte delles.
Conu-seque ponderando alguem ao ministro
do reino Fonseca Magalhea a deploravl elel-
cao dos ltimos deputados elle responder:
a De o melhor que fe pode arranjar, Isto
prova bem o conceit i que o gabinete fas da c-
mara, da qual se deseja ver llvre quanto antes.
Se nao fdra esta elelcao supplementar nao lia-
vena nem se quer uina novidade poltica. Com
useocii da corle, nao le fazem despacho*,
nao sr promulga um decreto, eiufun nao se faz
o i.i i !
O ministro da m.riuha j regressou do Porlo
onde asslnio s experienciaa dos Ues caboa de
salvaco, que pelo que disseratn os jornaes da-
quella cldade foi cousa bem insignilicante. A
ralnha festejou o anniveraarlo do Juramento ,\t
Carla na eidade do Porto, com grande lolem-
nidade : noite quando appareceu no theatro
estrepitosas acclamacdea a vicloriaram, a el-rei
e aos principes ; mas quando o goveinador ci-
vil cntoou o viva a Carta reformada, houve al-
guina hesilaco nos espectadores em Ihe corres-
ponder, as neohoras recolberam os lencos com
que dos camarotes suppriam as vozes da pla-
tea, e de repente ouviu urna piteidi! a pre-
senca das pessoas reaes fez com que fosie logo
suAocsdi, mu dall por diante nuuca mais se
fallou em Carla reformada, nem as poeslaa
que ae recitaran), nem bol dsticos dis i lutui-
nicdes. lia quem dig que a auloridide admi-
nistrativa do Porto pona evitar este cheque ao
duque de Saldanha. par quem era dirigida,
masque nao o obviira por luilnuacdes que at
ae atlribuem a alguem do ministerio. Nao con-
tando porm cate incidente, a rainha tem sido
festejada no Porlo como em pane netiliuiiia.
l'i'iii-.e dado graodea bailea em aeu obsequio,
a que ella tem Ido, demorando-se at alta noi-
te. A assoclavo briunoica, dos vinhoa do Por-
to exceden o tudas em riqueza e profuso, dan-
do um laul i ceil l SS. MM,
ria
rou-lhe a arma da inao, e depoia lh'a restiluio.
Apraz ver estes arregaohns de granadelro de
Napoleao em soldados poituguczes, que o sa-
bem ser como nrnhuns oulros. A casa perten-
cia a tima seuhora viuva SimOei. Esirse j
reedificando.
Houve quemattribuisse este incendio a en-
commendi da pirttdo, imputindo-ie piincipal
mente aos realistas. He porm urna evidente
calumnia. Foram os criidos da cosinha que
apagaram mal os fogdes, commiiiiieando-se o
fogo lenha que eslava |.iiniini da chamin.
A Providencia llvrou-ie do desastre que del-
te siniltro podi resullir, mis caslignu os nos-
sos peccadoacom um terremoto na llha de S.
Miguel, cujaa consequenclaa todava nao foram
to desasliosas como so principio ae cspalhou.
Cls-aqulo mala ii.l relalorlo que daquelli tr-
ra chegou Lisboa :
Depois de grandes chuvis e ventanas,
amanheceu o da 16 secco e cilido ; de lar-
de i ilmosphera appresentou-se csrregsda,
mas ninguem presscntia o triste a conteci-
iiienio d. noile.
Cinco minutos apenas depois das dez
horas comecou a seniir-se um violento tre-
mor, acompanhado no neu roaufu por um
ruido si.liiei rano. A convulsfio 10 princi-
pio foi recta, o nm momento depois turnnu-
se lateral, e com tal vehemenoia, que des-
abaram odilicios, outros se irruinamn, os
eannnlins ibriram-se, os muros c>biam,e
s pessoas atrralas il'um para outro lido a
prurunrem seguranca para is vidas nos
largos e as pravas, bradaodo por miseri-
cordia.
O lerrimoto, segundo os melbores cal-
culistas, durou apenas cinco segundosi e ai
de nos se se proloogisse por mais um ipe-
nas ; porque enlan Deus, formosa ilbi de
S. Miguel! !
Desdo aquolle momento comecitsm lo-
dos correr para o largo de S. Francisco'
onde se reuninm n'um instante ceici de
duas mil pessoas de ambos os sexos, diri-
gimlo-se todas as supplicas para miligro-
si imigem dosenhor Sinto Chrislo que te
venen as religiosas do convento de Nos-a
Senhora da Esperanca so lado do mesmo
largo.
< Viram-se entSo proc9s>s de peniten-
cia, uns descalcos, eoqlros de joelho9 cor
rerem para as portas do templo : lagrimis,
suspiros e solucni ludo se va confundido
nos rostosque tiuhsm Di frente eslampa-
do o terror dos irus nimos
Pelas quatro horas evmte cinco minu-
tos da madrugada do dia 17. nutro tremor
se sentio minio menos violento queopri-
nimio he venia.o, pnrem mais aterrador
indi pelo receio di repeltcSo.
S. En. Um., O bispo da dicesi, man-
dn fazer preces por Ires dias consecutivos
em lodas as parochias e ron venios de reli-
giosas, a que pmpiio assistio na igrej Ma-
triz. OsT-mploS, em todos os tres das, fo-
ram concirridissimos, eera edificante ver o
rcciilliiiii. uto e devnco com que os fiis
assisliim etes actos solemnes o religio-
sos.
Nflo podemos ainli enumerar lodas as
desgracasoccorridas tanto na ci lide, como
ms villas, aldeas, e povoacOes ; por Dos
filtarem as noticias quo se esporam nos cr-
relos desta semana, diremos uuicamentn as
porque o criado liona aaido levando-lbe a cha- -
ve, valeii-loe lera poru urna grande abertura! motlla^poique em geral lodas as proprieda-
que levaste o infante D, Lula ao colla para a animamlo a todos, com pilivris de con-
rui, respindeu que so se a rainha Ihe lieasse |.,rio e ile espe'allC". Mdame Casella, a-
guardandoaarm/atellevollar: a ralnha tl-j com|, .,,, je seu espnso, qtle conduzi
varios objertos pnciosos de qoe pude lan-
No dia f> sahiram os augustos viajante! para
Rraga, prumettendo pas*ar anda um dia no
Porlo quando regresaarem a Lisboa. Nene dil
pernoilirain em Villa-Nova de Famlica, e no
aeguinte, 6, em Harcello*. Aqui houve um
deaistre que poda ler serial consequenclaa.
Era perto da ineia noile, eslava a real familia e
Inda a sua comitiva j recolhlda, quando uina
dassenlineilas vio repentinamente una grande
lahareda DA cosinha, e toda a casa chela de fu-
mo, lorien a bater porta do quarto onde
dominio 3S. MM. A rainha saino logo em fac-
i, de dormir, airavcssando assiui quasl toda i
villa pela brayo do vsemele do Pinbclro, diri-
gindo-se para a casa onde eslava aquartellado
o duque da Tereco.i. El-re! tambem sabio em
de eaulvocos e raridades, alguns dos eleltos,
sao dos mais adversos ao goveruo. tutre estes. ''<">l''- branca, sen, cbinellas. e um casaco aos
mencionarei o goerrilhelTotalaiiiba, eleito em hombro.. Os principes foram transportado, ao
ee z5jStt23ST^^ levando^cb.: -
..... ,,. nrnaea ir.iirreaaialas iilraranl ., Ve, va UU-He lera pOrU Ulna granilc IDCrtural Uilll., |.miuiiiiis... .,..... '",--.
^V*,V$^J^T$XmIZ '^t. do chao. P?r nde elle mt.eu.....lo. e ] des solTrer.m.e .odas he...m n,a ou menos
patriota Rebeilo CaSral, irman do conde de l'"" Por" fr au" '."ne- -A ca" ardeu rruilud.S.
Thomar, e cx-pre.idente da cmara ; Antonio "".e >e ? ""tu ar amaina, o fogo coinmu- | Em p0nta Delgada sen. um nunc. .Ca-
da (Jimba Sonto-Uaior, intigo redictor do i- nio.va-.e as casas fronielraa. e a v i a ardia to- D,r s, pr9tendessemos descrever todas as
tandaru. e depulado cabralista, que to des- da 1 Silvou-se porein lod. a nobllla e prala felizmentp S perdeu i vid
*. .. .I dnnni da o.a mi* ara mili I i m linilii'in n,____
com
qu'edo0 gCi'prnVte\,nhTa"or;.TumV;i'c:b.Ud; ^tu^VM^tVii .SS" Ogr.de.tn.nto do pedra do torre da piro-
soflrer rindes coolr rtetf.de.. de que resulti- Gonla-ie tuna anedou occorrldi ne.te con- cha de S. Pe tro cabio com tal violencia,
r provaliuente a dlasolucio drsu cmara. O Dicto que pela origlnalidade lein seu chine, que racllou e enlerrou o lage.menlo do.-
minialrodajusti(a A. Luis deSeabra fi reelei- Antes da rainba ubir da cisa inoendiada, dliae rjro, e muito ha que recriar das casas aun
lo, por narer perdido cadeira em consequen- lenlinelli que eslava pnrta do quarto do. ,| ,.,[.-, 0s pa(0S do conselho, e a ca lea
cia da sua elel(io ler caducado pela oomeaco principes, quei arrombas.e com a coronha da publica polo seu csl.do de ruina, sendo ur-
Sou Frederico Rochrbrure, que imperiosa.
iu de ouvi-lo quando sua voz que nao no e.paco velocahlr'coino utna masa iroi p. vessemedo de alnquletar.a depozbrandaraen- la culera se revolla.
resoa em ineu oiivldo, seno em meu coraco, ; do gigante. I le em um canap. i Que este Maltn 1
mediz dcstas n.lavras que recolho precioaamen- Eu sibil, senhor, que eatavels aqui | dls- Os dous criados que tinham sido precedeute- Elle ineamo, meu amigo,
te e iiuc saborelo golta a guita, como um pobre se este ultimo continuando sempre no seu mente trancado, em uina sala adfaceate. rece-, Mas vos, senhor,vos duel-mc quem
convalescehte e penetra de um tepido raio de po.to. beram a llberdade e correram para junto de
sol. O' meu Dos! coiicluio ella, erguendo | Sai-
nara o co srus olhoi. chelos de urna indisivel coi p
inelancolia, fasel que elle me ame sempre e que perder-senos nevoeiros do parque, eg
nioilij alma se conaerve bastante pura para por seu in.tinctn conseguio logo ale.nca-lo
c me seja dado aempre cotnprehende- -
Int-ttieut nida tendo com ogigintc, parlio sua joven aun, i quil nao Urdou, astiu socar- necesildadrs iraasfurminin em ll.inoit Mag-
aersrguicio de sen cumplicc que acaba de rlda, em volur ao senlliuentods vida. Ouan- debaurg.... o irmu de lila ini. leu liu, Sainl-
ler-se nos nevoeiros do parque, e guiado do Magdebnurg a vio fra de perlgo, abaudo- Rleul .. leu lio E o lasquencl e mordoino
... seu Instinctn conseguio logo ale.n;a-lo la non-a ajs cuidados paltrnaei e retirau-se para abracaram-se outra vez com urna ternura mis-
*..,.raua! lancar-se sobre elle ; quando vio com grande uina janetla, pan a qual chamou Beaulreillls- turada de pied.de. ..... ....H
Mari anartandoalKun.^aiiioi, pirou pen- .orprea sua, que linha aido jpievenldo. Hous Abr.f.-ine prlmelro, Saint Bleul, abrifl- Ah susplrou ovelbo j alliviado do aegredo
r^lirDMilc.mente billa no mel dos vapores pulso, defeiro liniiam agarrado o raptor pela me. di.M elle. que trazi. co.n.igo ha vlnle equatro hor.ii.ah!
danoiie, como uina vlrgein fan- garganta, ou outro. I.fos llnbim-ie aberto (J lasquenet lein dar-.e dl.tlnctamenle rasao meu amigo, ene Mabon lie un digno homein a
o. Ma. ua vl.U t enUo perdi- para receber o precioso fardo que a dor Ihe ii- do aentiinento Inexpllcavcl que o arristivi pa- quem nenhum de uo> poder jamis ter bastan-
h niniin
da subte ludo tiue a ceicava, velo a fiur-.e na. zcr. abandonar. Os dous pulsos de Ierro per- ra e.te velho, o apert em eus bricoi. ai pil
vidracas do castello. Ella levou repentioamen- lenciam ao duque Rainond de La Vrillre os piU9es de seu. coracesse confundlram. Ln-
li as iiios ao. olbos: acabara de ver por de- don. bracos Iberio, erain o. do velho mordo- lio Magdeburg exclamou sollando-se ootn pe-
' zar deale frvido abraco.
- Onde nasce.tes 7
Em La.nier, pequeo principado da Alle-
manha.
Tua mal, digna e santa mulher, nao nior-
reu quando le deu a luz ?
Slm, i* de junha de 156.
Teu pal, o burgomeaire Fortuna!! nao foi
FOLHETIM.
IIEMilOEIVEOLiSQUEMT"
(por GUSTAVO CHADEIL.)
VI.
maptisao* poltica,
Na nuilc dcsteincBnodi.-i, ludo eitava calmo,
silencioso, tranquillo no cailello de La Vrill-
re. INas aleatt tuuibrias e lolilarlat do parque .<
nao se ouvia, nem um ruido, nem uinsusnRb iraide uina vidra^a um olhar fascinador que l0 Uonur Mjgdebourg.
do vento. Os Inseos dormlim na relva e os' a aitrahio como um imana berla porventura i [Nesle momcnio o gigante chegou.
uliUnus cantos dos oassaros acabavam de per- urna illuso? I Acoile-io, Manon, acode-me. grilou o
der-se as cspessiias da IMliagem. Todav.s Maria diriglo-se inslinctivamente para a ei- homem que o duque eslranaulaya
senocaoto mais .solado um observador Uves-cada do interior, da qual subi to4Q0t se deisado penetrar seu olhar. livera
urna destas lindas fadas como as que nos, pe
I iiii.im os cautos rabes. Ella raarchava ro
pudo apenas a a rea com as pregas ondulan-
do de seu vexido, e andando cum tanta subii-
l^ia que oouvldoiiao desiinguianada nem mes-
mo o ntfi'i bulclo.
Estafada era Marta. Quando algumas veies,
a lu -rnire duas nuvens lan^ava atrsvet da at-
inu-phera, sua claridade de prata nao polida, o
observador livera podido untar lagrimas ou an-
Lci perolas dlamantlna*s correerm ao longo del
suas faces e irein perder-se na gulla de seu pes-
ihiio. He porque ella pensava em beau-
i' illis, he porque u esperava de bsldc, ha unta
Lu ; e perguniava a si mesma, com o corado
spertido. se nesses lempos de lulas civls, a vi-
a de um homem da guerra, frgil como urna
armadura de cristal, n&o eslava Uo exposta, co-
mu essai florea que seua p calcavam na relva.
Ella marchava a passos largos para aiordoar
lelafadiga do corpo a Inquiela^iio secretada
alma. Dcnrcssa sem mesmo compreheoder co- 111
i.,o .111 ilh. viudo, ella acbou-.e no mcio do re.ponder; e Heautrolllli amante g.enero.o e carrera que ante, de tre leguodo. elle o terll
iardini | tmido, deluoo-. partir .lleneloso, porm cora- alcanfado
Pouco a pone. seu. vao. temore. se icilmi- 'panh-ndo-a coaiuii. olbar ao lue.mo lempo U. .ol.eravei. oo. cscpain! bridou Beau
ram. A" torca de vontade, ella chegou a per- cuto e ipiiionido. .
uadirasliuesmaqui o. rigore. do.ervlvo de- .Nao havia d. corrido undi dez minutos que
viain lmente retir Saint ll.eul, e de longe, Mara tlnlia levado n. alma este olhar embria-
airavezdo espito, sorrio deliciosimeole para o gador, quando Saint llieul ouvto fora um gran-
ene. oso amigo lobre a cabera do qual se con- ; de arito. Um terror .ubllo e my.lerlu.o Inva-
reDlravaiu aa delicias mvsterlos.s de .eu penas- dio sua alma, e elle correu para a J.neiu *oa -
aodelle um huiiirm de um eat.lura coloasal,
car man, do Sr. Ribas que com elle, oinra-
va juntamente.c.hiu com ambo.,no mnmen-
to de lugi'.m das caga, da.ua rnaidancia,
par. de S. Ex o Sr. Antonio Borgea d.
Dam.ra, em casa de quem an achato .inda
pela rasiinde estar de cama e em tr.ctimento
. Sr,'. Casilla, q. o ajueren do terror
< Continuam os pnvus anula correr des-
calcis e cni penilenci. a igreja de Santo
Christo. e familias inteiras nimia lia f-a de
suas c.s.s pelo estado de ruin, em qu. as
deitaram.
Fcilirat. 0 tremor aentiu-se com gran-
de violencia o gradea ment de pedrada
torre, aiu 1. ha pouco concluid., cahiu so-
bre crpella mor d. igrej. p.r.chial, quo
lii-uii Je m lu arruinada is imagens que-
bradas, as paredes fendiJis, e o proprio sa-
nar m amule eatavim is ..grada, formas II-
cou todo em ruinas, nada aolTreudo porem
>s pxides sonde se runlinliiin. As casis
Ticaram todas alluidaa, algumas des.b.nm;
mas nao temos aqu a lamentar desgraca 1-
gumn pes-oal de que at agora subamos.
Militas familias psISo nimia p.-los campos,
dormindo em c.ftus de palb., tendo .ban-
donulo as hsbilicOes.
Rabo dePeixe. Neste lugir cahiram
qtiisi lodos os muros dis quintas e ule.urnas
casas, e cntru ellas as do Jacinlho do llego,
do mestre Francisco Pacheco, por ilcunha
o llefrgo, e do mestre Juse Alf.iat, que
ficar.tn sepultados n.s ruinas com suas fa-
milias, sendo liradosmeia hora depois pelos
esforcos dos S's. Joao Antonio Rotrlho, Jo3o
Candido, Kr.iSo, e llibeiro que desentu-
Ihando as ruinas tiriram ellas 13 pessoas
vivas, oumi s creanca mor.. Eslas pes-
soas escaparam milagrosamente ; pois que
algumas dell.sestavam cubertmdecunh.es,
pedr.s, ten., c telhidoem m.is de 6 pe-
mos d'.liura! Alguus eslao feridos e em
tractanienlo.
Calhetai.Iluiivo urna morie, ruinas de
predios e muro- de quintas c.hidos.
Sdri-i /l/ioin.Kicnu arrasado o carr i -
nho da i'an eir, houve casas destruidas; as
pessoas que estavatn nos tnoinhos da rocn,
gnr. inulilisidos, Uncar.m-se .o mir, e
'tiln vi-i htu 2 murtas.
Britanha.Houve Ues mortes, css r-
ruinid-s, ei igreja solTreu.cihiiidon. Lom-
ba do Ca valho a liar reir que arnsou o c-
niiiiho publico.
, Uosleirot Soffrer.m muito ts proprie-
dades, sen lo de lodo- anuiquill.do o casal
do Sr. Jos Ignacio dos Ruis.
c Consta-nos que pira o Norte foram .in-
da muito in.i.....s as desgracis occorridas,
de que daremos conta a nossos leitures logo
que della subamos comiudiviJoafSo,
He para esperar que as aulhoridaJes pro-
videriceieiii d'.lgum modo, para no possivel
sisoccorrer. miseria e o dcsv.timento. Hn
preciso recorrer as almas generosas nao sO
d'Sl. ilha, mas de todas, de Portugal mes-
mo, do Rrazil. e do tuda a paito par. que
aru 1 un mi ,-l|] co, |uie [nir esta fatalidade
iicou sem lelo, sem pan, esem auxilios.
Kccorra-se tambem a S. M.,c f.ca se ver
o govciio Ja rainha, que o povo d'um dis-
trlctn, que annualmente concurre par. .s
tiespezas geraes do estado, com sommis
avultadas, merece nesle momento toda a
sua atli'iicSo, tmlos osseus disvelos 8 jus-
tica.
. Assim o osporamos porque temos f
n.s authoridades, uogo>arno, e mais qu.
ludo uo lliuinii d'on ie diuiaaam semiire os
actos benelicos em" pro vai to dos povos. a
U guvernoabriu um l pequeocr.dilo
supplenieotsr par. acudir com os indispt n-
saveis soccorrus aus estragos e penuria que
este terremoto causou.
O govrrno propoz ao banco de Portug.'
um emureslimo de 700 contos p.r. ibiir o
concurso d empresa do c.minho de ferro
de I.islma f ouioiri de Hespanha, mas tem
Int. idii suas duvidas, a parece que senSoef-
fecluaii Ao contrario u haoco da Porto em-
presta 400 conlos para uiu. nov. esirada
do Purtu I.isho. Ja he bom comeQ.r-s a
WMM|||^Bat||HajlJ1Hai|laa,Jijacsaa
vador live- cada do inierior, da qual subi lodos os de- j On 1 dl.se Mahon, voi me tiohel. prooiet-
a divulgado I uros, sempre dominada por urna v ntade su- tldo, Mr. de La Viillre. em pag de mioh.de-
as que no.; r.crlor, ella procurou-n. p.redc o bou*, cujo nuncli, que nao faiclscnhuui mala meu bom
eeredo Ihe linha sido revelado era ua luan- amo, o ,3r. conde francisco brarainout de La
cia Uina pona disfarcadaalirlo-.epor .1 me.- Tour.
ma eMarla parouno llinl.rdeuma sala oblon-i lie urda, le. dl.se o duque, sem por is.o
ca iat. a qual esta porla dav. entrada. Qual soltar a presa.
uio fui sua embriague/, quando pode conven- .- Pois bem! senhor, torno M.hon, creio
ccr-se de que era Hcautreillis, Rcaulrelllis de que nao truho necessidade de lembrar-vos que
ioelhosee.tuedeudo para ella bracos uppll- a palavra de um hdalgo be sagrada f
cantes como diiote de uina vali! I O duque Torcido a cumpnr sua palavra, lol-
Mas o lasqueuet linha promeltldo a Honor ton a presa leu pez.r.
Madebour nao procurar ver inadame.ella de Orainmont vendo-se llvre, lancou em derre-
La Vrillre e achva-ae dllote della, icni foica dor de al este volver de olhos do animal feroz
para nedlrllhe que le rcllr.ssc, sem cor.gem que per.eguido por urna ra.iiliia, procura era
nara rrsislir ao encanto com que o embrlagav alguma parte urna pasiagrm, urna abertura ;
sua ci i sem a l'esav i li.c esl. olvido de urna depois. c .mo e.te vacuo ezialla entre o duque
nruineisa aa.'r.ds. Km luatvinqueza de meni- e oseumordoino, irrojou-ie a elle com a cabe-
llo elle coniou ludo a Mari., eu nada oiniuir. cu bal, capando de.te modo pela fgida
Mara Ihe aor.io cora um mrrl.o de aojo. Mi, .orle tcr.lvel que o ameac.va.
lo. nada a .i pela voi ever. d. ra..o, nao ousou Benhorcs, dlssc Mahon, levai inadameicll.
lic.r por mais i. ini.o iuolo desse hornera, con- par. o casicllo cu irei logo reunlr-ine la com
tra o qual nao .chava abrigo ba.tanie poderoso vosco. E tomando a mesma directo do conde,
qnr defends.e. BU. des.ppareoeu poi. sem Iicou a.tlsfello de ver, pela agilid.de de aua
treillis quereudo persegul-los
O inorilomo o delevi.
bl nao temas nada, meu amigo, Ihe da-
se elle, nossa vnigauca cali segura : deixa obrar
Mabon,
Rogo-voi, lenbore, disie o duque que
e aj ii de a
O velbo acabava de cerlificar-ie de que sua
levando ein"e"ui"bracoi urna emocao Ihe loroava Imposslvei transporur por
..._,, ...... r-. ,-------------- lli6 sui lilha para ocailcllo. Peiulreilli leve
nditlerente. boj. que elle o.o .l...qiil, I ""JJ"^,,,,, ,eBleIh,n,e 80 |ea0 a que um um motnen.o de he.ltsc.o, tod.vl. animado.
-Oh! entreunto, itiurmurouelli, e.ti.flo-1 parec, estar de viga. Mais lnge um oulro
res, ealesol, estes passaro. que eulatnava, me homem fugia, '-
.:u I
para admiri-los comlgo
Todas aaiiiiob veu-
) Ylde o Viario n.
St.MU llllllllt BU !>," -J-------------------- ------- i .
perlgo imeici, deu um rugido lurdo ralltun- por ura gesto de Hagdebourg, tomou Marisi no.
do de espanto de ralv.. Lincou-se de um pu- br.oi e dirlgio-ie com .eu precio tordo a
le reciiuliei lineiilo
_ Todivii, disse lleautrelllis, ao qual con-
lervaremoi o leu nome emprestado, como he
que e.te M.hon cuj. feie. gora reconbeco
.e acba .o servido do coode ?
__ O conde exclamou Magdcbourg com uina
explosao de voz estridente. Elle nao he conde,
ineu amigo,Grarnmonl he ura impostor, o li-
Iho de um Impostur.,.. iquelle meaitio que as-
....Inou leu p.i!
He.utreilll. e.lrcnieceu arrebatadamente, co
morto um anuo depuii em nm duello que leve mo se um tiro em brasi Ihe llvesse locido no
com um Impostor de nome Jcronymo Baatlat, o vivo de una chaga aangreut.. Seus olhos car-
3M. por sua. calumnias quena tancar urna no- regaram-se de um odio Uo Implacavel, que o
oa ua honra de ma mi enlan ino.ti .' velbo julgou prudente dlzer-lhe para acal-
Slm, slm.... ma. coino.abei. vos ls.o ?.....: raa-lo :
Tu, proseguio o velho, abandonado, sem | Oh nao temas nada, vai : Mabon cncar-
familla, fuste educado por uina pessoa carillo.a ; regou.se de evt.r-te um remorso e uina nodoa
depois, quando te aentls.e cora forca de tr.zer: de sangue, Mabon ja o hade ler liciocado.....
urna iapada, vlcste a Franca servir no czercilo Mahon te vlnga ... Mabon nos lera vingado !
do re de .N ivarra nao lie .' E oppriinido por este eice.o de emocao, o
He anda erdade. \ velho abracou simia a Beaulreillls e Irocou com
Se dctxasle. ...im teus bemfeilore, foi elle um deslr. biijos de que uina mal se mos-
nieute para nao scr-lliea mais pesado nao he traria algumas veze.clo.a.
j.,1,,, t l Slm, conllnuou elle depoli, Mahon, leudo
Elles lelmpunhim mil privaceipor meu enirado naca desie conde are contrabando,
re.peito. I p4de penetr.r pouco a pouco os leus segredos,
Tu deiipireceste, sem deiiar nem se qur e todi sua esperanca era chegar ao dia em que
uina palavra escripia que revelaste o leu rell- podet.e cmlini adquirir pi uvas incuntesl.veis
ro, e lomaste esic nome de lleaiiinllii o qual di.ao. Elleobserv.va culdadusamriilc o. .eus
lem saludo j emniibiccer nao foi / pusos, ijudava-o. imprlia-o mesmo para mt-
O principio d..U phr.se be juna, neg Ihor comprotuetle-lo, alcaiic.ando desie modo
lmente o Hm. | la cotillioci. Elle wm ne.te momento, uina
caricira ni quil todoi o crlmes deste homein
Mas lu esquecias ineu amigo, que le resla- rsi.io evidentemente emouiirados.
va ainda urn to, medico na Hespanna, o qtnl! Meu lio! di.e Beantrellli. com entluiaiai-
devli.ein aua volia, procurar-te em vio? mo, proinetta-me que Mahon uJo no deiz.ra
Euolulgara morlo; elle linha deizado mal., que II. era nosso Intimo conHdenic,
pusar dez anuos sem dar-nos noticias >uas nosso amigo, e que baverl scinprc em nossa
Elle er. preaioneiro de guerra, meu aml- babltaco um lugar para elle I
So, e teu coraco abysmava-se na recordacao Aqu o duque ttamood de La Vrillre que,
ot seus. i bem como sua IHha, nao linha perdido una ao
Mas como sabis ludo lito ? perguutou piUrn deite colluquio, dirlgio-ie pava o mor-
Reautreillia com adroiracao. 1 domo e para Uejaurelllis, ettendendo a cada
Soube de um criado que te amava, quo te um dellet una mao :
vira cretcer em c.t. de teui bemfeltore eqn E eu, leoboret, perguntau elle, naoterel
tereconbectu outro dli, pelo maior doiacaioi, l t.mbem meu lug.r nem hibiuc.o ?
llooorc Magdebourg pur loda resposia aper-
lou foricmeute a nio do duque. Be.utr.iUls
aproximou a outra inao de seus labio..
_ E Mari., lornou Mr. de Li Vtillre, a ex-
cluiremos nos por ventura ?
Saint-llarul tere um diilqulo, elle va abrir a
bocea para formular um. desse palavra. que o
curacu dicta ao. labio, quando duas pancadas
foram dada. u. porla :
Abri, grilaraiu de fra, abri da parte do
re!
Como todos no ca.tello ignor.vara o aconte-
cimculo que eslava suspenso sobre c.bef. do
lasquenet, Mara, era pessoa, fes signal ao cria-
do para que abriste. Ciuco toldados appare-
. ei un.
_ Senhor tcnente, dille um dellet a Beau-
lreillls. coi nome do re esl preso 1 dc-ine a
sua espada He.ulreilli. aniquilado, entregou-a
loco ; dr pois ajiiui.ni com um tom calino ape-
u'r da emocio de que era victima :"
Podis dixer-me, .enbore., qual h. o ineu
crlnie f
llevemos ser mudos, respondeu o soldado,
tende a bondade da seguir-nos 1 _
Saiol-Rieul entregou-e a priaao. Mara lol-
tou um grito despedacailur e cahlu coui todo o
corpo no chao. Ot soldados com aquella Im-
possibiliuade que d va caracleilur cera nnos
drpoit o honrado corpo dos mosqueUiro, fi-
irrain subir Beaolreillis em uina c.rruagem
descubert,i, precedida de um piqnete delai-
quenels.
Um doslisqueneti emuiii impulso de genero-
sa coufrateruidade ditte ao teu segundo l-
ente :
Somo. ciocoeuta contra cinco : queris a
liberdade ? -'
Obrigado. meu amigo, ohngado mlnba
contclrncia eal pura. Ah ha engao.,, nao te-
rao nada _
_ Mas a forca, a forca tornou com emocao
Be.ulreillls torrlo elle nao cria nella. 0 tol-
dado proseguio :
hila j esl levanuda, logo que ehegirdes.
scris enforcido I
Sa mi-llieul, tomou Isto por urna tacecia :
Pois bem, meu bravo, retpondeu elle con-
tinuando era leu aceito de rito um pouco Tor-
cido ; vem te ura collar d cnamo he lio
commodo de lollrer como um etpaldar.
O soldado com um ar pensativo ful levar ios
eui cainiradit a reipotta de Bcautreillu.
Oh disse um delles, tanto pelor para el-
le devemoi Bcar-lheobrigidot pela recusa.
Oh I exclamoii um tercelro, ulve tlrea-
temoi de ter todoi enforc.doi em leu lug.r.
He verdade 1 diste un tercelro> tera-ie
vil lo lllO I .
(Cea/uiu.r-je-au.)

; !


i


niender em 18o urgentes obrss.
O vapor J*no* MDIU ITUl nMllJ,
levando muHps p.B'UO|. gente Pr4
m.riuluhom. Vi por <.ah(l Verde
A en"" munidp.l de Lisboa elegeu um.
.nnimisso para ordenar o festejos que o
inunici|>lb umcionava fezeT na volla da ra-
milla real es aua cOrie,
Por ora nipdanSose publicarstn osnovos
titulo misespers-se que icr breve
Em Heapenha continua a leaccBo monar-
chicae religiosa. A nova lei, ou antes o no-
vo decrelo re.livo a Imprensa Peridica,
unir outras disposir,Oos severas que encer-
r, exige uin censo lo subido, e um depu-
sit') ISj avullodo nos editores responsaveis
uue todas as folhas polticas de Madrid ( ex-
cepto duna a Hespaiiha e a E, oca) deixram
do o publicar. governo permiiliu a pro-
fisso solemne de >00 uuvicus pertencenlos
a ditrerenlos ordena religiosas, co.n a con-
diccSo potm du que as respectivas commu-
nidades se occup'sssem da educaeflo.
Oorreu, 8 corre amia o boato de que val
ser abolido naquelle paiz o governo repre-
sentativo ; o que alias he de todo ponto in-
verossioiil. O que tem piobabilidade he a
noticia que acaba de circular em Lisboa de
uu o ministerio de 8. M. :.. tiomeou urna
commisso enc.rregads de propor reformas
da eonstituicBo em sentido mais monaichi-
co.Varmosse esta tendencia para a pol-
tica conservadora, e quasi absolutista, exer-
ter, por II n oe contas alguma influencia
entre nos, apeiar dos compromisos do par-
tido da regenerado com os uOssos progres-
sistas. .,
I>. 8. Sabbsdo t5 as 10 horas da noite
Agora acabo de saber que o paquete Irsn-
aatlaotico fecha a mala amanilla as nove da
manhSa. .
Sedaquist llhouver que noticiar nao
deixaroi de o Tazar.
Iloje correu voxde que nSoseahririam as
camaraa-queseriam dissolvi lasque se
revogaria o ultimo decrelo tlctoral eje.
Tal rumor ndo merece crdito: dizem
que he estratagema dos cabraliitas, par que
mudos deputados das provincias, em tal in
certeza, no se ponham a caminho, .< assim
a cmara oSo possa funeciouar por falta d
numero.
Pars 20 de abril.
O sana lo, o orpo legislativo, n eoosolho
da esta instituicOes do imperio, conloasen a fuucio
narentranscoro urna ccrla morosida I?, co-
mo as rodas de urna machina tiova.mas tola-
via de urna maneira regular e qua permita
esperar quo resulte um bom governo deslas
combinares de poder. O corpo legislativo
proveniente da eleteflo tem por roissBo fa-
zerleise nSo tratar da poltica, a nBo Iho
lio peimettido, grecas ao ceu, derrib'ar os
gabinetes e ioquirtar por meio de suas intri
gisochefedocstadoe os nooens de bem
Como quasi a unanimidade dos membroi
da nova assembla he delicada ao principe
Luiz NspoleBo, podo-so contir que o corpo
legislativo, no tentar ultrapasssr os limi-
tes de sceflo que a coiistituicSo i lie as
signa
Quanto ao senado foi o proprio principe
quom esculheu os membros que o compoen, metes, nao pora nenhum obaiacula, parque
e pela innha ultima carta vm. vio cono os
senadores se mostraram reconhecidos para
com elle, concodendo-lhe, por unaiiimids-
de de votos, urna dotacBo de 12 milhOes. Do
son lado, o principe iiBo quer mosirar-se
manos grato para com os sena lores. A con<-
tii'iicSi) Ihe da o direilo de conceder dota-
edes aos membros do senado, e elle quer u-
sar com muila liberdade da sua perrogutiva,
dando a 39 senadores snbsjdios de 15, 20
30 mil francos por anno. He por meto des-
les pequeos presentes que se entretem a
misado entre o presidente e o senado. S i o
publico nao esllvesse hojo embotado sobro
a clica, acliaria crsmente alguma cousa
que censurar nestas costosas generosidades,
das quaes a Franca paga os gastos, poro n
os jornaes teem medo de ser suspensos ou
supprjmidos, e evilam o.| a menor
censura. Na verdade a liberdade n3o he
grande no no-so paiz, mAS a quem devemos
lancar a culpa senflo a nos mesmos quo te-
mos abusado do direito de dizere aztir lu-
do a ponto do n.l'i deixar ao paiz outros
muios d" salvadlo senSu a dictadura i*
(I corpo legislativo oceupa-se de um pro-
joclo do lei sobre a refundidlo de nossas
tnoedas de cohre, e do um otro projecto
sobre a reabilitaclo dos condemna.los. I-
guaes assumpios nao inl-ressam a ninguem
o ii.lu os menciono .senBu para fazer compre-
liouder a Vm. quanto o publica s.....tu ,i
daa delibe'scoos legislativas que finalmente
nBo nos sSo conhocidas sen3o pelos procos-
sos verbaesda assembla,os quaes os jornaes
teem a nhrigaedo de inserir, e que em S'ia
erJiez odie al, sSo a leitura l mus enfado-
nha que se possa imaginar.
O governo todo esla as m.los do presi
denle, e o interesse se concentra nos seos
actos. O grande Iraballi i do principe, nes-
to momento he acabar com as consequencias
da insuireic.au do un /. de dezembro, e dimi-
miiiiiir o mais que he possivel o numero
dos individuos contra os qua.s a sociedade
deve proceder com rigor e augmentar a .
popularidade por sua clemencia, vi i sj
po le avahar em menos de 20 mil o numero
daquelles que tomaraiu parte as ultimas in
surreiedes.
Algunas fugiram, porm o maior nume-
ro foi preso. O qne se devia fazer desla ra
cade individuos? NSo cnnvlnha ffzo-lus
julgar pelos trihunaes ordinarios porque
lora ureciso muilos annos pora um tal pro-
cesso. Determinou-se i .os administrativa-
mente sobre a sua sorle. Como l ver a
vm. as minhas cartas proced>'ii(usnomeou-
se em rada departamento unii com mssao
composta do prefeilo, do general e do chefe
da magistratura, os qua s examinramos
docuuiuntos dos datidos e pronunciaran] so-
bre a sorle de cada um delles. Agora q le
se trata deslas dec sdes summarias, o pre-
sidente quer mostrarse clnente lauto
quanto Ihe permme o interesse da socieda-
da Uuusde seus ju lan'.oi de cimpo e um
coaselheiro de estado reenhersm, cada um
delles a missao de iron aos departamentos
nos quaes a iusurrei<3<> teve lugar, de veri-
liuaruiu outra vez os documentos de oda
condemnado e de darom liOerdada a todos
aquellos que foram illudldos, e q ie moslra-
redi que estao em arrepeudimenlo li-t s se-
niior.'s ciimprem nestu momenio este gene-
roso mandalo'que o principo Ihescoullou.
Mr. Queiitin Rauchsrt, do conselho do esta-
do, est no Meio-dia, onde destribue com
granle profusBo, o perdao : otdous ajudan-
tes de campo do principa o general CoU'O-
h rt, o coronel despivass estao, o primeiro
no centro, o segundo no sudueste, ambos
mostrarn-se muito mais avaros dos favo'es
misericordiosos do presid.e ite. Esta diffe-
ronfa explici-se por este ficto, que o de-
magogia be inlinilsmente mais obstinada e
pe veillda nos departamentos que ellas es-
tao enearregados de visitar.
Os campouezes do meio-dia nBo perde-
run anda todo ossnliinento religioso, dei-
xaram-se arrsstar pela sua Imaginacao e
voltam fcilmente a melhores senliiueulos.
Os outros rebeldes, pelo contrario, sSo ver-
n.ideiros commuminslas, que a aua derrota
nao curou do a .potito da propriedadealheia
sa-i vordaideiros animaos ferotts que im-
pirts pfl-los forado estado de causar pre-
juizo. Par este iin v'Bo transpoit-los aoa
milUarespsraa Algeria.
A converso de 5 por cenlo em l/ ler-
minou msil fellxaiente do que se espfrsvi.
Subre porto de IffT mllhftes de romas ins-
criptas, oque rrpreseuti um capital de 3
mllhares e 7t o>ilhOe, Dio bouv pet-cSo
do paRaneoto aen3o para um inMI^iti e 93A
mil francos de rondas, ou em capital, 38
milhoea 700 mil frsnsos poueo mals ou
menos. tlieuouro fz neste rtioinento es-
tes pagamentos, os .quses tormlnarBo no
primeiro de malo. As rendas pagas serSo'
mutiladas, e osla economa que o oslado
pode fazer som cusi, porque o dinhelro
abunda as suas calxas, augmentar os lu-
cros da operario.
lie outio lado, coiilinuacao d|S transa-
(Oes commeiciaes e indusiriaes tem singu-
larmente melhorado as rendas publicas du-
rante o ultimo trimestre, os impostos in-
directos, ete thermouictro da prosperida-
de geral, augmentou de cinco milhfles,
comparativamente ao mesmu trimestre do
anno pas-ado.
O principe presidente oceupa-se em man-
ter e forlilicar a populandade no oxercito
quasi todos os domingos, rjepoin que veio
a primavera, elle passa revista a urna par-
te da numerosa goaruicHo de Pars, e os
soldados, quo nstao muilo contentes com
olle, n8o grilam somonte-Viva o presiden-
te, viva Luiz NapoleSo bradam tambem
e mui frequentementeviva o imperador!
O principe deixa-os diter sem que su<
impss-ivel physionotnia mostr nenhum
signsl de contentamento. Mas nSo creio
que estas manifestacOes em nsda mudem
os seus projectos. P.lelem a mira no i.n-
perio, iins nBo o turnar senSo pela manei-
ra por ello un'snio manifestada : menor
apparencta de perigo publico elle far reu
nir pelo senado um senatus consulto, o
qual determine que para a seguranza c
grandeza da Fianca he necessario quo se
levante o throno imperial: o povo ser con-
sultado e elle dir-sint-como no mez de de-
zembro passado; hedesio modo que have-
mns doler o Imperio, ese na la vier trans-
tornar a marcha dos sconiecimemos, n8n
teremos de esperar, ao mais tardar, seri&o
o anno vindouro para vermos chegjr o prs-
zo imperial.
Ha pessoas quenAosSo do mou psrecar,
e que crem que o imperio est muito mais
prximo. Il'aqui a viute das, a 10 de maio,
deie ter lugar no campo de Marte urna
grande ceremonia, na qual o principe pre-
sidente deve distribuir asagui citoj os regimenlos ausentes do Pars s-
sitir3o es:a fesl por doputacOes. D-
zom com rasSo que os soldados hSo de ma-
iiif si ir o mais vivo enlhunasmo, e quo ha >
do bradarviva o imperador,-com mais
M'ii que nunca, o que Luiz NapuleSo nBo
deixar oscauar a occasiao que deste molo
Ine ser offerecida do trocar a sua cadeira
piesidencial por mu throno. Oigo-Ule des-
de ja que estas provincias nao serio realza-
das. O principe nBo cede jamis ao enlliu-
siasmo, o todos os seus actos ser.an madu-
ramente meditados. Klle nSo se dexar
proclamar pelo exorcito, a maneira dos
imperadores de Roma degenerada, porque
ello quer, no da em que isto ucceder. ser
proclamado portlo o povo e pela forma
que a constituido tem determinado.
A impreusa, este peder lau lerilvel bi cinco
2
m
uorre de medo. Vine, sabe que a admlnlslra-
cio pode auapender e meaino supprlmir ua Jor-
naes tem que aeja preclao a interven;ao da Ju-
li^a. uouieala espantada suapeaiao c da aup-
presa-o ella refrea a iinprenaa. Ogovernuj
umo de aeu direilo, nao em Parla, maa us de-
partamentos. Alguna jornaea de provincia lo-
ram suap"n09 como profeisandodoiitiinas pe-
rigosas. Por esla raso os nosioa grandes pe-
ridicos de Paria orleanl.tas ou legitliulslas nao
ousam mais tocar em neuhuina queatan inter-
na, e para ench T aaauaa columnas occnpain-
te inulto maia do ettrangelro do que da Franca,
O ftoveroo acaba de tomar uina medida enr-
gica que os honiens houestos teem approvado
bastante. Elle dimiilio de suas cadeiras trea
professore do collrgio de Fianfa, Mr. Miche-
let e Hr. Edgar Qninel et Mickievle cue acll-
nham feilo apostlos das doutrlnas deuiagogl
cas ein aeu ensino. Os dous primeiros prlnci
plmente eram hoinens de talento, mas a sede
de uina popularidade m os havla pervertido e
lieos sabe a funesta lulluencia que clles eser-
c i un na moeldade de uussaa eaculas.
Um doa nosaos mais illustres marechaes, um
doi tu In mi. lugar-tcnentesdo iuipi-rador Na
poleao, a marechal Gerard morreu ltimamen-
te com 78 annos de idade. Foi enterrado cuino
pedio em aeu testamento sem pompa em uina
de auaa Ierras. Elle foi noineado marechal em
iS.; i por Lu/. Pbilippe.
Morreu laiubctn ueata capital onde viva ha
mais de triuta anuos, dm Irmo do re de Wur-
leinberg, o principe Paulo de Wuitemberg.
Seus restos uiortaes foram transportadas para
Stuttgard.
' Ing aterra. O parlamento Ingle nao Iraba-
Ihnu toda eala rjuiniena porcausa das feslaa da
Pascboa e aa noticias dadas pelos jornaea. fo-
ram insigniOcantes. Os whigs perdein todos
os cIm cada vez mais a esperaoca de reassumir
o poder e este partidoaristocralico csl.i a ponto
de aediisolver. Os mais empentados pasaaro
para o lado dos liberaos demcratas, debati
das bandelras de Cobden, os outros u.i.i aug-
mentar a phalangc conservadora que marcia
sol o estandarte do conde Uerbv. Enire estes
dous campos nn lia lugar para o ambicioso lord
JohnRussel. A aessao terminar* hora que de-
terminar o primeiro minia ra, apeiar dos e.for-
cos eiupregados pelos adversarios para apressar
o cocerramento, e as elelcoes geraea daro a
tnaiorfa a aquelle que, dos dous uovoa partidos,
liver de lomar o governo.
Em Londres inulto se tem oceupado do ter-
rlvel desastre auccedido no vapor Mirhenkad,
quo perdeu-se vista do cabo da Boa Esperan
ca com quasi toda a sua tripoltcao e pasaagei-
ros, em numero de s50 homens. Esta catastro-
phe, seinelhante a que aolTrcu reeenicmeiile o
vapor Ama-Mas, chama a serla alinelo dos
homens especiaes da Inglaterra sobre aa lin-
perfelcdea deaua marlnha i vapor, aqualtein
tautbein sen martyrologio lio grande como o
donEslados-Unldos.
Ss noticias vlndas do Rio da Prala tem oceu-
pado bastile o publico da Inglaterra como o
de Franfa, A eonrlrm'acio couijileta da queda
de li.is n produiio bona ett'cltos e o tommerclo
dos dous palies se prepara para colber oa fruc-
los de um aconieclmenlo que ter* ein seguro
re,ultado ab>lr Kiyoin o ioterlor da America
dosul. Auounciain agora a ohegala delloaas
e de sua familia Inglaterra no vapor de S M.
I). o Ciinflict. Os Ingletea que acanciarain Kos-
suili. pderSo tambem lestejar R.isas para dis-
Irairem a ha puvo mais folgaaao que o poso Ingle. Pre-
cisan! deuuijanola para cada estacao do|inno,
um famoso pedagogo ou um lyranno, urna bea-
ta feroa de quatio ps ou de dous, lato pouco
llirs Importa.
^Hwn/m. A morle do principe de Scn-
ivarlieuiberg est bastante conBrin ida. 0 11-
lustrt e animo homem' de estado foi alacado
de uina apoplcxia fulmname no momento em
que se diriga para Jumo do Imperador. A mor-
tc foi ins uu Mira, c o imperador iminediaia-
incnie avisado, alo pode cliegr a lempo de re-
colher o ultimo suspiro do aeu mioiitro.
Fiierain-lhe mngiiiliciis funeraes: o joven
Imperador que lamenta amargamente n perda
que acaba de soffrer, nasistio ceremonia fne-
bre que leve lugar na Igreja de SSo Miguel, na
presenca de todo o corpo diplomtico ealoa
cheles do exercllo. Os restos moraos do prin-
cipe foram transportados para a Hoemla onde
foram Inhumado! no tmulo de la familia.
A poltica inaugurada pelo prinolpe Scwert-
seinberc ein nada rol alterada potinca de
resistencia Inefleiivel anarclim e de recom-
iriicca'- do amigo estado de cousas cotu novos
malcraos. O einbaliador da Austria em Lon-
dres, o conde Ruol-Schauenalein, foi chamado
* Vianoa para tomar a paata doa negocios ei-
trsngeiros. Mas o Imperador pretende de hoje
em dame gosernar elle meaino e nio quli no-
mear um de aeus ministros par
gracadoa decretos e os principes de Orleans
pnicurimsubtrshir-ssseUese sustentar a
lula peraute os tnbuiiaos.
Aol il da marco proiitao pastado a adml-
nislrafio doa dominios quii lomar posse ein
iioiik do estado daa dual propriedades de
so lis dlrescrio da polillo!.
Portugal. As cuites reunidas em Lisboa
para rsvar a conslituigOo, dMdiram-se em
tres frsKcO's quasi iguaes, el tar-fs do ma-
rachsl af.lanht ho muitt) diflieil. (Jms
Sueslln bastante grave, a sbolipao da pena
o morto em mileria politice, acab de at-
teslar estas divisOes, e o niinisterio quo
q'ueris qoo esta qnestSo folie decid la, nao
pela carta, roas por umi lei seriamente me-
ditada, teve a minora. A rainha que sabe
cada voz maissppreciar s dedicscBo de Sal-
ilanli.i r.-ciisoii aceitar a demmissao que seus
ministros Ihe lioham da lo, o adiou escor-
ies pars 20 de junho. Cre-se e espers-se
quo d'aqui at l, um acto de vigor concer-
ni entre o illuistre marechal e rainha, po-
ra llm s estes dilaceramentos peridicos
qde os partidos suscitam na monsreha lu-
sitana. Cumpre reconstituir em Lisboa a
authorilade real, e s espada de Soldanha
nBo poderla servir urna melhor e maior
causa. __^____
dem 7 de maio de 1852.
A respeito da festa militar de 10 de maio
deque Ihe falle, lem-se felto correr com
nbstinacBo o boato deque LuizNapoleSose
fara proclamar nolis Imperador pelo exer-
cito. Ja disse a Vmc. o que pensava sobre
osle ponto, mas eis-squi um desmentido
muito mais cathrgoi ico e que interdiz toda
a supposicBo :
A ola seguinte foi publicada nn gazeta
iilliei 11 do 20 de abril.
c Um grande nn ero do pessoas cr6 ere-
pete que o imperio deve ser proclamado
por occasiao de urna fesla. Suppor assim
o governo com o desejo do um pretxto pa-
ra mudar a ordam de cousas eslabelecida,
he fszoruma idea mu falsa.da maneira pe
la qual elle oneara seus devares. Se s ne-
cessidsdo lizesse algum dia adoptar urna
semelhaute resolur;Bo,ella nBo poderia cum
prir senSo sobre a inciliva dos poderes
constituidos e com o ssenlimento do povu
todo intoiro.
Quanto s aclamacOos do exercto, e!lss
sBo, ein v.m-iii.il-, para o chefe do estado
um lestemunho precioso dos senlimenlos
de que elle esti animado, mas nao podem
produzir nenhum resultado poltico. Por
isso anda que na ceremonia de 10 do maio
os sessenta mil homens reunidos no campo
de Marti ssudom o presidente com o nomo
do imperador, o restabeleciment' do impe-
rio nao avaiic.111 nem de urna hora.
Esta nota communoada emana do pro-! mil rmeos de rendas. Estas rondas foram
prio presidente, ella foi escripia por sou annullades e o ministro as substituio por
secretarlo intimo, Mr. Moequane, o qual qma niscripgSo nolirro meslre de urna ron-
fol encirregado de invia-la iiumedtaiaiwen da de quatro .nilhues u 403 mil francos em
te ao-,l/onniieur. I 3 0|0. Uosle modo o thesuuro ttm um lucro
O publico foi vivamente impressionado an iual do 72 mil ITsnciM e os banqueiros
gahhatjk todava urna mu bella somma.pois
podem venJer a 70 francos ou mesmo a 71
suas i 'h las que nBo liles saliom vn.in a 68
francos. Do ambos os lados o negocio he
bom e o resultado diflniliVo da conversan
he assim alcnzalo : o oslado realisa urna
economa animal de 18 milhOessobre o in-
teresse e sua divida.
Presentemente temos muitos bailes e fes-
tas : o presi lente, os ministros, abriram al-
ternativamente seus saies a mais bnlhante
sociedaJa, depois veio o g rio do senado esperando u presidenta do
corpo legislativo que deve dar um grande
Neullly e Monceau que faa>a pane do doin
nio privado do es-rel. Os reprelenlantea d.
hcraclraa da Oil.auo oppoteraiu-se a liso
e fui preciso requerer a forca publica para es-
pelllloa. O negocio foi levado perame o tri-
bunal do Sena,* e dous advogados famosos,
>r Berrver e Mr Paillet, foram tncarregado*
de sustentar os direitos da familia de Orlen,
e a nulldade dos direlios de 22 de Janeiro,
como atentatorios do direito de proprleaiadc.
A admlnlitracao liiuitou-ae a auatentar que
o tribunal era Incompetente e que nao Ibe
pertencla Julgar uina quesillo soberanamen-
te decidida por umdecretoque tem forca de lei
Apezar deata razo, os Julias de primeiia ins-
tancia eiiardarain a quealio e marcaram o pra-
10 de qulnae diaa para decidir aobre o csaencl-
al do debate, Isto he, Sobre a queitio de pro-
piiedade. Foi laso urna victoria para os Orleaoos
maa ella durou pouco : o prefeilo do Sena
cominunlcou linmediatamenie ao presidente
do tribunal um decrelo de conflicto, Isto he
um acto que prohibe ana Juizes oceuparem-
le ueste negorio e que o reveudica para ocon
selho de estado, nico apto para oecldlr aobre
as canteslaces em que o estado lein parte. He
puis o consrlbo da esla-o quem ha de Julgar,
e como elle Horneado pelo presidente encacha
iiitelratnente debauode aua dependencia, po-
de Vine, catar cerlo de que elle rejellar as
prcteuedes da familia de Orleans. A injusti-
ca sera comummada e a raso de estado pre-
valecer sobre o direito.
A ronveisBo dos 5 0|0 em 41|2 acha-se
felizmente terminada por urna ullima o e-
mo.io que tem levanlado aqu algumasc "
licas, mas que julgo excelleulo o que era
necetsaria, no ini-.-ru.--s mesmo dos possui
dores.
Um cerlo numero de banqueros se en-
lendeisrn com o minislro da fazenda para
impedir a dfiprecisfBo dos cursos duranlo a
exoeucBo da medida, e consagraran! urna
grande soroma compra das inscri-iecs de
reuda que fossem traiidss ao mercado.
Foi assim que se impedio que os 5 0|0ca-
hissem abaixo do -a a que se lornon pos-
sivel a couversBo. Agu a que esta opuracBo
suncha coiisutninada, foi preciso pagar aos
banqueiros o seivi<,o que.prestaram. Eis
aqu o quo faz u minislro;
As sommas que os capitalistas consigna-
rain compra das inscripfOes do50|0 ele-
vara'ii-se a perlo d cen milhes e repro-
> -iilaiiim em 4 1|2, quatro nulhes e 475
tratado! cora elle, devla-lha. um limpies tesle-
inunho de corlala. As mUrpellafots nio Uve-
rain ouiro resultado.
Aa duas mliasdes da Franca e de Inglaterra,
encarregarias de Iram Informar-ae da nova si-
.. tuatio do Prala, parlem.oada umadn uu lado
i nos primeiros diaa deste mes. Mr. de Salnt-
'..iGeorges e alr Cbsales Holham, OS dous envia-
dos extraordinaria se encont'rarao oa Pabla.
Allemahp,-~O rr d* Prussis acaba de
tomar urna grande inedWa* A.constilui-
(fio que elle juran nrgahiM a "tmara dos
pares de um modo muitj) democrtico, e to-
dos os bons es,. i ritos sflo concordes em que
esta consliluiySo deve ser reformada. Uo
projecto de lei nesle s-mtido fOrs propoito
prmeira cimara, a qual o ado. tara, de-
pois de longos debales, mas a segunda c-
mara, a dos deputados, a'instsd pelos de-
magogos, regeitou o projecto; entBo o re
tomou um partido decisivo, siguillcando s
duas esmeras a (Irme resolucBo em que es-
lava de regular por si mesmo por vis de or-
denanza urna inatTia sobre a qual ellas
nBo tinham podido entoii ii-r s'.
Ninguem pensa que avontade do re en-
contr resistencia s a, o em lodos os es-
sus esls resislencis ser qu-brada. O po-
der real est hoje nleirmnente emancipa-
do na Allemanha, grabas ao act i enrgico
de Luiz .Napole.lo, o qual poz em derrota a
demagogia europea.
Na Suisss tamhem ossa demsgogs fdra
vencida Os socialistas de Ueruo lize'am
um eslofc.o i ara mudar o governo' des-e
canlBo ; ellos provocaram um voto quo lo-
ria posto outra vez em queslBo o successo
obtido, ha dous annos, pelos couservsdu-
res; mas urna maiona do 7 mil votos pou-
co mais ou menos, sobre 86 mil votantes,
manleve o golernu actual.
O imperador da Itussia lie esperado em
Vienua a C de maio, O grao duque de Ba-
dem acaba do oiorrer, seufilho primogni-
to, o principe Luiz, atacado de alieuagBo
mental, renunciou a coroa em favor de seu
irmBo, o principe Fio utico.
I'nriujii. a raima D. Mara percorre
neslo inutn-uto aeu romo, no aieio do en-
thusiamo geral c acompanhada do marechil
Sal launa, cujos grandes smeos vBosen-
do cada vez tnolhor apreciados. A rainlia
era esperada no Porto a 28de abril.
Boletim da Bolca. Os 4 1|2 0|0 sohiram a
100 francos o 75 c, haiiarain a 99 f. e
75 c ficaram a 100 f. e 35 o. Os 3 0|0 so-
bi'am .a 72 f. o 50 c, baixiram a 69 f. e
70 c, ficaram a 70 f.e-60 c.
Os consolidados inglezes licaram do 9S
5|8 a 100._____
aM!aaeMaav>aaii i _.
CONSULADO GERAL.
aendimeotn do dia 1 a 2 .
dem do dia 8........
9-1*9,312
' 2.018,993
lt:188,305
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlodo dia 1 a 2
IrlemdodlsS
lih.
Precos.
IIS
.. no
i, too
> ib
i. loo
Arrol. l ,-J'io
2,(1011
I,'011
1.250
2,21)0
I"-'
107
112
S
li
82
82
92
II
87
PERNAMBUCO
pelos termos .Insta nula. Aquellos quees-
tavamj convooindos do que o principe Luiz
Ni pul o me quera chegsrso imperio se-
nBo pelas viss por ello propiro tracad is na
constituido, issohe.pelo meio de um no-
vo voto popular, provocado pelo senado.re-
cooheceodo qua tinham bem julgado os
senlimentos do principe, ficaram a lmirados
da maneira resoluta com que elle falla dos-
is acclamaeao imperial que nSo pode far-
tar-lhe. Quando l.uiz NapolaSo diz qne o
impeuo nao a vane ira nem deuma hura, he
claro, que elle ili.-ma estas duis coosas.
que s hua em que o imperio deve chogar,
est do aufiiSo determinada em sou espi-i bailo a8 desti mez, mas lodus estas fastas
rito eque o imperio nBo Ine escapara na| por mais pomposas que sejam, naosesp-
buri quo elle tem #marcado. Creio que is- "
lo lid verdade. Luiz NapoleSo ser impe-
rador quando quizer, e elle proprio sabe
quan lo deve querer.
Esperando que este g-ande facto se cumv
pra o principe nada dospreaa para augmeu
lar sua popularidade. No mesmo dia em
q e a unta qua acabo de citar ipirecuu no
i/o'ii'ii iir, el e parti accoiiipanhadu doal-
ir., ns do seus niitlistrus, para ir visitar a 40
leguas de Pars, urna regiBo da Franca a
que chainam Solognc. p-lz rido o dos liado
que reclama us maiores e mais urgentes
inelhorameiilos. Em tolos os lempos oa
governos nBo recouliecido quo esls vasla
estoncBo do Ierras incultas, olloosdas qua-
si a porta da capital, era uina cliaga e urna
vergonht para a Frauda : esludos profun-
dos foram feitos pelos engonlieiruse r.co-
nheceu-se que para fenilisar a sol igne,
baativa uulis ir ss aguas estsgnadas das
pnr^Oes pantanosas do seu solo e reuni-lis
em um canal, que regasso o tornasso salu-
bre o paiz lodu inicuo ; mas at ao prose-
le ludo se tiuha limitado averilicaro male
indicar o reiieJio. Luiz NapoleSo quo ha
uiji homom do accBo, quer Isvar ao lim a
grindoemprezi de tornar a Sologiu salu-
bre e propria para a cultura. O Un do sua
pp mimaran du exjlesdor d. quo sa prepa
ra para 10 de maio Neslo da oexercilode
Pars dove dar um baila ao presidente
Acha-se neste momelo em construcrjBo
para osle baila urna saia colossal no campo
da Mario, a qual podara contar duze mil
pessoas, havora uina esplend la ceia para
lodos os convidados; na mesina nuite ou
na do da imme lalo I' ns vera um logo de
a Mido como nunca vio e que esta sendo
preparado por nossos soldadas lauto dos
co'pos do engenheiios como dos de artilha-
ria. Hez mil bombas luminosas rebenlaram
ao mesmo tempo em um dos pontos tr.sis
elevados ds Capital o 200 pegas de nrlilu-
na Ins servinim de muzica. Vmc. nflo po-
de imaginar quanto u annuncio deste es-
pectculo exliaor uarlo tem excitado a
curiusidade das provincias o dos paizes os-
trangeiros. No ha um s quarlo em nos-
sos notis que nBo tetilla si io de anle-mBo
alugado e os < mimos de ferro nos trazem
ja um numero inmenso de visitan!-s. Nada
convm melhor a Pars do quo estes ares do
fesla, pirque hu a c lado do prazer. Not-
sos thoslros eslflo cheios ; a opera d n-sio
momento una peca novaO Judeo Erran-
te-, a qual he repiesentada com um luxo
inaudito. As di-corscOas e as vestimentas
544.954
192,648
737.63S
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS (k~
RAES DE RERNAMBUCO.
Rendniiinto rio dia 3..... 3202U
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia t.....1:532,855
LISBOA, 13 DE MAIO DE 1852.
Precos corrtnlu atoa genero do iran.
Por boldtacao'.
Por
Alfodjnde Pernambuco
Dito do Maraobao
Dito dito de macliiaa
Dito dito da Baha
Dito dito do Para
lacu Arrob.1,200 \;';,<\
Cafe' do Rio. l." aorte. 2,2002,413^
Dito ulto segunda dita |,8U0
Dito dito terceira dita i.lill
Dito dito esiolha boa ,, 1,150
Dito da Baha 1,80o
I uin.is soc.om cbelo 28 a,'l'J lib. 107
Ditos ditos 24 a 27 112
Ditos ditos 18a J3 H7
Ditos ditoa espichados ,, 85
Hilos ditos de Minas ,, 115
linos alg .hilo, o l'.-ir 2Sa32 ,, 72
Dito dito dito 2(i a 70 72
Dito Pernamb eCear 18 aJ2 82
Dito dito dito 76a 20 82
Dtosalg. do Maranhao28a32 82
Dito dito dito 26 a 20 82
i: r.ivo girlo 500
Ditodo Maraobao i lo 700
i..M.oii j copal arrnb. 2,500 7,b'O0
Ipicacuanha ,, 8r0 l.llni
Ouruc lib. 190 _
Salsa parrllha superior arrob. 14,400 la.000
Dita dita mediana 9,ei0 10,900
Dita ditaa Inferior 7,000 K, mu
Captivo* de direitos.
Assucarde Pern. branco arrob. 1,400 1,(50
Dito do Rio ,, 1,451 IB ni
Uno il i i: iiii i n 1,350 1.550
Ditodo Para bruto ,, l.iuo l,2on
Dito inascavado ,. 050 1,150
Uiifres do Brasil grandes mil. Tii.mm 80 non
Ditos ditos pequeos 10,000 li.oun
Despachado*.
Ail lib. 600 1,200
Arroi carollno Q. 6,4o0 7,000
Dito de Santos ,. >anlii.
Dito do Maranhao e Para ord. ,. S.OuO
Dito dito melhor ,,5 600
(lito dito superior ,, 6,000
Farlnha de pao do Brasil arrob, 550 700
Tapioca arrob. 1,400 1,800
/Vero frrenle dos gneros de Portugal.
Captivos de direitos.
Amendoa em milo doce do
Algarve arrob. 3,000
Amendoa ein casca couca alq. 1,000
Dita dita mollar ,.
Cera nacional branca lib.
Dita dita amarella
Figos do Algarve,comadre arrob.
Ditos dito branco ,.
Presuulos n
Despachados.
Alpiata alq. 70 800
Feijio branco das libas alq. 600 o
800
300
785
1.50
350
3,000
Uepartx'io de policii,
Illm.eExm.Sr-- Dis parles recobidss
nesta repartifBu, desde o da 30 do mez pr-
ximo passado, at hoje, consia terem sido
prezos : a oidom dojuiz municipal da pr-
meira vara deste termo, JoBo dos Santos
leu i ira, Felismmo Antonio Alvos, Anto lio
Jos Cardozo, Uernaidinn de Sena, Felicia-
no Jos (ialdino dos Santos, e Jos Aman-
cio, rara cumprirem sentencia ; a ordem do
delegado do primeiro districto do mesmo
termo, Justino Rodrigues de Carvalho, sim
ileelaracBo do motivo; a ordem do sub le- fc
legado da f'eguezia de S. Fre Pedro Con- Dito dito do Porto eFIguelra
q-lvesdoRocfo, oescravo Benedicto, por j !!" rSutaasi
uso de faca de pona, e o preto Manoel ,, q,o d, b"0
tambem escravo, por se tornar suspeito ,; panas da ierra arrob.
ein virtude de estar abrindo urna porta ,- a Sarro de vinho tinto ,,
ordem do subdelegado da freguezia de S. Dito dito branco ,,
Jos, Eugenio Gomes da Silva, Luiz de, Vinho muscatel de Selubat cala 5,760
Franca, Antonia Mara Benedicta dos Pra-' bordo
zeres, e Luiza Mana Kaymunla da Cunco- Ago'ardente de 30g. encase, pipa 72,nO0
efo, por desordern, o prele Joaquim M los, escravo de Mana Ferreira. por offen- i Laranja doce
s.sphysicas.Joflo Paulo, e o preto Vctor ,. mwm3bJo
osct.vo. por insullos ; a ordem do subde- olio fino para consumo
legado da fregu
3,100
1,1011
00
320
200
500
4oo
1,20o
750
600
620
100
470
5"0
Nao ha.
1.400
2,0ii0
180
700
egui'iia da Boa Vista,.Francia-', Dito trlgueiro
co, escravo di Angelo Francisco Carneiro, o,mica n i de trea tamanbos
por haver espancada aumaprtta, Marcel- de grossura para rolhas Q.
lino Jos Quaresma, pira averiguarsOes po-' Dlia n. 2delres tamanhos
liciaes, 9 JoBo Barbota da Silva, por crime Pll'l "'JJ,
v,200
cala ing. .
molo 1.250
,, 1,100
.. 1,400
1,250
2.JU0
6.000
1.300
1,'Jl'U
l,50n
l,3nii
viagom ora ludo examinar por si m s no,, custaram 150 mil francos. A msica be de
pareen sua obra oao ser embarazado pori um de nossos miis famosos co.n,osilores,
obstculos que ignorasse. Bato'Ji
0 principe passou dous das inleiros nes-, Inglaterra. O ministerio tory vsi-so for-
tes invesiigacOos ; todas'as auloriJados lo- lificanio cada vez mais, g aeas a impolen-
caes, lodos osengenheiros que esludaram; ca e a paixBede sens adversarios Lord
o paiz estiversm presentes com ell i no lo- John Russel que t'nh apresentado nesssoal-
gr e os Irabalhos que sedoviam executar ment urna Ni sobre a milicia, alT-ctsndo
foram descutidos e deci lisios com pleno co- receios que nBo tinha da parte da Franco,
niiocimento de causa e com cuteza d bom lembrou-se de combater um projecto no
successa. Ha ain la algumas furmalida-, mesmoaeol lo quefora apresentado por Mr.
dos administrativas que cumprir, mas ai fi'lsraeli. Elle foi completamente bitldo
vontade do principi lio conhecida, e antes' sem que -nesmo o gabinete fosse obrigalo a
,le um mez se comecarBo -os Irabalhos pa- tomar parte no dbale, e foi anda lord Pai-
ra a abartura do canal que dovo ferlilisar mo'ston que elle encontrou por adversario,
aquelle desgascido paiz. Toda a popula-I O bil sobro a milicia foi admellldo a pri-
?ao da Sulo^ne coucorrnu ao caminho por, raeira e desos a aegunda leitura, apezar
oule o principe devia pissar e saudim-o, dos esiorfns de Mr. Cobden e de seus ami-
com suas beiicSos. Cerlamentese o prin- gos que sjuda aro a lord John Rossel.
cipe quer assim, auzmentar sus populari-l Mr. Cobden requoreo que o almirantado
de eslupro ; e a do subdelega lo da fregu-.'
Vinho ordinario
Vinagre
alq.
zia do Poco da Panolis, riburtino Crrela Tt(gSdo Reino rijo
da Atnorim, Sem dccl- i.ie m do motivo. Dito dito mole
I'.r cilicio do delgalo supplenlo om Oitodasilhas
exercicio do termo do Cabo, sob a dala i (evada do Reino
de hontem, me loi cumuiunicado que no Dita das Ihas
dia 30domez prximo passado, havia fal- i Milhodo Mrlno
lecido dos ferimenlns, que receb-a, ede D" das libas
que trato, no meu offleio n 104 de 2 do ro- 'enlel0 do^ DC MEriCAno.
fon lo mez, o barhaiol Duarte Coelho de
Albuquerque Mello; assim como qoe na
freguezia do Ipnjuca, constava torsidoas-
sissinsdo JoB-i Rodrigues de tal som que
anda se souoesse queai Ora o autor desse
a tienta do,
Dos (.'uarde a V. Exc. Secrotars da po-
lica de Pernambuco 2 de junho de 1852. -
llim. e F.xm. Sr. Francisco Antonio Ribeiro,
presidente da provincia.
8,700
6.nuo
4.200
40,0i>0 l.lHJu
10.000 74,(lc0
350. 450
420
3so
230
2a0
30
240
280
OH
420
250
330
560
DIARIO DE PERISAMBUCO.
RECIFE 3 DE JUNHO DE 1852.
Pelo vapor Tay ehegido hoje de Soii-
thamplon vis Lisboa, Madeirs, Tenerifn e S.
Viceme recebamos as cirlas de nossos dous
correspondentes de Lisbni e Pars que flcsm
eslampadas om ojitro lugar deste Diario, o
mais varias gazetas inglezas, francozas, e
portuguezas, alcanzando as primeiras a 10
de maio prximo passsdo, ss segundas a
--I- 1" >, --------------------,-r-- [UD lilnil liivkiiuu uioibuu, na nnuiun a 7
dade, cumpre confassar que h? pelo menos desse a lelocBo das forrjss nsvs-sda Ingla- > terCPrasi uj-0 aie,mo moz
por meios bons e honestos que o faz. torra, para rhegar provar que o exorcito por fi)U J() teinpo nSo p0(leinor ^ bo-
Os tres com nissarlosqun o presdanle en- domar bastava para a sJafensBo da mesms.]0 ,.xlrac,0 u noiicia que dilal g-zetas
viarasos doparta.ne.nlos para nelles dislri- Esle requerimenlo foi rejeilado por urna ;con,OVi mas poiiea)08 ,(T|rm,r ,os leitores
buirom suas grasas aos desgracidos com- grande maiona. i quo em urna rapi la revista que nellss passa
promettidos na ultima insurraicBo, comple- Em urna des ultimas sesaO'S o chsnceller mu, nade euconlraoios do extraordinario
taram sua missBo o acham-so j de volt e n do ftsCO, Mr. D'Iraeli apresentou o seu rea-1 relativamente aos differentos estados do ve-
Pars. Bom como ja disse s Vmc um desse i tor0. Seos iiiimigos aguardsvam esta, n,,, mundo, os quaes lodus ficaram tran-
commissarios, Mr Quenlln Bauehsrt, con-, prova, como devendo infalltvelmente Irazer j nuillos.
selheiro de es ado, fui pro ligo di clemencia am revez a esle estadistaf orador espirliuo-
elle agrsciou a pe lo do 1400 individuos so- s ,, rnal que em sua vida se tem oceupado
ora quasi 3)00. Os dous outros cummissa- n>ais de poezia de (literatura do que de
us, o Sr general Canrobnrt e o Sr. coronel fjnanQss. O trabalhn do ministro, completo
Espinane, foram monos indulgentes ; inda- am todas suas parles espantou a seus ad-
via coucederam numerosas commutacOes de versarlos, encanlou a s-usamigos. Mr. D'-
peaa Israali f'llou sobre (lnanr;as como sa t-
Tiiiios os individuos que s misericordia vera passado tpda sua vida as repartifdes
du principe nio relevou de sua condernns- ,ia fazenda, o explrcou lodo o mecasismo
rjflo, foTam, ou vlo-ser transportados para a dos impostos com ums clareza que os ho-
Algeris onl cumprrBo suas senlencas: O mena especiaes por habito desdenham. Seu
ra o cargo de
guveroo renunciou a idea que livera ao
principio de ostabelecer em Gaenoa urna
colonia do transportados polticos. A Guian-
na ffaiKjeii nBo raceber maissenfio os for-
cados que consintiram com gusto em dei-
xar os porlus de Bresl, de Toulou e du Ro-
chefort para corrsrem os riscos de urna co-
lonlsasBo longinqua. SBo tristes, vismnos
quo daos Vmc. pelo quo nBo Ihe fa ei ne-
nhum eoniprimento. Por felicidado sua a
distancia h' grande entre o litoral da Ca
anna e as partes povoadas do Brssil. Emfim
osses Toreados que sao enviados para a Ame-
nes torpical sBo homens vigorosos, activos
cheios de ititelligenca o de recursos, e se
elles so converterem ao bem.se se derero
seriamente ao trabalho farBo marivilbas osa-
ses paizes novos e fcoun los.
Uns importante qustSo poltica tem vi-
vamente preocupapo a opinio publica du-
rante cata quinzona.
Ja dissu Vmc. o que o presidente prati-
cara a proposito da familiia de Orleans e
como seus decretos de 22 de Janeiro pas-
presldente do conseibo, que amorte do prlnci-- flierarn ptssar para o dominio do esta-
pe del vago, Klle deilgnou iH lmente o unllirjje parta dos beos da enliga
mlnl.tro do Interior Mr. de Bach, como chafe do urna gran p estes 0J.
do conseibo dos ministros, porm reservou pa- casa reai, .ump o i
succasso foi cmplelo. Emflm o ministro'
comprehendeu que nBo devia cuidar em ro
formaras tsX'S na vespera de ums reeloicSo
goral e quando s-u partido est em mino-
ra na cmara dos communs. Seu t-aba-
Ihe be pouco mais ou menos a reproduc-
efio das combinacO"s limncelras do ex-
eliancelher do li-co Sir Charles Wood.
A eterna inocao doa radicaos sobre a reforma
eleiioral, aobre n voto secreto e sobre os parla-
mentos triennaes fni reproduiida por Mr. Lo-
rke Klng, o mesmo que por pouco nio derri-
ba lord John Ruawll com esla iiioco i mas os
lorie! estavain de mbr* aviso e a reforma (le-
toral fot rejeitada por urna immensa inaloria.
A chegada de Rosaa ein Devuinport no navio
Candiel den lugar a interpellacdes as duaa ca-
nsaras. O chancolllier do fisoo tlnha ordenado
aos empregados da alfannega que nao aub-
inettesseiii s visitas ordinaria! os eO'eilos per-
toncentea a Roas a la ramilla. Na cmara dos
coniiiiuns e nal dos Lords fez-se uina censura
mui viva a este livor concedido aoes-ijranno
de Buenos-Avres, ao qual a Inglaterra devia '
aera duvlda a hospltalldade, como a todos os
refugiados, porm nada de mala.
Mr. D'Israell proeurou desculpar o acto do
gaverno, lainbrando que Rosas fara um chale
de estado e que a Inglaterra que tinha feito
Do Mxico hn que as noticias reo- lo las
nflo sBo de nenhuma sorte lisorgeiras, i os
os dous poderes logislaUvoeexeculiviiacha-
vBo-se em opposl(Bo declarada, nfio haven-
do no Ihesouro publico nom um sd dol-
lar. Os emprega los anda nSo tmhSorece-
bidu os ordenados venc los o ni Janeiro em
lim recela va-se a cala momento lima suble-
vs(Sn gersl.
A Uuilo americana lie ara tranquilla.
Em Loniros os'consolidados ficaram de
99 l;8 a 99 1/1 o os funJus brasileiroa, os
pepuenos a 98.
COMMERCIO.
ALFANDFGA.
!.'..-i d inmiiii do da 3 de Junho 16:105,171
Duearregom hoje 4 de junho.
Barca portugueza S. Mantel II. mer-
c i donas.
Calera in^leza Reender Ierro.
Brigue inglez -- llarkil-- bacalho.
Rrigue brasileiro .Ulamaslor merca
dorits.
Hiato brasileiro -- Sinta Cruz dem.
Patacho americano Balkwst larinbi de
Irigo
Brigue inglez ~ Fltut -- mer'cadorlas.
Inipoi-lnciiA.
Petaeho americano Halhurst, viudo de
Baltimore, consignado a Deane Voulle &
Cumpanhia, mimfestou o seguinte i
1358 barricas farinha de trigo sus con-
signatarios.
Algodao. Poucas vendaa para consumo.
Assucar. LliniUm-se aa vendas ao consu-
mo, echando neita dilferenca para menos uos
ltimos O.".
Caf. Poucas vendas, continuando a Tallar
a primeira eorie, que he mala procurada.
Couros. Houveram venda! doe Migados da
l'ih., para jionauuio na ultima semanal, e as
antecedentes algumas tambem bouveram dos
do MaranhBo.
(miiina copal. iem proinpta venda.
Oleo de cupahlba He procurado para reex-
portar, porm ha completa falta delle.
Ouruc. Poucas vendas.
Salsa parrilha. Ha falla da qualidade supe-
ren- e he muito mais procurada. ^
A'ni'/o enifa do Bratil.
Abril 15. brigue portugus Esperanea, cap-
i.io A. 1. tiranquiiho, da Uahia eiq 4(> dias, com
varioigeneroi.
dem 16, brigue brasileiro Fiordo Norte, ca-
pitao li. iiiidrigues, da Habla em 58 dias. com
tabaco e maia gneros.
dem 17, galera portuguea Uniae, capllao
A. B. Manos, da Pabia em 47 dias com assuca
e caf. B
dem 24, barca portuguea Oliveira, capllao
J. M. Bibeiro, do Para em 4a das, com varios
gneros.
Ilrigue porluguei Pensamento, capitaol. i.
Calado Jnior, do Rio de Janeiro em 40 das,
com assucar e caf.
dem Ja, barca portuguea Flor do Panqu,
capllao V. A. Rodrigues, do Rio de Janeiro em
50 das, com assucar e caf.
tJsViguc porluguez Moodego, capilo 1. F.
Dias, da Habla ein 18 dias, com aaauaare tabaco.
Moni 28. brigue brasileo Firma, capitoJ.
G. ilcaaiiioiun.
Maio t, patacho portuguez Liberdade, do Ma-
ranhao em 48 diaa, capllao A. M. de Aguiar,
comarroze mals genero!.
Vapor inglea bevern, capllao W. Vicenl, do
Rio de Janeiro, Baha e Pernambuco ein quali-
dade de paquete, ein lastro.
Id, o 10, patacho portuguez Boa F, capitao
F. Gonealve, do Maranhao em 62 diaa, com ar-
roa ecouros.
Galera portugoeza Camponosa, capflaq J. A.
da Rocha Sobrinho, do rlio de Janeiro ein 55
dias, com vaiiosgeueros.
dem ll, brigue portuguez San Domingos,
capitao H. G. Vian, da Pernambuco em 50
diaa.
P. S. At esle momento da sahida nao hou-
ve alleraco alguma.
Navios carga.
P.ra o Rio de Janeiro a barca Flor do Panqu,
capitao V. A. Rodrigues.
dem. A (alera hatnburguea Calatea, ca-
pitao E. C. Crlslianson.
dem. O patacho portuguez Abreu I. capl-
lao 3. A. de Abreu.
dem. O brigue porluguez Phenl!, capllao
A. J. Coalho.
dem. O brlgoe hamburgus Par, capllao
Leiu.
ParaPorpambuco o brigue porluguei Lala.
caplio Jos de Abren,
dem. O brigue portugus Novo Veocedor,
capillo .V. V. U Pestaa.
dem. O brigue portugus Rolo ni, capitao
M. J, Antunes.
Para o Para a patacho Sociedade, capiao Do-
mingo! do O" doi Santoa.
dem. O brigue portuguez Triumplm ca-
pilio Domingos Nogueira.
Para o Rio Grande do mi o brigue brasileiro
Maitanni, consignatario Manoel Antonio de
Barros.
MUTILADO



')
Movimento do porto.
' Navio* entrados no di* 2.
i.arlil'a- 16 dias hule brasileiro Tres
Irn aos, de 30 tonelada*, mrstre Jos fa-
iriede Souza, cquiagem, erg loros
,li. mangue ; Joaqun) Uuarto de A?ove-
,ln. i'ass.geiro*, Jus de Souza Vieira,
I ~J- I '
sequo beneficiada, urna nova ouvertur,
uhi< a scen* ( pe* primeir* ver neste
Theairo ) o melhordos dramas do illosira-
llo escr'plor franca!, A.Damas, em 5 acloa,
que se domina
('ATIH.II.U PWARD.
Sendo pelo aennor empresario dialribui-
aeJL
3
--U-L
jo Tavirrs Kerrelra, Antonio Francisco, das as pela manelr segumtn :
,!; Cosa, e almud Marques Marcham.
Bnllimo'6 .. |5 illas, patacho americano
nalhu'st, de 171 toneladas capillo N. T.
|)utien, rquipaaam II, oorga farinha de
tiiKO; a Deane Tuulle & Compauhia. Pas-
sagei'u, Thomas Pickn.an. ,
ro Grande duSul 20 dias, escuna l.ano-
veriaua Amor, do 148 toneladas, capillo
II stoliberg, equipagerri 8, em lastro ; ao
espillo -- Ficou de quareotena por nlo
I-i'<" caria de s*u le.
Declaraajoes.
-fe
O vapor inglez Tay recebo as
malas para a Babia e Hio de
Janeiro,hoja as 9 norata^ dia,
"-'- M subdelegada da S, em Olin.la,
icha-se recolhido a cadei. um negro; que
diz ser rscr.vo de Eslevlo Simnete.do Hio
(.ande do Norte; masque fugir no ultimo
do maio fio lo da caaa do porluguez Benlo
de tal, morador no Recife.para onde seu so-
nhor o linha mandado para ser vendido:
uuemsejulgar com direito cumparec na
misma subdele6acie com a competente jus
lificaclo ...
Parante o onselho da a.lminiatr.clo
naval tem .ie contratar ao a compra le el-
KUOS alqueires de farinha de mandioca e
religo, para fornecimenlo dos navios arma-
dos pelo que convida-se a quem UBTlCf
dita venda, a comparecer as 2 horas do da
7 do crrante, ua sala das sessoes com as
mostrase propostas, declarando o ulumu
preco*
- O patacho Santa Cruz fecha a mala para
i ll,hia. hoje, 4) as 10 horaf da maiihia.
- O lllm. 8r. inspector da thesouraria da
hzehda.em cumprimento da ordem do Ka.
Sr. presidenle'da provine'1* de 29 de maio
ullimo, manda pelo prestnte convidar aus
facultativos, que quii-erem servir no presi-
dio da ilh* de Fernando, ln.jara.de co pa-
recer pcrmlo a mesina tlusouraria, allm de
se larer o competente contrato
- Pelasigund. secclod mesa do consu-
lado provincial so faz publico, que do da 2
do crrante mez,se principia a contar os 30
.lias para o pagamento, a boca do cofre, da
dcima dos predios mbanus desla cidado, e
begueata dos Alfogados, e qne lindo o pr-so
marrado inco'rem na mulla de 3 por cenlo,
obre o valor de Seus dbitos os propriela-
rioa que deixarem de pagar, o serlo execu-
lados.
l'iil.ltc.Hoe.s litterarias.
: ELEMENTOS.
i DE
l'HOMOPATHIA;
2 -SAMO A IUZ A 3 'F. ULTIMA PARTE
* dsta obra composia pelo rofessor do
* homopalhta Gosset ilimont. Cusiera
J 5/000 a obra mlcira al 30 de junho,
da em que lic.ua encerrada a assig-
** natura Esta obra he til, lano para *
* os mdicos que sededicaien ao es-
"*, lu lo da ii"Vi medicina, como para 9
'f tO'la .spessoas de boa vontade que >;
<( quizerem convenCT-se por cxnerien- 5
t-. cias da venia le Jesta Uoulriua, por {P
i ser ella mudo clara, e a intelligencia fJJ
do todos. *>'
v No consultorio homopalhico ra
ft> dasCruzes n. 28.
Publicado commercial.
Puhlica-se todas as segundas-feiras nesta
lypngraphi un HOLETI.M COM.MKRCIAL em
hom papel e ptimos lypos ; coulendo os
presos crrenles dos gneros de imporUclo
e exportadlo, em porluguez, francez o in-
glrz, conferido* por umcurrt-tor da praca ;
declaradlo das despozas e direlios dos mes-
nios, e do porlo entradas, sahidas e carre-
gaientes dos navios ; cambios; moedas ;
Iretrs, comparadlo dos pesos e medidas, re-
laejii dos navios existentes no i orlo, e urna
levista semanal das vendas e mais moviiLen-
losdo mercado: subscreve-se a 12/000 por
anuo na livraria o. 6 e 8, da prac* da Inde-
pendencia.
T H ,\ T A ME VI O HME-
PATH1CO.
DAS MOLESTIAS VENEREkS,
e consclbos aos doeles p*r se enrarem ,
si mesmo, sem precisarem do nedico,
pelo professor liomoeopatha
Gosset- B imont.
Sabio a luz eacua-sea venda no cnsul-
lorio homcoopathico da ruadas Cruzes n.
:'*. Del [r ero de t ,000 rs.
I'nlilu'ai'ao juriilica.
ndice alfabel>co da Lcgisiatao brasileira
piumulgada al 1850, com a legialacSo *-
liga a respeilo das lels promulgaciss, pelo
oe-embargadur JoSo Joaqnim da Silva.
Nloteve o autor disie ndice em vista
confeccin'r um repertorio do to la a legis-
larlo em vigor, pois que ceres de obiectos
relativos la reparlicOes de marinha e guerra
slo i-penas indicados es que podem ser le-
vados por qualquer motivo ao conhecimen-
lo do poder judiciano o do goveino provin-
cial; foi seu intuito sement facilitar aos
jnize, advoga lea, em regados pblicos da
justica, fazuila e polici, e aos negocian-
tes o meio de conhecrr as leis i romuigadas
e as decisOes do govemo al o llm do anno
de 1850, comprtheiidendo lambo n o ndice,
material que interesslo ao clero e aos
cidadlo em geral. liitendeu, porta uto, o
aulor quesera dealguma ulili ladesdiiTe-
r. ules cl-ss'S da snrie lado a publicaclo do
seu ndice Alfab tico, quo abrange extrae-
es dosapontamentos do Exm. c.inaclheiro
de estado, o 8r. Jos Ant nio da Siva laia,
e disposiNOos inda em vfgor de leis anti-
gs, airaras e assentos Das exmelas casas
da supplicario.
Veude-sa por 5,000 rs. na praca da Inde-
pendencia, limr i n 8 o 8._________
THEATRO
DE
S. IZABEL.
SABBA1HI 5 DE JUMO
DE 1852.
BlilLHANTE ESPECTCULO
EM BENEFICIO Di ACTRIZ
Alaria Letipoldlnn Kibelro
Sunches.
Iiepoisque oSenhor director da orch**-
ba e Qiaii profeuore, exeottlirem em ob-
HenriqueVlll, ql-de Inglaterra o S. Bl-
zerra.
Elhalwood, duque deDireham o Sr. Ger-
mano.
O conde de Sussex O Sr Amodo.
SirJohnScotl de Thirsistane, embiixador
de Jacque* V.-- Cinto.'
Sr. Thoinaa Crammer, arcebispo de Can-
lorbery o Sr. Cabral. .
Jack Fl-ming. Alchimista-o Sr. Coimbra.
O Lo-d Camarista -- o Sr. Pereira.
O presideute da cmsr dos P*res oSr.
Pe eir.
O duque de Norfolk -- o Sr. R*ymundo.
Um sacerdote -- o Sr. Rosendo.
O Executor o Sr. Alves.
Um guarda d* torres do Londres o Sr.
Monteiro.
Willians idem.
Catbarina lloward -- A BENEFICIADA.
A prlocill Margarida-- asenhora I). Car-
mela.
Kennedya senhora D. Amalia.
Damas, pagens, enliores, ele.
Rematando o espectculo coma gracico*
comedia em 1 acto, ainda nlo visla nesta
provincia ,
0 SECRETARIO
Lom osio iiiveiliineiiiu |ulga a beiiellciaoa
agradar a saus protectores, e ao respeitavel
publico i'omambucano, a quom lera eterna-
mente agradecida.
(^* u restan e dos bilhetes do platea, *-
chaiu-s-i desdeja a venda em csa da bene-
liciada, ra da Florentina n. 5, e no dia do
espectculo no escriplorio do ihealro.
Comct;ara as 8 horas. __
Avisos martimos.
Quem quizar frotar urna barcaca que
arrega 46 caixaa, bem segur, sido para
OS portos do SUl al MacciO.dinja-seao Cars
do Ramos, a tratar com p mestre llonrique,
ou na ra da l'rale, serrara de Cardeal.
Seguir em poucus.dias para o Rio
Grande do Sul o patacho biasileiro llnus ue
Agosto, captlio Chnstovao Pedro de Ca-va-
iho; lem prompta a carga que deva con-
dntir, mas pl recaber alguia a frote
Traia-se "* rus da Cadell do llecife, rma-
zem n. 12 de Bailar & Oliveira.
__ lara o hio- de Janeiro sa-
he al o dia 6 do correle o
brigue brahileiro Vencedor, ainda
pode receber algam cirga, escra
vos a frete e passageiro.s : trata-
se com os consignatarios Novae.s
&Companlita na ra do Trapi-
che ii ''i-
Para o Aracaty
Sahe com brevidaden bem conhecido hia-
te Novo Olinda par carga a tratar com o
sou consignatario J. J. T.sso Jnior.
Barcaca.
Vende-se, por preco commodo, a linda
barcaca viajante Foii/, nova, ha pooco cons-
truid.! no Pilar das Alagoas ; he milito bem
feila e muito velorra, do 22 a 24 cal-Ir a
ver no Porto do Mallos, c a Iralar na ra do
Crospo n 13.
Para o Aracaty.
Sabe coa) brevidade o ltale Flor do Curu-
ri|ie : a iralar-sc na ra da Cadeia do Rccife
n. 49, segundo andar.
Para o Porto segu com brevidade a
rea t ortugueza Olimpia : quem na mesuia
quizer carregar ou ir de paiojagem, enlen-
aa-se com os seus cousigoalarios T. de A-
quino Fonseca & Filho, ou com o capillo o
Sr. Jus i homaz de l.ima, na piafa.
-- Para a lina de S. Miguel n patacho por-
tuguez Destino; para o.que tem a niaior par-
te d c.iga proinpta. uem no mesuioqui-
zar csrregar ou ir de passagap, dinja-se
i|iianlo otes aos consignatarios Thoumz de
Aquino Fonseca & lillto : na ra do Vigario
ii 19. 1 andar.
-- Quena precisar da um cabriole! oom --Na ru doQueimado o. 18, existeuma
seusapfirslho* qu*n novo*, mullo leve, cari* pira omiugoa Ferreira, rinda d*Por-
mndernoe usado; peln que, he neceaiario tugal
cubrir de novo procura na Paasagam da Tiram-se relrtOi olese* miniatura,
Magdalena, penltima en* te re* do lado de todos os taranhoa, com a amor aeifei-
direito, entra da ponte grande. cao : na ra do Collegio n. 9, no primeiru
N*ru* doMondago, can n. 78, neg- andar,
cit-se urna letra de 210,000 rt. ha multo Arras de leite.
vencida, da qualanente so tam recobido Preciaa-aa de duas*m*a de lelleumspa-
80,000 rs e pelos juro* que ha receber, rs esta cidade e outra para a cidade da Vle-
avulta mala a quantia avilanta de 190,000 rs. loria : a tratar na ra do Queimado n. 27.
A pessoa a quem convier eate negocio pode -- Aluga-seo segundo andar do sobrado
dtilgir-ae* referida casa. da ra do Rozario estrella n 38, com alguns
- Alugam se tres eso-ivoi mopos para comniodos ; pintado de nuvo a fallar no I
qualquer larvico : na ru* liirelt* n 9*. indar do me>mo.
Quanrannuoclou precisar de um cai- Precisa-se de um cnpeiro forro brasl-
xeiro coa. pratica de loja demiudea, dni- leiroou eetrangeiro i na ra d* Aurora,casa
ja-sea ra da Cruz, luja de barbeiro de A. junto ao Collegiu das orphlas.
Jos tioncalves Braga,que adiar Com quem Ainda se precisa alugar urna prela, es-
(nlnr. crava, quo saiba engommar ecnsaboar, para
Offercce-se urna mulher para ama de u-a casa ingleza de pouca familia ;a pesio
casa de portas a dentro; quem quizer diri- que tiver dinja-se a ra do Sol a. l.
ja-sea ra deHortas n. 17. Pera ut-sa por urna casa larrea boa,
- klanoel Francisco Coimbra, mudou o nova e em boa ra n'um dos bairoe de S.
seu osiabelecimento dealf.iale da cs n. Antonio, S. Jos, ou Boa Vista, um excel-
49 para a de n. 57 na mesma ra Nova, quasi lente sitio na estrada de Jlo de Barros, o
dorronle da ra de Santo Amaro. Qual lem grande e boa casa de vlvanda, rslri-
_ A netana nnp an niinrinn nue- D,ri e c*s de pretos, ludp de pedra e cal;
i\ pessoa que annuncjou que exce||cilles ,,rangerag e outr muitas ar-
rer saber, se exista nesta cidade vores de fructo.muito novas,t^m orna excel-
ou seus suburbios, Rosa Mara da lenteegr.ndebaixa dtpfaera o verlo.
,' .... ... e cacimba com boa agua de behr. bsln si-
(jonr-cirao, com duas hllias,.Harta, tiodlvidecomodosr. SebasliloBraga.o no
O A ii tonia, as quaes diz acharem -se qual mora o Sr. capillo Paira Os prelen-
, ... cil_ j. ,_ den'es oiniam-se a luja d- fazendas do Sr.
legitimadas,^ como hlhas de AO- COmmeuddor Manoel Gonalves da Silva,
Ionio Jos SoareS Uorges de Me- ruada Cadeia do Recife, que ah Inedirlu
nes,achando se Antonia em com- T&%Stf^. publico,
panhia de Stia mSl, e Mara casa- queira ter a bondade dn vir resgalar seu
da com Manoel FernandesdeMel- "hor' no prazo de tres das, do roi^a-
, ,. .. n rl 80 vender o mesmo para pagamento,
lo: dinja-se a ra (lo ncanta- Hcando obrgado pelo restante que fallar:
ment n. 4 terceiro andar ou na ra estreita- do Rozario n 4S.
O Sr. Jlo Osorio da Castro Mactel
Monleiro, queira ler bon lade de vir pa-
gar o que deve na ra estreita do Roaario n.
43; emquanto nlosatislizer seu debito, se
conlinuai a publicar este.
Offerece-se para caixelro de qualquer
im homem que
praca da Inue-
Je iniiii
Avisos diversos.
O abaixo assignado nlo rrspondeu lo-
go o aviso dos Srs. Vieira & Filhos, sobre
vale que delle exigi, porque esperava no
juizo complante co'ivence-lus da aeu paga-
mento ; ajano porem os Srs. Vte>ras preli-
rm o avisnos jornai s, a accSo compelen-
te, tem a raspn 'or-lbes para connecimen-
to do publico, que o refo ido vale foi pago
com um credit i do Sr. Jos da Costa Albu-
querquo Mello, de maior quantia, sendo esla
transacclo elfectuada peranle tesiemunhas,
a nlo entregando na i.ccasilo n vale com o
funda Miento do se achar om sua casa, e a
iransarclo elfectuar-se tu loja, prometien-
do ellos ent'Ogar-lh'o, o que nlo efTei'tua-
ram, a o abaixo assignalo confiado na boa
f ros Srs. Vieira, a isso annuio. O abaixo
assignado nlo se teme quo o aviso cti'gue
ao Rio do Janeiro, porque naquella p como Besl, nlosejulga da pruhids'le rte
alguem par anuuucio* que quasi sempre
leu li ni mais a suscitar polmicas : existen)
tribu unes que davom lratr deslas queslfes,
o he peranle ellos que devem levar as pro-
vas, o quem o nlo faz he porque teme sua
decislo Jos de Altmida Birrelo Basles.
.. u ra do I.mam.uto n. 10, sobrado,
se dir quem da dinheiroa juro e que n ven-
de varias obras do ouioe pial*, relogkis e
corrrnlesi para os mesmos; na mesmi cas
vende-se^or todo pri-rjo urna parte do o-
hrarlo daru* da Senzalla Vellia n. 126, um
piano, um cavallo para carro com arreos, e
um rano de qualro rodas para um edous
, HilVtlIV -....-. ,
annuncie sua morada para ser pro-
curada.
-- Prerisa-se de urna pessoa, para dar li-
g6es de escripia a um menino em casa :
l,,^"A^-*aVaCpreu"'p*a'ra o servico de arrumlo, excepto venda, um
cas. i n, ru. do Sol n. 1. sabe .screver o ler bem : ... pr
O esc.ivlo da irm.ndade do Santissi- pendencia n. 26.
mo Sacramento da f.enuezia de S. Jos do uem. ,recisr de urna ama
Recife,rog. encarecdsmenle. todos osseus !*. a de pouco lempo ; dtrij.-se aoater-
irmaos, para que se d.gnem compa.ecer, 'o da Boa Vista n. 39, segundo andar,
domingo 6 do crrente, pelas 10 horas da Boa gr.tilieac'o.
manilla, no consistorio da igrej. de N. So- Cr.t.nca-so com generosid.de a quem
nhoia do Terco, que serve de matriz, ;a.a aprebender um muleque crio Jor ome
en reumlo do mes geral proceder-sea Miguel, de .d-de de 15 a 6aonoS quefu-
elelclo da nova mes regedora. gio desde sexta-tetra 28 de n.aio prximo
-- Itoga-se ao Sr. Jos Anastario de Al- passado, levan lo um taboleiroem que ven-
buquerque haja de declarar aon le he mu- d.a l.r.njas, ma.nd.oc. e macaxeira, e^ves-
rador, ea que horas pode ser encontrado l.do com camisa de algodlos.nho branco,
ou ddi.ig.r-se ra do Collegio n. 25, mangas curtas, calcas de algodio derise.-
terceiro aSlar, para tratar negocio, que do azul, e anda com gancho ao pescoco,
mu.lo Ihe intoressa, *flm do nlo ler do da prin.otr. rugida; quemo pegar opode
_..-;... .._ _.V.in ,,.. lo ii..r. levar seu s nhor. Jos Saporiti, n<
seu respe
Precia
sendo bom ...
n. 37, der.on.e do chaf-riz. ale as 3 da la.do
- NaruadoS. Goncall... esa n. 12, exs- -- Prec.a-se de um failor pa a um s.l.o,
te uwaescr.v para alugar se, ou em casa ,dando-so preferencia a
estraneeira oudopouc familia. ,c"""'',.i.
-- Desappareceti no di 31 do passa fo nm su hahililaclo : quem eativor neslascr-
escr.vo por nomo Oam.ao, cor rula, haixo, cunislancias procure, para tratar, na ulli-
cheio do como, Pea pequeos e apali.et.d..s, ma c.a da ra d-Au-ora, jimio ao pala-
algndlo e cale az.ol do ceta do b.rlo da llua-Viata, todos us das,
Lotera do Hio de Janeiro.
*os ao:ooo,ooo E 10:000,000 de as.
Na praca da Independencia n.
|3 c rS*, loja de cica do do Aran-
tes, e na ra da Cadeia do lleci-
fe n. 46, loja de miudezas de Jos
Fortunato dos'Santos Porto, *eo-
>!em-s bilhetes i iteiros meios ,
quartos oitavos e vigsimos da
quarta lotera, a beneficio da ma-
triz do Campo Granee cuja lista
se espera no dia 4 ou 5 de junho
vindouro, pelo vapor da compa-
ohia brasileira, e as lojas cima
mencionadas paga-se sem descon-
t algum todo e qualquer pre-
mio que nrlles sahirem
Bilhetes
Meios
Quartos
U.itavos
Vigsimos
O Sr. Jos de Oliveira Cam-
pos, queira vir, ou mandar pagar
290,000 rs., importancia de fazen-
2 3,000
11,000
5,5oo
3,800
1,3oo
Compras.
Compra-se un esflravo moco, man-
nheiro, eque seja crelo: quemllror*n-
nuncie, ,
N ra d Senzill. Velh., dafrente de
Sr. Uontoiro oinlor,compra-se todas as qu-
lidades de larro* velhoi e met.es de tod.s
ss quilid.drs aisim como oureldi de pannos
linos.casemiras e todas as qualid.des de mu
lainhosque servirn, p.rs razer papel : aa-
sim como cabos velhos, lonas etc.
Compn-ie um rord.lo de ouro de lei,
con. 20 oitavs, em bom estado e sem fei-
tio : na roa da Cadeia do Recife, loja n. 5.
- Man011 Alvcs Guerra Jnior compra
acedes do banco desta provnola : na ra da
Cruz n. 40.
-- Compra-se um mulatiuho de; 14 a 16
annos de tdade, aasim romo um preto de 18
a 91 annns.robuslo e proprio par. todo ser-
viijo; a tratar com Lulz Comes Ferreira, no
Mondego.
- Compri-sc um* canoa de carrtira que
leva 6 ou 8 prssois : o* ru* do Queimado,
loja n. 10.
-- Compra-se 2 escr.v.s creoulis ou par-
das da 12 a 20 annos : n rus Nota n. ib.
Vendas.
Lotera de Nossa Senhora do
K1 iza lio.
Iu o Hi.I.i-'l.iw'ii.'iIiiIus a Inatiiiiiti Os bilhete* dests loterl* cham-M veod
1 as edinheiros pedaos a Joaqun n()g ,ug,re8 SC(umtes. botica .io Sr. Moreir.
de Oliven a Alaia Jnior, quando Marques; aterro da Boa-Vi*i*,loj* do Sr.Vi-
encarregado da minha loja r- i5 rlaio. praca da Independ.ncia, loja do Sr.
, o Fu.lunaloi e largo do Ltvrarreuto, bol.ca
da ra do Crespo, e que receDt do8r. chag.s. a rodas andarlo por todo o
norbalanco, e em quanlo nao pa- mezdojulho, porm sea venda for conli-
1 71 1 a ... nu.ndocom a iiiflenci que tem lido nes-
gar-me lera de ver o seu nome no le(lMf lhesoureiro marcara o da 23 do
Uiarto. Antonio da din lia Soa- crreme mez para o andamento das mema
res GuimarSes.
*JJ Alugatn-se e vendem-se bixes na *>
? prac* da Independencia n 10, con- **
fgl frunte a ra das Cruzes
rodas ; s dependo da prompta venda do
risio dos bilhetes; e por isso pede'o thesou-
reiro aos amantes debi jogo que concorram
a comprar o reante doa mesmos bilheUs,
lim de que se realise o novo projecto;car-
io de quo com elle teremos diuheiro fresco
para pudermos festejar o gloiioso seohorS.
nu.lo Ihe inlresaa, flm de nlo ler do da prin.oir. rugida; quem o pegar
iueixar-se do procedimento que se Uvera levar a seu seiihor, Jos Saat.oritl,
na resneito S'lo no Pfncip.o da estrada dos Afll dos,
sa'sede nmaac.dor de pelarla, a qualquer hora, ou na rusido Trapici.e No-
1 p.ga-sehem; n. ra Imperial vo n. 18, segundo .nd.r, das 9 da manila
l^spW*i*~*^, JoSo Haptist.
-. Nanoite do di. 26 do orente, furia- ._ Na ruJ do Cresp0i |a 12, ha para
ramdosiliodoSr. I)r. Antonio Vicente .o veD(ler um casal de escr*vos.
Masciinonio Feitosa, em Iteleui, dous caval- __ Vendem-se na ra Augusta, taberna de
los, um maso ped.ez, o ca ado, de oilo an- victurll0 Jo, correia de Si, queijos do rei-
nos, e oul.o russo carillo, inteiro, de selo ||(J li9 mJ|s trtfClie que ,ia mercado, por
*nnns,*n.ho* com peladuras noe.pmhjco : f n|}n r9 M(lg um_
' quem delles tiver noticia o* queira levar ao __ .Vf nj.(n.ie as s'guinte smenles i-
seudono JoaquimJose de Souza Serrano, nbo. ,. rab,neiesei.cernedoaebrao-
na ra do Cll-gio. casa do Sr. Joaguim de ^ tebl)Ui (0UV triI,xuda allace la-
Albuqoe.quc Mello. m0a repultiu>ia, chicoria, senoulas, feijlo
- Perdeu-te no di. 31 de maio vtndo carr,p,tu ue iros qu.lidadea.ervtlha loria e
de delraz da m.l.iz d Boa-Vala al a pra- ojra.lltl fhV, foelro de toucei a, salea, to-
ca e ate'ro. um trancehm de ouro com*
oilat.sde peso.enfiado n'uma medalha com
Ir e o oa oitvas, lando em cada face um
diamante : rog.-se a todos os senhores ou-
rivesque nlo comprem
mates grandis, repolho, couva lombarda,
sabo.a, e muslarda : na rus da Cruz n. 46,
delronte do Sr. doulor Cosme.
Vrnde-seo melhorca prelo depona
esle mercado, em
l. nlo compren, por se ler- indieio bralicaique tem vindo a
.utr.zn, mes pede-sequeoappre- de um 0CU|o d',er .0 loi
da que foi turinuo 00 pescico o un. mr,- faXHS de 12 ,,a |ibrt ,5(im cowo ae ven-
no quo u trana, anles pede-se que o appre- Jb um (jcu|o d(l ter l0 ,onge j, u)ai,0t mas
hendam para restituir a seu dono que he um CQm muiloDoM Vldf0s. Ila praca d0 Corpo
'. ." inohre e aue aeu U' ico bem era esse pouco 0.,_ .,
le ho.ta, pag.ndo.se coi.forme|PMre.eqoDoo|lili|lle ,, pobreza n3 S.n
l d de fazer o sacrificio de gratificar com I
levnu camisa de
mesmo panno : rog.-S" po tanto lo las s
autoridades policiae e espilles de campo
que o possam cpturar o levem a ra lar(ia
do Horario n. 20, que serlo generosamente
recompensados,
-- (Uferece-ge para o servido Interno de
urna casa estangelia. urna mulher branca
e ae bous coslumes qne sabe enm muita
perh.clo engommar, roSinhar,favar o ia?er
o mais servifii de portas a dentro, e i-li-n
ca-se a su capacidade: quem a preWnder
annuncie por eslafolli. par. ser procurado
Offerece-se uro m secc de portas a
dentro para o diario de um casa ; na tra-
vess do \ 1 .! un n. 6, hairro de S. Jos.
-- Um estrangeiro desoja alug.ruma casa
de campo que tenha bastantes comino ios
para familia, estribara e coebeira ; a casi
deve ter sitio solTrivel com smiredos e flo-
res qoain tiver nniiiicc, '
-- Lando o Echo Peenambucs>io n. 74 da
28 de n.aio tilti.no, no'.le deparoi rom um
ai ligo, em quo i'oiiois de f.zer o autor al-
gum. s injustas reflexdes sobre/a eent'li
sacio eos |iagamerito%ni Llins/xirari. geral
dota provincia accrescenla ; que be lamen-
tavol a sorle dos operarios dos arson c-,|. ns
que recebem s*us vencimenlos mu.lo de-
pois do dia ap.uiadn, d.vido isio a mt von-
laeou capricho dos empregados da dita
thesouraria ; e como o autor nlo declare em
qul dos arnen-es se lem dado esta falta d
paga nenio, apresso-mo a declarar ao publi-
co que bu falsa lu ii'guieflo a respoito dos
o erai ios do arsenal do guerr,i,a cujo nu-
mero pflitohe.il, pois que al noje lomos si-
do bem pagos e com ponluali lade, e se al-
gn, arsenal est descont-nlo nlo ha cer-
t.monte o de guerra. Sou, Srs. red .clores,
seu silencioso sorvo,
O artista satisreito.
O Sr. Manoel Ignacio Pereira da Silva,
tem urna ca ta vind. de lora : no terceiro
an lar d> casa n. 30, da ra larga do Ro-
zario
Quem prelender alugar um pardiuho
para o servico de urna casa da pouea fami-
lia, o qual nflo tem vicio de qualidade algu-
m, dirija-so a ru das Cinco Punas n. 71.
Aluga se um muleque de 20 annos para
servico de cas, que sabe cosinhar o duno :
quem o pretenderaajirija-ae a prsga da In-
dependencia n 5.
f)r. Francisco Gongalve* de Muraos re-
lira-se para o Rio de Janeiro, e deix. nesla
cidade, como seus procuradores, Os seus
manos Antonio Gbncalvrs de Moraes e Jlo
Jof de Moraes.
ofierecr-te um rapaz pira criado ou
hnlieiro I quem quizer dinja-se ru* das
L.r.njeiras. n. *.
Na ra do. Vigario n 17 ,
precisa-se de oflicjaes de latoriro e
funileiro.
O alrixo assignado declara,
que despedio o seu caixeiro Jos
cavllos.
Faz-se publico que a casa Avnal Irmlos
rCompanlii nlo seencarregaramdo 1 an- Joaquim Pereira, no dia 28 de
eeSn ilsuma nertencente ao Sr. Jos An- _.;. ,1. ..k. .m
nulo por motivo de roulto em
scelo .Igurn. pertencente
ionio d. Silva Junior.que i po ico pal to pa-
ra Europa, tanto na sua estada aqu, como
depois de sua pa lida.
--Antonio da Cos Ferreira retir.-se
para Portugal, e deixa por.seus procurado-
res os srs. Antonio daAlmei >a Gumea.Jos
Luiz Cuaiaco e Antonio di Costa Ferreira Es-
Desej-se fallar com o Sr. Miguel Joso
da Costa Meir pira negi.oo de seu inters
se ; o mesmo senl.or annuncie ou dinj.-sa
a ra da Cadeia do Recife, loja de erragens
n. 56 A.
OSr. Brito, que tem padana as Cinco
Pnnts,T.do,querendo,vir buscar a escrav,
que ajuslou nu Pisa era Olinda, pelo sou ul-
timo p eco.
Bornardo Fernaodes Viann., embarc
para O Hio de Janeiro o seu escravo de na-
ci, de nome ChrialovSo, de indade de 30
Quem precisar de um rapsz brasil'iro,
do malo, para alguma ariumsclo, seudo de
venda methor, poi ler alguma pr.lic, dirl-
j.-.e a Fra de Portas n. 92, ou annuncie
para ser procurado.
sua venda. Miguel Jos Hodi-
gues da Co>ta.
escrivo da 11 mndale do
Santissimo Sacramento do barro
de S. Fre Pedro Goncalves, con-
vida a seus irmaos reunirem-se
domingo 6 do correte as 9 ho
ras da manh3a, afn de elegeiem
a nova mesa.
Na ra do Queimado, loja n. 37 A, de-
soja se hilar auSr. Manuel Norberlo Casa-
du blata,
Aluga-se urna grande cas* e sitio, com
tolas as commodidade na povoiclo do
Monteiro : a tratar com Jlo Jos de C*rt-
Iho ore, na roa rl Ca leja do Kecifo.
.. Prfcsa-e de urna ma de leite sem fl-
Iho o que soja de boa conducta, a com bom
leilc, paga-se bem: na ra Nov o. 10.
Precisa-se de um futneiro : na padarla
dos Afogadusn. 99.
das 4 lii'i'.s da larde em di.nle.
Desapp.receu no da primeirodo cr-
reme a I ou 2 liaras d tarde, ri loja do ul-
limo sobrado no .tarro da Bu.-V.sla,do lado
ifh matriz, um cavallo alslocaboclo,celado
o ei.f ciado,e com manta bianca.o ou.l tem
ossignaes seguinles: lente shert, duusou
treap* c>lsdos, baatanla cabello na cau-
da cetina; consia quo mi. muleque ou me-
nino andar toda a tarde no dito cavallo
a-sim, pessoa que soober ou liver apre-
hendido, o podera entregar na I0* da Sanl
Cruz, em casa 00 Sr. Ilullnn Jos Curris de
Alii-eida, que sera bem gralificadu.
Os abiixos assignados autorisam an Sr
Domingos da Fonseca So/ano, para cubran;
do o 'es as dividas da loja da ra Nova n.
6,que Ibes perlenceu; o podem .os dilos seus
ilvedoreS queiram dirigir-se .0 dito Sr.,
m na Nov* 11. 17, para liquid.clo deseas
cutas ; nacerlea de que tem dado orden
par -nu n ejecutados oa remnsos. I'cr-
n 'mu cu 31 do maio de l8S2.-Maia Ramos
ez Companhia.
0 Ur. Hruz Florentino Ilen-
r(|itcs de houza mudou a sua resi-
dencia do primeiro para o segun-
do andar da caso da ra Nova n.
4i, e ahi olTerece de novo "o seu
diminuto prestimo, como advoga
do, aos que o quizerem honrar,
coniiaiido-lhe a deeza dos seus
direilos.
Bio Formoso.
O bacharel formado Anlro Manoel de Me-
deiros Kurtado, residente na rula o do Rio-
l'.ii 1110-11, em cuja comarca se acha ezercen-
lo a profissflo de advogado, iucumhe-ao de
tratar das demandas, ou de qualquer co-
branza, arracadaefio, ou diligencia que por
ventura tonham dsli fazer promover as pos-
suss aqu residentes ; prometiendo hsver-se
em qualquer dessa* incumbencias, com lo-
do o esmero e assiduidade : aquello quo qui-
zer informar se do crdito que possa inspi-
rar o n< uncante, dirjase aosescriptorios
los Sr. lira. Moraes e Silva, o Aleo oradu.
Previno o anounciante, quo as pessoisque
se Ihe queiram dirigir, poderlo entregar
saos caitas na luja de fazendas du Sr. Ma-
nuel i.ouriiivos d Silva u* ra da Cadeia
do liedle, onde virio ter as reaposlis das
n.estnas.
Sr. Antonio Maximiano da Costa,
dirija-se a esla typographis, i negocio de
seu inieresse.
Anda est por alugar a cas. da sobra-
do, de Anacalo Jos d Meodoii(>, sil nos
Coelhos, com mu tos commodos para gran-
de familia : a tratar com o a esmo Mendon-
ca na ra Augusta, ou na casa de balance
uo acoui Piectsa-se fallar com o Sr. Joaquim
Luiz V.rles, a negocio : na ra do Crospo
n. 12.
Alinelo
Jos Francisco Dias, com loja n. ra do
Crespo 11. 14, luga a lodus os Senliures que
teom coulas antigs ou leltraa vencid.s na
sua loja, que as vonham naiisf./.er, os da
praca al 15 dejando do conente anno, e
os do mato uto 30, aflu de se uto ver na
dura recessidade de os chamar com os seus
nomes por exl- nso por esta fulha, o que ra-
ra sem excepfio de pessoa, a entregara
auaa comas ao procurador para receber pel-
los meios que ihe tacultam as lea do paiz.
O proprielario d. coxoira
do Forte do Mallos avisa
por meio deste aos seus
Ireguezes, e juntamente aa
pessuas iue precisarem a-
lugar Carros,- que para Ihes
poupar o trabalho de irom a coxeira, pdem
dirlgir-se a ra da Cadeia, loja n 2*.
-. Prerisa-se de urna ama de leite, pro-
fere-sesem filho, e iag-se bem: n. ru. da
Coci ba n. 11.
Precisa-se alugar um escr.vo par. o
arvico O'dinario de padarla: no pateo da
Ssnta Cruz, deb.ixo do sobrado n. 106.
Atiendo a<> barsteiro.
ciencia restituir, pode lev.r a ra l.rga do gueira e Lisbo. a 280 rs. a g.rrafa, e em
Rolarlo, loja de miudezas n. 26. Can.da a 2 240, dito du Porto engarrando a
- M.uoel Antonio dos Santos Fonte.s, em 500 a 640 rs., bnh* do porco a 480 rs.
ceutico approvado .trn>leno os Caia libr, laiosa 280e sao ro, vinagre
e.tab.lec.nieiUos de pk.rm.cn ^^r^^^Kr^TZ
drogas, que linha abcrlos, na ra rj a g.rrara; lodus estes gneros da melhor
la (,'rut Reeifea e pa ruaestrc
la do Hozarlo, para a ra Direita
n. 88, onde continuar a prestar-
se aos seus fregueses, e aquellas
pessoas, que o quizerem honrar
com sua confianca no desempalo
dasfunr,oes de sua arte. O mesmo
abaixo assignado tem um cot pi-
to sortimento de drogas e tintas
para aviar qualquer encommenda,
nao s da provincia, como para
fra, o que promelte fazer por pre-
cos rasoaveis e com promplidao
tendo como seu administrador no
mesmoestabelecimenio a> Sr.Joa-
quim Jos Uoreira, bem conheci-
do nesta cididn pelos seus conhe-
cimentos de pharmacia o qual
est tambem autorisado em ausen-
cia do abaixo assignado a fazer as
suas vezes em qualquer-objeclo
tendente ao mesmo estabelecimen-
(0. O mesmo abaixo assignado pro-
meti publicar brevemente urna
relacao de lodo o sorlimenlo que
tem com os. seus ltimos precos.
Pernambuco, a7 de abril de i85a
Jos da ilocha Faranhos ,
MMaffaff#a9t99 IMHtl
Consultorio honieo- g
patliico.
% Hundo Collegion. 25, pri- t
* metro andar.
1 O Dr. P. A. Lobo Mosco- 9
* so, d consultas gratis aos
5 pobres, todos os dias das 8 4
* as 1 >. horas da manhaa. Pra-
g tica qualquer operacao de ci- J
i rurgia, ou de partos. Rece- J
* becscravosdbente para Ira- |
* tar dcsuasenf'ermidades, ou
fazer qualquer operacao, por *
t preco cqmmodo. .4
J##a*#f##a-f
AOS DENTES.
J, A. S. Jane, o bem conbocido dentista
nesta praca a 12 annos,pode ser procurado
na sua icsidenci* ru Nova n. f4, primeiro
andar, pa.a todos msteles de sua arte, nlo
s em sua casa,como fora della.
Precisa-se .lugar urna e.-crav. para o
servido de urna casa de pouca familia de ao-
mem viuvo: a tratar na ra do Trapiche
Novo n. 44, primeiro anlar, ou quem a ti-
ver .nnuncie.
.. Manoel Antonio doa S*ntos Fonles del-
ta durante a sua ausencia por seus procura-
dores < encarregados dos sus negociosos
senhores Manoel Auiuii'o da Silva, Jos Joa-
quim l'ias Fern.ndes e Jle Tavares Cor-
deiro
qualidade e preco, e uulrus multes mais que
(illi.ni lu o pn-go e a qualidade favorecem o
comprador : defronte da matriz da Boa-Vis-
ta, quin. que vira para o Hospicio.
venda-se um alambique meilo em bom
estado, sacadas de pedra do Kio-Formnso,
emcliaues, travetas, e um. cuo. que o.r-
rega 1500 tij"lus, ou soaluga um molequn
creulo de 20 a.mossem vicio nem .chaqu,
o se da a conleuto; na ra de S. Francisco,
casa apalacada.
- Vende-se urna cabra muitu boa de lei-
te, com duus filhos, urna cabrita j taluda,
e um cabrito, um carneiro grande'que podo
servir para um menino, e urna ovelba com
dous c.ineirinbos mutlo bonitos ; no prin-
cipio d. estrada dos Alllictos, primeiro sitio
du lado di ral lo.
Maximiano Lopes Machado,
..roprietario da serrarla do Mon-
teiro, nao podeodo continuar com
o seu eslabelecimento, emvirtude
de Ihe ser prohibido o serrar ama-
rellos e outras madeiras, em vir-
tudedo aviso de 1'1 de Janeiro do
corrente nnno vende -t>dito seu
eslabelecimento, correrfte e appa-
relli ido como se acha : aspessoas
que.o pretenderen pdem diri-
gir-se ra das Cruzes n. 18, ter-
ceiro andar.
.-- Vendem-se saceos demilbu e de fari-
nha : na rus do Rangel n. 25.
- Vendem-se 2 esc aros crooulos, am-
bos muito moros, sendo um aind* mola-
que, sem vicios e oem chaqus: n* ru* do
Itsngel n. 56.
l/s 15 volumes dos Miste-
rios do Povo, por E.
uie, a 800 rs. cada vo
ItlIl'C.
Vende-se na livraria do pateo do Collegio
n. 6, de JoSo da Costa Honrado.
Ue muilo Irasco.
Rap de l.isboi.^hegado ltimamente, a
40rs.a oitava : na pr.(jada Independencia,
luja n. 3.
Cajxas para rap.
Vondem-se as bem conhrcidas c.ixas de
chifi o do Ar.c.iy, Imitan m as de tartaruga,
a por muito man commodo preso : na ra
larga do Rozario0.20.
Vende-se marmelala nova, viada l-
timamente de Lisboa : nt ru* da Cruz n.
46,derrontedoSr. Dr. Cosme.
- Vende-se um preto moco, de bonita U-
gur, proprio para qualquer aerricu : n
ra das Cruzes n. 30.
Compendio doloroso.
Vende-se o compendio dob'roso.que contm
o iifllco de Nos. Senhor. das Dures, modo
de res.r e offerec .r noroa, setenario, e ou-
iros rou.tos ezercicios de Piedade e devo-
rio s gondo o uso dos lu. M>. Capuxinhos.
a 320 rs. cada um : n livraria ns 6 08 da
.r.ca da Independencia..
.. Vondem sa lijlos de lodas as qualida-
des elelhas, totando-aeem qualjuer portu
da obra, bem como canoas com arei. ; ludo
por prer;o commodo : a tratar n. ra do l.i-
vramei.to n. 35.
i.
a,
r
S I
* i
[*
MUTILADO 1
l



Deposito geral do rap
Gaste do Rio de Ja-
neiro, na ra da Cruz
n. 23.
ACABA DE CHECAI A ESTE DEPOSITO A
BOA PITADA DO RAPE'
Grot^So. meio grosso c fino
Talos pregos ja sabidos .le 1,880 as duas pri-
mniras qualldades, e 900 rs. ullioia, sen Jo
de slibraaparacima. Escusado beonfadaro
publico com a descipgo d boodado do ra-
p desle fabricante ; a sua anliguidade a
attesH, eem verdade pela limpiase sauda-
vel composigo colloca os tomantes urna vez
habituados em -nilo o poderem substituir
por oulro. Comparen pois os amantes da
boa pitada a qualidade deste rap com a des-
sa mulldSo de novos rapos, 8 o seu elToilO
os resolver* a tomar deate ou daquelle.
Deposito de cal virgem.
Caoba & Amorim, na ra da Cadeiado
liedle, n. 50, vende-se barra com supe-
rior cal etn pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
pul outra qualqner parte.
farinha de mandioca.
Vendem-se saccas eooi farinha nova, clic-
gmla ltimamente do Cear, aS.OOOrs. e
em lotes de 10 saccas para sima, a 1,800/s.,
cada urna sacca : no armazem ue J. J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 35.
Vendem-se os verdadelros selina in-
gleses, patente, de molla e sem ella : na
ra da Senzalla Nova n. 42.
Veodem-seno becco do Goncalves, ar-
mazem de eane Youle & Companhia, meias
barricas com superior farinha de trigo.
Cortea debrimde |inho, a i,a8o,
a,i4 e 3tooo rs.
-Vendem-se cortes de brim pardo, deli-
nho puro, a 1,980 rs.; ditos de cores com
listras debomgosto, a-2,240 rs. ; ditos de
bros ama'rellos, a 2,000 rs.; cortes de calsa
deriscadode linho de listras, a 7-20 rs.; cs-
sasescampi nadas para cortinados, com 8 I|2
varas, a 2,400 rs. a pnoa.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e Fi-
gueira, dos maissuperiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de aoo e a4o rs. a garrafa,e i,5oo
a i,8oors. a caada : para,conir-
Vendem-se relogios de cu-
ro e prata, patente ingle: na ra
da Senzalla Nova o. 4a-
Novosortimelo de lazendas l
ratas.
Nh ra Jo Crespo loj da esquina que vol-
ta para a Cadeii vendem-se peeaa de mada-
pol.lo largo rnuito fino com pequeo toque
de avrriaa 41/500 a pega,ditas lunpas a 2.400
rs., pecas de chita de cor fiza a 4,500, 5,000
5,500 e6,000,riscado de linho a 180 18. oco-
vado, lencos brancos de cassa a 160 rs., ditos
de cambala de linho fino a 400, 500, 600 rs.
cambra as de cor liza padr-oesmodernoscom
7 varas a 2,500 rs., meriu preto superior a
2,800, 3,000 e 3,800rs., dtoselim a 3,600
rs. o covodo, e outras multas fazends por
prejo commodo.
liom e barato.
Vendem-se pelo di minuto croco* na ra do
Crespo n. 10, luvas rompridas do pelica en-
talladas paia senhora a 9,000 r. o par,pega
debretaoha depuro linho com 5 varas a
1,800
Deposito de cal virgem (cabeca de
carneiro.)
Na ra da Cruz n. 23, artnazem
de assucar da Viuva Pereira da
Cunha : vende-se superior cal, a
mais propria do fabrico de assu-
car, e por preco rasoavel.
Bom e barato.
Ra do Passeio Publico, toja n, 9, de Al-
bino (ty Leile, vende-se meias cruas rnui-
to finas para hornero, a 200 rs, o par, em du-
zias 2,200 rs., chita para coberla, ( boa la-
zonda ) a 140 rs. o covado, ditas para vcalido
a 140,190 e 200 rs. o covado, chapeos de sol
asteas de balea, a 2,000 rs., ditos de junco, a
1,440 rs., grandes e fortes, proprio para o
lempo presente,chales de 19a de ricos goslos
a 1,000 rs., dilos.de chita rozas a 500 rs., di-
tos brancos a 800 rs., ditos de tarlalana a
800 rs., grvalas ricas de Cassa a 120 rs.,
lencos de bico rodeado a 320e 440 rs.; ditos
pequeninos proprios para crianzas a 120 rs.,
cortes de colote fustn a 640 rs., rendas da
trra a 120 rs., a vara, cassa bordada pro-
pria para cortinados a 320 rs. a vara, casto-
res para calcis a 200 rs. o covado, ditos pc-
lododiaboa 360 rs., brins de linho azul e
de cores a 100 rs. o covado, corles de cassa
chita, a 2,00rs., e outras muilas fazends
que agradarflo aos compradores,
MlH-llllns -IIJH'i'ilH'l'-.
Na fundico de C. starrei Companhla,
mar d-se a provar, e para verd--ein s,_Amar0i ,Cham-seavenda moamda
se a beber ; he baratinho, a elle I do esnna, todas deferro, de um modeloe
freguezes que he bom viuho.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dade..
Na ra do Crespo, ioja da esquina, que
rolla para a Cadeia, vendem-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito francez, milito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2.800, 3,500 q 4,000'rs.; dito cor do rap,
a 2,800 rs.; cortes de calsa de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, 7,50.0,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja preta, a 2,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 2,800 rs., e outras mui-
ts fazends por procos commodos.
l'arinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega,
liaial.
No armazem de j. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Simao de A mi na a
800 rs.
Vendo-se a historia de Sinto de Mantua,
a 800 rs. : nalivraria da prafada Indepen-
dencia n. 6 e8.
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna':
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 3*>.
Taixas para eiujenhos
Na fundicSo de ferro de JJow-
man & Me. Callum na ra do
firum, pssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
sc em carros, sem despezas ao com
prador.

i
ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame- .*
ricanos, chegados dos Esta- 9
dos Unidos, pelo barato pre- ^
90 de 40,000 rs. cada um: na 9
J" ra do Trapiche n. 8.
a*.Sfc#** !##****?'*'*#
Multas fazends por pouco diohei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Cortes do brim escuro do puro linho a
1,440 rs., ditos de lislra de bom gusto a 2,000
rs dito amarello a 1,800 rs riscado du li-
nho proprio para caifas e palitos a 180 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000rs. o
covado,pessas de chitas escuras com 38 co-
vados a 4,500,5,000 e 5,500 rs., cambraia de
flores cun 8112 varas a 2,400 e 3500 r*. a pes-
as, lencos de catnbraia do linho a 400, 480,
e 560 rs*. proprios para iii.lq, riscadoa asseo-
tados em algod3o milito encornado proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuai lo azul com 4 palmos a 200rs. o cova-
do, e muilas mais fazends por.proco com-
modo da Ioja cima referida.
-- Vende-so Kezina de aogico de milito
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
em librasa s-211 rs. : na ra da Cadeia do Re-
cite Ioja de ferrageus n. 53.
i'ctassa americana.
No antigo deposito da cadeia vellia, n.
12 existe urna pequea porgan de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rival isa com adaRussia: vnde-
se por preco razoavel.
Vendem-se dous excedentes terrenos
proprios, na iloa-Viata, ra dos Prea, junto
a caiza d'agoa, de um e outro lado, tendo o
dolado do Norte um bom alicoree na frente,
com este, em estado de ruina mas be ca-
paz de sobie elle se levantar qualquer so-
brado de dos andares ; tem este leo pal-
mos de frente, e de fundo 125, o do lado do
Sul, dacaixa d'agoa tem 66 palmos de fren-
te, o 125 de fundo : a tratar dentro do mes- .
construcglo muilo superior
Bom 2 barato.
Na Ioja da ra do Crespo n. 10, vendem-
se palitos e casacas de brim do linho a 4,000
rs.; cbales de seda a 4,000, 5,000 e 6,000 rs.;
cassas para hallado a 240 rs. a vara ; oanli-
uhas de aeda para menina a 640 rs. cada
urna ; cortes de gambriOes de cures para
caifa 1,000 rs., e outras muitas fazends
que se vendem por todo prego.
Admiraco.
Ns Ioja da ru do Crespo n.10, vendem-so
pelo diminuto preco dot,500rs. cada um ;
lindos chapeos deso de panninho bemen-
feitados, para meninas, obra prima ; a el-
les antes que se acabem.
Deposito ila turica de Todos os
Santos na Ualila.
Vendo-se, em casa deN. O. Hieber & C. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
qucllafabrica, muito proprio parasaccosde
assucar eroupa de escravos, porprecocom-
noJu.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Uecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
NaruadeApollon. 6, arinazein de Me. Cal-
montSt Companhla, acha-ae coniianiememe
bous aortjnienloa de uixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, inoendas in-
eh as todas d ferro para animaea, agoa, etc ,
dllaa para armar em madeira de todos os ta-
maitos e madelloa o mais moderno, machina
liorisontal para vapor, com for*(a de 4caval-
loa, coucoa, paaaadeiras de ferro estanhado
paia casa de pulgar, por menos pre^o que os
de cobre, escoveos para navios, ferro inglez
laMoein barraacomo ein rcosfolhas, eludo
por barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA .N. 43
Nest estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moetulas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Algodao para rotipa de escravos.
Vende-se algodSo muilo encorpa lo, pro-
prio para roupa de escravos, com pequeo
toque de avaria, a 140 rs. a jarda ; dito
limpoa 180rs. : na ra do Crespo n. 5
-Monillos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
o baixas decaplm na fundicodeBowmaux
& M. Calhcn-.: na ra do Brum ns.6,8el0.
Deposito de punno de algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador .* no escrip-
toriode Novaesck Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
liefrescos e xaropes a 5oo
ris a garrafa
Sendo, de espil, tamarindos, orchala, gro-
s--II-s, laranja, liniSo, vinagre, gomma e
outros muitos: na iravocsa da Madre de
eus o. 4 e 6.
Vende se um carro pequeo de 4 ro-
ds, para I eScavallos, todo pintado e for-
rado de novo, vende-ss em cunta : a tratar
na ra do Queimado, Ioja n. 10.
Em casa oe J. It. Lasserre & Companliia
na ra do Trapiche n. II tem para vender
os seguinles irtigos : cabos de linho e ma-
nilha de todas as grossuras, champagne
marca estrela, sardinhas em latas do varios
lamanhos,penas de ac, volas decomposi-
900 e garrafOos vazos, o que todo se vende
por commodo preco.
Chapeos do Chyle.
Vendem-se chapeos do Chyle finos e
grossus, grandes e pequeos', por prego
muilo barato : na ra do Crespo n. 23.
Arados de ferro.
Na tundiefio da Aurora, em S. Amaro,
M- -U ,......
Pechinch.
Na Ioja da ra do Crespo n. 10, vendem-
se chitas, com um pequon%d>'taito, ruida do
cupim a 100 rs. o covado ditas limpas
120,10 e 160 rs.
-- Vendem-se amarras tloferro: na da
Senzalla Nova n. 42.
Hiquissimas luvas de pelica, pro-
prias para noivas.
Na rua do Cabug n. 6 ven-
dem-se as mais ricas luvas de pe-
lica, que aqui tem appareciilo, com
riquissimes enfeites de flores e re-
quififes, proprias para noivas, por
precos commodos.
A 3,56o rs.
Vendem-se cortes de meia casimira, de
superior qualidade e goslos bellinimos, pe-
to mdico prego de 2,560 rs. o corte : na
rua do Crespn. 5.
Ha para venirer, na Ioja de
funileiro de Jos Baptista raga ,
i alambiques por 4oo,ooo rs. cada
um, em tu !o iguaes aos que se
vendem por 60b,ooo c700,000 rs.,
em lugar'de carapu<;a tem colum-
na, e alguna melhommentos que
concorre as.-s para o producto das
garepas.
Vf?ff fff ffV f f VVf 7Vf Vf
farinha de mandjocu
^ Vende-se, por preco rasoavel, la-
- rinha de S. Malheus a mais nova ,
ap. que existe m-sto mercado : na rua 4$
aja- da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. *'.
.- Vende-so urna anuala de 20 anuos,
linda figura ; urna nrgrinha de 10 annos,
muito linda e esperta ; urna negra da Costa
muga, boa vendedeira de rua; mas Ires ne-
gras mocas, sem habilidades; urna negra
de meia idade, boa cosinheira; e quatro
pretos bous irrhaihadores de enxada : na
rua larga do llozaiio n. 22, segundo andar.
Vende ii-ao por prego commoJo os se-
guinles gneros; chapeos do chile, linha de
roris e de GuimarSes, panno de linho, cera :
O F.v
*


Cena ulriilii- etlC ni.i-i,
(iracas taes como as que tinha,
Nunca mais encuntrarei.
Quando me vio.
Deu-me una or,
E denlro drlla
Snprode amor.
Esla Bnilinlia tem 5quadras, e para cada
urna seu estribilho differnnte. A muzica he
do insigne artista pernamhucano, o Sr. P.
i\. Baplisla. Vende-se na imprnss de muzi-
ca da rua Bella n. 28, para piano a 640 rs. e
para violSo a 500 rs.: nesta imprenta se im -
prime com poifeicSo qualquer obra de es-
tampara, como sejam, letras, conhecinien-
tos, carlOes de visita, tarjas, registos, etc.
Vende--!- superior carne salgada de
vacca em barrilinhos de 50 libras no es--
criptorio de Malheus Auatn & Companhla,
na rua do Trapiche n. 36.
Vende-se urna taberna em
muito bom logar, na rua do Ran-
gel, com os fundo, de 400,000 rs.,
vende-se mc-mo a praso : a tra-
tar na rua da Fraia n lo.
Loja de alfa ia te
Na rua Nova n. 26, tem para vender pali-
to de panno preto e verde a 20,000 rs. cada
um ; a ellos antes que se acabem.
Vendem-se caaaes do pavoe, de gallos
de raca apurada da ndie, de marrecos : no
aterro da Boa-Vialu, venda n. 80.
I'c chincha
Vende-so na rua da Cruz n. 50 urna
Vende-se vinho de champa-
nhe legitim e de superior quali-
dade : em casa de J. lcller &
Compaa"'! .
55.
Prensas p/^f
Na lundicSo d Aurora em San-
to Amaro, e no dcpozito'dV fnesma
na entrada di rua do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar larinhade mandioca^ e
outias para spressSo do oleo de
marronr>,'de urna invencSo intei-
ramente nova. Os annunciantes
nSohesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua invencSo sao
superiores a ludo, quanto at aqui
tem apparecido ne.ste genero, re-
unindo agrande frca de presso
a maior simplicidade de construc-
(.fio, e facilidade na operaco, o
que faz com que diflicmcnte se
possam desarranjar.
Na rua da Cruz do Recita n. 50, botica,
lem para vender 1 linda esciava do 11 -co,
perfeita lavadeira boa cosinheira e engom-
madeira, por preco mdico.
Vende-i- a verdadeira graza american
de James Masn om latas. Esta graxa he
a mais prompta eeconmica para impar o
calcado, torna-lo macio, de maneira a nlo
encommolar os calos ; sssi>n como em
lempos chuvosns, impede a humidade, ten-
do a virtude do lustrar o colgado molhado,
qualidade esla qu nn se encontra em ou-
Elixir tnico
Anti-leumatico,
Pelo Sr. Dr. Cuillie, meilico da faculdade
do Pars, membro de varias sociedodes
medicas, a-sun nacionars como c-lr.ui-
geirss, cavalheiro da real ordem da Le-
em velas muito bom so-timonlo : trau-se nPgra creoula, moga, e de alsiima habili-
na casa de Novaese Companlua, na rus do Ha
Trapiche 0^34 | Vinho do Forto.
,-""; *enue-se a typograpllia UO( s um apreciador do delicado paladar lr qualquer grajta. He a nica usada nos
L'iartO Novo, propriedade da Vitl- poder dar vordadeiro merocimento a una Estados unidos, Mxico e outros estados do
i--i llnini n (iiril pl monla.la cxcellentissima qualidade de viuho do Por- NorfAmenca .tendo ltimamente tido lal
va liorna a qual esla montada de particular marca, que para amostra eil.gSo na Europa que seu autor nao
tanlo de bons typos, como de pre- cheg-u recentemente na barca OlimpU. duvida ser logo quasi a nica usada : ven-
ios, e de todos OS uteticis nccessi- "e io generoso que ple ch,mar-se um <- I""* Zn' SZVf'J,*
. ,. elixir : vendeso na rua da Cadeia do Rrcife, -osla, na rui da Madre Dos, e de J. J. Tai-
nos a urna boa typographia : tra- armazem n. 12. so Jnior, na rua do-Vmorim.
ta-se com a proptielaria narua ?f**kl?^**5">#*^***
daPraian. 55. II Palitos feitos. *
Vondem-se por prego commodo os so-] y Continus-se a vender palils feilos 4
guintes gneros, fumo em lolha para cha-; a do superior panno o da ullims moda, 9
rutos, cal virgem de Lisboa om barris, fa- *) por prego muito commodo : na rua 4
rinha de mandioca, superior vinho do Por- ^ jo Queimado, loja do sobrado na- S
lo em barris de quarlo, quinto, eoilavo,fe-;j relio 11 29. 4 Rio deiliira ic"
tL,,".,,,rde!m,l,,.r!IU.e.M|,1".7,C,r{ ,l'V ** ",uPnt. Ph.rmaceutco, em Pars,
t.rtioari.aem do caes ,1. a fandena n. 7. .. vende-so urna canoa de carroira, nova, rua Tiquetonne n' 14.)
ZiV fSIS! !, 1' V.U 'T de "relio, com 34 palmos, e m carro de O nico deposito verdadoiro desle elixir
Novaes & Companhla, na rua do Trapiche rod,s do conduztr mo-cadoriasda alfan- he estaheleciio .co msmo autor na botica
, dega, ludo por muilo barato prego: narua do Sr. Jos da Rocha Paranhos, rua Direita
Aviso SOS amantes da boa pitadH. do Crespn. 2, loja. n. 88, em Pemambuco.
Vendo-se na loja n. 2 do arco da Coneel-) -- Vende-se urna casa de podra e ral a O elixir anli-fleugmatico he essencial-
gSo, tap de Lisboa a 40 rs. aoilava, difti moderna, na Capunga, estrada nova de S. mcnle tnico, reanima o principio vtale
Paulo Cordeiro o meorou a 20 rs. Jos; a fallar com Jofio Monteiro de Queiroz, da tanga isli',r:-s, destaca os humores vis-
Vende-se um cabriol descoberto, mui-' na rua das Cruzos n. 29. cosos, os precipita em bal o, aviva o ape-
lo forte: na rua aa C'Uz n. 40, primeiro Vendem-se lor prego commodo tilo e fortifica o estomago.
andar. Sacadas degranito o de pedrai umhreiras, .'c-sc administrar na mais tenra infan-
Voode-se urna bonita escra, moga, pa- vorgas do pedra para portas e janellas, as ca como na velhico; nada be mais doce
rida de poucos dias, sem cria, com bom quaes oslSo depositadas na estrada nova de que o seu effeito: fundo, dissolvo os iu-
leile e muilo carinhosa para criar, e sabe Santo Amaro, defronle dj fundigao dos Srs. mores e Ihes d sabida sem alguma agita-
bem engoinmare cozinhar o diario : narua C. Strr & Companhia : para tratar, a fallir gao, sem susoender as occupagOes, nem
do Cotovelo n. 75. na rua da Cruz n. 51, no armazem, ou no mudar os hbitos: se pode lomar deste clli-
Vende-se chumbo de muni- Prinle'roaudarda dita casa. cazmente urna colher domanhSa em jejum,
- P j 1 I --Vcnde-so extracto de ahsynthio supe-
cao, grosso e lino, fie todos OS nu- rior, suisso, em caixas de 12 garrafas ; no
meros, e em qualquer porcao : na rmazom da rua da Cruz do Recita n. 51.
... An T_n;_k' -c j Vendo-se um sobrado de 2 andares
rua do lrapicne n 20 casa de
Vende-se a verdadeira agoa]
mada Selters W
, t nina pequea porcao
charutos da Buhiu ; em casa de
Le Scholer & Gotnpinhia, ni rua
da Cruz n. 49.
Surtes a ao rs.
particularmente no invorno e nos lempos
hmidos.
Os aslhmaticos, golosos, hydropicos,
, aquellos cuja fibra he molle, ficam satis-
opicne 11 20 casa ae cunl aiuitu/ comn-roJos e em boa rua: feitos dn seu uso; liem como ns que sof-
Manoel Duarte Rodrigues. 1 tratar na/ua do Callegio n. 15, primeiro frem deflluxflo catarral do peito, azedumea
, andar. / do estomago, syncopes e palpilagd-s do
j Na rua das Cruzos ri. 22, vende-se um corago, clica, empingens, calarro da be-
mineral chamada delters Was- escravo cabra, de 40 annos'/ ollicial de car- xiga, apoplexia cirrosa, rheumatismo, flu-
ser e uma peauena DOrcao de '''""' es'"r'-vo de l*< servigo, tamo da xos alvos,duengas de leile as senhoras,
praga, como de campo, e 1 escrava de meia indigestao, vermes intestinaes nascriangas,
idailo, que cozinha, lava e lio quilandcira. e outras muilas enfermidades quesera Ion
Vende-se uma mulata,com uma cria de go enumerar.
8 a 9 mezes a qual sabo bem cozinhar, E--le medicamento salular tem produzido
lavar, engommar, fazer doce, cose alguma os mais favoraves ell-ilos nos casos, para
cousa e fazer ronda: na praga da Boa Vista assim dizer, desesperados. Desta sorle,
Na tivraria da praga da 'independencia n "9ob""10 d esquina n. 2, primeiro andar, desde seis annos foi prescrito por lodosas
6 e8, veude-so papel em sortes impressos! Pr cima da bolica. mdicos illustres, eos surcessos qaotida-
para homensesenhoras. muilo lindas ea-1 Ni rua do Cabue, loia de nos que oblem, tanto em Franga como nos
propriadas, para os das de S. Antonio e S. finarte vendem.se rnlUa-res dos P-""'S ef"nK<"ru9i fl"'m,,n mellior elo-
JoSo a 20 rs cada um papel I ullarle> rnuem-se COlleCCOes aos gm que deste possafa?er-se, e a prova deste
Sor,-, quadros de Nossa Senhora,que so '"* f-ranie saluda que este ajlraviihoso
. ... ,c,!.-;l,..;,, _- _... _>;' ,1- remedio tem tido as provincias do Brasil,
distribui^ram no mez maano da pricip.imente na ii.hi. eiiiodeJine.ro,
Conceico, onde ha tantas illusnagoes medicas,
Vendem-se satatfles de couro de lus- AVISO CS>lNCiaL.
Iro pelo barato pregu de 3,000 e 3,500,ditos Deve-se rnenle inteira conlianga s gar
de entrada baixa do couro de lustro a 2,000 Wtoi que 'eem uma marca que leva a firma
rs.: na rua Kova n. 26. d0 autor, semelhanle aquella que se v em
Borne barato. balxo. limlm, para evitar o perigo das fal-
Vende-so queijos flamengos os mais novos silicagfjes.ol accidentes que poieriam acun-
deste mercado pelo barato prego de 1,000 rs tacer, e arras lar a cobiga dos falsificadores,
cada um : no atierro da Boa-Vista venda o publico he prevenido que cada garrafa
n. 75. deveser acompanhada d'uma instroccSu im-
Vende-e om toucador novo, urna ca- pre deira de piano com muito pouco usq; e este medicamento, compilado pelo Sr. Cuil-
compra-se bico da trra, da largura de lie com a sua firma, e impreso emAri* por
meio palmo, lino bem feito: na rua larga o Sr. Coetschy; caracteres essenciaes para
do Roz.rio n. 28, segundo andar, se dir evitar a frau 10.
quem vende e compra A dinheiro a vista.
ijementes de hortalice pi0 engenho Gaipi, na freguezis de Ipo-
do todas as quali lades, muito novas, vin- juca, em uma casa junto ponte, acha-se es-
das do Lisboa, e por menos que em outra labelccida urna fabrica de fazer superiores
qualquer parle: na rua da Cruz, atrs do velas de carnauba, com toda a limpca e
Coi po Santo, n.62.. perfeigBo ; avisa-se portanto aossenhnres
Venle-se urna prela crioula, de boa ceengenho, e mais moradores circumvizi-
conduda, semvjina nem /chaqus, e com nhos, que Ihes he mais commodu mandl-
Iguma's habilidades; cozinha, lava de sa- rem ali comprar, do que nu Recife, evilan-
bao e verrella, e vende na rua-; vende-se do assim o quebramento deltas, e a demora
I jfros em branco.
Vende-so em casa deKalkniann |rmsos
na rus da Cruz n. 10, livros em branco ch'
gados pelo ultimo navio.
Bejouterias.
Kalkmann IrinSos rua da Cruz n. 10 rer
heram pelo ullimo vapor inglez um no.
sortimento de obras de ouro o mais beii
que lem vindo aqui como sejam ; inleiros.
meios a leregns, brincos, alfinetea, hrar.
leles com parolas, e sem ollas de toda* .,
qualdades, bolOes para camisi, eculetas
correles para rnlogio, aunis, canelas par.'
lapis o pennas d'ouro, dejaos, vnllas al,n,,
quinlios (lectores, vidroe ouro proprio com
meninas.
Arados da fabrica dos Srs. Ranos-
me e Mar
Proprios para plantar ealropar caoniije
differentes modellos e feitos na mais acreh-
tada fabrica na Inglaterra ; sendo muito sa.
periores a qualquer que tem vinda a esl
mercado,e proprio para plantarem alalqurr
terreno e de qualquer largura, por tr um
arraadp proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e sola destes arados pas>am
por um prbeesso que da-lhea consistencia
de ac temperado da maneira que s3u de
mnitadursgSo, alm de que tem bicos da
sobre-excellenle: na rua do Trapiche n II
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da rua do Collegio n. 18, conti.
nuam-se a vender as verdadeiras e bem
conceiluadas plulas para bobas, cravns se-
cos, e dores venreas, por mais antigs que
sejam cujos bons eltaitos confossam lodus
que deltas tem feito uso. Com osigSo do
pharmaccutico SebastiSo Jos de Olivnira
Macedo; e para conhecimento do mesmo
publico e principalmente de algumas pea.
soasque n3o estejam ao alcance, o conhe-
cimento das verdadeiras plulas,.se faz pu-
blico por este aviso.
Tachas de ferro.
Na fundigSo da Aurora em Santo Amaro,
e lamben) no deposito na rua du Brum loso'
r.a entrada, e defronle do arsenal de man
nha ha sempre um grande sortimento dn
tachas tanto de fabrica nacional como rs-
traogera, batidas, fundidas, grandes, pe-
queas, razas e fundas ; e em ambos os lu-
gares existen) guindastes, para carrrgarca
unas ou carros, livres de despeza : os procos
s8o os masi commodos.
CJaBA EM VELAS.
Vende-se cera em velas, das
melhores fabricas de Lisboa e do
l'iio de Janeiro, sortiuientos mui-
to variados e a precos commodos :
na rua do Vigario n. 19, segundo
andar, escriptorio de Machado !<
Finheiro.
Na loja de seis poitas
Continua-se a trocar por seilul.i;, l'./.-n -
das mais em contado que em ouira qual.
quer loja. Vende cassa de quadros a 209 r.
avara, alpaca de quadros propria para pa-
litos a 400 rs. o covado, cassa preta a 1;0 r.
o covado, leiigcs brancos para roSo deso-
nhura a 240 rs chitas a 140 e 160 rs., e d
amostras.
Charutos de liavana.
Vendem-se os mais finos cha-
rutos de liavana : noarnmemde
Kalkmann Irmo*, na ruadaCrut
n. 10.
Vinho
Chai
(le \ lianijiaiitic.
lidade: vende-se no arrr.a-
Cruz, 0.1a
e superior qu
/ein Kalkm.mii Irmffos Rua da
Escravos fgidos.
Para S. Antonio, S Joao e S. Pedro, folhas
de papel ron muito bonitas sortes, para hu-
me ns e senhoras, a 40 rs. cada folha : 11.1 11-
v.-aria do pateo do Collegio n. 6, de Joao da
Cu.- la Dourado.
-- Vendem-se 9 escravos sendo: 2 nc-
grinhas de idade 18 annos, com principio
de costura e engommado; 2 casaes de es-
cravos de servigo decampo; 2 ditos, sendo
I mulecole ollicial decarpini, i mulata do
iodo servigo ioterno de uma casa: na rua
Huella n 3.
KiSEVCIA DE SABA'O PARA BARBA.
Esta essenoia lem a parlicularldide de fa-
zer a pello macla e branca, pois com urna
pequea gota botada em um pires, e com
um pincel de barba molbado em agoa, e
me; ner no pires em que esleja a gola desta
e-sencia, fiz muitissuna espuma que da pa-
ra lazer a barba e lavar as mSos que resulta
lieaie .11 com a pello macia e branca : esta es-
sencia vende-se na rua do Collegio n. 1, lo-
ja de miudezas de Lim' cGouvoa.
-- Vende-se uma escrava do nagBo, co-
zinlicira eengommadi-ira : no becco da Vi-
iagao no oitSo do S Pelro. casa n. 39
-- Vende-so uma porgOo de cera do cir-
naoba : na rua da Aurora n. 28.
(Jasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-j
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se olfcrece muilas garantas
a seusdonos .* narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Vende-'se um cavallo bstanle gordo, o
lor prego commodo : na praga da ludep, n-
dencia n. 12.
Vende-se muito superior
farinha de Santa Catherina a dous
mil ra. a sacca : na rua da Fraia,
armazem de carne n. 10.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santo Catharina a 3,a4o
es. : na rua da i'raia de Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do'
peixe, n. la
Molduras donradas
por prego contoioiJo, por o dono t>r prrei-
03o : na un SALSA PAItlilLIIA
DE .
As numorosas experiencias feitas como
uso da salsa parrilha em todas as enfermi-
dades,originadas pela impureza dosangne,
e o bom xito obtido na corto pelo 111 ni.
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia Im-
perial do medicina, pelo lllustrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sus afamada casa desnude na Camboa, pe-
lo lllm. Sr. hr. Saturnino do Oliven a, me-
dico do exercito e portaras outros mdi-
cos, permillem hojee proclamar altamente
as virtudes eDJeaJeS da
SALSA PARRILHA
DE
mo sitio com Miooel Joaquim Carneiro j vendem-se aradosde ferrode diversos mo-Jde lodas as larguras : vendem-so no arma-
Leal. |dolos. izemde Kallkmann Irmflos,ruada Cruz- d.IS
Nota. Cada garrafa contem duas libras
de liquido, e asarse parrilha de linsiol lie
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vldro na botica do
Sr. Jos alaria Gongalves Ramos : rua dos
Quarleis penada ao uuarlel de polica.
da viager-, levando logo o portador seja elle
dequemfor, o dinheiro avista, a razSo de
360 rs. pur cada urna libra; afllanga-soa
| boa qualidade dallas, e no se duvida dar a-
| mostea gratuita a quem quizer experimen-
t -1.15
Grande iabrica de chapeos de sol
de J. Falque ma do Collgeio
n.4-
Neste novo estabeleeimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sidos ltimos goslos, tanto de seda como
de paninho para homeus e senhoras, de ar-
magdo de baleia e de asso que se vendem
por menos prego que em outra qualquer par-
to ; grande sortimento de chamalole, sedas
c pan i n luis o ni pega de todas as cores equa-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armagOes servidas. Completo sor-
timenlo de btelas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qualquer qualidade de chapeos
de sol: lodos osobjectos cima mencionados
se ver.dem em porgSo'e a retalho, por prego
que agradara aos freguezesi vista da quali-
dade.
Gesso.
Veode-se gesso em barricas, ebegado l-
timamente :em casa de i.Keller& Compa-
nbia, naruada Cruz n. 55.
Est fgida desdo 24 de abril ultimo,
a creoula de nome Joaquina, de idade 25 an-
nos, pouco mais ou menos, com os signaos
seguinles: estatura regular, co-po ch.io,
falla lina, e uma costura sobre a caixa Jo
peito, bastante grossa ; foi visla em Ierras
da freguezis do Cabo,omIe prururou a Fran-
cisco Alvisde Miranda Varejao para a com-
prar. Iloga-se a api rehensBo da ni --111.1 es-
crave, e a sua entrega no engenho pintos,
ou na rua linoil 1 aleia cidade 11. 1*21, epro-
mette-so generosa gratificaglio.
--No dia 10 de maio, desapparoceu a prn-
ta Joaquina, do nagSo Cassango, reprsenla
ter 35 a ii annos, baixa, cheia do curpo,
sendo regular, edr fula, olhos pequeos, e
com carne sobro elies, tem urna costura na
cara nu lado esquordo, porcm.muito apaga -
da,que/nal se percebe, nariz chato, com
falta detlguns denles, de um o outro lado,
be feia, te-n uma empingo no rosto, que
parecoser bexigs, pellos muilo pequeos e
mu'xns, lem algumas sicalrizea de reino
as costas, tem as nadigas empinadas cara
tras, hebnm fallante, representa ser creou-
la, iilliii amonio estove oceupada noservigo
de cozinha, levou diversa ropa, que seno
sabe da que usurs, coslumava andar suja e
embriagar-se, quandn foge tem por costu-
me andar pelos arrehaldes desta praga, qui-
tandando e lavando ropa, intitulandu-sede
forra ; desconfla-se que esleja servindo em
alguma osa como forra : as pessoas que se
eslam servindo della na boa le, queiram
Jenunclar, do contrario acusara dus mioi
que concede a le : roga-se as autoridades
piilieiaes o c-apios decampo, ou a qualquer
pessoa, quo a apprehonda, ou a faga appre-
hender e leva-la a seu senhor Domingos da
Silva Campos, na rua das Cruzes n. 40, que
scrSo generosamente recompensados.
Ditsappareccram do engenho do moio,
propriedade de Francisco ue Carvalho Paes
de Andrade, na madrugada do dia 12 de mar-
go, os seguinles escravos : Manoel pardo, do
idado 45 a 50annos,corescura,barba preta,o
bem foixa iii.i'.isiuina usar smenlo de meias
suissas e tem um pequeo signsl preto qua-
si na macan do rosto ; Alexandre tamtiem
pardo, pouco mais escuro que o sobredio,
idade 20 a 25 annos, estatura alta, espadau-
doe bem feito de corpo, tendo panos pretos
pelo rusto e por todo o corpo; Miguel, creou-
0, estatura baixa, roforgado de corpo, rosto
quasi redondo e ja descahido, idade 38 a 40
anuos. Os dous primeiros se dizem iim.u.-,
eSilodePsjc de Floros; maa aqu manda-
ran) forjar un: a caria, para Ibes servir de pas-
saportes, a qual foi dirigida para Inhaniuns,
e talvez para ahi fossem, "ou para as vizi-
nhangas.
56/000
A quem aprehender e levar A rua da Moeda
n. 7, ttsCeiro inJar, o pardo Leonardo,
que fugo nerita i docorrente, e tem os sig-
naes scgurhies : baixo, e o 1 cito alguma
cousa iiietli lo para dentro ; foi escravo de.
II. jo 1 nna Mara dosPaSsos; e coslumava
vir vender leile todos os dias no Recife, vin-
do de om sitio da Passagem.
-- Esta fgido um molequa ereoulo pur
nomo Miiiuel de idade 15 a 16 annos, levou
um taboleiro em que venda laranja, man-
dioca e macase ira, e vest lo caiga de argo-
dflo de listras ames, e camisa de algodo
branco de mangas curtas, e anda Com um
gancho no pescogo da primeira fgida :
quem o prgar e levar a seu senhor, no su
sitio no principio da estrada dos Afilelos,
a qualquer hora, ou na rua -la Trapiche No-
vo n. 18, segundo andar, das 9 da manha
at as 3 da larde, ser recompensado com
generosidade.
MUTILADO L


Full Text
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