Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03668


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Full Text
&NNO DE i838. SEGUNDA FEtU
CAMBIOS.
Dezembro 5
(Londres ao D: St. por ifboo cea.
I Lisboa 90 por 100 premio, por metal. Non.
Franca'3a5 a 33o Rs. por franco
Rio de Janeiro no par.
Moedasde6#4oo i#ooas vellus navas i^J. 00.
,, 4f00 8|oo a 8>oo
P*so*Columnarios jjfSio a i#63o
Di tos Meticauos ij|f)go a i^tioo
Pataces B'asileiroi ijjftion a \jf6io
Premios das Letras, par mez 1 a i|4 por 00.
Cobr o par
PARTIDAS DOS CORRE I OS TERRESTES.
Cidade da Paraiha e villas de sua pretenco ....
Cidade do Rio CJ dade da Fortaleza e villa* dem....... i "
Villa de Goianna............ '
Cidade de Olinda............ Todo M dial.
Villa de Santo Anto........... Quintas feraa.
Oila deGaranuuns e Povoico do Boiitu..... Dial 10, c a dcada rnai.
Dillas do Cabo Seritihaem,' H10 Formoao, a Porto Calvo dem 1 II, li ditto dijo
Cidade das A lagoas a Villa de Maceid...... Mein idein.
Villa de Pajan' de Flores.......... dem i3, dittoditto
Todos os coi reos partein ao mcio da.
17 6E &EZEHHKU. HIJalru a7zj.
Tudo agora dependa da n6s mesmos; da noasa prudancia"
tnoderaco e energa: continennos como prlncipiaT'
* seremos apontados com admiraco entra as Nace* -
las.
Proclainacio da Assemble Cral do li;a.l.
iQ*
3tihscreve-se para esta folba a mil reis mensaes pateos adi-
anlados nesta Typografi, ra das Cruzas If. 3, e ua Praca
da Independencia I). 37 e .*>8, onde se recebem correspon-
dencias legalisadas e annuncios: insirinrio *e estes rali
endo dos proprios assignantes, e viudos atsignados.
DAS DA SEMANA.
17 Se f* K'laro de mauh aud. d .
11 S Fausta. Sesso da Tliesouiari Pr
id. do Juiz do crima de t.'e sesso da T. P-
iH le'ua W. do O. H'laclo da aaaohl aud. do J dos f. de larde.
tornarla Temo J-J MI 3 FaiHt*. MaWO da I liesouiaria rrovmoal
au O rinta JeiuM ->. Domingos de Silos Ab RelacSo de manli. e aud do J. dos orlaos de tarda.
a. Sexta >fc Temp. jum S. Ti orn Ap.
va Sabbodo len.p jejum S llonoiato M. Relacode manlia a aud. do V. O. emUlnBa.
l3 Domingo 3 u Advento S. Sei uilo.
Mar chcia para odia 17 de Dez-rnbro.
As 5 horas iB miuutos da manh As 5 hora ti minutos da tarde.
:- a
PARTE OFFIGIAL.
RIO DE JANEIRO.
CAM\R\ DOS SENADORES.
Sesso eco 3 de Ou labro de 188.
Pressidencia do Sur. Mrquez de Bae-
pendy.
Feita a chamada eachando-se presente
na mero legal dos Snrs. Senadores, o Sr.
Presidente abre a sessio, e lida a acta da
anterior heapprovada.
O Snr. primeiro secretario da' contado
expediente.
Ordem do dia.
H approvada era leiceita dscu*sio ,
e remete-se a cmara dos Sur. depulados ,
a resoluci que declara o vencimenlo que
deve perceber lose Antonio de Mitandi
R unalbo, aposentado nu othcio de Juiz di
bala tica da alfandega da ro te; e em ler-
c. ira dicussao, para subir a sanc.o, a
resoluqo da outra cmara que approva
a aposentadoria concedida a Jos Alves
Pinto Campillo. #
Le-se e be approvado hum parecer da
commisso de conslituico a quai he d*.
opinio que se convide, para lonnr s-
sento, o Snr. Francisco de Paula Alna-ida
e Albuquerque, nomeado senador pela
provincia de Pernambuco. II 1 aprovado, j
v o dito Senhor sead >r nomeado presta
juramento e toma assento.
Inlroduzido o ministro da fazenda, dis-
rule-se a proposla du governo pedindo
bum crdito supplemenlar df \ > con
los de reis, e, retirando-se o ministro, be
approvada, em primeira e segmids dis
cusso com as emendas da outra cmara.
Continua a segunda discus^u addia-
da em 3o do passadii do ai tigo 1. da reso-
luto que concede a Andi GaHltrd e a
Joaquim Jase da Silva oito lolenas a be
neficio das sua-. labiicasde papel; con)unc-
tnmente cuui a emenda do Snr. A'meida e
Albuquerque, poiada n* d ta sesso.
Discutida a uialeiia be a| piovad<> o
Drtigo i.tlo passando a emenda do Sur.
Aln-eida e Albuquerque.
O artigos de dous a sette sao approva
dos e igualmente o seguinle artigo addi-
tivo do Snr. Mrquez de Uatbaceua ;
He extensiva a fabrica de galo -s es-
tdbeltrida nesta corle, a grar;a concedida
tos ailigos anltcedente as 'abncas de
papel.
A resoluco assim emendada approva-
se para passar a tere.eira di-eusiSo.
O Snr. Alves Branco requer urgencia
para se discutir huma resoluco, a respe
to da qual Coi boje litio bum parecer da
commisso de comuiercio.
A urgencia be apoiada e approvada.
Le se bum parecer d commissiode Le-
gislacio para que se npprove a resoluco
ijue autorisa o governo pata pagar a Fran
cco Jos de U.'ilo a quinlia constanta d*
ent'nca qun ol tere contra a fasenda na- verno, sob nena d perdimento do privi-ipirc que os for con truindj pelo pre-
cion.l. l-icaanhrea m-sa. 1-gio conced lo. Os 10 annoi p quies | cj vinta rs. o I) .Ue 01;diiiano.
Entra em primeira discusso e he ap-deve durar o privilegio, informa loar- a Q le depois de entrar a Lompanbu
provada pira pissar a se{u'ida a reso- l;o antecedente, conecar-se-ho acontar
luco da oolra cmara (|u<* pprova diffe- I do dia em que tiver principio a nareg-
renles urt-goa da resolu;o da assemblea cao pirvrpir, dentro dos djus .unios a-
provicial de S. Pullo que c incede a com- cima men iouados.
punhia de Aguiar viuva flhos e outro^, | A'tigo i. O>bircosda companbia serio
privilegio exclusivo pira contruccio de tripulada coinilil terets parles dtil
huma estradi de ferio na mesma provin | pul cao bra>ili c-,a. In.es, ainJa mesro" que p la transmissio
pntrandj lo}rr> em seguida discussio (das apatices, venb 5 a entrar na compa-
vem m'sa e he apelado e spprovadoo se-' nlii 1 accionistas estrangeiro.
guint" requeriineuto :
R-*queiro o addiamjnto. -- Teixeira
Aitifro 4 A comp.uihia far publicar no
fim de cada auno nos lugares onde bou
no goto do priv egio exclusivo, sera' ubi-
gadn a famecor aem a miis pequea m-
terrupjao e com promplidto e abundan-
cia toda agoa ouh for precisa para o con-"
sunoi sob pena de ser fornecida a u
custa pelos meios que o Gjverno julgar
mais conveniente.
3. Q le depois de principiado o p'evile-
gio i.ingUArn mais poder vender ju
ao l'ovo sob paria de pgir Compautiiu
umi mulla igual o dobr.i d> ulor d'gua
que troueer a Canoa ou lancln pod udo
ClOUVra. verem de ser pagos, o preco dos fieles que 1 porem as Eubiicacoens maudal-a bu^cur
O Snr. presidente d. para ordem do tiver de cobrar no anuo futur, dentro propria fon te com lanchas Iripfada*
por marinbeiros.
4 Que a agua, que gralirtamente deve -
r fornecer-se as EUCoens publicas N
vios do l'olwlo e O nrteis na forma do
Artigo .r. O governo estipulara no con- art. a. .7 ser rtcebida nos Clnfari-
d^ a discuss'i da proposta do governo do qual o nio podera' alleiar para mi*
suh'-e su'penso de giranlias para a Pro- | Em todo o caso nunca o pnco dos ms-
vi-cia de S l'edro do Rio Grande do Sul, mos fretes poder exceder os que actual
e as mais materias. | mente levo as embarcic5-s devela.
Levaulou-se a sesso as duas horas da
tarde.
CMARA DOS DEPUTA DOS.
Ses-a de 3 de Outubro.
Presidencia do Snr. Araujo Vianna
Logo que se rene numero legal de de-
putados, heaberta a sessa, lida e appro-
vada a acta da anterior.
O Senhor primeiro secretario da' coota
do expediente.
Ordem do dia.
Continua a discosso additda sobre o
primeiro artigo da res luco, que ronce- mal- ia addiada.
den acompanbia que organis.,,, R.o*r O Snr. presidente convela os Snrs.
loCoats, caita de privilegio .xclusivo por d--puiad.i* para se reu-.uem no d.a seguio-
eipaeo de vinte annos para conduzi. em le no ,rc. do senada para a apnraeso
barcos de vapor, meredorias. ou genaros da ete.co do R-geote, e levanta a lealo
nacji.naes, du est-angeiros etc. cernen- ao uieio da.
das apoiadas
irado aquellas condit\>*s que julgar con- j zes e regulada para as primoiras por urna
venientes pira garantir bum transporte nula mensa! dol sea ieSpeclios Clulel
promptJ, regular e sufficienle debaixo dada no p incipio dn cada m-r., para vi
dl penas pecuniarias que. se convenci- segundos a requilic-O d^> Inspector do Ar-
narem
A'ligoti Licio revog.das todas as leis
em contrario.
Paco da cmara dos dcpulados setero-
bm de l838 Carn'iro I,-o.
Tomn parte na discusso os Snrs. M011
ra Magalhes Gimes de Campos, e Re-
/.ende.
Nao havendo mai-4 quem falle, o Snr.
presidente vai consultar acamara se julga
a materia discutida; mais verifica so nao
h.ver numero, e lici por consequencia a
He ap liado o s^guinte :
PrnHcto kiibaituitivo ao projeclo nu-
mero Hi.
A assemblea g*ral legis'atita resolv :
Artigo 1. O governo fica autorisado a
conceder a Ruberto Coala caria deprivi-
legioexclusivo por espaco do 10 annos.
para organisar huma companhia, que elle
formara' nicamente de nacionats a fim
de conduzir em barcos de vapp.r, mer-
cado) as ou gneros n-icion^es e estran
PERNAMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
COMPANHIA "DE DEBIRIBE.
seal de Marn ha e para os tere-uros por
meiode pedidos d >s respaclivos Com man-
dantes. O .fornecimenlo a qurf be !) i-
gnd a a Companhia no caso de incendio ,
ser feito nao s as pessoas cncarregadas
pir parle do Governo como 1 qmlqu r lo
Povo que se preste a lejnelhante leirico.
5. Que aquelles que dani'iifictrem as
obras da Companhia acorrerlo as penas
impostas pi-lo Cdigo Criminal aos que
deslroem abatim damnificoo cu muu-
Ia5 aonu roen tos edifico bens pub i-
cos ou qoaeiquer oulros bbjectos d>ina
dos a ulibdade de coraco ou ncru
publico.
6 Que no caso d-> ser o Jainno ciuia.
do p lo P.fJ onTrop o (iiverii) couce-
ilcr a Companhia prorog-cSo do piivc-
legio por tinloa aunas qjantis forem pre-
cisos para a repar-cio dsobias, iniem-
nisaco dos prejuisos e lucros cessantri
nunca excedendo piaso marcado noil.
a. 5. E-tes damnos e preju'sos serio
avahad 8 p>r Peiitos para -sse lin Romea-
dos pelo G-verro, e pela Compinhia ,
na coi-foronda di derlitacio c^.
7 Que o Governo dn toilo o auxilio
neceisurio para a boa execucio d"S R gu-
lamenlos, que a Cinp iiihia fis'T leuden-
irles lairti, m .n'i a iw Fiai.ei^ca Sergio d-e que seio ajiprovados pila nusrao Gj-
Mtlos, formando Companhia o foi ne- i verno. ...
.imentodeagu. patavel paraa Cd.de do 8. Q ie a Companhia devera entregar
Recife exlrabida do Rio Bebir.bi edis- u*bM '" dj a*.l,R0 w $- 7
ti -buida em treze Cbaf es ['"'"S >r"- B ir-
ros da mesma Cidade sob as bazes mencio
nad s na raferida Iti com as declaracoens
seguint'S.
!. Que o r>spco de trinta e cinco an-
nos que deve durar D previlgio na for
O Presidente da Provincia sullnrisa-
do peU Lei l-'rovincial num. 40 de 1 \ 'e
Junhod" i8?7 contracta c-m os Cd*dls
Banto Jse Fe.nandes Ba.rcs, M .noel les a boi arree adacS.) dos s--usin^ereSse,,
feiros dos portos que li -in entre a pon Oelho Cintra, e
ta de Cairoi- e a cidade do Rio de Janeiro,
para esle ullimo e deste pira aqu II. s,
sendo obrigada a receber ca-ga em lodos,
as pautes que nellas podei eitabelecer
para carraagar e descarregar sem prejuiso ,
porem pelo que respeila ao de ltaguaby ,
i dos direitos do empresario ou companhia
do canal dessa villa, adqoeridos em vir.
lude da le provincial da ssemblea le-
Maliva da provincia do Rio de Janeuo de
5 de d'ierobrode l83t.
Artigo a. Acompanbia fica obrigada a
d-r miticioio a referida navegaco por va- <
t no Srazo de dous anuos contados confuir, podendo todava a mesma Com-. nina cessara dous mase, depo,,q,,e ^
da d'.U do eontracto celado com o go- p^nhi. ven entreg, ,n lorrna do di.i ar
no melhor estado de perieiclo e reparo ,
como novo e cib ido de prximo sob pe -
na {litro di praso que raso.ivelmente lh<
for marcado pelo Governo a pagar urna
mulla de (} cotilos de reis eiu dep<-n-
a doart. u.e 5 da citada lei e conlar dencia de procesO Judicial. So a Con.p
do dia im quaa Companhia fornecer egui
a Cidada do Recife por lodos os Chafirizes
nao (iser os raparan lentro do tilo piaiof
o Governo os podla mand>r las**r a cuv-
eAnueduclos, qu> el'a e,l obrigada a la dVlla. A espoiisabilidade da Con.pa-
MUTILADO


-

da rio
;**
..--. .' ,'.'Z
9
ao
I* IR HA /mJ G O
-*-------------
9- Qj],pane.dr cieeocao o ir ligo
antecdante o Gverno nomiara Ir'et pe
Tilos ,e Comptnhia oulros tantos de
vendo pelo menos dous de cada pai le( -eiein
Engejn.htsiV(.s inlllig'nta ds opas E
les rritos ler-io lium PrVsUteole*, que .v;
escolhldu por meio da sai le. Inven lo
linio o Govenio como a Companhia de -
lilado para isso os nomes dedous nego-
ciantes em omt urna, da qual so exlrahi
l o de um d'elles par aquelle cargq ,'
roropetindo llie dirigir os trabtlbo e
\otar noc4Sode emple-
lo- Qua'f Cmpinhia seta >u,;.-iu a
inspeceo da. Polica pelo que resneiia a
boa quatidadee'bondancia d'ag <<* qu-- fe-
necer e a iirapesa das Aqueduct s e de-
psitos dependo a mesraa Polica pirl-ci-
paraoGoverno as falls, edictos qu
encontrar a fin de loo*rem 9e as m d'
das que em tal caso determinaren* os
lodo o servico da? mes mis Guardas, rom constan!* da copia da
excer-cfld das. o da r,ioi rl- como.oes, e*des- R.ment ar fe.lo pelo comprador por ser
queMe sobre quem pesa .mn tal obriga-
Regulamentos do G vrno Provincial
li. Qus a Gompanhin ser formada
dentro de seis Ineses bntadr.s da dala des
te, c formada ella sor oh-igidi ap-e-
zentr ao Govetno o projecto geral i*ds
tbras aeus detallies ore-mantos bem
como a escalla designar dos m'teri
sea qsdftvo ser empregid >s no pr so
de desoilo meses acontir Jodia em qu *
os contraclnle< pn teeiparem ao fro*trno
achir-se organisid i a msmi Cotapanbia
eom OS noms dos letis respectivos Di.-c-
etoies ou AdaTm-slradjc-t* sob parta de
pigir a mulla de quatro COntos de res
para o cofre d materiaps pa-a, construc dos qui ha ni Provincia ,e s*> acho em
uzo pira as construcees publicas.
ii Q le tres ms<-sdepos deappres*n-
tid o projecto g*ral das obras snus de
Ulbes &<:. oGovrno mandara' t-x minar
e approvsri ou recambiara com a alie
aram-nt > pira fora di Municipio desla
ciclarte
18. Qu o Govemo nao eligir' indera-
nsafefo nV,iimi pelo terreno destinado
servico publico ifie for n-cssalrio pac
iormai o (eo do entenmenlo
q Q i< o prsenle contracto po5e/'
ser modificado urna vez soaienl", quando
paralo para Uso motivos justos e ponde-
r *.
iO. Q ie* se Uvraro dell- dais copias
que serio assigindas pelo presidente d4
provincia, pelos Empresarios, e rfati
qu'es1 boma Picarlo em poder dest?s, e ou-
Ira na Sucretrw do Giv rno.
Palacio do G verna de l'ernambico l i
de Desemhrode i 838
Francisco do Rfgo Birros.
Presidente.
R. J. Fernandes Birro.
M ICoelho Cintra.
Francisco Sargio de Mdtos.
Rita conforme,
OSecrelarioda Provineis
J. M. Figueira de Mello.
Escriplura que
d'-v-pdo o pi-
c
Da- Ao Colleclor de Di versas R-n-
,).* doa Municijiios de Iguarassu' e lia-
ma'-'ei m rinc-eol- conhecimenlo para
< e>hrnrtca 'I" I !>o*l" drt n.8>o r<.
|)t._ Ao dltorespoadendo-Uie qe\n
vijta dJArt. 5 da Ledo i. de Oulu
bro de i88 e d qu-< espoln no s"u f-
ficio ,
prest*
exqf
deve tatisaaer a respectiva Cmara,
ido o Juramento e posse que ella
Expediente do di* i^.
di
TIIRZOURARIA DA PROVINCIA.
F.xpedieole do -dia i.) de Dcz mbro
i838
Offinia Ao Exm. Snr. Presidente
Privineit informando o reqoar ment do
!. Ecrip!urario da Contadora dn m'i-
iim Thesouraria Prudencio j >se Libo de
Figuiredo.
Dito Ao mnsmo Exm. S^r. informan-
do o requerirn-mlo de loio Francisco de
Carvalbo soldado que foi do Corpo de
Anilheiia.
Dito Ao Inspector d Thesouraria
drf Provincia de 5 Pedro do Sul acrusan
do o recrbiment do oficio que derigio a-
racSes quejulgar ndipeo*avei, que se compsnhando a reJUcio dos n im-ios so-
aCompanhis nao comecar 09 t>ab*llns
(rintrt meses depois da data d-sle contra
eto, onf.rme del-rmina o ertigo 1. .
da lei pagara' a multa de tres contos de
rei para o Coffre das obras publicis pu-
dendo esle praso ser p'orogadn por Irei me
sea' rnente; e se findo dito praso nao
estirerem prineipidas-as obras, a rompa
nhia perder' o privilegio enlendendo-
e por principio d is obras o emprego dos
materaas pira ellas destin-idos.
t3. Qjesea Companbia oo conelnir as
obras necesarias ao estabelecimento dos
Chafarises denlro do praart d oilo an-
nOj, eontdrA d"3 da em que o Gverno
der a pprovacio supra perder o pri
vrlegfo, o pagara' urna muleta de dore
cintiS de res ; Massefihar m Chafaris
pira o'aeabirneoto das mesmas obras so
mente p'gr a multa -principiando po
rm o privilegio, logo que e find.iaem o
, los anuos; e devendo a m?smacomp<
nlilT conduil-o dentro do seis meses, 011
Vel-o a 'cala r pelo Governo a cuta del'a.
i4-Qjn os treses cbafarise, que se de
vera faser nos IresRurro* deta eid'd'',
sero cjllocados no Recife la/g* do Forte
do Mallo, roa da Cro/, la-go d > Pitar :
em Santo Antonio, largo dj Hosrutil d.i
Paraso l*rg" do ("armo, largo da Ribeira.
Itrgo das Cinco ^Pontas, rui d Nosaa Se
nhor do Terffc, e^tterro dos AlT'igados ;
res e assinatarios das Notts do Novo
Pddrio emit idas na mesma Provincia.
Dito Ao Inspector da Alfmd gvCom
um exempUr das Leis do orcimiilo do ao
de Out,bro prximo passado, pira que
ponh em execucarjrdo ?. de Julho pr-
ximo futuro a diporic 5 do art. 14 p
desde J4 a alos argos i5 l6#,W*
D lo -- Ao Administrador I Me1, de
Consulado com outro ejemplar d.i Lei re-
ferid 1 no preceden!.
Dito Ao Ki.canegido da Pagadoria
da* T Sul regpondendo-llie fcar na intelli^encia
de|qae ao Mapr Franc seo de Arruda
Camftra s se deve bonar os4-''f' reis por
mez que deix.r nao oblante ter si'l >
promovido aaVff-ctivirade >jaquelle posto.
Dito Ao Administrador da Piceb'-
d.ttti de r>eidas Graes internas com um
cxemidrtr da Li do orcam-nlo ra to de
Outuluo ultimo, reeomn>endnd"-lb ""
11. de ^ulho prximo fu*uro a exeruco
dos artigog 11.0 e \m.? rttlativos a nn\
Tabella dos novos e velliiii DireiloS e <1
Cbniceliaria e ao Inspector de Go,ono
rei annuaes que devem pigar s nasas
de Comme lrangeirs que liverem msis de um Cai
xiio Estrangeiro.
Dito- AoJoix de Paz do Villa de I-
giiara*sti declarando-lhe que a qoantia de
Officio Ao Coronel Inspector das O
braa Publica* com os r quenmentos de
IViming.ra AT-nso Neri Fe.reir, Rod I-
foJo Ra.ala de Almeida, eoolro, \U
noA fcliai d Moura Joaqum Ignacio
de Carvalho MendoiiC e Antonio Pedro
das eres em qpe P'd- 01 o tforamejM
de varios terrenos d Marnha, para infir-
mar a reapiein.
Dito Aod.lo cim o req^fimsnto do
Contador da r sm Tbesouraia Francisco
Ludgero da V*i pedindo o afjiamnlo de
Iiuti ler:eno de Ma'inba para informar
sobre a sua pertencfo.
S^nlo Antonio por estar bistsnte ebria.
Dos.Guarde a V. F.xc Prffeitua da
Comarc do Recife lar de Dse mbro da
i83H. Itlm. e F.xm. Sr. Francisco do Re-
ro Barros PiesWenle da Provincial
F.anorsco Anionio dje S > Pre-
Vito d* Comaica.
RIO DRalANEIRO.
~-
Convfjcdos de que indo o que 90os
fegn
>s n 1
-**"----- ~ r~7 ~--------r ------------------I" ir -f------
i na Baa-vsla -Praea da mc S Crui, > hia d> MoaVg.. Alm dos Cha- laifia penhorada n Rila Maris Rnr;e| por
farises da S^ldade de que tocia a
lei, sera* a Companlita obigada a fazer
outro na"Povoiio de Santo Amaro, como
PToclo entr media.
15. 'Qae eompsnbia, lago que estejrt
frmida, Sera' tbriuad.i a apreseniar fiado-
res rlios c abonados, que respondi pe
lo pigamento dis mullas impostas nejte con
'iraclo, epOrltfdo o maisqe menciona o
*artgo 2 11 t. Que os ptrivilegSoa concedidos, e as
obrigsCoes impostas na lei, e esle con-
Iraeio podeto ser transferidos a .(-ampi-
nbia, que os enrlpressrioa organisarem,
cHkado em Ul caso a sua reaponsab.-bda-
:te,''logo que apTaseiMam aoGoterno es-
crip'ura poblira dsaa transferencia imid os
Dd'tnes di dministrddoies ou directores,
'qae s tornarm>4iarios pele cuwprimen
lo do tJnirr*te.
tT. Ouc os mestres da &cio emp/ega-
dos nos Irabslhbs da cnmpaahia, sendo
Guarda' Nieionace, seiio di^pensos de
execo;;< de senlenca pata pagamento d
5 anuos do novo Imposto do R neo de
ve ser entregue ao actual-Colector fia mes
ma Villa para a faser rerolber em depo-
/ lo ao Cofre da mesma Tbesouraiia al
que se con beca quem verdaderamente
pertence.
Do Ao Contador da mesma Thesou-
raria com as cop* das ordens do Ti iba
nal do Tliesouro Publico Nacional num
i'j, 66 70, c "3 do correte nno e as
de i-j de uti bro o 10 de Novembro ,
que se. acbo sem numero.
Portara Ao Col lector de Diversas
Rendas da Villa de Iguaras- intelligenc
nido o do cpnteudo da precedente, Por-
tiria.
Dita AoCollector.de Diversas Ren
das da Villa de Goianna declarando llie ,
que em vista des art!. da Si/a Capitulo
o in princip. iienbuma duvida pode, ha-
ver pa arrecadaco da Siza e meia Siza de
qiia tr.icta o Contracto de r< Irovedendo
Divei^as Reparticoens
TRIIUINAL DA RELLACAO*.
Sess de i5 de Dceml^o de i838.
O Embargos deMa'noel Vicente Calla
do nppbstbs ao Acco d 5 a favor de M no-
el Jos Goncilves R-gi na C a/.a de Ap-
pellaCio do Juiso de Direito do Civel da
Comarcado Rio Formoso E.crivao Re-
bello ; e se julgau pelo dispreso dell
.tiand.indo-se cumprir o Accudio Cmbar
{'"d
Os Embargos de Jtise Antonio Corr Jnior, e Mano-1 Borges de Nl-nd mea cniv-
tra D Manlnna Tbeina de Jezsis S ra rppostos na Cauza de \ppell'Cn Ci-
vel Escriva P slhumu t foilo recehidos
e ulgados provados e reformado o Ac
cor-dio cmbirftado
MEZA DO COPULADO.
_A Pauta lie a mesma du num o-)i.
CORREIO.
O R igue KscUna Duarle 3. recebe
1 m*\\ para o IM.uanlio no dia 18 d.
corrente.
RRAS PP.LICAS.
Pela Tospeccfo Geral das Oh"am Pnb
cas convula-se aos O licias d- Uarpitia qar*
e quiscrem empiegarnas m"Sl bra* a
appresen^arem-se ao Inspector CtbI delUs
a respectiva Repirlicio, para trotarem do
ajuste,
lnspecp-5 das Obras Publicas t4 de Do-
sem'bro de 1838.
Moraes Ancora.
Oi Omciatt'e Carp na que se quise-
re m ertrpregV nas obras dos Qjlfljv *
forliReacio apresentem-so ao Inaa^ector
Geial das Obra-Publica na respectiv;.
Reparticio ou a'oSur. Teen. Jos de Paria Noves para tralarem do
ajurte.
nsperca da Obras Publicas \\ de De-
zembrode 1838.
Moraes Ancora.
PRFEiTRA.
Parte do dia i5 de Desembride i838.
Illm. e Exm. Snr. Parlecipo a V.
F.xc. qae das partes boje recebidis ao?.
mente consta qrte forSo presos Iwmtem
ninha ordem e livetio o competente
destino 1 Mara dos Praseres o L'*z d*
Frica pardos este pelo Sub da Frguesia da Boa vis* para wm .aveii-
guacio t aquella apelo o d Freguesia de
ieremosl nossa edftcacO c de (j0f. esta
se faz mais necessaria e melio poicao nue o educando pir seu estado, 9
quaiida'd attrab'e sob e s as vrstas do pu-
blico a que(n algum dia elle fiS felix ,m
infeliz, muilo nos angusl-amo c ,m um
ari.go. que, no n. i$S da ChronlsU,
vem debaixo do titulo, O modo segointe.
Casa Imperial^
A opiniio f.vo av^l que sempre form-
fundados motivos pva *spewrmos que Tos-
sen por s. exe. meditadas as nfl x5-s que
tem s publicad* a respcil da eas impe-
riiL equeem eonjequencia empenhasse a
su 1 auloridade em remover dd seu lado os
individuos que altamenle o comprometen
eappicasse o sen bom senso em cortar es
abusos eem reparar as liadvenencias de
que temos filiado ; a experiencia porem
vacuos mostiando quanto Ora criada a
nossa indicada esperanca. Futamos hoja
informados de qua igaym.aa veaesoar^r.
bario Diiser, interessado, como natu-
ral na educ*co da inipefial fnqailia e no
decoro do p?-) tem feilo sobre o mes-
moassu "pao que aos oecupa algunas
obsetvRc'S ao Ilustre marques, com a-
quelli delicadeza que propiia do seu ca-
r.ctr p-sapal-e que *s f-essOas d elevada-
|erArclna devem gtnrdar em sua iclac-'S :
consla nos mais que essaa oi)iervaces tem
sido conslanlemente daspresadas- Si lio
poueo pois vaUm no renceilo do nobre
inaiqiiez tutor as reflexSes de um diplma-
la Ilustrado, do repreaetanle de urna
orte ligada com a nossa por esre.>ts*mas
relar-s de parentesco entre os respectivos
monai chas o que <|ue podara valer as
'5ea-de um imples jo-lidala por
maw jUs e rsoavia que ellas sejap ? Si
o nbre mai quez ae considera em 1111*0 es-
pbera de inU-lligancia e le gradaudcio sum-
mamenle 8uprior para deaaite wiei s inii-
nuft* poiidas do sn. bti So piiser,
muito mais para eoJregar ap infinito des-
prezo os nossos iligos ConUnoarerpos
pottaiilo na pesada taiefa qu' nos propp-
zeaMa: o publico [lustrado deridii qual
dos corspotlamentos aneiece elogia; si o
do Ilustre raaiqucz, que mal dirige a ndu-
c^cao a familia imperial e que ial ztla^.p
deCnro (la casa q >e alm fl cuiifiai*,, > se o osso, quamdo. propugnamos pelo de-
coro d'essa asa e apeU bo< educaei" augustasipessaa era quepi o Rrasil deposita
toda as fSperancaa (la S'ia futura falicida-
de.
Onsoimos em.um dos artigas ante-
rdenles j como improprio** ja cerno
amseedos os briuquedos bellicps quero
nobrn marques tutor com frequencia .flfr-
millo ao.seu. augusto i-jtellado ; censurare-
mos tambera agora o desleixo com que ella
diaa o mismo augusto senhor, j t-m urna
idide crescida, pasar eulrc as darpas O
tempo que sobeja qu*hVs bnnquedas ,
sm applicacio aiguama serja ,e pioveilosa ,
entretendo-se tardrs O das iut*#o a fazer
flues de papel erontr-hindo babuos affe-
mm-idos de quo muito convem desvi|l-b
ngora qoe ae apprroxjma a Ulade do desen-
\olvinienlo das paixes. S.bemos que
este um diveilimento innocente ; mas con-
vem advertir que o imperador do Brasil
nao se cria para ser florista que ealas dia-
tracc6?s successivas e prolongadas rever
tem em puro prejuizo das suffl applicai?s
litteinriaa. J que locamos ueste ponto ,
conven que a assemblea geral e o gove rno
nao guorem que nena sua magesiade impe*
ti*i nera suaj augustas ixmas sabrm g am
maticalmenie as lin uas a que te tem ppli-
rado. Eslaliia se um exime sobre esta
'materia, e couhecer ae-ha a veidado da
nossaassereio. E' digno de lastjmsr-se o
anatbodoaiuose lera adoptado prnao foM""
dos augustos pupillo ; e grande adm.rag'
%


SE
I A. & 1

J> fi HlNAMBO C O

%o causa que o snr. Frei Pedro fm quem
-lias se snppoe subida apacidade litldTarfS.
leja o seu autor ou que pe| >^fnn6s n'el
la consnla. Quando em ootro artigo dis
'sermoi que o raeslres dos principas devta
r pessqas desubid* graduacao e repuJl*
tacio litlerara a'guem houve que -nos ta-
xass; rifo sab-mos deque;* poretn in-
contestavel que, si este principio se lives-
0 ab-a^ada, nao se observara rf erro ra-
pilal-que deixamos notado : os meslres eo-
nhecerit qu >l o s^itema que continua se-
-guir^se^ teii>6 a ecessana inde'pfcuden-
'cia para/1 naoeurvarem a inspirac-s ab
surdas nv^tao de que taes inspirac-s ap-
ipireeessem. ^Ni assseveramos que a edu-
^cicio Iliteraria unto do imperante como
'de Ms-augustas irmaas est rcduzrda a
lian mero apparalo podemos aff >itam*u-
te dsser que o ittjtre marque/, tutor nao
appfes"inar provas que desminti a nossa
proposicio. A assemhli geral est reuni
d,.*ella, ou o governo faria um im
porlantissimo ser vico naci, si Uncase
vista* mais atientas sobre objectos de tanta
magnituda.
J era outra parte d$emos que o Ilustre
m irqu-x tuto' muito se descuida em zelar
a dignidad* de seus augustos pupilos: os
factos entioapontados exuberantemente o
moslra; mas, si agero bouver tao in
crdulo que, apiar de nao terem sido
contestados duvide da no-4 i npinifo re-
pare e responda si se compadece com o ze-
b d'essa digniiade que o mor domo da ea
si cnj is fuucces se limita a recebar e a
despender os dmbeiros d'ella e a tratar dos
setia.iwgpcios que por principio oem um
pode entrar nem entra na lista das pessoas
que formad a corte se aprsente- em pu-
blieo em das solemnes, occQpando no
estado do imperante o log .r de e-tribeir..
mor, que, como todos s outros de igual
ordm, empretoiexemdo por pessoas da
prHaejra/n-ibreu ? Tslvez qU* a noxa o
pinio seja alguma cousa exagera.la ; mu*
julgam is que o govrno tem rigoroso dever
de-evitar que ae rara li quem abusos seme-
llianles, com escndalo dos nachnaes e
mofa do*exlrang deve otar que a qoiid.raco in>merecida
qimd aceitas peanas, nu a bonhomia
c.m que tolera que eSsas pessoas se arro-
ga* m tal cjnsider.eio ? u-f desviado dos
sen! augustos pup.llos as pessoas ma res-
peilaven. O que diro de nos os extran-
gairosque, tendo conb cid a Europa o
sur. Paelo Barbosa, o virem no Rio de
J wieiro fazendo a funcces de um dos lo
gares mais distinctos que ba na r te? E'-
110* por extremo desagradavel termos de
individuar tactos ou pessoas ; povetU a te-
nacidade do nobre marquer tutor nos obri-
ga a tamaito sacrificio
Anda que a uossa peona se recose com
tudoappresenUrmosain.Ja ontr.. prova do
descuido do i.ofere mar-quez e-n objecto de
lauta ponderacio. Nos iremos tirar ess
prova do que acontecen no baile dado-em
S. Chriatova o -principe-de Joinville. As
damaa, abandonando indiscretamente as
posnje que devino guordar ao pe! de sus-
augustasamas deixarxo estes l"gaies vi-
sioa para tomaiem nuiles assento pessoas n
quem nao competido e passeando na sa
Li pelo braco dos nffijiaes franeezes con
servara-se repelidas vezes com as costas
vottadas com a maior indecencia para o
imperante e suas augustas irmias ao mes-
mo lempo que o nobre marque enlr li-
doem conversar ero outra sala, nada cui-
dava no que accontecia era torno dos seus
[. augutlos luK-llados.
I' das is etiquetas todas as formalida-
des, lod>s as considerac(Vs emfm fora
nesta noite postergadas a t I ponto que-as
princ zas do Brasil dancara com o aju-
iantesdecirurgia da au france/a e (o que
maisj com p escrivao das ca albaric s e
com outros individuos de igual gradnacio!
Mas como havia de jvlgir ist>> illicito quem
julgou que Ihe era permitlido Iluminar o.
paco imperial e dar n'elle um baile c -m '
ae estivesse em caaa propris em appbus
sos annos de um seu filbo ? !
Si d'estas consideraces de mai r impor-
tancia pollica deseemos ;'n da rconomia do-
w<"*t'ca i.lo vemos que n'esae^ririo te-
'" sido mais /elosa a a l--'*.'na.rq.aez tutor. Nao nos f iremos cu-
JG'1 de tratarmos da quantia riorhilanle por
|M*ese pigari as- coolie. .iuds deJU>-
dres n snpposicagade serem.de prata
mis>ick as guarme-s e arreio* que um
luccesso nnistrou sefem de casquinba R-
ta materia ja foi traja da com verdade por
oulro periuiJieo da corte ; referiremos pi-
rem outros factos que nao sao de pequen
importancia.
Diz -e n'S coritas dadas pelo n<>bre
marquez assembli geral que se fa ra de grande gal. ti.d s os criados ; entre
tinto sabe-se que muilos 'l'esses criados a
inda eslo por fardar e que o firdameoto
que appareceu no lia a de de/.embi'o <>m
<|ifn ua mrgestade o senlior D. P.-dro I ti-
nha mandado preparar para o servipo de
sua augusta filba a rairilia de t'ortugal.
Diz se que se fez grande remonta as cava-
Iharices, importando em imis de cinco
conloa de res ; mas apparece ao mesmo
lempo a despean dequisi dous coutos de
reis cpm parelbas p-ra mudas na jornada
que a familia imperial fez Santa Cruz.
Diz se que se gaalara mais de duzenios
m I res com a picaiia quando e l paten-
te a todos que nao In um picadeiro que
nada se tero gastado com arreios, e que
sua mageslade imperial rarissimas vege*
monta por nao ter ca vallo para ^p ender
e para dar <** s"l,s passeios. D-z-se qie
com a lavagem de roupa se gaslou perlo de
lium corito re reis e com sabio quasi qua-
troceutos mil reis sem todava se mostrar
como que cxilra pcatica geralmenle
seguida, se pag urna d'estas despesas se-
paradamente da outra Diz se emfim qi|a
com os c'iiicerlos das seges se ennsumiran
pira cima de nove coulos e, duzenlos mil
reis; ora, baverjo pa casa nperial s
mente nove seges se.oe se que os con-
certos mandados,fazer pelo Ilustre marque?
importa ru quasi no dobro do valor das se-
ges ; quindo novas e be.m consli uidas !..
Parece nos, e tolos conco co que si esta ^espesa nao excede a er-
dade, e.\cde.com ludo muilo c eiiulid -
de.
Nao a| r mentaremos 0 com observacS-s algumas ceica di quanliu
de novecentos mil res despendid >s com
eomapra de roupa ,de me/a s-jm se di/e'
que fim tiyeri a que no anuo ontecilenlp
te bavja comprado nem qwfqt das gran-
des despesas ftot'i o rr. os reparus o jar-
dim *o:H(pii'di(e4o (j,i oasa (JeiK'm'nada do
Vloiribo que serve de residencia ao mor-
d-moda casa impeiiil; i sperancados d<
que o nobre m.arquz reoniib-cei em nos< i
silencio a pure/.a dos no>sos senlimen'ns .
que .como por mais <|e urna v / leipos de
clarado j se dirigepi ao bem ila imp*J'ial
familia com o qu menle I-gado o bem d ni cao brasileira.
ayiso OS JUVBGANTES.
Bai.\i> desiubetlo po golfo do Mxico,
Em julho de j 837 indo a fragata de
gueri.i ingii/.i Marlugascar de Vera-cruz
para a J imiica varou sobre um baixo des-
conlieciilo ua sonda de Gampecbe e ao O.
do baixo Sisal. Saino a embanaco temi
(aneado ao mar parle de sua ailberia e
perdido a ancora e amarra de ferro. 0<
- fficiaes reconbecero o baixo, e resoltou
sor.um rcife de ped'.a cuja menor agua
era de i(jp< ingieres, ea sua exlenso de
urna milha e tres qn ros na direcco N.^
ao SSO. ftilnaia o seu meio em ai0..
a.V,. o" Uiitu.le V 8} 7,, 38"aoO.
de Cadix Dutidnu se multo da existen
<:ia do jaixo e se nltribuio a equivocacao
com o brixo do Si-al. Porun a consa de
irves soezes.do,acoi'lecimenlo da fragata Ma-
dagascar passou por cima em certa occa-
-iao de mar cavado e Kcnu levemenle da
poupn para o mastro de mesena oulro navio
inglez i|e u4 p* do lume d'agua eo ca-
piliodeoa noticia ce-tificando se certa a
existencia do bxo que nao equivocoo
com o de Sisal pois sondando logo varia
vezes, ac.laou 'i 7, M, e i5b'a.as sc-
c. ssivauunle. 01) ervou depois a latilirl. ,
e acbou ser ai0,. Jo,, N. e p. lo chronome-
tro, drterminou a longitude 84',, 10
J8 ,, o.O deCadix.
A dirceviode bidr< grnfM annuncia este
novo perigo os navegantes, ndveriindo
que se allndt situacaoque d;i a fragata ,
p oque esta.esteve varada e tambern por-
qpe 5C"i oificiacs tOC'mln cei^.5 o b>ixo.
l^Diariodo Rio de J )
Correspondoiiia.
S'nra. Red clor-s. Jo p^ssivel '.
que o no-s" Exm. e verdaderamente esti
mvel P-esidente ignore o que sofre o-
Povo d'OImda afilia d'aga. Digo qu-
nao be pojsivel porque sendo digno fi
llio de nossa Provincia e p-rfeilo con he-
cedor de suas necessidades loces descouhe
ci que Olinda faltando Ihe o Rio B-*-
beribe inabitavel pela fa'la d'agoa ; o que
certamente s a grande aflu-ncia de neg
eios pblicos poderiio fazer esqoecer a S-
Rxi. o proroplo reparo de um mal, que
tanto anemia a cilu'Cao desta porcio de
Povo aqu residente 5 pois ninguem igno-
ra de sua s licitarle para ludo e par lodos
'Calvez mesmo que acinlemente se aja de-
sencaminbado e por consequencia nunca
visto, urna Bepresentacio que as pessoas
mais graves >, e Ilustrad-s d'esta Cidade as-
sign>.ro e deregiro a seu Il^usire ante-
e-ssor poneos dias antes da cheghda de
S. Kxa. ; em que se pedia o prc.mplo repa-
ro do arrombo no Rio Riberibe ; para o
qual mandando proceder ao orcamenio
nunca o Sr. Engenbeiro da Provincia acer-
tara com o cnminbo .
O Povo pois S-Mihores Redactores ,
padesse e padesse extremamente. Ho|e
s a Ponte do Rozan- lagrimja e ape-
nas c m perda de. huma niiiili inteira .
p le um preto cbler ali um caneca'd'agoa,
seiodavii, em logar d'ella nio traz para
caza a calncrqu brada. Entretanto be es-
ta a nica agoa p'olavel de que se pode aqu
I zer n/o ; e que a ningueo abranje ; por
que asdem-ds nasceutes ,-ou sao inteira-
mente salubras ou se mais alguma apro-
veitavel esl bbsoliitamente secca pela for-
ca do vero. A eidade em fim pobrissi
mi d'agoi, e os diHeicnlcs ensai s sem
Irocla, das fonles artesianas b^m o de-
mon>lro. A agoa que se nos vende as
canoas, be a piopna poste ;-por que s
com a enx'iile d-a mares sebem as canoas
lelo arrumbo e com ellas a mes 111 agoa
-ilgida', que dt- invo'ta com a doce a b>l
it'ifrcv os^irclos d'-niio das canoas ; e h* n'
sie es'ado que n>< a compramos e be-
! fros sior saub'.-i e iinrnn ida ou
avernos Malar a <-le / O Povo do Reci
f?, b,.!ip be venia le agoa de 'canoas
mas urna grande pule d'essa agoa be do
Monlejro lomada oje li 1 pim-nle que
cnliuma comparapio tem com esia (iue in-
lelizmente Z illbs verdadc-ramenle pcs.i
ma. >e pois S Exc- naoolhir p .r islo
no e-lado em qm; vivemos nn Ibor he a
birilonar senielt.ante rnoradia ; e muiios
ceilaneetile o teriio f-ito se ouvesse hbun
d-ncia le recufsos He urna queslioem-
pre ventilada le cada vez que se arromba o
Rio se este leve Picar eberlo 011 se de
ve correr as b'ceis do Varadeuro ; ro>
ouiras tantas v./.es se decedido que t
por este ultim logar deve ter o rio a su-
d i receso e que s por aqu deve tile ser
ii.canado alguno dii. As raz' s sao de so-
bra e o sei como aihda isto oflereca a
Oienor duvida. O Rio desaguando no va-
radouro naos) ab-slesse a Cidade d'a-
roa como torna o porto do varadouro na-
ve* vel e um meio facilimo. para as ca-
noas e lanxas de Embarcac5js fa/.errm a-
guid i* alem de que esl decedido que os
v'eg.lae do rio segundo as esperienci s
doSr. Dotitor Ca valho, abso-vem loda a
sua iinpuresa e prova se islo com aperfei
tissima conservaci das aguadas das Em-
barcacSes as mis longiqu s viagen : cir-
cunstancia esta que alem re oulras esperi-
enrias depj-w de subej- contra a opini-
io dos qne asseguiio nio sei com qife an-
ctorid^de, qneas agoxs d'Olinda-o cor-
rompidas pa estagnacao qu indo se v O
ftirieso e-golauenlo do varxlonro alem
le una imeneidade de outros canos qne
nao menos o promovem ; e lano assim que
o Ri runca arrombiria se a prfida am
lucio de qualro individuos de proposito
o nio arromlnsse Porem, lembra inda
o .ipioveitimentM dos terreno*. Mas esl-
aproveilamenlo H) pode ser completo, en
caando o Re pela Cidade; por que he o
maior dos absurdos inleiilar se que o ar-
rofl.bo pode-ub-l luir o enlentado encana
m>no entrando como entra sqrna salg*
da r (bp.-it.ndo se esl-< nos lus-ares bnv<
ouli'ora cecupados pila egoa dice, sem
que a salgada se renov ali em todss as tl-
; e que alm deja mais se podereoo*-
proveitar estes terrenos o cqnftrio he
susceptivel o desenvolviment -de jBaasaoaa
muilo mais perigosas. Eu ni *e naesmo
SJnrs. Redactores, como se podor sem
grande deapeza ( estando o Rio arrumbado)
l'azer-Se esse deposito d'ag ia na pjs&ageru
(ira a incan ir para os chafarises progeclfl-
dos noRecife; pois que s tapado o-ar-
rombo pode a agoa estar prxima o lugar
desse deposito. Encane-se o Rio 5 sin el-
le deve ser encanado por Olanla quan-
do o estado de tironeas o permiltir 1, mas
emquntona vinga5 os meios,. tape-se
quanto antes oanomli: porque se espe-
ra-s pelaWverno, elle se tornar ro*is
estenco e por consequ*ncia muilo mais
despendi se 2* 8Ua reedifticaca. Atienda
S. Exc. asnossas necessidades ,, o Po*o
de Ol oda por mais um titulo se ufanar
de o possuir, assim como eu Snra. Reda-
ctores me ufano em ser seu muilo venera-
dure seo.
O Qiindepse.
__ O nosso Correspondente que alias
faz do Exm. .>/. Presidente una idea ade-
quadaaoseu reconhecido mrito, de certo
nio implorara do mesmo E\a>. Sr. provi-
dencias sobre o.arrombo, se soubwsse ,
ter elle j ordenado Cmara d'OSnda ,
;i quem compele cuidasse quanto anlea. do
seu reparo. Os RjR.
LOTERA DO LaVRAME^TQ. .
Attendendo a Meta da lrmandade d
Nossa Senhora do Livramento a proxi-
midade da Festa e aos muilos Das Sintus
(|ue temo presente mez, e Dias d,* Fes'a
do de Janeiro resolveu maicar o di a 4 de
Fevereiro prximo fuluro para ter im pre-
ter velmente principio O andamento duS fO-
das da 1' Parle da 3' l.oteiia concedida a
favor das obras da sua Igreja asseVeran-
do ao respeitavel Publico que se anles do
referido da se concluir a venda do reslo
dos Rilhetes o sobredilo an'da.mento das
rodas ser tambern t leiluado eom muita
inlecipacao ao preciudo da 4-
Avisos Diversos.
_ .0 abixo assignado por esclarecer
duvidas. que algum dos Srs. Credores da
5>ciedade Silya Lisboa ti C, possa anda
conservar^ declara, que elle Aniiniiciante
nao be mais obrigado pelas dividas d'a^SB-
cedade extincla em consequencia da cs-
sio que os socios fizeta do.activo da mes-
ma Soc edade com sciencia e consent-
menlo da maioria dos Credores, cuja'ces*
sao foijulgada por sentonc e Iransitou fm
|u!gado, e assim obrigou aquelles fl
nao nnuira expressaroenle ou nio se
oppuzera nos termo-'legaes : (1 can do os
mesmos Srs. nVintelligencia que pela ces-
so se aclt exlinelas asobrigaces cn-
traludas pelo Anunciante, e esle irres-
1 11 '' -
ponsavel por ellas.
Verissimo Antonio di Cruz Soares.
no
, Quena precisar de hum bomem par
administrador de algum engenbo, equis
tambero pode ertsinar as prime ira a ltis a
alguns pequenos, o i^ual nao faz ajuste al-
gum se nao dep os de empregado vis*
t-. do seu compoilamenlo e se i vicos : U0*111
delle piecisar annuncie, e itess occsilo
dar ci-nheciroenlo de si.
___ Precisa-se alugar hum piano pof
lempo de dois meses: qnem o tivr" e
quiser alugar dirija-se a ra do CoUeglo
no piimeiro apdar do Sobrado O 9 ds
paite do poente.
.- Piecsa-se de urna ama que aiba ea-
sinar um n^leque a cosinha'r engrofaY.-
prefere se 'prela e q' d fiador a sua con-
ducta pois h- para casa de hum homem
olleiro na Pra9 da Indepcncia l
_ No d1 10 do crrante furtare huns
par de brincas de firVjrran hum tanto pe-
quenos ero forma ie cabacinba : a pessoa
1 quem forem oflerrdaol, lera bondad
de os tornar se ju!yr suspeila a pessos
que os vender^ e taser stienle ,B*riM '
Crespo D 8.
*^


-***'
DIARIO
r i
DS p fe R M A M B tC O.
1
Alnga w um andar de ora sobrado,
ou en* ierres,* /ndo o bairro de $
Antonia; quem liter annunrie.
-- Aluga-separa p*.s*ra r**la Por
mais lempo uma boa casa rom i dus os
commodos precisos para urna g'ande fami-
lia pintada de novo e naC-uzde Almas qoem 1m' hignr ,
dirjase ao segundo andar da casa da ra
do Encantamento que de I'* Pr8?*
do commerco.
.- Umaroulher sepropi- a aeran d.:
casa de ora liomem solleiro quera preci-
ntar annuncie. .
-. Precisa a de 00,000 a premio re
dois porcento ao mez dando-se firm.s
acontento ; quem quiscr dar armuncie.
-. O abano assignado faz sciente n res-
peitavel publico que nao aco transac,6 al
puma com uma ordemd.quol:a de 5J
signada por sua firma por se e,Uf em
juste de c oidein. Francisco Martina C'ielho.
-- S'gunda le 17 do correte pr>nte
o Juico do Citel da ra das Cnzes te ba-
da arrematar em baila publ-ci a quem mus
der pelas 3 horaa darte urna twla Ma '">
principiada rua Direila deelara-se que
ha a ultima praca.
-. Convida se a qualquer eslnngeira de
nsde4o ennos, que goza sude para
servir urna casa a comparecer na rua do
Ouemtdo D. 3.
Aluga-se um sitio na varzea com
boa casa banho atraz da dita e p.slo pa-
ra vaccas, os pretndenos dirija* se a
rita da praia sobrado poi cima de um b*r-
bcirO
.- Ouetti Mtounciou querer comprar sa-
cos e um barriTtasio p-ra asalte de car
rpalo dirija se a rui da praia sobrado
por cima do bubiro.
O abato assignado tu pob ic 1 que
odiaiodacorrenteap*reeeoem sin c
91 O lugir de Bebirb um prelo de noroe
Antonio, oqual diz ser escravo de Jos
Pereira Tole morador* ni Magdil-n* pi
ra oabaisi assignado o cj:nprar e cjroo
nao acia das Meneos do s'b ixo ass.gnadi
comprar o referido preto porisso avisi ao
dito Sl\ p"a o mandar buscar na certeza
de-queoannunriante nao se rraponsibrli
sa porqu^iWr falla ou Tog q ie possa
faser o referido peto. Jjiquim fro
cisco de Alera.
Precisa-se de um Sr. Sacerd te pira
sembrar as mssas do N*t*l e c mlinuin
doadizernos Dominga das Santos,
em um capilla no lugar do Motilei'O S na
TUa do Livraroento botica do S Irancis-
foAntonhdas Cbagis dir q-iem pre
cisa. t B
T)'Seja-se saber se ousle Jos Fran-
cisco E.leves natural da Hha de S. Mi-
i'uel que foi casad. om J nna Francis-
ca da Jezus na Villa do Arady provin-
cia do Cear grande : n > RicHa a Jo,e Ai
fonso VJoreira atraz do Corpo Snto on
era Olioda no varadouro a Jo> Pereira d
Silva Guimaries
O Sr. que por brincideira tirou as
TeTlas a um bote na noite di dia i4 haj
deas entregar no mesmo lugtr, poi9 f^-i
presenciado por pessoa do roe.m') e na >
faiendo pussar pelo desgoato de ver >
seu nome publicado e iguilmenie se u/a-
ia dos meios judici es ; mas jolga ib qn-
sua honra a tal c^isa uj acoi.tvcei j as-
si m e espera.
Postoque pela oposrcao de Jos >e
rancio Pimen a de Caivalho a neroci .
que contra os herdeiros do fallecido Caj.i
to Mor Antonio Jos S .uto e sua mu
Iher encaminbio os Administradores dos
fundos da eilincta onipanhia Geral desla
CidaJa ficisse interrompidoi os preg5 s
para a arreoiatacio da cisa do The ir.,
destt Cidade, comtudo pela sesso qne fez
rssa Senhor de sua oposico se acfia na
vamenle em praca a referida ca*a e sea
arrematad* findo os dias da lei a q.i rila mm der cija arrera.tacio tara luga-
pelj Juiso doCivel da segunda vaTa.
Avisos Martimos

PARA LO\SD.\ segu vi g-m c m
todt bravMlade o bem rmliecido R'gui'
l'uriuguez Jsefi, ljm de f.zer somente or.
preciso* rtpiroa e d.ve itlitr al i5 de
Janeiro : a tratar coran seu Capillo Mano-
el dos Passo Pomes e Oliveira ou na rm
da Cruz D. 5;. t
PAR\ LIVERPOOL, s bira cora teda
bevidade, a superior Galera InglezJ Dif-
ope. Capillo Himiltons; quera quiser
carregar o hir de passagem dirija-se a
Me. Calm nt & Companbia.
FRETV SE para qualquer porto da Eu-
ropa o superior Brig.ie I iglez Maiy ,
de lote de 179 toneladas de segunda vi
agm Cspio L- Gros a tratar com Me
Lalmont & Ompanliia.
PARA O CE ARA', a Sumaca D.'lmira.
Mestre Jos Jaaqtlia Alves; quem na mes-
m* qu ser carregar ou bir de passagem .
'lirija sea A11 nuio J laquitn de Souta R"
b ir- "O ao lila M stre a bordo.
FRBTA-SK o superior Bague Ingle?
Vr tli.ua dr.: |..te de 2 ,neird O pretender dirija se a Me Calmant.
C o ii p las
- (Joac.ba (animal ), que d bal
tinte Mie euue esl ji peiida de p-juco
tempo : nesla Typog afit.
Vendas
vy Folhinhas de porta de
algibeira ede Padre, para o
anno de i83q pelos precos de
seis vinlens as de porta doze
as de algibeira e pataca as de
almanak completo e de l*a
dre ; lotlas iinpressas tiesta Ty-
pografii, em bom papel e ptimos
Typos; e liem conhecidas pela
gosto dilas aJtis estreitfs pents d tar-
taruga pira mirra fas estojos de duas n<-
vallias, etisourinhas para unh*studo fino
e ImVjez pentes finos de maifim para tirr
piolhos, esc.uvhs para dentes cixinhas
de ogo de lotera chamado vispora paa
deverimentodafesta, tinta deescreveren
carnada dita pret., calungas de varios ta
man boa muitos jocosos e proprios para pre-
zepios, bol5-s de vidro de varias qu.lida-
des para coleles as verdadeiras pulas da
familia em fra-cos de 100 e de 5o, e bi
chas superiores todo muito barat t na
praca da Independencia n. JJ, ru
dos Qmrieis D 3.
IJotins d- Lisboa m>ios ditos ai-
llos a botinadns ditos de orelba de bom
becerro ditos de tordavlo de urna sola ,
dilos de marroqoirn francezes pra hornera,
Iv.lins pira menino* sipatos de marro-
quim i.ara Se-ihor a 6'p an par ditos de
rturadNi preto e de cores ditos de marro
quim e de duraque francezes sap'tinbos
pan meninos de a a 9 annoi ludo por pre-
ro r>mm>d.> no atierro da Bja vista luja
D-Q ., .
-*. nhomravBllode estribara novo,
com Dios os a-.d-res P"SO de um
ar.n : na nuina da pr< Livra-
menlo I jado Burgos.
Preauntos Ingle^s para fiambre di
tos portogiiezes t ciixis com charutns da
B.hia amixas, barricas de bolitlMta -
/.ias lado por pre*;ocommodo : na tua no-
ta D i
-. Capim de planta em arroba e tiraa-
rinosemalqueira : na estrada do Rosario
venda denominada'Malarin.
Uma farda para G N. anda sem
ser servida : na rua da Guian 10.
Supeiior salsa parrilba muito no-
va e ebegada prximamente : em ca*ade
Manoel Francisco Pontea.
Um sitio com baisi p*ra se plmtar
cipim roca no terreno das casa* do mes
rao silio tendo o mesmo alera de 3 casas ,
1 ,., A* J^i.ln < rprlio-l/lac um estribara qu admite hgadamente
certeza do calculo, e recltg.das iftM .. Joldill muiio b^m feita,
pela priineira pessoa que em Per-
nambuco fez 1'olUinhas: as d al-
gi!>eira alem das noticias do cos-
ta me coutem orna tabella chronoto-
rira dos principacs fastos de-la
Piovincia m ensaio Topogra-
(i.'.) da mesma segundo a divi-
san das novas Comarcas e 11 m
Almanak abreviado : na praca
da Independencia loja de livnSs
n 37 e 3$ rua do C'abug luja
lo Sr fiiftieira no Uecife rua
la Cadeia loja do Sr. Quaresma,
i6cavallos, sendo a dita muilo b-m feita ,
adverte se qua o sitio he foreiro aos he|-
d-ros diquele lugar : a tratar com Lio
Francisco S>nto* de Siqueira em sua
casa na ponte velha ou cm seu sitio no
Vionteiro.
um grande diamante : na rua do Queima-
do di TfP0Sr*fia Fidedigna se dii.
Esc ra v os F i (I os
- Mnoel de nrto angola .fugio em 7
de Oulubro de 188 de estatura alia, cor
lull.a, vspaudo ecorpoTenlo, pouc bar-
ba, peni im fi ias representa 4>e tantos
annos de idade, foi comprad em 1B.6 no
ligar dos Mocos Agostinho d Freitas
Nunes com uma pteta de ponjj|lfaiia
sua mulber a qual be mora ; ^0mrr a
roupa que levuu um cobertor de algodo
en(ras.- la cujo numero se ignora. Paulo de na-
ci congo estatura baixa, cor preta, pou-
ca buba com uma ferida em uma das ca nelas das perna-, representa ler 3o anuos,
fugio em 7 de Oatubro de i'H. Gons-i--
lu de naco angola otBcial de serrador,
fogio em das de Agosto de 18 {6 com os>
uanaes segoinles : altura regular olho
vermelhos. poura baiba, e com uma
mircii de un fi>lula que leve em um do*
lados do rosto e he quebrado de uma das
venidas. Nico'u de naci angola fu-
gio em dias de Selemhro de 1 8J7 altura
ordinaria cara redonda b*. bido per-
n finas ecoraalgum-s rutiladas na ca-
b v4 1 e ei" 1|fna d*t orelhas : quem o pe-
gni- leve a Antonio Germano Regoeita fin-
io de Souza proprielano do engenh Ro-
zario ireguezia de SeiinliHem ou a Ma-
noel de Azevedo Maia no atierro da Bja
vista D. 19, que dcem mil rs de grali-
ficacio por cada um.
-- No dia 14 do correte fugio um mo-
I que de afio mucaiubique de noraa
Domingos cheio do corpj cara redon-
da preto ictiuto levou reitidu cUa da
riscado e camisa de dito quem o" pegar
leve a rua do Collegio na botica de Cypii-
no .uiz da Pai.
No dia i\ do correla desiparecen
um moleque de nome Paulino, de nuci
angola, idade de 1 a annos, levou vest*
do camisa e calss de riscado azul, de bo-
nita figura aereo do corpo o tamauba
proprio da idade. e sup-se que foi dsen-
cdminhado ; qnem o pegar leve a iu* da
i-, 1 *
-- L s e iros smau u u ue
4 r
1
l__
rua da Madre de Dos defronte
d lgr<,j l venda que foi do Re-
zende na Boa vista botica do Sr
Joaqttim Jos Morara defronte
da Matriz e em Olinda na tica
da rua d > Amparo.
Um famoso quarlo balante f rle
I h*m passeiro : na rua do ftgundes De
cm* 1.
-- ptima tinta de escrever : na rua do
Queimado IX 8.
-- E-n muilo bom uzo e por preco c5-
m.ido, oGuard-livro moderno: na iui
do Queimado I) ti.
-- Oiiar-endi apeto lempo de fe*ta .
um iliocn .ufiin'ir- ca^a p*ra p>uca fa-
111I11 im lugar d l> iJi'lli > m dirci> an
Casanga o.n b-nbn perlo bous *.ej ,
c ut d [fieoie-i trv.ire de f uclos e lo
bem irreiid".'-s"-ba som-ntea ra><; na 112a
IoQii itedoO
(Jm sil o na otrada de J.'o de B r
rosonf o .le .10 Miiido Sr Manuel M
les com frei.le p-.r. o r -.cene coiiI-hI"
eom o sitio ila (all *i la I) Joanna 11.* po-
ent- l'in UTia excellenle casa le pedia e
el cora sufi"ienlecommodos para duas f -
nudas ; os prelend ntes duijao se ao pii
meiroandar do p.ifiro sobrado passand.<
a Igreja 'ios Vlarliiios.
Potasa Hussiana de p imeira forte,
em barra pequeos : no earriptoria do Co-
iuikI Menez s rua dj Vigaiio 11. i5
1) eos finos e rendas Iirgas, eeslrei
tas ditas miis ordinarias para ei.feiles de
vestidos ricas fitas de guarnirlo de bom
o oulro de 1 todos de muilo bom gosto ,
ricosje novos : no atierro da Roa vista loj
lo segero defrnnte do sobrado onde mora
o Sr. Dr. Juiz do Crime Peixoto.
Um sitio de coqu-iros com perto de
5oooumais ps. to tos novos, no log>r
lo Ri > doce qu dematc* com o do Sr.
lielem e da Vuva Costa & Filhos : a
tratar com J io F.ancisco Santos de Siquei-
ia na ponte velha-
- Uma casa no lugar di casa forte, sen
do de pedra e cal, e em lugar ptimo para
se por qualquer negocio por ficar d^-
fionle di eslrad que vai para o posso : a
iraHr na p.ule velha com Joo Franc'sco
Santos de Siqueira.
-- Duas moradas de casas terreas urna
sita no atierro dos atingidas, que devide
pda parle do norte com a osa dos herdeiros
do fallecido Jos Francisco Ferreira da Pe-
uha pelo sul cora a casa de Manoel de Je-
sus Prafilas e a oulra na rua de S. There-
si D. 19 t na tua do Collegio D. 3 botica
de Cyp'iano Luiz'da Paz.
-- Uma escrava de naci de idade de q4
a i5 annos, de muilo b>nit figura, e
c zinlia o diario de urna casa : na rua Di-
i-ila pass ndo a vend do finado Jos da
Peuha no solalo D. lo.
-- Duas tbcravds de naci, uma de %0
unios, bo> eng immad. ira c zuibeira ,
h l.vadeiri* ; e a otltfa de -j5 auno com a*
m -mas li. i annos ; t um pelo de honia figura ,
de 20 ariaos opii.m para todo o seivico.
^ npi m.ciini'i o : no pateo de S Pedro
sobrado d>-um andir D 8.
]) os molrqu'-s de incao toanda de
idadeNde 1 1 anima de lindas figuras e
lima escrava perfeilissima coeinheira e
l>vadeira e 11 na ni >l c de fi annos, co
zinba solrivelmenle se vendera por pre
eisio: passmdo a l^reja dos Miiliros no
prim i o andar du prr.nftro sobrado.
Uro rtlogio dr s- o mostrador de pr.la, e pon ten os deoiro ,
um nefo moderno ora l\ o:ta^as e 1 di-
1-- Isaazalla casa de Manoel Francisco Ponte
u""r o .__;. j. c:t.,. 1.,
aonde mora o seu Sr Antonio da Silva J-
nior.
No dia 9 do corronte fugio de Olinda
um moleque ci ionio de nome Anastacio ,
de idide de 16 annos lem no rosto uma
marca, que parece laido na face diieila
..Iuio do olho levou vestido camisa do
dlgodiozinho remendada as costas e cal
sa debrim ja velha e suja ; quem o pegar
leve a povoacc dos affogados na rua do>
motocolomb a Jos Fraoc^co de Paita ,
no Kecife rui do Queimado D. 8 a Manoel
PereiradeS, em Ond raa di cadeia
Jos de Paiva Jnior que ser recompen-
sado.
- F.'gio no ultimo d" Dezembro do an-
uo p p. uma negra da cosa }a id.-sa de
nome Calharina, alta um tanto fulla, que-
brada de ambas as verilhas quaudo anda
det ve a iua do Arago D. J7 quesera grati-
ficada generosamente.
3Iov iiiMiito do Porto
NAVIOS ENTRADOS NO DIA i4
LIVERPOOL v 5> dias, Brigua Ingl-
M.lcuhu de -aS Tonel M. James Mal-
coln, caig* carvio de pedia: a Crablre o
Companbia-
S HIDOS NO MESMO DIA.
TRIESTRE; Patacho Hmburguei For-
tuna, M. P. Perteison, carga assucar.
03SERVAgOENS

Fez se de relia do lamerio a Brc* Ameri-
cana R-j-k que bata fuududo no da
la.
um neiao woueino om i\ inmn c 1
aminle e um rico a'rfineta moderno comjPsiin. ha Ti, di m .e. la-Wf
- :


Full Text
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