Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03627


This item is only available as the following downloads:


Full Text
.
Anuo XX VIH
de Abril de 1852. x
N. 91.
waafo subobivoAo.
PuMro Aduntido,
fsr trimestre............ 4/000
for KiiOlie .......... 8/000
Por nn........i..... V*"0
PlSODIMTao DU TUMIS!.
foi quartei ...........4/500
WOTIOI AS DO lHmiO,
Pira.....^7de Mat^o Minas... de Marco
Maranbao 1 deAbril
Cear... 7 de dito.
Para Jaiba, ti Je Abril
S.Paulo.
R. deJ..
Baha...
4 de dito"
14 deAbril
17 de dllo
. DIlslillMl, AUDIlMCIAs.
!9Seg. OsPrateres da
SS. Vlrge.n.
20 Tere. S. gnea do
Monte Policiano.
21 Quart. S. Ancelmo.
22 uiot. S. Soler.
21 Seit. S. A licito.
2 Sab. S. Fiel.
25 Diirn. do Uom Paa
JiiiKKld Ornarlo
2. e6.il 10 horas.
vara da cirel.
3. e6. ao meio-dia.
fannia.
3. eB. ai 10 horas,
2 rara do eiwl.
4. eaabadosao melo-d,
KiltfS.
tor c 2. depoii da P|Terca> e sibadoe.
rmtisii.
Cresceite i 27, it i hars e 4s minutos da t.
Chela a 4 aos 5 minutos da ni.
Mlngoanteal!, as hora e 41 mnalos da C
Nora 4 I, as g horas e 2(5 minutos da n), I
riuaiiDi oj*
Prlmelra i 7 horas e 42 minutos da manbi.
Segunda s 8 horas e S minutos da urde.
rinrinti do- ooainoi.
Qolaana a Farahlba, s segundas seitas-
felras.
nio-Grande-do-Worte, todas ai qulatae-felras
ao mel da,
Garanhunse Bonito, i8 e!8.
Boa-Vista, e Flora, 13 a 28.
Victoria, s qulntas-feiras,
Ollnda, odos os das.
BfOTioiaa UTBiiiaiiill.
Por
tugal 13 de MarmAustrla..
Ilespanha. 8 de dito
Franca ... 7 de dito
"Blgica... 3 de dito
Italia.... 4 dedlto
Aleraanha. 3de dito
Prussia ...3dedito
Dinamarca Sftde Fevr
Russla... 80 dedlto
Turqua. i4 de dllo
Suissa.... 2 dedlto,
Suecla... ?BdeFevr
Inglaterra de Marco
E.-Unidos 26de Fevr
Mxico.. 31 de Janr
California 2i de dito
Cbjjl. 2 de dita.
Rtjrenos-A. OdrMaico
MonteTideo 10 de dito
. CAMBIO DE M D> lllnil.
lso,bre Londres, a 27 a S'/, d.
> de MaaarJ >J> Pars, 363
Lisboa, 9S por canto.
ETAia.
Ouro.Onca j hespanholas... .:; :.!""l. .
Boadas de 6/400 Teihas......... IB/000
. de 61-400 nova.......... 16/000
de4/000................ t/oO"
Prata.Patacdesbrasilelros........... 1/Ii20
Pesos columoarios............ '^?r.
Ditos meiloanos............. 1/80O
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA JUSTICA.
Diento n. 030 ds m de marco dt l85.
Sepsra o termo de S. Miguel dos de Alagoss e
S. I.uiia do Norte ; e o de linperatrls dos
de Aslala a Aasembla. na provincia das
Alagoas cria nelles jutzee inualcipaea que
accuinularao as funecoes de Jalies de or-
phos, marca os respectivos ordenados.
Hei por bem decretar o seguinte :
Art, 1.0 termo de 3. Miguel flea separado
dos de Alagoas e S. Lolia do Norte, e sob a
Jurisdlc(o de uin juis municipal, que aecu-
inular aa luuccrs de juitea de orphios ; e re-
vocado o decreto a. 46a de 8 da agosto de 1846.
Art. a Flea igualmente separado o terina,
de Iinperairla dos de Atalaia e Aasembla, e
sob a iurisdlcco de uin Juia municipal, que
ccuuiular as funecoes de jult de orphios, e
nena parte revogado o ari. i do decreto n.
174 de l6de malo de 1842.
Arl. 3. Cada um dos ditos julzes municipa-
es lera o ordenado annual de 400|.
Euiebio de Queirot Coutlnho Maitoso Cma-
ra, do iiicii cooselho, ministro e secretarlo de
esiado dos negocios da jutli{a, asilm o tenha
eolendido e fa,a ejecutar. Palacio do lllo de
Jaueiro. em 1U de marco de 1862, trigsimo
prlmeiro da Independencia e do Imperio.
Coin a ruqrica de S. M. o Imperador. Eu-
iibio di Queirot CoulinAo afanoso Caara.
Hirelo n. 938 dt :o Crea na provincia de S. Paulo um lugar de juis
municipal, que aeeumulara as fuiicr,des de
juis de orphaos. dos termos reunidos de
Porto Felii, Capivary e Pirapora; e marca
o respectivo ordenado.
Hei por bem decretar o seguinte :
Art. nico; Os termos de Porto Fellr, Ca-
plvsry e Pirapora fleam reunidos soh a juris-
dieco de um jult municipal, que accuinular
as funecoes de juii de orpbos, vencendo o or-
denado annual de 400/.
Eosebio de Queirot coullnlio Mattoso C ama-
ra, do meu consellio, ministro e secretario de
rslado dos negocios da Jualir,a, assiin o lenha
entendido e faca enecuur. Palacio do Rio de
Janeiro, em 20 de marco de I8i, trigsimo
prinieiro da independencia e do Imperio.
Boin a rubrica de S. M. o Imperador. fcu-
irbo di Quaroi Coutinho Mattoso Cmara.
Decreto n. 930 de 19 di mareo de 1862.
Crea na proviocia do Espirito Sauto, um lugar
de jult municipal, que aeeumulara as fune-
coes de juli de irphos dos termos reunidos
de Liuharea, Santa Crus, Nova Alineida e
Ser.a, e marca o respectivo ordenado.
Hei por bem decretar o seguale:
Art. nico. Fica cresda na provincia do Es-
pirito Santo um lugar de juis municipal, que
aeeumulara as funecoes de jult de orpbos dos
Irruios reunidos de L abares, Santa cruz, No-
va .Uncida cSerra, cun o ordeuado annual de
8uo/, e assiin alterado o decreto n. 106 de II
deinaio de i84y.
Eusebio de Quelroz Coutlnho Mattoso Cma-
ra, do meu coiimIuo, iiimiBiro e secretario de
estado dos negocios da Justina, assiin o lenha
cnteudido e fassa exeeular. Palacio do Rio de
Janeiro, em 19 de marco de 1852, trigsimo
primeiro da Independencia e do Imperio.
Coin a rubrica de S. M. o Imperador. Eu-
iebio d Queiros Coulino Malloio Gomara.
Atisodtbde abril de 18S2.
Ao presidente da proviucla de S. faulo. Decla-
ra que no caso de averigoaedes policiaes ex
orado de que nao resulla aeco ou processo
iiiuiiii.il, as cmaras municipaes nao sao
obrigadas ao pagaineuto de cusas.
Ministerio dos negocios da jusllca, Rio de
Janeiro, em 5 de abril de 1852.
Iilni. Exin. Sr. Em resposta ao ofncloquc
V. Ex. ras dirigi em data do I" de marco ulti-
mo, sob n.33. participando que acamara mu-
nicipal da villa de Castro Ihe cousultaia se es-
lava obrigada a pagar cusas no caso de averi-
guacScs polclaes ex officio, das quaas nao re-
sulta aeco ou processo criminal tenho de
coinmunicar a V. Ex., para seu couhecimento,
que o governo Imperial, a quem fui prsenle
niliio ollicio, approva o modo porque V. Ex.
decidlo a questo proposia por aquella cmara,
dcclarando-llie que no caso de avcrlguaces
policiaes ex-nlRcio deque nao resulta aeco
ou processo criininsl, nao eal ella obrigada a
cusas, avistado art 117 do cdigo crimlual,
que smente previne, e muilo rasoavelmeule
o caso de haver ac[o ou processo criminal,
do qual algum decahir.
Ii us guarde a V. Ex. Euiebio de Queirot
Coutinho afanoso Cmara. sr. presidente da
provincia de S. Paulo.
Drcrelo n. 044 di a" de marco di I85J.
Msrcaos vencimeuloj dos officlaes do exercito
em pregados na guarda nacional comoebefea
do estado-inator, majores ou ajudantes de
corpos.
Hcl por bem decretar o Rguinte :
Art. i' Aos ofciaea das qu.tro elasses do
exercito empiegadoa na guarda nacional como
chelea da ealado-maior, majores ou ajudanlea
de corpos, se abonar, alem do sold que per-
ceberem pela reparti(o da guerra, a gratifi-
cado de exercicio marcada na tabella de 28 de
marco de 1826 e mais una rafio de fortagens.
Em tempo de guerra porcm terio mais aa
gratifteaedes da terca parte do sold, raedes de
etape, beatas de bagagein, eslabelecidas para o-
exercllo as labellas.anncxas s instru (oca ue
in de Janeiro de 184.
Arl. 2 As grailcafdes e mais venclmentos
icrain abonadas aos ofliciaes de Ia liutia_ em-
pregsdos na guarda nacional em relaco s
patentes que tiverem no exercito.
Euiebio de Queirox Coutinho Mattoso Cma-
ra, do meu conseibo, ministro e secretarlo de
estado dos negocios da justica, assiin o teiiba
entendido e faca exeeular. Palacio do Rio de
Janeiro, em 27 de inxrco de 1852. trigsimo
primeiro da independencia e do Imperio.
Coin a rubrica de S. M. o Imperador. Eu-
Mtbio de Quiirot Coutinho Uatloto Cmara.
.MI.MSlI'.llll) l>\ GUERRA.
Decreto n. 932 de H de ina'co de 1852.
Concedo o uso de una medalha ao exercito
aub o commiodo do tenenle-general con-
de de Ci.
Atlendendo aos relevsntos servicos pres-
tados pelo exercilo sob o commoodo do te-
nenle-general conde de Caxias, hei por bem
conceder o meslo exercito o uo deuoia
medalhs segundos dezenlioseinstraccOes
quocum ete baixSo assi|f,nad8 por Manuel
Kelizardo de Soma e Mello, do mea coose-
lho, senador do impeli, ministro e secre-
tario de estado do negocio a guerra, que
assim o lenha entendido o faca exeeular
rom os despachos necessario.
Palacio do Rio de Janeiro, em 1* de mar-
ro de 1852, trigsimo primeiro da indepen-
dencia e do imperio. Com a rubrica de M-------.
S. M. o Imperador. = anocl Peli*ardoSou- l ser fraccionada oudissami Jada de modo
a e Millo n,u deixe de e,t,r 8ob commando imtne-
liuluuccOe, a que se refere o decretodeila dalo de seu chafe respectivo. Este pojern
* da,a_ ;' obrar setnpre em couformidade das dispo-
e, Ex o Sr.
[ (lili* roiHD1"" ***** oawsj om
operables na repblica de Uruguay uiarSo
d medalha do desenlio n. 1 : os qu porAm
perlencendo a esto exercito literam parte
da primelra divi3o, e, passsndo o Paran,
assistiram balalha do dia 3 fevoreiro do
correte anno, usarflo da madalba conforme
o desenlio n. 2, tendo esta i fita de cor azul
igual a ila orlem imperial do Cruzeiro, e a
outra ferde como a da ordem de S. Bento
de Aviz.
Arl. 9. Os oinciaes ganoraestrarfio a me-
dalha de ouro de duplo dimetro pendente
o poscocu, e os nilhues superiores, capi-
I.Iim e subalternos, e pravas do prel, ao lado
'> |ti"i',lo dopeilo, sondo as dos primeiro
daquelle metsl,as doasAguudos de prata, e
as dos ul tunos de uin a liga |de zinco 0 anti-
monio.
Art. 3. Os individuos a quom he conce-
dido o uao desla medalhss nSo podero
trocar a do um pela de outro grao, mas
sempre, e em todo o lempo, usarSo daquel-
la que for corres Mndenle ao posto ou poca
que uccupiv-itn na poca em que se venllca-
rm o succcssns pelo quaes Ibes he fui
concesslo.
Art. *. He Intelramente vedado usar
sem as medalhas as Illas de que ella pen-
dem.
Art. 5, As medalha aerSo fornecida pelo
governo.
Palacio do Rio de Janeiro, em U de marco
'le 1852. Manoel Foiitardo de Sou:a e
Mello.
MINISTFRIO DOS NEGOCIOS ESTRAN-
GEIRiiS.
Convenio especial de Alliance entre o impe-
rio do B'azil, a repblica Oriental e os es-
tados de Euire-Rios e Corrientes.
Nos, o Imperador constitucional e defen-
sor perpetuo do Brazil, fszemos saber a to-
do os que a presente carta de coofirmaclo,
spprovacSo e ratifica^o virem, que aos vin-
teeum das do mez denovembro do eor-
renle anno se concluiu e assignou em Mon-
tevideo, capital da Repblica Oriental do
Uruguay, pelos respectivos plenipotencia-
rios, munidos dos necessarios plenos pote-
te, um convenio espocial de.allianca entro
o imperio do Brazil, aquella Itepublioa e os
Estados de Entre-Rios e Corrientes, cujo
teor he como se segu :
Em rime da santissima e iadivisivel
trindade.
S. M. o Imperador do Brazil e os governos
da Repblica Oiientsl do Uruguay e dos Es-
la los de Entre-Ros e de Corriente, reco-
nhecen lo que as declaracues ofllciaes do go-
vernador de Buenos-Ayres e o carcter aos
preparativos bellicos que esta fsz-m lo, os
enllocara no caso da allisnca commum esti-
pulada no arl. 15 do convenio de 29 de mam
liste a uno, cont' equelle governo, Cuja
existencia se tem turnado incompalivel com
a paz, a segrenos e o bem estar dos Estados
alliados. accordaram estanelecer, em umn
cniveiic.io especial, o modo e os meios de
satislazeros deveres desea allianca, mallo-
grando as inlencoes e disposicOes hostia do
dito governapor, e para este fim nomearam
seus plenipotenciarios, a saber :
S M. o Imperador do Brazil, ao lllm.c
F.xm. Sr. Honorio llarmetlo Carneiro l.eSo,
do seu conselho e do de estado, senador do
imperio, giSo-cruz da ordem de Cnristo e
olcial da imperial do Cruzeiro, ministro
plenipotenciario do Brazil, encarregado de
urna niissSo especial junto do governo da
Repblica Oriental do Uruguay.
S. Ex. o Sr. presidente da repblica O
riental do Uruguay, ao Exm. Sr. r.D. Ma
noel Herrera v Obes, seu ministro secreta-
rio de estado das rea c/ies etteriures,
SS. EEx. os Srs. governadores dos Esta-
dos de Eulre Kios e de corrientes, so Sr. Dr.
D. Diogeoes 'os de Urquiza, encarregsdo
den-gocios dos Estado de Enlre-Rios e de
corrientes junto do governo da Repblica
OniMil.il do Uriigsy, os quaes, depois do te-
rcn trocado snus respectivos podrres, qae
foram acna los em boa e devida forma, con-
vieram em declarar e ajustar o seguinte
Art. 1. Os Estados alliados declarain so-
lemnemente que 080 pretendem fazer a
guerra CoofederiQlo Argentina, e nem
coarelar de qnalquer modo que sej* a plena
librrdadedeseus povos no exercicito dos
dircitns soberanosquederivem de suas leis e
pacto, bu da independencia perleita de sua
iiac.ii). Pelo contrario, o objecto nico a
que o Estados alliadosie propoem he li-
bertar o povo argentino da oppressSo que
supporla sob a dominacilo lyrannica di go-
vernadur I). Juan Manoel de Rosas, o auxi-
lia- lo para que^organisado na forma regu-
lar que mais julguo convir ana seus interes-
ses, sua paz e aoiizade com os Estados ti-
nados, possa constituir-so sulidamaote, es-
tabelecendo com elles aa relacfjes polticas
e de boa visiuhanca deque tanto necessitam
para seu progressoe engradecimento reci-
proco.
Art. 2. Em vistude da declaracflo prece-
dente os Estados de Entre Idos e Corrientes
lii.iiaraui a iniciativa das operaedes da guer-
ra, conslituiudo-se parte principal nella ; e
o imperio do Brazil ea Repblica Oriental,
tanto quanto permitlir o bom e msis breve
exiio do lim a que todo se dirigen],obrarSo
soineme cumo meros auxiliares-
Ai t. 3. Como consequencia da estipula-
cSo precedente, S Ex. o Sr. general Urqui-
za, governador de Enlre-llios, na qualida-
de de general em chefe do exercito enlre-
riaoo corrunliuo, se obriga a passar o Para-
n, no prazo mais breve que for possivel, a-
fim de operar contra o governador D. Juan
Manoel de Rosas, com todas as Torcas de que
puder dispor e com os contingentes dos Es-
tados sitiados que sio posto a sua disposi-
(So.
Art. 4. Estes contingentes sera : -
Por parte deS. M. o Imperador do Brazil,
urna divisan composta de 3,000 honiens de
inf.ntaiia, um regiment de cavallsria, o
duas I.alai las de ai lilbarja, bem providas de
guarnirlo, auimae, o todo o maleiial ne-
c ssario;
Por parle de S. Ex. o Sr. presidente da re-
publica Oiiental do Uruguay, una forca de
2,UU0 humen do infamarla, cavallsria e M-
tilnaris, com urna batera de seis pecas,
providas abundantemente de tudo que pre-
cisaren): *
Art. A (livisao do exercilo imperial de
que trata 6 artigo antecedente nunca pode-
tfQld OOraia ao"S|iio oiu luiuuimni,^..
Art. i. Toditas prac'sa de linha e guar- ic0e e ordoos super.ore delS.
d nacional que compuzersm o exercilo em geuer! Urquixa, exceptundo o
que aeja impossivel a previa InlelligeOj
accordo.
Art. (. Para habilitar os Estados d
tre-Rios e de Corriente a occorrarei
despeza extraordinarias que lero da,
com o movimento do eu exercito, SJ
Imperador do Brazil Ihe fornecer' po.
preatimo semina mensal de cem mil
cOes, durante o prrzo de quatro m
contados da data em que os ditos Esl
ratificaren! o presente convenio, ou du
te o tempo que deootrer al o desippa
ment do governo do general Ron, o
sucesso livor lugar antes do tencin
daquelle prazo.
Kla so nina ser realsada por tneiode
letras sacadas sobre o thosouro nacioneM
8 das de vista, e entregue menialmerfte,
pelo ministro plenipotencisrio do Brazil, ao
agente de S. Ex. o Sr. governador de En-
tre-Rios. .
Art.- 7. S. Ex. o Sr. governador do Entre-
Ros se obriga a obter que o governo que
succeder inmediatamente ao general Ros
reconheca aquello emprestimu como divida
da ConfederacSo Argentina, o elTectue o seu
prompto pagamento com juro de 6 por cen-
tb ao anno. .
Nocs9p nSo provsvel deque isso oe nao
possa obter, a divida lcar a cargo dos Es-
tados de Eotre-ltins e de corrientes ; e pa-
ra garanta de sen psgamenlo com os juros
estipulados, SS. Exs. o Srs. governadores
de Entre-Ros e de Corrientes des le j hy-
pothecao a renJas e o terrenos de pro-
, re dado publica dos referido lista-Ins.
Art 8. O exercilo impeiial, ora estacio-
nado no Estado Oiiental, ahi permanecer
oceupando o ponto da Costa do Rio da
Prata ou do Uruguay que mais convierern ;
e seu geueral em chafe fornecer os auxilios
que Ihe furem requisitados por S. Ex- o Sr.
governador de Entre Ros, ou seja psra de-
roza deste estado e o de Corrientes, ou saja
oara as operac/jes da banda occidental do
Paran. Fica porem entendido que. inde-
pendente dereq-isicao, o general em chefe
Jo exercito imperial poder passar-se oom
todas as torca sob o seu commen lo para o
theatro das operscOes, 9e os uccessos da
guerra ataim o exigirem. E neste casa, o
dito general conservar o commando de to-
das as Torcas deS. M. o Imperador, poni-
se, sempre que for possivel, de previo accor-
do e inlelligeocio com S. Ex. o Sr. general
Urquiza, assim noque diz respeito mar-
cha das oporacSes da guerra, como sobre lu-
do quanto possa contribuir para o seu bom
exilo.
Art. 9. A esquadra imperial eollocar-se-
ha nos ponto que mais convieiem.a juizo
de aeu chefe, cum quem se entender S. Ex.
o Sr. general Urquizs, a fim de que elle pos-
sa prestsr-lhe toda a cosdjuvsf3o que for
possivel, qoer para a passagem do Paran,
graos para a segnranca de seus teminos,
coilas, ou para qualquer outra operacao
que tenda a conduzir sos Dos da allianca
Art. 10. lndependenle dos mencionados
auxilios, o governo imperial fornecer ao
i'.vivii i entre-riano correolino duas mil es-
padas do cavallsria ; e posteiiormente o ge-
neral em chefe do exercito do S. M. o Im-
perador se pre9tai aos suppnmeotos de ar-
mas e m ti incoes de guerra que ine forem re-
quisita lase tiver disponiveis. A importan-
cia destes supprimentes sera laucada como
addicao ao empreslimo de dinbeiro e paga-
vel uo mesmo modo.
Art. II. S. Exc. o Sr. general Urquiza
subministrar os csvallos que forem preci-
zos ao corpo ou corpos de es va I lana d di-
ilem publica, e do rgimen legal, edn diie
e-so lempo, e antes da eleicSo presidencial
ocrorrer qualquer dos casos especificados
no art. 6 *> do tratado de allianca existente
entro o Imperio o a Repoblica.
Art. SO. O governo da Repblica do Tara-
gusy ser convidado a entrar na allianca.
envan lose-lhftim exemplar do prsenle
convenio ; eieaiairn o flter, concordando
as disposicOas cima exara las, dever to-
mara parleque Ihe.correaponda na coope-
rac.lnpara o ..*! da dita allianr;a.
Art. 21. Este convenio se conservar se-
creto al que aeconsiga o seuobjecto : sua
ratiilcacaoser trocada na edrte do Rio de
Janeiro do prazo de 30 das, se antes nSo
puder ser-. ...
Em testemunho do que nos abaixo ass'a*-
nados, plenipotenciarios deS. M. o Impera-
dor do Brazil, de S. Exc. oSr. presidente
la Repblica Oriental de Uruguay, e dos
Esladoa de Entre-Rios e de Corrientes, eoi
virtude de nossos plenos poderes, assigna-
mos o presente couvenio com os nossbs pu-
nhos, o Ihe fizemus por o sello de nossas
armas.
Feito na o-lado de Montevideo, aos 21 de
diasJe iinvenibro do anno do nascimento
de Nosao Sonhor Jesus-Christo de 1851.
! L. S.) Honorio Hermeto Carnei'O LoSo (L
S.) Manoel llenera y Oes. (l. S. ) Dioge-
iio Jos de Urquiza.
E sendo-nos presente o mesmo conve-
nio, cojo loor (ica cima inserido, e bom
visto, considerado e examinado por nos tu
do o que nellesecontm, o approvmos,ra-
tili-aiiins, e confirmamos, a*sim no todo
como em cada um de seus arligo e estipu-
lic/Jes, e pela presente o damos por (irme e
valioso para haver de proluzir o seu devdo
etTeilo; prometiendo, em fe e palivra im-
pelid, observa-lo e cumpr-Io inviolivel-
niente, e fazo lo cumprir e observar por
qualquer modo que possa ser.
Em testemoho e firmeza do que, fizemos
passar a presente carta por nos assuiu la,
sellada com o ello grande dasarms
Jo imperio, e referendada pelo nosso mi-
nistro e secreurio de estado abaixo sig-
nado.
Dada no palacio do Rio de Janeiro, aos 10
das do mez de dezembro do auno do nas-
cimento de Nosso Senhor Jesus-Chrilo de
1851. ( L. 8.) Pedro Imperador ( com
guarda. ( Paulino lose Soares di Sonsa
Foi ratificado esti convenio pelo presi-
dente da Repblica Oriental do Uruguay em
21 de n voiiihiii do mesmo animo, e pelo
general Urquiza por parto de Entre-Rios e
pelo governador de Corrientes em 1 de de-
zembro. _________^__^^_
tus e mal reconticidos; de que allias pro
curaraoi escoima-lns com esmeru os Sr.
Juancii, Munhoz Mosquita, Flangini, llr
Fer.eira, n o famoso poeta Figueroa, nos
varios Inin los queliznram 00 banquete.
He.t i pouco mais sei; e mesmo que snu-
besse, pouco mais dira, porque asstsdes-
cripio vm elle no Commereio del Piala, sao
assim da entrada e desembarque da divialo
festejada.
Em abono da verdad*, he Mica que con-
rease ter echado muita firmeza e g bu nes-
sa u 11,01, oniiiposla, quasi sem excepQSo al-
gunos, de negros africanosaMiotm vestida
e inst'oida com muida re/ula' i lado, n-on
equipamonto lie superior ao nosso em todos
oa sentidos, e aeu fardamento de bstanlo
bom gOsto e elegancia ; porm a-olHci.li la-
do geralmente effecta o quer que sja. de
capoeira, que Ihe d um desagradavel verniz
de paisanismo. Iiillio linente se veriam dou
olllciaes fardados com rigorosa uniformida-
da, e menos ainda observando a rigidez
que a disciplina de todas as nscOes impfle
aos militares sob as armas.
O desembarque se voriQcou no bollo caes
de ferro da l'iclona, aun le foram os ex cu ii
cum (i ios recebidos pela oonimissao de l'esto
jos, e saudados com os enf.lic.oa discursos
do costume. Sahindo delle encontrn em
alas a guara nacional de extra-muros, que
ou (nina ii.l o tilo valen ti Tajes, e a guarda
eivica commandada peto leuenle-coronel
Gregorio Conde. Vctoriada por estes cor-
pos, como pelo povo, a divisao subi pela
fus de Colon at tonar cu ni a de 25 de Sino,
e seguio por esta at que fui do s. Joilu,
pela qual o iii'.m na prarja. All marcliou
m comino icis, desfilan lo pela frente do
paco da Asseinbla, em cuja saccada esti-
vam o presidente do Estado, seus dous mi-
nistros, e quatro eoioneis ajudaut d'or-
deus do governo. O gerferal Uiaz, mandan-
do cerr.r a columna e fazer alto, subi en-
8o para presentar os seus fespeilos ao pri-
EXTERIOR.
illOIH PRA'IA.
Montevideo, 21 de marco de 1852.
Ohorisonte poltico vai coirendo csrre-
gado de sombrase myslerios nestespsizes
classico das compliccos tenebros'as.' ^
fusaO, a untaSe a fraterntdade, 3o tres lin-
das palavras com que alguna tolos encabe-
gam as suas cartas, porcm que de faci flea-
ram esqueciias as proclainacues de 8 de
oulubro, sem deixarem o mais pequeo
laivo do corag3u dessa geole rencorosa.
I-irnion cnt' creio que, se rotirarerp a nos-
aa boa ofiioialiJade, maisninguem acredita
nem pansa na tio aeclamada fuia/s.
Que o nossos amigo blanquilhos burla-
lorados era foda
rara completamente oseo
sseleicoes, ja Ihe eu disse "'"ormente ;
visao imperisl de que traU o ar. 4.* e d e, coaio*era deespersrse, despenados es-
- n3o perdem oc-
har os den-
la que douvur tes; mu uisposios, ao oa i.vorecer a sorte,
conlrahido com o governo imperial. |a Ihos ogar em igual moeda. A ete en-
Art. 13. o. Exc. o Sr. presidente da Repu- limento oedevida infolizmente na mor uar-
quaesquer contigenies que aejam por elle tes pela traic3o dos outros, nao
requisnados, encuntranJoa sua importan-1casiao n-m vasa de Ihes anegan
cia no pagamento da divida que houvsr tes; mu disposlos, se os favore
conlrahido com o governo imperial. |a Ihos pagar em igual moeda. I
Art. 12. s. Exc. o Sr. presidente da Repu- timento nedevida infelizmente i
blica Orianlal do Uruguay contribuir pela te a mudenca que de dias quem so lia ma-
sua parte com todo os recursos de que po- nifestsdo na opiuiao publica a respeilo nos-
der dispOr, slm da forca mencionada no so. Em obsequio ao disejsdo esquecirneii-
ait. 4, e subministrara do sau parque de to o uniao d- t idos os partidos, laivez com
artilhana todas as muuicoes de guerra que pouca lealdade e menor coragem, nao uei-
ilie forem podidas por S. Exo. o Sr. general xarSo os nossos amigos companlieiros coio-
Uruuiza radose nos tratar com fneza e desar ; pen-
Art 13. As dospezas de sold, subsisten- .ando, coft.dinhoa! que isso Ihe. dan. um inglezes ob jp.t .gOdl onde o
cia e provisOesdo guerra d.stropaseom ar msis Irancamenta oriental do que a su. memo das Pe^se do gu.jiocham.
que cont. huiremos Estados alliados, serao allisoc com a cavalheirosa nacflo de^quem
dissera o venerando Suarot que -jamis n-
zera Sontir a innuoncia sob.e o Estado Orien
feilas cusa dos mes nos E9tados.
A't. 14. A estipulado coolida no art. 18
do convenio de 29 de maio continuar em
vigr. Ealm disso os governos de lint e-
Riose de'Currieiilcs se comproniettern a
empregar toda a sua influencia junto ao go-
verno que SO oigan isa r na ti inlodorac.lo Ar-
gentina para que e9to accorde o consiuts na
hvre navegacSo do Carena e dos domis al-
l nenies ao Rio da l'r.ta, nao s para os ua-
Ivios perlencentes aos Estados aliladoA, se-
an lambotn para os de lodos os outros Ri-
lieimi'iiis que se preslem misma libatfda-
de do navegarj.lo uaquella parto do mencio-
nados ros que Ihos purlencer.
Fica entendido que se o govorno da Con-
fedrrac'io e o dos ouuos Estados nb-in-
nhos ado quizerem admiltir essa livre na-
vugac3u pelo qno Ins diz regpeito, e nem
convir nos ajustes para ese fim necessarios,
os Estados de Entre-Rios e de Corrientes
mamerad em favor dos Estados alliados, e
cum tiles smenle iralara da estabelecer
os regulamentos precisos para a policia
e segursnea da dita navegscao.
Arl. 16. Seas fofas alliadas por qual-
quer vicissilude da guerra tiverem de aban-
donar todo o ten i tono que oceuparem Das
margeos direits do" Paran e do Prala, in-
cumbe esquadra imperial, proporcionar o
proteger essa retirad.
Art 16. No caso cima gupposto, as tor-
cas orientaes e as de S. H. o imperador reu-
uir-se-hao, sendo puasivel, om um so coi -
po, e lio irao debaixo do commando do che-
le de uiaior graduacilo, e sendo esta igual,
ob o diquelle que commandar niaiur
furca.
Ail. 17. A ditisforcas assim reunid
deverSo guardar e defendjc oa Estados de
Entre-Ro e de Corrientoso esse auxilio
Ins Afir requisitado pelosxtsefes dos etor-
citos ou pelos govornadoreidus ditos Esta-
dos.
Art. 18. As condicefles da paz serao ajus-
tadas entre os cliefes das torcas alliadas, so-
licilando-se para sua execicSo a approva-
c3o dos governos respeWfos ou de seus re-
presemaules devidamente aulprisados.
Art. 19. O exercilo de S. M. u imperador,
emquaoto cooservar-se estacionado na Re-
pblica Oriental, prestar lodo o auxilio
possivel, e que Ihe for requisitado pelo go-
verno respectivo, pira a maouleucfio daor-
tal s uni para seu meldor ser e prospen-
dade.....Desengaados por urna cruel ex-
periencia, vao agora ampiando a carreira
que heviam enceudo; e ue facto pdenos
contar hoje com a sua dedicscao e amisade
Ilimitada.
A pnmeira vez que ostensivamente de-
jnanstraiam esse seu novo pensar, foi em
12 do correte por ocessiao da chegada da
di vi-,lo oriental. Um grupo bastante nume-
ro, de gente toda limpa, precadia a peque-
a distancia a commissSo incumbida dos
festejos : o cnjtgando frente da casa que o
general brasilSTro oocjpa, e em cujas sac-
cadas estavam ello, o m.rechal Merques e
moitos outros ollleiaes de tetra, rompeu em
vivas delicados ao conde, ao Marques, ao
exercito e armada imperisl, e notivelmen-
teao imperador e s instiluices do Brasil.
A pardeles erguerarn logo outros aos de-
fensores da invicta Montevideo, fbs alliados
da eiviiis-c,o, e alguna mais igualmente
significa titos, que foram ainda repetidos
quando houve de passar a dmsSo por baixo
do arco que I lio havi sido erguido ao entrar
na praca da Cooslituicao, pela ra que an-
tes era de S. Jlo. A commissSo seguio o
exc nplo desse grupo quando ntostou com
o quaitel general bralleiro, e o mesmo loz
K*nneral Disz, victonan lo et com part-
lar efTusio os tlenles tencedores de
Morn.
No dia seguioto IjftUVe ainda fsdo mais
espressivo e assignldo. O Dr. Eduardo
Acevedo, o outroa onbistasquefazim par-
lada commissao-d>ftojos, quizersm lei-
mosamente excluir a banieca imperial dos
tropheos de rniasem que figuratam todas
as da allianca, e que ornavam a sala do ban-
quete ollero.cido a divisao triumphadora ;
assim como com esjeciosos pretextos tl-
nna'ii conseguido que nSo fosse convdalo
oeohum brasi'eiro para a feata de bem in-
da dos seus bravos irmSo d'armar. Ficaram
desta vez logrados, porque o encarregado
da decor.cao da casa, joven ofllcial, filho
adoptivo ao insigne calligrapho Ingayen, e
to amigo nosso como sao illustre pai, obs-
tiuou-se com energa notavel em conservar
o pavlh-lo do imperio ou desarmar a c.aa
toda. A sua inleireza prevalescenJo, livrou
09 seus patricios do negro labo do ingr-
inei o funccionano da repblica j e deseen-
do, ini non a viclonar anadio orientil, o
aeu governo e as suas tropas; e msndou en-
Uo desfilar a quart is estas
Dec.a alo de testa cvica este dia, n3o
novio casa que se uao achasse cordada de
bandeiras de todas as c es e paizes, nem
|anells9 de que nao pende-sem vistosos e
biilhsnte ornsmentos. A multidao ge agru-
para em todo o transito, e multiplicadas
coras de louro e floios, como um sem fim
de ramalhetes, esmg.vam, por assim di-
zer, os triumphadores durante o sju tra-
jelo.
O coronel Du Chateau, que para ser ex-
travagante tem o foro de fraucez, asgeotiu
io parlilhar das gloriss do general Daz, e
n.io fu- nocen o episodio meiius lul'-i oss.nite
desta fesla. Vestjdo lodo esmpeira, coin
cbapeliiilio brallco, ponche de pala de cor,,
bolas de cauliao, e a lita dos veiioedor.is de
Morn sobra o peito do ponche, acompa-
ohou a o.i vallo a divsao em toda a marcha,
ao ladoesquerdo do general della; e nao
foi dos que monos se afanaram eui faaer co-
Iheita de coioa e flores. Este coronel era o
commandanlo da rxpedicao franceza que
acaba de ausentar-se desias aguas, e Ocou
aqu com alguns dias de licenca. Desde sua
chegada em 1819 devolou-se lo lo ao parti-
do colorado, e isso mereceu-lhe alguns des-
gostos da parte de seu chefe Le-PrJour, iBo
rosista como loJo sabern. Agora desfor-
rou-se ; e se os seus carneradas fazem or-
gas dclatoriaes em Franca, bem p le-so-
lue tolerar a elle urna innoceute asueira.
liain lalvez n3o s-j tanto, porque, se-
gundo conste, leva vistas do legressar a es-
tes paizes a testa de urna grande empresa
docoloiiisacao militar pelo systeina argn
tino, e p.ra isso obleve do governo provi-
sorio lodas as trras compreheiididns entre
os nos negro eSalado, naprovincia de Uue-
nos-Ayrea, sobre a C09la patagnica ; de
maneira que boa conta fazia bu seus pro-
jeclos ageuciar-se a moior copia possivel de
afleicOes e sympathias neslas Ierras.
Sea 9ua empresa medrasse, grande ele-
mento seiia para a confederarlo argentina
coutra as protaveis e temidas invasOo dos
cora-
na ac-
tualizado um'consideravel numero de sen
barcos e para os quaes a usurpado das
Malvinas nao fo mao preparatorio. Con
este objecto dizom-me foi que o governo
bouayrense se prestou 15o fcilmente aos
desejos do coronel fiancrz; olllcial de mul-
to merecimentQ e de variada uatrucgau
alia?.
E nem esas smonta he a preoccuprao
daquelle gabiuele na aclualinade. A suapo-
M.-i he (3o violenta como falsa, e ardua
a diulculdades com que lula. A pertur-
b.cao total em que Rosas deixou ludo, exi-
ge da su parte os trabalhos de Hercules pa-
ra dar urna forma qualquer e um regular an-
damento ao complicado iiiachinismo que
llu coubo em quinliBo restaurar, e para que
tao desuiaoteladis molas a siiuacSo In olle
Basta a questBo da reintgrcJo ds pro-
prledades usurpsdss, e vendidas ou doadas
pelo dictador, para Ihe fomecir mais de um
trabalho de grande consequencia; e apar
de tudo isso a pouca ou nenhuma f oom
queoa verdadoiros Argentinos encaram as
miras do libertador Urquiza. Poder sur
injustics, mal he um facto que msis de um
espirito reoto e cauteloso observa com des-
oonlisnca a marcha do general enlreriano,
realmenlo pouco foita para inspirar conlian-
oa. Tenaz em seu esclusivismo, msisie Ur-
quiaa em f.zer conservar as divi9a9 verme-
Inas do chamado federaea, e o ostracismo
do general Paz e de algumas oulras notabi-
lidades; e ao mesmo lempo se rJea de gen-
te pouco digna, e que anda ha pouco ado-
rarara fortuna do general llosas como agora
a sua. Guido, por exemplo, o invil culo
Cuido, he um dos seus liomens; e a tal pon-
i qieacaba ae exlorquir para elle ao go-
verno prorisono a uoineac3o deplenipoteii-
ciarioparaollio.dl Janeiro!... Eotre-ou-
tras Imbrncas opaorluna, occurrea-lhe
um di crea>o de rjjlis um ministerio pa-
ra a provincia de Baenos-Ayies.embora uao
consagrado ua sua oustuicSo ; e nao so-
menta apontou a idea ao Dr. Lpez, poiom
Ihe nRicouHambem a pessua apta, segn io
elle para* preencuer essa nova pssla. A pas-
ta era a dinstruccao publica, e o escomi-
do o Dr. I). vicentrFidel Lpez, liilu do go-
vernador provisorio Boas ou mas, ambas
asindicacoes foram recibidas com agrade-
II 'I I .
Buenos-Ayres do que um general eslraogei-
ro, a quem neohum direito assisto para te
nvolvor na sua economa interna ; ea sua
ncassante interferencia inquieta eassombra
a todos quaolo recordara, com pavor anda
os diaa infaustos em que Rosas para cbagar
ao poder, se constitua em ofileioso e beuo-
volo conselheiro.de todos os governos.
De outra parle, a permanencia de Urquiza
em Palermo, o esmero com que tem feito
reuarar o estragos que aquella quinta sof-
fira, o tom que Um nella adoptado, e que
de a iguma forma se dira copiado do do dic-
tador, mo silo muilo proprios para- tru-
qallisar aquello* que recejara delle, e ali-
menio urna opposiclo surds, po' n vigo-
rosa e disposts a qualquer sacrificio antes
que a segundo jugo.
Com mu to tent, he terdade, porm oom
nSo menof claridade, j tem-lhe o Lommcr-
cio del l'lata dirigido algumas pequeas ai-
mossfaedes amistolosns, em dlTerenlos arti-
go, notavelmente bem escriptos, e que le-
vani 0 ttulos A nrgainsacaii Ajuvoiitudo
argentinaeos gevernadores das provin-
cias. Este ultimo sobreludo he bem digno
de ser transcripto. Na mesilla Buenos-Ay-
res se publica a Yespa, folha que vai por
igual r.iiiiiuli i; e por pouco que Urquiza
nSaobrecom toda a grandeza e lisura que
sua po9icSo impoe-lhe, he psra mitn tora de
toda duvida que a organisa^So da repblica
ser outra vez confiada s inspireco.'s do
sabr e das balalhas.
Para'esse tempo, e prevendo esse desfecho
horrendo, os olhos de lodos os homens d
boa f convergen) para a inllocncia ba/iloi-
ra : cujas inslttuicdes liberaos ganham cada
vez msis proslylos. Assim os Vctores, ss
honras quesccumulamsobre os nossos bra-
vos, nao s3o lano a expressam de una gra-
ti 13o, alias sincera, quantn da urna esp-
ranos que afagam, e poderia talvez dizer-so,
de urna supplica que fazem.
Entre essa. demonstrarles, porm, Ihe
recommendo pela sua esquesila delicadesa,
e pela c-ibil opportnniJada com qae fui
recebida, pelo nosso bravo bsrBo de Por-
meoto, e convertid em decreto para lo-
go! No eolaojo Urquiza n3o be mais em
to-Alegra, a missiva dos residentes ar-
genlinoa desli, que foi publicada pelo Comer-
cio de hoje. Eulre tantts e tao vicoSas co-
ras como as que adornam ja a fronte dossa
Mustie general, a meu modo de ver neohu-
nia he de maior vsllia du que esta.
Os Orientaos a seu turno, he dizer, os" co-
lorados proseguindo no punsamento que no
comeco disse, sahiram na passada noite, em
numero muilo maior de 200, com urna or-
cheslra magnifica e urna banda de msica
bellica, precedidos pelos pavilnOes do im-
perio e do Estado Oriental eotrelacado9 : e,
a comecar pela residencia do Sr. couselheiro
Honorio, foram saudar successivamenle to-
dos 09 altos funecionarias brazileiros no Rio
da Prata, otTerecendo nessa uccasio urna
rica banJeira imperial ao nobre conde de
Caxas. Ha notavel predilecclo, observa-
re! de passagem, de que goza esta illoslre
personagem entre todas as elasses desta so-
ciedade, e o fervur que pOo em distingui-lo
e vicloria-ln sempre que a occasiio se of-
forece: mo grado, notarei tambem o pouco
empenho com que procura elle essas de-
moii-iiacoo de prestigio o popularldade O
mareohaj Marques e o alnnr mo Greofell
pariiliiain co ai tudo dolas em grao ominen-
tissimo; e as ov.cOes querfasta noite rece-
bram devem o ter envairrapido. Com qual-
quer delle e enthusiasmir poda dizer-se
que raiava em frenes; tantos e t8o longos
e reiterados foram os applausos com que o
distinguirn).
Conven notar como prova da opiniOo qae
emiiti ante, que nBo faltaran! muilo va-
rios morras, nos intervalos de urna a outra
morada, morras dedicados ao prfugo Rosas,
ao vencido Orjbe o a diversos dos chefes que
o scompanharam e mais esoecialmente a
asila e Meza. 0 l'icaiiliosn Moreno", o de-
golador da Colonia, nao foi too pouco es-
quecido nelles-apezar de legatario da es-
pada do general Garrn.
Em hunra da joven olUciaUdede bnzilei-
ra oa he aqu mencionar que um grupo della
acompanhando a serenata, a Cada novo mor-
ra, prutestava com enrgicos bridos a rogan-
do o gr.to caonibal em repetidos e sonoros
vivas iini.i'j, ao futuro, gloria e proepe-
ridadedo todos 09 Orientaes. Esta conduc-
ta lli-'.s mereceu por vezes os applausos da-
quelle mesmos cuja censura era; e que
nem por isso cesssram de incorrerna pecha
de barbaros e retrgrados com que l'orco-
sanieiito todo o corai;3o bem formado deve
esligmatisar o 9eu procedimento.
Urna locante aolemnidaae leve lugar an-
da hontem. A oflicialidade brazileira, di-
rigida pelo seus illuslres generae o conde
deCsaiaseo bstBo de Porto Alegre, foi ou
vir com religioso recolhimeolo urna soleo-
no missa, enloada pelos capeliaes do exer-
cilo oa igreja da Misericordia, e mandada
celebrar por ella em aocao de grarjas pelo
seu bollo ttTBnipho de Morn. Esss noores
e valerosas ca_becas 18o erguidas e sobernas
per.nte os pelouros de Caseros, curvaram-se
parante a immeosa magostado do SE.NHOR :
e elles 13o desteinidos na lide, ao favor de
Dos, que nBo a sua coragem, foiam fazer
ovaco da sua magnifica victoria*
N'uma populaco iSu raligiosa como a
de Montevideo, e que Uo profundamente
tem guardado o senlimento do culio, cau-
sou a mais favoravol impressao esta demons-
lrac3o dossa juveolaMo tao ardida e valonte
no campo da peleja, tao generosa e humana
na victoria, quauto frivolamente cortezaa o
agrdate! nos saldes do baile, o cujo prirnei-
mei.o pens.mei.lo era volver o 10D0.P0- .
UEKOSO i gloria e brazBo das uas recaudas
b8pme esta Ihe mereceu yrop.lha a
.espetto, a oiemoidad-j que agilou e pz
om movimento a oidade jnleir. fo. o ex-
nlcodido baile di conaellieiro Honorio na
noite de 14. Do.eeramM salas prep.radaa
u,ra a dan, dessITogo erefresco dos doua
ou tris mil convidadQsque gyravam por es-
se espaco encamado, talvez uao lano pelo
orilhanlismo e riqueza de uas decoracOe,
qusnto pelos oluares aciulillanles o mag-
nifica belleza da hur do Rio da Prat.
Aborto as li doras por um pstelo termi-
nado em quadrilha, o em que o Sr. conse-
Iheiro levou por par a galante esposa do
ministro Castellanos, e por tis-a-uis om-
rechai Marqus ea nica lllha do Sr. Gir,
o sarao durou sem intermitencia ate as aeis
da seguinte madrugada, n'uma aniuiaclo
sempre creaceule. O conde, Greorell e ou-
tras notabilidade9 nacionae9 rortroi-so ao
prszer d dan, e at o primeiro retitou-so
'
1


^mHI
^P^^HiB^BBHHI^HHi
*
Ai
porfn nnr 1ho lobrevir incommodo. 0 pre- que oe.rarice7.ee chimam alsanee, e entretanto
5d.niHemDto'roirliU. inc-luso j* o nio de.cubro d'ood..ah.i a. renda, par. tudo
Cesar Di./, que foi com eiT.ito horneado do ';
1^0**1 |/.C", ^M'- w--------.- -----------------------------
da 13 e tomou pone a 15, os presidentes
das duas cmaras, os (nenes do piiz, e
enlre elle o mingosdo Anlonlo Dai, que
er o ministro d guerr do generil Oribe.
O ranos representantes del o(0 s eslran
OS ros repreeeolenles del oa(0 8 eslran- que observare oque turawi ",\,'
ge.raa, e os coromandantes e offlelal dado melborameeioe qu.v.l ^^'"Cdere
5.. va'ri.s ..Leo oav.es sur..s neste-por- f-n".^".".'.^ .""'.l dca.-pbVoT
to, Uvtratn o seu contingente tamben. <"*"' "u" ou -
quella festividade brasileira, em queJUs, pliiemoi a outra materia. A rcspclto da Im-
zio, como era de esperer se, o bom gotttfl prenia taubein ji te dliie que fatemoi ci pro-
magnifleencia do sabio COOSelheiro. >~ grenoi ni vulgarc : publlcam-ae boje regu-
llo nolavel que repetiodu-se com frequn- unueniedua. folhai da oPf'W^ J''"?* e
cia as cobertas de urna rica e lauta mesa,Jfl
beranissimamente honrada pela voracidBe
masculina, se nao flseise um nico brinde
que fosso, oem ao monos ero,obsequio
da eugosta peraonagem festejada; porm
nisso a meu ver conhece-se o reccio Ue on-
larmrrivouui tuina* u rl>w.r__ _^ w~
Metr.Wo; dua> neutra, o Gonernuia e Vngonro;
11111.1 goveruisla, Aurora PaulUlana e, paia que
nadaTaliaiieparareprcient.ro catado doaee-
plrltoi, e oa dlveraoi irratltes da ideal, paladea
c preleucoei, ahi velo o Mercantil arvorar a
bandelra da Uolia. Temo poil quatro linpren-
iiaa. oppoilciODlita, gorernUta, neuualiiu e
contrar nessa grande reuniao mais de aro fluionlsta. ,, ... .._____
Deossr dcieocontrado, que poden, ter ago- Sobre esta ultima predio dlter-lhe alguma
to comprida esta; mas ore., que.inda .8- f^,^''. dc.b.r ou derivar par. aa
praiai oppnslclonlitas.
Nao poda eolio deflolr a eore da bindelra,
porque, ou anda a nao liona Icado, ou eonaer-
vava-aaanirenevoelrneque Impedame vina
mal perapicat de diillogul-la.
INo acontece hele ai.l.n porque dcide o da
Mi
siin oiuila cuus passo por de leve.
- O, iiois da ent-a la do paquete de Buo-
nos-Ayies tem circulado o rumor deque,
Crquua publicara urna ouUa proclamado
mais impoltica e incendiaria anda que a
pis-ad, e que auga.entar, portento, os
sui.tosdapob'eBuenos-Ayes.
Seria uto (acto tanto mais para lislimar,
quanto que e deve all proc derem mu tu
breves di.s as eleHO's, para organisar de-
flnitivsmente o governo da provincia, e que
uma excitacao semelhaiite poderia porcoo-
geguinle vlr a ser funesta.
De outra parle laubem nao falta quem
diga pue o circulo que se diz fedoral por ex-
oelencia, e que fas coro ao gemjrel Urqui-
ia, ae tnoitra evesso a sanecionar a indepen-
dencia paraguaya, visto a rosseira reluc-
tancia de D. Carlos Lpez em nao concorrer
nem eom uma canoa para a transid lula,
apezar daa nossas instancias reiteradas, e
desua lalpavrlconveniencia ; ese se veri-
ficar este boato, ahi catemos nos s Jogr ou-
tra vez as o islas, porque a independencia
do Paragey he questBu jnais nossa do que
delles. He verdaJe que, para meu goslo, o
Sr. D Carlos devia ir faJer compauhii ao
aeu grande lypo ioflo Manoel de Bosa,
cuja exigencia brulal parece ter ado.,lado
por modelo.
Como quer que sja. nSo hs duvida de que
o governo imperial negou ao conde a dernis-
iao que pedir ; e que a permanencia do
exorcilo nestas p.r.gens me parece indis-
pens'vel e infallivel. Comala perspecti-
va os colorados folgm e os blancos dam-se
lo.
He um problema que d una ntatlitlca es*
crupuluia- e comparativa do fado actuaea
cemoa da 10 aoooi aoiei'poTlIa iciolver i na
nrt nio lemas eaiailitica. nem nlnguem com
iiao le Importa, epor-lo prcaumo que lodoa
uue ubiervareiii o alie cu obiervo lobre oa
|K correte o lemnlil baslcou a baodelra
no maitro grande, e aalvou-ie com um artigo
de fundo da uora redaucSo, .m que du nao iO
a Daclonalldade do navio, como o porto a que
I\ia bandelra l*-se uma nica palavra
Unuo Parece que .nada pude haver man
linple nem mal coinprcheoilvo do que ela
Irgenda ou.dlstleo ; entretanto; nada oa mal
cuiuplcao e graudemenlo agui6calivo do q J
ella*, porrauaadaclrcucntuclaque antece-
derain e acompanhain o aeu appareclcneotu.
No artigo de fundo a q:ie me rcro encontr
um trecho que delineiulBcleutemenie aa cau-
sa dni da aggregacn i denlooa da nova lej-
a oppoiiclonlaia. hualo neita quailflcacao de
opposieionisla, porque he o artigo quem o dlt
mu clarae oiiiadamenle, coodemnando com
bailante aiedume a actualidade.
A hermenutica vulgar e todaa quantii her-
meneuiicaa. ponain haver bao de concordar em
duaecouiai queae deprehendem do trecho a
que inerenro, e que ah tero lldo prlinelro |
qua ha um grupo de penoai que leguiam ou
luitenlavaiu a actualidade, e que agora eitao
deicontentea com ella, e a julgam Com le-
verldade; segundo, que enai peuoaa con-
tractaram coiu o ercaaifla pubhca(ao de auaa
idaa, apropriando-ie da parle poltica delta
folha.
Ouaes lelim essaa pessoai, seu numero e
qualiHeacao, he o que agora nao Ihe pono alada
duer, porque nio goilo de temendadei; e ic
folie reunir o boatoa que por al correm, por
._ __..I____i- I l.i.lln.Hm
n piilnrarina toluim e os niancui uau-so i,,c ituui. v-. ^-v r -- -. -
TJSS^tSW -'-os eu folgo com ~2% j^l u t"-'"
ell, f.CO muilos votos pira que o gVero "^^"^^p., .u fe, que c e... nova
nao airepie carreira, e a opinlSo nacional f a ,e a pe,soas a quem prlncl-
secunde os seus pslriolicos oslor^o zer surgir deste osos de paixOes e intrigas a is po0 asieverar-lhe que a ir mente ha de
era da civilisacSo e futuro que traz a aclua- germinar faaendo recordar aquella bella para-
lidade lias enlr.ohes. bola da escrlplur. sobre o grio de moiiarua.au.
Os despachos concedaos sosbrawade t.do negligentementeaobrea Ierra, produal-
Moronlemsidorecebdoscorno era de es- do a .rvor. g'-^ ,, |empr, que
per.r-ae. FolgHmesles, chora oout^j ?nr*ma,lguilia, .olaMUtWdes do partido go-
alguna pouco bramara. Es.es poucos esta v^nisUCU*0 proteciorai da nova baodelra, e
tisio que sao a rel dos invejusos, que, se ,er4inqUe ha eonnerracM, em ton multo
os la iiianilassem, teriam feilo asneira, ea- amigavel, cutre enas notaDllidadei/uiionJla e
gora grilam sem pudor contra oa aeus ca- 0uira da opposl(>o.
maradas. aue nBo lem a culpa, e desfulll.m Ha factoi que p.recoiu provldenclaea, c que
. meis bella grinalJa da aureola militar do nao ha forc.a hu......ai que os poaaam n**
Kio. Po8r fo,tun.,este8 sao ti.. pou- Zl?M7SESWtt&
eos. tao escassos. que consl. uem urna im- ^~ ue c h*u,a, e con,eoto-.ne
perceplivel e despr zivel minora, e a mi {.uJ.1||naUr OJ pr|meiros ainuae. do eifor-
50 doi eipiruoa para ella revolucao pacifica, c,
seiu duvida alguina, proveltosa.
Parece-me que a oppooltao, proprlamente
dita, ou a u//ia oppoil(o nao ler dll&culdade
ni pre>tar-ie a uma ducu>sao franca com 01
/'uioinistas : e tanto mal helf lito me parece
quaudu o icrraoo ottcrecido por eile para
liouto de leuolo pde-sediaer que he o circu-
lo luaaimo da aspiraedes do partido liberal, co>
" Mgo que ac Da de publicar o
que se dlstrlbulo houlein
Com dala de i.
.er-iuu quo so awpsia Dando aiiiin oa fundamento da mlnha con-
todva ueiinslaules o general Hivera.sem que vlccao aobre o e.iado aciual da pololea neita
?..:-_____,1b ;.. Provlocla, habiluo a lodoi oa leui leitores para
T > ._______a Ana nilvrn-iwU l-.ll t _
UDltjnpiivoi v *** ..>- ...---F ------
parle se lamenta como he natural de menos
venturosos, sentindo se 18o bravos e capa-
zas como us que liveram a fortuna, que fal
lou-lhes a ellos, de poJer moitra-lo.
Segundo consta, o vapor Rw dt Janeiro,
portador da presente, deve regresiar deas
com a maior brevldade com faldamento pa-
ra os corpos squi aqolnel.dos : factoque. _
a verificarse, confirmara o meu peniamen- mo 0 det|ara 0 ar(ig0 que acaDa de publicar
to sobre a demora de nossas tropas neste llie,1110 Ucreaniil, que se dlstrlbulo houtei
Estado. *"* "-""-
la esqoecendo dizer-lhe que se espera s
.Odo, os ^0*^)*$S nB! provincia, h.bl.,,0 a lodo. o. .cu, le.tore, par.
da sua presenc syeceie complicasao ..._ *,,. fico bore.pdo, em ae-
nhuuja. Espalhou-ae ne ibealro das pas- 1 ',.> que can, uma previiio reall-
llllUVOa (JJ|/a|lli.w ..---------------------
sados que elle linb.Bnlrado naquelle me
mo instante a bordlo vapor Gtlphinho; e
cada qual ouviaMp essa noticia, tornou a
prestara sus aiWnvS6 ao mago canto da Ida,
sem se Importar msis com a volta do cele-
bre expatnado. Depoisdisso, na occasiflo
da serenata bontem, houveram alguna Vi-
vas solados so mesmo general. porm ne-
nhuma das vezes foram correspondidos por
mais de qustro ou seis pessoas, que talvez
soltavam-os adrede para palpar a opimlo.
Bem disputa, o general llivera be actual-
mente uma notabllilade/"unrf- serve para
designar uma poca de formac^o na labo-
riosa crescBo deste mundo moral, tao suje-
to a revolucOea ; porm essa poca hevelha,
he lelo commmmado.
Como Hlvers tem uma quinta n3o mu
longe da do seu rival Oribe, eu ainda espero
ver eatas duas sombra de tBo calamitosos
das, Igualmetite nuiles e esquecidas, sen-
tsrem-aea mu geni do caminhopara louii-
loio paciflcamenle o seu mstU, protegidos
pelo desdem publieo, que envolve desde ja
09 seus funestos nomei.
(Corresp do Rio-Grtnde.)
(uria/ do Conmtroto. )
INTERIOR.
S. 'PAULO.
S. Paulo, 6 do abril de 18&Z.
Estamos ec-m aifeitas aporta ; e como sou
rrlialoio e pretendo euUU* a ellai. deiconllo
que nao terla lempoc eicrever-lhe por algn.
J.por que panliie nei.c. das occup.dls.iu.oi
para quem concorre a loda. a luncjoca da
'vuV' nliclpar-me para que nao fique em
I illa or tanto lempo.
Se a folhlnh. nao aonunciaMe o lempo da
fes.a pasc.l. lindemos um Indicador Infalllvel
no. negociantea delta capital! poli que regu-
i.rmvnie dous metes antea coinecain elle
&_ m___ a^.>*.^ atrt faesinnic
neaae lempo acoden-, .oa oaicoea, ao. uepo..
ta.nofruclo de bem cuiloaa. economa, rei-
tai durante o anuo. O pobre pali de familia,
r>or mala religioioi "e devotos que sejam. nao
' .._~ -^... n. parlo f -1 I i' r I ,M I 111 l'
jU,g.-.w, t.w.,-------- --------------------- --
gredo, o prazer que cansa urna ptevisao reall-
tada. Todos os borneas tem queda para a pro-
libecia, o que quer dlier que a humanidade nao
ae contenta com a limitado de suas faculda-
dei; a prevliodo futuro he um dote que 10-
doi aiplrain; e eu que nhilhumani a me alie-
mu. pulo, nao posso deiiar de desvanecer-me
sempre que vaticino alguma couia e depon
a vejoveiiricada. He popluo que nao sel aus-
ler-me, e por forca hel de recodar-lhe o que
disie ha doui metes mais ou menos, Uto be :
que a poltica delta provincia eitava em ca-
minho de importante! modiH.acCei. O que
doli capono mostrar se fui bom ou inao
propheta.
Agora, para concluir, e mostrar que nao se
rae esgotou a velaeolirf'iarfoea.dlre que le nao
occorrer clrcumilaocia cxlraordloarlae Im-
prevista, em breie vereraoa a vppoiicao fora
do cmbale, e contemplando a lula iravada
enlre oa novoi o vtlhot saquareinas. lato exigo
alguma etplica(o. A polmica que suscitou a
elei.ao de senadores entre a Imprenta gover-
ni.ia ( Aurora) e os refractario, piodutio a dl-
vlao do parlido saquarema em duaa cla.eea :
velbeie novoi laquareinai, FilAo denomnalo-
le o refrtelarioi, oome com que a fulna do go-
verno cIckuou a quellei que susleotavam
que a chapa de sanadores derla ser felta
pelo partido e nao pelo governo : novot sa-
quaremas sao01 que, lollmamenie ligadoa ao
actual preeldente, conleilain ai preten;des da-
quellei.
Os Iner nio tlohara orgno. na Imprema, e
de ver em quando publ.cavam na typographia
liberal alguin avulaoem que deiablavam aeua
rcaeBtimeulos parece, ae ha certo o que e
propala, que o Mercantil he agora o eu orgao.
O n..oi e.crevem a Aurora, e nao poupam re-
cfiuiioacdes ruaia ou uirnos vlrulenlaa aoi rc-
fracluriot, como ae pode ver na Aurora de
boje, em que o Sr. Santol Crut he mullo lovario,
A opno.icio parece que ai.enlou que quem
oao be loutra ella est com ella a, em comradic-
Cao com os aovo* 8qar.oe que protU.ua.i.
quem nao be por .... he contra ud. Re-
mita delta antinomia de procedlmento que a
ppoatelo nao se emende com 01 velaos saqua-
emai, au paiso que nao delsa um nstame de
$
ccio, nao tem fundamentos de verdade, qua
o.noaioi icriaei ato abundante d'agoa, que
lio multo freicoi O que a allegada necesilda-
de da falla d'agoa nio he vardadeira. Ora, per-
nobrea diputados denfenitraram
gosloe perfetsmente Iluminado. .Concor-
rerttD todaaasfamiliaade prlmeira dislino
eSo, assim do lulo do governo como da op-
posicBo, delxsodo de comparecer tBo j-
menle as que o nio podram fazer .por in-
commodo de saude. O presidente rolfipeu o
baile com viva* ao imperador, imp.TBtri/,
t constitui(So, unlo de todos oa brasi-
lelros, que foram correspondidos eom ea
mais fivas demonstrscOes de enthusiasmo.
Contlnusm as noticias des festejos com
que por tods a parle tem sido scolhids a
noticia da victoria dos exercltos alijados. O
sentimento da nacionlidade tem-se desper-
tado em todas os corarles; e ante o prazer
ireralmenle sentido pela queda do lyranno
5 oTodUv. de mPo,te? ...c.ndj vio- ^.1^^^^ ^SS,.^".:
gar-se de nos por meio da propaganla de- r(' ue ,,,, M,.lllblc. ,e j. collocada em
mocratice e enisncipxcSo dos oscravos, lem I clrcuu,,tanclaa tao deifavoravals, para poder
sido esqu^cidos os odios nsseidos de oossss a, veteidar um voto conacleocloso: na auem-
disse.ic.oe8 civis. ; bla geral, e em todos os parlamentos exl.tr.11
gunlo cu,
ca pronoilco?...
air. Mantel Cavkanli nem a-InlclTain.
TTSr. Vocsii MoijUirS lolllaram-nai- uit
nio a nrovaram.
U nowe drpulado a quem rae reflro, estabe-
Irceu a propolc.io, mas rrlo a provou poique,
di.se ello, que 01 hoinena e o. gado, podu.n
..aquella, paragen. morrerpor f*kade allinen-
lo ; ma. I...0 por falta d'agoa 1 ful lito para 111I111
at uma novidade....
Um Sr. Depuiado : Rio le dlsse laso na ca-
ita, ilii.e-ie ao p do nobre depulsdo, como...,
O Sr. Maciel Mi ntiiro: Eu lamento como
nartlr para acorte em buica deatendaido 10 pre,ieote e ao grupo que oa ro-
uo paraaervirem numerlos rrrgueiesque Q Wrml 0Mv0p.rlido.aqua-
nee lempo acoderr. .os bslcdes, o abi depoli- *
L"ni que Islo ludo ha de vlr a dar eu bem sel,
ciualauer pode prever mal nao propdetiio
1 ___i:aln- Inmutan Ililil Clin.
por mal. rellgioioi "e devotos que sejam, nao i ,,OIaue em poltica nlnguem pdde ooo-
rdemver sem nm cerlo eilienieclmenlo c0, 0 dia leguinte : e recelo que qualquer
appruimaco do .en..na,jania, porque he tem- eulua,iaadei pot mal In.lgoiacaote que ae-
po de correr o. corddei da boli* para comprar apa,encl>, me delte mentiroso.
le correr 01 corooei oa uoim para co.np...
vesildoi, flores, veos e rail ouirai comas, que J
a tem valor pela forma, e que no da leguiu-
tc nlnguem comprara por um declino do aeu
cuaio. Cada vei mais rae admiro da quantidade
de faienda que se vende ncsla cldade : todoi
o dlai se al.rein novas I.Jai, e icus donos nio
ces.am de mandar vlr sorilnientoi.
He cerlo que, aiegulor-ie pela animacao que
apTeseotam outroi ramos de negocio, acredi-
tar-ie-ha que marcea ludo aqui em cre.ceule
prosperidade.
Qusslque oao ha ra em que nao ae colo-
que nina ca.a, ou nao ae facam reedlflci(dcs
linportanlea nio ae percebe um nolavelscrei-
disiento na populacio | mal ha unta grande fal-
la de caaa de oluguel o o precoi a aublrem
Incesisnlemenlf, a ponto que paga-ie hoje por
qualqoer casa peto menos o dobro do qua ae pa-
Rava ba i6oul5 senos.
B Os eorrrettlvei e mala objectoa de prlmcira
nrcc.idade suWra.n tambe, cooslarrave men-
te lodoi o. ae.v.foda pequeoa induilrla In-
dividual iKoporclonalmaoie encareceram.
Ha nuli um grande accreiclmo no valor do
consumo : pore.n nio vejo igual Incremento na
quantidade e valor da produccao.
Sostenam-ic boiela e outros eilabelecimen-
lo. proprioc dai povoa(dei abaalada, como
cvllrgiot da aducojSo aecaaodaila queja alean.
Sam o elevad* smmero ate nove, sendo quatro
o aexo rna.culiooe cinco do fe minino : ha ge-
lalmenle no brage e no porte da ^opulafio o
:cutuaim", r "
i na anparencis, me deiae incntlroso
A eaaewbtta provincial val reunlr-ie no i
le malo ; ecomo alguna de aeus meinbros de-
vein Ir tomar aiseuto na cmara do. depu-
tadoi, beconiequencla leremchamadoa ouiroi
l.iitoi luppleaiei. Se niofalnau. asconu doo
eotendldoa a oppoaicao lera olio ou ove re-
preaeotantesAa a.iembla o se lacloa luper-
vcnieutei ofio transtornarein a marcha regular
e lgica daa cou.ai, parece fura de duv.d. que
em .Iguaaas queiloes o governo deljar de ler
malorla, pela adOiejo doi votoa doi daicon-
lenies ou refrattar*s a oppoaicao. Uatta por
bo|e. ^ tCarta pa-licular.)
( JornaldoCoaemtrcio)
MINAS Gs.RaF.S.~
Ouro-Pteio, il de marco de I85i.
O ann.veisano nataliciad S. M. a impe-
rairil foi mullo applaodldo ueste Cldade.
Houveem pelado o corle;o do estylo.qoe
foi muito concurrido, oumparecenao mul-
tas pessoas da oposico. Este cortejo nBo
fo. menos numeroso que o que teve lugar
porocoasiao da victoria dosexercilos allia-
dos, que foi talvez o maisconcorrido eon-
Ihanlequetem havido neste capital.
A' noiie hoove um explendido baile no
ntco da assembla provincial. O sallo, qiie
ho magnifico, esleve ornado cora muiio
ao de ne-
vo acerca
ma esta
Oiian 10 I ho eu pondrate os obstculos agenta do poder atecutlvo, que emea
om nue lulava a administracBo para fazer o cataidade .nfurmam o corpo legislan
ecrulmoiHO ne.t. provincia nfelizmeAte ^^"f*^^ ^^ a dou, ,el
epassavsm na Bsgagem factos que mais V^',com fa,ladc |n'ior,n.50eae ,.t qua o Sr.
110 muito dei'Utiham no sentido das mi- |f >ou acerca dos ac-idei, igualmente ao la- | pondo
H ota acerca dos acuoee, iguaiuienie ib la- j pondo a nypotneae .... >
msntaa reipeilo de todoa o pontoa da adral- lie a de nao se faierem os
nlltracao. Pur ejemplo, alguus nobret deputa- uro qual ho o InconveulenieP
los, plantaio., em dlvenos Ingtrea, e que
meiino em face da obiervafOo fellaa pelos
eugrnhelroa da provinel, he que nio enabe-
leceu 01 acud! aonde alia, podlam deixar de
aer eitabelecldoi | e enllo o recelo que tem
oa nobrea dapuudoi, nao sie luulrameole
fundados. .
A emenda tal, qual, foi apreienUda pelo
nobra depulado, quo me precedeu, eita noi
termos da merecer a approvafSo da casa, por-
que marca a co1.1ign.5ao do 16 cooloi, e del-
ta ao guverno o eilabelecer acude! aonde sfjr
Jam mal. convenientei. Teobo por lauto ret-
pniiiiido aiduai objeccdeido nubredeputado
contra a emenda 1 direl mal acerca do que
ponderou o nobra depulado, quando affirmou
que ao votavam .ominas para acudea, e que
e.te. nao se e.iabeleclam, deaviaudo-se assim
taes conilgoafdei para outro fi.n.
Nao rae couita que laei facioa le prallquem.
e peco e.o meu autillo a oplnlo do nobre Ins-
pecior da Ihesouraria. Perguolar-lbe-hel, le
iiite quota marcda na le do orcamenlo para
acudes, e se ella foi gasta m outros objectos?...
QSr, Jo fedro. Nio...
O sr. Jocirl Monteiro. Eslite o dlnhelro ?..
Or. Jos Pedro. Eslo em arrematado
eudei...
Mcciil Monltiro : Ora, anda lup-
a bypotheic mal deifavoravel, que
" acudes, aluda ai*
So ae be ficar
Obas pondreles ...
Sabe V. que seexlstem na minerasao dos ni,irlca
ierre
pessoas
menos
Jos dos
pheS, Cuja
Pal, id a reipeilo da lito no icruo, be que lio terene por aquella parle da provincia; la-
piectsas es as lufoimacOes ? Outra objecjo foi cllmenla euldamol dai oeceiildades da clda-
felta diteui o honrado! menibios que, se por- de, do municipio, dessa eona mal Imme-
volura paliar a verba dos acuden Isto he, a dala cidade mal ho preciso couleoiarque
tuienda que comlgoa IB conloa para o eilabe- ;.ouca vetei temo tratado do
piares.
Como tivesse do ir s Paricatu' em diligen-
cia um oflicisl do corpo policial, recebeu
uisi'uccOes para, ao pasear pelo Patrocinio,
recrutarna Bagagem os individuos que es-
tivessem em circumslauciis de o ser, enten-
deodo-separa isso cora a suloridade poli-
cial do districto.
Os commercios, ou ncleos de povoacBo,
arhani-so dispersos pelas msrgens du rio.
So se fizesse o recrulamenlo parcialmente,
su podena elle ser eflicaz no priroeire corn-
mercio em queiefizessesdiligencis. Emor-
dem a coriar esse inconveniente, o agente
uiendaquc couiigoa 10 couius Pia w Mu- .-ouca vete *...- .._..
Kciiiienio doa acudei, todoi os quererao nal toes, u tldo occaalio de inoitrar a nona
iiiai localidades, e que Ulvet te eiubelacaiu boa vontade, a noita aohcltude. pelaa occei-
acudea onde nao devem eiUbelecer-e, e vice- nadea doa borneui do leriau e me parece
cud
it.as, senbores, ou temoiconflanfa na lllus-
tracao do governo, no conhecimentoa e noi
neio que elle tem para chegar ao conbcci-
meulo da ll uec iildade ou nao?
o'e nao temos conBliica, cutio revogueinoi
todaieiia medida de confianca que ea.iie.u
forera uiai neceasarios. Oumta-iue que o go
verno lem mandado faier eatudos, orfainen-
f.ze7o^^i;men.-o--emt\o7o.-o; ^^ulZo"^ commercios ao mesmo lempo, conllanca, para esiaMIccImento de acude. )
Foram presos mullos Individuos; mss co- !eBlauaecriw,nui u.ua coosigoajao para que o
mo so achasae que e maior parte delles ti- govcr0. a vi,u daa iuforma;Oea quereceber de
libara em seu ibono soncOos lega s, foram ,eu, delegadas, eitabeleea oa acudes aonde
sollos, Ucando em custodia oreio que 83,
segundo me inforraam.
A sensato que causarle esls diligencia
he fcil de imaginar, mermen.e sttenden-
lo-se ao modo por que se exagerara lodas
s medidas da autoridsdeem laes ocessides
e no sertBo.
O delegado de polica entendeu que o me-
Ihor modo de o desvanecer consists em dar
por n3o feilo o recrutamento, exigindo a
soltura de 19 dos recrutados, pelo lorem
sido illegalmente.
O sgente, S vista desta ordem, e receioso
de que os quatro que reslaram fossem sollos
violentamente, os relsxou s todos ds pri-
sto.
Oucvdizer, sem que todsvis posssalllr-
ma-ln, que vista das insiruccnYs do juiz
de direito, o ofiloisl sgente do recrutamen-
to voltra do Patrocinio, onde se sebava
aquella sutoridade, e ae dirigiram ambos
para a Bagegem, afim de procederem a novo
recrutamento.
Conste-me que este negocio ji foi sub-
meltido ao oonhecimento do governo pro-
vincial. Qual foi a sus deoisfio, que provi-
dencias deu em ordem s resolver o conflicto
que appareceu entre o delegado e subdele-
gado, pois que o sgente procedeu, segun-
do meinformsm, em ludo e por tudo.de
combinscSo com este, nBo sei; mas fico em
que serlo as mais acertadas e alheias a
quaesquer oulras Infidencias que nSo sejam
as da razBo e da Justina.
(dem. )
{Carta particular.)
MINAMW'.IUKS.
Ooro-Preto, 2 deabril de 1853.
As ultimes noticias vindas da Bagagem
dao aquelle districto inteiramenle pacilics-
do. Os garlmpeiros intemaram-se pelo ser-
tBo com recelo ds punicBo, e porque espe-
ram al I i a presenta do chefe i',i polica. A
excitado succedeu o desanimo.
A f..rc.a j parti ellm de fazer perder sos
turbulentos a es.er.ncja de tentarem novos
desacate, se ainda estes do tal se lembras-
sem.
Tem de psrtir para all brevemente o en-
genheiro incumbido da demarcado dos ter-
renos diamantinos, o bem sssim o delegado
do inspector dos mesmos terrenos que aqui
se achava como j Ihes commuoiqut-h
A assembla piovinclal scha-se animada
das'melbores intenfOes, multo unida e de-
dicada, eresolvids a prestar i administra-
do todo oapoio de que poder dispr.
O primelro objecto de que tratou foi en-
derezar ao throno nma BlicilacBo pelos glo-
riosos resultados da inieivenclo brasileira
as complicadas qucslOes do Hio ds Prila.
A assembla nBo faz mais do que inter-
pretsr finlmenie os sentimentos da provin-
cia, quando se apreses em dsr tal pyso de
preferencia a ludo o mais, %
A gloria que s solucdo Ido rpida quinto
lisonjeira das quesiOes do Prala Irouxe ao
imperio, tem feito esquecer os oteresses de
dissencoes inleslinss. SSbosg'aodea resul-
tsdos que impressionam as raicis, e em
qua 1.tu dursr a memoria delles, a alteocSo
do paiz nBo poder! ser desviada por ques-
lOes raersmonte abstractas sem neiihum .1-
c.nee pera os interesses permanentes reaes
da socied.de. 'I 10111 .
_______ (Carfa particular-)
que incino quaudo nio fosse um objecto tao
sagrado, como be o de dar de beber a quem
tem sede, era anda aaaim neceaiarlo aaii.fa-
ter alguin tanto aquellei l.omeni, que lio
Pernanbucanoi, quo lem direito a nooaa aoli-
cilude, e au uoaso desvelo pela sua lorio e telo.
Estou bem penuadldo que esta aiiemblea
ba de aproveiiar eila occa.iao para dar uiu
le.iL-muiihu aoi babilantei do ifrlo, de que
arde em deiejoi de beneficla-loi, sobre lu-
do em ponto lio Importante para o sertao,
como he o dar de beber a quem lem sede.
Voto porlanto a favor da emenda do Sr.
Helio Reg.
RELACAO* DA DIVIDA PASS1VA DA THESOURAIUA DE FAZENDA PROVINCIAL DE PER-
V NAMBUCO. LIuUIDADA ATL' O DIA 15 DE ABItIL DE 185, A SaBEH :
Nomes e classes.
Instiuccio publica.
Pedro Joi Perclra dos Santol Alva-
renga
dem
dem
Amonio Jos de Souta
Jos rausl.no Marinho Falcan
Jianoel Franclico de Souta Peixe
Sonde publico.
Herdelroi de Miguel Joaqun: de Ar'
Soecorros ele benefleencuu
Ignacio Jos de Vascouoollol
Manoel da Costa Gomes
Roque Carlos de Aleucar Pelxoto.
dem
Antonio Coedelro F.lcao
Admlnlstraco geral de carldade
Francisco Carnciro de Andrade
De que procede a divida. Exercios. Importancia.
Orallficaclo.
>

Ordenado e graliheacao.

Sustento dos presos de Natarelb.
Dito do Pao d'Albo
Diio do Etu.
Dito dito
Dito delguarasi
Reparo da caa do boipital
Suitenlo doi preos de Psjtu
Cuo publico.
Joie LultTavarea
Aihanaiio Goncalves da Lu
Amoulo Vielra de Mello
dem
Semejo de Azevedo Campos
Joaquina Mauricio Wauderley
Herdelroa do padre J. E, L. Porequlto Gulaamenlo e fabrica
Fei.J Aurelio A. mand Form.ga .
Manoel Juaqulin da Silva Congrua, guiaamento e tabrlca
Manoel Uemente de Torrea Galllndo Guiiauauto c labrlca
Guliamento e fabrica
Congrua

Guiaamento e fabrica
Congrua
Cobionca 1 orrettdaclio. Manoel Rodrigues Mari
Porcentagera
dem m
dem a
dem
dem a
dem
dem
Joaquim Eduardo Pina
Ideas a
dem
dem
dem
dem
dem
J.'t Antonio Fernendei Vlanna a
dem a
dem
dem
idea
dem >
dem B
Ignacio de Torres Bandelra
Josc Victorino de Vasconcellol
Francisco dos Reis Mues Compeli a
dem a
Despeas eventuaes.
Jersnymo J. riuta de Olivelra
Anlonlo Franclaco Mariini
Delegado de Ourlcury
dem
Reediulcao de decima
Aluguel da caa que aervio de pri-
ao e quariel ao destacamento
de Banelroa
Dito dito ao deilacainento de Ou-
ilcuijr
1847 a 1848 3,058
1843 a 1848 oo.uoo
1819 a 1850 100.000
|8S a l4< 229,444
1819 a 1850 30,000
1850 a 1851 112,500 575,060
1850 a 1861 10,008

1148 a 1848 >28,4I0
1819 a IS60 1J.080
1848 a 1847 78.040
184? a 1848 165 06u
Uto a 1861 88.UV0
0 a 200,000
a es,72t 788,580
i'-1j a 1860 0,630
a a 13,811
IS48 a 1849 30,550
18.0 a 1860 91,50'
1830 a 1881 80,147
1848 a IS4S 57.000
1849 a 1868 21,JJ
IsaO a 1861 14,960
a a 10,217
1848 a 1849 168,26a
.860 a 1861 23.941 472,068
1843 a lili 8,001
1*44 a 1848 lu:.,. 1 '
IBU a .. JI 11
iSr. a 1857 41,121
1847 a 1848 2: i..
1848 a 1849 I3,0o5
1849 a 1860 21,8(0
1819 a 1844 3,001
1844 a 18(6 209 015
1846 a 1819 33.861
I81S a 1847 41,ue
1847 a 1148 27,161
I818 a 18.9 13,006
IS49 a 1150 22.86
1843 a IK44 2,081
1844 a 1846 139,470
1846 a 1848 22,! 4
1818 a I&47 a 1847 27.41
1848 IS.h'2
1848 a 1849 8,670
1849 a 1860 11,246
1848 a 1849 20,620
1849 a 1660 7,504
a 104,7o
1860 a 1851 79,492
1:146,07
184. a 1113 38,7011
i8< a 1850 101,667
Irmandadc de N. Sr.' do Llvramento' Dito do que lervlo de quariel ao
deaucamenlo da freguetla da
PERNAMBUC0
ASSEMBLA PROVINCIAL.
D1S URSO DO SR. MACIEL MOSTK1RO, PRO-
MJflClAUO NA MtAJ 1)K 14 l.n C0R-
RliNlii.
O Sr. Maciel Mcnfrira : Sr. presidente, nao
doaejaria proielar a dl.cuaiio do artigo, quo
rsi.i subjeilo i cansideM(io da caa ma. ou-
vi deuin meu collega e amigo lautas obeerva-
roes cu i. ira o eatabelecimento doi acudes, que
nao pude deixar de pedir a palavra; porque foi
sempre essejimmeu pensameoto favorito ; isto
be, icmpre julguel Decenario prover a essa
grave necestldade dos nonos aendeai e cu.no
as observaedes do nobre depulado, que, como
acaba de ser ponderado, he habitante do aer-
lio.eahiiem tarradas, devem merecer multo
peso nena caa, tanto ...ais quanto elle be lucu-
bro da oommlaiao de orco.neule, e em geral
tem eitudado a queitio doa acudes, aeguodo
parece, nsullo mellior que outro qualquer Jui-
co do meu dever observar ao nobre depntado,
que a luaoplnlao ei em lula abluala com 6.
tcjtemuohogeral daquellas localidades.... ]
L'm Sr. ilepuado : Lu nao sou contra OS
acudes, lalvet nao me etpllcaise bou..
QSr. Macitt Monteiro Se o nobre depu-
lado me permute, repetjrel os seui argumeo-
toi. e inoitrarel quo o nebre depuudo ae pro-
nuncioueootraoiacudeirAo nobre deputado
lio doi acudei be uma queiuw de 4eor e te
humanidade : eu entena, que o governo um
obrigacao de dar de beber a quem lau aede e
se e.u provado que em alguma parle da pro-
viada nio ha agua, eitaai.emWa e o governo
uao pode furlar-e, nio pode eaquivar-se ao
cumpriineulo desta obrlgacio.
A nueslo de eairada he uma questao de In-
dustria e de progreaao | loda essai jueildes ue
mclhoraineoios ...aier.aei e looaea aao quei-
(Aei damesaaa nalurea inaa a questao daa
acudei be urna queiuw de ecenidade, he uma
nueiiao do vida, ha uma questae ole humani-
dade he urna queotio de priuielra ordem;
cumria, poli, ao nobre depulado, que ie lean
ppoito a emenda, que quer eitabelecer oa
udei ; cn.nprla,dlg., mostrar que eaia Talla
d'agoa, que le allega exlitir no sertao, be uma
Varxea
Poro do Jardim Botnico
Dito dito
Dito Jilo
Dito dito
brnna Perpetua Dantas Seahorinba Aluguel da caa que serve de
, *~ r cadeia e quartei cus Nataroth
Dito do ftlo Formlo
Dito de Paje
Fr. Jos do Amor Divino Llus
Idea
Ideas
I.ourenco Jos da Silva
Maudfl Pereira da Silva
dem
Mauoel Ferreira Eicovar
Cmara municipal de tullida
Pedro Ribeiro da Silva
Idaaa
Florencio Domlogua* da Silva
Joaquim Ferreira de Azevedo
Somma total
Dito de [foasa Senbora do O'
Diii.no do capltn de planta
Aluguel de casa

Aluguel da caa que servio de
quartei em Paje
Dito dito e guaida da Ribelra
1848 a 1819 25,000
1849 a 1850 47,833
a a 41,883
847 a 1848 8 lio 1
1848 a 184 8,0 10
1849 a lHall 8,000
1850 a 1851 8,0.0
1846 a 1847 20,000
1850 a 841 144,000
18(9 a 1850 24,000
1860 a 1851 44,000
2,167
a B 61.9,333
1840 a 1850 48,t>on
1850 a 18&1 72,060
_ 10,000
a Res 3,733 1:323,808 4~il3,6l
Rccapitulacio da dinida.
mulo d ingritido doSr. Dr. Sahinooie
Sario Ludgero Pinno, medico homtBo.mh.
a cldido do Penedo, a quem do Rio iB s
Francisco e prosentemente capitalist ,
grande proprl$lirto'Dtsl humilde cid,iej0
Roclf-*, onde trata a todos de u proletaria
Vamos a elle.
OSr. Dr. Sabino, sihlndo da scideroia
medico crurglco ra Bihia, adoeceo gru.
mente, e tSo grave que estove, segundo t\\t
mesmo conts, ongido e sacramenti.io
esengansdo por todos os seus lentes qg>
morria, recorreu humildemente ao Sr, /iji,
Vicente Mar lint, que enlfio se achava n cj.
dade da Babia nmpenhado oa sua propaga.
da homoeopalbica.
NSo foi de balde este extremo recurio
porquoo Sr. Martina, sotevendo 11 _-! 1. u, 1
thlola da doutrino, que perlendia eepalhir
empenhou lodos os arcanos da sciencii,
salvou o misero allopatna, restitulndo lho
uma vida, que la agua abalxo pela' corrent
dos custicos, ssngri.se vomitorio), usr
Dr. Sabino foi aalvo, porque eslsvi qm,
mor.1, e nenhum outro recurso Ihe reslava
e salvou-o o Sr. J0S0 Vicente Martios, e saiJ
vando-lhe a vida, deu-lhe um oieio pin e|.
la, ensioanlo-lhe o segredo desse milagie
com que i* /s capitalista.
Pode haver um beneficio, que te possi
comparar a esse, queoSr. Dr. Sabino re ...
beo mmediatameule das mos do Sr. jui.
Vicente como Lasaro resuscitado das do re-
demptor do mundo ? Nio de ceito ; porqug
a vida be o primairo bem, e no 1 viit
como um futuro com ella, porque o Sr. Dr.
Sabino, que apenas teris sido um muiloor-
dinario medico ellopatha, sangrador de si-
go m hospital, arrola hoje scieucla, o chima-
se medico por excrtllei.cn, sem selembrir
.que ludo lato deve a generosa mi do Sr.
J0S0 Vicente Martios, que Ihe deo Irnos, bo-
tica, fons.'lh iS, n. fama.
O15J0 agora os leitores o pago que o Sr.
Dr. Sabino deu ao seu generoso bem fetor,
IJis ahi o facto tal e qual nos o referiramcoo
algumas oulras circumslancias mais quo
oinit irnos por desnecessarias. Indos casi
du Sr. Dr. Sabino umSr. de engenhod'aqui
pouco distante a consultal-oj aconleceo fi-
lar-seda homoeopalliia, e por cuosrqueocn
dos homceopatuas, que tinham maisreputi-
(9o, vindo ao caso fallar-so do Sr. Jo3o Vi-
cente Martina comoprimeiro medicoliomoso.
Iba do Brasil. BOca que tal dissesie .'
Ainda duvidamos do que nos disseram,
mas om Om forzoso he referir a resposti .10
-r.lir.Saluni),qiii; di/.em IV.ra a seguinlo: Joit
Vicente liarais dista tanta ie mim (dirigindo-
seao senhor do engenho) como o escravo mais
vil da sua fazenda dista do Sr. O Sr. de
engolillo corou, nSo se ssbe se de aojo, os
de vergonha, e reluou-se pira nio supoilir
essa fedoreola bsfoiada de amor pioprio,
ignorando lalvez quanto isto involvia de ne-
gra ingratidSo, pelo muito que o r. Sabino
dovia ao homem a quem rebaixava torpe-
mente,
0 Sr. Paula dlsse em oros de suas corres-
pondencias, que o Sr. Dr. Sabino Ihe voti-
va ogeriaa deade que tinha satvadu a espo-
sa do Sr. JoSo Vieira da Cunta contra as
predi,os do mesmo Sr. Sabino.
-OieoSr Dr. Sabino, que nio he miis-
ra< traftcanle, nem safado, nem sen verlo-
nha, nem palife, nem caleieiro, nem enckvga
pratos, nem quanto nome porco se acha no die-
cioaarto das regateiras e prostitutas .1-va res-
ponder a este ataque di.ecto, a este fado
vergonli. so para a infalibilidad de um jado
do oculos lixus. Respond! ." qual/ fet-sa
de moila, e leve raiio. Em laes ribaldsrias
be o Sr. Dr. Ssblno bom na brochi.
0 Sr. Dr. Sabino contra as regrss mais tri-
viaes da doutrina de Hanemamm, cosluma
fater appllcc,(5es externas qusodo recelta
uu d as suas oses homcopilbicas.
Um amigo oosao que o procurou,ea quera
encaixou por une panos na face sele ou oito
doies a 10,000 rs., aplicnu lambem uma cer-
ta pomada para esdegar sobre a parte em-
panada. O que lie certo no que os panos ahi
ficaram, mas o dinheiro foi-se, e o pad-
ceme recorreu a um iratameoloallopalluco,
m.ldisendo oSr. Dr. Sabino e a sua horneo-
pathia pura. Quem pois desacredita a ho-
rnos ipathia ? Dicanl Paduani.
O Sr. Dr. Sabino he o homem dos disten,
e agora estamos inclinados a crer nisiccu-
sa^Oes, que Ihe fe o Sr. Dr. Sarment por
occasiio da cura do fcxm. Sr. Bispo Dioce-
sano, do que se nao juslillcou o Sr. Dr. Sa-
bino. E como ousa aecusar ao Sr. Paula, e
degrada-lo a ponto de nflo poder curar,
quando em sus clnica esle Sr. nao apr-
senla nenhuma detsss monstruosidades, que
degradosla homceopelhia, e Ihe tiram loda
a preferencia sobre a escolla velba ? Oh!
OSr. Dr. Sabino he um medico de mos
chotas, maa de eabe;a muito vaiia ; e as-mi
devia ser, porque oeste mundo ludo he com-
pensa cjlo.
Provocamos so Sr. Dr. Ssbino pira que
aprsente um so fado do Sr. Paula para pro-
var que he incapaz de corar homceopalhi-
camente, em quanto d'aquelle Sr. ha factos
que deppOem contra a pureza de sua clnica
nomoeupelhica. O Sr. Dr. Sabino pode ser
ludo que quiser, tudo quanto elle mesmo
disser, meos homeopata pura, porque nun-
ca .loruiui mouro bom chrislAo. Estiraos
j tao prevenidos contra a sua inculcad* 011-
resa que temos na longs serie de factos pus
piovar-lhe com elles, que at agora s levo
vendido gato poi lei.re, e que nao pode mus
embar a esse oiijncAoJa qoem chama i|jno-
ranle, repintado ua suacadeira de espaldar
como o EsgauarellofeSiopo da Veiga.
Oa bem, Sr. Dr. Sabino, agora nao Im
questao entre allopathas, e homoeopatbii,
acousr niudade ligura.e convem Saber 18
sois booiceopalha ou traficante, homom de
verdsde ou frafonia, honesto ou palife, hon-
rada ou oaloteiro, briozo ou sem vtrgw*,
eu.liru se sois outra cuusa que nao se eche
no voseo proprio dicionanu das rogaleins.
Oihai bem, 8r. Dr. por cima doa vueaos ocu-
los, e vede seno vos espelais nessa trin-
cheira de apodos, que armssles para debel-
lar a um homem, que be muito mo agor,
e smente agora ; mas sabis porque 1 por-
que fore os vossos mesquinbos inleressos,
a vus reduz melado des voessi ffcifai ga-
nancias.
Cooiinuiremos

Ioitruc(io publica
Saude publica
Socorro! de beneBcencla
Culto publico
Cobraoca e arracadacao
Deapetai evenluaea
S75.O0O
10,00
786,580
471.086
1:146,079
1:811.868
4:313,591
a iheiourarla da fatenda provincial de Nrs>ae^ ^MjftJSL^
a provincial, 20 de abril de 18*2. iose P tafeo da BflHf, isntomo rramuco
Segunda iec;ao d
Paco d.aaarmble .
Venir* de Larvtlko. M. J. Caneiro des Cunka.
DIARIO fltfKBNAMBCOs,
RECIFE 4%llj| aVBRIL DE 1853.
Ho da II do carrente, pelas 8 hora! amela
da iiolte, ful a.sa.iln.do naff>voa(io de TiiiJ-
baulia Antonio Jvte&dsnariei, lubdelrgado da
incsina, por dou IMh-io!, que, ao apparecer
elle porta de u caaa, dispararaiu-lhe, a
aueima roupa,deru. tlroa, des quaes cabio lirs-
tnedialaueule laorlo.
K assembla cociuio hoje a segunda
diicussle de pnjje-to do orcaasento provin-
ditlios ao mesmo. Approvou em segunda
discussaoo projecto relativo ao calcame.to
Jas ras e em primeira os que autor si o
presidente a contratar a illuminasBO da 01-
dade deOI'nda, e oque marca o subsidio
dos deputados pioiinciaes oa futura legis-
"il'ordem do dia para a sessao'.legulnte
he a mesis que vinha para de hoje jomis a
primeira discussao dos projeelos ns. as
e27, __________^_.
Comniunicadu.
tal, aperevalo so so e rt. 6 que se Promettemus no ou*a i----
Muav. dUito, como diversos artigos ad- cado apreseotar um facto par. provarocu-
*. 01 Tcspoiiihiiicias.
Compadre e amigo./n primo loco ouani
omnfa ilrsejo-lhe saude dinheiro i'n mo.a'i"
quantttate, porque com dlnhelro tudo se
vence : pecunia obedtunt omnia, ou como di-
zem os Ingleses : monney commands all, 8
lambem os Preocezes : targent fatt tout.
A esie reepeilo conl-se ums engracada
uedocTrde LuizXII de Frinc. q" prcte"'
dendo guerrear o duque de Miao, pergun-
tava a Jaques Trivulce seu esforcado capi-
iao, que ptovisOS Iheeram neces6arias p-
ia a guerra, ao que elle promplmienlo res-
ponden do modo seguale : tres cousas se-
ohor e s tres cousas me sao absolutamente
necesssrias, e vem aer : a prlmein dinnei-
ro, a segunda dinheiro, a terceira dinbeiio .
froi chases aonl abioluptent necessaires, 11" <'
pondi Trivulce; savoir, prlmeiadelargim.
segunda de l'argent. tercoira de Cargcnt.
txcellente o acertada foi esla respost,
porque, com dinheiro se mantem os exor-
dios, com dinheiro se rompem as rnsis re-
forcadas linhas.com dinheiro se subornam
as sentioellis, e se aterram ss mus su
murslbas :


^r
E
Aurum per midi ir Salellllts.
1 prrrumpen amat faxa potentila.
Ictu fulmneo. ( Horciu. )
Dexm porem o diahelro que com elle
lodo 8m 0*4" cne,i
umostoque importe.
uuer vmc. sab r o que tem por eU praca
occorrido desde que d,lla ee suseulou. Ah i
meu compadre e eu viveise onJe Vmc. boje
habita* oudese cooiideri com raaRo :
Mui felii e venturozo,
Poque senle da cidade
Colhe ai tenras macacheirea
Da aut mimosa herdade,
oor cerlo que me nao imporUrie com cou-
sa alRuma que nSo fosse lavouri, mas como
he eass aut vonUde, eu vou selisfaze-lo.
O Paladn, depoi de Ihe teretn quebrado
o escudo elense, deu flm eua missSo,
mas regalou-sede deacompor o mundo in-
leiro. O Diario Novo, que ettava entinado la
para ai oerMs onde u-vendt ni branca
rila e oufat adictos, ludo por prego com-
podo (jase sebe ), reappareceu, e com tal
sana que nao poupou o Vctor presidente
queacabou, e ja vaisulTrlvelmente zurzmdo
ollibeiro preeidenle actual. A Imprenta (pa-
pel ), o Argot e o Echo, anda se aquecem a
luz do die. A Vnito, que pareca estar desu-
nida, pode juntaros seua fragmentos e ji
corre pelas luasdesta cidad*. carregada a-
morosamente us bacos do Torre'. O Dia-
rio Novo, a Imprenta, o Argot, e o Echo pro-
claman, lotit tribus a constltuinte ; mas a
Unido-cumviribM et armit repelle esse idea
do conslitumte, por ferir de frente a cons-
tituigo. I. se havenham elles, compre,
con as suas consliluintese constituigOas.
Para Vmc. formar melbor ideia dos dife-
rentes principios polilioos que representam
es-as folbas, remetto-lhe slgumas cullec-
eSes para seu entcelenimento.
Incluso tambera Ihe envo um rolheto
pouco publicado ; he pequeo, he verdad .
oas ests C'ieio deeiudigao. UMe follleto,
compadre, nfio he mais, nem menos do que
um tratado das lingoas, Isto he, o modo
urlico e econmico de fazer a pore em
pouco lempo mais de trinta mil difirenos
guiados, ou peliscos de ungas. On si a,
inulto deve a humanidades esse grande ho-
rnea) eulor desse rolheto! A nSo ser elle,
Diorreriamos condemuados s comer smen-
te, lingos guiza la. Vita pois o piateleiro das
lingoas ; viv !
App.receu um hornera sem nomo, que
diz o a (Turna, que possue, porque|achou, um
lirro, quetom por lil ujues-escripto no seculo XV e que uelle se
encontrara os versos de cento e cincoentae
cinto poetas. O echado, com effeiio, lie
grandioso, mas o que mais admiro, compa-
dre, lie a Huta com que fol escripto e-se li-
vro, porque desde o seculo XV, sle hoje,
anda conserver-se e em estado de lur-se, he
eui verdade cousa maravilliosa I
A proposito de versos, ha agora por aqu
urna sucia de rapazes riraadores que, bara-
ustando pelas ruase beccos da cidade, lu-
do tropellSo, e atordoam tudo.e a todos
om as suas poesas, que, exceptuadas si-
gua) as,
Quasi todas slo furladaa
De CamOes, oncalves Das,
I-. de (imillas poesas
Pode ni elles copiar
Para suas Ibes chamar.
Embirro meu bnm compadre
Com cousa que cheira a vea,
Ser poeta de m3o cheia
A lodos nunca fui dado
Dtsloestou cerulicado.
Mas aqu na nona trra
lia multa gente rimante,
Qualquer menino eatudante
l'.z logo a aua cousinha
Id c.si, a sua glosinha.
Mas isto sim, no admira,
Porque por li n silo rapazes
(Jim de ludo sin capazeS i
Causa dii v.r barbatoes
TSocasaiurros bcstalhdes.
Um d'esses vates conhego,
Cojo norne acaba emujo,
Plagiansta o mais sujo
Que meus olhos lem de ver :
Taes versos no queira ler.
E v5o assim trovando froleiras
Das prosas as mais rudes, mais grosseiras,
Excitando cora tanto prejuizo
Em uns lastima, ero oulros multo riso.
A ordem do da compadre, o que hoje oc-
cupa as baixas e altas intelligencias he o
thealro. A assembla provincial, que agora
discute a lei do ornamento, consigna 8 con-
loa de ris de prestagao para o thealro de S
Izabel. Esta qunotia compadre, a meu ver he
ISu nsiguilicante, que importara o asesino
que fecba-loj porque ninguem soabalao-
car a tomar a empreza daquelle tnealro
com to mdica prealagao ; e quando hje,
crea Vmc. que lie muito simples, e tem uo-
cessarieaienle de perder, por nao coniiecer
das enormes despezas que faz um Ihealro,
e das vicisitudes que elle esta sujeito.
Mas, alguem ha que diz. que quando nao
baja algum particular que queira lomara
eroprez-, o governo nUo lomara couta del-
la. Esta medida ja fol adoptada pelo gqver-
no geral no llio de Janeiro, mas por propna
oxperiencia to elle a improlicuidade desse
meio, tornando a reverte-la ao Joo Cae-
tano.
NSo havendo, pois quem tome a empreza
do thealro, e sendo isnprulicua a medida, se
oguvemoa tomarsobre si, claro liea que
lera neceasen, mente de fe,.har-8i o mea-
Iro, em grave detrimento do publico que o
rnquenta } que tere de ver delriorado pelo
cupim o thealro naia liado do Brasil, que
leve principio em lempo da patritica ad-
ministracHo do ExeJ. bario da Boa-Visla.
A indillereoga, compadre, que temos moa
Irado em ludo quenlo he de publico inte-
resse, nos tem levado a esle esbdo msras-
malico, e de quasi rebsixemento a que le-
iuus chegado, avista dos paizes civilisados,
que nos contemplam romo um pequeo
ponto perdido no horizonte. Esse in nffe-
reotissirao, que ludo tem avassaiado, la fui,
com seu balito pestfero atacar o nosso no-
vo c bello llieatro, que est por elle con-
dcmiiaiioa urna niorle prematura. Eu Ihe
provare, compadre, a sem rasao, a injusli
ca mes .no daquelles que se mostrara indif-
ferenles ao theatro, e dos que at Ihe ne-
gara, ou nao Ihe querem dar esa as mesmos
8 contos de ris. Cunfesso que este sssurnp-
loh. para a micha tosca inlelligencja dal-
la mouli, porque borneue os mais elevados
cm conhriraentos delle se lera oceupado
mas fare o que poder.
e remotas pocas as pessoas ";
nemes era swetciae virlude presUtam eos
theatios o sen poderoso faumento, coiisb-
graudo-lhe os teus esfor.os e vigilia, aam
de conseguirem'o seu melhoramento o pros-
perid.de, coitos da urgeulissima oecess -
dada da sua conservacBo, coaao meto o mais
enicaz de conduzir o povo firtude ; por:
quea rasfio deste he 13o limitada, que su
pode aer guiada e vencida pelos meios que
se offereoem aos seus sentido, ben <"o
sSo ss represeotacoes theatraes, que sao a
verdadeir* escola do poro.
Dislrahir a populacSo, por meio de d-
,veralraBntoT pblicos, fol iemnro o princi-
pal cuidado dos' mais profundos polticos
Entre, ellesyaum que merece muitoa reapei-
Ipssssim sd exprime :
A UMteA-desordeoando oa humores al-
tera a saude assim tarabem a respeito dos
costumes ella* pode causar muitas desor-
dens, e transtornar o aystema poltico, e be
por isso que he milito e muito conveoient"
conservar o povo alegre, e que o melhor
meio he darlno divertimentos pblicos, co-
mo sSo os espeetseulos theatraei.
e Alin deque, continua anda o mesmo
autor, sendo corto que a valdade frequen-
temenle consegue dos homens o que talvez
a rasSo nflo podera obter, osle ciume, de
que ella nBo se pode despojar, fomenta con-
tinuamente um cerlo desejo de vencer, que
oa anima, e transporta alm dassuaa ira-
quezas nalurses. Donde vem que a gloria,
que algum oulro recebe por ter feto em pu-
blico alguma icqSo lomavel. e a nsrragBo
brilhante das f irtudea daquelles, que j* no
exiatera, nos do aempra alguma preaumlda
crenpe de que nos somos espazes de razer
oulro tanto a
Esta presumpcBose converte em inve-
ja.que tendo mala de omulacBodoquede
malignUade, produz em nos um nubie de-
sejo de adquerr a honra, que nSo podemos
negar aos outrs, e este mesmo des-jo de
osimilar noa da coragem para emprehen-
der os melos, que conduzem a esse llm a
Duvidar, compadre, destes aSos princi-
pios, he relrogalar grosseiamente da es-
trada do progreasoj reeonhecer estas verda-
des, e nao propila-hs, porsistindo no mais
absurdo ealoiscismo, ha zombar do povo,
he querer fazer delle urna pedra bruta, ap-
ta la o smente a tomar, a conOguraijao e
forma que Ihe quzer dar a mBo rtaira dos
inlereceiroa. E isto no soculo XIX11 Vade
ret'O, Solanas I
theatro leve ssmpre grsnde peso na lia -
hnea poltica de lodosos lempo, a prova
esta nesses mais clebres theatro da anli-
guidsde, cumosejam osdeSegesto, Syra-
cusa e Agyriun na Sicilia, os de Corintho,
Sparts, Kpldauroo MegalopoltS na Grecia.
Ka Italia, alm de outros, os de llercula-
num, Pompea, Iguvium, Pola e Anuum, os
de Cornelio e Mareello, podendo este ultimo
conler ,000 pessoas.
Os modernos reconhecendo a mcsfla in-
fluencia e necessidade, aeguindo o exemplo
dos anligos, lambem edilicaram esses thea-
tros mommentosos de sua apurada cilisa-
pfio. La esta era aples odeS. Cirios, o
de Brdeos, o theatro franca bti Pars, o da
Porta de S. Martiuho, e os das Variedades, o
deMiao, o deTurim, e mullos outros ce-
lebres pela sua grandaza e raagiiiliceucia.
A'visla pois do que levo dito, pareceque
devotera presumpe,90 de resumidamente
ter provado a absoluta necessidade da con-
servado dos theatros, e a falta de gosto da-
quelles que se mostrara indilTerentes a elles.
Mas, para glora desla muilo heroica pro-
viucia, compad.e, o Cicero llrasileiro, o
Exm. Sr. conelheiro Maciel Monteiro, on-
Ue outros oradores, era um histrico eelo-
quentissimo improviso provou magists-
menle a neers-idade dis represrnt.tOes
Iheitraes, e a sua influ.ncia sobre os cos-
tumes, e sobre as lettras. Honra e gloria
ao Exm. Sr. Maciel Monteiro.
Consta pela bocea pequen quo querem
lrar a direccao do theatro ao Germno, e a
rs8o que ilguem da para islo be, que o
lempo tm mostrado que n8o no convenien-
te que um arlista que representa seja direc-
tor.
NSo posso, compadro, n3o posso ouvir
tal; ao contrajo sab?-se que Taima f por
vezes director dos theatroa francezes. Mi-
demoislle Mar foi igualmente directora.
No Rio de Janeiro quan lo o governo largou
de mSo a emprrs i e direc?Bo do thealro, en-
trego u a ao actor JoJo Ctetano.
He venia le que em cerlo le cao do theatro do llio foi entregue o Ro-
raeiro, e n'outra occisiao una aasociacao
particular de n'gociontes; mas ainda as-
atra a experiencia mostrou a meama impioli-
cuidade, e a directo tornou e ser entregue
ao Jo lo Csetano.
Conta finalmente, meu compadre, que
o Germano enderecou um requerimento a
assembla provincial, pe lindo a indemuisa-
cBo da prestac.80 do Ihealro e do sou orde-
nado. Dizem uns que nBo se deve pagir,
porque elle nao deu asqualro represeuti-
cOos mensaes, como Ihe esta ordenado no
seu contracto; dizem oulros, poien, que
se Ihe duve pagr por nSo Ir sido elle a
causa, em mesmo Indirectamente, de nSo
daressis quatrojepresenlacOes. E cora ef-
feto, compadre, eu assenlu que o Germa-
no deve receber esse dinheiro, tanto mus
quanto oscisos impre.ilos o3o se podem
prevenir; quero duer, como po lena o Cer-
n-no cumprir nessa parte o seu contrato,
faltando Ihe a pnmeira dama que se ausen-
lou, quando menos se esperara, clandei-
linamene ? Mas mesmo assim o inratigive
director do thealro de Santa Isibel na defi-
ciencia absoluta de muios, invida todos os
seus esforcos o scust de penosos s crili-
cos, levo s felicidaJe de escripiurar a instg
ne artista, a Sr. U. Maria Leopoldina, pro
van lo com esle acto o zelo ardenle que nu-
tra de cumprir religiosamente o seu ceir-
lo, provando lambem a impos-ibilidadeem
que entao esteva de ter dado as quatro re-
presentaces mensaes.
Mas, compsdre, he tal o conceito que as
pessoas s-nsatas formara do carcter jsti-
ceiro ephilantropo de cada um dos mern-
hr..s da assembla, que esperam, o com f
robasla, que oiodaixarao de mandar pa-
gar esses atrasados a aquolle que por Untos
titulo merec* a geral sympainia das pes-
so..s mais dislinctis, e do publico-
iias'.i, compadre; muitas outras cousas
tena a dizer-lhe, mas esta carta ja val mul-
lo extensa.
Adeos. etoutravez
Lembrauga a D. Ignei.
Seu compadra e amigo
Recife, 16 de abril de 18Si.
3"
la le 41
pal, provam eiuberantemeata que nto paetoa le & Cornpanhit ; sendo
com lit trafleanclaa, e traflennoa de alguna vre de direito ao arrematante.
trremitaoBo] li
iivernelro, doi quae eataino todoa oa dlaa
sendo victimas. a
Nao ledo relacflea de amlaade com osr. ni-
cal,-nem tur (aao delaarei de ooufeaaar que
ello acaba, e Dfeaur un relevante serl(o ao
povo, em nomiaoSoal*lhe pee* aue nao re-
asuana carrelra" AWlfaafvqus Cada vea mil e
lomar* dlano.de ocenpar o rhgar quf aierc.
.....____. 1....K..I nll
Alfandega dePernambueo, ai de abril de
1852.O inspector interino,
lenlo Jos Fernandes Barros.
Declara; oes.
Pela rep.rtiffio da polica se faz pu
'l>rniiarDdoeata,Sr redaeturaallanibeuinao 1 hllco, (ara coiihrclmento de quem perlnn
deliarel passar desaperqeBIdo 6 proOedimenlo
do ,-vr. fiscal, no da se|(ulnle, ao em que leve
lugar aquella liilfaccao, aurpren leodo um
Brande garapo ajue oo cae do Ramos tem um
tal Lult Marques, e*aoude ae einbriagam mul-
los pretos que vJoa mandado deaeus aenhorea.
Shn, o Sr. fiscal all encoutrou a realldade do
facto, a punl-o locootineote.
Teoho sido um pouco eilenso, mala do que
Sreiendi.i; porm,confiando na ana boodade.
r. redactor, espero que dar publlcldade es-
las linh.s do seu constante leltor.
W.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIFE 29 DE ABRIL AS
i Htm AS DA TAIIDE. '
coTifflssorriciais.
Descont de lotras: de mezes 7|8 p. c.
ao mez.
ALFANDEGA.
RendimentO do dia 22 15:938,477
Dttearreoa hoje a$ de abril.
Barca sarda Afronto I. mercadorias,
CONaUl.ADO GEKAL.
Rendimento do dia 1 a 21.
dem do dia 92 ,
?9.020,292
2.891,330
5t.8M.622
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dial a 21..
dem do dia 82.......
3.101,605
17,17
3:476,762
Exportaco.
Ceara hiato Ligeiro, de 78 tonelada con-
duiio oseguinle: 28 barr vinho, 2 ditos
vinagre,1 sacca cum Uvas, 2 fardo madapo-
Iflo. I5caixs fazenlas, 25 barricas fann
de trigo, 2 barris azeile doce, 50 garra roes
v-zios, 10 harria holaxiitua, 6 frasqueirss
com genebra, I csixa canalla, t dila papel,
50 barricas fariuha de trigo, 10 caixas tra-
ques, 10 caixa com chit.s, 15 pacotes fazen-
das, 3 fardos e 2 pacotes rnada, o -, 4 far-
dos o 5 caixis fszendas, 2 firdos algolSo, 9
Caitas rassas, t fardo bael, II caixa chi-
tas e mais fazenlas, 2 pacotes fazenlas, 1
pe; estoupa, 4 caixas miu lezas o louca, 2
pianno, 4 caixis fazendas, 2 pacotes mada-
poiao, t caixa louca, I dila faz "li la, I dila
Cera, 3 caixas e 4 fardos la/. zas, 2 pacotes papeiBo, um embrulho papel,
10 caixas fazeudas e miudazas, 40 barricas
f.rmha de tngo,5 caixas traques, 2 banica
serreja,! caixa 1 serpentina,! barr vinho,3
barrisonchadas,! embrulho paz de frro.l cai-
xa diversas fazondas.l dita miudezas,lbarri-
ca graixa, t embrulho paz de ferro, 17 Cai-
xas fazendss e miudezas. 9 duzias paz, 4 cai-
xas traque, t barrica ferragens, 2 caixOes
armas de fogo. 1 cuntile limas, 6 chapas de
fug.1i), 6 caixas miu to/. is e drogas, I botija
oleo.15 caixas chitas,-2 fundos de alamoique,
4 talos de cobre, loo caixas sabBo, t caixa
fugo do sr, 9 feixos de (leas do mesmo, 11
varanda de ferro, t fundo de alambique,
2 temos de laxos, 1 caixs violas e guitarras,
1 pipa espirito de viouo 1 sacco cora
colla.
Liverpool galera ingleza Linda, de 554 to-
neladas, conduzio o segumte : t200 saceos
cora 6000 arrobas de assucar mascarado ,
1609 saccas com 8814 arrobas e 27 libras de
algodBo.
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PEKNAMBUCO.
Rendimento*dodia22..... 394,486
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 22. 1:471,916
Muvimeuto do porto.
Nnviot entrados no dia 22.
Mar Pacifico lando sabido de New Bedford -
ha 36 mezes, galera americana Copia, ca-
pilBoC. Juvel, carga azeile de peixe.
Veio a este porto refrescar e seguo para,
Ne\v Bedford.
RodeJineiro-25dias, patacho brasleiro
Nyclheroy, de 154 tooeladas, capitBo Joa-
qira Jjrge Gonfalves, equipagem 10, em
lasiro ; a ordem. Passageiros, Francisco
Luiz da Silva, Floranno Maooel da Victo-
ria e 1 escrava a entregar.
Naviot tahidot no ntetto dia.
Canalbrigue ingljz Susan, capilSo II. VV.
Purchas, carga assucar.
Livernpol galora ingleza Linda, capilSo
Daniel Creen, carga assucar e algoJBo.
Passageiros Edua.-d Heury James Fox e
sua familia, e W. Youle.
EDITAES.

Senhore redactorea. Tendo o Sr. flical da
freguetia de Sanio Antonio, em eierclo, acaba-
do de faier efieclivo um doa arllgoa das postu-
ras iDuoicipaes, que alias mullo nos dti respel-
to, e ae bem que o mesmo Sr. fiscal nao hiesse
mala do que cuissprlrcoin o aeu deyer, lod.via
tal tem aldo o desuso em que tem aeinpre per-
manecido o tal artigo daa poattiras. que lodu-
iio-me a trajar estas liubas. e sim .ocoiumo-
dar o seu bem conceituado jornal.
Dirletodo-ae no da 18 do correle, um Dar-
cacelro taveroa da ra do Raogel, de um 1*1
Joao Baplala, cmprala all quairo libias de
aabSo maa desconfiando o comprador da
Ineaciidio do peso, levo de verificar, e conre-
rlodo, reconhecen que bavla coasprado Ires II-
braa e urna quaru por quatro. A vala do que
tlrlglo-ae o comprador a caaa doSr. bacal, a
quem repreaenlou o logio que acab*va de aul-
fret: o 8r. Macal, que aaguodo leohosldoln-
lormado, lem-ae mostrad* lelos no cumpri-
rneiuo de aeus deveres, iiuiaedlaUmeiiie dlrl-
gio-sc a Indicada Uverua, acompaohado de per
aoas, e depola de obier a coolissaodo laveraet
ro, que nnha sido elle o proprlo vendedor do
genero em quesio, que aeaaa occaslo Ihe lora
apresaalado, lambem encoolrou o mesuro fis-
cal doua ternoa de peaos, um aferido e ouiro
sem o eaiar o eme conferenciado, folecouhe-
cido aohar-ee elle falsificado ; em vlrlodc do
que, faunas o Sr. fiscal lavrar o lermo de In-
Vaccao, rrqulalioa a prlaao do lofracla* que
for iiiiuiediatauente e'ectuada,
A acUvIdade e selo coa que eaae empregado
ae apresentlra para bem e fielmente cumprir
aa funcfOca qu lbe confiara a cmara inuulcl-
cer, que na calis da cldads de Golanna
acha-ae reoolhido um pre'o de nomo Jna-
quim, escraro de D. Francisca, moradora
no Rio Formnio, segn lo consta de ollloio
do delegado d'aquelle tormo, sob a data de
4 do eorrrnte. Secretaria Oa polica de
l'erluimhuen, 91 da abril de 1859. Anlearo
Jote de l'rtilat, prlmeir smanuenie.
-'- Da ordem do lilm. Sr. director geral ds
instruc(Bo publica fac,o stber, que achando-
se vaga a cadeira de nisirncc.lo elementar
Uo primi'irn grao de Serra Teinada, S Exo.
o Sr. prnaidenle di provincia a mandou pdr
a concurso com o praso marcado al o da 2
do prximo vindouro mez dejunho.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
57. recita da assignatura.
SAmuno, *4 Dli ABRIL DB l85a.
Depois da exeeu(9o ds urna brllhaote ou-
vertura, pela orcliestra, sob a direccHodo
hbil pcofessor o Sr. Theodoro Oralo, re-
preseolsra a companhia nacional, o mages-
loso e rnuitoappiaudido drama em 4 actos :
Jo-inna de Flandies.
No fin do pnmeiro aclo a senhora Linda
executara o oxcellente rond da opera 1.
Lo m bit di do maestro Verdi.
No lira do drama tambera a senhora Lan
da cantara a muilo bella o sempre applau-
di la cavatina da opera lv nani.
Turniinari o espectculo com i
graciosa farca
O rulot' engaaado,
Comefar as 8 hons.
Os in imites acbam-sea vend no lugar do
costana.
THEATRO DE iPOLLO.
SABBano, a^ de abril de i85a.
RECITA EXTRAORDINARIA
m lieneftcio do actor
Jos da Silva Itelt.
Subir* k scena o drama em 3 actos tndu-
zido do hespaohol pelo Sr. A. F. de Cis-
tilho.
Us tres ltimos das de um sen-
tenciado.
Segnir-se-hs o novo dnma em 1 icio
Crime e mysterio.
Achando-me desligado do theatro de San-
ts-lzabel, o tendo de seguir viagem no prin-
cipio do prximo mez para o Rio de Janeiro,
entend que n9o devia retirar-me desta pro-
vincia, onde tilo sinceramente fui acolhido
e obsequiado sem urna voz ao monos appa-
recer na scena aos meus amigos e iB"eic.oa-
doa e como para taojualo lira, alguns col
legas do thealro de Apollo so prestassem
promplameate como irniBos, nSo duvidei
um instante por em pratica o meu pensa-
mento, o qual espero seja applaudido pelas
pesseasdobom senso, que jamis se envol-
vera oasentrigas dos dilTerentes bsslidores.
Agradefo pois antocipadamente aos meus
alTeigoados e protectoro, que se dignaren)
honrar-meo beneficio; assim como agrade-
co a lodoi os meus collegs, que despidos
do torpo egosmo, se promplificaram se.ii
repugnancia a auxiliar-me em 13o justo in-
tento.
Os bilhelesacham-se em osa dobenell-
ciado na run das Trincheiras n. 17, e no
Iheatro no dia do espectculo.
No flm do drama o beneficiado ira agra-
decer pelos camarotes, e os Srs. do cideira
que quzerem Tazer o favor depoupar-lhe
trsbalho, visto a brevdde de sua viagem-
polem procora-lo noseu camarim nos n-
lerva-los dos actos.
Principiara as 8 horas.
mm=*Bat*&BB&&Bim- '
Frans co de Souza Trivauo, cidadS
brasleiro, val pira Lisboa tratar de sua
saude.
Na ra do Hondego n. 119, lava-se e
engomraa-si ropa ds homem, comassaio,
mais berilo do que em outn qualquer
pule.
O profeisor Vicente Firreln da Crui
decliri, quecontlni l ler seu procurador,
pin reerber di theionnria provincial os
soua ordenados, o Sr. Jos Morelra Lopes,
pan cujo flm pasiou dui procurarles, urae
que termina em SOdelunho prximo futu-
ro, eoulra que principia no 1. de Julho
prximo futuro, e acaba em 30 de, junho
da 1843.
Baltar & Olivnlra embarcam pira o Rio
de Janeiro, a sua escrava Joaqun!, creoula.
Todas ai pessoai que tflrem coolaa
com Antonio Jos da Coala Plnheiro, quei-
ra m ler a honda lu de as spresentar ateo
da 95 docorreote, ero casa doabaixoas-
sigua lo, para serent legslisadas e tralar-se
da melhor forma do pagamento.
Franco Vieira de Helio embarca pin n
Rio de Janeiro, o sou escnvo creoulu, de
nomo Nicolao.
Fernando Jos di Rochi Pinto embirce
para o II m do Janeiro, o seus osera vos, JoBo,
Benedicto, e Faustino, oreouloi; Josepbi,
de nacao.
Precisa-so fallar ao cidado prestante,
Arsenio de tal, que em novambro do anuo
Avisos martimos.
O Illm. Sr. olDcial-maior servindo de
Inspector da thesourarla da fazenda provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 30 do corre-
te, manda faznr publico, que nos das 11,
1*0.1:1 de miioj prximo vindouro, ir a
praca para ser arrematado, perante o tribu-
nal administrativo da mesraa tlicsou -aria a
quem por menos fizer setenta e dnas grades
de ferro para as Janellas.da casa de delen.io,
pelo preco de 130 rs. a libia.
A rrciiiaUcilo sera feila na forma dos ar-
ligos 24 e 27 da lei provincial n. 888 del 17
de maio de 1851, e sob ss cfausulas espe-
ciaesabaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem s esta ar-
reraalacRocornpare(am na sala das sessfies
do mesmo tribunal, nos das scima men-
cionados pelo meio-dia, competentemente
habilitadas.
. E pan constar se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretarle da thesourarla da fazenda pro-
vincial de Pernaoibuco 21 de abril de
1852.
0 secretario,
Antonio Ferrera d'Annunciai;So.
CiWstila.s npectaet da arrematacao.
I." Todas as grades serfio feitas decon-
formidade como expostb no ornamento e
djsenho junto, ocio preco de 130 rs. por
libra.
2." O mesmo arrematante sra obrigado
a a presentar dentro do cinco .lias urna daa
grades prompla, ano praw de cinco mezes
eslarBo lodis uromplas e entregues, coa
tado o prazo da data da arrematacao
3." O pagamento ser feto em tres pres-
tacOcs igua-s, e da n.aneira s gtiinto : a pn-
meira quando e quatro grades, a segunda quando estivo1 em
entregues qu.renta e oito, e a lerceira quan-
do eaurerem ludas concluidla e entregues.
4.a O ferro empregado na cunstrucclo
destas grades sera lifflpo de qualquer defei-
to, e do de melhor qoalida-ie que se costu-
ras empregar geralmaute. nestas obras.
S.m Para lu Jo o mais que n8o esliver es-
pecificado as presentes clauzulas segur-
se-ha o que determina a le provincial n.
286,-Couforme. O secretario,
A. F. d'Aiinonciacao.
Pela inspectora di alian lega se iiz
publico que no dia 27 do correte depois do
meio dia, se hilo de arre natar em basta pu -
blica A porta da repartlcao, 71 pesjasde chi-
ta com avsria.no valor de 800 rs. cada ums;
ibaudoMitos pelos direloi por Deine You-
--Sahepiri Lisboa a 4 de mao a barca
portugueza Ligeira de que hecapitao Anto-
nio Joaqutm Rovingues, para o reslp da car-
ga ou paaaageiros Uati-se com F,S. Rabel lo r
lho, ou com o mesmo capitao, na pra;a do
coininercio ou a bordo.
Para o Aio de Janeiro sahir em poucos
das o briguo Audaz, capil8o Antonio Ricar-
do Ferreira oares ; o qual tem excellente
commodos para passageiros, e lambem
para escravos ; os perteudentes polern tra-
tar com aquello capil3o, ou con os consig-
n.it .los Amorim ii Irmaus : OS rui di Cruz
na. | *
Leillt.
-- O correlor Miguel Carneiro, fara leilBo
no dia sexta fera, 23 doeorrente, as 10 ho-
ras da msnliaa, no su irmizem, na ra do
frauihen 12, do diversos trastes nofos e
usados, um halcSo de amsr. lio proprio pa-
ra escriptoro, um piano ingloz, muilo em
couta, ricos quadros com estampas, corti-
nados com guarnieres doursdas pa a sala,
relogios para cima de mesa, correles de
ouro para relogio, vasos de maro-ore e ala-
bastro, proprioapara adornos de sala o Jar-
.lim, livros historeos, lustres, candleiros e
oulros muilos objeolos; assim como ao
meio di em ponto ira a Icililo urna por(Bo
degarrafOes cora sevadinha e sal refinado,
6 lies barricas com phoaohoros em palitos.
Avisos diversos.
Sabbado, 24 do crrante, perante o Dr.
juiz municipal da segunda vara, e com ex-
ercicio no civel, se ha de arrematar por ser
a ult'ma praca, a casa terrea n. 40, sita na
ra da Praia de Santa Rita, avaliada em 800/
rs., por execucBo de Fraocisco Jos da Silva
Araujo, contra'Francisco Antonio de Miran-
da a sua inuliier, escrivilo Molla.
Lotera do 111 o de Janeiro.
CASA FELIZ.
O vendedor de bilhetes dos Quatro Cantoa
da ra do Queimadu n 20, roga as pessoas
que possuirem os seguintes bilhetes e cau-
telas, que veuham receber os premios, que
I lie sahiram, osquaes se pagam sem dea-
cont algum: da 23.' lotera do Ihealro da
S. Pedro nmeros 1*87 l-.OOO.OOO rs., 539-2
200 000 rs., 2467 100.000 rs 3380 100,000
rs. ; 30 lotera do Meato PO. 1988 2.000,000
rs., 853 200,000 rs., 871 200,000 r. 897
100,000 rs.; e de 40,000 rs. os nmeros 3497,
3500. 5809, 3065, 4156, 3007 e 5305. Na mes-
ma ioja se achara a venda os felizes hlelos,
meios e cautelas da 24.' lotera do theatro
deS. Pedro, cuja lista chega no primeiro
vapor.
0 Sr. J. L. O. J., queira mandar pa-
gar quanto antes, na ra do Vigario, um va-
le da quantia de 13,000 rs., que Vmc. he de-
vedor desde 28 de aguato de 1848, do con-
traro lera de ver o seu norne por estenso
neite Diario.
prximo passauo, foi enviado do engenbo
Tab, para o de P'ratine, ou Paulsla, a vista
do que haja oSr. JoBo de S Cavaloanti e
Albuquerque, de decarar o lugar certo, on-
de ae acna o dito Arsenio,
I)a-sedinheiro apremio em pequeas
porcOes, de 10J,000 rs. para sima, sobre pe
nhoras de ouro : na ra do Cabugi n. 3.
Arsenio F. di Silva Jnior, tendp-se
retirado para a Italia, e nao tendo lempo de
se despedir de lodos os seus amigos e das
mais pessoas relacionadla com la familia,
o fsz por meio do preiente, olTarecendo seu
pouco presumo em Romi, londe tenciona
residir por aliona annos.
C. Itud Fmka, retira-se pin Babia.
I'recisa-so Je umi ama, quesaibaco-
xinhsr o Diarlo de urna casa de pouca fami-
lia, para um sitio no Arraial : na travessa da
ra do Vigario n. 1, loja de barbeiro.
I'revine-se ao seuhor, que deu desca-
minhoanma caxorrioba d'agoa, do a man-
dar entregar a seu dono, cerlo de que nao o
fazendo ter o desgoslo de ver seu norne
neste jornal, al fazer entrega do que nunca
Ihe perlenneu.
-- No dia quarta feira, 21 do corrente mez
de abril, as 7 horas do dia, ausentou-se da
casa de seu seuhor o mulato Thomaz, de 20
a 22annos do idad, cabellos alguma cousa
crespos, boui ollicial demarcinclrn, tam-
bera trabalh de sapateiro, costuma andar
calca lu, he baxo, grosso, cara redonda,
bem parecido e gosla de andar sempre lim-
po, com calsi de casimiri de cor e prela, ja-
queta prela, chapeo de massa preto, costu-
ma andar de sucia com outros, he fumador
de charuto, este mulato he bastante astu-
cioso, ji fez urna fgida em um navio ame-
ricano e fni a America ingleza serrinoo de
manijo, o correu diversas torras : por isso,
roga-so todos os capitaes de navio o
cuidado de o nBo acceilareni, assim como
meslres de barcassa e os seohores guar-
das de registro que pode sabir como
passageiro forro assim como qualquer
mest'e marciueiro, onde elle fr tra'balnar;
cspitSes de campo, autoridades policiaes,
ou mais pessoas do povo, peguera-no e l-
vem-no a seu senhor Francisco Cavalcauti
de Albuquerque, quesera recompensado,
na ra do Livrainento n. 14; este mulato foi
escravo do Sr.* D. Antonia Florinda Pessoa
de Mello, viuva do teoenle coronel Jos do
Reg Barros.
O abaixo assignado, avisa ao reipeitavel
publico, que estando era ajuste com oSr.
Giiilherme Uecon de Almeida respeito da
compra do escravo Jacinto, de me lo costa,
perlencense ao Sr. Francisco Joaqulm .Ma-
chado Freir, fui-lho dado conlolo dito
escravo, e esleve em poder do annunciante,
para o experimentar, desdo o dia 20 al o
da de honlem 21 do crrenle. Exigta o Sr.
Almeida que o annunciante, alen de 580/
rs. prer;o estipulado ih pagasso a respectiva
rommis-flo, e como o annunciante Ih'a nao
quiz pagar, por entender que dvia ella cor-
rer por conla do vendedor, ficou o negocio
desfeilo; mas apenas oescravo soube que
voltava para o poder do Sr. almeida, era vir-
tudode n3o se elTecluar i venia, mesmo
fista do Sr. Almeida sanio, e consta ao an-
nunciante que ate lloj'l do m mil M (;'.J nBo
linha apparecido. E como propala o Sr. Ma-
chado Fieire que lu de obligar o annunci-
ante dar conla do escravo, attribuiudo-lne
o extravio delle, levando o arr jo a queixar-
se ao subdelegado da freguezia de Santo An-
tonio contra o annunciaote,como tendo-lhe
roubadoo escravo, o annunciante protesta
contra IBo revoleante calumuia ; e ao mes-
mo lempo pede a qualquer autorida le po-
licial ou capilSo de campo que appreheuder
ditoascravo, leve o aquello sou dilos niior,
que mora na ra Augusta. Andr Nauzer.
- No becco dos Burgos n. 7, segundo an-
dar' engomma-se e lava roupa, por preco
commuio a saber cada pessa grande de lav.r
e engoDmar a 120 rs.
- O abaixo assignado aviza ao respeita-
vel publico, que Luiz Jacinto Mudiz, Sr. do
eiigeiiho Paquevira, da comarca de Naza-
relli Ihehedevedor da quanlia de 734$820
rs de urna latir que se lra de vencer em
3 de Janeiro do auno de 1853 e por gmatia
Ihe passou um documento de seguranza o-
brigando, dous escravos, ngel o, e Tnereza,
os quae nao podo vender e nem hy.otecar
a pessoa alguma; por isso faco o presente a-
viso para erilar uuvi las.
J I. li. Loffler.
S> 99
pj Precisa-se ue urna ama secca para ?
s))) todo servi(0 de urna casa de pouca fa- 0
Jlmiia: na ra do Vigario n. 9 se din (A
Q quem precisa-se. 0
$As9a999a'9VvVwvsvv9a*l
Indi se precisa de um c.ixeiro que le-
nlia pratica de venda e que d dador a sua
conducta: i fallar na venda da ra doRozrio
larga n. 46.
m99t*9999999 #
A PreClsa-se fallar como Sr. Joaqulm #
tjj Cardoso Coulinho de Abreu, natural ?
a da cidade de La mego, e filho doSr. A
A Antonio Pinto Cardoso Coulinho o n. ja
9 Maria l.uiza Cardoao de Limoge, i A
A a negocio de seu interesse : ni ra do 0
A Vigario o. 9, se din quem ho.
0 Ocautelists Salustiano de A-
quino Ferreira, avila ao respeita-
vel publico, qua na praca da In-
lependencia n. .3 e i5 loja de
calgado do Arantes e na ra da
Gadeia do Recife n. 46, loja de
miudezas de Jos Fortunato dos
Sanios Porto foram vendidos os
teguintes premios da a3. lotera
lo theatro de S Fe'dro de Alcan-
a, e da 3o. do Monte Fio, a sa-
pf : a3. lotera do theatro de S.
.edro de Alcntara bilhetein-
teiro 3o56, i :ooo,ooo de rs.: meios
4764, 2oo,ooo rs.; 5899, 100,000
rs. : quartos 193* 100,000 rs.;
ai 54, 100,000 rs.; 4737 100,000
rs. : oitavos 345 aoo.ooo rs. ;
50o3, 100,000 rs. 3o. lotera do
Monte Po, meios bilhetes, 3355,
400,000 rs.; 4y5i, 100,000 rs. ;
5699, 100,000 rs. : quartos46ta,
4:000,000 ders.; ao83, 1:000,000
de rs. ; 1164, 400,000 rs.; 1877,
100,000rs. ; ion 100,000 rs. ;
11.3, 100,000 rs.; 4866, 100,000
rs.; 4900, 100,000 rs. ; 6633,
ioo,300 rs. : oitavos 5go7, t.-ooolj
de rs'.; 299a, 100,000 rs. ; 3718,
100,000 rs, ; vigsimos 3939 ,
loo.ooo ro. ; 495' 100,000 rs.
Todos estes premios sao pagos sem
descont algum em continente as
lojas cima mencionadus.
Compras.
Compra-se urna mesa para janlarque
.cmodo de 10, a 13 pesaoas; 12 colneres pa-
ra cha, da prala, a pezo e 1 armario de ta-
inauio regular para guardar louca ; quem
tiver qualquer destes objeclos auuuucie para
aer procundo.
Compra-se 3 escnvis pretis ou perdis,
boascosiureiris e engommadeiris :.na rui
largado Hozario n. 34, primeiro andar.
*m044>SSS&S*3H9&9&
Compram-sn dous escravos, creou- a
O los, de 18 a iO anuos de idade, o que W
4 enlenda do servifo de urna casi; pi-
I) gi-se bem : na ra do Vigario n. 9,
a) se din quem precisa.
- Compnm-se girrafus brinca a 90 ri.
ainda mesmo sendo de Azeite: na fibrioi
de licores di ra Dimita o. 17.
Compri-ae urna oegnnbi de 10 i II an-
nos que sej sadia : oa ra da Moeda n. 91,
sobrado amarello.
Compra-se urna preti qua laiba oost-
nhar e engoinmar bem, e que tenhi boa
conducta: na praca da Independencia, loja
Compra-se papel de embrulho, (impres-
sos) na praca da 8anU Cruz na padaria de
aixo do sobrado n. 106.
Vandas.
loga
Roga se ao Sr. Barriguinha capitao
mandante das encantadoras Venus, que>per-
correm os beccos do Pono das Canoas,eMiu-
dinhas, que abstenha4ade fallar na vi la
privada dajsieisoii quo ripnca o olfeaderam ;
poia do contrario la maree eala sujeito a
passar por algum desgoslo, e talvez ainda
maior que o da ligela da ang. Isto Ihe a-
visa. He* campia.
-- Maooel Celao Pinneiru embarca para
o Rio de Janeiro, a aua escrava parda escu-
ra, de norue Frsncelini de 30 annos de
idade- ., .
Frineisco Ribairo Pires embarga psn
o Rio de Janeiro,- a sua rscrava parda, de
nome Benedicta. ,
-- .Manoel Gomes Pimental, vai a Por-
tugal;
Trecisa-se ilugir umi preta escnvi,
quecozinhe e engomme, psgi-se bem : no
paleo do Carmo n. 10.
Tapetes a 1,380 rs.
Vendem-se i reUlho i 1,980 rs. cada um,
muito DO'ns tapetes de esparto, que serven,
lauto para por ao p de sofAs, como para
portas de salas : na*ua da Cadeia Velha n.
48, primeiro andar. _
Pechincha.
No aterro da Boa Vists, loja n 46, tem um
Brande completo sortimento debicos; Otia
lisas e Isvndis; colheres do melil principe,
para sopa echa o mais bem felo, que tem
vindo ao mercado, e outros muilos objeclos,
que a vista do comprador se dir.
Aos bons fregueses.
Uo aterro da Boa Vista, loja n. 46, ha um.
Brande e completo sortimenio deferragang
eloJaa as qualidadesj assim como ludo
quanlo se torna necessario a urna loja de
miudexas. tu lo por preco commodo, appa-
receodo dinheiro.
Fitas de veludo^>ara gravatas.
No sierro da Boa Vista n. 46, loja de fer-
ragens e miudezas, cnagou ullmsmeut') ,
vindo de Franca, as mais modernas litas da
veludo, para grvalas, que ae vendem por
preco mdico
- Vende-se urna ontimaeserava, por pre-
go commodo : na ra Direita n. 38, primeiro
andar.
Venle-se urna canoa absrta muilo bem
construida, grande e em bom estado ; pega
de 800 a 1000 lijlos por prego commodo :
tratar na cocheira da ra da Florentina.
Vende-se urna mulata,ou aluga-se, mes-
v,io para cozohar : na ra da Cadeia de San-
to Antonio n. 13, armazem.
a livraria da ra do Crespo n. II, ven-
de-se dicciouario de Monea, terceira edic-
ciu, I3#0i)0 ; compendio de Cucli les o
G-ometna de Qscroix 3,000 rs. obrasde
Virgilio a 3,000 e a 3,000 rs. ; os Evangelios
de Jess Christo segundos, llalheus a 600
rs., obras deSalustios. Cornelius e sceletas
a 640 rs.; Horas Marianas rica encadernacOo
por 1,500 rs.; os Sagrados Mysienos, por
1 600 rs.,Salusliu Ordo Verborum; Tito Livio
em portuguez por Brrelo Feo ; obras de
Horacio 1,600 rs ; traduccio de Tnompson
por 5,000 rs.,como tambera muitas obras
de dimito pira os dilTerentes annos lecti-
vos, e outras muitas obras por baralissimo
preco.
Vende-se um opti sao escravo pessa pro-
prio para todo o servido : ua ra da Cadeia
do llecife loja n. 50.
.- Um sitio na estrada de JoBo de Barros
com bastantes arvores de frutas, boa casa
toda onvidracada, boa estribara, casa para
feitor, cosinba fon, 3 eacimbaa de ba agua
de beber com 90 bragas de fieute e 130 da
fundo, trras proorias: na ra Direita
n. 3 ....
Vende-se 2 canoas, urna de um milhei-
ro e outra desaguo tijoloa de alvenaria, em
bom uso muito baratas em S. Amaro sitio
de Manoel Francisco da Silva, Junio a I-
o segundo andar do sobrado n. 30, da
ra larga do Rozarlo, sa vende um preto de
meil-ldade, ssdio, o proprlo para todo o ser-
V VenJo-se urna preti de 40 annos, por-
foila engommadeira, cosinhuira, a doceira :
na ruado Colegio n. 3s 1." andar, so dir
quem vende.
Na loja do miudezas ra do Crespo o. II
vende-se holO;s lizos de midreperola pira
camisas a 560rs.a groza: lioha de earrilel li-
na azulada de 200 jardas a 130 rs. ocirritel n.
150 ; de 100 a IOS rs.; sendo a duzia aJ/3O0 ;
pentes linos de marlloi a 3M rs.; pernea li-
nos de desembarazar, bufalu a 400rs; -gu-
illas finas franoezas a 390 rs. a caixinha; pen-
tes abortos para coed, a 896 rs.
Cartas francesas para vollarete.
Na ra do Cabugi o. S, vends-ss cartas
francezas 50qrs. o baralno.
Vende-soautoa escrava creouli de idade
de 33 annos: na ra da Aurora n. 38.


!-*0rr
^;
-*?
.''
Lotera do l\io de Janeiro.
Aos 90:000,000, 10:000,000, 4:000,06/)tMf
2:000.000 e 1.000,000 da rs.
Na loja da Viova Vieira & Filhos, na ra
da Cadeia do Recita n. 24, receberain pelo
vapor inglez Severo, ti lulas da 33 lotera
do thealro de S. Pedro, eSO. do Monte Pi
Oral, pelo mesmo vieram os afortunados
bilheles e cautelas da 34. lotera do Ihea-
trodeS. Pedro, os quaes troca m-se por bi-
lhetes ja premiado* das loteras do Rio de
Janeiro e denla provincia, os precos sao os
soguintes:
Bilhetes 29,000
Me i os 11,000
Quartos S.SOO
Oitavos A800
Vigsimos 1,300
Farelio de ftisbpa.
J pouco resta venda "desteex-
cellente farello, mu superior ao
francez, ou hamburguez, e a ni-
ca parte em que se vende, he na
ra da Cruz n. i.'i, armazem.
Vende-se um escravo bom frrbalhador
de maceira, e cosinheiro de idade de 20 an-
uos : na ra Direita o. 129, se diri quem
vende.
4
Lotera de S. S. do LivramentoJ Atoall.adose guardtinapos^
Aos 5.000,000 de rs. Na loja ddxobrado emerejoT^osQiati
M 1;- ,1 '...J..,. j. Cantos da roa do Quelmado n29, ten*
Na loja de rniudezas da; pn.ca|Tenderuril completo aortimentcT de u
da lndependencia,n. 4 *> "YetTde-'de liniioodeaiRododeodn^tis'iamTiiiHs
p nm r*a*o iip 4iilrH>f1>* inloirn. e em P P,ra eorl,p v,r*"' #" ro"*
te um r$mo ae^nmfea meiros guirdtn,po,de varios tmannos7!quaiida-
meios, quartos, decimos e vigesi-'des, e ludo por prego muitoTiommodo.
mos a l^aejcjo de N* SV'do Li-'No aterro da Boa-Vista, loja n
vramenlo.
SALSA PARBILHA
DE
Aus amantes das do- J
curas da vida.
^ Offerece-se, na rua da Ca- X
deia do Recife n. 33, umi- 9
A efe
^ no meio de satisfazerem sen r-
apurado gosto dandu-se-
I Ihesa troco de algumas mes- .J
quinhas patacas, o exceden- ;
te e delicado doce de bacur!.
Ghegou rescentemente do
Maranbao he da melhor
^ qualidade que ha e tem vin-
j do em latas, mu proprias
J para a sua conservacao, tor-
fe na-se tambem por isso objeo-
S to de grande consideracao,
r para as pessoas que desejam (
mandar presentes deste ge-
ero para a Europa.

ti
i
i
i

Atteucao.
Vende-se urna taverna no Monteiro, jooto
* iRrej, com poucos fundos, muito al'iegue-
zada propria para um principiante : a tratar
na mesma.
-- Vende-se uns cachilbos para portas e
janellas -' na ra do Livrameolo o. 21.
Veodem-se 12 cadeiras, t cama, 1 me-
sa redonda, 1 lavatorio, e 1 toucador; ludo
de jaoarand : na ra da Cruz n. 47, eegun-
do andar.
Vende-se um sobrado de um andar
sol.ii) em muito boa ra; a tratar na ra da
Moda o. 25.
Vende-so um escravo de idade 26 an-
nos, bom canogiro, bonita Ogura, boa con-
conducta : na ra Imperial n. 167.
- Vondem-se tres pardas a saber; urna
tem 18 annos, coze bem, corta camisas de
humera e vestidos de sanhura, faz laberioto
de todas as larguras, marca e engomma, tu-
do com muita perfeicao por ter sido muito
beo educada ; outra com 20aonos com as
mesmas habilidades menos cortar camisas,
accrecendo que engomma perfeitamente
bem ; e oulracom 30 annos, por 500,000 rs.
que coze, engomma liso, cusinha,faz renda,
e tem muita saude : na ra larga do Rozario
D. 35, loja.
Vende-se rap dtPaulo Cordeiro, todo
em meias libras muito fresco, vindo agora :
na ra da Cadeia, loja de ferragens de Joao
Jos de Carvalho Mo'aes.
Vende-se um carro de qustro rodas pa-
ra um cavallo, com coberta de couro de lus-
E MAIS UFFLCIUS
NA
Roa Imperial n. 118 e 12o, c deposito na na Nova n. 33
Respeitosamenteavisam ao publico, e particularmente aos Srs. deengenhose des-
tiladores, etc., que este eatabelecimenlo se acha completamente montado, com as pro-
porcOes necessirlas, para desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. Os meamos chamara a atiendo para as seguintes obras, as quaes construidas em sua
fabrica competem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mao de obra, e por me-
nos prego, a saber: aw
MAfillINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor francez Derosne, >i me-
Ihores machinas, que para este fien al noje tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimensOes.
TODOS OS COBRES necossarios para o fabrico de assucsr.
TAIXOS DE COBRE para refinsgdo.
TAIXAS DITO para engenlio.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de repucho, de roda e de penduias.
ESCRIVAMNIIAS de lati dos melhores modellos.
DITAS DITO galvanizadas.
' SINOS de lodos os lamanhos.
OS APRECIA VEIS fogOes de ferro econmicos.
BUItRA* de ferro as mais bem construidas.
CARROS dito do mao.
PORTOES de ferro.
VARANDASdito.
GRADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito. ~
BANHEIROS de zinco'edflTolha, para batiho de choque.
rtap Paulo Cordeiro.
recentemente ebegado do Rio de Janeiro :
vende-se na ra da Cadeia do Recite loja n.
50, de Cunha & Amorim.
-- Vende-se um sclun muito barato : na
ra da Concordia na venda da quina que vi-
ra para a Ca leia Nova.
Vende-se ou troca-se por propriedades
nesta cidade, e mesmo arrenda-se aonual-
menle o bem conhecido sitio do padre Eran-
cisco Jos de Lira em Beberibe, com 2 ca-
sas, estribara multas arvores de fructo, 1
pequea mata, baiza de capim, o todo cer-
cado de limSo : a tratar com o dono na ra
do Calderoiro n. 52.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
jhegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Vende-se rezina de angico em porgfles
a libras, muito barita : na ra da Cadeia.
loja deJoao Jos de Carvalho Moraes.
Fio de sapateiro.
Vende-se (lo pardo a 600 rs. a libra ; ili'.o
amarelloa 1,600 rs.: no ateiro da Boa Vis-
loja n. 58.
Vendem-se sapatos de lustro para se-
nhora a 1,200 e 1,000 rs ditos para menina
a 1,000 e a 800 rs,, ditos para hornera a 2g
rs.: na ra da Cadeia do Recife n. 11, luja.
Vendam-ae 2 moradas de casas terreas,
urna na ra Has Cruzes n. 7, outrajia ra do
Calabouce n. 2: na ra da Gloria n. 91,
dir quem vende.
familia de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha de
mandioca a precos rasoaveis; a tratar com J.
J. Tasso Jnior ra do Amor i m u 35,
W#f?#jaj***?',**?'S*5
Superior larinlia de S. Matheose
muito nova,
Vende-se a bordo do hiale Caprichoso, fun-
diado em frente do caes do llamos, e na ra
da Cruz n. 34.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Ven Jo-sensto com pendi, a p pro vado para
as aulas deprimeiras letras, a 480rs.: n
Bilhetes' inteiros .
10,000
5,000
1,600
1,100
Me os
Quartos
Decimos
Vigsimos 600
^ Vendem-se relogos de ou-
roeprata, patente inglez: na ra
Ja Senzalla Nova n. I\i.
Pechincha.
Na loja do Passeio Publico n. 15 vende-
se auperiorcal virgem, chegada ultimamen-
lejde Lisboa, por prego muito commodo pa-
ra acabar.
CHA PRETO.
Vtjnde-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra di> Amorim n. 35.
Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas*, de 4 a 6
palmos de altura ; vinho cham-
pagne de excedente qualidade a
4o,ooors. o cesto: na ra da Cruz,
casa de Avrial Irmaos.
Vendem-se, por prec,o com-
modo, superior vinho do Porto ,
em barris de quarto, quinto e oi-
tavo : no armazem de Jos Joa-
quim Pereira de Mello, no caes da
Alfandega armazem n. 7 ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34.
Baratissimo.
Vende-so um terreno na ra da Aurora j
(errado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, efrente 55 palmos: tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na pra?a da In-
ARADS AMERICANOS.
J Vendem-se arados ame- ]+
ricinos, chegados dos Esta- #
t, dos Unidos, pelo barato pre-
'' 90 de 4<>,ooo rs. cada um: na *
ra do Trapiche n. 8. ^
Vendem-se relogos do ouro e prala de
patente suisso, do melhor autor: em casa
de Scbafheillin & Tobler, na ra da Cruz
n. 38.
Na ra da Cruz, armazem n. 33 do Luiz
in un1 v 11 n 1 n/, bull i ui'Cllii un IUU| U uu lll'- ... i ... J ,
tro.rorrado e pintado de novo: quem o qui- >s. de Sa Ar.ujo, vende-se em saccas de al-
,.rnMiF. ni in. Hi. :,... t., queire farinha de Santa Calhanna e S. Ma-
zer procure na loja de louca, na ra larga
do Rozario n. 28, a qualquer hora do dia.
Vende-se ama esorava propria para o
campo : na ra de S. Francisco n. 10, con-
fente ao theatro.
Vende-se um bom carro de quadro ro-
das, com os competentes arreios, para dous
cavados : para ver e tratar 00 aterro da Boa
Vista o. 45.
Vende-se urna cazinha cita na ra da
Lapa, n. 7, porpreSO commodo: quem per-, r,9C,do lr,nM P" vest.dosej.quet.s,
tender dinj.-se a ra das Agoas-Verdes casa i6 C"""10,8 lod" n,"s 'idas
tneos, quem levar a sacca tica muito baru(o,
islo para se fechar contas.
Vendem-se os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e seni ella : na
ra da Senzalla Nova n. 42.
Na loja das seis portas.
Continua a vender cassa preta a 120 rs. o
covado, cassa de quadros, para curtinado e
babados a 240 rs. chitas a 120,140, 160, 200
piafa da Independencia, livraria n.6 e8. dependencia n. 17.
Barateiro do Uecife. Noescriptorio de Manoel Joaquim Ra-
Na ra da Cadeia do Recife loja n. 50. ven-I n)0a SilT' "' rua da Cadeia du iteotfe,
dem-socortes de magnificas sedas prelas,' *?"?*-** por/"$<> commodo cal'rirgem de
lavr.das, recentemente chegadas, corles de'jl->h6a chegada no ultimo navio, bezerro de
chitas acham.loladus, manteletes pretos i 'Vst' mcur'_. '">'< de Ronz.retroz, fe-
chales de seda de cores, grandes e pe-
queos, mantas, dn seda, sarjas pretas, lu-
yas pretas de torral, e de seda de cores pa-
ra Sra., diiasne seda, e pelica para homem,
grvalas prelas, coletea de casimira, cam-
braias dnlinho muito fina, ludo moderno e
hom, assimeomo outras muitas fazendas,
que siroco de dinheiro se ven lem por ba-
ralissimos procos, bem como eannos azul,
verde e preto para cassea, palitos, e farda
4a 4,000 a 6,000 rs. o covado, ditus mescla-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. o
covado, e cortes decasemira de cores a 4,000
e 5,000 rs.o corle.
No Passeio Publico n. 15, vendem-se
saceos com alqueire de milho, pelo Paralo
prec,o de 1,700 rs. cada um.
Farinha Pontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na rua do Amorim o. 35.
Cobertores de algodo.
Superiores cobertores de algodSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous (ios, muito
grande, tem todaapplica(o em urna casade
lamilla, por servir para meza de engom-
inado e forrar camas e mesmo para esers-
vos, pelo diminuto prec, o de 1,440 rs.: na
la do Crespo n. 6.
Moinbos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
e bailas decaplm 'na fuudicSode Bowmaux
dt M. Calhem: na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Taxas para engenlios
Na fuinlicao de ferro de Bow-
man 5c Me. Callum na rua do
Brum. pssando ocbafarz, conti-
na a haver um complet sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
d. 9, que achara com quem tratar.
Vende-se urna excellenle casa do 1:11111-
por prec,o commodo.
Vende-se, por preco muito
poamargemdoRioCapibaribepoucoadian- COmmodo, cal virgem de Lisboa,
teda pome de Ucha, com bstame terreno; T 1
para qualquer planlacao, grande baiza da'em barris, multo Dem aconecio-
capim, e por barato prejo : a fallar com o| ,mrja ; fumo m folba para capa
corretur Miguel Carneiro. ,' B.Js .... r.l..' .
-l'Oe-seevende-sevidrosdetodosos ts-'de chartaos; papelao para latinea
manhos por proco mais barato que em ou- dp chapeos : trata-se no armazem
-- Vendem-se no bacco do Gonealves, ar-
mazem de ueana Y0UI8& Companhia, meias
barricas com superior farinha de trigo.
Vende-se feijSo molatinbo em saccas de
alqueire mui novo, e mais barato dn que em
nnt'a qualquer parle, peles de cabra a 20 e
uras do Porto, pannos e casemias
do 18a.
~ Vende-se nm terreno na rua da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de extansSo,
tendo caes de lijlo a beira mar, Ocando en-
tra as casas dos lllms. Srs. Gustav3o Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira : os
pretendentesdirijam-se a rua das Torres o.
8, primeiro andar.
Grande sortimento de fazendas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 rs.; sarja preta
hespanhola, de superior qualidade a 2,500
rs. o covado; setim preto macao, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muito
fina a 610, 800 e 1,006 rs. o covado; cassss
de llores brancas, proprias para cortinados
de cama, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. a pega;
cassas chitas a 2,000 rs. o corte; lencos de
cambraia de linho, para homem a 480, 560 e
640 rs.; riscado assentado em metim, pro-
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outras muitas fazendas em conta: na
luja da rua do Crespo o. 6.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na rua da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parle,
i^asa de commissio de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
aseusdonos .-narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Na fundidlo da Aurora, em S. A-maro,
reodem-searadosdeferrode diversos mo-
delos.
Sini&o de Nantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Nantua,
a 800 rs. : na livraria da pracada Indepen-
dencia II. ti i' H.
l'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
ia existe urna pequea porc3o de potassa
chegada recentemente
18, defronte do tribunal do cun
mercan
Vendem-se cambraias para cortinados a
2,200 a peca, ditas para vestidos a 1,800, chi-
tas finas o de cores fixas a 120 e 160 rs. o
covado, corles de rasemira de una s cor e
de muito bom gosto a 4,000 rs., alpaca pre-
ta muito lina e de 46 polrgadas de largura a
1,000 rs. o covado, riacados francezes escu-
ros axadresados com 34 polegadas de largo,
oatima fazenda para o uso domestico, e tor-
na-sc muilu baralo.nSo s pela grandelar-
gura,que com poucos covados se faz vestido
como pelo preco de 240 rs. o covado, brins
de puro linho amarelloa e escuros a 1000 rs.
o corte, chales pequeos de muito bom gos-
lo a 500 rs., chapeos de armacSo de baleia
muito fortes e grandes para guardar o sle
a chuva a 1,920, ditos fraucezes muito linos
e modernos para cabec a 7,000 rs., e urna
grande porcSo de linhaa de novellos em cai-
xas de 20 librasdedifTerenles numeros,tnu-
lissimo barato, tSo barato que os comprado-
res se alinir.irSii.
Vende-se urna arroba de penas de Em-
ma : na rua larga do Rozario n. 26, loja de
rniudezas
i8,>pujl a tiad
l|0A anb umb 'jta op siuojj au 'o||an p
aiiou.i uiinbaor aaof ep aiaztiiua ou 1 isia
9 ajiaiiiiip 'ajqn I sj OdO'B 8S-UI9puA
sqi| 8 a 9 *b 'til z ap sbib'j
|iMior.)iii i:i[. .101.1,xliij^
Kua do Passeio Publico n/9.
Vendem-se ricos cortes de vesli los do
cambraia com barras de lindos desenhos,
pelo dimiduto preco de 3,000 rs.; a elles an-
tes que se acabe n.
f f WPVf f f ? f f f f ff fW
2 Deposito de tecidos da fabri- *
a> ca de Todos os Santos, -m
* na Baha. *
a> Vende-se em cass de Domingos Al- > ves Malheus, na rua da Cruz do Re-
* cifen. 52, primeiro andar, algodSo *
*J transadodaquellafabrica.muitopro- *
casemira decores, p.uiucu uiuueruus, peio, .miaan .Jiajajininhanr
baralo preco de 5,000 rs. : na luja do sobra- a "3W 9p IJ i d,! '
doamaVello.oostu.lro Cautos da rua do'10'9P 'P"JI P "!nb"LMSS!
Queimado n. 29. ou : t|!Aa oi|aqu|p aoaaaapao-ij oos'Bep
Palitos pretos. *?8"li 3P 4U!JBJ *H"*8
Vendem-se palitos de panno preto e de Deposito de panno ci > algodo da
cor forrados de seda e debrunhadosdeflta,
por preco mui'o commodo, tendo po>c.lo
para escolber : ua luja do sobrado amarello,
nos Quatro Cantos da roa do Queimddo
n. 29.
Vende-se urna propriedide de legoa e
meia de fundos, para o Norte com uovecon-
tss bracas de testada, demircadas, todas co-
bertas de mallos grossos conlendo muitas
malas virgens com algumaa casas de Taitia,
no municipio da villa do Pilar provincia da
Parahyba do Norte, no lugar denominado
Escarale ; Ierras ptimas para agricultura
do paz ; quem .as pretender dirija-se a esta
praca do Recife* fallar cum Jos llerculano
de Carvalho, aeu legitimo proprietano : na
rua larga do Rozario Mfeayro andar sobrado
D. 36.
Cambraias de seda.
Vondem-se cortea de vestidos decambraja
de seda novos padres, pelo barato preco Je
8,000 rs., tendo sortimento para eacolher
na loja do sobrado amarello, nos Quatro
Caotos da rua do Queimado o. 29.
Vendem-se 3 escravos de idade 20 a 30
annos de lodo servido de campo, 1 mulata
mofa de idade 2annos,engomma liso,coze,
cosinba e fax doce, 3 escravasqiocas de todo
servico : na rua Direita n. 3. *
febrica Todos os Santos#1 Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o lem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica; em pessa, a
vontade do comprador no scrip-
torio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichan. 34.
Eariojfc barata.
Vende-se a bordOJB escuna Maja]a Firmi-
na, fundiada defronf do caes do Ramos.su-
perior farinha a manJioca de S. Malboos,
por preco commodo. pira acabar: trala-se a
bordo com o capitSOj ou com Luiz de S
Araujo, na rua da ITUZ n. 33.*
Ueuoslto da rubrica de Todos oh
Santos na llnlila.
Vende-se, em casa deN. O.Bieber&C.,
na rua da Cruz n. 4, algodSo transado >la-
quellarabrica, muito propno para saccosde
assucar e roupa de escray>s, por pro;ocom-
modo. ,
Vinho de Champagffe,
superior qualidade: vende-se no arma-
em Kalkmana Irmaos Rua da Craz, n. IQ
i americana, cnegaua recentemente que por
22,000 rs. o canto, sol. bobera dec.rnVU: '^Zf^cltzoZT itamitt VeDde-
h/.pr.me.r. sortea 5.000 rs arroba em s.c- 88 Pr PS "dal .uperlow^.
SntJ?Vn0., "' *'' M"' N fundicSo de C. St.rr 4 Companhia,
guaao anoar. em S.-Amaro, acham-sevenda moendaa
"ttencao. de canna, todas de ferro, doummodeloe
Vende-se o engenbo Souzasitona trege- conatruccao muito superior
zia ue Agoa-Preta, mo com agua, as obras 1 iciimsi I ti lfi 0.a\ P lintnn
do engenho ecasa de purgar sao novas e de 't|10SIl Ut) Cl e pOlrlSSa.
lijlo, enellis se encontrara o nocessario e [No armazem da rua da Cadeia
muito supe-
em pedra, as-
ebegada ultima-
o rasoaveis.
henhum i vista, danoo-se s duas desobri- Agencia de Edwin Maw.
gas, e o mais a pagamentos: quem o preten- Na ,ua de Apollo n. 6, armazem de c. Cal-
der file entender-se com Lima Jnior & monta Companhia, acha-ae conaianiemeoie
Companhia na rua da Cruz do Recifj n. 28, buns aoriimcoioa de taia de ferro coado e
0 pro, riotaiio no batido, tanto rasa como Aludas, inociidas in-
citas todaa de ferro para anima, agoa, te,
dltaa para armar eui madeira de todos oa ta-
ni inhos e inadelloa o mala moderno, machina
horiaontal para vapor, com orva de 4 caval-
; los, coucoa, paaaadeiraa de ferro ealanbado
Vende-se linhas de 400 jardasocirritel de paia caaa de pulgar, por menos prefo queoa
n. 1 ale 40,bem finnsa 140 rs.OCarrttel.a du- de cobre, escovena para navios, ferro inglez
zia a 1a600,ditos 200 jardas muito finos alOO tautoem barras como em arcos folbas, e ludo
rs.. maisgrocas a 80 rs linhas de carrilel _**barato prei"-Mf,,
AGLfSCIA
* da fu mi i cao L0W-M.001-.
RUA DA SENZALLA NOVA S. 42.
Neste cstabeleeimciito conti-
na a haver um completo sorti-
segundo andar, ou com
relerido engenho.
Venham ver e admirar linhas
carritel monstro.
de
de cor a 40 rs., grampas em c-iiiinha a 100
rs., .tita em massos a 80 rs., agulheiros de
metal, cum (o lo o sur lmenlo de agulhas, a
40 rs., rudinhas de alfinetes franaezes a
100 rs., caxinha de agulhas francezas a 280
rs., linhas de pezo xeios a 60 rs. a miada,
lucidores de Jacaranda a 2*100 rs., ditos i
Imneos a 1,200 rs., pentes para COCO a
nos I ._ i_ ,
320 ment qe moendas o meias moen-
rs., dito oark alizar a" 360 rs', cartas fraoee-1 das para engenho, machinas de
zas mullo boas a 540 rs. : na rua do Cabu- "_ .: r i
in. 3. vpor, e taixas 4e ferro batido e
-- Vene"
idade muito lories e sadios, ptimos para ({i0
algum silio;oa rua das Larangeiras n. 14,2.a .'
andar. Oculos para todas as idades.
Na rua das Cruzes n. 2i, vende-se 2 mola- ; Vendem-se oculos para todas as idades
tinhos de 14 a 16 annos e um elegante es- por muito barato precu: na rua larga do Rol
cravo de bonita ligura, umdito molecote de zario n. 26, loja de rniudezas de Joso Eran-
boa conduta. cisco Msia.
ande-se um casal de escravos de meia coado, ue todos os tamaitos na-
muiln fortes e sadios, ptimos para ; ra Hito '
pro para saceos e roupa de escra- 2
"*L vos, assimeomo lio proprio para re- 2
0. des de pescar e parios para vellas, 2
E por prego muito commodo.
-- Ven de-sea melhor farinha de S. Ma-
lheus, e rllegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaiy, e em porcao : a talar com
Manoel Das na rua do Vigario n. 14, tercei-
ro andar.
Casa de moJas francezas de fiues-
sard Millocheau no aterro da
Boa-Vista n. i.
Pelo nuvio francez Cont Roger, recen-
temrnte chegado do Havre, recebeu um va-
nado sortimento das ultimas modas escolta-
das por pessoa de gusto apurado e vin lo di-
rectamente, o que prometi vender mais
em conta. Este sortimento compOe-se dos
ohjeclos srguintes que se farSo patente aos
Comnradores : chapeos de palfia enfeitados e
de seda para senhoras os mais lindos e ricos
possivel, chapeos de meninos e meninas ri-
cos enfeitos para cabeca, turbante*, e capel-
las, romeiras de bico, cabecees de bico e de
blondes verdadeiros, mangas da ultima mo-
da, capotinhos de rede de retro?, de seda de
cores os nicos no Recife, luvas de pelica
moda nova, capellas e flores de laranjeira
para noivas, corpinhos e visitas de bico
brancoepreto, ricas capellas eduresirnaes
das ditas para enfeitar vestidos, ricos corles
de veslidus de baile e de casamentu, chales
de rede.de retroz de cores, trancas e franjas
de todas as cores, plumas, um grande sorti-
mento de bicos de linho, rendas ebicosde
bloode, mantas de cabepa para missa, pulr
ceiras de lila de perolas a de lila de veludo,
grvalas de veludo, cambraia de linho trans-
parente, lencos de dito bordados, camisas e
colarinhos para homem, grvalas de mola
para os meamos, espartilhos, filas, Mantele-
tes ecapolinhos, toucados de laa para se-
nhoras a meninos, bsleiss etc. etc. Recbe-
se regularn.ente todos os figurinos de lodos
os diarlos de modas de Paris, e faz-se con-
forme as modas chapeos, vestidos,toucados,
em geral o que oecessiti o goslo da mo-
dista.
Grande porcao de fazendas baratas,
na rua do Crespo n. i-'i, loja de
Jos Francisco Das, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porcao de chitas
mnilo fixas, de novos padrOes, com um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cores de caf e de vinho, e ou-
tras mais cores muito fixas, a 200 rs. o co-
vado ; ditas as mais finas quo tem appare-
cido no mercado, tanto em pannos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 940
rs ; rincados francezes de quadros, fazenda
muito fita, a 200 rs. o covado ; corles de
chita francezas, com barra, a 3,000 rs.; ma-
rinos pretos de superiores qualidades, e
1,800,2,500, 2,800 e 3,200 rs.; liuissima al-
paka preta e de corea fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algolau azul
muito largo, a 160rs. ocovado; pegas de
bretanha do rolo, com 10 varas, fazenda
muilo encorpada, a 1,809 rs. a peca ; assim
como exlstem nutras muitas fazemias, por
pregos mais baratos do que em outra qual-
quer parte: de tudo se arSo amostras,
deixando seus competentes ponhorea.
Grande labrica de chapeos de sol,
de J. Falque rua do Collgeio
n.4-
Neste novo estabelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sidos ltimosgostos, tanto de seda como
de paoinho para homeus e senhoras, de ar-
macSo de baleia e da asso que ae vendem
por menos prego quo em outra qualquer par-
te; grande sortimento de chanialole, sedas
e paninhosem pega de todas as cores e qua-
lidades para as pessoas que quizerem man-
dar cobrirarmagOes servidas. Completo sor-
timento de baleas para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-se umbellss de igreja e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: todos osobjectos cima mencionados
se vendem em prgaos a retalbo, por prego
que agradara aos fregoezesa vista da quali-
dade.
Arados da fabrica dos Srs. Rane-
me o May
'Proprios para plantare alimpar canna de
differentes modellose feitos na maia acredi-
tada fabrica na Inglaterra ;sendo muilo su-
periocM a qualquer que tem vindo a este
merca#o,o proprio para plantarom qualquer
terreno e de qualquer largura, por tur um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e sola destes arados passam
processo que da-lbea consistencia
om
medi-
numorosas experiencias fe i laTa com
uso da salsa parrilh> em todaa as enferm"
dadas, originadas pela impureza dos.ntn
e o bom xito obtido na corlo neln ni-'
Sr. Dr. Sigaud, presidente da academia i?"
perial do medicina, pelo lllustrado Sr hY
Anlonio Jos Peixoto em sua clnica .
sua afamada casa de saude na C.ambi
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de Oliveira '
dico do exercilo e por varios oulros mD
eos, permiltem hoje de proclamaralUm
as virtudes efUcazes da ""
SALSA PARRILHA
DE
llllargOaL.
Nota.--Cadagarrafa contem duaslibr,,
de liquido, e a salsa parrilha de Unslol h.
garantida, puramente vegetal sem mercu
no, iodo, potassium. "
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica do
Sr. Jos Maris Gongalvea Ramos : rua doi
Quarteis pegada ao auartel de oolicia
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da rua do Collegio n. 18, cond
nuam-se a vender as verdadeirss e bem
conceituadas pilulss para bobas, cravos ta-
cos, e dores venreas, por mais antigs aus
sejsm;cujos bons eCTeitos confossam tol,,
que deltas lem feilo uso. Composico do
pharmaceutico Sebastiao Jos de Oliveira
Macedo; e para conhecimento do mesmo
publico e principalmente de algumas pes-
soas que nlo estojan) ao alcance, o conhe-
cimento das verdadeirss pilulas, se faz pu-
blico por este aviso.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a i,^o
is. : na rua da Praia de Santa Hi-
ta, venda defronte da ribeira do
peixe, n. i.
Sements de ortalice.
Vendem-se sementes de ortalice, muito
novas, de todas aa qualidades, vindas de
Lisboa na galera Margarid: na rua da Cruz
do Recife, atrs do Corpo Santo n. 62.
Na rua Nova, loja n. II, vende-se mar-
roquim de todas as cores a 1,200 ris a pel-
lo, e son lo em porcao dar-se-ha anda mais
barato; a ellas antes que se acabem.
Livros em branco.
Vende-se em cass deKalkmanu Irmaos,
na rua da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultimo navio.
Vende-se a verdadeira agoa mineral,
chamada Seliers Wassere umaprquens pur-
gao de charutos da baha : em casa de I..
Scbuler & Companhia na rua da Cruz n. 49.
Gesso.
Vende-se gesso em barricas, cheg timamente : em casa de I. Keller & Compa-
nhia, na rua da Cruz n. 55.
Sobrado em Goianna.
Vende-ge, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rua
do Meio, n. 58 avahado em
2:000,4*000, em o qual tem parte
rsula Mara das Virgens e sua
irma Joaquina Alves de Paiva na
importancia de to7,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann limaos,rua da Cruz,n. to,
Molduras douradas
de (odas os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann IrmSos.ruada Cruz n. 10.
Escravos rugidos.
. r e tiaT.Tiimf.^. n''S,COin!, ""JVeJde:Se U'B, c"efn' de ruar, de ago (emperado da
todas as habilidades, e de bonita figura : ... forrad, de Jaoi.sco de sed. e dour.da, obra mnit. dur.go, alm de que tem bicos de
I bem fela e nova : na rua Yeiha n. 57. sobre-excellente: na rua do Trapiche n. 14.
rua Velha n. 5.
Do engenho Santos Mendos, propria-
dade do Laurantino Cumesds Cunha no dia
17 de fevereiro desle anno., desapparecau o
escravo Flix, creoulo, cor fula, de20a2J
annos de idade, suppe-se ler em um do*
pos a marca de macho ile cor rente, O i|Ual
esciavo foi comprado oSr. Luiz Jos da Sil-
va no ChUodeOaga. Ha evidentes suspeitai
que i Iguem o tem acollado, o quesevieri
realiaar-se protesta o seu senhor exigir da
pesaos que o tiver acoilado, lodosos dias
de servigo a 610 rs. diarios: roga-se as au-
toridades policiaos e capities de campo o
fagam apprehender, se fr encontrado, e re-
metler aoSr. Laurentino no dito engenho,
ou no Recife ao Sr. Manoel Ignacio da Oli-
veira, que recompensar co.n 50,OUO rs.de
gralificagSo.
-- Desappareccu na noite de 13 para 11 do
correnlo um escravo por nom JoSo (criou-
lo) levando urna caiga de brim braoco com
listra ao lado, 2 caigas de casemira de cor, i
colletes de setim preto, 2 ditos de fuslao de
cer,chapeo preto de massa n camisa de ma-
dapoln; o escravo tem o signaos seguiules:
cor lulla,.llura regular, arerorgado do corpo,
urna frula na perna direita do lado de fon,
um pouco cima ao tornozello, representa
ter de idade 30 annos poucu m.is ou menos:
roga-se as autoridades policiaes e maiica-
pitSes de campo a captura de dito escravo,
e de o levar ao engenho das Mallas a seu Sr.
Antonio de Paula Souza Leflo, ou a rua do
Vigario n. 9,raseosde Carneiro &Riidos,
que se gratificara generosamente.
No di. 19 de abril,pela m.nhSa auzen-
tou-se o cabra Alexandredacasa Je seu Sr.,
na p.ssagem da Magdalona, oststura illa,
bem feto do corpo, roato redondo, feicfleS
miuilas, ulhos pequenos,cor amsrelada,coO
alguns pannos, e falta de denles na frenti,
levando chapeo de seda preto forrado da
verde, urna caiga e jaqueta de panno izul
novas,carniza de riscado azul e caiga branca,
este cabra he do mitio, e servio em Coian-
n. e (Huida; mas ignora-so u destino queto-
moo,pelo que re ruga sua captura a promet-
i so boa gratificagao a quem o levar ao di-
to lugar o primeiro sitio a direita, queien-
do rollar o viveiro, porlSo de forro ; ou no
Recife rua do Trapicha n. 40 soguaJo
annar.
Continua estar fgida a pret* FeliciJa-
de, desde p dia 17 de margo p. p.;tem os sig-
naos seguales : estatua regular, tem lilla
de denles na frente, marcas de pao no rus-
to, cor nSo muito preta: levou vestido do
chita ja desbotado, pao da cost. uzado.um
taboleiro pequeo em que anda va vendendo,
lem por costume ter roupa Tora e mudar
quando sai,tem sido vista muitas vezes.umis
noMonleiroe outras em Beberibe, lavando
roupa de ganho e dizendo que por mandado
de sua senhora ; tem (ido encootrada junta
cum um canoeiro que navega para Oltniia:
ella tem a mili no engenho S. Cosme. Roga-
se portento aa autoridades policiaes e espi-
lles de campo a sua captura e a levem a sua
senhora na rua da Cruz do Recife n. 35, quo
regebnra urna,recompensa generosa.
Em odia sabbado, 17 de abril, esip-
pareceu da casa do largo da Boa-Vista, o
escravo Joaquim; Tula, alio, corpo regular,
e bem parecido, perlencenteao Sr. Jos Go-
mes da Silva do engenho Caxoeira Tapida,
leudo si lo primeir.xeote escravo de Anto-
nio Francisco Maia : quem do mesmu sou-
ber, levando a ru. ra Cadeia do Recite n.
41, u no mesmo engenho cima ser re-
compensado.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXMNV3QWQ_PS9UNN INGEST_TIME 2013-03-29T17:01:46Z PACKAGE AA00011611_03627
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES