Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03629


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Full Text
m>
Anuo XXyiIl.
Segunda feira 26
de Abril de 1852.
N. 93.
Pituuno AbIiKtoo.
Hrln,e,,re............
fot emeatre -
Por"0........".....
PiaOB.trr.o urtinri.
ro nu.rt.l ......
.{,,,,; i7de Marco Minia..; 2 de Abril
M.rinbia 1 de Abril S.P.ulo. 0 de dilo
rAr... 7dedlro. R. deJ.. u de dita
pirsblbs. H ie Abril Itahia... 17 de dito
4/000
9000
16/vOO
4/900
lU^Dlltal, AUDIElYClAtf.
S6Seg. S FelroBatii
b. ; 8. Cielo.
27 Tere. S. Trrlullaao
SQuart.S Vidal.
Quine. S. Ttnuli.
III vil. 8. Cubarla!.
1 Sab. # 3. Flllppe e
8. Thlagi.
2 Dora. 3. denota da
P. A. M. .a SS V.
-
Jaiso da OrpM*
2. eu.is lOborai.
I. varado civtl,
3. e6. ao roelo-dl..
Foseada.
1. 6. s 10 bor.s.
i 1 carado civil.
4. e abados ao melo-d,
{apio.
Tercaselibados.
raaaiKiDra.
Cresee.t. i 27, ai S horas e (minutos da t,
Chela a 4 aoa 5 minutos da m.
iugoanle II. as 6 hora e 41 minuto* da t.
Nova I, s 9 horas ( 26 mlnulos din.
riiiHiDui boj a
Prlmelr ai I0|borss e 6 minutos da mandil.
Segunda s io hosas e 3o mlnulos da urde.
VAKTIDA1 ioi ooaatioi.
Golaana e Farahlba, i segundas t aextas-
tetra*.
Rio-Grande- do-Norte, todas as qulaUs-felras
rnelo da,
Garanhuns e Bonito, 4 8 e 23.
toa-Vial., eFlores, 13 e 18.
Victoria,s qulntas-felras.
Oilnda, odos os das.
BTOTIOIAS HTBiNorinil,
Portugal li de Marcea
Hespauba. 8 de dilo
Franca... 7 de dilo
Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 de dilo
Alcroanna. 3 de dito
Prossla ...3 de dito
Dinamarca 28 de Fevr
Rumia... 30 de dilo
Turqua. a4 de dilo
Austria., i
Sulssa.... S
Suecia... 38
Inglaterra 0
E.-Unldos f>
Mxico... 31
California 2i
Chlli. 2
buenos-A. 6
Montevideo i
de Marco
dedilo.
de Ferr
de Marco
de Fevr
de Jsnr
de dito
dedilo
de Marco
1 de dito
C4MBIOI DI M DI
Sobre Londres, a 27 a 27 '/, d.
i Parla, 355
Lisboa, 91 por canto.
aiTin.
Ouro.Oncas hrspanholas...
aloedes de 6/400 velh
de 61400 novas
* de 4/000.......
Plata.PatacSesbrasllelros..
Peaps columnarlos...
Ditos mexicanos.....
1BBU.
_6>000
WOOO
I/K20
1/920
1/BuO
PAUTE OFFIC1AL
GVERMO DA P.KVINl'IA.
EXPEDIENTE DO DA 13 DE ABRIL,
ome.. -Ao chafa de polict. olo wn-
, ..ManUr com qu.tro mi 11*men-
ea a gr.liUe.elo que pal. preaienol. foi
, senlencss proferidss contra os roo. mi-
or Corris de Si. JoSo Clemente de carva-
o, Manoel Prroiu de Cenralho. Joaqun.
os de S.ma-Ann., e JoSo de Barro. Here-
do
nolici. Ansalac o Alejandrino de Salles Du-
|S",Mie sch. empregado o. croUrii
da Vepartico cargo d"S.S.
Hilo.-Ao juiz municipal deenmeirava
dt. cid.de de.olvendo o oulco do cha-
fe da noticie, que se refere o Je Suc neo
do corre.?-, o exigid lo que formo .obre
,,0senlanC..pror?id.. codita os roo. M.-
no
lh
udorTi^que d."Ml.oao que cornos liba
o offlcio que remelle n.d. const. a Isi ros-
""nilo. -Ao primeiro .ubstitulo do juiz de
nrpbSos de.U cdsde dlieiido que para po-
der aer alista Jo na comp.ohia dos aprend-
Mi Jo .rsen.l de guerra, conforme requi-
sita o chafe de polica, um menor de nomo
JoSo, cumpre que Smc, logo que Ihe fora-
precnlidoo referido menor pelo diretordo
nesmo orsenal, faca l.vr.r o lermo de que
trali o irt. 4." do regulamento n 113 de 3
deiineiro de 184. Communicou-se ao
dito chefe de polica, o rerendo director e
alhesounria defazenda.
Dilo. Ao ju>z de psz presidente d. jun-
| do quiiificaca'o da freguezia do Exu1 re-
metiendo, em solucBo as duvidas por Smc.
Dfoaost.s.ccvi.do parecer do cons Inoiro
presidente da relaco, fim de que o obser-
ve no* trahslhos d qualiflcscSu dos votsn-
tes daquolle freguezis, e ns convocacSo dos
eleilorese suptenles, que devem sei con-
vocados par. orgsusacSo d. junta de re-
viso de I85S. '
Parecer a qut se refere o officio cima.
IHm.eExni.Sr.--Em virlude do ofliciode
V. Exc. Hnnedo em 30 do uiez fln lo, exi-
cindoo meu parecer .cerca da inc:us. re-
presentacSo do juiz de p.z presidente d.
iunla de qualiQc.cao da freguezi. do Eu, o
qual procur. ..bar, qual proiiJencia lo-
oiar-se, alim de nSo licrem inulilis.dos os
rolos daquelles, que por falta de lempo nSo
foram qualilicaJos, e bem asMln qu.es os
Recorrente, o juizo .recorrido, loto Hay-
mundo d. Coal. Urnezps.Conflrm.ram
o despicho da que se recorreu.
Appell.ote, o juizo | .ppell.do. Antonio de
Fari. Br.ndSo Coreiro. M.nd.r.m i
novo Jury.
Appellsnto, ElterSo Lopes do Souzi ppcl-
l.do, o julio.Mandaran! novo jury.
Appellantn, Seba.lito Luiz Ferreir. ; ppel-
l.do, Manoel Antonio Arantes. Confir-
mar.ni senlenc,..
Recrrante, o juizo ; recorrido, Domingos
da Cost Ramos.r-Confirmar.m o despi-
cho de qun s. reclweu.
A1.1 elianiB, a ilmiia dos orphloi qetta sM'1 t .ppell.do, Do-
mingos Antrtnio CosBTCuimaQes.Con-
flrm.ram sentenca, menos do tresdobro
do lempo de arifndsmenlo. *
Appdll.nte, J n-inllio EiesbSo ; appellido,
C.et.no Pinto de Veres.Confirmaran) .
sentenc..
Appellante, M.iria Francisca ; .ppell.da, .
r.zend..Foram desprez.Jo. os embar-
gos
Appell.ntes, Miguel Gonclves Rodrigues
Frauc e oiitros: appell.dos, Jos llom.lo
Gon^alves Muniz e oulro..Foram os em-
barcos recebidos em parle e em parte
desprezados.
BlLICEKCIaS
Appell.nte, o juiro; appellaJo, Manoel An-
tonio Rodrigues M.ch.do.M.nd.r.m re-
novar, insl.nci*.
Appallanle, o juizo; appell.dos, John.ton
P.ter & Corop.nhia. M.nd.r.m ouvir o
curador do .usantes, e ao Sr. desemb.r-
gaJor orocurador da coroa.
DMKM.ytill.
Appcllsntes, os herJeiros de Gervasio Pires
Ferreira ; ippell.dos, o Exm. b.rSo de
Susssuua e su. mulher.
Appellante, Jo dor d. pret. Maia; .ppellada, Mari.n.
August. Monleiro de M-llo.
Appellante, Joaquim Antonio do Forno;
ppell.do, JoSo Lope, dos Santos.
Appellantes, Mannel Guadas Gondlm e su
mulher ; appellaJo, Francisco Cavalcanli
de V..concellos e Mello.
Appell.ntes, e appell.dos, Manoel Antonio
liias e Jos Veu.ncio rmenla de C.rv.-
Ibo.
.ivisfies.
Passar.mdoSr. desemb.rgador Villares
.o Sr. desembarg.dor Bastos as seguintes
Sr. drsemb.rg.Jor Villares as seguimos
.ppell.c0e.am quoslo:
Appellante, o juizo .ppellado, Antonio Ro-
drigue, de Souza.
App.illapte, o |uizo; appellad, D. Isabel
Ign.ci. de Mencione.
Appellante, a mes. regedor. 4a irm.nd.de
do Roz.riodu Smto Antonio ; .ppell.do,
Miooel Di.s Pern.ndei.
DISTRIBOICOIS.
AoSr. dasemb.rg.dor Valle sseguintes
appellacOes em que alo '.
Appellanlef.Maooel Corris Maeiel e outros;
sppellsdos, Nicolao Alves d. Silva, sus
molh.re utttros.
Ao Sr. desembarga lor Villares .s seguin-
les appellacdes em que sSoi
Appellante, Vicente Jos de Sonto ; .ppel-
lado, Manoel Francisco de Almeld*.
Ao Sr. deteinuargador Bastos as seguin-
tes appellac,0es em que sSo:
Appellante, Francisco Antonio ds Silva Ca-
valcanli i appellaJo, Antonio da Silva
Ferreir..
Lev.oiou-se a sessfio depois de a horas.
Vflo mesi, os9o spoiadas as seguales ordenado ; mas tsmbem nao concordo em
sendas: que se re luzam os j conced los, sem que
eleitores, comqoe dever serorg.nisad. .
as...so..0es comj "^"'^00 co.o af-^ g^ortj a6>8mbargador Blrtoi
&Z^^X2% rermuU. -oSr desembargador Leao as seguimos .-
samdoMr qu.IHic.Jos .Iguns cid.dSos, liUf ""......... .
sem do ser q__
que alies estivessem comprehendidos na dn-
posicao do artigo 17 da respectiv le, por-
que. e.tesassisleo direito de queus, re-
clam.?lloe denunci., ssimcomoode po
derem usar dos recursos competentes nos
termos prescriptos nos srtigos 20, 2. 35 a
3S Js referid, lei o. 387 de 19 de gosto de
1816, sendo est. a iolelligencis, que, meu
ver, msis se confnrms con os priociplos de
direito, e se deduz do exposto ( slm de ou-
tros ) nos visos n. 48 de 18 de imrco, n
82 de 23 de abril, n. 83 de 26 do mesmo
mcr, e todos do anno de 1847 1 quinto o se-
gundo, que junta de qu.lilicscao do futu-
ro nno de 1853, deve ser orgnisad com
os eleilores d. .ctu.l legislatura por serem
osles os legtimos, e devoren, por isso con-
tinuar a servir at o di 3 de maio do dito
anno, lempo em que, lude ser competen-
temente .pprov.d. eleicSo, i quo houvrer
de proceder-se p.r. proxim. e nova
gislatura, segundse deprehende das jur-
dicas decI.r.cOes constantes dos avisos n.
2 de 5 de Janeiro, n. 43 de 15 de marr;o de
1818 cdos de n. 2i3de 9 do novembro de
1849, n. 4 de 8 dej.neiro da 1850, e de mui-
tos outros de interiores dst.s.
NJo obstante o pondei.do V. Ex. decidi-
r d. m.ne lieos go.rde V. Exc. Kecife 5 de abril
de 1851lllm e F.tm Sr.Dr. Francisco Anto-
nio Ribeiro, presidente ds provincia de Per-
nambuco. -Antonio Ignacio de Azevedo.
Dito. A Manoel Pernio dos Santos Ro-
cha, director da Aldei. dos indios de Agoas
Bollas. Sen lo-me presente urna queixi do
cidadSo Apol.inario Florentino d'Albuquer-
que MaranhSo contra Vmc. por ter consen-
tido, que os indios Isnfsssem a berra lin-
gui nos por;os da (azenda do queixuso para
o lim de.p.nh.r a psixa creado nos mea-
mos po;os, com manifest danno da sua
propriedade.pois s agoas envenenadas pela
dilah.rva ao prejudici.es ao g.doque as
bebe, como he sabido, sendo por isso, que
lajas..lei. tnunicipae. prohiben, esse mo-
do selvagem de pescar, impondo penas ios
infractores, e nSo podando este governo
suppor, que Vmc. tlvesse scienci. dessa fic-
to, Ihe recomend, que vede su. repelifSo,
e informe sobre o occorrldo, empregsnuo os
tneios ao seu alcance, p.r. que os indios
sobsua JirecQSo bem se conJuzo e nSo se-
ji sua visinhanc. incommod. aos morado-
res dos terrenos limitrnphes.
Portan.. O presi lento da provincia, .1-
tondendoao marecimenlo e mais partes
que concorrem o. pessoado juiz de direito,
bach.rel Jo> Nicolao Riguoii. Cos,r.isol ve
nome.-lo ieterinamente par. o cargo do
r.liefepolicia,Vistolerdeseguirpra a corle,a
lim de tooi.r .asente na colara dos senho-
res deputsdos, o juiz de direito, bsxarel
AuselnioFr.nciscoPBretii,que ocio pava iutn
nnanienle o referido cargo. West" sentido
lizer.m-.e s olacess.rias omaiUiiicac,Oes.
Hila. Noraeando a Jos Victorino de Le-
mus par. fg.l d .dministrc3o do p.tri-
nuiniu dos orphSos.-- Fizersm-sess neces
sanas conjmunicai{Oes.
tribun"u7da KELACAO'.
SESSA DE 1 DE ABRIL DE 1853.
l'reiidsae/e do Exm Sr. eonsel/uro Attvedo
As 10 horas da m.nliS., estando presentes
Appellanle, o juizo; .ppell.do, Joaquim Ri-
beiro Ponte..
Appell.nte, RomSo d. Silva Lisboa; appel-
lado, o juizo.
Appell.nte, Alex.ndre Ferreir. dos Santos
Caminh. ; .ppell.do, Joaquim M.nodde
Oliveir. Costa.
Appellanle, Mari.'Florind. da ConceicSo ;
appell.dos, Aleixo Jos de Oliveir. e ou-
tros.
i'.ss.ram do Sr. desembarga 1or l.eo so
Sr. desembsrg.dorSouz. .s seguintes p-
peliaQes em que sSo :
appell.nte, Antonio Ferreir. d. Cos.;
ppell.do, j 11.-111 n.
Appell.nte, Severino M.rlyr Vieira ; sppel-
Isdo, o Juio
Appellanto, Antonio Joaquim dos Sdnlos
Andr.do ; appellido, Joaquim Mendes,
Fieire. '
Appellantes, Bernardo Jos da Cmara por
si, seus limse outros; sppellsdos, Luz
Jos de Si Teixeir. Lima e outros.
Appell.nlP, Manoel Jos Soares de Avellar;
.ppellada, Manoel. Francisca Monleiro
Regadas.
AoSr. desembargador Rebollo as si'guin-
tes sppellac,ues em que sSo :
Appell.nte, o juizo ; appellado,Antonio Jos
de Frailas Guim.rSes.
Appellanle, o juizo; ppell.do, Jos Con-
calves do P.QO.
Passsrain do Sr. desembargador Souza .0
Sr. desemb.rgador Rehallo as seguintes ap-
appellai;6es em que silo :
Appellanle, EstevSo Cavalcanli de Albu-
querqua ; appellados, os herdfiros de D.
Ign.ci. Francisca Xavier.
Passaram do Sr. desembargador Rebollo
ao Sr. desembarg.dor Luna Freir as se-
guintes ppellacOe. em que sSo :
Appellanle, Vicente Ferreir. d. Cos, i.sp-
pell.do, Manoel de Souza Pereira.
Appellante, Filippe Santiago Vieira da Cu-
nta appellaJo, Thom.z Lins Caldas.
Appellante, D. Amia Delphin. Paes Brrelo;
ppell.do, Fr.ncisco Jos da Cos*.
Appell.nte, Antonio G'Ogono Naziazeno ;
.ppellado, Manoel de Paiv. Dias.
Appellaotes, o Eim. b.rSu de Su.ssuns e
su. mulner; appell.dos, os herdeiros de
Gervasio Pires Ferreir*.
Appellante, Joaquim das Mor.s Timbabi;
appell.da, jusfic...
Appellante, o prelo JoSo, escravo de JoSo
Fr.ncisco d. Silva; appellad, a justica.
Passaram do Sr. desembarg.dor Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as se-
guintes appell.(Oes em quesSo:
Appallanle, o juizo; .ppell.do, Manoel An-
tonio Vicloiino.
Passaram do Sr. desembarg.dor Telles ao
Sr. desembargador Pereira Monleiro as se-'
guinles .ppell.cfi'. em que .So :
Appell.uie, o juizo ; .ppell.do, Pedro Jos
dos Reis.
Appellantes, D. Anna Izaba) de Souza LeSo
por si o seus linios; .ppellado, Manoel
Joaquim Ramo, e Silva.
Passaram do Sr. desembargador Pereira
Monleiro .0 Sr. desembargador Valle as se-
guinles.ppell.cOos em que sBotsJr
Appellanle, o juizo; appell.dos, Saluiti
Lopes e oulio.
Appell.nte, jnsiica ; .ppellado, Manoel
Francisco do Nascimenlu.
es Srs." d"sea4t.rg.dores Villares", Bastos, I Appellante, a Ia2enda ; appellado, Francisco
l.-Tip, Souza, Rlfteilo, Luna Freir, Telles.j Jeionymo da Fonseca.
Pereira Monleiro, e Valle : oSr. presidenteAppella..to, M.noel Alves da Silva Caldas;
PERNAMBUCO
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSAn EM 21 DE ABRJL RE 1852.
Presidencia do Sr. Dr. Pedro Cavalcanli.
( ConrlusSo. )
Continua discussSo do parecer addi.do
.cerca da pretencSo de Laura Csv.lc.nti.
O Sr.Siquelra Varejao : Sr. presidente,
tlnh.-me imposto u mesmo o preceito, de
nSo lom.r parlo alguma na discuss.lodo
parecer da nobre c un ui-s.lo de instrucfSo
publica, qun boje se ventila nessa cas.; e
isto por cert.s considerarles, porm este
preceito lio'U aind. mais robustec 10, ou-
vindo eu os luminosos discursos dos exi-
mios oradores que tomaram parte n. dis-
cussSo e que tilo sitislacturit e exuberante-
mente desenvolver.m est. maleri. : po-
rem Sr. presidente, fui nbrigado a entrar
em discussSo e em parle infringir este pre-
ceito, pelos nobres membros da commissSo
. quelenho honra de perlencer.
illustre Sr. segundo secretario que t.m-
bem he membro dell. dis que a commis-
sSo de in.irug.io publica foi lavad. .pre
sentar esse parecer em rasSo dos documen-
tos com que. peticionaria juntou ao seu
requerimento, e que nenhum dos membros
da cas. tmha .asistido esse concurso : eu
Sr. presidente, 0S0 pude deixar de dizer,
que fui tastemunlia occul.r, como expedi-
dor, neste concurso;dissse enlSo o nobre de-
put.do que sustentou o parecer, que sendo
eu teslemunh. nrsse concurso, devera tar
dito alguma cousa .os outros membros d.
coiDinissilo que perlenfo, porque ga a cea-
so en liveaae manilawudo opimOo* am coo-
trario, tslvez oulro fosse o parecer da com-
missSo. Sr. presidente, e-t'S expressOes
do nobre d epatad o parece que contm urna
sensura ; isto h, parece que indica falta de
sinceridaded. miulia parte, est. sensur. he
emicrecida; eu direi pois con>o o caso se
passou. Um destes dias o Sr. segundo se-
cretario chegou-se a mim espresentou-ma
esse psrecer e disse-tee teuli. a bon i.de
de ler e .ssigne eu p.ssei examinar os
documentos e vi que nSo poda sssignar o
So concordava Com elle,
a Artigo substitutivo ao art. 38.
a Fica o presidente da provincis, aotori-
Udo d.r novo regul.menlo i IhesoU'i-
rl provincial; .ssim C'imo reform.ro re-
tal.ment d.s obras publicas; e o do Gami-
tarlo desta enlacie Pies Brrelo.
a Art. Fie. o presidente da provinOia au
teriaado a reformar thesour.ri. provin-
Cial nos limites do respectivo crdito vota-
do nesta lei ; devendo substituir o tribunal
administrativo por um. junt. de fetend.
cmeosla do inspector, conlaior, cujo lu-
g.r fica croado, e o procurador fiscal.
S nico. lugar de ofllcial-
maior d. mesm. thesJurOr;-e o emprega-
do que .rtu.lmeote o oceup. psssar ser
o contsdor, com o mesmo ordenado, e in-
Jenendente de novo titulo.Pereira de Car-
valho.Jos Pedro da Silva.Camello da
Cnnha.i
O Sr. Pies Isarreto:Fund.mento so.
emenda.
O Sr. Jo.ie Pcrro combate a emenda, e fax
algum.s reflexOes.
OSr. Pa.s Barreta :Sr. presidente, alem
do inconveniente, que o nobre depulado, ins-
pector da ihesou'.ria, nolou no regulamen-
to d.a obras publicas, e que debito recla-
ma urna reforma, eu poderia apresentr ou-
lro que tambem davem ser .Hendidos. Por
exemplo ipontare a necessidsde de acabar
com o syslema .dmittido pelo regul.ment
def.zerem-se cerl.s obr. por .dminislra-
10, reforma que tr.zi. alm de outras a
v.nt.gem de poder-se diminuir o pesso.l da
rep.rticSo das obras publicss com provoilu
e economa p.r. os cofres provinci.es. ac-
tu.lmonle.ind. que o presidente adopte es-
te syslems, nSo Ihe ser possivel redczir o
pessoal d. reprt5So, porque i.so se op-
pOe o legulamento, e Idromos enlSo ompre-
gados pagos sem menor ulilidaJe publi-
ca ; conced la porm .utonsacSo queeu
proponho, cess.r. esse emb.r.Qo, que no
meu entender nSo he pequeo.
Una ou outra obr. que se uzer por admi -
nistrafSo nSo exige por ceno um pessoal
tSo crescido e ISo dispendioso como o que
actualmente existe Alm disto que incon-
veniente resollara de um. auturisa(So quo
deia .0 govarno plena liberdade, pudendo
elle nSo servir-so dell. se entender que nSn
ha necessidsde de tocar no regulainento ?
Asseguro A casa que o que live em vala prin-
cipalmente, propoodoesta autoiis.cSo, foi o
fazer um. economi, poiaque eslou persua-
dido de que o governo 1180 pode deixar de
reduzir o pessoal d. rep.rlicSo das obras pu-
blicss, tinto mais quinto espero quo pu-.se
o projecto que entrega a factura das nussas
estradas comp.nbi.s, e entilo neohum.
necessidide pode hiver de urna mullidSo de
empreg.dos, que o regul.mento cnou su-
puodo que es.as obra, .a fari.m por admi-
uiatraeSo, como sajam, um contador, um
ttiesoureiro, .gentes p.gadores etc., ele,
Pode ser que o governo nSo lentu .s mes-
mas deiss, quejuigue necessario esso nu-
meroso pessoal, mas ueste caso elle nSo Ta-
ra uso d. utonsacSo, e licar o regulamen-
to como esta. Em conclosSo observarei, que
dizendo-se tantas cousas respailo da re-
p.rlicSo d.s obras publicas, pode bem acon-
l'Cer que tudo isso sej. devido i sua mi or-
gausnn e defeiios do rrgulamento ; e
boin he que se d ao governo meios de re-
mover esses defeitos. Por estas lasOes con-
parreer porque
chamei um dos continuos e disse-lhe, te
nlia a bond.de de entregar esse p.ecer .0 tiouo volar pela u,l1n.h,.ome,n,'i,1|." *"
Sr. segn lo secretario; pouco depois er II-
do o parecer nesl. caaa o qual licou .ddiado
por ler pedido a palavrafum nobre depuli-
bl. entreunto resolver o que loe parecer
mais conveniente em su. sabe luna.
O Sr. Mello Reg .--Acabo de entrar agora
declara iberia a scssSo..
jloh eraos.
Itecorrente, o j jizo ;*eeorrldo, o juiz de paz
Jos Antonio Moreira. Confirmir.m o|
despacho de qoe se reconou.
ppellado, Raymuudo Carlos Leite.
Appellantes, Manoel Rodrigues ds Silva e
sua mulher appell.dos, Axevedo & Ir-
mSos.
r.ss.ram do Sr. desembargador Valle ao
do que se sentado outro lado; vse que na casa, e nSo sel que caminho lem toma-
pela brevidade ou rapidez da leilura do do a discussSo : vejo entrtlanlo que existe
parecer em queslSo, me nSo foi possivel sobre a mesa urna emenda do nobre uepu-
entendercomos meus nobles collegas u.iUdo que se acha esquerds, lOBf, r-es
commissflo : i esse respeilo ; nSo houve:BsrretoJ propondo que se aulonse o go-
f.ltade.We-idade. verno a reformar o regul.menlo d.s ob.as
O Sr. Brio : Ninguem disse isto. publicas, ao que me opponho porlDato4>
O Orador : Sr. presidente se eu .eso clierg.r ul.l.d.de .Igum. em semelh.nle
nSo tivesse sido lestemonha nesle concurso, aiedida. '
concordaris com idea eardial contids nes-1 Essa regul.mento foi conf.iccion.do polo
te parecer, avista dos documentos appen- joverno ds provincis, em vnluoo os1 um.
sos .0 requerimento d. peticionan., isto ,iuloriaaS8o desta C.s, e por ell.relorm. Jo
he, que s peticionar!. solTrer. um. injusti- |no .nno p.sssdo, nSo obstante cnar-se ene
c., porm tendo lestemunhalo esse con- lubmetlido ao seu conhecmeolo jdesde .
corso como expeclor, 1.S0 poden. Concor-|essSode 1850; W#5",*"
dar com o parecer d. commissSo sem toitu- devena pnmeiramente dcixa-lo por um
r.r s minha conscienci.,e eu Dio ettou dis- leerlo espaco de toi-po em '0000o P"""'
posto isso. Sr. presidente, V. Exc. me ff que inconvenientes olTereci. a su. pra-
h. de permetlir, que passa em silencio|tic. ..... .,._
.chrooic. vergonhosi.de. Iguns concursos Foi smente depois dissoque esta assem-
queinfelizmenlesetemd.dom nossa ler- bli aureciou 1 maten.; houve soRre est
ra. piesididos pelo msiseari.ndaloso piiro-'umi discussSo multo largi.e porumaccor-
nilo,oiideomoiiiotemsidoconculcido;cu-,dou-se em diversas allracoes, que aer.m
jo lugar lem sido occup.Jo pelo demsrilo; em resultsdo o regulameulo que aciuaimcn-
inaseucallareiistopo.quehe materia qua te existe, conlr. o qual senaotemleva.il.-
do clamores, nem mesmo se tem dito que
h.j. inconvenientes em su. pr.lica. Ur.
nSo ten Jo .pp.recido nanhum red.01.580
contr. urna sodas disposnOsdo regula-
mentodas obras publicas, nao vejo conve-
niencia em .ulons.r-se o governo p.r. re-
form.-lo...
O Sr. Pasa Brrelo :T.mbem nfio na 11
conveniente ; concorda ?...
OSr Helio Reg :-Beifi, o nobre dapoU-
do quer que so reforme o regulamento?
Poisdiga quarssSoos inconvenientes que
Ihe nota, quaes as disposigOes viciosas que
elle conlem, qu.es deffeitos que llio aehl.
O nobredeput.do no.nno p.ss.do ssis-
lio i discussSo desl. msteri. nesl. css.
creio mesmo qu9 votou pela reforma que
sccarreta odiosidades, e por certa
r.fdes.:..
0 Sr. Brillo : Sempre he bom I-
goo a cousa. Amicus Pialo sed magis amtcus
verilas.
O Orador : NSo he possivel, pois que
nesso concurso flgur.vam pessoss entre ss
qusrs, lis alfumas com quem lenho rela-
5es de smiade, e outras que me sSo desa-
feclas;lem!t.r-me-nei a responder o aparte
do nobre deputado comopensamento de Ce-
sar, hontem aqu emettido pelo nobre depu-
lado que se santa do-lido oppostofOSr.
M.cial Monleiro. Omnei nomines,Pallrcs cons-
cripll, qui di rebus dubiis censullant ab odio,
amtsisia Ira alque misericordia vacuos esse
Todsvis, 8r. presidenta, direi, em conclu-
sSo, que se os actos administrativos do Sr.
Souza Ramos, praticados n provincia de
Peroioihuco fossem todos tfio justos como
1 ate, entSo eslava convencido do qoe o Sr
Souzi Ramos nSo tinha praticado um s ac-
to de l.ijusiica.
SSo oslas Ss rcflec5des que liohs s fa-
zer.
Submetli lo o parecer 4 vol.(flo he ap-
irovad. s emende do Sr. Pereir. de Crva-
tio.
ORDEM DO DA.
Continua a segunda discussSo do orca-
menlo provincial,
"finio em diacussBo 0
Art. 32. Fica o presidente da provincia au-
torisidO.vdir novo regulamouto a tliesou-
rarii provincial, devendo substituir o ln-
bun.UOdaiinistraiiyj) por um. junl. defa-
zoud. com posta do inspector, e contador,
cujo lugar tica criado, e o procurador fiscal.
nico. Fica abolido o lugar de oflic.al-
uiaior d. mesm. thesou(ari., a o empre-
gado que actualmente o oceupa, passaiS a
ser o contador cum o mesmo ordenado, ein-
dependeaie de novo titulo.
eulSo se fez ; e'havia do ter no)g|o que fo-
ram feitas lodas as altera5es que a experi-
encia exigi fossem feitas.
m Sr. Deputado :-E quell.s que a expe-
riencia exigir agora nSo devem aer feitas.*.
O Sr. Helio Htgo 1 M.s sa jiSo tem dito
qu.es sSo tssss que s platica agora recla-
ma. S porque .ejulg. que tieconveoiaiit
re.iuzr verb. consignada para o pessoal
Jaquel la teparlicBo. qu.l p.rece os no-
bres depulados excessiv, .180 vejo que isso
Seja urna r.sSo valiosa.
O governu tem eito esss economis que se
quer, poique s tem nomea-io osengeohei-
ros indispon,.veis par. .. obr.s quo actu-
ilmente existem em .nd.menlo.deixando de
prehencher todo. 08 lugares, pur eoleoder
(enisso, devo dize lo, lem fe.lo multo bem)
que o numero de eugenhe.ros sOtuaes pode
salisfazer as exigencias doservico no pe em
que este se .cu..
Uuerer-se-h. reduzir os orden.do. T Me
p.rece que remend 080 tem esa. jutencSu.
e se a livesse seria urna raaBo de mais para
que eu vol.ss. conlr. ella. Minlias opiniOe
a esse respeilo sSo muito cnhec.d.s: tech-
me opposlo sempre a qu.lquer augmento de
se tenh. dado dimioukflo de Irabalho...
Um Sr. Depuladi ;--Mas nSo se podar di-
minuir o pessoil ?...
O Sr. Mello llega : O pessoal d.s obras
publicas, ha o necessario nsra o servico res-
pectivo urna vez que se d desenvolvimento
e regularidade na factura da. obr.s d. pro-
vine. ; e se o govarno nSo tem preenchIJo
os lugares de engenheiro, he porque nSo
tem h.vido tanto, ir.balboa. 011 antes por-
que nSo tem elle poOitlo amprehender os tr-
b.lhos que sSo neceao.rios.e exigem opre-
hrnciiimeiitii dess.s vagas ; anas nSo crea o
nobre deputado que esse estado possa con-
tinuar por muito lempo ja nem'pense que,
mesmo pissindo o prnjeelo qua autoria. o
governo fszer s estradas por maio de
compsnhi.s aiminu.-se o servi5 tr.rio* devendo as estrsd.s sor feitis em
maior escala e em muito menor esp.50 de
lempo, devendo os orf.mentos ser eiios
oom msis promptiJSo, o em maior numero,
oservico d. rep.i 11580, tem de augmentar
muito alm Je que os engenheiros tem a
lisc.1lis.51ln e inspacfJo da obra ; lem pois o
mesmo t>abslho que lem sclualmenle,slm
do ter o seu cargo..
(lia um aparta. )
OSr. Mello Reg :-IUo de f.zero mesmo
que fszem actualmente ; al porque ina-
peC5lu M'ionlifica ds obra Iha pertence pelo
prnjeelo ; e se assim nSo he volarei contra
elle.
(II. um p.rte.,
O Sr. Mello llego :--Pnr forqa elles hSo de
ter s inspocQW) seientifles sobe a factura
dessss estradas, que he tambem aquella
que ellos leem actualmente ; pois que a ns-
pec5.n1 material, he dos adminittr.dores de
obras e os engenheiros nSo sSo administra-
dores d obras. NSo se persuada o nobre
depulado que um engenheiro lie um feitor
de obra.nSo, su. missSo he m.is .11.
Por t.nlo, devendo subsistir as mesmss func-
efles para esse empregados, o governo ter*
sem duvida necessidade de preencher o nu-
mero total dos engenheiros, porque tea
mais em que occups-los. M.s. seohores, que
dosejo he esse de alterar^ o que existe ? par.
que he este furor de reform.r? 0 governo
nada diz contra o regulamento ; a experi-
encia nSo indica nenhuma alteracSo que el-
le dev. soffrer ; sua execusSo nSo lem or-
ferecido inconvenientes iguns; pelocou-
trsro tem-se observado que na pralica elle
lem produzido bom effeiio. H este o pen-
sar do di'ector da. obras publicss, cuja opi-
niSo a este respeilo deve ser acceil. : elle
diz que o renul.ment tem preenchido o
lim a que se destina. OSr. inspector ds tbe-
souraria, aquem j lenho ouvido fallar Scer-
ca desse objecto tambem Ihe nSo lem no-
tario ncouvroienies, e .tese 5jp,str. sstis-
feito como quee|e-*ootenxrelativo.a su.
rep.rcaiia-Fin.lment', nlngues te* des-
coberlo IR regul.mento inconvenientes
nem disposices prejudici.es ao servico pu-
blico : logo para que ess reform. r
Sr. presidente, eu t tamo multo que se-
melhante utoris53o, nSo J o n resultado
urna reforma que traga incon-emeiilesqu.
al hoja nSo lem app reciJo. NSo sai para
que reformar-se o que he bom ; o duvido
que um. t.l idei. possa so- justificada SO
pelo desojo de diminuir o pessoal Jas obras
publicas, que, para quem quizer alten ler ao
flm a que elle se destn., nSo he granae.
Firme nesle penssmento, Sr. presidente,
emquanto n3,o ouvir o nobre dopulaJo ra-
sfles valiosas que meden.ovam do meu pro-
posito, volarei contra a emenda nesta parle.
OSr. Paes Harrelo sustenta a sua einends,
mostrando a necesaidade de sero rrgulamento
das obras publica alterado em ceno pomos,
e conclue declsrandoqoe tendo plena counan-
ca no actual administrador da provincia, vola-
r no s pela aulorlssco de que se traa, mas
anda por ouiraqualquer que se aprsenle no
mesmo senlido, porque esl perauadido de que
S. Exc na de satlsfater complelamenle as vlsias
da siseoibla.
O Sr. Bnrror Brrelo : Sr. presdeme, an-
tes de entrar na aprrciacio da emenda oilerc-
cida pelo nobre devuladu, tenbo de faxeracasa
duasdeclarataei.lt piimelra he, queeu nio
pretendo, nem aceilarel nenhuma nomeacao
que porvcnlura seja feita de minha pessoa para
qualquer lugar de engenheiro das obras pu-
blicas ; a segunda he que nao volarei por me-
dida alguma com o simples lim de manifestar
confianca, ou nao conanca no governo. relias
estas duas dcclaraces...
Vm Sr. Depulado : Ambas bem inutels.
O Sr. Barros Vanelo -Como ouvl duer que
por se ter con Asnea no governo dava' ^-Ibe es-
la auloilsacao... _____
Um Sr. Depulado : Isto nao quer diier ma-
nifestar conflanca, nem que so se aprsenla .
emenda para deuiomlr-la...
OSr. Horros Cairelo i Eu nao quero tri-
buir esses aentimeuloi i ninguem.
Um Sr. Deputado : Cda um pens. por aua
mauelra.
O Sr. Varios Barrete : Sr. pre.ldente. V-
Exc. abe que em o anno pasando a assemblea
oceupou-se da reforma do regnl.inenlo que
em 7 de malo de 1850 foi promulgado pelo Sr
conaelheiro Honorio ; V. Exc. lembrar-se-b
lamben, que netsa occasiao, Isto he, quaudo ae
irauv. da reforma deise regulamento, dlsse-
se n..c.sa que elle tal qual eitava nao poda
apresenur todos os fructos que eram de espe-
rar por .lona motivos : pr.melrainenle porque,
dividindo os nmengelros, ou os irsb.lliot de
que cada um detTes era incumbido, em seccdta,
resullava que mullas veiesuina aeccaolinl.a.nals
,,,1,. fsier do que outr. resullava que mulla,
veies u.na eeo. acbando-.e mullo sobre-
carree.Ja de Irabalho, no poda ser coadjuv.-
da pela ouira, que t.lvea nao Uves.e que ta.ei.
Dlise-se em segundo lugar, que o syslema de
contabilidaJe, como eslava adoptado nesse re-
aul.menlo, correndo pelas maos dos engenhel-
Foa. consumla-lbe mullo tem, a dava lugar
a que accusacdss de improbidad, foasein-lhes
diariamente feilas ; V Exc. Ismbrar-ae-ba de
ludo Islo. En.o i assemblea bem compenetra-
da da neceaaidade desasa reform.s que nesces-
ali.vaoreiiulainento de 7 de malo, iralou nao
dellas, bem coa>ode oufa. dl.poslfes que
anda haviam mosTrado Inconvenientes napra-
lica. Por exempto, a experiencia tluha mostra-
do que ai funccOe de eogenbelr. director, es-
tando ligadas s de chefe de aecc.o, lrna"i.i-
se qnasl nul.s, porqn. como chafe da seccao
a o Ulrecior equiparado .ooulros chefe. de
leccoes independentes, e tio sobiec.rregado
Je irabalho. como rlU, nio Ihe re.t.v. lempo
de nipcclun.r .odorf. Irabalho. ^|J 'P"";
cao r.qonheclda poruoto a neces.ldsde de
conoce "director em no.lco indepeodcnle,
foi cre.do t.l qual se .cha o lugar de enge-
nhelro director.
Ileformou-sealod.0 regul.menlo na parle
relativa a. arremataces, porque appareceram
iuconvenienies
Ibe convinbaem abale d/> valor da obra, acon-
teca mullas vetes que elles se coniolavain ca-
ire si para lancar.m mu-.o pouco, sendo devi-
didu por todos uinasominaproxlinsmente equi-
valente ao abate qua deverla dar o errem.Un-
te, se houvesse pique i e desta sorte, as arrema-
taces nunc. eram feltaa com mal. v.nt.geaa
par. o thesouro, do que de um. dona ale dous e
meto por ceuto de .bale unic.meole.
Entretanto, .enhore., pe. reform. adoptada,
na licitantes lazendo as suas proposlaa em carta
lechada.em da IndHeriiiiuado.nioserlo eonb.-
cldos, seuio n. occasiao de lanc.rein em oal
publica sobre a proposla daquelle que maior
abale houver oflcrac.do ; e deste syslema Uta
resultado que as arremalacOes lenham sido rel-
ias por 30, e 38, *t ltimamente psr 4 por
cenio de abale. Por con.equenel., pergumo,
oode rali o argumento conira osvsteina.c-
mal dna arrmaUc*. i vJ.Ui deat ssratlea.dea-
te faci qoe ae observa:
Sr. presidente, eu nio estav n. e.s. quan-
dose votou o srl. 11 do orsainento provincial,
aeaqui eu estivesie terla mandado urna emenda
para que em vea de 24 conloa, fosse redusid.
esta veri. lato he, para que fosse conservada
a repariico no estado effectivo, e no no Mi-
do completo como o regul.menlo mares ; por-
quanto, determinando elle que h.j.m um en-
genheiro director aqualro engenheiros. apenas
ha slm do engenheiro director, dous enge-
nheiros e quatro ajudsnles, e com este nume-
ro tem funeelanado al hoje repariico. Ora,
ae eaie numero he sulliciente nao he necessa-
rio voi.rem-M 24 conloa par. o pesso.l da re-
pariico, e mesmo para se nao suppor que esta
soinm. be o que re.lment. se gasta com II..
O eilado tflecilvo da repartlclo he aufficlenie a
meu ver p.r. o servico aclual oque nio acon-
teceiia por ceno se tlvtssemos multa, obras;
n note-se que o regulamento nio tol SO cal-
ciil.1.1.1 para a actualidade, teve tambera em
vi-la. o futuro...
Um Sr .Depulailo E como quer reduzir a
cola?
O Sr. Barros Brrelo : -- Quero, porque Inte-
linnenle nos nao sahlretnoa deale circulo mes-
quinhoein que giramos..
Um Sr. Depulado : O nobre depulado alar-
gue esse circulo...
OSr. Barros Hrrelo Alarg-lo hia se bou-
vase mulla gente que pens.sse como eu ; mas
iufcllzoienie lia mullo quem queira a cousas
emprrgando os tneios que eropregarla quem as
i. m qu.sesse...
t/mSr. Deputado: De palavra, h niuit
genle que sbe ur ; ha multa gente que tem
grande ferllllidade de palavras.
( Sr. Barros Brrelo Dlse o nobre depu-
udo, que felios os tr.b.lhos neceas.rio. p.r.
que .s companhias pnncipiassein as obras, os
ngenheiros nao terin.o mais que fsier.
3r. presidente, eu nio sel o que quer di ser o
nobre deput.do com Isso; eu crelo que ind
mesinoquando nos tivessemos fellcld.de de
vermos .. obras publicas e.ecuiadas pelo sys-
lema do projecto que o honrado inembro, eu e
mais alguna collegas apreaenta.noa A conalde-
rscao da casa, anula mesinn qu.ndo esle sjtie-
111a fosse posto em esecueo, os engenheiro
terl.m mullo que fsier porque terl.ir. de los-
pecclon.r .Aec.iv.menie -s obr.s, visto que el-
las nio haviam de ser faltas vontade dos arre-
maunlea ; pelo contrario terlain de ser execu.
tadassobaiosixo^ioedirrccao dos eBenbciros
epor con.equenel. lerio multo que faier. De-
m.is, nao be s esle o irabalho que elles terSo
porqoe alm das estradas de que aa companhias
se encarregarem, outras mullas estradas bao de
aer feitas, outros estados graflcos_ serio necea-
s.rlos, outros muito traba.hos hio de ser se-
cutados na provincia pois que eu nio suppo-
nho que, passando o projecto, ou seu syslema,
o redo da renda publica, hoja pplicado a ea-
tradas, nao teri applicacao.lgnm. ; uio, creio
que elle continuar a aer applic.do.op mlbo-
raineutos materlaes, quer elles sejam felto. por
adii.inis.racao, quer por meio de arremalacao ;
e quer em um, quer em oulro caso devem ser
fellos segundo as plantas e orcanieutos e de-
bati da inspeccao doseogenhelres.
I'ori.inio, Sr. presidente, nio tendo ouvldo na
casa alnd. r.sio suflicirnt pnrajrolar pela
emenda apreseniada pelo honra. membro,
voto cootro ella.
O Sr. Francisco lodo sustenta a menda, c
f.z.lgumas considsrac es acerca das Ideas euiil-
lidas pelo, or.dores que impugnaran:.
OSr. Mello Regot-Sr. presdanlo, nSo
imitarei ao meu nobre cnllega, que comigo
cmbete a emenda, declarando que nSo
acoitarei qualquer nomear;So do governo
par. a ro..arti(3o das obras publicas; por-
que quero f Soppor que a Cas. nSo encherg.ri em meu
procedim-'ntii n-sj. questJo nenhum senti-
menloi..divid.ial fe tanto .mais rasfio tenho
para assim pensir, quanto he certo qua os
nobres debutados, meus amigos particula-
res, que sustrnlam a emenda teem-me ou-
vido muits vezes dizer, que acabada a
presente sessSo, pret'iulo rcti.ar-.no psra
o liiu de Jsneiro, o isso muito breve. E
bem sa v que, se eu p'elendesse um lugar
provincial em Pernambuco, nSo me havis
da retirsr pare a cOito. Islo posto, oceu-
psr-me-hei da materia, senlinlo bsst.nte
nSo ter ouvido da parle dos qoe sustentam
a reforma que sa propoe urna s rasSo que
me levasse s votar pela autor.sscSo que pare
tal flm se quer dar ao governo. Peii ao no-
bre deputado qua acaba de sentar-se qua
tives inconvenientes que resultan) dual regulamento d.s obras publicss; que
ma .pontasse um. s das suss mSs dispesi-
cOesque podem olTer'cer embsraco ou meo
resultado em sua oxecucao ; omlim que me
notaste om s dos seus defeitos: mas o no-
bre deput.do proveit.ndo o ensejo pera
bnlhar um pouco. o qua 1180 precava, por
que lo los sabem que elle he capaz disso, e
pode faze-lo toda vez que quizer, divagou
da materia, disse cousas muito bonitas,
que nSo servem psra a queatSo, e eolroa
enf considerares tneoncas, 0S0 ae lem-
br.nJo que no caso actu.l s se trat. da
pratica, isto he; que s quesiSo de qu no
occ.ip.mos, no pe em que el e acl.a col-
c.ds. deva ser resolvlds pelas rsses pra-
lic.s e nao por considerarles tneonc.s.
K sa 'o nobre doputido quizer reOeclir om
jUco ha de reconhecer commlgo a Impro-
priedado de su. comprc,ao.
Sr presidente, .os nobres deputado. que
aovogam a emenda que aulorisa a reforma
que elles querem, cumpre sustenta-la com
rasOes 8ol.d..t com fuoJ.raeotos irrecusa-
veis, torn.ndo bem patentes os vicios e de-
feitos do regulamento. Eu insisto nesle
ponto porque .inri. nSo ouvi pro luzir-se
cousa alguma que mereqa peso, posto que
se lenlis dito que esta demonstrado que o
regulamento he defeituoso ....
Um Sr. diputado :E o nobre deputado
porque nSo demonstra que o regulamento
nSo precisa refroia alguma ?.....
O Sr. Millo Reg ;Eu digo que elle lie
bom; quem diz que he mao lio quo deve
Aquellas que pi'upo
&V^4W" ^ wT.,,," i "Utio. do?, o o mal e o, Vicios que
_ MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO


qM.aar*aedlir: dlzer quehemaoenSo
r0va io, he o mea^o que nade diier.
Ouni a* proiOe allorscla em um( 1*1
d. or.'em da que se trata, de urna H contra
a qual nio U*tn apparecido rrdamicues,
que tero por I o -lio di prstlca o o cunti
3a experiencia, lie pnclso ler-so fallo um
esludo oiuitoprofundo sobre ell, Une a-
palpado todoeo> seusvlclus.eonheeer se todo
o mal queaequer curar, para enlSo cuidar-
se do remedio que se deae applirar, e aban-
donar-so es-e respailo que naturalmente
ooslu alarnos guard ir por aquillo que exi-te:
inasne precisamente neate terreno que ou
procuro "s nobres deputados e n3o os acho ;
quero rasOes solidas que me convensam,
quero fuidameotos que me facim dar um
voto aem escrpulo. Eu voierei pela auto-
piadlo que s* ouer dar o governo para
nvormar o regulamontodes obras publicas,
se me convence rem da occessl lade disso.
No he, puis, o amor d pai, como disse o
met nobre amigo .autor d* emenda, que
me leva a defender esae regulemi-nto, nu
sou muito doril; nSo levo a lenacidede de
minhos opiniOes ao ponto de nao scceilar
raso>s que Cunvencam.....
O Sr. Paet Barreto:-Ea mpstrei que o re-
gulamento twlie defeitos.....
O Sr. Mello Rege:-. eu moat'are que o<
seus argumentos nflo teem vslor. nobre
deuuiauo apea nlou como um dos inconve-
ment"9 do rei(ulamnlo o systema des arre-
malacO O meu nobre collega disse ja a
u.-io res ctu oque he bastante para escla-
recer a maieria.
O II m que se teve em vista com esse sys-
tema foi ev tar-se o cunl no dos licitantes ;
cntendeu-eo que mndenlo elles as propon-
a* em c>rta (echada pelo correio, so poue-
riam oonncc r-se na ocossiflo das arremate-
ces na praca ....
Um Sr. diputada :Havr-ndo depols pra
ca pode dar-se da mesma forma o con'oio..
OSr. Mello \\ego:-k$ caltas servemuara
evitar que os liciisntes ja se eonhecain de
anle-mao, e saiba cada um qual o abate
queoulro tem ue olTerecer; de sorto que
ella nflo podem prever concurrencia para
o pique, e na orcasiflo, estimulado*, chegam
a abats crescidus. E de niaia, br. presi-
dente, para que srgumentar-se com tlieo-
rlas, com paiavras, *o os fados r--cenl's
em em abono desse systoma que oa nobres
deputidus combaiem? Nunca se olTe oce-
ram abalea como ltimamente; nunca, u'<>
oxem alo d-a nesta pr .vn.cia ler liavidu urna
arrematacaocom o abale de 49 por cauto
O Sr. I'om Burrero :=Ja se muslrou que
i.-so fui devido a oulr. n esusas
(Ha diversos apaes.)
Sr. Helio R>go :Seo systems das car-
tas, e da hasta publica de..ni-, nao oUerece
garantas, qual ser o sysleuia que dea*
seguir-se? ....
Um Sr diputado: O des cartas so.....
O Sr. Mello liego :M-s eu efllcanco s V.
Exc. que pelo sysleuia das caitas nSo have-
rs quero olerrca 49 por cento oe abate; he
precito o pique na prega para dar este resul-
tado. Entretanto se se aclia que ha incon-
veniente neste systema. reforme-se; mas
reforme-o a ssstublea, nSo o comnittia ao
prosidenle ; para que dar autorisacSo para
fszer-se aquillo que ni podemos fazer?
OSr. Florencio:poiado.
Um Sr. diputado:lisse argumento serve
para provar que nio nevemos cuiuuielter
nadaao presidente da pro Ot Mello Reg: Non vimos aqui para
leislar, po leni -s rom ludo cumm tter a
presidencia aiilorisscflo para fare-lo sobre
coi tos objectos, e noa casos que pela natu-
reza da malaria j ilgarmos que o poder ad-
ministrativo pusss ler maia ineius para co-
nhe<'er o caso do qu nos, ou enifim por
qualquor nioiivu osleja mam li.biliado do
que nos pira legislar aobre o objetto.
UmSr. licputath Hits, nflo he um dea-
ses?.. .
O Sr. Helio Reg:Mo, porque he s re-
forma de urna reparlicSo qui ainla a poico
fui n-fiirmeda, e que a exv<' monstra precisar de nova reforma.
Sr. presidenloconven) an la nolar aos no-
bresdeputadus que ton io smIo esse regola-
ment confeccionado de um cerlo mado em
1830 pela preaidiicia, noannoseguinto esta
mi; 'u relatorio nutou-llio algumasfsllas,
epediu certas ;i 11 r. ro -: < assernlilei aecu-
dindoaos reclamos ila adminislracao, nSo
.-o I-/, as allerngOee pedidas como outras,
alias de importancias que Ihe parocerau) n
ceaaana. Assini reformado o rogulmentu
voltou a presidencia, foi sanecinnado e pos*
to em osecuv'o, e nenhoma reclamacSu mas
nos foi relia a esse repeilo : em o seu rela-
torio o ex-adminislrador da provincia nada
diz que iuduza a crer que naja necessidade
dessa reformbanles pelo contrario nos pin-
ta a ipan tilo das obras puDlicas em tal es-
tado que demonstra a conveniencia de n9o
tlterar-sa a le que s urgauisou, pois que
saolla se pode dever samelhante resulta-
do. Qual portanto, o fundamento para
urna reforma ? Eu al emendo que com
jgso iremos crear um embaraco ao governo
com urna autorisaego quajalle n9o ped'U, o
parece nfio querer.
O Sr. Florencio :--Diz muito bem: he um
embaraco paia o giiv'mo.. .
Os Srt. Paei Brrelo s Francisco ioio : Mas
o presidente he oulro ; e o Sr. Ilibeiro pode
tor urna opniilo diversa da do seu antucos-
sor..,.
O Sr. Mello Reg: N3o concedo isso.
A' ons candidato-lela-te--* urna candi-
dala.
NSo foi pira que melborruetile-leia-ie--
nflo, foi para que mhormente.
I'rover outro ean lidato, que nio o prefe-
rido lela-seprover outra caudidaia, que
oto preferid
Esta tilo luaoceute--leia-seMU to in-
nocent".
As seguinte proposItOes-leia-se-ss se-
iKuinies proposiefles.
' E nanamente ter rila sido victimaleia-se
e finalmente ter ella sido victima.
Ainda ha outros erros, mis, que facilroen
te recorjbecem.''____ -
RECIFE 9t DE ABRIL DE 18SS.
18 6 anata, da TtRnE.
HITROlPICro SMTVAL.
Em noiti da 18 do* corrente, na rus das
Cruzes d'ests ci ldr-, d-u-sn um facto, que
pela sua natureza, e soffrivel escarnalo que
cauznu, desperlou-nos o detrjo de o nBo dei
xarmos ero silencio. Tendo sabido o 8 S.
Viatico debaixo do pallio para visitar um
enfermo n'aqoella ra, auccedeu que, ao
sabir da easa onde entrara, travou-se urna
contenda entre oa do acomnanhamenta so-
bre o carainho, que deveriam tomar d
volta i Igreja matriz ; e tendo Osado por
algum tempu parados e como indecizos, a-
(inal tomou o aacer lote, que ain la cun lu
zia coro sigo as sagradas formis, a resolu-
cflo de seguir pela pracinha da independi-n-
cia, o que Directivamente fez, acompanhado
pelos que sustentavam as varas do paliio, e
portnais dous ou tras. A vista disto nada
oais restava ios do outro grupo dissidente,
qn conduiia a ca- 'eir,iiha&|sa-
nfloa'guira mesma direccSo, e tomara
precedencia, que aor eatylo oceupa no ae
quito ; mas bem longe de o fazer, possuido
da maiorobstinaeflo, e como poraclnle, le-
varam o desacalamenlo e irreverencia ao
punto de lom-r-ni a dirncplto opposta, se-
guindo pela ru< a cima, A voltare n no beco
que di para o Paraito tocan lo iucessante-
maiite a campa, quarvdo ojicramentn ja ti
nha desappareci lo pala referida pracinha
80,6 8601 acompauh >menlo.
O publico sensato conhece com dor e mui-
to bem o abandono, em q 10 d'sgrac la-
mi'iile toin caliio entre nos c-rtas praticas
religiozss, bem como aquella, a que a|n a
nos referimos, o d'alii esse- eacandalos e ir-
reverencias, que nfio basta reconhecer, maa
que he prerisu estigmatizar severamente.
Em outros lempos era sempre o S S. Viati-
co acompanhado por pessoas seriase des-
tnelas, noj i para visitar wa pobre moribun
do nflo tem por acompanhamento mais do
que alguna rapazolas, que buseflo enlrete-
nimentos. e ns falta d'elles os soldsdos dag
gusrdasl NSo nos queixaremos squi da
i nlil [ni,-1 etibiezs das irmandades Jo S
s. Sacramento, nem tflo pouco d'essas fan-
farrees munlanaa.qiies se determinam pe-
la cathegoria eposiefiodo enfermo, que pede
oS S. Viatico; uueixar-nos-he-moa s-
mente da nosss educaeflo, e mxime da reli-
giiz>,eujos vicius r ca la canto pro iuzem o*
seus liona eOeitus ; e como a que se recebe
das, lie approvada a e a. I, Qcando a outra! dos pais he de tojas a mais poJerosa ein-
eoarligo prejudicado. flueoteapidicaremos aosnossos juvens oju
Entra em discug*So o diciozo dito do poeta que reconhecia nflo
Art. 31. Kicam em vigor as disposicoes poder nascer de um pai enflaquecido suiflo
das leis de oicameuto anteriores relativas a um lilh-i dnhil.
cobranqa,arrecadaciio, adminiatracfio e dis- a Inyalidiqucpatrum referunt jejunia nati,
tnbuicSo dS retidas, que nfio ae acharem Kcaiasclrcuimianciaa, porm, lucuinbe, aoa
exurusaameiilu revogados pela presente "Inl-iroi da religlao o eviurem por ludus oa
i mefuaao seu alcance eacandaloa e deaacatot
. i_____. de (al natureza, soccorrendo-ae para eaae fin
ApprovadosemdlSCUSSJo. I de todca o. eipedleolea, que suggere o bem
Uepois de breve quealao de ordem, deca- srnao dirigido por uina aclarecida piedade, e
ra o Sr. presidente que hia submelter lis- huacaado na aimplicidade daa formalidadee a-
CUSsSO OS arligos do capitulo segundo que qulllo, que J ae lorna Incoinpativel com o a|>-
havia fleado addiaJo a requerioiento do paralo, que allaaerla para deaejar, ae nao ei-
Sr. Maciol Momeiro eluiaaeo reapeito,e deas* occaaio aoa repeil-
Eulra BmdjscusaSo o artigo!.0 e asomen- doiaCl0i de ii reverencia, que tanto ae faze
das ao niesmo uirerrcidas.
O Sr. Guedees de Helio : Sr. presidente,
eo pe(o lie mii; a V. EC. e a cmara para
em quem tivesse de usar delta. O mesmo
penca acerca do regulamenio do jeosllerio.
Encerrada a dlscussflo foi apavovaila n
emenda n. 8 na parte que autorisa a reforma
do* regulamentos da theaourarii ecemlle-
no, bem comen de n. 1 al as paiavras
u'etta leflcando pcejudlcados O reato d'es-
la emenda e o artigo.
Entra em dlscussfio o
Arl. 33 Fica'lambem autorlsidoo presi-
dente da provincia a\ fazer a despeza precisa
para dir referida Ibesourarlaoa commudoi
q .e necessita.
Aoarl. 33. Accrescenle-seNSo exceden
de 400.OUO rs --M lio Reg. *
Vilo mesa e afio apoiadas as seguiotes
emendas i
Supprlma-se o srt. 33A de Oliveira.
O Sr. A. de Oliveira :Combate o art. 8.
O Sr. os Vedro : Esplioa e d as raaOe*
porque a commiasflo apreaentou o artigo.
II ir. A. de. Oliveira : losiste oa sua oppi-
niflo.
O Sr. Baptlsta :--Sr. presidente eu ouvi e
vi perfeitamente o nobre depulado se ex-
plioar sobre este negocio, que ponse que
jinfiohaveria materia para discusafio...
O Sr. M. Cavalcanli i -Sero embsrgo dis-
so, peto a palavra.
O orador --Eu a vejo um meio, que he
ou volar pela supressfio do artigo ou a favor
falla.
O Sr. Afanoif Cavalcanli; Porque e por-
que tifio ?
O Orador : NSo da lugar a emenda, por-
que se a tnesouraiia nfio tem oscommodos
necessarioa como diz o nobre depulado...
OSr. Quedes d Mello : O que he um
faci.,
0 Orador : Aquellos que entendem que
a thesoutaris tem esparjo suQlciente, que
esta bem collocada, v lom cunta o ar-
tigo e os que eutenJem o coutrario votem
por elle.
1 m Sr. Depulado : A queslSo nSo he
essa.
O Orador : O nobre deputado tem a lou-
ca preienclof nfio sel se mesera permi-tli-
do usar deata eipressllo ) de querer ser sa-
tiafeilo em tolas as cousas ueste munJo .'
Disse, que o artigo nfio siliafaz, mas he
porque isso lie oa natureza do artigo ; se-
nfio se S'be a qoolaq ae so ha ue votar...
Um Sr. Deputado : Ah he que eu acho
odefeilo.
O Orador : Entfio o nobre deputsdo vo-
ta contra. Foi s tiente para dier islo que
jj -.j a palavra, e eu acho, que a passar a e-
nenda lie utn gran le incuuveiiienle!e nflo sei
se nesse caso seria nu-iiiui votar contra o ai-
ligo.
O Sr. Manuel Cavalcanli: OppOe-se so
art go
O sr. Mello Reg : Oppde-se ao artigo por
causa da inatieira em que elle se echa ridi-
gido.
O Sr. Francisco Joio --Pronuncia- se con-
tra as emendas e contra o artigo.
(.'Se. Manoel Cavalcanli :Insist nassuis
opinioes.
Submettido i volocSo o srtigo e ss emen-
2
___
ga por orlme de anorte comnarltldo na villa da
Alhaadra, oonaegulo a Juulca do termo da clda-
de da Parabyba do noria por pracatorla, enca-
inlnharla a dacldade de Gnlanua da Pernambu-
qo, a aua prlafio em das de novembro do auno
paasado, o que Jmala ae tinha enTectuado, por-
que aquelle criminlo ae auaenira do lugar da
culpa, aem que a autorldade publica cbrgaaae
ai* aquella dala a certeza do dtnriclo de la
realdencla.
Reinetlldo e recolhido a priaao da capital da
Parahyba o referido orlmlnoao paleuleou-ae
em aeu favor alta proterco at da Rustica que
mala einpeuhada drveria aer na repreaao de
crline de lauanha gr..vldade,e cooaegulo-ae da
preaidencla da provincia a ordem comame do
documento snb n. I, oa qual era dealgnado ae
caixas **Mo} aj. J Taaso Jnior. CHirutSBona ........
CONSUI.AUO CEIUL. I Ditos ordinarios.......
mentododial a 83. 54.412,887 ^fjV "S" -
,irt Ai os ^ n.aa,> aan{ i.*r de t*arnaun......
800
Rendimento
dem do da 84.
. 8:4911,469
58:03J98
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do da 1 a 13..
dem do da 84. ,., (.i,.,
Arroba
Libra
ui
3:701,68
133,058
8:836,786
Dito leatolLo ,
RX|>ortacaO. Uoinina .
Hsvre, pelo Msranhfio brigue francez Pau- G.ingibn ,. .
Jult inuololpal do termo da cldade da Parabyba lim, conduzio o seguinte :700 saceos com | Leoha de acbsi .
Couroa de nm salgados
Dito apilados.........I
JJilodeouca*...........
Docei u calda ., ,", Libra
Dito de GuiaDa ",?*.....
flu aeeco ^ ,
Ealopa nacional ...... Arroba
F i iniia de maudioea.....Alquelre
leijao........:.. .
I- ii.....bom
do norte o dla.em que deviatoauecar a proceder, 3500 arroba* de a-socar.
com prelerlcio de qualquer outro negocio, lluenos-Ayres, escuns hespanhola Anita,
uinajualiflcacao que pretendan, dar oaprotec- conduzio O seguinte :--900 barricas com
torea do criminlo Camulanga de aua reaiden- .,,, "h oe IIK.i. j. ....I. aaTl
ca, continuada no dcauictoda culpa neto lem- 8 arrob.a e 26 lib as de assucar, 110 pi-
po neceiiario para operar-ie i p.eacrlpcao do Pifsgoardente, 3 volumes fazeodas.
crline noi ternioi da le, nao obatanle parecer Buenos Ayres brigue brastlelroConcefrJSo
ellaeaceder ai ralaa da luperlntendencia e vi- de 192 toneladas, conduzio o aeguinte :
gllanclaque lhe compete eaerceraobre o poder 1317 alqueires Je SBF, 80 pipas agoardente,
judlclarlo. 208 ssccas com 921 arrobas e 25 libras de sr-
Em vliia dagravidade docrln.e, para cuja roz, 300 roolhos de p.Illa decsrneuba, ft
preanrlpcao ae faiiam preparativo!, o auppli- Beiraade amnllsr
cante no intuito de iornaoer a juulca provea p .i......- ...:___i /*..
contra a falaldade que ae pretenda juiliScar. I Ms'annfio, brlgue-escuna nsc.onsl Cra-
rcquereuvl.tad.iautoaparaconteatar a peil- f'a de 168 toneladaa, conduzio o seguin-
(io de juuific.i(5.) do crliniooau Camulanga, le : 19 CaXas com garrafas de Vinllo, I dita
nai o promotor publico,o Sr. Dr. FianciacoJoae miudezas de porcelana, 15 pipas Com vi*-
Rabello, com maolfealo cacao alo, nem ao me- j nlio, 9 fardos fazendas, 50 caixas .vellss de
noa procurou ouvlr ao lunpllcante tabre ai ra- compositflo, 30 barris bieu, 10 canas Che,
idea que tlnha a oppor i referida Jualllicacao ,a dlUs .irraf para dellai aervlr-ae no eaio de ai Julgar pro-L raitaa 1 fardlnhn diversas fi7on-
cedcnle* a >.. nn>in ia ... n mil IB"
ca e dando o aeu parecer favoravel ao reo, aem
aeinelUanle lndagacao,advogou caprichosamen-
te a cauaa do ci-luie que deverla accoaar. En-
tretanto a honradet do Jula nao consentlo que
ae conaummaaae tanto escndalo, inanckudo
Juntar aoa autoa copia da a.pootanea conftsso
que havia felto o criminlo Camutaiiga, em um
interrogatorio a que reapondeu na capital da
Parabyba do norte, depula de preio, do qual
conata que rciidira elle lora do termo da culpa
pordeaisels annoi, julgou Improcedente a jui-
u lie i,, i que de asialto le quera obter sein
embargo da aanecao penal do anlgo 169, do c-
digo criminal, a face do Dr. promotor publico
que em tud-icomentla.
Ifurladaa aiiiiu as vlatai dol cicandaloioi pro-
tecture do criminoso de inorte Gamutanga.pe-
rante o digno Juiz municipal da cldade da Para-
byba, aegiiiraiii o autoa oa seua tennoa, e leudo
o Sr. Dr. promotor de apreaeotar ollbelloac-
cuaalorlo, Inverieu todo o facto e luai circums-
cedcntei em um negocio lao grave, no qual r .
era contra i verdade levada de vencida a juitl- <. 30,)j)*^^l('u.",1,^^ 9?uC,r .br*nCu' >''"
sando 1,380 arrobasen libras, 50sarcisca
f, 331 arrobas de seno em r.ma e pSes, 50
amarrados esleirs, t c*xa rap, 2 dias ar-
reios para cavallos, 240caisnlus charutus.
aflavre, barc trance/, i Conte-Koger, de
317 lon-U las, conduzio o seguinte : -1,950
s.ccos com 9,750 arrobas de assucar,
350 ditos con 1,250 ditas de dito, 2,080
couros com 1,895 arrobas e li libras, 8,Ooo
(lufres, 391 saccis com 2,086 arrobas de
slgolflo, 100 arrobas de nasos de boi
181 arrobas de cibio velho, 3 barricas corr
7 arrobas e 35 libra* Je caf pisilo, 8 cai-
xas dilfarenles ohjectos, I dita cama de fer-
ro e colxSo, t h ni objeclos de uso, t em-
brolho chaves do dilo ba, I caixa merca-
donas est aogoiras.
Paranybi, lanena nacional Paquete, de
31 toneladas o ni i j, cot luzio o seguinte :
Ditas de toros
Praocliai Ue amar, de2 eoalado Um
Ditas na iniiiii......... i
Custado de aiaaiello de i> a 4o
p. de c. 2 V, a > da I......
Dito iliin uiuaei. ...;...
Coat.diubo de dito ,.,,,,, ,
Soalhodedlto ,........
Forro de dito ..... ,
Costaila de louro....... <
Costadlnho de dito...... ,
So-lbo de dito......... i
Furro de Uilo.......- ,
Ditos de cedro.........
louros da tatajuba
Vaiai de p.neira.....,
Dual de agu.badal ,
I liras da quina ,......
Rodas cesicupira para carrol
hilas ae ditas para dlloa .
Mcl eiu pipaa ,
Arroba
a
Alquera
Arroba
Cento
Quintal
Cuita
Par
notar.
U furor assassino sinds vai tambero urna
vez por outra, fazendo suas victima* nesta
da contra um amigo meu : lerei esse docu-
mento so V Exc. der licenca para que eu le-
vanto a ieLiiiucn Jo uro empiegaoo publi-
co no logar msalo em que fui atacado, e
que licara restabe.lecido smenlo com a lei-
iiii.i dessedocomenio....
OSr. I-residente : Eu noto so nobre do-
pulado, que o que esta em disusso he o ar-
tigo quaito do piojecto de le de orcanieu-
to provincial.
OSr. Guedee de Mello:-- E he somante
porque esta este artigo em discossfio e esse
empregadu a quom me retiro he professor
do lyceu desla ciJade, que eu pretendo pro-
duzra defeza que lhe devo, portento, ae V.
Exc. comente, eu coutuiuaro', do contra-
rio...- me assento.
OSr, Fretidente : Eu nfio sei o que he
que o nobre deputaJo quer diz-r, e por ia-
so no cousinlo e nSo deixo de consentir;
mis pondero smente so nobre deputsdo,
que o que sa acna em dlscussfio be o artigo
quarlo do projiaeto.
O Sr. Guedes de Mello : Pois bem, ten-
do sido coibatiJa, Sr. presidente a des-
pezs com o lyceu desta cidad pelo honra-
do un-inlii o,ni-ii diguo collega, a quem tri-
buto aff-iicfio, (o Sr. Florencio ); tendo sido
dito por elle, que o prof.gsor de philoso-
phia em um auno dra apenas nove licas,
essa acousacSo tSo grave nfio poda deixsr
de pesar inulto aobre o animo desla Casa, e
do publico, e como para o defender nflo ps-
tivrsse na occasulo preparado com docu
Ha quesldes seuiores, sobre as quieg os | ment inconteslavel; agora queolenho;
nomes na la influein, o a mudanfa do pes- eu o lerei casa j e peco ao Sr. tachygra-
soas nflo alleraui asna natureza: he s a'phoque o fafa transo ever no jornal, como
entidade g iverno qunapparece (apoiados); nica resposta so nobre depulado.
ha inleira sulidariedade entre o funcciona- O documeulo lie este l III n. Sr. di-
rio que existe e todos os seus antecessores. I reclur. Diz F. que piecizs que V. s. lhe
E tifio se vers em embaracoqualquergover- mande dar por ceili iflo as faltas que o
un, i]n iiidoiuuilii ditiijiu 'lal le pro luz bons lenle de philusophia tem dado desde o atino
resultados na pralics, venhi urna assembla de 1847 al o auno de 1851; e como para
amiga, com a qual elle dozeje estar de ae isso seja preciso o daopscho de V, S., o sup-
coroo, e diga que essa le tem victos, que pilcante o pede. E. R. M.
olio a reforme,jsom enilior-lhe esees vicios? D Lyc-u 19 de abril de 1852.--Pereira
Como poden elle Corresponder is vistas da do llego, director interino,
assembla ? Logo, em vez dessa prova de Em observancia do despacho supprg, cer-
cjnlianc* e affocto que preteudemos dir tinco que revendo os liaros de punios dos
presidencia, como se disse, vamos legar-lhe professores do lyceu desta cidade, (lelles
um embarago.) consia que o profetsor Se pin luso. Iva dera
OSr. Florencio :--Apoiado.... Inoaono de 1847, 11 faltas 00 de 1848, 19 .
OSr. Mello Reg: Agora demonstrarei no de 1819, 8; nu de 1850, 6 ; e no de 1851,
au nubre depulado que o numero dos en- 12. O referido he verdade.
ganheiros nflo heexce-sivo, equal o servieo Lyceu, 19 de abril du 1858. Oamanuen-
que por elles he desuibui Jo (cni.-nm se mui- se, llirmenegildo Marcelino de Miranda.
(os apartes, em qunnto o orador mostr atoa- Nada m >is leuho a dizer: roto pelo artigd
cupaciee dos engenhelros e a raido porgue a quarlo do projeolo
reforma fala no regulamtnto acabo rom o Vai i mesa, e he apoiida para entrar em
syttemudas uictles. Nao podemos apanhar dlscussfio a seguinte emenda.
estoparte do discurso. \ -Com o Lyceu, e seus em prega los, exclu
O arador cunclue declsrando que vota sive o exceeso de despeza ereado pelo regu-
coutia aeuienda na parle que auloriss O go- lamento de 19 de malo de 1851, quinzeeon-
verno a reformar a reparticfio das obras pu- tus de res. -- S. R. A. do-liv. ira.
blicaa ; mas que o ap.irova ni* oulns par- Fitida a dlscussfio, casa approvou o ar-
les porque uniendo que so se quer autori- ligo, salvas sometidas, a ao depoig regeir
sira presidencia par* reformar thesoura- tou estas.
na, d-se urna auiorisncflo ampia, e nflo I i- Teodo dado a hora, o Sr. praaidente la-
initada como piopa o proj-cio ; porque vantou a sessflo, tendo designado premelta-
quandoae trata de procurar habelilateae nn.iile a ordem do da.
aquilatar enleiligenetas nfic se deve restrin-
gir o clroulodaasoolh* ; que assim se ex-
priinindo nSo pretende desconneoer o m-
rito do ofllciel-maior ds quells repailiello,
'em pregado aiiia muitohabil a anlelligenle,
quesero dunda merece ser escolhido ; mas! corrente.
be que o orador nfio quer affasiar-se dos Em vez de recommendsdo--Ieia-se--re-
seui principios a v que pelo proj-cto a coaimotidanJo-a.
uoraearjio llca feita pela assembla ; que el- Que esse acto tornou-se digno de todss ss
le he amigo da theoriadas conliancas, e, pois ec-momiaslea-soquo por esse acto lor-
conflin lo-no governo da provincia nflo nou-se digno da lodos os encomios.
concorda am auloriacOss com certo* le-i Que se atlenderia leia-se- que atten-
mites, como s fari* qusndo nfio conllssie | derii.
fiu it ti l Un a v. m*>v* <7 a v* iii>>a syn'v ,- ,
lerna cas. utn documento que serve a con- propicia, hu. no,ie do 18 do corrente, na
testar um. p.oposicfio quo foi aqui avance- K''-JH de T.mbaubs termo de Coismia.
\....._,..........;. .. lar.i .. ,i J,i lOl assassuiado com dous tiros aqueim*
com dous tiros a q
roupa, o subdelegado Antonio Jos Guim
rfies, ao apparecereste, coitado .' bem de-
sape cebilo, a porta de sua Ciss. Alem do
mais que sobre a prevenefio doscrimesso
pode dizor, he nnst-r sobre tudo que us
convengamos de que, ser sempre prnesns
o contingente n seguranca individual, em
quanto ossssassinusnflo livereroa certaza
de que o ultimo suplicio ser a retribuiffin
infallivel daquelles, que sobre os auspicios
das c re ini.-i.incias as miis nefsndss e abo-
in i na v is, ruubam a vida ao seu s-iinelhante,
sem que Ihes sirva multas vezas de obst-
culo o prsnlo da viuvee, o abandono o a mi-
seria da orphandaJe. Certaza de peni ; eis,
ern nusso fraco entender, urna dascondi-
tfies primarias de lo lo o systoms represst-
vo, e sero o qual todos os in-ios de preven
(fio serflo improflcuos e ineficazes, psrs nfio
di/erinos Ilusorios.
,\n da 19 lancou sa a primeira pedra do
matadouro publico desta ci lade, no lugar
denominado Areial das Cinco-I'ontas, man
dado edificar por lei provincial ;eassisti-
ram a ceremonia diversas pess.ias gra las.
Vfio, por lauto, ler os bois um lugar pro-
prio e asseado psrs o sacrificio, que delles
exige a humaOidade pernambucana, qu
de certo, insto nflu he exeni cional, e segu
antes a crenca de todo o genero humano,
exceptuados os sectsrios de Urahma, que a-
crrditandu na roetempsycoze c predistina-
fo, lu.-pnitaiii os aiiiinaes.'e abslem-se d-
comer-lbes s carne, respeitando mesmia
vacca como um animal sigrado.
Eolroudo sol na terca-feira, 20, o vapor In-
gle temm, Irazendo a noticia de urna grave
deslnlelllgencia, que se suscitara e. Ir ogofer-
no imperial e o da repblica do Urugav, por
causa dos tratados entre oa mrainoicelebradu*,
e que o presidente Jim enuodia nao dever
exeeulir, por tereiq aido ratificados pelo Sr.
Soares, durante a aua Intrrtnidade. Feliimen-
te, modificando a sua oplnlo aquelle presiden-
ta nciaa, epondo-ai deforma que deltas bem _| rollo fumo, 50 barricas l'inuln, 6 fsr-
te aproveitoise o assassino para conseguir a' d0, fazendas, 1 caixa e!2resm>s papel, 1
Juaiilic.co ou pelo inenoa a alteou.cao de um e,Ilbrurho rao.nete. I cahastra aihos, 1 saces
crime por eeto do qualjaumseu companbel- _-_ ,. K ... ___.. ..;, _
ro na .norte da victima fdra couaemnado ga- P'menU, 1 barrica gonebr, 1 barril mau-
le! perpetua. le'gs, 2 e meto ditos dita, 5 barricas baca-
Coona do proceno que o referido Camulan- Ihao, I sacca pimenla, 1 baila de papel, 4
ae oulroaaaaaaainaraui na Alhamira certo In- barris mauteiga, 1 sacca pimenta, 1 einbru-
ivlduoqueo pretendadlaauadir do propoilto, Iho canalla, 1 sscca erva-duce, 2 lian i.-,
que ilnham,de lomar i forja do poder da ronda manteiga, -2 o meio ditos dita, 1 caixa cha,
policial, um borneo, preso em flagrante delito, ,0 oirr,caS farinlia de trigo, 4 barris man-
m.i o Sr.Dr. promotor afflrma no libello delle 4 barricas farinha de IrigO, 5 Tardus
e nao da jusdea uue asslin nao procede, que o ', .____,fc.. ,, .,..... -
ro coinmetier. o eri.ne em occa.iao iu/que fazendas, 8 Ci.xas Charutos, 2 aSCCas a ruz,
falla parle da ronda. Cusa a crer tamaubo a lt s Cdfe' 8 U"ios 'umo, 2can0es CaiXI-
eicandalo e deaembaraco no deapreao da ver- Ihos desmanchados, 2 gigos louca, 4 barris
dadepor um funcclonarlo publico! l! mauteiga, 1 etnlu ullio lecha linas, 1 quiu-
Conbecldo peloa protectorea do lllo Camu- tal de chumbo, 13 barris e meio manteiga,
langa, que do libello do Sr. Dr promotor pu- i arroba de giz branco, 8 birricas anchadas,
bliconeniium bem poda provir a sua causa, C,M vlnhu mBSCatel, I dita Cerveja, 30
visto como se t-ulgarlsnu, por Interreocao do H. r,r.nt,, I dita neaebra 3 harrir.a
auppllcante, a falaldade delle em villa das pro- ? ut">n,> "lia geaeDra, i barricas
vai do. autos, recorrera.n ao e.pedlene A bOlaxas, 1 Canastrs rolhas, 1 ucea pin.en-
apreaenlar perante o tribunal do jury no da *. cana faces, 1 baila papel de emliru-
17 de marco ultimo urna eacepcio de preicrlp- Iho, 2 barris banha, 1 gigo lourja, 3 liar-
fao fundida uiju.iiic,i.au. j.i |ior mni s,-nteii- ns uiiotciga, 10 barricas farinli, 6 saccas
cajulgada linprocedeute, em umattestailo do arroz.
vlgano da fregueila e no Interrogatorio do reo, KECEBEDOBIA DE RENDAS INTERNAS GE-
a que se procedeu por pronosltal reuuerttneuto aa*,esa wv niruaiaURIirii
do Sr. Dr. promotor pui.llco, din depols dojul- ,-___,**?_' r^ammasna.
......,'...r.......'.i ii. ........:..iiJ Rendimento do da 84..... 524,412
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 34.....1:387,904
PIIAC.V DO RECIFE 34 DE ADltlL DE 1852,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Rivitla semanal.
Cambios- Nao houverain tranaacciVs dc-
poia ua sabida do vapor Seerrri,
mas pdde-ie cotir a 27 l|4 d
por i a rs. sobre Londre, e 3aC
n. por franco lobre Paris.
Algodao- Eniraram 8SS aaccaa, que fo-
ram veudidas o de piiineira
orle eacolhido a 5/150, o r-
- quarlolas ,
a lian s.....
Mdho.......
Pedra de amolar ,
Uliai de filtrar ,
Pomas de uoi .
Piassaba......
Sola........
Sar^a parrilha .
Tapioca......
Cuii.s de bot ,
Couroa de cabra ,
A alta dacarr.palo
Uina
Canad
Um
AJqurre
Cento
Mlho
Mel
Arroba
a
Canto
a
Canad
2o,o0o
11,001
1,(IU0
5,000
3600
O.ii-ii
5.100
3,100
2.3oo
2,ooo
1,000
i, mi
I,01
'l*
40 000
18000
2i,000
,110
6,0 0
1,310
I 000
'Ouo
lino
ZOO
1,9 0
IS,i>00
Lino
Soo
l6,imo
500
liicUtiii^Ocs.
gamento proferido pelo Dr.JuU inuuiclpal.
Nesta uccasio o Se. Dr. juu de direlto, uaal-
lio Quaresma Torreo, suspenden os trabalboa
do Jury, por aquelle da, aa duashuras da tarde,
urdeuaudo que aos outros aejontasae o reque-
rlinenio do criminoso depois do que mandando
por um ordenanza procurar os autos no carlo-
rlo do escrivo, uuvlo o Sr. Dr. promotor que
sem esceder a eapectativa publica foi de pare-
cer que com aquellas provas eslava exuberan-
temente fundada a presenpeau allegada, e por
aeu despacho apadriubou o criiue que devia ser
punido para desagravo dajuslica, dando por
plenamente provada a prescripcao a lace das
provas olferccldas cima referidas, que para
tanto nao oautorlsavain sem uiaufesta prevari*
cacao pelo menos falla de sxacco ao cumpri-
menlo dos aeus deverea.
guiar a 6/100 e o ordinario a
5j2oO ; o de seeunda aorte ven-
deu-se de *,>800 a 5;200 por
arroba.
Os depoiiuenios ein que ae funda o julgado Asaucar Vendeu-ie'o branco de segn-
sao os da justicaco lidos por luiprocedentei
pela seoieuca do julz municipal, ai quaene-
guudoairegrai de jurisprudencia cOrreiue.oo
podlam servir de beie aa declsdes da Jnstlca,
salvo se ao Jolz de direlto da Parabyba do nor-
te competiese a autorldade de reformar aquella
viio-n; i, como o fea tumultuariamente com
iurersaoda ordem db Julio e regras de dlretlo.
O atteslado do vlgarlo de Alhandra, alm de
nio ler o peao de prova plena, Pareira e Souaa,
processo civel, nui.s 4713 em Une ulo dsolara
que o criminoso residiese no deilrlclo d'Albau-
ra pelo lempo preciso nu direlto para pres-
crever o crime. he concebido em termos vagos
e refere-ae apenai la data. O infterrogato-
da lorie a z de tiMO t'itlso, o dequarta
de If900 a ti e o de quinta e
sella de l/7aU a I480O por ar-
roba; e o 111 asi avado de i//ni
a l/SOO por arroba.
Courol--------- Oa coinpradorea acbam inul
elevado o precn de 105 rs. por
libra pelos aalgadua leccoi
recoi porque ao ofierecldoa.
endeu-ie de 2f a i/100 por
arroba do pilado a vapor.
Bacalho dem de 8/a n/uOO a retalho :
Bcarain eiu aer de 400 a 450
barrica.
De ordem do Dr. juiz do commerciorJa
segunda vara, Jos Iteymundo da Cuss Jl :-
nezes, facu -cenlo aos ere tures do filtdo
Jos Das da Silva, para que Compareca! em
casa do mesmo juiz na ra da lia jre de Dos
11. I, do bairro do Recife, no uia 29 de abril
lo corrente polas 11 horas da maiiliila, alim
de se cun ti un ar na ven llcaco dos creditus;
formsr-se o contrato de uul2u e se proceder
a nomeacao de administradores da casa do
mesmo falldo Hilando os ere lores advertidos
que uo sero admitudos por prucuradur
se este nao apieseutar priicurafu baslinta
com poderes especiaes psra o aclo, e que
a procura;3o nlo pode ser dada a pessus
quesrj< deveJor so fahdo, nem um mesruo
procurador representar por dous divercos
credures. Recife 24 de abiil de 1852.
O escrivSo.
Manoel Jos da Muti.
REAL COMPANHlA HE PAQUETES I.VGLEZES
A VAPOH.
No dia 1.* de mato, espera-
so ds Europa o vapor Teviot
coniuian lauta Tivett o qual,
depois da demora do coslume
seguiri paraos poitoa doSul. I'ara passagero
dirija-se em casa da agencia ua ra do Tra-
piche Novo.
Foi aprehendido pela subdelegada di
freguezia peS. Fre Pedro Gonrjalves do Re-
cife um cavado russo, com urna cangalha, e
dous Sacos, e u.na musita ; quem I n seu
dono apresenle-se que justificando os sig-
naes lhe ser* entregue O subdelegado.
Jos Juaquim de Oliveira.
De ordem do IIIin. sr. director geral ds
nstrufc3o publica fUco saber, que ichando-
se vaga a cadeira db inalruccao eleuienlar
o pnineiro grao de Serra Tatuada, S Exc.
o Sr. presidente da provincia a mindou por
a concurso com o prsso tusreado al o da 2
do prximo vindouro mez dejunho.
m
rio olTereciJo como prora d proior|pt;ao he Clf(f_ dem de 8/800 a 4/por arroba,
ullo em d-reilo para batear a euienfa prfe- Caroe |ccca \^eui de 2JI00 a f.00 por ar-
rdspelojuk de direilo da Parahyba, alm de
.mu .1. r.iMi.'a pelo lempo, eiu que foi felto e
pruj, j,Uo (juc o doiuimva. O Sr. r. juu da
dlrellu nao ubslaaie at eipottat raidet contra
at prurat da preteripeo allegada acceia-at
pruii-i imi urna tenteuca tem outra base rue
nio a Tontade e propotlio de receber a eicep-
f jo doi protectoret do crlinlnoto Camulanga,
o que aluda malt te manifest em vltt da pre-
clpitacao cun que te huuve como con ducumento q.2: duat borat depoii de ultere-
clda a referida eicepco, eslava lia juigada e
cuiiiprida a vontade do criminlo tem que noa
termos do Artigo 2-* 1, do regulameoio de 31 de
Janeiro de ls4l, frssetn loquerlda*.! as testeinu-
uhit que no Hnal do seu requevjmento apre-
teniouo inetino criminlo.
Proferida a tenteuca dojuit, ininedialainen-
telavrou-te o alrat de sol tur*/ em favor do
crimlnoto Camulanga, que lu u liberdade, apeiar da diipusico do artigo 84 da
lei de 3 iJi' deumuro de l8tl, combiuado com
arjfo fAl do regulameuto- de 3i de Janeiro
dr I si:. Not enmes Inatitufaveis como o com-
Mttiido |)',Id referido Camuiangar oo cato de
te, esperava-se que, tiido seria'cancIuMo en- 'absolvlco do ro,t he lgala sua toltura pas>
tie os dous governos em termos, que maotlvet- tadu o prato por o recurto dat partea eatre-
tem a paz e boa harmona entre ot respectivos tanN ojuit de dlieuo n.io recuou dame de se-
estados, como he para desrjar* Iuirlliante embaraco, desconheueu a le aiilg-
Hoje 24 preitou juramento, a entrn no enr-' nando sem demora o mandado para aollura do
ciclo do lugar de delegado do termo desta ci- assassino
JL
delra.
dade, o Dr. Antonio Rangcl de Torres l'an-
Alguat casos fataetda febre amarella tein-se
iodos o escandaloi e crhnes notados pelo
tuppllcante nesta xppslfo que submette ao
coiiiieciiiiento- de V m. linpetial. coiislim dos
RATlFICUgAO.
brritis'do discurso dtTBr. depulado Perei-
rs de Carvslho publicado no Diario de 84 do
dadiTpor aqu uestes ltimos diaa, o que sando qualro Incluios dacoineoloi: o mais ligelro
em demasia aiiuilador, nio he coinludo inulto eaaiue deljars reeonbece o procedimento Injusto
para enrauhar, pois que o Qagello nunca nos caprichoso dos aeubore doulorea promutor e
driaou Inieiraineiiie, aialin como al oulras jula de direlto da comarca da Parabyba, qu*
provincial ajo imperio, que Invadi. para bem da sucied.de e lumia d.t magistratura
TainbeuTVb lllo de Janeiro lena eilea appare- devein aer convenientemente punidos
cldo ltimamente ; e ie caiel emaiui nao del- luppllcaule certo da Intelnia e rigor de 8.
perumaindifferencaeapatbla, que te tem no- M. Imperial na (tpressau dos crlmea, espera que
lado quanto aos melos de remover o mal, mu- em obervauela da doutrloa do artigo 167 d0
to de recelar be uina nova Irruncio, que veuba cdigo da proceaao criminal, aa ser?ir d* or-
aeommeltere desolar de novoi popula{io,que deoar a reiponsabilldade daqueilea luncolooa-
jaofTreu. Verdade he que, eoatra a vontade da ros, peloque ll. Me.
at.rNOajl Florentino i ainetroaa Cunka.
roba da do lllo Grande, de
1/800 a'yooo de Monte Video
e Buenoa Ayrea: a eiiileote
monta a cu.uun arrobas.
Far. de trigo O presos coniinuarain de
11/ a 11/ a r.talho, e diieui
ter-ieedecluado venda de um
carregamenlo de Bhichmoud
a IS/ por barrica: caratn ein
er 8,000 barricas.
Manteiga Kei-ae veuda da ingleza de
S80 a il.aj ri. por libra,
papel ----- Vendeu-ie o almaco atul de
31 a 3/4t'0 a resma.
Touclnho dem a 7/500 por arroba do
de l.isi oj.
Vinagre---------- dem de SOI a 82/por pipa.
Vlnboe dem o tinto da flguetra de
118/ a lUi por pipa) euma
outra quabdade do mesmo
porto fui letalbjsdo a 1*0/, e
de Lisboa) ee autor pouco im-
portante a)l 15/- ,
- Para receber ordena no Canal
e para Genova a tria, e S por
cento; e do algodao para Li-
verpool a l|2d. e S por cento,
e para o Havre a lio ri. e 10
por cento.
Diaconto- Ilebaterain-ie letlrai de 10 a
SU dias a l por cento ; e de 3 a
s meaes a 7|*.
Frates
Pauta
dos precos correales do assucar, algodao, e
mais gneros do pais, que se detpacham na
mesa do consulado de l'ernambuco, na se-
mana de 26 de Abril a \de Maio de l8.'>'.
Providencia nada ae pode conseguir, maa feita
de noaaa parte a delligencla, louTreretnoi ao
menoa reiigaadoa aquillo, para que ein nada
concurreinoi, ou que nao nos foi posiircl bu*
inauameuie prevenir.
As chuvas, que, no dlzer de alguena taires,
sao o noiso Oabrion, Contlouam a moatrar-ae
esquivas, e l no da de bo|e cabiraui abundan-
temente. Venhaui ellas anda com mal abun-
dancia. durcao e conteuuidade, ejninguam
ae queiaar lano do calor, e aem tere euspeliai Brigue brastlotro /'ensalivo --
dr que ella cuucurrc para o apparccimeulo das go da China.
febi.es. | iruportacaO. -j
Entraram durante a teinana 17 ernbarcacSe nriauo brisilsiro Pensalivo, Vil___
eiahiram ,3 Renden a ICandeg. f,9:S03|W8, ",eiro, consignado* NuVaes 4 (
Fallecer,,! W pessoas : i9 bouaem, 6 mu- ?r m.niratiiu Ti imiuitlta m
Ibereae U meninos, llvre. : 1 homcus, S inu- >"' miuilesliou o sisguinl e .
Ihern r 5 meninos, e.cravos. l Plp" 19 taeas ditas Vlnho } 1
COMMERCIO.
i a
ALFANDEGA.
Rendimeoto do dia 21. 17:304,876
Detearrega hofe M de abril.
Bares aards ~ Affoneo I. mercadoriis. a,
bao efff-
tRo
mpa-
Hache
_ do*Piheiro.
Pubhcacad a pedido. A"lqxu?Olvf1oJa^,i0ci''f diu Mmenles;
50 ditas fogo da China, 36 toneladas cir-
Senhor. Pronunclido ein IRsJ priaao e
livrameBto o Indio Aat.nia Pereira Camuun- ?ao de pedra ; aosca>nsign*tsrios.
aWtJJB)
Assucar ein c-.brai.co 1. qual. Arroba
a 9a SI
maic.....i a
a bar. aac. braneo..... .
maic.....
I a refinado......... m
Algod.o ain pluma de I' qual.
Dilo :....... J-
Dito...........I.
Ago'atdsaSe cauca 20 eioa. Pipa
Dita............, Canad
Diadacanna.........Pipa
Diia.......... Canad
Llili rasulauJa ... .....Pipa
Dita .%- ,.......ajanada
Genaawa..........Cauada
Dita.............Botija
licor..............taiuada
Dito......,......Gnala
Arroa pitado2 a,robas um Alquera
Araraa.............Urna
palibalos...........Uaa
Bolacha............' Arroba
Biaaoiios ...........
OTOUin.............
Dito raatollio.........
Dilo com casca......... a
Cars s*sca........ a
Cocos com caica........Cento
J.iOO
l,7oo
,0j
2,lili
l.-t.'m
3,110
t,"0
6,000
4,600
14,000
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6l,eoo
soo
41,00 >
2no
400
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400
110
4.4UO
10,000
1,000
1,400
4,010
4,400
1,010
1,200
1,400
4,000
THEATR0
DE
S. IZABEL.
58. recita du assigiiatura.
QOARTA FEIBA, 38 DE ABIIL DE
l85i.
Subir scena, depois da execucSn de
urna das melliores ouverturas, pels orches-
trs, o tnsgtiiiico drama ero 5actos :
CS JESUTAS
II BASTAS EL-REI.
PERSONAGENS.
Edemundo de Castro, cavalltiro porluguez
Germano.
Leonor sua nica filha D. Mana Leo-
poldina.
Margarids, crisds de Leonor D. Amiiis
Monteiro.
ATonso Peres, o Bsstsrdo AmoCdo.
O conde de Csstello Melhor Cnimbra.
O Jesuits Frsacisco Maasos Uiiorra.
O Jesuta Nicolao Nobrega -- Rsyuundo.
Iloberln Congalves-r Pinto,
l) Inquisidor -- Cabral.
Cstharina, ab*der,a de Sanli Clara -- D.
Hita. .
Alberto, de idade de 8 snnos- D.Luizi
Monteiro.
Freirs de Sania Clara, josula, familiares
da inijiiisic.'io, criados de Edemundo,sol-
dsdos, etc.
O primeiro. segundo e quailos setos, silo
passados em Cotmbra, os outros em Lisbo;.
A scefio figura-ae no auno de 1686.
O drama aciia-se convenientemenlo eu-
saiado e decorado, oempiesmu a nidi so
lem poupado pan fazer reslr-ar ?s brllesss
que enserrs e*U xcellrntecomposiiilo.
Tormindra o pectaculo com a grsciuss
farca
0 TUTOR E,\GAMD0.
Os billiotes acham-se a venda po lugar d<>
coslume.
.... i lia iso
l'uljlc.j6e littejirariaa.
iG.ooopaWossssignaotes.
A interessantissima obra
de
MEDICINA HOMROPATHICA.
DO
Dr. G. B. 0. Jark.
traduzlda emportugue
pelo
Dr. Pedro de Altabyde Lobo Moscoso.
Acha-se nos prelos da Typographia com-
mercial do Rvm. Sr. Padre Mlra Henrlque.
Esta obra he indispeuaavel a tudas ss pes-
soas, qoe querem eMudar, e prstlcar a ver-
dadeira medicina a homeoptica : nen-
hum elogio por mais pmpozo, queJieja, he
sulllciente psra encarecer o mrito della '
momedeseu autboro Dr, Jarh be todo o
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO J


piri Lisboi 4 de maio i birca
pii'luKunia Llgaira de que he ciplHo Aillo-
alo Joaqulm Rovingues, para o raito di csr-
ga|ou pissagelros trata-se com F.S.Rebello dt
niho.i
comen
eom o mosmo capitao, ni praca do
Sin ou a bordo. ^^^^^^^^^
?3
ltK.
.... tinglo: Um ildo lili l fofllo, flndn teht
..hiiio sua nstruofio 01 mslbores medios
retires homeoptico!. .0 traduCtorpo-
l|j fizcf um resumo mais ou rmaos per-
,,;, deate obra, man nSoquerando ipre-
1 lar como seu o trihilho. dos*utmi, re-,
alveu vrtele nara o portugus, procuran-
r,Oro mais fiel possel n.lrasli dacao do
lsamento do uthor. Na estando com------------------------------ ,.
intmente estillad grande nume'O dos Luit Bruguire fara leilfio, por nter-
medicamentos, que vero consignados eni|venc8o do corretorOllveira, de grande sor-
?iaobri o Iradwtor reaolveu sppresennr tmenlo de f tiendas, todas propriai do mar-
rooi m'edicumemos mas bem esludados,'esdo, cooslstindo era merinos, ciai oiru,
' Wnt mentado na pralica, os quaes com- maulas de sede, lencos datada para grava-
"",' 01 o yolume. A obra ser composta tai, carobraiia abarlas, brancas a de coro*,
im aiceilenle lypo, e nltidamanle imprel- luvas de ndi pira senhora e hornea), e mul-
' '. muiio bom papel, para o que nao se tas outras i quarta feira, 28 do corroete, as
"parl0 desasas. Asslgna-se para esta .10 horas da manhSa, no seu armazn), ra
,,hra no consultorio Homeopapthico da rus da Crui.
a, r,dlio n. 35, primeiro an lar dirigido > O corretor Miguel Carnelro. nlo poleo-
lo traductor. Em consequencla de algu- do conclu i o seu laillo da 23 do correle
mi dimlouilfio, que conseguimos no prego farano dia tarca-feira27 do correte as II
da impressSo, podemos reduzi' a 16,000 rs. boraada manilla, no seu srmazem na ra
o cusi pira as pessoss que se dignaram as- do Trapiche n 12.
siiinar; devendo ser paga esta quintil ni gl l l 11 ..
entrega do prirneiro volurjje, que sabir ao AVISOS UlVerSOS.
mus brevo possivel, sendo annunctadi 15___________________________________--------
das ants, e enearraiido-se a sssignsiu- Sanbores ReJictores. -- Constando-nos
ranodisds entrega. Espers-se qoe todos U9 pes>aa mal inlecionada deja roan-
os amigos da divinal medicina homeop- critri n0nri e probidale do muilo digno,
Ihica, aiud^m esta empreo que mullo o- e iHui,rado regante destihospiial;o8r. Jlo
brigari o traductor. _, Francisco de uli.eire, por isso recorremos
ConsulloriuHumeopalliico ra na do Col- i0 sl)u mu conoiiuido jornal, para por
legin. 85 primeiro andar em 7 deabnl meiodelle mamfealirmosao publico o bom
de 1852. r. l-obo Moscoso. tralamento que temos tido durante 4 annos
.Tf-----:------i incomplectos, quo o mesmo filustre Sr. OU-
Publicado jurdica. te(rii noJiemgovrnadocomopsi earinho-
Indice alfabtico ds Legislado brasilelra 0> que com lodos roparte da sua boodade,
nromulgeda al 1850, com a legi.lacao an- e c,rd,de. ,
La a respelto das leis promulgadas, pelo Emfl-n senhores redactores prsza os Ceos
lie-embarga ler Jlo Joaqulm da Silva. qU9 e4te mao erapregado.que nos mal tria*
. N9ot"e o autor des'e ndice em vists como dz 0 riv-l do Ilustra Sr. Onveira,
run^ccioniT um repertorio di to Isa legis- aua por espseo de aoaos; pois estamos
laclo em vigor, pois que icerca de obiecloi cer10g qu9 encerrado neste esreere sempre
relativos s repartieras de marinha e guerra serea)0J bem tratados,
sin apenas indicados os que podein serle- Queiram aenhores redaclores. Inserir es-
vadosipor qualquer motivo ao oonhecimen- t ,|nt fi|a) dus nossoscoracois, que
lo do poder ju liciano e do govo no provm- ^uit0 obrigarlo os seus constantes leito-
cial: fui seu intuito smente faciluar aos ret
' ._______^ ___,.v......i.i i ,.,** iln i____,__.i.- v....... I. : ni I t raro*.
S advngalos, em regados pblicos da
,siica, faz.'" a e polica, e aos neKOc.an-
l-s o meio de connecer as leu i romulgadas
-- A nm BiM ponco mal oa manos do
sappareceu urna preta de nome Joanaa, Ida-
de 50 annos, oaeso Angola, tendo na frente
da aboca ummoltioUe cabi-llos brincos e
na teata urna cicalrll, sem denles na rrente,
alta eolieia do corpo, os p6s grande o efl-
chados, as pernas tambem enchadas, leeou
saia de chita fina amarada miudinh, ca-
misa de cambraia lavrada com bico de fran-
ca," tanto no talho como noi punhos, panno
oreto fino om orello, levou mais urna ban-
deja em que foi vender pastis de nata, e
urna toalha deflqrea com bico largo ao redor
de toda a toalha ; roga-ie aos espillos de
campo, ou oulra qnalquer peasos que a pe-
gara levetn ao sbralo do largo da Trempe
I, que serio rltompencados.
Quem qnfier trocar um oratorio grao-
de, com 3 imagens, e 1 tacho grande 11' di
rija a ruada AasumiieSo n. 70, qua achara
con quem fazer o ajusta.
Roga-se ao Sr. Francisco Brlngal de Al-
meida Guedes, qunira vir ou mandar pag>r
o que dase, no passeio publico n. 9, pois em
quanlo nlo o fizar ter de ver seu nome por
este Diario.
Offerece-se na rus do AragSo n. 45, um
rapai para casa de hornero aolteiro, ou ao-
cios, para coslnhar e eogommar.
O albaiio assignado declara i mar
Sra. I). MSria Francuc de Souia Ramos, ns-
da deveraoaeu caaal, por ler pago a pe-
quena "quantia, com que vem mencionado
nirelajIoquoS S. publicou, a aeu mari-
do O Sr. Jos Maris .Goncalvea Ramps pessoa
bompetente par tal recebimenlo.
L. da C. Pdrtocarrelro.
.1 Precisa-ie deuinaam, que
saiba cozinhar, para orna casa de
familia: no aterro da Boa Vista ,
loja de calcado n. 58.
Manoel Jos Guedes Magalhges embar-
ca para o Rio do Janeiro, o seu escravo
creoulo, da nome Sevnrino.
Manoel Camillo Pires Falclo. nada He-
ve a lllm^Sr.'I). Mara Francisca de Souza
llamos, pois aconta que tinha com o seu
mo'ido oSr. Jos Mari, foi paga pelo Sr
rimi'lUaf U(Ji,#uop .....| -- r rv '
Os doer.les do hospital dos L ">' Cassiano Alberto Pimenta em 1850, do que
Desapparecei do engeoho NuVo Sao lem documontQ.
indeconnecer as mu hu-b Jlo de Serinnaem. no dia 28 de marc* des- .. precisa-sealugsr um negro, queisilbs
aedecisOei do governo li o lim do iooo le anno> um, prela de nome Jeroftyma,. trar |BJtei pir, lrilbilha em um sitio no
de 1850, compreha.idendo lambe no ndice, cre0|,( do iJade 30 a
materias que interessSo ao clero o ios mnos. alf fiM.
II
Direits n. 97, declara que aatorlsou ao Sr
Alberto Jncintho do8ouzs para cobrar to-
da e quslqoer divida psitencente ao mes
mo estabelecimenlo; asaimcomo que ven
lou s dita taberna ao Sr. patricio Martios
Ferreira dos Santos. J. j. Tasso Jnior.
Preciss-ae de urna ama de leite: na ra
deS. Rita o, 87.
Aluga-se por ia,5oo rs. raen-
*aeg, a casa terrea na rna Impe-
rial n. 14, pintada e concertada
de novo, e tem commodo Para
grnnle f irnili i : a tratar na ra da
OadeU n, 9o, com JoSo da Cunha
Soare* Guimarfies,
- Preciis-sa ds urna ama de mia lale,
qua oozmlia auff'ivei, engomme bem e com
pre n. ra, laiendo todo o mais sarvico de
un mogo sultairo a sem familia: os ra
estrslta do Hoiirio o. 15, ou annuncie por
este jornal.
- N| ra do QueimaJo, loja de fazendaa
n. 81 /A, dasaja-sa fallar ao Sr. Franoiaco
lade 30 annos, pouco maYis on i M(,nguiuho
mat-rias que interfssao ao ewru = menos, alta e gorda, ps apalhetados, com : C) grd, e um, nogr,
lidadlos cm geral. Kntendeu, porliulo, o gigum.s excrescencias de o.rne bem siveii delrl| por prco COn
aulor uuo seria de algiruia Ulili lade as dille- entre 0, pellos, as quaes p.recem terrug ts | Boa VjBi 80brado o.
sanies el iss'S da socio lade a publicaclo do p^jume-se ler fgido psrs o lleciie, onde, s
u Indico Alfab-tico, queabrangeestrac- [em irmles, e oudd he bem conhec.da, por ^
?""'.".'::. *. m 1,JL PT,n. cnseilieiro ...,.h,. ,ii,intazendas. ouando cscr.va secretaria da asse
i, assim cumo vende-se urna vaj
urna negra da Costa boa quitan-
commodo : no aterro da
17.
pessoa que da
peodencis,
' No da 16 do corrente, pelaa aete horas da t
noile, deaappareceu da [".V"!!'.'..^. .V! I que le VOU,
, na ra Nova n. i4, a
lgZA*X2J^^&\m do-Dr. J. de Aquioo Fonse
- p.r. ,B..d. JinairoTl^rc^cldo ^TX.Iti IZVJ^V'^-^ "do reCebcr dita secr.ta
oiticho NUheroy.pretaaae sahir por este* no| jotqUim doNclii.eoio. hido hi Htico na 0-q,
. i- _^- ti, l mainr nisrlrt > i .l-i ,IV mil ,llCUIillO >1 "IH"' l I '' .,*_.
..I i --^^a^aaa- (J Ol t'', ti C S a P P TC CCll l i^-.------- -- --------
"T^Iorto tnarilimriS n. 3 a mulata de nome Lu, de Idade 0 ao-
AV1SOS marmiUO. o y ou lnenoi> ,,. eaballoa cur-
si Joaquim do Naeolmento, a.niuo na rjanco ra o fine (leixoil.
ln ilias pin ja ler a maior parte da carga dacadel. deeiacldade, poralouoho Maooel Dez, __ orfe/oce se urna ama de meia dada ,
prumpla, para o reslo da carga e escravos a r. : pucha pela pero, eaqaaifda, e i de pouc. familia, OU de bomem
rrela.tr.Ur con. aeus cu. gn.t.rio, V,u. ^^^^^^uZ* lOlWro, par. cozinhar o eogommar: na ru.
G.dino & F.H.Ci". 10.1 Cruz o J6 roa A *. ser, fc ^P^ ^ ^^ ^ TrlnCM|r 33.
.- Para O Rio de Janeiro, a g.leoea M, iSUburb|0 de Sanio Antio: rog.-ae por
Trin lade, segu impretenvelmenle al ter- Ul^OM ,u,idadea pollolaea ecaplileadecau-
ci feira, 37 do cprrenle, anda recebe egera- po,c,plur,d. meama, eentregar na dlia caaa
vosa frete, para oque tem booa com modoa: ou n, ruIdoCreapo n. i, que ser gene, oaa-
trata-se na ra do Vigario, escriptorio de mente recompensado.
Cunba.Companbia, ^J^SSSSffJtVKP
segu.commu^Ubre'v^escun. naci- ^^T^^^^ ""^^^^'
nal Mari. Firmina, e sumaca Flor do Ange- Manoel Pel.oto da Ira, na ra do Collegio, pir. o ejercicio de sua^P ofisslo^ na roa
lim noi taremos seus carregameutos quasi queaelhea ficarobrlgadlaalmo. das Larangeiras n. 14, primeiro anuar-
rSL. -i.____H 1____1 1...4.1. sTi.. lir.a esnort. para o |.roeia-ao de um bom coznheiro, e
as irincneir.a n. 00
-- Aniooio Jos Ribeiro Bastos, embarca
para o Rio de Jmeiro, a sua escrava Victo-
no a capturada meama, e entregar na dlla caa riM creoula. .
- precisase de um criado, qoe entend
decoiinha, para servir 1 um vigario, fr
I Pede-ae encareciaamenie pe... u,u. u- r Augusta n. 34.
promptos, "plem .inda receber algum. -***+22EXiStttEi
c.rgaafratel par o qu* pdeerttenler-se Rio de Janeiro o ueacr.vo
cou.LuizJoa deArauJo: na ra da Cruz .M^t";l,l01,(, Alvei Rodrlguea JaCoita embar-
n. 33. ca para o ilio de J.neiro iu. eicr.v. crloul. de
__ Para o Rio de Janeiro sane nome M.rceiiina.
1 Na ruadoLIvramcuto n. 10, .obrado, aa
ros e escravos a frete, para o que
tem commodos sufficientes : trata-
se com o capito Dminos Anto-
nio de Azevedo, ou com o consig-
natario Luii Jos de S Araujo ,
na ra da Cruz n. 33.
Para a Dabia.
-Segu com brevidade a escuna
nacional Adelaide, para a pouca
carga que Ihe lalta trata-se na roa
do Trapicbe-Novo n. 16. no segun-
do andar, ou n ra da Gadeia do
Recife n. s3.
Para a Bahia sabe com a
maior brevidade possivel, o hiate
Amelia : para o resto da carga e
pa&sageiros, trata-se com os con-
signatarios Novaes&c Companhia,
na ra do Trapiche n. 3.4.
Para o Mo de Janeiro, vai
sabir com a maior brevidade pos-
sivel, o veleiro patach" nacional
Conianca : quem no nnsino qui-
zer carregar, embarcar escravos>
ou ir de passagem dirija-se aos
consignatarios Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapichen. 34.
-- Para a Babia, propoe-se a seguir o
veleiro hiale Caprichoso; os Srs. preien-
deules dii ijeoi-so 10 meslre a bordo, en
frente do ceas 00 Ramos, ou L- i- do Cas-
tro e Araujo, oa ra d. Cruz n. 34.
fura o Ido do Janeiro, vai
sabir com a maior brevidade pos-
sivel, o bem conceituado e veleiro
patacho nacional ValeMe ainda
recebe alguma corga ; quem no
mesmo quizer carregar, embarcar
escravos, oa ir de passagem, en-
tenda-se com os ceasignatarios
Novaes &c Compaobif, a ra do
Trapiche n. 34, oa cm o capito
I pancisco. Antonio da) Lima, na
pract iloommercio.
Tendo finjo di Antuerpia, no piUcho
belga noialii, 4 ord, mam A 0. B,
barrica pregn, o J J S ni. 1864 4^18-0, seU
caix.a arman pede-so a qu* toes vom-
mes recebeode mandar pagar ocompetetiie
frele aos coosignaUrios de dilo patacho,
N. o. biebrr t C, ra da Cruz n. 4
Para o Rio da Janeiro sabir. > po?60
das o brigueAndaz.capiUo Anlonw Ricar-
do Ferreira Soare; o qual Um esceiiwim
commodos pira paisagelras, e UmMsn
pana escravos 01 perleodeotes poJau U-
tar com aquella capltfo, ou com oa conaig-
naUrios Amorim & IrmOos-: na ra da Cruz
n. 3.
.-Precisa se de urna ami par o servido
P pVeciia-ae de um feltor de campo para de compras eengommado, de urna casada
umeDgenho dlaunie den. praca olio lego..: duas pessoas da familia : na Honto veina
quem e.nver neal clrcumsl.ncla, dirlja-ae a n ,4
ra larga do Roaarlo o. 44, que le dir com ^ A|ug,.89 um negro multo fiel, proprio
quem dere tratar. nara tolo e qualquer servico : quem o pre-
- O bacharel "oelUorelra Guerra, par. Pjr. U I q_^q ^ J^^ ^
l%Z.rnA:Vl:!MZ >..to &*.-, que bar. com quem
ua Mara Perelra Viauoa. dcilara que nada de- ti
iringal da Almeida Guedes a negocio de seu
iiiloresie.
francisco de Souza Trivasso, cidadSo
linjileiro, vai pira Lisboa tratar de la
saudo.
- Sibbado, 94 do correte, parante o l>r.
julz municipal da segunda vara, e com e-
ersioio no civol, se ha de arrematar por air
a ultima praca, a casa terrea o. 40, aita na
rus da l'raia de Santa Rita, avaliada em 800/
rs por execuco dd Fiaucisco Jos da Silva
Araujo, contra Franclaco Antonio de Miran-
da e mi. iiiulner.escrivau Molla.
-- Nicolao runo Sardo, faz urna visgem
as provincias do norte deate imperio.
- O ciuteliata Faria Barbosa venden em
quirtusos bilhates que lir.r.m 400.1, 200# e
100/000 il'oi danutros muitos que iinram
40/e ao#000, coovida .a pessoas que oda
n4o cobraram os seus bilheles a uirijir-se
a casa do livro azul 00 pato do Collegio n.
' ande se Ihe pagaraO aem descont : na
...mu casa otpoz os seus bilhetea da 24*.
I olma a beneficio do Iheiro de 8. Pedro pa-
ra iinder-sa pelos presos seguintes.
Mein. iOltOO
Quarioi 8uo
Uilavos ^"
Vigsimos 1/s
(Jcautelista Salustiano de A-
qujno Ferreira, avisa ao reapeita-
ve| publico, que na praca da In-
loja de
na ra da
loja de
.ortunato dos
de mandar entregar o Santos Porto foram vendidos os
secuintes premios da a3. lotera
- dotheatro de S Pedro de Alcan-
- tana, e da 3o. do Monte Pi, a sa-
ber : a3. lotera do tbeatro de S.
Pedro de Alcntara bilhete in-
teiro3o56, 1:000,000 ders.:meios
4764," 2oo,ooo rs.i 5899, 100,000
rs. r quarlos 1932, 100,000 rs.;
n54, 100,000 rs.; 47^7, 100,000
rs. : oitavos 3845, 200,000 rs. ;
50o3, 100,000 rs. 3o. lotera do
Monte Po, meios bilhetes, 3355;
4oo,ooo rs.; (Sis 100,000 rs. ,
569, 100,000 rs. ; quj.rti>s4Gt2,
4:ooo,ooo de rs ; ao83, 1:000,000
de rs. ; 1161, 4j000 "> ,^77
100,000 rs. ; ion 100,000 rs. ;
au3, 100,000 rs.; 4866, 100,000
rs ; 4goo, 100,000 rs. ; 5633,
100,000 rs. : oitnvos 5907, tfOOol
de rs ; 2992, 100,000 rs. ; 3718,
100,000 rs. : vigsimos
-- ripc3" v *>-** -*----------------
amas engommadeiras. todas forras: na roa
da Aurora,casa do Sr Llias BapUsll. juolo
o collegio das orphaas.
N-poleoo Gsbriel Bet, embarca pi ra o
Rio de Janeiro, sua escrava, da nome Daml-
Frsncisca Pinto Rigueira Ra-
pan o Rio, a sua escrava
de offlciaes dalitodiro: ni
ve a meama aeahora, como ae ver. do reciDo
que segu. Igualmente pe. pre.lesa de au.
viagem aproveua occalao par. oUereoer .oa
aeui aiiiigoa na provincia do Maraohao.o aeu
limitado presumo, em tudo oque ae dignaren
occupa-lo. mm _
Rece do Sr. Dr. Manoel Morelra Guerra a
quaoil. de 601 ra. de tres meaea de aluguel do ,
.egundo .oda" da ru. do c.oiiegio, vencido e,n querendo receber aqu
lldoc.rreuieeiualilS/rs. do tercelro sudar, 5o.000 TS, para mandar
dum mea que uUr. Antonio Brillo de Souia mente JU,uuu la. p ,
aiuio me maudou pagar pelo dno ir. ur. entregar a mesma quantia naquei-
Guerra, em cujo lerc.iro andar ach .__,____M|mi
trc mei
"-"-"precisa-se de urna ama, que saiba en-
gommar. 8 nos domingos se poder* fallar
com quem pretende: na ra da Soledade
11. 33.
__Quem tiver rehenes cotn-
merciaes para S. Jo3o do Carir,
i mensal-
n bVo veiuo, la vila tambem mensalmente, a
.. veiuoi um coiao e duaa cadeirai nessoa que l vai residir: an-
quebr.daa, e pode o Sr. Dr. Guerra faacr dene u la l,c' *" H _,_____j
.----.__1 A ji^I arrt 111
:r ueaie -- 1----------? .. ,
. d.ci.ro mala que 01 nuncie, ou dirija-se a ra larga do
traatea pertencem ao vigario Antonio d. ocha .. J" **'
1 ._.___ .....Isa nal.'l O I
usu que Ihr convier
V%tfZ%X&U%%^>* & a?dar'das3
Dr. Guerra um recibo de4o/ra. doa doua pr- |,0M8 jja tarde em filante.
melro, .neze, veocldoa. que de. a,;or. .uclu.do ir,eoda-se,TenJe-e,OU per-
Aiericoes. 1 otio para oulra casa, com molos pa-
0 arrematante das .rencOei deste muni--'ra lo v,ccas> terreno bom para planteles
pipo do R iciK faz cerlo a quem interesur j fl por.ao de ,rore los 1 queui pretender di-
que se acha revendo as fericas do coi rente ri,.soa ru, j, praii, veuda n.22, queso di-
anno, e que no se gu.rdein todos para o; t m r,z n9goc0.
m, pois o lempo marcado-breve se OWOHr* Casa Bfortunada. -\.
a para que nao ae chame algum a ignoraucia
faz puhlir- pelo presente anouncio ; c
Gasa afortunada.
O cautelilU Antunio Jos Rodrigues da

UDIIUlUl'l'il'11,.1 .u.^ ;------
dcs'a cidade e seus suburbios com medidas
epezos, semalincodo corrente auno de
1853 qoe vooham aferir ; poil do contrario
nao ae queiiein visto prejudicarem ao
mesmo.
Tributo de grstido.
O abiiio assignado penhoralo polo dever
degratidSo, nlu podedeixar de f.zer p-
lente o seu reoonhecimento, Ho desvello
eonqueoSr. Dr. Pedro de Alhside Lobo
Mmcoso tr.tou oieu Dlho de urna gravusi-
m. enfermidade.de que fOr. M''*';.e
da qual teria aido viclima, a 0S0 ser a peri-
cia com que ene hbil, quanto digno des-
cipulo de Hahiiemam.lhe monistrou as sua*
doses homceopatnicas, fazando com que em
bem pouco lempo licasse perfoilamanto res-
labeleceodo. Queira por Unto o r. ur.
Hoscoso seeilarealss toscas linhsem aigoal
degratidSo que llie vola o aeu niaila ali-
Sodo joaCarloaTelxeira.
Mscales e boceteirai.
O arrematante do imposto doa
boceteira, de novo convida ao# .
vende'ido pelas ruasdesta ciliada) ...
burblos, fazendas e miudezas, a virem ti-
rar 1 complanla licenca, som *au*^^M
podem andar vendendo, pois nlo se ente.de
s6 por fazendas e miudezas aquellas qur
go ineJir-se seria isso un absurdo nene.
sano, 1 vista do que previno aos quo p
nfio trazarem varas eafiriQoes e ele ,
lenlim de que tambem nflo devem tlrarsr 1
respeclivi liconc; pois do coolrirlo soltre-
.liiuus 'ni aoi'o ,,..i*-v> *,..-,----------
dos em sua loja de ferragens na ra 00
IJueiniado n. 37 A, e tem exposto a venda
pi-los piecos ahaiao, os seos bilheles e cau-
telas da 24loieria do tbeatro deS. Pedro,
do Rio de Janeiro, a qual correu omSOdo
correte mez de abril, coj- lista deve vi
ra.
la a leujsu-
tilia 1 1111," ni", o **( wj ---------- -----
no vapor que sahira|no da 35, e deve cnenar deja
.aii n.iia> Qr4n m. i da ni.in om 111 n ti til ; niin
99
2od.ooo ro / 49^ 100,000 rs.
Todos estes premios s5o pagos sem
descoato algum em continente na
lojas cima mencionadus.
C, Rud Fnke, retira-se para Bahia.
- Manoel Coelno Pmheiro embarca para
o Rio de Janeiro, a sua escriva parda escu-
ra, de nomo Kraocelina da 20 aonos de
idade.
Franco Vieira de Mello embarca para o
Rio dd Janeiro, o seu escravo creoolo, de
nome Nicolao.
-- Fernando Jos da Rocha Pinto embarca
pan o R'o de Jaflelro, os seus escritos, JoBo,
Benedicto, e Fausiino, creoulos; Josepha ,
de nacSo-
Na roa do Mondego n. 119, lava-se e
engomma-se rOpa da homem, comasseio,
mais barato do quo em putra qualquer
___ Os senhores JoSo Thomaz
Pereira, Francisco Jlo da Costa
Gumaraes, Jos *ntunes de Uli-
veira Luii de Aloura .ccyole,
Antonio Pereira inig, Jos dos
Heis Gomes, Jos Antonio de Oli-
veiru, Jo3o Francisco Muir, Ma-
noel Pereira Guimar5es, Francisco
Antunes de Oliveira : queiram
mandar pagar o que devem, na ra
do AragSo n. 32.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, ou no largo da assembla n. 5, arma-
zam de lanoeiro, junto a cocnei'a, ha para
vener a superior cal virgem de Lisboa.che-
g.d agora no brigue CnncoicSo de Mara.
.1 Na ra das Agoas-Verdes, sobrado de
mandar n. 14, dlo-se boloi devendagem
n ... a ii.Uhh hflm pi\mn mrm.m-SB an-
Precisa-se de om criado, nacional ou
'trangaMttira o servico externo : quem
se acbr'nawlas clrcomstanciis, dirija-se a
nm do Queimado n.46, que se dir quem
precisa.
Na ra do Vigario' n. 19, primeiro an-
dar, ainda tem par vender-se caa em gru-
mo em barricas assim como Flanella, e un
pequea porc.ln dos superiores vinnos en-
garrafado! Porio, Carcavelloa, Seiulial e
doce para senhora em porres i vontade.
Precis.-se, afora-s, ou compra-se uoi
pedaco de terreno, na estrada nova do Ca-
changi: na ruada Cadeia Velha n. 16, se di-
r quem compra.
Todss ai pessosi qne llverem ronti
com Antonio Jos da Costa Plnheiro, quei-
ram ler a hondada de asapreaentar ateo
da 23 do correle, encasa do abaixo as-
signado, para seren legalizadas e Iratar-se
da melhor forma do pagamento.
Antonio Rodrigues da Cruz
O abaixo assignado, avisi io rbspsilavel
publico, que estando em ajuste com o Sr
Guilherme Bocn do Almeida* respailo d.
compra do escravo Jacinto, denacSo cosa,
pertencense ao Sr. Francisco Joaqulm Ma-
chado Freir, f.n-lhe dado conlento dilo
e.-cravo, e esleve em poder do annuncianle,
para o experimentar, deado n dia 20 aten
dia de bontam 21 do corrente. Exiga o Sr
Almeida que o annuncianle, alm de 580/
rs. prego ealipulado Ihe pagassea respectiva
commissSo, e comn o anounejanta Ih'a nao
quiz pagar, por entender que dvia ella cor-
rer por eonla do vendedor, flcou o negocio
desfeito; mas apenas oeicavo soube que
voltava para n podar do Sr. Almeida, em *r-
tudode nao se efTectiur a venda, mesmo i
vista do Sr. Almeida sahio, e consta ao an
nunciante que al hojede manhaa (ii) nu
linha apparecido. E como propala o Sr. Ma-
chado Fioire que ha de obriar o annunci-
anle dar cunta do escravo, allribunido-llie
o extravio delle, levando o irrojo a queixar-
se ao subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio contra o annnnclanle.como lendo-llu-
loubsdo o escravo, o annuncianle prtesis
coolra ISo revoltanle calumnia ; e ao mes-
mo tempo pede a qualquorauturida le po-
licial ou i' ipn :io de campo qua apprehendei
dito ascravo, leve o aquello seu ditosinhor,
que mora na ra Augusta. An ir Nauzer.
No becco dos Burgos n. 7, segundo sn-
ii i' eiiitoiuma-se o lava mupa, por preco
commodo a saber cada pesas grao Je Uc lav.r
e i'ii.'i.....ur a 120 rs.
U abaixo assignado tendo dissolvido a-
migavelmente a sociedad que linha com
Jii.1i) Ferreira de Souza l.ima ; na padaria n
40 lo paleo de N. S. do Terco ; declara aos
saus credrres e mais pessoas interessadas
que de hje em vantn elle abaixo assignado
ne ounico responsavei por toda e qualquer
transacao, reapeito ao giro da mesma casa,
e para que nlo apare;* duvidas e respeilo,
lira desdo ja a casa geramlo sobre a lirm.
da Antunio Dias Marlins Moreirs, nSo tendo
o ex-socio nenhuma parla aAiva uem pasal-
va em dilo estabelecimento.
Antonio Das Marlins Moreira.
Prccisi-se de um. ana [orra uu escra-
va, oo de um molequo fiel edeligenle paia o
servico intrrno e externo de urai cisa com 2
pelanas de fmula ; a tratar na ra du Pilar
em Fura da Portas n. 12
- Precisa-se do um homem queeotenda
de horta para trabalhar em um sitio oo Poc,o
dal'auella : a queio convier,dlrija-ie aquel-
la frecuezia para tratar do ajusle : oa casa
que liej por detras da igreja matriz.
loga-se aos senhores Ma-
noel Caldas arreto Francisco
Xavier Garneiro da Cunha Com-
peli o obsequio de apparece-
rem na loja n. 6, da rifa da Ca-
deia do Recite, que se Ihes desejs
fallar.
Precisa-se de um cosinheiro ou cosi-
nheira, forro nu captivo : na ra da Uinflo,
casa de II. O. Mello.
-- Urna pesaos possoiodo conhecimenlo
de francez, geographia, arithemetica, dese-
nlio e pintura, oiTarece-S" para lecionar fors
la praca todas estas materias methodica-
mente: quem do seu presumo so quiz -r olili-
ssr, he rogadoi dingir-se>a loja de cambio
los Srs. viuva Vieira & lilhos.
Um rapaz brasileiro.de dado 13 anoos.
luscj i-si! arranjar docaixeiro em orna das
padarias desta cidade, do que tem bastante
pratica ; as pesion que quizerem dirijam-se
a roa Direita n. 3.
O prior do Carmo de Olinds, recebe
400,000 rs. a juros del por cento ao mez e
oa penhoies.____________________
Compras.
I NO
aqoi no o. 3 do mez de maio emdianle;
recebe em p.g.meuto bilheles e cautelas
premiados do Hio de Janeiro, ou desu pro-
viocia.
U Hieles 22,000
Meioa bilheles 11,000 *
Quarlos 5,500
Oitivos 2,800
Vigsimos 1,300
Francisco Cavalcanii de Albuquerque
embarca pin o Rio da Janeiro, o sau escra-
vo pardo, ds ooose Thomaz.
- Manoel Jscinlho da Costa, Portuguez,
retira-ae pin Buropa, a tratar dos seus ne-
gocios.
- Jos Mreos deJ.Andnde, vil P.r-
tugsl.
yf Cui|herbte di Costa Corris Leilc,segue
pan a II > h i a o Rio de Janeiro.
- ManoaUo-o da Silva Braga, embarca
pira o Rio diJaneiro o seu escrlvo, mualo,
de nomaMmal, de menor ld.de.
- I'retla-sealugarduaa prelas para osir-
vigo intenso e externo de urna casa da fa-
iMa : a quem convier aluga-las, dirija-so
o piteo do Collegio casa do lirro azu1
e ihe dir quem as pretende.
O abaixo .asignado, credor liq
con
ja-i
dar
uh3
dirija-so
tul, que
ao as tenas da le, valo o irremitante par- da exlioota fltmi social Franc.wo _
dar coiiwte aovo sv.tem de quilific.to. | d. Costi & Compauhia.^or^venda qi rui
rs. i pataca; bem como armsin-se Dan-
com muilo gosto, por prego mais em
i do que am outra qualquer parle.
Quem quizer negociar Iras ricos rp-
ue es crespos de cambraia de I i ojio, dir-
as pateo do Carmo, sobrado de um so-
por cima da botica, das 6 as 8 da ma-
, ou das 5 da tarde em diante.
.. Arrenda-se um engeuho dlstsn'.eidesta
praca 9 legoas, com muilo bou terral de
pla.AacOes, e cateados, atente* corrente,
venie-se na meama occasto em que se fizer
o afrendamanlo, alguns eseravoa, safra ,
criada, boiada muilo boa, carrol, e lodos os
mais utencilios inherentes e oecessanos pa-
ra a contiuuacSo do mismo eslibelecimeo-
to, o nSo ha duvida de se fazar lodo e qual-
quer negocio :- Intar no aterro da Boa-
Viata n. 43, prim.iro andar.
Precisa-se alugar um primeiro andar
ou urna sala com a quarlos, nara residencia
de una homem aolleiro, sendo da ra do Ll-
vrameolo at o Urco : quem tiver annuncie
para ser procurado.
- U Sr. JoSo Nepomuceno Ferreira de
Mello, tem urna caria ua praca di Indeden-
dencia, livraxb ns. 6a8
I'reciaab de uaja riada, nacional oo
rslrangeiraTpara 3 servico.lnteriio de urna
casa do pouca familia : quem se acbar ties-
tas ciroumstanci.s, dirija-se a ru. do Quei-
mado n. 46, que se dir quem precisa.
Compra-se urna mesa para jantarque
acomode de 10, a 12 pessoas; 12 colneres pa-
ra cha, de prata, a pezo ; e I armario de ta-
manho regular para guardar louca ; quem
ii ver qualquer desUs objeclos lonuueie para
ier procurido.
Compram-se 2 prelas inoras
de i5, a 25 annos, bonitas figuras
e de boa conducta ; sendo urna
perfeita engommadeira e cosinhei-
1 a, e outra mesmo sem habilida-
des; agradando nao se olha a pre-
co paga-se muilo bem: nu ra
Nova n. 23, loja.
Compra-se bicoda largura de meio pal-
mo pata aio-a, assim como renda larga ; na
ra do Rangel n. 36, primeiro andar.
-- Compra-se urna csai terrea com xSos
proprios, as ras seguintes, de HorUs al
o beco de S. Cedro, estrella do lloza'io ,
llangel, Cruzes. Direila a pateo do Carmo :
na ra do Queimado; loja de ferragens n.
37 A., se dir quem compra.
Compra-se 2 escravas prelas ou pardas,
booicoatureiras o engommadeiraa : na rui
largado Rozarlo n. 24. primeiro andar.
Compra-se a obra de moral do Hispo
Monte, segunda edicto : na ra do Rozarlo
da lloa-Vista n. 20
###a****#aa
m Comprun-se dous escravos, creou- fa
4 los, de 18 a iO aooos de id.de, a que 4>
4 emenda do scriico de urna ca-a ; pa- a*
% ga-se bem : havfua do Vigario o. 9, 49
@) so dir quumjjrecisa. #x
-- Compra-se urna prela que aaiba cosi-
nhar a eogommar bem, e que tenha boa
conduela; ol praca da Independencia, loja
n. 3. .
Compra-se pipel de embrullio,(irapres-
soi) na praca da Santa Cruj na padaria de
alxo do sobrado n. 106. W
Comprcm-se os seguiotai instrumen-
tos: i baixoa, duui pialOes, dous Irumbones,
duia Irouipis doui clarins, um flutim,
quatroclarinelii, urna requinti, campas o
pralos, ludo em bom uso : a fallar na na
do Crespo n. 2, loja M sihir do arco de S
Antonio. *________________
Vendas.
Lotera do Kio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencian. 4. venilem-se bi-
lhete inteiros, meios, quartos, oi-
tavoa e vigsimos, a beneficio da
24. lotera do tbeatro de S. Pedro
de Alcntara, eapera-ae a liata no
primeiro vapor.
Venda-ae 400 barricas vaxlai, multo llra-
paa e eacolhldas, a alnd. ia di a perinluip ao
compradar de faxer eacolba oooforme o juate,
alo anido eite. o Farla, que com cate nfi te
quer nagoio algum, a tambem ae veodam 2o
uiergulboa todoi u melhor puaalval, a alguna
cun cachua de uval, par. ae poder apreciar a
eicellent. oualldade do inuicalal jaimiin: aa
padaria d. Santa t>u deb.lso doaobradoo.lOS.
Venda-ie um lerreno na ra I nnerl.l, con
10 palmoa dr frente, a mala de 3,0>0 de fuodol
a. ra lliielta n. 40, segundo andar.
Vende-an uina linda eacrata creoula de 20
annoa, que eogumma, coxlnha a coxa, tudo
mullo bem: ua ruada Pr.ia, primeiro andar,
11. 43.
Vcnde-ie rap de Uaboa a retalho, chega-
do ulllmamenle no vapor ingles 1 na praca fi
Independencia n S.
Vondem se, o psnoram. 8 v. por 2400
'8., historia d Portugal 16 v. 24,000 rs ge-
nio do Cnrlslianismo 2 v. 4,000 rs., Roiai 3
v. nm 1 por 3,000 rs., stiras de boild I V.
2,000 rs., estes livros sao novse cora souita
boa encirdenacSo : na loja o. 6, no neo da
Cooeeiclo.
A proveitar em quanto he tempo.
O superior espirito extrado do vinlio,
vindo ulllmamenle da Europa na barca Sar-
da Balilla, a aua qualidade se faz recoinmen-
dar, para Uivercoa remedios, como o nico
proprio para compor viuhos deteoradoi;
vande-se em casa de Bairfio t Macedo, ni
roa Direita n. IV. .
-- Vende-se um eicravo pardo bonita fi-
gura, que sabe trabalhar nooQlcio da aipa-
teiru e he proprio para pige, e tambem un-
iendo de afaiate : a tratar na ra da Cadeia
do Recifa. loja de miudeain. II.
Feij.io novo a 2,500 n. a saces
com 3 quarlos.
Vendem-se saccaa com 3 quartos de feijao
(medida velha) a 9,501) ra. cada arroba,
110 a iiiazem de Gouvea & Dias, defroola da
oscadinlli ds alfamiega, a"6lles antes que so
ecabe, pois he baralu o nSo est furado.
Vende-se urna preta de meia dada, ro-
busta, que cosinha o diario de urna casa,o
rende na ra : na ra Imperial n. 31.
Vendem-se 50 travs de diferentes U-
manbos e de diferentes qnalidades, quem as
quizer comprar pode hir ve-las e a juilar no
trapiche do Ramos que se far todo o ne-
gucio ; vende-se urna barrica com 50 garra-
fas de vinho de caj : na ra da Prail u. 32.
AttencSo.
fabrica de chapeos de sol no atier-
ro da Boa-Vista n. 32.
Neste novo estabelecimento recebem-io
um novo e lindo sortimento de chpeos de
sold ultimo gosto,Unto do ledi como
do panioho para homem, de armacfio de bl-
leia e de ico, que se vendem por menos pre-
co do quo em oulra qualquer parte, e gran-
de sortimento do seda e pimnho de todas
as cores e qualidades para quera quizer
mandar cubrir irmicei servidas, tambem
se vendem baleias para vestidos de senhoras,
econcertimchepeus velhos, soja o esUdo
em que esliver.
Veuue-se rezina de angico em porcoes
e as libras : na ra da Cadeia, loja de JoBo
Jos de Carvalho Moraes.
Vende-se um terreno, na ra princi-
pal d. Capungs, com 60 pslmos de frenl. o
200 e tantos de fundo, com alguns -ryor_
dos de frutos: na ra do Queimado n. 29,
casa amarella, segundo andar, que achara,
com quem tratar.
-- Vende-se a taberna, sita na rus da
Guia n. 36, com poucos fundos o bem afro-
guezada para a Ierra : a tratar na mesan ;
yende-se para lquidacfio da eonlas.
.. Vendeir.-se luvaa de pelica, preta a do
corea, a 800 rs. o par : na ra da Cadeia do
Rccifp, lj" '* de Ferreira ctNienado.
-- Vende-se um molequo creoulo, de bo-
nita figura, que reprsenla ter 18 innos:
na ra das Cruzes n. 40.
Na ra d*s Cruxes n. 23, segando lu-
dir vondo-se um lindo mulstiohodstfan-
nos' proprio pan pagmn ; 1 lindo eniravo
denacao Aogola, de 22 annos, el dilo de
todo o servico da praca e mosmo de campo.
-- Vende-ae um sobrado do a andaros,
com chilos proprios, sito no bairro oe Santo
Antonio, leodo no lun lo do mesmo duas ca-
sas terreas e urna coxeira: na ra estreits
do Rozsrio n. 10, segundo andir, que icba
r com quem Intar.
a i,44 rs'
Venha comprar
'Quem liver precalo,
Os muilo acedia los
Cobertores da algodSo.
Na loja da roa do Crespo, que volla pira
Cadeia, vendem-se os bem contiecldos eo-
be-tores do tapeta, para eicnvoi, pelo m-
dico preco de 1,410 n. cadi um.
Com toajae de avaria ,
midaooloes largo!minos, 4,400 rs. pe-
ca ; bretanbi de linho superior, a 340 o
320 rs. vara.
Na ra do Crespo, loii da esquina, que
volla par. a Cideia, vendem ae madapolOes
largse finos, com piqueno toque d.eva.
re, a 4,400 rs a pe?a ; bretanh. de linho
muitofloa, a240e 320 rs. van.
Novo sortimento de nano* fino* e
casimira de todas as quali-
dadej.
Na rui do Crespo, Inji di esquioi, que
volla para a Cadeia, vaod.m-ie piono pre-
to, I 2.80O, 3,200, 3,500, 4,000 a 5,000 rs. O
cova lo; dito francez multo aupanor, .
6,000 n. dilo verde. 1 2,800 r.; dlloizul,
1 2 800, 3.500 e 4,000 rs ; dito cor do rsp,
a 800 rs7; cortei do calsi de csaimira pra-
ta infestada, a 5,000 e 6,000 rs. ; dita fran-
ceza elstica, a 7,500,8 000, 9,000, 10,000 o
11,500 rs.; sarja prel. a 2.400 r. o corado;
dit| bespaoliola, a 2,800 rs e outras mul-
tas fazendas por presos commodos.
Cortes de brimde linho, a 1,280,
2,a4 e 2,000 rs,
Vendem-se corles de brim pardo, de li-
nho puro, a 1,280 rs. ; ditoi de core* cora
llstras debomgoslo, a 2,240 n.; di los do
bnns amarellos, a 2,000 rs.; oortes dea^lli
de rucado de linho de listras, a 720 rs. cal-
las escamcinada par. cortiuados, com 8 i|J
viras, a 3,400. apoca.
Aviso as senhora*.
Na roa Nova n. II, acibare recebar-
chaoeos de palba abarlos, pifa memoil o
senhoras, com enfe.les o sem ellos, os mais
noderoosposiiveis.Ll.girca com a com-
planle lfi o sed., dolod.s aseare, para
burlar, ejunUmenle um completo sorti-
mento de sgullias para u aneamo Om; oatnf-
sinhas bordadas, para senhora, o mus rico
possivel} toucas de lfia, par. meninas a at-
nhoraa ; um eomplelo sortimento de cu-
sas o chitas frsncezia, de bonilos pidrOes, o
multas outras fazendas, quo sa vendem por
meos preco doqueemoulra parlo.
Na ra Nov n. 11, vendem-se chpeos
de pilhi da Italia, para homem, o mais ba-
rato possivel, pelisu. qailidide, ei ruta
fiz fe. ... ','
Vandem-se sicess com milho, da 5 pa-
ra cima, 1,800 ra., e retillio 1 t**O0 rs. :
no beco do Carios srmizeru junto ao
lampeo.


I
MUTILADO
1!



-"
4
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 80:000,000, 10:000,000, 4:000,000
3:000.000 e 1.000,000 de rs.
Na loja da Viuvi Vieiri & Kilhos. oa ruid
Cadeia do Recife n.24, recebarais pelo vapor
ioglez Severo, as Matas di 33 lotera do thea-
iro de S. Pedro de Alcntara, e 30 do Monte
PioCeral, pelo mesmo vieramosefortunados
bilhetes e caulelaa da 3*. loturia do thea-
tro de S. Pedro, oa quaes trocam-se por bi-
lhelea ja premiados das loteras do Jilo de
Janeiro e doa desta provincia.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quartos 5.500
Oitavos 2,800
Vigsimos 1.300
--Vendo-se um oscravo crooulo, de 30 a
40 annos de idade, pouco mais, ou menos :
na ra Imperial n. 67.
Vende-so um mulato, de 20 a 22 annos
de idade, bom ofllcial do marcineiro e tim-
ben) de sapateiro, e be bom pagem : a tra-
tar na ra Jo Livramento n. 14.
Vendem-se calxOes e barra vasios de
oleo, eacllenles peoeiras desrame : na
ra do Cabuga n. 11.
Emcasa de James Crabtree & Compa-
nhia, veodem-se arreis para cirros de 2 e
4 rodas, assim como a verdadeira graxain-
gleza n. 97, en barricas de 13 duziaa de
potes.
Chapeos do Chile.
Yendem-sechapeos do Chile pe-
queos a 4,ooo rs. : na ra do
Crespo n. a3.
Vendem-se amarras do ferro: na ra da
Senzalla Nova n. 42.
' Vende-se na roa do Collegio n. 17. um
deposito de pilo e bolacha ; he bom lugar
para venda e tom armazem para a dita: a
tratar na mesis.
Vende-se o deposito de bolacha da ra
de Horlas, e com vantsgem a pessoa que n
comprar; ao mesmo se dir o motivo por
que seu dono o larga : a tratar na padaria
da ra do Cotovello n. 29.
\ lias de Carnauba.
Vendem-se na ra do Trapiche .Novo n 10
superiores vallas de carnauba a 9,000 rs. a
caixa.de 33 libras, e 200 vellas.
JNa rm do Crespo n. a3, loja do
baiateiro, ha para vender a i2o,
i4o 160 e aoo rs. o covsdo,
de chita escuras e de cores
fixas.
Vende-ae tambem cortes de caminis de
seda a 8/000, ditas de seda escocesa com 15
covadoa a 12/000, ditos de cambra a de co-
res, eom sal picos adamascados e 7 l|3 varas
a 3/500, ditas do cassas de cores com 7 varas
a 2/000, ditos de casemira muto lina e roo-
deruas a 5/000, lencos de cambraia e seda
para grvala a 480 rs., alpaca preta e de co-
rqa a 640 rs., algodo azul com listras a 160
rs., riscado de linho multo eucorpado a 840
rs., e outraa muitaa rateadas por prcrjo mui-
to barato a contento doa freguezes.
Pecliincha.
No atterro da Boa-Vista loja amarella de4
portas n. 60, vende-se corles de vestidos de
riscado francez, muito lindos,com um toque
de avaria de oleo, a 1760, riscadinho de chi-
ta cores lins a 160 rs.dito escoczes oscuros
para todo servico a 140 rs., dito azul a 130
rs., pegas de algodSosinho miio encorpado
de 16 jardas a 2/800 o 2/240, chapeos de sol.
a 1/280, lencos de seda a 1/280, e outras
inuilas fazendas.
Fareilo de Lisboa.

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" o evs
jol?=i
? = .
"33
o 3
J pouco resta venda desteex-
cellente fareilo, mui superior ao
francez, ou hamburguez, ea ni-
ca parte era que se vende, he na
ra da Cruz n. 13, armazem.

i
z
Aos afilantes das dg- J
curas da vida.
Offerece-se, na ra da Oo- 9
deia do Uccie n. a3, um fi- '*
:' no meio de satisfazerem seu .#
apurado gosto j* dando-se-
I lhesa troco de algumas mes- S
|B quiohas patacas, o cxccilen-
' te e delicado doce de bacur.
SGhegou rescentemente do
Maranhio he da melhor
qualidade que ha e tem vin-
do era latas, mu proprias
para a sua conservarao, tor-
na-se tambem por isso objec-
S to de grande consideradlo,
? para us pessoas que desejam
2| mandar presentes deste ge-
1,. ero para a Europa..
_ 3 o, en
iMifiaS
W a S ^ 2 3
S Ido 38 5=Saj(r
B0.o-o?q2- 5S
-. c A or? oft
B>ia| bb.-iS.c 1 f o
0 3a o S S.2.A0 s s s
Liasemiras de cores.
Vendem-se superiores cortes do cal^a de
casemira decores, padrOes modernos, pelo
barato preco de 5,000 rs. : na loja do sobra-
do amarello, nos Quatro Cantos da ra ao
Queimado n. 29.
Vendem-se sipatos de lustro para se-
nhora a 1,200 e 1,000 rs ditos para menina
a 1,000 e a 800 rs., ditoa para homem a 25
rs.: na roa da Cariela doRecife n. II, loja.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha de
mandioca a precoa rasoaveis: a tratar com 1.
J.Tasso Jnior ra do Amorim n 35,
ARAITOS AMTrUCANS.
Vendem-se arados ame- .4
ricanos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre- 4
> 90 de 40,000 rs. cadaum: na jj
2 tua do Trapiche n. 8.
*
m
Vendem-se relonios de ouro e prata de
patente suisso, do melhor autor em casa
de Schaiheitlin Tobler, na ra da Cruz
' a ra da Cruz, armazem n. 33 de Luiz
Jos de Sa Araujo, vende-se em saccas de al-
queire farinha de Santa Catharina e S. M-
meos, quem levar a sacci fica muilo barnto,
isto para se fechar contas.
Farinha Fontana,
ohegadaltimamente: emcasa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Na loja das seis portas.
Continua a veuder cassa preta a 120 rs. o
covado, ca-ssdequadros, para curlinado e
babados a 240 rs. chitas a 120,140, 160, 200
rs. riscado francez para vestidos e jaquetas,
a 160 rs. o covado e todas as mais fazendas
por prejo commodo.
Vende-se, por preco muito
commodo, cal virgem de Lisboa,
em barris, muito bem acondecio-
nada ; fumo em folha para capa
de charutos; papelSo para fabrica
de chapeos : trata-se noarmaiem
Superior larinha de S. Matheose
muito nova,
Vende-se a bordo do hiate Caprichoso, fun-
diado em frente do caes do Ramos, e na ra
da Cruz n. 34.
l'rincipios geraes de economa pu-
blica e industrial..
Vcnde-seestecompendio.approvadopari
s aulas de primeiraa letras, a 480rs.: ni
praca da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Vendem-ae 2 escravos muilo mocos, de
excedente conducta, sem vicios nem acha-
ques, sendo um ofllcial de marcineiro; aai-
bos creoulos e de bonitas figuras: na raa
Augustl n. 66.
Chapeos de Chile.
Vendem-se crapeos do Chile, superiores:
na ra do Trapiche n. 8.
Oeposito iln rubrica lo Tollos Js
Santos na Huilla.
Vende-se,emcasa deN. O. Itieber&C.,
na ra da Cruz n. 4, algodflo transado da-
quollarabrica, muito proprio para saccosde
assucar e roupa de escravos, por precocom-
modo.
Falitos pretos.
Vendem-se palitos de panno preto ede
cor forrados de seda e debrunhados de fita,
por preso muito commodo, leudo por co
para escolher: na loja do sobrado enurello,
nos Quatro Cantos da ra do Queimddo
o.29.
Gambraias de seda.
Vendem-se cortea de vestidos dcambrai
le seda novos padrfies, pelo barato preco de
8,000 rs.,lenlosortimeiito para escolher:
na loja do sobrado amarello, nos Quatro
Cantos da ra do Queimado n. 29.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortfs
obaixas decaplm na fundic.Ho de BomuaUX
& M. Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
Vendem-se os verdaderos selins li -
glezes, patente, de molla e sem ella : i
ra da Senzalla Nova n. 42.
Barateiro do Hccife.
Na ra da Cadeia do Recite loja n. 50, vei
dem-se corles de magnificas sedas prela
lavradas, recenlemente chegadas, corlea ;
chitas achamaloladas, manleleles prelos
chales de seda de core'a, grandes
Yendem-se ricos espelhos,
com molduras douradas de 4 a 6
palmos de altura ; vinho cham-
pagne de excedente qualidade a
4o,ooors. o cesto: na ra da Cruz,
casa de Avrial Irmos.
$imfto de Mantua a
800 rs.
Vende-se a historia de Slmo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
Vendem-se no beccodo Congalves, ar-
mazem de ueano Youle &'Companhia, meias
barricas com superior f .rinha de trigo.
Vende-se feijSo molatinhoem saccas de
alqueire mui novo, e mais barato do que em
nutra qualquer parte, pelea de cabra a 30 e
22,000 rs. o cento, sola boa,cera de carnau-
ba, prlmeira sorte.a 5,000 rs. arroba em sac-
cas : na ra da Cadeia do Recife n. 49, se-
guodo andar.
Attcnco.
Vende-se o engenho Souza sito na Iregue-
zia de Agoa-Preta, me com agoa, as obraa
do engenho e casa de purgar silo novas e de
lijlo, enellas se encontrara o oecessario e
til; tem urna legoa de trra em q'nadro, e
com propor^Oes para ae levantar mala qua-
tro engenhus, sendo dons de agoa.e que po-
den safrejarem de 5 a 6 mil pies, asierras
so de lal natnreza que ain la tem canoa
plantada em 1836. Vende-ae sem dinhelro
nenhum vista, dando-se s duas desobri-,
gas, e o mais a pagamentos: quem o preten-
der lde eniender-se com Lima Jnior &
Companhia na ra da Cruz do llecia a>. 28,
segundo andar, ou com o propietario no
rolerido engenho.
-- Vende-se um casal de escravos de meia
idade muito fo'tes o sadios, ptimos para
algum sitiojna ra das Larangeiras n. 14,1."
andar.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo ders.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 vende-
se um resto de bilhetes inteiros ,
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de iN. S. do Li-
Vendem-se ires pardas a saber; urna J0 n0 caes a Alfandegl n. 7, ou
tem 18 annos, coze bem, corla camisas del (Vmnanlria na rua
bomeme vestidos de senhor., faz laberinto com Novaes & Lompanhia, na rua
de todas as larguras, marra e engomma, tu- J0 Trapiche 11 '34
do com muila perfricSo por ter sido muilo .nau
Lear c iucadr; oulra com 20 annos com as
mesmas habilidades menos cortar camisas,
accrecendo que engomma perfeitamenle
bem ; e outra com 30 anuos, por 500,000 rs.
que coze, engomma liso, cosinha,faz renda,
e tem multa saude : na rua larga do Rozario
n. 35, loja.
liap Paulo Cordeiro.
recenteraenie cnegado do Rio de Janeiro.:
vende-se na rua da Cadeia do Recife loja n.
50, de Cunta & Amorim.
Antigo "deposito de cal
de Jos Joaquim Pereira de Mel- quenos, mantas, de seda, sarjas prets, lu-
1 val nmta rl0 Inreal A(lAada dp cures DI-
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
negada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Kus-
sia, nova e de superior qualidade.
Vende-se rap de Paulo Cordeiro, todo
m meias libras muilo fresco, viodo agora :
na rua da Cadeia, loja de ferragens de JoSo
JosdeCarvalho HO'aes.
Fechincha.
Na loja do Passeio Publico n. 15 vende-
ae superior cal virgem, chegada ltimamen-
te de Lisboa, por preco muito commodo pa-
ra acabar.
o||,)K op BjiaiJJ uimbnof
eaorop 's8apua;pj tp auinbeaep ujajcainje
ou : jbia oj|aquip *ojbs apea ij 00S 6 P
p8epj ap equuej juuadug
Deposito de panno di alRodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
d3o desta. fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novatte rkCompanhia, n
rua do Trapiche n. 34.
Farinha barata.
Vende-se a bordo da escuna Mara Firmi-
na, fondiada defronte do caes do Ramos.su-
perlor farinha de mandioca de S. Matheos,
por preco commodo pata acabar: Ira la-se a
bordo com o capilSo, ou com Luiz de S>a
Araujo, ta rua da Cruz n. 33.
Vende-se um bom carro de quadro co-
das, com oa competentes arreios, para dous
cavailoa : para ver tratar no aterro da Boa
Vista n. 45.
Vinho de Champagne,
esuperior qualidade: vende-se no arroa-t
, em KalkmauuIrmaosRua da Cruz, a. 14.
val pretasde torca I, e de seda de cores pi-
ra Sra., ditas e seda, e pelica para homem,
grvalas pretas, coleles de casemira, can-
braias delinho muilo fina, ludo moderno o
bom, assim como outras muitas fazendaL
que atroco de dinheiro se v n lem por ba-
ratsimos precoa, bem como pannos azul,
verde e preto para casaca, palitos, e far.ia
de 4,000 a 6,000 rs. o covado, ditos msela-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. c
covado, e cortea decasemira de cores a 4,000
e 5,000 rs. o corte.
Taixas para engenhos
Na fundicSo de ferro de fiow-
man & Vlc. Gallum na rua do
lir-Lim, p-tssando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 6 palmos de bocea,1,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com piompt-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador, (
CHA PRETO.
Vende-se superior c
em caixas de 3o libras ca
vramento.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente inglez: na rua
da Senzalla Nova n. 4a.
Baratissimo.
Vende-se um terreno na rua da Aurora j
aterrado, tendo fundo at a rua do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tambem se vende
s a rua da Aurora : a tratar na praca da ln
dependencia n. 17.
No escriptorio de Manoel Joaquim Ra
oos e Silva, na rua da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
l.isha chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fei-
eliaduras do Porto, pannos e casemias
dola.
-- Vende-se um terreno na roa da Aurora
com 50 palmos de frente e 380 de extansSo,
lando caes de lijlo a beira mar, ficando en-
tre as casas dos lllms. Srs. CuslavS Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira: os
rrelendentesdirijam-se a rua das Torres n.
8, primeiro andar.
Grande sortimento de fazendas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 rs.; sarja preta
hespanhola, de superior qualidade a 2,500
rs. o covado; setim preto maceo, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muito
fina a 640, 800 e 1,006 rs. o covado; cassas
de flores brancas, proprias para cortinados
de cama, com 8 1|3 varas a 3,500 rs. a peca;
cassas chitas a 2.000 ra. o corte; lencos de
cambraia de linho, para homem a 480,560 e
640 rs.; riscado assentado em melim, pro-
prioa para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outras muitas fazendas em conta: na
loja da rua do Crespo n. 6.
Deposito de cal virgem.
Cunta & Amorim, na rua da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parte,
(jasa de commissio de escravos.
Vendem-se escravos e recben-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora delta, para
o que se oifrece muitas garantas
aseusdonos .* narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
13 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recenlemente que por
superior rivalisa com adaltussia: vende-
se por preco razoavel.
tlocndns superiores.
Na fundicSo de C. Starrt Companbi
om S.-Amato, acham-se a venda moendas
de canoa, todaa de ferro, de um modelo e
construccao muilo superior
Deposito de cal e potassa.
No armazem da rua da Cadeia
do Hccife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na#ua fie Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
inonlSr. Companbia, acha-ae couauniemenic
boca aortlmeotoa de talaa de ferro coado t
batido, tanto raaa como fuodati moendaa In-
eiaa todaa de ferro para aolinaea, agoa, ele,
dilai para armar em madeira de todoa os ta-
iiiaohoa e uiadelloa o mais moderno, machina
Uurlsootat para vapor, comforcade 4 cava),
loa, coucoa, paaaadeiraa de ferro eatanhado
para caaa de pulgar, por menos preco- que o
Je cobre, eacovena para navioa, ferro ioglez
lauto em barraacomo em arcoafolhas, e ludo
por barato preco.
AGENCIA *
' da fundicSo Low-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA-fel. 4a.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
las para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
Pechihcha.
No aterro da Boa Vista, lojai 0.46, tem um
grande completo sortimento debios ; fitir
lisas e lavradas; oolheres de metal priuciue,
para sopa eha. o mais bem feito, que tem
viudo ao mercado, e ootros mullos objectos,
queaviata do comprador se dir
-- Vende-se urna ca leirinha de arruar,
forrada de damasco de soda e domada, obra
bem feita e nova : na rua Yema n. 57.
Atoilhados e guardnapos,
Na loja do sobrarlo amarello, nos Quatro
Cautos da roa do Queimado n. 39, tem para
vender um completo sortimento de toalhas
de linho ede algodode todog os tamanhos
e em peca para torlar varas, assim como
guardananos de vario* tamanhos e qualida-
de, e ludo por preco muito commodo.
No aterro da Boa-Vista, lojin.
18, defronte do tribunal do com-
mercio
Vendem-se cambrsiss para cortinados a
3.200 a peca, ditas para vestidos a 1,800, chi-
tas linas e de cores fixas a 120 e 160 rs o
covado, cortes de casemira do urna s cor e
de muito bom gosto a 4,000 rs., alpaca pre-
ta muito fina e de 46 polgalas de largura a
1,000 rs. o covado, riscados f ance/rs escir-
ros axadresados com 34 polegsdas de largo,
ptima fazenda para o uso domestico, e lor-
na-se muito brato,nlo s pela grande lar-
gura.qoe com poucos covados se faz veslido
como pelo preco de 240 rs. o covado, tirina
de puro linho amarellos e oscuros a 1000 rs
o corte, chales pequeos de muilo bom gos
lo a 50o rs chapeos de armaeflo de baleia
muito for tes e grandes para guardar o sol e
a chuva a 1,921), dlMa francotes .muito linos
oiro ionios para cabrea a 7,000 rs., e urna
grande porgan de linhas de novel los em cai-
ras de 20 libraade differenlea nmeros,mui-
lissimo barato, tSo baralo que os comprado-
res se admirarfio.
Vende-se urna arroba de penas de Em-
ma : na rua larga do Rozario n. 26, loja de
miudezas
'i8,ipuij|s isd
)|oa enb surnb Matn op siuoij eu 'o|un ap
ajiaiej uiurbnor iisof ap uiazeuus ou : isu
a ujjdiiiiip 'iJi||| t sj ooO'C a js-uiapiuA
soi| 8 a 9 't 'cl1 c aP sbjb'j
waoio
ha preto,
aaa urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, ni coado, de todos os tamaitos, pa-
ma do Amorim n. 35. I ra dito. ^
MUTILADO
imi o o mi ?tp .ioi.i.kIms'
fAua do Passeio Publica n. g.
Vendem-se ricos cortes de vest ios de
cambraia com barras de lindos desenhos,
pelo iimiiluto preco de 3,000 rs.; a elles an
tes que se acabe o.
Tapetes a 1,380 rs.
Vendem-se a retalho.a 1,380 rs. cada um,
muito bons tapetes de osparto, que serven,
lano para por ao p de sofas, como para
portas de salas : na rua da Cadeia Velha n
48, primeiro andar.
#mamwmmm9 SGantois Pailhet& Companhiaj
i Conlinna-se a vender no deposito'
geral da rua da Cruz o. 58, oexcel-*
I-antee bem conceituado rap areiap
preta da fabrica deGaotois Pailhet&
Companhia da Babia, em grandes e
pequetas porces pelo preco estabe-Jj
lecido. 0
wmmmwmwmt9&mmmmwi
Vende-se urna preta de 40 annos, por-
feita engommadeira, cosioheira, e doceira :
na rua do Colegio n. 31 1. andar, se dir
quem vende.
- Um sitio na estrada de I0S0 de Barros
com bstanles arvores de frutas, boa casa
toda envidracada, boa estribara, casa para
feitor, cosmlia fora, 2 cacimbas de bus agua
de beber com 90 bracas de frente e 130 de
fundo, trras proprias : na rua Direlta
n. 3.
Vende-se um ptimo escravo pessa pro
prio para todo o servifo : na rua da Cadeia
do Recife loja n. 50.
(.'arlas francesas para vollarete.
Na rua do Cabug n. 6, vende-S3 cartas
francezas a 500 rs. o baralho.
Na livraria da rua do Crespo n. II, ven-
de-se dicciouario de lloraes. tnreeira edic-
cilo, 12/000 ; compendio do Euclidrs ,
Geometra de Qacroix 3,000 rs.; obras de
Virgilio a 2,000 o a 3,000 rs. ; os Evangelios
de Jess Cliristo segundo S. Malheua a 500
rs., obras de Salustios. Cornelius e sceletas
a 640 rs.; lloras Marianas rica encadernacSo
por 2,500 rs.; os Sagrados Mysierios, por
1,600 rs.,Salustio Ordo Verborum; Tilo Lrvio
em portuguez por Brralo Kcio ; obras de
Horacio 1,600 rs ; IraduccSo de Thompson
por 5,000 1-., como tambem muitas obras
de direilo para os diferentes annos lecti-
vos, e outras muitas obras por baratissimo
preco.
Na loja de miudezas rua do Crespo n. 11
vende-se boles lizos de madreperola para
camisas a 560rs.a groza: linha de carrilel fi-
na azulada de 200 jardas a 120 rs. o carrilel o.
150 ; de 100 a 100 rs.; sendo a duzia a 1/200 ;
pentes finos de marlim a 320 rs.; penles fi-
nos de desembarazar, hufalu a 400 rs; agu-
lhas finas francezas a 320 rs. a caixinha; pen-
tes abortos para coco, a 320 rs.
Vende-se urna ptima escrava, por pre-
co commodo : na rua Direila n. 28, primeiro
andar.
VenJe-se urna canoa aberta muito bem
construida, grande e em bom estado ; pega
de 800 a 1000 lijlos por preco commodo:
a tratar na cocheira da rua da Florentina.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque la do/ Collgeio
n. 4.
Neste novo estabeleeimento recebeo-se
um novo e lindo sortimento de chapos de
Sol dos ltimos gostos, tanlo de seda como
de paniiihn para humons o senioras, de ar-
maeflo de baleia e de asso que iTa;vendem
por menos prego que em outra quaiquer par-
te ; grande sortimento de chamelote, sedas
e paninhos em peca de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cubrir armaces servidas. Completo sor-
timento de baleias para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellas de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos os objectos cima mencionados
se vendem em porcSo e a retalbo, por preco
que agradar aos freguezesi vista da quali-
dade.
Arados da fabrica dos Srs. Ranso-
me e May
Proprjos para plantar ealimpar caona de
lifferentesmodellose fe i tos na mais acredi-
tada fabrica na Inglaterra sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,o proprio para plantar om qualquer
terreno e d qualquer largura, por tur um
arrhjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e sola desies arados passam
porum prdeessoque da-lhe a. consistencia
deseo temperado da maneira que sSo de
mnu dyuefio, alm de que lem bicos de
lente: na rua do Trapiche n. 14.
Lvros em branco.
Vnde-se em cass de Kalkmann lrmffos ,
na rul da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Gesso.
Vende-se gesso embarrioas, chegado l-
timamente : em casa de I. Keller & Comna-
nhia, na rua da Cruz n. 55.
Molduras douradas
* SALSA PARBILU
DE
As numorosaa experiencias feitaa coiS
uso ds salsa parrilha em todaa as enferm
Hades, originadas pela impureza dosann
e o bom xito obtido na corle pelo i|i,'
Sr. I)r. Sigaud, presidente da academii im
perial de medicina, pela lllustrado Sr n,"
Antonio Jos Peixoto em sua clnica .,
sua afamada casa de saude na Gamboa .
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira ,
dico do exercilo e por varios ouiros idi
eos, permittemhoje de proclamaraltamanu
as virtudes cfcaies da ""
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conlem duas libra.
de liquido, e a salsa parrilha de Bristol h
garantida, puramente vegetal sem merca
rio, iodo, potaasium,
Vende-se a 5/000 rs. o vldro na botica da
Sr. Jos alaria Goncalves Ramos : rua dui
Quarteis penada ao ouarlelde polica.
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da rua do Collegio n. 18. conti-
nuatn-se a vender as verdadeiras e bem
eonceiluadas pilulas para bobas, cravos se.
eos, e dores venreas, por mais antigs que
sejam ; cujns bons elTeitos confessam toiloi
que di'llas tem feito uso. Cnm.iosicao rio
pharmaceulico SebasliSo Jos de Oliveira
Hacedo; e para conheci ment do mesmo
publico e principalmente de algumis pe*.
soas quo nao estejam ao alcance, o conhe-
cimento das verdadeiras pilulas, se fu pu-
blico por aste aviso.
Vende-so a verdadeira agoa mineral
chamada Selters Wasser e urna pequea por-
eflo de charutos da Baha em casa de L.
Schnl-T l Companhia na rua da Cruz n. i:
Vende-se a melhor farinha de S. Ui-
Iheos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaiy, e em porcSo : a t atar cora
Manuel Dias oa rua do Vigario n. 14, tercei-
ro andar.
Escravos fgidos.
de todas os larguras : vendem-se no arrra-
Izem de Kallkmann Irmos.ruada Cruz o. 10.
Desappareceu na noite de 13 para 14 do
correle um escravo por nome J0S0 (criou-
lo ) levando urna calca de brim branco coA
listra ao lado, 3 calcas de casemira de cor, 2
colletes de selira preto, 3 ditos de fuslio de
cor.chapeo prelo de massa n camisa de mi-
dapolSo; o escravo tem o signaes seguinles:
cor tulla,altura regular, refutado do corpa,
urna ferida na perna direita do lado de fora,
um pouco cima uo (ornozello, reprsenla
ter de darle 30 annos pouco mais ou menos:
roga-se as autoridades policiacs e maisca-
pitfies de campo a captura de dito escravo,
e de o levar ao engenho das Matas a seu Sr.
Antonio de Paula Suuza Ledo, ou a rua do
Vigario n. 9,armasem de CarneirotV Ramos,
que se gratificar generosamente.
No da 19 de abril pela manha auzen-
tou-se o cabra Alexandreda casa de seu Sr,,
na passagem da Magdalena, estatura all,
bem feito do corpo, rosto redondo, fei(0es
miudas, ulhus pequenos,cor amarelada,roin
alguns pannos, e falla de denles na frenta,
levando chapeo de seda preto forrado da
verde, urna calca e jaqueta de panno azul
iiovas.cainiza deriscadoazul e calca branca,
este cabra he do mallo, e servio em Coian-
na e (II inda; mas Ignora-ae u destino que to-
moii, pelo que te ruga sua captura a promet-
te se Doa gratificacao a quem o levar ao di-
to lugar o prirueiro sio a direila, queien-
du vullar viveiro. porto de ferro ; ou no
Recife rua do Trapiche n. 40 segundo
annar.
Continua estar fgida a preta Felicida-
de, desde o dia 17 de marco p. p.jiem os sig-
naes segnintes : estatua regular, tem falla
de denles na frente, marcas de pao no rus-
to, cor niio muito preta: levou vestido de
chita ja desbotado, pao da costa uzado.um
laboleiro pequeo em que audava vendendo,
tom por costume ter roupa fora e mudar
guando sai,tem sido vista muilasvezes.umas
noMonleiroe outras em Beberibe, lavando
roupa de ganho e dizendo que por mandado
de sua senhora ; tem sido encontrada junta
com um canoeiro que navega para Olila.
ella tem a mai no engenho S. Cosme. Roga-
se portento as autoridadespoliciaes e cap-
liles de campo a sua captura e a levem a sua
senhora na rua da Cruz do Recife n 35, que
retobar urna iccompensa generosa.
-- No dia quarta feia, 31 do correte mez
de abril, as 7 horas do dia, ausenlou-seda
casa do seu senhor o mulato Tbomaz, de 20
a 22 annos do idade, cabellos algumacnuja
crespos, bom ufilcial de marcineiro, tio-
bem trabalha de sapateiro, costuma andar
calcado, he baixo, grosso, cara redonda,
bem parecido e gusta de andar sempre lim-
po, com calsa de casimira de cor e prela, ja-
queta preta, chapeo de massa proto, costu-
ma andar de sucia com uulros, be fumador
de charutos, este mulato he bastante astu-
cioso, j fez urna fgida em um navio ame-
ricano efoi a America ingleza servinao de
manijo, e correu diversas Ierras : por isso,
roga-se a todos os cpitaes de navio o
cuidado de o oSo accei.tarem, assim como
meslres de barcassaa e os seohores guar-
das do registro que pode sabir como
passageiro forro assim como qualquer
mest'e marcineiro, onde elle fr trabalnar,
capiUes de campo, autoridades policiaes,
ou mais pessoas do povo, peguen-o o e le-
vem-no asea senhor Francisco Cavalcanti
de Albuquerque, quesera recompensado;
na rua do Livramento n. 14; este mulato foi
escravo do Sr.* D. Antonia Florioda Pessoa
de Mello, viuva do lente coronel Jos do
Reg Barros.
- Desappareceu no dia 19 de abril do cor-
rete anno o escravo Miguel, ciioulo, que
representa ter 34 anuos de idade, estatura
regular, clieio do corno, cor um tanlo fulla,
com principio dn barba, pernas finas, multo
esperto e sizudo : roga-se as autoridades po-
liciaesecapilesdecampoque o aprehendan
e levem a aeu Sr. Jos llulino do Souza Ra-
mos, nsjjviila de Pau u'Alho, ou nesta pra-
Ca na rua Nova o. 55, que generosamente se
recompensar*. -
>o dia 23 do corronte fugio um escravo
de nome Benedicto, de nacau Angola, de
idade de 18 annos, puuco menos, cor bao
preta, altura regular, corpo refo c'do, pos,
mSos o beicos grossos ; levou csi e cal-
ca suja de panno de algodJO da trra:
quem o pegar Ieve-o seu senhor, na rua
estilita do Rozario n. 43, segundo andar,
que ser pago do trabalbo.
' AttencSo,
100,000 rs- de graliQcac&o.
Contina estar futido o escravo Mnnoel,
perleiicei.tea SebaaliSo Marques do Nasci-
menlo, desde o dia S de snlemhro do anno
passado; foi escravo do Sr. Gabriel Alfonso
Rigueire: tem 25 annos de idade.pouco mais
on menos, de naclo Angola ; cor fula, com
falta re dous denles dapai te superior do la-
do esquerdo, a urna pequea coroa oa ca be-
ca do mesmo lado; corpo regular, olhos pe-
queos, beicos grossos, sem barba, baixo, e
he ofllcial de funilciro: pedc-se,pnrtanlo,as
autoridades policiaes ecapitaes de campo a
sua captura, pagando-se alm da gratilica-
C>o cima, todas as despezas que seja oe-
cessario fazT-se.


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