Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03631


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Full Text

'^mmmmmn
a *?

Anno XXVIU
deAbrjl de 1852
N. 95.
MICIO A SUBOBIP9I0.
PiotmnTo Aduhtsdo.
f(t,trmeitre............
for semestre .....
Poi inao #*'*
POODItlTUO DbTIIMIlTII.
toi auartel.........
IfOTIOIA DO lMPinio
..,4.....j7de Marco Minas... ? de Abril
aranhio 1 dcAhril S.Paulo. 6 de dito
Cear... 7dedlto. |R. de J..' M de dito
Prtblb. ti* Abril llabia... 17 de dito
4/000
8/000
la/VOO
f'OO
BIUB1 ilalHA. AUDIBtfOlAg.
26 Seg. S Fedro Bali
b. ;S. Cielo.
7 Tere. S. Tertu'lano
38 Quart.S Vidal.
20 Qulot. S. Terlula
30 S-lfi S. Galharlnl,
1 Sab. S. Kilippe
S. Tblagi.
i Dom. 3. depols *a
P. A. SI. > SS '
Jaiiod OrM.
2,e5. as 10 hor.a.
I. varmdo civil.
3. e6. ao raeio-dla.
Faunda.
e 6. e 10 borai.
S tata da civil.
4. e tabadoa ao mrlo-d,
telacSo.
Terf ai e nbadoe.
mnaiBu,
Crescrate i 27, at borai e 4i minutos di t.
Chela a i aos 5 mlnutoa da 111.
Mingoante II, ai ( hora e 41 minuto da t.
Nova I, at 9horas a 26 minutos da mi
ni 11 boj
Prlmelra i I! boraae 42 mlnutoa da manbfa.
Segunda o e 0 mininos da tarde.
miitidi >oa ookbbio*.
Oolaana e Parahlba, ia aegundaf e seitas-
feiraa.
Rlo-rande-do-Horte, todas la quiataa-felraa
aomelo da.
Oirinhuot e Bonito, i 8 e 38.
Boa-Vista, e Florea, i 18 a t.
Victoria, qulntaa-felraa.
Ollnda, odosoa das.
rOTICIAi BITllAatOBIBAa.
Portugal 1S de Marco-Austria .. i de Mareo
Hespanha. 8 de dito Solasa.... 2drdito.
ISuecla... aBdeFevr
Inglaterra 9 de Marco
E.-Unldos So de Fevr
Mxico... 31 de Janr
California 21 de dito
Chlll. 2 de dito
buenos-A. 8 de Marco
Montevideo 'I de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 dedlto
Alemanlia. 3de dito
Prusiia ...3 de dito
Dinamarca 28 de For
Iluesia... 30 de dito
Turqua. i4"de dito
OAasnioa de 27BBABBZ1V.
.lobre Londres, a 27 a 27 '/. d.
Parla, 355
Lisboa,81 por canto.
MZTAEf.
Ouro.Oncas bespanholas.. ?;7'.CT;;
Moedas de 6/400 remas.........id
de 6*400nova.......... 16
de 4/000................ /00
Prata.PatacSesbrasllelros........... ,'1^
Peaoa columnarloa........... 1/
Ditoa mexicanos..............
PAUTE OFFICIAL
GOVERNO DA PHOVINClA-
EXPEDIENTE .DO DA 21 DE ABRIL.
OflicioAo commando da ara.as remet-
an 10 por copia o aviso da repartijo da
guerra de 29 de marco ultimo mandando
proceder ao descont di quintil que cou
I dever i ciixi particular do exlincto oila-
ro batalho de catadores, o rapilflo Manuel
Jos di Soledade, logo que Me regresse da
proincii do Rio Grinde do Sul.Igual co-
pla se remelleu thesouraria de fazenda.
Dito-Ao mimo trauamitiindo copia do
un do tninilterio di guerra de 5 do cr-
tente, do qual consta, que, por decreto de
II de mirto ollimo, mandoo-so passir pan
segunda compaoliii do dcimo querto hi-
Itlhflo de infantiria o capullo do dcimo da
mejmiirm, Antonio Jos dos Passos.Ro-
melteu-se igual copia a. thesouraria do fa-
tenda. ,
DitoAo mesmo enviando por copia o
iviso do ajinisterio da guerra de 5 do sor-
renle, no qual se declara, que exre lirim-se
is convenanlas orduns, no sentido de re-
colher-se io nono batalhflo de inf*nlaria a
que pertence, o capillo Antonio Marii de
Castro Drizado, que ltimamente chegou
de Montevideo.
DitoA thesourarii de fazenda devolven-
Jo requenmenlo, em que Fllippe Nery di
Silva pede o pagamento do alugucl de seis
cavallos, que foram empregi.los m con-
duceflo de armamento e outros otijectos.vin-
do di comarca do Gibo, a ['un de que, ava-
la de sua informacllo, nagua ao supphcanto
a importancia do refeiiJoAlugu'-l.
Dilo-A niesma transmiltlindo, para terem.
o destino de que trata o ifligo 28 do regu-
lamenlo do de iiovenih
r ni 1 ires da relacflo das
; to do 31 de ma
,gunda cumpa
11.mi.1 m, o ca
ma o Sr. Auto
ultimo usssar pin le- I Appellintes, Pedro Jos Rodrigues o su
do bstelhflo n. 11 de in-
do dcimo di mesma ar-
_ Jos dos Passos, como foi
declarado em Hcio do 21, que Ihe foi en-
dentado pelo Bxm Sr. presidente desti
provincia, com reforoncia 10 iviso do mi-
nisterio di guerra de 5, tudo do correnle
mez.
Omesmo mareaba I attendendo a reconhe-
cnla falta de ofllciies que actualmente tem
pan o servico o referido balalho n. 10'de
infsntarn, determini que passe a servir
nesle batallido em quilidade de iddido o se-
gundo tenent di terceira classe do exer-
citooSr. Jos Antonio de Araujo Pernam-
buco, em quanto subsistir falla que fica
mofEionida.
A n Ionio Correa Sera.
Quarlil general na cidade do Recifc, 26 de
abril de 1852.
OIDim do Da a, 88.
O marechal de campo ommandmle das
armas em presentado ullici >, que na data
de 2i do correte Ihe foi dirigido peloExm.
Sr. presidente desta provincia, declara a
guarnitSo para os Uns convenieutei, que o
mesmo Exm. Sr. nomeou para servir interi-
namente o emprego de cirurgiHo Jafcnlo-
nia militar de Pementeirss, veucendoXes-
iipcn lio de sessenta mil ris mensaB ao
5r. Simplicio Lins de Souza Fonles, qR de-
vera solicitar o seu titulo pela secretaria da
presidencia.
Antonio Correia Sidra.
terceira estampa, em pipil rdxo, assignadas
na corle, e bein assim as", firmas originaos
,i- ics-oas que assignaran ditas notaste-
nos a de Antonio HumaMto dos Santos Pe-
reira, que deve constar da nutras relitOos
intenoriiienle remeltilssa aquelli iIh.-ou-
rana.Comujunicou-sp 10 inspector geni
inl'-rino di OliXl de amor'isacilo.
DitoAo director geni dos indios ta ns-
TRIBUNAL D*. HELACVO".
SESSA DE20 DE ABRIL DE l'oSS.
Presidencia do Exm Sr. conselheiro Asevtdo
As 10 horas da minlia, estando presentes
os Srj. desembargadores Villares LeSo ,
de 1835, 29 ex- Souza, Rebelo, Luna Freir, Telles, Pereira
tas de 50,000 rs., Monlciro, e Valle, fallando com causa o Sr
o Sr. presidente
desembargador Bastos
declara aberla ascssSo.
Jl I.HMfM'.IS.
Appellante, Custodio Ferrcira do Mello ;
appellada, a justita.Julgaram improce-
dente I ;i Jn'l l.ir.io.
App<)llinte, o juizo ; ippellados, Salusliano
Lopes e Maris da ConceicSo uo Amor Di-
vino. liaodaram novo jury
millindo um oflicio do juiz de (>z ds fregu- Appellante, Loiirenco Bezerra Carneiro da
zia de Agoas-Dellas, Apolinario Florentino Cunna ; appellida, 1 juslit.Conflrma-
deAlbuguerque MiranliSo, bem como o de ram 1 aenlenta,
Manoel Perora dos Santos Rucha, iquese Appi)lranr>9, EstevSo Jos Paes Brrelo e sua
refero o mesmo juiz, aliin de quo S. S in- niulher; ippellsdos, Francisco Paes Bar-
forme acerca dos limites das teres do pa- reto e sua inulher.esprezinm osem-
trimonio dos indios diqcella freguezii.con- bargoj.
vinlo, que se respeitem por oraispossee diliobicus.
limites dos hureos conOnantes da missao Appellinles, Mara da l'enha de Franca e
paraseevitarem coiilliclos, alo que, visti outros; sppelltdo, Joao de Abreu Fran-
dos respectivos ttulos, se concentrem os. ca.Mandaran) ouvir o curapor gersl.
niosmos hereus no terreno que verdidein- Appellante, Vicente Jos do Souto; ippelli-
m,-nlo Ibes perlencer.jBise restila o qui do, Manuel Fian^oiscode Almeida.Nao-
fr diquella missao, que he o mesmo que dsrim coai vala ao advogado doappol-
cr do estado, para nao se dever consentir lante depols de juramenta Jo, o 10 cun-
naaua usurpatSo. | dorgeral.
Dito. -- Ao inspector do arsenal de mari- Appellante, a irmandide de N. S. do Ampa-
nha transtiinillindo por copia o aviso da re-
part(9o da marintia de 27 de margo ultimo,
mulner; appellados, CrIoa Jos Gomes
de Oliveira e out'O.
Passaram do Sr. desembirgador Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro as se-
Kimites appellac.0 js em que silo :
Appellante, a justica ippellado, Denlo, es
envo.
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Mi-
noel Victorino.
Appellante, Antonio Jos Soi'ea de Avellar;
,ippellidos, Antonio Germino Riguetri
Pinto de Souza e outros.
Passaram do Sr. desombargidor Valle ao
Sr. dpjembargidor Villiros as seguintesip-
i'cl'aj-jfcs em qoo so :
AppTOaiite, a >uatica ; appellido, Minoal
Francieco do Naaeimento.
Appellanies, Antonio Borges Leil e ootroi
herdeiros de Jos Miuricio de Oliveira Mi-
ciel; appellado, Bento Jos da Silva Ma-
gallules. \
Appellante,Manoel Alves da\Silv Caldas;
appellado, Riymundo Carlos Leite.
Appellantes, Manoel Rodrigues di Silva
suamulher; appellados, Atevedo & Ir-
mSos.
Appellante, a fazenda; appellado, Francis-
co Jeronytno da Fonseca.
Appelliutes, o padre Manoel Correii Miciel
e outro; appellados, Nicolao Alves da Sil-
va, sua mulher eoutros..
Nao onm julgidos os de msis feitos com
dia assignado por haver faltado sessao os
Sr. desembargador icim raencionido.
Levaulou-se a sessao deppis do meio da.
EXTERIOR.
a fin deque ministre a uifuim n.'.1 eligida
u dito aviso, t cerca dos servitos, psra
que faz-se preeisa a maruj< de burdo dos
navios de guerra, que, em olliclo de 9 de
ro ; appellado, o juzo de capellas de
Goianna.Manoaram com vista ao pro-
motor docipellas.
Disicaces.
Appellante, o juizo ; appellado, Thomaz
Anlooio de Guuveia.
fevereiro deste inno, S. me. podio-lhe fosse Appellante, Severino Jlarlyr Vieira ; sppel-
rreslada. | |ada, a justiga.
Dito. Ap mesmo remetiendo copia do Appollaute, Jo.lo Balthasar de Souza; ap-
viso da rep.irtic.io da marinha de 29 de pallado, Andrc Joaquim de Oliveira.
in.irco ultimo, no qual se determina, que Appellante, o juizo; appellado, Juilo Kran-
drs treza autonss Je pinho da Nova Zelan- ciscu da Silva Ainarsl.
di', existentes em deposito n'aquelle arse- Appellante, o Exm. bario de Suassuna ;
nal, sejam enviadas para a corle nove, a fre- appellados, os herdeiros de Gervasio Pi-
la em navios mercantes, (cando de gubresa- | res Ferreire.
lento no mesmo arsenal quat'Odas menores. Appellante, Jos Gonfalves Torres ; appella-
i'to. Ao juiz dedireito da comarcido dos, Maiia da ASIUulptJtO da Silva Multa e
l.iioeiro transmilliodo urna portarii que uulros.
pelo conselheiro presidente do supremo Appellante, o juizo; appellado, Antonio Jo-
Iribunal de justita Ihe foi expelida, e exi- se de Fieilaa Guimarfles.
indo a sua resposla. Igual remessa se uvisoes.
fezao juiz de direilo uo Pao d'Alho, Passaram do Sr. desembargo 1or LcSo ao
Dilo Ao di.[. interinn da legiSo da Sr. desembargador Souza as eguinles ap-
guarda nacional do Cabo aecusando recobi- peliatOesem que sSo : .'
00 o oflicio, em que S. me. communici ha- Appeilanle, Mana Theodoral da Concedi ;
ver remeltilo ao marechal co'nmandanlo appellado, Aleixo Jos Je Oliveira.
das armas para seren recolhidos ao arsenal o j,r_ JesembargaJor I el los as seguinlos
de guerra 80 granadeiras e 1600 carluxos appellatOes em que s3o :
'miniados, e d'-claranlo, que segundo Appellante, lio mi de Souza'Lisboa ; appel-
communicou o director do mesmo arsenal, |, j0> 0 cu a jur ja tura u c,.i de Jos Anto-
fsllam,para o completo do armamento, que nio de Moiaes.
Lltimatnentese foruocou aquella le^iflo, os ,\o sr. dusembargador Rebello as seguin-
otijectos meucionados na relat^o que enva (eg appellatOes em que sao :
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim
Ribeiro Puntes.
Appeilanle, o juizo; appellados, Johnslon
l'aler & Compauhia.
Appeilanle, Alejandre Ferretea dos Santos
Camijiua ; appellado, Joaquim Mano I de
por copia.
RelacSo a que se refere o oflicio a
cima,
i Rafes com toreados.
3 Varetaa de espingardas.
5 Correias de sola para patronas.
8 Bsndoleiras.
43 Cananas.
6 Kainhas debaionetis.
40 Escovinhss.
40 Corrrias de lustra para escovinhas.
121 Chumbeiras.
89l'ederneiras.
I Toreado promplo.
Oliveira Costa
Passaram do Sr. desembargador Souza ao
Sr. desembargador Rebello as seguinies ap-
'appellaces em que s3u :
Appeilanle, Antonio Ferrcira da Costa;
appellada, a ju.ilics.
Appellante, Amonio Joaquim dos Santos
! AndraJe ; appellado, Joaquim Mondes
Portara. Ao director do arsenal de Fieire.
guerra para fazer recolher a umdosarma- Appeilanle, Manoel Jos Soares de Avellar;
zens d'aquelle arsenal as armas o msis oh- appullada, Mauoela Francisca Mouteiro
jecloa, que Ihe forem msndados apresentar Regada.
pelo commandante superior da gurda naci- Anpe|iantes, Bernardo Jos da Cmara por
nal da comarca do Rio Forzoso. Nesle s,( 80uj miios e uulros; appellado, Luiz
sentido offlciou-se au mesmo commande Jun de STeixeira Lima.
superior. | pa8Sarain do Sr. desembargador Rebello
'ao Sr. desembargadur Luna lyeire as si
Commando das armas. 'guintesappeiiatOeseai que sjlok
(luarlel general na cidade do Hecifi l de ahril Appellsule, a justita ; appollaUOS, Antonio
de 1852. 1 Fernando* Lourelro eouiro.
osdbm do mi a. 86. Appeilanle, Joao Evangelista da Cosa e sil-
Manda o Sr. marechal de esrapo Antonio va ; appellados, James Crabire t Compa-
Corra Seara cotnmau Jaule da armas, l'i- nina o oulrus.
zar publico paraconhecimenloda guarni- Appellante, Manoel Jos Soarea; appellados,
cao.oue Sua Magostada o Imperador houve Donsley 0i Companhia.
por bem por aviao do ministerio da guerra Appellante, o juizo ; appellado, joso uon-
de 31 de dezembro ultimo, permitlir que o calves du l'asso. ...
S? tenent. toronel da terceira classe do Appellante, E-tovJo Cavalcault de Albu-
exercito Antonio Pedro de S Brrelo possa querque; appellados, os herdeiros de D.
residir nesla proviacia no aeu engenhn Jar- i Iguitia Fiancisca Xavier.
d,m 1 a fteguezii de Santo Amaro JaboilSo, Pasaaram do Sr. desembirgador Luna
tgod.1 cun"ou do oflioio, que .0 mesmo Freir au Sr desemb.rg.dor lellea as ae-
Sr ma rechai dirisio em dala de hontem o guiles appollatOes em quesSo:
Exm ? \i nf. dest. prorit.cia. Appellante, o juizo | .pp.ll.do, o pro to
' candido leal Ferreiro. A*,!.,r., e^Cr" de Juu,in M,n091 C ''
Ajudante de ordena enc.rregado do detalbe.
Vuorlsl general na ctdadt do Ricifi. 22 a abril
ais i85t.
ORIlEM DO DIA ". 87.
neiro a Cuuha.
Appellante, Amonio Gregorio N.ozi.seno ;
appellado, Manuel de P.ivaDias;
Appeilanle, Fiiippe Santiago Vieira d. Cu-
mia ; aupellado, Thooiat Lina Caldas.
xandre Correia de Ma-
Antonio Ferreira Lua-
tosa.
IMPIIESSO'ES DE VIAGEVI.
Hoi.i./l'ii. 1 de marco de 1852.
Oito horas de teinpo busum para atravessar
o rspar.oque separa Paris de Uruaellas; e du-
rante aaas oito huras gota-se da vista doscain-
pos admlravelmente trabalha ios, e de cldades
populosas e fortificadas com fossos, basiides e
purtas kvadicas, como Irraa, Donai e Valen-
ciennes, de Flanea ; e Mous da Relgica.
Ao passar-se di Franca para este ultimo rei-
no nao se nota dlUereaca alguina 110 terreo >,
no povo e na liogoa; p 'rece que he o mesmo
solo que se pisa, a mesiua naci que ae eucoo-
tra : que diverso que he o aspecto da Solooha,
de Calais, do Havre ou do Uioppe para quein
veni de Londres, de Folkston, de Douvres, de
liriglhon ou de Southanipton _.
A Blgica dlr-se-hia que he por uin lado-fcon-
tlnuaca da Franca, e por outro parte da Bol--
landa ; e se ba alguma cousa que admirar, he
que forme ella um reiuo distlocto, porque nio
se Iheencontra signal neniium de espirito ni
clonal ou propriainente de naciooalidsde :
provincias de leste cunservain liogoa flamen-
ga, oa cosluiiies flamengos, e essa quietaco mo-
ntona que tanto caracterisa o povo hollandm;
as situadas as frunteims da Frauca sio perfei-
tameule i'raocezas.
He a orle de todos os estados que se formam,
nao espoaUneainence, por al mesmo, pela sasa
especialldade, pela nalurea do solo, dos cus-
ime-., dos limites, da poslco, das necesaida-
des; a poltica organisa-os, iiaprovisa-os mala
propriainente, arraucandu deste e daquelle po-
vo pedacos, ineinDroa, elementos; e compon-
do com elles, tai helerogeoeos queau, Uina
nacao isolada eiudependente; desgracadamen-
te nesaa luta .1. poltica contra.a natureza sahe
quasi sempre esta veucedora, porque taes esta-
jos nunca possuein forca propria que oa ampa-
re, e so primeiro accouteclmeolo ao devora-
dos pelos viziohoa.
Tal he a posl(o deste reino denomina Jo da
Relgica: um povo iodusirioso, activo e traba-
Ibador lie o seu : as arles mecnicas r a agri-
cultura recebem quultdianainenie aperfrlcoa-
mentos ; as rendas do estado sao excellentes;
leus mesuio um eaercilo de "u.oti-i borneas, um
rei intelllgentisilmo, aquem st deve sem duvi-
daalgums oconservar-se at hoje reino iode-
pandeatet possue cmaras, regiinen coostitu-
cional, diviso de podere, polticos, uina bella
capital, a cidade de nrusellss, perfelta miuiatu
ra de Pars com seus i4c,0oo Uabiiautes, e ei-
cellentes palacios, bellas ras, soberbos edifi-
cloa e igrejas mageslosas cidadea nduitriaes e
importantes como GauJ, Llego, Aniuerpla, Bru-
ges, Mon, Namur, OstenJe catalinas; he seo
terreno todo enlrecortuJo Je canaca e estradas
de fero; he mesnio seu povo feliz, ouiaisfelia
talvez da Europa ; e enlietanto a cada loataote
o puvo, o governo, todos eintim, lemem que a
independencia nacional se perca, que o reino
ae desmantele, e que se evapore eiaa nacao qoe
se chama l'elgica, e nao pur causas Interiores,
e nein por guerras civls, mas pela falta de ios-
tincto naciuual, desse espirito que vivifica uin
povo, da-lbe forca mural, e o faz unir na dora
do perigo, porque todos dlzeiu aoinos Ingle
zes sumos Frauceses somos Ruasoa so-
mos Brasileiros.
He uina n.ic.i.i independente c livre, nas .1
cada instante seu governo se ve obrigado a Di'
gar aos proscriptos polticos eslrangelros o Jl
reito de asylo, que, sagrado como ftc, jainall
se devira negar, e Isto porque a Fraoc o eiigl
e a Blgica treme aoaceno da Franca i uUimal
mente Thiers, o homem de estado tjue tus"
parte tere naorganisacuo deste reino, recebeu
ordem Jo governo belga para sabir do sen ter-
ritorio; aquelles refugiados que la se consr-
valo como Vctor Hugo e Cbaogaruier, devem
inais o beneticio da sua residencia aili a Luiz
apuleao do que ao proprio governo da Blgica.
Ouando o re Leopoldo se vi amea(aJo^pela
Franca, olha para a Inglalerrc; esta p'oriu nao
pesa actualmente na Europa como oilr'ura pe-
ino ; lord Palinerton fez-lnc pe'3r as syinpa-
thias da sua inelhor ailiada d continente, a
Aualria, e da inais poderosa naco, a Russia; a
Prussla, que Ibe resta, nao ouaaarroslaraa ten-
dencisa do czar ; e ae o novogabineteritanni-
co nao reconquistar as aUeifes e alli.ocaa aji-
tigas, a Gra Bretanha^conunuando Isolada,
nein poder defender (ai calados de Uaoover,
Blgica eSuissa, quejtem oorigacao de prote-
ger e amparar para equilibrio piditlco e garan*
tia do systenu representativo.
E que papel que representar a Inglaterra ae
a Independencia belga deaapparecer r SeaHol-
landa, que he aeuipre apoiada pelos gabluetes
prussu, austraco e ru,so, Ibe arrancar o que
ibe percenceu, e Auluerpia estimar inais ii-
gar-se a Uoll.nda pata formar a unio dos por-
tos inaritimus dos Palzes balioa do que a Blgi-
ca, que Ibe nao pode coinpeusar as perdas que
sott'ieu ; eies Franca reivindicar as auas auti-
gas provincias e cidades francesas, que anda
sentem baler suas libras pela Franca, a Ingla-
terra perder inais que uenbuina uutra nacao,
c com a perda da Inglaterra desgracadamente
a cauaa da elvilisaco perder Uiuoeiu.
All peno da Blgica corneja aPrussi. que
cerco que soll're essa nacao! A Franca de um
lado, a Prussla de outro e a Hollanda ao norte 1
E todas com tao boa voolade de tomar-lbe an-
tigs possessdesl
&.ulndo-e d. Belgic. encontra-ae as
fiunluiras a cidade de Aix-la-Chspelle, que
anida hoje vive com a lembranca de Carlus
tlsgno; all nasceu elle; all plantou a ca-
pital de lodos os seus vastos Estados ; ali
i'urmou o foco da civilisatao que seu genio
advinhou, mas que sua poca 0S0 permitlio
desenvolver-so; all morreu o hera que
esp.ntou o mun lo, e que esp.int.rA .inda
a posteridade, tfio superior que era aeu se-
eulo O lugar onde vio luz do di., opa-
lacio em que resi lio, e a igreja aonde esti
nu tmulo, eis o que Alx-la-Chipelle mus-
ir hoje anda corflorgulhoa todo o eatran-
geiroque por all passa.
Mas adiante l est Colonia, a primeira
cidade romn 1, edificada nos piizes fros;
a patria de Agripina, mili de ero, a Roma
germnica emm, como os dominadores do
mundo a appellidavam, assentada as ribas
do Rheno, assemelhando-seaolonge urna flo-
rala com tantas torres, torreOes e mastros,
e .presentando no seu interior um labyrin-
tO de estrellas ras, o uins CollectSode igre-
jas e edificios gothicos, sobresshindu a to-
dos, enorme e mysteiiosa cathedral.qceo
povo acre lita tersidu ediflc ida pelo dese-
nlio du diiho, deganho exiriordinario, ad-
miravel, admiravel, sublime, que nao lem
rival no mundo.'
Antuerpia po-suo urna "admirivel cslhe-
dtal potinca, superior A Weslminster di
Londres, A Nossa Senhora da Paris, Santa
Gudula de Bruxellas, icathelral de Mil.lo,
a de RuSo, a de Rheims, e a de Malinas ;
Stfasburgo honra-se com outra igual a de
Antuerpia; nenhuma dessas duas calhedrses
purm riv.lisa com a do Colonho, anda que
incompleta, e que mas parece um cntico
de triumpho que olevava a Ierra inteira ao
Creador de mundo, cntico que fui abafado
pelas tromhelas do juizo eterno, do que pa-
rece urna obra humana.
Sub o Rlieno ; vede como suas margena
sao pstorcacas ? Quaotus caslellos feudaes
plantados nos pinoaros ds aerras que pare-
cen) querer precipitar.se sobre 11 II 1 Que
habitacOes guthicas. tilo ebeias de legen las
da media idade, de poesias romaulicas ;
que reminiscencias deise admiravel drama
de Goethe, que ludo o Allomao apren le de
cor, Goelz vou Birlinchingue !... Que ci-
dades edificadas aqui e ali, Neuwied, Andr
uacb, r>f-.n-ti"iif.-l is, Goblentz, Bonna, Ems,
M venen, com sua estatua de Gulnemberg,
famoso revolucionario que inventuu a.im-
prensa, o maior revulucio ia 1 1 que le id ap-
parucido no mundo! "Quantas ruinas se-
meadas pelas praiss, quantos ribeiros que
se atiam no seio do grande rio; quantos
vapores que o sobem e descem continuada-
mente! Si in : os AllemDes tem razS! o
lin.no he um rio admiravel. O Danubio,
o Elbs, o Escaldo, o Mosa, nao podem com
elle rivilisar em bellesa e poesa I
Pouco 18'npo gastamos em Francfort as
ribas do Monb, tributario do Rheno; nu
despendemos miis lempo oro Gosuingne,
afamada pela sua universidad", que bnlhou
com os talentos d H'cren, e Buuterweck, e
nemem Cassel.e llanovor, verdalelros jar-
dina, ou mais propriamenle casas de cainp
do que cidades ; llanover assemelha-sd a
um parque inglez; deu res A Inglaterra, re-
cebe hoje dol 1 reis, e governo.
Em Hamburgo reconhoceaios que lim
bem o incendio faz beneficios ; um incendio
extrao'dtusrio arrasou melado da cidade ;
poucos afinos bastaram para que como a
phemx renascesse ella de suas cinzas, e bel-
la como nunca, e formosa como jamis sus-
peitana ser.' Fazem bem de conservara
Cidade volita com suas ras tortuosas e seus
canaes mal arranja los ao pe da cidade oova
com ras largas, vastos carnes, pitorescos
largos, passeios deliciosas e palacios msg-
Oificos, que lulo se deve ao i no mili 1
llimburgj vive do ciminercio e s do
eomonercio; ninguom deixa do ir pra^i,
porque he ella a alma e a vida do Hamburgo.
0 Brasil he una das nafOos dn quo mais se
oceup 1 Hamburgo, porque receba enorme
quantidadedocafqie prepara, limpa col-
lora e alira em toda a Allemmha com o no-
me muda lo de caf de Java; pena he que
O nosso a-uncir va desa aparecen lo dos mer-
cados europeos; o cultivo da beterraba faz
continuados e rpidos progressoi: lan.,-n
osolhos por todo o territorio de Magietn-
burgo, do llanovor, e Brandemburgo, de
B'unawick, da Belgica,_ da Fraota, e da
Silesia; belerraba lie qu*e so planta, cam-
pos e campos a perder de visla se descubrom
povoados della ; quolidianamenle se aoer-
feitoSo os procesaos para fazer com elli Oj
assucar, e na Blgica em menos de 21 horas
colhe-se a belerraba, tira-se-lhd o suco,
pro para-soe refina-sc o assuctr !
O asiucar de beterraba se tem minos do-
tura' ifj> que o da cana, he mais lave no po-
u proco torna-se tao baixo que ex-
outro da concorrenc.a. A imporla-
assucir brazileiro na Alleminhi de-
odos os innos, extnordiniriamenlo.
Uin, urna grande fabrica de retinar
anda,ha dous annos 10 a 12 carra-
os de assuesr brazileiro ; no auno
nSo recebem um s : empregou s-
ssucar da beterraba.
o ni tomar serio cuitado com este ra-
mo dainossa agricultura; foi o primeiro
que so,colnvuu no Brazil apenas nu seculo
16 os purtuguezes o descubr rain e puvua-
ram ; o nusso terreno, e especia.m -uto o
Jo norte do imperio, Pernambuco, Alagas,
Seigipe, Baha e Espirito-Santo, e o impor-
tante municipio de Campos prestam-ae ad-
mlravelmente a seu cultivo; resta aus po
derea politicos crear premios para os mais
aperfeicoados procosajsde preparar o assu-
car de canna afim da dar-lhe melnor qusli-
dade, proco mais baixoe maior extrajo tu
Europa ; s assim poder* resistir ao desen-
volvimento du fabrico de assucar de beter-
raba : o que devemos tratar desdo ja he de
acabar cum eassa imposto* deexporlatao
sobre os nossos producios agrcolas e indus-
triaos, supprludu o dficit pur outrus meios;
alliriaiido o assucar brazilei'O do peso dos
impostos, zelando os agricultores o seu fa
biico para que reganto a replalo que
nuli 'ora tuina, e quo noje desgraf adamen-
te nflo tem nos mercadoi europeos, e pru-
carando-ae.perfeicoar o melhodo da pre-
paracSo, polo ser que .inda o nosso assu-
car consiga na Europa vender-se fcilmen-
te. Pur ora o quo ae nota he desgratada-
monte a diraiouicSo, a docau Jeucia e o dea-
credito della.
* Cum a Allemanha temos muito a gaohar;
podaramos della tirar naosgeota, que
na o de que msis carecemos no Brazil, e de
gente abunda Aliem.nl). ponto que au -
nualmeJte despaja sobre oa Estados-Uni-
dos pelos porto, de Roalard.m, Hamburgo,
Bramn, Autuerpiap Amsterdam, para cima
de 120.000 pessoas, e gente melnor que a
allemanha nlu ha para us, quo necei.ila-
uios de agricultores para aupprir os bracos
prolos quo nos dovein faltar com a auppiea-
sioiio trafico; podoiiamos tsmbem de la ihe entretanto o aeu maior inimigo, porque
tirar numerosos producto industriaos que
trocaramos pelo nosso caf, pelo nosso aa-
s .cu-, pelo nosso slgodSo, pelas nossas mi-
deiras, peloa nossos couroa ; nada mais l'.i-
ril do que fazor convergir para o Brazil a
direccSo d. esp.ntoaa emigracao que dali
aahe continuadamente para os Estados-Uni-
dos.
Os Amertanos do Norte tm sgnles em
todaa as*cidades contraes que aeduzem os
povospir. emigrar, e agonas publicop-que
com elles Iraiain, e os remettem par-fas ci-
dades miritimas ; neslas ha oulr4 agen-
tes que recebem-os. e emlnrcifi-os immo-
diaiametii-i de modo a nSo dejj,r-lhes lem-
po de arropen ler-se ; navios estilo sempre
oromplos e preparados ; remen at outro
commercio nao lem sniiJu iJ, colunisatao
para os Estados-Unidos.
Cnnvm orear tatnbem gencias idnti-
cas, ainda mesmo que se dependa alguma
somma annual dos cofres pblicos ; silo
dospezas productivas ; js temig 1.-r de tr-
ras, a que passou na sessao de sii' e se o
seu rogulameiito estabelecer ben, distincta-
menle o direito do sisme'ro o do pusseiro
de boa f, isto he, daqnelle qun^or com-
pras, iioiuno is mi meios I'k 11'ijitjs adquiri
o 1 ir mi, para que no lia^.nn qucstOes e
quoixas no paiz ; e se apelas trras mais
prximas s povo ici 's -.so oomoi; 1 r j a nie-
dic.io e geparatSo dar' propriedade nacional,
IfviJual, de modo que os
da propriedado i
colunos que para o bvazil se dingem achem
logo trras, e trras piroximas aos centros
00niiii"! caos para comprarem ese es'"1
lecerom, podoremos vii-toriosamr
putar aos Eitsdos-Unidus 4 li-
jnos AIIOiuSos o o futuro u
nada tora que iuvejar ao da 1
so-Americana.
Bastam oito horas parasn ii
go para Borlim ; eujdescre .a
Nacional e Estrangeira, public?a m t8i9,
a natureza ea almosphora ii() norte da Al-
lemanha ; nala tenho qnn accr^-scentar a
essa de-cripc3 juventud" nao ddi ire,fn d is 11 lusos.
Berln ho urna nvagnifica, uina aoborba
cidade de palacio?; atirada no meio de um
areil ; he a imageiu ,ia prussia ; naeJIO mo-
derna da prime/m ordem tem urna capital
010 lema, o ci.i.i.i iimlirii da primoira nr-
dem :tom pa>|acius Oi ais 1 ic.imeiil mobi-
liados do tflundo.um theat'O novo que em
ni i.'oilio 11011 n.io ene nina rival; museos
do pirur.i, esculptura, historia natural,cu-
'ISidadea antigs e armas, loo bem arrao-
jados e abundantes que tomam diaa inteiros
ao viajor qoe os desej 1 examinar ; e para
que o exterior corresponda ao interior, ci-
da museo tem uin sumptuoso edificio e a
niiiv t.-.i 1,1 ii- oceupa na principal ra espa
to grande como par. proclamar que all as
scieocias o lelras oceupam o primeiro lu-
gar, e a prov 1 he que Niebour, Savigiui,
Mus. Schlegel e Rail ali leccionaram.
E que illuslraQoes acientificas so encon-
tramem Borlim .' Como Sao ama veis os llmn-
buldls. os Manteulells, os Itaunors, os llil-
tera Quantos artistas de subido mrito
hahilam a capital da Prussia Que corte
tao luzdalem o rei, equiexorcito do jo-
vens tao ig taes, de physiunomias 130 guur-
reiras e syupatnicas !
A pe/. 11 do rgimen representativo quo
ailoptuu a Prussia depOis da 1818, a nato
he tnais milnar do qu 1 civil ; e dosse espi-
rito militar, desse optado armado occessita
a Piussia para conservar sou posto, pesar na
balante europea o fazr valer sua influen-
cia pulitica.
Ali ao pe de Brelim jaz outra cidade do
pilacios, mais 1 p. 1 n"i ., e rici purm de re
mese, constantee quotidian.menle alagar
e devorar a Hollanda ; ali tir.oi-aa ao mar
as aguas dn dona grandes rios, Rheno eo
Musa ; aiem diito, o mar est mais alto do
que a ierra.
O Hnllendez trabalha continuamente em
op.inr diques e munlhas ao mar, e ao mes-
mo t 'mpo oceupa-se em retalhar o paiz todo
com sorvedourea 1 en es para dar Batudas
ia aguas, de modo a nflo ser submergido por
ellas.
Airavessai a Hollanda desdo Arnhoim at
Rollerdam, paasando por Ulrocht. Amster-
dam, llarlem, ley le, Haya e Acheveling. Aa
aguaa vos cereflo por lodos os lado. ; oa
campos sSo divididos p.loi regos ; oa csrni-
nhos sao edifleados 'obre levatOes, feitaa
de proposito para que aa aguas l 11S0 che-
guem, e das carruigena ae avista la ao loa-
ge 0. mar mais alto quo-.-s*rcakea roncar e
ameafar ; eaa campias e as ci^oWwaun
suas igrejas a perdnr da vista, la mais em*
baixo, e pur entre as agoas do mar, dos fio.
e dos canaes.
Equo deliciosos pastos, que jsrdioaadmi-
raveisde flores em torno de Haya, do llar-
lem, de l.-y lo, de Amsterdam, de Utrecht,
do Aruherm Amsterdam, he original ; se
ii-in que mo tenha os ricos palacios de
m.11 moro de Veneza, e nena s poesii do A-
11 mi ico, e seo -ou tflo puro e delicioso, to-
davia pelas
scmelli-
e do B--
l>
ims en1 reciirladas de agua
oiic.i a cidade dos Dogos
ainda hoje in-
zil; Dosarobi-
:.i'll-vl lllimein-
-soyanliga posseaalo
orto do\iperio ; publi-
. 17_grando huia do escrip-
1......ii'ioos"prnduK)s, a histu-
, o sulo eo clima do Bhzil, Mau-
ricio de, "sau odificador da ctda&i do Ro-
cife, ho ainavlioje .?pme popular peleasoaa
feitos ni antiga colonia pcnugoea, \. as
obras do Un Ices, Ni><> e.Maragraie," 11
team os cuidados que Ihes mereca o ,osso
bello paiz.
Enconlrim-se museos de quidros di es-
cola flamenga em quasi tajas as oiJadea da
II iilui la, .dos ie Haya, a sua capital, que
possue magnficos peinis de Van itick, Dio-
nenbeek, Ra,nbrandt e seus discipalos, at
Utrecht, Rotterdam, Laida e Amsterdam,
que a presenta m com orgullio obras primas
dos pinceia de sus fillios: alm disto, as
collectes de objectos da China e do JapSo,
que se vm por toda aparte, sflo admira-
vois ; cutis que ludo dignos de attontSo
sflo os arsenaes, os diques e os eslaleiros
de fabrico do navios que manifestara na
maior evidencia a acliviJade e genio deste
povo.
Haya he urna capital que mais se asaeme-
ba a um j.ii-diin, se bem que tenlu mages-
ihmi.s edificios e pracas explendidas, Rot-
terdam nada lem a mostrar ao eatrangeiro
que 111 r c, 1 SUa atiem;lu senlo a caga e es*
tata do e-asmo, que tanto a honrou, e o
porto clteius de grandes navioa.
De Rotterdam passaino-nospara Antuer-
pia alravessando em bares de vapor, e em
8 oras do tompo, o es jaco de rios e mar
que sopara aquella desta cidade ; de Antuer-
pia bastou-nus urna hora pan vollarmosa
Bruxellas.
I- ni la est a minlu excurso ; a estatu
me nflo permitlio estende-la mais: e esta
lio a ultima ca laqui passir-me-he! pan Inglaterra, ede
l pelo vapor de abril soguirei de Souihamp-
tun para o Rio de Janeiro Ja ba bem lempo
eslou auaente da patria ; "innmeras sauda-
des della e dos amibos persoijuem-me a todo
descansando desta longa peregrinado.
Pereira de Silea.
i Jornal da Commercio)
PERNAMBUCO
iiiiin-i-oiii-i 1, do gratue Frederico II, eroa-o instante; precisa rev-la e abraii-los,
dor desto povo, e cujo nome he e sora soin-
pro um titulo de gloria para o povo prus-
m 'ii 1 : he Putsdam quo brilha pelos seus e-
dficios, e honra-se porq je em seus muros
se iiepjsitaram as ciuzas do maior homem
da Prussia.
Wittemberg apenas se nota pelas lem-
l-'in:u 1 o 1- de Lulhcru como Weimar pelas
do Seinli -i-, de 1, 1 lie. de w 1 .1 1 I e de
HerJer : cida cidade da Allemanha mostea
ao estrangeiro um tmulo do grande ho-
mom cuno urna preciosidado : Hamburgo
aprsenla o de Kolezbru, Aliona o Je Klu-
pstock, llanover o de L-ibhitz, Leipsik o do
Piiiiialow-k, Nureiiiberg o do Albarto Du-
rar.
Dresde possue o melhor museo de qua-
dros da Allemanha ; mais Je 1,800 obras de
0 marechal de c.mpo commandante das "'.. 1P"o. 1
mas, fz publico para scioncia da guarn- APeD.leJ'JS *!
o e 'effoilos necess.rlos, que Su. Magos- nezes appellado,
de o Impendor houva por bem por decro- m-
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADOj
CorreggiO.de Rspliael, do Rubens, de Mu-
siko, de Tloianu, de Guido Roni, do Giotto.
de Cario Dolce, de Motigi, do Caracci, de
Poussio, de Cran.ch, do i'iistoroto, de Cig-
nani, de Caravaggio, de U'onardu de Vinel,
di Sil valor Rusa, de Vallasques, do Rem-
brandl, ornam-lho as paredes e fazem ep-
oellidar a cidade de l-l.no n,a Germnica.
O palacio real mustia os ricos brilhantos e
pedras da curoa, as jotas ruis preciosas dos
antigos eleitores da Saxonia o os lra>tos do
ouioe prata os mais primorosos que elles
pussuiram.
O Zuingle aprsenla os museus de historia
natural, urna enlloco;.lo do Curiosidades in-
dialicas e egypicias, o de armas de todos os
lempos e nates, entro as qu. de Gustavo Adolphu, Sainarlo e de Ali
Moustaph. O palacio do JapSo tem soloc-
tSo Je p ire llanas e do marmrea que me-
rocem luda a .-illoncjlo. Afoia isto, Dreade
somonte hrOsla pela sua posisflo pitlorosca
subre o Elba, e pelos seus passeios da Eapla-
iiada. e das ribaa do no : o asse.Jio e re-
voliicao d" 1818 nflo Ihe destruiram senSo
paite do pilacio de Zuingle; mais Ine ha-
viain eslragadu as guerras dos sele annus,
ea duslriuta annos.
Saino 10 da capital da Saxonia seguimos
aura Lopsic, cidade industriosa, e Uah por
Migdeinburgo, Brunswik, llingom, e Esbel-
l'd 11 para asseldurl, eucustada ao Rheno,
acareada de lindosjardins : lomamos a na-
ve Jar sobre as aguas desse bello rio deseen-
do al Aluheim, j. n. Hollanda, nolaudo a-
penasqueas ribas inferi es nflo mereceo
a altencBo que altrabem comjuslic. as ribas
superiores.
Pisamos na Hollanua, onde meu dosejo de
procurar documentos sobre a historia d.
domin.tflo e gueiraa dus llollaodezes no
Brazil durante o seculo dcimo stimo me
arrastou mais ainda do que a curiosiJad.
dever o paiz-. A Hollanda he um paiz ex-
cepcional da Europa ; seus Uabiiautes estSo
em cunlinua lula cum a natureza ; o mar he
aeu cleaienlu de vid. e de gr.ndeza ; o mar
ha que tem enriquecido Hollanda, e o mar
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSACT EM DE ABRIL DE 1852.
J'rMdsneia do f -. Pairo Cava canli
As II loo. enva, feita a chamada, verlfl-
ca-se estarem presentes H Senbores Deputa-
doa.
O Sr. VresiiletUe abre a sessao.
O Sr. 7o Secriario le a acia da sessao anteri-
or que he approvada.
O Sr. Io icnlario menciona o seguiote:
EXPEDIENTE.
Um olficlo do secretarlo da provincia, re-
metiendo 10 ejemplares do primeiro addlta-
iinoii'i i relacao da divida passiva provinci-
al. Mandnu-se distribuir,
Outro do mesmo, remetiendo igualmente
os eiemadarcs do 2 addltamento relacao da
un-.011 divida. Tevc o mesmo deatlno.
tTm requerlmento de Joi Joaquim Bizerra
i.iv.il'Miin de Albuquerque, pedindo permiasio
para permutar o dominio til que tem em una
casa Ierre, na ra da entalla do destlelo da
cidade de Olin ia, com o dominio directo que
tem em uin sitio na estrada de Belein cma-
ra daquella cidade. A coinmisso de negoci-
os de cmaras.
Outro de Irinao Evangelista de Lentos, pe-,
diodo se* aulorlse o governo par. eontractar
cum elle supplieaulc a illumfnaco da cid.de
por 'i.eio de gaz. A couiinlsso de coiuuaer-
cio artes.
Foi lida e approvada a redaccao do projecto
n. I deate anno.
O Sr. Queda de Mello. Sr. presidente, ten-
do da olferecer i conslderacio da assembl.*
um projecto, nao quero fizedlo sem motva-lo
com atgumaa das raides, que me levaran] a
confecclona-lo.
A lei n. 160 de 13 de noveinbro de 1840, cre-
en o lugar de administrador do thealro da S.
tabel, eeienii este lugar Je prevenjo para
loando o theatro eatlvesse prompto. ser este
mesmo aduilolstr.dor, o que o dingisse; .0
ursino teiupo que. lei foi promulgada con-
cedeo que o administrador podesse previa-
mente aer erapregadn na adminlstraco da
obra do thealro, em quanto elle assim se con-
sersasse. Ora, einqu.nto o tbeatro esteva em
obras, parece-me que o lugar de administra-
dor era nesessano, mas desde que lato acabou,
e priuclpiaram aa repreaentacC-es, deaappareceo
a necessidade de um administrador de obra, e
ainda mais desneeeisarlo ae tornou este lugar,
desde que aa representaedea foram dadaa por
cunta de una empresa! e por cario, ao me-
nos no ineu entender, existlndo a empresa, o
lugar do adimnlatrador nflo he preciso, e es-
tando a assemble'a dominada como seacba, pe-
lo eapirito de economa, crrlu que aceitar a
idea de uin projecto cmquesepropde a aboliflo
de scinelhante lugar...
O Sr. Mello Higo. K qoand o governo nao
poder oonlractar poV meio de empresa t
OSr. liuedti de Mello. Eu propooho tam-
bem no projecto que a empresa srja contraeia-
da com peiioa que di tulUcianle gar.nii. ainn
:
:
MUTILADO


de remediar af-l tofiimM'Utitr...
O Sr. Mili" R'i' ~~ B 1"4o uio bouver
0PaV'o'des de Mello. Eu crelo que ha-
de her-ruipre i partan* alo ad pelo espi-
riio de economa de que assemblea eslapos-
sulda, eoino ainda pela deaneceatldade que
me parece ha do lugar de adnilnli>tr.idor, achu
que a idcla do projocto deva aer auvita.
O 2 artigo eaiabrlccc que a empreaa do
thcalrooiu possaseraccumulada cun aa func-
cdes de anilla; porque, Senhoiea, ser inacuin-
prehencao uiiuha. eatarel enterro; mal eiluu per-
auadldoquea empresa nao pode daroafrucloa
3ue ..publico deve eaperar della, quaudo ezercl-
a por artistas ; porque eatea ein couslanle
lucia cmn o sen amor proprio, cun a sua val*
dade, coiu o enlhnslasmo mimas veies nao le-
vaui 01 melborrs esprlauuloa, e o Iheatro que
lie puDlIco por cauaa dlsao perde. Se a caaa
achar alguma idea digna de aeu apolo no pro-
jeclo, ar-lhr-ha acellaco, no que preala uiu
eervlco publico; le nao achar paciencia.
Mando o projecto i meaa, lie lulo, Julga-
do objecto de delneracu e mandado Impri-
mir o iegulnle projecto.
A aiii.Mia legiilativ provincial di Vernam-
buco vnolvi:
Arl. I. Pica esilncloo lugar de admlnislra-
dor do Iheatro de S Izabel. creado pela le D.
l60 de 13 de noveinbru de 184*.
Are. 2 O prealdeute da provincia contraclara
a empreaa do uieauo Iheatro coin peaoa (|ue
oflcteca garantas aufncienlca, nao pudendo o
rinprrianu ejercer aimulianeainenie as su**
funcedra e as de artista.
Arl. 8 Flcio rerogadat as dltposicOe* em
contrario.
Paro da assemblea de Pernainbuco, U de
abril de 18*2. Umbdino Cutdes de Hallo.
niraeiu dlscussao o parecer adiado na le-
alo de 20 do crrente, subre a pretencio do
represntenle de Francisco Caineiro da Silva
arrematante do iinpuai*. de 2fS00 no munici-
pio du Rio Formoso.
U Sr. Francisco Joan. Sr. presidente, eu
pedlapalavia na occaslao ein que ene pare-
cer fot hu, parque me uo couformo de modo
'g-Wrt-eniii a decllualorla, que oelle se aclia ea-
beleclda. Kala mluha repugnancia ao pa-
recer uasceo de ter para irnn coma cerlo, que
a Incumbencia da coiiimissuu de oreamenlg se
esleode a alguma cousa inals, do que a conla-
geiu de olas, i|ue se estende lainbsiu a I11-
terpelracfio das leis de orcamento que |>or
ventura desta casa leoham sabido, e dclla ca-
recain. em uuia das lels de orc.aineuio ame-
llo r fes-ae urna cuucessio acerlos arreinaiau-
tes; ful lato coucedido ou dispuslo uo malo
lias providencias geraes da le do orcaiueuiu ;
ou se au fui aasiui, enlu fui ein una le que
diz respriio arrecadacatj'da renda publica;
le que deve ser atlendida; pela comft\isao de
orcamento, quando de confecciunur-esla ;
por que ella de' -sta as leis que dl-
sem reapeito i.. 1 renda pubilc,
que dizeiu respeilu leo della .,
O Sr. val i'tirft mi ngeme multo
grande. / k "
O 3r. Frandeo Joo. E\ vejo que dlsposl-
cdes iguses
lem con
nena
^tu
alias poda dar-se o caso de um arremaianle
comprar um Imposto, vendel-o a dlverssos, al-
canzar o abate de 20 conloa, e dizer, lito he
para uilin, a Dio para o contracto lucrando
assim nio s oom o prreo da venda, trias coin
esse abate, ao passo que sendo elle concedido
por circunstancias que at deranr, nao apro-
veitaram aquellea que as soffreram.
Senhores, eu nia vrnho advo ar a causa de
nlnguein, mas na mlnna condolencia pesa-iue
bastante ver una injutlica liofurie coutra um
individuo ; por laso lusialo em pedir que a caaa
drelare a quem fes a concessn dos 20 contos [
se a Maooel dos Anzoes, se aquelle contracto...
O Sr. Nocid Slonleiro : E quem be Maugel
dos Ansoes ?
O Sr Valentim Villela : He o Sr- Francis-
co Carnelroda Silva eos seus socios; eu nlo
quera declarar o noine, porque o ooine oada
lein c.ini a queatio; mas como o oobre depu-
lado ined esse aparte, nio posso esqulvar-ine
a aso.
Senhores. repito, he uma Injustlca clamorosa,
se iiau se anender ao pedido deste peticionario,
declare-se a iiilrncio da aisembla qual ful,
quando fia concessio, e nada inais elle pede.
Eu qulsera esplicar-ine inelhor, mas uio ine
he posairel; peco aos meus nobies collegas me
drsculpeiu, pelas relleioes que talves nao foi-
aem mullo bein cabidas, muilvado laso pela fal-
la de pralica ; mas o meu Hu nao he oiuro se-
nio o pedir queae faca juslica.
O Sr. ^.arneiro da tun/ia delleode o parecer
da coinmlsaau, respiiude ai ubservaedes do sr.
Francisco Joo, oppooda-se emeuda pelo
liiesmu Sr. apreseutada.
~~USr. Mello llego apolaa emenda doSr. Fran-
cisca, Juno, e las a guias conslderacdes, em
retposa aos oradores que opinaran em sentido
conli ai 10 ,
O sr. yjjiesno Joflo suitenta de novameate
stra que pelos principios de
Ibnnaesordiuaiios compele o
.1 o tu queslo faz diver-
kgeraes para responder aos
e se opposeram sua einendn,
por ella ; por ser o nielo de
I parla da asiainblea o negocio
bradi flm dlsntd.O'MirllnaFerelra.
Nlo ipolada.
10. Artigo addliWo.-Com ereaolo da m-
roli industrial da que falla a le n. aiidal6
da agosto de 481:000,000 n.-St l'oreir.-
Mallo Rago,
Apolada.
11. Emenda substitutiva da parla do g II do
artigo 11 do artigo 3i.~As casas de jogo de bl-
Ihar pagarlo tO/rs. Ollrelra.
Anotada.
12. Ao 8 do artigo 31sendo desde Ja. A.
deUHvelra
Apolado.
II. Ao artigo 31 g U.Supprlma-ieticamlo
esempios al o llm e accreicente-se adop-
tandu-ae o regulaineuio u. 415 de II de Juobo
de tais. -- Martina Pcrelra.
Nao apolada.
II. Com ainatrls de Ilambe 1:0O0/.--Campos.
Apolida.
14. Com a matriz do Ourlcury dousjeontos
Campos.
Apoiada.
16. Cota a matriz da Ingazelra liooof n. M.
J.C. C.
Apolada.
*
2a
u/odutir-m toisseasis ra;lu-ba;flos Intei-
sua emcni
dlrulto, s ai
conbecimenlo
saa considera!,
SIS. drpmaooa
e conclue vuts
rrsulver-sa
que Ihe ful al
Val A niel
a A comiii
o abale d,
dividuo
que o 1
bunaes
A dlsci
alia
esa 1
e apoiada a seguinle emenda.
1 .ir fazendarecouheceodo que
rremalaco nao fu dado ao in-
|ez a arremaiafo, he de parecer
pilcante lem dlieilo peraole os trl-
paiz.Marlint t'eteira
lo lica adiada pela hora.
01 III->l UO 1)1 A.
Entrain em iu'.a dlacussao as emendas of-
fereci.laiaoorcamKnto municipal em lercelra ;
e lida ella foram Vv"1"1"' emeudas dilBui-
(ivameute approvadas, -uem asiliii o projeclo
emeudado aliui de ser re'.eltido coiuwlsaao
de rcdacciio. ,'
O ir. Aguiar Jusllllcs'e manda o seguinle re-
queriineuto que fui n*' it^'lo-
"equeiru urgencJ" para se discutir o pare-
sobre o s/egulaiiieuU da cmara do
Reci.
Aguiar.
Fui deca.
-Mbr-jiuca de alguns luipoilos.
em lercelra diicusso com as
dere,
a
4
TVtCC s/(/ii(/, --- Csv^'^J"!*---------- II ----- -"---------------- ------------------- ------------
acerca da recella publica assim se emendas a|>pr.lV4d|a ela ,eguuda o projeclo o.
redo; e a medlia d^"ue se trata id sb'e e.ir.i,
ao ful apresentada, icXiao porque) v ai. .miici.i ,yi,uu oile ece como emenda
e delermluar o JssMssr, purque'sc
'^i/.cr a iii-iiiinn. .,,, 1i.11 eludas, ja decre-
s, e ire.a.l^., nao.era piula inulto fura
r*" o, que a coiiili^aaao del orcajueuto, a
.* *ila irprclrnljcauluvia. iidu conillielll-
i|in'.a. iu I
da, iKerpu
usesse Julzo arspeilu, e nao apre-
zenlaisc tima declinatoria, l'ur laolo. Sr pre-
sidenlet prusauo deste modo, penaindo que
a commi-aiin devera iulerpur scu julso ; peco
llceuca a V. El. e a casa para eiuililr a nimba
plnio acerca da que>tu. Sr. prealdeute, se
eu lora meinbro da cuuiiiilssiu de oifanieiuo,
cuapreseuiana o meu parecer, diria que a cou-
ceaso fcita aoa priiniuvus arreinultautes, da-
das aa iiieamjs circuualancias, (leve apruvei-
tai por Igual, e proporciuualmeiuc no. com-
pradore dos ramos, mas que luda a averig.ua-
ao deasas clrcunatanciaa, nao pode sei ava-
lada, se nao pelos tribuiiaes ordinarios do
pan (apoiados ) Pur tanto, aeo nubre deputa-
do 1 outros me fazem a honra de apoiar o meu
pens-inciilu, cielo que convird contigo do
uiesuio modo, approvaudo a emenda que te-
libo a h.nita de oQerecer, mandando que o
peiicioiatio se soccorra aos iiobos uibunaes
ordluarius para que alcance o dlreito que re-
clama. Crelo estar explicado o meu penaa-
iiiento com a srguiule euieuda, que aubiucltu
a cooiideraciiu da casa, como additameulo au
parecer.
Val a mesa e he approvada a scgulule emen-
da:
Depois da palavra que diga se- seja Indrteri-
ila a pii'leiica.i do supplicaute, valo conloaos
Irlbuuaea ordiuarioa labe a deetsao da queslo
hiij. na cunnideracau dea la inesiua assemblea,
Frantiico Joa.
OSr. Valenlim Villela : Sr. presidente,
eu So p.ia-u .icu.tr oe tomar parle na dia>
i:..s-flu ticS'B parecer, quo esta gub.netlido a
coiiM ici .11;"1 1 da casa, o bom assim da emen-
da que Ihe fot otr-recide, por isso que vejo
queuuia graude iijustifa val pesar subte
um arrematante d paite doste imposto de
que ae tiata. 0 annu pasa.io Sr. presiden-
te, o aireuiatante primitivo recebeu 20 con-
tos de rla de abale no prerjo loial du Im-
posto que In.lii arieuiolado mas leudo
v.-n irlo ililfun nii's i'Jiiios deslo impualoa
diversos, nlo quer abater propu.cional-
mento a cada um desses compradures par-
te que lile toca neasa concsslo que Hu fu
feita. comprador do ramo da llio-For-
moso, pag.iusuccessivamonte lodasaspies-
tifOea du preco da compra que fez, dei-
zaudoapet.as de pagar a ultima que he de
tresentos e lanos mil ris, e senio pedilo
ao principal air.'matanle que houvesse de
encontrar esse ultimo pagimcnto no abate
que era ubngado a taier, por issoque ha-
va tldo, laubem nonou-ae a esad acto de
juatica ; prorurou ludus os meius Cuttcil-
iatailua, a amigjveis para ver se poda
cuuaeguir isso sem candara paciencia da
assemblea, mas nlo foi pussirol obler cou-
aa algama, porque ess.< arremalanlo primi-
tivo duque, a conces2o dos 30 conloa liv
fora fulla prasoalmenlH, e nlo aos arrema-
tantes do contracto, por conaequenoia que
bo uma cousa particular que nu se poda
entender com aquallesramusque liavia ven-
dido....
Din Sr. lieputado:He umi queslSo entre
dous psrliouiares, cujo cunllecimeito per-
tence aos Inbunaes ordinarios 0 Sr Valentn Villela: Mas esta as-
semblea para ser coherente, deve dicidir al-
guma rousa a rrspeito ; porque j esta mes-
illa ass'mblia, em urna legislatura anteriot
lnndo Concedido um abate, supponlio que
no valor de 60 contos aos arrematantes
deato mesmo impuslo; tambem no que-
ran) essas arreo.ol.ules dar quuta cor-
reipon lente aquellas que Ihe linliaui cum-
prado ramos desse imposto,.mas a s-o ti-
bies tomando conhecimento desle negocio,
resulveu que os compradores tinham direi-
toao abate proporcional. Ora, els-aqui o
mesmo caso, eis-aqui o quo o peticionario
quer; isio he, pe Je que se I he faca a giaca
que ae fez a aquellas, declarando se que el-
le lem direito a esse abale.
Vm Sr. Diputado E nos estamos abrigado
a fazer o que os outros hzeram ?
O Sr. Fanmm filela. Nio Sr.; maa con-
vem que a aiaembla declare, ae o abate con-
cedeo fol ao bomein ou ao contracto ; he isto
que o peticionarlo pede que se Ihe declare ;
porque teodo a aaaembla declarado essa ques-
lio por esaa inanria, lem o Individuo alcan-
zado Hielos para procurar oque Ihe pertence.
Seohares ou esta assemblea r.conhece que na-
quelle lein|Mi errou, t deve-o declarar positi-
vamente, ou nio; e ernio cumpte-Mie fazer
oque ein oulra epoea fez. Sr preaidenle, o
peticionarlo, que, repito, apenas pedio ao ar-
rematante, que Ihe Asease remitan de tresen-
tos e tantoi mil res, que em lauto Importava
o ultimo pagamento; ou por oulra o unco
que deiiou de fazer, nio quer seuao que a
aiaembla declare, se o abale fol feilo a Ha-
noel dos Ansols, ou ao contracto de que elle
era arrematante. Se ful a Manoeldo* Aozois,
^nlluliva a-b mencionado projecto, o que
apresentara em oulra sessau, e que sen-
do impressosottou. 26 fora distribuido.
Aguuu-ae aqutlto de ordem aobre poder,
ou lio, ser cooaidedo como emenda ao refe-
rido projecto n. loo djlode o. 2o ; mas, ames
que seellaliouveaaadicl'do, verittcou-ae nao
liaver caaa. \
OSr. residente ordenod^uc se procedesse
a segunda cUamada ; e linJa esta, |reconhe-
ceu-se terem-se retirado os T : Piulo de
Panipos, Kaiclni.1, Aqulno, A. dipilveirn, Mar-
tius l'en 11 a, Souta Lelo, 1 iniuo de Mello, e
Francisco Julo, V
bm seguida designa a ordem do* da a le-
v ,11-ac a aessao. ( Eram duas horas e iscia da
laiue-) ________________ _
Tribunal do commercio.
Ue ordem do tribunal do commercio da pro-
vincia de i'ci 11 iinbiici, se fu publica a rtlacao
abalao transcripta dos coinuierclantes, e eiu-
bjrcafdes braailelras que se tem matriculado
ueste iiibuual, no cui rente uiez de abril al
boje U
No Impedimento do secretarlo.
Joo Ignacio de Mcdci'OS llego.
HEI-AC*U".
N. 101. O Sr. Manuel uucalves Ferrelra Li-
na, cldadflo braslleiro, domiciliado na cldade
de Sau Luli do Maranhao, com sua casa de com*
inercio de grosso iralo : nesia qu..ltdade foi ad-
01. linio a ni .111. ola em 21 de abril do crreme
auno por despacho do tribunal do piinicuo do
dito inez.
N. Si. O biate nacional Sao Joo de ii tone-
ladas, proprledade do Sr. Manuel Aulouio Fer-
uaudea, cidadiio braslleiro, domiciliado na villa
do Assu.proviucia d^ llio Grande do oorle: nes-
sa qualidade fui adunllldo a uiairicula ein 19
de abiil do con eme auuo, por despacho do Iri-
buual de 8 de jaueiro do dilo aono,
N. t2. A laucha uacloual Paquete, de SI to-
neladas, proprledade do Sr. Juo Perelra da
Silva, cldadao braslleiro, domiciliado ua Para-
liyba do norte ; nesaa qualidade foi admitlida
a matricula em 10 de .mi 11 do crreme anuo,
por de8|iacbo iioi.mnn.il da luesma dala.
N. 63. (Mingue uaciuual Sigilarlo de 286 to-
neladaa, proprledade da aeuhoia I). Mara Flo-
nuda Castro uarrico e sua tilda menor, brasi-
leiras, domiciliadas nesta cidade : nessa qua-
lidadcfoi a iiniiihlj a mal tenia ein 22 de abril
do crrenle auno, por despacho do tribunal de
iodo crreme uiez.
Secretaria, 24 de abril de 1852.
Esta conforme.
Joo Siheira de Souta,
UMlcial inalur.
tinas, todss essas lulas eivis, todas essas
disco'.lias violen'as que t'nto singue Oze-
ram correr na Pennsula Iberios, e para a
qual o resto da Europa olnavs com susto e
espanto receianlo pelo Mu futuro grvido
de des/r-;s Incslculsveis: foi msis que
ludo nusse periodo melindroso e "tino difllcul lades que o ilustro p-rnambuesnu,
elevando-so i altura da suuscio, soub-
mosirar se digno do geral re de quegozava.
O cuidado dos int t s-cs brasileiros nlo
tomou lugar eiclusivo no p nsamenin do
distincto di. lomis, para em nanear que elle
prestase o seu contingente em bem da paz
da afio en) que se achava. 8em isquecer o
lim de sua miss'o, sem preterir a reserva
que Ihe era destinada pela sus posiflo, sem
f.-rir as convenieuci s imaoatss pelo prerei-
to da diplomacia, elle, pondo am contri -
biiicioji os remisos de sua illustraflo e
etperiencis, ja s sua influencia individual,
ja as suas relsr0es amizade para nrrefo-
cer as paiifles, pacificar ts espintos e ex-
i. Se passar alguma quota para reparos da1 (inguir 01 odios polticos, preatou val esos
uiairizes d-se 2 001)/ra, psra a matriz de SaJ-'iervicos ao Ihrono da joven rainha, econ-
gueiro. F. X. Paei brrelo. soguio as a factura dos acudes Ji decretados e desque se no cnnse;uina sem mullo trabalho
posiamaer feltos com o que restar dessaquan- grande ellii.'o de sangue.
lia. Mello llego. I Nlo exageramos : triis silo e melhor do
Apniada 'que nds failam as constantes provss deesti-
ill'Siipprima-se a emenda do Sr. Mello Ilrgo rna o apreco que aempre recebeu oSr. C-
feita ao artigo 31. Jos Pedro. valcantt, nio ( de todss SS ClassS da so-
tnSo presidente da provincia autorl.ado ^^^^'t'JSAll ^Tr
adarnovoregul.menlo ao consulado pro.lo- e do govemo, qualquer que f. > Cr
clal.eadispor de li< por cenlo do redlio desta Poltica, como partlCul.Htietile detslAS
reparliyio para dar a leuseinprrgndos asale- NAGhSTAUE, rainh mil, a rainha Isa-
urlasque eslgeo servlcoque desempenbam, bel e o rei D. Francisco de Paula.
os Pedro da Silva.
Apolada.
Nenhum diploma!- go/ou ainda na crle
de llea anha ( tepois da restauradlo) de
SI. Supprlma-se a emenda do Sr. Augusto de umi esijm, mais sincera do que o illuslre
Ollyelra sobre a reforma do consulado. -Jos pern,mbc,r,0 P em tal pte?o forstntums-
^Apoiada ,,os seu8 ervic is que lm de Ine ser da 11 '
22. Ilestaure-se o artigo S3 do projecto,- Joi s grsn-crnz de habal a Calholica. e a com-1
Pedro. men la de Carlos III, a sua txm.' Sr.1 leve 1
Apoiada. a especale multo 1 arlieula huir de ser |
s3. supprlma-se o Jj 21 do irllgo 3 e a emen- agraciada pela rainha com a gran-cruz de
da do Sr, Paes Brrelo leila a este % Jos Pedro. Mara Luisa, <>r icni honoriUca e mu i lo
AP0,1"11-, apreciida na llespanba ( oumpre aqu dizer
21 Supprlma.se 1> emenda do Sr. Augusto de jr c,,,|C4ntj nuocs receba maior
Rolada''. g I O DOMO governo do que um habito
25. supprlma-se o artigo do Sr. Uchoa Caval- de Cliristo !! )
cami icerca da publicacao das colletas pela lia- E'S o Pernamoucano que seiba de cnegir
prensa. Jos Pedro. i sua pslrjs: em poucos diss deve elle re-
Aprovada. tl'sr-se para o.llin de Jsnoiro. As ultimas
JO. Para a matriz da Ingaselreuin cont de ri. reformis que se llzenm no nosso corpodi-
Martina Perelra. plomatico leliaixaiido 8 miSSoO da Uespa-
Apoiada. ||jeram cim que o Sr. Cavalcanti,
27. Artigo add I vo psra ser collocado aonde "" .' "' H, _ini ... .^...i^.il
coovler. Com o prufe.sor de l.chigrapbla, "3|> podWtto passsr de rointatro ''anleiite
cujo contracto Bca prorogado at ao fim do aa- enerregado de negocios, usse posto em
no financeiro de I8S2 a 1843 800/ rs. S. R. disponibilidad, e ch >nia 10 a cOrle do im-
Florencl Mouieiro. peno, oudo, diz-se, Ihe est reservada com-
Apolada. missao impoitante.
J8. Anigo substitutivo ao artigo 30. Com as Praza a Daos que o nosso governo, esque-
despezascveniuaes, iocluslveo supriirtenio do Mnno 0 giber a experiencia, os annoa es
esludanlsJ.cobloa.as despeza.com as luipres- pr0Dij,ue nlo ponha i margetn o pr-tiCO
sdes provinciaes, e as graltlicacoes que vencem 'a .. 4. ji 1 .. i.j. ....... .0.
o, inembro, da comn.i.sao de que irala o arll- e .Ilustrado diplum.la para abrir espato aos
go 12 da le n. 223, que uo ezerciclo desta lei jovons, que lvalos peto sopro da potinca
ncara cargo de quairo escripturarios da ihe- ludo pretcnlem e alrancam.
auurarla pruvlnclal, que nlo forem nnprrga- 0 Entbusiusta do Mrito.
dos da eztlncta ihesourarla, e sob as coudiedes ^
actuaes. S, R. Castro Uio. OS JESUTAS, OU O BASTARDO D'EL-REI.
Nao foi a lomuda, por conier na ultima par- | (orn ,|,. utulo tem de ser levado a scena
ledisposl9opermanenie. hoja, no Iheatro de S-Izabel um excellenle
Tambem se mauduu imprimir igualmente drS, COmposto por um insigne escriptof
o seguinle projecto : que bem e fielmente comprehenleu, eexe-
A commissao das obras publicss, oom- culou o mais sublime pensatnento. Nada di-
irrercio, agricultura, in-Justn e arles, ten- eemos ^bre o seu bem trassado enredo nio
!Oj?esado levid_a.mriU o objecto .da peti- i p,ri j0 fer morrer a bella illusJo
ci iiaaJ'!!ppe Mena Callado da Fonseca que elle tem de produzir nos expeetsdores,
sullicii.il lo desta assemblea o auxilio de como porque ja esto drama he coohecido do
viule contos de ris, para o lim de fun- publico desti cidade. Nos j livemos o pra-
dar nesta provincia a industria da crea- zer de assistir a um expeetaoulo notheatri-
clo do bicho de seda, leconnooou que, con- nho da ra la l'rais, onde elle foi levado a
.in.lo animare soccorrer as indusliias na- gcena (eremos qua pela primeira vez nes-
Oeotea que possam achsr no paiz os neces- 1, cidade :) all a sua execugo nio foi boa ;
salios elemento* para seu desenvolv nenio, todava os actores muilu sob esirsm nos
nio he a de que se traa uma das que me- differentes papis, de que se encarregaram
nos reclame a lteoslo do corpo legislativo nizomoa que souresairam, porque, como aa-
UIAKIIJ K PEitYWBIJC.
KECIFE 37 DE ABRIL DE 1852.
A assemblea approvou hoje em 3' discus-
s3u os pi ojuelos os. 25 a 27 -o 1 que auto-
ras o abuuo de 200,000 rs. para quebras ao
tliesoureiio da Inesoiraiia provincialo
2* acerca do Cslfameulo das ras desta ci-
iade; e em 2* o deu. 27 aobre exercicios
mios.
EutranJo em 3' discussio o ornamento
provincial fora 111 enviadas a mess, e man-
dadas imprimir no jornal da cass as seguin-
les emendas:
1. Cun a inalrizdo Allioho 1:000,000 rs.-
Villela.
Apoiada.
2. Art. 15. Acresccnto-sesendo um couto
de tis para o a cali menlo da capella-mdr
da mal u da villa lielU.-S. It.-Barrus Fal-
Cio.
Apoiada.
8. Com a matriz do S. 8. da freguezia da
Bos-Visla 1.000,000 rs.-Villula.-Uliveira.
Apoiada.
4. Ao arl. 15 Um cont de ris pars os re-
paros da capuln-mor da matriz .dos Afogs-
dos.--P. Varejlo.
Apoiada.
5. Ao art. 15. Dspois ds palavra--auxilio
diga-se--sondo um cont de ris para a ma-
triz do Linueiro, o um cunto de ris para a
de Pao d'Alho. Martina Pereira.Eslelll-
ta.--Barros Falcio.Aquino.P. Varejlo.
tiastio Lelo Dr. Baptisli. Firtnuio de
Mello.Ulit"r.i.--i; nli-lino.-Villula.-Flo-
rencio.Oiiveira Uaciel. Vellozo da Sil-
veira.
6. Com asmatrizes das freguezias do Sal
ueiro. e deOirioury, 8:000,01)0 rs. sondo
1 000,000 rs. par* cada urna S. .--Esle*
lita.- P. Varejlo.Martina Pereira.Barroa
Falcio.--Castro Lelo. Umbelioo. Ville-
la. Firmino de Mello.Olivairs.Velloio
da Silveira.
7. Ao 1 Depois da palavreloteriss-di-
gaseue oulras proviocus. Msrtins Pe-
reira.
Apoiada.
8. Ao$8doart. SI.Emlugardaspilavrss-
para negociodiga-seexcepto o que.fr
em companhia de seu dono, e a seu servi-
proviuciil.
E a coinmissBo nlo duvidaria sconselhsr
osa que concedesse ao pvtieionario qual-
qaer soccoiri pecuui-rio rasoavel, sono
Uvesse em vista a dpffleiencia dos cofres
proviuciaei na presente occasiio, em que
esta assemblea trata de autoiisar um em-
p estimo para acodir is urgentes despezas
que demanda a factura das esl.a las En-
tretanto collorada na i npussiiiilulnde dea-
conseiharo .lelTerimenlo da pretenrjiu do pe-
ticionario nos termos ea> qua ella he reque-
rida, a cnmmissSo he de, parecer que se
a iopi'i a seguinte resoluclu, como meio de
cna.ijuvagio que oulras assemblas provin-
cia s t em concedido a in 111 -1 1 -a da mesma
natureza em iguae* circunstancias :
A assemblea pruvincial de l'oriumbiico
teso I ve:
Art. 1 Fiea concedida i Filippe Mens Cal-
lado d< Fonseca a extraerlo de tres Inicias
de 120 c.nios de ris cida umt, segundo o
plano dado pelo governo para o lim de
crear e promover a' industria do lucno
seda nesta provincia.
Art. 2. Ao governo provincial fica incum-
bida a iospeceio subre oemprego do capi-
tal resuda ile das luterias cunee li Ins. de-
vendo estshelecer as comiieces necessarias
para que sejam colindas 10 las as vanlagens
que o peticionario olTercoe.
Ficam rnvogedas as disposi;0es e
trario.
Salla daa commissiVs, 27 de abril .1
llmatde Capioaribt.F. II de Helio
A ordem uo dia para a nvnili.ii iiu
discussio dos projectos ns. 18 e 27, e
dos de ns. 19, 20, e23.
Foram nouieados para a commissSo espe
cisl qua tem de examinar o contrato das
carnes verdes, os ara. Jos Pedro da Silva,
Pereira de Csrvalliu e Mello R"g.
Communicados.
... 1 DU. Ci;|ll UfllllllH UC BOU UUIIV
nadadle poda pedir; mas se fol ao contracto,!. R u,r(ln, p-raira
enio elle que fol um do* arremtame, lem V K-r-Mir.il Perelra.
direilo a parte proporcional quellj t|iie coin-1 *poatia.
prou; nem de oulra forma poda aer ; por que I tV> S daf*- 31. Suprima-ae-sendo C0-
0 SR. JO^ FRANCISCO DB PAULA CAVAL
CANTI HE AI.KUQUERIJUE, EX-MI.MSTIIO
DO BIIASIL EH MADRID.
Seja-nos permiltido qua, sem ofTender
suseeptibili.lades de oulrem, procuremos
boje reparar d alguma so. te um descuido,
setiio injusiica praticada pela imj>ensa per-
namhucana (*;pa'a com o desiincto servi-
dor do estado, cujo nome fleacitado; sen-
do isssa de admirar o silencio que se ha
guardado acerca de um d is l'rnimbuonos
mais illusl'es, mais dignos de considera-
dlo, quo melhores servidos tem prestado
ao seu paiz, e que acaba de chegar tsira
que o tio nascer, de, os d umi ausencia
.le 24 anus empregados na ladigosa e es-
tudiosa vida diplomtica, representando o
seu paiz junto a mefles estraageiras.
De Estados-Unidos, o Sr. Cavalcanti deAlbu-
quarque, estreaodo sua caneira em um e
ractrr elevado, permanecen n'aqueile pail
por mais de nove annos, tornando se po
seu procedim nlo e habilidade Iflo digno
da eun-i leracio do nosso governo, que senj
o solicitar fui mandado para uma das prin
cipaes c6nes da Europa, Ma iri 1, na qusli-
dade de ministro residente, quan lo anda
era vivo o reiFermoio Vil. Sio bem 00-
nliecldas as peripecia* polticas por que ps-
sou a llespanba na lo ga minoridade que
segui i-se A mnrte desse mnnarchs, quando
as paixOes polticas e o delirio das faccOes
be o publico, a companhia desse tnealrinlio
nlo era cotnposta de professionses d'arte
drsmslica, e shn de alguns jovens curiosos
que s por gusto, e par* plantar este no pu-
blho se dedicaran) a esles diveitimenlus
sompte lcitos, honestse instructivos: nes-
le caso pois elles sempre excederam no des-
empenho de sua* parles a expecla;io dos
que os viram em acea.
Se pois o drama, de que ora nos oceupa-
mos, tanto agredn nesse tneatrinho, como
nio agradara lojino Ihestro des -Izabel,
onde Ir .l> tilia urna companhia, ( gratas aos
desvellos, estorbos, e grandes sacrificios do
Sr. Germano,) que, sem medo de errar, po-
demos dizer he a txelhor que aqu so lem.
organizado l Vestuario, decoracio de SCdna
etc., ele. ludo be novo, ludo he rico, tu 10
he digno de attrahir as sltencOes do publi-
co, aquem convidamos s vir com seus pro-
priosolhus certificar-se hoje no Iheatro de
S.-Izabel da verdade de nossas palavras.
A parte de Edemundo ser desempeoha-
la pelo insigne artiata o Sr.Germano; seu j
nome he o seu maior elogio : a do Leonor .
pela distincla actriz a Sra. D. Mari* Leopol-
dina, cujo merecimenlo artstico Jamis po-
de ser mareado, nem pelo hlito da calum-
nia, nem pelos tramas da mesquinha e bai-
la inveja. O Sr. Germano eisn. I). Mara
boopoldioa sSo dous proverbios de perfei-
;io n'arle dramtica. Que pena po lera te-
cu- devidos elogios a estes lio distinclos
a-listas .' O pubCO OS COllllece, O publico OS
tem avahado: >eiso seu ln*c*b*vel padrlo
gloria. -'
Nio pdemus deixtr de fazer aqu men-
0 .10 Sr. ite/.ina que tanto us agr lou na
irle /deflatirem Joanna d.i Flaudres, e
que hoja nos nade dar o mesmo prazer o*
de francisco lUansos.
cjniiiiue o Sr. Germano a levar dramas
desta qualidade, eo publico que sempre se
I he te 11 mostrado generoso, redo b rara seua
eslorfjos para aliviar os dissabotes porque
lem 'pastado o digno administrador rnnpre-
zariodo iheatro de 8 -Izabel, por sem duvi-
d* o mullioi "teatro do Brasil.
W. y. K.
ta|
[
VAWEDADES.
(*) N5o scoeitsmos sensura p-la parle
qua nos toca ; porquanto no aosso a.* 77
de 5 do corrente lizomos especial menclo
do Etm. Sr. Paul* Cavalcanti.
CARTA DO RAR*0\e KIKIRIKI, EX-DE-
PUTADO, A SUA ESPOSA A UtHO.NCSA
DO MtSMO TlfULO.
I.
A Catharina do vapor,
Sue encontr! mesmo na ra
tilregoii-ine a caria sua |
Vajo coin gosto que lem
Saude, a que paisa bem.
Eu c por mim. Dos loavado,
Vegeta aea novldade,
Nesta mu grande cidade.
Que fai ob.ad'utn guerrclre,
D'el-rei Ullses prlmeiro.
III.
De Penelona marido.
Que fol a muiher inodtflo.
Arranjav* a aeu nuvello I
Tecla tetas de lindo I
Nio consta bebesse vlnho.
IV-
Eu jamis gostei, senbora.
Da muiher, que me cheiraase
Ao eus Hacho, e que tomaste,
Eosugando uma garra/*,
A eompelenle inoafa,
V.
A Baronesa rae pede
Noticia* da capital.
. A cansa val mena* mal.
Ha miseria I em recompensa
Ha llberdad* de Imprensa.
VI,
Quem.nlo lem qua dar ao danta,
E ve fugIr-Ib* candas,
Fai Jomar*, iradui novellas,
Onda met* o en booado
Da portugus malcarado.
^ Vil.
Temo* carlea : ludo* fallam
Can ara de hachareis,
E lodo* pedem ppela I
He to forte eaie pedir,
Que nio ba mios a medir.
VIII.
O lio Julio sentado
Ao lente dasdlscussces,
Refrea o* grandes lufdei ;
He pequeo no volunte,
Mas tem bastante cborurn*.
IX.
O patrlircha Joa
Na cbafarlca trabalba ;
Recruta toda a canalba
E hoje lem na canoeira
Toda a praca da Flguelra.
A.
Sea Irmo, ( das mocas nova* )
Que outr'ora aasuslra o inundo,
Quarda silencio profundo I !
Ja muiher, e nlhos tem,
E torrede* em Sautarein.
XI.
O men Jos Estevinho
J nlo be quem era d'antes
Como* seus aparte* brilhantes'.
Falla pouco, donne e 14,
Quein o viu, e quem o vi.
XII.
O Maclelra reolla
Com vozde assucar em ponto
"' seus sermo. s a descont ;
E no lim das humilla*
Pede as tres Ave Mirla*.
XIII.
O raan do meu Burjaca
Eolre o Inferno, e o co
Consulla o seu solideo.
lampa os OCulos, e falla.
E brevemente ae cali*.
XIV.
D'Alemquero pal da patria
Imita o Uorgea Carnelro :
Serve de Paulo Cordelro,
Eipelle bombas, granadas,
E Inicuas- incendiadas.
XV.
O contrato do tabaco
Elle ha pooco bumbeou.
f A grande bornea estouroa I
E do conlractu o trillado
Ficou todo esburacado.
XVI.
O grande Nrker das illias
Etupunhao regio baslao,
Qua o re d'Aigodres pa mi
Lhe mellen, quaudo delsra
O Aliene, que empalmara.
XVII.
Temos direita, esqurrda temo*,
Temos ce un o, maa sem f I
Nlnguein sabe o que elle be.
Sao, seubora, depuiados,
Queeu vejo sempre embucados.
XVIII.
Lord Granja ji falluu /
Tainbein, Lord Laborlin!
E foi lim llm por lim lun
Tuda a doulrina escarrada
Do grande alalheus Torrada.
XIX.
Carlistas puros aduram
Do cabralismu o sul posto,
Gabar-lhes nao posso o gosto,
Mas catando a mesa posta,
Qualqu*r come do que gusta.
XX.
Quem porin aoa aalro* voa,
E dil boea.ii.iti.is d'ouro,
Ue c Ferrao do Lueaouro, 4
Sue vende oa SU* leuda
ivti projectos de l'izcuda.
XXI.
Teni bofes de nuldiabo*
Esta mlgalha animada !
Prima, nao Ihe digo nada.
Oulru du se aaaauhou,
E perdiglos lancuu I
XXII.
Descompoz em raiva acceso
Todo o nosso ininisUtrio I
Senbora, fallo-lhe serlo :
Quando lauta cousa ouvi,
Tive-lhe medo, fngi.
XXIll.
Que Dos me livre de gente,
Que nio cega ao esialao :
Ilouve coiuliate : o Ferrao
Recebeu tosa bravia
Do Fools no outru dia.
XXIV.
Ouvi ai quatro palavras
Do Feliz de La Catan* ;
Este grande 1 alazana
Na nulte da quedatinha
l'aiaeou de bengalinha I
XXV.
O Talpa nio qu/er que bulam
Na caria, pola de carlista.
A Igncu. diz que pede vista.
Nislo uio nielo o nariz.
Poia nao quero ser juis.
XXVI.
Falla-se mullo, aenbora,
Em guerra por Ierra e mar !
1'. que vamos figurar!
Colher lou'rotl mas aonde?
Nuguem dis, nlnguein responde.
XXVII.
Eu emquanto Hraz Xarope
Nao disser se sim, se nao ;
Nio como tal maranhao.
He um Braa de grande lino,
E bebe, Prima, do litio.
XXVIII.
O Braz Xarope, senbora,
E mais o.M.iheusTorrada,
Olbe no\he caceada,
Sio douaUrchotes, que dio
Uilliianlellua nacao.
XXIX.
Que granfee medo nio tem
Delles bo|e o ministerio I
Ine que Ihe fallo aerlo.
Eslea dous grandes lapuae*
Vaieiu mais que seis ubuses.
XXX.
Diga-lhei, Prima, que leimem,
Ou por dinheiro, ou de graca.
Oueui pora mala caca.
Sempre uu lim da co'menda
Chuchaiuaoais oulra oommenda,
.1111 mais
( Do Brat Tisana.)
a-sw asi -
AS VOZliS EOS AN'MAES.
Palram peya e papagsio ;
E cacarea a gallinha;
Osleroa pombos arruinan
Gene a rola innocentiuba.
Muge a vacca; berra otouroj
Grasna a ra; ruge o lelo;
0 gato ma; uivn o lobo;
Tambem uiva e ladra o co.
/Relincha o nobre cavallo;
OSfleufirflS Ato nrros ;
A tmida ovelha bala; i
Zurrar he proprio dos burros'
Regouga a sagai raposa,
(Brutmno muilo matreiro,-)
Nos ramos cantan as aves ;
alas pa o mocho agoureiro.
Sabem as aves ligeiras
O canto seu variar;
Fazem gorgeios la vezes,
As vexes poetn-se a cnilrar.
O pardal damninho aos campos
NSuaprenleu a cantar;
Como oa rstos e as doolohas,
Apenss sabe caiar. .
O negro corvo crocita ;
Zue o mosquito enfadonho;
A serpele no deserto
Solta assobio medonho.
Cha a labre; grasna o pato;
Ouvetn-se os porcos grunhlr;
Libando o sueco das flores,
Cottuma abelha tumbir.
a estes henil 5 ;j
eus poderes, e
amizade, por ex
carpa maravilho
Ultimas do cora
castos bracos,
tmulos, e a es
Branam OS tigres, as Ollgas,
Pia, pia o pinltinnu ;
Cttturica r canta o gallo;
Late ga* oeichorfinho.
A vitelllnhs ds berros;
O eordeirinho balidos;
O macaquioho di guinchos,
A crianciohi vagidos'
A /alia ful dada ao liomcm
Rei dos outros snimses: '
Nos Versos li los aciiiui,
Se enconiram, rm pubre riiri
As vozes dos principies. '
. *'
Anjos.
Najersrchii dos anjos. doulrioa antiB,
como o mundo, schs opot. mil qtt,dZ
O mistar dos menssgeiros do Eterno sJou
limita em levar seus decretos de un,* eiir,
mdsde do Universo s outr* em se
guardas iovisiveis do homem, quee.n!
vezes se moslram com bem risoobo iW
to; areltgilo chega a consentir era loa.
furmosa nalurez*, e os s,entitnentos vi/u,,
sos teuham anjos prolectores. Que iDnuqlp.
ravel bando de divinds es vem entlo de re.
pente povoar o* ni .n los.'
S o poeta chnstlohe iniciado no seare-
do destas tuaravilnas. De lobos eu gl,I.
desea em ses, com os Serephi.,?
Thronos, que governam oa mundos, i im?
glselo toroaadesrer i lerr., como ua
rio, que forma uma cascan magnifica ,
despeuna ondas douradssao por .10 sul ha
grandeza das imagen*, passe se entoi'd
cura que ellas team ; na* sombras di Ao"
resla enc.inlra-se o imperio do anioilsw
lidio; uo luar v-se o genio dos Mf.,i,
d alma ; escui.m-se-lhe os suspiros no mur
muo do bosquo, e nos queixumes Joiou-
xiuol As rosas da aurora so os cabellos do
anjo matutino. WB0
O.ojo da nuite dseme* no mcio dos
cos, oode ae assimelha i |U* adurm9Cj,
11 um. nuvem ; urna faixa de estrellas Usa
venda osolhus; na cabeca e nos es lem.
cor da aurora, e a cor do crepsculo- de-
pois vem o *njo do silencio, eapuzdesi.n
1.J0 uo myslerio. Nlu rcamus aos poma,
a injuria Ue crer que elles cuusider.m o su-
jo dos mares, o anjo das tempestades, o ao-
jo do lempo, o anjo da moile, como genios
desagradaveis ss musas.
Ha o anjo dos amores santos, que Ja 'j,
virgens um modo de olhar celeste, e he o
anjo da harmonas, que I los dt)a a gr.ra
que ellas teem : o Homem honiadodeveo
corceo ao anjo da viilule, e os labios ao
arijo da porsuaglu.. Nio lio defeso conceder
espritus as insignias dos
is souscargoi o anjo di
po, poda ter uma es-
.-., em que apptrecessera
rundidas, por solo divina, ss consolaccs
da alma, assub/mos d-vucOes. ss palavras
lo, a innocente alegra, os
religiio, o encaulo dos
rau;* iuiaiorlal.
Clisleaub. Gen. do Cbr.
CONSUMO DE CARNE ESI LONDRES. *
Londres t*Jm tres grandes mercados de
carne p*r*/bistecim"nlo de seus milhtres
de acouguf-s. Sio estes: Smith-fleld, Lei-
den-llolla^ideNewgate. Nos dous ultiraus
v.'11 lem -so juteiraauu corladas ss r(zesque
sai ram dos matsduiros; no pnmeiro so se
vondem vivos : he urna especie de fei.-aque
se repete duas vezes por semana, a segooda
e sexts-feira. Em Smith-lield o mercado do
segunda fera he o mus consideravel, sfors
um immenso numero de porros, vilellas,
cordeiros, avess de gado vaceum niise
calcul .ain vendrmenos de 3 a 4 mil cabs-
cas, e de orneiros 35 a 30 mil. Este Crs-
ganiua de 111.II1O s de Inkas leva menos de
uma semana (tres a quatro das) a devorar
esl*s enormes monlsnhss de carne, as quaes
afoga e submerge n'um ocano de cer-
veja.
Em vista disto, nlo ha hyperbole em di-
zer-se que o inglez he hoja o animal mais
csrnivoro da especie humana civilisada.
II UiTlER ES-MDICOS.
NSo nos letnbra quimlo, nem aonde le-
mos, niss be ceito que lmos lar Mabomet-
Ali creaJo no Egyplo uma escola de medi-
cina para mulnerus, as quaes serism os m-
dicos, de conlianca e preferencis, a empre-
gar em todos os sarralhos. Por isso nlo nos
admirou a nuticia que tecenlemente den
um jornal de medicioa, daexislencia tam-
bem de similhsntes escolas nos Estados-Uni-
dos. Le-se ah que ha coisa de 3 annos,
puuco mais ou menos, se orgsoiiou na el
liad'' tle Piulad.'I.mi.t um collegio de medi-
cina para o bello sexo, e que ion sido por
elle bem frequ miado. Assevera tiem-so
j algumas damas doulorado, e que nesta
cidade, como em Boston, eslihabilil*-
das e*uctoris*d*sno pleno eiercicio das
suss lui.c,oes medicas. N* capital de ,Ma>-
sachussets ha um collegio anlogo, que se
bem que em principio ainda, promelle com-
i.lo que as douloras da Nuva-lnglaterr*
nlo serlo smenos das da Penavlfania.
Se va i por este andar, ou se, a coisa pega
c par* a Europa,o eXercicio da medicina
deixara em pouco lempo de ser o privilegio
evelusivo do homem ; e esle bem pode ji
ir procurando nos servicus e tnisteres ()
mininos alguma compeusacijo a lio atrevi-
da invaslo. ^__________
OSCAISEll ROMA.
Na capital do mun jo christio, nesse pan
em que tanto lom imperado o syslema abso-
luto, os cafs so como uma especie de res-
piraduuros ou vlvulas da oppiniio, efazem
as vezes dos jornaes e da opposifio entre
nos 1 o quese imptimiria em Londres, Mi-
.I11I ou 1 15boa, diz-se all. A energa eas-
pereza do sarcasmo dos frequenladores; *
censura violenta que nsquellas casis se faz
t corle de Roma e aos ctos do govemo,
mesmo por parle dos seus agentes, fazem
conhecet claramente o que s 1 i a em tal povo
a illimitada liberdade de imprensa: Lem-
bro-me, dizMr. de Vleiy, que um dos fie-
quentadores de corto cal dizia com graca
que a pobre Italia era cumo um pi coi lado
em fatiascom mantoiga, das quaes a niais
sc* eram os estados Uo Papa.
Cala um dos cafs tem o seu carcter
particular, o como se diz de um jornal,
au,a cor distnctiva.O cal Greco ou da Var-
eada or, aluda ha poucos annos, onde ss
reunirjamosailistss frncezes, italianos e
allemies : all futnav*-se, fallava-se alio e
francamente das obras recentes e des di-
versas r.'putaci'S. 0caf de Mtnle Cltorio,
dilo de Baaiin.. era o dus profesanre* edos
sabios. No caf da Fonte di Trevi reunistn-
seosnliqu*nos;eos proprio* wmpone-
zes levavain all ss medalhas uu peds;us ta
lijlo que deacobriam no meio dos cam-
pos, estas diversas leuniOes tralava-se
quaai sempre, e anda hoje se trata (segundo
uo* informan! ; da cbrooica do da : purquo
oa romano* actuaes olo sio monos curiosos,
nommeoosnovellelrosdoqneos do lempo
de Horacio eJuveoal
(Kevista PopularJ_____
COMMERCIO.
A1.FANIIECA.
Rendimento do dia 27 13:90,31
Descorrega hoje 28 de abril.
Escuna braaileira Bella Antta merca-
dorias.
1 MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO MUTILADO



.^mmmm
-.*vK
-
J do Carmo, vinda di
Manoel Jos de Soun
,,j.ue br.iHeiro- PtntaUvo vinbo.
, um hollendeze ...dib,H...merc.dori.S.
iiuportagno.
Hirci narione) N.
n,liu conlgno i
/".rni'iro, ra.nifeslou oiegulote i
5S00 Iqonirea farinha de mandioca
C5c"ho'nacional Bell. AnnIU. rindo do
fiio de Janeiro consignado t Manoel Alvos
?,lBfcj Jnior m.nifestou o seguinte :
7 sircas ervadoce. 36 ditii pimenta de JO-
:, ooocaixiohasfogo Ja china, 1 barrica
Joma,., 2 ca.xes ferrementas, 2 cunhetes
Mt,lurs,8 volumes arcbolea, 149 encha-
caiiwrtp. 50 rolo.fu hijc'outos, 40 sarcasot ordem
CONSULADO CERAL.
. 63 693,322
Kendimentododitl a 96.
dem dodia 87.....
2795,419
66:488,7 ti
DIVERSAS PROVINCIAS.
Hcndimentododl.1.26.. :M0
Ideado dia87. .-.i.i. JJ2
4:641,723
Exportaco.
o Grande do Sul paiacho nacional As-
ir., de 147 tonfll.da .conduzio o segum-
le : 910 b.rr.c.a con 6572 arrobas de ssu-
car, 1 maquina de de d-sc.fogar algodo, 1
calillo hienda e pilulal, l'dito s.patos,
S.iO foihas de cobre, 3 birria com p'flgo. de
ilitci. 1 lencl de chumbo. ____
HEtiEBEUMKIA DE HUNDAS INTERNAS GE-
- na niiiNAMBIlCO.
970,863
RAES DE PERNAMBUCO.
Bandimento -lo dia 27.....
" CONSULADO PROVINCIAL
Handlmanto do dia 87.
1:46,682
Muvimentodo porto.
neirs, fago scieTite aoi credores do hlido
Jos Diai da Silva, para que comparen.n> ero
casa do mesmo luis na ra da aladre de Dos
n. 1, do balrro do Recife, no oia 89 de abril
do crreme pelas 11 horaa da mauliR., fim
de se continuar na venflcago do. crditos;
formar-ie o contrato de unio e se proceder
a nomeagao de adminlalradores da casa do
meamo hlido finando os creJorea advertldoa
que nSo serlo adroitiidos por procurador
ae este nflo apresentar procungRo bstanle
com poderes eipecl.es para o acto, e que
a procuragRo nSo pode ser dada a peaaoa
que seja devedor ao falido, nem um meamo
procurador representar por dous divercos
credoces. Recife 24 de abril de 1852.
O escrivBo.
Manool Jos da Moits.
REAL COMPANHlA DE PAQUETES INGLEZES
A VAPOR.
No .lia I.* de maio, espera-
se da Europa o vapor levio-t
coromand.nte Tivetl oqual,
depols da demor do costume
seguir!paraos puitosdoSul. Para p.ss.Ham
di.ija-se em casa da agencia na ra do Tra-
piclii'Novo. .
affik
' Havioi enlradoi -" da 86.
nio de Janeiro 16 dias, patacho brasile-
ro Billa Aila, de 144 toneladas. capitSo
lianuel Jos de Sena-Martina, equipagem
10 carga vario ge aeros elaitro j a ala-
noel alves Guerra Jnior.
Bihia-- 6dias, brigue din.marquez Johan
Frederik do 216 toneladas equipagem
10, carga carne secca ; a Amorim & Ir-
PaUMoatS 3S das, barca hamburgueza
Mara, de 188 toneladas, capitSo B. J.
Bohn, oqulpagem II. carga guano; ao
capitSo. Velo rofrescar esegulo para
Fdlmonth.
Baha-4dia, curveta americana Jame
Town. commandante S. W. Downing.
B,hia--5dis, polaca br.sileir. NossaSe-1 O esu.t. F
"hora do Cario, de 195 toneladas, capi- ':".'"N
O abaixo assignado phirma-
ceutico approvado transferio os
tstabelecimentos de pharmacia e
drogas, que tinlia abortos, na ra
da L'rut d ftecife, e na rua-estrei-
la do Botarlo, pjra a rus Direita
n. 88, onde continuar a prestar-
se aos seus freguezes, e aquellas
pesons, que o quizerem honrar
com sua confianca no descmpenho
dasfuncSes de sua arte. O mesmo
abaixo assignado tem um comple-
to sortimenlo de drogas e tintas
para aviar qoalquer encommenda,
nSo s da provincia, como para
lora, o que promelte azer por pre-
cos rasoaveis e com promptidSo ;
tendo como seu administrador no
mesmo estabelecimenlo ao Sr. Joa-
quim Jos Aloreira, bem conheci-
do nesta cidd pe js seus conhe-
cime-ntos de pharmacia o qus"
est tambem autirisado em ausen-
cia do abaixo assignado a azer as
suas vezes em qualquer objeclo
tendente ao mesmo estabeleciinen-
PERS0N AGENS. / tu. U mesmo abaixo assignado pro-
EJemnnio .10 Castro, cav.lieiro portugus mette publicar brevemente urna
THEATR0
DE
S. IZ4BEL.
58. recita da assignatura.
QUARTA FEIBA, a8 OE ABRIL Di
il5.
Subir scen, depois da exeoucSo de
urna das melhoreiouTerturas, pela orches
tra, o magnifico drama em 5 actos:
Leilfto.
5
ta, cambruas abarlas, brancas e de corc,
luvaa do sada para aenhora e homem, e roui-
tit outras quarta felra, 88 do correte, as
10 horaa da manhSa, no seu arniazcm, ra
da Cruz.
^iiMBaaajaaaaaaaaiaaaBiaBaaaaaaBajBak
Avisos diversos.
- Desappareoau no da 22 do crranla,
um eteravo de nomo Manoel, de bonita (i-
CSJUOTrPAS
ou
0 BASTARDO DE EL-REI.
PERSONAGENS. /
niha D. Mari Leo-
Germano.
Leonor sua nica
poldina. .,
Margarida, criada de Leonor D. Amalia
i Monteiro.
1 Alfonso Peres, o Bastardo ~ Amoedo.
I O conde de Castello Melhor -- Coimbra.
Francisco Mansos -- Bizcrra.
icolaoNobrega -- lUymundo.
toioaaVl'joa' M.riin, equipagem 13. Roberto Gongalves-- Pinto,
carga farinha de mandioca a Manoel Jo- Q Mquisidor Cabral.
s de Souza Carneiro.
Calhanna, abadera de Santa Clsra D.
P0:?arJed8 ".- s- D,.uiz.
UaranhS
ojosa, op
carga assunar e mais gneros
Passagei-
0 drama acha-se convenientemente en-
rI.;V.ro^;V."'cu0errVV,ua"hmrii.. salado edecorado oempres.no .nada e
H.vr---barca .nee. Con.eRoger, capi- tem poup.do p.ra r.zer r,.lSu as bellesas
toEverV carga as-ucar, algodo e cou- que enserra esta eicellentecmpoicllo.
lao cvum, i,.,*" ""> o ,._,,. Tm n.ri r. iiinil aenlo rom oran
Pasiageiro, Nicoll e sua familia.
Anule nlrado no dio 27.
Parshiha -- 4 dias, hiate brasileiro Exhala-
cHo, de 37 lomlidas. metre Antonio Ma-
noel Alfonso, equipagem 4, ca'ga toros ;
aomeslre l'.ssaxeiros. Jeaquim ioarea
dasNev's, Manoel Fj>cisco da Silra.e
JosAlvedeSou'8.
Aaei'o sbulos no mesmo da.
Km commissSo brigue escuna de guerra
Terminar o espectculo com a graciosa
tarca
0 TUTOR EMilVillll.
Os bilhetes acham-se vend. no lugar do
costume.
relacao de todo osorlimenlo que
tem com os seus ltimos precos.
l'ernambuco, i7 de abril de i85j.
Jos.da Rocha Paranhos
Nicolao Bruno, Sardo, taz um. vi.gem
as provinciaa do No'te deste imperio.
Pede-se ao Sr. Germ.no o obsequio de
rep-tir os dramas O Marinheiro de Saiflt
Tropez e A Veneziana. O Chiquito.
Jos Luiz Pereira, embarca para o Rio
deJmeiro, a sua oscrava creoula, denome
Claudio.
-- II. Domons embarca psra o Rio de
Janeiro, a sua escrara creoula, de nome
Auna.
Na ra- do Queimado n. 19, ha para
alugur urna ptima ama de leite, he casada
e de bonscostumes.
Na ra do Pires, ao sahir do pateo da
Sania Cruz n. 64, precni-se de duas pes-
aos forras, ou escravas, par o seivico le
casa.
Jornal das Senhoras publica-
do na Corte.
QuInteiro&IrmSo, avisam aorespcitsvel
publico quereceneram de seus correspon-
denies lleaton & llensnurg os numero deste
jornal, com exc-dlentes modinbas, riscos de
i bordados, modaa de coletea para a>nhoraa,
lligminos do ultimo tom, eoutra muilas
1 ilTscriikO, por tanto, as pessojs que quize-
' rem s-r asaignanles, dinjam-se a ru Nora
do-se o seu dostino.
EDITAES.
0lilil, Sr. ullici.l-maior ser
Inspecior da tbesouraria da hienda proyi
cial; em cumprimento da O'dem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 83 do corren-
te, m>nda fazer publico, que noadiastl,
\i e 13 de maio prximo vindnuro, ira a
pens i que o honraren) est
presenta.
Julga o beneficiado ler escolhi lo nm di-
- do
Snulda) verlimonto, que merecer a pprovaao
ornein Ilustrado puulico desta capital.
Principiar horas do coatume.
Avisos maritimos.
TIIEWBO IIK APOLLO.
ga vario genero. Passageiros, Cabr.cl nepre8ent,r-se ha o drama em 4 actos. +.000 W.p*'"""! .... M
bTa^^^rner^So^ O MEDICO BATHUMDO. D^^r^^
Aveedo eaua bnllla Depois do drama aeguir-se-ha a come lia Adverte-se as autoridades plices, e
FiS lat port guez Voador do Mon-' em;lP.cto em p.r.icul.r ao lllm. Sr. ch.fei dei polica
"SK mesrePVicengte Henriques, carga Q meu omigt) Gaspar. r^^^MMa n.^assagen,
assucar. nhurvaco No intervallo do drama comedia a Sra. moradores durante a noule, fuando ca-
A crvela americana oe tlnha chegarlo D. Carolina Halpydia cantar urna modinha yillog>1|ealelhando algumas das eatribaria-,
k ,?J al um. 35! m da vela ignoran- br.sileira, n. occsiUo em que o henec.ado ,|um dells osleulaudo Ir. oa de miilher.*1
hontem da baha, fez- vela, ignoran ^ ^ rotes agradecer a tnds aquellas O Vigilante.
nolte com sua __,\(l ,iia 30 do correte, pelo juizo da
! primeir. vara civel desta cid.dp, tem de ser
h r-i e'Hitarla, por ser a ulti na pra^a, urna la-
berna no lugar dos Afoga.los, por eiecucSn
deJosAlves do Reis, contra Beruardino
Luiz Ferreira, escribo Santos.
Anlonio -M rrimi Carvalho embarca
para o Rio Je Janeiro, a sua escrava creou-
la, de nome Anua, com um (litio de1 anno,
por ordem de aeu seuhor, o Sr. Adriano Xa-
vier Pereira de Brilo.
-- Aluga-ae una escrava, que engoman
muilo bem, cose faz renda e cozinh : quem
a pretender, ple entender-se na ra doLi-
vramenlo n. 14. _
-- Antonio Rolrigue ule Oliveira em-
barca para o Rio de Janeiro, a sua escraa
parda, de nome Felicia, de 14 annos de
idade.
No pateo doCarmo n 10, procia-se
.lugar um. pret e>crav, queengomme e
cozmhe, pga-se bem, p.r. servir a urna so
pesaos. ,
Precis.-se deum c.ixeiro pequeo. pJ
ra venda : n ra do Coluvello da Boa Vlai-,
n. 45, ou na rna do Rangel n. 25.
Josc Gomes Moieire, embarca para o
Rio de Janeiro o seu eseravo Luiz, creoulo
Fernando Jote da Rocha Piulo, remelle
para o Rio de Janeiro os seus escravos Ma-
noel creoulo, e Marcos tambal) creoulo.
iM.inoel juvencio da Silv
mudou sua residencia para a ra
da t'enhan. \.
Pira o Ido uo J.tir.iru o bem coundci.io
etende sahir por estes
ior parte da carga
carga e eseravo a
frete a tratar com aeu consignatario Viu-
va Guadino & Filtio na ra da Cruz n. 66.
Fara o Ceat,
segu com muita brevid.de'B escuna naci
nal alaria Firmiin, e sum.ca Flor do Ange-
lnii, por terem o seuacarregamentosquaai
promptns plem .inda recebar algum.
r.-rni,!iii;;i(i rnrnparcc.am na sala das sossOes carga a frete, para o que pode entenuer-se
com Luiz Jos deAraujo: na ra da Cruz
jj. 33.
ve deprisoe quarlel oa cidade de Naza-
reth, avali.da em 699,600 rs.
A arrematado aera leita na forma do sr-
ligo24e27da le provincial n. 886 de 17 de
miiodo1S5l,e aob as clausulas especiaos
abaixo copiadas.
As pessoas quo se propozerem a esta ar-
do meamo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dia, compatentemente
habilitado.
Secretar!, da theaour.rie da fazeoda pro-
vincial de Peruambuco 26 de abril de
1852.
' O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunci.So.
Clausulas especian d'arremaltfio.
i.' As obras conslanlra deste concaito,
serio feitas deeonforniirlade como orga-
-- Para o porto sahe impretcriveluiente
no dia 16 de maio a galera Braciarenae, do
pnmeira marcha, anda iecebe alguma c.r-
;ae p.asageiros; para o qu'.ea tem excel-
entes cun mudo: trta-se com Jos Mureira
Lopes, na ra do Ooeimado, ou com o capi-
tSo Rodrigo Joaquina Corre, na prafa do
commercio:
- Para a Baha segu com brevidado o
ment approv.do pelo Exm. Sr. presidente patacho Santa Cruz ; para o resto da carga e

da provincia em data de 23 do correrte mez
de abril, n. irx.portucia de 699J600 rs.
2.a Estaa obras serio principiada no pra-
/o de Irint. das, e conclu las no de qua-
tro mezas, a contar da data da arrema-
tai; 3o.
3.a A Importancia total desta arremata-
dlo ser paga em urna s prestado quaodo
esliverem concluida, todas as obras.
4.a Para ludo mais que nfto est determi-
nado as presentes clausulas aegulr-seha
ioteiramenle oquedispOe a lei provincial
n. T86 de 17 de maio de 18l.-Conforme.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunelaco.
0 Dr. Angelo Henriques da Silva, supplente
cm exeiciclo do Juizo de orlaos, aujenles
n sta cidade do Recife de Pernambuco
porS.M.I, eC que Deoe gu.rda etc.
Faco saber aos que o p> renle editsl urem
que por este Juizo. un lo os dia da le se
proceder em prsca publica a arreroaUgao
por venda do patacho o.cional Hermlna com
todos oa aeua pertences, no valor de 765/500
rs. B par. que ebegue a noticia de tudc-a
m.nnei passar oproaenW quesera publicido
pela imprensa, eaOx.do nos lugares do co-
t-ime. Reeife 20 de abrH de 1852. fcu C1-
din i Temiatocles Cabral de Vasroncelloa
ecrevl. ...
Angelo Henriques da Silva
Dclarayec.
passageiros trata-se ao lado do Corpo Santo,
foja de massaoies n. 25.
l'-u-a o hio de Janeiro,
sahir inhllivelmente no dia 12 de maio
prximo, o patacho nacional Bella Aila ,
por ler parte da carga prompla : quem no
mesmo quizer carregar, ir de passagem, ou
remelter eseravo, pode trat.r cor.-. HiAfioel
Alves Guerra Jonior, juLrua.da uz n. 40 ,
ou com o ciplto Matloel Jos de Sen Mar-
tin, na praca do Commercio.
Para o Porlo e.Bira breve o brigue por-
luguez Mria Feliz, cepillo Lourengo Fer-
nandos oo C.rmo i>or lera m.ipr parte da
Carga prompla : quem no mesmo quizer car-
regar ou ir de pass.gem para ojque tem bons
commodos, tr.tem oom o consignatario An-
tonio Joaquim de Souza Kibeiro, ou como
capitSo na prac,..
Fara o Hio de Janeiro, vai
sahir com a maior brevidade pos-
aivel, o veleiro patacho nacional
Confianca : quem no mesmo qui-
--eordem do Dr. juiz do cummerciod
segunda vara, Jote ReymuBdo da Costa Me-
U Precisa-se douaial.ma de leite, na S
m ra do Vigarlo D. 9, ae dir quem A
VJ perciaa. 9
.^ffallf*^ >??**?*
Aloga-se um preto eservo para B"i-
ou 3 horas de manilla, cada dia das 6 aa 8 ou
9 ; p>ga-ae bem : na ra da Aurora n. 8, se-
gundo sndar.
ammmmmwm mmmmammvmm
Precis.-se hilar com o 8r. Joaqun 9
C.rdozo Coutinho de Ah oo. n nural m
9) da cidade de Larnago, e Mlho do Sr. 9
9 Antonio Pinto Cerdoso Coutinho e D.
% Maria l.uita Carioso de l.amego, a
gj negocio da aeu interesse I na ru. do
m Vig.rio n. 9, se dir que-n procis..
mmmvmmmmmm W9*m**m*m
-- Prevme-se ao sentior, qoe deu de-
mlnhoauma caxorrieha d'agoa, de a n
dar entregar a seu dono, cerlo deque
rizendo ter o desgosto de ver seu
neste jornal, at fazer entrega, do que i
(as de merino preto, chapeo preto de mas-
>a, este eseravo veio do engenho. do Sr. .
........,ni p.rahiba do norte, he
de suppor que siguiese para o meamo lugar;
roga-so aa authoridadea policiae, e mais
capiifleg de campo, a captura do dito etera-
vo.e de o levaren) a ra do Crespo loja de fa-
zenda n. 4, que se gratificar generosa-
mente. ,
O aluno assignado, professor'jubilado
na c i.ii'i a de Geographia ehlstoria do Lvrn
desta cidade. tem eslnboleci lo um collegio
denominado Santo Affunso na ra da Ca-i. i -
do halrro de S Antonio sobrado n 13, onde
actuelroente ensln. lalim, francs, rhetori-
ca e eeng'a jhia, para o que obteve do Exm
Sr. Victor de Oliveira, quando precente
desta provincia, a licenfa de que tracta o
ariiaii 38 do regulamento de 12 de maio do
anu9{i'oximu paisado. O mesmo abaixo as-
signarlo recebe pensionistas 20/000 men-
sirs panosedianlndu, no dando roupa la-
yarla e engr>mmada e dando-a, A 85/000
unios pentionlalas ISfOOO, e alumnos ex-
ternoa do ltiro a 4/000 e de qualquer outro
Separatorio a S/OoO. Os paes de familia,
ue quiserem matricular seus.fllhos, podem
di'igir->o ao meamo collegio a qualquer ho-
ra do dia, cerlos de que o mesmo abaixo aa-
signado so exforcwe quanlo em si oouber
por bem desempenhar ardua niisaSo.de
que se encarrega. AlTonso Jos de Oli-
veira.
Scientiflca-se ao respeltavel publico quo
U igreja de N. S. da ConceifRu doa Militarea,
b,a o dooliaslmoexeicicio do moz Mariano,
ue qualse acha encarrega lo o Padre Mestru
J.i.i.i i.aprisiano de Mendonca, e ter princi-
po sexta-leira desta aeoiana de uiadru-
ada
- Preclaa-ie de um feitor de campo para
um engenho dialaole de.la prac. olio legoaa:
qpem ealiver neaia elrcumauicl.. dlrlja-ae
ri. larga do Roaario o. 14, que se dir com
raiem deve tratar.
-Alugam-stf o segundo e lerceiro sndires
casa da ru da C i lea do Recifo n. 36 : os
etendenles dirijam-se ao primeiro andar
-w me'jma casa pan Iratar do ajusto.
****M **** *#*
4 No segundo .u lar, por Cima do pl- a>l
V lliar airas do thontro velho, se dirs t>
quem hoque quur por arreudamento 9
i annual uiu silio.o qual tooha boas ar- 4>
i vure que rlm Iruclria, e soja da ts- r
1 tancia at o Monleiro, ou Estrada f
i Nova.
i
-- liando pequenaa quanlias a premio, so-
Ire penhores de ouro.e prata : na ra da So-
lidado sobrado enligo n. 11, a qualquer ho-
ri do dia.
Banco de Pernambuco:
0 conselho da direccRo participa aos Sra.
Accionistas que tem deliberado recebar em
ptgamenlo da pnmeira presiaeSo letras com
Inclnenlo, cujo pr.so nSo exceda de 6
:zes, com o ijesconto de 9 por cento ao
.ano, t o dia 24 do correte ; e desta dia
eh diante reoeber moeda legal al o flm do
iiez As operaees g-ir.ea do banco princi-
ptarRo no dia 1," do maio prximo futuro;
e.ieu expediente, ser da 9 i|2 horas da m-
nha al as 3 ds lar-ie, na ru. do Trapiche
n. a. o Secretario do B.noo.
M. I. deO'iveira.
-Precisa-se de tima me, quesaibaco-
zinlar o Diario de urna casa do pouca hm-
.jSaara um sitio no Arraial : na travessa da
ra do Vigario n 1, luje de barbeiro.
xer carregar, embarcar escravos
ou ir de passagem dirija-se sos I ihepwteneau.
consignatarios Novaes & Compa- ^^rCTopes ^e oiiv
nhia, na ra do Trapichen. 34- (
-. Psra a Bahi., propOe-se a seguir o((
veleiro tiiale Caprichoso; oa Srs. oreien-,1
deotes dirij.m-so ao me.tra a bordo, em
frente do caes do Ramoa, ou a L J. ae oas-
tro e Araujo, aa ra da Cruz n. 34. |
cor retor de assucar queira mandar pa-
gar qu.nto antes na ruado Vigario,
um valle da qu.nli. de 19/fl00, que
vm. he devedor desde 38 de agosto de
i filo
itmmmmmmmmmmnm
Preciss-s oo una ama secca para
A .orlo servic.0 de urna casa de pouc fa-
0 mili : na na do Vigariu n. 9 se dir A
quem precisa-se. _.*^
i Precisa-se aluga' urna preta escr-va ,
quicozinhe eengomme, paga-se bem : no
piteo do Carmo n. 10.
Sprccisa-se hilar com o Sr. Jo.quim a
Cardoso Coutinho de Abreu, natural *)
daciJade deLamego, e filho doSr.
Antonio Pinto Cardoso Coutinho o I).
Mari l.uiza Cardoso de Lamogo, a
a negocio de seu interesse : na ra do 9
_ Viganon.9, sedira quom he.
\ -. Na ra dr, Llvrameoto n. I0.aobr.do, ae-
dir (iiiem da dlnhelro a premio, e quem vende
TXtWV. volt, brinco., crdoe., ...alte.,
r.lalh! irancellna, umacorraute par. .enh.
r, das dlaa para reloglo. um rel.rglo patente,
culcae.de prata, coll.erea para .opa. para ch.
en.r"ira -snpa, didae., flvella. para auspen-
,cl;",.dU.,pPr. coa, um pahtelro n.n rea-
plandor.
Afencoes.
O arrematante das arVricfies deste muni-
cipio do R-c.f-, faz ce.to a quem interess.r
ue se acha revendo a ferices do co- rente
ino.qoenRo se guardern todos para o
Sn os otempo mareado breve se ultimara
rara que nSo se chame algum a inorancia
faz publico pelo presente annunciu ; o mes-
mo.rem.tanto aproveil. a P'
dVnovo convidar aos que vendem pel-s ru"
d sta cidade eseus sob..rbio#com n.edilas
epnzos.sem.nncRodo corrente anne de
,852 que venh-m afe;ir ; pois do contrario
nao se queixeai visto prejuJicrem ao
mesmo.
O deposito de potasas na
mudo Apollo, armazem de Leal
Beis, avisa que acaba de receber
nova esuperior potassa do Kio de
Janeiro, da conhecida fabrica de
Moura ck Bastos," e tem estableci-
do um preco mais razoavel e me-
nor do que se vende em outra
qualquer parte.
.. Quem precisar de um hbil cos-oheiro
para compras e mais servigo de cosinha, di-
nia-o- a ra do Vig.rio n. 8. u...-
Na nolte de 23 do crranle rojbaram
do escriptorio do abaixo assignado, na ra
da Cruz do Recife o. 52. primein, andar ,om
chave falsa ou gazna o seguate -r510 000
r, em dinheiro, um relogio sabonele do ou-
ro patete su.sso com us s.gn.e. seguimos:
mostradur do porcelana com ponlciros de
segondos dMo, sendo o emblema da calxa
um homem Untando assassinar com um du-
nh.lque teo7.lc.do na mo d,re.ta a urna
roulher que segura pelo, cabellos coro a
rodo esquerd* e outro bomem que suspende
o golpe agarrando no brago. e na caixa de-
baixohe um leRo sentado; assno mais um
outro relogio sabonete de prata. Rogs.por-
tento, es Srs. relojoeiros, o a qualquer ou-
tra pessoa a quem lr-offerociljos ditos re
logiosdeapproheude-loiqueserao bem re-
compensados; asslm como roga as autorida-
des policiaes a captura do ladrRo ou ladrOes,
laucem suas vistas para este
N Rio de Janeiro, su escrava, de npme Dami-
ana, creoula.
-- Precisa-so de olflciaes delaloeiro: na
ra Nova n 38.
Precisase de urna ama para o servico
decompr.se engommado, de urna casa de
duaa peisoas de familia : na l'ohto Velua
n. 14.
Precisa-sede urna ama, quesaiba en-
gomm.r. S nos domingos se podrr fallar
Com quem pretende: na ra da Soledade
n. 33.
Na Piranga arrenda-s",vende-se,ou per-
mutla-se por urna casa boa, um sitio com
c jlo o telha para outra casa, commodos pa-
ra oitovaccas, terreno bum para plantaje
e porco de arvorelos :quem pretender dl-
rija-se a ra da Praia, vende n.22, que se di-
r quem faz o negocio.
Casa afortunada.
O cautelista Antonio Jos Rodrigues de
Souza Jnior, contina a pagar os premios
sabidos em aeos bilheies e cautelas, vendi-
dos oni aua loja de ferragens na ra do
Queimado n. 37 A, e leo expoato a venda
p< los presos abaUo, os seus bilbetes acau-
telas da 21 lotera do theatro de S.Pedro,
I-do Rio de Janeiro, a qual correu em20du
crrante mez de abril, cuja lista deve vir
oo vapor que sahira|uo dia 25, e deve cnegar
aqui no oa 3 do mez de maio emdiante;
recebe em pagamento bilheies e cautelas
premiado do Rio de Janeiro, ou desta pro-
vincia. '
11 IHiites 39,000
Meiosbilhetes ll.ooo
Quartos 5,500
O i la vos 2,800
Vigsimos 1,300
Mauoelj Guedes de Magalhfles ombar-
para o Rio de Janeiro, o seu eseravo
creoulo, de nome Severiuo.
As senhoras do bom tom.
OITerece-se duas rodas de laberinto muito
bem fritas, e por preco muilo comiuodo
na loja de Antonio Frauciscu Pereira,na rus
do Cn-spo n. 4.
Precisa-se do um criado: na ra do
Hospicio n 9.
~ Arranjam-se .caixas com somentes de
todos os vegelaes do pata, assim como cai-
xas com plantas vivas, comando estas, ar-
bustos e arvores para seren eiportads: na
ra do Collegio n. 13 das II horas da ma-
nli.ia as 3 da tarde nos diasuteis: tauhem
se vendem plantas exticas de fruclo e flo-
res pira o pall,
Joaqun) Francisco da Silva Carneo ,
vai a Portugal, e ueixa por sius procurado-
res a seu irmflos, Jo Francisco da Silva,
Manoel Francisco da Silva Cirrico, eaoSr.
Matheus Antoniu de Miranda.
-- Precisa-se alugar urna preta, para o
servico de casa e ra, nfio se exige que ssi-
ba cozinhar, nem engommar, s ha par
carregar caixflos de jantar, lavar pratos,
etc, paga-e bem agradando : a tratar na
travesea da Matriz u. 20, com Firmo Anto-
nio de Figueirodo.
--OlTereca-se urna mulner parda, de meia
id.de, para o s- casa de homem solteiro.ou viuvo, com mul-
la aptid.'io no exercicro de ama : na penol-
limacass do funlu da igreja do Rozarlo n.
1, a encaminhar-se a ra do Fogo.
i. un le- Magna da AssumpcRo, sub-
dita porlugueza, relira-se para a Europa.
Miguel Francisco de Sijuza llego, em-
baroa para o Rio de Janeiro, oseu eseravo
creoulo, de nome Tlieodozio.
Os senhore> Joo Thomaz
Pereira, Francisco Joao da Costa
Guimariies, Jos Antunes_de Uli-
veira ,'Luiz de Moura) Accjrole,
Antonio Pereira iniz, Jos dos
Keis Gomes, Jos Antonio de Oli-
veira, Joao Francisco Unis, Ma-
noel Pereira Guimaraes, Francisco
Antunes de Oliveira : queiram
manilar pagir o que devem, na ra
do Aragao n. 3a.
Na ra do Vigario n. 19. primeiro an-
dar, ou no largo da assenibla n. 5, arma-
zom de lanoeiro, junto a cociiena, ha par
vender a superior cal virgem de Lisbos.cne-
gada agora no hrigue Conceic>> de Mana.
Quera quizer neguciar tres ricos ro-
quete crespos de cambraia de linho, dili-
ja-so ao paleo do Carmo, eobrado de um an-
dar, por cima da botica, das 6 as 8 da ma-
uhrin ou das 5 da tarde em dianle.
sr. Joio Nepomuceno Ferreira de
Mello, tem una caria na praca da Indeden-
deocia, liviana DS, 8 e 8.
-- Na ra do Vigario. n. 19, primeiro an-
dar, nin-la leui para vender-se caa em gru-
mo em barricas assim como Flanelia, e um
pequea purglo dos suporiures vinhos en-
gkrrahdos, Porto, Carcavellos, Soiubal e
duce para senhora em porros a vontade.
--Precisa-so de urna ama forra ou escra-
va, ou de ummolequafiel edeligentepaia o
servico interno o externo de um. cis. com 2
pessoas de fmula ; a tratar na ra do Pilar
em Fora deportas n. 12
O advogado Antonio de Vasconcetlos
Menezes de Uromond, pode ser procurado
para o exercicio de sua proflsaffo na roa
das Larangelraa n. 14, primeiro an l.r-
Preelta-se de um criado para O servirlo
interno e externo de urna casa.forroou cap-
tivo inaru. da UniSo, casa di B O. Mello.
i
Compras.
Compram-se a prelss mocas
de 15, a a5 annos, bonitas figuras
e de boa conduela ; sendo urna
perfeita engommadeira e cosinbei-
ra, e outra mesmo sem habilida-
des ; agradando nSo se olba a pre-
co paga-se muito bem: na ra
Nova n. a3, loja.
--('.onipra-se bicoda largura demeio pal-
mo para sin a, asslm como renda larga i oa
ra do Rangel n. 36, primeiro andar.
Compra-se 8 escravas pretas ou pardas,
boas costureiras e engommadeiras: na ra
largado Rozarlo n. 84, primeiro andar.
Compram-se 8 mualas de 14 a 30 an-
nos recolbidas, de bonitas figuras, e que
tenham habilidades: na casa do madama
Rosa llardy na ra Nova n. 34.
Compram-se os seguidles Instrumen-
tos: 2 baixos, dous pislOes, dous trombones,
duas tronipas doua clarins, um fl.utim,
quatro clarinel.a, urna requinta, campas e
pratos ludo sm bom uso: a fallar na rua
do Creapo o. 3, loja ao sahir do arco de 9.
Antonio.
e assim que lancem suas
bairro. Domingos Alves Matliaofa,
- Manoel Jscintbo da Costa, PortugU.,
retir.-- par. a Europa, a, tratar dos seu ,
- No paleo da Ribeir de S. Joa. sobra-
do n. 15 n loja, lava-a e enigoma-s,
com toda perreisSo e celo, e por preco
commodo.
Uoga-se aos senhores Ma-
noel Caldas Jarreto Francisco
Xavier Carneiro da Cunha Cam-
pello o obsequio de apparece-
rem na loja n. 6, da rua da Ca-
deia do Recife, que se lhes deseja
tallar.
Prcciss-se de um cosinheiro ou oosi-
nheira, forro ou captivo: na rua da UniRo,
casa ileB. 0 Mello.
Um rapaz bresileiro com,algum. intel-
igencia dau primarias, se olterece para cal-
seiro de loja ou armizem de assucar ou ou-
tra qualquer arrumac^o, anda mesmo fra
desla praja : quem ue seu ^reatimo se qui-
zer ulilisar annuncie.
Jos Jacintno PavRo desaparlou a so-
ciedado que liona na venda sita na rua do
llozario n. 60,com seu socio Jos Pereira pt-
vRu, o qu.l foi obngado a pagar o crdito a
seus credores,d lirma Jos Pereira PavSo &
Coiupanbia. ,
Quem quizer trocar um oratorio gran-
de, com 3 imagen!, e 1 lacho grande i s di-
rij a rua da ASSumpgRo u. 70,que achara
com quem fazer o ajuste.
Pede-ae encarecidamente a pestoa que II-
ver uua autos de aisigaa(au de 10 dlaa, cutre
re. Joao Simio de Almelda corn Joa* Igna-
cio de Lira o queira entregar na botica de
Mauoel Peinlo da -Silva, n rua do Collegio,
que a. Ihci fleari obrlgadii'ime.
Gasa do commissao de escravos.
Na rua Direita, eobrado de 3 aodare, de-
fronte dobeco deS. Pedro n. 3, recetiein-se
eaoravos de ambos osaexoa, par ae venue-
rem de commisaRo, nSo se levando por osa
trabalho, m.is.loque2 por canto, e aera se
levar cousa algum. de comodonas, offere-
ooodo-se para ..lo toda a aeguranca preoisa
fiara os dilos escravos.
.-Hoga-aeaoSr. Francisco Bringel de Al-
meids Guedes, queira vir ou m.ou.r p.g.r
te aove, i pansftio publico n. 9, poia em
quaolo nRo o lizer lera de verseo uouie por
osle Ui.no.
i Prsciaa-ae da um crudo, que entenas
deeozinha, para servir a um vigario, fra
lesta prac. : oa rua Augusta u, 32.
Compra-ae 2 escravos oreoulos (9
de 18 a 20 annos de idade, e que en* 9
tendRo do servido de urna casa paga-
se bem: ns rua do Vigario n. 9,se dir
quem percisa
- Compra-se um relogio de escriplorio
que teja ioglez, bom regulador i quem tiver
annuncie, ou falle na Toja de louga da roa
larga do RoZario.
Compra-se urna escrava creoola que
saib bjiu cosinhar o engomar, de 18 at 88
annos que nRo lenha vicios nem achaques,
paga-so bem : ns rua do Amorim n. 25.
-_-Compra-se um oscravo creoulo de 90
at 30 annos que uRo lenha vicios nem acha-
ques para servido de casa,queseja forte : na
rua do Amorim n. 25.
Vendas.
. -*
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs,
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4, yenein-se bi-
lbetes inteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
*4> lotera do theatro de S. Pedro
de Alcntara, espera-se a lista no
primeiro vapor,
Loja do barato, de 4 portas : atier-
ro da Boa-Vista n. 60.
Vende-se alpaca de algo IRo, para jaque-
ta e palitos de bonitos p di Oes a 200 rs. o
covado,cortes de vestidos de riscado fiancez
com lOci'Vodos e um toque de avaria de 0-
leo, padres escoros multo lindos, e 0S0
desbotRoa 1.780 rs., pegas de slgodRo moilo
groen para escravos. com 16 jardas a 2,840
rs., dilo americano a 2,240 rs., risoadinho a-
azul a 120 o 140 r. o covado pegas do ma-
dapoln variado a 2/000 o mais fazendas
por prego commodo.
Venuem-sea casas de taipa acabadas
de pouco com salas e quartos, quintal e ca-
cimh.. de gos de beber: a fallar com o pe-
dreiro Anjololosns domingos eiliassau-
tos a qnalquor hora, na Capuoga Nova, rua
que sahe p'ara S. Jos do Mangninho.
Vendem si s-ijos dosertflo,
chamaiios do manteiga os mais frescos e me-
lhor iossvois lambem se vendem a Ib. a 880
rs. : na rua Augusta venda de Vitorino Jus
Corris de Sa.
-No Paaseio publico n. I7,vendem-ie cor-
tes de cambraia com barra de cores excol-
lentos padres pelo diminuto preco de 3/0OO
chita para cobertas, bunitos psdrOes a 800
rs. o covado, dita pra vestido 180 rlscadi-
nhus'de lioho proprio para palitOes a 210 rs.
0 covado, cortes de colete de sarja de algo-
.1.1 1 a eto.cn.les de 18o e seda a 3/100 o ou-
tra multas fazendas por prego commodo.
F-z admirar o ver carn'.eis de linha de
400)ard.s a 140 rs. de 200 jardas a ICO rs.,
n. 100 120 150 muito finas, 100 i.rdas a 40
rs rluzia 400 r.. pentes de coco s 320 rs ,
agnlheifos de metal a 140 rs.com aguijas
suni t.s, o em caixinhas a 280 rs. todss
l".nc/.ns, dimitas com gramaas a 180 rs.
1 i olas de pezn o'ieias a 60 r. tocadores de ja-
caiauda a 2,400, ditos branooa a 1,200, dilos
de algibeira a 80, 100, 120 rs., rudiinas de
alDnites francezesa 100 rs. e outrs multas
cousas I cr leudte,, miudezas ludo muito
barato : na rua do CabtigS loja o. 3.
Vendem-se can urjas novas, fortesj e bem
construidas tanto para cavallo, come para
boi, carros de mflo, urna cavallo para earro
e tambem diversas qualidadea de arvoredoa,
como sejam larang-lras (tanto enchertadas,
como para onchertar) f.ucta-po, sapotl, li-
m3o, e pitanga para cerc, ludo por prego
muito commodoi na Ponto de Ucha sitio do
Jofio Carroll.
Vende-se 2 cano urna de milheiro, o
outra de 800 lijlos de alven.riaem bom uso,
muito bsrataa: em Santo Amaro sitio do
Manoel Francisco da Silva, junto a Igreja.
Hurtas ejardim.
Somentes de tolas as qualidades o muito
frescas por pregos commodos: na rua da
Cadea do Recite 11. 56 A, loja de ferrageos
de Antonio 'oa1um'v"1'1- _______
e9A994av##4t9900S99V(V0
fjp Na loja l'orn uubucan da rua do
m Crespo o. II, vende-se ptimos sapa- 9
m tos e perneiras de borraxa proprios
para a presante estagRo invernosa
Vende-se um moleque creooro pega
nna.de 15 aonos do idadeinarua Velha o.S4.
Ven le-se um terreno aterrado, com 115
palmos-de fundo e 45 de largo, na nova rua
que Tica a frente dos fundos da rua de A-
nollo : a tratar na rua Direita n
.. Vende se urna negr.nba de lennos de
idade, creoula sadia: no aterro da Bo.
Vista, venda n.20.
- VenJem-ae 23 travs deaupenor qua-
lidado, com 46 a 50 palmos o 9a 10 pollega-
da. ora ver atr*a de Santa Rita, e para e-
ju.t'ar com Manoel Jos Dantas, na rua da
Praia de Santa Rita n. 43.
__ Vende-se a lypographia do
Diario Novo, propnedade di Viu-
va Roma a qual est montada ,
Unto de hons lypos, como de pre-
lus, e de todos os utencis rtecessa-
rioo a una, boa typographia : tra-
ta-se com a proprietsna, na rua
da Praia n. 55.
Vendem-se cortes da oolates de selim
branoo bordados, os mais ricos em padrOas
a qualidades : n. rua da Cadeia do llecife,
loja de fazendas u. 51.
MUTILADO

ti

I 1
-!


t


Lotera do Rio de Janeiro.
Ana 0:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2400.000e 1.000,000da rs.
Ni toja di Vi un Vieira & Filhos, na ra da
Cadeia do Recife n.24, receberam pelo vapor
inglez Severo, aa lisias da 43 lotera do thea-
Iro de 8. Pedro de Alcntara, e 30 do Monte
TioGeral, pelo mesmo viramosafortunados
bllhetea e cautelas da 34. lotnria dolbra-
tro de S. Pedro, os quaes lrocam-se por bi-
lhetes ja premiados das loteras do Rio de
Janeiro e dos desta provincia.
Bilhetes 22,000
Me ios 11,000
Quarlos 5.500
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
A proveitar em quinto he tempo.
O superior espirito eitraido do vinho,
indo ltimamente da Balilla, a sua qualidadese faz recommen-
il.ir, para diversos remedios, como o nico
proprio para compor vinlios deleorados;
vende-se em casa de Bairlo& Macedo, na
ra Direita a. 17.
VenHe-se 100 barricas vazlai, multo llra-
Chapeos do Chile.
Vendem-se chapeos do Chile pe-
queos a 4,ooo rs. : na ra do
Crespn. q3.
' -- Vendem-se amarras do ferro: na rus da
Senzella ova n. 42
Km casa dejantes Crablree &Compa-
nhia, vendem-se rreios para carroa de 2 o
4 roda, assim como a verdadeira grata in-
gleza n. 97, em barricas da 13 duiias de
potes.
-- Na rus Nova n, II, vendem-se chapeos
de palha da Italia, para hornero, o mais ba-
rato posslvel, pela su* qualidade, ea nata
luz f,
Teodom-se saccas com milho, de 5 pa-
r cima, a 1,800 rs., e a rolalho a 2,000 rs. :
no beco do Carioca armazem junto ao
lampeBo.
-- Vende-se a taberna, sita na ra da
Guia n. 36, com poucos fundos e bem afre-
guezada para a trra : a tratar na mesma j
vende-se para liquidando de conus.
Vellas de Carnauba.
Vendam-se na ra do Trapiche Novo n 10.
superiores vellas de carnauba a 9,000 rs. a
caiia.de 33 libras, e 200 vellas.
Na ma do Crespo n. a3, loja do
barateiro, ha para vender a 12o,
14o 160 e aoo rs,o covado ,
de chita escuras e de cores
(xas.
vende-se tambem corleada csmbrsia de
seda 18/000, ditas de seda escocesa com 15
corados a 12/000, ditos de cambraia de co-
res, eom lpicos adamaaeadoa e 7 t|2 varaa
a 3/500, ditas do cassas de cores com 7 varis
a 2/000, ditos de casemira muito fina e 010
paaee.colr.ida., aind. se da a permlssao ao d de Ci01braia e seda
comprador de faaereico ha conforme o juste,I "_""" ... ,. ,i rn-
no.endo e.le. o rarle. que com este nao se P" ""' *>. ll)1,c, P1.**??L
quer negocio .Iguiii, e tamben se vende... 2o';rqs a 640 rs., algodlo azul com Iistras a 160
mergulbos lodo, o inelhor po.aivel, e alguna
com cicboa de uvas, para se poder apreciar a
eicelleote qualidade do inu.catel jasu.i.n: na
padaria da San ti Crux debati do sobrado n.ioe.
Veode-s um terreno oa roa Imperial, com
3*0 palmos de frente, e mal. de 3,0.0 de fundo:
oa ra Direita n. 10, seguado andar.
Vende-se una linda escrava creouta de 20
annoi, que eogomma, cozinha e coie, ludo
multo bem: na roa da Praia, primeiro andar,
n. 13.
Vcnde-se rap de Lisboa a retalho, chrga-
do ltimamente no vapor inglez: ua praca da
Independencia n. 3.
Feijlo novo a 9,500 rs. a sacca
com 3 quarlos.
Vendem-se ssccas com 3 quartoa de feijlo
(medida velha) a 2,500 rs. cada sacca ,
no armazem deGouvea & Das, defronte da
escadinhi da alfaodega, a elles antes que so
eesbe, pois he barato e nSo esta furado.
-- Veo le-se urna preta de meia idade, ro-
busta, que coainha o diario de urna casa, e
vende na ra : na ra Imperial n. 31.
Vendetn-se 50 travs de diferentes l-
mannos a de diferentes q.ialidadea, quem as
qulzer comprar pode hir ve-las e a juslar no
trapiche do Ramos que se far todo o ne-
gocio ; vende-se urna barrica com 50 garra*
fas de vinho de caj : na ra da Praia o. 32.
Attencao.
Fabrica de chapeos de sol no atier-
ro da Boa-Vista n. aa.
Neste novo estabelecimenlo recebem-so
um novo e lindo sortimento de chapeos de
sold ultimo gosto, tamo de seda como
do paoinho para nomino, de armacSo de ba-
leia e de ac, que se vendem por menos pro-
co do quo em outra qualquer parte, e gran-
de sortimento de seda a paimilio de todas
as cores e qualidades para quem quizer
mandar cubrir armacO.s servidas, tambem
se vendem baleias para vestidos de senhoras,
econcertam chapeos velhos, jeja o estado
em que estiver.
Vende-se rezina d.e angico em porcOes
e as libras : ns ra da Cadeia, loja de JoSo
Jos de Carvalho Moraes.
Vende-se um terreno, na ra princi-
pal da Capui.ga, com 60 palmos do frente e
200 e lautos de fundo, com alguns arvore-
dos de frutos: na ra do Queimado n. 29,
casa amanla, segundo andar, que achara
com quem tratar.
-- Vendetr.-ae luvas de pelics, pretas e de
cores, a mo rs. o par : na ra da Cadeia do
Recife, loja n. 14, d6 Ferreira o. M-o nido.
-- Vende-se um molequecreoulo, de bo-
nita figura, que representa ler 18 annos :
na ra das Cruzes n. 40.
Na ra das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, vende-se um lindo mulatinho de 16 an-
nos, proprio parapagem; 1 lindo escravo
de naglo Angola, de 22 annos, el dito de
todo o servigo da praca e mesoio de campo.
Vende-se um sobrado de 2 andar*,
com chaos proprios, sito no liairro de Santo
Antonio, lendo no lun lo do mesmo duas ca-
sas terreas e urna coxeira: na ra estrella
do Rozario n. 10, seguudo andar, que acha-
ra com quem tratar.
A i,44o rs.
Venha comprar
Quem tiver precislo,
Os muito acrediiadi.s
Cobertores de algodSo.
Na loja da ra do Crespo, que volta para a
Cadeia, vendem-se os bem conhecidos co-
bertores de tapete, para escravos, pelo m-
dico prego de 1,410 rs. cada um.
Com toque de avaria ,
mailspoloes largos e finos, a 4,400 rs. a pe-
ga ; bretanba de Hubo superior, a 2to e
320 rs. a vara.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem.se roedapolOes
largse finos, com pequeo toque deava-
Ha, a 4,400 rs apega; brelanha de linho
muito lina, a 240 e 320 rs. a vara.
Novo sortimento de panos linos e
casimiras de todas as quali-
dade*.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que
volta para a Cadeia, vendem-se panno pe-
lo, a 3,800, 3,200, 3,500, 4,000 e 5,000 rs. o
covado; dito francez muito superior, a
6,000 re.; dito verde, a 2,800 rs.; dito azul,
a 2,800, 3,500 e 4,000 rs.; dito cor do rap,
a 2,800rs.; cortes de cois i de casimira pre-
ta infestada, a 5.000 a 6,000 rs. ; dita frao-
ceza elstica, a 7,500,8,000, 9,000, 10,000 e
11,500 rs.; sarja prela, a 2,400 rs. o covado;
dita hespanhola, a 2,800 rs., e outraS mul-
tas fazendas por precos conirr.odos.
Cortes de brimde linho, a 1,280,
a,a4o e 2,000 rs.
Vendem-se corles de brim pardo, de li-
nho puro, a 1,280 >s.; ditos de cores com
llslras de bom gosto, a 2,240 rs.; ditos de
brins amarellos, a 2,000 rs.; cortes de cala
de riscado de linhu de Jistras, a 720 rs.; css-
. saseacamplnadaa para coiliuados, com 8 112
vara, a 2,400 rs. a peca.
Aviso aa senhoras.
Na ra Nova n. 11, aesba da receber-se
chapeos de palba abarlos, para meninas e
senhoras, com enfeites e sem elles, os mais
modernos possiveis, laiagarga com a com-
petente 18a eseda, de todas as cores, para
Imr,lar, ejunlameiila uui Completo sorti-
mento de agulhas para u mesmo fim ; cami-
sinhas bordadas, para senhora, o msis rico
posaivel; toncas da Ua, para meninas a se-
nhoras ; um completo sortimento de cis-
ma a chitas fraocazas, de bonitos pa.lrOes, e
multas outraa fazendas, quose vendem por
monos prego do quo em outra parlo.
'rs., riacadode lintio multo eneorpado a 210
rs., e outraa muitas fazendas por prego mui-
to barato a contento doa freguerts
*
Aos binantes das do-
911 ras da vida.
t OlYerece-se, na ra da ("o- <|
t deia do Kecie n. a3, um fi-
* no meio de satisfazerem seu
? apurado gosto dando-se-
lhes a troco do algumas mes-
te quioba patacas, o excellen-
I te e delicado doce debacur.
a>, Chegou rescentemente do
S Maranhao he da nielhor
v qualidade que ha e tent vin-
' do em latas, mu proprias
J,' para a sua conservacao, lor- .4
ti na-se tambem por isso objec-
S to de grande considerarlo, 4
4$ para as pessoas que desejam 8
I mandar presentes deste ge- 2
aj ero paro a Europa. %
Vondem-se tres pardas a saber; urna
tem 18 annos,'coze bom, corta camisas de
homeme vestidos de sw.hora, faz laberinto
de todas as larguras, marca e engomma, tu*
do com muita perfeigo por ter sido muito
bem educada; outra com 20 annos com aa
mesmas habilidades menos cortar camisas,
accrecendo que engomma perfeilamente
bem ; e outra com 311 anuos, por 500,000 rs.
que coze. engomma liso, cosinha.fiz renda,
e tem muita saude : na ra larga do Rozario
o. 35, loja.
tap Paulo Cordeiro.
recentemente chegado do Rio de Janeiro:
vende-se oa ra da Cadeia do Recife loja 11.
50, deCunha es Amonio.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. .7, ha
muito superior cal nova em pedra,
hegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Hus-
sia, nova e de superior qualidade.
Pechincha.
Na loja do Passeio Publico n. 15 vnde-
se superior cal virgem, chegada ltimamen-
te de Lisboa, por prego muito commodo pa-
ra acabar.
Casemiras de cores.
Vendern-i
casemira de
Deposito de panno d 1 algodSo da
fabrica Todos os Santos da Ba-t
nliia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desla fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
Vendase um bom carro da quadro ro-
das, com os competentes erreios, pata dnus
cavalloa : para ver e tratar 00 aterro da Boa
Vista n. 45.
i'lHN P nJiJia.I luinlmof
osorap 'sDapatjrt sp sumbsaep uiezeuut
bu : J9!A omqutp 'sosos apeo u OOS'5 P
*ft*]B ap e Farinha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amor i m n. 35.
Na loja das seis portas.
Continua a vender cassa preta a 120 rs. o
covado, catsa de quadros, para curtir lo e
babados a 940 rs. chitas a 120,140,160, 200
rs. riscado francez para vestidos ejaquetas,
a tfiO rs. o covado e todas as mais fazendas
por prego commodo.
Vende se, por preco muito
commodo, cal virgem de Lisboa,
em liarris, muito bem acondicio-
nada ; fumo m folha para capa
de charutos; prtala o para fb ical
df chapeos : trsta-se noarmaisem
de Jos Joaquim l'ereira de Mel-
lo, no caes da Alfandega n. 7, ou
com Novaes & Companhia, na rita
do Trapiche n. 34.
i>!|iosiio da rubrica le Todos ot
Santos na Ualiia. .
Vende-se,em casa de N. U.Hieber&C,
oa ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
q lidiara lrica, muito proprio para saceos di
assucar eriiiipa de escravos, porpregocom-
modo.
Falitos pretos.
Vendem-so palitos de panno preto e dt
cor forrados de seda e debrunliados de fiUt
por prego muo commodo, tendo po'gii
para escolher: na loja do sobrado amarelloj
nos Quatro Cantos da ra do Queimdd
n. 29.
Cambraias de seda.
Vondem-se cortas de estidojilcambraii
de seda novos padrOes, pelo barato prego .1,
8,000 rs., tendo sortimento para escolhon
na loja do sobrado amarello, nos Qualri
Cantos da ra do Queimado n. 29.
Moinhos de venlo
com bombas de repuxo para regrar hortal
o baixas decaplm na fon.Iic.00 de ttovrmau
ct M. Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e IQ
Vendem-se os vcrdadeiros selios tn
glezes, patente, de molla e soui ella :
ra da Senzalla Nova n. 42.
Ii.uateiro to Kecife.
Na ra da Cadeia do Recife loja n. 50. venj
dem-so cortes de magnificas sedas pretasl
lavradas, recentemente chegadas, corles di
chilas acbamalotadas, manteletes pretoS
cnales de teda de cores, grandes e pe-
queos, msntas, de seda, sarjas pretaa, U-
vas pretas de torgsl,e de seda de cores pa-
ra Sra., ditas e seda, e pelica para homsm,
grvalas pretas, coletes de casemira, cm-
bralas delinho muilo Una, ludo moderno e
bom, assim como nutras muitas fazendas,
que atroco de dinheiro se vendem porba-
ratissimus precos, bem como pannos azul,
verde e prelo para casaca, palitos, e falda
de 4,000 a 6,000 rs. o covado, ditoa menta-
dos para palitos e para acabar a 1,800 n. o
covado, e cortes decasemira do cores a 4,100
a 5,000 rs. o corte.
Vende-se um terreno na rus da Aurcra
rom 50 palmos de frente e 280 de extanslo,
tondo caes de lijlo a beira mar, fleando es-
tro as casas doslllms. Srs. CustavSo Jos Jo
llego e Francisco Antonio de Oliveira: Ds
pretendentesdirijam-se a ruadas Torrean.
8, primeiro andar.
Tuixas para engenhos
Na fundicao de ferro de liovv-
H13I1 &c Me. Callum na ra db
Urum. p-.ssdiido ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea,
\
g. *g
Sementes de ortalice.
Vendem-se semental de ortalice, muito
novas, de todas as qualidades, vindas de
Lisboa na galera Margarlda: na ra da Cruz
do Recife, airas do Corpo Santo n. 62.
Vendem-se pipas de Lisboa, Tarrlnhos
de indo, e urna clarineta em bom estado: na
roa da Prala de Santa Rita, defronte da ri-
beira 11. 10 c 12.
AdmiracSo.
Na loja da ra do Crespn. 10, vende-se
rolo deminulo prego de 1,500 rs cada un,'
excellrntes chapaos de sol de panninho ,
muito eufeitadua, psra senhora e meninas,
obra prima, a elles antes que se acabem.
No escriplorio de Manoel Joaquim Ra-
mos a Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vonde-se por prego commodo cal virgem de
l.ishda chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz,retro/, fet-
eliaduras do Poito, pannos e casemiras
Jo 1.1a. .
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amonen, na ra da Cadeia do
Itecile, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos prego do que
em outra qualquer parle.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
jlos.
Pechincha.
No aterro da Boa Vista, loja n. 46, tem um
grande completo sortimento debicos ; litas
lisas e lavradas; colheres de metal principe,
para sopa e cha. o mais bem feilo, que (em
viudo ao mercado, t outros muito s objeclos
que a vista do comprador se dir
liasa de commiss3o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para'
o que se oll'erece muitas garantas
a seusdonos ; narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porgSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vnde-
se por prego razoavel
mu.utas superiores.
Na fundigSo de C. Starr& Companhia,
um S.-Amaro, acham-se venda moendas
le canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito superior
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Kecife n. ia, ha muito supe-
rior cal da Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
moni &r Companhia, acha-se constantemente
bnns aortimentos de taixa de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, mocadas la-
chas todas de ferro para aaimaes, agoa, etc ,
ditas para armar em madeira de lodos os ta-
n.auhos e madellos o mais moderno, machina
l.urlsonlal para vapor, com forja de 1 caval-
loa, coucos, paasadeiras de ferro eslanbado
para casa de pulgar, por menos prpfo queoa
de cobre, escovena para navios, ferro iaglez
lauto em barras como em arcos folbas, eludo
purbarato pre;o.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RA DA SK./.AI.I.A NOVA N. 42
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Atoalhados e guardanapos,
loja do sobrado amarello, nos Quatro
Tapetes a 1,280 r.
Vandem-se a retalho a 1,280 ra. cada um,
muito bons tapetes de esparto, que serven),
lano para por ao p de solas, como para
portas de salas : na ra ds Cadeia Velha n.
18, primeiro andar.
Em casa de Rolhe & Bidoti-
lac, na ra do Trapiche n. 1 '1 ,
vendem-se os seguiotes artigos :
Cimento romano, da hem acredita-
da marca Z, a 0,5oo rs. a bar-
rica.
A 90 de milSo.
Folha de (landres.
Cobre para forro.
Zinco em folha.
Zinco em barra.
Lonas da Hussia.
lirins da dita.
Tintas sortidas.
Phosphoros.
Fregos sortidos.
Charutos da Ilavana.
Oleados.
Tambem existe um bom sorti-
mento de ferragens e miudezas, a
pre9os commodos.
Vende-se urna escrava, de nagdo Mo-
gambique, de 25 annos de idade, sem vi-
cios, ri"ni achaques, cozinha a engomma
multo bam : as Cinco Ponas n. TI.
Vende-se 2 canoas, urna de um milhei-
ro e outra de 800 lijlos de alvensria, em
bom uso muito baratas em S Amaro sitio
de Manoel Francisco da Silva, junto a I-
greja.
-- Veodem-se S escravos, sendo um mo-
leqne de bonita ligura, s escravas com al-
Rumss habilidades, e 1 dita de meia idado
oa ra Direita n. 3.
Vende-se, por prego muito commodo,
I sof, duza e meia de cadeirss, 1 mosa de
meio do sala, 1 par de consolos, tudo de ja
cartilla e eni muito puuco uso : narua da
Cadeia de S. Antonio n. 14, segundo anda
da esquina.
Cambraias de cores.
Vendem-se cortes de vestido de cambra!
transparente, com listras de cores, pelo ba-
ratsimo prego de2,5C0rs. cada corte : na
loja do sobrado amarello, na ra do Quei
ruado n. 29.
Vendem-se holinhos de todas as qua
lidades, e armam-se bandejas multo ricas ,
por commodo prego : na ra do Rangel, so-
brado n. 52.
No segundo sndar do sobrado n 30, ds
ra larga do Rozario, sa vende um prelo de
meia idsde, sadio, e proprio para todo o sor-
vico.
Terreno.
Vende-se por prego mdico um excellen-
to terreno para edilicago, na ra do Ran-
gel ; tem madeira para Iravejamento, e as-
aoalho, e tambem saccads e mais pudrs .
tratar na ru* Nova n. 50, primeiro andar:
SGantois I'ailhet& CompanhiaP
Conlinua-se a vender no deposito*
geral da ra da Cruz n. 52, o excel-*
M l-niee bem conceiluado rap areiaB
8 prela da fabrica deGantois l'ailhet&
Companhia da Baha, em grandes e
peqoclas porgues pelo pregoestabe-jg
ii
se em carros, sem despezas ao cora
prador.
CHA PRETO. l
Vende-se superior cha prelo,
as quaes acham-se a venda ,- por
sesuperiores cortes de caiga de'preco commod0 e com pr0mpti-
. .isriuiin o cores, paoiocs modernos, pelo i r
barato prego de 5,000 rs. : na loja do sobra-, dao, embarca m-se, ou carregam-
do amarello, nos Quatro Cantos da ra ty
Queimado n. 29.
Superior larinha de S. Mathcos e
muito nova,
Vende-se a bordo do hiate Caprichoso, fun-i
diado em frente do caes do Ramos, e na ra em caixas de 3o libras cada urna
da cruz n. si. i de J. J. Tasso Jnior,
l'rtncititos ircracs de economa pu- .. '
1.1- a i ra do Amonmn. 35.
blica e industrial. .,
Vnnde-seestecompendio.approvadopara Vendem-se ricos espelhos,
as aulas de pnineiras letras, a 480rs.: na com molduras dotllMilas r de 4 a 6
praga da Independencia, livrarian. 6 e8. I j a,tu fc
-Vendem-se 2 escravos muito mogos, do ni-i.
exceliente conducta, sem vicios nem echa- pagoe de excellenle qualidade, a
ques, sendo um olUcial de marcinuiro; am- o.ooors. o Cesto: na ra da Crui
bos creoulos e de bonitas liguras : na ra n _, k .^i _x
Augusta n. 66.
na
Cantos da ra do Queimado n. 29, tem para
vender um completo sortimento de toalhas
de linho oda algodo de todos os tamanhos
a em poga pira cortar varas, assim como
guardanapos de varios lmannos e qualida-
des, e tudo por prego muito commodo.
No aterro da Joa-Vista, loja n.
18, defronte do tribunal do com-
mercio
Vendem-se cambraias para cortinados a
2,200 a pega, dilas para vestidos a 1,800, chi-
tas linas o de cores filis a 120 e 160 rs. o
covado, corles de casemira do urna s cor e
de muito bom gosto a 4,000 rs., alpaca pre-
ta muito fina e de 46 polegadas de largura a
1,000 rs. o covado, riscados f>ancezes escu-
ros axadresados com 34 polegadas de largo,
ptima fszenda para o oso domestico, e tor-
na-se muito barato,n3o s pela grande lar-
gura,que com pouavis covadosse faz veslido
como pelo prego de 240 rs. o covado, brins
de puro linho amarados e escuros a 1000 rs.
o curte, chales pequeos de mu.lo In.m gos
H lecido.
AVISO AOPJUBMCO.
Na botica da ra do Collegio n. 18, conti-
nua m-.-u a vender as verdadeirss e bem
conceiluadas pilulss para bobas, cravos se-
cos, e dores venreas, por mais antigs que
sejan.; cujns bons elV-itos confossa.n lodos
que dallas tem feilo uso. Com osic3o do
pbarmaceutico SebasliSo Jos de Oliveira
Macedo; e para conhecimento do mesmo
publico e principalmente de algumas pes-
soas que o.i" estejam ao alcance, o conhe-
cimento das verdadeiras pilulas, se faz pu-
blico por aste aviso.
Vende-se a verdadeira agoa mineral,
chamada Sellers Wassere urna pequea por-
cii. de charutos da Baha: em casa de I..
Schiil-r ii Companhia na ra da Cruz n. 49.
Vende-se a melhor farinha de S. Ma
theos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaty, e em porgSo : a talar com
Manoel Das na ra do Vigario n. 14, ttrcei-
ro andar.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
n.4.
Neste novo estabeleeimento recebeu-;e
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sol dos ltimos gostos, tanto de seda como
de paninho para homeus e senhoras, de ar-
magBode baleia e de asso que se vendem
por menos prego quoem outra qualquer par-
te ; grande sortimento de cha na lote, sedas
e paninhos em pega de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armagOes servidas. Completo sor-
timento de baleias para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbrllas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos

SALSA PARRLDA
Db
As numerosas experiencias feiu, c '
uso ds salsa parrilha em todasaienferm
dades, originadas pela impureza dosmjn"
e o bom xito oblido na corle pelo liim*
Sr. llr.Sigaud, presidente da academi. m
perialde medicina, pelo lllustrado Sr nr"
Antonio Jos Peixoto em sus clnica jJ
sua afamada casa de saude na Gamboi no
lo lllm. Sr. I)r. Saturnino de Oliveira 'mV
dico do exercito e por varios outros medu
eos, permitlem hoje de proclaa>arallirnr.nil
s virtudes ollleszes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garraa conlem duas hl.,,
de liquido, e salsa parrilha de Rriatol hn
garantida, puramonte vegetal sem oiercu
rio, iodo, potaasium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro ns bolici du
Sr. Jos Mara Goocalves Ramos: ra doi
Quarleis pegada ao aliarle! de polica.
Vendem-se chapeos de 13a, de diveraas
modas, por procos ajiuilo commodos: ri.
ra da Praia, armazem n. 6.
Cesso.
Vende-se g?SSO em barricas, chegulo 1,1
timsmente : etn casa de I. Keller & Coma,!
nbia, na roa da Cruz n. 55.
Molduras douradas
de todas os larguras : veodem-se no arm.
zem de Kallkmann Irmnns.iuada Cruz nlo
Escravos futidos.
rtesapparcceu do engenho dis Matas
do Cabo,no da 13 do crrante umescrjv
de nome Flix, muito ladino; bem alio, i|.
guma cousa secco, coxodeuma pern, ii
tem alguns cabellos brarlcos, a um olhira-
meloso, levou roupa dealgod(o,umi hali o
uina vara de carreiro : tem-se noteimo
engenhoTrapicne do Cabo. Roga-sess auto-
ridades sua coadjuvigJo, e promelle-seaos
capases de campo generosa paga, levando-o
ao dito engeoho das Malas.
-- Desappareceu na noite de 13 para 11 do
correte u m escravo po- nome Joo (crioo-
lo) levando urna caiga de brim brinco com
listra ao lado, 2 caigas de casemira de cor 2
colletes de setim preto, 2 ditos de fusilo'da
cor.cnapeo preto de massa e camisa de mi-
dapolln; o escravo tem os signaesseguinles.
cor ulla.allura regular, reforgado do corpo
urna ferida na perna direita do lado de tora'
.casa de Avrial lrmios.
Simao de jNantua a
800 rs.
Chapeos de Chile.
Vendem-se crupeos do Chile, superiores:
na ra do Trapiche n. 8.
va. F,finh' de manJioc'- I Vende-se a historia de Simio de Nantus,
Vende-se saccas com superior farinha de a 800 rs. n, |arU da praga da Indepen-
mandioca a pregos rasoavris: a tratar com J. (]c||Cjn n_ 6 Rg "
i. Tasso Jnior ra do Ainorim n 35, Vendem-se no becco do Gongalves, ar-
Farinha barata. Imazem de OeaneYoule& Companhia, meias
Vende-se a bordo da escuna Maria Firm- imc.g corn SUperor farllh, de lrig0.
na, fundiada defronte do caes do llamos,su- 1 .,_:. j. i j 1 ;.,.,.
penor rrinha de man lioc. de s. Mathoos, Eotena de SS. b. do Livramento.
por prego commodo para acabar: trala-se a J Aos 5:000,000 ders.
bordo com o capillo, ou com l.uiz de S
Araujo, na ruada Cruz 11. 33.
Vinho de (Jliampatrie,
e superior qualidade : vende-se no arma- 8e um re8, d bilhetes inleiros ,
Hua do Passeio Publico n. 9.
Vend,am-se ricos crtts de vesli ios do
cambraia com barras de lindos desenlio*,
pelo dimiduto prego de 3,000 rs.; s elles an-
tes que se acaben.
Cartas francesas para vollarete.
Na ra do Ctbug o. 6, vende-se cartas
francezas 500 rs. o baralbo.
Vendo-so muito superior farinha da
Santa Catharina em saccas a 2,240 rs. : na
1 KalkmahuIrmlosRua da Cruz, n. 10. ineios, quarlos, decimos e VEe8i-i^u, ?!?"" "rm,?em J0. Na mesma ca-
iHtMMCffMNMl* -- L- .b r-ven leseum.t.lnon., c,n mucos rou-
AltAOS AMEtAlCANS. m
" vramento.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 1 vend-
is de 20 libras .le diferentes numeros,mui-
lissimo barato, to barato que os comprado-
res se admirarao. Proprios para plantar e alimpar canna de
"PO'JI1 *J,d : dillerentea modellos e feitos na mais acre li-
lt-8."_.luJ??. f ? P?^fL -!|H _ep! ld fabric Inlaterra; sendo muito so-
ndo a este
m qualquer
por t-tr um
a.iaij.iiuinli.ofasof eptuazamjiou: 19U pariores a qualquer que tem vi
f^ojiaquip -ajq!i a si ooO'S t as-mapusA mercado.o proprio para plantare
sq| 8 3 g '^ 'til C ap sbib'i terreno e do qualquer largura, p
a Id ..u......... nata anria /* fi.oli.
'|Buoieu Bip .101.1,>dn^
9 mos a beneficio de JN. S. do Li- dns na ra uo Rangel.e faz-se todo o nego-
Vendem-se arados ame- ,
9 ricanos, chegados dos Esta- 9
^ dos Unidos, pelo barato pre- S
*' co de 40,000rs. cada um: na #
2 ra do Trapiche n. 8. J
aj ***>#*;
Vendem-sa relogios do ouro e prata de
patente suisso, do melhor autor
de Schafneitlm & Tobler, na ra
n. 38.
-- Na fu da Cruz, armazem n. 33 de Luir
Jiillietes inteiro
Meios
Quarlos
Decimos
Vigsimos
10,000
5,000
3,600
1,100
600
Vendem-se relogios de ou-
: em casa rO e prata, patente inglez:
' J* crutkjj, yenza||a Nova n. Aa.
ci.
Baratissinio.
Superiores luvas de pelica.
Vendem-so superiores luvas de pelica pa-
ra senbora, ditas de ponto inglez para ho-
rnera, sapa tos fraocezes de couro de lustro,
selim cordavlo para senhora, tolo chega-
do tjllimameota do llivre no Conti lloger :
no-eterro da Boa-Visla, loja de calgado n.
58, junto ao seleiro.
Vende-se urna monda de casa na rui
na ra, da Praia de S. Frsn.-isco.com 2 salas de fren-
te, 4 quarlos, sala de detras a cosinha.quin-
tal grande, em trras proprias ; outra dita
na ra daCarmo, com sala adianto a atrs,!
Jos da S* Araujo, vende-so em saccas de al- Vende-so um torreno na ra da Aurora j 3 quartos\quinial, em chaos prqpnos; ou-'
queire farinha de Santa Camarina e S. Ma- aterrado, tendo funio at a ra do Iluspi- ira dita narua do Cozo, com sala ada ule o
tneos, quem levar a sacca Tica muilo barato, co, e Frente 55 palmoa : tambem se verde atrs, 3 quarlos, quintil muito grande, to-
islo psra se fechar contas. s a ruada Aurora : a tratar na praga da In- das na cidada de Olinda vendem aa juntas
- Vende-se um cavallo castanbo, da bons, dependencia n. 17. ou separadas : na mesma cidada pateo da S-
andares : na travessa do Veras n. 15, das Venaem-se4bois de cirro novos, filhos Pedro Novo, casa de D. l/nacia, e no Recifa
hurasalass, do paslo ; na rua,do fasseio, loja n. 21. na ra Velha u. 72.
^P
MUTILADO
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
Obico, aivrca o sola desles arados pasam
por um processo que da-lhea consistencia
de'ago temperado da maneira que alo de
mnita duragfio, alm de que tem bicos de
sobre-exceUdote: na ra do Trapiche n. 14.
T/aclias de ferro.
Na fu mi i gao da Aurora em Santo Amaro,
e tambem do deposito na ra do Urum logo
na entrada, e defronte do arsenal de mari-
nna ha sempre um grande sorlimoulo'ilu
tachas tanto de fabrica nacional cmo es-
Irangeira, batidas, fundidas, grandes,* pe-
quenas, razas c fundas ; e em ambos os lu-
gares existen Kuindastes, para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza : os pregos
silo os mais commo ios.
Madama llosa llardy modista bra-
sileira : na ra Nova n. 34.
acaba de receber de Franga pelo navio Con-
t Roger os objeclos seguintea : am grande
sortimento de chapeos de seda da ultima
moda para senhora e pira meninos da idada
de 9 annos a 13 de todas as cores, riqujssi-
mos enfeitos de caheca para bailes e llieatro,
lindis pulceiras de veludo com flvelas, ri-
quissimas capailas de dores de laranjaa pa-
ra noiras, ricos capotinhos pretos de groz de
aples muito enfeiUdos e de cores para se-
nbora e meninas, rico groz de aples fur-
ta-cores. corles de veslido branco para noi-
: vas, transas de seda branca e de corea para
entallar vestidos, bicos de suda e de blonda,
ricos cabegOes para taino de vestido.mantas
de seda prota e cabegOes pretoi.luvas prelas
e de pelica branca.
um pouco cima .10 tornozello, reprsenla
ler de idade 30 annos pouco mais ou menos-
roga-se is autoridades policiaca e miisca-
pitSes decampo a captura de dilo escravo,
e de o levar ao engenho das Millas a seu Sr
Antonio de Paula Souza L'lo, ou a ra do
Vigario n. 9,armasem de Cirneiro & Rimos
que se gratilcar generosamente.
No da 1 de abril pela manhla auzen-
lou-se o obra Alexindreda casa deseuSr.,
na passagem da Magdalena, estatura alia,
bem feto do corpo, rosto redondo, feicOes
miudas, olhos'pequeiios.cor amireladi,ron
alguns pannos, e falla de denles nfrenla,
levando chapeo de seda preto forrado de
verde, urna caiga e jaqueta de panno azul
nnvs,ramiza deriscadoazul e caiga branca,
eale cabra he do matio, e servio em Golea,,
oa e Olinda; mas ignora-se u destino que to-
mou.pelo que se rog sua captura a piomtl-
te se boa gratilicaglo a quem o lovar ao di-
lo lugar o primeiro sitio a direita, queien-
do vultar o viveiro, porllo de ferro ; ou no
Recife ra do Trapiche n. 40 segundo
sanar.
-- Nodiaquarta feira. 21 do correte rae:
de abril, ss 7 horas dodia, ausentou-sadi
casa do seu senhor o mulato Thomaz, de 20
a 22annos do idade, cabellos alguna cous
crespos, bom offlcial de marcineiro, tam-
bem trabalha de sapateiro, costuma anJir
calgado, he baixo, grosso, cara redonda,
bem parecido e gosta de andar sempre lim-
po, com calsa de casimira de cor e prela, ja-
queta preta, chapeo de massa preto, costu-
ma andar de sucia com outros, be fumador
de charutos, este mulato he bislinte astu-
cioso, j fez urna fgida em um navio ame-
ricano e foi a America ingleza servio 10 J
marojo, ecorreu diversas terrss: por isso,
roga-se a lodos os espilles de navio o
cuidado de o nlo acceitirem, assim como
mestres de barcassa e os senhores guar-
dss da registro que pode sahir como
passageiro forro assim como qualquor
inesl'e marcineiro, ondo elle fr trabalnir,'
.capillas de campo, autoridades policiaes,
ou mais pessoas do puvo, peguem-no e le-
vem-no a seu senhor Francisco Cavalcinli
de Albuquerque, quesera recompensado;
na ra do Livramento o. 11; este mulato foi
escravo do Sr." D. Antonia Flonnda Pessoa
de Helio, viuva do tenante coronel Jos do
Reg Barros.
-- No dia 22 do crranle fugio um escravo
de nome Benedicto, de naglo Angola, de
'dada de 18 anuos, pouco menos, cOrbotn
prela, altura regular, curpo refo g>do, pe*,
mos e beigos grussoa; levou c.raisie cai-
ga suja de panno da algodlo da tem:
quem o pegar leve-o seu senhor, ni rui
rstreita do Rozario n. 43, seguado andar,
que STa pago do Irabslho.
Desappareceu do engenho Novo San
Jlo de Serlnhlem, no dia 28 de margo des-
te anno, urna preta de nnma Jerunyoa,
crola,'do idade 30 anuos, pouco maison
menos, alta e gorda, pes apalhelidos, com
algumas escrescencias de erne bem visiveis
entre os peilos, as quaes pj'recam verrugis;
presume-se ler fuglo para o Kecife, onda
tem n-niies, e onde he bem conhecida, por
haver ahi vendido fazendas, quando escnvi
do inajor Patricio : ser bem recompensa-
do quem a conduzirao mesmo engenno 00
a casa do lllm. Sr. coromendador Manod
Congalves daSilva, na ra da Cadeia do Re-
cife.
No da IS do corrente, pelas tete horas di
nnitr, deiappareceu da ra estrella do Rosario
o. 3a a mulata .de nome Lnzia, de idade 30 ao-
noa, pouco mais ou menos, alta, cabellos cur-
io!, mullo proil.1,1, costu.na (rajar de sala c
challes de chita, ful deseoca.niubada por Ma-
noel Joaquim do Nasclmeolo, sabido ba pouco
.la o uk'i 1 desta cidade, por alcunbo Manoel Dei
Hls ; pucha pela perna esquerda, c que na
u.rsiua occaaluo asaentou seduzlr oulros riera-
tros. A dita escrava foi comprada a Uaudlno
Jos de Alenla Lisboa, morador no eogeoba
Taquari, suburbio de Sanio Aoi.io : roga-ae por
lamo as autoridades policlael ecapttaea de cam-
po a captura da mesma, e entregar na dila casa
ou na ra do Crespo n. 1, que ser generosa-
mente recompensado.
A um mez pouco mois ou .menos do-
sappareceu urna preta de noobe Joauna, Ida-
do 50 annos, naco Angola, tendo na frent.'
da anega ummolhode cabellos brancos e
na testa urna cicatris, sem denles na frente,
alta ecbeia do corpo, os pos grande* e cu-
cha los, as pomas tambem enchadas, levou
s .i de cinta flna amarella Diudinlis, ca-
misa de cambraia lavrada com bico de fran-
g, tanto no talho como nos puados, panno
prelo lino sam orello, levou mais urna ban-
deja em que fui vender pastis de osla, a,
urna loallia deflores combico largo ao rodar
de toda a losilla ; roga-se aos capillos da
campo, ou outra qualquer pessos que a pe-
gar a levem ao sobrado do largo da Trompo
n. 1, que serlo recompengados.


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