Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03661


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Full Text
'AUNO DE i838. SEXTA FEIiU
CAMBIOS.
Dezembro 6.
.Landres 29 Da. St. por iooo ced.
Lisboa qn a g5 por 100 premio, por metal. Noi.
Franca 335 a 34o Rs. por franco.
Rio He Janeiro no par.
i.loedas de6|4oo i5jfooo velhos novas i^ o!
Ufooo 9fono a 3ioo
Pasos Columna ros i#6io a i#>3o
Hit tos Mexicanos i|6 >o a i6ao
Pataces Brasileiros tjf6io a i#63o
Premios das Letras, pjr mez i a i|{ por lo.
'Cobre a p. c. disconto.
PARTIDAS DOS CORREIS TKRRESTES.
Cidade da Paraiba e villas de sua preteran .
Cidade do Rio 'irn le do Norte, e villas dem [
Cdade da Fortaleza e villas dem ..... ,
Villa de (ioisnna.......
Cidade de Olinda.......
Villa de Santo Anto.......
Dita deGarantiuns e Povoaco do Bonito. ."
Dittasdo Cabo Sermbaem,' Hi. Formoio, Porto Calvo
Cidade das Alngoas e Vla de Macei.
Villa de PajaV de Flores. ..'.'.'."
Todos os correios pirtem ao tneio da.
7 DE DEZEMfinO. ltUKRO 267,
Tudo ai>ora depende denos n.e-mos ; da n< -ssa prudercia
mouciaco e cuerda: conliouetnos cono pi incipiamo.,
seremos apomados com admiraclo enlie as fVaces umiscul-
'*
Proctamaco da Assemble Ceral do Brasil.
-Segundas Sextas Jairas.
To Quintas feiras.
Dias 10, M< de cada mez.
dem 1 n, e si ditto dido.
dem idem.
dem 13, dittoditta
Snbscreve-se para esta fnlha mil res mensaes pagos adt-
anlados nesta Tipografa, ru* das Crine* I). 3, e i>a Praca
da Independencia I), ij e ", onde receben) correspon-
dencias legalisadas ,. e(annuncios: nsirintio te este gratis
sendo dos pi ciprios asignantes, e vindos asaignados.
DIAS DA SEMANA.
3 Segunda S. rrancl'Co Xavier. Aud. do .luiz do crime de tarde e sesso da Tbes. P*
4 Terra S. Barbora V. M. itelaco te manb aud. do J dos Oif. de larde.
5 OuarU .S. (>eraldo Are. Sesso da Tbesouraria Provincial.
6 l^-iinta Nicolao B Belacfto de n>nb. audiencia do J. dos orlaos de tarda,
7 Sexta S. Antlnnain Are Sesso da Tbc* Publica, e aud do Juiz d'i Civel de tarde.
8 Sabbado tff. Conceico de N S. I aiiroeira o impeli. Quarios crtscentec a boraf 'e iS
iui n. ua manir
g Domingo a no Advento S. Leocadia.
Mar cheia para odia 7 da Dez"*nbro.
A* ylioins 18 miuutos da maub As y hoia 4a "Ululo Ja tarde.
PAUTE 0FFIG1 AL.
AA-
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS CENADORES.
Sesso em u5 de Setembro do i838.
Pressidencia do Snr. Mrquez de Bae-
pendy.
F>-Un a chimada eachando-se pre.-ente
numero legal dos Sur*. Senador?, o Sr.
Presidente abre a sesso, e lida a acta da
anterior heapprovada.
O Snr. pi un.mi o secretario da' couta do
expediente*
Ordeai do da.
Introducido o mini-tro de negocios da
'guerra com as formalidad** do e-tlo to-
ma aasenlo e entra em segunda discoss.i
o artigo t. e paragropho 1. da proposia
do governo sobie o ornamento da receit
e despesa do Imperio para o anno finan i -
ro de 1839 a 1840.
Julgando se discutid a materia, be ap-
provado O dito artigo 6. e parsgrapbo 1
bem como os a, 3, e 4 do mesuioart
go da pioposta.
Segue-e a discussio do $ 5. com a res-
pectiva emenda da outra cunar, o heap-
provada 5- artigo 6. Abale-se aqnantia de
13 67.000 res dos sddos dos affiotaei que
esli na rcbellilu do Rio Grande do Sal,
Conde de Lsge*.
Discutida a materia be approvada a
emendada outra cmara ao 5, com a do
Snr. conde de Lages.
Os desde o (i ateo 16 sioapprova-
dos com as emendas da cmara dos deputa-
dos aos ^G j. e8,
Passa-sr a discutir o parsgrapbo 16 do
artigo da proposta, COuju netamente com a
emenda additiva da outra cjmaia a este
parsgrapbo.
He cfferecida esla emenda :
Art 6. l, Addile se a quantia de
I3l00o| reis para reparo da fortaleza do
Cbeeilo, na provincia da Paraiba. J.
J. Borges.
Heapoi.ida, e, jugada discutida a roa-
ttna he approvado o iti- com a e-
menda da cmara dos Srs. deputados, e
com a do Sur. Boiges.
^S '7- do artigo 6. da proposta he
ppn-vauu, e, ao 18, s5o offeiecidas t*
Sfgointes emendas.
a Artigo 6. paiaprapho 18. Dig-se--
Guenlos tontos. Conde de Lag^.s.
Artigo 6 patagiapho 18. Para p*-
gaint-iny ein |Uj,ar jj0 amoitisaco. J. I
Borgea,
Soapoiadas e approvado o 18 na
eoiuocflaidada di emeacU do Siir conde
no Lages, coro as da radiara dos Sari.
u>putauo*'e do^nr. Boig^s.
US '9-addiiivo da outia cmara he ap-
provado com a seguinte ;
" Ea>nda auditiva ao paragrapho i$.
do rtigo 6. I) p is de -- sold -- aceres
cei.t<-se dtadaja. -- Conde i\f> Vdlenca.
Hetirnndo se o aniniotr o S:ir. presi-
dente declara que Iiia eonvidar- *o o minia
lio da faseodi para |f asistir a manli,
a discussio do orcamenio, ed para or
dem do dia as mes boje.
Levautou-se. a sesso as duS horas da
tarde.
1 md e seiscentos contos pedidos p> lo go-
verno.
Palla na materia em um I ngodiscursn
o Sr. Calroon.
A ilisrii-sjo fina addiada pela hora.
O Snr. Presdanla d para ordem do
dia a mi'Miii materia de h>je.
Levanta a sessa depois das duas horas
da tarde.
CMARA DOS DEPUTA DOS.
Ses-a de 25 de Setembro.
Presidencia do Snr. Araujo Vinnna.
Logo que se rene numero legal di* e
pulados, lieabecta a sessa, lidae appro-
vada a acta di anterior.
O Senhi>r primeiro secretario da' conta
do expedient.
Ordem do dia.
Primeira parta.
Continua a discussio addiada da sesso
anlorior sobre o parecer
  • de Justi'-a criminal acerca da preleuco dos
    presos do Rio Grande do Sal, e emenda
    apoiada do Snr. Aorada Machado que
    he a seguinte resohico.
    AMigo 1. Fica o governo sutorisado a
    fazer julgar os presos do Rio Grande, que
    requere.rio, nesta cidade na f >rma d*s
    U-is vigentes prreedeodo as solemnida-
    des legaes, que verifiquen) sa desisten-
    cia.
    Artigo a- Os presos era iguaes cir
    runstancias e que requererem gud me
    did, gosar > da m'sma graca.
    Tomo parte na discussio os Snrs. No-
    nes Machado, Heuriqne de R sende, Mar
    tim FranHsCo, e Clemente Pereira, e a
    discusso (ica addiada pela hora.
    Segunda parte
    Continua a dieCUSafa addiada do atligo
    2. da resolncio que proryga por mais
    hnm nno a le de suspencio de garautiai
    UO Rio Grande, e estalitlece as leis mili
    tari-s no terapi dq guerra para o exercilo
    ero operacAei, no caso de r'bclio.
    Toiu'o parle na dscufaio os Snrs. Nu-
    nes Machido Andrada M-chado Mar-
    tim Francisco, e Yavario.
    O Sur Clemente Pereira fundamenta
    stgumle emenda sub^lituitiva iju" be u-
    poiad 1.
    m l'm quaiitn durar aeaiopmlia da Rio
    Orando de S. Pedro doSui. os crmrs mi-
    litares dos individuos do exercilo de o-
    peraces contra os rebeldes sero pu-
    nidos e processados o\ conferoidade das
    irisrodities pira O lempo de guerra.
    Toman aiiid*. pMt'1 n--ia dlseuislo os
    Snrs. Lima e Silva, Gunsalves Martios, e
    Audr.oia Machado.
    Julgada a miteria discutida, he appro-^
    PERNAMBUCO.
    COMMANDO DVS ARMAS.
    Expediente do dia 4 de Desembro de
    i 838.
    QScio Ao Ea. Presidente, de-
    volvendo-lbe em cumprim'iilo ao sen of-
    icio de 12 de Yovembro ultimo, os papis
    e lequeiimento, que ao Coverrio de S. VI.
    o Imperador indereaaara n Aiferes A. Joa'o
    CorreivFeio, da Guarnicin da Paraiba do
    Norte, pedindo se llie mandusse su pender
    a nota de disocio que em seus tfMutos
    tinba por oecasio dos acontecimentns po-
    lilicos de l5a4, contar a anliguidade, e
    pagar os vencimeutoa qu deixou do per-
    ceber tudo a exentplo do AjudanleAa
    Ionio Vicente de Magalhes que do mes-
    mo Governo obleve igual giaga. e infor-
    mando que esle official sendo da referida
    Guarnicao, pelo Decreto e Plano de 4 da
    Vlaio de i83i Apassara a peitencer a es-
    la provincia, e^be nao o acoropanhaudo
    stinir pira ali se encaminha^sem.
    l):to-- Ao PreFeito di Comarca, com-
    m'i-ii Hinf) llie, qu< as n boias <1 noite da
    dia do corren(n tendj o corneta do
    Corp de Engajad Jjao Cardoso Bata-
    l'oa presidid em huma taberna pouc
    distante da Rbera o desertor (Id rntsaia
    Corno Wenceslao Francisca Pereira, esla
    depois de preso ferindo Com 11 m formo
    eslieito ao Corneta se pode evadir eque
    de vendo a Polica ler deste caso conheci-
    me"ut, e'proceder a comoteote vestona;
    S S houtesae de dar nesta sentido suas
    ordens. pira q-ie el>a fusse feit-> no Hospi-
    tal Regimcnla!, onde se achava lecolbido
    o ferido.
    Dito Ao mesmo, disendo Ihe em'res*
    posta ao Sfoofficiu da hojp, rjne tmba mm-
    tiatin castigar correeeionaltMnta o oblado
    do Bitalbo provisorio de Cassadores, quW
    presoIbe fora remettido, e devolvendo a
    pule de Sob-Prefeitti, qne ao refeiido of
    liC'O h(oiu;-iii li 11.1.
    Dito Ao C'.'tnmandante interino do
    ttatulho Prftvisorio d" Cessadores, man-
    dando castigar ao sold.ido Antonio J..se
    Ciraco preso pela Pieltitura, por estar
    insultando em sua propria casa no lugar do
    Maguinho a Ftancisc Antonio de O-
    veira.
    Poftira An Cipiio Commandante in-
    terino do quario Coi po de Ai Iberia, inan-
    voadever ao ex sollado Manuel Jos Ro*
    dcigiies, faseiido o p-gamenlo em confor*
    miade das ordena e'stbelecidas.
    Uila \a Majar cun mu; dan te do Dep-
    a competente guii apenas se Ihe averboo
    na respectiva classe as oceurrencias Milita- s''o, maedndo excluir do mesmo e re-
    res, que livero lugar atea data de ana **fUer com guia da paas>g*>m paraoquar*
    exclosio outra vez pira a Paraiba. Qne I Coi m> de Anilbiria a* pracas cons-
    estas occurrenciis se cbavo exactamentu tantea" d.i re icio que se Ihe mviava assig-
    oonsignadas na fe dolHcio, documento n.
    4, *pensoao seu requerimeuto ; que a du-
    vida aptesentada pelo Major Mouteiro da
    Franca no ollieio d-" 20 de Abril des'e an-
    no Uie pareca dilucidada em vista da fe
    nada pelo Secretario Militar, devendo la-
    es piacas birem snecon das1 de s'ildo at-^
    o fioi do mez anterior e de Edpe al
    boje.
    Dita -- Ao Capito Comunndanta in-
    u'nllieio documenlo numero 3. passada, teriuo do quarto Cirpo de Arlilberia, a-
    pela Tbesouraria da Paiaib* pois que j tborisando-o a recber fs piacas meocio-
    eootinha os assrutamentos de (iracas, e nadas na antecedente l'oitaiia.
    mais oncurrenciss rellativas ao ctcial,at Dita-- Ao M >r Ct-minaudanta do De-
    adata de ua reintcgracSo no servico em I psito, nundano na mismas conformi-
    18 li. e finalmente que com estes docu- dade excluir, pausar guias, e remeltr
    mrntos e com os mais qu aeachavjp a- rom paasag^m para o Bdalbo Provisorio
    nexas ao requ-runeoto, julgava estar o dt> Cassodores as 4' placas, cujos nomea
    C'.nsolbo Supremo h.belitado para resol- i hio descriptos na relaco que se Ihe en-
    vor a rerca da preteoclo do rcquerenie,' va, asaigneda pelo Secretario Militar.,
    podendo no entanto sseverar que por I Da Ao Loromaudi>nte do Batalho
    esta provit ca outros esclarecimentos se | Provisoria de C-issadoreg, autorisando-0
    0I0 podiodi>r pla raaia ja dita de nao i receber as pracas mencionadas ua anteca-
    ler viudo a.-ua guia. j dente Portarla.
    Dito Ao m-sni Exm. Snr., instando i fl______ ,,', "
    pcloconceito quartel do Hospicio visto que por huma
    dasjantdlas, arruinadas aoabivo deeva-
    ! \!'j. d Provincia das Aiagoaa-
    l.)iio-- Ao Exoi Presidente lia Piovin-
    THE200RAR1A DA PROVNCIa.
    Expediente do di 5 de Dezembro de
    ib3.
    Olfieio Ao E.x-m. Snr. Presidente da
    lucia 11 fo'mando lequeiimeotu do
    ca das A (aguas, romaaanicando Iba a fu-1
    vado o artigo e adoptado o pioj-do } sendo ,ga dos dous desartoics mencionados 00!
    regeitadoH usemendas olKcio antecedente e pedudo-lhe boiivea- D liioa joaqvjtiia Lilia.
    Entra em discussio o psneer da com- i-e de d*r sua ordena, pata que fnanem Portara. \o Thosourero da Fasenda
    miaso do ot^amento sobre ocredito de 4 capturad os, se ucaso ^ como era da pre- mandando pajar so Tba*ourdro da Mesa



    BUOO
    do Cnsul importancia despendida com o pagamento
    dos ordenados e por vanligens Sos Em -
    pregados da mesma Bju^0*0 e outra*
    despesas no mei de Novembro prximo
    pastado.
    DiU Ao Thesoureiio dos O denado
    mandando pagar ao Almoxanfe aposenta-
    do do Arsenal de G ierra .1 .o Rodrigues
    de Mirand. a qmntia de (ii.bto re* im-
    portancia d'ametade do s*u ord nado o
    mesesdeOulubio e N verabro ultimo.
    ita Aodilo, mandando p'gar au
    Amanuense aposentado do m"sm > Vrsenel
    Jos Joaquim Humhlino da Miranda a
    quanli d 33,3 13 reis importancia do "i
    meio Ordenado dj m^smo lempo ciaw de
    tarado.
    edicto, parda pelo Coromahdante da
    Guarda da Cadeia por a ter encontrado
    noite den-ro da nvsma Cadeia snn -star
    pres ; Maria preta escrava do Escri-
    vio Alcanforado, por' un Inferior de I o-
    licia porrslar espancando a outra prel i;
    ledro, preio, lamber escravo de Mano-
    el Gomes morador em Cariris pela I.
    patrulha da R >a vista por ter sido enroa
    liad fuando capim ; a Jicinlo e Flix
    tambem prelos eseravns q.n d sem ter, d*
    Paulo.Joidin pcUSub IVff-it 'I' F>*-
    g.iesia dos Aff g.dos por esMieni fug
    Diversas liepartijoeiis
    -
    JrLFANDEGA DAS FAZENDAS.
    EDTAL.
    Perante o Inspector d'Alfandega se hade
    arremartarem basta Publica, a porta da
    mesma pelas <>nze lloras da manhaa d
    dia M docorrente, 5o tonelladas d*i rar-
    Vodf pedra on o que se achar : a sabe.
    jendo io toneladas o-o lVgO I*gl ^a
    berina,e4oditasdalV.rca Inglesa Mary
    & Ann, aprehendid<.s pelo Inspector da
    meama.
    lfand-ga de Pernambuco O de Mes ero-
    brodei83S.
    Manoel Zefiino dos Suilos
    MEZA DO CONSULADO.
    ,_A Pauta be a mesma do num. a5o.
    CORREIO.
    O Rrigue de Guerra 3 de Maio d qual
    V Commandante Joa Francisco R&U
    recebe a malas para o Rio de 'Janeiro e Ba-
    bia boje 7 as 5 oras d tarde
    GURAS PliLICAS.
    Koad'iaa l5, 17 e 18 do corrente
    me/ir a praca para ser arrematada a ree-
    dificacio da ponte sobre o rio Tracunhaem
    na estrada de Goianna, avallada em reis
    i;55,34o. Os Licitantes devem compe
    |e|temente habilitados de Fiadores idneos
    comparecer nos referidos das ao meio
    dia, a dar o seus Luces na Repailicio
    das Obras Publicas, aonde esl patente o
    espectivo orcaroento para ser examinado
    pelos Perteodentes em qualquer dia til as
    horas do expediente.
    Inspecco das Obras Publicas 6 de De-
    erobro do iBii.
    Moraes Ancora.
    P.ela Inspecco Geral das Obras Pub
    en convida-se aos Ollicias de Carpina qu
    se quisrrem empregar as mismas bra a
    apreseniarem-se ao Inspecloj Geral dallas
    ua respectiva Reparticio, para trataren, do
    ajuste.
    lospecci das Obras Publicas 3 de De-
    atmbro do 1838.
    Moraes Ancora.

    Oa OfBciofs de Carpios qu* s* quise-
    era empegar as obras dos Quarteis e
    fprttficaco apresentero-se e.o inspector
    (ja; das Obras Publicas na respectiva
    Reparlico ou ao Sor. Teen e Joaquim
    Josc d Feria Neves para tratarem do
    ajusto.
    dos. .
    E' o que-const-i das partes boje recebi-
    Jis nesta StC< tari*-
    Peos GfMf* a V. RfS. IVfe.tU a da
    Gomare do Recife 6 de I) s-mbro de
    838 Illm.e Exm Sr. Ffancisc 1 do Re.
    r l.rros Pres.de.it* da Provincia
    Francisco Antonio de S Brrelo l ra-
    feito da Comarca.
    CMARA MUNICIPAL DA CID A DE
    DO RECIPE.
    Sessadodia t de'Setembro de 18J8.
    Presidencia do Senhor SiUa.
    Comparecer') os S'irs. Rirros Doulor
    Cintra f'essoa Chavas S veira
    es
    donado a Cadeira : adiado at que se apro-
    ante a iuformaco exigida pelo t.scal da
    V. O Snr. Vereador Silva p-dio, que
    Cmara n disp..s>e de comparecer, em
    ,lumasS-*soens porissoqu- Illa Irael <
    de suasauie, que | acb.fi alterada;
    eiij^ dispensa foi unsedida.
    I)?sp..liar;i5 se lg'uns reqiierimenlos
    E por ser d(N a hora Uvantou se a $ess 1
    8 mandai > f.,er a prsenle em que asi
    Miaiao E buqueiquee M-ll S'relfio aesnwi.
    li.rros, l'ro Presidente. I) .ulor Cintra
    Cliares PSOa Souz, Oliveira.
    fallando com cuza os mais S inbo-
    Abert'i a Sessao licla a Acia da ante
    cedente, fot approvaila.
    O Secntano dando cont do expedien-
    te menciou os siguiles Hicios.
    Um do Inspector da Tliesoii'aria remet-
    iendo o requerimenlo de Josa Vil.il Nunes
    Cascereiro da Cadeia desta desta Cmara dar os esclarec|mntos que
    pedia o Contador da mesma Tbesourari
    na nformac.-Oque oaccompanliava : deli
    berou a Carnea queosse remullid* ao l'io
    curador para informara nspeito.
    Outro do Fiscal da Raa vista ni s
    parteripando l<-r mandado proieder tormo
    de adiada e-nlra Tberesa de le tus Maiia .
    por ter edificado urna rampa de lijollos no
    Portan de urna sua casa que fea na frenle
    di esliad.i do Minguinlio infin;indo ilest 1
    maneira a Posturas Municipaes : como
    tambem qua bavia embargado a ob^a, que
    est Joao de Souza Mafalbens f ra Nova em se:uimento da d'Aurnia,
    como por esta Cmara Me foi determinlo
    mais nao podia conseguir a licenca por
    nao a querer entregar-lhe o dito Mafjalba
    ens disendo que ira entregar a mesma
    Cmara ,em quanto a parle delih-'rou a
    ('amar.*, que o Snr. FiiCil apresentasse
    termo de adiada ; em quanto a a. pal ,
    que.se ofiiciasse ao Ten nte Coronel de
    Engenheiros Fimino Ilirculano de Mora-
    es Ancora pedindo queSom a brevidade
    .possivel bouvesse de aprwsentar o trabalbo
    que I lie foi imcunibido ou ao menos de
    lemaicar logo as travesas que d- vera fi
    car por dettax na segunda mi d'Vurora.
    Constando a Cmara lerem sido notii
    endosos C'avicui iri >s por deiiiai-h > do
    lu/ da 1. Vara do Crime para hojo para
    as 11 horas ad.arem-se na Tliesouraiia ,
    onde existe o Cofie da Municipalid fim de se p'ocedei ;i pendora em diobeiro
    para pagamento das cusas que se exige
    de varios Processos; visto nao dever prr-
    valecer Btneac>5 feila em Juiso no ron*
    dimenlo da iliindo |{irro da Boa vis
    la : deliherou que seno oidem sua nto
    deverio os mesnius Clavinculirios presta-
    iem-se;i exigencia do dilo luiso
    Entrando em dSCUSio o parecer que
    eslava adiado solire um lequ-nmenlo de
    loio l'irn ikI-s ti 1 C-r. nao f-i appro
    Represenlaclo quo a S. \l. I dirigi a
    Cmara \lunicipil da Cidade do l>.i; .
    pedindo a coiiservicao do Exm. Presi-
    dente da mesma Pioviaeja Manuel I e-
    lisirdo do S ni/. 1 e Mello.
    SENHOR.
    lie com summa salisfaco que 1 C.mara
    Uuok-ip.l da Cidade da Foftalezs Org6
    dos ieiilimenios dt seu-s haltitinles <>m
    peanle o Tliroio Aug >slo de V. M. I. *
    C. pagar hum Iributo A verdade rendei
    lium culto virtud e restituir Jajalica
    o lugai que lite foi ncga'o na represen
    (cao, que fe/ subo : Presenca da V. M
    La Vssembla l.egitlaliva deta Piovincia
    contra o Exm, P esidenle da m-sma,
    qual nao cont rile de gislir o precioso lem-
    po "que de ia ser cons> 'grado a formicao
    de leis adoptadas para dar impulso ao
    nosso Commerri agricultura e inilns-
    tii* nascenlis, e empieg do na refirma
    das qnu exfieriencia tivesse mostrado,
    que era inexequiveis, ou qn a summa
    dos males, que deUas pfuviub<6, era
    maior que a dos hens o empregava em in-
    -ultar o l*xm. Presidente no idmiw recio
    toda ca/a que devia con ter os escolbidos
    da Piovincia, os espedios da moral, os
    p otolypos do bom seris ti* moderaco ,
    e de todas aa virludes socias em assacar-
    llie baldo*s e dirigir-llie di;.liiles, na
    cpianlos eiM conliec d >s pie seien res-
    peitadoree das L^is. e das Authorid'des.
    e sustentculos do Governo e dos princi-
    pios da rasio e jus'ica ; e sr eom ocimi-
    qnso inluilode, por reta ufa* 1 perder o
    Pre.-idenle da Proxincia a loica moial, ba-
    se esseociai de lodos os Goveinos que
    querem ser pe dura veis e assiin acarre
    lar-lbeo odioso dos hebilantes da Provin-
    cia que ncai|IOs e sen < riterio para des-
    cub'irem a verdade.d'entre os veos C"B
    (pie a fuila as vistas menos agndns culiem
    em seus lacos engaosos creem em suafl
    palavias e longe deajudarem o 1* func-
    eionatio da Provincia vencer os obstcu-
    los que diariamente se er.contr.'3 n'ndmi
    uisIracSo publica, opo- Ihe anda mais 1 o
    pecos. e descarte se piocraslroao, ou se nao
    i-olliem os hens que com raso sampre se
    esperad das insliluico*s sociaes leva o seo
    despeilo, e desespero Me- o (ionio de nao
    rorar le appresentar diante do Tbrono de
    V. M. I el). p ra erviiem re funda
    ment, e esle o a limosa arcosacao, que,
    pede a Assemblea a V. M I e C. Alien
    da, e Julgu** plausivel paia occ^iornr a
    d.-mi sao do Exm Presidente, ac'oa, dss
    qi|aes liuus pruvao o /elo e liabilidade. Com
    in,pecca6 das Obras Publica, 6 de De- vado eHri.do-ae a pre.enClo de Suppli
    1 -i. 'nin.iiiiu rmi aimii .ii .- fia fleiin >raca>i In
    eMhrode t838.
    Moraes Ancosa.
    PRFEITURA.
    Varita no da 6 de Desembro de 1808.
    jlhn. e E?tm. Snr. Fora presos lon-
    tem a roinha ordem e tiverio deslino :
    Jos RobeitO, pardo irigueiro e Francis-
    CO I.Userra ,crioulo pelo Sub Prefeito da
    Fregqesia do Recife este por ter insulta-
    do ao Commissario de Policio do 3." dis-
    jeto e fiqUfillepor ter fuitado e vend-
    p 3 linbas Maria Joaquina da Con.
    cante na conformidade da deliberaco to
    mada.
    A Cmara deliherou que se officiasse a
    o Procurador da Misericordia procurando
    saber se p-lo Cumprimisso da Santa Ca-
    za era ella obrigada a salislaier as de>pe
    sas feilas com as execucjeus da penas ul-
    timas.
    Oulro do Parachoda Fregus! dos Af
    fog*48 |Mit*!Cpando Ser o ProQS de
    Primeiras Letras Angelo Custodio da SU va
    Fragoso apenas deixado alguna dias de lici-
    onar os seos alumnos, deixando todava
    urna pessoa fasendo suas veses ; e portanlo
    uo considerava ter o dilo ProUessor aban-
    que
    elle di
    1 ge
    11 limao da P oviucia e *
    1............" ~- > _------ ~
    prnliidade e boa l que respiran em suas
    ccoes, oulros sao a a consequMiria ne-
    cesisria da madanra do pessoiil doliover-
    110, edecerlos p incipiosqu- V M. uo
    ignore; e | o temedio apnlo-adoa curara
    chaga, que huma admimslracno oniinos.
    ab'io ri'liinn dus menrbrot do Corpo scl
    e que si'i iiiiina M- (I cui > uppoiluna e loite
    piule sarar..
    S ni o Exm. Presidente deve ser mu
    lado, po-que "ni o transigi com osados
    d'Assen>bia, bansexcntricos de suas ai-
    .irihu'ces outros capiixosos, e directa
    mcni tendentes a fv recer nteresses pr
    liculaies ; elle deve ser mudado, poique
    commelleo o lenivel atienlado de nao con
    sentir ser a adoao carro de pMsad s triun
    lo>; elle deve serdesido il'i flmi n
    destinos da P?ornra poique leudo uni-
    c iMenle em mira d. ff nuei a 1 nns Imcso,
    -s L- is e o Tbrono Augus'o de V. M 1
    e nao prostituir o mais devado caigo da
    Provincia que a sabedor ia de V. M. mu-
    dou Ihe exeicer portou-se com muda dig-
    nidade nao deo assentimento a extranhas
    insinuaces nao quiz sugeilar n eolio a
    vergnnboO jugo que peaou solre muitos
    Presidentes, que governarao esta infeliz
    Provincia digna de mellior son eraos-
    don liie por pratica qtie dolado de hum
    cir.rter firme e inaSep-ndenle desprezava
    suas suggesii'S, e s cuidava na prospe-
    lidade iicae moral da Provincia, rujo
    bem estar, entende deve ser lirio em to-
    da a consideraco e ante posto bens
    petsoaes.
    Mas que importa que os actos prac|.
    cades ido Presidente da Provincia doCea-
    r e appreseniados a V.' M e muitos a-
    i levados i barra das Cunaras Augustas e
    nc-bidos com pr/er a-pplaiiso lenba
    imp essoocunlio da 'legalidad* regula-
    ridade, se a Asserobl tero.posto a peito
    ilenegril-os e enveiierial los sempre e
    c.m mais acrimonia em s*us momentos re
    vcriigem, eso pira prestar servicoa a lium
    liomein que sendo retirado da direccao
    da Provincia, pela qual anda sapdoso
    chora por nao ter completamente saccia-
    do sua le de lirannii e ambicio .mlie-
    laeb>ter em lodo* os ensejos, a quem l-
    vrou a Provincia de provar o iundo du
    C-Jix d'am e por isso recorre, a quem foi j
    o insti lmenlo de seo podero Ilimitado ;
    implora a piOleccAo de quem no Ion
    go periodo de mais delrez annos nao
    vio acloalgum seo, que podesse merecer
    mus leve sombra de censure, qumdo a
    Provincia inleira nos dias de .gonia e de
    dor em que eslava sepultada lazia reper-
    cutir os ecr.os de seus gi 4oi de exasperSco
    nos lugares mais recnditos do Brasil que
    compadecido dauava pela demi>so do in-
    grato (illio que amargurava os dias de sua
    Vli. aigravava e obscureca sua estrella,
    que brillianle, como as oulras, devia ap-
    parecer no Ceo d ) Rrasil ?
    A Cmara quererla esqucer lacios d'ba-
    111 a triste reco'rdaco, mais imp-llida pela
    n cessidude de provar a iojusl ca com que
    a Assembi Provincial procura laucar hu
    m< nodos indelevtl na ptobidade ecapaci-
    dade g.vernaliva do Exm. Presidente he-
    l'oreida a millir sua ..piniio manifestan-
    do ao Urasil lodo que a Assemb t Provin-
    cial be suspeita, quando se trata de esmoe
    nlharos aitos do aclud Presidente e de
    julgal-os com espirito de imparcialidade e
    r.cl'ido; e neslas ciicurislancias podei
    sem perigo ser ouvida pelotioverno cooo-
    cieuciosoessbib de V." M. I ? O bom seiii
    ,0 e a raso aconsellia a negativa pos
    que be principio geralmenle s'-bdo, qaie-
    II anesdaquelles, a quem aborrecemos,,
    sempre se nos antolha vestidas com as co-
    res as mais negras e odiosa* e deste- modo
    somos imposibilitados de sermos Juizes,
    despidos das pa.xes de que lallava hum
    arilio sabio.
    Quindo baja alguera que deapophei
    cendo to(Jafr as r^gr.s d*eqnidade euten-
    derque a Assemb a Provincia na erizo
    iciu.l befante pur, de que emanara ver
    dadenas inlurmaies cerca da rouducta>
    do Exm Piesider.le, a C*mar reforcara
    seos aigum-iiios com esie raciocinio : ou o
    i.ansaclo (;.veino do Cear foi huno Aojo
    Tuieilai delle, e cutio o Cea-i sonhu*
    seus p.denmelos (se bem ..ao passe em
    duvida sua realidae) e O ie>o d- **j*
    acompanbou em $eo dd.rw, ou > oe
    ir e crnica, e a Aa*Mbla, queoauxr
    l,0U, queoelogiou, que o endeoaoil fo
    eumpl.Ce de SeUs def..H0S OU ful llUOSlI-
    deexculora de sii'S odnS. ""
    Finalmente .Cmara b|-du o da da
    dVvaciu do Kxm. Presidente, e f.. votos
    a V. Rl I. pelisuacoiisinncio, em qtt*n
    lo sua adminisliacio segn a senda que ale
    0 |ireSe,.l. lera irilhado. E -ulro nao po-
    da ser op>ocedimeito dos C*aiehses par
    com o Prndenle de que se oci upa cnj-S
    actos se conb'sse na.eslreita ed-ra d liu-
    ma represenlaclo a Cmara se (ana gajo-
    sacaigiideanalisar, e mostrar que rll"
    1 .nge de Ihe deverem altrahir a sanU dos
    Cea!ei,se* ledam de su < Juslica a ac-
    uuiesceiicia : ero-hum pajaaia elle qu<
    e .|i. mier cuino
    como lunccionaiio publico, q,,r*
    pardela, merece as s-udade dos Cea-on-
    I ... u nill-
    S elem H|>|N a sua ....... 0-
    dio. I) osGua.de a V. M. 1. e .. P<*
    UilaUdvS ...nos como be ** rs"'
    l'acoda C..a Municpd ; da Cidade- d
    Foi tdlexa ero 8 deOulubro de i8J8. JJl^


    a*
    DIARIO DE rERAMBUGO
    5
    Theofilo Ribeiro Presidente. Miguel Joa-
    quina Fe mandes Barros. Manoel Alves de
    {.arvalho. Antonio Ttadrgufi F*rreira
    Joaquina da Silva Saniiao. Sima o Bi -
    lusa Cjrdeiro. Pedro Jos Piusa Lima.
    (!).> De/.ees de De/.embro.)
    Continuado do numero precedente.
    A ignorancia como a maldad cuida
    dsrr prora de vigor e sptidao destrua-
    do. O que s* aprsenla pira desfarer o
    que est, he ido pelo mais liabil para di-
    rigir qmndo md.i mus faz da que f
    em evidencia esta verdule. A fore e (
    culd de dr qUe su au pod fazer aso til e
    convenanle sao mais funestas da que a
    frainquesa e impericia.
    O Patriotismo procura pra o pai/. a qua
    Ihe conveno se desenvolv* em esmiros ,
    esacificios qmndo ests sao demi.ter-
    Asbias ostiluir-'S s riaes sao aquella J
    que melhursm-m desnaluralissr o homem.
    lirando-llie a existencia absoluta para dar
    Ihe huma relativa e transportar o Eu p-
    ra a unidad* commum de so-te qu cada
    particular -e na i jalfiue mti Hum porem
    parle da unidade.. [\\ ,., CH(fa dver hum
    sacrificio e hum premio e a liherdade
    deve ser medid* p i i eomprimento da ca-
    di,, que prende ncidado.
    Cada poca tem suas ideas, seos prin-
    cipios seos inventos que vpm por excel
    lentes.cabio a lodos os pai/s, ao m-^m*
    lempo, e na mesma propoicio. II indi
    penssvel delinear para edificar examinar,
    e ensaiar para justar e gurnir, e daixar
    ao lempo o faser a mossa ; nm basta oz-
    lo he irut-ssalio o .ipioposito.
    Aquelle, que acarretaase esmo para seo
    psit, sem previa esecilla, quanto de bm
    ee-ontrasse dos eslranhos n o foicsse a
    admillir, cau>r-lbe-hia da mu o iguala -
    quelle, qui afincadamente ae oppozcsse
    admisso do que he novo ; pois que lenta
    matar ppr indigestao de ssporosos manjares
    lora d lempo como malar fo ne.
    Louco seria o que pertendessA parar o
    movimento progresivo do espirito huma-
    no ciime. de lisa civifisacio fra privar
    ana p tina ilpa b"ns ,. qjio delU resulta,-
    mas para que o beneficio aprovoile con-
    vem que preste.
    As carnMjjens vapor ex. gr. sao de
    utilid.ule incalculavei ; esub-leca-se hum*
    que ten^j de rolar por estradas como as
    que temos actualmente : entrena os viajan-
    tes para p Wagn ponlu-je a maquina em
    ai'O ,.qual sei o resultado ? Epalifjr e
    tudo e quando menos, quebiarem asea
    b-c,j os. i ni ptudenles ijue nellas s mt
    tessem. Os c*miuhos d ferro fnzem des
    apparcer as distanc as; dao par tanto a
    ri,q.uez. das riquesas oTempo vanta-
    gera que pga seo grande cusi. Demos
    que huma cooipanhia entre nos rene fun
    dos suficientes e que l'az huma tal e*|ra
    da, qual o resultado? A peda do lempo ,
    e do capital ; poique ni) h; entre n in-
    dusiria e populacio bsstaute, que com
    eu, iiiovim-iuo posa pa]ar o inl-resse
    d'aqm-lies fundo-.; e o qu pireria astil e
    o liu iin ouii.1 parle fpa causa de pre
    jq*o, pilque veie fj a ile lempo.
    As^irn acQiil'ce ; o nsiituc-s e leis .
    fjilas, no htrullio d'ass- roli'as lumiillu >-
    sa,s oude se visa a gioriola van, ou vic
    tarja, do p.nlidp. Que o diga essas arrohs
    de papel escupi ni lempo da le.volucao
    Francesa, e nos Erados Americanos do
    Sui-.'
    O D.pulado fiiho da caballa be a horina
    dqjej).pjilnio ; sua puLiia. lie. seo naitido,
    seos pali icios lie seo pai tilo. Rrunem-
    se por.ycuiura os Eleil -es. do povo e-n sua
    Piovinc a antes de partir? Consultad So
    coosliliiiiiies anles de pair? Viaj-o a
    Provincia viiil.5 a casa do rico e a
    cbuup.ina do pjbre ? Lfbr-sa de que
    Anida que, em sclend s muilo ohe .
    .Maisem p .iheul.ii o expillo Sabe !
    Ri Q. cli-iii no qu- vo BUsliU Sos disruiSns
    ^t;g? Cmiliecem, enmo Monlesquieu.
    que os (iovtrnos os mais livi.s r5o os nni'
    ^ros ? !
    A g'ule do movimentn irn fieclido quei
    qi*e s eorrs riobors %>-ia pura o petp1
    c,o n 6 atli-ndeiii que se se nao fizeiem
    ponte de nndeira esperando as de ferro
    "ao leio nem humas ni-m nutras. Que
    ,e>nff9 coftslruireou eoibarcacGS vella a
    espera das de vapor 6caro a borda d'a-
    goa.
    t'oncluamos poi que os Americanos
    do norte estava em caminho do progres-
    so e receh-ndo a impulsan do movimen-
    to prog'edia Q.ie os Americanos do
    S'01 nao eslava predisposlos pira o movi-
    mento, qiierendo projMedir lesvaljia.
    Ni que a principio nos cellocamos em
    posico de progiedir e que bem augira
    ilos, vimos nos-ios primen os passns nao
    nos afastemos de noso propo-ilo ; o cami-
    nho anula e l, escon goiio. Maldico
    P'is sobre o filtio ou h-spid ingrato so-
    bre o malvado q ie no qui/. e-barrar D-
    mn-nos s mans e que verjioiilii eterna
    nio recaa sobre o n-me bra.ileiro, por-
    qUfl a mildade de poneos illndio aos in-
    cautos, e rorlou em flor as bem fundad s
    esperancas do maior numero.
    (Correio Mercantil.)
    Industria e Fabricas Fabricas > e In -
    dustria .'
    Eis-aqui o lffa do lia. S'> industria,
    diz-s com a roesma inconsidetaco a As -
    vmhlea e na biixa c*bina prbiet' .
    aonde os primeirns raios de huma civilisa-
    c nascenle al boje nao tem penetrado.
    Industria e Fabricas, e o nosso cambo
    seria lojro b"m ea nossa Patria urna ou-
    Ira Causan Mas nos qu nao fluer*-
    mus ser papagaios das ideas alheias nem
    adorar os debis dolos do (lia, mis nao
    podemos conformarnos com os que qu-
    rem haaear a nossa futura felicidide sobre
    a esperarte* de urna industria qua aind.i
    nlp pode ser naturalisadas em mnitossecu
    los em nosa Patria e iulgirnos verda
    deiramente de mais qu etes p'oseiicos
    panegyristas de nossa futura industria no
    fundo de seo coraejo nao est-ao m tis pr-
    smdidos da Teidade de s-o* dogmas poliii-
    ci>s do que o velhaco Mafoma o eslava do
    Alcor io.
    Porqu cit^o il'es sempre os exemplos.
    e$tr< ra Franca ou America Septentrional?
    Nts aind.i nao t-iiint nuvido hum Dinlo-
    mala Inglez projectar a plantelo de caf a
    o redor do Tamisa ; nem hum Francez
    cultura de caima as visinhancas do Sene!
    Poi qu* nao tomo elles exmplos d nos ?
    Porque cito elles nao os5ooengenhos de
    assucar-, que circumdo as pitorescas cos-
    as da magestosa Parahyba ; ouosgi'an-
    tesfps cafe/aes de Canlagll ? S'tn du
    vida uniermente porque o clima europeo
    nao favorece estas especies de plantayo-s;
    ssim como o nesso solo nao favorece a
    cultura de vnho,
    Cada homem e anda mais cada Ierra
    tem o upo proprio ciracter. O earacter,'os
    tileiitos ind viduaes de cada homem d'-vem
    dirig lo na escolha d sua eccup que o que tan assaz forcas para ser hum
    bim ferreiio ou agildade para ser hum
    excellente marinhi iro ,- esse mesmo Mig^ito
    nao tero es m tis das veses as' qualbiades
    nalu'a*s para ser hum insigne poeta mi
    lium circunspecto Diplmala. Assnn lam
    bm acconl'ce com os diflerentr* |iai/.s do
    mundo Ciijos calrteles depend--m do so
    cima, e de sui pisca geo;iapli-c<.
    Con ullemos a [lisltiiia. O Judeoa,
    habitantes Puna feM Ierra d-d>aia5se
    ; agiicullUia e a cnacio de giO<-; n
    leanlo que os Fenicios visuilios d i mar
    florecean pelo commeicio e ptla n.rvega-
    cao ; os (iregos filhos d'um qmsi noeli-
    co clima culiivaio as bellas ai les ; e os
    Ranaapos subsi*tirfo p-la foVc de # ar-
    mas que elles lancaio ao redoi la lena
    como tela pagos-
    Vejamos as naces que agora povoa a
    Ierra e acbaiemos que qins cido tiuma
    subsiste por diferentesmioa. A naiure-
    za nao tem esqu-cido a icnhum pai ; em
    qu Iqurlugai, em que o h'mem pode
    f.piir or, cu sofl'ier o clima teta a
    branda m'lo ereadow Ibe nb'Ho humea
    n.mbo pai*a aihar o preeanarSo mas
    t Il.i qu-r que o homem siga a atta gnu.
    A ni.lu-in.-be a fillia da nece'idade
    liorna 11 r. "ente iidu>tna be a ceili>sima
    .i ...iiulia nue as p'o'luco's dj solo nao
    podt m stislmtai ana hbil -ules.
    As (eqiieiHS libas da r-llretanha v.g
    nao podrm alimentar aos seos linu 14
    milhoensde habitantes e o ei.genho hu-
    mano necessita de procurar sejpela indus-
    tria ecoromercio o que nao pode pro-
    curarse nicamente pela agriculin-a &e
    U i.isil a nossa dilosa e querida 4'a
    tria he dotado ilo mais f-itil solo do inun-
    do j de soile que lie l Iv /. mtllior cu
    livado pollera b'in alimentar aos |8q, ou
    190 milhoens de habitantes que os (leo-
    ;;i iptios modernos Itiibii' m a velln Kuro-
    pa; e por isso nos nao podemos ise d
    pendentes de huma industria que acluil-
    menle nao s- pode desenvolver em twwa
    lena a nossa prosperidad.-, r sobre ludo
    O m llioi.oieiil.) de nossa mneda F.s-
    qui os p'incipaesargumentos com que nos
    p usamos poder 1 ilutar aos que qnerem
    fundir a nossa salvnco a huma adianlada
    industria :
    i- A industria he como ja temos dito
    a ilna da necessi.tade. h'.lla pode i fli-
    rescer n'um pta fibuudanle em liomens,
    que para podereni sub^islii necrssilo con-
    tenior-se com hum pequeo jorol ; e a
    nossa P..1 11 graras Dos d que
    compr a qualqiie" que qneira Irali.lliar o^
    seo maternal solo l\os cumes de nossas
    inolanlia.s nossos vales no nn-io de nos-
    sas mallas e cimpos parece a banda voy
    la ualures di ser : liabalbaia l ira ella
    nao pode ser ingr.l.i ; com huma mii re
    compnsala ella o l<-u suor .' Roque pode
    gozar da teinu'a d'buma natiresa mater-
    nal ; sem (Iiivhi.i ii5 qu-rer. silg^ilar-se
    sl.uligas da industria queso he huma
    mailiastra.
    a. Para o estabelecimento de fabricas ;
    precisa se de bracos. A CDtnnra He escra-
    vos ( anda snbs'Slindo o trafico ) exige
    tantas desp'sas que as fabricas depois
    nunca faiiad c ma Sobre ludo como h
    liuma r-conliecida verdad* que hum bu
    mem livre traballu ine'lmr e mais do q' unn
    escrivo sempre as mercaduras esltangei-
    ras letanao vantagem as nossas.
    3. A falla de ros navejrtveis he hum
    bstaculo p ira a industria pois os carre
    toa das materias primas ficar-nos muilo
    mus caras di que o pagamento pira a fabri-
    cacaS aos Europeos.
    4. Os Ingleses cuja lctica sempre foi.
    e sei de arruinartudss as fabricas "Iheias;
    b.ix*ri o l.qro os prec is de Mt'S fasend is ;
    de sorte que seria impossivel de rivahssi
    coinellas ; depois qu-mdo elles tivesem
    a 1 r 11 i 11 ..do as nossas f lricas e levari-o os
    preCOS pai a recuperar as suas perdis.
    5 Huma miior industria ronbaria os
    b'acos da agreulmra em quem n' de
    vemos avbar a nossa riqi'-sa : e quando
    nos n*o oniprasseinos as fagendas dos es
    liangeiios alies sem duvids Itmbam nao
    oompraria as producios do nosso solo ;
    e a g-iculiura gemeiia sob o peso da nossa
    industria.
    Pensamos qup estes 5 argomenlos seri
    a assax para mostrar mostrar que nos
    nao devemos ter huma vi.i esperance
    n'huina futuA industria .. nao'
    Unio Sacrificios Auriculiuia E-
    conomia e Hes-gnacao do luto eis-
    aqui os meios paca eiorar o nosso cam-
    bio e promover a Batracio publica _
    ( Do Astro de Minas. )
    dades e em que fazeis habito seru osten-
    l.,u'lio nao hesitareis hum
    iimu-nio nos vossos ejercicios, d beneli-
    i-encia .- adavia, en nao me excluo, p<(9
    se c.mo a I >cba despresad* ii.i tenbo es-
    nlendor publico posso, como ella te-lo
    p.'u lien I ir.
    Ei j: tive o pr a/.r de bem ver realisado
    o ni'-u ji|i/oa ie-p-oloda clemencia do nos-
    so Joven Imperador o Sr. D. Pedro II,
    eo (iiireiiio pois ja de pena capital foi
    .1 'iviado o meu amigo e hemfeitor ; co-
    mo espero quesej. lodos os mais sobra
    .1 pioieslaca da mais pina fidrlidade ao
    mismo Senbor, s a JN'aca Urasileira da
    qil- fizemos pirte.
    E Antn o Jos Vicio.tao'Rorges d'A
    mida Albuquerque.
    LOTEHIA DO l.'N'W'ENTO..

    Aa rodas da Lotera i|ev*>ni annl' no
    (-oriente auno por Miar j;i mili nii.miada
    a venda dos especlivos bilheteS, e para
    que se possa ,om segiirsii,a e hrevidade
    possivel marcar odia iinpiterivcl do an-
    f.iiienio das ditas r< das faz se preciso qup
    com-orio "S amadores le-le jo;o a darem
    prompla extraroo aos leleiidos blheles
    comprando o q e restad por vender. O
    iovo plano convida e os piemios de )U0
    se illecompoem assegitr.5 hum. fesla van
    la josa a quem livet a Vciitiv otiles Ibc ca-
    bei-in em sotte.
    . (irrespoiicieiiCf/t.
    S-i.hoi- acloies. Eis meos cares
    Pati.cios > ioido da cui .< la 7 le Abril.
    I iindiada no Lam ii hotn m que me
    salvou das a-ras da lome, # da mis-ita ,
    como hei declarado, em o Da ro de .<
    Psg siodo corrente anuo. He o Cap! lid
    ou Msjoi Manuel de Boa ventora Ferr* di
    quem fallo osla me que vai destinado ,
    juntamente com out'as Pessoas probas a
    desterros pata a IHiade Fernando, poros
    miMiins aconlecimeMos de n-voba eme
    atino prximo passado na-Provimia d^
    Babia. Que posso eu faze.-llns em seits
    bem (icios <* mxime, a esse m< u b-mfei-
    lor? nads: pois que ralbo menos que
    huma locha estendida cm lboleiro, qu
    sohiou d'i.slenlosa fasta 011 enterro qu-
    na 1 le dai esplendoi como as denv.is
    na oceasiao rpropnada: mas poiqu.
    llum Ser Supiemo, Infinito, edeSoaa-
    ua S'b'dnia aludo p>em em sua or-
    dem sem d.ffivuldide minha f..lu n.6 po-
    de ser sinsiii'l, quando muiiissimos de
    Vos, meus Patricios clieios de geoerosi-
    Avisos OlVCPSOS.
    Appireceo em uin sitio peq'ieno per-
    lo desta piac um moieque de altura de 5
    palmos pouco mais ou menos e que
    iier-.;uintando e pelo nome disse que so
    1 liauava \nlnnio isso mesmo peuco su
    intende :a quem Ihe fallar o dito moleqa
    dirija se a esta Typogiafia que se di'r
    quem d: noticia d'c.le.
    _ Quem qttiser vender um palanqu!m
    novo, u uzado : dii'ja-se ao Pateo do
    Teico D ti, ou tmnuiicia sua morada
    para se pr. miar.
    -- Oll'eiece-se para cn'xeiro de toja ou
    armasem hum tapaz poituguez, d fiador
    .1 s ia conducta, e tem de idd^ i5 a 16
    anuos sabe ler sabe bf-m ler, escrever e
    i-ontar quem o perletidr v a ra do L'-
    viamenio venda do < a'dial.
    _ Precisa se de (i serventes para o ser-
    vico de pedeiio m 'huma ob'rt' n Boavis-
    la : quemos liver queira ir ajuslar na ra
    daCrusN. 56.
    Quem tiver para allt'gar urna casa
    para pequen* familia dirjase a esta Ti-
    pografa. 1
    _ Ka ra da Madre de Dos casa junto
    a I ja de ferragem defronle da Guarda su
    veiidem sorveles de todas as qualidadeS o
    muilo bem eito, e com todo o asseo a
    p-eco de cenlo e vinte res onde acharad
    pronto a qulqU"t hora.
    _ Na madi ugada do I.* do corrente
    mes, no lufiar do Poco da Panella, em
    huma ras casas de p.dha das lavadeira fui
    roubtd huma pouca de roppa qu si pron-
    ta peilencendo a arios doiios, entre el-
    U ou m-ior purte era do Sr. Antonio Car-
    eno E a a dita lav.deira Mara Joaqui-
    na d<- B res roulher parda bem conbecida
    no dito lugar, na mesma man han fdi re-
    preaentar ao Sttb Pfereito do Disliicto a
    dar pmvd-rcias, e como ajuizasse ser
    hum prelo le J-nqum da Silva Pereira foi
    igaalmenle parteripar a sua Sen hora por o
    meto toda noile Ihe jondar a porta e ella
    a b lar p ra lora quando esleve acordada,
    por is o ajuizn que doimindo sobre a ma-
    dtugada o dito ptrio a roubasse. Rogase
    qnmdodilo roubo s uber o queiea a-
    p eheiider e levar a dita lavadeira no la-
    ir.,1 do Poco no* {T.alificaca.
    p.ecisa-sede umMetreda ArilbaneU-
    ca e (iccwti.ia piracnsinar a um ineni-
    1.0 p >r lempo das letias: a pessoa q' se acbar
    nesias ciuuiistaticias se queira epcarre-
    ni deale liabelho lenba ahondado do
    declaiar a sua moiadia para ser procurado
    ou dii{:ir-sea casado Inspector do Arae-
    nal de Marnala era For de Porta W'
    in o AiseiiU.
    #


    7
    DIARIO DE PEINMBUCO.
    -- To da a do corrento furiarSs. on de*
    sejicaroiniou-se da sitia denominad Ta-
    piche en Ierras I > IhIhII.o, nm ca villa
    aUsio, seai netiborh entro signa"! m t'or ,
    emboas carnes, clinas oa.p idas cabo'
    rissado o qiial estiva piado a curdas jul-
    ga-se tambera le* -sabido pela porteira 5
    qujm d. He soher pode dirigir se a ra
    do plactte serta 'casa terrea era qu 1 tem
    lampiio, que vai para o Alterro lado di-
    reito onde ach >i quera generosamente
    recompnsala, 011 aniiuncio.
    Precisa-se saber se existem nesta pis-
    ca alguasfilbos de Jos Joaquina Pereira da
    Silva, filho de Portugal, di Villa da Fi-
    gueira ; seos houver queiro annoticiar,
    suas moradas para se fallar a negocio de
    interesse.
    Aluga-se urna casa na ra do cotove-
    lo : na ra docabugi loj*. junto u do Snr.
    Bandeira.
    ' O abaixoassignado avisa a todas as
    pessoasque ten piuhores de ouro e prau
    era seu poder cujos prasos est > vencidos .
    queirio hir tirulos no preso de oito dias .
    coudos da publicar.!.) d.-ste e quando o
    nao fassu pissa a vende los para se endem
    nisar dos valores, que dru sobre os men-
    cionados piubores e para sen lo c'nnw-
    Tema ignorancia faz o presente. -- Ant-j
    tonio Jos Gomes.
    - Preciaa-e de um rapnz para caxero
    de padaiia sendo po totftiez, que nao
    exceda de i.jannos : na rila Dircita nada-
    ra 13,
    Na pifiara da ra Dir ita D. I Tifias*
    de 3 sobrados, precisa-sede um Irabdba-.
    dor de raisseira que seja babel para ai
    ministrar.
    - "Furtato no dia a d<> rorrente do
    porto das canoas da obra de Manoel J >.
    Fiuza meia passa de rabo da chairo r
    nm

    l'erecido dito turto fir o favor participar
    ua aidUJ ebra.
    -- No dia Sexta fera do carrete pelo
    Juzo da primeara ara do Givtl se liuo de
    rrematar tod..s as fazendas e armario d.
    lo 11 pinh.iradas a Ta ama/, de Aquina Pio-
    lo Buido a, por irn credores que du
    are ler lugar pelas I i boras deste pa na
    ra do Crespo na csss qus rsidio o mes
    rao no pnmeiro andar.
    -t) s|'a'ccodo prto da manov no di,-
    a6do p. p. duas travs de '20 palmos de
    coraprido e raiis d uaa de grvssura, sus-
    peita se ler a mai caregida, a pissoa que
    soubf rem onda ellas encajado sendo s
    quetra restituir diriji-se a roa nova U. a 5
    por baixo d'onde mora o Dt. Paula que
    sei rrcompensado
    Aluga-se uraa casa junto ponte d
    Magdalena cijo conamodos para familia ,
    e minio bom binheiro : a fallar na venda
    por biixo du sobrado onde mora ir. P*u
    la, D 25.
    -- Arrenda-se un sitio na estrada do
    RozA'iubo passando aojpelli do lado di
    reito prim iro portio, ten 10 urna p- que
    na casa do taipa com grande cercado le-
    10 para ter 6 vareas annual egrande bai
    xa parajjcjpin, com *5o ps de larangei-
    1 as, acode raangabeiras e outras mui-
    tas frucleiras ; assim como se ende um
    rooleque que cuzinha sofriv-i-I o diario de
    ama casa : a tratar na mesmo sitio.
    .- Precisa se de um ou dois pequeos
    chegados ltimamente do porto ou mes-
    lo alguro que tenha pratica de negocio de
    loja para hirem para a Parehiba : na ra
    do Cubug loja de miude/.a D S.
    Aluga-se o armasem da cxsa da ra
    da Cruz 11. 60: a f ill.r no primeiro andar
    da s Liado do mesmo.
    q-aisar carregar ou hir de passagem diri-1 par de adragonas de ouro para capitao e
    |a-se a Marroel Goosulves^Peruira Lima'na oulro para subalterno.
    'roa nova.
    PARA H iMBURGO, sabe cem a maior
    brevidade possivel a mu lo vil. ir. e bem
    construida liaica liimburgueza Catbiiina
    Oorothea forcda de cubre qu-.-m qaM"r
    carrgarou hir de passagem dinjase aos
    seus consignatarios N. O. B>eber & Cotnp 1-
    libia ra da Cruz 'J.
    L e I a o
    Que pretende fazer Jos Ferreir de
    Brito no dia j do co>rente pelas 9 boras
    da manha na praca do commercio da varios
    TOicames pertencentea Sumaca Vencedor:
    t amarras lefeiro a currenlcts para cai
    x^ m dese.csrretas bron/indas Terra-
    jen* do leme de br<>ne 16 bigornas, en
    sarta de liiibo todo panno de looa em
    bora uto e urna porcia de fero. m
    C o ni p r a s
    negrinlias
    e raolat.iS de II a i5 an-
    uos sera cuaques e cora afumas babeli
    dados : 01 ra do Collegio botica de Cy
    priano Luiz da Paz ou annunce.
    V e ti (i a s
    - Bogias
    Avisos Martimos
    PARA ANGOLA com escala por Ren-
    guera a E cuna Poitu;ueza Esperante, for-
    rada e pregada de cobre de lote de a68 to-
    neladas de primeira marcha ; qunn qui-
    zer Carregar ou hir de passagft dirija st
    a ra da Cruz a. 6. ou a bordo da mema
    at 10 horas da rpanlii.
    PARA LIVERPOOL, sahir com tode
    bravidtde aJaupt-riorUitlera -V<:-p# Ca-
    .i
    r i pirio Hamiltoin ; qu? iiir de passeg-ra duiji-ea Me. oj'jiit
    & Companbia.
    MPiRA O ASSU' s'.hic com toda bre-
    vidada o P itaubo firesileirp a>. Joii ; quam
    pernamb'icm-s de cera de
    carnauba iguars as d as <|ue ot agora I'm aparecido, por ,j8-
    1 libra qu" tem seis vela-: na tua laig>
    do Rozar io loja de miudezas I). )
    Um grande sorliani:o de rendas r
    bicosde fili) de linho de todas as la'g'jrus .
    bonis de |inno fino e antros fiara enancas,
    lindas cap liase eaixos de Oires, los de
    Hnho dr diversos tananlios uvas cuitas e
    corapridas de seda pita Senhora meias d>-
    Sda lisas, e bordadas, fitas de garc<, oias
    dti filsgra falcas e verdi-iris, mangas oV
    vidro lanlerms e seus comp lentes cas*
    tiyaes, sapitos de marroquira para Seubo-
    ia emeninos, tuda qudquer ferraiftea)-
    ta para ourives, p-dras paraaGar; assim
    cotuoum grande soitiruento de pedras cris
    lies para obras e oais iodos os ailigos
    que se achSo em lojas fiancez.-.s ludo por
    preooeommodo: na ra nova D, ai con-
    fronte a Conceico dos Milalaies.
    - Um terreno de propriedade sito no
    atierro dos A llagados d<> lado do nascente ,
    cora aao pilmos de frente e mais de iooo
    de fundo e com proporces para um
    grande viveiro : na ra Oireita leicciro
    andar do s >brado D. t3.
    -- Na loja da fazendas da ania dob-co
    di congregarn O. ai batpM de vinho
    da fi'itotia d 4 e 8 cmadaa.
    Ura esc avade naci boa c< zinliei
    ra hwadeira se 111 vicios nem achaques ,
    U'sa dita de naci banguella proprit para
    qualquerservico orna raoleca creuula de
    Loanda de idade de i-a anuos ese so-
    frivelmente um moleque da raesma ida
    deenacSo, proptio para aprender qual
    quer officio ambos de agradavei figiira :
    passando a Igreja dos Martirios no ptimei-
    10 andar do primeiro sobrado.
    - Urna escrava de agradav<-l figura, e
    de idade de 3o auno eugoinma liso co
    zinba o diario de urna casi, e muta baa
    harr^leira e quitandeira e tambem ser-
    se para o servico de campo por ter disto
    praiica ; a vista do comprador sn dir o
    motivo : atrada Matriz da Boa vista, se-
    ;;linda casa a fallar com Manoel Elias de
    Maura.
    Duas esclavas de naci, nma de ao
    anuos boa engommadeira coziuheira ,
    e Uvadeira 4 e a nutra de j5 anuos com a
    raasma habclidades e com urna fiiha de
    i anuas ; e u'ra preto de bonita figura .
    de -jo amnis ptimo para todo o servico:
    10 pateo de S. Pedro sobrado de um andar
    I). 8.
    Ou alugi-se e t'Oca-se diariamente
    1!!.., d* cera de racia qaart at i.-urb.i-
    '.- por pcef gul D 9 librado de um andar.
    Na ali-ica de caldereiro na ra
    nova D. Jfj por ptefo cummodo um
    m ra da Cruz n. a5 5 esp-"'lhos
    grandes chegados proximamrnle pro-
    prios p.rajiolar em sala, e cun doradu-
    ras mu finas.
    Para lora da provincia ara thuleque
    qu* representa 18 anuos de idade : na ra
    doLivramento D i5.
    - Um nr-gra sera vicio nem achaques :
    na pracinba da l.ivraotento laja D. 10. *
    -- VIios Bilhutes da Lotera da Boa Vis-
    la, a Ss^oocada ura : as 5 ponas venda
    D. 9.
    i56coueo3 salgados: na prenca do
    Sr Joaquina Ftaucico'Cavalcante de Mel-
    lo qu* achara o dono.
    Ura hole pequeoo Trancez praprio
    para devertimento e por preco cmodo :
    na ra da Moeda venda d Alesandte Lo-
    pes.
    -- Ura terreno de 3o palmos de frente ,
    e cento e tantos de fundo, com alicorees.
    dps lados e frente foreiros a Iminldr
    de S. Pedro : na riy de S. Tnertza D-
    cima a3.
    Macos de cartis francezas e parto
    guezas libras de r<*troz p eto azul ler
    rette e sortidosde cores, hicos de ^l de
    hnho, e veos dilos e fosfuros para litar
    lume : na piacda Independencia' 11. 3j
    -- Urna preta de angola de idade de
    ii anuos pouco mais ou menos banih
    figura, bastante corpulenta, sabe- co>-
    nhar e cngomraar na ros Augusta na
    tercena raa deque be proprietario O Cu
    uia Guimaries.
    Urna venda Cora pnucos fundos ?
    bastantes cammodus para familia na ru-t dos
    \ cantal da Cidsde de O indi casa u. .j :
    e tratar na raesma.
    -- Uraa parti de onca< Me icarias: em
    casa de Luiz Gomes F. & Mansfield.
    Uridas de tarraxa e beterro de lus-
    tro pala sapatos na ra nova laja de
    Fer reir & Braga D a2.
    Um carrode 4 rod jado a.poco de Landres, inda por extri
    ar : 110 atierro da Boa vista no .rmasem do
    segeiro Miguel
    Uma por cao da calxas v*?ia para aa-
    sucar, novas e de amarello e 5-JO buri
    cas vazias : no R cife na porto das caaoas.
    ra da Apolo armasera D. 1 3.
    Um pouco de ouro sendo 3 corddes ,
    urna cruz, ura crucifixo e urna Iraagem
    da Conceico e um oratorio grande pro
    11 rio para se selebrar missa: na ra estr i-
    ta do Rozarlo botica de Joio Pereira da
    Silveira.
    Urna venda com poneos fundos na
    ra de VI a noel coco .que faz quina para
    a travesea de S Jos D. 11 : a tratar ua
    raesma.
    Potassa Ru'siana em barriz pequeos,
    clisada prximamente : na tua das Cru-
    zes D Ura escravo creoulo do a5 annOs de
    idade cozinha o diario de uraa cas* en*
    saboa e he boa quitandeira : era Oiiuda
    ra do baldo casa terrea de 3 rotulas cor
    de chumbo.
    Uraa canoa nova acabada de ser fa
    hricad.i que conduz 5oo a 6 ra lijlos de
    alveiiaria grossa e larabem -8 Iroca por
    lijlos : na ra de S Gousallo ou na re
    prtelo das obias publicas, tiatar com
    Marcelino Jos Lopes.
    . A posse de i5o palmos de um terreno
    alagado no seguimenlo da ra da Aurora ,
    paga:: q de foro 3o rs. ao palmo e com
    I5oo de fundo: a tratar na ra de S. Gon
    salo 11 das 6 horas da manhl as 8 .
    e das 3 da tarde rm dia ole ; assim como
    uraa propriedade de casa terrea com ura
    grande quintal, cacimba; terreno na fren-
    te para se edificar a grandes casas sila ha
    aobdade junto ao sobrado da viuva do
    Marti ns.
    Tarreos para se edificaren casas na
    passagem da Magdalena no sitio perlencen
    te a Jos Joaquina Beznrra Cavalcanti, lo
    bem se vende a c*sa de sobrado de um an-
    dar cura b'Stantes commodos, e porte
    de terreno do mesmo sitio : a fallar cora o
    uie.smo proprietario no mesmo lu^ar.
    Meios bilhetesda Latera da Boa "is-
    la : na ra do Cabuga laja de Francis
    Co-Gircia Chaves.
    -.Terrenosde 3o palmos de frente e
    fondo a5o com bastante, rvaredos e
    ohos propros na solidada na esti adi que
    vai pira o mangunbo : a tratar no mes-
    rao lugar no sobrado da um andar com
    mi raute
    -- Vaccas filhas do pisto paridas de
    pouco lempo luis leiteiras e bstanle
    gordas : em Oiindi ra do Ampaio botica
    do fallecido Piafeiro.'
    Esc ra vos Futidos
    No dia 15 de Outubro do crranle
    fugio urna escrava de nora^ Roza de na.
    cao ermondongo vind em corapanhia do
    Qiesmo Sr. pela Gamboa do Carino qug
    quando olh-u para traz nio a vio mais q
    por iss protesto cora todo o ngor da lei
    contra toda equalquer pessoa que a ti ver
    occulta e de Inver os dias de servico a
    por isso rogo a lodosos Srs. encaragedoi
    da p liciadrsta e mais comarcas p-ss.is
    particulaies cap lies de campo que del-
    la tiiho noticias faca apprehender e le-
    va-la ao Sr. Francisco Jos de Souza mo-
    rador na solidade n. 17 que pagar toda a
    despesa com generosidade e cuja preti
    segundo as not.cias que ha valle-je da
    um hiih-le para procurar Sr. cujo bilbe-
    le diz qaenin',uera a p'gue ruja bdhte
    de nada valer ssmde 11 ni Sig'ial que
    pode ser cora mais veras capturada ; e>U
    escrava foi captiva dt finaba Josefa Man
    Fuitwda preta farra e raorou no mundo
    novo e hoje lie do am os signats sej'uiites : do boa altura cheia
    do corpo cor meta fulla ora r-d'.-ndi,
    o tem aun orelha rasgtda de brinco, e
    mete alguraa cOisa o- joelhos para dentro ,
    U' ;n.ij se percebe levou 3 vestidos ura
    de cassa branca cora b nd idura por baixo,
    .litro de chita de assento branca Cia pal-
    mas io.Vis ja velho eooutrode chita dd
    Ii tras tambera ji velho e ura panno pie-
    toja u/a da.
    Mo da 1- di p. p. desapareceu um
    esi-iiva de nouie Maria de qco rebol-
    lo com os signaes seg i j tes levou fes*
    tido saia e camisa de bnm trignairo, secca
    do c rpo tem na testa urna fljr da sua
    'erra,, a perita direita oteia zamba ns v*
    bera maltratados de bixos altura propor-
    cin ida, rosto comprido, e com marcas
    de bexigas mmasa pagidas e lie de meia
    idade; quena a pegar leve a ra da Cruz
    D.5i.
    -- No dia 5docorrente lugio urna ne-
    gra creoul-i, de 110111 ; Germina ja velba,
    porem robusta baixa e secca do corpo ,
    com inuito poucos denles na boca levou
    vestido de xila branca d sbatada com man-
    <;as de palos e ura panno da costa ja ve-
    Ibo e com ura Rindes cara azeita ; quent
    a pegar leve a ra Direila D. 11.
    No dia 14 do passado auzentou-so
    una preto escravo de nome Joio de naco
    cahuud nao parece ladino chelo o
    baixo do corpo. de idade de 14 anuas cor
    preta sem barb denles afinados olhos
    vivos, levou camisa de riscado azul e se-
    roula de algodo ; quera o pegar leve a ra
    da Cruz D. 5a que receber de gratifica-
    cao 5o,000.
    Fogio no ultimo de Dezembro do an-
    uo p. p. uraa negra da costa ja id<>sa do
    nome Catharina, alia um lano tulla, que-
    brada de ambas as verilhas quando anda
    deita os peitos para fora ; quera a pegar le-
    ve a roa do Atagio U. 3"? quesera grati-
    ficado generosamente.
    ifluvimeuto iio oPrto
    NAVIOSSAHIDOSNO DA 5.
    RIO DE JANEIRO; Brigue Escuna Nac.
    Amolde, M- Leandro Luiz Monteiro
    da Franca carga varios gneros ; paS-
    ssgeiros os portuguezes Aut^uio Pereira
    de Carvalho com um escravo Jos
    AnloioFrai-coelasiro Antonio Alves
    de S o biasi 1 ei 1 os Aulano Trisltio
    deS api Brandio com um ecravo ,
    Jote leixeira Memles com ua familia o
    Oescr-vos J.aoGomes de Guerra A-
    guiar eolngelez ienj iiiiim.
    OBSERVACOENS.
    Bordc-ja no lameiiio uro Paladn Suero.
    PKaw. ma i i, ua at. r. ua #. iOiW


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