Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03676


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Full Text
Anno XXVUI
Quarta feira 2
DIARIO
.-. .
m
de Junlio de 1852.
N. 122.

vaBQO a A sttaonir^lo.
PlSiHUTO ADUNT ADO,
MftrlmMtr............. 4/000
foriemestre. .......... .8/000
Por tuno ..'>. 1 f'/iMu
Pioomsuo uniNimi.
foi quartel............. 4/500
otioiai do lunnio.
f,r.....i'ilr Murro .dinas... 2 de Malo.
Maranbao ) de Abril S.Paulo, a de dito
Ce>r- 7 de dito. \H. de J.. 15 de dito
Taruhlba 21 irMalo. Babia... 19 de dllo
Ursa inun. avbhwoiak.
" Seg- 3* I. Oitave
S. Petronllla.
1 Tere, iff 2. i Uta va ,
S. Crapatlc.
2l.ln.iri S. I tollina.
3 Quilit S.Ovidio.
4 Seat. S Qurrlno.
SSab. .V Pacifico.
6 Dom. Da SS l'rln-
dade.
ludada Orfkl*
I, a 5. l 10 hora i.
1. tarado eivai.
3. e 6. ao melo-dia.
Panuda.
3. e 6. ai 10 boraa.
2. vara do civil.
I. eiabidoiao inelod
Ktlf.in.
Tercae sbados.
Creiceate 24, ti horas e 28 minutos da t.
Chela a 2 aa 4 boraa e 7 minutos da tarde.
Mlngoantei9, aoi 46 minuto* da larde.
Nova IT, aa 2 horas 28 mlnutoa da tarda.
fitiana i atoJ
Prlme'.ra s 4 horas e 30 mlnutoa da Urde.
Segunda ni t horas e Si minuto* da manha.
VABT1DAB BOa tBBIIM,
Oolaana e Parahlba, il segunda! sextaa-
felraa.
RIo-Grande-do-Worte e Victoria as quistas
fetrai
Bonito,Caruaru, e Garaohuns no t e 15 de cada
me;.
Plores, Ourlcui v, F.xu e Boa-Vista i II 28.
1)1 Inda, todoaoa dial.
Todos os Corrrios partemao melo-dia.
otioiai isTBiaaiiaai.
Portugal IJ de Abril,
tlespanha lo de dito
Franca.. >3de dito
Blgica... 2 de dito
Italia.... 3 de dito
Alemanha. 4de dito
Proaaia ...I de dito
Dinamarca SO de Marco
Russla... > de dito
Turqua. a5 de dllo
ustrla.. a de Abril.
Suista.... I dedito.
Suecla... i.sde Marco
Inglaterra 7 de Abril
E.-Unldos 26 de Fevr
Mxico... 31 de Janr
California 2 de Marco
Cblll. 21 de Fevr.
Humos-A. 6 de Marco
Montevideo 5 de Ma'o
CAMBIO a Di 1 MJBHO
Sobre Londres, a 27 por d. 1/000
Parla, M
> Lisboa, 100 por canto.
BIXTAKa.
Ouro.Oncas hespanholaj....:.'..'.T. 2q/000
Hoedaa dg 6/400 velhaa......... IB/Otil'
de Sf 400 nova.......'... 16/000
* da 4/000................ 9/oo0
Prata.Pataeoeibr.-.illelroi........... 1/V20
Peoi columnarlos.........' 1/^*20
Dltoe meato.nos.............. 1/80"
PARTE OFFICIAL.
(Juuimaado das armas.
Quartelgeneral na tidade do Reci/V 27 dr mato
de 1852.
OBDKM O DI a. 97.
Manda o Sr. marechal da campo Antonio
Correa Seara cun nandanta daa armas, m
vi presidenta desti provincia na -lata de hon-
lem fazer publico para que lenha o devido
elleilo que Sua Magestade o Imperador liou-
ve por bem por aviso expedido pelo minis-
terio da guerra na data de 17 de abril ulti-
mo, conceder tres mezes de licenija como
negocios oSr. capitAo do quarto batelhflo
te artilharle a p Carlos de Muraos CimiaSo,
que h..je mesmo principioua fruir semelhan*
le licenea.
Candido leal Ferreiroi,
Ajudante de ordens encarregado do detalhe.
Quarttl general na cldade do Rectfe, 1. de
junhnde 1852
oaliF.M 00 DA ii. 99.
O marechal de campo commandante dss
armas declara a guariiicSo para os lins ne-
ressatios, que o Exm. Sr. presi lente desta
provincia nomeou na forma do decroto n.
118 de 21 de junho de 1845 para garfil* inte-
rinamente o lugar de audictor de guerra
m'sta guarnidlo aojuiz municipal da segun-
da varaoSr. bacnarel Francisco Kolrigues
Selle, v>tu tar sido despachado jus da di-
tcilo da cintarca do Brejoda Madre de Dos
o magistrado que servia tamliem interini-
mente o referido lugar de audictor, o Sr.
ba -ii."el Manoel Jos da Silva N iva.
U mesmo marecbal de campo, em vista da
prticfpasao, que Ihe dirigi o Sr. teneute-
rorunel commandanlo do quarto balallifio
de arulbaria a p, dehaverem feito entrega
das respectivas ompanhia* os capules Se-
venano Martina da Fonaeca e Benedicto M-
riano de Campos, determina, que estes Sis.
nllciaes sejam desligados do referido quar-
to hatalhSo, e estejam promptos a embar-
car para a coi te no primeiro vapor proce-
dente dos poitos do norie. allm de reuni
ico)-se aos seus respectivos cor pos.
Antonio Correa Sera.
EXTERIOR.
A INGLATERRA E SUAS COLONIAS
SO SECULO XIX.
No immeosu espectculo que nos ofTero-
ce o mun lo, nSo ha quadro oais arrebata-
dor do que o do imperio britnico com seu
magnifico cortejo de colonias espalhadas
em todos os pontos do glolio Ffla pueril
negar urna tal grandeza, porque o verdadei-
ro patriotismo no consisto em Iludir, mas
sin em apreciar, com cima e juatics, o
poder de seus rivaes para procurar ej.ee-
de-los. ,
i n rpido volver d'olhos lanzado sobre
os progressos realisados< pela Inglaterra e
por suas colonias do cincoenia anuos pira
ca nSo ser sem interese. Dos a conhe
ce os grandes acontecimentos que devem
igualar a metade do decimo-nono secu-
to. O imperio britnico sera por ventora
rhogado ao apogeo de sua grandeza? No-
va Cartlago deveri acaso nerecer em um
da de tempesta de? Ou antes a raca enr-
gica que e evqu-o tem por missSo provi-
dencia affaslar todas as outras recas na
iccjlo que exerce sobre a civilisaco do
mundo? Ninguem com a historia na nido
pode fundar em urna tal quesillo um justa
conjetura. Esia historia p-ova com elfuito
que em consequencia de incomprehensiveis
decretos nSo ha senao um passo da grande-
za dos povos, ou dos res ao seu sbito aba-
lini uto.
Mas se, em urna tal quostSo, a historia
he mua, o mesmo nao acontece com a
economa poltica e com a eslalistice. Am-
1 mis mosl'sm que o poder do imporiu
britnico reside principalmente em sua fr-
(i pioducliva desenvolvida em urna immon-
si escala, de surte que no todo das produ-
r/ies e i ermutas necessaias ao equilibrio
actual dos povos, a Inglaterra, tem um lu-
gar iiidispensavel, e quo nffo po leria ser fo-
ri la no coradlo sem que o mesmo golpe
viesse a ser fatal a civilisafSo toda intera.
^ao ha nenhuma comparac;flo a fazer entre
o papej que representa boje a Inglaterra e
os que representiram em diversas poca,
!; ii, Cartlago e as repblicas italianas;
poique enifio a guerra, os despojos do
inimigos vencidos eram a principal fonte
I sua riqueza. As verdadeiras leis da pro-
dcete nSo tend) si lo desenvolvidas pelas
conquistas dos agentes uaturaes, podiam,
pois, erguer-se potencias sbitas, que des-
aparecan) au menor sopro.
Iloje nada de semelhante exite, o poder
o a viUlidade dos povos nSo se medem mais
Mmenlo pela frfa das armas, porm pri-
meiro que ludo pela Wn;i industrial.
Ha nula anuos, a Inglaterra tem feito,
ja eni seu meamo territorio, jA no inundo
FOLHETIM.
IIENRIQUCIV E 0 L4SQUEt\ET *
{ poi GUSTAVO CHADEVIL.)
inteio, grandes conqu sus. Senhora do
imperio do mar, ella tem obt'-lu iminensis
colonias, tem-se apoderado das duas prin-
cipies fortalezas do mundo europeo, Malla
e Gibraltar ; tem organisado seu solo, suas
vas de communlcac,3o, suas fabricas, sua
legislacSo commerciil, em vista de urna
producfSo msnufactureira capaz de inundar
os mercados do mundo inteiro, e sua capi-
tal he na verdade, ainda que possam dizer
o contrario, o yerdadeiro centro da civilisa-
t}So material da humanidade.
Nesta activicla-lo maraVilbosa o por urna
incrivel inconsequencia, a Inglater a nSo
tem despresado seoSo um s ponto o inte-
resse de sua propria defesa : os leitores da
l'rcss imiliiram julgar disto, ha a'gunsdias,
consultando aanalyside um livro devido
1> 'ma do um autor inglez ( Mr. F. Hnad
Sobre a insullicieocia das forcas defensivas
da Inglaterra em caso de invasSo
NSo queremos voltar aqu sobre um ob-
jecto que fot traiado com Uo grande supe-
riiiri.ii.il! de vistas praticas, mas oppor sim-
plesmentea grandeza do edificio sua fra-
gilidade defensiva. Temos por ventura ne-
cessi lade desjuntar qunesta opposifSo, que
hade I nicir iiiivu clarila le sobre um a
sumpto i.iu palpitante de interesas, he feta
aqui em um ponto de vista puramente es-
peculativo? .vi., onm etlcitii olhariamos co-
mo urna verdadeira calamidad^ para os in-
lesesses la rivilisacSo urna lula entre a Fran-
ca e a Inglaterra. N3o he pois de urna tsl
eventualidade de que se trata aqui, mas
nicamente de ap'eciar asmenos aproxi-
mativamente, a influencia que excrce no
mundo o imperio britnico.
Para se fazer urna ideia dos progressos
realisados pela Inglaterra ha cincoenla an-
nosa esta parte, importa consi lera-la suc-
cessi va mente em sua" populacho, em seu
commercio interno e externo, emsua pro-
du(8oagricolaemanufaclu'era,emsuasvias
de communica^So, em suas colonias, etc.,
etc. Um igual trabadlo exigira voluntes pa-
ra ser cmplelo ; n3o podaremos pois doli-
nearaqui esleassumptosenoa grandes tra
eos e muito imperitamente.
Emquanto que ha ciiicoeuta annos.a poau-
lacllo do Reino Unido tem duplicado puoco
ni iis ou menos sua actividad.; tem quadru-
plica.lo. Aestatislica prova quo no anno de
1801, entraran) em seus portos 5,000 navios
com um milhSo de toneladas, todos empre-
gadns no commercio eitirior; entreunto
que am 1849 entraran) 20,000 com mais de
quatro niilliOes de toneladas. Seda tonelada
passarmos ao valor, acharemos que a im-
portacSo de merca lorias est'engeiras e co-
loniaes que, no primeiro anno do seculq, an
dar em menos de 600 milhOes de francos
( valor real, ou declarado), elevon-se em
1849 a perto de 1475 roilhoes.
O mesmo augmento se nota na exporticSo
dos producios brutos e fabricados inglezes
e irlamlezes. Este valor ra, em 1801, de
625 inilhoes de francos, em quanto que elle
excedeu, termo medio, nestes ltimos an-
uos, do 1,250 milhoes, e mesmb conforme a
ultima publlcac.30 do tribunal do cotnmer-
co, chegou a 1,660 milhoes no anno de
1850, Mnima superior de 173 milhO-s a ex-
porlacSo de 1849. O progresso de 1849 so-
biel848foi mais xonsideravel ainda: 2!2
milhoes.
He pois um total de entrada ou de sshida
de 1,485 milhoes para o cometo do secule/e
qu< se eleva a 2,720 milhoes nestes ltimos
annos.
Eis-aqui alguna algansmos que resumen)
muito bem, no ponto de vista eslatislico, o
poder commercial da Inglaterra.
Detenvotcimenlo do commercio de exporlaco-
Valores exp'euoi em miho'm eilerlinos.
Valor valora vloi ollicial
ofllcial. declarado das. impoucOes
Finalmenle eis-squi as cifras comparati-
vas do ii ovimentii da marinha mercante
britnica (entrada n sabida reunidas) duran-
te os tres annos de 1848, 184 e 1850. F,l-
las a presenta ro urna progressao constante
ltanlo pareo namero dos navios como para
o carregamenio.
Em 1848 51.679 navios 10,630.000 toa.
1849 57,985 11,501,000
1850 60,960 19,621,000 a
Estes algarismos sSo especia em quanto
ao tempo. Se ajuntarmos a ellas o movl-
mento de cahnt-m, o qual emprvgou nlt
1850 152,340 navios de todas as capacida-
des, e transporlou 13,641000 tonneladas, -
rilaremos para o movimento garal,em 1850,
dos portos britnicos, um total de 216,M
navios (sahidos e entrados) a de 25j66a,00t
tonneladas de carrega ment.
Aqu convem il.v-.truir um erro muito
commum sobre o commercio da Ing'atern
C -ae ge-ralmente, e os proprios Ingle/as
imrtiihain vagamente esta opiniSo,' que o
commercio externo Gram-Bretanha ti
sua importancia ihuito mais de suas rela>
(oes roa suas numerosas culonus e cov
as na cries longinquas do globo, do que de
suas ielacoes com os diversos povos do gl
lio. O Canad, as colonias das Indias occf
dentaes, o vasto imperio da India, a Aostr.
lia, os lista lo .-rulos a America do Sul e
China,s9oinuitas vezes apresontados como
verdadeiro mercado dos productos inglezM
D'ahi este pensamento gnral : que a li
glat-rra para crear meios de consummo n
ra as suas mercadorlas, vio-se obligada
multiulicar suas colunias.
He um erro que sedeslroa bem depress
quan lose estuda com cudalo os mappn
dasalfandegas. Estes mappas provsm qi
a Allemanha.a Franrja, a Blgica, sito i
verdade o verdadeiro mercado dos produi
tos inglezes. He sssim que as expurtacA
da Inglaterra pan as cidades ansiticas, 4
que sao os eotrepostos de seu eommerc
com a Allemanha, equivalem quasi uor r
sos aquellas que a Gram-Bretanha fR pai
as Grandes Indias, onle reina como soben
na sobre perlo de 100 milhoes de vassa
los.
He aasim que a Franca recebe da Inglate*
ra iiti-i>i tantos productos qoantos e.ata en-
va para todas as suas colonias das Indias
Occidental ; que suas imporiscOes somen-
te para a llollanda exce i simples probabilidades, mas tina'iiiente ellei
i.eo a vantagem de fiasr aa Idelas.
Se do eatudo da producco e da riqueta in-
terna da Gran Brelanha paasarmos ao esludo
de suas colonias, veremos grandel resultados
ja obtldos, mas que devem aein duvlda ne-
nhuma ser seguidos de resultados maiores
anda.
Sabe-se que ai colonias inglezai, cuja admi-
nistrado ae acha (ara da carta da edmpanhia
du India, formain aete grupos, a aaber, aa
colonias da America do No re, as ludias Occi-
dentara, o Cabo da Boa Esperance, os estabe-
lechucutos da costa da Alrlca, Maurlcla. Cel-
lao, ai colonias da Australia e da Nova Zelan-
dia.
Esle sete grupos, cuja populacao total nao
era senao de 3.750.noo habiantea em 18)6. con-
tavam-ae 5,500.mio habitantes em 1846. Mr.
Oawsoo. em urna obra inulto curiosa resumi
as principan Informscdr contldaa nos volu-
iiio-o. li/u booki que publica cada anno a re-
panicao das colonias.
Pode-se estudar neste trabalho o resultado
de dual grandes esperlenclai que eataa colo-
nias team principiado a realiaar de alguns an-
nos para c a emanctpaco doa escravoa e a
liberdade do commercio, e por eate .-aludo li-
ca-se convencido dos magnficos destinos que
estain inanifestoa i inals pobre denlre ellas,
destino todo de liberdade e de Independencia,
por que entre nossos vlsinhoa o amigo sysie--
tema colonial exclusivo e oppressor lermtnou
seu tempo. Por Isto nestes qlllinoi annos, a
einlgracao Inglesa tem adquerldo enormes
projmrcdes. Em urna communlcacao felta a 8
de fevereiro de 1850 na cmara dos cominuns,
o governo Ingles, pelo orgao de lord John
Rusaell, Calcufou a emigrac-o annual nos trez
ltimos annoa, em S65,n00 prssoaa, eein tri-
la e oito inilocs a despeza que ella bavla fei-
to.
Por toda a parle, na Australia como no Ca-
nad, no cabo.da Boa Eaperanca como na no-
va Zelandia, a loglaierra tem' concedido a auas
unas, ai que eslo menos aVancadas m
i-iviii, ..-.ni. preclosssgarantiaa conatltucionaes.
Partindo deste principio de que cada cotona
devla governar e administrar a si inesnia de-
bati de alta, mas inui ampia vigilancia da
inetropole. Obrando assim, os boineni de esta-
do da Inglaterra nao te illudem; riles sa-
ben) inulto bem que trabalham para urna
emancipado completa que se reallsara cedo
desapprovar, nSo sei se bem assim chame p. p. 87:347/490
ao actj de faier continuar a aulorisacSo aoIBeceita nocorrentem. 4'l:la7/4S0
governo de reformar o regulamento da se-' -----------13;494/9t0
crelaria do governo,a tabella ltimamente,DP nocorrentem. S7:7i6/0i
confeecionad%oira a cobranza dos omolu-L
mentos, que nSusalisfez a alguns dos se-'
Saldo em lettras em
de abril p. p,
Receita nocorrrente m.
80
Saldo
13:151/500
/
TJ:T78/I38
iitiores deputados.
Segundo me informim exista naquella
secretarla urna tabella miserabilissima, o I
ainda mais em alinelo aos mesquinbos or-l 33:150/500
denidos dos empregadosdaqoella repart- Despeta no correnle mea /
Co; eporisso, ven lo alguns presidentes I ------33;I50#500
infructferos seus exforcos para mlhoraros! 7nVoVilTfi
ordenados daquelles eoipregados, quizersm l. iiaiiu
por aquella tabella na ordem das outras de t 72rWn/000
todas as provincias; mas embararjos, que i^traa avenceremJunho 27!67i/Ooo
ulho
F.ui.setcinbro
4:479500
i-.OUOfuuO
------------l05:9JS/63fi
O thesourelro,
Thotnat Josa' da Silva liuimo Jnior.
O esci'llo da receita,
Antonio Cardozo deQueiroz Fonseca.
Com mullicado.
Amanh.M 3 do currante no theatrn da San-
ta Izahel tem de abrir-s. a scena com nm
nSuchegamao meu conhecimento, aempre
Ihes ilillicultaram a realisaej||ala auas in-
tences.
O actual presidente, amante i-.uno lie,dos
melhoramenlns, procurou haver urna ta-
bella de Per na m buco, e por ella, proporcio-
nalmenle ao estad da provincia, tralou de
confeccionar urna, queactMlmeule vigora;
mas na pratica, como alie mesmo dice no
aeurelatorio, condecen, que alguno diffli-
nuicSo merecem alguna emolumentos ali la-
xados.
Alguns deputados embirraram com a tal
tabella,que queriam destruir desde osseus brilhantissimo espectculo constando do in-
fnn lamentos reduzindo a tero a cifa dos sig,,e drama t:ezarde Bazan.edo drama
emolumontos ; mas prevaleced a opnISo lyrico Cosimo, ou o PrincipeGaiador.
mais sensata do delxar ao governo a facul- O actual emp-esario ao deixar por lodo
dale de reforma-la n'aquillo que ententes- este mez a impreza do theatro de Santa Iza-
se conveniente, visto que elle mesmo reco- bel, achando-se alcancado por imprevistas
nhecia a necessidade de reforma. Desen- oceurrencias com a sua companhia, e nSo
gisgou-se por tinto osse lamandulzinho querendo que olla por nenhuma forma sol-
sem tirillas. fr menor quebra em seus inlere-ses, re-
Tambem acha-se em discusso a postira sesolveu (e gloria Ihe seja dada) destinar al-
d'esta cmara, de queja Ine dei noticia, so- gumas noiles psra pagamento da inesnia
bre os sinues, ces, e calidos, e vai em car- companha, e sendo esta dada ao Sr. Anto-
reirade passar ; assim como a prohibicao nio Jos rluarle Coimbra para seu pagarnen-
de sola de gados n'esta provincia; e utn lo, be deesperarque o generoso publico des-
prpjecto revoganlo duas b-is, que nao agr- capital a lodos os ttulos lo heroica pro-
dar m muito aoconselno de estalo. vincia, concorra cpm a sua presenc e valio-
Eisem quaietem empregado nossa as- sa proteccao para que quando no seja tiara
sembles ; nSo fallando em um projecto, que remir no todo as necessidades do Sr. Coim-
me dizem dever ser breve aprezentado, ya- br*. erdadejro discpulo do arsist pro es-
te milnOes a somma dos valores oxporlados dentes da Inglaterra. Olacoque nos prende
ou larde;"mas ellei isbein tambeinque tratyi- ra ser consignada ao governo urna verba de cellencia, o Sr. Germano, ao menos roitio-
liiam no Interesse da clvllliatlo. receita pa.a a compra de objeclos, que ten- ra-las.
Sem duvlda dhla John llusselle a 8 de feve- itm melhorar a agricultura Os ttulos maishonrosss que o Sr. Coim-
reiro de 1850: Tjo desde ja com todos os booa projeclo altamente reclama- 'a po le olTerecer par alcanca' do publico
espirito, que algn... de oos.aa colonias eres- do nela Drovinda a sua coadjuv.cSo, s3o o amor e co.dial
2* "_:'" H" Popul.f.1 e riqueza que Q~; Jo ,,,,,,,. amisade qu este mesmo publico Ihe tem
do ine acha.a i ara concluir esta, recebo a sempre faviravelmente mostrado em scena
noticia de que pira o Gu'inhem, termo do efradeMa.
virio um da diser-nos.
a Temos bastante forja para sermos Indepen-
q
quia excodetn- as dis possessOes da AUS- nossa independencia:
tralla. lempo estela perto. p
No anno de 1846, por exemplo, sobre quanto esta em nos afii
1,444 milhfles de exoortsefles de producto* para que ae governem
aeJIa, tornou-se-noi petado," e o mouicnto Pilar, Francisco"ltgis Franco recehera um ^"R'^^^^'^^^^Tk
v ::_:_____ _:..:.,, :.:___;. Fublicacao a pedido.
nfa com a mal patria, -
para a grande colonia do norte da America; *">' tomou-sc-nos pean, e o momento Filar, Francisco Regs rranco recebera um
que finalmente as exporHOes par. a Tur- ^*g StlTZSSmL^Sinw *" < o. lr-b.lh.dor. que felizmente
1 _________ .i- ... aiiiaoca cain a mal pairia, (lucremos nano r nn'nr.ii.i ...,r,.,.,,.., ..I,,- ..,,.......^ mr. .
queremos inanier
Nao crelo que eate
.orera facemos ludo
ni de lorna-laa aplai
i mesillas.
Deiuos-lbea tanto quaoto l'or poaaivel, a
faculdade de derigir seus proprios negocios.
Crescaui ellas em ouinero e em prospendade,
esucceda o que succeder, nos, cidados deste
grande imperio, teremos a consotaco de di-
zer que contribuimol para a fclicldade do
fabricados, enntavam-se
666 para a Europa.
415para os paizesfora da Europa.
160 para a India Britannica ;
203 para as diversas colonias inglezas.
NSo he pois em suas longinquas colonias mundo .
que a Inglaterra acha o principal consum-l Nobree bella linguagem, que eleva o ho-
mo de seu commercio, mas no seio mesmo tnem de estado a esta espbera superior loacea-
onSofeiio, logran lo evadir-se o assaaino ,
assim corjioqua um outro individuo rece- *0 CIDaDaO CARUNCHO, -
bera dous tiros, no moioio termo, dos quaes PASSAGEIBO^DO VAKH^ TBJltiT EM VIA-
succambira. '
Chegou bontem n'este porto desalvorado
um navio, que segua desse para o Rio com
alguns passageirus. |
Tucou, tamliem hontem, n'esse porto o
vapor aParaensa.a que nos irousse a noticia
da reconslruccflo do gabinete.
N9o possodeixar de votar milfllicit.coes
aos ministros que deixaram as pastas pelos
GlvM PARA USttUA.
Tributo de pastucada.
SONETO.
MI i JO jau ii ni un > i ni, ni-n i"/ a-wau laivuuiu v... ^ a -a... angraanu a- ,.^.-^- ..~. a. i _
de nossa Europa, e he islo urna consequen- livel as pequeas paliea dos partidos e aoi innmeros beneficios, que lizeram ao paz
a ......... i.. a> ..^ ___laaal-i .4.x ai_>.lal> ..aaial asunnanln SI aisti, imi .i\ a. aa. ,a n Bs. aa> a*J ai .t.i.i annnn-
Anno
1801
Isil
1821
1831
islt
1846
25,5 lib.
21,7
40,2
60
101,7
132,2
39,7 f
30.7
35,7
39,5
51.2
57,7
a
25,5
29.7
48,12
62.7
76
libr.
Effcclivo da marinba mercante do Reino
unido.
touuelagoin,
equipagem..
2,560.203
3,581,964
3,512.480
2,817,112
169,179 liomens.
158.422
810,198
229,276
cia natural da supcioridade de sua indus-
tria, Sea Inglaterra no possuisse urna s
colonia, nem por isso serta menos poderosa
e lorte. O que conslitue sua riqueza he a
abun lancia de capities, a liabili.lada de
seus operarios, e energii de seus edefes de
industria, a mulliplicidade de suas vias de
communicacBo, fonte da barateza dos trans-
portes. He isto nsverdade urna superiori-
dadereal; persistente, e nSo urna suporio-
ridade do accasj devida momentaneamen-
le ao successo daa armas. A Inglaterra em
urna palavn, he antes de tudo a grande olli -
cia da humanidade. Se se quizer fazer
urna justa ideia deste ficto, cun are esludar
os rpidos p'Ogressos dos fiadores e das fa-
bricas de tecidos hi cincoenla anuos a esta
1 parte. Segundo Mr. Porter, em quanto que
'a quintilla le do algodaO empregado em
11801 era de 56 milhdes de libras esterlinas
somonte, ella elevava-se em 1819 lommi
enorme de 775 milnOes e 500,000 libras. He
uro augmento de 1,384 por rento e este
nccrescimo he tanto mais notavel quanto
elle no teve lugar i custa do fabrico dos
ou'ros tecidos
| O leitor deve bem comprehender que nao
turnios se nao esbossar aqui um tao vasto
lassumpto. Nos tenai|..s mullos factos
garlamos que citar se quliessemos trata-lo
convenientemente; liinltar-noa-hemos termi-
nando a premolar dos resultados preceden-
tes ni ai.gmemos provavela de capltaea mover
JV.
O gigante.
lieiulrelllli levantou-se do leu assento e
apioiiuiando-ae du conde para Ibe apenar a
mo, dlsse-lhe.evantaodo a vlselra do seu capa-
cele e encarando-o filamente :
Vnhor, por principio como por goato nao
tenho por habito apenar leuao maos leaes.
-- Como qulser, respoudeu Gramuiont cru-
ssudo oa bracoi por Iril dis coiai, e rea-
centando depoiscoin urna apparencla de dlgni-
il.n'r nMr mi ula: Eu o esculo.
Saiol-ilieul parecen um momento lutar cora-
sigo mesmo para iriumpliar de seus arrebata-
imntoi, e lomando um tom doce que todava
un auas vibracoes nSo delaava de ler certa Br-
incia, dase: Amanliaa far dous metes que
abusando da geneioaa hospitalidade do ar. du-
que de La Vrlllere, vos alrevestes aarneacar sua
nihs, drpon de baverdei prluieirainenie lenia-
lo violenta-la ...
Que mais? Interrompeo o conde.
Isto, senbor, lie duplicadaraenle cobarde,
porque uina inulher ieiu defea, eipanta-ie
das ameacas e nao pode pagar a quem ai las.ie
destes dados umdesenvolvimen- ou Imovel devldoi a urna tao grande activi-
Mavios

a
25,036
24,242
30.052
32,499
movimento da tonnelsgem. Deste modo o ,haes sit RoDer, p,e|. apresentando em
numero dos navios cresceu de 28 por0|0 de )8f2, sua prnpnsta do income-tax, elevou esta
1821 a 1816 e a lonnelagem de 50 por 0|0.Os eslimatiaa a 4.'i,i,ihi milho'ei.
progressos da navegacSo a vapor tem sido I No primeiro anno do secuto actual, os valo-
ext'aordinarios. Entretanto que em 1814 res segWoe no excediam de S.800 mil'f
nao exiaMa senao um navio a vapor no Rei- P' o r'0-unid; 'mflu.",?',0 1ue em ,MI
nounidrcontavam-se^em.^;^
1826 ; 324 om 18JI | 561 em I8J6 ; 831 em 'dan> em 3 mUa0et e elD M
1842 6 963 em 1846. A lonnelagem termo m|lnoel, he provavel que ell
medio por navio era de 106 em 1826 e de quasi >60 milhdes.
136 em 1816. _______________ I Sem duvida estes algarismos nao sao senao
mesquinhos clculos da ambico pessoal,
phenoineno, ah' bem raro entre nos
Ariilide Duinonte.
______________________________(Pree.)
INTERIOR.
emquanto se acharam ta gerencia dos neg
cos pblicos, principal'nenteao integerr-'
nm, e incansavcl Sr. Dz. Euzebio M-ttozo
da Cmara ; e rogar aos Cuos que sous suc-'
cessores os imlem.
N3oseia impressSo que aquella mudan-j
(a, ainda que nicamente do pessoal, cau-
sou no publico, e menos qual seu alcance'
poltico ; mas dizem alguns prophelas, que]
nSo lal la m em todas ar partes/que a polti-
ca actual est completando seu curso, e
ssenfSo Sania Luzia. NHu sei
A deus saude, e
'seje.
proprie-
em 60
chegue boje
['I fldt o Diarto n.
nao com o seu desprezo. do dfieis.'fir. a utna mulher, nao estn prova
__ Que mal? dai. Quinto i traiciu de que me acensan, ella
Que inals? repllcou Bcautrelllis, animan- he completamente (Ilusoria e prova unlcainen-
do-ae gradualmente, nao vos echando aatisfeia te em favor de vosaa prodigiosa iinaguiacao ;
lo com ler deste modo fallado aos mais sagra- maiiiippouhainoiqueatralcao e asaineacasse-
rios devere de um amante, fallasles anda a Jain verdadeliai, pergunlar v.os-bel simples
vossas obrlgacdes de soldado, trabindo o rei, do mente, senhor, com que direlto vos c'eclaraea o
qual enlregastea oa aegredos da guerra a Mr. campeao de inadamesella de LaVrillre? Sois
de Maveone, seu inlinigo! por acaso seu irmo?
, (Jontioual 1 I Continua!, dase Beautrelllls :
| Uepois voi pergontarel, ic para censurar
Uto senbor, nao he mais cobarda, po- minlias faltas desoldado, sois porventura ai-
rm infamia.... infamia inul vergonbosa, por guin preboste, ou aerel por acaao um espio?
quanto ncm tendea a desculpa de um traidor Ooua ralos lumiooaoa leinelbantei aos refle-
vulgar que le vende por un pbuco de pao sol de um diamante, eacaparain-se dos cilios do
Prosegu I proseguil lasquenel.
A el. iis que nao basta ? diise Saint-Rlcul Pem conclulo o conde, eu vos concedo
com u.na voi amadora. tudo lato ; admiti que sejais ao mesmo tempo
_ Conclu! dlsse o conde com cala pausa a f- espino do re e ir man de inadamesella de La
fectada de palavrai que provain que se deseja Vnllre, nem p..r isto deliarei de ser voseo au-
tennlnar urna converaacao. perlor pela graduaco, e ai ordenanzas do par-
A conclusao, el-la: com o meu duplo ti- lamento vos prohlbem que me fallis de outro
lulo de protector da mulher que tendes lio modo senao com respeito. Ora, vos me tendea
t-roaaelrameute insultado, e de segundo teneule Insultado e por lato eu v.s eotrego a le.
do eaercilo real, rrpito-vos, Mohor, que sois Ulieravel! bradou Beautrelllls fora de al.
um covarde e um Infame; eu vos Intimo, se Esta palavra plrte de mullo balso para
leodea anda em vos-o sangue alguin resto de me alcaocar. senhor; soundalKo.
enemia, iotlmo-voa que apaubels a palavra que Vos nio tendea de hdalgo senao a libr,
vos ianco em rosto, como urna Injuria ou um bradou arrebatadamente Salnl-Rleul. Agora
deaafio bater-voi-hel?
_ jjj (u(|0 p i O conde pos-se a rlr com um rilo sardo-
He ludo nieo.
_ Alora he a mlnha vei! disse o cande, i Julgava, dase elle, ter-voij respondido.
Beaulrelllii apertuu o punhos encerrados Neale caso, tornou Beautrelllls, amanbaa
naa manoplas mordeu qa belcos a ponto de em pleno dia, em preaenca de todo o exerclto
"". ..ngue ro matare como a um ci.
_ Em p'iuj'elro lugar, dille Grammont, com O conde nada re.pondeu, elle chamou a Ma-
, Inflesio do nrcaimo, as ameacaa que, gnu- bon, o gigante appareceu.
CORIlESPUfiENClAS DO DIARIO DE PER-
MAM BUCO.
. Parahlba, 34 de malo de 1852.
Na ininiia penltima mi-siva disse-lhe,
que um navio inglez enceldara no arrecife prxima a
da barra do Cabelello. e ni ultima esca- qual o funda nenio d'essa protihecia, eco-
pou-nio noticiar! lie o que posteriormente mo do futuro nada entendo, callo-me.
occorrea; oque agora facp, no sei se al- Na minha missiva de lOdisse, que os dl-
guma cousa tarde. [reilos provinciaes doassucars3o.6 por cen-
He aquella navio o brigue Natnpirele a (o, nicamente por sngano ; o que agora ro-
que saint) desse porto com escala por este iifico dizendo que sSo Irez
para completar seu carregamento de ns-su- a deus saude, e boas patacas Ihe de-
car. Apeitado por um temporal quiz o
commandante, confiado no piloto, que tem
dalo algumas viageus a esta provincia, en-
trar na barra sem prauco ; mas infelizmen-
S ".""pro";u,bp7oevindde7d.r*d.dM.,de?o' THESOURAR.A DA FAZENDA PROVINCIA!
governo, e exforcos dos encarreg.dos da Vcmonstraco do ealdo existente na caima aejm
salvaco do brigue, pode elle, aepois de depoiitoi em 29de mata de 18o2.
descarregado, ficara-nado, parg o que mui- S'do e"' ae aD"1 0|C>R7Snnn
loconcorreuo extraordinario creacimento' f- "'T'
da mar, e aeda-se hojefundiado junto a (Receita no crreme m. ______f.21.875ao00
fortaleza, som outro damno, que a perd. do Deipeza no crreme m. *
leme, cobre do forro, e pequea avaiia no;- ___
casco. Saldo 212.875/000
0< tresentos sacooi deassucar mascavado
PERNAMRUCO
Chegou a verte, cidailao preslaute,
.Vi ierra sua a BaAlana geote 1
Mas qual o seu petar, a ddr pungerfte
De ver-te. de gosar-te um s insume I
Se Ii na velha Europa, tao dist'aate
Ingrata nos nao fr a tua mente,
Leinbra-te feinpre deste mor ardente.
Que tica em nossos pellos palpitante.
*
Ronancoso o mar, propicio o vento
Te aguarde o barco, e (e iutbnc as vellas,
G em Lisia te ponha a leu coutento,
Feche a balea as hrridas goellas,
Embora soQVa nisso grao tormento,
P'ra que nao vas, Caruncho, cabir nelrat.
Rabia 19 demaiode lf>52.
L'm Bahianno.
VARIEDADES.
que trazia, foraoi salvos, e pode o domno EmJetlrai a_vencer em
. a a".^. a__a J .___ _&___.____& .1 -___i 1 P*^"/ 3 I /\.\.a
contar sia felicidade no numero das ex-
traordinarias ; pois a opiniSo gersl era con-
traria a salvago, ainda uoioamenie da
carga.
Nada occorre contra a tranquillididn pu-
blica, e seguranza individual, alm do que
Ine refiri om ininiia ultima. NSo sei em que
se emoregam actualmente os thuggs, mas
elles nao lardam em dar copia de si.
A assembla continua sem novillada.
Tracta de approvar o novo regulamento da
instrucc^o publica, fetopelo presi.lenl", e
1852 a 1853
Em lellras a veneer ein
1853 a 18.VI
I06:948|000
105:927/000
-----212:875,000
O lliesoureiro,
Tliomat Jote da Silva Guimllo Jnior.
O escrlvo da receita,
Antonio Cnrdoio de Qutirot Fomeca.
Demonilraro do saldo existente na catxa do
exerciciode 1851 a 1852 em 29 de maio de
1852.
Saldo em 30 de abril
^-Acoopoiihaaosennor atd a puna ti. Part Ja para La Viniere. All me esperareis
.Manon locllnou-se diaote do lasquenel, lan- ate manha. Confio em vis, como vides, e na
eando-lhe occuliamente um olbar de auppllca e voaaa lealdade para nada temer relativamente
de Intcresse. Beautrelllls comprebendeu eata a mlnha joven ama. Flcal occullo em balso, do
supplica e dlriglo-ae p ra a porta. O gigante contrario, se alguem ah vos suspeltar, lere"
teve lempo, antes de sua partida, de inelier-lhe
na mo um bllbeiecuidado.ainente fechado.
Sainl-Rieul, achando-se lora, apressostaAeeni
ler claridade de urna lutvisinha, o enaTrajco
escnplo a lapes na sobacrlpu: dlalesle'o
seiiliii, aoienhdOoozMau-dc-bourg, moldomo
do caalello de Veriejalr junto do paique de Co
Dini. heautreillis depoia de o ler lloo, nio leve
lempo de dar dea paasos sem observar urna
aombra que o aegula, porui eata bradou-lbe lo<
gs: Mr. Ueautreillls. Mr. Beautrelllls I o lasque-
nel parou de repente, e aci.ou-sc com grau.le
sorpea sua diante do inordomo de Mr. de La
Vrlllere.
Esle ultimo depals de ter anlecipadamente
explicado a ratao pela qual ae acbava a tal ho-
ra no nielo do campo, fes B.amrillis oontar to-
dos os incidentes do da.
Diabo I dlabo! disse elle depols de o ler
ouvldo : botaitei a perder.
Eisa he boa.' dlsse Beautrilles, com easa
bizarra certeta da inocidade ; Dos be comigo 1
A proposito, diise elle, aqu tendel o que o cria-
do deste execravel conde colregou-iue; quando
eu sabia para dar-vas.
Honor Magdebourg approiimando-se de
una luz, abri lininedlatauenle o bllhete que
acabavain de entregar-lne. A' medida que elle
o percorrla com oa olboi sua pallldez augmen-
tava vislvelinente. Interrompendo-se repentt-
namente, diste ao lasquenel apertaodo-lhe a
sniu:
logo preso, julgado e condemnado, antea que
eu tenha podido ubter aa provaa de vossa inno-
cencia. Eata carta in'aa prouietle. Ide, meu
amigo, Ide, e a Providencia vol proteja.
Mas analmente, tentoudlser Beautrelllls
lorte pela la conseteocia, que lenbo eu
(eilo ?
Nada, respondeu o velho, logo rae espll-
carel coinvosco, quando eu liver tnnmpbado
de vossos lolmigos. Correl, correl, nio lomis
o vosso cavado para nio vos trabir. Kucarrrgo.
me de dar urna desculpa aoa vossos cheles para
justiflear a vossa auseucia Depois, mudando
de parecer, ah disse elle, eaquecla-me o maia
importante. Lis aqui a chave da grade. Ella
abre tainbein a porta da tacada que encontrareis
esquerda da entrada, logo que vher~-*' alto da escada, seguiris o pequeo dor
que ficaeui frente, no fundo do qual: pr^-jjuao-
do bem, acharis na parede um botio. TJalcal
no botio, que elle far Jogar nm ubique que
voa dar entrada em uina camaia secreta, na
qual deverela encerrar-ros. All acbarels all-
mentus em um armarlo.
Heautreillis. todo estupefacto das palavraa do
velho e sobre ludo do tom lucohereole que as
acoinpanbava, perguotava a si mesiuo eui voz
balss, se aa faculdad.s do digno nouieiu, nao
teriain por acaso aoffrldo alguina alteracio.
Todava como estas disposicdeso approllmavam
de Maris, abandonada uuica guarda deMous
criados, lomou a chave que Ihe era otferecida,
CARTA l)E BRAZ TIZAN* ROTICRIO DE
LISBOA AO BARBEIRO.
Abril 21.
Mon cher. Dizem que Sua Hsgastade El-
Rei D. Fernando tem vistas no palacio dos
Carrancas dessa cidade, que deseja comprar
parasen filho o'duque do Porto : sera u-
boa acquisigilo, a c mesmo para OS Au-
gusto viajantes lereui :,essa cidade um hos-
pedarla certa. O l'iemoule v.i em Um le-
vantar um monumento nacional ao seu in-
feliz Carlos Alberlo : pareee que gastaran)
neslo monumento 600,000 francos. Che-
gou no Vesuvio o mestre do cter Andori-
nlii, que se diiia naufragado no Porto i a
mulher, e os lilhos tindam carpido a'sua
nioit i, o andavam de luto.
Entrando honiem no parlamento Marrare
eslava m fallando, e discutindo a Loor y de
D. Fernando theatro EntBo um pai da
patria disse choto de estro di inoEssa mu-
In.-r maia-me encaula-me be oaujo dos
meus sonhos 1 Pobre pai da patria! e mais '
pobre a patria, que o atura O meu prali-
canle dancou muito no baila do Club onde
o meu amigo barSo dos Cogumelos, e miis
a sua estimavcl baroa passsaram duas con-
tra,laucas, ii.tigaram tres mazu.lcas, e girt-
ram urna wals> I o barUn dos ilogumeloa
Meu amigo, urna Urrlval desgrata vos amca- e dUaena inoiueuto deafastar-se :
ooedecerel cegameute aos vosso conse-
Ihos, senhor, pois me ioaplrais um seutlinenlo
de repello minorado de alienan, contra O qual
tentara debalde lutar. Todava pondo urna
condico, repllcou Sainl-Rieul.
Qual ?
He que hei de ser livre aniel de vlnte e
quatro horai.
. Creio que sli, ou pcJAjnenos o espero.
Oh cumprc ler ceiWaa disto, e porque
nao tendes esquecido, senhor Magdebourg.qaje-
o assalto de P.ria, se ha d dar uepois d ma-
nbia, logo cedo ao niaoer do sol.
Perinitti, anles de responder, disie o ve-
lho. que eu termioe a minha lertura. Poda ser
que o liui da cana me di seguranca de uina
proaima liberdade para vos. Elle lisou os
olhos as ultimas llnhas.
Repenilnaiiirnte lu rbyilonoinla tomou urna
grande anlinacio e eapnmlo lugo o arrebala-
meoto. Abri entio oa doui bracoi nos quaea
Beaiilrillls se pr.ecipitou como se liveaaealdo Im-
pellldo por um poder auperlor aua vonlade.
.O coracio do inordomo aaliava, quaal a arre-
uainlaremieu ealreito envoltorio, Magdebourg
deseo.' aracou-ee por si mesmo desle poderoso
apeno, eiclautou, erguendo ao co o ulbos
cbeloi L lagrimal:
Fugl 1 fugi! al a manhaa !
Beautreillli Unha apen dciappirecldo na
sombra, quando o velho, com o pello dilatado,
o rosto alegre, csclainoii em un transporte de
gralldio:
O* meu Dos, eu vos rendo gratas Achel
finalmente o fillio de minha Irinia !
(Coa/inur--tt.J
-
MUTILADO 1


1


'i
v
1
I
t


II]
1
i
ti, chumba o dentes oareodos, a tea den-
te., queitade. ingleza, fniiceiei, an-
glo americaniedas melhores rib'ioi.
i fabrioa fln.nceira da Tnvessi da S Ni-
colto continua no leu n. 7J com 01 mu ei-
imaviis l patriticos communicados do YX
M. tita difere era pontos insignificantes,
mi. combraa'no flm principal. Uto ba no
desacreH>taro Bnco de Portugal. He fale-
lidederfimaraoVem dir comelhos quem
ihoi (Bo peda, mrmente depois de j nSu
sarem aceienlstis do binco. Se a diraccdo
quer eata gante callada, tem bom remedio-
abra-lhe os .eu. corroa, e de a eitea nan-
c*iros o metal gmente precito para conti-
nuaramnassuasuaura.com o governo, e
ver como o thuribulo trabalha.
Hestre, as duas altas capacidades a que .1-
lude o tal cummuiiicado ja perjencerim
admini.iraclo do Banco, a em vez de porem
um practica o que agora acooielhim, s Ira-
laram da engordar cusa do Banco, e do
governo. O Morato Roma fez mal em a.ng-
nar oa seu. communicados a bandeira de-
sacreditan a carga: o mesmo succeder e ao
novo communicado, apelar de ir i luz com
pila incgnitos.Aqui, Mesare, todos co-
nhecem o pal da crianza, que tem multo de
frente, e pouco de fundo.
D. Jos de Alraeid., enlrou ltimamente,
como conego, na S de Lisboa, em virtude
do dimito que lho assistia, como conego da
antlga PiUiarcruI, senao a.iiro considera-
do, e por isso rcenla subsidio do thesouro.
Oiga isto so Peridico dos Pobres do Porto,
para que nSo diga que faltam habitarles
a quem tinha um direilo. G as pessoas que
para Isso concorreram prestaran) nomena-
gem a este.
Son erafnotne da necio e da ta'nha.
Saudes paleos e Seu imigo
fraternldade. LeClloyen.
(Bras Tisana.)
fistol naca austraca.
O governo da- mu aeab* de publicar
um quadro ollleial estilstico da monar-
chia, oomprenendando oa annoa de 1816,
ln7o liarte da 1S46 segundo o recensea-
mento do primeiro oestes anuos a populi-
'.'.''. \H> total do IBapoilo monta a 37.443,033 il-
_.. i mas, isto he, perlo de trea miihoes mais que
,i. ...Ja de. Franca, e mais do dooro da dePrussia.
catx. c^eia de retractos do eu,elle da sua CODfB!ljlracao germ.nlc.
ra.nl.4 pan serem <<^">** 112:096.860 almas, isto be?urna terca parte
brando"!t\Zo conT..".^ d I- toda a popul.cao. ... contar o. aleml.es
cima
presan!-...
OAaaia Bisto melteu-se a flnsnceiro, a ""' k
escreveu ao marechil urna carta lobre o de- '"' Bultow'na-
eruto iinota de 9 de deembro que he a ro- B0"e,""".\.
cha Tarpea do nosso Fotiticulo. O Av-lar LomDardla.
pilbou, e foi despachado director das alian- ;en -,.
degis do circulo dos ilgarves; mar em A- !"r,vl* e s"e,la-
fricaeic. O Mirreci, e o reis Portugal os- Transyivanii.
Uo recrutedos para deputadoa da na^So. I Austria.
Parece que o Povoai ainda delta vez nlo Fronlein militn.
chucha a cadeira parlamentar I Morreram Styria.
em Londres desde 91 de favereiro al 97 de Jyrol e Voralherg.
Mo 6:678. pessoas doi dous **., e Ciinthia e Carinla,
nascanm 9:87*. Recelta a favor 3.903 Llltoral.
pessoas. Dilmicia.
Omou praticanteaaiiatio academia doi
danca em eity'o <" asincar doo. cada vol
ta que da le les qu.tro Horas.
Fste barode ffwquissim edico ha um
a rao Je palu.oo mette-se pela alta .rlito-
t-racia como piolho por costura, e para ae
dar importancia, diz a todo.-NSo 0 vi fina-
tom no soire do Pulmelli I neo. ante-hoa.
(em no do marguez d Vlanna toiMee apa
assim podenmos ser I O tal auno de 18S9
comecou mal, e mal continua : uns mitam-
se porque querem outros porque os ma-
tan) Na noile de 16 oa ra do Hoioho de
Ventb urna senhora deitou da janella abal-
xo 5 conlos de re, e to feliz foi esta croa-
turinha que urna patrulhade cavallaria da
municipal, que anido piasiva, apanhou to-
do, e Ibo restitulo.
Saliera que minea prima Julinhi estaa-
blauis-anta segundo me allirmou o meu
nobre amigo Andrade Ferrelra, o homem
dosj*lirii"i, A Julinhe com effeito be
peiie. Em frase de horticultura he um pe-
cego. Ha quem diz que o pontalo i Sluart
lhan.oflc bero, e que Ihe fioa me'.hor o
pentea lo Pompadour ; eu maso nHo le-
niio voto. Conlinuam os Iliteratos a alu-
ciar a comedia do Corvo Um Cont ao Sarao ;
na qual figura o nosso D. Joo J. no con-
venio d.OdUella. comen lo mirmelada.
As notloiaida visinha D. Iberia so im-
portsnies. Foi morto por esta vez o gran-
de cabecilha Cabr na Catilunha chama-
va-se este ralo D. JOs Se ras -Tinha O
annoa, e leria mais se Ihos nSo lirassem
Corr.quenSo conseguiram tirar a Vil-
loria do governo civil de Angra, fleando por
isso o Sampilo em disponibilidade lempo-
riria.Huotem medisse umjanota da ra
da Boa-viiti que vira janella a actriz en-
cantada Emilia da. Neves.' Deu cuidado em
Paria um rancho de corvos que foi fazer os
seui ninhoa cara a oara do palicio do Mr.
Le presiden!!
O meu vismho Andelo, que segu as
saudo.i. band.lr.s de Evora Monte aosba
de me mostrar com o maior transporto de
alegra o Almanak imperial daRussia, no
quil vem a Franca assim pintada a russia-
na Franca Manrique 5.' llerdeiro pra-
sumptivo conde de Paris. Isto tem felo
sallar de alegra os nossos miguis, que
vapor Vesuvio mandaram para "
1o e fallando como se esuvesaem e -" "" --r "*-.^ '".,;'._. .,
SfTlL-.......... n...^ Jllungia. "
edes, e tnscacos do presidente Delafiore na
praea do campo de Sania Aona o homam t
Dclannra enchau-se do dinheiro a gente nnlnOes, pertencem <^a (Mut* '"
rresnondente par- *) CummunhSo grega Ires milhoes
era immenso O meu correspondente p
ticulardeCoa linl., VeaenMcd Hnulari des
mente a noticia do correspondente de H I-
go sobre a fuga do Mandar i m Lipa,. Su
exc.ciiencia n3o fugio da India, e anda por
la as crista, cornos povo. deSattary. O
meu amigo Jolto de ab um, que emende de
nios, acaba de meafllrmar que os da Ro-
inilda so iipevitados, e os da Cagnoli /-
guidos 1 o Abuim iuteressa-se para que a
Monliceili fique escriplurada para o anno :
a Monticelli tem colhido um bom frito de
simpathias.
Acab.m de clpgar carillos, a egois na-
turaes do ll.nover: moram junto do pa-
lacio do candeda Lumiares. Na praca da
Alegra vendem-se canarios, e lindos roux-
noes, agarrados ha dous *nnos.Os nia-
deirence. acansm de mimosear o seu go-
vernador civil Jos Silvestre Ribeiro nos an-
uos da rsinha com um collar deouro, que
lern IV cicudcb s O Dmirl Imbcrt vai dar
um concert de flauta em S. Carlos na noi-
te de 93. Na ilhi da Madeira corra a no-
ticia da alianca monstro que em Portugal
tioham feito as duas fraccos cabralistas, e
migoalista 1 este pacto de amzide reci-
proca causou all sensacSo, eu por mim no
lhe dou importancia alguma. Que se unam
ou desuna m vem a dar em caricatura !
O kibeiro de S nSo conliecia a Gelrudes
io thealro Epifsnio : vio-a na peca do Cor-
vo, e achou que a Gertrudlnhis tem a bossa
artstica. Nd*dia6s seada tarde appa-
receu as Balearas um meteoro luminoso,
que atravessou o horisoule a urna altura
ronsidoravel, com a
ao noroaate. O til lenbor meteoro apre-
senlavao aspecto de um globo do fogoear-
rnstava urna cauda luminosa de alguna pos
de longilude. Despeda um'a luz auperior i
da la, u cauda tinha franjas de oor ver-
de, n roa .' mu ast'onomo, meu visinlio,
que v is esirellas ao moio da,diz que per-
lenco a familia dos globos de fogo.
A g'-uhpra cidadoa Lubry d'u o seu he-
nelioio no salili- i nolhealro de D Fernan-
das. Apezar de me custar dous gneos la
cani, e lio/ioi aperlado, (i preco com ell'ei-
toera alliuhn! esperivam-ie llores, vers-
til.da, e mohada, mis nada appareceu / a
janotada contenlou sa com bravos e pil-
mas 1 o pai da patria I. C. nSo eou satisfei-
to : o* bravos, e as palmas inda no foram
bastante, para aquello i'ooaro lionon! o
bomem e.li p.rdido di cachimonia pela Lo-
- bry : e no Marrare senugou ripaiinla por
falta de goslo. iiouvo opposicdo dos se-
ahore. I. V. -. e L. e M. e O.
a .'has do alfabeto.
000,000
5:105,568
4347,969
3:560.833
31957,900
9 950 594
3:189,700
9:351,093
1:996.408
1:003,074
781,784
859,450
500,001
410,(88
Oexercito consta de 493,486 homens.
SSo cilholicas romana. 36:357,179 pes-
soas, e as restantes, pouco mais de onze
lon-
e
meio sSo protestantes da communhSo de
Augsburgo uns, e oul'os silo dos que se
chamam refrmalos, entrando uns cincoen-
ta mil unilaiiose de outra. seitas. Os is-
raelitas aBo 799,003, residmdo a maior parte
na Gilitzia, na Hungra e na Bohemia, mon-
tando nestea tres estados ao numero de
640,000 pessoas. Na Moravii e oa Silesia
he onda ha mai. protestantes, paasandode
um uiilhSo ec.em mil in lividuos.
A monarohia austraca abrange 143 cida-
des de mais de dez mil habitante, cada
urna : Vienna d'Austria tem para cima de
trezeutos mil, e Miiilo cento e cincoeota
mil. ________
Progresso da religtio cal hu ka em i-
glaltrra.
Contam-seoa Grfl-Bretanha 708igrej.se
capailas consagradss ao culto calholico,
saner: 610oa Inglaterra o pail de Gllese
98 na Escocia : silo 1,039 04 ecelesiaslicos
desla religiSo, comprenendendo ne.ta nu-
mero os bispos, sendo pnrtinto mais 60 sa-
cerdote, do que em 1850, Existim naa di-
versas diocese. de Inglaterra e do Galle. 17
convenios de horm ns e 69 de mulberes,
nSo os ha na Escocia.
Exircto russiunno.
Concluiu-.e quasi com a lerminacao do
annoo abatnenlo, pelo qual em virtude
de um decreto imperial de 30 de junho ulti-
mo, que principiou a ler execueflo no pii-
iiiii o de selembro, se recrulou um homem
por mil habitantes, pertencentes 10 sexo
direccSo do suduesie uiasculiuo, mis onze provincias que o refe-
costaii aria vapores, dous bergantn! gole-
tas, cinco goletai, tres msticos, 14 falu-
cho, de primeiraclosse, SO de segn la.dous
lugre., e (3 bar o denominado, trincadura,
e eso.mpiviii^________
Coroa geral.
Annunciam os jorn.es da Madrid que*
riinha catholici no primelo dia em quea-
bisse a miaja depois de seu feliz parto es-
trearla urna coror magniflc do valor de
ammilhSode relies. E.U riquissima I-
faia estiva j terminada e foi prepuadi pe-
lo lapidario Navarro. Aa padres que a com-
poem montam a cinco mil, sendo algumra
noliveis polo tamanhn, brilhoe formasuri.
Toda a coroa peza nove oncas a meia, a O
globo que arr-mata quarenla quilates.
(R. vista Universal Lisbonense )
a
COMMERCIO.
ALFANOFCA
Rendmanto do da 1. de junho 14:503,987
Dtscarregam hoje 9 di juhho.
Patacho portuguez Dtsiina meicadoriaa.
Brjgue inglez t'ltu dem.
Galera ngleza Rtender dem.
Barca porlugueza .s. iHanoet II. idean.
CONSULADO GERAL.
Rendlmentodo dia 1......6:197.863
B.KNDIME.NIO DA MESA DO CONSULADO
DESTA CIDADE NO MEZ DE MAIO DE
18.
Consulado de 7 por cenlo WUli/fl
Ancoragem para fra do
imperio 4:711,170
Dita para dentro do dito 272.853
Dlreltoa de lpor eenlo 4,600
Ditoide 5 por canto 163 000
Espediente daacapatatlas 183. Mi
Multas 11,000
Seloi 8i0.022
Emolumento! de certldoea 18,140
Divinas provincias.
Diclmo do algodio do Hio
Grande do noria 2,543
Dito dito da Paradina 1:209,703
Dito doaaiucarda dita 56,082
Dito do dito dai alagoa I:3I5,US8
1:417,990
47:10,78i
5:!>8S,27e
49:891,057
Depoiitos aahldol
Diloa eilsteotei
97,920
1:667,170
Ilesa do consulado de Permmbuco, 29 de
na 10 de 1852. O caer i vio, Jucoaie Uerardo Ha-
rta Lumarni di Millo
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dial.....403,297
I '. \|i mi 11c. :n>,
Rio Grando do Sul, brigue nacional Mar-
cial, conduzio o aeguinie;
1,300 alqueres sal, 3,000 counos caro cat-
ea, 500 barrica, e 300 b.rriquinhas rom
4,714 arrobi. e 94 libras de assucsr, 50 bar-
ricas com 388 arrobas a 3t libras de dito.
KECEBEDtlIUA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEItNAMBUCO.
rido u/iusi deiignava.
Actualmente compoem se o axeroito russo
do 640.388 infantes, 101,000 cavallog, 49,908
ai lilneiros, e 35,225 engenheiros entrando
o. gastadores o nulos operarios. O total
ssende a 810,795 hom ns.
Paga de urna dedicatorio.
O pipa I.e.l 1 X recebeu una obra de alchi-
rniu, cuja epstola dedicatoria lhe era diri-
gida. Abrinioo livro, viu que linha por
titulo Verdadeiro processo para fazer
oiro *. Jmmediatamenle ordeoou que Ine
Irouxeasem urna bolsa vasis, e com ella
briudou o alchimista, dizendo-iho : a Vis-
to que sabis o verdadeiro metnodo de fi-
zer oro, nao dave faltar-ros .solo ondeo
guardis. >
Randimenlo do dia I
HENDMENfO DO' MEZ
Furos de terreos de marinna.
Laudemio.
Siza dos bens de raz
Decima addlclonal di! corporifica
de 111:10 inorta.
Direitos novos e velhos e de
chancellarla
Dizima da dita
matricula do curso juridioo e car-
tas de hachareis
Multa por infnccOes do reguli-
mento
l.egiiimicOes
Sello flxo e proporcional
Premios dos depsitos pblicos
Paleules dos deipavhanle e cor-
relore
Emolumentos de ceiliJfius
Imposio sobre lojas, a ca... de
Uescuntos
Dito .obre barcos
Taxi de eacravo.
Dito. d. tecrelaiia da the.oura-
rii da dita
Proprios nscion.e.
Olio por c uto da. loteras
Divida activa
334,149
DE MAIO.
26,882
93,035
1:435,320
417.88ii
1:045.730
592,649
780,000
,381
203,200
4:518,3tQ
20,108
400,000
71,560
707,100
4,800
310,000
31,000
201.000
520,0u0
1:403,951
Adminislriolo do patrlaaonia^as orphflos.
admiiiislWiaao m patrimonio
Pera 11 le a _
do. orpliSo. ieb.m di arrematar 1 quefll
mais der, epor tempo de 3, annoi, que b.lo
de ler principio do I.' de julho do presente
anno, a 30 da junho de 1855, .. rendas do.
seguintes predio., a ne. din aballo de-
claradoa :
Em 3 de junho futuro.
Ra da. Larangairaa.
N. 17 ca.terrea.
Ra do Rangel.
N. 58 dita dita.
Ra Valha.
N. 33 dita diU.
Ra de S. Goocalo.
N. 93 dita dita.
Ra do Sebo.
N. 3 ditadila.
Rna do Pire..
N. 38 meia-agoa.
Ra da Cadea do Reclfe.
N. 61 cas. de 1 ind.r e loji.
N 59 dita de 2 ditos o dita.
N. 57 dita dito dila.
N. 44dita dito dita.
Ra da Madre de Dos.
N. 9 casa de 1 andar luja.
Tetra da Silva am Sanio., Jos de Souzi Go-
mes, Manqel los Rodrigue. Valladares, a
Francisco Jos di Coila Araujo ao Ro Gran-
de do Bul, comparecen) pon ou por aeus
procuradores bastante* no da 7 de junho
prximo seguate palia 11 hora, da manhBa
em ci.i da residencia do Dr. Jo. Riymun-
dn di Caita Motiezei, juiz municipal tupien-
te di laguuda vara edocommercio na ra
da Madre de Heos n. I, primeiro anlar do
hairro do Recie, flm de so continuar na
verificaclo dos crditos, ae deliberar sobre
a concordata epreaentada pelo fallido, ou
formar-.e o oonlrato de uniBo, e ae proceder
a nomeacSo d'adminisiradores, Ociado ad-
vertidos que nlo serlo admlttidoa por pro-
curador se este nlo apretentar prociiracBo
bulante com poderes especia es para oacto,
a que a procurc3o nto pode sor dsda a
pessoa que aej devedor 10 filudo, nem um
meimo procurador rcpreieutar por dou. di-
versos credores.
Recife 99 de mam da 1853.
Oescrivflo interino.
Hanoel Joaquim Beptista.
0 Ilion. Sr. Inspector di Ihrsouraria da
fazenJa provincial, em cumprimentodi or-
dem do Exm. Sr. presidente da provinclff,
man Ja fazer publico que no dia 17 do cor-1 N. 1 JJta de 9 ditos edita,
rente val novamente a prica para ser arre- N. 96 dila dito dita,
matada parante o tribunal administrativo da N. 94 dila de t dito dita,
mesoia tbesotiraria, a quena por mano, flzer N, 93 cas. taire..
1 obra dos concert, d. casi qua serve Ve Em* de junho.
quaitele cadeia na cidade de Nazarethe, Rui da Madre de Dos.
aviliadiem 699,600 rs. 1N. 30 cas. terraa.
A arrematacao ser felt. ni forma dos ir- N. 18 tigos 94 a 97 dale! provincial n. 286 de 17 N. 16 dita dita.
demaio de 1851, a soba, clausulas espe- N. 14 dita dita,
eiaa. abaixo copiada.. N. 19 dita dila.
A. pessoas que se proposerem a esta ar- N. 10 dila dita,
rematadlo compareci na sala das tes.Oe. N. 8 dila dita,
do mesmo tribunal, no dia cima mencio- N. 6 dita dita.
nado pelo meio dia, competentemente b.- N 4 dita dita,
balitada.. N. 3 dita dita.
E para constar se msndon fllxsr o pre- Ra do Torres,
sent e publicar pelo Djano. N. 14 casa da3 andares eloj..
Secretaria di thesoursns di f.xenda pro- N. 16 dita dito,
vincial de Pern.mbuco Ia de junho de 1853. N 18 dita dito.
O.ecrelario. Em l7dejunho.
Antonio remira d'AnnunciariSo.' Ra da Lapi.
Clausulas e.peci.es da arrematarlo !i. 11 ca.. terree.
I.' A.obrat conslantea d'e.le concert N. 13dita dita.
serflo feitas da conformidado com o orc- run do Codorniz,
manto ip,rov.do pelo Exm. Sr. pre.idente N 1 casa terrea.
da provincia em dala de 33 do correte N. 3 dita dita.
(abril) ne importancia de699.600 rs. Ra da Modt.
3 Estas obras serflo principisda. no pra- N. 17 rasa terrea.
zo do 30 di.., a concluida. 00 de quatro y. ti dita diti#
mezes, 1 contar da data d'irremat.;ao. N. 43 dita dita.
3* A importancia total d/esia rremsts- N. 45 dita dita.
(Sosera paga em urna s prestaco quando Ruado Amorim,
estiverem concluidas toda, as obras. N. 56 cita terrei.
4 Pin ludo mais que nSoestvor deter- N. 54 dita dita,
minado nss presentes clausulas seguir-se- N. 52dita dila.
ha o que diserte o re;, cito a le provincial N. 47 dita dita.
n. 286 de 17 de niaio de 1851.Conforme. N. 45 dila dila.
0 secretario. N. 43 dita dita,
Antonio Ferrelra d'AnnunciacSo' N. 31 dila dita.
T) lllm. Sr. inspector da thetourana da Aa pessoas que te proposerem a arrema-
fizenda provincial, em cumprfment da or- lar dila. rendas poderlo comparecer ns asa
dem do Exm. Sr presidente da provincia, das sessOes da administrado, no.di.s.ci-
manda lazer publico, que nos iliss 7, 8 e 9 mi indicados com seus dadores.
Nloteva o.utor diste ndice em vista
Confeccionar um rrprrtorio de (odi 1 legis-
ligao em vigor, pofs que .cerca de obiertos
relativo, aa repartieres da marinhse guerra
.a apenia indicados os que podem ser le-
vados por quilquer motivo ao oonliecimen-
to do poder ju'llciario e do gove nu pro.i.
cil ful mu Intuito tmenle ficiliur ios
juizes, advogados, em regados pblicos da
justica, faznida a polica, e ao. negocian-
tes o meio de cnhrcrr 1. leis 1 romulgsdas
a aadecisOe. do governo ati.olim do anno
de 1850, comprehendendo tambo n o ndice,
nrlteria. que IntoressJo ao clero e ios
cidadtos em geral. Entendeu, portantn, o
autor quesera de alguma utilidade.adin-
renles cla>es da tnrielade a puMieac^n do
(sen Indico Alfabtico, que abrange estric-
tos do. aponlamentos do Exm. conselheiro
de oslado, u Sr. Jos Antonio di Siva Mais,
e disposicOos ainda em vigor de le. anti-
gs, airara, e asiento, di. extinctai cisis
da aupplicaoSo. 1
Veude-se por 5,000 rs. oa prac d. Inde-
pendencia, livmra n 6 e 8.
mm+m***mm*99!t+t.,
I ELEMENTOS, i
JflOMEOPATHlA|
SAH10 A tUZ A 3.' E ULTIMA PARTE "
J desla obra compo.ta pelo profeasor do
J liomopatliii Cosset Blmont. Cuitan *
5 5/000 a obra Inleira al 30 de junho, 2
.-' da em que flear encerrada a i.slg-
9 natura. Esta obra he til, tanto para 9
T os mdicos que se dedicaron, ao es- *
0 tu lo da nova medicina, como para 9
9 todas as pessoi. de bo. vontide que t,
9) quizerem convencer-se por expelien- f
cas da verdade Jesta doulriua, por *}}
9) ser ella muito clara, e a iiitelligencia *>
9 de todos, ^
No coosultoro bomopatbico ra rf)
% dasCruzes 11. 28. ^
#?)# ##)#0aI#Sg
do corrente ira a praca para ser arrematado
pe a n le o tribunal administrativo di mestna
Ihcsouraria, 1 quem por menos flzer a obra
dos reoaro. di ponte do Recife, avallad, em
600,000 rs.
A arremetaeflo sera felta n. forma dos
irt*. 84 e 37 da le provincial n. 986 de 17
de malo de 185,a sob as clausula, espe-
ciaos abaixo copiada..
As pessoss que se propozerem a esta ar-
rematacSo comparecam na .al. das sesse.
do mesmo tribu ns I, nns das cima men-
cionados pelo meio dis, competentemente
habilitadas. 1
I para constar se mandou aluzar o pre-1
senie e publicar pelo diarlo.'
Secelarla da the.our.ria de fazend. pro- |
Secretaiia da idministracao do patrimo-
nio do. urphaos 28 de maro de 1852.
A. J. ile ii: 1 y eir.
THEATRO
S. IZABEL.
19.792,188
Recebe lorii de reas internas "goraes
de Pernambuco, 39 de mtio de 1852.
O escnvSo,
Hanoel ^nlonlo Simies do Amoral.
CON.-sULADU PHUVINCIAL.
Rendimentodo dia 1
4:892.903 cill n. 986.
Movimento do porto.
/'urca nat'aej dos Estados Unidos.
A armada do governo federal divide-te
em teis esqundras, collocida. da maneira
letri-seguiote. A littiral, composta de urna fra-
gata da vapor, 3 corvetas e um barco de va-
l sin-iro de Cnelva, llespanha, acaba de pUr. A do Mediterraoeo.que consta de urna
lazer 97 anno.! tom sido casado com seto i au e duas Trgalas. A da Costa d'Afno.
mulhere.que lhe deram 36 hlh s pobre he de 3 corveta, e 3 brigues. A das costas
slneiro I A Gamma da Vergy gemiu solTri-
velriieiite por causa do seu Ma de.'mpe-
niio 1 o novo tenor Rotatit he o tenor Itozel-
ti. Ser. muilo bom corista, mas tenor ab-
soluta duvida Santo Thomaz. Em llm, mes-
tro, o ritfin do meslre Onofno aeringou-
noscompletamenle I A Arngoti soiTrru com
valor a soberana do tacao O magistrado
liospnnli.il D. Ju-n r^iilU-11 y Graz acaba de
> nata 1
M'iiisi ssioa lo
por 3 deaslmados que lhe deram 31 punha-
lidag o ortaes !
A celebre Lola Montes, condena de Mans-
liu-i I acaba de publicar em oa jornais de
New-York que havia 13 anuos fra casada
om um reino de quem uo gostavs 1 que
oa Jesutas, seus inimigos, contribuirn) k
ruma do seu real amante o reino rei da na-
viera l.ulz, e gaba-so Oestes seus amores, e
piomolte que hado amar o LuiZ em quinto
viver. AtMgura Lola que um dos minis-
tros da Baviera lhe olTeiccera 4 rnilheg Ua
franco, se ella quize.se ajuda-lo a destnro-
naro velhu rrai. o que ella recolara. K'/ ihue
ao poder jeiuita a perd di. son r. mas,
e termina dizeodo--fui vaidosa, ambiciosa,
e frivola, mal nunca viciosa, nem cruel.
A Arrlgot soffreu um abalo no ensaio ge-
ral di Geiiima. Illa ella a paa.ar para a ace-
a, e poz urna perua d'um lado, e a outra de
nutro ; nesta instante a vista sobe, a alia fui
pelos are. como Madama Sanrlns no aeu ba
ISqI ico lirim-lbe logo lo.om das palmas
dos espectadores. D. Polonia Sanz, dentista
acredita 10em Madrid construabocas,emeiis
bocal com toda a perfeiflo i orifica, ampia-
do Brazil tem urna frigatt, urna crvela, 1
brigue e 1 transporte. A do Mar Pacifico hn
de 9 fragatas, 6 corveta., I vapor e 9 trans-
porte. : desla estacilo tinha recollii lo sos
Estados-Unidos urna fragata, que nlo entra
naquella coala. A da India oriental o Cl|i-
ni, con-tando de urna fragata de vapor a 3
corvetas. No* lago, interiore, do norte an-
da o vapor de guerra Mivcbig.n, que prest
quinta da Monforle aervico bastante activo.
O. navios que voltaram lis pouco d. expe-
dido ao Mar rctico em pesquizi deair John
I r. nklin, nSo alo embarcaertes de guerra,
mas sim propriedsde de Mr. He ny Grin-
nei, que para o dicio flm gaoeroaamente oa
poz dlsposiclo ao lenle. Da IIven, di
armada noite-americma.
Marinha hespnnholade gutm no primei-
ro io mea do lantiro
N i SoBtono em Cdiz : a Isabel
.6gu> v- e Francisco da A.sis em construc-
co no araen.e. da Cdiz a Ferrol.
Fragatas 5 : Etperanca a Corle, na. An-
tilhaa : Parola a Izabel segunda em cadix;
Bailen em construccSo no farrol.
Crvelas 6 : Villa de Bilbao as Filip-
inas Ferrolina na vl.gem da clrcumna-
vegaco, iciualmente no Mar Pacifico ;
Lulzi Fernanda e Mazarredo no Rio da Pra-
l ; Colon a Venus em Cdiz.
Bergiutis da primoiri claiio8; ditos da
segunda olaaaa 3, berganlirgolatis 9 J go-
letas e> pailebots 5 vaporea il ; urcaa OU
Charras 8.
Eropregam-se mais no aervico da guarda-
Conforme.
O secretarlo.
A. F. ii'Aiinuiici ic 1.
- ti lllm. Sr. inspector da ihe.our.ri. da
fj/euda provincial, em cumprimento da re-
ITw ai '* ''" .... ., solucao do tribunal idminiatnlivo de 27 do
""'"n?." 3? a"' b' ,a !SJ, .n, J corrile, manda fazer publico, que no dia 3
900 lonel.d.t. capitn Duno^opagem Juoho proxlmo vjJouro '^ meio d|
19. carga virios gneros; .0 CipIU, -- per,Jn,eomesmo tribunal se ha de.rremat.
Ve.o a e,te porto refrescar e seguio para ;auem niaisolTerecer, por lempo de 3mno.
o Mar Pichico. 1 contar de 1. de julno do crrente anno, a
T9,[r?.N0",; 1? J?. riig. .!. ti" 30 e Junh0 d0 ,8A '"Poli J O"
hell,c...itaohFnncisCollin .equ pagem M blrrelJfls d ponle8,b,IX0 de.llridii.
carg. bacaJhao; a James (.rablwet Com- yolCoiomb, av.li.da novamen-
45.* Recita da aasignatura.
Quinta-jtira 3 de junho de 1852.
GRANDE l.M'r.CTAi li.u LYRIC-DRA-
M TICO.
Depois da exocucao da urna brilhante au-
viocul de Pernambuco 1dejnnho de 1853. vertura, pela orchestra, subir. scena o
Osecretarlo. lexcellente e magnifico drama em 5 actos,
Antonio Fereira d'Annuncia;So. jomado de canto
Clausulas especises para srrematacflo.
1.a Os reparos de.t. poote serilo ejecu-
tados de conformjdade com o ornamento
n'isla dita apnsuntado a approvacao do
Exm Sr. presidente da provincia ni impor-
tancia de 600,000 rs.
3' Este, reparo. terSo principiado, no
prizo de 15 dis e concluidos np de sesten-
ts diis.
3.' A importancia desti artematicfio ser
psga em urna s prostacao, quando forem
concluidas dito, reparos.
4.' Para tudo mai. que nSo esliver deter-
minado as presente, clausulas seguir-se-
hi o queuispoem a resuello a lei provin-
2:ll9OOO
piuhia.
Navio sahido no mesmo dia.
Porto galera portuguez. Brach.rense, ci-
nitao lio iriso Joaquim Pereira, carga as-
suc-r a mai. g.0.ro..^^M^' nSttXmlSSmSS. *XZ&.
!-.R^"^^:'^!K?l?.!V,,: do mesmo tribunal, ni di. .cima indic.do
te por anno em
Bujary .rallado annuilmente
|or 614/000
As pessoas que se proposerem ests. ar
noel Ignacio d. Silva Telxeira e aeu filho,
JoBo Alves de Souza, Antonio Manoel Ra
competentemente habilitadas.
de Araujo Gum.rBes e .ua senhora, D.
Francisca Mara da Hoza com 3 lilhos ,
MiiiooJ deSnnza GuimorBes, I. L. dcAI-
meida, e Jacob Abrunheiro.
O Secretario.
Antonio Terrtlt* da nnunciacao.
Dcclarayoes.
DITAES.
O arsenal de guerra compra areite de
- crr.p.to a da coco, velas de carnauba, fio
Pela a IministricSo da mesa doconsu- de ilgodto e pavioa j quem o. mesmos ge-
lado de Pernambuco, ae faz ..bar qua no aero.quizer fornacer, comparece com sua
dia 4 do corrente se hio de arramitar em emposta, no da 3 do corrente mez.
Insta publica, a porta da mema e ni forma O lllm. Sr. Inspector di thesour.ri. da
determinada no. arts 988 a 991 do regula- faz.inia provincial manda fazer publico.que
manto de 99 de junho de 1846, 40 saceos no dia 3 do corrente por oanle, pigam-se
com assucar brinco e mascivado, com 303 os ordenadoa a mais despezit proviuciaes
arroba, e 34 libras, no valor de 396/305 r do mez de maio prximo pasudo,
vindos da provincia da Alagoas. eaprehen- -- No. dii.a,5 e 8 do junho p. vindouro
didos por o agente da dita provincia,- Joi eatarBo em praca no paco da oamira muni-
Goncalvat da Albuquerque, .ando a arre- cipaldaata cidada n obras dos atierros a fa-
matacBo livre de direitut ao arrematante, zer te na eatrada nova da Capunga, Junto a
Mesa do consulado de Pernambuco 99 de ponte, e na ra da Aurora, prximo a pri-
m.io de 1853. meira ponte do mrsmo nome. Osorcamen-
0 administrador, toa e f anquearBo quem os quizor ver
Joan Xavier C-meiro da Cunhi. Pela segunda secc3oda musa do consu-
Os creuores do fallido Leopoldo Jos da lado provincial se faz publico, que do dia
Costa Araujo, residentes nssla praca, vluva do corrente mez sa principia a contar oa 80
Amorim t Filho. Oliveira Irmfoa C,, An- diaa para o pagamento, a boca do cofre, da
tonio Ignacio de Medeirns. JoSoTa.v.res Cor- declmi do. predio, uib.nns desla cidade, e
deiro, Amorim di IrmBo, Jlo Leito Pita Or- fregue.l. do. Affcgados, e qne (Indo o pr>so
tigueira, Manoel Concalve, d. Silva, Russel marcado Incorrem na mulla'de 3 por cento,
Mellon & C, Jos Rodrigues Pereiri, Deaue sobre o valor de leu. debito, o. proprieta-
Youle Sl C, Antonio Francisco da Silva Car- rios que deixaram da pagar, a serio execu-
ta., Antonio Joaquim da Souza Ribeiro, lados
Nuvaei G Manoel Joaquim Ramos e Sil-
va, Manoel Jos Ribeiro, Jos Cypri.no da
Mor.e. Sima,
Costa Morei
* "a*
Banco de Pernambuco.
Oconselho da direccBo avisa ao. Sr.. c-
., J'OIlif El'", e-e no da c|nnigl qu8 ,egud, prestacBo de suai
. .'I a'2. u..LnZL tam da entrar deada o dia 15 a 30 do
IrniBo, e Antonio Gomes, Marcelino da Sou- ..-,,,, a. iUnho
zi Pereira da Brillo em Lisboa, Antonio Fer- rrml,R" "''"Qp0,BBlk,ft
reir da Silva Saotoa no Maranhlo, Novaea Banco ae I ernambuco.
& Passus no Rio da Janeiro, Araujo & Car- O banco no I.' dia til de cada mea nBo
valho na Bibia, Mahoal Ferraira daa Santos daaconta lelras.o qua publica par. oonheci-
Magauo em Sinta Calhirioi, Antonio Fer- ment de quem nteresssr.
1 MUTILADO
D.CE8AK DE BAZAN.
A parta di MARITANA ser. deiempenhada
pala aetiiz Mana Lanpnldina, eade MAR-
UUEZA DE MONTE-FIOR-pela actriz Amalii
Monteiro.
'Terminar o espectculo com o muito
pplaudido drama em 9 actot, ornado de
canto
GOS1HO
OU O
PRINCIPE CA ADOR
Com a repreaenlicto dos dpu. dmnis
cim. mencionados, satisfaz o emprezario
as pessoas quo instsram pela sua repeticBo,
senio e.ta a ultima vez que os tenha de re-
presentar nesta thealro, por laso que he e.
ta b ultimo mez d. sua emprezi.
Cn r reara i. 8 hora..
Os bilhetes acliam-se venda no lug.r
do co.tume.
Sahbado 5 dejunho de i85a.
Brilhante espectculo em beneficio da ac-
triz Mara Leo rol lina Ribeiro Sancbes.
Depois que o Senhnr director da orches-
tra e mais professores, executarem em ob-
requio a beoeflciidi, urna nova ouverlura,
subir 1 cena ( pela primeira ve. neate
Thealro ) o melhordos dramas do illuslra-
do esenptor fr.ncez, A.Dumit, em 5 actos,
que sa domina
Catharina lloward.
Sendo pelo senbor empresario distribui-
das as pela maneira segumte :
Henrique VIH, re de Inglaterra o S. Bi
zerra.
Ethelwood, duque de Direhim o Sr. Ger-
mano.
O conde de Sussex O Sr. Amoda,
Sir John Scott deThirsittane, embaixidor
de Jacquea V. Pinta.
Sr. Tnomaa Grammer, aroabispo de Cin-
lorbery o 8r. Cibril.
Jack Fl-ming, Alchimista-o Sr. Coimbra.
O Lord Camarista -. o Sr. Pereira.
O presidente da cmara dos Pares o Sr.
Pe eir.
O duque de Norfolk -- o Sr. Raymundo.
Um aacerdote -- o Sr. Rosendo.
O Execu tur o Sr. Alves.
Um guarda da torrea da Londrai--o Sr.
Monteiro. aja
Willuna dem.
Catharina Howard A BENEFICIADA.
A princiza Margarida -- a senhora D. Car-
mela.
Kennedy i senhora D. AotaJia.
Damas, pagena,aeohorea,ato.
Rematando o espectculo coma gncioli
comedia am 1 acto, anda nlo vala ne.ta
provincia ,
O .secretario e o cozinlic.ro.
Com osle divertim.nto |ulga a beneficiada
agradar a .su. prolectores, e .o re.peitavel
publico Pernambuc.no, a quem ser eterna-
mente agradecida.
tS* O rstame dos bilhetes de platea, a-
cham-se de.de ja a venda em casa da bene-
ficiada, ra da Florentina n. 5, e no dia do
espectculo no eacriplorio du thealro.
Cometa.'. 4a 8 horas.
...... .. f
Publicacdes Iliterarias.
PublicacSo jurdica.
Avisos martimos.
u
Para o Rio Grando do Norte e Ast,sabo
com brevidide o patacho Amargoso ; quem
no mesmo quizer cairelar ou ir de passa-
gem dirija- se a ra da Cadeia Velhi, toja de
lerragcus n.59, que achira com quem ta-
lar.
Seguir, em pouco. di., pira o Rio
Grando do Sul o patacho biasileiro Dous de
Agosto, capito Gnrrstov3o Pedro de Carva-
11 io; lem prompta a carga que deve con-
iiu/ii, mas pJe receber alguna frete.
Trala-se na ra da Cadeia do Recife, arma-
zem n. 12 ile Hallar & Oliveira.
l'ru o Hio de Janeiro sa-
be al o dia 6 do correle o
brigue braaileiro Vencedor, ainda
pode receber alguma carga, escra-
vos a frete e passageiroa : trata-
se com os consignatarios Novaes
&Companhia na ra do Trapi-
chen. 34-
Para o Aracaty
Sahe com brevid.de o bem cunbreido hia-
to Novo Oliuda para carga tratar com o
seu consignatario J. J. Tasso Jnior.
Barca 5a.
Vende-se, por preco commodo, a linda
barcaqb Viajante Feu, nuva, ba pouco cons-
truida no Pilar das Alagoas; he muilo bem
feila e muito veleira, de99 a 94 canas: .
ver no Forle do Mallos, e a tratar na ra do
Crespo n 13.
Para o Aracaty.
Sahe com brevidade o hlite Fiordo Curu-
ripe : a tratir-se na ra da Cadeia do Hecile
n. *9, segundo sudar.
Para o Ceara e Par.
A escuna nacional Emilia, cuja extraor-
dinaria marcha he ja bem publica nesta ci-
dade, e da qual he capitao e pra tico Antonio
Silreira Maciel Jnior, segu em breve para
os porlos do Ceir. e Pan ; e par. os mea-
mos propOe-se a receber cargas e pissigei-
r.'.s: pira qualquer do. objeclos trali-se
comocipHSo, ou na ra da Crnz n. 13,
armasem de I. C. Augusto da Silva.
Para o Porto segu com brevdade.
barca portuguez. Olimpia : quam o. motn
quizer cirregar ou ir de passsgem, enleu-
da-se com os seus consignatarios T. de A-
quino Fonseca & Filho, ou com o cipito o
Sr. Jos Tiloma/, de Lima, na praca.
Leiloes.
I.eilo, que fazem Machado
& Pinheiro, por inlervencfio do
correlor Miguel Carneiro no dia
quaita feira 'i do corrente as 11
lionis da manliaa, no armazem do
Sr. JoSo T.ivares Cordeiro, Ira-
vessa da Madre de Deo, de 70
c.iixas com queijos Qamengos, che-
gados ultimamenle na galera in-
gles* Reindeer.
- 1. J. Tiso Jnior fiz leilSo de 65 far-
dos com fumo em folna em lotes a. vontade
do. compradores, no armaiem de Govea &
Das confronte ao cae. da Alfandegi,quirla-
fi ira 9 do corrente a. 10 horas da mantilla.
-- O correlor Miguel Carneiro, fara leilSo
no dia.quinla-feira, 3 do correle, ao meio
da em ponto, no seu armazem na ra do
Trapiche n. 19, de urna porcSo de palitos ua
alpaca de corea, cejles e capis, fritos com
prepirscSo de nSo penetrar agoa, camisas
de madapolSo com pello da esguiio para
homom, e una porcSo de quadros com es-
tampas pintadla a oleo, tinto em panno co-
no eurchapi de metal, e madeira, sendo do
santidades, personagens, festina, paissgens,
e alguna fabuloso, o anligo. que devem ter
algum mereolmenlo._______________^^^
Avisos diversos.
PRONTESPICF DOCAKMO.
Os rngarrrgtdos este inno de festejar a
Sra. do C.rmo do Frontispicio, di claran.
los dovolot da merma Sra que por motivos
poderosos, n8n pode tr |i gara reatainnun-
ciada pira o Io de junho, maa sim tei m-
fallivelmenie no da 6 do andante mez, sen-
do o levantimenlo da bandeira ni madru-
gada do dia 5, iqual percorreri a. ruis das
llora., Nov, cambo do Carmo, e pateo do
meimo ; e o fogo de vitta na noite do da da
fsta depoi. do Te Deum. Aproveitamos a
Otcasilo para rogar da'novo a lodosos deis
devoto., que ae dignem concorrer coni as
ua. esmola. para que eites icio. ie revis-
ti de todo brilh.nlismo e pompa
-- UITerece-ia para caixeiro de qualquer
arruinaQSo, etceplo venda, um homem que
sabe escrever e ler bem : ni pnc di Inde-
pendencia n. 9.
Quem precisar de um. .mi de bom
leite, o de pouco tempo ; dirija-so aoater-
Indice alfabetiza da l.egislacio brasileirs
promulgida al USO, com a legi.lacio an-lro da Boa Vista n. 39, segundo andir.
tiga a raapello daa lela promulgada., palo I Franciico Jote da Cuoba Vi.nn, vn a
desemb.rgador JoSo Joaquim da Silva. {Portugal tratar de sua siuda.


lio gretifieaoJo.
f,riiflca-so com generoiidade quem
.ureheii'ler um muleque chola por non
Miguel, da idade de 15 16 annos, que fu
,, dc.de exla-leir* M de oais prximo
nisaJo, UvanJoum tabolelroetn que ven-
da laranjas, mandioca e maraxeira, e ves-
lilu com camisa de elgodBosioho branco,
oiii|j-s curtas, calcas de algoJ8o de riiee-
do azul, eaind com gancho ao pescoco,
i* piinioira fgida ; quem o pegar o pode
levar a sru sen luir, Jos. Saponli, no sen
sillo no principio de eatrada dos Affl ctos,
i qualquer hora, ou na rut do Trapiche No-
vo n. 18. segundo ndar, das 9 da mam 9a
,t as 3 da la.de.
.. precisa-ae de um redor paa um sitio,
dando-se preferencia a portugue* que
uiii'nia sua hatulitacSo : quem estiver nesiascir-
cumslancias procu'O, para tratar, na. ulti-
ma casa da ra d'Au-ora, Junto ao pala-
cete do barSo da Boa-Vista, lodoa os das,
.i,, t horas da larde en diente.
.. Desapparecen no da primeiro do cr-
ranle a I ou 'i hora* .la tarde, da loja do ul-
timo sobrado oo aterre) da Boe-Viate,do ledo
da nialni, un carado alaalo caborlo,celado
, ei'f fiado,e con manta branca.o cual tem
o* -gneas seguintee: frente aberla, dousou
tres pea oaieadoe, baalante cabello na cau-
da e dina ; consta) qtm um moiequo ou me-
nino andar toda a tarde no dito cavallo :
i.sim, a peisoa que souber OH liver appre-
hendido, o poder entregar na >ua da Santa
Cruz, e'm casa doSr. Molino Jos Correia de
Almeida, que s< ra bem gratificado.
O Sr. Joaquim Oomingues de Souza
( presentemente em Macei) se souber tra-
lir com homens, queire mandar pagai
Antonio Carneiro da f.unha a im. orlan-
ca dos alugAiels da casa em que mora sus
m. desde 38 de setembro; e se dormir,
direl mais alguma cousa para os do Ma-
celo o conhecerem.
Os abaixos assignados autorisam ao Sr.
Domingos da Fonseca Suiauo, pata cobranza
dotlas asdivi las da loja da ra Nova n.
6 que Ihes pertenceu; e pedem aos di los se js
devedores queiram dirlgir-se ao dito Sr.,
na ra Nova n. 17, para liquidarlo de suas
contas ; na corte de que tem dado ordena
para seren eiecutados os remtaos. I'cr-
nimbuco 31 do mato de 1852. Maia Ramos
& Compatible.
O l)r. Brai Florentino Hen-
riques de Souza mudouasua resi-
dencia do primeiro para o segun-
do andar da casa da ra Nova n.
4i, e ahi olTerece de novo o seu
diminuto prestimo, como advoga
do, aos que o quizerem honrar,
ronfiando-lhe a deezn dos seu
ilnciios.
Jos Joaqun da Silva, subdito por-
luguez, vai Portugal; e'az publico que
a venda da rus do trapiche, n. 30, nflo Ihe
perience mais, e que bem que pense nada
dever, sealguem tejulgar seu credor diri-
ja se a mesma venda nestes qualro das
I .ira ser pago.
Bio Formse.
O bacharel formado Anlro Manoel de Me-
deiros Furtado, residente na cidade do Rio-
I uniio.-o, em cuja comarca se acba exeicen-
.lo a prolissBo de advogado, incumbe-se de
tratar daa demandas, ou de qualquer co
branca, arrecada(Bo. ou diligencia que por
ventura tenbam dali fazer promover as poa-
soas aqu residentes ; prometiendo baver-e
em qualquer desses incumbencias, com to-
do o esmero essaiduidade : aquella que qui-
zer informar se do crdito que possa inspi-
raroaii-unciente, dirija se aoseecriplorioa
dos Srs. lira. Moraes e Silva, e Aleo orado.
Previno o aonuncianle, que as peaso.sque
se Ihe queiram dirigir, noderfio entregar
suas carlae na loja de fazendas do Sr. Ma-
noel Connives da Silva na ra da Cadeia
do Kecire, onde virio ler as resposlas das
IIM'SUIHS-
-- ltoga-so ao Sr. A. J. C, afim de que-
rer vir ou mandar pagar a conta que nfio
deve Ignorar, na ra larga do Hozauo, es-
quina que volts para o becco do Peixe Fri-
to, se nao quiter ver o seu nome por exten-
so nesla folna.
-- O procurador da cmara municipal da
cidade de 01 nda, tem por vari vezes avi-
sado que quem liver negocio com elle a rea-
peito da dita cmara, que o (Oda procurar
na ra do Passeio Publico, no Recife, na
loja n. 3, ou enlflo em sua caaa na ra da
San/ala do Dtterro, em Olinda, caja da es
quina com muro, que a fente olha para o
collegio dos orpboa; e acomecendo ni-
iiuella occasiflo ofio o achar na dita loja ou
em3uacsa, podero deixar por escripto o
quequerem.que promptamenle ir* saber, e
lambem pagaretn os seus t-ezados que es-
lo devendo, puis do contrario o dito pro-
curador uaaia doa o eios que a le Ihe on-
cede, como assim o tem foito por vezes,
vislo que o mesmo procurador nBo ceas*
de exigir dos devedors os seus dbitos.
Cidade de Olinda. 36 de maio de 1853.
-- Christovflo Goilherroe Brekenfeld, mu-
dou a sua loja de fazeddas, da praca da In-
dependenei* n. 39, par* ra do Grespo
n. 15. .. ,
O Sr. Antonio Maximisno da tosa,
dirija-e a eala lypographia, i negocio de
seu interesse. .
-- OITerece-se urna ama para criar de lei-
te. ou para aervio interno : a tratar na ra
do Collegio o. 16, leroeiro andar.
Anda eet* poralugar a caaa de sobra-
do, de Anacleio Jo de Mendonca, sita nos
Coelhos, com mullos commodos para gran-
de Tamilia : a trelar com o mesmo Bei.don
ca n* ru* Auguaia, ou na caa de balance
no aougue daa Oinco:Ponlas.
-- Aluga-ae o primeiro andar do sobrado
da ra larga do Hozario, o. *8: a tratar na
nadarla por baixo do n.es.mo sobrado.
Precira-se fallar com o 8r. Joaquim
l.uiz VirBes, negocio: na ra do Crespo
"'-- Precisa'-se de um caixeiro, de idade
de 13 a 13 annos : na ra do llozano da
Boa-Visla n. 53. ____
Aluga-se o lerceiro andar comsoiao e
cozmha da casa n. 31 da rus do Crespo11 a
tratar na loja do meamo sobrado; aavene-
se quo .- se aluga a rapaz aolteiro.
-- OSr. I). G. de lloraes Jnior, antes que
sorelire, dirija-ae ao atierro da Boa-Viaia
n. 46. a negocio que i)o ignora.
Na noite do dia 36 do cor rente, furia-
ramdoaitiodoSr. ur. Antonio Vicente do
IWiineulo Feiloaa, em Beleio, dous caval-
los, um russo padre*, e capado, de oilo an-
ios, e ouiioru.ao cardBo, mleiro, de sete
anuos,au.bps com peladuras no espmneco .
qu.mdelle liver noticiaos queira levar ao
seu dono Joaquim Jos de Souza Serrono,
na ra do Cullegio, caaa do Sr. Joaguim de
Albvqueique Helio. -
l'erguiita-se ao 8r. fiscal dos Afogados
JoaquinlTjoa Bello, e o da Boa-Vala, se
inda tata em vigore artigo oitavo do Ulu-
lo n das poaluraa de 1849 que a "'"'
ma cmara por ella se rege, que piobiben. a
u.ida ue garepa e de bebidas que possam
arruinar a saude. No caso de elTlro aiiva
qual a razto de nflo terem vedado que se
vendam is taea bebldaa na Passagem da
Magdalena e ao lugar da Trempe, como ia
ceno o Echo Pernambucano n. 74, palo avi-
so ib i orlante nelle tranacriplo.
' A. Tliereza.
mmmBssBsmamessBmamamm
Na rui das frincheiras n. 8, fabrica
de choeolaUtfsWceopathico, precisa-se alu-
gar um preto.
Na travessa do Veras, Al Boa-Vista,
n* 15, ha S ecrvos para alugar, tara qual-
quer servigo; vende-ie urna bonita esorava
mor;a, que sabe bem engommar, de nacBo
Costa.
Prrdeu-so hnntem 31 de maio, vindo
de dotraz da matriz da Boa-Vieta al a pra-
c,ae alero, um trancellm de ouro com
oitsvaade peo.eofiado n'uma medalha com
trea e meia oilavas, lando em cada face um
diamante: roga-ae a lodos os eenhoies Ou-
rives que nao conu rom por te ter indicio
de que foi furlsdo do pefcoco de um meni-
no que u trazia,. antea pede-ae que o appre-
henlam para restituir a teu dono que lie um
pobre, e que seu nico bem era eaae pouco
ouro, e que oloobatante sua pobreza no
ao da de fazer o sserilleid de gratillcar com
alguma grnerosida le a quem o acnou, alm
dos immensos pedidos que flea fazendo ao
allisiimo P*'a que o premeio neste e noutro
mundo. Quemoschou e queira com con-
ciencia restituir, rde levar a ra larga do
Rozarlo, loja de miudezas n. 36.
Desappareceu no dia 34 de maio do
corMit-i a mu um preto por nome Berloldo,
representa ter 24 annos, pouco n ais mi me-
nos, do narilo Benguella ; levou caifa de
ganga azul, camisa de algodflosinho branco,
chapeo de pal lia, he grosso do corpo, tem as
pernss e bracos gros.os, gosta muilo de ga-
rapa picada e de locar e danzar batuques;
auppfle-se quo tenha sshido para ban la de
i'aulista, lugar Corta Lugo, donde j oi
OCravo, e depois foi vendido para praca.
Fol comprado aqui cm 16 de Janeiro do cor-
rente anno ao Sr. padre Francico Xavier
dos Santos, costuma andar tambem para
bandas do Remedio com canoa i roga-se a*
autoridades policl-es ou cspilBesde oam-
po que o prendara e mandem levar a ra do
Amorim n. 25, que ser* generosamente re-
compensado.
Avisa-so ao Sr. Joaquim Ferrcra de
Araujo Guimar3es que v* quando quizer re-
ceber na loja da roa do Quelmado n. *7
1,000 rs., e se ja nflo t'm recebido esta
grande quantia, he sdevido a sua embir-
ran?a, |or nflo queier em cobre, e desde
ja se Ihe faz scienld que nBo se pagar em
oulra especie, pois todos nos sabemos que
o cobre he moeda legal.
- Aluga-se o teroeuo andar da cesa da
ra do Queimado n. 9: a tratar na loja.
Msnoel Antonio dos Safaos Fontes dri-
za durante a sua ausencia por seus procura-
dores e eocarregados dos s-us negocios os
senhores Manoel Antono da Silva, Jos Joa-
quim liias Femandes e Joo Tavares Cor-
deiro.
Manoel Antonio dos Santos Fontes, em
consequeucia deseusafazeres e a brevidade
desuaviagem, nBo lendolemuo lo so des-
pedir de todos os seus amigos, Ine pede des-
culpa, e o faz |Of mel desla folha.
Esta fugi la desd" 24 de abril ultimo,
a creoula de nome Joaquina, de idade 85 an-
nos, pouco mais ou menos, com os signaea
segulnles: estatura regular, corpo ebrio,
falla lina, e urna costura sobre a caixa do
peito, bastante grossa j fol vista em terrea
da freguezia do Cabo,onde procurou a Fran-
cisco Alvis de Miranda Varejfio para a com-
prar. Iloga-so a apprehensfio da mesma es-
crsvi, e a sua entrega no engenho Pintos,
ou na ra lliieitrdesla ci lade n. ll, e pro-
melle-se generosa grulicac5o.
Jos Jacome Tasso, cidadBo Sardo vai a
Europa tratar de aua saude.
__Precisa-so fallar com o Sr. Jos Gon -
calves do Reg, a negociu de seu interesse :
no paleo do Carmo, venda nova n. 9.
-- fjuer-se alugar urna caaa terrea, om
qualquer dos bair'os de Pernambnco, com
commodos para I a mi lia,.; que lenlia quintal
o cacimba : a fallar oo depoaito de macninaa
de C. Slarr de Companhia, na ma do Brum
-- Precisa-fe fallar com asenliora D. Ma-
ra do Carmo Holim Acciuly, a negocio de
seu InteresseJ na ra da Auro'8 n. 26.
-- Aluga-se urna escrava boa engomma-
deira e tratadelra de enancas, a de lodo o
irrsojo de urna casa : na Pass gem, passan-
do a pontesinlis, do lado direiio, sobrado.
Quem precisar de urna ama para casa
de hornero soltoir o ou da pouca familia, di-
rija-se a ra do Pad e Floriano n. 55, que
achaa com quem tratar.
OITorece-se um rapaz brasileiro, casa-
do, que sabe ler, oscrever, e contar, com
exme de lingoa nacional, e principio.de
liiigoalatina, habilitado para ensillar pr.
inciras letras fra dcsta cidade, ou muran
em qualquer engenho : quem quizer nlili-
sar-sedeseu preslimo, dinja-ae a ra do
llangel n. 46, primeiro andar.
Prt c sa-so de urna ama de leite sem li-
to o que soja de boa conducta, e com bom
lite, paga-ae bem : na ra Nova n. 10.
Esta fugi.ouin moleque creoulo por
nome Miguel de idade 15 a 16 annos, levou
um taboleiro em que venda laranja, man-
dioca e macaXeira, e Veatido calca de algo-
daode luirs azues, e camisa de algodflo
branco de mangas cartas, e anda com um
gancho lio pescofo da primeira fgida
quom o pegar e levar a aeu senhor, no seu
illo no principio da estraja dos Afilelos,
qualquer bora, ou na ra lo Trapiche No-
vo n. 18, aegun lo andar, das 9 da manhaa
al asS da larde? aer* reompansado com
generusidade.
-- Precisa-ae comprar um negro moc,o,ou
alugar-ae : na ra Oireila n. 36.
Precia>-;e alugar urna escrava para o
servico de urna casa de pouca familia de bo-
mem viuvo: a tralar na ra do Trapiche
Novo n. 44, primeiro anJsr, ou quem a ti-
ver annuncie.
AltencSo.
Precisase de 3:000,000 rs. a premio, con-
forme o estado da praca, ou o que se pos-
sa convencioner, por lempo de 12 mezes;
dando-se por aeguranca urna famoaa mora-
da de cas, nova o em muilo bom local,
com cinco quarlos, tres salas corintia f-
ra terrenos para horlaa, independente do
quintal, e outros mais; e escravoa com
habilidades de cozinlia e para la, ludo li-
vre e desitr.barac.ado, emOliuda, e os que
forem sunicientes para cobnr o valor da
dila quantia : quem quizer fazer este ne-
gocio annuncie para aer procurado.
Previne-te aoa vendedores e pagadores
dos bilhetes das loteras do Rio de Janeiro,
que nflo paguem, nem troquem dous meios
bilhetes.cujos suppoem feemo n 2 U07
peruncentes a urna destas duaa ultimas lo-
teras que vera,n aa lisias no oofrenle mez
de maio, pois os diloa meios b.lheles se
acham assignados as cosas com a firma ue
Jozuino F-.re.ra da Silva e J. C *
.- os senhores Lourenco Jus de Garva-
Iho, e Franciaco Alvea de Carvalno, com-se-
nhores uo engenho Una, queiram entender-
se com o Sr. Burgo* no en geo lio Agoas
Claras de Urucu, ou na ra Ulreita, venda
, 14, a negucio que multo Ihe* Interesas.
Precisa-se de urna ama, forra ou cap-
ti.a. para o aervi;o de urna casa de pouca
flmlia: tratar na ra larga do Rozano,
'"'--Os *cadores do Dr. Malet, queiram
comparecer no armaiem do correlorgerai
Mguol Carneiro, at o da 3 dejunho, pro-
"n,o futuro, allm de tratarse a reapeito do
T5m-- ou faz-se algum;, tr.n-
c8o, com urna hypotueca de debito e
obrlgacao, que existe no engenho Sania Ma
"la, h. pouco levantado, ntomu^iotA-
bo, a qual svlde com o* engenhos de Sibl-
r do Santa Crur, Caxoeira, Qualuz, ClaplA,
eJusaar; ha de boa* ierras, matas, e do
muita prodcelo; ea maior parte das ter-
rea compradas pelo dito hypolbacario, que
forneeeu dinheiro* para conrecoao, lanta-
ment do engenho, para aaoeuda.Uxas, anl-
maes, a fez supprimenlos ao mesmo enge
oho;oquetudoconl* d* hypolheca, ele-
tras pagaa. e da cunta coi reme, approvada
pelo hypothecante. Oa Juros que leem de-
corrido a um e meio pereento ao mez, com
o principal, al estadal* prrfazem a quan-
tia de ra 23:91)9,560. Todo o engenho. seua
prrtenca, e mais beua posauidos, e por ha-
ver ealfio comprehendidos na escripluiade
hypolhtca, lavrada no oarlorio do labellflo
Cuilherme Palrioio, em 11 de aetemhro de
1850, eregistada na comarca do Cabo : o
negocio faz-se com scieocia, e approva(3o
do mesmo hypolhsoante, o qual nrnhuma
objecSo opjOe em vender dito engenho,
para desoneracBo desla hypolheca : oulro
suri o mesmo abaixo assignado far* lam-
ben qualquer transadlo com as oito letras
que possue, aceilaa pelo actual rendeiro do
engenho Barbalho, na comarca do Cabo,
eaiando sel* vencid** deade 1847 al ao cor-
rente anuo, e duaa a vencer em 1853 e 1854,
no valor principal, e juros, de om por cenlo
ao mea, at eala data 15:007,000 : quem pre-
tender dirija-ae a ma do Hospicio, a fallar
com Jos Marques da Costa Soares.
Antonio Francisco da Vinha, subdito
portuguez retlra-se para Portugal, a tralar
de aua saude.
.- Precisa-se alugar um eacravo para o
ser vico ordinario de padarla : no paleo da
Santa Cruz, debaixo do sobrado n. 106.
.- Precisa-se da urna ama que saiba co-
zinhar, para casa de familia : no atierro da
Boa-Vista n. 58, loja.
Precisa-se de um bom forneiro, desem-
barazado no andamento deste servico : na
ra larga do Rozario n. 32 se dir quem pre-
oaa.
Lotera do Mo de Janeiro.
AOS 301000,000 E 10:000,000 DER8.
Na praca da Independencia n.
i3 e i5, loja de calcado do Aran-
tes, e na ra da Cadeia do Heci-
fe n, 46, loja de miudezas de Jos
Fortunato dos Santos Porto, veo-
dem-se bilhetes inte ros meios ,
quartos oitavos e vigsimos da
quarta lotera,* beoeficio da ma-
triz do Campo (rande cuja lista
se espera no dia 4 ou 5 de junho
3
AttencSo
Jos Francisco Olas, com loja na ra do
Crespo n. 14, roga a lodos oa Senhores que
leem cantas antigs ou lellras vencidas o*
su* loja, que a* vanhan Ulisfszerr o* da
prapa al 15 dejunho do correnle anno, e
nado mato at 30, allm de te nBo ver nit
dura necessldada de os chamar com os aeus
nome* por ext- nio por esta folha, o que fa-
r sem excepCjSo de posaos, e entregara
suas contas ao procurador para receber pel-
lo* meios que Ihe facultan) as leis do palz.
Hotel liecfe, ruado Trapiche
D.5.
Tem salas e quarlos preparados com decen-
cia para receber hospedes.
Almocos e jantares avulcos a qualquer bora.
Vlnho de tojas as qualidades, servejs, re-
frescos ele. etc.
Forncce com lodo o acelo o provimeolo dia-
rio para mesa de qualquer individuo ou
familia.
EniciM.be-se de fazer jantares para fors,
dando loufa, vidro', ele. t le,
D cernid* por aiaignalura mensal, tinto
noestabelevioieniocomo fora delle.
Tudo pelo mata commodo preco posaivel,
com limpeza e promplidBo.
-- l)esi'mcaminbaram-se do poder do a-
baixo asalgnado no dia 32 do coi rente 4 le-
tras passadst a favor do Sr. J0S0 Jos de
CarvalhoMoraea, todas na importancia de
199,930rs., ja vencidas, e pagaa; roga-se
a pesaoa que acnou aa queira restituir, visto
que sJo iuuteis aoa possuidores, Isnto mais
por Ja ler o dito Sr. Muraos passado recibo
da importancia de taea letras perdida*. Re-
cife 24 de maio de 1S59.
Luiz da Costa Portocarelrro.
5 Botica homopathica. -m
28 RA DAS CRUZES 28, J
5 Dirigida por um pharmaceutico -tx
p. approvado, ^S
* Este estabelecimento posue todos *
* os medie*mentoa st gor* experi- J
* mentados. Unto na Europ* como no ^
S Brasil, e preparados pelas machinas ^
J da invencSodoDr. Mure.
J PRECOS.
ty. diw carleirai Komopalhicai. 4k
*> Emcarteiras de 13 tubusgrande* 31/
t- 1 a 24 < 2"/ *
*** 34 pequeo* 15/ ^
W Tubos escolhidos (cad* um) 1/ ^
* Tinlur a demeiieamentos em ^
JJ frascos de 1|2onc* (cada umj 31 ^
IV Ha mais, alem deatas, outras muitas <-
a*, caixascnm glbulos e tinturas por .-,
precos variaveis, conforme o tama- 41
nSo o fizer ver o seu nome neste
Diario. Antonio da Cuolia Soa-
res GuiniarSes,
\VV.\\nv>\NV>V>\
la, desentera sangunea, bexigas,
sarampo, e sarnas nda as mais in-
tensas e rebeldes, erisypellss, to-
da moles lia venrea ousyphlytica;
bobas, seja de que carcter forcm;
rheumatismos agudos, e em geral
todas as mais enfermidades em
lempo que possam ser curadas.
O Segeiro. g
X Alberto Prevost segeiro tem a hon- q
jf ra de prevenir ao respeitavel publico m
J? queeatabeleceu-se no becco do Tsm- g
V Ida defronte do chafari da praca da J*
2 boa-Vil*,p lineiraeocheiraeaquer- w
O da onde as pesio** que do seu
O presumo precisarom, o acharSo sem- V
9 pro prompto para servil-as com bre- Q
0 vi lado e prego commodo- 0mesmo O
<3 encarrega-se ue qualquer concert O
0 tendente ao leu otllcio. I>
QOQOQQQOQQQQ6O0Q00
Compras.
RDWMAN <5r MC. CALI.UM enaenbne
roa machinislas e fundidores de ferro, mes
respeitosamente annunciam aos senhor e
proprietanoa do engenhos, fazendeiros, 1-
ao respeitavel publico, que o aeu estabele-
cimento de ferro movido por machina de
vapor, na rus do Brum, passando o chfa-
nz, contina em effectivo exercicio, eae
acba completamente montado com appa-
relhoa da primeira qualidade para a per-
felta confoccBodas msiores pecas de mi-
chinlsmo.
Habilitados para emprehender quaes-
quer obras da sua arle, Bowman & Me.
Callum, desejam maia particularmente
chamar a attencSo .publica para as Si-
guite*, por lerem del!** grnde aorli- ------------------------------------------------
ment j promptas, em deposito na mesma .. Compram-aequatro moradaa de casas
fundicao, aaquaes construidas eui sua fa- terreas, sendo emboa* ras, e catando en
brice pdem competir com aa fabricadaa bom estado : na ra larga db Rozarlo, no
em paiz estrangeiro tanto em preco tercelro andar do sobrado por cima da loja
como om qualidadeda materiaa primea e de louc*. da porta larg-
vindouro, ocio vapor da compa- ho' ea qualidade das caixas, e a *
. > -i *___1 ma qusntidade dos remedise as suas
nhiabrasileira, e as lojas cima ^ J m.rtM et(T ^
mencionadas pags-se sem descon- ^ aviaO SE gratuitamente J
,0 algum .todo qualquerj,re- | ^^^^^^^ %
-- Na ra do l.ivran enlo, n. 10, sobrado,
se dir quem da dinheiro a premio, e quem
vende ou aluga 1 piano, 1 carro de qualro
rodas para um e dous cavallos, 1 c.vallo
com os competentes arreios, 1 ponteiro de
ouro, 1 relogio de patente, 1 correnle para
o mesmo, 1 dita para aenhora, tnedalh--
us suburbios, urna mulher, por a|||netfg, 1 dereco, 2 colheres de ti-
la Mari* da ConceicSo. que tem r>r,S(||i t p,r de caslicaea e outraa obras
s, de nomes Mara,e Antonia, ej*. __ Q Hf)tl% assignado, professor jubilado
mo que nclles sahirem.
fiilbetes 33,000
Meios 11,000
Quartos 5,5oo
Uitavos 3,800
Vicsimos l,3oo
- precisa-*e saber se exisle nesta cids- celin, COrdOes, brincos, annelOes, fol
de, ou seus su' -
nome Hoza
duss Ulnas,
estas lilh.s se acham legitimadas, comotl- c,tfejr, de C.tographiehistoria do l.yro
Ibas de Antonio Jos Soares Borges de Me- je8i, cdade. tem esiabelecido um collegio
neze*, ecaso assim etislam, publique por dpnijmjn,uo gsnio AlTonso na ra da Cadeia
ente jornal no praso de 30 das, alias perde- do t,,irr9 de S Antonio sobrado n. 13. onde
rio lodo direito a qualquer reclamacflo a ic,UP|,eie enslns latim, francs, rhetori-
respeilo. ca geogri-hii, par* o que obteve do Etm
U cautellta A. J. r. de&ou- sanhor Souza Rmoi, quindo presidente
,. jnior, po. venda, em sua >^,ZS?n'Zr
loia n. 3t A, na ra do Queiina- an,10 ,, 0xmu passsdo O mesmo abixo as-
ilo iuntO BO beCCO da Congrega- signado recebe pensionista* a ffooo men-
Ut), juniu B so pagos adiantados, nao dando ruupe le-
c5o, os seus bilhetes a 33,000 rs. Ta,,aV:engommada, e dando-
ipios a 11.000 rs., quartos a 5,5oo m*iol peniionistas I5|000. e 1
^ SoUavo'sa3,8;oqrs e vi^.i- pSK%r
mns a l .3oo rs., da quarta lotera, Q quiserem matricular seus lllhos, podem
J. I14 A* llMift. (te matriz do dlrig.r-so.o mesmo collegio a qualquer ho-
do io de Janeiro aa mairiz 00 f< d* d,iC8l.,osdequc 0 mesmo abaixo aa-
Cainiio Grande, a qual correu no 8gnid0 se exorcsra qusnto em si couber
,a 3., ou 33, e deve chegara Ha- P-r *JSStt^tt&
la do di 1 3 do mez que vem cm di- Jelr,
o mesmo veudeu em sua lo- -- Wf^JotMi l.0!l.^.em,p.re(fi"120n'.
mflo d'obr*. a sabor : .
Machinas de vapor di melhor cons-
trucflo.
Moendas de canna para engenhoa de
lodos oa tamanbos movidas* vapor por
agoa, ou animaes.
Rodas d'agoa moinbo* de vento e
sorras.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadaa.
AguilhOea, bronze ehumaceiras.
CavilhOoB eparafuaas de todos os ta-
manhoa.
Taixaa, pares, crivaeboccas de tor-
nalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mSo
ou por animaes, e prensas para a dita.
Chapaa de fogSo o frnos de farinha.
Canos de ferro torneira* de ferro e
de bronze.
Bombas psra cacimba e de repucho,
movidas a m9o, por animaes" ou vento.
Guindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferrageua para navios, carros eobraa
publicas.
Columnas, verandas, grsdes e portea
Prensas de copiar carias e sellar.
Canias, carroa de mflo e arados de fer-
ros, etc ele.
Alm da auperioridade das suss obras, ja
geralmente reconhecida Bowman & Me.
Callum garanten) a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezeohos remellidos
pelos senhores que se dignaren) de fazer-
Ihes encommendas, aproveilando a occa-
siSo para agradecerem aos seus numero-
sos amigoa e freguezes a preferencia com
que leem sido por elle* bonridos, e asse-
goram-lbesque nBo pouparBo esforfos e
diligencias para continuaren! a merecer a
aua coulianc*.
Compra-se um escravo moco, mari-
nheiro, e que sej* crelo: quem tiver *n-
nuncie.
Cnmpra-ae um* ca* Ierres pequeus,
de chSos proprio, livre e desembarac la,
que esteja m bom calado : na ra Augusta
n. 30, se dir quem compra.
Ma ra da Seitzalia Velha, defronte de
Sr. Montoiro ointor.comprs-ae todaa as qua-
lidades de ferros velhos e metaei de todas
is qualidades assim como mrelo* de pannos
llnos.casemiras e ludas as qualidades de mu -
lambosque servirem para fazer papel 1 as-
sim con O Cabos velhos, lonas etc.
Compra-se urna preta, que saibalcozl-
nhar o engommar, que seja forte e nflo te-
nha vicios, agradando paga-sebera: na ra
do Amorim 11 25.
Compra-ae um cordBo de ouro de le,
com 28 oilavas, em bom estado eaem rei-
no : na ra da Cadeia do Recife, loja o. 5.
Compra-se ua preto, de 18 st 26 an-
nos, qatj seja forte, para aervico de can, o
que n.lo imiha vicios, nem achaque*: na ra
do Amorim n. 25.
-- Manoel Al ves Guerra Jnior, compra
acces do banco desta provincia : ira ra da
Cruz n. 40.
Lino Joa de Castro Araujo, compra
um escravo carploteiro: na ra da Cruz hu-
mero 34.
Vendas.
e dando-a, A 35/000
alumnos ex-
Iquer outro
de familia,
com premios menores : convida Ba lavada, nem engommada; e oa meios
pola/ao. ^oidores a v.rem re- ^^XSSSK
ceber os seus respectivos premios. poi3 qu0 ha mullo vive oceupado tiesto en-
.- piecisa-se de una ama para o servico cargo, sendo bem connecido nesls cidade, e
de compras e engommado, de urna casa de al fora della
duas pessoas de familia : na Ponto Velna jy.a.Jam' Houtier, modista Irance-
za, ra Nova n. 58,
acaba de recebor de Frange, pelo navio
a Cont Roger oa ohjectoa seguinlea : um
piainli! soriimento de cnapos de montarla
da ultima moda de Pars, pulseirae, cha-
peosinhosdesela e depalha redondoa para
uieiiinos e meninas do um a sois annos,
com abss l.rgas de lindos eofeites e de to-
das as cores, vestidos para baptisar,- tur-
bantes ocapellss, ricos chapos de seda de
^^fctwfwaii
\m pniilo i-i m fiiuicc/,, o lo rece sen prest-J
mono pllllliCo |inra tollos OS #
J mlstercs le sua proflsisao : SJ
*) piioser l"Ocurnlo a qual- 9
tiucr hor e na casa, na 49
rna largaaoRoaarlo, 11. 30, sj
0 segundo andar. ______*J
CQHS
DAURORA
O. OlaiT 6 i.oiii|).iiiliia,
Resppilo.'an ente annunciam que no aeu ex-
tenco- estabelecimento em Santo Amaro,
continua a fabricar, oom arrilor perfeicflo
a prompti Iflo, toda qiialirlado de machinis-
mo para o uso da agricultura, navegacflo'e
manufactura, e que para niaior commolo
de seos numerosos freguezes o do publico
em geral, tem aberio em um dos grandes
armazn? do Sr. Mesqoita na ma do Brum,
atraz do arsenal de marinhs, um
Deposito de machinas,
construidas no diloseu oslabelecimento.
All acharflo os com, redores um' comple-
to soriimento de moendas de canna, com
todos os mclhoramentos (alguns delles no-
muitos auno, tem n o.lu lo necessidade.
Machinas de vapor de baixa e alta pres-
89o, i- clias de lodo tamanho, tanto batidas,
como modulas, curros d" uiii, a dilos para
conduzr formas do assucsr, machinas para
moer mandioca, prensas para dito, ionios
de ferro batido para farinha, arados de fer-
ro da mais anprovada construcc^o, fundos
para alambiques, crivos e port-s para for-
nalhas, e urna ioflnidade de obras de Ierro,
que ser infadonho enumerar.
No mesmo deposito existe urna pessoa IB*
'telllgenle e habililada para receber todas ss
encoaimendas, etc. etc., que os annuncian-
les, conlmdo com a capacidade de suas of-
linas e macliinismo, e penen de seus ofll-
ciaes, se cumpruraeltem fizer executar,
com a msiof presteza, perfeicflo, e exacta
conforroidade com os modelos, ou dse-
nhos, e instruccOes que Ihe forem fome-
cldas
.r., m ^-.ui^aia^aoltiaSl* balites o capeiia, ricos ciiajiou.".-
* todas ss core', manguitas de bico, da ulti-
,\os senhores de engenho. ma moda, rendas ebies de >l("?'p.-ni,.u''0
O redactor do Alm.n.k da provincia, de- rico, "f^/--^'^ ^.^oVnt;
sej.udo, mencion.r no1 meamo Alm.n.li o ^;B%\V.Buto,lidos, louc.do. de
nusuwain _._i_^__ .ninaa nc i*rh lini
U-';,0em0g:nh0e,CT.,n,'oe8 d'oBarro, Brrelo a cm bico ~ggSgti
ala de ca ne menino ede senhor., capottnho do
Sna*- toda* as qualidades, com perfeicflo e preco
ss.au- commodo; recebem-se todos o* mezes II-
0 sper-1 gurinos modernos, que empreste a aeus fro-
formido
fatnras de Pars, encumnn-se de dar o risco
e dirigir a construccBo, e collocacSo de
qualquer machinismo ou aparelho em
do pelo systema actual no fabrico do
car, como lambern pelos recentemenlo
fecoados de que se uiSo na friropa para
o mesmo fabrico, ou para qualquer outra
manuficiura. Aa peasoss que quizerem u-
tilisar-se de seu p estimo, pole^o dirigir-se
pessoalmenle, ou por meio de carta ao en-
genho Macui fleque? la do JaboalBo, ) OU
nesla cidade a Antonio Raptista Ribeiro de
Farla : na ra da Cadeia do Recife n. 9.
-- olfercre-se um rapaz brasileo, para
caixeiro do loja. ou cobiaucaa, o qual d*
II-dor su* conduela .- quem o pretender ,
dirija sea ra Velha n 56
O proprielario da cosejra
do Forte do Mallos avisa
por nulo deste aos seus
freguezes, e juntamente aa
peasoas que precisarem a-
lugar carroa, que para Ibea
poupar o trabalbo de irem coxeir*. pJ*a>
diilgir-se rus d* Cieoi*, loja n 34.
Arreuda-se urna casa de dous andares,
na ra do Amparo, em ulinda, onde murou
o Qndoblpo -O. Tnonuz, medanle a oon-
dicAo de aer concertado pelo arrendatario,
levan lo-se em conta os concertos 1 na ra
da Guia n. 84. ....
precisa-se d* um* ma deleito, pre-
i) Sr. Jos de liveira Cam-
pos, queira vir, ou mandar p.igar
390,003 rs., importancia defien-
das e dinheiros pedidos a Joaquim
de Olivelia Maia Junio quando
encarregado da minha lujan, id ,
da ra do Crespo, e que recbi
por bataneo, e m quanlo nao pa-
gar-me ter de ver o seu nome 00
Diario. Antonio da Cunda Soa-
res UuiniarSea.
Alugam-se e vendem-se bixas na 4)
2 Praca da Independencia n 10, con- ai
m fronte a ra da* Cruz**: *
Preciaa-ae de um cosinhelio : na ru* do
llos.iicio cas* do general Ceara.
O Sr. Jos Gon$alve Urag*,
queira mandar pagar o que deve
ftra-sesemfllho, e paga-ae bem: na ra da aDauo assicoado, e em quanto
I Cacimba n. II.
MUTILADO i
CoSSULTOlllO CaRTBAt HOM0BOPTHICO
*,) ne. pianaMBUca.
# Deriglaopelo Dr. Sabino Olegario I.wl- 4,
Ig. jiro Pinho.
4 Rua do Trapiche Novo n. 15.
a> Todososdiasuleissedarfioconaultae 4
*.' e remedios de grasa aos pobres.desde
Z pela manhfl, at as duas horas da lar- 49
t> de. As correspondencias e imforma- fjji
4>' cOes puderflo ser dirigid** verbal- fe
m mente, ou por escripto, devendo o 4
fc doente indicar primiiro: o nome, a *J
5 idade, estado, prolisaBo, e constitu-
M cBo iej">"'<' aa molestias, que tem
k, tido, e os remedios tomados; Itrcei- fe
I ro tpocdopparecimenlo Ja mo- 9
S lostiaaclual, o descripcBo minuciosa, j>
S dossign*esousyroptonissquesoiTrer 6J
!##>*) sa
Caridade sem limiles,
Sciencia sem privilegio.
Francisco de l'aula Carneiro
taeSo, 1 eside no aterro da Boa Vis-
ta o. 16, onde offerece-se para
curar homeopticamente as se,-
guintes enfermidades e njo cu-
rando n'o tem direito-a nenhum
pagamento sendo chamado lojo
no principio da molestia e nao
tomando o doente nenhum medi-
camento alopatbico e meamo ca-
seiro. Ferimentos de bala, ou de
quaesquer outros instrumentos ;
grandes quedas ou pancadas por
maiores que sejam, respirando a-
ind opaciente; pleurizes, os mais
agudos e violentos ; febre amarel-

Lotera do Rio de Janeiro.
Aos ao;ooo,ooo de rs.
Na loja de miadezas da praca da
Independencia n.4, vendem-se bi-
lhetes intelros, meios.quartos, oi-
jtavoa e vigsimos a beneficio da
quarla lotera da freguezia do Ca ni-
po Grande, espera-se a lista no dia
3 a 3 do corrente : na mesma loja
recebem-se bilhetes e cautelas pre-
miados do Livramento, em troca
dos do liio, quo tem a venda e
inu.iri a lisia.
F/.SE.NCIA DE SABA'O PARA BARBA.
Ksin essencia lera particularidad* de fi-
zer a palle macia e hrane*, poia com urna
pequea gota botada em um pire*, e com
um pincel de barba moldado em agoa, e
me imr no pires em que esteja a gola desta
essencia, faz muilissim espuma que d* pa-
ra fazer a barba e lavar as mos que resulta
ficareai com pelle m*ci* e branca : esta es-
sencia vende-se na rus do Collegio n. 1, lo-
ja de miudezas de Lima ct Gouvea. .
Vende-se um* escrava de nieflo, co-
zinlieira eengommadeira : uo becco da Vi-
racao no oBo de S PeJro. cas n. 39.
Vende-se urna pnreflo de cera de car-
nauba : na rua da Auroia n. 38.
Har vinhos fracos.
A verddeira agoardente de vinho com
38 gr*os, vinda da Europa, uni* recom-
mendada par* coniporog meamos que oste-
i.m arrumados e llearam superioreicom
urna pequona despeza; assim como para di-
verso* reme lio* que sem ella, se nBo pode-
riam fazer ou entflo nBo produzriam o etrel-
iO'iezelado,vende-ae nicamente em eiza de
Beirao & Macedo. na rua Oireila n. 17.
.Na loja de seis portas
Contlnua-se a trocar por sedula, razeo-
dis mais em conta do que em oulra qual-
ooer loia. Vende css de qu.dros a 300 rs.
avara, alpaca de quadros propria para1 pa-
litos a 400 rs. o covado, casas preta a JslO rs.
ocovado, lencos brancos para mBo dse-
nhora a 340 ra chitas 140 e 160 rs., e di
Vende-se um cavallo bastante gordo, e
ror prego commodo : na pra?a da Indepen-
dencia n. 13.
Ma nilelos.
Vcndem-se ricos manteletes pretose de
cores; na rua Nova n. 43, derronte da Coa-
ceic.lu.
___ Vende-sj multo superior
faritjha de Santa Catherina a dous
mil rs. asacca : na rua da Praia,
aimazem do caaoe n. 10.
Vende-se urna taberna em
muito bom lugar, na rua do Ratv
gel, com os fundos de 400,000 rs.,
vende-se mesmo a praso : a tra-
tar na rua da Praia n. lo.
Loja deairaiate
M ru* Nova o. 36, tem para vender pali-
to de panno preto e verde a 30,000 rs. cada
um: elle antes que se acabem.
Vendem-se casaes de pavfles, de gal'os
de raca apurada da .ndia, de marrac : no
aterro da Boa-Vista, venda n. 80.
Vende-A no pateo do Terco n. 4, urna
escrava. para o matoou para fra por falta
de habilidade.
Pechincha.
Vende-se na rus daa Cruzes n. SO, urna
negra oreoula, moca, e de alguma habili-
dade.
Sa polis.
Urna grande porco de sapoti, proprloa
par. mandar para o Rio de J""'0 mPI
inglez, acliam-se vend. no .rmazem de
Kaynxnd & Companhia, na rua do Tr.pl-
cne.
Vinho do Porto.
S um apreciador de delicado paladar
poler* dar verdadelro me red ment a urna
cxcellenli.alm. qualidade de vlnho do Por-
to, de particular maroa, que para amostra
chegou recaptemeole na barca Olimpia,
lie iflo generoso que pode chamar-ae um
elixir : vende ae na rua di Cadeia do R-cife,
anqazem n. 13,
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Ifc
Deposito geral do rap
Gasse do Rio de Ja-
neiro, nft-ra da Cruz
... 23.
ACABA DE CHEGAP. A ESTE DEPOSITO A
BO\ PITADA DO RAPE'
Grosso, roeio grosso e fino
Pelos presos J ubi Jos de 1,280 *S duis pri-
meirisquilidade, q,900 rs. ullim, sondo
de 5 libraspsr cimi. Escussdo he enfadir o
publico coni a descripcBo da bondade do ra-
pe deste fibricante; a sua intiguidade a
alteata, e em verdade pela simples e sauda-
vel compoaicBo colloca os tomantes urna tez
habituados em nSo o poderom substituir
pur oulro. Comparem pois os amantes da
boa pitada a qualidade deste rap com a des-
si mullidlo de povos rapos, e o seu eueilo
os resolver* a tomar deste ou daquelle.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeiado
Recite, n. 50, veude-se barns com supe-
rior cal am pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menoi proco do que
em outra qualqner parte.
farinha de mandioca.
Vendem-se saccas eom farinha nova, che-
gada ultimameote do Cear, a2,000rs. e
em lotes de 0 saccas para sima, a 1,800 rs.,
cada urna sacca : no armazem de J. J. Tas-
so Jnior: narua do Amorim n. 35.
Vendem-se os verdadeiros selin in-
gleze, patente, de molla e sem ella : na
rui diSenzilli S'ov n.42.
Vendem-se no becco do Connives, ar-
mizem de ueane Youle & Companhii, meias
barricas com superior farinha de trigo.
Corle* de brimde linho, a i,a8o,
a,>40 e 3,000 rs.
Vendem-se cortes de brim pardo, deli-
nlin puro, 1,280 rs. ditos de cores com
listras de bom goslo, a 2,240 is.; ditos de
bros amarellos, 2,000 rs.; cortes de cala
de riscado'de linho de listras, a 720r.;cas-
sasesesmpinadas para corliuados, com 81|2
vara*, 2,400rs. a pnca.
Armazem de vinhos.
Na ra da Senzalla Velha n. 48,
vendem-se vinhos de Lisboa e F-
gueira, dos mais superiores que ha
no mercado pelo diminutpreco
de 3oo e a^o. rs. a garrafa, e i,5oo
a i,800 rs. a caada : para confir-
mar d-se a provar, e para ver da-
se a beber ; he baratinho, a elle
freguezes que he bom vinho.
' Novo sortimento de panos finos e
casimiras de todas as quali-
dades.
N ra do Crespo, Ioja da esqoins, que
roltu para a Cadeia, vendem-se panno pre-
lo, a 8,800,3,200,3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
'ovado; dito ffancez, muito superior, a
6,000 rs.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a2.800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cor do rap,
a 2,800 rs.; cortes de calsa de casimira pru-
ta infestada, 5,000 e 6,000 rs.; dita fran-
cesa elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 r*.; sarja preta, a 2,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 9,800 rs., e outras. mui-
tas fazendas por precos commodos.
Farinha de trigo
SSSF.
Fontana.
Galega.
Haxul.
No armazem de J. J. Tasso J-
nior, na ra do Amorim n. 35.
Smelo de Mantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Mantua,
a 800 rs. : nalivraria da prsca da Indepen-
dencia n. 6 e8.
cha PRETO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
ero casa de J. J. Tasso J unior, na
ra do Amorim n. 35.
Taixas para engenhos
Na fundicao de ferro de Row-
man & Me. Callum na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.

J AR/IOS AMERICANOS.
* Vendem-se arados ame- *
ricanos, chegados dos Esta- Jj
a^ dos Unidos, pelo barato pre- 4
9 co de 40,000 rs. cadaum: na
* rua do Trapiche n, 8. *
iw##*># ####
Multas fazendas porpouco dinhei-
ro na rua do Crespo n. 6.
Cortes de brim escaro de purolmho a
1,440 rs., ditos de lislra de bom guato a 2,"00
rs., dito amarello a 1,800 rs 'iscado de li-
nho proprio para eticas e palitos a 200 rs. o
covado, panno fino preto a 3,000 4,000 rs. o-,
covado, peleas do chitas escuras com 38 cu-
vados a 4,510, 5,000 e 5,500 rs., cambraia de
filos com 8 112 varas a 2,400 e 3,500 rs. a pes-
aa, lencos de cambraia de lindo a 400, 480
e 560 rs. proprios para mSo, riscados asien-
tados em algodSo muituencornado proprios
paraeaenvos a 160,180 e 200 rs. o covado,
zuarte azul com 4 palmos a 200 rs. o cova-
do, e muitas mais fazemlas ,or proco com-
modo da Ioja cima referida.
Vende-so Kezina de angico de muito
superior qualidade em arrobas a 5,120 rs.
em libras a 32u rs. : na rua da Cadeia do Re-
cife Ioja de ferrigeus n. 53.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porfSo deputassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adiRussii: vende-
se por proco razoavel.
Vendem-se dous excellenles terrenos
proprios, naBoa-Visti, rua dos Pires, junto
aiciixad'agoa, de um eoutroladu, tondo o
do lado do Norte um bom alicoree na frente,
com este, em estado de ruina maa be ca-
paz de aobie elle ae levantar qualquer ao-
brado de dous andares
r Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : narua
d Senzalla Nova n. 4a
AU'.VMI
Acudam Innocenoia, grllav nm pobra
miope, que por. affeotaco aadava sao
oculos, de bracos aberlos e olhos no co.
correntio polas ras para aparar um vesti-
do de meniua^que, engommado su tinha
desprendo de urna alia vaianda, e vlnha
caindo JjfccJlo do venio maneira de
maquina, Tintando ser urna enanca que por
descuido se tinha precipitado de alguma
janella i baixo, al que os muleques o
desengaaran) pelos assobios e caceada que
Ihe fizeram. Eis ao que se expOem todos
aquellesqoe, necessitando de oculos, an-
dan) sem elle*'; se l he perfeitaroenle
um diccionario vivo de asnelras, se com-
primenta he oidinariamente a quem n3o
conhece, se anda na rua, acontece-lhe Bea-
tas e outra* raladas. Be por isso que se
Iheaviaa que quem osquizer v* na rua lar-
ga do Rozario, n. 35, luja, que os achar*
bons e baratos.
Novo sortimeto de fazendas ba-
ratas
Na rua do Crespo Ioja da esquina que vol-
ts para a Cadeia vendem-se pecas de mida-
polSo largo muilo lino com pequeo toque
de avena a 4|50O a peca,ditaa limpas a 2.400
r., pecas de cuitado cor Ilxa a 4,500, 5,000
5,500 e 6,000,riscado de lintio a 180 rs. o co-
vado, lencos brentos decassa a 160 rs., ditos
de cambraia de linho lino a 400, 500, 600 rs.
cambrsiasde cor fiza padiOesmodernoscom
7 varas 2,500 rs., merino preto superior a
2,800, 3,000 o 3,800 rs, dito selim a 3,600
r. o covodo, e outras multa* fazendas por
preco commodo.
Rom e barato.
Vendem-se pelo diminuto-preco na rua do
Crespn. 10, luvascompridas de pelicaen-
feiladas para senhort a 2,000 rs. o par.peca
de bretanha de puro linho com 5 varas a
1,800
Carnauba.
Vende-se mais superior cers de carnau-
ba, que ha neste mercado em poreflo e as
sacens de 2 a 6 arroba*, no armazem de cou-
ros de D. I. Andrade & Companhia, rua da
Cruz n. 19, junto da casa amarcle.confronle
o chafariz.
Deposito de cal virgem (cabeca de
carneiio.)
Na rua da Cruz n. 23, armazem
de assucar da Viuva Pcreira da
Cunha ; vende-se superior cal, a
mais propria do fabrico de assu-
car, e por preco rasoavel.
1)B Al.PAItCATAS
Assim andaria a classe media desta cidade
a u3o ser a apparicSo dos estimaveis spa-
los do Aracaty, feitos a capricho, que boje
sem duvid.i rivalisam depois de engranados
com o melhor calcado da Europa, hiles se
tornan) recommendaveis j* pela sua longa
dura co, j pelo seu diminuto preco; e msis
quetu'opor serem de i'rlmstria naciunal,
quedeveser animada : quem os quizer va
a rua larga do Rozario n. 35, onde se ven-
den) a 800 rs. o par.
Rom e barato.
Rua du Passeio Publico,.Ioja n, 9, de Al-
bino Jos Leile, vende-se meias cruas mui-
lo finas para homem, a 200 rs, o par, em du-
zias 2,200 rs., chila para cobern, ( boa fa-
zenda ) a 140 rs. o covado, ditas psra vestido
a 140,160 e 200 rs o covado, chapeos de sol
asteas de balea, a 2,000 rs., ditos de junco, a
1,440 rs., grandes e fortes, proprio para o
lempo presente, chales de 13a de ricos goslos
a 1,000 T3 ditos de cbila roxasa 500 rs., di
tos' brancos a 800 rs., ditos de tarlatsna. a
800 rs., grvalas ricas de cassa a 120 rs.,
lencos de bico rodeado a 320 e 440 rs;; ditos
pequeninos proprios para criancasa 120 rs ,
corles de colele fuslSo a 610 rs., rend>s da
trra a 120 rs., a vara, cassa bordada pro-
pria para cortinados a 320 rs. a vara, casto-
res para calc/s a 200 rs. o covado, ditos pe-
le do ilmbo n 360 rs., brins de linho azul o
de cores a 300 rs. o covado, cotes de cassa
chita, a 2 000 rs., e outras muitas fazendas
que agradarfloaos compradores
~ Vendem-se pas de ferro n>uto fortes,
todas direitas, proi>nas para se abrir vala'
dus : na rua da Cadeia do Recite, Ioja de
ferragons n. 53. a relalho e em duzias.
Muriniif superiores.
Na fundico de C. Starr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modeloe
coostrucefio muito superior
Rom i barato.
Na inj.i Ja rua do Crespo n. 10,' vendem-
se palitOs ecasacas de brim de linho a 4,000
is chales de seda a 4.000, 5,000 e 6,000 rs.;
cassas para babado a 240 rs. a vara ; manti-
nlias de seda para menina a 640 rs. cada
urna ; cortes do gambries de cores para
caifa a 1,000 rs., e utas muitas fazendas
que se vendem por todu preco:
Admiracao.
Na Ioja da rua do Crespo n.lo, vendem-se
pelo diminuto preco de1,500r*. cadaum;
lindos chapeos deso do pannfMio bemen
feitados, para meninas, ubra prima ; el
les a o ti'S que se acabem.
Ocpostto da fabrica uo Todos o
Santos na lialiiu.
Vende-se,em casa deN. O.Bieber&C,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado da-
qnella fabrica, muito proprio para saccosde
assucar eroupa de escravos, porprecocom-
moju
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
doHecifen. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Narua de Apollo n. 6, armazem de Mc.Cal-
niuntb Cotopanhia, acha-se conaianlemeale
li.ius aortlmenloa de Uia de ferro coadoe
DaUdo. tanto rasa como fundas, moendas in-
eitaatodaade ferro para aninaea, agoa, ate,
dtlas para armar em madeira de todos os ta-
annos e inadelloa o mais moderno, machina
liorisoDlal^para vapor, com forfa de 4 cavat-
lus, coucoa, pasaadeiras de ferro estanhado
Su.i casa de pulgar, por menos preco que os
ecobre, escovens para navios, ferro ingle
tndem barrascomo em rcosfolhas, eludo
por barato preco.
AGENCIA
vx da fundicao Low-Moor.
RUA\0A SENZALLA NOVA.N. 49.
Neste ebtabelecimento conti-
aa a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os lmannos, pa-
ra dito.
MITO
4
DA.
IIr[D)[
SALSA PARRILHA DEBRIST0L
SALSn'MKTirMDS.
A salsa parrilha deBristol data desde 1832, e lem constantemente manlido su* reputa-i
(lo, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncio* de qne es preparares de me-1 Vende s verdiideira graxa americana
rito podem despensar-se. Osucesso do f)r. Bristol tem provocado infinitas invejas, e! de James Masn em latas. Esta graxa he
entre outras, as dos Srs. A. II. I). Saodg, de New-York, preparadores e propietarios di a mais prompla e econmica para limparo
aalsa parrilha conhecida pelo nomede Sands.
EstessenboressoliciUrSoem 1812 a agencia de Sais* parrilha deBristol,ecomo nSo
o pudessem obter, fabricar!. urna iinitacfio de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. I) Sands escreveram ao Dr. Bristol, nudia 30 de abril
de 1842, e que seaeha em nosso poder :
Sr. r. C. C. Bristol.
Bfalo, etc.
Nosso apreciavel senhor.
Km linio ii auno passado temos vendilo qusntidades consideraveis do extracto de
salsaparrilhade vm. e pelo que ouvimosdizer de suas virtudes iquelles que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar multissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara multa vantngem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobre este assumpto, e se Vm.
vier a esta cidade daqui a um me?, uu cousasemelhame, loriamos muilo prazer em o
ver em nossa botica, iui do Fullon n. 79.
Ficflo ts ordens de Vm. seus seguros servidores.
(Aignado*) A. R. D. Snds.
COHCLUSAb.
1.a A tntiguidade da salsl parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, e que a de Sands s appaieceu em 842, poca na qual este droguis-
ta nSo pode obter a agencia do Dr. Ilrislol.
3.* A suporioridade da salsaparrilhade Bristol heincontestavel, poisque nSo obs-
tante a concurrencia da de Sands,' o de urna porcSo de outras preparares, ella tem man-
lido a Ba reputacoem quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela impuroza do sangue.e o bom.exitooblidonesta corte pelo lllm. Sr.
Dr. Sigaud, presidento da academia impeiia' do medicina, pelo llluslrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Peixoto em sua clnica, e em sua a Temida casa deaaudena tiamboa, pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exercito, e por varios oulros mdicos, per-
miltem hoje de proclamar altamente as virtudes efilcazes da salsa parrilha de Ilrislol.
Vende-se a 5/0O o vidro ; na botica de Sr. Jos Hara Coocalves llamos, rua dos
Quarleis pegado ao Qeartel de Polica.
Moinlios de vento
com bombas de reputo para regrar horlas
o baixas decaplm na fundicSode Bowmaux
& H. Calhem: na rua do Brum ns.6,8 e 10.
Vende-se um terreno na rua da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tondo caes de lijlo a beira mar, Meando en-
tre as casas dos lllm*. Srs. Gustavo Jos do
llego e Francisco Antonio de Uliveira: os
pretendentesdirijam-se a ruadas Turres n.
8, primeiro andar.
Deposito de panno de algodao d.i
febrica Todos* os Santos da fia-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica ; cm pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapiche n. 34.
-- Vendem-se queijos do reino 1,120:
na rua Direita n. 14.
Vendem-se lingoiqas do cerillo a 200
rs. a'libra : as Cinco Ponas n. 21.
l'ecliinc .i.
Na Ioja da rua do Crespo n. 10, vendem-
se chitas, com um pequeo defeito, ruida do
cupim a 100 rs. o covado ; ditas limpas a
120, I Ule. I lili IS.
itefrescos e xaropes a 5oo
ris a garrafa
Sendo, de espil, tamarindos, orchata, gro-
s-lles, laranja, limSo, vinagre, gomma e
oulros muitos na travessa da Ma lie de
Dos o. 4 e 6. *
Chapeos do Chyle.
Vendem-se chapeos do Chyle linos e
grossos, grandes e pequeos por preco
muilo barato : na rua do Crespo n.23.
Em casa ae I. II. Lasserre & Companhia
ni rua do Trapiche n. II lem para vender
osseguinles artigos : cabos de linho e ma-
n llia de todas as grossuras, champagne!
marca eslila, sardinhas em lats de varios
lainanlios,penas de afo, ve!as decomposi-
e.i e garrafOes vh os, o quo ludo se vende
por commodo pre;o.
Kiquissimas luvas de pelica, pro-
prias para noivas.
Na rua do Cabug n. 6 ven-
dem-se as mais ricas luvas de pe-
lica, que aqu tem apparecdo, com
riquissimos enfeitcs de flores e re-
quififes, proprias para noivas, por
precos commodos.
A 2,56o rs.
Vendem-se cortes de meia casimira, de
superior qualidade o goslos bellissiraos, pe-
lo mdico preco de 2,560 rs. o corle: na
rua do Crespo n. 5.
.Vndese um carro pequeo de 4 ro-
dos, para 1 e2cavallos, todo pintado e for-
rado de novo, vende-S9 em conta : a tratar
na rua doQueimado, Ioja n. 10.
[No passeio Publico n. 17,
vendem-se corles de cambraia com barras,
excellenles padrOes a 3,200 rs.; ditos de cas-
sa chfla a 2,000 rs; chitas para cobertas bo-
nitos' padrees e cores fixas a 200 rs. o cova-
do: chales de 13a e seda a 3,200 rs. ; ditos
de 13a a 1,000 rs.; cortes de euletes de 13a e
soda a 610 is. ;' riscadinhos de linho pro-
prios para paul* a 240 rs o covado ; meias
americanas muito finas a 2,200 rs. a duzia ,
e 200 rs. o par, e outras muitaa fazendas de
cujos precos os pretendentes se agradarlo
Veodem-se amarras de ferro: na "> da
Senzalla Nova n. 42.
Fio para sapateiro.
Vende-se fio para sapateiro a
600 rs. a libra : no aterro da lioa
Vista, Ioja n. 58.
Ha para vender, na Ioja de
funileiro de Jos Raptista Rraga ,
a alambiques por 400,000 rs. cada
um, em tu^o iguaes aos que se
vendem por 600,000 e 700,000 rs.,
em lugar de carapuca tem colu-m-
\ rados de Ierro.
Na funcliciin da Aurora, em S. Amaro,
veodem-seandosde ferrode diversos mo-
jlos.
-- Venilem-se por prego commoloos se-
guintes gneros; chapeos do chile, linha de
rorise de CuimarSes, olnno de linho, cera
em velas muito bom sotimento : trata-se
na casa de Novaes & Companhia, na rua do
Vende-se a typographia do tJmSStLwSSSt^&^Ki^
calcado, lorna-lo mario, de maneira a nSo
enenmmoder os calos ; assim como em
tempos chuvosos, Lmpede a humidade, ten-
do a virlude de lustrar o calcado moldado,
qualidade eala que nSo se encentra em ou-
tra qualquer graxa. He a nica usada no
Estados Unidos, Mxico n oulros estados do
Norl'America tendo ltimamente tido lal
aceilacSo na Europa que seu autor nflo
duvida ser logo quasi 1 nica usada : ven-
de-se no irmazem de Vicente Ferreira d
Cosa, na rua da Madre Dos, e de J. J. Tas-
so Jnior, na rua do Amorim.
Elixir lonjeo
Anti-fleumatico,
Pelo Sr. Dr. Cuillie, medico da facoldade
de Paiis, membro de varias sociedades
medios, assim nacionars como estran-
geiras, cavalheiro da real orden da l.e-
giSo de Honra &c.
(Dupont, pharmaceutico, em Pars,
rua 11 |ii. 1.11..... n 14.)
O nico deposito verdadoiro deste elixir
he estabeleci'io pelo mesmo autor na botica
do Sr. Jos da Bocha Paranhos, rua Direita
n. 88, em Pernambuco.
O elixir anti-neugmatico he essencial-
mente Inico, reanima o principio vital e
di iYii\a as fibras, dostaca os humores vis
cosos, os precipita em baixo, aviva o ape-
tite e fon ilion o estomago.
Pde-se administrar na maistenra infan-
cia como na velhice; nada he mais doce
que o seu effeito: Tuq.de, dissolvo os tu-
mores e Ides da sabida sem algunia agita-
c9o, em suspender es occuptcOes, Dem
mudar os hbitos : se pode tomar deste elli-
cazmenle urna colher dominhSa em jejum,
particularmente no invern e nos tempes
hmidos.
Os asthmaticos, golosos, hydropicos,
aquelles cuja fibra lie molle, ficam salis-
Icilos du sen uso; bem como os que Sof
frem defflux3o catarral du peito, azedumes
Diario Novo, propriedade da Viu-
va Koma a qual est montada ,
tanlo de bons lypos, como de pre-
los, e de todos os utencis necessa-
rios a urna boa typographia : tra-
ta-se com a proprietaria na rua
di Praia n. 55.
Vendem-se por preco commodo osse-
guinles gneros, fumo em lolha para cha-
rutos, c.-l virgem do Lisboa em barris, fa-
rinha de mandioca, superior vinho do Por-
to em birris d quarlo, quinto, e oitavo.fei-
xaduras de porlSo, fouces de rocar ; 1 tra-
tar no ni-1 a/.eni do caes da alfandega n. 7,
de Jos Joaquim Perelra de Mello, ou com
Novaes & Companhia, na rua do Trapiche
n. 34.
Vande-se um moleque creoulo de 20
anuos; na rua do S. Franoisco, casa apila-
Cada.
coracSo, clica, empingens, ratono da be-
xiga, apoplexia cirrosa, rheumatismo, llii-
xns alvos, ilni'iicns de leile as senhorss,
indigestSo, yermes intestinaes as criaocas,
outras muitas enfermidades que seria lon-
go enumerar.
Este medicamento salutar tem produzido
o* mais favoraveis eff tos nos caso, para
assim dizer, desesperados. Oesla sorle,
desde seis" unios foi preseriplo por todos os
mdicos Ilustres, e os suecessos qaotidia-
nos que obtem, lano em Franca como nos
paizes eslrangoiros, formam o melhor elo-
gio que deste possa fazer-se, e a prova dse
he a grande sabida que este maravilhoso
remedio tem tido as provincias do Brasil,
principalmente na llihia e Rio de Janeiro,
onde lia taas illuslracOes medicas,
AVISO ESiENO'AL
Deve-se sement inleira confimea lis gar-
rafas que leem urna marca que leva a fuma
doaulur, semelhanle aquella que se v em
balxo. Emlim, para evitar o perigo das fal-
silicaces.osaccidentes que po leriam acn-
- __ a -- ----- 1 -- nw ( ii f*r I lllllll Bl.llll"
^-- Vende-se por seu dono se retirar, al- ieCer, e irrastar a cobica dos falsificadores.
"iioiiii rdiric itniti nmiac nnmn j>r>>am aJ a'
gumas obras quasi novas.romo sejam o dic-
cionario de Napolen Lando, o diccionario
de medicina por chernovix, o panorama
completo, a revista universal, dita popular,
a galera das ordens religiosas, e oulros
maislivros: ua rua do Queimado, toja de
fazendas n. 21 A.
Aviso aos amantes da boa pitada-.
Vende-se na Ioja n. 2 do arco da Concei-
(So, up de Lisboa 1 40 rs. a oitava, dito
Paulo Cordeiro e meurou a 20 rs.
-- Vende-se um cabriol descoberto, mui-
to forte : na rua aa Cruz n. 40, primeiro
andar.
Vendem-se as melhores redes alcoxoa-
das de coros lindas : na rua do Crespo, Ioja
da esquina que volta para a da Cadeia.
Para senhora.
No atierro da Boa-Vista n. 74, Ioja de
calcado de Antonio Pereira da Costa e lla-
ma, vendem-se snalos de tapete para se-
nhora a 800 rs. o par e para homem a 1,000
e outras qualidades de spalos tanto para
senhora como para meninas e meninos,
ludo calcado da trra, o mais em conta pos-
sivel, selles antes que se acabem.
na, e alguna melboramentos que
concorre asss para o producto das
garapas
farinha de mandioca *
Vende-se, por preco rasoavel, la- ^
rinba de S. Matheus a mais nova ,
que existe nenie mercado : na rua
da Cruz n. 84, delronte da l.ingoeta.
-------------------......,.., Irm este 1*0 pal- ,
moa de frente, ede fundo 125, o do lado dot A'godao para roupa de escravo*.
Sul, da caixa d'agoa tem 66 palmos de fren-? Vende-se algodSo muilo encorpalo, pro-..
te, e 125 de Tundo : a tratar dentro do mes-i prio para roupa de escravos, com pequenojde meia idade, boa cosioheira; a qualro
mo aillo com Mtnoel Joaquim Carneirol toque de avaria, a 148 rs. a jarda ; dilojpretoa bon trrbalhidores de eoxada : na
J limpo a 180 rs, : ni rui do Crespo n.S. 'rua larga do Rozrio n. 22, segundo andar.
*********** ***********
Vende-se urna mulata de 20 innos,
linda figura; urna nrgrlna de 10 annos,
muito linda e esperta ; urna nogia da Costa
moca, boa vendedeira de rua ; mas tres ne-
gras mofas, sem habilidades; urna negra
Leal.
Loteras do lo de Janeiro.
Aos 20:000,000 .
Na casa' feliz
dos qualro cantos da rua do Queimado n.
20, ven ion-so os minio felizes bilhetes,
meios, quirtos, oiUvos e vigsimos da 4 '
lotera das matrizes de Campo Grande, cu-
ja lista chega do da 3 a 5, a ellee que estilo
no resto, e se querem tirar boas premios
Vende-se urna bonita escra, moca, pa-
rida de poucos das, sem cria, com bom
leile e muilo cannhosa pan criar, e labe
bem engommar e cozinhar o diario : ni rui
do Cotovelu n. 75.
Sortes a ao rs.
Na livraria da praca da Independencia n.
6e8, veude-se papel em sortea impressos,
para homens eseniioras. muilo lindas ea-
propriadas, para os das de S. Antonio e S.
Joan, a 20 rs. cada um papel.
Sorles.
Pan S. Antonio, S Jo3o e S. Pedro, folhas
de papel coj) muito bonitas sorles, para ho-
mons e senhoras, a 40 rs. esda folha : na li-
vraria do pateo do Collego n. 6, de JoSo da
Costa Dourado.
Antonio Ferreira Lima & C,
rua Nova n. 3, vendem muilo 'superiores
bolaxinhas de soda e exposicSo, presunto
ngl-z, quo jo lundrino, conservas, chega-
do ltimamente pela barca Sordlicne.
Vende-?e chumbo de muni-
fo, grosso e fino, de todos os n-
meros, e em qualquer porcao : na
rua do Trapiche n af casa de
Manoel Duarte Rodrigues.
Vende-se urna Ioja, no pas-
seio Public 1 n. 13 A, muito afre-
guezda : a tratar na mesina*
Loja amarella de quatro portas,
no atterro de Roa-Vista n. 60,
Vende-se lencinho* de chila com figuras,
lindos padrOes a 80 ts. ; corles do nacido
francez com um toque de averia de oleo, do
10 covados, a 1,600; alpacas de algodSo
o publico he prevenido que cada garrafa
deve ser acompanhada d'uma inslrucc3o m-
pressa que iudica a maneira de empregar
este medicamento, compilado pelo Sr. Cuil-
lie com a sua firma, e impreso em Paria por
o Sr. Goetschy; caracteres ossenciaes pin
evitar a fraude.
Arados da fabrica dos Srs. lanos-
me e May
Proprios para phataro alimpar cinm de
diferentes modellose feitos ni mais acredi-
tada fabrica na Inglaterra sendo muifb su-
periores 1 qualquer que tem vindo a este
mercado,o proprio pira plantaren) qualquer
terreno e de qualquer largura, por ter um
arranjoproprio pa>a abrir fechar a aiveca.
0 bico, aiveca e sola destes arados pas-am
por um proensso que da-lhea consistencia
ilnaen temperado da maneira que sSo de
mnita duraeflo, alm de que lem bicos de
sobre-excelleote: na rua do Trapiche n. 14.
Vende-se um cavsllo preto, anda no
vii, de muito bonita figura, com todos os
andares e muito bom esquipsdor, selado e
enfreiado, com todos os arreios novos, cun-
forme convier so comprador; para ver na
rua do llsngel n 7, e tratar no pateo du
Collegio n. ?.
Vende-se ch* hysn, a 1,600, 1,920 e
2,240; manteiga ingleza a 560 e 600 rs. ;
queijos nuvos a 1,120: no pateo do Carmo
d. 2, venda nova.
Nao ha melhor
Rap de Lisboa, chegado ha 8 diis, a 40 rs.
a oitava, o 3 oitnas por 100; dito Paulo
Cordeiro e Meurom a 20 rs. : na rua da Ca-
deia Velha n. 15.
Vendem-se 9 escravos sendo: 2 ne-
grinhas de idaJe ISainos, com principio
de costura e engomando; 2 casaes de es-
cravos de servico decampo; 2 ditos, sendo
1 mulecole ofiicial decarpins, 1 mulata de
todoservico interno de urna casa: na rua
Direita n 3.
Vende-se urna cadeia de arruar, em
bom uao: na rua do Crerpo, ao p do arco
de Santo Antonio, Ioja n.3
Vende-se, por lodo proco, urna paite
do sobra lo de dous andares, da rua da San-
zala Vela n. 126
Vende-se um lindo muleque do 20 sa-
nos de idade, perito oflleial ilesapateiro, e
oplimo para pagem : na rua do Crespo, Io-
ja di esquina n 16.
Vende-se
Queijos do sertSo, de superior qualidade,
e por preco commodo: no caes da Alfande-
ga, armazem de Anlonlo Annes Jacooie
Pires.
Grande fabrica de chapeos de sol
de J- Falque iua do Collge0
n. 4-
Neste novo estabelecimento receben ,
um novo e lindo iortimento de chneos d
Sold* ltimosgotos, Unto de leda com
depaninliopara homem e lenhoras. de ar
micSodebileiae de asso que se vended
por menos meco quo em oulra qualquer nr
le ; grande ortimenlo de chanialoie, seda
e paninhosompecado todas as cores o aua
lidades para as pessoas que quizerem man
darcobrirarmacOes servidas. Completo sor
tmenlo de btelas para vestidos espartiihn"
pin senhoras, fazera-se umbellas de istreia l
eoncerta-se qnalqur qualidade de rliaue,
de sol: todos os objectos cima mencionad!!!
ae vendem em porgSo e a retilho, por prer,,
3ue igradarlaos freguezes* vista da qual"
Escravos (unidos.
No da 26 de malo *e*ppareren 1 ,'t.
gra crela de nome Manoela, de idmle d
18 annos, poueo mais ou menos, baia
cheia do corpo, relo redondo e nariz Cha
lo, com falta deffoui dentes ni frente' fj
vestid! com vellido de chita roxi, panno da
Costa O'im listras tzues e brancas: quem
pegar love-a i rua da Madre de Dos n. ig
Ioja de tamanqueiro, que *er* gratifiento)
100,000 rs. de gratilicacSo.
A quem apprehender a preta abaitu de-
- clarada.
Conlinaaestir fgida a preta Felici desde o da 17 de ma>co prximo passado '
tem os sigmesseguintes:eslitura regula/
tem falla de dentes na frente, marcas de pan-
no no rosto, cor nSo muilo preta, muito pro
zisla, levou vealido de chita ji desliolado
panno di Costo dsado, um taboleiro peque-
no ero que anda*a vendendo, temporcos-
tume ler ropa fura e mudar quandosai*
tem sido vista muiMi vezes, urnas no Mnu-
teiro, e oulras em Betiribe, lavando ropa de
ganho, edizendo que por mandado do sua
sennora; lem sido encontrada junlucnmuin
canoeiro, quo navega para Ulinda, ella lem
a mSi no engeoho S. Cosme : roga-se por-
tanto, as autoridades pollciaes e capitesde
campo, a sua captura, indi mesmo ella dl-

eovidos, a
covsdo 200rs. rlscadinhb para tolo'oser-
vico o covado f0 ri.; peen de ilgodSosi-
nhos com I6jirdai, muito ncorpados, i
2,560 e 2 240; riscadinhos frincezes, muito
largos e fios, a 320, 280 o 200 rs.; lenco*
oom bico, brancos, oom cercaduras de cor,
a 320; um sortimento de chitas escuras de
core* fixss a 200, 240 o 160; e mais fazen-
daa por precos commodo*.
Deposito de tecidos da fbri-
ca de Todos os Santos, *
na Bahia.
Vende-se em casa de Domingos Al- -4
ves Matheus, n* rua da Cruz do lie- 4
cifen.52, primeiro andar, algodSo*
transado daquellafabrica, muilopro- *
^ prio para saceos e roupa de osera- *
a^, vos, assim como fio proprio pan re- "3
b> de de pescar o pavioa para veila, 2
a> por preco muit.0 commodo. 2
Rcjouterias.
Kalkmann IrmSo* rua da Cruz n. 10. rece-
beram pelo ultimo vapor inglez um novo
sortimento de obras de'onro o mais bello
quetemvindoaqui comoeejim; inteiros e
meios ideresos, brincos, alflnete, e brace-
letes com parolas, e sem ollas de lo las as
qualidades, botOes para camisa, e euletes
correntes para relogio, anneis, canelas, coni
lapis o peonas d ouro.dedae, vollase brln-
quinhos de core, vidro e ouro proprio para
meninas. r v r
-... ^ .. w-... ........ .lr.nn a mis
senhora, ni rua da Cruz do Recife n. :n
issim como se protesta contra quem a livor
oceultado e onhrar-se os dias de servico.
--No iiia 10 de maio, desappareceu a re-
ta Joaquina, de nacSoCassange, reprsenla
ter 35 a 40 annos, baixa, cheia docorpo
senJo regular, cOr fula, olhos pequeos,
com carne sobre ellos, tem urna costura na
cara no ladoesquerdo, porm muito apaga-
da, que mal se percebe, nariz chalo, con
falta de alguns deoles, denme outroladn
he feia, tem urna empinge no rosto, qu
parece ser bexiga, pellos muilo pequeos e
imi'xos, lem klgumis icalrizes de relho
as costas, tem as nadigas empinadas paia
tras, he bem fallante, representa ser creou-
la, ltimamente esleve oceupada noseiviro
decozinha, levou diversa ropa, qUe s0n3o
sabe da que usura, costumava andar suja e
embriagar-se, quando foge tem por costu-
me andar pelos arrebaldes desta praca, quj-
landando e lavando ropa, intitulando-so da
forra ; desconfia-se que esteja servindo em
slgumi osa como furri : as pessonquo se
eslim servindo delln ni boi le queinm
denunciar, do contrario acusar dos meios
queconredoa le : roga-se as lutorilades
policiaeso capilfles decampa, ou a qualquer
pessoa, que a apprehenda, ou a faca appre-
hender e leva-la a seu senhor Domingos da
Silva Campos, ni rui das Cruzes n. 40, que
serSo generosamente recompensados.
Desappareceram do engenho do moin,
in nm leiladr de Francisco de Carvalho Paos
de Andrade, na madrugada do da 12 de mar-
co, os seguintes escravos : Manoel pardo, da
idade 45 a 50 annos,eorescura,barba preta.e
bem feixada.cosluma usarsomente de meis
suissas e lem um pequeo signal prelo qua-
si na macan do rosto ; Alexandre tambem
pardo, poueo mais escuro que o sobrdalo,
idade 20 a 25 annos, estatura alta, espadau-
do e bem feito de corpo, temi panos pretos
pelo rosto e por lodo o corpu; Miguel, creou-
lo, estatura baixa, relorcado de corpo, rosto
quasi redondo e ja descahido, idade 38 a 40
annos. Os dous primeiros so dizem irmiius,
oslo de Paje do flores ; mis aqui manda-
ran) forjar urna carta, para Ihesser>r de pas-
aportes, a qual foi dirigida para lohamuns,
e talvez para ah fossem, ou pan as vizi-
nhanests.
Desappareceu no dia 23 do passado o
moleque Claudino, escravo, que fui de Juse
Joaquim de Mesquita, e boje da viuva do
mesmo, de idado poueo mais cu menos de
l i anuos, tem urna cicatriz saliente em una
das faros e pe lo do queixo, be magro, de
rosto redondo, olhos grandes, pernas finas,
o parece mui simples no fallar: roga-se as
autoridades policiaesou a quem coi.vierde
o prender e leva-lo*rua do Sanio Amaro
o. 6, que ser* recompensado.
-- No dia 23 do passado rugirm do en-
genho Novo do Cabo os escravos creoulos
seguintes : Luiz, carapina, he mestrj de as-
sucar, alto, reforjado do corpo, cara des-
carnado, quisi sem barba, orelhas pequo-
nas com recortes, ps e mSo* grandes.
Benedicto, carreiro e cargueiro, alto, re-
furcado do corpo, pouca barba, nariz chalo,
falla meia fanhosa, com falta de dentes na
frento, ps e mSos bastante gcandes; am-
bos s3o de 20 a 28 annos; sSo irmSos:
quem os pegar leve-os ao dito engenho que
ser* bem rrcotnpedssdo.
-- Desappareceu no da 24 do passado, um
preludie nome Berloldo,de nacan Benguella,
quo represente ter 24 anuos, poueo mais ou
menos; he de boa altura, cheio do corpo,ror
preta ; lem os ps, pernas e bracos grossos,
levou vestido calca de ganga azul, e camisa
branca de algodSozinho, chapeo de palha, e
talvez leuda mudado a 'Opa; suppOs-se an-
dar pelo bairro de S. Antonio, uu Boa Vista:
roga-so a quem o pegar, leva-lo a casa do
seu senhor, na rua uu Amorim n. 25 que
era bom recompensado.
56/000
A quem aprehender e levar rua daMoedi
n. 7, lerceiro anJar, o pardo Leonardo,
quo lugio oo da 7 docorrente, e tem os sig-
naos soguinies: baixo, e o pcilo slguoia
cousarmetlido para dentro; fui escrivo do
I). Joanna Mana dosPissos; e costumav
vir vender leite todos oa din no Recife, vin-
do de um silm di l'assag ni
Continua a estar fgido o muleque
Africano.por nome Antonio, bom condec- '
do, por hi muito vender tapiocas; levou
camisa de cita azul e calca de algodSo
me5Clado, lambem izult} do uso do labo-
leuo lem urna falla de cabello como urna
CurOa. Elle costumi vender em um labo-
leiro grande, envernizado deencarnido, e
urna bandeja grande j* usad, poiem ji
tem sido visto sem nada, e a nuito pelas
escadas; portanto pedemje aos capiti.es de
campo o peguem e levem rua Augusta
n. 33. Na mesma caaa se quer alugr una
P'eta ou muieue, quo saiba vender, e
que nSo saja vicioso; assim como tani-
oem se d* venda a quem q lizer ir tomar
pagando-se por pataca/ao ris.
-Ilesapiiareeeo no dia 27 du corrento, i pre
la de nome Joanna. de ncelo Angola, ostalu-
ra balsa, cara bexigosa ; levou vestido de
chita roxa e panno ua Coala : quem i Irou-
xer na rua larga do Horario n. 21, ser* gra-
tificado.
MUTILADO


Full Text
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