Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03649


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Full Text
..
de
ANUO DE i83*. QUINTA FEIRA
CAMBIOS.
Setetabro ig.
Londres a8 Ds. St. por tgooo cea. efectivo.
Lisboa 90 por looprtmio, por metal. Nora. '
Franca 3^o 345 Rs. por Tranco.
Rio de Janei ro no par.
Moedas de 6^00 1 |8oo as velhas novas 14J5oo.
,, fooo 8fiooa tsjfioa
Pesos Columnarios 1^690 a ijjfOgS
Dittos Mciicauos ijjl68o a ij^qu
Patacoeus Brasileiros i#(xy> a 1^695
Premios das Letras, par mes 1 a 1 e'i,a por 100-
Cobre 2 par cento de descont
PARTIDAS DOS CORREIOS TERKESTES.
Cidade da Paraiba e villas de sua pretenco ....
Cidade do Rio 'Vrande do Norte, e villas dem ...
Cidade da Fortaleza e villas dem.......
Villa de Go'anna............
Cidade de Olinda............
Villa de Santo Anio ...........
Dita deGaranhuns............
Dittas do Cabo Serinhaem, Rio Formoso, e Porto Calvo
Fajan' de Flores............
Todos os correios partera ao meio da.
ao DE SETEMBRO NUMERO ao^
ee--
Tudo agora depind de nos mesmos ; da nossa prudencia,
moderacio, e energa: continuemos como prll.efpi.mos.
seremos aportados cont admirco entre as Kaces anai cul-
Proclamaro da Assemblea Gcral do Brasil.
Segunda Sexta Cairas.
Todos os das.
Quintas 'eiras.
Das 10, e ao dcada mea.
dem 11, e ai ditto dido.
dem 17, ditlo ditto
Subscreve-M para esU follia a mil reis mensa as pasos ed
antados nesta Typogralie, ni* das Cruses D 5, e na Praca
da Independencia D. 37 e 38, onde se recebem correspon-
dencia legalisadas e a n nuncios : inairindo re esle grati*
sendo dos proprios assigiiantes, eviados assignados.
1' ....
DAS DA SEMANA.
i t
'a t ga9dS ?' Pedre;,d'r Arbues M- Aud. do Juis do crime de tarde o sesso da The. Brov.
lerca S. Jos de Gupertino. ReUcSo de manbSaud. do J. doi Orf. de tarde. La N
aso e a min. da tarde.
i^Querta (temp. jejum) S. Januario B. M. Sesso da.Thesouraria Prov. '
20 .UuintaJjejumjS EuMaquio M. Relacode raanl.i audiencia do J. dos orlaos de Urde,
ai beita (temp. jejumjS. Matbeus Ap.
ua.Sabbado ftemp jejum; S. Mauricio Relacode roanlii eaud. do V-G. emOlinda de Urda-
aj uomingo o. Lino II.
' Mare ckeia par o dia ao de Seterabro.
As 6 lioras minutos 6' da manh As b' horas 3o minutos da tarde.
PARTE OFFIGIAL.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SENADORES.
Sessio em i.de Agosto de j838.
Pressidencia do Snr. Mrquez de Bao-
pendy.
. Feita a chamada eachando-so presente
numero legal dos Snrs. Senadores, o Sr.
Presidente abre a sessio, e lida a acta da
anterior beapprovada.
O Snr. primeiro secretario da' conta do
expediente.
Ordem do dia.
Adundo-se na antecmara o ministro
da guerra he introducido com as forma-
lidades do estilo, toma assenlo, e conti-
nua a segunda diseussio addiada pela
hora, na sesso de hontem, do pargrafo
3. do artigo primeiro d cmara dos Snrs. deputados as propostas
do governo sobre as pronvxjes ; conjun-
clamentecom a emendada Senhor Alves
Braneo, apoada na sesso de ao do mez
prximo passado.
Dada a hora fica addiada a diseussio,
e, retirando-se o ministro, com as forma-
lidades do estilo, o Sor. Presidente d
psra ordem do dia, as mat.-rias dadas
para hoje.
Levaniou-se a sessa as duas horas da
tarde.
CMARA DOS DEPUTADOS.
SessaS em i. de Agosto,
Presidencia do Snr. Araujo Vianna,
Logo que se rene numero legal de de-
putados, he aberta a sessa, lida e appro-
vada a acta da anterior.
O Seohor primeiro secretario da* conta
do expedienta.
Ordem do dia.
Primtira parte.
Entra em diseussio a resoluco que
manda entregar aos empegados do tribu-
nal da junta do cemmercio, os emolumen-
tos de arqueacio de embsrccdes e matri-
cula de equipagem, depositados na mesa de
diversas reodas desta corte, cuja resoluedes
nao foi sanecionada.
O Snr. Vianna propSa o adiamenlo at
Entra em diseussio a seguinte resoluco
A asseablea geral legislativa resol ve :
Artigo nico. He autorizada a irman-
dade de Nossa Senhora da Gloria, insti-
tuida na igreja matriz da Villa de Valen-
* da provincia do Rio de Janeiro, pa-
ra adquerir at o vallor de ao oooi' reis,
em bens de raz, sera embargo das leis
que prohibem a amortisacio, e que, para
*le caso, fica dispensadas.
Paco da cmara dos deputados, em 7 de
julho de 1W8. J. J. Va* Vieira, M.
V. Tosta.
O Sor. Alcibiades declara se contra a
resoluto, por pertencer a sua materia as
assembleasprovinciaes, a quem perlence
legislar sobre associacs religiosas.
O Snr. Cirneiro eo deff;nde a resolu-
co que fica adiada pela hora.
Segunda parte.
Entra em primeir diseussio, e pissa a
segunda, sem debate, a proposta dogo-
verno canve rtida em projeelo de lei pe-
la comroisso de marinl e guerra, crean-
do na capital do imperio hum conselho
naval, marcando o numero de seus mem-
bros, suas attribuicoes etc.
O Snr. Presidende: Segue-se a se-
cunda diseussio do projecto n. xi, vin-
do do senado.
O Snr. Litnpo Pirece-me que segua-
se agora a diseussio das propostas do Snr.
ministro da Justica.
O Snr. Presidente : o Snr. ministro nao
est presente.
O Snr. Limpo : Vas o Snr. Ministro da
justica sabia mui bem a que horas havia de
cumecer diseussio de suas propostss;
demais. V. Ex.ja disseque o ministerio
era solidario, e creio que, quando qual-
querSnr. ministro esta' presente, pde-
se comecar a diseussio de qualquer pro-
posta.
O Snr. Presidente : Se o Snr. depota-
do requer isto....
O Snr. Limpo : Nao requeiro nada, so-
mente lembrei o que eslava dado para or-
dem do dia.
O Snr. Presidente : He a segunda dis-
eussio do projecto n. n3 do senado.
Entra em discus o o seguinte primeiro
artigo do projecto do senado.
Artigo 1. Forroar-se-ha hum quadro de
todos os officiaes da primeir linha do ex-
ercito, que por sua idade, robustez, ins-
irucco militar, e conducta, ibrem ido-
neos para o servico.
O Snr. Coelho prope cntio o addia-
mento de projecto do seuado, para entrar
em diseussio oque offrecera, que julga
mais ampio.
Oadiamento he apoiado, e entra em dis-
eussio.
Posto a votos o adiamenlo, he regeita-
do.
Continua, porcoosequencia, a diseussio
do artigo I do prejecto do senado.
O Snr. Coelho eflerece, como substitu-
tivo ao artigo 1. o seguinte rligo a. do
projecto n. 8, que he apoiado.
Artigo a. O governo, por rneio decom-
misses, comportas de militares de sua
confianza, e juntas de inspecces de sao-
de, prcedendo informaca dos comman-
dantcs dearms, commandantes de corpos
e ebefes de classes, proceder' a qtialifica-
cio geral de todos os afficiaes de primeir
Imaa empregadose avultos que serio divi-
didos em A classe.
1. Desque, por sua inteligencia robus-
tez, e boa conducta forera capases para
todo o servico.
a. Dos quepodem nicamente faier ser-
vico moderado.
3. Doequs, por molestia, mo com-
p >rtament.i, inaptidio ou avanzada ida.
de, forem improprios para oservico mi-
litar.
A qualifieaco dos officiaes generaes se-
ra iei (a directamente pelo governo ; ees-
te dara'asnecessarias instrueces, que re-
gulen) o modo pelo qual se faraS asqoali
ficacoes aejm < eodicadas.
O Snr. francisco do Reg se propds ad-
vogar acami do projecto, q' longe de jul-
gar.fatal a'classe militar, considera neces-
sario, e at de equidade.
Parecem-lhes improcedentes os argu-
mentos apresentados em abono das emen-
das. (..
Improcedente o fundado no grande ar-
bitrio, que se vai dar ao governo 1. por-
qae nesta disposicio, se 1 ropo-' ao governo
a obrigacio de dar cuntas de sua conduela
na sesso s'guinte ; es, porque a cmara
lem dado moilo maior arbitrio as aulori-
sacoes incluidas as leis annuaes de fixaca
de forcas, para o governo prehencher as
vagas do exercito quando nao haja offic-i
aes idneos na classe dos avulsos ; pois
que nestas autorisacSes se nio estabeleceu
bmitteou regra alguma pira se conbeoer
a idoneidade dos officiaes, que esli na
classe dos avulsos, O orador reputa ne-
cessario o arbitrio concedido do artigo l.
porque embora se levantem contra elle
clamores, n .5 p.-)dc deixar dediser que o
julga indispensavel em huma crise em
que a maior parte dosofficiaea do Brasil se
recuza, debaixo de diversos pretextos, a
marchar para o ponto, em que, para res-
tabrlecimento da ordem, se exige a sua
presenca. He necessario que se faci dis-
tineces entre os officiaes que se presta
ao servico derramando s*u sangue pela
patria eaquelles que se recusio ao de-
sempenho do servico nacional. (Apoia-
dos.)
Improcedente o argumento fundado na
falta de regra, estabelecidas ao governo,
porque o orador nao tb9 que regras se
marcaran no presente caso, em que o go-
verno imcumbe lancar ma de todos os
roeios conducentes ao drsempenho da dis-
posica da lei; O lembrado das commis
ses Ibes parece Ilusorio, em hum, e i-
nutil em eutro caso : Ilusorio porque
sendo t.ies commissdes compostas de offi-
ciaes da confia oca do governo, comodis-
poe a emenda, muito inepito aera'elle,
s, qoerendo abusar, nio nomear officias
que faci oquuelle quiser ; e intil, por
que anda quando a lei o nio determine,
o governo nao tera' remedio se nio recor-
rer as commisaes, nos casos em que sao
indispensaveis como para a verificacio
d. incaparidade por molestia. O avaljur
a instrucca militar, he que lhe parece
muilo difficil, mus nio ve providencias al-
guma a respailo, nss emendas offereci-
das.. Parece-lbe que o nico e melhor
meio sera' o concurso. Est persuadido
de que nesta occasiio officiaes de grossas
dragonas, que disem saber muito, fice-
rao a par de raaiii*- J
e instruidos. >
Improcedente o argumento fundado na
necessidade de se ouvirem os cornmandan-
tes das armas por que anda que a Iti o
nio determine o governo os ha oeonvir
necesariamente, como autoridades obliga-
das a inspeccionar os officiaes, e que mais
em mediato conbnci ment ten de seu me-
rec ment. ... ..,
Julga, por tanto, que o artigo deve pas-
sar como est concebido. ,.
Oeixemo-nos, c>uclue o orador, de di-
zer que queremos exercito ministerial ou
nacional; nao e para que vem estas ideas,
ellas ja foraS respondidas O que o corpo
legislativo quer he hum exercito discipli-
nado e obediente, na forma da r-cmtifui-
ca. Tratamos da crise actual. Cahio no
senado o artigo a, que permelia nomear
para os primeiros poajos subalternos do
exercito, iosoffijiaes da guarda nacional
quese tivessem distinguido!! E porque
o Snr ministro da guerra disse que a r-
provacao desta disposicio erabemdesanima-
dora, disserao senadores que isto era um
argumentoad ierrorem.':.' E cabe esta dis-
posicio no senado quando no Rio Gran-
de do Sul, na Babia, e na minha provin-
cia, tanto se tem distinguido h guarda na-
cional .' / Surs.,, na minha provincia,
3 oficiar da guarda oacion-.l se ofiersce-
ra voluntariamente e voluntariamente
eslo combatendo no P.o Grande do Sul,
a prol da iulegridade dojmperio. A res-
peto destes ofliciae* viero recommenda-
c'ies muitot honrosas do cummaodante
das armas, que muito se interessa na sua
conservabas naquellt provincia ; mas co-
mo se conservarse ellcs ? Qje recompen-
sa tem elles a esperar, se te Ihes nega at
o ingresso no exercito no posto de alteres,
posto que he considerado como, tirocinio
militar ? Se foste consultado, eu seria -o
primeiro a diser-lhe*.: Nao vos sacrifi-
quis como faseis, derrama! o vosso san-
gue no posto que voscompete, em defesa
de vossos bens e de vossas familias, mas
nao prestando ser vicos que sao despre-
O orador explica a dificuldade que ha
de se oblerem bous officiaes inferiores pelo
metliodo de recrutar, admeldo pela leis
em vigor, a poni de ler sido nrcssariu
que o commandante do Corpo de Perma-
nentes desse alguns inferiores para o bata*
Iha que sabio da praia Vermellu. Em
Pernambuco sereproduzio hum faci se-
melbanle.
O Snr. 01 i reir opoe-se as segundas
par.le do artigo, a primei < a por intil, e a
segunda por injusta. Leaobra que em
oulro projeelo, se determinou .que fosse
abonado o sold proporcional ao lempo de
servico. < ,
O Snr. Carvalho de Mendonca admira-
se de que, ttnia encontrado tamanha op-
posicao este projeelo cuja discussa foi
la reclamada quando se tratou da Le
queautorsava reformar (apoiados). Jul-
ga este projecto muito vanlajoso ; porque,
concede o sold nnr ;-:--


PRRAMBUC O.
' < *
reito d.quelle. aw quaes competir aelho-
rmenlo na forma da lei de ,1790. _
O >nr. Resende votara' pelo artig*. t-
mente e for sugeto solacio coa J-
menda, do contrato votara'
Jugada a materia diseulidt, heappro-
vado o artigo I. regeitada a emenda do
Ser. Andrada Machado. .
A emenda do Sor. Coelbo hejulgada
Pttnf\'.*SecreUnod.'contado of-
ficio em que o Sor. ministro da oaarinh.
pede dia e hora para .presentar orna pro-
POSor. Presidente designa o di. .de
goato pela huma hora <"rae/
6Sege-ie a discuto do 6'nle .
Artigo a. A proporeio que se forero la
eodd as quahhcae. necasana, para o
Jorm.cio doquadro, os que "carero fora
Se S serio reformados nos seus posto,,
com o sold por ioteiro ou coa o melho^
rameotoquelhescompettirpelalei.deie
de deaeinbro de 790.
He approtado o artigo a., julgada pre
juicada. emenda do Sor. AodradaMa-
^O Sr. presidente da'pire ordemdodj.,
primeir. parte, alemd. *>*:
i, resolucSe. nmeros 71 #64 este an
n0 e 10 do anoo passado. Segunda fggr
.V coninu.co d.'disc.saS do projecto
^bre. reforma do qu.dro do exerc, o;
discussio do projecto numero lao do an-
discussao f J d t ZZ" dgoverno. ehaveodo lempo,
3C doV da repartid.
^ou^.seas.adepoiada.du.a.ho.
ros-do lardo.
PEBANMBCO.
i
GOVERNO DA PROVINCIA
Expediente dodie 1 de Setembro do
i838.
Oficio Ao Inspector da Thesouraria.
ordenando que avista do. documento*^que
,e Ihe reroettem f.?3 PH ^'^!
, 6aaU5ao res importancia da. raade.r.
Je construeco vind da P"-*
Alagoas 00 Patacho Concedo embar-
quedasme.m..,efornr^^ do d.lo
^lAo Inspector do Areeeal de Ma-
rinha, ordenando q"*^ *T^E
rr.deira. ltimamente vindaa d.s Alago-
no Patacho Conceico constantes da
relelo que Pr copia se ihe enva.
Kt1 Ab Director do Liceo, ordenan-
do-lhe avisU do seu oftioio de .7 do car-
rete servindo de imfon-ioao .0 requer -
ment de B.rnardino de Sena da Silva
Guiaaraen., que pooha o Concurso a Ca-
deirade Cominera, marcando o praso
*ptudr- AoDoutor Juiz de Direito
interino da 1. Vara do Crime nom^an-
do "para presidir .0 andamento das rodas
LO&.S. Seminario de <*.
tero de dar principio no da 4 o correo
*"Oficio Ao Escrivfio da Loteriado, Se-
min.riodeOlind., coajunic*ndo-.he*
Scao feita pela precede.*, PorUr* do
JoTqae hade presidir .o andamento da.
roda, do mesma Lotera.
ARSENAL DE M#RINHA.
DIVERSAS REPABT^OENS^
ALFANDEGA DAS FAZENDAS.
EDITAL.
No da a do corrente se hade arre-
matar na porta da Alfandega e perante o
Inspector da niesroa 7 caixSe* com Uav-
notes que ferio impugnada pelo 1. &*-
cripturario Jenotno Jos Tavares no, Des-
pacho N. 10^7 de Js A. M. Bastas con-
forme oart. ai7 do Regnlaroeolo.
Alfapdega de Pcrnambuc i8-d Setem-
bro de 1838.
O Inspector interino.
JacpaeGerardo Mara Lumachi.de Mello.
MELADO CONSULADO.
. A PouU he a meama do num. 199.
. O Arsenal de M.rinhe d esta Provincia,
precisa comprar os genero tegumtes:
larinha de mandioca urna poreao, cal
de olunda quioheotos .elqueires, pedra
de casco mil palmos. As pessoasque
que Ues gneros lverem, e^uiserem ven-
3er ,'; dirija-se quanto antes a tratar coro
Tn^o 00' Awnll do,Mth* ,8 A*
Setembro de 1838. ._,
Francisco de Assis Cibral e ie^a.
Inspector.
PREFEITURA.
PfU do da 18 de Setembro de i838.
Illa, o E^m. Snr.- Fo,fio presos hon-
tema minha ordem e t.verio diffei-cnto
destinos : Flix preto escravo de V.
Rosa moradora em Santo Antlo, vi-
eterino tambero preto escravo de
Jos Caetoo, o Benedicto 'oaquim, t
tambero preto liberto pelo Sob-Preleilo
d^Recife estopor psr encoowadonole-
IheuodoBom Aesus, e faaer-se suspeito ,
naquelles rior estarem fgidos; fran-
cisco de Assis, pardo, pela a. patrulha
do districto do Carao por su*po.u do ser
desertor. ..
E* oque consta das parte, boje recebi-
das n'esita Secretaria.
Dea. Guarde a V. Exc. Prefertur da
Comarca do Reeife 18 de Setembro de
,838. Illm. eExm. Snr. Francisco de
Paula Cavalcanti de Albuquerqoe Vice-
presidente da, Provincia. Francisco Ao-
tooio ,de Si Brrelo, Prefito d Comarca.
Parte do di 19.
Illm e Exm. Sr. ForSo presos hon-
tem a minha ordem e liarlo destino :
LeCamw Tboraax Francisco, e Certai
Fernando Carlos, braoco., franceses,
maruiosda^aleraAthalia, e do.STnB.u-
ios ingtrBo u-.V* bM;4-P^o Sub-
Preeto da Freguesia do Recifea requi.i-
cu de wos rrtpectivos Cnsules por cri-
me de insobordinaclo.
O Sub-Prefeito da Freguesia de b. Pe-
dro Martyr de Olinda partecip. que pe-
la. Shoras do dia 17 do correte mez Che-
rara a soa noticia que na estiada do Is-
thmoe aebava sepultado uro cadver ,
e que dirigindo-se elle immediatamente
quelle lugar, encontrara com effe.to a
..poltora qoelhefora ind.cda da qual
sobresahiSo um braco e perna do inlel.s,
que n'ella iaaia e que mandando desen-
terrar o dito cadver e proceder ao .oro-
plente e>ame e vUoria ; v|eroenlao a
Tconhecimento de que o reffe.do eda-
Terera de mulher quehavi.s.do assas-
sinaiia com seis facadasem d.fferentes par-
tes do seo corpo das quaes Ihe t.nha pro-
,indo a morte, e que .stava vestida de
aia preta por ciaa de um vestido de chi-
ta de asMnto escuro, e ramsgens e ca-
misa de panno branep ; tendo se Ihe en-
contrado na seio um. caixinha de chifre de
tabaco ena roesnn .epultua urna chave
de porta outra dita pequea e urna ar-
eola de oiw.
O mesmo Sub-Precto partecipa roa-. ,
que procedendo elle a. necesaria, ave-
rUscoe. sobre este ^ntecirnento son-
be. que o escato Tito do Acadmico Ben-
lo Upe Villas-Boa indo d'esta para a
qu ,4 do mesmo mea encontrara junto aos
manRue. da mar pequea prximo ao
lupar da reffarida sepultura ,_hua trouxa
peqTen. contendo um par de s.ptos de
marroquim vg,rde, e bum nsr de me.M ,
salpicadas le^ue e qie **
presente a Mara Joaquina.., moradora na
5 Cidade; ignorando anda quem hav.a
sidooauthor de tamanha Mrocdade
E' o que consta da partes hoje receb-
das n'esla Secretaria. .
Dos Guarde a V. Exc. J"**
da Comarca do Reeifaig.de Setembro de
i838, 4c,
vidaa na formada Le Provincial, 'ns-
trocea respectivas, a saber : Cadeira do
Cumaerco dnt. Liceo a de Primera.
Letras par. meninos ero S. Miguel dos
Barreiros as chiM para mnroas, huma
a Maranguape y afutra no Bonito. u*
Candidatos que qniserem opor-se a qual
qner deltas < dert habililar-se legalmente
eanrp.etitarao Director os eos requer-
ment, assim instruidos at 8 dia. anteo de
lode Novetabro que he o dia marcado pa-
ra principiaren as provas do Concurso.
Parachegar ao conheciment de lodos
os Aspirantes se publica est EdiUl.
Liceo 19 de Setembro de i838.
Laurentuo Antonio Moreira dCirvalho.
Director d "Liceo.
CMARA MUNICIPAL DA COMAR-
CA DO LIM0E1R0.
EDITAL.
Por ordem do Exa. Sor. Vco-Piesi-
dente o Director doLiceo declara ero Con-
curso as segoinles Cadeiras paa aerea pro-
5> Sesso extaordinaTia de 7'de Jolho de
i838.
Presidencia do-Senhor Lira.
Fetaacbvaiada aapjriajcerio *t*lir3.
Vereadores *&**** pasada. ^
O Presi*M^^F|d'-berlara. Sb*I0,
e lida a acta da antecedente foi appro-
vad. a ,.
O Secretario decUrou nWlaver expedi-
ente. :U F
Coanareceo Noberto Jos de Faria ol.
ficiado honU-m para vir a posse de tiscal
Spplentede.ta VilU, o.qual declarou a.-
eitar o Emprego para que fora p.opo.io,
ero coMequencia houve a Cmara d o ju-
ramentar.
Despacharao-w algums requenmento..
E por dar a ora foi levantada a Sesso do
que para constar mandarlo faser asta aeta
que aaignaro Eu Joo Sar.iva de Araujo
Galvo, Secretaria escrevi. Feliciano Pe-
reir de Lira Presidente. Maxiaiano
Antonio de Pinbo Olivo*. Sever.nO
Alexandre Vtlaria. Antn Paesun-oic
taes. Antonio Joquia Fereira.
Contiuuaco do Numero precedente.
Qoanto i outra. oacea en creio^que
nenbua do n ae leabraria do po*o fran-
cex porque este nobre povo nao vina ai-
litar mereenaraaente entre nos-, sao pa-
triotas, defendem oaeu paia, faeem o
que nos (levemos faier.
InglexeS ? Tambero he imposslvel. Tai-
Tez viessem alguns pobre Irlandezes; ma.
destes ti vemos a amostra, e creio que nio
queremos outra revolta aqui, no Rio de
Janeiro como a que tivemos. Cuido que
a cobre administracio nao os mandara
vr. .
Lembrar-se-hia a administracio (e, W
ver., fo sem os nicos povos que podia
servir para esta guerra) dos Argentino e
Cisplatinos; mas Argentino posso awe-
gurar que nao vii, nea o general Ro-
sas o permiltiria e, deaa, lem moito
com que se oceuparem em sua casa. Cis-
platinos bom seria sao da mesma cito-
la que os Rio-Grandenae} ma como cha-
ma-Ios ? Os lgaos, he iapossivel: as
forcas que seguem os rebelde, t Alea da
immoralidade de proteger a rebellio fra,
quando queremos abafa-la em casa tea
anda outro grande risco que he chamar
huma guerra desastrosa como a que tive-
mos coro BuenoB-Aires, e eo creio que a
nobre administracio nio querer carregar
com esta responsabilidade -, ella ha de lem-
brar-se que se for mal succedida a aal-
dicoe do Braril a acompanhar, o o bom!
successo he qua.i impossivel.
Resta os Sr. Italiano ( risadas ), que
tanto nos mimosea. Eu disa que, desta
viacio, nao era natural que fosseae. bus-
car soldados, porque, segundo o que ti-
nbaviatu de hua corpo do Napolitano,
era bum bando do sicario', aais destros
001 aanejar o estilete do que ero manejar a
espada, e, etosei, como enfadou isto
lana. Sr. presidente, a naci italiana he
dividioliea tres gropoe conhecido ple-
be ou pojhdoca, claee aedia o os gran-
des. Os gran>5a(a, oau om iodo*
parte, sobarbos,^os, orroapido.9
ficioso., nao .lo o^le., i* o*i
n c nio teaos dssa ge**.;, c0"1 tu^
os que a pproxiaa sio toai cobo fr-
es. A claao aedia como em todas a
naces he oftde reside a intelligencia ,
he onde ha probidade j e saiba, pois, es-
sa pente que eu tenho rasio de respeiiar
esta classe mais do que ella. Conbeco a
lingua italiana tenho-me eibbuido em to-
da a sua literatura; goto das pfodaccss
d espirito dessa nago eminentemente in-
tellectual e espirituosa, devo saber mais
que os vendedores de pomada e de macar-
roni o mrito do seus grandes homens.
Os grandes homens da Italia Sr. pre-
sidente, lem entretido as horas do meu
loir; nlbme he deseen herida a su-
blime musa do DjpIb, a castigada poesa
do Tasso a variada e romntica de Ari-
osto, nio de*bttheCO a energa de Monti;
otheatro italiano' tragito'e c'otco, dedo
a "Mandragbn de Machiavelli e Sopbonis-
ba deTracino, al os Goldbni Metasta-
cios e Alfieris, -meti famares j Pelrar-
cha,Chiabrefa, Mansini o Setano nao
desdenbrao de oceupar-rae o ocio; 0%
modelos de historiadores italianos me sio
conhecido, os Madriavellis os Davnal,
os Bentivoglios, os Sarpi? os Palavicc-
ffis, o# GVicr.rdinrs, os Boltas, me sao
faowlifres ; os lomfes celebres as scien -
ata, sGaWeos, os Torfcelfe*, os Vol-
tas, os Vaccaberlinguieres e Spalanranis
orae soestranhos; emfio, Sr presi-
dente, eu crb que ao'ba muitos Brai-
1irts qlie tonliecao melhor a literatura
uriana do que eu, aperar de conhecer que
todo o Bazllelrobem educado conhece as-
az a JileraUra eslraogeira, a franceza a
alleroi, a ingle, a -juliana, lab bea
como os sabios estrangeros. Como, pois
duvidar-se de que eu canhece;se a historia
iuliana ? Por ventura mster he, para a-
b-la i recorrer s fontes orignaes ? Qoem
ignora entre" nos a historia da repblica Ci-
salpina de Sismondi ? Quem nio tem li
do a historia de Venera' pelo conde Daru ?
Qoem nao tem lido as obra de Beccanae
Pilangieri t Todos os escritora allemia
efrancezes, com cuja historia est lio li-
gada a da Italia, podem servir para estu-
dala. Porm, pergunio eu, porqoea
classe media de huma ncio be illattrada,
segue-se que a classe ultima taltfbeifl o se-
ia r" E segu w da illustracio a necessidlde
de nao se ser corrompido? Cuido quemo.
O melhoramento iolelleetual, j proei
em outra occasio, nio suppoe seropre me-
ll.oi amento moral.
Mas ditom he huU .taque dizer qu a
plebe italiana usa do estlale. Que culpa te-
nho eu qne todos os viajsotes, que os es-
critores todos de geographia histrica o af
firroem ? Notavel he que o mesmo jornil
em que vinha6 aUques contra mim Ira-
zia o assassioato do conde PozaO di liorgo
em apla* Pegunto eu, donde bao
de ser tirado, os soldada ? Sarao, por
ventura, d'entre os subios Serlo alguns
Beccarias, alguns Filangieris? Rao d
Mr o que sao os soldados em toda a psrie :
proletarios sem educacao, semeostumesi
he o que sao os soldados* entre nos, e que
sio em todo o mundo.
Mas imputar isto a huma ncao lio gran-
de as armas? Ora, nos bao abemos a
.orto da bella Italia depois dss murena,
glora de Roaa. Nio abemos que el a
lem .ido o ludibrio dos atrangeiros r_ue
do iugo dos AHeme* passou ao da t iu-
cexa, da Francezes ao dos Hespanhoes,
adates aopaado dominio da Auttr. *
debaxo do qual geme anda e qua eu
ment, porque wmpa lamento *
vejo huma naci .piritaba subjug.da
pe prepotencia da forca? Sr. PJ'^
Sleroos claro os Vencanos d. to-jo
de hoje nio lem nenhuma apparencia c (
os Venesiauo. do Daodala e ^raoao
gos ; o leio de S. Marcos atura mullo. >"
fuilde as bicadas e unb.das da .pg*
Austria : a Genova dos Dorias r
eti. e da Spinolas, he bo|e humilde^
r. doreide'circunMtancia, do r. a
OsMiUoweaque, outrora, harw s
de resistencia a Barba-Rox. boioj Q
mudes asseclas da prepotencia, .utK Ea
qu resta, pois
Italia? Dsej'
aacomp-nho na aoe daejw1,
drsejaimpotenles. A oo.ca duas^
que parecenv odependenles, R
2 Nape n"toW,lm.! ordens h-
bemKdo gabinetO de V.enna ..orde^
mildemente execut^- Orj^
as Elrias nihUfes'. He vordooa h
a glorias
I


"^^^
pareceu huma vez huma luz phosphorica ,"',
bur crepsculo, que logo detappareeeu,
foi na cieaco da repblica Cisalpina de
iois convertida em reino da Italia; mas
udo isla passou como relmpago : a obscu*
ridade cobre oulra vez a bella Italia ; seas '
llios gemem, e he natural que, no esta-
do de espravido, os grande* genios vo
desapparecendo
Sr. presidente todo o mundo que se
trate dtsprezado pelos outros homens, tem
grande risco de se desprezar a ti mesmo :
soorgulho beiu entendido o pode sal-
var ; este conselho dou Italia. A popu-
ladla, pois, da lu,a arrastra-se turbu-
lencia e inquietaco do paquetio povo; e
a turbulencia 9 arrastra nimias vez -a
coramisso de criir.es.
Nao sou inimigo de nenhumi naco ,
mrmenta de huma naci to espirituosa.
O que me adorna he a ousadia cota que
5tfmelh.aute gente trata a lu n deputado na-
cional; creio que ninguem teria semelhan-
te atravimsuiu nem 11a Franca era na
Inglaterra, nem mesmo 111 lulia, aeti-
vesse hura goyerno representativo. Eu,
parcm, lhe purdo ; nao mo abuxo res*
ponder a semclhiuie gente ueixo-llie ,
pennitlo-lhe que nao guste de nenhum mo*
dj di nomenclatura pbilosopliica de nuu
discurso, dessa uomeucLaturu, ou antes
deshvolvimento da arvore genealgica
desia sotenas principiada por Damos .
cjuiihuada por ti icjii e d'Alembert,' a*
perfeicoada por B miliam ; lie-lhe licito
mesmo nao gustar nada das Icojs de ideo-
logia brainimca e judaica, clucubracdes
das Willtons, Jone e Collebroocks; des-
prezem muito eaibora o* suaves versos do
meu filiado rujio, o conse.beiru Jos Boni*
' lacio, publicados em Bordeas debaixo do
nome de Ainerico Elisio, de que me lizerao
'mimo, semme pertencar; essas puestas,
em verdade, nao sao maular appropriado
a o paladar grossairu da seraelbaate gente:
btsla quedlas gostem os que enleudema
liugua de Ctmo-s appreciaj as poesas da
Forrara, as de Miranda, Barnardes,
Girco, iVliximuiu forres e Fililo Ey-
10. .
Tonho (indo o meu discurso -, cerra-lo-
hei continuando a votar contra a intro-
dcelo de e^lrangeiros no mea puz ; o,
se esta medida passar voto contra todo o
projecto.
(j[ do C. de 8 de Agosto.)
JAIJOJI
fc.fc .M A M BUCO
. ~ ~fR<~
da seus subordinados, Visto que nao he
so por meio de huma recta administracio
da jostica e bomsystema de polica que
se evillo os crimes e se prora ove a paz ,
mis'tambera procurando ao pqvo muios de
tornar-lhe aprazivel o estado social, conser-
vando e mesmo fomentando recreios in-
nocentes ** mxime *' quando estes por
costume geial, e pela naturesa do clima ,
se tornio quasi da primeira necessidade,
como he aqui o passar a Testa. Nem todos
podem ir para a flonte de uxoa, montei-
ro &c. muita gente vem para Olinda ,
e consigo trasera boas con/, is era que os
vendelhoens por sua caridade enlerro a
uuba; alugo casas dai quies percebe o
Estado O quinto quando 'ellas pertenqem
a rao mortaque nao he mi como as ou-
tras &c. .i pobresa, que antis gastava
tal vez menos de duis patacas de agoa por
mez deve tr agora s para este artigo cin-
co mil res .' .' Accre-ce, que o concer-
ta agora he muito minos dispendio o ,
parque as agoas ni) pidero detruir da
lo Jo as madetras cora que se fea, o con-
cert ultimo e eis-aquicom* isto aljela
de perla o imeresse publica.
Publiquara, Snrs. RaJaetores estas, li-
nbas e se Ibes parecer por multas sema
as logo absixo do preco dt carne verds ,
que he cousa que toca a todos, e nao se
deixa de 1er, coma o faz o
Seo atienciozo leitor.
Hum sirnento d Olinda.
CORRESPONDENCIA.
x. 1 r*
Snrs. Redactores, Em quanto o po-
ltico ambicioso aUapillta a aduiuialra*
" cao iudispoudo-a com o poyo a ver se llie
ucceJe oulra mus tavoravel ao's seus pla-
nos, eao m;su pissj esta' cora lerapj
cuidando" piedoaameute das u. as de
Cabrob Paj.ui de Flores &c. eu vou
encommodal-os cora tluis palavras sobre
iuleresse do resjeitavel publico em
cuto u. entro ego mei oiiln criado
4a sui sibi sei cora lauta auis raso,
quanio nao be esta diquellas causas, que
se lera l'eiio se taseai e se bao de lser,
que se cbamiode" voutade geral, mas
para que-nein eu nem tiu.ua boa pirie
da iNjcio deoo seo voto, carao V. g. para
lusiiluicao do Jury po/qa nuaua tic
tencio da entrar era ru>gas. Elle exirdiu
deve de ter ledo o leu ir Uam aiteuto por
que leva geito de cabeca de negocio gran-
uej e uni mostr que aproveilei coua as Iicj de (u.iuctiluuo. E' o cas o.
Tendo sido hura poac grandes as cbsus
ueste anuo vuao se os habitantes dj ar-
rombado, toruoiii cal comraodadJa do que os anuos anteriores .
e pjgaudo-se cora ot Santos da sua devo-
co consoguiro % que viesse hum aojo e
tijtsse huui reguiho to pequsnito que
ia uoootroUu udo o auimal par si ou
Ignara por elle, pagtva de passagem um
viutdra por cada p quJ tivease j e logo os
canecas d'agoa do Rosario te elevaro a 80
res! Eu lerabrado do ceg, queco*
mecou a gritar hura bom pedaco antes, que
humiaege q-e ouvia rodar, ai avuiubas-
se delle e o pizas-e coraeco tambera a
gritar ja antes .jue os UN caneco che-
guem'a tjjiroisj par-uadido firmeinaate,
que o nosso hora 1/residente to solicito ,
como be do bsm publico d providencias
MtivH para aliviar os m |les desta porcia
A L&M8I4TAVBI. MORTE D3 ILI.OSTRK A.-
ClDbMICO O SR. FRBOER1CO AUGUSTO
OB SIQUEIRS, ALMII04.
SONETO.
i .
S ludosos prantos msti* ir5 co ntg ,
E Um.de, tm raza (Jarapi.accoinpintiirte;
{id teutiCem quinto eu t va.de chorar-te.
F. Elysio.
.
D'tropos inda luz na dextra impura,
Tinto de sanguo, o hirbirn instrumento;
Inda do esposo, em lodo o aposen o
iiabomba a voz cruel da inorie dura !

Hum g unido... e desee o a sepultura
Dts aeiencias hura lucido ornam,-uto ;
inda lagriais corrjm cento a centu,
Por Frederico .' Su alma va pura !
Suspirai.vs Glhos de Minerva ;
Hura Collegt, que honra nos I aria
Koubju-nos do Dastino a mi proterva.
Assim se turva hum Astro que lumia /...
Ajas, qua disse .'... A Daos s se reserva,
Marcar da vida humaui o ultimo di.-i !
' Por hum Acadmico.
LOIERIA *D3 SEMINARIO.
O Reitor do Saminario Episcopal da
Olinda tu publico (|.ie na ssguuda fera
i\ do carreiiie Salomara aodaa imjM-aleri-
velraeuld as rodas da Ljteria do. inesmj
Sarainario em o Consistorio da lgrej d*
i\. S. do Rizarlo.
THEATRO.
1
Hijo J he o segundo dia ( e aVha
%iha*.') do BitnJficio da 1.' arai ,
cjm* Peca Jo Anuos ou a Vid do Ju-
gador Entreraez, e ouiro Duelo no
to ,. pira os que gastare 111 de duelos ; pu-
de a Biia/iciada a seus Protectores, se
di,;nra pigar nos Ciraarotas po* os seus
mudos alazares a privad de ir a suas cazas;
e deixar a chaves para as pessoas a quem
prlenceo na 3 noile. As Carlas de
Flalea servem para a noite que rnslhor
eonvier. .
Joanna Miria de Fritas Gamboa.
CAMBIOS.
Rio de Janeiro 3 de Stamoro de i838.
Landres........... ; 5/8 > 7 3/4d*
Parit............. J5 a 34o
Hamburgo......... 63o ,
Oaro embarras ... |5 a 153
....
Dobres Hespanhoes.. *8,aoo a8,3oo
a da Patria. 18,100 a a8,aoo
Pesos Hcspanbos ... 1,77o a 1,580
da Patria.. 1,740 !
Moedas de 6,4oovelhas i5,3Jo a. 15,45o
oovas 14.800 a i4 9001
' de 4,ooo.... 8,35oa.8,4oo
Prata............. 8oa8r p. c.
Apoliceade 6 por c. j. 79 i/aa 80
Ditas de 5 por c. juro nominal
( Do Jornal do Commercio. )
V V I / O H D I V E RS os
_ Roga-so aos Srs. escriptores de certo
peridico, que quando acabaren com a
massada-de Plii.ioguoraia Frenologa ,
iraduzida de livios Francezes, querao
dar-nos, pedacos de Carlos Magno, com o
que muitooprovmtaro ao publico, e da-
ro gustos ao seu paciente leitor
O Joz Firmo.
_ Rogi-se ao enrgico M ijor e Sub-
prefeitedas Alfjgados, laca o (.omnissa-
riode Polica .oSr Joz Joaquim cumprir
cora o* seos deveres (isto he cora justica)
pois que este Sr. manda avizar a lodosos
moradores do seu distrielo para deligencias
e rondas nocturnas, enanca mandouavi*
zar ao Sr. da conducta illibida Francisco
do It'go Birrot, e juntamente oSr. Leite
pois qu aquel le Sr. nao estando as cir
cunslancias d ser G. N., todava est su-
gmto ao servico de ordenancas e mesmo
o segundo em quanto nao for quiliica lo
G. N. et sugcito ao mesmo servico enio
h; bem qua huns sol'ra todo o pazo da Po-
lica outros combando da authoridade
de V. S pstseiem livresem serera incomo-
dados para servico afgim aoqua sloobri-
gtdos como eu eoutros : isto lhe roga o
Jusliceiro.
_. Perante o Sr. Jui/. do Civel da a.*
Vara se ha de arrematar nos das 00, ^4
in do correte a ta venia tita em Fora de
Portas N. Al que se ach embargad 1 a
reqmrimanlo de Muiocl Antonio da 6ilya;
os pretendales podem diricir-ar inISm
annunclados pelas 5 horas di tarde ra
Nova porta da residencia do Sr. Dt. Na-
varro.
_ O abaixo assignado Socionista das
CauellisdoLivramento convidiaos ami-
gos destejog) aconcorrerem para comprar
o resto das Cauteilas que ainda existem ,
pois estando to prximo o andamento das
rodas como tem annunciado ,0 Tbesou-
rei'ro he b;m que nos apressemos a aven-
turar a sorte. ,
Luiz de Fran,ca da Cruz Ferrelra.
_ Quem qujzer mandar faz -r vesiidot
datodi a qu'didade e gosto, chipis da
liora gosto e de luda a qualquer moda ,
podadirigir-sea ra do Ringd.o. 31 on-
de achara com quem tratar : na mesraa ca
xa, engomarse roqp^cpm luda a perfeicd ,
e asseu, liva-semeias de seda bim prepa-
radla faze-se bm ,1'eitos os p-nquiios lias
aoerturas das,carnizas, preguiniias bim
'delicadas, emiixmboi, d-lodo o gjtio e
perfeifio ; accjila.se pira se eosiuar algu-
mi preta, e o ajusle. vis*a dos Senhores
sadira: quem se quizer utilizar do dito
prestim, dirija-se a dita caza cima, na
certeza de que serio servididusi vontade.
_ Perdeo-se po 4w -8 do correte lu-
an cixj de prata desde a ra da Florenti-
na at a da Roda, tendo dentro mu pouca
qmniididada rap: quem a liyer adiad j,
e que por consciencia queira entregar ,
dirija sa a loja de Ourives da Praca dasU-
dependencia,,, onde daudo-fl lhe os sig
liaes, receber a devida recompensa..,
'_ Hijeas 4'oras da tarda ter lugir
hami arremaucio de hum 1 Bircassa da-
naminadaS.Joao Baptistar a-&u0 cousa
arruinada, mas com os seos utenctlios todos
embjm estad?, Muem mais dar, cuja
Barcassateachi noesUleiro de Joo Thi*
miz; par Unto.!faz*e o presante an.iun-
cio para a quem coovier comparecer na
ra Nova praca do Sr. D.- Navarro.
-. Allugao-se o fea" andar desobra-
do D. 49 ao p da Igreja dos Martyrios :
quem pretender dirij^-se ao a. andar di
rnasmo sobrado, onde achara com quem
tratar.
Na ra do Fagundes sobrado D. 10
Uz^ae preguinliasembjrttarat para carni-
zas com tal prefeito como aqui pooaas a-
parecem sem as romper com alBnete ,
como coslumao' fazer; por pre(;o muito c-
modo.
Precisa-se de 2oo>ooo reis a dois por
catato ao mez por lempo de seis mezes com
boa firma : annuncie ou dirija se atraz da
Penha defronte do Nicho D. 11.
__ Arrenda-se, por tempo de bum au-
no huma morada de caza terrea basUnt-l
grando, no lugar do Manguinli 1, defrone
le do sitio da Senhora D. Lun una e no
correr do sitio do Dezembargador Macie
iMouteiro, a qual tem sumeientes cmodos
para grande familia e possue estribara
para dus cavallos e com seu quintal mu-
rado; os prelendentes entenda-se com o
Escrivo Almeida que tem poderes para
fazer ul errendameulo.
_ Arrenda-se ou vende-se huma boa
cata, toda f'nvdracad 1, com quintal da
quindenios palmos, a maior parte mura-
do, cacimba da agoa de beber, bastantes
cmodos h asstii 1, no lugar da Estancia ,
cora porto larga u planuda era 4erras
proprias: qu'm a pretender dirija-se a
ra da Cadea de Santo Antonio D 9.
_ Precisa-se alugar huma caza para
pistar a festa em Apipucos ou Cixang ,
que seja perto do binlio para p:qnena
familia: quem a tiver annuncie ou dirja-
se a ra Direita D. 63 confronte a torre
do Tare), S'gundo andar, para tratar do
ajuste ou a loja do Ourives D. 54
_ Ouem quizer alugar huma caza ter -
rea no Coelbo com quatro camanohas, o
duis grandes sallas e huaa grande sotad
com seu mirante e cozinba fora por
preco de ios rs. mensaes, dirija-se ao
seu proprietario Marcelino Joz Lapes, na
Boa vista p-le deS Gancalo caza D. 11,
ou annuncie.
A pessoa qu? precisar de hum rapaz
Brazileiro da idade de 5 para ib anuos,
para caixeiro da qualquer negocio excepto
venda o qoal sabj ler, escrever, e con-
tar e d fiador a sua conducta, dirija-sa
praca da Independencia loja D. 11.
'Vianda-s eooduzir material do por-
to para a obra por preco cmodo : a fallar
.. iu> l)ii...ii. padaria D. 34*
_Deseja-se falar com o Snr. M a noel Pa-
reira Magdhaeos ou outra qualquer pes-
soa que as suas vesas possa lser; a nego-
cio de sea interesss : annuncie sua mora-
da para ser procurado.
A pessoa qua li ver cavallos para ven-
per : dirija-sa a ra da l'raia, por detrax
do armasem do falecido Bento Josa da Cos-
ta, casaD. 6 falar cora Miguel Francis-
co de Seixas.
.,_ A penltima casa D. 11 ao chegar a
o Paleo de S. Jos, lava-se engoma-so
com perfeicio o por menos preco que as
mais ngomadeiras.
_ CapiUodo Brigue Portuguaz Fa-
ma ouro tea precba de falar ao Snr.
Menoei ArPaioGoncalves ecomo ign ir*
a sua morada roga qneira annuocial-a ou
procurar o dito Capilo a bordo.
_ Quena anouneiou querer comprar
prata velba : dirija-sa a ra da Gloria ca-
za D. 21.
O Snrs assigoantes do Museo Un-
versal podara virera receber na casa do cos-
tume 0$ nmeros 607 do mesmo Muzeo
Universal..
-. Os herdeitos de um sitio oaPirangt
no lugar do ovo duro que foi do falecido
luiz do Paz dos Affogido Fonceca, que-
rem vender o referido sitio ; se ha petsoa
q ie alguna diieito lenha ao meamo por
qualqoer litulo de hypoleea ou de outra
qualquer cousa entenda-se com Joaquim
Luiz de Mallo Carioca na ra do Queimado
D. 13 ou annuncie.
Alug* te umi cara terrea ou sobra-
do grande ou pequeo em qualquer Bairro
daudo-te algn* mases achantados ou fia-
dor a nao e olh 1 a preco : na ra Rangel
D.
O Senhor M----- F..... P....
que foimarador na ra da Cruz e della se
mudou para o Rio Formoso mandando en-
tregir a chave sem o alugnel o que o pro-
pnetari recebeo por se persuadir que elle
de la' pagasse e como nio o lenha feito
desde 27 de Abril nem respondido as car-
Us que e tem escrito o chama por esta
folba afina de pagar e evitar conteslaeoens
judlciae* visto constar aoannuncianle que
andanetla netta praca a ignorar su
\ radia.


'*
1.
D I AH O DEPEJINAMBUCO
5
Previne-senos Mesario da Ordem
Tereeira de S Francisco, que Irale de
desfaier no da da Eleieo da nova Mea
caballa promovida pelo Secretario a fina
da.elevar ao principios carpo da Ordena
aquelles que consent rao elle ficar morando
um sobrad i de dois andu-es, solio, e
um grande armasem pela quantia de 35o
mil rs. alendo o roesmo600,000 porte
adiar colocado n'oroa das princpaes roas
desU Cidide cabila lano mais atroz, e
desprasivel, por lr sido de aolemo pre-
parada feite a consrtsda em certa ta-
berna na ra do Rosario como se conhe-
eeo da nomnala apresentada que dave
aervir de regra as eleices no dia a 1 para
a qual nao leudo querido prestar o seu
consenso o Sr. Vice-Mioislro por. nio a
julgar legal segundo os estatutos, foi cha-
mada outro pira ero seo lugar a assignar ,
como de fado a assignou sam do negocio ler
tomadoconbt-cimento. Poresle prin-
cipio, e outro de dizer o tal saca-trapas, que
lero oa votos da Mesa feixados na mi e
ha de sabir quera elle quiser faz-se ne-
ceisario que urna parte dos taes Masarlos
nio se deixem conduzir por certas indiffe-
rencas fazendo espesinhar aquellas que
mais ptelas se deixaro persuadir das dou-
trinas do -- Orculo celebre pedagogo,
0 conselheiro da pessoa principal que por
desgraea da Ordem Tercena oceupa o
seu primeiro cargo. Anominata deve
ser annulada e faaer-se oulra ( nio en
taberna ) a vista dos livros da casa, dan-
do-se preferencia ao mrito e a antigui-
dade.
... Precisarse de urna mulher parda ou
prela para o servico de urna casa tanto
de porta dentro como em comprar; quem
se ai'har iiesta* cir cuj S tancas dirij.i-se a
ruado Quemado 3.
Quem annuociou querer comprar
prala fina de galio querendo pagar a >4
a oitava, entenda-se cora Joo Moreira
Marques na ra do rabug.
Alugss para passar a festa casar na
Crut de Alnns con commodos para
grande familia, tendo urna capim, ecoixe-
ra ; e ni capunga com os m irnos comoio-
fit f e proxinaas fa4U~
Mejor Jos Carlos Teiscira.
- Precisa-sede um* ama para casa de
um bomem soUeiro com pooca familia :
na ra da cadeia velba lo ja n. i5.
O Sr. Braa Lopes queira dirigir-
se a ra da cadeia velba ioja n. i5, ou
anunciesua morada, para Ibesvr entre-
gue urna caria da alguma cancideracio,
viada ultimmenla)de Lisboa.
Quem annunciou querer comprar
prala velba, ou mes roo de galio, dirja-
se a ra do Queimado D. ao.
Quinta f eir ao do correte, paran-
te o Ss.Dr. Navarro se ba de arrematar
tinta escrava que foi da finida Brgida
Mara Soares da Cuuha aaMz conhecida
nesla praca : esta escrava lid^ boa figura,
lava de sabo e varrella e gil para o-
do o servico de r.ma rasa ; assim como se
arrematar um bulle de prata" obia do
porto, e de goslo o mais moderno, e
outras obras de ouro, aquellas prssoas
que quiserem lancar em ditas oiaas po-
dero dirigir-se a residencia do Sr. Dr.
Navarro.
A pessoa que annunciou querer dar
roupa para lavar eogommar drija-se a
ra doRangelD. 5i.
Para conbecimento do publico se de-
clara que a casa de 3 andares de ra do
Livramento do Sr. Joo Dulira Wonder-
lei se acha hypolbecada em ola do Ta-
boliio Guilherme -Patricio Bezerra per
escriptura datada em a5 de Abril de l83.
Arreoda-sa um sitio na estrada de
agoa fria com sofrivel casa urna por-
cao de ps de cqueirns t e terreno para
plantar capim ; quem o pretender, diri-
ja^ea ruada Cruz n. 4^ no segundo an-
dar.
Precisa-se de urna mulher forra ,
para ama de urna casa de pouca familia :
na roa de S. Rita cata de 3 portas de-
fronte da Igreja.
Precisarse da urna preta para o ser-
vico externo e interno de orna casa ; ni
ra velba n. 38.
-?- Arrendarse o armasem a 1 3 e 4
andar da casa da ra da Moeda, ltima-
mente ratificada por junto oa em sepa-
rado; os prtlendeutes dirijio-se a roa do
Vigario n. 12, munidos de saos fiadores.
O Secretario da Sociedade Harmni-
co Theatral convida aos socio da mesma a
reunilotio dia a-i do correle as 9 horas
da manbi a fias de se proceder a eleicio
da nova admnistracao.
AVISOS MARTIMOS.
PARAOASSL', segu iagem o Br4-
gue Nacional Consterne, aleo da v) do
correte imprelerivelmeote; quem no roes-
mo quiser cjrregar ou ir de passageni para,
o que tem excellentes commodos dirija-se
a Machado a Sanios, no forte do Matlos
PARA S. CAMARINA com escala
pelo Rio de Janeiro at o dia a5 do corren-
Irj, sahir o Brigue Minerva, de pumas -
ra man ba forrado e encavilbado de co-
bre pode anda recebar carga para ambos
os portos, e tem superiores commodos pa-
ra passageiros; trala-se com n* Consigna-
tarios Santos Braga, aa ra da Moeda Nu-
mero 14*.
PARA LIVERPOOL, a Barca Mary
HmnyqueGuy- qoem quiser cireegar ou
hir de pa-sagero drija-se aos seos Cons-
gnatarios Crabtree HVyworth & Compa-
nhia ruada Moeda i4o.
LEILAO
Que fazem N. O. Bieber & Conspa-
nha, ua sua residencia, ra da Craz
n. 63 de fatendas limpas e avariadas ,
quinta feiraao docorrenlo aa 10 horas
da manbi.
De roantiga ingleza que faa Jos
Rodrigues Pereira no dia quinta feira 20
do coi rente, d-frunte do armasen da An-
tonio Joaquim Pereira.
C O M I B A S .
Uro Diccionario de Costa e S de
'" i Portoguez para .Franca* anda oa se ja
"* ufada; urna rofuTa para casa-ajrr rea, que
esleja em bom estado : na ra da Madre
de Dos n. i\.
VRNOAe

Palbas de coqueire : em S. Amaro
estrada que tai para Bullera aejrundo si-
lio a direita.
- Urna bonita escrava de idade de -i4
a a5 annoa com boas habilidades : na
ra Direita D. ao do lado da Igreja do Li-
vramento.
- Rap de Lisboa a 4o rs. a oitava ,
cbagado ltimamente : na ra larga do
llotario Ioja demudezas D. 7.
Uro escravo do gento da Angila ,
de idadede a5 annos : na roa nova arma-
sem de louca fina D. ta-
Ou aluga-se um sitio na campia da
casa forte, da pirle da sombra, em tr-
ras proprias com boa casa de taipa, mul-
to fresca e tem bastantes commodos ,
cu jo sitio est bees plantado de b as c.
novas arvores de fredos, e tem cacimba
de pedra e cal de moito boa agea de beber;
a tratar na ra do caldereiro sobrado Deci-
ma a5.
Papel paulado para msica, de su-
perior qusdede e chegado prximamen-
te na maca da Independencia Jeja nu-
mero a.
Um preto criouto de dada de aa
annos muito robusto, e ptima para o
servico de campo, t na ra da Aurora casa
de Joaquim Francisco de Mello Cavalcant.
urna bonita escrava mocainbique ,
moca e propria para todo o. servico de
urna cata : na ra de Hartas sobrado de 1
aodar D a5.
- Um cavallo rucilho escuro bom
eequipador, carregador e passero: na ra
do Aragio D. 3n.
Syolaxe de Dantas; Selecta primei-
ra ; Eatropio; CorneHo ; l'bedro ; "Sel-
luatio ; Virgilio : Tito Lirio Ciceronis
Epstola; Cierro de Offieiis ; Correa Te-
lea Commentario a Lei da Boa Razio ;
dito Doulrrta das A cees ; dito Ma-
nual deTab-hes appropriado i legislado
do Brasil i dito Dgesio Portuguea-T Ca.
minha forma de LibeUe; Govea Pinto,
eppellacas e aggravos, dito Tratado de
Tesumentos; Borgea Caroeiro, *r*U0
Civil; Pereira e ooza prime ras bnhasi
dito clases dos crimes ; Carvalbo Pro-
cesso Orfanologico ; Lobio segundea li-
nbss ; dito Exacucea por senteoca ,
Jlto Noras a P, J. de Mello ; dilo, Ac-
ces summarias.; OrdenapSea do Reiou j
Mssale Romanum Broviarium Roma-
num ; Baptisterium Romanum ; Officium
hebdmada; Sanlffi; Rituale Breve ; Pras-
paratio ad Abissam ; Instruccao de Cere-
monias; Di rector Fnebre; Directorio Sa-
cro ; Sermes de Fr. Benlo ; ditos de
Vanzeller ; ditos de Lstourdepin ; ditos
deum Benedictino ; Voz do Pastor, Poo-
las, Diccionaiio dos Casos de Conciencia
tSc. &c. &c.: na Ioja de livros do- arco de
N. S. da Conceicio da ponte do Ricefe.
Tijolos de al venara e telhss mui-
to boas, posto na obra por preco commo-
do, tambero se d a troco de urna canoa ,
que seje nova ou com pouco 010 bem
construida, e que pegue em mil tijolos :
annuncie.
Urna junta de bois mansos: na agoa
fria de S. Amaro sitio de Joa Mauricio
Teixeira de Albuquerque.
Por preco commodo cadairas, e
canaps de Jacaranda de difiranles gos-
tos : defronle da Igreja de Corpo Sanio,
no armasem ra. 4-
Folhinhas de a'gibeira popular ,
e jocosas impressa no Rio de Janeiro ,
para o annode i83g, t na ra do Vigario
n. 16.
As partea de um sitio pouco adian-
to da Cruz de Almas com boa casa de vi-
venda dita de farinba com todos os seus
aviamentos, boa cavaliarice para oito ca-
relios muito boas baixas com muta la-
voura de mais'de 4 mezes de plantada, ou
troca-se por al^hroa casa nesty* praca : na
1 ua da Roda no sobiadonovo de um an-
dar que tem o lampiao de manbi al as
8 horas e de tarde das 3 boras em diante.
Agoa aromtica para conservar o
rosto lvre de boihulhas e espinhas; oleo
! Iicr. nansa para azerefescer os cabel-
los Asqualidades emerecimrntos destes
dois artgos ja sao assas conjiecidos nesta
provincia .por isao se poupa o faser no-
vamente seu el gio : na ra da Cruz nu-
mero 45 em casa de Tobler Fiares e
Companhia.
~ Urna escrava de angola de a5 an-
nos de idade muito fiel, e ptima ven-
dedeira de ra : em Olinda alraz da S.
Pedro Apostlo casa junto ao portio das
casas do fallecido Conego Saldanha.
Potassa Russiana de superior qua-
lidade ebegada ltimamente em beris
pequeos : no armasem grande da lfan-
drga velba a fallar como J. Pereira Vi-
anoa.
-~ Os wguintes livros : urna collecio
doCarapucriroda 1837 os dois Robizons
ou Carlos e Fauy ,Atala ou o amores de
dois selvagens, n a lira anacrentica,
Mil e huma noite as obras completas
de Filinto Elisio T. Livio Quintliano
deS. Baibosa. Gradus sd Parnasum ,
Cicero deoffitiis Algtb a e calculo de
Besout historia da repblica Romana :
no pateo de S. Pedio Ioja de eocaderna-
dor.
O bom vinho da Figueira de pri-
meira qualidade sea mistura ou compo
zico alguma, sendo o nico erdadeiro
que existe boje no mercad a 1280 a ca-
ada velba, aderte-se porem queso ven-
de emporcio de um ou mais barra : a tra-
tar com Antonio Jos da Costa Araujo.
Um preto caooeiro, de idade de aa
a a4 aonoa : na ra do Crespo D. 11, das
10 horas da manhias duas da tarde.
Bichas preUs Je superior qualidade-,
grandes e pequeas aos centos e a rela-
Iho bolaxinha de Triestre pilulas da
familia ? sag'de primeira e segunda sor-
te e tapioca do Marauho : na roa do
Vigario armasem do Machado n. 14.
Urna escrava de naci angola mo-
ca peritima eugommadeira cozinba e
faz doces de tdas aa qualidadeS ; e nm
motaque de idade de 10 annoa : passaodo
a Igreja dos Martirios no primeiro andar
do primeiro sobrado.
Um escravo de ao annos bom ofi-
cial de sap.'teiro ptimo pagem e ser-
vente de ama casa; 3 pretas orna bo
ooziobeiiae-engommadeira, e (Nma eoi-
nhio, lavoronpa, ecompioe venden>
na ra ; a escravos mocos oprrmoa para
lodo o servico de campo ,9 0* maca j
e urna roolata de ao annos de idade, con'
engomma, e faa lodo oserrico de urna
casa : ama de agoas verde sobrado J>
a6 defronle do consisloriode S. Pedro.
Urna carroca e com um boi, pro.
priopara todo o servico : no Hospicio ul.
tima casa terrea junto a porta da agoa,
-i-- Um negro de idade de 36 annos
bom canoeiro e proprio para todo o ser-
vico : no atterro da Boa-vista terceiro so-
brado da parte do sul junto a ponte.
Um molequede idada de -jo anuos.,
coro officio de carniceire : na ra Direita
defronte do beco da Peoba D. 8.
A retalho oa por junto aseile de
carrapato e doce bolaxinha inglesa ,
botijas de ginebra, pimenta da india,
barris e buncas vasias vinhoe licor en
garrafado vinho de lisboa', servejl^Yran-
cesa : no pateo de S. Jos venda D. 1.
Resma de papel almaco de primeira
e segunda sorte, pennas de escrever raui
superiores em milheiros e a retalho : na
praca da Independencia n. 3g.
. Urna venda com .poucos fundos .si-
ta na ra do Rangel D 9: a tratar na mes-
ma ou annuncie.
... Um cavallo ruco, novo, carrega
dor baixo at meio: na ra da Conceicio
da Boa vista D. Jo.
Um preto cOzinheiro de forno; a
canoas de amarello e urna taixa da ferro
coado : na ra do Collegio D 3.
Pannos finos de cores a 3 aoo ao
covado: na quina da pracinba do Livra-
mento Ioja do Burgos.
Urna casa terrea, nova sita no
mundo novo : a tratar na ruado Queima-
do Ioja D. 7.
-----------------------------------_------------1---------------------------__
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio urna negrinha de idade de :o
mnos, com-vestido de chilla azul, rosto
comprdo e lulla olhos grandes ps,
apalhetados, e com bastante bixos do-
nme Claudina ; quem a pegar leve a roa
de S. Tbereza D. a a que ser bem re-
compensado.
Fugio urna negra da costa de no-
mo Catharina ja idosa algam lano ful-
la quebrada de ambas as verilhas, quao*
do anda deita os peitos para diante sendo
muito a trapalh tda na falla*; quem a pegar
leve a ra do Aragio D. 37 que ser ge-
nerosamente recompensado*
No 5 do p. p. fugio um escravo de
oome Benedicto naci angola de idade
de 28 a 3o annos', baixo do corpo ; po-
rem reforcado, cabeca grande testa al-
guma coisa fraozida olhos meios verme-
Ihos, nariz chato boca larga, barba s
envolla do queixo falla moito desemba
rassada que parece ser crioulo, e em
seus ditos he bastante pronostico tem so-
bre o lombo esquerdo 5 ou 6 sicatrizes de
veniozas que levoa., he cabelludo por
todo o corpo principalmente na barriga e
pernas, levou vestido camisa e calsa de
brirf branco e fugio c >m um ferro no
pescoco o qual j* podar ter lirado, he ser-
rador, e foi genhador de ra, e ltima-
mente eslava trdbaldando' em nadara ;
quem o pegar leve a ra da sanzalla velba
D. 49 que ser generosamente recom-
pensado. __
MOVIMENTO DO PORTO
NAVIOS SAHIDOS NO DIA 18.
S.MATHEUS; Sumaca Braaileira Avoa-
dora M. Joaquim Francisco Guima-
ries, carga lastro de .sal.
BAHA,- Sumaca Brasileira Ave Mara,
M. Antbnio Joaquim de Oliveira car-
ga varios genero*.
OBSERVACES
Fundiou no lameirio a escuna Ingleza Jo
seph vinda de SETTE em 5 dias,
Cap. San. Jane carga oboe: a Me.
Calmont & Companhia.__________
f *. jsa Tir, Di m. r. e *. *
83a%


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