Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03677


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Full Text
mmm
Anno XXVIII
Quinta feira 3
de Junho de 1852.
N. 123.

DIARIO DE m PEMAMBMQ,
ataErjO A UBOail-giO.
PtSSMIHTO ADI1HT1DO.
Hrtrlmeilre............ 4/006
,oriemetre............. 8/000
Por auno...... >..... >V0O
PlOODaNTaO utiinimi.
fot quarte I.............4/9*0
1 OTIOIi SO IMPEaiO.
...i.....i7de Mareo Minas... 2 de Maio
Maranbao Ida Abril S. Paulo, i de dito
(eir 7 de dito. R. deJ.. IS de dito
r.uahiba 24 falo. Habla... I de dito
di as s a iiMiwi. <\vmroiJi8.
31 Seg. 83% I. (lilava
S. Petronilla.
1 Tere.* 1. tiltava,
S. Crapaiio.
ilhutl S. Blandlna.
> Oulni S Ovidio.
4 Sext. S Querlno.
oSab. S Pacifico.
6 Dora. Da SS. Trln-
dade.
Jsiioda Orfa
>, e5. s 10 borai.
1. arao'oeiMl-
1. e 6. ao meio-dia.
Furnia.
1. e 6. l 10 borai.
2. vara do civil.
t. etabadoeao mrlod,
MtUei.
Tercae sbados.
nmliii,
Cresceate i 24, a horaic 28 minuto, da t-
Chela a 2 a 4 borai e 7 mlnutoa da tarde.
MlnfoaoteO, aoa 40 mlnutoa da tarde,
"leva n, as 9 horaa 28 mlnutoa da tarde.
atAfABDttOJ
Prlmelra s a horaa e 18 mlnutoa da manhaa.
Secunda ai :. hora e t2 minuto da Urde.
rtanDii o oobbiioi.
Goiaana Parahlba, i Segundas sextaa-
felraa.
Rlo-Orande-do-Norte e Victoria ai qulntaa
falraa
Bonito,Caruaru, e Oaranhun no t'e 15 de cada
met.
Flore, Ourlcury, E Olinda, todoa oa da.
Todoa os Corrrioa partera ao meio-dla.
OTicraa bitramobibai.
Portugal
Heapanha
Franca.
Blgica...
Italia..;.
Alemanha.
Pruaaia ...
Dinamarca
Ruaaia...
Turqua.
II de Abril,
lo de dito
3 de dito
> da dito
3 de dito
4 de dito
> de dito
30 de Marco
31 de dito
ai de dito
AuitHk. fc.de Abril.
Ni,l Suecla... 15de Marco
Inglaterra 7 de Abril.
E.-Unldoi 26 de Ferr
Meiico... 31 de Janr
California 2 de Marco
Chlll. 5 de Fer.
Huenos-A. 6 de Marco
Montevideo 5 de Ma o
cambio* jamao.
Sobre Londre. a 27 por d. i/OOO
i Parla, 3(5
i Lisboa, IO por canto.
KTABa.
Ouro.Oncaa heapanholaa.........
Boedas d 6/400 velhas......... lB/OdO
. dellOOnovas......... 16/000
dei/000................ /000
Prata.Pataedeabraallelroa........... lA
Pesos columnas loa............ 1/920
Dltoa inriicinm. ............ 1/800
Communicado.
NSo podemos deixartle dizer duis pala-
vras sobre o espectculo qu foi annuncia-
do. para rinje 00 Iheatro de Sania Izaba!. In-
teira mente ajheios s qnealOes polticas, tur-
hilhfiu d'essaa iiloia elevadas i sublimes que
agitara em gran le escala) o' mundo social,
postamos siininiami'niR das repreaent lliealraes, prestimos tola a alianco a ca-
sas prodceos' de genios fecundos, qu por
lo-la parte apparetem, e fazem lemhrar os
nome respeitaveis doa Eachylos e Euri-
pedee.
Entreesaesdramas deptimeiraordem.tem
distmeto lugar o D. Cesar de Bszan, que
1 inlas veze tm ido applaudidn rom on-
Ihusiasmontre nos, eque ainila oo dn-
ii.Tt-i- 'ii o faVnr iln opnifio publica, nfio he
obstante as murtas repeJicesque tem|tido. E
i-su mesilla prca, 18o digna de attencSo por
M uicstna, que sobe hnjeAscena em othea-
tro do Santa Izaliel ; o por Isto estamos in-
timamente convencidos de que aindi por
asa vez os verdadeiros amantes da secna
concorrerSo pressuroaos i aquello theatro
para desfruclar algumas horas domis deli-
cado prazer. Firmes n'esle penssmonto, nos
chaamos a atlencSo do publico para o brt-
Ihanle espectculo de hoje, tanto mais nos
confirmamos na esperanza que a esle res-
peilo nutrimos, quanto he esla a ultima vez
i|uo tfio importante drama tem de ser repre-
sentado enlre nos, durante a emprrza do
Sr Germano Francisco de Oliveira. Este ar-
tista cujo merilo he por n tul rio reconheci-
do, quiz dar-nos esta noite de bello espec-
tculo, e fazernos recordar ainda nos lti-
mos das da sua emprrza esse I>. Cesar de
Ila7an (So nobre e generoso, e s-im durida
nos parece juslo que os amadores do Ihea-
tro linda por esta vez, e a vista de tSo pode-
ros razfio, concorram em grande numero
para applaudir fervorosos um espectculo
tfio digno de applausos. Ainda um outio
motivo no menos valiosodeve citara at-
tenefiu do publico : o empresario dothea-
tro de Santa Izabel concedeu todos osluerps
il'esse espectculo ao hbil artista, o Sr. An-
tonio Jos Duarte Coimbra, quem tifio
leo podido d'outra maneira salisfazer o
competente ordenado
Este artista que nos tanto conhecetnos,
he digno da nossi attencSo: alm de ser
boni ador, o que por varias vezes j tem
manifestado, he um moc/> sisuilo e falto de
utros recursos que oSo sejam os da sua
arle.
He justo, pois, que o publico o proteja, o
que em attencSoja ao seu mVeqimenlo, e
ao I i ji da repri suniHciin, ja ao nobre inten-
to doemprezano, eje ttnslmenle a ser esta
a ultima vez que tao bello drama sobe a
scena enlre nos, ainda no periodo de sua
empreza, os espectadores se mullipliquein,
e o concurso s^j a significativo. Eiso. Ce-
sar de Bazan, que nosohsm para o Iheatio,
e se attendemos ao mrito do discpulo e do
mestree as razOes queja deixamos ponde-
radas, podemos .desde j contar com um
lindo e uiagesluto espectculo. Assim o
esperamos, e estamos certo de quo noss>
esperance serealisar.
Reci fe, 3 de j u nho de 1852.
Costino.
Puhlicago a pedido.
Illm e amigo Sr. Jofio Goncalves lio Iri-
Rues Franca.Rogo-lhe o favor me mande
iiirer ao p desta, por quanto foi av-liado
ueste municipio do Olinda a cana I > de agoa-
ardenle, (regulan lo 4 gnalas; do consumo
brasileiro, doqual paga o imposto de 20 por
cenlo. Seu amigo e obrigado criado
Senim Oos. .
S. C. 6 de maio de 1853.
Illm. e amigo Sr. Senna Das.A caada
de agoa-arJenle do fabiico nacional i ara
pag.ment dos 20 por cenlo de consumo.h*
avahada na quantia de 400 rs. (medida ve-
Iha)epaga 80 rs. de impisto. He quanlo
losso dizer sobre sua pergunla seu amigo
r obligado criado
Rodrigues Franca.
Vejm-se neste cspelho cima trnscrip-
lu, senhores contribuimos do imposto de 20
por cento das igoas ardentes do paiz; em
i iltii,i > observa-so a lei, por que os constri-
buintes dali sto filhos, por isso pagam 80
rs. porcandade8gairfas, e aqui no Re-
cife somos entisdos, porque tambem paga-
mos 80 rs. por caada de garrafas, alm
ilas arbitra'ieJades em augmentos. Dos
nosqueira aliviar de tanto llgello.
Estamos certos de que se o Exm. Sr. pre-
sidente da provincia entrar no fundamento
leste negocio, nSo deixar de dar algumas
providencias.
ii Sr. Rodrigues Franca que responde ao
Sr. Senna Das, he o proprio collelor de
Olinda.
VARIEDADES.
ENCYCLOl'EDIA DO SECULO XIX.
0 seculo desanove he o maior sculo da
historia. Queris saber porque? Oh por
Dos! poderia esponder-vos porque he o
ultimo.
Ha, bem o sei, pedantes de ideias, por-
que as i eia tambem teem seus pedantes.

FOLHETIt.
miQUEIVEOLlSOUT'
(po GUSTAVO CHADEUIL.)
v.
No dia seguate logo ao amanhrcer, Jacque
Le ce, Pedro Batrleur e Joao Menager. que ll-
nhaui que viogar-ae e talve umbem que pre-
venir uina traicao, apreseotaraio-ae huinilde-
mente em casa de Mr, Turenne, para faier-lhe,
segundo dlaaeram, uina coinmunicaco da mais
illa importancia, giles forain Inlroduiidoi a-in
encontrar mu grande oppoilcao da parle das
pesioaa em aervlco.
(icomedor de eslopa foi o prlmeiro que fal-
Inu elle arranjou para isso alguna comeos de
phrases argnnuo oa principios da rhetorlca e
ila declamado doaciganoa.
Monienhnr, dlsse elle a Turenne, ba eotre
rossoa aoldados um que deabonra o uniforme
qoe vale j nos viemoa entrrgar-vo-lo para \>ur-.
;:-ir assim nonas filclraa de um traidor.
(*) Vldt o Diario n. .22.
gente muito de bem todava sobre ludo o
tois, e que pretende que o seculo desano-
ve seja urna decadencia.
Mas o que he urna decadencia ? lima ili-
BinuicSo de vida prnvavelmente ni socie-
dade; de vida intellectual pela abdieacao
da seiencia; de viin moral pela perda do
sentimenio ; de vida physica pelo desfalle-
rimento da indusirta.
Onde vem elles eta diminuicSo? Por
ventura na seiencia ? Mas a seiencia do
seculo desanove creou a chimica, inventou
a paleontologa, explcou a eloctrridade,
aprofundou o magnetismo, oslabeleceo a
geologa, aperfeicoou a dynamica, desco-
brio a analomia compaiada, demonstrou a
umdaile de vida na trra, recuou a fronlei-
ia de astronoma, regenerou a philosopha,
abaodonou para sempro a doutrina da
sensacao, inlroduzio finalmente no mundo
urna seiencia nov<, a philosopha da his-
toria.
Este seculo tem tanto genio quanto nSo
teve nonhum seculo no passado
Porventura he na applicaco da seiencia
que elle perdeu o dom da inspirafo!'
Mas elle inventou o gaz, deu i trra um
sol invi-.iv. I para allumiar nossas cidades ;
ai'liou o. vapor; supprimio o espaco com
urna gott d'agua; lancou a Europa na
America com a rapidez da andorinha ; ins-
lallou de alguma gorte em posfjao marcada
por meio de caminbo de ferro, cada naco
na nacfio visinha, ou melhor, fez de cada
nacionalidade urna s patria; im.aginou o
balfio; advinhou a domadura pela pilha de
Volla ; deu a humanidade a ponte pensil,
o daguerieolypo, o telegrapho elctrico, o
sino mergulhador, o plnoroformio, o roco
artesiano, o algodSo fulminante, e que
mais? Cortamente esquejo aqu a metade
de seu mrito.
Bem veJes que elle teve um fado de in-
vrncfio, a mSo mais feliz que nenhum ou-
tro seculo da historia.
Onde esta, pois, a sua decadencia? Por
ventura na ordem dosontimonlo? Dizem-
n'o, bem o se, e al escrevem-n'o; mas
vejamos se odizem ouescrevem a cada pas-
so, nilo he pura e simplesmenle urna ca-
lumnie.
Em que consisto o sentimento? Em
amar o prximo, nao ho, e em melhorar o
seu destino ?
Pois bam, mettei a mSo na consciencia
edizei-me em que lempo, depoi daappa-,
rlcSo do Evangelno, o humem jamis mos-
trou urna mais viva syrapaltiia, e trabalhou
com mais sinceridsdo para a redempclo
do solliHlenlo i'
Nao he o seculo desanove que tem revisto
o cdigo penal; suavisado a legislacSo, oc-,
culto o cadalalso, livrea cibera do fabrica-
dor de rooeda falsa, quebrado o ferio em
braza do.earrasco, suppnmiJo a pena da
mao cortada, apagado em um dia sublime
a nodon de sanguo em materia poltica ; fe-
chado a c continuado incessantemenle a reforma das
prisO-s, entregue mullas vezes ao estado o
problema da men linla le, inventado a casa
de asylo, propagado a caixa econmica,
organisailo a sociedade de le nperanca,
multiplicado a escjla, a seguraoca de
unios de vida, a caixa de soccorros mu-
tuos ?
Teuho dito ludo? NiiOeJe anda elle que na
iiiiini ii-i'l.ole de aua cornpalio, loca, a cada
Instante com mo iniaericordlosa os andrajo!
do prolectarlo [ que fuodou a cldadc operara,
a colonia de Meir.;, a herdade d'Oswald, que
levou at temerlade a aympailiia social, dea-
encadeou pela prlineira vea aobre a Ierra una
tempeaiade de candade.
He elle que por excelso de philantropia. In-
lroduzio esla molestia particular di sentimen-
to que chamis utopia; que Icin pedido a lu-
s.in e a solicilude de todas aa classes entre ai no
centro da burgueila collocada a meio camlnho
do privilegio e do pauperismo, para haver a
igualdade na abaitanca e no trabalho ;
He elle que tem provocado por lodos os melos
a prosperldade, o coinmercio, a abundancia, a
reforma do imposto para dar ao trabalhador
uina parte maior de aalarlo.
Finalmente he elle que creou ella palavra hu-
manitaria para traducir eata lucia nova, no
inundo de Ir.irriudade entre as nacoes, de pal
de Inliinldade, de reciprocidade coolioua pela
ideia, pelo coinmercio, pelo banco, pilo fardo
de algodo?
(.iiieni dit humanitario diz um cidadao da Eu-
ropa, diz um hornera que ama igualmente o in-
gles, oaulaso, o alleinao, o ltallaoo, ae o Inglea,
ae o allemao, se o Italiano erguein como elle
Ulna fronte llvre luzdoiol.
(iiiem dia humauiano dli um hornera uni-
versal, de estatura glgauteaca c >ino Beari, pa-
ra tocar ao inesino lempo era todoa oa pootoa
do esp.ir.n, e para aujeitar a pequea patria que
o accaao loe deu, grande patria da civillsaco.
Hedicularisal agora esU palavra.
Porin leinbrai-voa que o aenlimento oceulto
debaiso deata palavra, ha de quebrar o dlreito
brutal da forea no inuudo e abolir este homici-
dio de emboscada que chamis, crcio que, a
guerra por delicadesa.
O seculo XIX, bera o vede, he o seculo por
eacrlleucla do aentimeoto. Queris uina ulti-
ma prova? tUeproclainou par si sO um maior
numero de amnistas que lodo o resto da his-
toria; e logo que, por facilidade, ellas tem ap-
parecido teera sido sempre applaudidas por to-
dos os partidos.
Onde est, pois, eate slgnal de decadencia,
que procuramos em van, hauma hora, quer na
ou un i, quer do aenllniento?
Estar por acaso na lltteratura ? Sim; no he
i o credes, vos odirela ardeoleineoie todsa
eielamou Turenne ;
las vezes que tendes nccailfo para lito; porm
[idedlie-lo em outra parte, por eiemplo, no
I tiimulo de Goelhe, de chlller, de Byron, de
i Waller-Scott, e ae depola dalo Lamartine e
Vctor Rugo vos escutarein, poderela gabarvoa
detertido a honra de dlzer uina aandlce na
presenca doa rnaiorea genios da-lltteratura
\ Porventura etlar na Industria? Nao quero
reaponder-vo,cada pancada do embolo da ma-
! china de vapor responde por intu neste mo-
mento em todoa oa horliontea do territorio. A
Franca est por toda a parle oceupada em va-
aar, fundir, moldar, limar, aerrar, plt*r, lami-
nar, calcar, lecer, tornear, aoprar, forjar, di-
nll.ir, applalnar, eaquadrar. edincar, cavar,
modelar, eaeulpir, em transformar Analmente
a materia debaiao de todas as forma para to-
dos os usos. I
A Franca tem a febre de produalr, Ha dorme
lia Irlnlaaonoaaobre um monlaode producloa,
ella procura por toda a parte urnaeitraccao
exuberancia de aua mo d'obra, ao aeu algo-
dao, sua seda, aua porcellana, aoaeu vlnbo,
aoa seus vidios, a aua louca de barro, aua cu-
I telarla, aua chanellarla, a ana qulncalherla,
sus papelarla, aos aeua impresaos, ella mesmo
Bao heienouma iminenia Industria. A nobre-
sa |entrrga-ae ao commercio, c pe aeus MM
j em acedes.
I Onde eat, pola, esla decadencia que no he
possivel achar-ae eque foge diante da inveali
gaco? Na riqueza? Tomaientao aeu orcamen-
lo e comparal com oa dos aeculoi pastados e
ser vo4 in preclao depola disto ter o espirito de
Mr. Fallona para proclamardea a ecadencla .
A decadencia, diiels vos, a decadencia 1 Nao
tendea jamis vivido tanto. A decadencia eat
em vos simiente, na ualurea de voasas idelaa.
i Loogede ter diminuido, pelo contrario, a vida
; por toda a parte lera augmentado na Inlelllgen-
cia do homem, no seu curac.io, no aeu poder,
na aua riquea Tomal portanlo vosao partido,
Resignai-vos Hoalinente a aer tristemente mala
Intelllgenies e inslores que vosso pal', anda
lueio brbaro, no lempo da crusada.
Deade que cheguei Idade de rasao, tenbo
amado com uina piedade filial, confeaso-o, o
seculo XIX, porque elle rae tem feito o que
sou, e me tem dado o que pono ter. Quem
1 o io ama o aeculo XIX he tueu inlmlgo penoal;
lera-rae offendido, e, por eapiriio de vlogaoca,
i> tin r.ii-,-i a ir pelo caininbo de ferro para en-
cunar de trea das acurada de Lyo. a escrever
para Londres pelo Ihelegrapho elecirico e a re-
ceber a repolla era dez minutoa ; a olhar o
novo Per que Rula tlrou da pilha de volta, a
nadar era ouro pelo preco do cobre, a ealender
a mo ao trabalhador para eleva-lo era digni-
iluie; a dilatar a sua alma InHuitainente, en-
golphandoae na alma Inteira da naco, a vlver
I multiplicado tanta veze, quantaa inultldoes
de eaiitencia liver reunido em si, a ser felii
, finalraeule a todoi oa Instantes por todoa oa po-
vos doeipirito, inaldizendo iufaligavelmcnleo
' lempo magnnimo que Ihe deu eata felicidade.
Saudei, pola, de toda a ininliaaliiia a apparl-
{So da Bncyclopcdia do seculo XIX, porque uina
enrjciup. un bem compreiiendida be o penaa-
menlo teataiuenlarlo d uina poca, rraumido
por ordem alpbabellca; a ultima palavra de
uina geraco que diz geraco que aegue i ela-
aqjloquesel, ela-aqul o que tenho achado,
loma agora a pbraae iaterrompld e continua o
progresso,
Na verdade, relativamente seiencia, a tner-
clopedia do secuto XIX cumprlo o que promette
o aeu titulo, e cumpli, devo dlzc-lo com um
verdadeiro luxo de consoleocla,
Trata-se de astronoma ? Mr de Ponte-
couiant nos leva ao abysmo do ceo, neste
laextncsvel labyrintho do estrellas, atravez
do qu-1 a vista nao podo passar maisalem
das nuvens, porque enlSo um aslro esl tilo
unido a oulro astro como os graos de ates
em um pedac) de granito. Dante nao Uve-
ra i'M'iiiliiJn um outro Virgilio para va-
guear no estaco "n procura de lieap-
triz.
Trsta-'se de geographia ? Mr. d'Avezae
nos leva, sobre os seus pasaos de laiitude,
em latitude de paiz em paz-e nos explica
com bastante pac'enca o Indecifratel heo-
oglypho.de linhas azues ou vermelhisque
mi itilain infinitamente no mappa mundi.
Trala-se de botnica ? Mr. Ricard nos ini-
cia ni vid inteira das plantas, na sua per-
petua palingenesia ; couta-nos coma auto-
ridad-' de seu nome, seu destino dramtico
e mystehoso, desde o dia em que ell-s teem
obscuramente estremecido nos limbos do
reg al o dia em que celebram com seu
manto de festa os seus esponsaes com o
sol.
Trata-se de zoologa ? Mr. Geoff'oy Sant-
llilai.-e loma a palavra e nos musir como
a vi la sempre tima em sen plano de compo-
sicSo, marcha sempre do simples para o
complexo, de progresso, em progresso, em
procura do ultimo typo, do lypo humano
destinado a resumir e a continuar todos esr
les progresso* debaixo de urna outra forma
no iiiiiii lo do peusamenlo.
Trata-se de archeologia / Mr. Letrone no*
abre as catacumbas do passadn, o nos cun-
do/ com a lampada na mSo, atravez do cre-
psculo glacial e do silencio fortiidavel
da civilisacilo grega ou latina, muito admi-
rada ao mesrao lempo e muito despresada,
por quanto a antiguidade, porque o nfio
dire ni*- ti.lo he senlo a poca da nos-
sa infancia e da tiossa ignorancia.
Trala-se de legislarlo? Mr. de Cormenin
traz para este cune I lio de sabios,(eu espiri-
to biccephal, como Jano, que ve de um lado
o passHto e de outro o futuro, que ere na
vida e na moite so mesmo lempo, que ap-
prova a liberdade deconscienciae a solida-
riadade da igreja com o estado. 9
Traase de economa ? Basliat ergue a
voz do fundo do sou tmulo para proclamar
e-ts grande |ei, o'ora avante inconlestavel,
Oh oh!
nhorea, falla! /
Pedro Bateleur conlinuou :
Nl somos mu obscuros, moaaenhor, pa-
ra lo iinpuriHiite demencia-.
Kuio o accuiado oceupa urna poiico mui
elevada ?
Mni elevada, mooienhor.
Tanto melhor I diste Turenne, elle far
mala bulla cahindo.
E como somos lo balsos, rrplicou o co-
medor de ealopa, viemoa cobrlr com o nu-
mero a verdade de notaai declaracei. Somos
viole e doua aecusadores; aqui esio nonos
nines.
Duendo lito, elle entregou a Turenne urna
lisia sobre a qual figuravain os nouiei, prono-
mes, Idades e lugarea da nasclmento do perso-
nagena queeotrevlmoana noite precedente jun-
to da porta Saint-Aololne.
Contiuuai, dliacTurenne com inleresse.
Aqu Pedro tiateleur cedeu a palavra a Joao
Menager.
Moosenhoi : bradouo inordomo com uina
colera admlravelmenlc simulada. Alreveram-
se a fazer-noa odiosea propollas; para conbe-
cer at o fina oque ellas'llnbam de horrlvel,
prestarao-nos a esta comedia.
Oh de que be qne se tratava ?
Tratava-ae de assisslnar hoje mesmo a
iienrique de Navarra, noiao limito amado re.
ta Irra! eiclamou Turenne.
liso n -o he ludo lenhor.
Devia anda aaaaaalnar-aealguem?
A vi mesmo, lenhor.
Oh! oh!
Depois de vos todos os principaes chefes
do e*zercilo.
Equein he a alma da conjuracao, pois au-
ponho que devela aer os bracos ?
A alma da conjuracao, devia abater pes-
soalmente a tnals alia caliera....
Seu nome, aeu nome?
Joo Saint Rleul Heautrillis.
O aeaundo lente dos lasquenets?
Elle mesmo, Sr.
Turenite recolheu-se um Instante. Befleclia
nasfrequentcs ausencias de Heautrillis. contra
o qual, inultas veies j Ihe tlnnana chegado va-
rias accuaacea anooymas.
Onde estovosaos camaradaa? pergunton
elle depois aoi tres nornens.
Jaquea Lepe que anda nao tinha dito nada,
dfrigio-se para a porta e cbamou:
Pearnl
1 inmediatamente apresentaram-se os desano-
ve soldado*.
_. Que tendel a diicr ? dlsse Mr. de Turenne.
Temo a dlzer, senhor, respondeu ura
driles por todos, que Joo Saint Rleul Beau-
trelllisque noa quera alistar, merece a foguel-
ra, a corda ou a roda. Temos a dlaer que ju-
ramos perante Deo e perante os horneas que
o qual laz da sociedade inteira urna conti-
nua tiansico, urna perpetua reciprocidade
de permutas, i'e servicos llvramenta propns-
tos, livremente aceilos, livres finalmente de
todo o obstculo, de todo o const'a ngi men-
t para cltegar i harmonia pela liberdade.
EsU lei, experimentada aqui pela primeira
vez recordar! para tempre a Bestial na his-
toria do pensamiento.
Finalmente, para abreviar esta nomencla-
tura, trata-se de historia natural ? cabe a
penna a Mr. Flourens ; de medicina Mr.
t;erdv; do coligo civil? Mr. Dupin ; de
chim'iea? a Mr. Pelouse ; de alimentacSo ?
a Mr. BonssingaDlt; de colonia ? ao mare-
chal Buceand ; de alienacSo mental ? ao
iliuilor Esquirol ; de agricultura ." a Mr.
Elyse Lefevre ; de historia ? a Mr. Bucherd
delilteralura ? a Mr. Philarete Chasles; de
poezia ? o Janln; de archilectura ? a Mr.
Gourlier ; 'de eslhetica ? a Mr. Declure ; de
ornithnlogia T a Mr. L*sson ; de direito ci-
vil ? a Mr. Valelte ; de p-edica ? a Mr. Deg-
nerry ; de hiroglypho ? a Mr. Champol-
lion ; de chrooologia ? a Mr. Parisot de ins-
irucfio.' a Mr. Payen; de ambulancia? a
Mr. Larrey ; da physiologla ? a Mr. Milne
Eduardo. Tomo esies nomes como elles
oieveem, io sccaso e eu poderia prolongar
anda esta ladainba de talentos, os quaes
quizersm todoa com emulaco trabalhar o
irazer sua pedra para a gloria do seculo des
anove.
Mas se encontr aqui, em ficto de scen-
a, todo o genio de nossa poca, reunido
como em um concilio, nSo sinto, devo dize-
lo, o snpro, o espirito vivo da nossa gera-
cdo. Esta encyclopedia tem todavia debai-
xo de seu novo titulo, ndo sei quo aniviii-
dade de ideias : ella sorri a idade media,
ella lisongela o cura, olla pensa continua-
damente achsr-se em estado de greca,
quofji Ih'opodena censurar? para me-
lhor ter sem duvida a sua salvacio.
Ella din por i'xi'iiiplo que o homem co-
mecou na trra por um oulro estado do que
pelo estado selvgem, como se a seiencia
ii-i tivesse provado inconiestavelmente a
lei do continuidade e de serie na crcacau '.
como se o homem perfectirel por natureza
e provavelmente tido como perfectivel nSo
devesse comecar pelo principio !
Ella dir tambem que o homem mesen
com a palavra ou antes que ella fallou nis-
cendo, como se a palavra nfio fosse inicua-
mente modelada sobre o pensamento e por
consrgiiinte sucessivamente creada pelo
pensamento, barbara quando o pensamen-
to be brbaro, incompleta quando elle lie
imcomplelo, erudita quindo ne sabio. Pro-
curai-me pois em qualquer partea exprs-
sfio de urna ideia que nao exista ainda no
cerebro ?
Ella dii a i ma que a philosopha isto he,
a raaso applioada ao conhecimento d.i ho-
mem, he incapaz de chear por si mesma a
nenliuma verdade. Mas porque rasSo o ho-
mem seria obrigado a crer, -o a r>sHo nSo
fosse a medida da sua crtica ? Quem nfio
comprehende, nfio er propriamente fallan-
do. Um oulro ci nelle, por elle, e repele
a sua doutrina fiado na sua palavra.
Urna convengan irreflectida e ignorante de
si mesmo nfio Iraz consigo nenhuma res-
lionsabildae. Oque he o mahometano ? He
Mahomet repito tantas vuz-is qoanlos ho-
mens ha abysmsdos no emtirntecimento do
AcorSo.
Condemnaes frequen temen te a rssao,leu-
des entilo por ventura urna faculdade supe-
rior rasfio ? Oque tem ella feito de gran-
de entre nos, na tres secuto*, esta facuiiiade
mysleriosa occulla coa.o urna sebylla ? Mos-
trai-me as suasprovas, assu.s obras. Es-
lou promplo a aoresenlar-vos da minha
parte, ostesleoiuohos e os milagros da ra-
sfio.
Vosss fsculdade superior ergueu durante
l "i sccnlos o olhos para o Co e nfio ocom-
prehetuleu ; foi preciso esperar quinze se-
culos para que esta rf sfio, tfio desprezada,
vos irouxesse um dia, com grande oJio vos-
so, a idea ea ciencia do infiuita.
Vosss fsculdade superior marebou longo
lempo no mundo antedeluviano, este pro-
cesso verbal da existencia da enaguo, sem
te-lo di'i'ifrado um s instante, e fui n-i-ter
esperar o passameotodequatro civilisacOes
para que a rasfio viesse ensinar-vos a co-
nhecer, por esta grande chronica enterrada
detiaixo de nossos ps, o compoclo verda-
deiro dos aooos.
Vejo por tanto o que a .rasfio tem produ-
zido depoisque ella he independente. Ella
creou a astronoma, a geometra, a chimi j
ca, a mecnica, a medicina, a botnica, a :
hygiene, a geographs, toda a seiencia, a
industria, armas do homem, seu poder na
terrn, esua realeza.
M>s o que fez a vossa fsculdade sobrea-
tur I que ou possa nppor a ludo isto? que
genio produzio ella ? que golpe de estado
deu ella na naturezi ? que nova grandeza
int'Uiluzio ella na historia? Viv-is dos be-
neficios da rasfioea ultrajaes Pois bem!
sabis como ella se ha de vjngir de vossa
ingralidfio ? Dimlo-vns ainla tiovos beoefi
cius. e ailviriu-vos que vos caneareis pri
meiro sem que consgaos afadiga-la.
(Eugenio Pilltlan)
(Preise.)
FORCAS NAVAF.S DOS ESTAD0S-UN1OS
KM 1852.
A marlnha do governo federal dlvide-se pre-
sentemente em srli eiquadra, a quae era Ja-
neiro de iS.Vi oceupavam oa aeguinles pontos :
A eaquadra do llttoral, sob o mando do com-
modoro Parker, compde-se da fragata de vapor
Saranac. que tem a bandeira do almirante ; das
cqgvetas Allmny, Decatnr t Cyanc, e do vapor
Fi.rrn.
A e-quadra do mediterrneo, sob n mando
do comuiodoro Morgan, consta da nao Iwle-
penience, e das fragatas Miisiisifi, e 'iim'irr.
(and.
A csqii.-iili-.i da coala de frica foi comraan-
dad pelo cominodoro I,avllele at malo de
851. 1 mi i pin-se da corveta t/trman'oien,
que tem a bandeira almiraote ; deduas corve-
ta, a Unir, John Adimi: e del bergantina
Ptrry. e Proserpine.
A esquadra das coatas do Rrazil, de que be
commandanleo coimnodoro Mekecver, e cons-
ta da fragata Congrcsw, corveta Jamistoum, ijo
berganllm Uainbridgi, e do transporte Aolirl.
A esquadra do Mar ractfico, a nica oua me-
rece aquelle titulo, enmpe-ae daa fragatai
flarilmi, e Sainl-aierene* ; dai corveta! Sain-
Mnty, Vandalia, f'alnuialh. Vincmnts, Porls-
mnuih, e IKnrren; do vapor lilassachuiseti, e
doa traosporles L'slnglvn, c 6'ou(narnp(oa. A
fragata Savannah voliou ha pmiro deata esta-
rn, e a corvtla FnlmoHlA deve tambera estar
de volta da costa oro mal dos Estados-Uni-
dos.
A esquadra da India orienlal e Cblna, aob o
maodo do comodoro Aurit-k. consta da fraga-
de vapor almirante Susqiirnannaft, das corve-
tas l'lymoulh, Saralooa, c Marin
Nos lagoa do norte esl o vapor de guerra
Michigan, que presta all aervlco multo acti-
vo,
Mina de topailos. Lemos o sgulnte no
trado : N'uma caria escripia a 20 de Ju-
Iho do correle auno ( I85i ) das margena do
Douro, achamos asseguioies curiosas notici-
as de urna inraa de topaiios, que actualmente
ae eaplora na provincia de Salamanca.
A U legoaa ao poente de Salamanca, lade-
ando um pouco para o niclo-dla, encontr o
viandante uiu lugar chamado Villas-buenas,
que conia uns 130 moradorea. A tiro de es-
pingarda para o lado do aul, no vrtice de un.a
pequea planicie de trra arenosa, cercada
de carvalhua, e chela de pedral, enconiram-
se uinas escavaedea modernas, de trinia a qua-
renla ps de dimetro, c de urnas 15 varas de
profuudldade. Desce-se para ellas ao lado
ae ura poco de agoa turva, e depois de se aira-
V'ss.o mu dril i vio de quinie ps de compri-
me nlo, euns doze de largura, cercado deura
muro de pitarra esmaltada de betas pn tas,
brancas encarnadas e ainarellaa. Passa-se dsqui
ao mais profuudo da eacavaco por unas pre-
aas fcltas a pico sobre a inesma picarra. No
fundo nao le devisava, no dia 2, inaia do que
agoa ; purera un pouco mais cima vi.un se
dois nichos salpicados de oslraa ainarellas c
encarnadas. O poco manifesla o dlreito de
propriedade, e as betas ou costras de diver-
sas cores oa lugarer donde le eatraein ai pe-
dral e lopazloa, ornados das meainas eircuns-
tanclas. Tal apparece, i. friiiijira vista, aol
olhos do observadora mma de vlnai-buenai,j
nica do aeu genero era Hespanha. |
Se aa miabas Infonnacea nao falham, somos
devedores ao acaso desle descohilmenlo. Ura
capitao Irancez do rtercit. de Napoleo, paa-j
sando por eate povo, viu ura menino cora
uina daquellas pedras na mo : attrahido pelo
aeu brllho, e informado do seu valore-do terre-
no era que se dan, paasou Franca, levando;
algumas coinsigo. O ensaio fui ealicmamen-
le lisungeiro, porque dahi por diaole vlanatal
todoa oa anuos pessoas inlelligenles de Harce-
lona, que pagavam por boin piefo aa pedras'
de que se nata, e que os habitantes eatrahiaiii
com cuidado em todo o auno. Assim coull-
nuarain as colisas al que, ha uos cinco ou
seis meies, fui recoolieclda uina mina de lo-
pazios pela dtreccao gcral do ramo, e adjudi-
cada de propriedade aos denunciantes. U Sr.
' ai i.iiooi i un, e um morador de Barcelona s.1o
dois dos proprietarios que figurara neste ne-
gocio.
Alientos os trabalhos at agora empreheii-
dldos, e o terreno marcado ua denuncia, es-
t anda agora comecaudo a expluraco. A
eacavaco val-se fazendo ao ar llvre, por no
se acbar a lela que determina direceo dos
trabalhos. Aa pedras exirahem-se de uinai
cbainada bolsas incrustadas em barro, da ines-
ma cor. Nao dclia de ser productiva, e o ae-
ra cada vea inals pelo que uioslra, ae os inte-
resaadua se resolveren!, como lupponho, a ex-
plora-la em maior escala. No da era que o
viu e que rsio escreve, ouviu dlzer aos eloco
ou seis operarlos que all o mi, qup seguudo
o que pareca, os productos extrahidos no
ueiino ma siiii lain ao peao de 23 ou 30 arro-
bas e que paga cada uiuadellaa na ineama oc-
caaio, por um lapidario barcelouez a l50, 2>0
e 350 reales daara um interesse diarlo de
ti,'i' n reales, pelo uieDus, Os topazios amarelos
ou cor de casia, lo o de uiaior valor; seguem-
se a estes os encarnados, que eu qu-linco de
cor de fogo eicuru, sciiielhaudo ao carbnculo
ourubieaplnel. Depoisdestea, temosos pretus,
quaslcr deasevicbe, eque notiohara preco,
liada ha pouco, em que se Ihe den o lolinio
dos tres cima mencionados. Sobre todos el-
les abunda o topaaio branco. ao qual al agora
anda ae nao abriu pirco. As prcas donde el-
les ae i-itr.ilii-ui, i. o a l'riua de urna pyramide
sex-iepli-a-oclilaiero desigual, cun um palmo
pouco mais ou unios de cumplimento. Um
barcelonet, pciloa intelligenlc, e couhecidu
poi iioinriu honrado ejusiuu, a compra de
zoo arrobas delles. e ao e'xliabi-los do mine-
ral a pi nucir a cu usa que faz calcina-loi, pal-
aa-loapelo fogo de um foruo deutro de uina
cala de ferro coui o lim de os purificar. O seu
irausporte deve ser bailante cuitoso.
Diario do overno de Lisboa.
do, euforcado em urna arvore, tendo Da al-
gibeira a seguintecarta :
Aquellas que drsrobrirem o raen cada-
ver, ibainicando se ao grado dos ventos, co-
mo outr'ora os que eram peodorsdna na for-
ea de Montfaucon, hfio de sem duvida expe-
rimentar terror e piedade. c Mais um d"s-
gracado, victima da miseria ou do desgua-
to a d ir fio elles. E engaa r-se-hfio. Eu
tenho sido sempre perfeilamente feliz. Pra-
sinto que com a idade, virio as enfermida-
des, e he para evitar a mais pequea dr, o
mais pequeo desgosto, que me decido a
terminar a vida. Isto podara parecer ab-
surdo, mas finiendo, que quem tem vivido
bem Dor nuil de 60 snnns, tem vivido bas-
tante NSo lenho familia. NSo hahitsva
en, l'.iis Julgo pois quesera irnposafvel
saber-so quem eu sou. E domis, tomei pa-
ra isso todas as precaucees ese terhlum
respailo pela ultima volitada de una drori-
bundo.peco que se nfio faca nenhuma ipda-
K'fin ;i esterepeito.
Deixei o meu domicilio, depois de ter
vendido tuilu,aniiiiociando que la partir pa-
ra o eslrangeiro. Apurada a piinha fortu-
na em bilhelea do bsneo, devia hontem ser
entregue a um honrado pai de familia, que
Oca feliz com ella. Arranjei ludo de modo
que elle ignore de don le Ihe vem. No ten-
do mais nada que fazer neste mundo, vou
deixa-lo. Adeus!...
Assignado : Vmoiglnal.
(Revista Popular), de Janeiro de I8II.
obastaO de maheciul de franca.
Os famosos cubicadas bastOes dos ms-
recbaes de Franca tem a forma de um cylin-
Idro de abeto, de 30 centmetros de com-
' primento, e 4 a 5 de dimetro, forrado de
veludo com esirelas de ouro, tendo duas pe-
i quenas virolas do mesmo nos dous extre-
I mos, em que se l : 7rror belli flevt pa>
cit Segundo o decreto de 19 de agosto de
1836, nfio tem os marechaes outras arma
so,do o bastfio, dislinctivo do sen mando
superior, a espada e du -
' Cultos. Acaba de publicar em Sfio Pe-
tBrsburgo o ministro dos cultos e instruc-
(3o publica urna estilstica dos disiden-
tes domiciliados no imperio russlano. Re-
sulta de tal documento que na presente-
menta 8,863,278 dissiilentes mahometanos ;
190,092 lamaitsnos : 163.030 pagaos da de-
ferentes seitas ; 2,8*7.001 caihoiicns roma-
nos; 1,229.886 lutheranos ; 367,075 arme-
nios gregorianos; 10 461 armenios calho-
licos; 37,012 reformados ou calvinistas; e
1,I89;802 igrae|ist-a.
Lemos no Faro o sc/mnto :
< D. Jos Thomaz Sebadell, partecipa-nos
ter descuberto o meio de poderem os aero-
nautas descer ao mar, e viajaren) sobre o
mesmo, em determinada altuia.
Eis-aqui o plano que se acha combina-
do, tal qual o interessado nu-ln communi-
cou :
O aereonauta deve ir prvido de urna
corda comprida, em cuja extremidede ha-
ver uina curucas bem ligadas a um sacco
dentro do qual sn deita metade ou duas ter-
cas partes do lastro, que nfio sera de atea
iiein de lijlo, porque he lastro que aug-
menta o peso dentro da agoa. Prevenan
deste modo, dado o caso que o balfio s < di-
rija ao mar, deve o aereonauta atar o sacco
do lastro, largando as cnicas com o sacco
at haverem lomado o comprmanlo da cor-
da, que eni.in atar ao cesto. Suspensos
assim as corticas o o lastro, realisa-se a des-
oda do modo mais suavel possivel, e quan-
do o I isiro e as corneas locam na agua, he
aquello sustentado por estas que o nfio dei-
xam submergir-se, liculo o bailo suspen-
so na altura da curda por nfio poder baixar
pelo lastro que tem de menos, e esti sustl-
da pelas cortics, ncm subir pela lesislen-
cia que Ihe faz o mesmo lastro.
Deste modo viaja o aereonauta sem tocar
na sgoa, sem coirero risco do mar; podn
do passar um, dous, tres, e s vezes oito ou
mais das no mar, porque nfio consom o
lastro ncm o gaz com as subidas e descidas.
Descobre por flm a costa, e se v que o
balfio so dirige a ella, lira' parte do lastro
que reservara, e o balSo soba. O aereonau-
ta continua entilo a sua viagem, e tai descer
em Ierra. Cumpre advertir qu) o aereo-
nauta pode setvir-sa tfio smente discotti-
Cs, conservando todo o lastro, se vir que
aquellas sfio suflicient's; e desta forma via-
ja elle com mais velucidade sobre o mar.
(Cacvta de Madrid.)
(Diario do governo de Lisboa.)
M(>[1TI. PREVENTIVA.
Appareceu o mez passado na estrada de
Versallesa Scoiux um nomem bem vesti-
dle be criminoso de alta tralcao, deque todos
damos leatemunbo.
Multo bem 1 disse Turenne, mas as pro-
vea, prova! pola ella negar.
O comedor de estopa cndsaou-sc e respoo-
'deu com uina apparencla daxPgoidadc magls-
tosa:
Provas? Oh! monsenhor, eu llnba crido
at boje que o teateraunho de um s hornera de
honra era bastante poma a aecuaacio. Ora nos
lomos viote e duas testemunhas.... estou en-
gaado, viole e dous bravos que leeinsollrldo
e eito proinptoi para loffrer o fro e a forae,
que ti-in j arrostrado e esio promptos para
arrostraro fogo e a agoa por nono adorado rei,
do qual temos jurado a legitimidad. Nao vie-
moa para latiafaxar uina viugauca, era para
aaclar nenhum odio (poderiamoi vingar-nos
por ns niennos}; mal lo limpleimente salvar
o exercilo real, ameaeado pelos projectos de
um Infame.
I Pedro Bateleur eslava quasl bello, com sua
animaran militar, seu olbar altivo e seui gcitol
sabiamente ealudados. Jaquel Lepe e Joo
| Menager o contemplavam cora uina especie de
jadmlraco. Quanto aos outroa deienove, ellei
o acharara excelentemente lubllme.
! Eu voi crelo, aenbores, eu vos crelo, da-
se Turenne, mu Uvera preferido,coofeno, jnn-
Itar urna prova a lodoi os vosios depolinentos.
Ajuitlca tem sempre medo de errar, quando
I principalmente, paia obedecer as ultimas leis
em vigir, ella deve julgar acui debate cuutra-
dictorio na ausencia do accuiado.
Joo Meuager, que desde o principio deite
dialogo sr- reservava para diier alguuias pala-
vrai lirou de sua algibelra urna carta e disie
depon a Turenne, antes de inostrar-lb'a.
Pois bem, seniior, j que nossas provas
leaes nao basura, vou para concillar vossas le-
gitimas suiceplibilidades com aa exigencias de
vossa poaicao, mluislrar-voi a prova que re-
clmala. K elle entregou a'turenne o bilnete
que o conde de La Tour tloba voluniariauenle
deix.do cahir na veapera. Este bllhete dirigi-
do por um amigo a neautrelllia; nao poda na
verdade ser perdido seoo pelo lasquenet.
Eis-aqui, dlsae*o inordomo, o que elle deixou
cabir quaudo noa ullava, e o que deraonatra
au Ihcieuteineate a aua lentidade.
Agora, senhores, dase Turenne, nao nos
i es taina i, alguma duvida. Perinilll que vos
aeradeja o lerdea cuinprldo rlsca um dever, e
que vos peca que esperis, cada ura no aeu cor-
pa respectivo, que ucoaselho supremo vos fa-
ca chamar. Os vlnle e dous horneas inclloa-
rain-se profundamente e rcllraram-se. Ape-
nas tiahain partido, Turenne niandou tirar ln-
divldualiaeute mfarinacdei de cada ura delles.
Os elogios furaoi unaniraes: Nlnguera fazia
melhor o aeu servico do que Joo Menager;
Pedro Bateleur era subordinado como ura fra-
de. Jaquea Lepe batla-se bem. Quanlo aos
outros, feralmente se concordara em raconhe-
MARINHA DE VAPOR DE CUERRA INCUiZA.
Eis-aqui a relacfio dos barcos de vapor de
guerra que a Graro-Pretanha possuia en
Janeiro de 1852.
Amphion. de 31 pecas, fragata de vapor a
hlice, de 300 ca val los; em S licor ness.
Srgos, de 6 pepas, chslupa de Yapor,ma
forca' de 300 cavados; em Porlsmouth.
Uarriicouai, de 6 pecas, chalupa de vapor,
na forca de 30" cavados; em Cliatam.
Basilic, de 6 peca, chalupa na forca de
300 eavallos. '
Razznrd, chalupa de 6 pecas, na forca de
Seo eavallos; em Devonport.
Cyclops, fragata de 6 pecas, na forca de 320
eavallos ; em sh -ei-u.-ss.
Desperte, de 8 pocas, chalupa de vapor a
-T-. -- ~------ ~~------- ____' =-=^JJ==a
cer nellcs ura amor escesslvo pelas tabernaa ,
mas eata palxo debaixa ordera nao oa linpedia
todava de ser valeniei soldados, determlnadoa
oa aeco. Por consegiilute como se tloba pres-
sa, viato agravidade doafacma, Turenne reuni
ao meio dia o seu tribunal secreto, e abijul-
gando seraouvir, foi decretada lininedialamen-
te a priso do accu.sdo, o qual loi condemna-
do. para esemplo, a ser ponderada al qne c
seguisse a morle.
seis archelros munidos da dlvisao loberana
forain lor/o inandadoa o domicilio de Saint-
liu-iil lieautreillla para por em execuco a fatal
aeotenea ; mal o lasquenet eslava auaente des-
de a vespera. O silencio foi eiprenaraente re-
coiiiinciidado ao arclieiroi aliui de que o orl-
ninoso nfio podease escapar e vieae oora toda
a seguraoca, entregar-se por si mesura aos aeus
algoiea.
Entretanto, por mala oceulto que Isio ae ti-
aras, o conde Grammood de La Tour que tl-
oba sido prevenido dlslo pur Manon, o qual nao
Ignorara nada do que ae paaiava no exterior, o
conde, diisemos, eifregou ai raoa uina contra
a outra, mormurando cora uina vo abalada por
esle riso eitraiibo que Ihe conhecetnos.
-- na! detla vez nao me escapa.
(Cea 4
i Sis
"
i:

i


hlice n for* deWO eitlloi; em Devoa-
P0/-r ni forca de MO cavalloi era Portsmoulh.
dimbourj, de 58 pecie, gUrdi-C0*H, V*-
por do Mlce, di torc de 480 civillo* |.ea
Porismouth.
Buroltu, de M p*u, ** < "* *'
vellos; em Chetim.
fori*. de 4* pecas, n* forca > M0 c,Tl1"
los ; em Davonport.
Geytr, de 6 pecas, chalupa de vapor, nt
forc de 280 civallos ; em Woolwich.
HygMuer, chalupa de vapor, na torca de
400 carallos ; em Woolwich.
Horacio, do 2* p*ca, gurda-eostis, de
vapor de hlice, na forc de200 cavallo ; em
Sheernesa.
Ltopard, de 12 pea, fragata de vapor, na
forca iio 550 cavallo); em Portimouth.
Medtt, de 6 picas, cnalupa da vapor, na
forca de M0 cavallosem Portsmoulh
dln, de 16 pecas, fragata do vapor, na
forca de 560 civillos ; om Portamoulh.
Phonix, de 8 pecas, chalupa, na forcj de
260 cavallos i em Oeplford.
Pinto, de pecas, na forca de 100 caval-
los ; em Sheernes.
Pulyphtmu*, de 5 prcas, chalupa, na forca
de.BOU Cavallos ; em SneernesS.
Vroserplne, DI torc de 10 cavallos; em
Portsmoulh.
Smu-Parf, chalupa, na forca de 350 ca-
vnos em Davonport.
SMon.de 82 pecas, fragata, na Torca de
560 oavallos ; em Portsmoulh.
Stomboil, de 6 pecas ; em l'o'tsmoth.
Termgeno, de 2 pecas, fragata de hel!-
co, na torca de 620 carelios; om PorU-
mouth. ..I
Tiger, de 16 pecas, chalop, oa rorc* de
400 cavillos : om Portsmoulh.
Yunvint, de 6 poc>s, ohalupa, na forca de
280 cavallos; em flevonport.
Vatormu, na forca de 400 caTallos ; em ,
Ulmckwall. ,
Visitar*, de 6 pecas chalupa, na torca le
470 cavallos j em Devouport
As on.ibarcic.oes que seeslSo conslruindo ;
para o servico da marinha de guerra, com-1
prehendendo barcos de vapor a hlice, sao
osseguintes: '
Agamenn, de 90 pecas, na torca de 600 ca-
vallo*-; em Wooiwich.
Hrgalas, do 56 pecas, na forca de 360 ca-,
vellos jemChatam.
ltnporiense, do 50 pecas, ni torga de 350
cavallos ; em Depford.
/ame Vi. do 90 cocas, na torga de 550
cavallus ; em Peiubr !>". '
r?y; fier/, de 180 pecas, na torca de 600
cavalln ;em Woolwich.
San lean d'Aere, de 100 pecas, ni forct
de 650 cavallos.
Tribuno, de 30 pegas ; em Siieerness.
Bata relagio nao cumprohende o Groen-
wich, Simn, e outras eml>arcar;fl de torro,
e alguna vapores menores da marinha real,
que n3o chegain a ter a torga de 100 caval-
los, nem to pouco a Hagicienne, fragata do
vapor, e a Hgdru, chalupa em tervjo ac-
livo. (dem.)
XIX.
Digara l o quedlsierem
Os domeada mural pura.
IIm cariucho rompe, fura
A til beca, que negro),
Por mu Icaa que lia 'Ja.
XX.
Ouco dlzer que este mondo
Casa vea eil prior,
Euci n.inca vi melbor.
Deade qu n olhoa abr,
Sempra nilin o cnnhecl.
ffl* XXI.
Qeevn tena dlnhelro, Baroa,
Tuda) l'aa, tddo conqulata.
tm, ha quein Ihe reilata,
Pode nr!ei ier verdade
lie queatao de quanlldad*.
XXII.
Moje o inundo he positivo ;
He de Inlereaiee inalerlaea
Aa qualldadea inoran,
Honra, rlrlude, sabir
Tem vergonha de apparecer.
XXIII
Ao Deoa dlnhelro ae proatam
Aa clnoo pariea do mundo !
0 inysterlo nflo profundo.
Mai he faci verdadelro ;
Todos querein ter dlnhelro.
XXIV.
?uem palacoi nao avea,
Ive >ii, nao [em amigos
Plem ineU quarla de ngoa,
Nem dea rea de rebufados
Aiii.i quein Ihe di Hados.
XXV.
T o proprlo cao, Baroa,
1 ni bina coin quem he pobre.
Eu nflo sel que Ihe descobre.
O que aei he que ladrando
O val aeinpre acomnanbindo.
XXVI.
ninguem Ihe tira o chapeo,
.v un o val cnnipriineotar,
Nein o convida a Jamar.
Cal o iraiainmu mal
Nessa uroaelrltoral.
XXVII.
He cldadao, mat tem vol
Nao tendo cena quaotla !
Minha prima, nu se ria.
Se aoberanllos ilver
Para ludo o que qulier-
xxviu.
Se o pobre se quelxa, nunca
0 lleca Ihe d raxo.
Mas se o rico, o tigurao
Do pobre ae val queixar.
Pode ludo alropelar.
XXIX.
Asiim val, lenhora, o mundo,
1 nos com elle tainbein.
Todos querein passar bem.
E quem uo tem cabedal
Pasaa de ceno mu mal.
XXX,
Emflin, Baroa, o Bocagc
Cantando o valor do ouro
Dase asalm : o metal louro
aajawa*aMaaaajiaMaaaaa.asssssaaMiiiaMaiiasa
4 fardo* rumo t a ). Perelra de Soqza Li-
ma.
Birca inglsjn BarkW, viuda de Terra No-
VI, consignad* J. Catire & (',., trun fes-
tn I,fl30 bsrrloa ti.callilslj aos cohlgoi-
tirio*.
CONSULADO GERAL.
Hendimentodo da 1......:t*T.M3
dem dodi* a .-.....9:971,449
*
yai a paz. t faz a guerra,
Torceos ,e,s, domina a le
Ierra,
( Do Brai Tiana,)
CARTV DO HAtuO DE K1KIRIKI, EX-DE-
PtPADO, A SUA ESPUSA A BAhONEZA
DO MESMO TITULO.
Parabena, cara Daroa,
Vcnci a minha demanda.
Eu uuh.i da inioba banda
O eacrivao.'o juiz,
E por Isso ful Tellz.
11.
A minha parle, conleaso,
Tlnbajuslica de mala.
Mil nao liona cabedais :
Pagava com aenhorias ',
Gaalava a corleila.
III.
Eu inolrel, Uaroa eilinia,
Que nao unba amor as lourai ;
Del de praia umaa Ihesouraa,
r tainbem d'ouro um grllbo
A' aenhora do escrlvao.
IV.
yue he de cerlo um bello lypo ;
Olhoa verdes, cor de gato.
E tem golaa de palo ;
Kngole soberanos de ouro,
Como arela engole o ouro.
V.
- Apeiardc tir vendido
PHaa, agulhas, dedais.
Di partidas seminis ;
Cha hvson, doce, fatias,
E btnn mercado de tiaa.
VI.
Ha mesa de panno- verde ,
O volurele baual:
Veiua rondiuha alinal ,
Que lunpando as algibeiras.
Fas toar ascabclleiras.
Vil.
Allie danca, cae polka,
i se maiuika tambein.
B quem aeu namoro tem,
Val apellando a maosinha,
E luiroduaindo a carliuha.
VIII
Ha lamber Vandc plauo,
Preaeotc de um bratilelro,
Que arranjnu mullo diuhelro
Kas praiasde um pait quenle
A veuder carne de geule.
IX.
A lidalga Improvisada
Tem no papo os aeus quarenla i
E lava a rara airenla,
Bendofregueza coiisiaute
lia til pomada brilbaalc.
A.
O liaron Ihe chucha os pinloa
(,om o aeu lianamulatlvo -,
E o Vyire, deulista activo
Lhe U por metal aonauto.
Oualro acoles de elepliante.
XI.
A pe/, ir de ealar madura,
lem namoro permanente ;
\. dil do Cblado a genle,
Que cerlo daudy da moda
Lhe ira a cabeca roda.
XII
Nao dimdo : que a mim meimo,
Apctar de aer llaro,
Meaperlou um dia a inao,
i;.un tal gello c tal agrado,
Ouc liuir.i alrapalliado.
XIII.
Seu relia, marido eilrahe
o anno do nasclinento
i portentoso rcndtuienlo .
Jem calechc, e ja tem quiola,
E nao gaslou senao Unta.
XIV.
Cousaa do Arco Vellia
Se murmura que elle faz,
Eu dlsso o julgo c-ip.il '
Se a minha causa gauhei,
Ai unrias mu! bem Ibe uolel.
XV.
Do meu Juia nada digo :
He peaaoa de respeilo.
Ursa, balando no pello I
l.impo de luios .' Juslicelro I
E nao ae torce a dlnhelro .'
XVI.
Mas eu, lenhora, pesquil
Que unba sua inuoinhi.
E que a lal pecorasloba.
Por quein o belcinbo dava,
As leolencaa ajusiava.
XVII.
Fallel com ella, e conl>a*
Que mullo bein me Iralou.
IM irlallnha lamenlou
Do jais os ordenados,
i >'.indav un inul uraudos.
XMII.
TJm ca tnehlnlio de louraa
Ku as unhas Ibe melli.
A minba parte venc,
Com o ulfellx cariucho,
Lhe metll a fallaao buclio.
9:169,312
OIVERSifS PROVINCIAS.
Rendimenlodo dii I.....
lilemdo dii .........
403.S97
141,657
514,954
I: x porl ui;:id.
Parahyba, hiato nicional Caprichoso, de
loto de 35 toneladas, conduzio o leguint";
1,400 arrobas de csrne srcci, 10 gigos
Chimpigne, 1 caixi cha, 1 caiiinha couri-
nhos para chaiu*, 5 duzias de bolotas para
ditos, I farlo com 6 massos de papel, I ru-
in medicamentos, 1 barrlquinha rom 3 ar-
robas de assucrr, 9 tartos tumo em folha,
I ciixa com 84 bonetes de mnniaria, 9 cal-
xa* e I cesio mercaduras, 1 caixa tilhas
devidro, 10 bar iras baca|ho, 1 groza de
ferros para chapeos, 4 libra de cha prcto,
1 caixole diversas mercadoriss, l sacca se-
vada, | gfgo quartinhas, 5calxis500 libras
de np, 1 Iiirrici 3 alqueires de gomn a
do mandioca.
RECKBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dii 9..... 261,445
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 3.....2:517.268
Mov ment do porto.
(Vuelos entrados no dia l.
Babia 5.das, hiato bnsileiroSinta Crut,
de 31 toneladas, meslre Vicitnte Purnilra
Loiiei, pquipagum 5, carga tabaco e mi-
ileira ; i Antonio de Almei la Goiies.
Torra Nova--25 das baics Inplrza Obe-
ton, de 279 tonelsdis, capitao William
Williams, oquiingem 15, carga bacalhao;
i Jimes Cribtree & Compsniii,
[taina :i das, brig'ie brasileiro Adamas-
lur, de 177 luni-ladas, capito l-'i. p o-
res de Oliveira, equipigem 13, cirg vi-j
ros geueros ; a Machado 6t Pinheiro. Pas-
sageiro, Manuel Ignacio Coelho e I escra-
va a entregar
Camaragilie-24 horas, hiate brasileiro No-
.ubir scena ( pela primeira vez nesle
Thealro ) o melhordos ranisa do illuslra-
do esenptor fnncez, A.Dama*, em 5 actos,
qaeie domina
Cuiharina Howird.
Sendo pelo wnhor empresario distribui-
da* ai pela maneira seguinte :
HenriqH' VIII, rei da Inglaterra o 8. BU
zen*.
Elhidwood, duque de Dlreham -- o Sr. Ger-
mano.
O conde de Sussex O Sr. Amodo-
81 r John Scot de Thirsistine, embiixad'or
de Jeques V. -- Piolo.
Sr. Tiiimiai l.ramnier, arcebispo de Can-
torbery o Sr. Cabrtl.
Jack H'-ming, Alchimilti-o Sr. Coimbn.
O Lord Cumirista -- o Sr. Pereira.
O presidente da samara dos Pires--o Sr.
Peiein.
0 duque de Norfolk o Sr. Riymundo.
Um sacerdote--o Sr. Rosendo.
OExecutur oSr. Alves.
Um guirdi da torres de Londres-, o Sr.
Monleiro.
Willleiie dem.
1 amarina liqwird A BENEFICIADA.
A priucizi Margarid -- a seuhora I). Car-
mela.
Kennely a s'nhora D. Amalia.
Damas, pageni, eiihores, etc.
Rema lando o espectculo coma graciosa
comedia em I icto, linda nao villa insta
provmcii ,
O secretario e o cozinheiro.
Com este divertimento iulga a boneliciads
gradar a s-ui prolectores, e ao re*peitavel
publico Pernambucano, a quom ser* elerna-
meme agradecida.
t^* U restan.e dos bilhetes de pial, a-
cham-se desdo ja a vonda em cisa da hene-
llciada, ra di Florentina n. 5, e no dia do
espectculo no escriptorio do theitro.
Comegan is 8 hom.
Publicacbes Iliterarias.
ELEMENTOS, i
I DE
fHOMEOPATHIAi
SAHIO A i 17. A 3 E ULTIMA PARTE
desla obra compoin pelo irofessor de
homnpsthia Gusset Kimont. -Cuslar*
5/000 a obra inteira al 30 dejunho,
vo Destino, de 21 toneladas, mestre Esto-' d|a em qll0 nca, encerrada a asslg-
ripe: iralr-se narui da Cidel do Recife
n. 49, srguDdoindir.
Para o Ceara e Para.
A escuna nacional Krnilu, cuja extraor-
dinaria mirona b* ja bem publica nesta ci-
dade, e da goal be capitn e pratico Antonia
Silvein Miclel Jnior, segu em breve para
oa porto do Ccara e Para ; para os mes*
mos propOe-sea receber cargan epassagei-
ros: pan quilquer doa objeclo* trata-se
comocapito, ou ni ra da Crnz n. 13,
armaiem do J. C. Augusto da Silva.
Para o Porlo segu com brevidadea
barca portugueza Olimpia : quem na mesma
quizer carregar ou ir de passagdO), rnteti-
iia-so com os seos consignatarios T. de A-
quino Fonseca & Filho, ou com o cipito o
Sr. Jns Tbomiz de Lima, na pra;a.
Leiloes.
O correlor Miguel Carneiro, tari liISo
no dia qulnla-feira, 3 do corrento, jo meto
da em ponto, no seu irmazem na ra do
Trapiche n. 12, de urna porgo de palitos ue
alpaca de cores, capotes e capis, fritos com
prepararlo de nSo punntrar agoa, camisa*
de madapolSo com pello de esguiao para
homom, e unn porrjo de quadros corr es-
tampas pintidii a oleo, tamo em panno co-
mo em chipi de metal, o madeira, sendo de
santidades, porsonagens, festitis. paisigens,
e alguns fabulosos e intigo* que devem tr
algum merecimenlo. ________
Avisos diversos.
Preeisa-ie de om caixeiro, quo ton|,a
irslica de loj* de miiidezas, d-se-lhebo-n
ordenado: quem enliver tiestas cirCums.
tanrias, innnncie pira ser procundo.
Precisa-* de om fomeiro : ni nadari..
dos Afogidos n 66 "
Anas de leite.
Preciia-je deduaaamade leite u mi pi-
ri et ciliada o outra pira cidade da vic-
toria : a tratar na roa do Queimado n. -f
. Aluga-*eoegundondar do sobra l
d* ra do Rotario estreit- n 36, cpm alguns
ciimn iidus ; pintado de novo a faar no i
andar do mesmo.
Arhou-sa nos mangues ca estrada do
Cemitrrio um relogio e uro estojo vazio a
pessot que der os sigues certa* lhe ser on-
Iregue no referido esUbelecjnirnto.
Precisa-se de um copeiru forro brasi-
leiro ou estringeiro : na ra da Aurora.cisi
junto ao Collegiu das orphas.
Sr. Jos de Almeida Brre-
lo. Bastos queira responder a lies
annunci s que per esta folha san-
rain, sobre tfm val que Vmr. pas-
sou em 26 de junho de i85o'da
quantia de 90,000 rs. porque
milito ronvm ao publico saberse
he 011 nao exaclo visto que Vmc.
est para se retirar nos dous pr-
ximos vapores, e talvez .sol a al-
gum desguato por embargo da sua
viagem. Tenha paciencia, leve
mnis este diario para o Rio de Ja-
neiro para sabercm lea) maiscau-
Seria fallar a uredos mais sagrados do-
veres, se relirando-nie desla cidade nSo-
lestemunhasse poblicatnento ao lllm. Sr. i'
Dr.Satiino Olegario Liidgero l'inho o meu | tela Com VniC.
reconhecimento, relu prompto restabele- l'errruta-se por um* casa terrea linn
emento de minlia nmlhor, D. Theresa Au- nnva pm boa ra n'um dos bsiros d.'S
gusti dos Santos Correa, que sendo, no da Antonio, S. Jos, ou 01 Vi-ts, iim excel-
4 de abril do eorrente anno, Itacada de fe-: lente sitio na estrada de Jo.lo de Barros, o
breamarella, -qua por milagre e*capou,:qai {.m grande e boa casa de vivenda.es'n
sendo seguidamente o vomito prelo, anun-l baria e casa de pretos, ludo de pedra e o.,|
dnt saluda de sangue pela bucea e nariz, excellentes larangeiras e outris muitas ar-
ictynci, fortes dores de cabeca, delirio vores defrucio.muito novas.tem urna exc-l-
depois da febre, fadiga, fortl-siitias dores) [ente e grande baixa di ctpim para o vern
de ba riga,, que a obngavam a gritar, dure- 0 cacimba com boa agua de beber. Esio >,-
m noe^to^lago, tremura* das mflog, (te.,' |j rJjTiilecom o doSr. SebasliSo Braga.e no
v,1o Ribeiio, equipagem 4, carga assucar,
arroz e couros j a Jos Manuel Martn*.
Passageiros, Jos de Oliveira Campos,
Marcolino Jos de Mello, e Antonio.Jos
Esteres CuimarSci
/Vuelo lahido no mesmo dia.
Canal birra iugleza lieamond capitao
Thomaslrvme, caiga n* Declarares.
Oarsenal do guorra.compra a eite de
carrapato e dfl coco, vela* de oarnaoba, fio
de algodSo e pavios ; quem os meamos ge-
nero* quizer fornecer, comparece oom sua
proposta, no da 3 do crreme mez.
Pela rocohedori de renda* internas
CASMl-SG POR CAsUALIDAIIE.
O conde de.,, (diz um jornal francelj viril
feliz ; en joven bem accommodado, de ca-
rcter iceasivel, e pissivi o lempo cacando,
c unen o, bebrndo e fumando: vanas veze
havia tractaijgjle casar-se porm semprj
lima ret'ocl lo diaulo do malrimoniu Sem
embargo, umi vez estove mui pertu de com-
multei osla loucura.oii de gozar esta felici-
dade. Costava elle de certa menina, fllha de genes, se faz publico, que, om cumprimeti
um amigo seu : talvet que nflo gnstasse me-, 10 do artigo nono do regolemento de II de
u. s de cabedal que ella possuia, e outras ra a|,ril do 1842, he o correte mez de junho o
zOesde conveniencia explicavam e justifica-Lm que os donos e adminislridores dos es
vam esta uniflo.Emlim la o conde a con- j pravos, sujeitos ao pagamento da taxa in
trahir lacos qoe nSo quadrivam mutto cmn uual, il v.iOo fa/er e trazer a recebo inri
s-u ciracter indopendente. Apezir poim declaracOe* assignadaso jusiilicidas, issim
do suaa promessas, nflo eslava lindi inteira- ] dos que adquirirem de mais por nascimen-
tnenle decidido. 1 i ,lU oulro meio, como dos que deiiarem
Sua foctura sogra resotvou acabar com H-j de possuir por elforha, alienacSo ou oimlo
las vacilaQOos, eeiigiu do conde que im- CerlidOesda baptismo ou oWito, eosc-c'np-
medialamento respondosse se sim ou nflo lo* de* liberdado, compn, vend, dosr;flo
quera eosar-se. O conde entflu oncont'Ou- ito., devem sor apiesentados como docu-
U em graude apuro. M'aquelle solemne, menlos juslillralivos de taes diClaraOes,
momento a soa indecisSo loi mais viva doque virio iverbido* no livro da nutricia,
I o- iioiici ,' elle i uii-ii por seu futuro, por euo certificado do que tral* oariigo oitavo.
MUI usos, e peloscostumes desolteiro, que -- () lllm. S.*. inspectur da Ihesour^ria da
tena do abandonar. Resolveu por lim que a | fizenda,emcumprimentodi ordem doExm.
casualidade decidase a sorle. Sr. presidente da provinc'a de -29 de miio
Escreveu dms cartas : em urna icceilava, 1 ultimo, manda pelo presente convidar aos
e na outra negtva-se boda. Metteu ambas' facultativos, que quizarem servir no preai
asearlas dentro do chapeo, e chamo pelo l,nuda ilha de Fernn lo, hajam da compa-
criado. EscolhOJjma destag cartas, Ihedis- recer peranle a mesma thesouraria, a lim do
I
natura Esta obra lie til, tanto pr.
os mlicos que se ilodidrem ao es-
lulo da nuva medicina, como pan
toda as pessoas de boa vonladc quo
quizerum coovencer-se porexpeiien-
ciaa da verdade desta duulrina, por
sor ella m 11 mo clan, e a iutelligencia
de todos,
No consultorio homopatbico rus
disCruzes n. 28.
*>
9>f: *>9>m9>9*99 9*99***99
Avisos martimos.
CARREIRA DE VAPORES ENTRE LIVER-
POOL EOS PORTOSDO BRAZIL.
se, eleva-i quinta de...-Qual ?* que
tu quize es. O criado tirou urna da* carias,
e iluixou licar a outra a seu amo; este a quoi
iiiiui logo sem abij-la 1
Mediara entre ambas is quintas orna dis-
tancia de dez leguas o criado tinhi de de-
morir-se 24 horas: todo este tempo devia
estar o emule sem saber o que casualidad*
tuvii decidido. Siluacfio cmica estar 34
horas sem saber se era casado ou soltelro !
nSo poderdispor de si mesmo! no ter di
se fa7or o cumpliente contrato-
-- Nos das 2,5 e 8 de junho p. vindooro
asanlo cm praca no puco da cmara muni-
cipal desla cidide as ninas dogitlnrrosa la-
/.i' 80 Oa ostra di nova da Capunga, junto a
ponte, o na ra di Aurori, prximo pri-
meira ponte do mesmo nome. Os ornamen-
tos se f anquearflo quem os quizer ver
Pela segunda seccoda mesa do consu-
lado provincial so faz publico, que do dia 2
contar os 30
A COMPAMIIA AKCLO-BRAXILF.IRA desti-
na a esta carrelra oa navios aeguinles, lodos
novdi, poisantei, e Brran|adns com a roaior
commodldade e elegancia.
Cleopttrm, de i ,&oo lona, da forca de 300 cavallos.
Slirani, del,&00 a a a
fila, de 1,000 a
O primeira paquete da lioba, a Cteopatra,
coinmandaute II II. Cuoiming, cliegar a este
porto no meado dome dejunho, e aahira de-
pola de pouca demora para o Rio de Janeiro,
tocando na llahia, e chegado aoRlo de Janei-
ro, sahlrein poucos dlaa Jepois para Liver-
pool, locando na Pabla, Peroaiubuco eLisboa.
Precoi de paiiagem, inclusive rancho tnat sem ti-
hoi 011 bebida*.
1. cmara 2.' cmara.
De Pernambuco a Llabo* *. 0a0 i ic.uo
etc., e finalmente ps e pernas enchauas,
venlre mullo crescido pilcnleando uii
hydropesii.
Todas as pessoas que mefizeram o favor
devisila-la em rszo das ir i n lias ri'lico*es,
julgivam que era Impossivel sulva-la, e al-
gumas al me iconselharam que recorn sse
a medicina alopatiiica para ver so conse-
gua a cura; mas cttendendo eu ao estado
melindroso em qoe ella se achava de modo
que talvoz nSo resistlsse aos remedios slo-
pathiuos, conliiiuoi a depositar toda a con-
fianza no Sr. I)r. Sabino, que com toda- a
iiuinniidail e desvelo se exforsou para cu-
rar essas terrivois molestias, o consegu
salvar minha mulhcr om 29 dias de.lr.tu-
menio.
Oxal que esta minha conslmcii possa
ser imitada pelos ostrangeiros que vierem
1 este hosplaleiro Brasil.
Receba, 1 os, o lllm. Sr. Ur. Sabino este
m 'ii ii -loniiinlici de agradecimento, o esti-
ma que lhe consagro.
R-cife 30 de maio de 1852.
Hodrigo Joayuim Correa.
qual mora o Sr. capilflo Pain O* i.retpn-
demes dlrijam-se aloja de fazendas do Sr.
commeudador Mano I Gonfalves da Silva,
ra di Cadcia do Recife, quoahi Inediiau
com quem so devem entender.
Para a ilha de S, Miguel n patacho por-
luguez DrStlno; pin ojque tem a mainr par-
ta da carga prouipta. Ouom no mesmo qui-
zer carregar ou ir de passagnm, dirija-ae
quinto antes ans consignatarios Thoma/. de
AqUInu Konseca & lilho : na ra do Vigario
n. 19, I." andar.
-- O Sr. Ilenriques, empregado puhl'rt,
queira ter a bondade de vir resgalar sen
penhor, no pravo de t'es dias, do ronl a-
rin se vender* o mesmo para pagamento,
Pican lo oBrigado pelo restante que fallar:
na ra estreita do Roiario n 43.
O Sr. J0S0 Osorio de Ciatro Mscn I
Monlciro, quein ler a hon lado de vir pa-
gar o quo deve na ra estreita do Rosario 11.
43; ernquanto no satislizer seu debito, se
continala a publicarrste.
ufferece-se para caixeiro de qualquer
srriiinacSo, excepto venda, um honiem quo
a Liverpool 3i 00
Da Baha a Lisboa 97a00
a a Liverpool 35a00
DoR. de Janeiro a Llaboa I?ao>i0
a Liverpool 400a0
De Pernambuco a Babia ou vlce-versa
au Rio de J.
20tii)
IS.iiiin
i:....."i
iiu-o
a50a0
Pesos.
5a
tOa
du crrenle mez se principia
rollo de formar um su projeclo! O cooilei das pira o pagamento, a. boca do cofre, da
de... foi protegido pela casuslidado : o cria- dcima dos predios 111 baos dosli cidade, Eapen-sc que cstea vapores P ;"''"
do liana levauo a caria da acceitacao Oei-} reguesia dos AlTogidos, c qne lindo o pr.so n"aei^,lu' ou no Poto ,CgUnd0. "
de aquella poca o conde de ..be o mindo; marrado incorremna multa de 3 por cento.l "Viinibcm um numero limitado de camaro-
[sobreo valor de Seus dbitos os proprlea- ,mgelos, da primeira classe amenle, pelo
j riosquedcxarem da pagar, e serSo execu-' plrc0 iddiclonal de lo~o 0.
lados. (issalea e cunaras lio espacosoa e elegan-
It.itirii ilr l'i'i 11 lllililiro Wa. Ha quarloa par baiihoa e todos os me-
anCO ae rernamuuco. |hor,menloa mais modernos, cmquinlo i vln-
Oconselho de direcgao ivi aos Srs. ac- ,nlcj,,. s cominodldadea para 01 passagelrai.
CionislS quo a segunda preslacfln de suas Cada navio leva um medico bordo, e ba
uiiis leliz do depaitameuto.
'dem.)
COMMERCIO.
ALFANDFCA
Rendimento do dii 2 de junho
Deicarregam hoje 3 Je jnnho.
Calera ngleza Reender mercadoria*.
Brigue inglcz Fleut --dem.
Brigue iuglez llarkit bacalhao.
burea porlugueza .S. Manuel //. arcos
do po.
Patacho portuguez Destino mercidorias.
Briguo brasileiro Adamastor fumo.
Iliate brasileiro Sania Cnit fumo e
charutos.
lni||..)iliii,a.
Hiato nacional Santa Cruz, vindo da Bo-
hia, consignado a Antonio d'Almeida Go-
mos, inanifeslou o seguinte:
9 caixas fazondas, 1 caixote rentes de
ni-rlim, 50 barra mantoiga, 2,599 raixi-i
unas charutos, I35caxas dilos, 2caixotesi
calcado, 20 suc as caf, 25 fardos tabaco; a
ordem.
2 ra 1 xas lencos de Igodfio a F. Sauvsge \
ol Coinpanhii.
8 canas charuto ; Jos V. do Lima.
2 caixa* charutos; a A. Wilers.
4 '; dudas cossosiras de jicirandl; a Jos
dos Santos Corlho.
Ungue nacional Adamistor, vindo do
mesmo porto, consiguado a Machado A Pi-
nheiro, inaiiifeslou o seguinte:
1 ranas fazendas ; a Itussell Mellors &
Compnihia.
5 barricas cravo; Jos Antonio da Cos-
ta c Silva.
S barricas cravo ; a Lima Jnior & Com
panhla.
1 caixflo fazendn 1 Maooel Joiquim Ra-
mos e Silva.
100 hacas de vimes; J. da Silva Re-
gada.
45 toneladas aroia; os consignatarios
Hocnixas charutos; 1 A. Jos Ribelfo d*
Silva GuimarSea.
- rumies ditos; a Domingos Alvea Ma-
theus.
2 ditos ditos; a Jos Antonio da Costa
61 Irmflo.
2dltoslivros; s A. Monlelro M. Jnior.
1 dito charutos ; 1 Jos dos Santos Coe-
Iho.
19 siccos caf, 40 firdoi fumo; a Mi-
noel Tivarea Cordeiro.
48 9/4 duzia* dejanirandi, 109 eettos d*
ip; Jos Antonio de Araujo.
ment de quem interessar.
6:348 2(4. acOos tem de entrar desde o dia 15 a 30 do dlspenseiraspara aervir ai senhoras.
crrente mez de junho. _
B,,,..., ,1,. I'ornnmluirn Pan o Continente da Europa, bencros recebl-
aoco de I ernamuuro. | do,afl(.1(, p,rao, prl,de Antuerpia cHot-
O bincono 1.* dil til de cadi mez I1B0 lerdain por uro preco fian (incluaive aa despe-
descoiila letras,o que publica para-conheci-! sasdebaldeacao J seo levados quelles porios
' por vaporea da pilnieira classe que sahein de
Liverpool de olio em olio dlai.
O seguro se eflecluar a um premio mdico.
Para inals informaedes, dlrljam-ae nesta 1
Me, CALMONT a C.
Na Hahla a JOUNSTON NAPIER & '.'.
NoRlode J.ui.iroa EDUARDO JOUNSTON
81 C."
Eeru Liverpool a Me. KEAN Me. RATVL
-. Para t> Rio Grande do Norte e A*U,she
com brevidadeo patacho Amargoso; quem
no mesmo quizer cairegar ou ir de passa-
g -ni dirija-ge a ra da Cadeia Velha, loja de
lerrigen* n. 59, que achira com quem tra.-
lar.
Seguir em poucos dias para o Rio
Grande do Sul o patacho biasileiro Dous de
Agoslo, capilao Clinslovao Pedro de Caiva-
llio; tem prompla a carga que deve con-
dazir, mas pola receber alguna a freto.
Trala-se na rua da Cadeia do Recife, irtm-
zem n. I2de Bailar & Oliveira.
Vara o Uio le Janeiro sa-
he al o dia 6 do eorrente o
brigue brasileiro Vencedor, ainda
pode receber algutna csrga, escra-
vos a frete e passageiros : Irrita-
se com os consignatarios Novaes
&Companhia na rua do.Trapi-
clien. 34.
Para o Aracaly
Sabe com brevidadeo bem ounhecido hia-
te Novo Olinda pan carga a tratar com o
teu coiisignstirio J. J. Tasso Jnior.
BarcdCH.
Vende-se, por prego commodo, 1 linda
barcaca viijinle Feliz, nuva, ha pouco cons-
truida no Pilar das Magnas; he multo bem
feito e multo veleira, de 29 24 cilxia:
ver 00 Forte do Millos, e a tritir di rua do
Crespo n It.
Para o Aricilv.
Sahe com brevidide o hiele Flor do Curu-
THEATR0
DE
S. IZOEL.
45.' ltecita il 1 assignalura.
Quinta-letra 3 de junho de 1852
GRANDE ESPtCTAi ULO LYRICO-DRA-
MATICO.
liepois da execucSo de urna brilhinte *u-
verturi, pel orchestra, subir* scena o
excellente e magnifico drama em 5 actos,
,orondo de eaato
D.CfcSAK DE BAZAR!.
A parle da MARITANA ser* desempehhada
peh actiiz Mari^XeopoIdlna, ea de-MAR-
(JUF.ZA l)K MOPsWFiOH-pcIa actriz Amallr
Monleiio.
lorminar o espectculo com o muito
applaudido drama em 2 acto*, ornado de
cinto
COS RIO
ou o
PR1NCIPE CAA 1)0 R
Com a repreentac8o do* dou* dramii
icim mencionado, ulisfi* o emprezirio
t* pessoas que nslaram pela oa ropoltclo,
endo e*ta a ultima vez que os tenha de re-
presentar neste thealro, por Isso que he es
te o ultimo mei da sua empresa.
Con ocar 8 hom.
Osbilheiea cbam-se venda no lugar
do cotume. ^^^^^^
Sahbado 5 de junho d i85a.
Brilhinte espectculo em beneficio da ac-
triz Mara l.eo,ol ina RtbeiroSinchei.
Depois que o Sanhnr director da orche*.
lia e mais profeuore, excut*rm em ob-
sequio a beneficiad, urna nov* ouvorlura,
OITeroce-so urna mulher para ama de abe esrrever e ler bem : na prac da In'jc
casa de portss a dontro .- quem quizer diri-1 p, ndencia n. 26.
ja-sea rua deHortas n. 17. Qunm rrPej9,r d0 urr,a ama Je bo.n
-- Aluga-se urna niolher quo salo* bem I ]eit0, e do pouco tempo ; dirija-se oatci-
cozer camisas de hornero e vestidos: no'ro da Boa Vista n. 39, segundo andur.
Hospicio, sobrado n. 15. p,oa graiillc(;3o.
OSr. Msnoel Ignicio Pereira da Silva, j cr(nca-so com generosidade a quem
tem urna cuta vinda de tora: no lerceiro f sDie^eniler um muleque crilo por nome
ndirda casa n. 30, da rua larga do Ro-f mirupI, de 'dude deis a !6anno<, qneru-
z --Quem pretender alugar um pardinho >sa ,0i |rVanJo um taboleirocm que ven-
piriosorvico do umi cisa de pouca fami-'l)la |ai,,nj,Si mandioca e tnacaxeira, e ves-
lia, o qual nflu tem virio de qualidade algu-j ,j ,0 cm cainiSa de algodSosinho branco,
ma, dirija-so a rea das Cinco Ponas n. 7t. mi,s cuitas, calcas de algodSo derisca-
Aluga-se um moleq.ue de 20 anuos para(lo azuii e anda com gancho ao pescoco,
servico de cas, quo sabe cosinhar o diario : > a p, jnicira fugiila ; quem o pegar o podo
quem o pretender dirija-S0 I praca da -' |0var ascu senhor, Jos Saiorili, no sen
dependencia n 5. -sitio no principio da estrada dos All dos-,
Dr. Francisco Concalyes de Moraes re- a qU,|qurr hura, ou na rua do Trapicne Mo-
'ira-si para o Rio de Janeiro, e de'Xa nesta jy() jg "gun.io andar, da* 9 da-man fia
cidade, como seus procuradores, os seus al ,' 3'jM indo.
manos Antonio Gongalves de Morics e JuSo .. proci*8-se de um feilor pira um sitio.
Joto de Moraes. jdando-se, preferencia a loituguez que
-Manuel Francisco Coimbra, mudou cnieri>la de hoita, p*gndo-se conformo
seu os'abelecimento doalfaiale da casan.jsull babilitacllo: quem estiver nesiascir-
49 para de n. 57 na mesma rua Novr, quasi cumsi,ncias procu'e, pan tratar, n ulli-
defronte da rua de Santo Amaro. i ct>e jH ra d'Au'ora, junto ao pala-
.- Ainda se precisa a lugar urna prol, os-iC(,te f|0 bardo da Boa-Vista, todos oslas,
cravi. que saibi engommar ecnsabnar, pira .^ ^ boras di larde em diente.
u-a cua ingleza de pouCs familia ; a pessos ; pesappareccu no da primeirodo cor-
que tiver dirija-se a rua do Sol n. 21. ren|8 a i ou 2 horai da tarde, da loja do ul-
O'ibaixe isiignl lo perdeu no di* 2 do ,m0 ,0brado no iterro da Boi-Vista,do ludo
eorrente da rua da Cruz do Recife at a re-: ^ matri2( um cavallo alsSo cahoclo.celado
particSo do sello, um embrulho com dous!fl eilf Pja,|0,-e rom manta bianca.o aual tem
pires deluvis de pelica.e 103.000rs. em se- 04Sgnaeg jeguintes: frente abert, dousou
.lulas, sendo duas de 50,000 rs urna de 2/, ^ ,r(,s C!) c,|Cados, bistanle cabello na cau-
e urna de 1,000 i*. : assim ruga i pesioa quo (,a eC|na; consli que um molequeou u e-
o achou, que no caso de ler conciencia; rus- njno and*ra toda a tarde no dito cavallo :
o abaixo assignado, na rua do Trapi- a.s-,,ni a pessna que souher ou liver apre-
hendido, o poder* entregar ra iua da Santa
Cruz, em casa diiSr. Itofino JosCorreia do
Almeida, que si ra bem gralificido.
-- O Sr. Joaquim Domingues de Souza
( presentemente em Macei) se souber tra-
tar com liomen, queira n andar pagar
a Antonio Carneiro da Cunha aimiortan-
cia dosalugueis da casi em que mora sua
mi desde 28 de setembro; e so dormir,
direi ro*is ilgumi cousa pata os de Ma-
celo o conhecerem.
Os ibixos issignsdos lutnnsam aoSr
Domingos da Fonseca Sunno, para cobranca
do todas as dividas da loja da rua Nova n.
6 que lhes pertenceu; e pedem ao ditos seus
oevedores queiram dirigir-se io dito Sr.,
na rua Nova n. 17, para liquidarlo deseas
c iotas ; n* certoia de que tem dado orden
para serem ejecutados es reoussos. I'cr-
numbuco 31 do maiu de 1852.-Maia Ramos
& Compinhi*. '
O r. Brai Florentino Ilen-
riques de Souza mudou a sua resi-
dencia do primeiro para o segun-
do andar da tasa da rua Nova n.
4.1, e ahi olFerece de novo o seu
diminuto presumo, como advoga-
do, aos que o quizeiem honrar,
conliando-lhe a deezn dos seus
direiios. .
Jos Joaquim da Silva, subdito por-
tuguez, vai Portugal; c fz publico que
a venia da rua doliai'iche, n. 30, nao lhe
perleocem*is, eqoo bem que pense nada
dever, scalgueru sojulgar seu credor dirl-
monna veuda aesles qualro das
tlu.
cbo n. 40,no tereciro andar, dari lo-se a me-
lado do'dinheiro de gratificado.
Cantillo Augusto Ferroir* da Silva.
OfTerecc-se um ripaz pura criado ou
bolieiro : quem quizer oinja-se a rua das
Laranjeiras n. 4.
Na rua de V gario n. 17 ,
precisa-se de olficiaes de laloeiro e
funilciro.
__ O abaixo assignado declara,
que despedio o seu caixeiro Jos
Joaquim Fereira, no dia 28 de
muio por motivo de roubo era
sua venda. Miguel Jos Rodri-
gues da Costa.
A pessoa que annunciou que-
rer saber, se existe nesta cidade ,
ou seus suburbios, Rosa Me ria da
Conceicao, com duas filuas Mara,
e Antonia, dirija-se rua do En-
cantamento numero 4 lercei-
ro andar, ou annuncie sua morada
para ser procurada.
__ Oescrivao da irmandade do
Sanlissimo Sacramento do bairro
de S. Frei Pedro Goncalves, con-
vida a seus irmaos reunirem-se
domingo 6 do coi rente as 9 ho
ras da manh3a, fim de elegerem
a nova mesa.
Na ruado Queimado, loja n. 37 A, de-
sajase fallar ao 8r. Manoel Norberto Casa-
do Lima. .
~ AJuga-se um* gnndo casa o sitio, com
todis is commodldides ns povftico do
Monteiro : a Iratar oom Joo Jos de Carva-
Iho Monea, na rua da Cadeii do llecife.
Na rua do Queimado n. 16, existe urna
calta para Domingo* Ferreira, vind de Por-
tugal.
Tir*m-se retratos a oleo e a miniatura,
de todos os tamaitos, com a maiur peifei-
efio : na rua'do Collegio n. 9, no primeiro
andar.
Prec sa-so de urna ama de leite iem fi-
lho e quo seja de boa conducta, e com bom
leite, piga-se bem: na rua Nova o. 10.
ji-se a
para ser pago.
-- Roga-se ao Sr. A. J. G., efim de que-
rer vir 00 mandar pagar a cont que no
deve Ign r.r, na rua larga do Hozarlo, es-
quina que volla para o becco do Peixe I-ri-
to, se nflo quizi r ver o seu nome por exten-
so nesta folha.
-- O senhores Lourencjo Jos de C*rva-
Iho, e Francuco Alve de C*rvilbo, oom-se-
nhorf 00 engenho Un, quMiaat enti nder-
se com o Sr. Burgo* no engenho Agoas
Claras detlruc, ou ns rua lllreil, venda
n. 14, negocio qne muito lhes loteress*.
- Aluga-se o terceiro andar com sotao e
cozinha da casa n. 21 da ru do Crespo : a
Iratar na loja do mesmo sobrado; adverte-
s'o quo 6 se iluga a rapaz solteiro.


M
11
Rio Formse
,i bicharal ronniilo Anlro Manoel de Me-
diaros tintado, residente ni cidide dn lliu-
f,,,nii'-n, cm cuja comarca se acba exeicen
r,, |.rolss8n de dvogado, ncurnbo-se da
i,itar das demandes, ou de qualquer co-
inuiii.'!, arrec-nUcSo, ou diligencia que por
vmturi lonliam dall fater promovers poi-
so/ii aqu residentes ; ptomellendo haver-e
em qulquer dessas incumtienciis, com lo-
ddii esmero e asaiduidade : aquelle que qui-
zer informar se do credilo que possa inspi-
:,11 .. n (lucanle, dirjase aosescnplonos
dos Srs DrS. Morael e Silva, e Aleo or. lo.
Previne o annuncianle, que as pcs.-o.sque
se Iho queiram dirigir, poderlo entregar
sus cartas na loja de hiendas do Sr. Ma-
nuel (ioncalves da Silva na rus da Cadeia
do Kecife, onde virUo ter as reaposlas das
meslas.
o procurador da cmara municipal da
, i i,i le do ni ma, lem por varias vezas avi-
sado que quem liver negocio com ello a res-
ucito da diti cmara, que o pode procurar
na riia dn l'a-seio Publico, no Recife, na
luja n. i, Ou .'iilio tai aua casa na ra da
Santal' iio D.-siurro, om Ulinda, casa da es-
quina com muro, que a frente ulha para o
culiegio dos orphAoi; acn lecendo n'a-
i| io la ii i i .lo uno o acliar na dita loja ou
cm sua culi, poderHo detxar por escripto o
quoquerem, que ,vromi Uniente ir saber, e
lamben) pgrem os seul at-azidos quo el-
lo duvendo, pois do contrario o diio pro-
curador usar dos meios quo a le Ihe Con-
cede, como as-ini o lem fuito por vezes,
vislo que o mesaio piocuraiior ufiu cesta
de exigir dos devodor s os seus debilos.
Cuta Ih ( hi istovo Guilhet ni" Hil. niel i, mu-
iliiu a sus loja de faiendas, da pri(l da lo
dependencia n. 33, para
ii. 15.
O Sr. Antonio Maximiano da Costa,
i'irija-M a esla typograpliia, negocio de
sen inieresse.
-- OUercce-se urna ama para criar de lei-
te, ou para servido inlernu : a tratar na ra
ilo Cullrgio n. (6, lerceiro indar.
-- Anda est poralugar a casa de sobra-
do, do Anacalo Jos de Men longa, sita nos
Cuelhos, com muitus commudus para gran-
ilo familia : a tratar com o niesmo Mondn
i na ra Augusta, ou na casa de balanza
do acouguo das Cinco-Pontai.
Aluga-so o piiun ii o andar do subrado
di ra larga do ltoario, n. 48: a tratar na
pida ra tur bajxu do n-esmo sobrado.
I'rectsa-ie fallar com o Sr. Josquim
l.uiz Viriles, a negocio: na ra do Crespo
n. 12.
Precisifie do un caixeiro, de Jado
de 12 a 13 anuos: na ra do Itozario da
Hoa-Visia n. 53.
\, iiiiU' do dia 26 do crrante, furla-
lam do sitio doSr. Or. Antonio Vicenta lo
.NasiiinciilO Keilosa, em llolcm, dous csval-
o-, um russu pedrez, o Catisdu, de oilo an-
uos, e oulroiusso crdAo, inlciro, de sele
anuos, ambos com peladuras noespinha(0 :
quem driles tiver noticia os queira lovar ao
scu dono Joaqun) Jos de Souza Serrano,
na rus do Cullegio, casa do Sr. Josguim de
Albuqueique Mullo.
SMStUE
lllm. Sr.-- Em remosta na carta, pe-
la qual V.8. pede a minha opiniSo ace.ea das
virtudes meiliciniesdo Xnrope do lloaque ,
iransmilio-lhe a resultado de roinhas ni la-
gicOes sobre o dilo remedio no parecer que
vem annexo minha carta. Suu de V. 8. ,
com dadicacSo, aliento venerador a criado,
J sigud.
Rio de Janeiro, !8 de agosto de 1851.
Hoja quej potencia du anuunclo domi-
na soberanamente, que olla se lem lo nado
a alavauca da industria e do commercii", en-
grandecendo o circulo de suas oiier.^oes
diarias, e que para as relacffes dos povos el-
la he una garanlii, assim como uini nocea-
sidsde imperiosa, cumpro, em vez de pro-
curar anniquila-la, dirig la,o ter Cornelia o
comporlsnn-nloque obs-irvam os estadistas
a respailo d-s ievulu(es quonao podaoi
sudbcar, porcm que sabem dirigir.
OXarope do llusquo oceupa entro nos
as cem boceas da fama, quer na capital,
quer as provincias do imperio o slenla
a sua repul.cSo desdo uma serie da annos.
ere lilo do remedio peiloral he baseado so-
bre repelidas eiumm osas curas do brouoni-
Ics, duafTcccoes catrmeos, du aslhmas. e
mesmo de phthica pulmonar nos seus pri-
meiros penodus. Eis o que urna luifarcial
averigui(9o di porceito, a pela ipplmcao
a ra do l.rei.o que |lcir lres aonos seguidos lenho leilo do
Xaropedo Rosque om casos .tanticos, o re-
medio nao lem desmentirlo a sua valiosa o
bonelica replalo em tolas as orcasiOei
que Uve de o ompregar. Fundado no prin-
cipio deque a un'o do varias substancias
era riecessaria para compr uro romo l ioel-
ficiz contra as numerosas molestias lo pel-
lo, o autor do Xaropo do Rosque, judado
pelo pharinacculico que legalmento dirige
a sua oTIcma, con-eguio construir uma nu-_
va prepa acSo com boa poreflo de vegelaes.nloas do poito, mas o .seu proprio autor
de plantas conhocidas na malrica medica, I n.lo o quer Inculcar, como alguna odizom,
ejunlououtra parle de agentes therap'Uti- remedio universal.
eos, os quaes de ordinario se empregam se-l a Decerto o Xarope do Bosque nilo lio
parailamento ; porm, que desla vez pela 1 uma cumeosiQo Celia por curiusos uu cu-
sua r iini.ln, correspundem ao IIm a queael ian)eiros; neo resultado de cunli'cimentus
pin ii' o autor, que foi do preenchnr si-lprulicos em chimica e em materia medica,
inultaneameote as varias modlllca(0'S ofT-ISabendo segregar com hbil esculla sub-
recidasao tratamenlodasmuleiliasdo peito. I la orlas mediciuses, as quaes nfiosilo incoui-
Resulla da composieflodo XarnpedoBosjue pallveis, o auturuSo perdeu da vista o prin-
uma ar(>oquo opera sobre a coinposifo do cipi.i salutar-que a uniSo faz a lo rea, a
sango.-; ella torna-so assim nica, avena entilo sbubo uuir plantas e tirar partiao del-
sar depuls sedativa. O effeito expectorant
ho puramente secundario; todava he cor-
to, a nao dcila de valer multo paia o cura
Uvo de catarrlios chrouicos, do broiiclutes
leimosas, de CerltS espocies do asinina, e
para modilicar as lesOes tuberculosas nu
periodo do siu desenvolvimento. Us elo-
gio! que se fazem ao Xaropo do Rosque paro
curar h phlhisica pulmonar aquivalem aus
gritos ae enlliuslasmo quo om ouiros lem-
pos so sollaram com igual lervor em shouo
do cloro oos vapores de carvfio, dos xaropes
dcCodeina, do phelland-iuin, do meldodo
do Dr. LalOUfi das inarmel idas de Tron-
i'inii o do l.aiietll, eat < silo os nicsnios que hoja so prodigalisain 0
oleo d l ligado de baeainao. Todos estes ra-
medios valem alguina cousa no principio c
no desenvolvimiento da tubnrculacBo ; po*
rcm qnaiido a uiath so purulenta .->la pa
tonlo, nlnguem se atreve a proclamar 10-
lallivel qualquer agente thurapeutico ; o
intUus ancep* quam uutlam servo do d-sculp..
para todos. He mislur po lauto perdu ir sos
seclarios do Xarope do llo-quo a gralidflu
que os anima, sem toduvia purtilhur cega-
mento a sua faiislica lliiguagein. O Xarope
do llusquc he um po oroso romediu para
curar vailas enfeniii.lades agudas e clno
s, i ,l.i querendo imruduzr na cmii. rr'in
dos-u xaropo peiloral agentes mineraesuu
Corpos activos, cuja arcu llca depois neu-
iralisada pela loruieiitaeio uu pela mistura
de qualquer alcoul.te.
A analyso do Xarope do Rosque dr-
mouslia que nada de nocivo entra em sua
compos(c,(lot o que o autor tegulo ss regias
do ii ni a sensata posologia para a dis'.rlbui-
i,n i das -uiiii nicias inedicinaes, fiigindu
imitar coi tos curanduiros quu carregamas
suas leceltascomdses exagera las.e quenSu
sabem recoiihccer a viituoe de certas plan-
tis iiidigenas que silo venenosas.e como laes
podem i rejudicar nimio a saude publica.
.i Af-stou-80 o autor do Xaropo du Rosque
do em. rugo de iiiedicamoiilosalteronlcs,nos
quaes os alcalinos uceupam um lugar 10o
i !.I ni Linio como o do mercurio, do iodo,do
arsnico. O alcoliuos exurcem sobie a.eco-
11 < i i i i urna grande influencia, do m sino
modo que os cidos ; o sangue lie natural-
mente alcaliuo, pi .ioiii atece! lo punto, e
he .neciso ter un) vista a sua com^oslcilu
para min inloiluiir em remodius peilurae
agente ou substancia quo o neulralisa, ou
altera as qualidades chiinicas que do san-
guo reparte as varias .'ecre<;Oes do corpo
hun.ano O llm que tencionou seguir o au-
tor do Xarope do Rosque foi da ggrngar
substancias que operassea) sobra o sangue
segundo o mesmo modo que opartra as pre-
parareis do ferroa, a entSo a sua esculla
fot feliz, | os os ingredientes salisfizem, a
un 'ii ver, o llm proposto.
O Xarooe do Rosque he uma composi-
?flo pharuiaceulica comploxa ; niio se ba-
sCa sobre um agente nico, como certos re-
medios que se procuram inculcar encerram
isuladameme. Elle nSo perlenco classe
dos rabucados p itoraes ou das pastilhas de
assucar qu imado, que lano se gaham ;
sendo o seu valor Cousa trivial, o Xarope
iHirloncn a mais elevada e sciontillca cate-
gora pela sus CumposicSo phsrmaceulica,
e naturalmente pdu-se collocar na lisia dos
Xaiofes de ruputac9o merecida quo llguram
nos I .o ni ulai ios, como os xaiopes i eiloiaes
deLamonruux, do DesiSSirty, o os xaro|ies
depu- alivus de Larrey, de l'oital, de Iticord,
e no evergie, remedios magislraos que os
nossus facultativos recoitam diaiiamunle,
sem io i.ivi. sorem iolrirados de sus intima
com pus:(So. '
A tiiiuhi experiencia clnica declara-se
em abono do crdito do Xarope do Busque,
depois de haver eu leilo uso ern multiplica-
dos casos de bronchiles, .coqueluche, angi-
na du peito, o as lesOes agudas e chronicas
dos puln.Oes pelo cspa(o de tres anuos,
consecutivos. Desojo que boje, que q cr-
dito du Xarope do Bosque osla firmado, o
MU autor nan continu por muito lempo de
o deixar na calrgoria de remedios secretos,
o que fa(a ao povo, que tilo boa aceila(9o
faz au aeu roa edio, um benellcio de graii-
uo, publicando a sua recolta. Eis o meu
vulo sincero, eis a oiimSo quo proresso em
bollo das virtudes medicinaos do Xaeopo do
Rosque. J. Sigaud.
~ Compra-se uma canoa de csrreirs que
leve 6 ou 8 pessois : na ra do yucimado,
loja n. 10.
-- Cajnrra-90 2 escravas creoulas ou par-
dssdeji a 20 annos : na ra Wo
______Vendas.._______
Loteria do Rio de Janeiro.
Aos 3o.ooo,noo re rs. *
Na loja de miudezaMda pra?a da
Independencia n.4, vendem-se bi-
liietea inteiros, meios, quarloa, oi-
tavos e vigsimos a beneficio da
qoarta lotera da freguezia do Cam-
po Grande, esper^-se a lista no dia
i a 3 do corrent : na raesnia loja
recebem-se bilhetes e cautelas pre-
nii iilin do Livramento, em troca
dos do liio, que teni a venda e
t)io>ii-1 o lisia
O INTCONTR()
MODIMI \
'A KA I AN \ I; \
Curto d
;i).i as "- ... i Q
Esia lugiia oes.ljjM e mil ullin.o,
a creoula de nome Joaquina, de dada 95 an-
uos, pouco mais ou menos, com os signaes
Atteiieao
Jos Francisco I>i i, com loja na ra do
Crespo n.14, roga a todos os Seniljres q.io
si'gulntcs: estatura regular, co'PO chi-Jo, \_mni contas antigs uu lellraa veucid.s na
falla lin, o uma costura Sobre a caix Jo, |ja> qUe aj vouhan salislazer, os da
, Aguillioes, bronzes e ctiuiiiaceiras. cosos, us pr-'d^ua em ii.nu, avisa o ape-
| Cavillios e parafusos de lodos os la- (l|e e fonilica o estomago,
maullos. | l' Ic-so aimiuisir-r na mais tenra infao-
Tiixm, pares, crivos e boceas de for- c'* como navelluce; nada ne uais doce| do irismno artista pernmhucnn, o Sr. P.
Cena un ni.....no n '. i,
i.r-i;- le. como as que tinlia,
Nunca mais encnnlrarel.
Quando me vio. -
Ii -o-un' uma flor, .
E dentro d>lla
Snpro de amor.
Esta ni.i i ol,i lem 5quadras, e para cada
uma seu ostribillio dilfernnte. A muzica be
iSa la uas 1'rinclieiras n. 8, fabrica
de chocolate liomccopalhico, preci-a-se lu-
gar um pelo.
Na tiavessa do Veras, na BOB-Vista,
n 15, lia 3escr*vos para lugar, para qual
quer sorvico; vanJe-se umbonita escrava
i ii.'i, que sabo bjm ongommar, de nacao
Cvaia.
-- Perdeu-se no di 31 de maio vindn
do dotrz da nialiiz da Boa-Vista at a pa
(a calero, um trancelim de ouro com K
oilavas de peso.enliadu i.unia medallia com
tros 0 o oa oilavas, leudo em cada frico un
diamante l ruga-se a lodos os senhoies ou-
rives qua nao compren) por se lar indicio
de que foi fuado do peicoco de um moni-
no que u trazia, antes pede-se que o appre-
lioudam para restituir a seu dono que he um
pobre, e que eu uulco bem era osse pouco
ouro, o que'nSu obstante sua pobreza nao
so da de fazer osacrilicio de gralilicar com
. una generosidaue a quem o acnou, alem
dos nuil" usos pedidos que lira fazendo ai
Itissioao para quo o premoie nesle c noulri
n.tinlo. Oue-ii o scliou e queira c un n.ii-
concia restituir, | le lovar s ra larga do
RuzariOi loja de nnudezas n. 26.
Ii.sappareceu no ia 2t do maio do
roT ni)auno um preto por nome Bertoldu,
i prsenla ler 94 i linos, i ouco eisisou me-
nos, do nacSo lluiiguella ; levou rul(a de
ganga azul, camisa de algodosinho b anco,
chapeo do paliia, be grosso do corpo, lem ss
I cias a bra(os grossos, go-la mullo de ga-
i.ipa l icadi e de tocar o daiicnr Imiuques;
., pn -.-! qi.o lenha sabido para han la de
i ..-.i'-ti, lugar Corta Laigo, donde'j foi
CiCraVO, e depois foi veudido para pra(a.
Foi c ni. n do aqu em 16 de Janeiro do cor-
rele anno ao sr. padre Francisco Xavior
dos Sanios, cosluma andar lambem para
bandas do Remedio com cano* : roga-ss as
autoridades policlaes ou capules de chu-
po quu o piendam e manden) levar a ra do
Auorim n. 25, que ser generosamente re-
compensado.
Aos senhores de engenho.
O redactor do Almsuak da provincia, de-
sojando mencionar no mesmo Almanak, o
nome dos proprieUrios e reud.lros dosen-
genhus, roga aos mesmus senhorrs so dig-
nem mandar sua loja de llvros na praaja
da Independencia ns. ( o 8 os seus nomes, o
nome do enganlio, a freauezia, villa a co-
marca a que peitencer; e so fr rendeiro, o
seu nome e do proprletaiio.
O engenheiro Manrel do Rarros Brrelo
formado na escola central das artos, e manu
lateras de Pars, encumbe-so de dar o risco
o diigir a oiiii-liiioi.au, e culluca(3o de
qualquer inaclnnismo ou aparelho emprega-
do pelo syslema actual no Tabuco do asssu-
csr, como lambem pelos rccenleinontoapor-
fui(oailos de qua se uzSo na Europa para
0 iiie-iini fabrico, ou para quklqucr outra
manufiCtura, As pessoas quu q.ozerem u-
1 lis.n-so. do son prestimo, polo i> dirigir-so
pessoalmenle, ou por meto de carta no en-
golillo Mcug( freguezia do Jaboalfio,^ ou
i c.-t i cniado a Antonio Baplisla Itibeiru de
luna : na ra da Cadeia do Kecife n. 9.
Precisa-sa de uma ama para o servi(o
de compras a eogommado, de uma casa de
duas pessoas de familia : na Ponte Vellia
n. 1*.
?*.***$,' tj.a*
" Paulo Gaiiriiotix. denjjt.ii> #
franeezon*ercce sen preisti- #
% mono pnbllco para todos oa H
9 mlsteres de -un proflgi&o: -j
9 pode ser proeurndo a qual- 4
9 quer lioi e ni sua casa, lia Q
"4 rua largadollozarlo, n. l(, %
Ul segundo lindar. %
f*e,#?iWm-i &*
Aluga-seo lerceiro andar da casa da
iua do o o 1 inado n. 91 a tratar na loja.
- M nu -i Antonio dns Ssntus Fontesdei-
Ja duianlea sua ausencia por seus procura-
dures e eocarregados dos seus negocios os
seiihorel Manoel Amonio da Silva, Jos Jr/a-
quim lii.is Kernamle e JuSo lavares Cor-
deno.
Manoel Anlonio dos Sanios Fontal, em
"' n.-equoiiria de seus alazores a a brevidade
i;osua viagem, nSo teDdo lempo do se des-
peito, bstanle gmssi; foi visla em trras
da freguezia do Cabo.onde 1 rururou a Fran-
cisco Alv s da Miranda VarejSo pra a com-
prar. Ilnga-se a api i'i'in ii-'ni da mopma es-
crav, e a sua entrega nu engenho Pililos,
011 n* rus Direila desla ci la lo 11. 121, a pio-
molte-so generosa graiilica(flo.
- i.iuoi-se alugar urna csa Ierres, om
qualquer dos bair'os do Peruambuco, enm
(Minino los psra familia,e que lenha quintal
e cacimba : fallar nu deposito de machinas
do C. Slarr <( Cmnpanhla, na rna do Rrum
-- Precisa-fe fallar com asenliora I). Ma-
ra do Caroio Itolim Accmly, a 111 g cuido
seu nteres-e; na rua da Aurora n. 26.
-- Quem precisar de uma ama para casi
prima a .o 15 dej.inliu do curenle anno, ei
os do malo- t 3U, ufim de se tifio ver na
dina r.eci-ssiilado do os chumar com os seus
nomes ior exl nsu pur esta faina, o quo ta-
r .- ni i\ ''1'1,'ln de pessoa, o entregara
suas no!, 1.- ao procurador paia receber pe-
la ni'i ns quo Ule facultam as luis du paiz.
O proprietario da coxeira
do Forte du Mallos avisa
pur meio diste sos seus
nogiic/i s, e juntamente as
pesauas que precisaren) a-
mgai c .1 -ni-, que para Ihes
pou..or o Irnbulbo d irem a coxeira, pem
dirigir-se a rua da 1 a 01a, luja 11 24.
Arrenda-se una casa de oous andares, '
na I lu.
Mniiibns de mandioca, movidos a mSo
ou por animues, c prensas para a dita.
Cimpas de fogilo o frnos de farinlia.
llanos do ferro torneiras de forro e
do bronze.
Bombas psra cacimba'e de repudio,
movidas a uiSo, poranimaesou vento.
Cuiudastes, guinchos e macacos.
Prensas liydraulicas e de parsfuso.
Korragens para navios, carros e obras
publicas.
linio.unas, verandas, grades e portdes
Prensas du copiar carias e sellar.
Camas, carros do miloearsdos de fer-
ros, etc., ele.
,\,, ni da superioridadedas suas obras,ja
de liomerr. solteim uu de pouc familia, di- m rua o Ampar0i vm oiina, onde moroii' geralmenle rcconliecida.'! Rowmai~H
nja-searua do Pude Honano n. 55, quo flnaJo biif0 n. Tnomaz, ruodianlo a con- (iallnni garanten) a mus execta conformi-
achar com quem tratar.
-- OITorece-sn um rapaz brasilciro, casa
do, que sabe Icr, oscrever, e contar, rom
exame de liogoa nacional, o principio de
lingo latina, habilitado para ensinir pri-
meirss lel'as fia desti cidade, ou mismo
em qualquer cngaubii : quem quizer nlili-
sar-sedesnu pretil no, dinja-se a rua do
Kangel n. 46, primeiro andar.
Precisa-.se alugar uma escrava para o
servicode uma Caso do pnucs familia de ho-
rnoui viuvo : a tratar na rua do l'rapicho
Novo n. 4t, |.i niii'i, u n lar, ou quem a l-
vrr annuncio.
AltencSn.
1 r 1. -.1 ss da j un",un 1 rs. a premio, con-
forme o oslado da pica, otl o que se pos-
sa convenciouar, jor lempo de 12 mnzes;
dando-se por seguratica urna faniosi mura
da de c Com cinco quarlos, tros ss la-, coinha fu-
ra, terrenos para liortai, Independenle do
quintal, o oulrns mais; e esersvos com
habilidades de cozinlia e para tu 1, ludo II-
vre o 1I01 iiilniiacailii, rin (llimla, o os que
foreo suflicie'nles para cubrir o valor da
dita quanta : quem quizer (az<-r esto no*
gocio annuncie para ser procurado.
Predia-ie alugar um cscravo pars o
di(Su deser coucertdo pelo inendalario, dade com os moldes e dezenhos remellidos
levaiMo-se em conla os conceilos : na rua pelos senbures que so dignaren) de fzer-
da i.uia n. 64. ibes encointncndas, aproveitando a occa-
-. I'recisa-se de urna ama de leite, prc- sillo para agradecereui aos seus niimcru
fere-sesem llllio, o iaga-se bem: na rua da sos si-iigos o lieguezos a preferencia com
C11c11nban.il. que leeui sido por ellcs honrados, e asse-
f***f?9'v':?*??rf^ gurum-lhtsquo ndo pouparSo cforcoi e
Botica homopathic.. < 'l1',g,c'1":(!"!,par" C,"in"'"-o,n a merecer a
28 RUA 1)\S ClUZLS 28, 1 ------------------------------------------
que o seu olleiio ; funde, dissulve os 1 u- M. Baplisla. Vonde-se na imprrnsa de muz-
mdres e Ibes du sabida sum alguna agita- ca da rua Helia n. 28, para piano a 640 rs. e
(ao, lem suspender as occupa(es, nem'pa-a violo a 500 rs.: tiesta imprema se im-
miniar os lialiitos : so pode tomar deste elli- prime com p'ifeicSn qualquer obra de es-
cuzmente uma colher dcnianhla em jejum, lampara, comn -11111. letras, conhecimen-
parliculai mente no invern e nos teuipus tos, cartoes de visita, tarjas, registeis, etc.
hmidos. I -. Venda-e -o "liur carne salgada de
Us sslhmaticos gotosos, hydropicos, 'vacca em barrilinhus de 5U lib'as : no es-
aquelles cuja fibra lie mulle, licam satis- criptorio da >lthe'us Aiislin & Companhia,
feitos do seu uso; bem como us que sof I na rua do Trapiche n 36.
Irem dtllluxau catarral do pi ilo, azi .lomes f,mmv^t^9>9^'*n%9&999S^i

a
Dirigida por 11 phtirmaceuhcn ^
y. depravado,
ja- Eslnoslaholociinento pnssue todos
!> os medicamentos al agora experta- ^
iiontadoi, tanto na Eu'opa como no ^
J Briail,epreparidoi polas machinas ^J
J da invct'Ciio PliECOS. 1:
^. das earliirai hamopalhicil. f&
> Emcarteias de 12 tubos grandes 21/
iJ. 24 20/ 2
i* c 24 pequeos 15/ J
* Tubos escolliidos (cada um) 1/ J|
Tintura s demedicamenlos em 2
frascos de l|2ori( (cala umj 2i ^
Ha mais, alom deltas, outras muitas ^
caixascnm lbulos o tinturas por <-
pre(os variavois, conforme o tama- ,
^ libo ea qualilade dss caixas, o a 3
i>
>
sorvi(o odinario deTpadaria : no palco da quantidude dos remedios e ssuas "
Sania Cruz, debaixo do sobrado n. 106. I > dynamisarvs, rlc. ":
Prer.isu-se do uma ama quo saiba co-!t AVIA-SE CIIATUITAMENTE ^
zinhar, tara casa de familia :.no otterro da ^ para os 1 ubr s, todas ss receils que ^
Boa-Viata n. 58, loja. I J psra ali man lar qualquer profCMor, ^
Lotera do Itio de Janeiro. i^^k^kM^k-^a^^^i
ti. fijtarr ce Contpanbta,
Respeito.'an ente auiiunciaiii que no 8' u ex-
ten(o estabeleciment em Santo Amaro,
continua a fabricar, com a n alnr perfei((lo
e promplidlO, toda qoalidaile do machinis-
mo para 0 uso da agricultura, novega(3oe
in.iiiniarlura. e.que para maior coinmo lo
da si'us numerosos freguezes o do iiublici
em geral, lem aberlo em um dos grandes
armazens do Sr. Mosquita na rua do Rrum,
alraz do ars-nal do mirjnha, um
Depobilo de machinas,
construidas no iIoh-u oslaboleciinenln.
All ..o i.ii.io us com radores um comple-
xos 20:000,000 1 10:000,000 de ns.
,'".,1 |iinro da Independencia 1.
i3 e 15, loja de colgado do Aran-
tes, e na rua da Cadeia do Keci-
fe n. 46, loja de miudezas de Jo.
Fortunato dos Santos l'orto, ven-
dem-se bilhetes i.itciros meios ,
quattos oitavos e vigsimos da
i|u 111 1 lotera, a beneficio da ma-
triz do Campo Grande cuja lista
ac espera no dia 4 ou 5 dejunho
viiidoitro, pelo vapor da compa-
nhia brasileira, e as lojas cima
mencionadas paga-se sem descon-
t algum todo e qualquer pre-
mio que nelles sahirem.
Jiilhetes 31,000
31 Quarlos 5,5oo
Uitavos a,8oo
Vigsimos i,3oo
Preeisa-se saber so exisle nesta cilla-
de, ou seus suburbios, una mulher, pur
nome Hoza Mara da Concei(So, que ion
II Se ina ".ftf Uvvira < um-' f 1sortimer''0 de moondas do caima, com
U&i.Josedel)liv..ra am- t(,s os meinoiiinento, ,.., ,,,.,,,., .
de
dad.-.
... pres-
das e dtnheiros pedidos a Joaquim Mo, taclias de todo tamaito, lantq batidas,
de Oliveia Main Jnior quando
encaircgado da minha lija n. i5 ,
da rua do Crespo, e que recebi
" "---------,--------- -------- ""a us meinoramenlos (alguns della
pos, queira vil', ou mandar, pagar. vs o orignaesj de que a experienci
,90,0o., .s., imponencia de U 'ZtSR'ZSWtA 738
das e dinheiros pedidos a Joaquim ato, taclias de todo tamaito, tanto bal
porbalanco, e em ([iianto nao pa-
gar-me ter de ver o seu nome no
Diario. Antonio da Cunha Soa-
res UuimnrSca.
% Alugim-so e veiiilom-so bixssna p!
c prac* d Iti'lapendei'Cla n 10, con-
fifi frente a rus das Crozes *
:n\nUAO..EF7/7o
llOWMAN *.MC. CALLUM engenhnci
ros macliiuisias e fundidore de ferro, mes
reipeitosamenle innunciam aos senhor e
duas lil'ias, do nomes Mara, o Antonia, o j i proprietanos doengenhos, faxendeiros, i-
o-l is lilhas se iicliam legitimadas, como Ii-j ao respeitavel publico, quo o seu eslabele-
Ibas do Antonio Jos Soares Rorges de Me-1 cimento do ferro movido por machina do
nezes, ecaso assim existan), publique por vapor, na rna do linio., pa-.-.ii'n o chaf-
osle jornal no pra^ de SO das, alus perde-| ri#, contina em elTcctivo exercicio, ese
ciilo difeit a qualqiler reclama(no a j aC|la completamente monlldo com appa-
respeilo.
Precisa-se fallarcom o Sr. Joso Gon-
calve- do llego, a negocio de seu inieresse :
no pateo do Carmo, vend nova n. 2.
Sr. JosGoncalves Uraga,
queira mandar pagar o que deve
ao abaixo assignadoj e em quanlo
n3o o izer ver o eeu nome neste
Diario. Antonio da Cunha Soa-
jes Guimares.
-- li.'senicaiiin haram-so do poder do -
blixo isllgnado no dia 22 do coi rente 4 le-
Irai pasiada a favor do Sr. JoSo Joi de
CarvaIho Monos, todas ni impoitancta de|lruc(ao
199,930 rs., ja Vi-najelii, e pigal; rogase
rellios da primeiri qualidide para a per
feita i'iinli'crii das maiores pocas de mi-
chiuismo.
Habilitados para emprehender quaes-
quer obril di sua irle, Bowman & Me.
lialliim, dosejam maii particularmente
chumar l atlon(o publica para as se-
guintcs, por lerem dellss grande sorli-
menlo j promptis, em depusilo na mesmi
fundido, as quaes conitruidas em sus fi-
brici p Mili 'ni competir com is fabricdsi
em paiz estrangeiro tanto em pre(0
como om qualidadeda maleriaes primas e
mHi d'obra, a saber :
Machinas de vapor di niclhor cons-
com.i fundidas, cirros d mSo, e dlos para
comluzr formas de ssucar, machinas para
moen-man lioca, prensas para dito, fornin
de ferro batido nan farinha, arados de fer-
ro da mais aoprovada construc(ilo, fundos
pira alambiques, crivos o portis para for-
nalbas, o uma iullnidade de obras do ferro,
que ser infarionho enumerar.
No mesmo deposito existe umi pessos in-
Mligcnte e habilitada para receber tudas as
enco ni mondas, etc. etc., que os anuuncian-
tos, e-une ,n i.i com i capacidade do suas of-
' iiss e n.acliinismo, e pericia dn seus lli-
do eslninago, syncopes o palpila(Oes do
cora(3o, clica, etnpmgens, catarro da be-
xigs, poplexia cirrusa, rheumatlsino, Ilu-
sos Ivos, doen(is de leilo nas srnhoiss,
indigesUo, vermes intestiuaes naicriao(as,
c outras in o las oiile ni i di.ile.- que seiia tun-
go ei umerar.
Este med camentn salular tem produzidn
os msis favoroveis II i .- us casos, para
assim dizer, desesperados. Ilesta sorte,
ditdeleil annus foi presrripto |>oi lodosos
mdicos illustm, e os suecessos qaotidia-
nos que obleiii, lanto em 1 i inca como nos
pui7.es eslratigciros, forinam o melliu' elo-
gio que deste possa fa/cr-so, o a pi ova desto
ho a gran le -ahila que este uiaravilbosn
remediu lem lido nas provincias do Brasil,
principalmente na llihia o lliu de Janeiro,
.onde ha tantas illiisl>a(ucs rnrdicas,
A USO ESst.MJAL
llevc-se smenle mona conliati(a is gar-
llfal quo leein urna marc* que leva i lima
do autor, sementante aquella que se v em
bltxo, Emlim, par ovilar o perigo das fi-
silica(is us accidentes quu tiolenam acuti-
tecer, o arrala' a coin(a dos falsiflcaiores,
o publico bu pio.un do que cada garraf.
deve sr icompaulladl d'oua instruccilo im
pres i que mdici u rnatioira de omprogai
este me lie i-iioiiln, compilado pelo Sr. Cuil-
he com a sua linna, o impreso em Pars por
o Sr. Goet-cliy; caracteres ossonciaos par,
i v i,.i a fraudo.
-- O aliaiMi assignido, i r.ile-.-i.r jubilado
n c i en a de i.' i'gnjp ,a ehistoria do l.yri
delta cilale. tem estab.-leci.lo um collogio
l, ip.iin.i.i.ln Samo Alfonso na rua da Cadeia
do hairro do S Antonio sobrado n. 13, onde
ictui'lmeule ensilla latim, fiancei, ihetori-
Ca e -eng a lua, para o que obleve do Eim
Seuhur Suuza llamus quaridu pre.-idento
do-ia provincia, a liencu do que tiaclao
artigo 38 do regulamento de 12 de maio do
anuo p oximo pausado O mesmo abaixo as-
signado lecebe pensionistas a 20/UUO iiien-
- os pagus aanlados, n.ln dando roupa la-
va la u .oiigominada e dando a, 25/0U0
ni -ios penlionialas a l jfiiiio, e ulumnus ex-
ternos du latim a 4/ilUO e de qualquer ouiro
poparalorio a 5/0u0. Os paos de familia,
que quiscrem inatncular seus tilhos, podem
ii un -.-o ao mesmo collegio a qualquer ho-
ra do dia, certos do que o mesmo abaixo as-
signado so cxfor(ara quanto em si couber
por be,o de--ni, culi ii a ardua niissSo, de
que se encarrega. AITouso Jos de 011-
veira.
Miguel Jos da Motla, empregido na
histiuocil.i primaria, mor na rua da Con-
cordia,priineira casa (-ni continua(So da rua
do Sol, lo ladu do nascente, o pude atlmit-
lir alumnos internos ou presionistas com
a meu- ilola.lo de 15,000 rs. n.ln dando tou-
I'dlls feitos.

ctaes, se comprumetteiti a fatur execular, pa lavada, nem eugommadr; e os meios
< maior presteza, perfeiciio, e osada pensionistas com a de 8.000 rs. Quanto ao
com os mjelos, ou ileso- niais parece superlluo declarar ao publico,
pois que ha muitu vive oceupado Dalla en-
oigo, sen ln bem couuecido nesli cidado, e
a>c fura della
conformi.lsilo
nhos, e inatruc(Oes que Ihe for'om lorno-
cidas.
aj,^^,3alitiaj^#aT.f5,a.faj?a#lg ;,
9l Cissultorio i'i.,\ru ii.iMioni'iriiu i
tf ne im n\ wiin i -. fe
Derigiaopelo Or. Sabino Olegario l.ud-
giro l'inho. _-J Rua do Trapiche Novo u. 15. 4)
, Todos os diasuteis sedar.lo consultas
fe o remedios de gra(i aus pobres.desJe 08
pela manhjl, al as duas horas da lar- *'.
16 de. As curreipondeiiciase imformar i
C mente, ou por escriplo, devendo o >.
doente indicar primeiro : a notan, t 10
Compras.
Compram-se quatro moradas de casal
lo, i o.i-, -o., o em bas ras, e estando em
bo n estado : na rua larga do Hozarlo, no
le.rceiro aud >r do sobrado por cima da loja
de l-'iic da porta larga.
Compra-se um escravo moco, tnari-
ulieiro, oque soja crelo: quem livor an-
nuncie.
,Vi rua da Senzalla Velha, defronto de
i lude, "-i i l n, prli-- .i.,, econslitui- ) Su Mo iteiro uintor,compra-se Iotas as qua-
9 (3o ; leguudo: as molestias, que tetn -V lidudes de ferro.- velhu e metaos de todas
U tido, e os remedios lomados; lercei- fe is qualidades assim como ouralos de pinos
i ro : a poca doapparccimenlo da mo- a) liuos.casemirase todas as qualidades de mu-
Ife io-l ia actual, edescrlp(3o minuciosa, $ lambosque servirem para fazer papel : ai-
f dos signaes ousympluuiasquesolTrer > sim con o cabos velbos, lonas ole.
+S/S V fe Continiia-se a vender pililos f i los 4
fe! d" supeior panno o da nllim moda, fi
? por proco nimio comnod'i: na rua m
fe) dn Oueimado, loja do soliriido mi- fe
O relio 11 29. m
Vende-se orna cnoa de carreira, nva,
de amarcllo, com 34 palmus, mu carro de
i rodas do ronduzte mccaicrias da slfan-
dega, lulo por muito barato | re(o : na rua
do Crespo n. 2, luja.
Venle-se orna casa de pe Ira e cal a
moderna, na Ci| tuina, esl'ada nova de S.
Jos; a fallar com Joilo Monleiro do Queiroz,
na rua das C'iizes n. 29.
Veiidem-sotor pie(o commodo
Sacadas de granito a de pudra, umhreiras,
vergas de pe Ira para portas o janellas, as
quaes estilo depositadas na estrada noa de
Sanio Amaro, di fronte da l'uinlic.l.i dos Srs.
C. Slarr & Companbia : para tratar, a fallar
rua da Cruz n 51, no armazem, ou no
primeiro andar da dita cusa.
-- Vonde-se extracto de shsynthio supa-
'ior, suisso, em eaix*g de 12 garrafas; no
armazem da rua da Cruz do lt>cife o. 51.
-- Vendo ss um sobrado de 2 andaras ,
com nitiitris conlolos o em boa rua: a
tratar na rui do Collegio n. 15, primeiro
andar.
Vende-so.oii Iroca-se por un a escravd,
sondo muito boa, urna casinba no biirro
du Santo Antonio, om um dus melhores lu-
gares, a qual ronda 7,000 rs. mensaes: quem
pretender, dinja-se a Trompe n 52.
Na rua dasCruzeg n 22, vende-se um
escravo caba, de 40 annos, nlllcial decar-
pina; 1 escravo de todo .-cvico, tamo da
pia(, como de campo, o I escrava de meia
liado, quecozinha, lava e he quitundeira.
-- Venda-s urna mulata, com uma cria de
8 a 9 mezas a qual sabo bem coziohar,
lavar, engonimar, fazer doce, cosoalguma
coun e fazer renda: na iraca di lloa Vista,
sobrado da esquitu n. a, primeiro indar ,
por cima da botica.
N'i rua do Cabug, loja de
Duarte, vendem-se collcrc.5cs dos
quadros de JNo?sa Senhora,que ao
listiiliuiram no mez mariano da
(
onceicao.
-- Ven lem-se sipalei de cottro de lus-
tro polo barato r.re(u de 3,000 e 3,500,ditos
>c entra la i>,nsi da couro de lustro a 2,01)0
ri. : na rua uva n. 26.
lio.i u barato.
Vende-se queijosflamengosos mais novos
de-te mercado pelo barato preco do 1,000 ra
cada um : no atierro da Uoi-Visla vend
n. 75.
Ni i ii.i da Cruz do Kecife n. 50, botica,
tem para vender 1 Ilud escrava de na(So,
porfi ita lavadeiia boa co.-inheira e engom-
inadoiiH, por proco mdico.
Ven 'e^o um loucartor novo, uma ca-
ili'ir,i de pimo com muilo pouco uso; e
compra-so bico di lena, di largura de
noio palmo, lino bem l'oito : na rua larga
do Hoz-rio n. 28, secundo andar, le dir
quem vonde ecompn.
dementes de hortalice
de todas as qualidades, muilo noval, vin-
das dr Lisboa, e por menos que em outra
qualquer parle : na rua da Cruz, atrs do
Co'po SaiUo, n. 62.
Venle-se uma preta ciionla, de boa
conducta, sem viiius nem achaques, o com
algumas habilidades; cozinha, lava desa-
bito e v.i rolla, e vende na rua; vendt-se
por pre(0 commudo, por o dono ter preci-
-,1o : na rui di Roda n. 52.
\'iih<> de Champagne,
Klixir tnico
Anti-fleumatico, Compr-se am cordflo de ouro de le,
Pelo Sr. r. Cuilie, mdico da ficuldide con o oilavas. em bou estado asetn rai-
do Paiis, membro de valias sociedades to: ni rua di Cadeia dohecife, loja n. 5.
icas, assim nicioniri como oirn- Compra-se um preto, da16al 26 an
nhar o engnmmar quoseja lurte e nSo te-|a superior qualldade: vende-se no arma-
nlu vicios, agradando paga-se bem: na rua|zam Kalkmanii Irmflos Rua da Cruz, n. ia
do Amorun n. 25. I
a pesso
que
^Je,:be3V.rr.".VWu.r;visto todos o. t.m.nhos ,
snoinuteisaoipussuidores.t.nto mata agja, ou animaea.
gimas cavalheiio da real ordem da Le- nos, qua soja furte, para servi(o dacasi, a
gillo de Honra ce. que nSoteiiha vicios, u, m achaques: na rua
liuponl, pharmaceulico, em Pars, dd Ainurim u. 25.
rua Tiquetonne u 14.) Manuel Alves Cuerea Jnior, compra
Moendas de canna pan engenhos de! 0 nico deposito verdadoiru doite elixir ac(es do biuco daiti provincia : na rua da
movidas a vipor por! lio rslabeleci .o pelo meamo autor na botica Cruz n. 40.
ssodo recibo
^WSa'at'* "^ dTi^rnt'de^aSperdid... Re-
E $%%x%$:t0 sard0 v,i' i 1 a *- m^
do Sr. Jos, da Rocha Paranhos, rua Diroita -- .Compra-se um mnlatinho de 14 a 16
Rodas d'igoi moinbos de vento en. 88, em Perna-mhuco. inn'os le id a de, assim romo um preto de 18
serr3 [ elixir iili-fleugmilico be essenciil-la 21 auuos.robusto e proprio para lodo er-
Mnnejosindependenle para cavillos. 'mente tnico, reanima o principio vtale vico; a tratar com l.uiz Comes Ferreira, no
Rodas dentadas. dlfor(a ts Ph-i, destaca o humores vis- M ndego.
WVWftfftffffffJr'P?*
Deposito de tecidos da labri- ^
4>. ca de Todos os Santos, -^
t na Bahia. %
a> Voitilo-se om cas do Domingos Al- <
ves .Mal bo i, a, ni rui di Cruz do Re- ^
? cifen. 52, primeiro andar, algadlo
* transadodaquellafibrica.muitopro- 2*
" prio pan saceos a roupa de eitio- 2
? vos, assim como lio proprio para re- a
des do pescar e pavtos pira volias, ^
j> por prerjo iiiiiili contmn.lo. -
fe fl! AAAft AAft(i>**A* AAAAAAA

.

a.
a
I
i
i
l
y. ,


Deposito ge ral do rap
Gasse do Rio de Ja-
neiro na ra da Cruz
n. 23.
ACABA DE CHECAR ESTE DEPOSITO A
BOA PITADA DO RAPE1
, Grofso. nteio groase- e fino
Pelos p^os J* iibidoi de 1,980 is duss prl-
meira qualidades, e 900 rs. i ullim, sendo
de 5 libras pin cimi. Eacufido heenfdro
publico com i .lescrlpco da bondide do ra-
p deste fabricante ; a gui intiguidade
iltest, eem verdade palt simples e siuda-
vol composicSo colloca os lomantes urna voz
habituados em nio o poderem substituir
por oulro. Comparen pois os amantes da
boa pitada a quilidldWestenpcom a des-
si mullido de notos ripi, e o-seo. effoito
os resolver* a tomir deste ou daquelle.
Deposito de cal virgem.
Cunhi & Amoro), ni rui di Cideiido
Recite, n. 50, vend-se birri com supe-
rior cal era pedn, chegidi pelo ultimo
navio de Liiboi, por raenoi preco do que
em outn quilqner parte.
i1'ai inda de mandioca.
Vondem-se siccil eom firinbi nov, che-
gada ltimamente do Ceari, 12,000 rs. e
era lotes de 10 saccis para sima, a 1,800 rs.,
cadi un siccl : no armazem uo J. J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 35.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
gieres, patente, de mol|i e lem elli : na
rui di Seniilli Nov n. 43.
Vendem-seno becco do Goncalves, ar-
mizem de iteineYouleel Compinhii, mens
humeas com superior farinha de trigo,
orles de brimde lindo, a 1,280,
a,?4 e 3,000 rs.
Vendem-se cortes de brlm pardo, deli-
nho puro, a 1,980 rs.; ditoi de cores com
(ist/as debomgosto, a 9,240 is.; ditos de
brins amerellos, a 2,000 rs.; cortes de calsa
de riscadode linho delistras, 790 rs.; cis-
sas escampinidas para cortinados, com 8 1|2
viras, a 2,400 rs. pnci.
Armazem de vinhos.
Na na da Senzalla V el lia n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e ti-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminuto preco
de 200 e 3^0 rs. a garrafa, e i,5oo
a 1,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber j he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
Na rui do Crespo, loj diesquini, que
Ollu nara Cadeia, vendem-se panno pre-
to, a 2,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
curado; dito francez, mullo superior, a
6,000rs.;.dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
2.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito crdo rip,
a 2,800 rs.; cortes do caiga de casimira pre-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
cez elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarjapreti.a 2,400 rs. o covado;
clua hespmhola, a 2,800 rs., eoulras mui-
tasfazendas por precos comiiiodos.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Usxal.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
> i na o de Mantua a
800 re.
Vende-ie i historia deSimSo de Nantu,
a 800 rs. : na livnria da praca da Indepen-
dencia II. i' 8.
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto
em caixas de 3o libras cada urna
em casa de J. J. Tasso J unior, na
ra do Amorim n. 35.
Taixas para engenho
Na fundicao de ferro de Bow-
man & fllc. Gallum na ra do
Brum, passando ochafarii, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
* AUJS \\SlKi\K.'ANOS.
^ Vendem-se arados ame- 9
S ricanos, chegados dos Esta- |
* dos Unidos, pelo barato pre- ',9
8 90 de 40,000 rs. cada um: na
2 ra do Trapiche n. 8.
Multas fazendas por pouco dinhei-
ro na ra do Crespo n. 6.
Caites de biim escuro do purohnho
1,440 rs., ditos de listr de bom gosto a 2,000
rs-, dito amarello a 1,800 rs riscado do li-
uho proprio pira calQis e pililos i 200 rs. o
ovado, panno fino pretb 3,000 4,000rs. o
covado, pessis de cintas escuras com 38 co-
vados a 4,500, 5,000 e 5,500 rs., cimbnii lie
filos cora 81|9varas a 2,400 e 3,500 rs. a pes-
ss, lencos de caoibraia de linho a 400, 480,
e 560 rs. proprios para mSo. riscados issen-
tados em slgodSo muitoencornado proprios
para escravos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarle azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitas mais fazendas por preco com-
modo da loja cima referida.
Veude-se uc/.ina de angico de muito
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.,
fin libras a 320 rs. : na ra da Cadeia do Re-
cife loja de ferrageus n. 53.
l'otassa aineiic.ini.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 exlate ama pequea por^So de polasss
americana, chegada recientemente que por
superior rival isa com adaRussia: vende-
se por preco razoivel.
__Vendem-se dous excellenles terrenos
proprios, na Boa-Vista, rui dos Pires, junto
a caixa d'agoa, de um routro lado, tendo o
dolido do .Norte um bom ilicerce na frente,
com etle, emestido de ruina misbeci-
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente nglez; na ra
da Senzalla Nova n. 4a-
Novo sortimeto de faienths ba-j
ratas.
Na ra do Crespo loj di eiquini que rol-
la pan a Cadeii vendom-se pecas de midl-
POlSo largo muito Roo com pequeo toque
de ivarii a 4|500 a peca.ditis limpas 2 400
rs., pecas de chita de cor flxa 4,500, 5,000
5,500 *l,ooo,riacado de linho 180 ts. oco-
vido, lindos brincos de cassa a 160 n., ditoi
de rimbriti de linho lino 400, 500, 600 rs.
cam lira i as de cor flxa padrOes modernos com
7 varis i 2,500 rs., merino preto superior a
2.800, 3,000 e 3,800 rs, dito setim i 3,600
n. o covodo, e outras muitis fazendas por
preco commodo.
Bom e barato.
Vend m-sn pelo diminuto preco ns ra do
Crespo n. 10, luvis compridis de pelici en-
lejiadas pan senhori i 2,000 rs. o pir.peci
de bretanlia de puro linho iom 5 varas a
1,800
Deposito de cal virgem (cabeca de
carneiro.)
Na ra da Cruz n. 23, armazem
de assucar da Viuva Pereira da
Gunha : vende-se superior cal, a
mais propria do fabrico de assu-
car, e por preco rasoavel.
Bom e barato*
llua do Passeio Publico, loj n, 9, de Al-
bino Jos l.eite, vende-se meiis cruas mui-
to fins pin homem, a 200 rs. o pir, em du-
zias 2,200 rs., chita pan coheria, ( boa ra-
ziada ) a 140 rs. o covado, ditas para vestido
a rio, 160 e 200 rs o covado, chapeos deso
asteai de bales, 2,000 rs., ditos de junco,
1,440 rs., grandes e fortes, proprio pin o
tempo presente.chales de 13 de ricos gostos
1,000 rs., ditos do cinta TOXIS 1 500 rs., di-
tos brincos i 800 rs., ditos de tarlslina
800 rs., grvalas ricas de ctsss i 120 rs.,
loncos de bieo rodeido i 320 e 440 rs.; ditos
pequeoinos proprios pan enancas a 190 rs ,
coites de colele fustSos 640rs., rendas di
trra i 120 rs., s vira, cassi bordadi pro-
pria" para cortinados a 320 rs. vara, casto-
res pin calcas a 200 rs. o covido, ditos pe-
le do diaboa 360 rs., brins de linho izul e
de cores 1100 rs. o covado, corles de cassi
chiti,i 2,0U0rs., e outras muilas fizendis
que igradarSo ios compradore
-- Vendem-se pas de ferro nuilo fortes,
tolas direilas, propras para seabrir vali-
dus : na ra da Cadeia do Recife, loja de
ferragens n. 53, s retilho eem duzias.
Mociuln* superiores.
Ni fundicSo deC. Slirr& Compmhli,
em S.-Amiro, ichim-seivendi moendis
de cumia, todis .le Ierro, de um modoloe
coostrucco muito superior
Bom 2 barato.
Ni loja Ja rus do Crespo n. 10, vendem-
se pililos e casicas de brim de linho 4,000
>s.; chales de sedi a 4,000, 5,000 e 6,000 rs.;
masas pan babado I 240 rs. vara ; manti-
nhis de seda para menina s 640 rs. esds
orna; cortes de gimbriOes de cores pan
calca a 1,000 rs., e nutras muitas fazendas
que se veodem por todo preco.
Aduiiracao.
Ni loja da rifa do Crespo n.io, vendem-se
pelo diminuto preco de 1,500 rs. cadi um ;
lindos chpeos deso depanninho bemen-
f.'ilailos, pin meninas, obra prirai ; i el-
le! intes que se icabeni.
deposito na fabrica de Todos os
Santos na lo hin.
Vende-se, em cesa de,Y O.Hieber&C.
na ra di Cruz n. 4, algudfio transado di-
qnella fabrica, muito proprio pin saceos de
issucsr eroupa de escravos, porprecocom-
mndu.
Deposito de eal e potnssa.
No armazem da ra da Cadeia
doMecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
iiniiiiSi Companhia, acha-se conslanlemente
bona aortimentoa de taia de ferro coado e
halido. lano raaa como fundas, moendaa in-
elias lodaade ferro para animara, agoa, ele,
Illas para armar em inadeira de todoa os ta-
nianhoa e madclloi o mala moderno, machina
horiaontal para vapor, com forja de 4 caval-
lus, cuneos, paaaadeiraa de ferro eatanhado
para caaa de pulgar, por menoa preco queoa
de cobre, cacovena para navios, ferro ingle*
labio em barraacoino ein arcoafolhaa, eludo
por barato preco.
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendaso meias moen
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coad, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
AlgodSo para roupa de escravos.
Vende-se algodSo muito encorpa lo, pro-
prio pira roop de escravos, com pequeo
toque de ivaril, a 140 rs. a jarda ; dito
11 Hipo s 180 rs. : na ra do Crespo n. 5.
Moinhos de vento
com bombas d repuxo pin regrir hortas
o bsixas decaplm na fumiicfude Bowmaux
& M. Calhem: na rui do Brum ns.6, 8e 10.
Deposito de panno de algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desta fabrica ; em pessa,
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaes& Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
iiefrescos e xaropes
ris a garrafa
Sendo, de espil, tamarindos, reosla, gro-
s lies, larinja, limSo, vinagre, gomma e
outros minios: na trivoisi da Madre de
Oeos a. 4 e .
No passeio Publico n. 17,
vendem-se cortea da cambraia com barras,
exceJIeutes psdroes 3,900 rs.; ditos de cs-
si cbiti 1 2,000 rs.; chitas pira cobertas bo-
nitos padrOes e cores filis a 200 rs. o cova-
do; chales delSa e seda a 3,200 rs. ; ditos
de Ha a 1,000 rs.; cqrtes de celes de Ifli e
seda 1 640 s. ; riscadinhos de Linho pro-
prios pin pililos 1 240 rs o covido : meias
4 .
; AM!TD SALSA PAJRILHA DEBRIST0L
SiLSAlAuilTLrUTlf'sASlDS.
44 X^ilailifj\
A silsi parrilhi deUristol dala desdo 1839, e lem constantemente mintido lu reputi-
CSo, sera necessidade de recorrer pomposos annuncios de que is prepancOes de m-
rito podem despensir-se. Osucesso do Dr. Bristol tem provocado infinitas invejis, e
entre outras,is dos Srs. A. R. I). Sands, de New-York, preparadores e proprietinos da
salsa parrilhi conliecid pelo ntme de Sluds.
EitessenhoressolicilirSoem 1842 1 agencia de Salsa pirrilhi de Bristol, e como nllo
o pudessem obter, fabriearilouma imilacSo de Bristol,
Eis-iqui a carta que os Srs. A. R. II. Sindsoscreverim 10 Dr. Bristol, nodli 20 de ibril
de 1842, e que seichi em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Burilo, etc.
Noss) ipreciivel senhor.
Em todo o inno pissido temos vend lo quintidides coisideriveis do extracto de
salsaparrilhs de vro. e pelo que ouvimosdizer de luis virtudes quellei que a tem usa-
do, julgamos que vend di diti medicinise lugmenttr muitiuimo. Se Vm.quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultirii multavintagem, tantos noi
como 1 Vm. Temos muito prajer que Vm. nos respond sobreest sssumpto, e se Vm.
vier 1 esli cidide diqui um mei, ou cousa semelhanle, teriimoa muito prizir em o
ver em uossi botici, luidoFulton n. 79.
Kicilo s ordons do Vm. seus seguros servidores,
(Assigoidos) A. R. D. Sinds.
COlTCLUSAb-
1.a Aintiguidide di silss pirrilhi de Bristol, he claramente prvida, pols queelli
data desde 1832, e quei de Sands s ippaieceu em 1842, poc ni quil este droguis-
ta tillo pode obten agencia do Dr. Bristol.
2.* A superioridade da salsa parrilha de Bristol he incontestavel, poisque no obs-
tante a concurrencia da deSinds, e do urna porcBode outras preparacies, clin tem man-
tidm sol reputaran em quasi loria a America.
As numerosas experiencias feitas com o uso da salsa parilhi em todas is infermidi-
dei originadas pel impurozi do singue,e o bom xito obtido nesli corle pelo IIIm. Sr.
Dr. SigauJ, presidente da academia impeiial de medicim, pelo llluslrido Sr. Dr. An-
tonio Jos Pelxoto em sui clnica, e em sus afamada casa denude ni Gimboi.pelolllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveiri, medico do exercito, epor virios outros mdicos, per-
mitiera hoje de proclamar lilamente as virtudes efflcizes di salsa pirrilha de Bristol.
Vende-se 1 5/dOO o vidro ; ni botici de Sr. Jos Harii Concalves Ramos, ra dos
Quarleis pegado ao Qaartel de Polica,
l'ecliiiicua.
Na loja di ra do Crespo n. 10, venilem-
so chitas, com um pequeo defeito, ruida do
cupim a 100 rs. o covado ; ditas limpas a
120, 140 e 160 rs.
Vendem-se amarras do ferro: ns -! di
Senzalla [Nova n. 42.
Chapeos do Chyle.
Vendem-se chapeos do Chyle finos e
grossos, grandes e pequeos, por preco
muito barato : pa rui do Crespo n. 23
Em ciss un J. II. Lisserre & Companhia
ni ra do Trapiche n. II tem para vender
osseguintes arligos : cabos de linho e ma-
nilha de todas as grossurss, champagne
marca eslrela, sardinhas em lilis de varios
lmannos,penas de ac, velas decomposi-
e.io e garrafOes vaz'os, o que ludo se vende
por commodo preco.
Kiqutssimas luvas de pelica, pro-
Na
pazdesobie ello se levantar qualquer so- americanas muito linas a 2,200 rs. duzil
prias para notvas.
ra do Gabug n. 6 ven-
dem-se as mais ricas luvas de pe-
lica, que aqu tem apparecido, com
riquibsimes enfeites de llrese re-
quintes, proprias para noivas, por
precos commodos.
A a,56o rs.
Vendem-se cortes de meia casimiri, de
superior quilidade e gustos bellissimos, pe-
lo mdico preco de 2,560 rs. o corte : ni
ra do Crespn. 5.
Fio para sapateiro.
Vende-se fio para sapateiro a
600 rs. a libra : no aterro da l'oa
Vista, loja n. 58.
Ha para vender, na loja de
fuaileiro de Jos Baptista Braga ,
1 alambiques por 400,000 rs. cada
um, em tu lo iguaes aos que se
vendem por 600,000 e700,000 rs.,
em lugar de carapuc,a tem colum-
na
concorre asnas para o producto das
garapas.
Wffffff *f ? ff fffff ff f|
ranuda de mandioca & Vende-se, por preco rasoavel, fa- <
jj, rinba de S. Malheus a mais nova, 4a
9. que existe neste mercado : na ra
a> da Cruz n. 34, delronte da I ingoeta. <
AAliAlltlItlAdiAl) AfliillAAAnilA
Vende-se umi mulata de 20 anuos,
liada figura ; umi nrgrinhi de 10 annoi,
muito linda e esperte ; umi negn di CosCi
moca, boa vendedeira de rui; mas tres ne-
gras mocas, sem oibilidades; umi negn
de meia idade, ba cosinheirs ; e q'uatro
pretos bons trrbalhidores de enxidi: ni
ra larg do Roztrio n. 22, segundo indar.
Arados de Ierro.
Na fundico da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de forro do diversos m-
telos.
Vendem-se por preco commodo os se-
guinles gneros chpeos do chile, linha de
roris e de CuimirSes, panno de linho, cera
em velas muito bom so tmenlo : trsta-se
na cisi de Novies & Companhia, ni rui do
Trapiche n. 34.
Vende-se a typographia do"
Diario Novo, propriedade da Viu-
va Koma a qtial est montada ,
tanto de bons t)"pos, como de pre-
os, e de todos os utencis necessa-
rios a urna boa typographia : tra-
ta-se com a proprietana na ra
da l'raia n. 55.
Vendem-se por preco commodo osse-
guintes gneros, fumo em lolhi para cha-
rutos, cal virgem de Lisboa em birris, fa
rinba de mandioca, superior vinho do Por-
to em lurris de q 11rio, quinto, e oitivo.fei-
xiduns de portflo, foucos de rocar ; 1 tra-
tar no aro izem do caes da alfandega n. 7,
de Jos Joiquim Pereiri de Mello, ou com
Novaes t Companhia, na ra do Trapiche
n. 34.
Aviso aos amantes da boa pitada.
Vende-se ni loja n. 2 do arco di Concei-
Clo, up de Lisboa 1 40 rs. oitava, dito
Paulo Cordeiro o rfleorou a 20 rs.
-- Vende-se um cabriol descoberto, mui-
to forte: na rui uiC.uz n.40, prlmeiro
indar.
Vende-se urna bonita escra, moca, pa-
rela de poucos das, sem cria, com bom
leite e muito cannhosa para criir, e sabe
h m engommar e cozmliar O diario : ni rui
do Cutivi'lu n. 75.
Vende-se chumbo de mu ni
Loteras do Uio de Janeiro.
Aoa 20:000,000
Na casa feliz -
dos quitro cantos da rui do Qucimado n.
20, ven lo'l-so OS muito fe 11/.es lo I heles,
meios, quirtoa, oitavos e vigsimos da 4 *
loterli dlS mal i/es de CimpO I.minie, cu-
ja lista cheg do dn 3 a 5, a elles que estAo
no resto, e se querem tirar bous premios.
Para senoori.
.No atierro da Roa-Vista n. 74, loja de
calcado de Antonio l'areiri di Cosa e Gi-
ma, vendem-se ssintos de tapete pira se-
nhora 1 800 rs. o par e pan homem 1,000
e o'utris qualidades de sapatos Unto pan
senhora como p>n menims e meninos,
tudo calcado da trra, o mus em conti pos-
sivel, a elles antes que se icibem.
Surtes a ao rs.
Nalivraria da praca di Independencia n.
(ion, vende-se papel em sorles impressos,
pin liuii. cus e sen horas, muito lindas ea-
propriadas, pin os diss de S. Antonio e S
J0S0, a 20 rs. cada um papel.
Sorles.
Para S. Antonio, S Joo e S. Pedro, folhag
de pspel co 11 muito bonitas sortea, pira hu-
mos e senh.iras, s 40 rs. cadi folln : na li-
vririi do piteo do Collegio a. 6, de J080 di
Costi Dourido.
Loja amarella de quatro portas,
no atierro di? Boa-Vista n. fo,
Vende-se lencinhos de chita com figuras,
lindos padiOes 1 80 rs. ; cortes de nscado
francez com um toque de avarii de oleo, do
10 ciivados, 1,600; alpacas de llgodSo
covado 200 rs.; riscidinho pin lo lo o ser-
vico o covido 140 rs.; pecis de slgodaosi-
nh.is com 16 jardas, muito encorpa ios,
2,560 e 2 240; riscidinhos frincezes, muito
largos e finos, 320, 280 o 200 rs.; lencos
com bico, brincos, com corciduras decOr,
320; um sortimento de chitas escuras de
cores flxas a200, 210 e 160; e mais fizen-
dis por precos commodos.
-- Vende-se um cavallo preto, aindi no-
vo, de muito bonita figura, com todos os
andares e muito bom esquipsdor, selado e
Vende-se muito superior
farinha de Santa Catderina a dous
mil rs. asacca : na ra da Praia,
armazem de carne n. 10.
Ni loja de aeii parts
Continui-se 1 trocir por seduln, fizen-
daiaiils em contado que em outri qual-
quer loja. Vende cus de quidros 1 200 rs.
La vara, alpaca de quidrns propria pin pi-
lilos 1 400 rs. o covado, cana rtti a 120 rs.
o covado, lencos brincos pan milo dse
nhnra 940 rs., chitas 1 140 e (0 rs., e d
irnostria.
Vende-se urna taberna em
muito bom lugar, na ra do Itan-
gel, com os fundos de 400,000 rs.,
vende-se mesmo a praso : a lia
tar na ra da Praia nv lo.
Loj deilfiite
Na ra Nova n. 26, tem para vender pali-
to de panno preto e verde a 20,000 rs. cada
um ; elles antes que se icibem.
~ Vendem-se casies de pivOes, de gallos
de raca apurada di indn, de marrscos : no
iterrodi Boi-Viita, vend n. 80.
-- Vende-se no piteo do Terco n. 4, ama
escrava, pin o mato ou para fura por falta
de ha!.ilnla.le.
Pechincha.
Vende-se oa ra da Cruz a. 50 urna
negra ere nula, moca, e de ilgumi habili-
dide.
Sapotis.
Umi grinde poredo de sipotis, proprios
pin mandar pira o Rio de Janeiro no vapor
inglez,ichim-se venda no armazem de
Kiymond & Compinhia, na ra do Trapi-
che.
Vinho do Porto.
S um apreciador de delicado paladir
poder dar verda.leiro meraclmi-nto urna
excellenlinsima qualidade de vinho do Por-
to, de particular marca, que para amostra
Chegnu reeeiileiueiiie ni liaren Olimpia,
lie 19o generoso que pele chamar-se um
elixir: vende se oa rui da Cadeia do Recife,
irmazem n. 12.
A dinheiro a vista.
No engolillo l^aipiaV na fregue/ii de Ipo-
juca, era urna casa junto! ponte, acba-sees-
labelecida urna fabrica de fazer superiores
velas decirnauba, com toda a limpo
perfeirilii ; ivisa-se portanto aos -enhorca
deengenho, e mais moradores circumvizi-
nli.is, que Ihes he mais commodo manda-
rom ali comprar, do que no Recife, evitin-
do assim o quehrimento dola, e a demora
di viage., levando logo o portador seja elle
de quemfor, o dinheiro 1 vista, a razBo de
360 rs., por eadi umi libra; iflianca-se 1
boa qualidide dellas, e nSo se duvidi dar 1-
moslra gratuita a quem quizer experimen-
ta-las.
- Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Gatharina a a, 1^0
is. : na ra da Praia de Santa Hi-
venda defronte da ribeira
ta,
peixe.
do
p"'-il.niiw meilinramenln. niip enfreiado, com todos os anvios novos, con-
e alguna meiiiorjimenlos qejformeconvjer ao compr,dor. p,raTer na
ra do Rangel n, 7, e tratar no pateo do
Collegio n. 4.
Vende-se chi liyson, a 1,600, 1,920 e
2,240; manleiga ingleza a 560 e 600 rs.;
queijos novos a 1,120: no paleo do Carmo
d. 2, venda nova.
Vendem-se 9 escravos sendo: 2 ne-
griohas de idade 18 in'ios, com principio
de costura e engomando; 2 cisaes de es-
cravos deservico decampo; 2ditos, sendo
1 mulecote ollicial de carpim, I muala de
todo servico interno de urna casa ni rui
Direita n 3.
Vende-se umi cideira de irruir, em
bom uso: ni rui do Crerpo, io p dn irco
de Simo Antonio, loja n. 3.
Vende-se um lindo muleqoe de20in-
nosdi idide, perito ofJlcul desipiteiro, e
ptimo para psgem : ni ra do Crespo, lo-
ja di esquina n 16.
Vende-se
Queijos do sertSo, de superior quilidide,
e por preco commodo: no ces di Alfande-
ga, armazem ae Antonio Aunes Jacome
Pires.
^ W V ajf ajHBjf ay Bjjravajfajpaaajp aa Bjjfaaajf ^f aj
SGantois Pailhetck Companhiajl
I Conlinui-se 1 vender no deposito
jv geni di rui di Cruz n. 52, o excel-
Hatee bem conceituido rap ireiiB
preti di fabrica deCiotois l'ailhet &H

"brido de doua indires ; tem cate l0 pal- e200 rs.o par. ooulni muilas fazen las de ra0 crosso e fino de todos n nu
mos de frente, e de fundo 125, o do lido dolcujos precos os preieudentes se igridirSo.] Vao grosso e "no, ne toaos os nu-
Sul, di ciixi d'igoi tem 66 palmos de fren- j Vndese um cirro pequeo de 4 ro- meros, e em quulqner porcao : na
te, e 125 de fundo : 1 tratar dentro do mei- ds, pin 1 e 2 carillos, lodo pintado e for- rua j0 Trapiche n 36 casa de
mo sitio com Mtnoel Joaquim Carneiro. rado de novo, vende-ss em conta : a tratar ,, o a'
Leal. na rua do Queimado, loja n. 10. ; Manoel DuaHe Rodrigues.
n. 1.
AVISO AO PUBLICO.
Ni botica da rua do Collegio n. 18, conti-
nuam-se a vender as verdadeiras e bem
conceituadis [ululas pin bobis, cravos se
eos, e dores venreas, por mais antigs que
s.'jam ; cuj.is bons ell'eitos eolllossa 111 todos
que dellas tem feito uso. Com osicSo do
phsrmaceulico Sebistifio Jos de Oliveiri
Macinlo; o pan conhecimenlo do mesmo
publico e principalmente de algumis pes-
soisquenSo estejam 10 alcance, o conhe-
cimenlo das verdaderas pilulas, se faz pu-
blico por este iviso.
frensas para farinha.
Na I umi cao da Aurora em San-
to Amaro, e no depozito da mesmo
na entrada d* rua do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar farinha de mandioca, e
outras para espressSo do oleo de
mamona, de urna invenc3o intei-
ramente nova. Os annunciantes
naohesitam em publicar, que es-
tas machinas de sua invencio sao
superiores a tudo, quanto al aqui
tem apparecido neste genero, re-
unindo grande loro 1 de presso
a maior siinplicidade de construc-
co, e facilidade na operarao, 'o
que faz cora que dilTicilmente se
possam desarranjar.
Tachas de ferro.
Ni fundicSo di Aurora em Santo Amaro,
e limbem no deposito ni rui do Brum logo
ni entrada, e ileronle do arsenal de mari-
niia hi semprn um grande sortimento de
lachas Unto de fabrica nacional como es-
triogein, batidis, fundidas, grindes, pe-
queas, rizas e funds ; e em imbos os lu-
gares existem guindastes, para carregar ca-
noas ou carros, Iivres dedespeza : os pregos
silo os masi commodos.
Vende-se a verdadvira agoa
mineral chamada Sellers Was-
ser e urna pequea porcao de
charutos da Baha : em cjaM de
Le Schuler & Companhia, na rua
da Cruz n. 49.
Em casa de J. Keller & Com-
panhia, acha-se a venda vinagre
branco, superior de JNantes, em
barris de 36 medidas.
Charutos da Bahia.
Vendem-se charutos da Bahia,
de differentes qualidades : no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na
rua da Cruz n. 10.
Charutos de lia vana.
Vendem-se os mais finos cha-
rutos de Havana : noarmizemde
Kalkmann lrmao*, na rua di Crux
n. 10.
Casa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se olferece muilas garantas
a seus donos na rua da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
CLRA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Kio de Janeiro, sdrtimentos mui-
to variados e a precos commodos :
na rua do Vigario n. iq, segundo
Gesso.
Vende-se (Uso em barricas, chegada ni
timimente : im cisi de I. Keller fc Comtia
ohii, na ro da Cruz n. 55. '
Cirros em branco.
Vende-ie em eisi de Kilkminn lrmSoj
ai rui di Cruz o. 10, livroi em brinco cha!
gados pelo ultimo nivio.
Bejouterias.
Kalkmann IrmSos rui di Cruz n. 10. rece-
berim pelo ultimo vipor inglez um novo
sortimento de obras de ouro omajsbe||0
que tem rindo iqui comoiejim; iuteirote
meios ulereos, brincos, ilCmete, e brice-
letes com peroln, 1 sem ellas de todas as
qualidades, botdei pin camisa, eculetas
correntei pin relogio, inaeis, cmetis par
lipis ipennis d'ouro.dedies.voltisebrm-
quinhos de cores, vidro e ouro proprio, com
menims.
Arados da fabrica dos Srs. dnos-
me e Mar
Proprios pin plantar e al impar carina de
differentes modellose feitoa ni miisacreJi-
tidl fabrica ni Inglaterra ; sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo este
mercado,e proprio pan plintarem qualquer
terreno e dequilquer lirguri, por ter um
irrinjo proprio para abrir e fechir 1 liveca.
O bico, livecie sol desles indos pissini
por um processo que di-lbei consistencia
de ico temperido di minnin que s.1o d?
moils dunclo, ilm de que tem bieos da
sobrc-excellente : ni rui do Tnpjche n. 14.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque rua do Collgeio
n. 4.
Neste novo estibelecimento recebeu-so
um novo e lindo sortimento de chpeos de
Sidos ltimos gostos, tinto de sedicomo
depaninho pora dmense senhons, de ar-
micSo de bileia e de isso que se vender
por menos preco quo em oulrs quilquer par-
te ; grande sortimento de chinitile, sedas
e pininhosem peci de todas as cores equa-
lidsdes pin is peisois que quizerem man
ilarcuhrir armaeoes servidas.' Com piel.. v.r
tmenlo de bileas pin vestidos espartilhos
pin senhons, fazem-se umbellis de igreja e
concerti-se qnilquer qualidide de chapeos
de sol: lodos osobjectosscimi mencionados
le vendem em poreiio e.i relilho, por preco
que agradar ios freguezes vista di quali-
dade.
Escravos futidos.
100,000 rs. de gratificacio.
A quem appreheoder 1 preti ibiixo de-
clin!.
Cootini a estar rugida a preta Felicidade,
desde o dii 17 de ma.co prximo passado ,
tem os signaesseguintes:estatura regular,
lem falta de denles na frente, marcas de pan-
no no rosto, cor nio muito preta, muito pro-
tisla, levou vestido de chita ja deshotado,
Companhia da Babia, em grandes e
pequetis poredes pelo preco ellabe-Ji
lecido. k
WWW*WWarWWflNil|
ESSENCIADESABA-O PARA BARBA.
Esta essencia tem pirliculirlJadedefi-
zer pella macii e branca, pois com urna
pequea gota botada em um pires, e com
um pincel de barba molhido em igoa, e
mecOer no pires em que estej 1 gota, desti
essencia, fu muitissima espuma que da pa-
ra fuer barba e lavir is milus que resulla
Hciren com pello micii e branca : esta es-
sencii vende-se m rukdo Collegio o. 1, lo-
j de miudezis de Lima & Couvei.
Vende-se umi escnvi de nacSo, co-
zinhetra eengommadein : no becco di Vi-
racao no oiiilo de S Pedro, casa n. 39.
Vende-se urna porcSo de cen de cir-
naubi: ni rua da Aurora 11. 28.
Para vinhos fracos.
A verdadeira igoirdeote de vioho com
36 grlos, vinda di Europa, a nica recom-
mendidi pan comporos mesmos que oste-
jim irruinidos e neirem superiores com
umi pequooa despeza ; assim como pin di-
verso! remedios que sem ella, so nSo pode-
riam fazer ou entilo nio produzirism oeffei-
to iic/ejado,vende-se nicamente em cazi de
Bairo & Macedo, ni rua Direila n. 17.
Vndese um cavallo bastante gordo, o
por precb commodo 1 ni prica da Indepen-
dencia a. 12.
Mantoletes.
Vendem-se
cores; na ru
ceicdo.
andar ei
Pinheiro.
panno da Costo usado, um taboleiro peque-
no em que indivi vendando, tem porcos-
tume ler rpi fon e mudar quindosai ;
tem sido vista muitas vezes, urnas no Mon-
leiro, e outras em Betiribe, livindo ropa de
ganho, edizendo que por mandado do sua
en.iora; lem sido encontrada junio cun um
.inoeiro, queniveg pm (Huida, ella tem
1 mil no engenho S. Cosme : roga-se, por-
tinto, as autoridades pollciaesecapilitesdo
campo, sui captura, inda mesmo ella ol-
iendo que nao esli fugdi, e ilevem sui
senhori, ni rui da Cruz do Itecife n. 35 .
ssim como se prtesis contri quem 1 tiver
nccul lado e eulira r-se os diss de servieo.
No .lia 10 do maio, desippircceu pre-
ta Joaquina, de naci Camnge, representa
ter 35 a 4.1 innos, biixi, cheii do corpo,
sendo regular, cor fut, olhos pequeos, e
com carne sobre elles, lem umi costura na
cara no lado esquerdo, porm moitoapaga-
da,que mal se percebe, nariz chito, com
falta de ilguns denles, de ume oulro lido,
he feii, lem urna empinge no rosto, que
pireceser bexiga, peitos muito pequeos e
mu'xos, tem algumss sicilrizes de rellio
ms costas, tem as nsdigis empinsdis esia
Irs, he bem fallante, representa ser creo.1-
la, ltimamente esteve oceupada noservieo
decozinhi, levou diversa rOpa, que senSo
sabe da que usura, cuslumav andar suja e
embriagar-se, quando foge tem por coslu-
me andar pelos arrebates desta praca, qui-
tandandn e lavindo rpi, intitulando-se dn
forra ; desconlia-se que esteja servindo em
Igumi casa como forra : as pessoai que so
estim servindo della ni boa f, queiram
denunciar, do contrario se usar dos meios
que concede le : ruga-seas lutorilldes
policiiesecspilSes decimpo, ou qualquer
pesso, que 1 ipprehendi, ou 1 faca appre-
hender e leva-la a leu senhor Domingos di
Silv Cimpos, ni rua dis Cruzes n. 40, que
serilo generosa mente recompensidos.
Desappirecenm do engenho do mein,
nroiii ledade de Francisco de Carvilho Paes
de Andrade, ni mal rugada do da 12 de mar-
eo, os leguintes escravos : Minoel pardo, ds
idldfl 45 a 50 a unos,cor escura, ha 1 ha preta,e
bem feisidi.coaluina usar smente de me.as
suissis a tem um pequeo ligoil preto qua-
si ni macan do rosto ; Alexindre tambem
pardo, pouco mais escuro que o sobro lito,
idade 20a 25 nnos, estatura alta, espadan-
do e bem feito de curpo, leudo pinos pretos
pelo rosto e por todo o corpo; Miguel, creou-
lo", estatun baixi, reforcado de corpo, ro.-to
quisi redondo e ja descanido, idade 381 40
lonos. sdous primeiros se dizem raos,
e s3o de Pajc do Klures; mis iqui mindi-
nm forjar umi caria, par Ibessemir de pss-
sipurles, I quil fui dirigida pul liihamuns,
e tilvez pin ah fossem, ou. pira as vm
nhiucis,
56/000
A quem iproheoder e lerir i rui di Monda
o. 7, lerceiro andar, o pirdo Leonardo,
que fugio no dii 7 docorrenle, e tem os sig-
naos seguinies: baixo, e o pello ilgumi
cousa mettido pan dentro; foi escrivo de
11. joanna Mana dos Pasaos; e costumavs
vir vender leite todos os dias no Recite, vin-
do deum sitio da Passigem.
Continua a estar fgido o mulequn
Africano por nome Antonio, bem conheci-
do, por ha muito vender tapiocas; levou
camisa de c illa nul e calca de algo ido
msela.lo, tambem izul ; do USO do tlbo-
leiro tem umi fall de cabello como umi
coro a. Elle cosiuma vender em um labo-
leiio grinde, envernizido de encarnado, o
urna bandeja gnnde jl usad, porm ji
tem lido valo lem nada, e noite pelas
encadas; portanto pede-se aos capitaos dn
cimpo o peguem e levem rui Auguati
n. 33. Ni mesmi can seqaer alug-r urna
preta ou muleque, quo tliba Vender, e
que no seja vicioso; issim como tam-
bem se d venda a quem qiiter ir tomar
pagindo-se porpitac so ris.
L-'.a fgido um moleque creoulo por
nome Miguel de idade 151 isinnos, levou
um taboleiro em quo renda larinja, man-
dioca e mieixein, e vestido cilei de algo-
dao de listrai izues, e camisa de algodSo
bfanco de mangas curtas, eanda com um
gancho nn pescoct) di primein fgida :
quem o pegir e levar seu senhor, no seu
sitio no principio da estrada dos AUliclos,
qualquer hori, ou ni rua -lo Trapiche No-
vo n. 18, segundo irruir, das 9 di niinhia
t as S di urde, ser* recompinsido com
generosiide.


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