Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03667


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Full Text
NNO DE i838. SABBaDO
CAMBIOS.
Dexembro
Londres 19 s. St. por ijooo ced.
Lisboa 90 por 100 premio, por metal.
Franca'3? > a 33o Rs. por franco.
Rio de Janeiro o par.
Moedas de 6'too if j o as velhas novas
" 4j$fooo Sj/ona a ofion
Pasos Columnario* itv5io a ifu"3o
Diitos Mochuos figo a i^boo
)pauc5es Btasibsiros ijjfftoo a i|jf6io
Premios das Letras, pjr iucz 1 a i|4 por
Cobr ao par
100.
PARTIDAS OOSCORREIOSTERRESTES
Ci/lade da Paraiba e villas de sua pretencSo ....
Cdade do Rio Van le do Norte, e viWas dem Se.'uttdas Settas feiras.
C dad da ForUleza e villas Idin....... ;'
Villa de (oianna............
Cidade de linda........."...
Villa de Sanio Anto...........
Dita deGaranbuns e P vohc'o do Roniio.....
Ditts do Cabo Serinhaem," Ki Kormoso, e Porto Calvo
Cidade das Al.-igoas, e Villa de Macei......
Villa de Pajau' de Flores..........
Todos os correios partera ao rneio dia.
Todos os dias.
<>ui.ilas lairas.
Das 10, e ?4 de cada raez.
e -iilintodiJo.
Ide-n 1 t,
Mein dem.
dem 13, ditto.lilta
Subscreve se para esta folha a mil reis mnsaes pagos adf-
antadus nesta Typografia, ra das Cruzes 3, .e da PrSCl
da Independencia I). 67 e 8, onde se receben correspoo>
deliciis legalizadas e annuncios: infrmelo-se estes giatis
sendo dos prop ios assignantes, e vindos assigndos.
Di AS DA SEMANA.
10 Segunda S. Melquades. And. do Juiz do criine de larde e sesso da Thes. P-
11 Ve, cu 6. Dniiso P. KelafKo demanda aud. do J dos Urf. de tarde.
III yuHiti S Justino i. Shssmo da Tliesouraria Provincial.
i5 (,) lints. S l.uza V M KelacSo de maiili. audiencia do .1. dos orfns de larde.
.1 Sexta 8. Auffeit) A SessSo daTbez Publica, e and d Juiz do Civel de taid.
i"> Sa'bbado S Euzebio II. II. ReineodejMtlht eaud.doV. I, eni linda.
10 Domingo 3 Mar clieia para odia i5de Dezciubro.
As 3 horas 1 minutos da roanhS As hora 6 minutos da tarde.
-.....- r1
dUS
PARTE OFFIGIAL.
PERNAMBUCO
TIIEZOURARIA DA PROVINCIA.
Espediente do dia 11 de Dez mino de
1838.
Officio 'Ao Commandanle das Armas,
pedindo esclarecimientos a dnvida pe-
tentada pelo Ofhcial Eucarregado di Con-
tabilidade Militar 11a represanUch6 que b
coropanlinu c. brindo a Folha dos Instru-
ctores da Guarda Nacional do Municipio
de Goianna.
Dilo Ao mesmo coro o requrtnehto
de Francisca Antooio para mandar o*ga-
iiis-ir o pret dos vencimentos que Ihe aio
duvidos, a fim de ser dellet pagos.
PorUria _. Ao The9ou>-e!ro dos Orde-
nados mandando pagar D. Maiia Se*
b-stianna de L relo Mello viuva do Te-
nenie Coronel reformado Pedro Velho
Brrelo a quautia de 12,000 reis metad
du sida que o raesmo vencea do i. a a
de Selernbro prximo passado, dia ante-
cedenle ao do seu falecimenlo.
pessima; Joao Baptista Gomes ,
branco e Joaquina do Pjssos pelo ,
pt-lo Sub-Prefeito da Fregu sia ds Santo
Diversas lleparticoens.
MEZA DO CONSULADO.
A Pauta be a mesma do num.
ARSENAL DE MARLNHA.
-.71.
Tendo de comprar-se pao pequea
quautidade de tijollos de alvenaria pora a
obra do caes da nbera ; o Inspector do
Pela Inspeccio Gi>ral das Ob'as Pub!i-
cis convida-se aos O.hcias d* Carpira que
se quiserem emp'egar RM mismas b-as a
appreseiiiarem-se ao lnsp"Ctur C**ral dellas
ra respectiva Reparlico, para tratirem do
ajuste.
liispecc-.i das Obras Publicas \'\ de De-
setnbro dei85'.
Moraes Ancora.
O Officiaes de Girpina qm se quise-
rem empregar as ob as dos Quaileis e
fortificacio apresent*m-8e ao Inspector
Geal das Obras Publicas na respectiva
Repartiylo ou ao Sur. Teen e J.iaquim
Jos de Faria Neves para tratarem do
ajuste.
InspiTcu") (I -8 Obras Publicas if de De-
zembro de 1838.
Moraes Ancora.
PRFEITRA.
Parte do dia i3 de Desembro de i838.
Illm. e Exm. Snr. Ferio presos hon-
tem a .ninba ordi-tn e livero o compe-
tente destino : Francisco-Marcd pardo,
pili |. putrullla do districto de F<>ia dn
Portas, por sor desertor do 4 Gorpo de
Aitilberia ; Jos Vicente, banco Jos
preto escravo de Thomz Din Souto ,
|>elo Sub Prt-feito da Freguesia de Santo
Antonio este por estar em disoidim e
uquelle p r ler vendido a preti M >ria ,
scrava de J is* Tlfodoro a quil li ap-
prebendida ; Jo 5 BaptsU de Mello par-
do p-li 1. patrultva do distticto d is 5
Ponas por estar espancindo a suh mulber
na ra coro escndalo d Tiainbanca ; Ber-
nardino de S-na pr. to pilo Sub l're-
. ilo i 1 Boa vala, por f'quista di-sorjp.Joie Cicilio C.-uneiro
ileiro e ilest bediCnle ; Domingos Perei-
ra b'anco pelo CoinmiSari o de Polica
Antonio, este por t^r sido encontrado em
urna cisa de snspeita e aquelle por l^r in
soltado a oulrem 5 Benedicta timbem
p'eta escrava de Antonio Bizilio Mnga
lli.iens pela i pat'ulha do districto das
5 Ponas por ter sido encontrado dentro
de urna canoa de condusir agoa j e Anto-
nio M inoi'l tatnbein preto eacravo de
Joaquina Pereira Bastos pelo Sub Piefei-
to da Fieguesia da Boa-vUla p.rser de-
zoi d.-iro e de m conducta.
D^os Gdirde a V E\c. PrefeitUra da
Comarci do Recife 14 de D ztmbro de
i838 &c.
ANNNCIO.
Pel./Seoretaria da Prtfeitufa d'esta Co
maica do Recife se avisa ao Sur. Do-
miugus Joso morador un \ illa de Suu-
za e que actualmente se ocha n esta Pra-
ca que bontem a noite foi preso no logar
do Poito da Canoas o prrlo Jo-iquim, quo
diz ser escravo de sru genro Joaqu.m Mo
ici a, morador em Canris Novos.
Kecife i3 de Desembro de 1838.
Francisco de Birros Falca Ctvalcante
de Albuquerque, Sectrtorio da Piefei-
turi.
RelUcSo d s pes^on qu cceilarao Bi-
Ibetel C^mnot s e P latea em bi;-
lufnio (lis viuvas dos Militares Per-
natnbueauos qoe perereio na entrada
da Cidade da B saus importancias.
Antonio Mara F< dio 1 Camarote 4-1000
1,20*0
I, iio
1,000
1,000
1,000
t 000
1,00
1^000
1,000
1,000
1,000
1,00o
1.000
1,'00
1,000
1 .i.ooi
I ,ood
1,000
l,Otf
1,000
D.t.
Arsenal de Marinba convida pelo presente f|a ra da Alegrii por ronl'.avenca das
^ a todas as pessoas, que tal genero queirao Posturas di Camaia Municipal; iMilheos
Vender, c>mpareco nesla Inspecco em
qualquer dia til das nove as duas horas
da larde, pjra tratarem do ajuste.
Iusptcco do Arsenal de Marinba de
Pcmambuco i3 de D-zPmb.
rinb
rod i838.
go Barros Piesideiita
Francisco Antonio de S
luto da Comarca.
da Provincia.
Brrelo Pie-
Francisco d'Assic Cabial e Teive
Iuspector.
OBRAS PUBLICAS.
f
Hojfi 15 e nos das i 7 e 1 8 do correnle
mezii a praca para ser arrematada a ree-
dificacio di ponte sobre o lio Tracuuhaem
na estrada de Goianna, avJiada em reis
:525,34o. Os Licitantes devem compe-
tentemente habilitados de Fiddores idneos
Comparecer nos refeiidos das ao meio
da, a dar os st-us Luces na Repaitico
das Obras Publicis aonde est patente o
lespectivo orcamenlo para ser examinado j Secretaria con.st 1 que foio presos bontem
pelos Perteudentes em qUalquer dia til as a minba ordem, e livero o competente
boras do expediente. destino: branlo Joaqulm Horges bran-
iuspeco das Obras Publicas i4deDe-|Co, pelo Commissario de Polica do 4
i2mb,odei8Jb\
preto escravo deiNuno Mina de SdlXIS,
|ieli 1. p.t-ilha dj districto do Mangl-
nho p >r estar fnpido ; e S venn Pe-
reira da Silva pardo pelo Sub Piffeito
de Vlunb'^ca por Ihe ler sido ..pon hen
didn um cavullu furtado.
E' o <|U" teiilu de parlecipar a V. Exc.
segundo as Pa:tes boje ncibidas nesta
Secrelaria.
Dos (Jarde a V. Exc. Prefeiluia da
Comarci do Berilo i3 de Desembro de
1838. Illm. e Exm. Sr. Francisco do Be-
.<
><
.
Paite do dia 1 \
Moliteiro
Jos Bento da Co.sta 1
M 'fiot-Lle Birrus AccinL l
Bento lose da Silva Gui-
m- laens I
D-utor Manoel Mendes
da l'unha A/evedi
Antonio Joaqujm de Oli-
vira B.idneu) 1 '
.1 >-.j 11 ni Alfonso Fern ira J *'
Jos Pires Ferreira 1 i;
Joo Manoel M ndes da
Cui.ba Azevcdo 1
FraiiciCo X.vier da Silva
Mendoiica 1
Antonio X Franeisco Gomes de Car-
vclho 1 "
O F.xm. Commundinle das
Aunas 6 Bilbetes dfl Plateia
<(
1 <
11
Bloracs A neo;i.
Antonio (jomes Lia! 4 dilo
A. J. P. um dilo
Illnv e Exm. Snr. Prtecpo a V. Jos Velloso Sen res um dilo
Exc- quedas partes boje recebidas rusta Xiauoel Cordt iro Simuous um
Domieg s So. iano Cordeiiu Simo-
pus um do
Antonio Leita Pita um
Jos Li ite Pita um
Florencio Jos Carneiro Munteiro
um dio
districto da Fregesia do Recif-, porquei-
j as de leu Patrio de ser elle de conducta 1
lamben! J > se Francisco da Silva'un
Jos Antonio da Cunba um
Jase loaquim Pereira Jnior um
J'aquim Ferreira B.musum
Nl.nioel (iinc.lvs \ iauna um
J aquin G mes de Siqu. ira um
Manoel R bairo da Fonceca um
Manoel Joaquim da Cunba um
Jo-quiin Joie Pereira um
Epifjiiio Jos Anlu es um
Jos Fernandes de Saeta Anna um
Luiz Pedro de Alcntara um
J.ie Ferreira Teixeira um
Jo 16 B rnardo um
Joso Ferreira de Carvalbo um
Francisco Camello Pessoa um
Jos da Silva Guimari s Jnior ufn
Jos Gabriel daSilva Loureiro um
Antonio Rodrigues da Crfz 11 m '
Jos Marinho Pereira dubSantos um
Francisco Jwuiiiim B beiro de Bu-
lo 11 m
Braulio Rodrig es S-ixm'um
Antonio Biptistu B.Miico um
Hypolilo Cassiano de Vasc.ncelloj
Albuqu-rque M. Francisco Joaquim de Oiin-ira um
Antonio Luiz de Fieitas um
Joo Eugenio dos .Santos um
Jort l'eliopedi Cuai* um
Joao Fumo dos Saotos um
Inlonio do R-g DautasjUin
Jase remudes (In Cruz um
Bento Gomes Pereira Um
Jernimo Cez^r de Mello um
Jos J >. ]'ini d Abreo um
Vlanoel Antonia de Souza um
J ,o B ptista Raimundo um
J se Joaquim Ferreira dd Carva-
lbo un
Francisco Jote Vianna um
Joaquim Jase Vieia um
11 iculduo Antonio Jo e Marro*
qmm, um
I ,s Fidnci.cj Branda e Castro um i|ooo
Francisco NvijijesCorrea um i'oao
Antonio Fereir |da Auiiuncia-
c um
Luiz d Cosa Porto Carreiro um
Garlos Muniz de Auneida um
Sebasiia Lop,-s Guisnsratiif um
Lio. 6 de Suiuetia Campello um
' iVJauoel Fernandes da Cruz um
t.J-iiidin Bertitol um
Manuel Luiz da Fonle uin
Wilollio Ij jiK'alves Lages un
Joo Placido da Silva um
mi dos Mai tires Bu basa um
Aniouio Joaquim Pauasca um
J-j .(juim Jos da Rocha Pereira um
J. se Gouvalves Feneiia Bosa um
i.u. francisco Xivier um
.vlanocl Caldoso Aires um
Jo. o Bob.-i to da Silva um
Mauotl Feliciano Gomes um
rruucisco Jo-quim MacbrtUo um
UuSBIUvS S01 iano da Silva uiu
Jo..(|Uim HsMea da Cuuha ntt-
Vi llO um
tvarist Mcniles da Cuaba Aze-
vedo n in
M A.M. f\ um
10.000
8 4o..
7.080
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6,000
4,000
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1,000
1,008


\*vr **.
DIARIO
D PKR A M BU O O
mm
S55
I ,000
} ose de Darros Concia Selle um i ,000
Alexajidre ''vares de Mtllo un 1,000
3oio Cavalcante de Albuqueique
um
Dtnbeiro lmeltido pelo Im-
prrsaiio piodulo de Bilheles
vendidos na casinlia ia? auc
-^.....--
32i,oo
Soma iresentos e vale e uai mil e seis
ceios res cuja qu uilia se remella nes
la dala ao Etna. Commuidante d para Ibe dar o competente destino.
Recite 12 de ezembro'de |8j8.
O Prttilo.
Francisco Antonio de S liarrtlo.
BRIT1SH CONSULA'I E.
The subscriben to tbe B.ilUli Proles-
tuul Churcli Estabshmeiil al Permmbu
cov, and liio.e Residents wiio are dcsuons
lo become subieribars llierel are uivi-
ted to meet at tbe Chapul in ttie Rm de
Aurora ou Fiiday tbe ai si. iusUnlat oue
oClork in llia aflemoou Iba ih.-y may
select tho Pew bey wish 10 occupy.
Diario de Peniambuco.
Leaos novatnenle folhas do Imperio al
a data de 17 de Novembro pp. ue pcuco
adianta as que, era nosso nunieio 274
promettemos dar.
A Escuna de Guerra Nacional, Pi i
meiro d'Abril, entrada no Rio le Janei-
ro nodia 11 do sopraci!> zidofalhis, e caitas al 17 de Oulubro ,
finque se notticiava a renuncia du Presi-
denle Oribe. Carlas particulares diziad ,
que Eructo anda nio tinba mirado em
Montevideo por estar doente de urna b. lia,
que levara na coxa ; mas que o Inris a a .
oo 3 ; que o novo Governo de Montevideo
te acba animado dos melhores sentimentos
em favor da legalidade do Imperio sejsO
quaes forero os ajustes que entre Fruelo ,
e os rebaldes do Mo Grande se tenba5 fei
lo; que o Brigadeiro Caldeiron acbava-se
i 1 ente de uma grande poica o de Brasiiei-
ros legalistas e que brevemeule entraiia
na Provincia do Rio Grande onde to va
lente oficial, accompanbado de gente lio
aguerrida como a do seu cominHndo ,
mudara a soile da Provincia
Um vaso de guerra Francez tinba regis-
tado a escuna Luiza que conduzia
grande numero das pessoas que accom-
panhava a Oribe, e Ibe tinba lomado to-
do o armamento que era em gr<>nde quan
tidade e o mandara entregar ao goveruo
da Repblica.
De Paysand nada se sabia ern Monte vi -
d mas presuma se que quelus do-
ras jae tena rendido s forcos Ue Fiuclo.
De Buenos-Aires nada se falla va.
Na Corte nada bavia de notavel salvo
asublevaco, e fuga de 100 escravoa de
uma fazenda do Paty do Atieres (crino
de Vassooias, e podendo ser esta fuga
prejudicial por baveiem naquelUs imrae-
iiiaces muilas Lucalas e umita esccva-
lura ,o Goveino julg.ua dever mandar,
carao mandou um foite piquete depeima-
nentes fim de capturados.
' !
RIO DE JANEIRO.
Reflexoes sobre os ltimos acn tc minios
da Repblica Oriental do U.aguay
As noticia* ltimamente vi/idas desta
repblica do Rivera vielonoso, e suas loi-
cas da pusse da capital, que 101 a 'bnijj-
nada os vencedores porprib que se re-
tirara a Buei.0* Aire ooifedusenioa e t< n
tea dos seus partidistas. De-usoite a ei
dade de Monte Video, li uredo rigoroso as-
sedio, em que eslava, abundo as su-i por-
tal ao sitiantes respira ja tranquilidad e,
segundo dizetn as caitas que dol nece-.
Mas nem por isso a guarra civil seaoba
de todo exmela no territorio da rep-
blica. Pajssand si devenios cier no
r por abi corre esta anda em podi 1 !
oiibislat.
triunfarem da resistencia deste ponto, seos
partidarios de O ibe ronseguirem abi sus-
tentar se por algum lempo, talve veja-
mos em breve forcas argentinas prestan-
do ibes novos socoires, e roais lugo a*
ampanba orientel possuida, em parle ,
pelos prtennos por quanlo be pnjvavcl
que Fiuclo fecunde os planos franceses, e
que Rosas aux lie a Oribe, que nao dei
xara' detentar de desforrar-se das Ierro
tas, que scflYeu, e recuperar a autorida-
de, que. forcado pelas circunstancias, ce-
deo ao seu adver-ario.
De qualquer forma que anjs, be notea
opinio que o Estado Oriental continuara
anda a ufo gozar de completa p- Ou
Fructo seguir' o partido dos qu" bto^
querlo BueliOS-AyfO, e ento 1 lie se pie*
em manifesta e renhida Iota com o D.ela-
dor d'esspaiz; ou !W abancacom Ro-
.as (o que nos nao parece nuitn l-.cil a
vista dns indisposco-s e antecedencias que
lia entre um e nlro) ; p'nll He ehtmsr
cnico si :t iiidi-pjsico dos Pranc< (es. ;i
no primeUo ou no secundo es >, claio
be<,'a lepublici doi {;'')" 80
tranquilidade ; e, *i s desmeiteaS entre
u Franca, e Bneny Ayrea cpnlinuarem,
aqnelle E-tdo forzosamente se involve-
i; muto 1 eilris.
Mas poda nao tardar a liirver soc mmn-
Jui enlro Rosas e n governo Craneez
cSbim opiej alguna PiTs 11 >ss? p
perem, eutnnderooj que no rsta I de n
surreicio, em que se sebio artoalmenie en-
tes ti -us conlendores urna uceottjmodacao
nao sei muilo f.cil utni yi q< eeja
f rto o que se diz j prop sil' que fez
Rosas, depresistr em suas npintS-'S. Mes
demos que uma accom dico se fara' pm
breve entre Buenos Ayr- eaj/ranc-s de
inoa que ero breve se ie|.ibeleci5 relac&es
amigaveis entre OS doUS.p*eSj P qos o
Estado Oriental' cessa por isso, de invol-
ver-se na qnestso, que h.je pleito a-
quelles dous governos, anda mesmo as-
sim quem podi afiancar que entre Ro-
sis e o veiicedor de Oribe nio baverio des-
averiC'S ?
Concedamos, porem, inda que o gover-
no de Monte-Video venba a cuservar se
em paz com < de Buenos-Ayres : quem
poder assegurar que o partido, que ac
ba de ceder a capila do Ettado do Uru-
guay a Fructo nio se leforcii no cam-
po, nao far violentas excorso/s no terri-
torio orienlal ? Qjantoa '6, o partido
oribista aida bostibsa por muto lempo
o repouso dos seui contrarios: abandelra
deste partido ser a bmdeira dos deseon
lentes do partido riveruta. Demais essa
gente, que acab de dar a victoria a Fru
co e esses.que anda suslentio em Pay
sand a caaia de Oribe, pula maior parte
esto de tal sorte babituados ao exercicio
em que se achioempregados, q' ulra quil
quer oceupaco os inoja : a pa2 o des-
canco be Ibes odioso,
Rtfisionemos agora que influencia es
erceio sobre os negocios da provincia de
S Pedro os ulimoscjntccmenlos de Mon-
te-Video.
Tudo nos induz a crer que o vencedor
ser muilo iieaiiciadj pelos rebeldes do
Itio Grande; que nao dovidiro promet-
ler liie a umo dis dii'S provincias si
elle os auxiliar cottcorrer para o comple-
to'ti iuof o da republiqueta de Piratinm.
Fructo he sgate, be artificioso Elli
nem ap iai os r. beldrs d Brasi j "em os
4 i duvdar que Buenos-Ayres Cassim co-
mo o Mxico, e talvez o Cbili) um dos
paizes Hiericanoaj, para onde se diriges
ambici'.tlo governo francez. N'este esta
do de cois.'S este governo nio desdenbaa
de procurar fwer do governo de Monte-Vl-
dci um dos instrumentos par^ coroplemen
lo das suas vist*s.
Mas digimo-lo de passagem, apesr d--
lulo, anda nos nao resolvemos a inicua-
mente acreditar que o governo liancez nu
\r listas ambiciosas sobre as provincias do
Rio da l'rata. Esta empieza nao Ibe seria
lio facij, como a^uus enlendeiS I-4'*"
Entre utios glandes obstaculos que en
contraria nao seria pequeo o da popula
ridade de Rosas entre os indios que babi-
tao es camp 14 argentinos.
Ahs volteaos ai ponto principal de nos-
sas reflexSeA
Qui ulil seria agora que o governo dj
Brasil soubesse aproveilS se das cireuns-
t.iMi.s, que o momento Ibe offerece; e
or ru o de babeis uegociscSsl com o es
Vsinbo eunsegllisse leduzar OS rei.el-
tj> s de l'iriiiniiu a.s apuros', em que ne-
C iiiaiie.-ii e m veio ein breve, sida
paite do. goxeruode Monte-Vid > nenbow
..nxilio receberem !! 1) p is de Uncidos
as in ores estieilezas nio seria to pro-
m 1! si 1101.a :i.-.|i I. que os fu.-sse depiV
as armas, damio-se entaV indalgente am-
M-ta ms lilu id is e reda* '" os ''''''''"
difficil estad > de. por f.Iu de meios
: 1 1 ud.fi ni .li.irp_Um doloma dt-
tlenlo, em Monte-Video, co sabias im-
irucrdes da um iMni*ti do Slrangaaiios,
dotado do viblas profundas muilas \anta-
jfiis podeiN 1 in presante nuadra aicancn
pard a iulegiidade do Brasil.
Entretanto nos nao sabemos que pap-l
lepr.senii lealmenle o nosso governo na
poltica i-xleiiir ; e com esp'cialidade n>
que respeita aos acontecimentos dis rep-
blicas do aul. Si devenios julgar pelas ap
parencias, nao erramos opinando que o
papel que lal respeilo fazemos me-
Quem quiser dar 9.5o,frs. a um e m.aio
por cenlo ao mez com hyp-ilecj om huma
pute de u.na casa terrea nesle Burro de
Santo Antonio zannunc.
_ Precisarse de um mulher pira aar-
vir em uma casa de pouc f unilia : quem'
quiser aiuiiiiicie ondiiiji-sea ra Nova
(i.
Aueiidi se anuulmenle ou pelo
lempo di Fesu una exesllonle csa com
biftanles ommidis no lu-tr di Vlmtei-
ro do lado da sombra com grande quintal
ebeio de b>asarvore de fruto que e,ii>
na c Hiela fundos para o rio ptimo bi-
nlio; a f.lir n > Poleo doCarmo venda 1). 7.
_ Preciss-se coniprar um silbo em
meov uzo e um aelim dilo dj 111 jL ;
quem tiver auuuocie.
_ Quem quiser alugar buma casa no
Bairro da Boa-vsla de 8s al los' reis qua
teiiba du-as salias e cosinba lora e com pre-
ferencia as nus Siota Cuz, Rosario
".cu n d
ario:
nos que a...
Grandes -uecessos se passa nos pazes ,
que nos rndea, e permanecemos indiffe-
renles .'! Nosso governo parece nao que-
rer inlervir em nenbum d'esses aionleci-
mentos polticos; elle mesmo parece dea-
'ieriba-os O Brasil como uma nu-
lidade na poltica da America do Sul Que
de graves acontecimentos leremos lalvez de
presenciar dentro em poucos a.inos n'esla
importante porcio do mundo! ....
O Cincinalo.
(Diario du Rio de J )
Avisos Diversos.
i peina.
fr
Cuidadosamente examinar iue pmbia um preta de
'fkropotas Ihe s .0 feilas plogiveino impe.-
iiil, de quem se m .slrr pinteframente
cuidadoso amigo, a depois num tamo re-
Servada ; e de qualquer forma qu lei fa
ser-fe multo iieeessarM, lano aislej-.h-
as, como aos n le Idrs e tambera aos
'r-iicezes e (quem Bbel)al ]!>> -, porquaut, reconbaida a noer
lea do caracte pol>lieo de Riveea,
Asaim, o triunfo tlVsi' ebefe sobre o
11 u atfversario acaba de coHoc*! o ni om
policio muilo ventajosa para asna eau 1.
Lile pode uu^ndo-se sino r mente o gn-
remo do Brasil i loritar muilo'eshve a tu
poireae. bm poiilca <\c\ er multo cir-
runspecti : mas piOCeuVi alie como lli"
sumpre ?.....
S. ceit. o que dizem lguin.-. I
iu,;le/.;.s, iilo que o governo "1 l'iauCH
quei lundjr monaicbas na Ameiica para
Quem tiver para allug-1 buroa ca^a
no Batir de Suilo Antonio, que tenha
commodo para pequea dando se de al-
luguer de seis a oilo mil reis ; na ataTvp
se dir.i'
- G abaixti assignado lendo litio em o
Diaiio de \'i de Desembio di torrente an-
uo umannuncio do ub Piefeito da Co-
marca relativamente a um pelo de ame
Felis que foi nppreben luio em sin com
na 11 bis na Parabibi, como ste annuucio
pode acarriiar eomaigo Iguma odiosidade
o iibaixo assignado nao pode e>quivar-se de
assegurar ao Publico que com efeito ,
qi iir.lo foi a Paiab.bi levou em sua com-
iK-me I'lis escravoda
oriuiata 't-ii 1
as armss de Fructo m breva- nao I" "'w* de Luu l-.bppe ja nao s.e pooe-
Senhora l) Mara a qual tendo morado em
a ra da M>oeda mora piesentemente em
a tua da Al-gria ; que a principio sendo
gnoiad'i de quem era, foi apprebcndi-
-: > m is qu<- lugo iiiosramlo-se por irre-
iveis docnmebtsser da Sma. -cima
me cionada te web 1 sollo ; evista disto
.-p-ra o i.'b.iixo assignado. que se desva-
l <... I,; mi mi is AMOS a que poderla
dar Iuj a 1 dito annuncio.i a respeilo de
-01 boma mor mente ba vendo di paite do
. 11 gnoiaaieia tiu lacio
1). F lippe Ai.s.
_ Quem precisu debuin bqmem pata
admaRistradnr de algum ceg-nlio, v que
11 pode ensinar aa prim'euaa letiasa ba e nao pudendo despedir -se pessoai-
. 1 ., .:...i. i iin.1,1.. ii^ Ii,i1m4 as iii-s.i a* une liverao 1
Cotovello Arago a fim de por-se no
principio do anuo aula a meninos e meni-
nas o aiuiU'ici inte prometi lodo o des-
velo e cu ni ido a promplando-os em b.eve
lempo.
__ P:ecisa se de um bomem que eulen-
,|.i de figo do ar a quem convier dirija.-
33 a Piaca da Indep-ndeiicia nuin. 33.
_ A pessoa (|u-annunoiou quiser ven-
der urna casa tenea na iua das Agoas ver-
t, s acabala de novo o pouco lempo sendo
que anda qu-ia : diiija-sea 1 ua do Ran-
g.lD. aa.
__ Segu viagem para Loanda o b:m
conbecido B igue Poiiuguez Josefa, lea
de lser so mente os precisos reparos e
deve sabir at l5 de Janeiro; a tratar com
o seu Capiao Manoel dos Pasaos Gomes e
liveira ou na ra d. Cruz N. 5f.
- A pessoa que amiunciou desejar sa-
ber da moi. di de Jo.e do Paraso: na
iua do Iltngel O. 16 das 6 as 8 lloras da
manbia e das 3 o-as da tarde emdiante.
~ Quem precisar de uma ama para o
sei vico de uma casa de p quena familia:
dirija-te a esta Typograba.
-. Quera quiser comprar bum cbapeo
armado proprio paia Ajudaute de Od ns,
ou Orhcial uo Estado Maior: dirija-se a
esta Typografia, se dir quem o quer
vender.
_ Quam precisar de um rapas Biasilei-
ro para Caixeiro de ra ou de luja de fa-
zenda : annuiicie.
_ Precsa-se de 3oo,ooo ieis a juros de
os por cenlo ao mez; quem os ti ver equi-
zer dar annuucie.
_ O abiixo assignado por esclarecer
dlvidas que algum dos Sis. Ciedoiesdi
Sociedade Silva & Lisbo possa ainda
conservar; declara, queeile Aiinuuciaiito
nao be mais obligado pelas dividas da So-
endadt extiucla em con-equ n^ia da ees-
sao que os socios fizera do activo da mes-
ma Soeedade com scieiicia e consenti-
aienloili maioiia dos dadores cuja Oes-
sao fui julgada por senle.uCd e iransilou em
julgado, e assim obrigou aquelles que
nao "iinuiraS expressunnle ou nio se
oppuzcrao nos termo-i legaes : ficaudo os
meamos Sis. na inlelligencia que pela ees-
sao se acbfc txtinclas as obrigaces cou-
irabidas pelo AuuuucUnle, e este irres-
ponsavel par ellas.
Yerissimo Antonio da Cruz Soares.
_ Anza-se ao Sr. Tbesuuieiro da aclual
Loteiia da Matriz da BoavUla que nao
podei pagar bum bilbrte de N a^Jo,
por ler levado descamiubo e que o mtsoio
bilbele. perlence a Amonio Feieira ftlen-
des B aga comprado no d a 5 de D zem-
bro e perdidu em 11 do dilo mez.
p_ Peicisa sedo bum Corneta hbil pa-
ra o Balalbo de G. iN. de iji-juca : quem
eslvci nest .s cil'tfcnslancias f.lie na ra do
Palacete a Antonio Brihno de Hollauda
Cava'icauli paia tratar do engujamenlo.
_. .tapes*oa que deseja fallir a Josquim
Caineiio deSouza l.aceida dirija se a ra
ao Collegi'j sobrado D. 11 segundo an-
dar lado do mar ou annuncio a sua mo-
rada.
__ Joju Jos du Mouta Magalbes ten-
do de partir com bnvidade pata a l'arahi-
is pequi nos o qu*l "ao faz juste al
;'), lenod p iadeampre^adi, a fis
l. dos'-u niu.pi.i ixirmlo a servicos: quem
delta t-eisai uuiuiicie, n uissa occasio
i.i; cuiiiecimtiato de si.
mente de todas as pcssia* que liverao a
bi.ndadede o prucurai Ouianie sua ts la da
'nesla Ciuade r o faz por meio da lmprensa ;
e toga o qut'ira desculpar por esla iuto-
lunlaria lalld.
-


H
DIARIO DE PER NA M B II C O .
-- No Rcife tu la^ruz escriptorio
de Josa Antonio Gomes Jnior deseja-se
siber se existe nesta prac a Senhora Dona
Miriana Victorii Pinto Ferreira Velloso ,
casad com o Sr. Francisco so Boquete pira se Ihe MI-tr a negocio
de seu interesse; e na mesma casa existen
duas cartas vindas de Lisboa para os Srs
Jos Gmsalves dos Santose Silva, e Jo*
Ferreira de Souza.
-- A pessoa.que precisa de a a 5 conlos
de ris dirija-se a ra di cadoa sobrado
por cima do cambista Vieira que se dir
quem di.
O abaixo assignado faz sciente ao
, respeilavel publico que se acba em sen
poder um escravo o qual nao sube dizer
quem seja seu Sr. ; poi tanto qupm for seu
dono quera se dirigir a Cidad^ de Olinda
atraz da Igreja do Amparo casa n. 10 que
d nido os signaes Ihe ser enl egue ad
ver-se que em caso de fslravio do e abaixo assignado nao se respoicabelisa.
Felippe Jos do Espirito Smto.
-- Q'ialqner Sicerdote que queira di-
zer as misas de fesla em um sitio na passa-
gem dirij i-se a ra nova D. aa no ter-
ceiro andar ou annuncie.
O Sr. Estrangeiro que dirigi urna
carta ja a dias para o Rio Formoso a Ma-
noel Jos de Castro Araujo tenha abun-
dada de procurar a resposta em casa do Sr
Luiz Pereira de Farias na ra das Cru-
zes.
Deseja-se saber a morada dos Snrs.
Jos Luiz de Andrade e Silva e Antonio
de Andrade e Silva ambos portuguezes
e naturaes da freguesia de -S. Miguel d
L undres termo de Barcellas Bispado de
Braga pois Ihe deseja fallar um irmo
que se acba a bordo do Patacho Espadarte.
O abtixo nssiguado lia vendo des-
cuberto em 7 do me/, passado por insi-
nuado confidencial de alguns amigos, que
seus fmulos e escravos tralavo de ex
traviar da sua padaria em ponto muito
valioso, todas as materias proprias daquel-
le estabelecimento sentiado com efjeilo
un desfalque consideravel por se espa -
car tatvez o extravio a m lis do periodo de
II mezes ; tem tido porem o desgosto de
nao descnbrir os consumidores principies
dettlroubi, ecomoem caso edentico o
abaixo assigoado se piestaria a fazer a qual-
quer nma franca declaratio, roga, e espera,
3ue quem ti ver conhecimenlo do fado, se Ihe
irija em particular seguro de que gu-
ardar inviolavel segredo sem tentar pwr-
seguic5-'s 1 e s buscar decentes meios de
minorar um prejuiso que repula assaz
gravoso. -- Joaquim Jos da Costa Oliveira.
- Precisa-se de um menino portuguez ,
para caixeiro de venda e que s- ja cliega-
do a pouco lempo : no Monlego na venda
junto ao sobrado.
A moca orla que annunciou querer
servir a urna rasa dirija se a ra de Va-
noel Coco D 10.
O abaixo assignado partecipa as Sr.
Tnesoureiro da Lotera dB>a futa, que
nao pague o premio que sabir em um bi-
Ibete inleiro com assignatura no verso do
mesmo, de Joo dos Santos Nunes de O
liveira e Manopl Thomaz Rodrigues Cara
pello cujo bilhete ja p guarda e que por engao foi vendido 5
o mesmo abaixo assignado roga a pessoa
que o comprou queira hir restitui-lo e
receber o seu importe. Joo Ferrelra da
Cunba.
Mr. Kissel relojoeiro Trances no
atierro da Bja visla acha-se prompto a
concertar qualquer relogio que Ihe seja
confiad ) pelo mais c<>mmodo preco ; elle
obrigvse a restituir o dinheiro que liver
lecebidoem pagamento de qualquer cou-
ceito, que nao Turben) xecutado.
Cruz n 6 escriptorio da Jos Ramos de
Oliveira ou ao Capitio a bordo todos
osdiasalas 10 horas da manbi.
PARA O ARACATY, aSumca-Con-
eecio Flor do Ma- M. Joaquim Jos da
Silveira quem quiser carregar ou hir de
pissagem dirija-se a Antonio Joaquim de
Soiih Ribeiro.
PARA O RI "DE J\NEIR0, segu
com brevidade o b-m conbecido Patacho
Nacional Piquete do Rio ; quem quiser
cargar ou hir de passagem dirija-se a
G. A. de Birros prcinhi dn Corpa San-
to D. 67, ou aoCapiio Manoel Francisco
da Silva a bordo.
C o m p r a s
Algnmas patativas, que cantem bpm:
r.R rui do Qiisimad') loj de fertagens D-
cima a.
Prata vrlha de boa quilidade: na ra
do Cahug D. 7
Urna duzia de cwleiras e um cima
p em Iwiii uso ; quem liver annuncie.
-- Escavas prels ou pardas de ida-
de de laa i(j anus, <: > n algumas habe-
lidades : na ra do Colegio botica D. i de
Cypriano Luiz da Paz.
Vendas
Avisos Martimos
PARA O CEARA', a Sumaca D Imira
Mestre Jos! Joaquim AI ves; quem na mes-
mu qu ser carregar ou hir de passagem,
dirjase a An'onio Jiaquim de Souza Ri
b iro ou ao dito Meslie a bord.
PARA ANGOLA com escala por Ban
gutlla segu viage.m com brevidade a Es-
cuna portugu<-za Esperanca, de lote de a8
toneladas de primeira marcha pregada
e forrada de cobre : quem quiser carregar ,
ou bir de p^agem dirija-se a nu da
Urna morada de casa terrea na ra do
Togo que Taz quina para o bec do sara-
patel : a tratar na mesma ra D. i.
Oualuga-seum sitio em Olinda na
ra da Boa hora com duas casas terreas ,
arvoredos de Inicio e com bastante cam
po pira plantaco de capim sao as ulti-
ma* duas casas do lado direito juu'o a > rio
quem a pretender Tale com Antonio Jos do
Espirito Santo Birata morador na mesma
Cidade.
-- Na ru 1 estreita do Rozario casa de
Manoel Jos Galvo urna escrava cabra ,
qne a vista do comprador se dir o motivo
Urna escrava preta e ladina de ida-
de de a5 annos pouco mais ou menos, boa
cozinheira e quilandeira ou t'oca-sc por
um preto : no atierro da Boa vista no ter
ceir-> andar do sobrado onde mora o Mi-
jor Felippe.
- Bugias pernambucanas, de cera de
carnauba iguaes s de Lisboa superior
es que at agora tem aparecido, por f\8
a libra que lem seis velas ; na ra larga
do Rozario loja da miudezas D. 7.
-- Um carro de 4 rodas novo e che
gado a pouco de Londres, ainda porextri-
ar : no armasem do segeiro Miguel uo at-
ierro da Boa vista dolado esqueido plisan-
do pona o mesmo dir quem vende
Frascos com conservas de ditTerentes
qualidades bocelas com ameixas vinho
de Lisboa PRR dito do porto velbo a
i/j4oa caada em garrafa aoo cha
isson a i.f j'> a libra azeite doce a88o a
caada e garraTa 400 > v"o do porto
engarrafado dito de madeirasecci lico
res de ditTerentes qu liiadea T biscoilos ,
bolaxiiibas americanas e presuntos de Lis
boa ludo a prego c >mmodo : na ra no
va D a5 quina da ra de S. Amaro.
-w Um sortimento completo de rendas
e bieos de todas as qualidades e larguras,
Uncos de fi da lindo da trespont ns para criaocas de lodos s tamanh >s ,
luvas deseda curtas e cumplidas para Se-
nhora, lind artiiciaes fiv>;l|as de molla para padre ,
de diversos lamanhif mangas de vidro e
linternas com os seus competentes caslic-a-
es um grande sortimento de pedias para
obras de ourives e ImdIi m pedras para
amolar ferramentas chapeos de palha pa-
ra Spahora toda e qualquer Trramente
para ourives ludo por pieco commodo :
ni ra nova confronte a Couceico dos Mi-
litares D ai.
.- Camisas de Homem maito bem Tei-
tas e p l preco commodo : em Tora de
portas n. 37.
-- As seguinte* pecas chegadas no Pa-
tacho Espadarte do Rio Janeiro : D. Pedro
na Ilha D Pedro no Porto O co'le dos
aicos das agoas livres A entrada do Du-
que da terceira em Lisbo o Herosmo
das Portuguesa 6 comed s de Napsleio,
ou o homem do seculo n 8000 cada copia; 1
duelos igualmente cliegados na mesma eflS-
bncaco a 10,000 cada copia : na casa
jiMto ao Theatro.
-- Um rclogiovde s>bonote de prata, com
o mostrador de pr. um aneUo moderno com t\ oilas e um di-
amante e um rico alfim le moderno co.m
um grande diamante : na ra doQueima
d 1 m Typog'afia Fidedigna se dii.
Dns molequ's da naci loauda de
idade de 1 1 anuos de lindas figuras e
urna escrava perfeitissima cozinheira e
lavadeira e urna m leca de 1 i anuos, co
zinba sotriv Imenle se vendem por pre
cisao : passando a Ijreja dos Martirios no
priflnei'O andsr di primeiru sobrado.
-- Assucar refinado superior por pre-
co commodo : na ru da sanzala nova n. 7.
Na pracinha do Liviamento loja D.
x-j ricas toalhas alcocboadas com os seu?
Competentes ciiardanapos ; e cobertores
para cama lambem da mesma Tazenda.
Um negro de b nita figura ptimo
para carregar !> Iioqtiim ; 1 urna ''.>..1
hvad-irn e cozinheira : na ruado muro da
Penln D. 7.
-- Ou sloga.se quirlos ; e tamb^m de
selh : no bpco do peixe Trito na venda de
Francisco Anl nio de Carvulho Siqu^ira.
-- 3o alqti"ires de cal branca ou em
pequeas pjrcS-s por men s itid. qm
os outros vendeirt : ni ra di Florentina
sobrado novo.
Urna escrava creonla ptima para o
servico de urna casa : na ra da Florentina
D.9.
-- Duas escravas de naca orna de ao
annos boa engommadeira cozinheira ,
e lavadeira ; a outra de a5 anno rom a*
m-mas habelidades e com urna filha de
a annos ; e um preto de bonita figura ,
de ao annos ptimo para todo o servico,
e ptimo canoeiro : no pateo de S. Pedro
sobrado deum andar D. 8.
Muito bjsbmba de porco em pelle e
derretida, propria para coi tir e para uzo
de boticas, e muito bous queijos do serlio:
na ra de S. Rita nova D ao.
. Urna escrava da costa, cozinba o
diario de urna casa e be lavadeira : na
ra estreita do Rozario D. 3o ioja de sapa-
teiro.
Ou aluga-se e troca-se diariamente
vellas de cera de meia quarta al t'ourhei-
ros, por prec" commodo: na rus do Ran-
gel D 9 sobrado de um andar.
Botina de I,i-boa meios ditos sa-
patos a trotinados de bom bezerro sapatos
de duraque para Snhoras e meninos, di-
tos de cordavo ditos de duraque selim,
emarroquim /nncezes botinzinhos e sa-
patinhos p ra meninos chinelas para ho-
mem sapatos de bezerro fraucez de sola
fina e grossa chapeo do Chile de todas as
qualidades e bicho de baa quilidade .
todo a preco commodo; na praca da Inde-
pende) cia n. 6, 7, e 8
-- Urna escrava de naco de idade de a4
a 25 anuos de muito bonita figura e
cozinba o diario de urna casa : na ra Di-
leita passmdoa venda do finado Jos da
Penba no sobrado D. ao.
-- Duas moradas de casas terreas uro
sita no atierro dos afiogddas que devidt
pela parle do norte com a casa dos berdei'Cs
do fallecido Jos Fincisco Ferreira da Pe
nha pelo sul com casa de Manoel de Je
zus Pr. filas e a outra na ra -;e S. Tliere
sa D. 18 : na ios do Collegio D. 3 bo'ca
de Cypriano Luiz da Paz.
Escravos Fiiridos
Fugio no auno de i8a> um mobque
1I0 genlio de angola de uome Florencii ,
iriade de topaia la anuos, cabeca pon
lud para tiaz olhos grandes bestrasl
compridas falla descansada contu/o e
urna (J4S peinas da paito de fora em cim-
do lornozelo rogase as autboridades
pes^oas pailicu'aies capites de campo
que delle souber o podero, entra gar ao seu
Sr. Joaquim Jos Pereira do-t SrMos es-
crivo da provedoiiado teimo de Olinda
que gratifcala
- No dia 11 do corrente fugio de bor
de da Sumaca Delmira um escravo crdu-
lo de nome Vicente um tanto Tullo ida-
de de 19 a ao anuos pouco nuis ou menos,
estatura regular,-aereo e j>tm .barba*, ,
com um lalbo no canto da boa* do |--.do ese
querdo quem o pegar leve a ra da cadeia
no Recife a Antonio Joaquim de S-uza Ri-
lieiio que gratificar.
- Roga-se aos Sis. Sub-Prefci.to n)ir
autboaidades pi liciats e pessoas particu-
lares desta e mais comatcas Imjo de em-
pi>gar suas vistas sobre um escravo creoulo
de nome Eduardo, de 18a ao annos de
idade official de sapateiro altura regu-
lar seeco do eorpo cara lisa denles al-
vos quando falU gagueija principalmente
quandoest mentindo muito fila, inti-
tula se forra e muda o nome para outro
qualquer quando anda fgido, e gosta mui-
to de montar a Cavalto pois tem sido encon-
trado varias vezes na < strxla do manguinbo
ruado Rozario e Olinda cujo escravo
T01 do Sr. Thomaz Ferreira llamos e ho
ja he de Jusliniano Candido Miudi-lo, mo-
rador no Brejo da Madre de Dos ; quem o
pe;;ar leveao Tot"do mallo preuc de al-
godo a entregar a Elias Francisco Mendelo,
ou no B ej 1 a seu 5r. que ser gratificado^
- Fugio no dia 9 do orreiiteum preto
d-angola de naco Cibund de nome
Antonio baixoegrosso do corpo Cibe-
ca comprida tem um calo na cabeca de
irreg.ir pesa bonita figura em porpor-
eao de sua estatura beba bastante agoa-
ardente .- ps pequeos pernas curtas ,
beico-. grussos, olhos grandes, levuu ca-
misa de !) iet 1 ene-anuda e calsa de bnm
branco } quem o ppgar leve a ra da ssn-
z- velha a padaria de Antonio Jos Gomes,
que gratificar.
No dia 7 do corrente se ausentnu 1
moleque creoulo por nme Maitinho capti-
vo de Manoel Feneira Chaves, coii), os
signaes >egnintes : secco do corpo ,. cor
fulla bei?os grossos, boca grande levou
vestido calsa preta camisa de cbila azul ,
jaqueta de bnm preto liso e ja wlha, e oasis
urna calsa de algodoziubo cujo moequa
se acli iva trabslhando nos sflogados; quem
o pegar \t ve ao atierro da Boa vista loja de
seleiro.
-- No dia 10 de Dezembro fugio uro pre-
to creoulo de nome Felis sem pona de
buba bem preto grosso do corpo e cr-
polento e he canoeiro ; quem o. pegar
leve a Joo Maria Seve no Recite o. ates-
lo anda pelo mundo novo e Boa tisis.
-- Fugio no ultimo de Dezembro do sa-
no p. p. urna negra da cosa ja id sa de
nome Catharina, alta um lauto tulla, que-
brada de ambas as verilbas quando auda
deitu ospeilos para fora ; quem a pegar le-
ve a ra do Aragol). 37 quese giati-
ficado generosamente.
Moviinento do Porto
NAVIOS ENTRADOS NODIA i3.
BAHA ; i4das, Palschn Minerva de
14o Tonel Cap. Froncisc.< Fortunato
Pereira da Silva carga Uboado, e di-
versos gneros : ao mesmo.. Capilo ;
passapeiios o Dr. Pedro Autran com
sua familia o Doutor Henrique Au-
tran com sua familia 7 escravos e
una ciiada, Thoro Joaquim Lial sub-
dito portuguez Fernando da Silva, o
Suisso Abraham Brunnos o o B. Ma*
noel Jo-e Delgado um rscravo e urna
escrava a entregar.
RIO DE JANI IIIO, 18 dias, Brigue Bra-
silero Boaveniura de aoi Tonel. Cs-
pito Baltazar Jos dos Reis carga pe
dra : a Viuva Gonsalves Ferreira & Fi-
llio ; passagein8 os Brasilejins Manoel
da Fons ca e Silva Antonio Garca de
Miianda e Gaspar Jos dos Reis.
S \HIDOS NO MESMO DIA.
HALIFAX ; Ikigue Ingles Louiza Capv
H. Walnislef carga couros e assucar.
OBSERVAgOENS
Fica sob ea vi Ua o Brigue oglez Jany Sk
Maillant (ie 116 Tonel. de lid'fax em
44 dia M John Craul earga bacs-
lliu : a Me. -linont 4 Cempauliia.
Errala do n pr cedenle.
No artigo Diario de P. liuh. 5o, on-
de diz Aquelle lea se .- Aquella.
^Kll. m Ti, di u. r. aE r. l838v


'
SH; w*$
PRECO COftREIVTE pernambuco is de dezembbode bsb.
IMPORTAQAO____________''--:.' : '
GNEROS.
dRTICLES
AC de Milo..........
Agoa rar...............
Aoardente i5. 3 gr.....
AlcatrSo Sueco.........
Americano.....
Alfazema..............
AI pista................
Alvaiade...........
Amarras re ferio conE sitas v
Amendoa doce com casca mole
i Ancoras e finco, etas.........
| rame ,, re lato..............
Arcos ile ferro.............
Ai roa pilado estrangei'O......
Aiei'e dcce.................
BACALHAU novo...........
I Bacas de lato..............
l!ai ricas vaiias ein pe........
I. ,, abatidas.......
R-.laias.....................
Bexerros Francexis..........
Bren......................
Brimda Russia........._.....
,, ,, imitarlo....
Bolaxnfma.................
rrdinaria.............
Bolnxinha.................
CABOS de linlio de paU-me..
Calle'......................
Carne secca do Rio-giande..
de Montevideo...
de vacca salgada......
de Porco............
Caioeiras Francezes de cores
Ca rvo de pedr*............
Cera amarella d' A ngola......
,, Lranca...............
Cha Hisson s iperior.........
perola...............
Carveja ruanca............
preta................
Chumbo em barra...........
em lencol..........
de munico........
Cdbiapara caldereiro........
forro a pregoa....
FINCHADAS................
| En tofi e em canudo...........
L pingardas lazaiinai........
Estopa.....................
Estando....................
!FAltliNIIA Amar, nova......
.1 *e'ha.......
FiBuCcza....
Mediterrneo
Bltico......
Feijo.....................
Feiios abatidos..............
Folha de. Hundes...........
i, de ferro Inglez.........
Fio de ella.................
Ferro ingltz em barras......
,, Lonca 01 diara ingleza......
t
M
I
1
*

II
I
>
teot MtHan............
Spiriti o rtw pentine.....
HrnndyiS. .........
Tar Swediseh..........
,, American.........
(.avander.............
Carwirr Secd......
tVbite lead............
Cables-chela acc. to sze
Swee.t lalmonds sq/'t *liell
Anchor* and prannefs..
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de embralliae marca s.
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Passas.................
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Pite da Su*C:a............
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Pjtasia d' \marica.......
da R.ssia..........
Prego 1 caibrar .......".
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ripar do 'teino.....
da Ierra ,.f.......
de oonslruoo.ii.....
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da mitras parles ....
QU' 'OS Flamengos......
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Retroz...........;.......
SAI* VO' amarello.........
Ss'".cos va *ios.............
Salitre bruto..............
retinado...........
Sal Estranjeir............
S ilca pirrilt.a.....;.......
TA'IAG 1n.ope11d1.11......
Tab >ado de puiho.........
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Vinagre de Portugal.......
do Mediten au<-o. ..
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Estados-Unidos 3/4 Centissimos por libra
Portugal...... aoo Res por Ar. sem primagem.....................
Franca....... 4o ,',' ,V P"1 cen,Camb- l6 R Pr
Inglterra...... iiia5/8d. por libra & 5 por 0/0..................
Barcelona..... 4oo Rs. por Ar e 10 por canto. Ca.nb. 800 lia. o pezo. ..
Inglaterra.....5 10 por Ton de 70 A .a 5 por cento............
Franca....... ?4o Reis cada urna e 10 por cento Camb.-160 H. p. 1
Estados-Unidos 3/4 Centessimo por libra e 5 p. cento.................
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OBSEUVACONS.
vi ^S3ucar branco e mase, tem oito qualidades coro
01 Ierro aeguintes :
franco 1. Sorte....z7. 1. S. Rs.
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Subscreve-ie na Typ. do Diario ra das Crines
d. 3 i tof000 por auno, ?fooo por Se.ueslte, 4fi,0o por
timeslre f vende-se avubj no m-smo lugal a n Rs. ca-
Datm e sendo para os assignanus a bu 1
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Os n.rtitos de im|->rtaco sao de i5 por cr|o sol're o valor
da Pai.ta, a eiaepco do Cl. que pai;a 3o por o|0, e a Pl-
vora 5o por diito. A creso i i|a por cei.to de Etped ente,
e 1 dillo de d-tlo addiconal; e a por cento me..sal .le ina-
zeiiagein. As mcrcadorias ieepoi'iads pajito a por cei.to
de Di-eilos l 11 ilos etpedientei, aru.azenajein Ac. /.s
vendas por galio >o do d- 7 i|a II. A Alia deg- aliona
nos drspaiios a por ctiilo nos li<|uidos em cascos de ;..a.icira,
5d.ltnse.iid.U0H de vidros, 3 por dillo ein d.los de barro ;
a 3 J.tios nos despaxos He vidros e lo>Ca. O Due.to de au-
coragem dos avioS de 3<. res por tonelada por Cada dil
de demora no porto, t conipletar 5o<
lijis pgo.
e lindo estes nada
CAMBIOS.
Londres, ag D. S. St. p. if rs. ced. offereerto.
Lisboa 90 p ir 0/0 pre ni>, por metal, nomuul.
Franca ia5 -3o Rs. por franco norain.
Rio Je i. 90 par
Moedasde6f ,0^ i{f/ioi a i4f4oo as v. novas i4
Ditas de 4fooo 8|ooo 8faoo.
Oucas Espaiihoe ajfoo
Petos columnarios igbio a if65o
Ditos Mexicanos ifQO if6oo
Pataces Z/rasileiros i|6oo if6io
Premio das Letras, p. mex, 1 i|4 a 1 i/a p. 0/0.
Cobre a o par
w**' aa^aawanaaa#*aa
(00 3
IMFRESSO l'OR M. F, DEFAR1A
MUTILADO


AO DIARIO DE PERNAMBUCO N. 273.
DA MVLATINIIA,
E grande Derrotta dos Calumniadores daquelle drama.
?* \
Servum he'de te ene oportei et neqaam et
tiialum, qui advenam ir/idea*.
( P 'auto )
Emfim apparescerSo os incompnravein
eommuuicados tanto teinpu anciuzamcnte
dezejadus pela sucia ( Entreportal ) do Recif-
fe !......(qui hahit atores audh-ndi o;*-.
diat) Ao primeiro assignado p0p
liutn certo, annimo rebocado a grega, 'Y) e
que beta me paresoe apezr do desfarco a
riHta da sua inspida massada ( tan gre<-a
coma elle) ; hum Helfcne d.is margens do
alio Douro ; rcspouderej por hima racada-
zinha, na qual, escrutando cora o ponteir.
agudo da severa analyze as faltas de since-
ridade d'aquelle sogeilo, a sua t Jphistica l-
gica e emfim os erros grosaeiros por elle
com.uettidos 111<> smente contra os prin-
cipios os mais trivines da Dialctica em ge-
ra, mas tambero contra as rgra? as maissim-
plices da grninmalica do jdir,.a portugus
em particular ; espero Ihe provnr a vcrdads
desta mxima de hun grande aathor. ( Au-
paravant d'crire apprenevm ptnser.)
Quanto ao Segundo cnnnn nica do As-
signado por quaci toda as lettrav do alphahc-
to e nos seos complementos j apprescido
m para apparescer { to somonte direi a s-
t*promotor de aaneras, que por nao julgara
sua pruduccao digna do censura a entrego ,
assim como o aathor d'ella ao total despre
10 que mereacem mentiras-mal arranjadas ,
e mentirozos sem educaco.
Vamos agora a 3.* Correspondencia as-
signada por hum corto "Sr. Abren. Aquello
taful, valento desprezando o annimo i, e
tomando todava lium nonie que lije nao per-
tence ; revestio-se caviflozimente da cappa
do Brazilero, para mrifinr engaar.os incau-
tos. Porem infelizmente, horaa pontinha de
orelha, hum certo (Taberna) em lugar de ta-
verna, ( Latinismo inuito perdoave/, escapa-
do nao sei porque necazoaoseo i'us'tgnefyraii-
tn, apesar de Dr. formado em C..... que re-
viso'a o portentoso cenununiendo ) me fez ter
n suspeita, que o rtleo antagonista, bem pode-
ria ser- tambem mombro da sucia ( entrepor-
tal.) Fazendo en ao depois mais algumas
indagacoes vira a.descubrir, que o meo ki-
vonal de botcqum nao era nada maicaen&o
'hum pobre e mizeravel estrangeiro caxeiro
de Ingles assaz ignorante; porcia bastante
gurto, e affectando de sahiotlSo'e purista',
i> qual para agradar ao seo amo ou patro ,
tomn a sua coma attncar-mc, ridiculizan-
do a minhti.npra n nao contente eom isso ,
chegon ni sua furiosa inglomana, recorrer
as injurias, ineio nqnelle indigno de todo
hnniem bem educado. A refutafo da-sua
nogenta critica fnr o ohjcctu da 2. *p,irte
deste oominunicado que accabarei por ob-
ssrvaces geraes, para defeza da minha obr',
e procurando emfim mostrar ao publico, ns
verdiJeirns motivos que contra miin exci-
taran aquelles litterato.-i das duzas.
Respondere, pois a aqullas tres maca-
dinhas por huma Macado na ent tres .Tito* ;
tanto he grande a minha triomani*. u amor
aos tres poutinhos, de que a triangular fir-
ma tanto engasga os meos liberaos detrac-
tores. Entro j>>is em materia.
!." PARTE.
La critique ost aise, muis rali esl dfflcile.
OS,-. X. Y. %. de vera ( se he que el
le ti-iu .Vigora luz da lingoa Francesa ou
'lido sequer a traduce;!* de Uoile.vi ) ; Ipm-
lirar-se dente Verso, e tomar o cousclhn d'cate
ni str do boui gosl > lilterurici. nrein, O a-
morproprin, orlina/io prodicadoita ignoran-
cia, o fot m'.'tler s, crgahiente eni catnia
de onse vara. Sem ter tem a mais lere som-
bra da mordaz bypi-ibnl i de Juven.iij uem
i miniuia idea da Bua ironia de Bileau.
Elle quiz nova carapuceiro ir a
atirica trom.bftS ; eoitado! f.dtnu-'lhe o
olego. Apenas ^u ello pude pioduzir hnns
discordantes sons, articular barbarescas |iala-
?ras, formar Sesengoncada frates, e comjir
emfim ( cota adjatorio da Sanea sitcia) hu-
ma insulsa stira a qnal se -elle tivinse
ido bem Mconscibado obrara bcia, d xando a firar na sna carteirn para Ihe servir
cmalguma precisan natural!.....|Porem embri-
agado pelo fumo do encenso que Ihe fui pro-
digalizado, em quazi todas as tavenias dd Re-
ciffe, ondefoi lido e applaudtdo o seomanus-
ripto awthographo nao se lembrande, que
a dzapiedade lettra redopda destruira o en-
canto e que avistando se a orelha o Mr.
dos tres pontinhos poderia Ihe arrancar a
pelle do L5o -e mostrur o Burro a dcsc-
berto mandoueMe, imprudente, etpixar
1186 columnas do mui paciente e soffredor di-
ario N. 221, a ana sublime producco, que
nile deivou de divertir a minha custa alguna
caixeiroa de lujas e tavernas merobros ,
pela m.iior parte dd sucia ja citada. .
Agora nao ser bom que fa$n eu tam-
bera rir hum pofteo a custa deste palhaco ,
as j*eteoa8 sesudas e sensatas disendo-lhes
con Lafontaine ; vede, vede Senhores, o ea-
rangueijo inculaudo-se de triftslre de daiisa ,
o gago afnxando-80 por professor de decla-
raacSo?! Aceampanliarei pbr tanto o meo an-
tagonista, passn a passo, aporitariassuas fal-
tas verdadeporhnm M...: e fascndo-lhe ver
todus os barbarismos e solecismos do seo
escripto e que, a pozar de grego elle nertl
s qaervabe onde a syntaxe tem o nariz, qiie
nada enteude de construccio, salvo se f. r da
de navios; traxel-o, depois, de ps e mo a-
marrados ao tribunal da opinio publica ,
que assim o espero o cOndeinnar ao si-
lencio.
ANALYZE.
(Mr. Gonift accaba &c<.... Irilhei al-
urnas bellcsus.'j Obrigado Palhaco, j o
sabemos ; (jin-ni quer raattar a sua galiuha
nao diz xo. ( Maricas &c.... tonta et
aplm de prostituir se ) M.... PaHiaco tal
uSo he a sua intenc'io pois que ella diz no
Cfirrer do primeiro acto na scna 5 as pa-
lavras seguintes. (Quanto a minha honra, n3o
son tanibem t8o o reanca que a nS-> saiba de-
fender e na 16. we ultima scna ns seguin-
tes. ( Attribulada como estou &ct... re-
corramos a rnelo fc,t ..) ( Inspirada pela
dirindade). Que oontradicc'io com o que
tu n.o vas tardar a drzer. [Ella narra aos
espectadores { Notai bem... narra. ) o mepmo
qui elle acabara de ouvir e ver nos trrs
actos intermedios o desonoolvimento do in-
slito prafr que Maricas { Notai ) coin ( Ar-
re Pal lineo... colheo) to de frase!... que prodigio de que exactidn grammticat !!! .. Mais adan-
te. ( afim de se amancebar (AI... Palhac
( cara hum intitulado Lord amigo e socio de
Pittersonn ( tatai a virgula ) embarcando
( Ntai, hum gerundio, (i.grt vira o verbo de
(pie elle he sogciio (Embarcando-so digo )
to'los pira Mont-iro emeompanhia fcct
c depois surprchradidos ( i'otni ) pelo disasso-
c"qo de Maricas ao ler fcct .. e depois ptla
snrpreza qar a todas horrorisa da pris'xo e
suicidio (Mi dos dois Inglez-s por de-
nuncia de fabrie.arcm patacn* falsns ) .
O periodo accabou nada de ver!)... A>-
paivscem tres antecedentes (Embarcndo-
se fcet.... S'irprrheadido por fcct ... eao
depois [surprchendi'los p*la &c/ ) e nada
'orurquente. IKae-rae P.ilhaco qnem fui
(pie te insnot gntmuiatictf? Mais adianto ,
tertof.....( Maricas Hit melhora de sorte en-
tregue a Mnnael ) Inversao elegante! .
fem Francisco Manoel Ser serte ?
p Maricas, que he entregue :'. Pelo
*mi'nos esclare8.ces*ea mais hum pouco a
toa fraze por huma virgula; Palhaco ,
aen'eiide a tua laotiinn. Mais adiantc. ..(<-
(/ 'irn a uta helli reducida a Esmolar o pho
d* existencia ludfl vistes tu Palhaco Es-
mular significar pedir esniola0 Esiuol ar,
(Mi es mola dar 85o Etimolgicamente yno-
nimoi, seduvidnres, abre Momes, ou Constan-
cio, e l se he que o abe r'^ iaato u
escreveres........... Mais adiante I O
bate que per rs'/u'cimnto &.ct. I M; Pa-
lhaco. Mais adame I Mais persegui-
do p"la policia. foge, largando o bak aos pee
de Maricos, que na&podendo l Notai l /jurar-
as de s-r presa como eumplice a dar mtai> a
espedaca cCt... 1 Ah ah nh meo Palha-
co, que elegancia ? Assim falla o meo
alego Mais adiante. I Rw de O/tnda
que nao affoga v ninguem I Vil e despreiive
Zumbara, a qual ro respondo. .. Mais adi-
ante. I Eis o brilkantc drUma ,.qni accaba
de representarse e delle eer-89-n fcilmen-
te fanto a interessmnts., e'&ct___I Fraze
amphiblogica, mui ciara, elegante, eoore-.
cta; nao sc.jas tu Palhaco hura animal amphi-
bior. Mais adiante 11 Pata que s-doita, el-
la a vista da platea n'huma cama de estado ao
som de flautas e timbales ? 1 Ra representa-
cao, m Franca, da peca que eu imitei, Vic-
torina se duitava tambera a vista do publi-
co sera que nm a platea nem a policia,
O estranhassem; e julgo que aquclle paiz, nao
necessita de lirCes de decencia e bons costu-
mes do Sr. Palhapo. Huma cama do vento
cora cortinado de madapolam e com co-
bertor dechita, chamas tu, Palhaco, huma co-
ina d'estado .. So se for la n toa trra
trasmontana. Qiinnto a conformar-mo ao
uzo dos mestresda scena, que maudo que
logo que em lumia peca thetral appares-
ceiu indispensaveis e extensas e^Ses mudas ,
estas passagens pantomniicas sejSo aecem-
panhadas por alguma harmona imitativa
musical, dirci Ihe Palhaco, por muito igno-
rante ou muito velhaco he que ta fallas.
Dize-mo mais, Palhaca, porque, mait adiante,
empregaste tu tao inoportunadamente; a pa-
la vra Stoic ? Onde apprendeste philezophia
Palhaco ? Onde tomaste conheciment do
Prtico de Zeao ? Sendo tu grego ser tu
Athoniense? Responde, ea9b M.... Mais adian-
te 1 jipo ntar lodas as ceusuras e defeitos quo
na composicSo abuniao tea trabalho
&ct........1 Tu a puntas censaras o u futes
censuras Palhaco meo Amigo ? bem sei ,
tjtte1 quizeste dizer lugares censuraveis ,
digiis de censuras reprehensieis ; mas a
lingoa te nao ajudoa.L,. Quando cu te disse -
que anda precisavas'apprender a ler eomi-
go entao : me engase i ?..... E logo adian-
te 1 to'lavia o faremos sobre alg'uns outros ma-
t salientes 1 Nos .o faremos ? que ? apuntare-
mos, semduvi.la? Ah!ah! ah! Aponar sobre!!..
onde viste tu esta expresso, palhaco; e faca
obzequio de me diier, tambem, que faz aqui o
adjeclivo articu!ar I outros 1 ? quaes sfio estes
outros ? nao sabes ? nem eu. Ora va para
a escola. A res pe to das palavras obscenas
qae mais adianto falsamente attribues ao
estudante Aiignsto contonlo-me cora diser-
te; Palhaco, tu mentes por todos os denles da
tua prostituta bocea. Quanto a causticida-
de, que tu me exprobras, contra os Inglezes.-a
pezar de ser falsa a tua assereo e ainda ma-
i-; no que diz respeito aos bVazileiros ; con-
cedendo-to todava isto: dize-me PalhoC'o ap-
prendeste a lingoa latina conheces tu o epi-
graphe da comedir, I Castigat rideudo mu-
re*' 1 Sabes tu o sigoideado de castigat. ?
queira o comparar eom o de caustico: e con-
siderando tambera a forca da palavrlo-
iss 1 cala-te, e nao amplifiques o cazo com
Mentiras dizendo que generasei. Se mos-
trar na scena a medonha disfirniidade do vi-
cio, li, como tu o chamas. Palhaco, lavar a
sua roupa suja avista do publico; enlo que-
mar se devem aemelores produeces drama-
ticas. Ora meo Palhaco, deixa hum instante
a tna cappa de Mentiroso e de inijiostor
e falla huma vez se quer com franqueza.
Dize-me Wao pensarlas tu pur acenso que eu
quiz na pessoa de Manuel padeiro represen-
tar algiini in.li*idno da tua sucia ou colec-
tivamente (oda ella ? Nao sei se leus ou
n3o razan Palhaco mas entretanto nao te
mandei era a nenhum d'estes judiciuzos
Senhores, tomar aquella carpuea. Em quan-
to a critica que tu fases do meo estylo, aqueni
elegantemente chnmasi, Patea, inetitavel
ti hum estrangeiro. soihente le direi, Palhaco
que por toas barbarescs expresh5es. tiaresee
mito mais estrangeirb do queeu : se nao,
olha para o tal I Pato'l Ah! ali! ah! Patoi,
qucreodo dizer lingoagcf.i gxrtssrira se este
nao h gallieismo, eslou cnlSo muito engaa-
do queira Deas que no sejas tu P.illinco,
algara Franchinote, da PranetisM I jlhai.o, a
belleza da tua ciieco a pin /.> das t-.i.-is ide-
as a elefante cohstrucc" das tiia< fraics, o
purismo das tuas expressoes que aocabo ,
do patentear analticamente aecompanhan-
dote, passo a |w*so, no leo portentozo co*-
niunicodo me dispensara, de certo, de te
responder mais nada; todvia, direi ouzada*
mente ad publico sensato -. olhat examinai,
comparai ejulgai entre nos. Dise-me mu-*
is emfim Palhaco por que fallas tu ,
do que nao conheces ? A Mnemotechnia,
diz tu destre Memoria natnral he como
Se tu diasesses que a tctica militar etnpede o
soldado de ser bom carador. Alera disto ,
meo Palhaco por eres tu hum dos corj-
pheos da tua sucia uto se segu d'ali que
tenhas mais juito do que Cicero. Olha se
tu qaeres posso mandarte, huma minlr-
traduccio em lingoa Portuguesa de huma
das melhores obras daqrielle principe dos ora-
dores e philosophos Romanos pela qual lu
vera que elle esteve bem longo de pensar
corno tu, e que, calvez, te far abrir os olhos,
e mudar de lingoagem ; salvo se queres r
obstinado, e enbecudo coran hura trasmonta-
no arrogar a ti so friis talento, do que ao*
Aristteles Ciceros Aim Pars e Cnsti-
Ihos ; ou infame detractor desmentir as
honrosas attestarocs que o ensiuo d'estit
ciencia me meresceo, da parte de muiax
Sabias, e erudita; personagena deste Imperio,
e das quaes a honroza estima bem me in-
demniza dos insulcos sarcasmos teos, e dos da
tua sucia........... Se te falle! Palhaco ,
com alguma acrimonia queira me perdoar ,
pos fuste o aggressor.. Se te chamei Palha-
co, papel, que nao deixa de exigir algum ta-
lento, e fineza ; a cappa annima que endos-
saste a tua burlesca lingoagem, mais me
authurizaf&o. Adcospois Palhaco.- vamos a-
gora ao teo confrde Arlequira ou Abreu ,
lu- n Hii'imn riidna pr!ie|ii:1n u *
2. PARTE,
So o Serihor Abreu na sua correspon-
dencia to attrevida como injusta uo rc-
correase gratuitamente aos insultos, se, es-
criptor sesudo e brioso elle se tivesse con-
tentado de ine faser, inerescidas, ou ao me-
nos sinceras adnioestaces com aquella po-
ltica, e imparcial eqaidade, que annuneio
o hornera bera nacido, longedevir eu ago-
ra apurar aqui a paciencia dos meos leito-
res, por huma polmica enfadonha para opu-
blico;eu me axaria sulficicnteraente vingado,
com a sensata resposta do Sr. 1 Opu* artifi-
vetn prohat 1 mas, como assim nao acemite*
eco como aquello grosseiro calumniador ,
nao poupou nada para desacreditar*-me al-
tacando-me no mais melindroso da minha
repetacio n5. me posso impedir de cxcla-
mar-iue com o le5o doente de Lafontaine.
Ceos! Ser possivei, que at o turro me venha
tambem dar as suas patadas?!... Noqueren-
do porem apparelhar-me cora elle ; nao Ihe
npplicarei aquelle bem merecido uniiic de
Arre burro, que to judiciozamente Ihe deo o
Dito Opus Artifioem probat ; e contentarei-
me com o tratar de Arlequira a vista da en-
sossa censara que contra utim, e contra a mi-
nha obra lancau ; que bem se pode tratar do
arlequinada : s qual nao encarando al-
guns pomposos Barbarismos bastantes or-
gulhozos solecismos e infinitos outros erros
grammalicaes a sucia I Eutreportml 1 pro-
clamou, assim como cu tambem odesejnria,
hum prodigio de eloquencia inspirado por
Horacio ou Juvenil, e escripto coma engra-
nada, e sentennioza peona do Carapuceiro !!!.!
Que Hyperbola!... Bem vs, Arlequm, que
nao soo como tu pnis nao neg ao meros-
cimento, o seo devido louvor. Entretaot alerta que pencudo destruir prestigio ,
alerta qae te vou castigar com o ohicole da
analyze. Vejamos a t-.ia prodcelo.
ANALYZE.
Principiemos... Admiro-me muito Arle-
quira que sendo tu (ao neims as"ini mo
parece apezar de prafano ) membro i o
huma rorporacao to respcitaveUyiB a M.'.
facas t escarneo dos tres pontos que seguem
as ledras iniciaps do ruco rumie. Por oca*
as tuna luzes chegaro too simiente ale a!i
pensars tu, que so os Iluminados fillios do
Oriente Soque rei-peiio, venera, sdiId,
oaymboieo numero tres ?. A natm^za .nSu
tem os seos tres reinos '' As diversas- rcligi -
oes antigs e modernas as suas frMdadca?'


Na Mvtholigin, tres nao er;> os D-ioz-i pie
re-iio' o universo? trss as grana* cumpa-


nliiras de venus ? trss As pircas, infiex-
veis loistroa do destino ? Ir* as enhenas
do ,;,%"i;o do imperio Stygiano i' No do-
gma' C:. *''"*. ni^ sri" W virtiidoK tiie-
ologaes?-.{/< a potencia da alma? tres
Os conselhos de Ghrislu? trns s parles da pe-
nitencia ? ir* na ld tambera, conforme n fi-
siot(i"ia n substancias espirituaes do lio-
mein'? A Anatoma nao divide era tres os
apnarelhos da maquina humana ? &n. &o.
&!. Emfim Arlequim ( disceran-me
que sabias hura poucu da lalim ) conheces
lu tiste adagie ( Numero Dos impare gan-
de)? porque ent;i> estranhas tu, ter aado-
utido, a mais de X) annos, aquello dstinctvo
na miuha Bnm ... Arlequim! ve!ha-
no queras esconder-te ao3 feos ennfrades
da Su'.ia E l' qe pela' mor parte (com
1 em pnuras exuepees ) nao gustan dos/.To
davinaa. Dize-iuu Arlequim, ser Uto c
bardia ou adulanao. ? ?..... Tinha Ru-
ma Jo a intencio de nccompanliar-lc, Ar-
lequim, cm todos t ponto* da la mentiro.
zissima correspondencia; porem comjooSr,
( Opm \ ja fe brir os olhos ao sensato pu-
blico sobre o merescimento da la matea-
da : ante de te aprontar os orros grosseiros
de que te fidlei direi todavia duas palavra*,
s >bre cobarde meio, que empregaste, pa-
ra se* motivo me mortificar e redieula-
riiar irrntuitaineiite a minlia obra, faiendn de
niini wffl me eonbecer, hura retrato poueo
liionfe'ro e d'clla, huma cu-i natura. Isto,
se rae nao engao chama se parudiar e a
parodia, sendo huma irona continuada', pela
qti'al mudando-te o temido a figura as
feieocs os adornos do buma aecao,, do
huin objecto, de hum discurso chega-te a
faxer delle huma caricatura hum monstru
horrivel conservando todavia algum resto
de simultanea com o original parodiado, bem
se v que por ella se pode desfigurar a obra
mais sublime e faier huma espantosa phon-
tasma do raait lindo objecto. Ella he a ar-
ma do fracco e do malvado piiis que ella
nao caminha do ordinario senao com o ca-
lumnia e a mentira. Tein-se parodiado as
melhores tragedias de Hacine sublime
opera cantada lu estala o tem sido tambera,
e inuitas outras. Emfim, o parodiado, nao
respeita nada. Dai-lhe Dinheiro Excita i
as sitas paixes, e elle parodiar as Santas
escrituras ridiculizar o proprio ovnnge-
llio.... Es a arma que contra mim, e con-
tra a ininha obra, dirigiste lu infame e co-
barde Arlequim, mas felizmente, os icos pin-
Om0 J>.rraran a pi IIIII 1.1 O llill dente l> lll*
seno huma insoasa arlequinada recb -ada
dos defeitos innmeros que te vou apponUtr:
ouve me.
Faca-roe, priuieiramente o favor, Arle-
quim de ni* dizer o que significa farranxo,
pois, os diccionarios do Montea e de Cons-
tancio que tenho perante os dhos c que
tem valen pelo menos, o leo faraute, nao
tem esta palabra, que sem duvida he huma
t.ia Arlequinada. ( por maior deigrac.i da
desgranada) a>e8graca da desgranada! ah a ni
ah que Euphonio Diga-me Arlequim ,
sabes tu o que he Cacaphouia ? condeces o
Pleonasmo? E blasonas anda de purista !!
( A mri\\\"ira huma ni Indo que a caiHou ) Co-
mo he ? Caridou? vui conjugando Arlequim,
anda. Eu carido tu raridas elle ou clin
rida ,*ah! ah oh que l>ari>arisnio meo
Arlequim Juvenal J.abruire o Cara-
nuceiro, de que tu queres embocar o clarint ,
nao te aulhoritaro a tanto. Sab-s que mais,
va para escola. ( A&patuacat do ontoiro )
Patusca es lu Arlequim, e os leus cscriptoc
sao patuscadas ouviste paloneadas. Irra,
n5o cries palavris ( de tal r ida limitlada )
Nao vos Arlequim q' os teos dois tt. mudon
pronunciaco da palavra, fazendo cahir i
acccnlfl prosdico sobre a syllaba mi, quando
n syllaba tu he que deve ser a prediitninaile,
Arlequim, a jirosodia faz tamlirm parte dj
grammatica Ouviste. ( Uonnuxron )
Arlequim abre a artinha ; e veja bonus ,
bona bonura e nao bonus bonan bo-
num. Devcs peis o confessar Arlequim ,
en grammatica es hura bounxeiran c nao
bonauxeiro. ( Parti pois estudante o
tolln nr citrrrir* com o hah que precipita*
damtKte larga aos p> de Maricas, e pos pe's
t\c.) Parti, voltou, ,. larga, pe.. pcs. ps
tao' perto ) grarainaiical eonc'irdancia ele-
gante repeticao bem te disse Arlequim que
nao entendes nada de ytittixe! ( Maricaa dis
qwiobah he s?o < isto foi bitstrnt*. fea. )
dis, ehe..,. edepois/i! Bem, meo Ar-
lequim continua. ( Atsaralhupiia ) Barba-
rismo Arlequim porque nao o naadon
tambera compor cm caracteres ltalici? (S*c-
ce.de smpre Seguimentn ) IMeonasmo, Arle-
quim, se tu nio sabes o que he, pergunta ao
leo fartoto. ( O r>ii-i* prostituir*'
crine i* qtte t".m encantos ) Sao', Arlequim ,
sao', e nao k. {Coadjuctor) porque este c Ar-
lequim, que como ja te o cnsinei, muda o ac-
cento prosdico e-consequeutciuente a pro-
minciacao.
Porcm, es ton perdendo o meo tempn, e
caando o publico cm analizar inlhnU-
miseellaiiea de arlequinadas rotaiiuenHs
cnntrAri, a ide.lega LctitfrapV.a, imt.y
xe Cnstrucr- -o Etimologa e prosodia
giammalical. C he este purista c uniros
tes quaes.-ou peiores ( Risum titutatis) que
se attrevcra a embocar a .satirio i IrMiibutta! f
Aeceita o meo conselho, Arlequim ,, "Iba
que, acezar de todo, nao te quero multo ra.;
pois semprelne lembro que, por igoaes moti-
vos tal ve. Nos patria fui. et dulca Unqui-
mus arva. Sim, aenredita-mo toma hama
canoa va para Olin.la perguRU onde as-
siste o niestre da Stira e reslitue a este La-
}.: i-re Braileir.Aim instrumento que nao
se da com o leo Wf&gn e depois, no sejas
tolo, approveta a ccaziao. fica l na escol.a
preparatoria para accabar d'apprender o b ,
a ha o deixa te de polcmieas. Adeos.....
Mas ainda nft tante, raso Arlequim..... Dise-rae, mo s.?-
rsta por^ccaio tsiiibem author dramti-
co?..? Sim tu o s ep-ir iss" he qie
m critivat, naa H9gues, c sjtiba entre tanto,
que t"iiho cm miu'ias in"f>s aulli%rapho do
huma das tuas sublimes prodcenos..... '->'-
so me m..r'.ita de botequim por que nao
ls n-oprl, pars e liSeaca. Jas familias...
Ki huma pnssagem d'clla, in-irin mural (O
tasoa de alhas *w-ub diss? q< '"">*
ranees far+ldUmaitssuU frrmiad por des-
cubrir o? a agua dt Ci* loni\{ ) he a c
Ikor tona para arrancar calos da ftnnU da
tiarit) Que engi-acida frase! que Jialavras
di-j.ia da scena e de soar aos ouvidos cas-
t..'s? S.bro tud., aquella to bonita chilassa
ou casoiada, nyoa de Ci lonia, que quadm
tan bem ndine. veijao c Mr. Goiinet eser.'Ve assim ( Ptan-
tic;l0 de. "Batata* ai canos di botina J.qne liu-
d< .rrac.ejo! ( Mlttsa ttmri* / lmjni?sinde-
ten'ti e one s'joo' app-rtados) que decoti-
oia... "Vejdnn* agi*ra t alegante pocwn
do Insigne Moliere Trasmontano.
SfA M"iie ellsh-bvrive!,
K tninstro qf. aq:iin"o' hit.
jVW / aesast-s rapas ,
/,'/ o mallo picaneo zangada.
Sr. Mcshe saug-io-se ja,
Qiye todos cheiiamos mal.
J\W te auutcs rapas ,
Eu o mallo / wiorl fatal. r^C. &
Que harmona! que gracas neo Bcagc !
Vciao ngorn as segurte cmetM^as phrazes i
aeces ( quita en ri levantar se. do chao' e pee
ssis moitt-t ( da jML .. ) qu: ali estao' na salla,
que Iba cahiao' p'tas p-rnas das alca* t qu
tanto ti esto' hoaranda as ventas, foi o
,SV. tnestre ) {0 Aleslre saoode o cu as pi-
datas d-, ( Af... ) lue eslao' cahlihdo ) e mais
avante {Sr. estr'e e'.ha tai a Si.... anda
he esla cahivde p^las pinta ) c mal; adianto
( Jiaccoda s"'n?i>t'iia de M.... ) c quainlo var-
rendo, dig hum dos adores. ( " o gas vai aqu d' /I/.... da gorda e da grossa !
P.re ni basta de AI... Vcjo l soW peona do
Mmisieur .!.' J.". Giuinct dislilja I o suaves
perfumes vejo se rila jwoduzu \' bellas
figeras derhetorica cuno a soguinte So'domi-
tiea trtte {Ja Ihe de i no yutto e aiuda t;i nao'
towi'tf? cvc- & tantas outras 'balaca* jue
u pudor nao me pcrniettc ofioutar, do que rs>
ta recateada n ral pica do nosao EaUrurre
rmiialiadii; c das (uaet, aponiMulo a qunrta
pa le, cn\ei io-se ttidas ns cidiirauas d.> Dia-
rio. Q.iciro por tanto os Ineua leilores con-
tentor se com ctlaunoetta, tmala a" aeva-
zo. as parles de bous los e media tes cs-
ripias do proprio punijo do Sr. .). J. dR.
alias Abreu; Aiias Arrebuno ; Alias Arle-
q-.iiiu o purislit_.
3. PARTE.
Teii!o pncicneia benvolos leitores ,
promet i de vos descubrir <>. vrrd.ideir.ot mo-
tivos que Co(|tra inioi exeilara-i lguns dos
inembro-- ).i Sit.-ia ( Entre, pnrt.%1 ) devo iinis
uniprir com a oiinlia palavra.. Fallo aqu
a tollos os lirazileiniN natos, c adoptivos, as-
sim oni'i lodus ns eslrangeiius. que sendo,
uno cu, vcnliilcirmiieiite allV'dos ao BrAz/l,
considero como Bru/ilciros; e Ihe clamo
ruin voz desleinida. Ex i s tem entre vos, Uraz-
leiros, ecrtws c.Mtisii'oes, que a miseria Eu-
ropea, a cnii; ac.jo, ( quasi toda lgnelista)
o fiifim a nniluco de f.ucr fortuna tem,
licites ltimos lempos, vomiladHf cm assna
grande numero, sobro vossas praias. Accos-
tumados, l lio seo paz, n^.i vos considerar
eonan como colonos rebeldes, nao credes que
elles mudarn de sentimento logo ao depo-
is de ter viudo atentar-se sombra dos vos-
sos lares; nao Hntzilciros Elles nao viran
ficar'tomos aflfectos, seno depois que lon-
gos annos de rclacOe* de interesses ou de fa-
milia os terio ateimialado ao solo liospila-
leiro. uvi-os lias toas conversas pariicu-
Jares ; nada do bmn nada de sofli ivel no
Brasil So na antigs metrpoli que todo
lio perfeilo. Ek n.r.-7.ilciros os me.>s an-
tagonistas es ,-i iuii.ii ia dos meaibros da
sucia j filiada, ('tu-iados a nisso rcspcfc
to ceder ao niiiiKio 'II,s i. i deixao
jierder oecazi.io ;di;;;ui.i '.': pisar i> vussus
ajiaixonados quando elles pensiu i_ .( os
abnndonnareis ao ser. lascntnm io. Em-
(o) 0 Mnuscrijjlo airltiographf he Ixl q'ial.
Hm Bwiiilciros, fallemos claro einlcllign
mente nao he ao prama a Mulatinha nio
he ptsittvnuimto mmbsm a seo author Mr.
d.-. J-. Gonnet que ello l.mco a pedrn ;
he peca Brasileira, e Hrazileira Pernambu-
cau he no seo author blazonando de aman-
te do Brail... Nos seos annuncios, disserio
eHes nao o ouvistes tratarr a Europa, de va-
ina e decrepita? naolancou elle na peca pe-
dradas aos raiguelist?8? nao leve elle o atre-
vimento de pintarnos no tal Manuel padei-
r ? i !'! nao o vistes, adular os Brazileiros, re-
presentau.lo hum vigaro virtuoi e hum
Magistrado Brar.leiro, probo, justiceini, e
crajoM ? KHte ctemplo he pengozo para a
nossi tilo abalizada supremaca; asna peca
deve cahir. E sabe Dos, se nos seos clu-
bes nao rerasido laucado contra ni:in man
terr'ivcl anWbcma!. Emm Brazileros ,
des n-anai-vos: se e nao fosse hum cstran-
reiro,qiie tanto pela ua espada, como pela
su. penna hjulou ora quanto lhe fot pogs,-
tcI, a ciinncinnc'io c independencia Brazilei-
ra Se era lgnr de ter sido como eU foi, oju-
dantc do ^iliatt, e coiu'matidaiKe ao depois,
do huma assaz c.onsidorarel.forea Brazil.ra ,
turessa cu cumbaltido lias luzitauas plnlan-
ges da General tfadaim sido ajmlaute de
.irdemdo Gouveia ou do Serriu; a minhn
pecv, f.sse ella d.^z vezes aiuda mais pc-r. le-
riasido colhicada no annaes da fama por es-
tes egostas liberaci ; mas cu fi parle do ei-
orcito paeC ad..r .... n lucia, pina, euxen a
platea, e a Mulatinlia Cabio. Teidiu ditto
Brazileiros...... Bem sei que tantas venia-
bs expostas com franqueza gallicana, va..
excitar contra mim bmn envaine de calumni-
adores nio ignoro que os meos antagonis-
tas \o agora recorrer as injurias impro-
perios ''talvez ao argumento dos Sdes.
Mas, ne*!e ultii.'io cazo, elles me xaro sem-
pre o ni,'smo isto bo *em lemor niiien-
inen'e confiado na proteccSo c amparo das
Icis e uo-o.itfo caza, os dcixarci se divcriir
a minia or.sl.i nao tondo lempo a perder
em mnasdat que'me nao dio proveto, c as
vetes me irarpedein de vagar n oecupaces 'c
maior titilidade. Pois, sabao estes meus de-
tractores que o charlatn da pasta venn-v
llia, continua, e continuar a ensinar, no seio
das mais honradas, mais respeilaveis o
prineipaes familias d'csta cidade as qnaes ,
niamente sao que poden i fallar sobre a
son nioralidaile c talentos. .. Aiparesrao
(> os meiiibros da citada sucia sejiio ellas re-
clinadas das calumnias ns mais airones, qner
escripias assim como as que acabo de ana-
l-zar, cm estvln de Inverna ; quer o sejio em
estro comprado e eonscqueiileiBeiite al-
gum la.iln mais correcto; o publico que
boje bem mo eonhree. Ibes dar, se quizer, o
de'vido opreco; ijue quanto n mim, protesto
nao responder nem liuma so palavra o ac-
cabarei em fim esla niassaila, por a segninte
senienca do- grande (iauganelli esta gente ,
dsia iiquellc pontfice philosophn fallando
dos seos detrae!ores, tanto hao mentar, (anlohao de me vilipendiar, que em-
fim ees !f.o de me persuadir que cu o al-
guuia couza ...
PARAM.KLO.
Apprnveilando o resto d'cstas calumnns,
<1mi\ nqoi para qucm quizer f^zer a eom-
paraefo do meo patv-i cmn o el legan te csly-
lo dos ineos antagonistas ; nlguuias passa-
gens da miaba peri escolbendo as qi.o tu-
ro por rllet mais criminadas.
I Eis em que trunos, o Prefeilo da
enmuren falla ao Ingles que resstilido a pri-
so o amenra se elle a vanear disparar
sobre elle huma pistola engatiliada que elle
tem namao. ,,As toas armas nio me itssusto,
,, Inglez inlaine, membro podre d- huma nn-
,, c." resi.eiiav.l. Lembrs-te bem qucm;
,, o Brnzij .ate agora na infaocia tem tnf-
,. frido moitos detafiros de patifes como lu,
,, por perlenetrein a ages egostas que
,, franco anda lhe ora licito temer boje
pnrein. ooendo cutre as iiaeoes civilisa-
,, las elle tem forras snffieientcs para fi-
,, zer respeitar as suns Icis ecidadCe* eu-
,, rajnos para as executar. Eu le ordeno
,, por tanto &0 n
2. l'.is tambera ontra pns>a,;em muio
criminada de inmoral jichis mcmbrns dn
iunia. Silo os conselhos que o ^ ijjario <1
a Mariras. ,, 0 Hm de luda a nWca honrada,
,, que nao se consagra, per votos, no culto
,, dos altares he, ( dis *//) a pe zar de po-
,, bre o santo lnco de hyn.eneo qualtpn*
,, nutro, be triste (terigoco, e quati sem-
,, pre rondtiz ao crirae. Tuda quanto se vos
,, peder allegar en contrario be falso ,
e inspirado pelo espirito infernal. Vos
,, temis a miterin a fome a doenca, ma
,, dizei-me, minba filha nao lemlea na re-
,, ligiae os remedios contra estes males ?
,, Contra a miteria e a fome tendea o tra-
,, balbo e contra as molestias a trinpe-
,, ranea. E quaudo as.-ini nao acenntren ,
,, nao evstem por ventura opulentos ca-
,, ritntivos que sabem distinguir a virtude
,, inlclz do vicio juslament'o castigado?
,, E os dignos profesan res de huma fbcnldn-
,, de Ilustrada boje mais de que nunca pela
,. pbilesophia tem por acoaro dcixodo ex-
,, pirar Ou s.nn nentn padecer por falt,
., dos apcuoros da sua arto .-i 1 ;; nrn infeliz?..
,, Nao minba filha nao, Abtndonai pois
,, estes terrores ponios, e entregai no
desprezo os que vos os inspiraran. A-
,, nica dfSculdado que poderia occori r
,, soria a boa esculla do vosan consone;
,, porem os olhos perspicaces da vossa vir-
,, tuoza mi, nao se engaaran. O vosso
,, futuro marido he o modelo dos bons fi.
(i Ihoa, elle o ser tambera dos espozos. Son
,, en, he o vosso pastor que vo-lo assegu-
,, ra, e lie nao voaquer engaar (o mais adi-
,> ante ) Leinbrai-vos bem, minha filha. ipte
,, os conselhos de huma m;1 virtiyiza, sao os
,, conselhos de Dos mesmo. Adeos.
3. s Vede a gura de que manero o mesmo
vigjrio falla a o padreseo seductor. ,, Sr.
,, Padre... O sacerdote que fiel ao espirito
,, do seo snelo estado (mtica ao iwenot
,, em ap|iarneia as virtudes dn religi.1
deque elle ho ministro he sem duvida
,, hui nidada o til ao astado, c mereced e
or tanto da esliiua t vcneraeao publica.
,, Mas, oque nomo Vos, nao contente de
,, ser eheo dos vicios os mus infames, che-
,, ga na sna jiervnrsidado c a buzando do
,, seo sancto ministerio, at ao ponto de illu-
,, dir a Miionen.e virgeiu que vem nos
,, seo; lie* como aos do Dos de hondada,
,, implorar os eonsebVis da religio: que,
., digo fazendo o pap-l de Lucifer Iho
,, a*pponta os na mirtilos da perdico e do iu-
,,. freno : aquello he a mais vil c a mais
,, abjeeta de todas as cre.tturas ; hum
,, monstru emfim que a sociedade horra-
,. ruada deve expulsar do seo seio ( e mais
adianto Eis porqjie hoje em dia inilitos
,, 'fallao contra a religio metiendo cm
,, hum nareliello injusto a sua snela mo-
,, ral, eom a conducta do'semelhanles ai-
,, nistros. &(: ctc-
4. c Ks agora a passagem da tanguinhn ,
eis onde os membros da Sucia pertenderao
q-m os quiz icpreaenlar. ( le o (iallegn Ma-
noel q,. falla Marinas. ) ,, i)m- he que
,, bailotee esla dizendo Senhora ? He possi
,, bel! .... Se en smivnsse, sempee lite teria
trazlo bum pHii do 4 bintens.... Mas di-
n zei me Que diavo. laiuvnin, lhe ineolnou,
,, na naveea de invtlnr se eom eatudnnte !-----
,, Eatndantes ? OUia l quu vem sei o
que sjto esludantes. Perto da ininha al-
,. deia, dan longo ,da cidade de S. Thiago
,, de Caliza, Ui>ha h'tima caza toda recheada
,, dVst. gente huma surte, l, de cullegio.
Pois minba Senhora desgranado do pal
,. qee nao (uha olho averio sovre as suas
,, filb.ts tiha-fe mais medo d'elleSj que
dos sokiadaoi de Dom Miguel. Ale a filha
,, d meo padriiiho que tinbn cu pedido
,, Fiara oazar cmn ella; insinarol e l tal
,, iattiu que o meo padrinio ilcruouiadu
,, da sua gordura q'.iiz me ovrigar a casar
n higo. Mas eu que nao quiz'oubir resta
,, ordha. esname-nie^para a cidade do Por-
,, to, d'ondn logo nio cinvarquei para aqui..
,. bej'a minba S. nliora > que sao nstudan-
,, les ( e mais adituiti \ Moca e vunita co-
, mo batir est, julgo q,e nao habis do
., procurar milito ( para axar amparo 1 A-
,, ipii estou cu, queapezar dn ser hura po-
,, vrc rapaz se tibesse a bentura de nnnon-
,, trar huma ootno baun nfio se me Hara
,, degaxtar com ella parte do meo salario .
,, ao menos lhe uo liabcria faltar o pao;
,, Glibo nenie e cincuenta mil icis pvr
,, ano nao fallando nfi pin posso grange-
,, ar perfora. Eu lhe a ,, haber a de ser vcvestmindn. Pon co que
,, f'azer, que nao son gamenho e sou de
,, ppeos cng.ommados Cozinbar para
,, nosaiiivos eoznr me alguna remend*,
,, [iregar ur. sfguns vulins c o resto do
,, lempo noderia Iravallmr paro si f.e. ct('-
,, I amata ndinul- VAlera disto estou soltei-
), ro. c se baiice se comportar vem contigo ,
,, tnlbez..... emfim heiai \e "is adiatitJ l
,,' Oh! pois nao! Ku bu lo juro por S. Anto-
,, nio ib; I isvoa que clin mo castigue .o
,, Ihis nornnar. ,
5. Eis agora opatoh do meo Estudaiilo ,
Ernesto. I E!l falla com Mar.cas que lhe de-
clara limen ter ido ao M/mleiro, e lhe dis l
,, I-otan idea gozar da vista a mais agradavel
,, possi ve). As cocaiitadoias margena do
,, Cap bar be tem a estas horas hum
,, nSo sei o Me. me nrrebatte os sentidos.
,, Os Suberbos e efegaules palacios >s dcli-
,, eioent jardns os verdes r odorferos
,, hqsqims que de ambas ns margeos se
,, ofteresecm a vista, tleleilio a imaginaran.
,, Pitti-rsonn diz, que a lnglalerra nada ofle-
,, resee de mais pilto'reseo n roinantieo. Ir-
,, nios diveiiindo a vagcm, ntixliirando os
,, nossos cantos, aos melodiosos accentos ,, Sabia, aos aitiorn?.os guigcios da Pataliva. e
,, a Urilhantc voz do curi Vos nos daris,
,, assim o espero o praaer de ouvir a vossa
,, voz, e se ella norrspunder coin o.u
,, i odn over duvida alguuia oWsantnw
,, ta fignra ella comnlnlar pencanto.
Ilonni soit qui mal y p'tis:
c/. c/.' nc/.
------1------- a^frt<;>e- -;-----7-"., B
Pern. mTfy, de M. r. de lana. >o.
*vV


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