Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03646


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Full Text
ANUO DE 1836. SEGUNDA FEIRA
CAMBIOS.
Selemhro i5.
Londres 38 Da. St. por ifc-00ced. efectivo.
Lisboa po por 100 premio, por metal. Huta.
Franca 34o a 345 Rs. por franco.
Rio de Janei ro ao par.
Moedas de 6*400 1 i#800 as vellias novas i4#5oo.
,, 4/jooo 8jjfioo a Pjjoo
Pesos Columnarios ijjfgo a i#(Jg5
Uitlos Meticauos i68o a l^fjyu
Patacoeus ttrasileiros (#690 a ijj(6t}5 -, >,
Premios das Letras pjr mea 1 a 1 e t|2 por too.
' Cobra 2 par cento de descont
1 ;
PARTIDAS rJOSCORREIOS TERRESTES.
Cidade da Paraih* a villas de sua pretenc ....
Ciddc do Rio Oran )V do Noi te, c villas dem i-l
Cidade da Fortaleza e'villas dem.......
Villa le CoianiiH............
Cidade de Olinda,.......,.....
Villa de Santo Anto...........
Dita deGaranliuns. ., .".......
Dittas db Cabo Serinliaem, Rio Forraoso, e Porto Calvo
Pajau' de Flores............
Todos os correios partero ao mcio dia.
17 0E SETEMBRO NUMERO aoi.
_, Tudo agora depende^ denos inesmos da nesa prudenci.i.
' modeacSo e energa: continuemos como principiamos,
"> e eremos apontados coro admira ci entre as aces mais cm
US.
Proclamaco da Asseinblea Geral do BrA:l.
Segundas e Sextas firai.
5ndos os das,
uintas feiras.
Das 10, ao de cada me;
dem ll,.e.3J ilidodido.
dem 17, ditlo dilto
Subscreve-se para esta foiba a mil res mensaes pa^osadi-'
antados nesta. Typogralia, ra das Cruz** U. 3, e na l'ra$a
da Independencia D.,^7 e 8, onde se receben correspon-
dencia* legalisadas, annuncios: inlrindo e estes gratis
sendo dos proprios assignantes, evindos assignados.
das da semana.
'. 1 j SctrunrU g. Pedro de Arbii?s I, Aud. do Juisdo crimede tarde e sesso da Thes. Prnv.
18 Terca S Jos de Cupertino. Uelacio da rnanhaud. do J. dos Uif. de larde. La'W.
as 6 e 1 mu. da tarile.
19 Quarta ftemp. jejumi S. Jaiiuario B.. M. Sesso da'Tliesouraria Prov.
> ai Sesta fi (lemp.-jejuroj 9. Matheus A>.
j.-j Sabbado rtemp je jura; S. Mauricio Heladio de inanb eaud. do V.G. emUlinda de tarde
a3 Domingo S. Lioo .
, .". I
Mar cheia para odia 17 deSetembro. 1
As 3 horas 4'i minutos da luanrr As 4 horas (i minutos da tarde.
PARTE OFFGIAL.
-"* .'. ..I ". ------5B
I t ,1
RIO DE JANEIRO. ?
CMARA. DOS SENADORES.
Sesso em afc de Julho de 1838.
Pressidencia do Snr. Mrquez de Bae-
pendy. *
i 1-
, Feita a chamada eachando-se prsenle
numero legal dos Snrs. Senadores, o Sr.
Presidente abre a aes*o, e lid* a acta da'
anterior heapproeada. r
O Snr. primeiro secretario da' corita do*
expediente. .{,,'
Orde-n do da. <
Sendo introduzido $ -. e ministro com
as formalidades do estilo, loma ssento, e'
continua a segunda; discusso- do par-
grafo a. do artigo primeiro das emendes da"
cmara dos Snr9. deptados\ as propostas
do governo sobre as proas .cues cOojue-
ta mente com as emendas des Sirs. Alvares
Branco e Saturnino, apoiadas as sesses
anteriores. '
lie offerecida esta Sob emenda :
Depo s das pilavras x. guarda muriici- '
pal accresceule se : ebalaihes proviio-
1 ios. Depois das palavras nos com-
bates accrecente-se : ou de feridas nel-
les recebidas. Salva a redaccO. AIvs'
firanco. ., ,
He apoiada, e a discusso ica addiada
pela hora.
Retirando-seo ministro, comas forma- I
lidadea de sua introducto, u Sr. Presi-
dente d para orden do da, a materia da-
da pira buje, e, em chegaudo os minis-
tros, a materia addieda.
Levanlou-ss a sesiaS as duas horas
tarde.
da
CMARA DOS BEPUTADOS.
Sesta em 28 de Julho.
Presidencia do Sor. Araujo Vijiina,
Logo que se retine numero legal de de
putados, he aberta a sessad, lida e appro-
vada a acta da anterior. j
O Senhor primeiro secretario da* conta
do expediente.
Ordeffl do dia.
frirtieira parte.
Continua a discuaso addisda na sesso
antecedente sobre a approvacoda penso
de 4oo(Joo res concedida a i). Anna 1-
sabel Pessoa da Silveira, vitv do lente
Francisco Antonio da Silveira, e a seus
/* 11
unios.
O Snr. Ramiro defend juslica com
que fui concedida esta penso arrostra
os servicos relevantes que prestou o offici-
l que fui morto combatendo contra os
rebeldes da cidade da Babia.
Da-se a materia por discutida ; a rtto-
lucio he ppprovada e remettida a commis-
so de redaco.
L-se, e remettff-se a mesa hmain*
dicaco do Siir. Penna, para que se ail-
dicionem alguos artigos ao regiment in-
terno, v \
O Snr. Peixolo de A lenca r pede a ur-
gencia para continuar a discusso do pro-
jectoque augmenta o numero dos desem-
bargadores da r<-lacio ecclesiastlca.
A urgencia he apoiada, mas nio appto-
vada.
. O Sr. Coelho reqoer rgenci para u-
nicamente ler o projecto spor lleoffereci--
do, queso acha sobre a mesa or'gani-
sando o quadto gerjl dos officies do ex-
ercilo.
He approvada a orgertcia r le-ftt e julga-''
se objectode deliberaco O projecto, que
vai a imprimir. '
i Segunda parte*.
Discussioda emenda do Snr. Gareiro
Leib, pira que se adopte provisoriamente
a emenda offerecida pelo Sr. Carneiro de
Campos, remetlendo.se, entretanto a com-
misso da mesa todas as emendas ao regi-
ment. 1
Sao lidas e apoiadas as seguintes emen-
das.)
Primeira. Depois da palavra _. app ro-
vado diga-se por dous tercos da c-
mara. .
Segunda. No parecer supprima-se as
palavras sem discusso.
Terceira. Na terceira emenda depois
das palavias apoiada por cinco ac-
crescetitese-.discutindo-se, como se dis-
cutem as quesles de ordeih. MootesOmu.
Additi va ao regiment Em casos espe-
ciaes a cmara poder-se-h 1 converter t-m
commisso geral, a requerimento de algara
de seas aembros, appi ovado por cinco.
Resende. t -
O Snr. Albuquerqoe Ga vafeante : Voto
contra, todas as emendas qu estio* na ihe-
xa, porque tendem a se adoptar huma me-
dida injusta > violenta, indigna1 da sabe-
doria dos-legisladores,qu hade traser ma-
les gravisslmos o paiz o p. iva a liberdade
da tribuna. <
Sor. presidente, e.-ta medida ale tende
.abalar o fundamento do governo. Seja-
me licito disero mea penumento a res-
pello de huma victoria que a maioria al-
cancoti com a autorisaco dada ao gover-
no, para contractar tropas estrangeiras.
Foi huma verdadeira desfeita que fez ao
governo : foi o primeiro balanco que deu
ao governo; poique esta autlionsaco he
anli constitucional, e so*serve de desacre-
ditar o governo. Oigo islo de passag'em
porque oque eu quera, so era fals- 'so-
bre as emendas, que julgo injustas e anti-
constlucionaes.
Julgada a materia discutida, he regeit-
da a emendado Sor. Montesuma:
l'e-se a votos a emenda do Snr. Car-
neiro Leo.
Membros presentes ")%.
A favor.....3q
Contra ..... 33
Maiotia a favor 6
O Snr. presidente ddan que a emenda
doSnr. Cirneirb de Canipos Hca por tan-
to provisoriamente 'eni vigor-,, sendo po--
rem tudo remettido a commisso ta mesar
Sr. pretidented.i' 'para ol'dem do da
alem da materia addiada as resolucoes
iHire os 56 e a6, "e o parecer impresso
sob numero 7a deste anuo ; e na segunda
parte, discusso da fixac das Torcas de
"mar. > : >
Levanta-se a sessa depois daduas ho-
ras da tarde, -f
1 1
PERANMBUCO.
GOVERNO DA PROVINCIA.
*
Espediente do dia r 3 de Setembrode
1838.
*<.' ',
Officio Aocommandant) das amias,
devolvend llie a r*-laco nominal, que re
metteu com seu" cilicio de 3 do corren te
das pracas de primeira linda que fro de-
mettidas do servico desde ,3o de Junho do
armo passado at-o presente, a fim de que
mande declarar oa casa das ohservacoes
poV ordem de queoVlivera bfiza.
Dito Ao. Inspector da Thesouraria,"-
ordenando que facaapromptar ; e remel-
lar para a ilba de. Fernando os gneros
mencionados na requisico que se lie en-
va assignada pelo atieres ajudanti'daquel-
la ilba Raimundo Jos de Souza Lobo, e
rubricada p-lo respectivo teneote coronel
commandante- t \
Dito Ao Prefeiio oa bcrearca 'r?n-
mitlindo lde o auto de vestria feita no ca-
dver do sentenciado Lino Francisco de
Siqueira na ilba de Fernando d Nro-
nlia
Dito o promotor publico da comar-
cando Recife, enviando-lhe os exemplares
das leis, decretos, e regulameotos dos an-
uos -passado, e correle que requisitou
em seu olKcio de i") do passado mez.

DIVERSAS REPABTigOE]ff>.'
, '.'. <
TRIBUNAL DA RELLa^AO'.
Sesso de i5 deSetembro de iB38.
Os Embargos de Manoel Thomaz de
Souza L>-o oppostos ao accordo contra
elle proferido na causa de sppellacbiCive
em que Ihe be parte o Presidente do Mons-
teiro de S liento da Cidade d Prahiba,
Eserivo Bandeira ; forlo receidos e jul-
gados provados reformando-se d accordo
embargado
Na appellaco Civel do Juiso de Direi-
lo desta Cidade, appellante Goncallo Jos
da Costa e S eappellado Dent Luz de
Carvjlho Eserivo Rebello; se julgou
peht reforma da sentenca appellad
Oa Embargos de Estevo Rodrigues Du-
ro na appellaco Civel do Juiso de Direilo
da Coma 1 ca de Santo Anlao em que he
embargado Manorl Thom de Jrsus j fo-
rio recebidos, e ulgados provados Re-
formado o accordo embargado Eserivo
Posthumo. ,-.,.,
MEZA PO CONSULADO.
EDITAL.
O Administrador da Mesa do Consula-
do laz acienle aos Senhores Propr.ietarras,
Consignatarios e Mestres das Embarca-
coens qutj de agota em diante dever
apresMlar na occasiao do Despacho de su
as ErnLarcacoens, para o Rio de Janeiro, e
Babia trez Mauifestos da carga em tudo se-
melhantes e para os de mais Portos dois,
declarando nos m<-stnos o no me ulasse o
tanelagem da Embarcaco nomedoCom-
mandantu, e no Gin a dala o ssignatura
do rpeseio ; o Porto em que recebeo a car-
ga do Manifest; o Porto ou Portos a q'
vero, derigida ; as, marcas contramarcas ,
numero dos volumes e suas denomina-
coes ; deelaraco da quintidade e quali-
dades das mercadorias de cada volum*; o
nome das Pessoa* a quera vera consignadas
ser ludo eseripto
> jrolu-
140 do
a ordem, devendo
por extencj excepto o qumero dos
mes conforme determina o ai t.
Regulameiilo das Allandegas de ti de
Junho de i536. eart. 187 do Rsgulamen-
to do Consulado de 3o de Maio do mes-
mo,auno.
O que faz publico para evitar..duvidas
na occasio da oonl'erencii dos Novios,
sem o que ja mas seio conferidos.
Meza do Consulado i,( de Selembio de
838.
Miguel Arcanjo Monteirode Andrade,
A Pauta he a mesma do num. 109.
,, ARSENAL DE GUERRA.
* i , N,o se tendo poejido conseguir a arre-
mataciio dos Carros Maochegos annunci-
da para o dia 14 do corren te por nao
aparecercm licitantes : o Director do Ar-
senal de Guerra faz sciente que ter lu*
gar a arremalacio dos ditos Carros no
dia 18 do correle mes das lo horas da
manha ate ao meio dia;
Arsenal de Guerra i:\ de Setembro de
838.
Jos Carlos Teixeira.
Director.
PREFEITURA.
Parte do dia 15 de Setembro de i838.
Illm. e Exm. Snr. Das parle hoja
recehid is uesta Secretaria consta somenle,
que foro presos a rojeha ordem e live-
ro u competente deslino : Tlieresa Mafia,
parda pela 5ub- Prefeito da tregue*ia da
Boa-vista, por ebria; e Antonio, preto,
escravo de Jos Pereira morador em
Malhadinha Comarca do Limoeiro, pe-
lo Sub-Prefeito do Recife, por andar fu.^
gido.
Dos Guarde a V, Exc. Vreftil3




RNAMBUGO-
Comarca do Recite i5de Sflcmb.ro de
,838. lllm. e F.xm. Snr. Francisco de
Paula Caalcant de Albuqueique ^ice-
Presidente da Provincia. Franjeo An-
tonio de S Brrelo Prefeito da Comarca.
TRIBUNAL DOS JURADOS.
Sesso de 13 deSetembro de i838.
Jury de Senlenca.
Denuncia de Jos Dminos Pimenta ,
eoutra Francisca Theresa Lobo por rou-
bo, foi absolvida.
Sesso do dia i4
Jury de Accozacco.
Sumariocx oficio no exiincto Juiso de
Paz do Pilar contra Antonio .'oaquim, por
crine de faca de ponta; o Jury acbou ma-
teria para accusaccio.
Dito no extincto Juiso de Paz da Luz ,
contra Antonio Sutorio da Paz por desobe-
diencia en juiso ao Inspector; o luryno
achou materia pira accusaccio.
Denuncia da Antonio Pinto de Barros ,
contra Jernimo Jo e da Silva Kistos por
ter entrado em sua casa com urna f .ca en-
sultalo de palavras o Juvy achou' materia
para accusaccio.
Dita de Luiz Pedro de Mello Siabra ,
contra Ivo Antonii Pedro! por crime d=s
ferinr-ntos ; o Jury achou materia p .ra ac
cusaeco.
Jury de Senlenca.
Recurso do Jury de NazaMh a reque-
r ment do Reo "Manoel Lio por crime
de morte leudo sido condemnado abales
perpetuas,- foi neste confirmado, w
EDITAL
A Cmara Municipal da Villa de S. An-
to ero virtude da ti, &c.
Faz saber que em conforrodade do art..
a36 do Cdigo do Processo Criminal f io
extrahidos da Urna os 6o Jurados que
devem servir na prxima futura rcunio
do Conselho dos Jurados marcado para o
pia 15 de Outubrodoanno correute e sao
os seguintes Senhores.
Jo#Carloada Cunha. Jos Jernimo
Pinheiro Salg ra. Manoel de S. Anna di Silveira. Vi-
cente Ferreira d Abren. Venancio Jos
Francisco Pedroso. Eustaquio VeloSO da
Silveira. Manoel Pereira das Montauhas.
Chrislovo Dionisio Barros. Antonio
Francisco da Silva. Jos 'Rodrigaba de
Senna Santos- Joo Coelho da Silveira.
JoseCavalcanti de SJ e Albuquerque. Jn-
lio Pereira Matoso. Jos Joaquim da Silva
Jos Joaquim Bi/erri. Joo Manoel Pon
tual. Vicente Tavares Franca. Joo
Goncilves di Silva. Mmoel Epifinio de
Sales. Antonio Paulode lira, francis-
co Hiserra d Vasconcellos Torre. Ma-
noel Carlos da Silva Fragoso. Joaquim
Rodrigues Santos- Joo Sacerdote d Oh-
veira. Manoel Feli* R .(frgoea da Costa.
Felippe Paz de Lana. Francisco B.serra
T.rres. Manoel Rodrigues da S.lva Ci-
mera. Domingos CU Teiiim. Ga-
briel dos Anjos Mont-iro. Francisco Ber-
nardo da Cunha. Felippe Jase d Albu-
qu-rque. Vicente Ferreira da Costa. L.i -
n Jos da Silva. Joaquim Manoel de A-
vezedo. Manoel Goncalvesd'Assumpco.
Antonia Ribiro de Andrade. Antonio
Joaquim de Vasconcellos. Jos Camello
Cavalcanli Pessoa. Aotonio Goncalves di
Silva. Goncalo Teixeira de Carvalho.
Lourenco Francisco dis Chagas. Affonso
de Albuquerqoe Melb. Serafim Swres
de \Jlb. Jos Pereira de Aratijo. Be-
nigno Jos Ferreira da Costa- Francisco
Camello de Sii Cavalcanti. Jos Ferreira
de Mello. Liiniz Jos lcicl.n. Frn-
cisc Antonio de Sobral. Manoel Teiisi-
ra deCarvaio. Joaquim Rodrigues Cam-
pelo. Jpaqohn Alvcs Ferreira. Joo Sa-
bino M rx-ido Pimenl i. Jos M.mosl Cr-
rela. Manoel Monleiro Paz ,unir. Es-
terar) rtodrguM Duro e Lima. .1 >ao Jos
(USauza. Affooco Catalctnti da timn-
E paraquechegueasnotici s de do
os interessados se mandou passar r.ste q>
s > )ido e afixad o nos lugares mais pu-
Micos. Dado epassado-.ua Secretaria da
Cmara Municipal da Villa de S. Aotlb-
a 3 de Siembro de 1838. E eu Ignacio
da Silva Coilinho Jnior, Secretario oes-
crevi.
Tiburtino Pinto de Almeida.
Presidente.
Ignacio da Silva Coilinho Jnior.
Secretario.
CMARA MUNICIPAL DA COMAR-
CA DO L1Y10E1H0.
Sesso exlraordina'ria de 4 do Julho de
i838.
Presidencia do Senhor I-ira.
Feita achantada compareceao os Sara.
Vereadores da Sesso passa la.
O Presidente declaiou aberta a Scssao,
e lida a acta da anleced.;nte foi appro-
vadi ,
Appareceo um requerimento d > I ortei-
ro desta Cmara, em q' requera se Ihe aug-,
mentasse 5o,ooo res sobre o ordenado de
5o,ooo rws que percebe o que Ihe loi
unanimimente indifirido.
Foi hoje roettido a prego pira ser ar-
rematado o imposto de 200 res por cane-
ca de gado, que for morlo no assogne
desta V'illa ^avahado por i'n4,ooo res por
lempo de omanno.
II >ie attestouso ao Doulor Prefeito in,
teiipo para poder cobrar seo ordenado do
mpz p. p-
Passaro-se mandados para seren pagos
os Empregados desln Cmara ass-m co-
mo para outras dispesas feilas por orden
desta mesma Cmara.
Coropareceu o Procurador a dar corita* ,
e foi numeada. urna.Commisso para e-
me das mesmas sahindo eleitos os Snrs.
Veread. res Ferreira Peres e Villariin.
Entr ti em discussao o requ rmenlo do
Esrrivo do Jury adiado na Sesso de i i
de Junho prximo passado decidi a Ca-
maraquo se pacasse mandado da quantia
ludida ; porem que se consuliasso ao Go-
verno se se deve oh nao ptg*| as dispesas
feilas pelo Tribunal dos Jurados.
Appareceo um requerimenlo de Severi-
no Gomes em -que requeras para ser reco-
nhecido foreiro desta Comarca o qual fi-
cou adiado.
D.-spacharo-se vario, requeriasclos de
fiarles. Por dar a ora foi levantada a Sesso
doq' para constar manda-o faser esta acia
q' assignaro. Eu Joo Saraivade Araujo
Galvo Secretaiioescrevi. Feliciano Pe-
r< ira de Lira Presidente. Maximi-.no
Antonio de Pinho Ohvaes. Sevehno
Alexandre Villarim. Antonio PeresQuin-
laes. Antonio Joaquim Fereira.
ANNUNCIO.
O Administrador da Recebsdoria das
Rends Geraei Internas faz publico aos
Srs Coligados pelo novo lmpo-lo de lojas
abarlas do Mauro da Boa vista, que no
dia 17 do correte principio acontar-se os
o diasque s Lei marca para pagi.em o
dito Imposto, assimcomoosque possuem
seres, e carrinlms que seac.-oto bem
Co'llect-^os nos diversos Burros desta Ci
dide ; e qu^ fmdo o dito praso se proce-
der excesivamente contra os que deixa-
rem de saptisfaser.
Recebedoria das Rendas Internas i5 de
Selerobro de i838.
Antonio Ferreira Duarte Velloso.
geiros. O discurso do Sr. Antonio Carros
na SessSo.de 7 de Agosto he hum dos ma.s
celebres deste Sr.; mas parece nos que 101
victoriosamente combatido pelo discurso
do.Sr.Cni-iroLeio.- nos os publicare-
mos m seguida e ajoizar o Publico de
qu* lado ficou a razao, a poltica, e o
verdadeiro conhecimento do estado e prec-
salo de nossos negocios.
Sollicitos em publicar ludo o que he re-
lativo aos negocios do Rio Grande do Sul,
pan que nossos Concidados se orienten,
o nao se deixem llaquear por esse noli-
ciadores de orelha e de cartas parlieula-
,- que nunca apparecem e 1
dizem por quera m a quem remetti-ias.
ja no Diario de Sahbado exlrahido do Jor-
nal do Commercio demos o que de publico
se referia no Rio, e que nao era cont la-
do nem pelo Cidada em pelo Parlamen-
tar. Di Babia tinha embarcado no da
27'de Julha aexpeilico de 1000 homns
para o Rio Grande do Sul cheios de en-
rtnisiasmo e decoragem o lamoso fltts-
Iho 7o era.do umn ro da expedicao, e
com tal companhU arrostao-se lodos os pe-
ricos afronti-se o guerra e zombv# da
mor te. Os ltimos seis neses da sediclo
estao a fiodar-se. O .que segu sao ex-
tractos do Jornal do Cummtrsio,
HOV.V IKDUSTniA BRSILEIR V.
Hum curioso pretende eslabebcar nesta
c.Vle boma fabrica de K pintura obre esco-
millia sedas e outras fazoodjts finas a imi-
tado de bordados, e algumas amostra
d.'ste novo genero de industria ja.len ap-
pirecido em algumas sociedades do alto
tom nao deixaudo de a.llrahU' a allencio
das pessOSS d bom g >sto nSa si' o delira-
do dos de enhos como b brilhinlismo dj
cores. Esperando o autor a protecci) do
'{Toverno, c mesmo da sociedade Auxilia-
dora da Industria nacional, brevemente
eslab-lecer a sua fabric e pora, a venda ,
nSo s mantas dsesconilha vestidos para
h'iles, como quaesquer outros adornos de
senhoras, suscepiiveis de serena pintados.
Estamos cerlos de que os amigos do Br.-sil
nao d< ixar de psotegr huma industria
uacional. H" Bras.l.iro
[J. doC. de 10 de Agosto J
Baha 26 de Julho.
J nao padece duvida o ter-se evadido o
ico Gu desCabral, que fora ltimamente
c mdemnad /to e lanos annos de pi izo
com trabalho, pelo jury e se ai liava
convalecendo na enfermara do hospi-
tal militar ao terrero. SegU' do nos afhr-
mao, terelugarsemelhante evaso no do-
mingo 1 > do corrente, e uenhuma nol ca
hado feliz e bem protegido raposa. Se
fora esta a vez primeira que isso aconteces-
sena Baha, desculpa daramos s autori-
dades, a cujo cargo esa essa parte do
servco publico; as infelizmente sao tan-
tos os precedentes que as deveria ter ori
entado sobre taes accidentes que forcoso
he atlribuir ao deslenq : incuria e ao
pouco zelo a escndalos! repelico de lies
successos. Nao ha muito, que .notician-
do a fuga de huma astuciosa rapo-a ,
doBubalho, exclamamos: Oxa'.aseja es-
ta a ultima, que tenhamos de *numerar
mesmo voto anda fazemos faremos
sempre al que a providencia se digne
laucar seus benignos olhos para esta malla-
dada trra, onde o crime acha toda a
proteccao, e to pouca sympaiha a cansa
da jusiiea (Correio Mercantil )
(Id. de 17 de AgMo )
DIARIO DE PERNAMBUCO,
TocaS a dala de o. 1 de Agosto ai gaznas
recebidas da Capilil dolmpeiio : pela le
tura dos Corre o. Oficial, e pelo Jornal
do Commercio que transcreve as Acias da
Cmara electiva pelo Despertador quj
por extenso iiisire as Act-sdo Se nado ,, su
deprehende a continuaco da ordem Pu
Mica, e que o andamento dos trabdbos
|.gl5lilivos segaen os Irausniltes ordina-
riss mais ou ni nos c -nteslad is pela Op-
iwsica'o: ocirculo desta tem visto aproxi-
marc-se-ft os S *. Andrad.s normen-
le na discussao sobro a admisso de estran-
INTERIOR-
DA rni dEmouts woj chimes polticos.
A insurri'ici da Babia sl subjugada ;
o parliduda Ofdem, da nonarebn e la
integridide do Imperio -cha-se na poise
rlifiailiva d. victoria. Asfogueirar, as
!nmo.iri:n as feslas do vencr.ior nllima
raro se ^ conect periodo dos suppi'.io>i
oscuiafals ,s levanlam se em nome da sin-
jruic.asGci.il; a reaccao nao conhece limi-
tes ; a pni de rooile, de que lo avaro
Cdigo brasileiro, 1.-cebe urna elastci-
lade espantosa na sua applicaco- N'estas
j circunstancias, no momento, em cuesta
prestes correr aiuda umh vez o sangue ja
to copiosamente derramado nos das, em
que a improvisada repblica perdeo os seos
postos ao clarao do incendio n'eslas cir-
cunstancias disemosns, do rig .roso
dever doescriptor publico sent da lebril
tar (lilamente cootis aapplicacio da pena
de morte em materias polticas como in-
justa, comoopposia aos interesses do so-
ciedade, e do Poder, como impotente en
conseguir os fins geraes da penlidade. As
pal-.vras de sangue do novo Jefferies ,
p^sdente do Jury da Baha, nos oppore-
mos, noconselbos de impunidude, e de
perdi, mas sim palavras de rooderaco
najustca, tanto mais necessarias quanto
o Poder nao tem anda eropregado a sua
poderosa influencia em amortecer os ex-
cessos do triumpho, cujas sc'enas pelo con-
trario procura encabrir com um denso veo
aos olhos do Biasil infiro.
A pena de morle por ventura til pa-
ra con ter as faeces polticas ? Ha uni li-
vo mutocelebie, que, t-nsina aos gover-
nos a arle do durar muito lempa de d:-
mar todas as resistencias de bubjugar f-
cilmente a audacia oos conspiradores : que
precioso ach,ado para os governas Os pu-
beistas de todas as n coes o chama.-..) o
livro datyrsnni.i ,' porque lie .-aerifica
todos os meio's ao fim de salvar a autoridla-
da Esse livro publicado no neio das
prosc cise.honores do seculo XVI na
Italia foi scripto por M .chiavelli, o gran-
de mostr da Minea l .rentina. Lis aqu
oque diz elle ag^rc do melhor neio de
terminar as desorden*. (II P.mcipe, c.
iq opere di Nic M-ic'iiiavtlli t. b p.
3i6, i8. ) Ornis potente pieaeivah-
vd, que lem o Principe contra as re-
bellies o de nao ser nem aborreci-
H do uero despresado pelo povo. O bo-
K mena que conspira cuida, que pela
queda do governo satisfar o povo si
< peloconirariopersuade-se, que com*,
u so offender o povo, elle no leraaco-
ragem de tomar um tal partido -, is.d'l-
fieldades qe tem a superar os coias-
piradores, sao inG.-iilas porque dula-
do do Principe slo a magestade do po-
o der as leis, as forcas do Estado e di
',( seos amigos, que o d. fendero. QWO-
do isso ejunta-se a benevolencia pu-
,< blica'quasi impossivel que tenha a -
u pu=m a temeridade de conspirar.... De
ludo islo eu concluo, que o Principe
deve confiar, nao nos supphoios, mas
na benevolencia dos pov s ; si.poion
este Ihe for contrario enlao o
Piincpe deve lemer ludo e todos os
cdados sera excepeo. Estes < onse-
Ihos vem expendidos n'esse tratado do
Prncipe onde, da Guizot, so con-
tidos os mas ntimos e odiosos sogreilos
da tvrannia. A copfianca de Machia-
velli sem duvida excessiva quando cui
,la que a popularidade do Poder basta para
desarmar as faeces. Mas bom saber ,
que o mas profundo pralico da pomea ,
que vivera era preser.ca dos asesnalo.,
dos envenenaroenlos da lula feroz das
conspin-ces, declaroo que s segivanca .11
sociedade e do Poder ameacada pelas lc-
coes nao reside no terror das penas cap-
Ins. i
A cansa primeira que torna a pena u
morte impotente nos casos pobleos e q
ella se nao funda na evidencia da cnmn -
lidade absoluta dos actos 'que e cbaroaa
punir, como aopleoe i>oa.dlclo o
narios. Alguem achara odios*, ana
V0 e jubversivo esto principio; eolre
elle no nosso ; pertence aos >"or" ,
ladislas dos lempos modernos ; P'r *- ^
Gui/ot que pan re gosar de nuil .
los no conceito do sabio Mv^lrdVc0S
ca. Aimnoralidade dos crimes |>"' q
nao tao clara nem to >roa,ul.av^ss ,,,-
a dos crmes ordinarios ; ella ,nt"s jaj
mente obscurecida pelas viciasiio ^ ^^
cousas humanas; varia BC60"."S e o
pos os aconlecimentos os dire ,fl
merilo do poder ; vacilla acalla ^
aos golpes da foic, (\V* pretende
aiulo seos capriebo, e uec a jt
Quem se far boje o dtcnior^-^^y
ual
r
Quero se laia 0|o o aeu-;i.....eiuicci'
ohedieucia, e subordinar, sem 'l-
le e,crpla os direilos da sondee ^
quer que seja a conducta W*?^ a
cousas lo movis tao comF s
verdadei:aciimiiialidadedafaccu.3


I A tt I O DE PERNAMBCO
deixa determinar de um modo absoluto
peh texto das leis; e a Providencia que
tantas vezes abandona Torca o destino
dos homens, rilo lhe permita o fazer e
desfazer seo alvedrio o crime e a virlu-
de. ( Guizot la peine de mor en mi
tere pofijtique. ) II* as ac,oas humanas
dous elementos distinguir, 2 moralidade
do acto, a mor-didad do agente. A pr-
nieira conmista na sua harmona coa> as re-
aras absolutas invariaveis e unirersaes
di astea; asegunda depende da i n ten
co, ou em outros termos, d. opinio
pie elle concebe sobre a moralidade da ac-
rio. salteador que roulia e assassina ,
comratte um acto, que ser um crime em
iodos olempos, e circunstancias, porque
quebranta as leis da eterna justici, grava-
da', pela mao de Dos no fundo do coracao
do homem a .n que elle as nao podesse
de'sconhecer um s instante. Quando a
sociedad'3 pune de morte o salteador, o
motivo da saguranei social qua um dos
fins das panas, legitmt-so e jusiifica-se
pela immoralidade intrnseca do delicio.
O Legislador com esta pena na rere;a fa-
rir a piedade* publica parque el!a a
si necio das cencas de todos os horaans.
O"Podar, asociedado, o salteador >io
de accordo sobre a criminalidad;! natural e
invariavel da acc o. O salteador roorre,
coma o animal de presa, sem que a pieda-
de gema. Knlo a pana produz os seos ef-
fetos os mais salutares; da um lado forti
fe 1 esa airlipilia' spoutanea do harneen
contra o crime ; d'outro lado fere a imagi
naca a dos iwiseraveis dispastos as enoroii
dedes de um mtid > vvo lerrivel, ecffi-
caz, porque a Morte o Re dos espan-
tos segundo a expresso da Biblia. Nos
eximes ordinarios o inlerusse pestpal a
mor das vezes o motivo nico quelli'sd
origem ; e o rigor do supplicios n'estes
casos tlHaz oppondo interessa intares-
se, resistinda material nente um incen-
tivo tamban mileml; lu similitud.! de
rialureza entre a parn o delicio entra o
movel, e o obstculo. Podemos dizer ou-
tro tinto dos allantadas polticos ? Ten
illas par ventura um to las as conjecluras
o carcter de crime i" Nao; ornando os
(em visto receb.'r qualificaces juizos di-
versos e t oppastos segunda mil circuns-
tancias dit'eientes do estado social. E
quem o jiz d'essis circunstancias 't A
inteligencia i nd 1 vid a al c >m suis misaras ,
sus paxes, o illuaas de todos o. gana-
ros. A gravidade do delicio moral a
base do castigo do salteador. Mas era' ma-
teria poltica onde sl a evidencia da cri-
na nilidade abjolutsf dos actos? Aqu a
ambicio, o cibica, o spirilo de vinganca
das faccoas revestera *e das formas de con-
vieces de senlimentos da ideias ; os
conspiradores fasem-se symbolos da syste-
mas com que pretendem regenerar os ;
homens, e condusil-os felicidade. Que |
effeitos sortera os supplicios capitaes n esta
esp?cie dedaliclos assim commetlidos? Pri- I
mairo que ludo, exctala compa xo pro- ,
vucao as delicadezas di con ciencia publi-
ca. Osaleador vive no seio da sociedide
solido, como urna fera ; tem.-por inimi-
gostodos os homens. O conspirador ata
ligado sociedade por mil laco-, tem ami-
gos tein partidistas, cujas illuoe cor-
1 espondera sua confianc.i, e em cujos
coracoat ir retiir o golpa do algo* leva-
do p=la cadci elctrica dis paxes polti-
cas. A -violencia das panas no caso em
questo nao corrobora a averso e anlip-
tia iiistiucliva dis missas sociaes contra os
conspiradores, vidoqua para proda/.ir es-
ta influencia esseuciul, que a -pena sup-
pbnlia um delicio ni 111I de umi grafidads
correspondente c (al supposic mais
duvidosi maJJrira-ivel mauos uuiver-
silmanle recaTOecid do que nos crime*
privadas. lIU nao passua a etficicia da
eonsternir e amedrantar as faccoas. O ex-
peclacalodas supplicios produz no saospi-
rito a impresjo di njustici; as exicer-
bi as desampara as couiirm nos seos
piojecios a* separa p;r um muro da fer-
rodo Podar, e d 1 ordem da cousis d-
lheso apaio da sjiisibilidade jiublici eci-
relhes proslitos. FaCaS consid.rauoas
if'et j;.:a.r. q;:a in-'irto i-m iS-'ga
veneravel m.-lropaliuuo do Brasil aa e-
guintes palavras la eloquentes como |ir->-
landas lia pauca lumbradas po Sr. Lira-
p.j da Abreo. O sangue das victimas ain-
da as mais criminosas, longe do pagar
o furor dos partidos, serve de dar-
les mais corpo, e de illuslrar com o
noroe de marlyres homens muitas vezes
K bjectos e condemnados pela natureza
K urna obscuridad eterna. Semelhan-
les aos dfntes do dragas da Fbula, que
M cerneados faxia brotar do seio da trra
hooiens armados, o sangue dos eonspi-
radores anda legalmente derramado no
(t meio da ir.fuenoia das paixes aug- I
<( menta de ordinario o numeaua-dos Pr0"
n selylos e o e.ra meado raitcor de na
fanatismo inexoravel. O recurso da
inlimidacao da pena capital pode as vezes
ter urna llicacia material, mas s quan-
do a autoridado destroe era massa os seos
inimigos*, e enva os partidos inteiros ao
cadafalso. D'esla arte proceda a Conven-
ci Franceza quindo fa/.endo a apotlieo-
ae da morte deo : guilhotna a msso de
salvar a Franca, e a revoluca). Ainda
assim porm 1 fffieacia do terror e mo-
rnent9>iea elle xgoti-se por suaj mesma
natureza ; e no da em que a autondade
faz.alio n'esta carreira sanguinolenta, sla
perdida pira sempre : as paix's compri-
midas rea ge m onto com energa e rom
tanto maior violencia, quanlo mais longo
foi o terror. As siluaies d'este genero
san numerosas na historia cujas lie'es
milita todas contra a pena de morte em
malcra poltica.
O Presidiile do Jury da Babia nao fal
lou no seu horroroso discurso senao da
vinginca das leis, e de s>guranca publica.
Que ideias tero esse magistrado da justiea
legal A vinganea das leis considerada
como funds penas um principio buba-
ro, contra que levantou-se a phi'antropia
ilos modernos criminalistas; Plalo,
entra os antigos, abivia proscripto nos
dilogos do Gorgias. Sam duvida a se-
guranei social exige a severa rrpresso dos
attontados dos partidos ; mis na > canvem
(jue sejti |Ij a principal m-dida das penas,
e porm sim a juslica que exclue as of-
fvalas de sangue tributadas pelo medo ,
e pela vinfjanca ao dolo da seguranca. O
que provao os rxcmplos uiiudoa pla prest-
denle do Jury ? Que em lodos os lempos,
em todas *snacoos os partidos triampbuntes
acodira s fogueras e aos cadafaKos para
extinguir os delicio* religiosos c p dilicos ,-
que os horrores succedease nos horrores
infructuosamente; que a rooderaclo tem
sido sempre abolida d'enlre os hom ns nas,
epocas de crise ; e que muitas vezes pro-
curou se a forca na fonje da injustica,
ondes existe a fraquesa.
(Aurora Fluminense de 2 de Julh.)
EXTERIOR.
MXICO.
""opeas ,. respondea-se que o governono
de.vconhecia esse facto mas que havia
rnnde diffeirnca entre governos consti-
tuidas de ha muito e a repblica do M-
xico filacernda ha tantos anuos por guer-
ras civis. Snbmetteu-se ao bom s-riso do
gverno francez o estado a que fie.ano re-
du'das as financas mexicanas se se esta-
beecasse immediataraenle como mxima ,
qieogoverno pngaria lodosos prejuisos
qt aos estrangeiros e narionaes tivessem
ca izada as insurreicoens psssadis, e aqu-l- ;
la; que ainda possio ler lugar; porque
se ia extremamente injusto limitar a in-
di mnisaco 'aos estrangeiros, E fin4-
m;ote pelo que diz respailo aos France-
zs, nao yiero el'.es para o Mxico ora
o> olhos aberts ? Nao sahio lies que o j
Mxico eslava em desordena que era am
pliz novo, ondeos amigos hbitos colon
a s esta vio ainda em opp.sicao com a actual
ordi m de cousas ?
Mas nao obstante estas rasoens o go-
?>nio, que nao desejava romperos suas
r lacoenscom a Tranca por huma qpestSo
(iedinheiro, offereceu submeller as yeela*
rai;oens dn ind.'iimisacao do ministro Vran-
Crz Icgislitura mexicana, a propon o
flkesino terapo que rodos os pontos em
queslao fossem referidos mediaco do
huma terceira potencia ; e osla prnposta ,
queobarao Deffandis classicou de ridi-
culi era e be talvpz'o mellior e o uaico
rteio de terminar satisfactoriamente esl'.s
disputas. O mini tro francs trata esta
proposta com despreso porque diz elle :
" Nao he4t'ima queslio a rsspeilo da qual
pode haver duvida mas sim huma satis-
IVcoquese exig por off.-ncas'pessoa -s,
e perdis pecuniarias que solFeriO subditos
francr-z^s ; accrescantando : qufi a
dignidadedu Franca nao lhe p.-rmilte pe
dir permisso de huma terceira potencia ,
pira exigir satisf .eco das olTensas rom
mettidas contra aspessois e propriedades
dos Franceses. "
Pelo qu' dizrespeito A dignidad': na-in-
nal qua nao perroilte a mediaco de huma
terceira potencia devia lembrar se o ba
rao, D.tFindis que o Mexien esta em iden-
tic's circu is4ancias porque o uosso gover-
no nao s pega Franca o direto de a-
prnsstar p!ts rcoiimacoas, -Ano t.am
bem o arbitrio e odioso dos aclos de que
sequeixa, e por modo algum pode con-
cordar no calculo que faz o ministro fran-
cez dos prejuisos que solTrerao os seus
compatiiotis (Courrier.)
vI)o Jornal do Commcrcio da i4 d'A-
gosto )
gomada com perfeico, ebrevidade ose
responde por qualquer falto ; dirija-se a
ra Nova D. 3o por cima do armasen ele
traste
__ Prope-sea servir ero huma casa ca-
paz huma mulher mudo diligente, e moca,
de bous costumes, e da' informarlo de su
conducta : as pessoas que a pretenderem
podem dirigr-se a ra do Cotovelio de-
cima 33.
Alluga-se um cilio por proco cmodo
na estrada do Arraial, junto ao cilio de
Jola Carlos do Uuigo, cora-cata de viven-
da baixas para capim e boa Ierra de or-
talice, muitas fruleiras de todas as quaii-
dades, os pretendenles dirij5-se n ra
Nova, venda de Manoel Ferreira l.im,
p.rao ajuste. '
Aforan se terrenos no engenhn di-
qui a bt da estrada que vai do Piran-
gnparaa Versea del'ro\He dooitio deJoa-
qmm Correii, com tiod palmos de fundos:
assim cerno vende-se o cilio que foi do fa-
kscdo Coito, no mesmn lugar, alorndo-
se o lenen qu o comprador quiser : a
talar no mesmo engenho.
O abiixo assignado ja annuncion 10
Diario N. i3a, dii 9 de Junho de 1M7
e agora o torna a fazer s punda vtz pira
que ninguein compre, tro pooi t osera va J laqaina, de taco angoli,
captiva doSnr. Major Fraocisco Jos de
VTenrtel Amorim, instructor g^ral 11a vil-
| la do Limjeiro, e mar\dor no mesmo lu-
; |.,r por lhe estar hypi\tecada, eohrigada
p,la quanlia de 107600 reis, alem ds
juros vencidos constante de titulo, que
esti em poder do anunviante, a fim de
! nitguera se chamar a ignorancia quanda
se hotiver do comprador a quanlia por que
i rsla' hipotecada, e obrigada, existo que
aconsn pisse com sU encargo; e pira
I constar Upublici osrgundo annuncio.
j Recile t5 de Siembro de i838. Josc
Maria Sc^eflar Jnior.
_ O Snr. 01indense\ que tintse "bo-
fa por mi o de huro nnmmcio nesle Diario
n. aoo pira que seja tapado o arrumbo rio
rio Bcbjribe, lembre-so que o povo 110 Re-
cife he aem comparaclo mais numeroso,
que o de Olinda, que assim mesmo c
ninguem mor.re asede; que o povo la
tem i.lgumas fonies, sendo tres d agoa
muilo boa, e se esta ns bwla sutes com-
prar *gna em canoas, como a qni succede,
do que despender avultadas quantias com
os mdicos, cirurgiues, boticarios, viga-
rics. saciilcH etc. ; pois que tap>do o
arr rabo, ns febres intermitientes olbgem.
O governo mexicano appellou para a o-
pirno. publica ceir o mapitasto, bum
tanto imperativo do barao Dalandit. m-
nislro ila. Franca junio aqulla repuilicj.
Publicou se bum follieio com suppla-
mento liazela do Governo Mexicano ,
conten)o a respostas do ministro do* ne-
giios estrangeiros O governo mexi-
cano declira estar resolv do a regeitar o
ultimtum francez para naoJFaser conces-
so alguma em quanto exislir huma foica
armada na cosa.
O seguidle extracti dagizeta (Ir huma
idea dos. argumentos do que se serve o go-
verno Mexicano.
As exigencias d> Sr. DefJindis podem
redusir-se a trez :
i. Indemnisicao dos roubos cdestiui-
cao de propriedades f.-aiicez :s ba 30 ali-
os a esta |>'.rle ou provenhio das desor-
dena da ppuUco 011 das guerras eivis q'
lem havido entre os difieren tes p-rtidoi.
j." Indemnisicao dos emprestim >s for-
cados t cOitribicues que disem injus-
tas e contrarias 10 tratado.
3 Qas os tributiaes civis e militares
nao fasein jusliri e qua muitas das Has
tkcisoen* sao illegaes injusta* e arbi-
trarias.
Quanto a primera exig ncia ja o go- j
v; r.io dechru hi 'rft'dio que nio p >de la- \
zer-se resoonsav I pelos pre]ditos causados j
pelos rebeldes que tomar-a armas contra a |
sui autoridade. Quando se disso que era '
essa a. prat'ica seguida pelas palancas cu- I
TIIEATRO.
Quilla feira, Quinta, S:-xla S1I1-
bado, e Domingo, se representa Iwrie- j
fn-ioda i* Dama Jounna Mara de l-'reitas
(iarohoa a Peca 3o Anoos ou a Vida de
bum Jugador. Hom decidido espirito de
pcotecgo da parte, dos babilanles desla Ci-
dade para cora a Beneficiad! ou ulvez o
grande nome que tem adquirido a Come-
dia tem feito que porfa se pecuo ca-
marol's, e bilhetes ; por cuja caus n Be-
neficiad faz cinco dias seguidos o dito
Beneficio, adverte aos seus Protectores,
que as Cartas se os proprios billu-les |ra
eamaroles, e plalt-ia.
Jjanua Mariu de Fretas Gamboa.
I / t) S I I V'ICW S O K.
^ Aluga-e um prelo padeiro: quemo
pretender dirij*-se a ra do Fagumlns D.
15 110 Io andar ou a esta Typogrsfia
IVrcisa-se vender um quarlao muito
novo, proprio para c .! ga e por preco
muito cmodo : nesta Tfjiogrsfia
_ Josrph T. Gillmer, cirurRa dentrs-
|a de Philadrtllia tem a honra de annunciar
ao iiublico dcPernambuco, q(V> elle p5e
denles arlificiaes por um novo melhodo e
imilamb p-ifeilarneute os naiuraes pela
smalpancr e solidez. Tambera os chum-
biporumi maneira simples, e s e que os conserva ale ofim da vida: As pes-
soas que sa quiserem utilisar do seu pree-
litto podem dirigirse a raa do Trapive
D. 1 i das dez at as qualro horas ds
tarda.
Quem precisar do roupa Isv.-da, e en-
e as vetes niallo o povo. Lembre-se em
fim que (prescindindo das sesoes) tanta
terYo dewlagada he mais til, do que o
fresco banl.o, cuja falta aguilha ta vez o
Snr. Olindense a'cfemar contra osalutilu-
ro arrombo, quando devia indicar os mer-
os da srrombar a lagoa dn Santa, entra
pestilenle origem das molestias endmicas
de Olinda. ,
- Na ra di Mtlre de Deo, sobrado
D. 24. primeiro andar, ensinao-se meni-
nas a ler, escrever contar, doutriita, co-
ser e lavarintar pelo preco de md res
meusal ; t imbem se recebem meninas pen-
cionisias a diz mil res por mez.
_ A!lugi-se huma casa de campo com
ronitnshon- cmodos para huma ou duas
ftmiliss, cita na capunga: quema preten-
der falle cera Manoel Antoriio Gonsalves
ra do Cabnga' loja de.ourives D. i, para
0 ajuste. *""
- Arrenda-se' um>dio que aeja em
S Amofo ou na passag.m da Magdalena
poranno: quem tiver d.nja-sa aran
,0 Padre Forianoo do lado o nascente
sobrado de um andar com solio ouari-
nuncie. _
_ Quem precisar de bum rortuguer.,
chcado prximamente da Cidadede Ls-
boaUpara C.ixeiro da qalquar arrmac:o;
aniioficie.
- Arrenda-se para se passar a-testa ou
annualmente um sitio na possagem dt M '-
rdalenacom boa caSa de viv'enda que aro-
moda grande familia pelos muitos cummo-
dos que tem ; tendo o dilo sitio bastante*
pes de larang iras e mais diversos ano-
redos grande baxa pira espira, e bum
bom vivero ; quem o pertender PW'^""
rigirso ao mtsoio sitio que be de D. Cla-
,a I'ranchea de Lima Gondm ou no
Recife na ra da Snzlla verba e"*
d. 44
awpsMajjaisjp


DI AftIO UE PEftNAMBlCO.

;iv ,->.

**
. Fclippe New Frftas Convida como
Testeraeuteiro do finado Capillo Francisco
de Almeida Ferreira aes credoresdo dito
fallecido ( para presentaren suas conlas
legalisadas no praso do 3o das a fim
di m proceder inventaro ; assim como ,
o mesrao aviso faz aos devedores do dito
fallecido para pgarem o que se acbio a de-
ver outrosioi partecipa aos Srs. a quem
o dit Fallecido trabathava que elle Tes-
tameoteiro fies com o mesmo stabeleci-
menlo, que proaette proroptamcnte ser-
vir como tere de coslume para ooai oa
seu fregueses.
Roga-se encarecidamente so Sr. Fis-
' cal do Bairro de S. Antonio, o'favor de
hir as 5 puntas ver o estado de ruina <}ue
ameaca o sobrado de dois andares que ten)
padaria em baixo ppia se acha todo lasca -
' do por varias partes e quem sabe se este
avisar a sua queda como o outro -que de-
sabou e depois quem vm a pagar he a
propriedade dos vesinhos, que -tifo tem
' culpa de seu dono o nio querer cbnsertar.
O Vesinho medroso.
Precisa-se de urna prta forra ou
captiva que compre e faca todo o roais ser-
vico de urna casa: em Olir/da nos 4 cantos
sobrado u. 18.
. O Srs. Manoel Ferreira natural
da Cidade de-Lisboa filbo de Joio Nunes
Riheiro; e Profiri Jos do Re tam-
' bem natural da roesrna Cidade, ilho de
Jos Joaquim do Re,- queiro annuncir
suas inoradas par negocio de interesee.
- Aluga-se, ou veode-se ara sobra-
dinho na ra da S. Miguel dos affogidos (
fetto a nodrrsi e inoito fresco : a tra-
tar no mesmo, ou na rus do Qaeimado
D. i3.
Quem.annunJelou-precisar de 3oo'
mil ris a premio de dois e meio por.cent >,
com -seguranza dirija-se a ra do Qaei-
mado D. 13 que dir rfum d- ,
A mulier parda que se offerece pi-
ra ser ama de urna cr*a de pouca familia ,
dirija-se s ra de 3." Rilrcasa defronte ds
Igre'ia D. 3.
Precisa-se d'*1 "um feitor pafra um eh-
genho parto da Villa das Cruces no prioieiro sudar do sobrado
& 6. I
- A pcssoa f]ue precisa de mandar en-
gommar e lavar roupa dirija-se ra
ireita sobrado de oa andar n. i5.
Preciaste -de atugar broa casa 'er-
res no bairro do Recite; quem a livor
annuncie. ,
Precisa-se de arrendar luh sitio, que I
ten ha boa casa pasto para 4 vtccas de
leite ; e que seja muito pertb da praca : a
ra de S. Rita nova O. 18.
< Pieeisa-s de urna Uvadeira que
d fiador que se respousabelise por as pe-
cas de roupa que botar fon na ra de S.
Rita nova D. 18.
Precisa Se de uni Sr para entinar
era ama casa particular as sscripturacoes
Mercantis com perfeicio, tambera con-
las e cambios, a om pequeo que escre-
ve e oeta sofrivelmente sendo das 6 as
8 horas da manha ou das 4 < da tar-
de a pessoa que se determinar a isso, di-
rija-se as 5 ponas I). 4
A pessoa que quer comprar pifias te-
quiadas de ferro que sirvi para azete,
dirija-se a serrara da ponte bina na Boiri
vista.
Precisa-se saber moracha do Snr.
Joaquim lavares Vieira para se tratar Je
certo negocio ; por isso queira annuncia-
la para ser procurada.
Arrenda-se ananalmente ama casa
grande com bastantes corantodo* so lado da
Igreja do Monleiro, aasilo fresca, com
grande quintal, e boat arpares de frucios,
rom sahids para o Rio, a adates'pi por-
ees para se patsar a festa eorn comodida-
de : as ra Direita sobrado de dois anda-
ras D. 10.
Quem arrnnnciou querer comprar
usis pipa arquiad da ferro que sirva prat
azeite de Garrapato, dirija-se airas dos
Mar lirios casa de 3 portas, verdes.
A pe soa que precias de mandar la-
var e engommar roupa dirija-se a roa de
S. Therea D. i.
OSr. J. J. de S. P. queira hir pa-
gar a quantta de 3Jo,ooo qae pedio na ra
Direila era 10 de Outubro de 1837 pois
bem sabe qne a soa letra fot apontada o
da de leu reocfueuto, que fot e?tn 7 de
Abril do correte anno f e tamben pagar
os juros que se tem vencido alhe boje ? e
sendo uio o faca no praso de 8tlias conta-
dos da data deste o seu uome ser publi-
cado por exlenco. .,,
Precisa-se de 600,000 a premio pr(
10 meses, e fla-se boa firma qum
quiser dar a'nucie.
.''Alu^a-se urna canoa de carreira opttJ
raa para demandar pouc.i ;oa e vende-j
se por preco commodo duas linhas de sai
pocairans de 3i palmos de oomprido t
tapolgadas quadradas; caplm'de planta
muito verde feixes grandes a 900 rs. por
reguesia madeiras de todas as qualida-
des posto na obra caf da''ierra a 180
a libra : no porto das canoas da ra nova1
' no armasetn de madeiras.
- Quem precisar de uma Senhora ca-
pas e de idide pare, ama de casa, dirija-se a
ra de S. Therteza J3.'ai. >
Precisa-sede um sitio, que lenha
com modos para criar vccas de leite H
plantar capim sendo no, Monteico melhor
a pessoa que o tiver annuncie.
Quem precisar de uru csixeiro, mu-(
hbil, para qualquer negocio que da
^ver annuncie a sus morada parr er pru\
'curada.
VRNDA
to
fiador a sua conducta .'dirija-se a ra da
Concordia na quarla casa.
^'aQuefn precisar de um caixeiro por-
' tugues para'venda do que tero bastante pra-'
tica, dirija-se a ra da Conceico di Boa
vikta casa de ran'xd D, 51 ,' que se
quem pretende.
dir

AVISOS MARlTIMO'S.
----------------------------------------1__________________^___
. PARA LIVERPOOL, a Barca fearf
HmryqueGuy; quem quiser cirregar ou
hir de pa sagena dirija-se aos seus Consi-
gnatarioj Crabtree H-yirorlh & Compa-
ubia rila da Moeda ilijo.
PARAS. CATMARINA coro escala
pelo Rio da Jaoeiraato ti'a a5 do corre-
Ij, sahir o Brigue Minerva de piimei-
ra marcha forrado e ehcavilhado de co-
bre pode ainda recr-br carga para ambos
os porto* tm supsriorescomniodos pa-
ra pasa ge iros ; trata-ne com os Consigna-
tarios Santos Braga t na ra da Moed'a Nd-
riiero i4.*
PARA O RIO DE JANEIRO, segu
viagem al ao do correte a Sumaca Br3s-
leira>.'Epardarte, forrarla de cobre e mili-
t 'velleir; quem qo.i-.er carregar,'ou ir de
passugem, para o q' tem excedentes com-
rofldi dirija-se ao Cap. Jos* dos Santos
Braga ; ou ao seu Consignatario Manoel
Ignacio de Oliveira, na praca do Cummer-
cio N. a8.
LEILAO.
yue fazem Aime Fradel e Dangla Frere
no escritorio da ra da Cruz D. 61 qua'r^
ta feira 1 g do correte de um grande or-
timento de fazendas franeczas e bijouterias
eom cordes dourados coraces, cruzes,
brincos com pedras, o de HUgri ditos de
coralinas, rosetas de orelh a ivellas para
cintos de rouitos pidrSes botas pufeei-
ras coritas don rada azues e pretas ,
indispensaveis da missangas, lecopse ,
lencos, da fil de3 pomas, los pretns e brari-
bos de linho borbado pannos finos, se-
tins sedas para vestidos, gros de ooples,
bicos pretos e bra neos r sea dos chi-
tas vestidos de fil e de cassa brins pa-
ra calsas tafet preto lencos de ram-
brrfia castiees de casquinba, chicotes ,
copos para agoa e licor chapeos de sol,
ditos de popiline, pistolas grandes e para
nlgibeira, espingardas, bezerros muito
fios pentes grandes de chifre -ditos de
ta taruga para mocas, es tr i vos brida .de
ferrete d lati, espora), manas de selios
e outros muitos arligos 5 principiar sa 10
horas1 da manh.
COMI'HAH
-
Prata vefha ou sendo de galio qoeV
mado ; auem tiver annuncie.
--10 jarros de looca para ornato de
jardim ; queih tiver annuncie.
Lima bomba-de ferro que seja aza-
da 5 mas que est'eja em bom uso ; quem
"Um escr'avfe de ao annos bom offi-
cial de sa'p.tiro ."ptimo pagem f e ser-
vente de ras casi;'3 pretas, uma boa
oozihhrta e engbramadeira ,e duas cuzr-
lhao -, lavlo roupa 'e compVSo e vendeih
ni ra ; a AcVavos mocos bptimos para
"lodo o se vico de campo o 3s prca ;.
e uma molata de ao anuos de idade cose,
dngomma, e Taz todo servi^o d uma
casa : na ra de agoas verdes sobrado D"
a6 defronte do c*nsitoride S. Pedro.
- Madapates muiio largse finos,
lgodozinhbs xilUs, chitas sorldas ,
hamburgos "gangas riscadas, cassas fins,
e de cjuadros/lencos de seda preta d
marca grande rendas francesas chapeos
francos de castor ,' luvsa brancas e de ou-
tras cores, ludo s precio corrimodo : na
ra da ConelcolaBoa vista toja defrbn-
te da Ig eja.
' nia carreca com um boio propro
para todo o servieo: no Hospicio na ul-
tima casa junto a parta d'ago.
Uma negra de ao annos de idade ,
bonita figura, cose cha*, fia ra Direita
n* segundo andar dos sobradoa novos da
quina do beco do serigado.
Uma negiinha de 3 a l4 anuos de
idade que sabe cozinhar o diario de tirria
casa e tem principio de engommodo : jna
ra do Livramehto o terceiro andar do
sobrado D 18 do lado da roa Direita.
--- Um tonel e duas pipas com arcos'de
ferro que serviro de azeitede carrapato:
.'na xua nova loja de'cUereiro D. \.
Uraescravodo gento de angolla ,
'de idade de'ifjanhos sadio e sem vi-
cio e com alg'uma pra tica de fazer tijo-
lo m olarid : rio paleo do Carroo'D, 3.
Dtias moradas de casas sendo uma
de sonrod de dois andares, e soto sita
na ro'velhs D. a6 e a segunda terrea no
fundo do mesmo sobrado corh a frente pa-
ra a si d Alegra curh duas sallas e 4
quertos ,-feita a 'moderna: na ra do
Cullegio n 9 no terceiro andar.
4 vaccas de leite, tima panda e
iirh garrote ; ub atierro dos afogados D-
cima 4.
m siti com boa casa na solida-
de na estrada que vai para Bellem ; uma
preta cora uma cria de 3 meses propria
para criar meninos ; urnas tenas no brejo
da Madre de Daos com algumas casas1, e
bemfitorias com 600 bracas de frente ,
e meia legoa de fundo : a tratar na ra da
Alegra entrando pelo beco da roa vetha na
qarta casa.
Os seguintes livros : Instrffccoeg
Oratorias de M. Fubio Quntilhian6 por
Jeroffimo Soares Barbosa ; Recrescf o Mo-
ral e scientica 011 biblioteca da Juven-
tude dedicada a sua Mi o Sr D Pedro a.
Historias dos animaes, dita da Amrica ;
O Renegado : Jornal Hebdontaclaire j o
Solitario; Izabel; Mr. Culini oU Clara
d*e Alba j Numa Pompilia Joven Ceci-
lia na 5 D. Quixote ; Cartas Peruvianas ,
l'iolbo viajante ; Prazeres da Imaginacio ;
Viagens de Culiver ; noites Romanas: na
roa nova D.'5, lja de Frederieo Chaves.
- Terrenos para se edificar casns1 no si-
tio da passagem da Magdalena a be ira cfa
estrada com i85 patroqs qe funqo, en
400 e pelo lado da cambna da pntezinha
com 2oo oa 4oo palmos de fundo con-
forme o gosto', e circunstancias dos pre-
tendentes 9 vista di planta., que ser
presentida : a fallar coni o proprietrip'
Jos Joaquim Becerra Cava lean ti na tra-
Vessa de -o Jos, sobrado .de a an-
dares nos dias uteis das 3 as 5 horas da
tarde ; assim como tambem ge afora pr-
tusmente do lado da camlioa.
TJma morada de casa de pedra e cal,
on troca-se por ou'lra menor : a tratar as
5 ponas"D. 6.
Urna porcao de palinha pars tecer
cadeira por preco commdo; quera a
quisernununcie.
Urna preta de idade de i.fcV a unos,
sem vicios ero achaques, cozinha', lava,
e engomma : no principio dg atierro dos
affogados sobrado junto a'o que mora o Sr*
Silvestre Joaquim di Naicimento.
lice xarope de pontas de eSpargo tarja
prximamente chegado de Lisboa : os pra-
ca da Boa vista D. 16.
Um preto 3e 35 annos d idade
bom can'oiro, 'proprio para to'd o ser.
vico ; no atterro'd-i Boa vista terceiro so-
brado dolado do su.l junto a ponte.
Uma negra "de angola d idade de
18 annos cose engomma, e cozinhaio-
frivelmente ns^ ponas venda D. 10.
-Uro cavallo rucilho escuro, borri
esqiiipador, earregador e passeiro: na rus
dorgSo D. 3j.
Uma escrava de idade de jo annos
"faz todo o. servieo da urrii casa : em Olin*.
' a nos 4 cantos sobrado D. 18.
I r*.~- Azeite de carrapato a caada a 1-69
e arelalho i t>o : na ru d Cruz n. 3|
' e m fora de portas n. 4 1.
Um bonito escravo ainda molerote
de i-l'de de 18 annos proprio para todo
o servieo : na ra Nova D. 3o.
A possede 75 palmos de terreno
o liaraento.da ra da Aurora qae fax fun-
dos'junto a Igreja de S. Amaro adverte-
se qhe nos se vendema urna s pessoa
ditos palmos a cima como mesmo se di*
yidero por dois ou tres pretendeotes : na
riit de agoa* verdes sobrado D. ati de-
f ron le do consistorio de S. Pedro.
--- No armasem ele Antonio Joaquint
Pereira defrmte da tscid nha do caes da
ailandeg ,. bisootinho e roscas do porto ,
presuntos de caldas. parts pequeos
de azeite doce. (
..-- Uma boa escrava a qual cozinbi
mito bem e com umita I ira pesa ci diario
de Urna casa, cose engomma sorrivriien-
te 'lava de sabo e varrlla oi troca-se
, por um escravo que nao tenfi ticio de
beber: oa rus estrena do Rozan no ter-
ceiro andar do obrado D. au. i. ,. _.
--- Um terreno de propriedade, com
100'palmos de frente fundo abaixa ajar
de (Sipibaribe no atierro dos^afl'ogaos^,
junto ao Sr. Antonio tlabello Peie|ra.jda
Sil*a : ra de ^.goas verdes sobrado D. ip.
Vinho muito bom a 11 ?o a caada o
garrafa a 160 rJito a 1000e garrafa i4o ,
dito a 85o e garrafa iao sacas de milho,
ditas de arroz de casca, ditas, de feijo ,
por preco comando : na ru da Cadeia do
RecifeN. 6. 4
Uma negra crioula de 19 tnnos de
flade : un sillo gie foi do fallecido Jos
RobeffrJ,
IfesCIIA VOS FGI l>OW.
,i No da 2 dejte me fgid m preto
d nome Jos naci rebollo que foi es-
cravo de Pedro Ignacio de Miranda cooi
s sigoaes seguintes : bonita figura,
altura regular, idade de a5 anuos,
cara redonda e meia descarnada, princi-
pio de buco levou vertido camisa de a'l-
godiozinho, ecalsa.de estoupa e nutra
de panno chamado abano tem em cima
do peitoesquerdo a marca desda naco ;
jolga-se estar acoita'doem u*m sitio aonde
ja esteve qa'anlo fugio de outra vez ; qnera
o pegar leve a ra da Guia D. ifi m casa
do finado Domingos Rodrigues do Passo ,
que ser ratificado.
MOVIiUNTO DO PORTO
r AVOS ENTRADOS NO DA i4-
MACEIO'; 3'dias, Patacho Nac. e Im-
perial Coceiciq, Commandante o pri-
meiro Tcneute Joaciuinfo de Agoiar.
IO JJE JArEril corraVal. pela Babia;
gles Cira Commandante William Ho
viertes.
OBSERVARES
Fundiou no laraeirSo a Barca Iugleza Bo-
vina v nda de LVERPOOL am48-dis
Capito Eduard Bal! em lastro: *
Me. Calmont.
Fez-se de vella do laraeirio o paquete In-
gles Mutins para o RIO L)E JANEI-
RO, tendo fundiado no dia ta do cor-
rente.
j-* Bfofiwpreu sement de orU- [zsit, a Tnfi tj^n. r, e i. lt5'> '
I


Full Text
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