Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03626


This item is only available as the following downloads:


Full Text
*m
Anuo XXVIII
Oqinta feira 22
m-----
de Abril de 1852.
N. 9Q\
rivrgo a anaonirglo.
PtaiMinto Abuhtdo.
rdr trimestre .........
por semestre............'
Por uno ... o '
PioaoiNTio Botiuimi.
le auartel ......'
' S BOTIOIAl DO 1MMHIO.
,..... 3? .Ir Miren Mina... I de Marfo
4/000
8/000
15/uOO
4/500
tirinbo de Abr
Sara... 7dedlio.
Piribibi. izdf Abril
S. Paulo. 4 de dito
a. itl.. M de Abril
Baha... 17 de dito
misSilMn, AtJDIatWOlAg.
19 Seg. O Praxere da
SS. Vlrgein.
So Tere. S. Igoe do
Monte Policiano.
4l Vuarl. S Anodino.
22 Qulm. S. Soler.
23 Sext. S. Alberto.
24 Sab. S. Fiel.
25 Dom. do Uom Pa-
tor e 2. depois da P
JniMod, Ora-ka
i. e5. s 10 hora.
I. varad/i cwel.
3. e6. ao melo-dta.
Faunia.
3. e6. a 10 hora.
Mrad'ociwi.
4. eaabadoaao mrlo-d,
flf/aeo.
Terca e sbados.
Cieiceate i 27, ai 5 hora e 4S mlautcl di t.
Chela a 4 aoi 6 mlnutoa da m.
Hlngointeil, aa hora e 41 minuto da t.
No y a i l, a 9 hora e '26 mlnutoa da mi
aiabdmOj
Prlmelra 6 horai e 51 minuto da manhiia.
Segunda i 7 horai e 18 minuto da urde.
Oolaana e Parahlba, i legunda leitat-
feHrai.
Rlo-Crande-do-llorte, todas ai qniaUf ttlrM
ao mel dia.
Garanhun e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, r Flores, i 13 e 28.
Victoria, ia qulntaa-felrai.
Oliada, odoi o dlaa.
VOTIOIAS MTBAMaCIBAI.
Portugal 13 de Marro Austria
Ileapaoba. 8 de dito
Franca... 7de dito
Blgica... 3 de dito
Italia/... 4 dedlto
Alemania. 3de dito
Prunia ...3dedlto
Dinam.rca 28 de Fevr
Rutila... 0 de dito
Turqua.. 34 de dllo
1 de Marco
Suiua. .. 2 dedlto.
Suecla... aBdeFrrr
F..-Unidos 25 de Frvr
Mxico... 31 de Janr
California 21 de dito
Chlll. 24 de dito
Huenoi-A. 6 de Marco
Montevideo 10 de dito
CAMBIO! DE 31 DB ABS.II>.
Sobre Londrea. a 27 a 27 /, d.
I Paria, 355
> Lisboa,t por canto.
IMII.
Inglaterra de Marco {tato.Onca hrinanhola....
Moeda de 6/400 Telhai......... 16
. de 61400 noTa......... 16 a
> de 4/000................ 9/n0*
Prata Patac6eabraiilelroi........... 1/W
Peo columnario............ ,'\5!
Dltoa meiioanoa.............. 1/80
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO D.V JUSTIQ*.
I.,,., ni amnistiados por decreto de i e 2
do corrente, por assim o haverem requeri-
do Sienando Sergio dos Santos, JoSo da
Silva Vianna e Lanrentino Antonio Pere-
ri de Carvilho, que se acluvam pronuncia-
dos polos Bconteciaienlos poltico, hav-
dus ult.men.enle na provincia de Pernam-
J)UCO. ,
*m
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO 5 DK ABRIL.
Pelo vipor de guerra brailleiro Arci/c, en-
trado aote-honlein de Montevideo comparte
d j. lntalh:u de artilharla a p. recebemoi
Wha e carui daquella cldade at 24 do pai-
"flo da la chegou all a dlvliio oriental que
|fi parte do eierclto alllado na Biorioa bata-
ha de Morn, e fol recebida cora grande eo-
ttiusiasmo. Na marcha a quartei panoli pe-
la na onde reiide o Sr. conde de Cachla, e
desfilando mi frenie lu casa, ouviram-ie
.inmensos viva a S. M. o Imperador do nraill
cao Imperio.
No diaicguiotedeu a populaclo um ban-
niietc ao general e omclalidade da dlviiio ei-
Mdicionarla, e levantando o Dr. Munoi um
brinde ao ejercito brazlleiro, recilou o .>r.
Jiuiiici ai leguintei quadras:
En ni cruaada de honor
Con el ejrcito alliado
Loa llraaileiroa ban dado
Mil prueba de alto valor.
El grande Pedro Segundo,
Hijo de um hne Inimoital,
Se mucura con gloria igual
Digno monarca ante el mundo.
Viva el Draill que e blaon
De la librea monarquiaa ;
Gloria al Cumie de Caalai,
1 iciil.il, y i-ariii-irn Leio .
0i Argentinos reildenle em Montevideo,
querendo dar um leilemunho de gratidao a
iileutei brigada que tanto contribuirn! pa-
r o triumpho do Morn, nomeram una coin-
misio para em leu nome apreientar ao Sr.
marechal bario de Porto-Alrgre urna felici-
laeao'e um tributo de reconbecimento peloi
,i,igualado aervicoa que S. Ei. e leui bravos
coinpaobeiroi de armai preitaram ao povo da
coofederacSo.
0 orador da commlssao ao entregar ao Sr.
marechal ene voto eiponlaneo do Argenllnoa
recltou o irguinte discuno:
sr. mirechal! Os Argentinos reiidcnte em
Montevideo noi tizeraui a honra demandar em
commliio depoiilarna maosde V. El um tea-
lemunho franco e ilncero do alto apreeo com
que vi-in quaoto o Imperio do Rraiil fe pala
nicificaco do Rio da Prala, e tuui eipecial-
mente o que V. Ei. e leu dignoa companhei-
roi de armas fueram pela libcrd.de da noi-
sa patria. '
a O Argentino reiidjfntei em Montevideo
desrjariam poder, comoi* seus Irmloi de Bue-.
nos-Av-re, manifestar publicamente a V. Ex.,,
c a todo o vlenle corpo do eu commanJo,
, profunda gratidao de que te acho poiiuidoi
pelo quaoto V. El. e elle contribuiram com
ru eiforcos, com leu valor e com leu aangue,
para a liberdade do povo argentino ; porein
nao Ihe u permlttindo a tua illuacao, le li-
initamaapreicnlara V. Ex. elle pobre, porein
slocero lealemunho de eui lentimeutoi.
- Quelra V. Ex. ceita-lo como a mal pura
e a mala cordial etpreno do apreeo e grati-
dao de todoi o dossus coinpalnoia, e do noi-
so para com aua reapeilavel penoa e al de to-
dos o leui diguol e valeotei companhelroide
amias na memoravcl campanha contra o ty-
ranoo doa Argeollnol,
. Temoi a honra, e cumprimos o grato de-
ver de depoalla-lo nai inioi de V. Ex.
0 Sr. marechal bario de Porlo-Alegre re-
nondru oeitei termos:
Senhores. Aceito. agradeco de todo co-
isco esta nova prova do palrlollimo euasrrb-
bres qualidadei que diitioguem vono carcter
nacional.
a Vosio procedlmenlo he, permitli-ine que
vol diga com a franquea de amigo, mu hon-
rlo para noi outros toldado! da diriso
Imperial eipedicionaria, aiiim como para vos
Elle confirma o allocon>etu que por la unlo
e grande de alma, o emigrado Argentinos
loubrram grangear por Usdaa ai panel por
onde o anojou a tyraniila.
Senbores, aereinoi eternamente gratos ai
honrai e s sinceras e tocante! iiemomtracoei
deeilima que noi haveii prodlgalliado com
esse bum goito, com ia rara delicadeza, e
com a grandea de alma que vos litinguem.
Voliamoi para nossi palrla cheloj de or-
gulho e de conienlamento, porr|ue podemoidi-
ur io nono mullo adorado juonarcha: Sfc-
MIOR. La na margem dlWlta doPraU on-
de V. M. I. llnha poucoum lyranno que nol
deprima e nol amacava, tem neje um povo
magnnimo que ooi honra e he nono amigo,
um povo que eoluou viva a V. SI. I. e que
coinooico derramou o inaii sincero pranto na
hora em que delle nos lepramos.
Aceita!, leoborc, cata nova etpresio da
amiade e gratldo do chefe, offlciaea e solda-
do! da diviao imperial expedicionaria, e ten-
de a bondade de tranamlui-la to viva e lin-
een como be, a vosaoa dignoa compatriotas.
Eli a carta dos cidadSo argentinus:
Sr brigadelroD. Uanoel Marques deSou-
u, chefe da dlvlio auiiliar do exercito liber-
tador, :
Sr. brlgadeiro. Os Argentino! existen-
tes em Montevideo que no poderam unlr-ie
a seu irinao de de BuenoiAyre nai leaea
dnnontlracOei que fiteram a V. S., vem hoje
apreeolar-lhe por meio delta carta um teile-
munho deue ineimo lentlmenlo.
O Argeotlooi recoohecem que no dia 3 de
feverelro coouabirain una Immenaa divida
para com a generosa naco brazileira. A in-
lluenclaque este elemento leve na libertaco
da palrla argentina he, Sr. brlgadeiro, devida-
mente apreciada por aeu rilhos que no jul-
garam v-la latlifelia, te no eilreitando cada
ves mal o! vfnculoi de fraternidade que de-
vem unir ai duaina.Se amcricinat.
, O nico obstculo que a Isso se oppunha
fol aniquilado nol campoa de Caseros. Desde
que elle delxou de existir, o povo argentino
deu rxpaoiao generondade de ieui leoti-
mentoi, e o mbordtoados de V. S. tem rece-
bidoprova eloquentei de que o Carcter na-
cional uao llnha ildo torcido pelo leu lyranno,
pnr mal comprimido que eslivene durante
vinle amolde terror.
Nao duvlde V. S que essa fraternidade que
ja estile leja conegrada pelo tempo.e que!
nosios lillios liberar} de nos, que nacao bra-;
lileliadevram leus pal empane a liberdade
de que tornaran! a gozar deide o dia 3 de feve-
ieirode!852. _
Somoi de V. S. allentoi e affectuollnimoii
servos-
Montevideo 10 de marco de 1852.
Seguem-ie 83 asilgnaturai. I
No da i4,nwlverurio deS. M. a Imperatriz, |
deu o Sr. contelbeiro de cado Cjirnelro Irfo i
um eiplendldo baile. O Coin'meroio del Plata o]
dcicrrve noi leguiniei lennoi : '
A cidadc de Montevideo est em fetll del- i
de que apis laocou sobre a repblica suas i
beocaoi. Todos levam a eisai fcstai o seu tri- /
bulo, mcimo quando o objecto nao aeja o
ineimo em todoi.
O esplendido "baile dido pelo Sr. cooie-
Ihalro Honorio Hermeto Caruelro Lfio no
domingo i4, e oa que anda eilio em peri-
pecliva, aim como outrai fetai que le
preparara, fario deite periodo urna poca
ditosa e dr contenlaincntn geral. E elle he
por cerlo mu proprlo ao praoto lucce le
a alegra, e enivigada as lagrimas origina-
das pelo infurtuaio que se padeceu, o riso
ai substitu' logo, e ocoraeo ae expande.
Em todas ai reunin publicas que ha
vemos presenciado ltimamente tem relodo
ene bein estar que lamas largas ofterecr
alegrli, e ellae nao hao de ter contrbui-
do pouco para eitreitar o !;-! de fraterni-
dade que he hoje o aune o de todoi, que
he a neceaiidade primordial que ha a satli-
faier para ehegw a Viejado flus.
Ha dial que fazemoi eitai reQexfiei, e o
baile de domingo veio corroborar a exactl-
il.i.i do niissn julio. Deve agradecer-ie poli
occurrencla de tal auccesso a parte que
leve naquelle objecto.
Entretanto, fallando agora como jornalls-
lai, diremos que nos loca o mal ando da
trela] como he relatar factos e Incidentes
que produiiram aensacei que depnli nao le
podem transmitir penna.
No baile de domingo, dedicado a fetrjar
o natalicio da Imperatriz do brazil, a *Sra.
D. Therea Chriilina Alaria, deseuvolvcii o Sr.
t..ii iien o Leio um luxo nao commuin, e urna
iii.iginlieeucia igual ao bom goito de que
era acoinpauhada. Havla oito lilas deatlna-
dai para a dama, e cra-o tambeir. 0 gran-
de paleo daquella caa, urna dai iniiure de
Montevideo. Ai galerial e o leguodo paleo
serviam poli para panelo da brilhanie reu-
iii.ii'. que la er eicitada pela orchestra do
profeaior Penzel. Poreut-aalai, galena! e pa-
leo! eilava ludo chelo de gente, lendo dn-
ponivel pintar oeffeilo que o todo produtio
vlita.
No portSo exterior eitava pollada urna msi-
ca militar perlenceole a um dol eorpoa brail-
lelros, que tocou at depols das onze horai e
meia, que fol quan'do comecou a dauiar-ie noi
laldei, rompendo a dama por urna valia, que
foi aeguida de quadiilnai, etc., guardando-ie
entre umai e outrai maii lempo do que o qne
desrjivainoi ardentes pares, que nao sent.ni
acalmar-se o leu ardor aperar doi geladoi que
com tanta profuso le distribuiram toda a
nnlte. .
Tlnham-ieconilruidodungrandeisalasdes-
tinadas para a cela epara o refreico das lenho-
rai. Na prlmelra vimos urna meia de 80 cnber-
tas, librrilinenle chela do mal exqulilio que
pode offerecer a arle culinaria c do copelro,
aisim como de escolbida fruclai. Fol coberla
repetida! veiei, c depoii que ai aenhoraaa vi-
zitaram nao bastou a voracidade inascolina ex-
citada por leii horas de exerelelo para eigotar
o que le offereuia aos olhoi, poil na matihaa
scguinie ai.-.ila havla manjares Iniactoi.
nNoialao destinado para o refresco das le-
nhorai lioha Inilallado Huero o leu eitado-
maior. e so a ma aclivi.lade he que lea com
que se sahlsse bein de to dlfncil t.ref.i (..la-
dos, lorvele e toda a caita de refrlgerantei
eram oO'erecIdoi porfia para acalmar a sede
daa dausantes. ip'e vioAain logo procurar all
um refugio contra a excesslva agliaco que pro-
dui urna valsa moderna. Nesse salao bnlhava
utna magnilica balxella de ouro e prala. lavra-
da com todo o primor, e que cremoi o Sr. con-
selbeiro eslreou nena noile.
Todas ai localidad que nao cram para a
dama tlnham um tramparenle que iodicava o
seu destino. Na frenie de um lia-iei a Touen-
dor iat imhoras, a O loucador foi aorlido com
esmero de sapatos, luvas, essenclaa c todas ei-
lai nlnharias que tanto representan! em um
toucador e que se lornam exigencias imprei-
clndiveii.
Em ambos o extremos do corpo principal
do e.hlien., que abrange ire salas, cstavam os
retratos do imperador e de iua eiposa, com
bandeiras Imperiaes por tropheos.
No ramo da lapecaria, D. Gregorio Ayello,
que foi oseu director, tloha-sehavido cora gos-
lo i icndo-noi Impossivel eipeclficar agora as
engrasadas c simtricas vistas que se oflere-
elaih em cada localldade A illumlnaco que
produziam 600 vclai eia completa.
. ,, sr. comelheiro uo ceisou um momen-
to do fter ai hoorai brllhante_ e notavel
concorrencia que reunir ua'funjaoque dava
em honra da iua tobe.ana. Toda a noile an-
dou solicito ucise sentido.
.. Dinemni que a concorrencla era brllhan-
c noiavel, e he a verdade. O bello leio llnha
deieuvolvido lutntno goito ein ieui adorooi,
e comtudo ellei empallldleiao ao lado dai
belleaai que all ie achavo em todo o leu
apogeo.
Vio-ie entre os cavalheiroa o. Ex. o Sr.
presdeme da repblica, acouipaohado doa
ire mililitro; o preildenlea de ambas al
cmaras legislativas, e varios iiiembroi do
corpo diplomtico e consular. O honrado
Roberto Cure, encarregado de negocio! de
s, M. H. junio do goveruador argeulino, que
liada cheg.do aessa manha de Huenui-Ay-
rei. O conde de Caxiai, o brlgadeiro Mar-
ques de Souza, o geueral Paz. O alinirao-
es llendcnon. U Predoar, GrenlTell, c o co-
modore Mackeever e mal chefei dai eila-
cei, varios chefei do exercito nacional, e die-
res e officiaea do exercilo bratileiro, aisiiu
como aigum ofciaei dai marlnhai citrau-
ge'r"- '....,
a O baile acabou com a appanco do ula,
teodo-ie s cinco horas da maoliaa subititul-
do ocheitra de Penzel a inuiica do J.*
batalhao de iofantaria Imperial.
Na noite de II aa pesioal rnall grada do
amigo partido colorado, defensor da praca,
deraui urna brilhanie lercuaia aoi Sn.Car-
neiro LeSo, Silva Pontos, conde de Canas
e birao de Porto-Al.gre. O imperaior do
litas I, o exercito, a esquadra o a diuloma-
cia imperial foram viclurisdos com enthu-
siasmo.
i*a noite de 25 de marco davaro os nego-
ciantes btasileiros residentes em Montevi-
deo um grande baila em honrvnagein ao
exereno e esjuadra do imperio e a diplo-
macia brasileira.
Por decreto Je 17 do pssiado foram isen-
los do servico militar da repblica toios os
cidadSos argentinus.
No dia 23 foi recunheeido o Sr. Leonardo
de Souza Leile e Aieveio no carcter de en-
cirregado de negocios e cnsul geral de
Portugal.
Dizia-so em Montevideo quo o exercito
imperial marebava por aquelles das para a
fronleira.
No da 21 do passado arvoraram as insig-
ni s de seus novos postu os vice-almirantes
Grenfell e LPidour, e foram saudadis
pelos vasus de guerra desuis respectivas,
tesquadras, e estas reciprocamente Uzeran I
'igual honra a cada vice-almirante, eido!
i estes saudados tambern pelos TfMS das de
msis eatafOes-
De Iiueima-Ayrcs alcancam as datas a 90
do passado.
I O Sr. D. Thomaz Guido, que por tintos
annos foi representante do dictador llosas
ncsti crie, esla nomeaJo pira res.dir nes-
ta mestna cit-s como representante do no-
vo governo. Para cnsul foi Hornearlo o
Sr. D. MiiitBo Nunez.
O governo provisorio tinha mandado p;o-
ceder elcicio de rep'eientantes da pruvin-
cia de Buenos-Ayrai, e marcado o da i ae
msio para sua r-unlo. .
Por decreto de 16 do passado mandou o
governo restituir to las as quaulias entra-
das na ciixs de deoositos provenientes uos
cnnQscos e embargos feilo em propnodi-
desdos chmalos selvagens unitarios.
Acibava de crear-se um ministerio de ms-
toucco publica, para o qual foi nomeaoo
um lilho dogovernsdor provisorio.
No cemiterw da Recoleta, onde foi sepul-
tado o vlente espillo Tourtnho, co ti.
batalhao de infantari, mono no campo ua
honra, levantou-se um tmulo com ose-
guinteepitaphio :
Aqui dorme o imno dos nnitros,
a Domingas ItodrigueiTourinno, capiiao
gnduadodol. bstilhSo de innntana
lieeira do exercito do Brasil.
< Combaten lo pela justica, pela liberda-
de e pela gloria; em a balatha de Monle-
Cisoros, a 8 de fevereiro de 1852, recebes
o golpe fatal que prematuramente o arreba-
tou ao vivoalTocto de eeus amigos e compa-
nheiros d'armas; os quaes dedicaratn-ln
esta humilde lapila.
Dii-lhe, Sennor, o eterno descanro,
E'itre os resplandores da luz perpetua.
A imprensa de Buenos-Ayres aprsenla
um espectculo lamentavel.
Alm das publicafOes offJciaes, diz o
Commercio dtl Plata, no cont O seno de-
fensas accusacO-s graves e es.plicac.0es de
actnsque, pormuito que seexpiiquem, re-
flectem sobre os autor, s mais vergontia do
que honra. Diariamente atirim lama uns
aos outros. dizondo um que escevia forta
ascius.s torpes que publicava, allegan lo
outro que quando a numannlade era tSo
geral, cumpria humiltur-se timbem como
todos. .
0 correspondente do mesiio periolico
em Buenos-Ayres diz oseguinte com dala
de vinte do passado :
Ogeneral Urquiza puoncou um procla-
m com mais modersrSo do precioso dom da li -
bnrdide de imorensa. Causa alarma na rea-
lidadeo tom que aqui vai assumindo a im-
prensa. lutosa explics fcilmente : aquej-
les que aprenderam a escrever sob o dominio
de Rosas oa la de bom podem produzi*v e
d^sgracadamonte, com excepcSo smenle da
Hueva Bpoea, os jornaes que temos sSo os
mesmos da dictadura com os mesmos redac-
tores. Assim be que a imprensa no lem
hoje autoridade oem apresenta inieresse
alm do que Uto prestan os actos oluciaes do
governo.
a rganisou-se ja o minuleno da inslruc
q3o publica. Ojoven Louez, Uo vantajusa-
mante condecido neste paiz, fira, assim o
esperarnos, revelantes servicos a sua patria
no imp'jrlanto ramo confiada sua diree-
co.
O governo ja exoedio o decreto man-
dando proceler as elei(0'S geraes na pro-
vincia. Estas devem ter lugar a II de abril;
assessOes preparatorias da sila devem prin-
cipiar a 2, e a abertura solemne sera no I,
de maio. Ninguem po lera queixar- se da aCa
tividade co o que marcha a governo provi-
sorio. Em tres mezes apenas de revolucjlo
lera reconstruido esia macnina 13o profun-
damente minada pelo poder disolvente de
Rosas.
a llealmentese po Irruios para o futuro en
trar em urna ordem normal, muilo teremos
que egradecerao governo provisorio e mui-
lo nos devemos prometler para o futuro ;
porque isso provar que nossos elementos
de urdem sSo mais abundantes do que se
poderia crer depois de urna ruina Uo
grande.
a Restaorou-se a bella nstilnigo de so
ciedade de beneficencia. Sua influehcia in-
sensivel, poim solida, na or^anisacao do
progresso do paiz contribuir elUcaiimenie
para a obra em que nos seamos empe-
nhados.
O povo tem comprehendido a importan-
cia di guarda naeiuoal, e todos crrelo a
seu quarldl a insciever-se uo Registro C-
vico.
Os governos de Santiago e Tucuman jl
responderam ao chamameulo do general Ur-
quiza. A obra da orgauisacSo nacional
encentra plano o camiulio por tudas as par-
tes.
A assembla legislativa de Cordova pro-
mulgou urna lei quecuntm os dous artigos
seguinles :
A provi ncia de Cordov declara-se no ple-
no gozo da sua soberana territorial, reassu-
miudo a si, ni parta que Ule loca, como es-
tado livre mdep n.leiitu, confederado, at a
reuniao de um congresso nacional, lodos os
seus direilos conferidos ao lyranno Juan Ma-
nuol de Ilusas, e que obteve arrancados pe-
la Torca e pelo tarror.
Declaram-se millas de facto.e de direito,
e de nenhuin valor, as aancedes de 3 de
junho, '25 de agosto, e 28 de novembro de
1851. que serflu tranca das no livro das ac-
tas e completamente inutiliaadas.
Recebemos hontem(l2)folhas de Porto-Ale
great 18 do passado. Hada conlm de inie-
resse.
Promovia-se naquella capital urna subs-
crip(9o para festejar a entraJa do Sr. con lo
de Caxias. Devem constar esses festejos
de um arco de triuuipho, l(lumiiac,es
e um baile, alm de um l'c-Dcum em ac-
(3o de graca pela victoria de 3 de feve-
reiro. _^_^^_^_^^_
dem, 13 do abril.
O Sr. ministro da fazenda vandeu ao banco
cominercial 1,000 apolicc de 6 por cento a 101
l|i pagas vista.
Coma-nos que, quirendo S. Exc. fuer novo
contracto com mais vanlajoiai condiedes do
que as estipuladas em 1839 com a casa dos Srs<
Gutdsmlih, King e Thompson ao loinarein cun-
ta da agencia do Ineiouro em Londres, e sendo-
lhe predio para isso pagar dita casa cen
mil libraa esterlinas que ella eolio adiaulra
ao governo imperial, remeta pelo paquete de-
fin a quasi l-italld.de do producto daa refer-
ais apullces
Do Times de 8 de marco prximo pinado ve-
so qne foram comprada! ltimamente em Lon-
dres por con ia do goveroo do orasll, e ainorti-
aada na forma es.ipulada uoi reipeciivoi con-
tractos, L. 107,000 em apollcei dos nosioi em-
presiimosi r labemoi que o Sr. minlitro da fa-
lenda ordenara conlluiiane a ainorsacao re-
gular doi lueimm cmprestlmoi, que eslava
luipeniadeide i83i.
Rccebctnosanie-honlein (i2;lolbai e caitas da
Montevideo at 6 do correle, e eslimamos po-
der dizer qua ai noticias to favoraveii con*
ervacn di boa Inlelligencla entre o Imperio e
a Repblica Oriental.
Coma innunclinoi por occasio da chegada
do vapor Recift, e em referencia a cartaa de 24
do panado, entenda enlao o governo oriental
nao eitar autorliado para dar cumprlmento aos
tratados celebrado! pelo Imperio com aquella
repblica. Cartas de pe.as bem Informadas,
receidas pelo paquete Fmi, e escripias em
t do crreme, a!i ineain que o goveroo orien-
tal, modificando aua oplnlio, tinha reaolvldo
pedir um voto de confaoca assemb'a para
arranj .r a queilo doi tratado! com o plenipo-
tenciario braillelro. riperiva lhe serla elle
aencedldo e ludo terminarla ainlgaveltnente.
Assegurava^eque a oplnlao publica em Pue-
nen-Ayres e no Estado Oriental, que to decidi-
damente se havla ni.VnilVsi.il.> em favor da al-
Kca com o Praiil, e o comelhos do general
alta, tlnham facilitado o ajane final de una
Snesto que por alguna inomentoiie apreien-
ira com carcter grave.
Ro dial l"e 3 do crreme panon revista tf
Sr. conde de Casias ai dl.lses brailleirai
aquarteladaiem Montevideo e no Cerro, e nos
dtai 4 e 5 puieram-se estas em marcha para S.
Lucia, onde derla rrurlr-sr '-dq e exercito, e
seguir no dia 8 para a fronteira, lflin de tCOVs-
pir a llnha do Arapehy. O coininiodanle em
chefe e o leu eitado-malor lahlram de Monte-
video no da 5 ai 4 horai da tarde.
Os doentesdo'exercito embarcaran! no da 5
em Montevideo com deillno ao Rio Grande,
;. Hivia tranquillldade e ordem em lodo o Ei-
tsdo Oriental, mas nolava-ie alguma agilacao
nos e.pintos. Sobre o aspeclogeral das duas
repblicas do Prala diz o Comercio del Piala do
dia 6 o aegulnie :
Lotivadoieja Deo! J le acabaram aquel-
leiteinpm em que o paquete do Rio da Prala
l levava ao exterior noticias iufauatai para
nos, e para os eslranhos uoticias a.ccusadoras
dai nossaa miserias Aquellos tempoa em que
uia orador apalxouado dula em uina das prm-
cipaea cmaras europai que os assumplos do
Riada Prala o tlnham enfaitiado fue ai nau-
teain.
i Li.Mv-.do irja Dos, j acabaram! Eile pal-
ie! ja deixaram de apresetilar o vergoohoso
espectculo de povoi chrinaoi dllaceraodo-ie
catre il : j nao le v em prlmeiro lugar a dic-
tadura Irreipomavel rodeada doi ieui horrl-
veis altributus-
A pai, ena paz tao inspirada por todoi os
boas eiii.nhioi, e fonte fecunda de todoiioi bem,
eiiende iuai azai beiufeiloiaa deide aa fronlei-
raido Brasil al o Rio da Prala. e deide o Rio
da Prata al o confini da Conrederafao Ar-
gentina: ,
. Ha aete mezei que a Repblica Oriental go.
do leu benfico iullnxo, c doui acabara de
decorrer deide que la Irina, a Repblica Ar-
gentina, comecou a participar do inclino bene-
ficio. A era daquella comecou. a 8 de oulubro
de 1851, da em que ni Orleolae!, unldoi, tor-
naran a compor a familia que esleve dolorosa-
inenle dividida por lanos annos. A radoouira
data de 3 de fevereiro de 1852. dlaemque se
deu a batalha meinorarel noi fasloi do Pra-
ti, mellos pelo langue que nella le derra-
mou do que peloi fellzei reiuliadoi que pro-
a Tildo quinto se tinha felto na Repblica
Oriental em 8 deoiitubrn llnha de ser defini-
tivamente sellado no dia 3 (de fevereiro. 1"'*
eloquente de quo ligada eitava a lorie doi
dous palzei no desenlace dos niccesso que
coinecararn a realliar-ie em 20 de julho de
1851, da em que o generad Urqulaa r. Gar-
ln le apreseuiaraiu deste lado do Uruguay,
convidndoos Orienlaesa depflr aa armai a
uoir-ie em um sentlinenlo commuiii de ab-
nega(o e de sacricio de aniigai e ardentei
pnidei.
A cruzada foi Iniciada por aquellei gene-
raes, porm nrbguem Iguora que o imperio do
llra/.il auxiliou-a com um cotilingaule de im-
ineoso valor. Um exercilo poderoso por trra
e no mar urna eiquadra reipeliavel obedecan!
ao Impulso que fazla mover elemento! que eram
nouiogeoeos pela conveoleocia reciproca que
o puuha accio. Ease ineimoi elemento! jigu-
raram no desenlace final da queilo do Prala
ein Monte-Caseros.
a Al bandeiras ipie aqu'llci generaea levan-
taram furam uui tyinbolo que loRulo inaglca-
inenie lobre ui anlmoi exiliadoa pela lula de
untos anuos, e a ellai le acolheraui de lodui
01 pontos da Repblica lodo o cidadaoi, por-
cucalui daquillo que repreaeoiava um tutees
iciieraes, o oulro tralla j coinsigo a approva-
lao cordial dol Ivoineni que represenlavam
una dai fraccOei ein que ealava dividido o
paiz.
D'ahi reiultou o immortal 8 de oulubro.
. No da Immedlato a ene aucceno o penia-
aiento do general Urquia, promotor e relii exe-
cuior de urna graude Ideia, e lo grande que
arraitou aps si elementos eslranhos, unluoi
com urna empresa eisenclalmeuie de civilisa-
raoe de liberdade. No da Immedlato ao de s
de oulubro, ili.se......: o general Urquiza vot-
re o olboi pira o oulro lado do Paran, impa-
ciente por dar 11 tu aua obra glorila.. A ne-
ceaiidade d dar por aua p.rle a ultima de ina
ao que ae tinha feilo nesta repblica, deino-
rou-o no Pantanoso al 10 de novembro.
< Parti euifim, e depende pensar com ma-
durez* e de agglomerar poderosos elemcnio,
o rou com rapidez tal que em quinze dias pu-
uha lermo a tua magnifica empresa nos cam-
pos de Morn, arrojaudo para alm do co ao colono, ao omnipotente dictador, el-
vrando a America do homein que a eicandatt-
sju vlute anuos consecutivos.
. Deide entao clmentou-ie lolidimenle a
as, e um fuiuro rico de eiperanca se aprsen-
lo ii aos olboi atonltoi doi MI bol deilai vanas
comarcas. Ol coracoel abrlram-ie ventura,
e hoje parece que eiuinosum aeculo apartado!
de um panado que apenai fiualliou hornera.
. Cnmideraremoi Infecundo ene grande
triurapbo da numanldade, da civiliiacu, dos
.lucilos do hotneiuf En reirindlcacao d hon-
ra, da moral, da le, deixar de aer perma-
nente ?
a Por nona parle afnrmamoa que temos a
cunsclencia da que nena ailuacao, apatlgoadaa
ai pertrbateles inherentes a toda a irausif ao,
nao depende da voolade doa uomerfi tornar ei-
tirelsos factos fecundos jcouaoramados.
a Explicaremos nu correr dene arligo qual
leja a origem delta aubita impela que analta
certoi aiinnoa, e i qual por outra parte nao da-
mos grande peso.
Passaudo o Conureio riel Vala deitai cons.de-
ratoei geraei para o citado actual da repblica
oriental, annuncla que o governo fora auion-
sado pilo poder legislativo para conlrablr ara
craprestlino de3oO,lK>0 pesos, e accreacenla que
o .-lido linanceiro II cltuato polticai dai re-
pblica em suas relafcs cora o Brasil sao doui
pontoi que abiorvlaiu a alienfo publica e tra-
slara os nimos preocupado!.
Sobre o prlmeiro deaiei pontol, cujol eflellos
i se seotlam e comecavara a crear embaracol
ao goveroo e ao commercio, dls aquella folna:
a O goveroo expedlo um decreto ordenando
que cessane a cominlnio mixta que adinmii-
trava ai renda da alfmdega. En o decreto:
. iiaiiirio ia faienda. HonltvuUo, 30 de
marco de 1852.
O prndente da repblica, por sua reolu-
co de hoje, decreta :
1. A adinlnlitracao de toda ai renda pu
blica ser feita pelo modo e frma que a le
determinar. ,
i i. Em coasequencla, cenam desde esla da-
ta as funcedes da commlaio mixta eitabelccula
pelo decreto de 18 de Jauelrp ultimo para a ad-
ulolstraco das renda da alfandega, e toda
ai oulras relativas a mais tendas publicas,
a 3. He noraeado em corainissSo collector
Seral e admlnlilrador da alfandega D. M n un
arela de /muga, que tomar (inmediatamen-
te posse do cargo, e exigir ein seguida que ol
ctuaea adiiiiiiisir ..lores lhe preslera cunta,
dando-lhe as qutatele deque necenltem.
4. O collector geral nomeadi propori ao
governo oiempregadoinecenarios para o ler-
vlfo da colleciorla, na forma tabeleclda na
le do ortainenlo, tenao era comideracao ao
fazer esta propone ni actuar empregadoi que
reunlrem ai qualidadea da le
5. O ministril da faienda fica encarregado
da executo immediala dene decreto, que te
coininunlcar a quein competir eier publica-
do no R. N. Jirrl Ifanorl Krnueuin.
Ene decreto, que alTecta grandes inlerease,
parece ter sido posto era execuco de um ma-
nrira peremptoria, e que os meloi empregadoi
para ene fira tornarain l.isiimo.a a sittuc.io da-
quelles lobrequejn recahla a la appHcato.
a Al penoai que le seolem prrjudlcadas por
esla medida, accresceota o Comercia del Piala.
e que veem postergados leui dircttoi, lo rumia-
ran j varios prolrstos para que seui iuteres-
lei irjim poiloi a islvo.
a Nada ha que mal! le recinta do que o Inle-
re.ee individual, e ndamela digno deconilde-
r.r.io era um governo lllustrado do que ene
inieresse quin be legitimo. Neste caso nao
pode negar-si- .|ii.-- a im|..-.wo causada por es-
sa medida govenuiiva, que sorprendeu a mul-
lo!, foi prolundi, e que a aitenco dn governo
he i. un.i.l.i Imperiosamente para a silu.to
que ella creou. Porm, cumpre dlz-lo par*
iranqulllidade desle homeni que vm offendi-
doi >eus Interesses, que a le Ibes concede, bein
como a todoi os que tem direiloi que nao Ihes
devem ser arrancados, urna proteceo cuja effi-
caela hoje mal que nunca podem reclamar,
a Ante o poder della ludo ha de ceder, e mu-
guen he ni iis obrigado ada-lo do que um go-
verno, cujo prlmeiro eletneuto de existencia he
a nwralidade de seu procedimento.
Abrimos a constiluito, este livro em que
eii.iii consgnalos 01 dtreitos e oidevereide
lodo!, eise cdigo cuja acquisifo cuslou tantos
sacrificios ao paiz, e para cujo reslabeleclmcn-
to todoi o leui filhoi propeodein hoje com
louvavel einpenbo; abrliuoi a coostiluitao, di-
liiiuoi, e lemoi nella :
Os habilantei do citado tem direito a aer
protegido! no gozo da sua vida, honra, liberda-
de, aeguranc.i e propriedade. Nioguein pode
ler privado deise dlreitos seno em conformi-
dade da! leil.a
Ino nao sao palavras vazias; tolos os po-
deres do eitado devem mbordinar ieu proce-
dliiicnlo letra .11 co lisame ... e ha meio de
fazer com que assim succeda.
a Os g .vemos as.im como o individuos po-
dem equivocar-ie, e ie no caso de que se traa
ba lesao de iutercsiei legtimos, o governo nAo
.leve ter .-inl) u leo ei 11 .11 e lo vol 11 r,l all .ls
co .sagrando o principio da prolecfo a pio-
prledade.
t Mas o corto he quo a meJi la do gover-
no lem assustado. Em sua reclido sabera
elle conduir-se de modo que esse susto
desapparerja, seja ou no. fon Jado. No pri-
uicir.i caso claro est o que deve fazer ; no
segundo, he indubitavel que nSo lhe dar
atlenc9u o proseguir suas conc'pcflos dic-
tadas para bom da communidade.
J se v pois que s fzemos notar a ex-
istencia do ficto ; nem queremos historiar
os seus antece lentes, nem poderiamos de-
signar aonde esta o direito, porem he nos-
s< persuasao de que esle prevalecer por
fim. "
Na sesso do dia 2 acamara do represen-
tantes approvou Dm projecto de communi-
ca(3o ao poder executivo convidan lo-o a
.'ar exolicsQOes sobre o emprestimo dos
300.00U presos, no csso desle ja estar verifi-
cado.
Dizia.se garalmente que se fariam inter-
pellacties ao governo relativamente ssuas
recentes medidas sobre as ron las logo que
s-iapresenlasse para dar aquelli explica-
?0es ; poram afilia de concurrencia ses-
s.-in de sabbado 3, para qua foi convoca-
da a catnra, frustrnu aquella determina-
ban.
Logo quesocommunicnu ao executivo a
dispositfio da camra com data de 2, respon-
deu que os Ires ministros se apreseta-
riam ante ella para darasexplicscOes pe-
didas. ,.
Os represmta.ites forom avisados, diz
o Comercio del Vlata, para as 8 horas da noi-
le de sabbado, A galera eslava cheia de
espectadores attrahidos pela novidade do
acto, e pfclo desejo de verem os eleitos da
nacao lomaren pratico o seu alio ministe-
rio de liscilisar o procedimento do poder
executivo. Os tres Srs. ministros estavam
na ome-sala, e isso augmei.lav o inieresse
quo a sessao tinha om si ; porem com gran-
de desgosto do publico vio-se apparecer o
Sr. presidente da cmara acompanhaJo a-
penas de seis dos seus memhros pira an-
nunciar que nao navendo numero sullicicn-
to nao tinha lugar urna sess5o que se espe-
rava com emocAo tSo manifest.
. He notavel o faci de nSo ter assislido
a miior paite .do* representantes, e nSo ou-
vimos dar para isso um motivo satisfacto-
rio ; e he de laslimir.que nSo tivesse lugar
urna sessSo qua servira talvez para apazi-
guar a agilacao oxistenie, nascida da medi-
da do governo cima indica la. Se com ef-
feiio houvcssem inierpells0es ollas produ-
i'iam explicaQfles que demonstraran! o es-
pirito do rectilSu ejstiQa que dlriga o pro-
cedimento do governo.
a (juanio ao contracto do emprestimo dos
30o 0o0 nesos celebrado Com D. Cirios Na-
vla, parece que est rescindido, ou ad me-
nos que nao produzira todos seus elreiios
sonSo depois das explicacos que se julga
terao lugar na cmara dos representan-
tes
' Aqu*stSo da f.zenda publica, desJe a
ooca em que o goveroo anterior contrahio
ohrigacoes solemnes, he nor sem duvida das
mais arduas entre as multas de que o ac-
tual governo tem de oceupar-se : lio urna
questaoemmaranhaJae capaz de quebran-
tar o animo mais doci.ii o a trai-la a um
termo leliz, porquantoos interesses que ah
esto envolvidos sao 15o extensos como
complicados.
a Sentimos n5o poler communicar aos
nossos leilores do exterior o resultado de-
finitivo deata questao porem nSo hesita-
mos em armar que ella nao acarrelara
cunsequencias graves, e muilo menos de-
uloraveis. A Repblica Oriental proclamou
em plenollercicio sua coostituigao liberal
os altos*poderes que ella creou exercem
suas respectivas funoctlas na rbita legal;
aquello que della se arredasse momentnea-
mente le a de voltar sua esphera ; porem
nem mesmo%>li hypothese queremos ad-
inlttir, porque esta anda mu recente um
passado que legou umcabedal de experien-
cias que toJos os homens honrados tratam
de approYilr.
Quaoto queslSo com o Brazil, a respai-
lo da qual, lalvez por haver ainda negocii-
Cdea pendentes, parece nSo estar o Conttmr-
eVocfci Plata bem informado, diz esta folha
o seguate :
0 oulro sssumpto que oestes ltimos
dias lem prendido a attenctlu publica e
preoecupado os nimos, be o estado da re-
lacO seulre o governo orintale o do Bra-
zil.
Tem-so chegadoal a suppor que ellas es-
tavam fras o queifrieza linha-se seguido
ou eslava eminente um rompimento. Sea
luniieii'.i Mippnsicat) tem visos de verdade,
a sagunda nSo he exacta, se bem que pira
affirma-lo nSo lenhamos sen9o rszOes ne-
gativas, porem quo silo de peso.
Aallianca rjlie celohrou o imperio com
esta repblica e com as provincias de Cor-
rientes e Entre-Rios creou para aquella
cumpromissos ulteriores, que sSo objec-
to de profunda medilaeflo para este i go-
verno.
. a Ss dessa allian;a resullou a paz de que
hojegoia felismenleo Rio da Prata ; so el-
la produzio um bem tilo anhela.lor por es- .
les paizes, e cujos fructos o mesmo Brazil
ha de colher assim como a Republici Orien-
tal e a Repblica Argenlida, como ha de su-
por-se com razio que precisamente no dia
seguinle ao dessa gloriosa pacificacSo se
>0tr.oam lieos cimentados comum flu tSo
beoelico para todo ? Nada se conceder
illustrac3oe ao bota sen!-dos goveino*-"
oriental e bra/lei o para que'eliUe.UfDos
se faeili) iiiulii.s i-nncessii-s, fuo ladas na
equidade e na conveniencia reciproca ? Se-
'3o esteris os esforcos fritos para isso
quanto a ellas presida a boa te>
Nao sSo oo dominio publico os vorda-
deiros pontos de disstdencia em que se en-
contramos dous govarnus ; porm eremos
que este paquete uo leva ainda urna reso-
IjcSo definitiva no sentido de um rompi-
mento de suas rolices imigaveis ; longa
lisso is prcsumptOes do cont ario tem mui-
lo funlsmemo na opiniao dis pessoas bem
uil'.ir,liadas, e fazem conceber etperaocas
le um arranjo que tem em seu favor a ne-
cessidade de que a paz nSo se altere ; por-
que a ninguem traz beneficios a guerra,
e porque para que ella n3o appareca oestes
paizes tem-se feilo sacrificios de oSo peque-
a monta.
a Tenha-se confianza na illustrac3o e bom
senso do governo oriental e do de S. M I ,
e talo se ilA abrigo a duvidas e inquietocOes
prematuras que n manhfla podem v.ir a llcar
s em anliciaacOes cavilosas.
a Como se v o aspecto poltico d rep-
blica na la lem de assustador. & queslSo
(inenceira polo ser ajustada em alboras.
A emergencia com o Bra-zil nSo tomou o as-
pecto perigoso que leviauamente se sup-
pe. O Sr. presidente da repuba he ti ni
liDitiem que tem pratica dos grandes oogo-
eios de estado ; seu ceracler pacifico e a po-
-1.,- .i. i ." que se collocou, longe de toda in-
fluencia alheia o de luda exigencia exaga-
rada, o tornaram o Inuneni proprio para re-
volver sobre este assumpto e outros com a
circ,ims,ieccJo que rrquer a nosicBo emi-
nente em que se acha. Tanto elle como seus
ministros nfln tomar&o sobre si utna im-
mensa respansabilidade em objecto tflo vi-
tal como o relativo ao Brazil, sem cunsultir
todos os interesses, todas as vsntagefa e,
anda msis. todas as probabilidades.
O Oriental, folha de Montevideo, referiu-
do-s-i ao mesmo assumpto diz :
O exercito brozileiro que, tendo termi-
nado gloriosamente a campanha contra o
lyniiuo de Buanos-Ayres, se acha anda
epublica, reg ritorio do imperio, depois de haver
coore
_radq activamente para o restabeleci-
mento da liberdade dos povos do Rio da
Pr,u- a
a jus'iQa dos governos, a moderacao dos
seus principios e a elevacSo de suas vistas
pacificas, farSo que se ajusteai de um mo-
do conveniente as quesjues que posssmsur-
gir da nova ordem de cousas, em cuja ma^
uten;lo lodos se achaiu igualmente ola.
n-.sa.iiis, A opioiao publica anhela pela
conservacSoda psz, eucm*ii}o ea amar-
ga xpariencia do pissado aSo seguros ga-
rantes da tranquillida le do porvir.
No dia 25 do passalo, anmversano do ju-
ra ment da constituido pollica do impe-
rio, leve lugar em Montevideo o baile offe-
recido pelos negociantes b sziloirosdaquel-
a prag nossi diplomacia, exercito ees-
q ti a ira. Segundo referen! todas as folhis
foi a festa msis brilhanie que lem presen-
ciado Montevideo. As senhor, dos com-
metciantes que ptesiaram esta rxplendida
homenagam aos nossos bravos e aos nossos
diplmalas tilt ireccram ramos de flores aOS
Srs Carneiro LeSo e Silva Puntas, e coroas
de louro aos Sr. generaes Conde de Caxias
e bario de PortOAlegre, e ao Sr. vic almi-
rante (.renfell.
O governo oriental acabou com.todos os
commandos militares dos deparlamemos, e ,
entregou a autoridade aos funcciomrios
constilacionaes, islo he, aos chafe polti-
cos e de polica. Para o departamento da
c.pitilfoi nomeado o co'onel D. Venancio
Plores, um dos mais distnctos defensores
da praca.
Da Buenos-Avres alcancim a dala a do
correte.
A noticia mais importante he a de ter si-
do cassada a RomeacSo fi general Guido
para" ministro plenipotenciario nesta corte,
o de estar nomeado para este cargo o 8r, D.
I.uiz Jos dla Pena, que era ministro dos
iiegucms eslrangeiros em Bueuos-Ayres.
A nomeacao uo Sr. Guido tinha sido mil
accoilnda, e as cop.sitlijract5es apr^seolala
pela imprensa sobre a inconveniencia dessa
uomeaciose altnbuia garatneot a annul-
lieri.idu decreto que conlleva aquella ge-
neral urna tSo importante missllo.
O Sr. Dr. Pena he amigo siocero e Ilustra-
do da allianca com o Brazil, e sao da sua
p i n ti a us optidios arligos que em tos do In-
passado apparecaram no peridico Oricifa
em favor dos tratados celebrados pelo Im-
perio com a Repblica do Uruguay. '
Ogoverno argentino tomou poase em 17
do pissidodailha de Marlitn Circia. O go-
veroo oriental, ao enlregar-in'a, declarou
que o fazia salvando lo los os direilos que a
epublici possafazertaloraposso daquella
' o"sr. MilitSo Nunea, que eslava nomeado
cnsul geral de Buenos-Ayras neslei impe-
rio, pedio dipeo.e desle lugar e/olsuM-
Ulu.dopeloSr.Joao Fras, i.egociaute ar-
genlin3jJ>blecido nesta cOrie.
------
MUTILADO


~- ' i-?e **.

U Commercio del rlata resume Mi segnin
tes termos situsclo da repblica argn
tim :
Tiansporlenio-nos agora outra mar-
gem da Prut, o vejamos oomo apieseulsr
aos OOSlos leilores do ultramar a resenta da
situactlo daquellu pait depula da sahida do
anterior piqueta, ta um a\ei.
. a Essa sltuacSo be a todos os n-speitoa II-
sonfieira. Ossessents e tres das decorri-
dos deade que cabio a dictadura tero (do
pruveitadua ventajosamente.
Ouasi todos os governos das provincias
interiores manifestaran] sua ndliesuo nova
ordem do cousa.a, Todas ellas 86 deci leni
pelo sysiema l'edersl, o que ninguem pen
aou danasse de acontecer urna vez que os
puvos a querem o que oesseuciBl he a orga-
nisacilu da rcpublic. O que agora reala fa-
zer para consegu-I* he meramente questlo
do lempo. Meis abaixo se vera que se vai
principiar a trabalhar nesse sentido e
obrar do urna maneira que lera promplo
eiito.
A provincia de Buenos Arres, que foi
sede da dictadura, o antro donde parta a
acc.Su para os extremos, dentro e fura do
aix, he laniberu hoje o foco da agilaclo fa-
ril que natural mente devia seguir-se mor-
a aquella. O queali ae fez preaeniemente
nlo so deve julgar circumacnplo nof limites
da provincia: narrara sobreo reglo da Con-
fodf racAu urna influencia poderosa, o que
aempre eierce urna capital sobre aa cidades
secundarias do Estado.
c ;No dia II desle mei devem fazer-so em
bueiiiis-Ayrn as deicdes de representante
para a sala provincial, que devora reunir-se
not'demaio. Esta sala tem do comefar
seus grandes trabalhos pela> eleciJa do go-
vernador proprietsrio, que exercer suas
fuuccdas por tres anuos, conformes iei.
a med Ja do governo provisorio do en-
viar para o exterior ageutes diplomticos,
afim de representaren! a nac3o, tem aocon-
tradoeo Ituenos-Ayras uauoppnsiclo juS;
ta e razoavel : os seus advogsdos fazem va-
ler rezOes negativas, porm nlo duvidam
confeasara irregularidade do tal proceder.
tHo sabido que oem sempre consegue o
povo a modificaclo dos actos que om seu
emendar nlo devem consummar-se ; porm
ao menea esses actos lic.no privadosdoapolo
moral e do preatigi jque devotn ler bo-
quea opinilu publica seill0.t(i cuntrar j
j)lles. orci.n.euilll9noclij0j81lB tgn.
""te;,^0 *'lmrCu provisorio tem conscianoia
de que sacrifica a razes que no sa en-
tendem urna parte de sua pupulandsde.
Aprcsenlou-se, porm, outro f-cto, no
qual os ciil.nl Jos podem directaineiite la jer
sentir sua inllaeiicia, em contradicho com
a que parece querur exercer a auioridade.
t Este faci he a rormacSo da lista dos
candidatos representado ds provincia.
O goveroo provisorio de Uuenos-Ayres,
ae he verdade o que assegura um peridico
tem urna lista, e diz-se que merece a sua
acquieictncla ea do general Urquiza. Como
os homens illustradosque cooipoem aquel-
lo goveruu esUo a terminar o nico papa
que tem quedesempenhar nesse posto, n3o
eremos que tenham dado a sua acquiescen-
Cia publica a urna lists, ou entes queorga-
nlssasem urna lista e a exhibi com o seu
Visto para faze-la aceilsr pelo povo.
Tambem no eremos que o general Ur-
quiza tenha descido sos delalhes iu iivi duaes
quando o resultado de todos os modos lia de
estar de accordo com o programma do t
de maio de 1851, que o povo de Bueuos-Ay-
res o toda a Repblica consileratn como o
lbaro de sua redempglo.
Saja como fr, esaa publicado feita em
un di i io serlo causou ciumes naquelle po-
vo, e dispOa-se elle a exaicer seus direitos
nos comilos de 11 de abril com toda a la-
titude de um povo livie.
o Fixou-ae em candidados especiaos, e a
lula eleitoral ser por corlo sustentada com
vigor se os dependentes do poder lizerem
uso da sua inlluenria ollicial para Impor
urna lista.
ti nosso correspondente daquella ci la.lo
escreve-nos s carta que abaixo inserimos,
eque di algoma luz sobra o prximo resul-
tado daseleicOeS.
Na hypotltese de urna luis semelhanle
entrevo povo e o poder, nossas sy ni pal h as
nlo pudein ser duvidosas, tazamos votos pe-
lo tiiumpho daqaelle.
i. Ha, pivcni, ums circumslancia mu
digna do notar-se, e he qu i em ncnlium i
das li-tas que leem publicado os peridicos
de Buenos-Ayres se aciimi individuos da
quem se receia que Invem tes regrels a tri-
buna da libedadc, lombranJo-se de dan
lempo em que havia mais occsilo de flMr
prova do cynismo do que de patriotismo.
Tolos esses Marats desenfreadus foram lan-
zados ao desprezo em que devem purgar
seus percadus.
< Occoireu em Buenos-Ayras um succes-
so Dotivel, a sabor : a revogaclo da medida
que estmava o general Guido para a mis-
silo do Rio de Janeiro, tocando antes nesti
capital, lambt-m com oancler diplomtico
junto do governo oriental. Ameiida fui
monlic da quaniii i prssoa, porm subsis-
te, leudo recahido a nomea(8o no Dr. D.
Luis J se oe la pena, ministro do relacOes
exteriores d'aqueila provincia.
Ouvimos dizer que para esta importan-
te modilicsclo imiit ir mi rasOes mui gra-
ves: a present du plenipulonciano exone-
rado, no Rio de Janeiro, no era uuia ga-
ranta do xito feliz do qu.ilqu-r commis-
slo que leva.se. Isto nlo he de mo lo al-
gutn querer por em problema a capacidade
d'aqiiellc diplmala alguma cousa mais do
que isto deve rodear a personsgooi quo vai
fallar em nome do urna naci ante outra
que nflo pode ulha-la sem certa provenclo.
c Em caso como este o proprio Taley-
rand estara Inhabilitado para desempenhsr
o novo papel de quo era eucarregado o gene-
ral Cuido.
O nosso correspondente transmute-nos
o boato deque o general Urquiza marchara
para o Rosario, onde luvera urna c. no-
reoela de govornadores para tratar da or-
ganisaclo nacional. Vemos outras caitas
e posto coulii incui o bosto, quanto via-
do gen'ral, di/em rom ludo que serSo go-
bernadores ou commissarius os que se hio
de reunir no Rozario. *
Nesss conferenciase tratar do con eres-
so constituidlo e se concordar no ponto em
que deve reunir-se. Dli-se que lera i,to
lugar em Santa-F o em Entro-Ros.
Sympat'iisamos com o pensamento de
que a reuniflo do congressu nao seja om
Buenos-Ayres. Mu tas r.sfies hs para isso,
o entre outras a ne desviar ile-sa cidade os
ciuniea Inleressados das outras provincias.
Sante-F tem rasos especiaos para ser o
lugar de reunilo do congrriso: he urna das
provincias litoraes mais pobres enrasa las,
ao niesmo lempo que a sua localidade a in-
dica para ser a chave da rommunicb<;.io
coniini-ri'ial com as provincias interiores; e
soiireludo Santa-F nSo pode excitar ciu-
jnes- ss outraa provincias,
O prximo psquete levsr por certo a
solarlo dasquestOos que huje preoecupam
Os eapint"s em ambas as msrgens do l'rata.
Este oeixa urna ilnaco em geral lisongai-
ra: os incidentes que surgirn) nenia rep-
blica nao serlo bstanles para esterilisar
tudo o que sa tem felo al hoje, alim de
que o pii arraigue suas liberdades, d vi-
gor s suas iiistituicOes, repouse 1 som-
bra da paz em que se acba.
Taes fio os nossos votos.
Eis carta do nosso correspondente :
Buenes-Ayres, 3 de abril de 1852.
De dia em dia cresce s atitacSo em que
tem estado este povo por causa das eleicfles.
A lilla do governo ndo agradou, e ISo pou-
eo as palavras que s preceden] os sus ou-
lilicacn no Agenta : He a que tem, dizin
esto peridico, a acquleicencia do general
Urquia e do governo. Sei posslvel que
o general libertador tenha seus esndidatos
nestiseleicOes? He o que nSo nosso erar,
por i he o que se dlsse somi-oflici I ment
QubI erls o proposito do general Ur-
quiza dundo o ip lio Jr seu nome urna lis-
ta ? i .n o io creio que elle reeeio de quo na
nova legislatura, qualquer que sejam o
que a oomiionnatn, h>ja alguem que seja
hostil ao llust'e guerreiro a quem devemos
a lber lade. Mnguem 1 lio sera lio-til como
entl lade polilica, porque ao cpnlrario to-
dos Ihesomus summamente gratos pelo im-
menso servii;o que Selle recebemos. Nin-
guem sera hosiil es suis leias, porque to-
dos estamos disposlos a secunda-las
Oque nos deu o general Urquiza? A
libeda le. O que nos prumetta em segui-
da? Garsntir a nrJem publica para que
debaixo de sua egida no-sa piovlncia se or-
ganlse e a na^So se coost tua. E pode ha-
ver alguem que se oepouha a isto? Pode
o general Urquiza ler recaas de encontrar
aa nova ssla issa o.iposico?
Parece-me sutes que ha nessas palavras
urna ma Interpretadlo do jornalista j por-
que na verdado nlo he possivel que o ge-
neral Urquiza quelra cotnpromettersua re-
putc/io em una lula eteitoral, em que olo
Um necessilsde nem interess^ de entrar,
e na quil pode licar vencida a candidatura,
a qual dizera d seu apoio, ou antes sua
uc/uiesconcia. Smeiit Rosas poda dar ac-
quiascincia.'ou, o que he 0 uies no, seu
consent man to para urna lista eleitorsl; e
por isso ha que os representantes do te upo
da dictadura no eraiu deputado do povo,
porm agentes do poder.
O fart> he que a lista do governo avi-
vou no povo o deaejo de fazer-sa represan-
a-
fJ' D: oernab Escalada, D. Viclor Martnez,
", Auguslin Ibanoz del.uea, U. Nicanor Mi-
guen), Dr. I) Ireneu Prtela, Dr. I). J. J.
Montes de Oca, D. Ramn Solvera, general
. Manual G. Pintos, coronel 0. J. M. Piran,
coronel D. Manual Hojas, Or. D. Manuel M.
Escalada, l). Leoiialdo Gndara, D. Valen-
tn Cardse, Pedio Ortiz Velo/, D. Jos
Gullau, t. Jos M. M .lilon ido, ll. Ignacio
Martnez, Dr. Velez, Sarslield, U. Juaq B.
Molina, II. Augustin Delgado, D. Maitin Te-
jerme, coronel Lagos, D. Vicente Cazn.
< mi esta lista he a do governo, como me
disseram, pa ece que a idaia dominante he
a de reunir homens de todas as classes, co-
ros e provincias.
Nos Debata de hoje hs urna furlissims
ren.essa contra Baldomero Garca. Este
Iribunods dictadura sublavou conlrs si ums
tormenta tremenda.
lii-sa que o general Urquiza vai ao Ro-
sario ou 5. Nicolao, onde deve haver urna
confarnucia do governadores. Nesta confe-
rencia se tratara o ponto importante da or-
itanisacfiu nacional. Ja nao fallam senSo
dii.is provincias, San Jusn e Jtijuy, para que
toda a confederadlo ae pronuncie a favor da
nova ordem de cousas.
A imprensa esta em completa resurrei-
(to. O primeiro numero dos Debates foi de-
vorado por esta socie lade vida de doulri-
na. A liberdade de imprensa brilhs em to-
do o seu esplendor, o em tres diss de dia-
rios novos appareoeu mais poesa as su
culumnss, do que em vinte annos de ditac-
lura, e comludo as poesas publicadas slo
so .In .s.
Para ootender-se este trecho da corres-
pondencia cumpre dizer que no primeiro do
correnle desappareceram lo ios os jornses
da dictadura, menos o Diario da Tarde e o
llrillsh Vuckel, eque vieram luz o Vrogre
so. os Debutes e o Correio krgentino. Exis
llam ja tres [ulnas novas, o 1'uiJra Castanhe-
la, Avispa e A'oiw poca.
Ton io Iranscripio cima a resenta do
Commercio del Piala, terminaremos eslo ar-
tigo copiando o juizo do Orieatal sabr o
eslido da Repblica Argenlioa.
A Repblica Argentina deve apparecer
mui brevemente constituida federalmente
sobro principios de civilisacSn e liberdade.
Desde hoje as valas dos saus toin os de es-
tado esteudem-se aos extremos desertos da-
quella loruioso e bello paiz.
O Chaco e a Palagonia, osses dous gran-
des e feriis ocanos de trra virgem e po-
derosa em vegala;So; ricas de frondosos e
abundantes bosques, cruzados por caoaes
quo dos pontos mais remotos do centro da
repblica communicarlo fcilmente d'ora
am diaula cum o ocano palo Vernejo e pelo
Colorado ; essas duss grandes raecea, que
tarjo da Repblica Argentina um gigante
como a Russia no velho mundo, clnin.un j
boje a sttencSo de lodos os homeus pensa-
doies, preparando os primeiros elementos
que devem elevar essas fjrmosas regiOes
cmlisuc'i e vida dos povos modernos.
Esse futuro to rico para a Repblica Aigan-
lina depenoe exclusivamente da sua. prxi-
ma organisaclo o da conservadlo da paz
publica,base segurs de ludo o progresso en-
tre os povos modernos.
< A influencia dos seus grsndes sconteci-
mentosquose acham na estillara da possi-
bilidade produzrlo iufallivrlmente resulta-
dos da mais sita importancia para o bem-
estar e fellicidade dos Estados vizinhos.
.i O Paraguay com a sua immansa popula-
cho e seus bosques preciosos vira a ser por
urna parto um dus ooncorrentes mais ricos
e activos no gronde mercado ds Rio da Pra-
la, onde a pesodeouro se ha da conside-
rar cada um dos groa do sua civilisacSo e
dos seus productos, prepsrados pela mo in-
teligente do artista, do fsbnncanle ou do
sabio.
Ah est i inmediatamente o imperio do
lira/1!, poderoso e fo>te por suas inslitai-
cOes e pela marcha Ilustrada do seu go-
verno.
Ahi est o Chile mostrando os resulta-
dos pra lieos da paz constitucional edo res-
peitu a suguranca pessual, i proprieJade e
as leis.
Ahi esl a Bul via em ordem inversi,
|i 11...nio.iii lo ao mundo os tristes resulta-
dos dausuriatio do poder, dos repetidos
trsustornos de ordem publica.
Soesiudarmus demorsdam^nte ss cau-
sas de lio oi.nucas perspectivas, furc.oso
ser convir em que falla n aiuda uestes pai-
zes : primeiro, populeclof s-gun lo, edu-
carlo poltica ; tercero, os coalumes pac-
ficos dos povos q te depoisde orna ionga
experiencia reconhecem a necessnla.le da
conliiarseus prugres nienioa poderosa influencia do commercio
paciQco, da industria e das artes, que rege-
neran] a vida das nacese afiancam seus
grandes destinos em despeto das ms ten-
dencias que fiequentemente appareoem na
aurura da vida dos povos. a <
(jornal do Commercio.)
PERNAMBUCO
ASSEUBLEA PROVINCIAL.
SESSAO EM SO DE ABRIL DE 185i.
Picsidincia io Sr. Dr. Pedro Cavaicanti.
As onse horas da uianbia, fella a chaina-

da, verlflcj-ie enarena prstalas 29 aenhoraa
depuudoa.
O Sr. Prtiiitttt abra asessio,
OSr v SMralarla l a aela da sesio anterior
que he approvada.
O Sr. I.* Sicrclario mencin o seguale
EXPEDIENTE.
Om ofllclo do secrelarto da prosinoia, en-
viando urna represanlaqlo da cmara uni-
cipal de Olinda, em que propSe so racMi cer
las allerCos a Iei provincial n. 117 de 8 de
maio de 18*3, relativamente aos lemites en-
tre aquello municipio, eodo Recife. A'
commisslo de eslatistica.
Outro do mesmo, enviando a copia do pa-
recer do Exm. diocestno, acerca da croa(Oo
da f'eguezia de S. Bonio.A' commisslo de
eslatistica.
O'ilro do mesmo, remetiendo urna repre-
s Miticilo ou cmara municipal desta cidade.
pedindo alguma providencia que faca cessar
o abuso, que se tm intro luzido de secun-
dii7.iram para o cemiterlo cadivares, em csr-
ros de passeio.A' commisslo encairegadt
do regulamento do cemiterlo
Um requerimento de Eugenio Diperon,
offerecendo-se para fazer a illuminacJo des-
ta cidade por gaz hydrogenio liquido, me-
diante o prego deSOOrs. diarios por oda
lampino, pelo espado (Jo 35 annos a' com-
misslo de commercio, industria e artes.
Outro de liento Jos Conexivas Cuimsries,
oscrivlo do crima e do jury do Limoeiro,
pedindo que as marque quota para paga-
mento da q na tilia de 331,958 rs., que Ihe ha
devedora cmara municipal dsquella cu-
n inca decustas dos procssos criminaes en
que tem sido condemnsds. -- A'commisslo
de orcamento municipaf.
Oatrode Custodio Leal, em que expOsti
que ten I i-se casa lo com a cxposla Romana
Guedes Alcoforado, e como aeja garantido
lior le um dote da quautia de 800,000 rs. ;
pede que a assembla Ihe designe quota na
Iei do remenlo para pagameoto do mesivj
dole.--A' commisslo de orsameQlo^provjn.
cial. ^^ -
municipal
extensiva ao
doptada uo
das ornes
-A' commis-
slo de pelicOes.
Foi li Jo e approvado o segulnte parecer :
< Para poder dar seu parecer acerca do re-
querimento de Jos Bitancourt Amarante e
outros taverneiros, que se queixam da ma-
neira vexatoria e exorbitante porque se o
bra o imposto de 20 por cenlo sobre a ago-
ardeote de consumo, precisa a commisslo
de f respeito do consulsdo e Ihesoursria pro-
vincial, assim como dss decisOes e seus fun-
damentos dsdss as reclsmscAes dos ditosls-
verneiros : por tanto requera commisslo,
que pelos canses competentes se po(am si-
sas informa;Oes.
Pa(0 da assembla, 90 de abril de 1859
--Antonio Francisco Pareira de Carvalho.
Jos Pedro da Silva. M. J. Csrneiro ds
Cunta.*
Foram lidos e (Icsram adiados os seguin-
tes pareceres :
Por pedir a palavrs o Sr. Frsncisco Jlo :
Pedindo Joaquim Cordeiro Ribero Cam-
pos, que esta aasembla declare se o abale
de viute coutos do ris concedido a Fran-
cisco Carneiro da Silva, arrematante que
foi do imposto de 9,500 ra. por cabeca le
gado vaceum, apptuveita tambem ao peti-
cionario na qualidade de representante do
dito arrematante no municipio do Ro-Fur-
muzo e versando este negocio sobre iiiter-
pretaclo de Iei, he a commisslo de fszemla
e ornamento da parecer que commisslo
de legislarlo se devolva o requerimento.
a Sala das commisses, 90 de abril de
1853-Antonio Francisco Perera da Carva-
liio.- Jo-i- Pedro da Silva.--M. J. Csroelio
da Cuuba.
Por pa lir a palavra o Sr. Aguiar :
A commisslo de fazanda o ornamento
attendendo ao requerimento que dirige a
esta assembla s cmara municipal de Olin-
da, que pede seja ahsolvida da divida pro-
cedente das despezas Iotas com o tapamen-
todo arrombo em Olinda, que injustamen-
te carrega, sendo esta despeza provincial o
nlo municipal, he de parecer que nlo s
nada mais se exija da cmara de Oliuda,
mas que at Ihe aeja restituida qualquer
qusntla que por tal Ululo ae Ihe tenha lo-
mado.
a Sala das commissOes, 90 de abril da
I85J.--J Pedro da Silva.M. J. Carneiro da
Cunta.-Antonio P. P. de Carvalho.*
Por pedir a palavra o Sr. Paes Brrelo:
Tendo a commisslo de fazenda e orca-
mento considerado na devida importancia
as rasOes, que assittem a peticionaria D.
Anua Perpetua Dantas Senhorinha, para de.
Iiberar-se a vender a casa, que serve de
quartel e cadela na cidade de Nazarelh, e que
por isso nlo pode por mais lempo te-la alu-
gada para este servico publico, e pede, qut
Ine seja entregue no estado em que sa cha-
va quando a alugou, ou que o governo se
respira a compra-la por 9:000,000 rs., he da
parecer que seja a~ pTBtenco levada ao co-
nliecimonto do governo, porque caliendo
naa furcas dos cofres provinciaes no pr-
senle exerccio, contrate a compra da refe-
drm levar dos marea de Perpambueo ahla a
epidemia da febre am-rella, que aqu reappa-
receu, como prudeolainenle decidirn) aa com-
petentes auloildadea anquella cidade; e para
que nlo ae duvide eteinplifloamoi. Chrgou
o Laineiilo (rnienda-se beni) aoLamehio, o
brfgue Ingle* Marta com cargarle bacalbio em
procura de boin marcado, c aabeado que na
oidade da Baha da va mrllior preco, parta do
sobredlto Lamelro, aem ler entrado no porto,
para referida cidade, levando por camella
carta deaaudc, onde ae declarava nao ler en-
trado o brlgue no porto e ter-ae demorado lora
gmente doua dla. Ghegado que foaae aillo
brfgue, e apezar da carta de aaude, foi elle pos-
to ein q uaren ir na. nflo obstante a duris da
medida nao houve da parle do brigue reclama-
cao alguina vala da providenciaa seinelbin-
lea que tendiain a acobertar de mal to grave a
popularan de uina grande cidade: chegando,
porm, Habla o brigue de guerra Olinda le-
vando a aeu bordo o ei-preildeme deala provin-
cia o Can. Vctor de Oliven a, tendo eaie brl-
gue ealado dentro ate porto do nosao Reclfe,
leudo tldo a seu boroo varios casoa de febre
amarella, tendo aeguldo do ineaino porto para
a Habla, era de auppor serla posto ein rigoroaa
franqua por ae dar a respeito desae navio cir-
cunstancias mala gravea e temerosas! maa nflo
acconteceu aaann, porque logo que ebeg ti o
brigue desembarcaran) os paasagelroa, e toda a
nipolacao licuu ein plena liberdade e coinmu-
nlcacao com a trra.
A' vista deate accouteclmento os consignata-
rios do brlgue tngle reqoereramao Eim. pre-
sidente daquell* provincia, fazendo ver as uic-
Inore* coodicedes em que o brlgue eslava pe-
d udii-llie ni indasse levantar-lbe a quareotena,
maa ein vea de serein attendldoa leram oo aen
requerimento o deanacbo original aeguiote:
i Em visla da Inforinaco nao pode o brlgue
de que tratam oa aupplicantea aer adinittldo
llvre praiica, aem lindar o periodo da quaren*
lena, que nao he grande, e s* pode suppor ctmo
fazendoainda parte da sua i>lageml! .'I e sailsfa-
eflo nenbuina sobre o prevlleglo concedido ao
brlgue de guerra! nem tan pouco sobre o mes-
mo prevlleglo dado aos vaporea, que entraram
e aabiraiu aem cerfnaonia! Maa o caao nflo ae II-
.,*, luu ao incoinmodo da trlpolaco e prejulao
Y\leiiiorageoi simples, porque entrando logo
lepo!'1 vindo da Gersey um navio com bacalbo,
fcudfu '"8" ba,a P'c- e abaateceu o mer-
cado V1' aorle que quando se termlnou a qua-
renii'nif do brlgue Harta, nao pede mala ven-
der auule"c genero por atacado, vlo-ae na pre-
clsao de\ retalbar bailo preco, no que nada
ineuoa plerder do que seis a aele conloa, e an-
da assiiir 9e poder vender lodo, alm dos pre-
luiaos da' demora. Se neste caso nflo se deu iq "
lusiica clamorosa, nao ha caao ein que ella pai-
sa dir-se Mas Isto begraca.nao bouve taj|a.
lusllca um vez que o brlgue MafJt gri-iner-
caote e uo.de guerra, era "-- v.-u.i e nflo a va-
por, vaaoa estes ultimo* ein que a febre ama-
relia nao pode navegar, etc., etc., ele.
Tenha pascleucla, Sr. redactor, publique esta
receila de seu inulto venerador,
I do mlnhs senhors, como animavs a familia,
prometiendo que, em breves illas veramos
,a enferma em estado da parfeita sstsde, o
que sereslisou.
i A'visia pas, de effaltos lio vislvols, eu
idesejaria que todo o muu lo sbracasse o no-
vo system*. e de ums vez aban lonssss a va-
' Iha allopsthia, que pela seu estado de de-
erepitude 80 marees o esqueclmento.
A allopsthia he tyranica no seu mathodo,
ou sysiema da curar, a homcoopathia he be-
nigna, n.lu fl.igella o enfermo, e cura com
suavidade. A allopatbia he como em poli
tica o sysiema absoluto, que s se nutre no
sangue da misera, Oppiessa humanidade,
a homceopsthia ho o inverso, he emlim o
sysiema de bemfazer, e bem Irstsr a tiuma-
nidade.
yueira, senhor redactor, dar publicidade
om sua conceiluada folln a estas lionas,
que dedico ao Hlm.Sr. Francisco do Paul*
Carneiro Let.o, em sigoal de gratidlo, ami-
Z*de, e cierne icconlieciinenlo, pelo que
Iho Meara asss agradecido este que tem a
boi.ra de ser
De V.8. humilissimo servo.
Jos Itufino Barbosa da Silva.
Publicarlo a pedido.
PORTUGAL
Ein 1818 a 1847.
omsaciDO AO USO ABII00 a POai.l FOBIL'SUSI JOA'O
.DS B0I)I.
"i Igra sobrt os corda* mal Ump'radas
Cnr.ji, lagrimal minbas, tiuin>ii-lhe
l'n. (niiifi ioiii di ior, un iriltt canto
Ao lucio, jos iii ia palrii coniigraio I
joVo pe LSMOS.
I.
Mlnha patria 1 .. vigilancia,
Nao le delses illudir !..
Resignada... tem coostancia,
Pde leus olbos no porvlr I
Nflo vs, aleni um* 'slrrlla
De lu pallida, i-.-as bella,
Sue eotre nuveo* le revela
flo haver nos ecus rival ?..
E' o facbo da verdade,
Que alo.na a chrlstan'dade...
Que ha-de -dar a liberdade
Ao uieu lindo Portugal 1-.
L/urrespoiideucias.
Senlioies redactores__Se a Imprensa em toda
a parte he Importante recurao, para por ineio
della palentear o ineretliuenlo de cada um. Se
ella em toda a parte he o echo de todaa aa de-
uionairacoca, aeja-noa portanlo perinlilldo que
deaU vea airvamo-uo* deate Importante orgo,
a 11 ni de esclarecer-se o coinporlainento digno,
franco e generoao de um das mala illustret, e
beoenierlios negociantea, que enlre nos tem fe-
lizmente apparecido.
Queremos fallar do dlstincto negociante alie-
mi, o Sr. Henrlque K.alIkmaun. bue moco ten-
do viudo paraeata provincia ba annos, elle des-
de Seus principio! suube eslabelecer oa casa de
que he socio, dos >rs. Kallkmann Iranios, no
seu commercio de grosso traio, o mais louva-
vcl rgimen coinmercial, porlaodo-ae de ma-
neira a agradar a todos quanto iainia sua casa
negociar, ou fallar-Ule. O seu trato franco, si-
sudo a urbano, quer ao grande, quer ao peque-
no, sao provaa drsobejo para justificar u que
acabamos de dizer, e aer iudu 1)1 davelmeiile
apooladopor um dos ssale recommendareis ne-
gociante da uoasa praca.
Dotado de todaa estaa bellas qualldades asss
agradavela e coudeaceudentea, ettectlvamente
a sua casa de commercio acliava-se *plob*da
dos inelbores compradores da praca, e ceino
por una boodade Immensa, elle salala/ia a
todos com aquella preatesa, e acvidade que
caraclerisaau negociante de mrito, e de alma
planos mercaotls: aatlsfaiendo desl'arte a lo
dos, e deixando a lodos satisfeitos e con-
ten tea,
, Oala que a nossa cidade, portento o nosso
paiz, recebesse em aeu commercio numeravela
lameos deate carcter : felia della. efelia igual
mente da casa que aonlivesse ein si gerentes
desta nalurea. A vanlage*n aeria obvia.
Entretanto como o que be boni, lem quaal
eepmre pouca duracao, por tsao ineaino be que
o Sr. Hearlque Kalkiuauo val- noa drizar, aem
duvida porque oa s-us intereaaem o eaigem.
Elle parte boje para o aeu pan no vapor iugles
S'i-ern, demudo nos merguiliados na mal* sin-
cera aaudad*. Queira, puls, o Mr. Kalkuiaon
aceitar as nossas cordlas despedidas] e, pols,
Iba desejamos a inals propicia viagem, e per-
initllndo Daos, que nao encontrando tropeco
alguin, queein poucosdias vi ver ein seus la-
res, na bella cidade de Ureinem, o que Ibe he
mais charo e precioso.
Uesculpe-no* o Sr. Henrlque, sa com estaa
demonalracdea, til ta de urna amlaade aincera,
Ihe oil'eiidemos a sua modestia e amor pro-
prio,pois querendo dar un teatemunbo do aeu
alio merrciinento tomos largados a descrever
estas toscas llubas, pelo que Srs. redacto-
res pedlnioa-lne quelram ler a boadade de
Inierl-las na seu cooCelluadlsrao jornal, do que
licar-llie-in asss grato, o seu constante lettor
i
llecife 21 de abril de leo*.
rid.es.. enoc.soconlr.ro, que se f.. '-=^;~-
substituir poroulr.e s entregue s peticio- PJ" ^JM"*'
u.ri. ind.mois.ndo-. d. despea. nece.s.ria ^^Ifi* iT.,
para a por em primitivo ealado.
Sala das coniuiissO-s 80 de abril da
11..-1..--Jos Pedro d. 8ilva.-H.noel Joaquim
Carneiro da Cunta.Pareira de Carvalho.*
Foi lido julgado objeelo de deliberadlo e
mandado a imprimir oseguinte proiecto :
A astembla legislativa provincial efe Per-
nambuco resolve :
< Art. 1. Do I.de julho de 185iem di-
unto so abonara annualmente ao iliesourei-
ro ila f.zend. provincial a qusntla de 400
mil risp.ra quebraa.
i Art. 3. Fic.m ravogadsjquaesquerdls-
poscOes em contrario.
Paco da assembla legislativa pVovinclal
de l'ernambuco 30 de abril de 1851.Anto-
nio Jos de Oliveira.
. (Continuar-te-het.)
Repartir;3o da Polica.
PARTE DO DIA 90 DE ABKIL.
Foram pftsos: A O'dem do subdelegtdo
da freguezia do San Frei Pedro Goncalves
do llecife, o portugoez Jos Perreira, a re-
iiuisi?lu do respectivo consol: ordem do
subdelegado da fregueiia de San Jos, Se-
verino Manuel Pereira, e Franoisco do Ro-
zarlo, por desurdem ; e do subdelegado
da freguezia da Boa-Viata, a parda Balar-
mina da Cono.isfio, por ss) suppOr estrave.
Do interior ds provincia nlo consta novi-
dado alguma. ._
DIARIO Ut PEHNA1BCU.
ItlXIFE 31 DE ABRIL DE 1853.
A assembla approvou hoje a emenda do Sr,
Pereira da t-*rvalhu ao parecer da cominlsso
de nilrocrao publica, relativo i prelencao' de
D. Laura Cavalcan. oonclnlo segunda dia-
cuaaflo do orpamento provincial eicepcflo do
artigo 8. que ficou astado pela hora
CoiiJiiunicado.
AVISO A QUBH COMVIER.
Saibam todos a quem interesse, que manir
os navios mercantes, e nao os de guerra, po-
Srs. redactores.Bam longe estavs eu de
occisilo de encom-
lypogrephia ; mas
hoje impelido pelos deveres de gratidlo,
vejo-me na necessidade de retorcer a elles
para poder dar publicidadeaos folios mere-
oulosos da homcBopathia.
A Providencia aempre desvelada em bem-
fazer a humanidade, parece-me que previne
antecipadamente os remedios para sarar-
nos dos males phvsicoa de que somos icora-
mettidos, e por isso fez apparecer neste ca-
lamitoso tempo oimmonal Hammenmann,
que descobrindo o verdsdeiro sysiema do
curar oa carpos humanos estabeleceu a me-
dicina homceopathica, oque passo a provar
com O aeguinte caao :
Chegando eu a esta eidade com minha
!rosada espoza, eis que vejo acommeiti-
a das febres, e de urna maneira tal, que a
vi morta, e como nlo tivease f com a ho-
mceopalhia, recorr ao ahligo sysiema allo-
p.tnico, e sendo par. i.to chamado um Sr.
Dr. allopatta, este senbor achou minh. es-
poza em um profundo letnargo, abrazada
de Oscssiva febre, e com be uorrogia da
sangoe : foi tal o estado em que o dito dou-
torellopatna achou minba espoza, que a da-
sengaunu, e al nlo quiz receita-fa ; mas
1 inslsoci.a minhss e de slguns amigos
meus sempre M resolveua rocila-la po-
rm disse que, nlo voltaria mais; a vista
pois, de um desengao tal vejam os eleito-
res a que estado nlo Dcaria reJuzido um
Bspozo, que desvelsda mente ama a sua con-
,oi to 1 o meo estado senhores, foi doloro-
sisslmo, eu mesmo nlo o sai explicsr: en-
volco na dr, confuso, perturbado, eu nlo
huta aceito ; mas Desle conflicto, um ami-
go, nlo digo boas, um espinlo bemfasejo
narsuadio-ine que recorre sa houiceopa-
Ihia, e com quanto eu nlo tivasse f om
esta system. de eur.r, com tudo desenga-
ado pela allopathla, abracei a homco-ipa-
thia, a gracas a Providencia tive a felicida-
de de ver em tres diss salva, ou iseuta da
mora a minha estimada consorte.
O medico assisteute foi o lllin. Sr. Fran-
cisco de Paula Carneiro Lelo : alo tenho
expressc.es com que possa agradecer a este
snlior a caridade e disvello com que ss
portou nesta enfermldade de minha espoza :
.ampie promplo aos meus chamados, sem-
pre caridoso, nlo s tratsVa da eorermld.de
PoZlugal... ai desdltoso,
Cruel ^SStrBo C-6-tea -_
SolTres calado, e h.....loso. ,
Aashn oChrlslo sofireu I
Vivea crui amarrado,
Suaal, quazl alienado,
IVea Indo .linarr;lirado .
Gobrem-le oa rolos peodes,
Deasea nobres, que na orgia
Passam a nulie. e o da,
Decretando a lyrania,
Que fare o seio As najes t
Portugal... ouve teus lilhos,
Nao os delzes algemar,
P'los despticos Caudllhos,
Sue t'..s rjuerem Iruddar !..
flo vs. leu povo gemendo,
Mais aoffre-lus nao pudendo,
Erguer um luido tremando...
TJn brado do coraco ? '...
AM nao ouves, guerra 1 guerra i
Ir soando serra, em serra ?..
Mi ouves, 6 mlnha Ierra,
Bradando a revolucao? I..
Portugal altivo e forte!
Sacode o jugo cruel..
J lempo, que das morte
Aoque te for Infiel I..
Tens por ti vleme, pellos.
Propondo-ae ingrntea fritos
Contra os romanos prefeltos,
ue pretendein-te esmagae...
ens do Mlnho o g.aude esculpi,
u' em Llsboaj contemplo...
ena a cruz, e lena o templo ..
Ten* a Dos p'ra te amparar.
Portugal... Eia nova gloria
Vein la froute cloglr!.,
J dos fructos da victoria
Um povo gosa a sorrir '.
Corre o Lima com bonanca,
OvelhoDouro te .o esp'rauca,
Mundego e l'ejo nao canea
as aguas da redempcao I...
Novos liyiniius eulorain
Os povos que batalhram,
E oa i) ramios derrubaram
Com aplausos da na,io I
Portugal..' como l gigante,
Vendo o leu povo feliz I..
Mas que vejo !.. Va-ilaute
Curvas anda a cervia?!..
Porque tremes ?.. tem enragem I
Nao lemas funeata aragem,
Mil'inda ai llenas da Voragein
Na le havemoa libertar.... .
Ilaaob raiva /..que deacubro ?..
O oriente lodo rubro...
Ai I que o dia acia d'outubro
Veio.te a fronte toldar '.
Mlnha patria l.. vigilancia,
No te delses illudir...
Resignada... tem constancia,
Me teua olhua no porvlr !
toda i pouco a tua 'strella.
Que fulgurara lio bella,
Ora aem luz le revela
Negrn, horrivel temporal!,..
Ai I que alna deagracada !
Foi-te bem propbeilznda...
Foi-te na fronte estampada...
* A' vela vaea Portugal!...
H-
Adeus, adeus Portugal 1
Vendeu-te a iralcio,
Que a fel maldade,
JSo tem caridade,
Nao lem caracao...
S tem Impiedad. !...
Adeus pois lalulia naca .
Prtsfles. e degredos
Nao poupam os va,
Terrorea, e medua,
ludagaua eegredo*
Dos homens elvis,
Que cospein, do* tredo*'
Seus negros ard* I
P'ln norte, fendendo
A ir.115.io desla!,
O* povos gemendo,
E s armas correndo,
I' radar.1111- Real -
bandeiras erguendo,
Do seu Portugal!
J sa da guerra
Ao longe o 'sirldur,
Que treme p'la serra,
a todos atierra
Ao som do tambor,
Echoaodo na trra,
Qual grito dador!
Nflo vas, abatida
A lusa naci ?..
A creoca perdida,
Que era mu qu'rlda
Du ineu cora;ao,
E a baste psriida
Do hvre pendi f I.."

Nao vis, degollados
P'los campos d'alenz
Valenlea soldados,
E os fllnioa aos lados,
Que inornin tamben
A' cauaa abrttadoa, m
Que aoa povos coovem ? I..
Nflo ouvea, gemidos
Da mal a do pal '..
Nio preslas ouvldos
Aos gritos partidos
I guerra que vai
Em fe re os sentidos
A patria u'um-al ?!'..
Morresta guerreiro I...
O bando feudal
Ergueu-se altmetro;
Cainluha llgelro...
O bro pao val,
Q'o Vil .strangelro
Compren Portugal! '
Adeus, adeus Portugal
Vendeu-te a Iraiclo,
Que a fel maldade,
Na'o tem csrtdade,
Nao tem eoraf io,
S tem Impiedad. 1
A deus pols mlnha 'afio'.
IIL
F.m lucias sangrantes, delzel-ta espinudo
No manto embufada da guerra civil, '
O' patria I que cu amo, proscripto, chorando
Nahosplla plaga do imperio brazlli '
Deiel-te, mil qu'rld, J prozlma ao Un**.
Maa nio inda mors, q'eu bem o senil 1
Defames., mlaerlas.,. tocaras o cuuiuloi
.Sulfilas, cuitada !.. tambem eu aoflrl! ,
Algoiea, teus lilhos, rssgavam eolranhas
De ti, ilos irmfloa, que te qii'rlio aalvar l,
Maa oa falaoa calns, senllrao-ie as sanbas
Dos llvres penddes, q'inda vi arvorar I.'
Vencern) corardes!.. os Implas cruels,
Que as lels iinpuzerio do tempo feudal I,
Manchando d'lnfaimaa o aceptro dos res
Cubrlndo de creps o meu Portuga[l
Ai! triste ecoiiad"I deii*i-le espirando,
No manto eini.uf ada da guerra civil!..
O' tu iniolia patria, que vou lamentando,
Na plaga gigante do Imperio Brazil.
Pernambuco 18 Fevereiro de 185!.-OAclor
dramtico, Jos da Silva Ileit.
A pedido de mullos amigos, conseno ero
publicar cala poesa, depois de a ter mandada
para Lisboa, ao meu amigo Joio d' Abolm, 1
dedlquei. Koi-me ella Inspirada sobre a ,,,.
cha da minha sabida de Portugal para o Bra-
sil, e escripia em um dos das de nial* lucio
para ambos os partidos que eolio se debatan,
o da b llalli, de Torrea Vedras Lancel neiti
occasiao os olhos sobre o Portugal de eolio e
descrevl-o como as minhas foieas ni' o per*
mlillain ; *< nSo eai eacrlpio melbor, nio be
por falta de vonlade, e ao meu amigo joio d'
Abolm compete desculpar-me e emendar os
meus erros.
c^iieici^7~
PRACA DO RECIFE, 21 DE ABRIL, AS
3 HORAS DA TARDE.
ciiTicijcs orricuss.
Cambio sobre 1.0111 res: a 27 111 d. dinhei-
ro 66 d|V.
D'todito : 27 3|8d. adinhoiro 60d|V.
Dilodito : 27 l|id. a dinbairoM djv-
Freta para Genova 40 e 5 por ceuto.
ALKANDKUA.
Rondimento do dia 21 11:380,817
Descarreoa hoje 92 de abril.
Birca sarda -- A/fonto I. mercaderas
CONSULADO GERaL.
Rondimento do dial a 20.. 46:397.533
dem do dia 21. .:...,... a.622,760
49.020,293
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo dia 1.20.. .2:991.756
ldemdodi.21...... 3o9,849
3:301,60..
Exportaco.
Rio de Janeiro brigue brasileiro Rio Ave,
de 234 toneladas condozio o seguinte:-
10 caizas fio desipateiro, 31 dita*'azendas,
1 pecle Cascos do cliajpos, 5 caixOes frutas
seccas, 1,690 saceos e 120 barricas com 9153
arrobas e 28 libras da aasucar; 60 pipas ci-
xsca, 4 barris coii oleo de cupsiba, 4 aeias
pipas e 8 barris azeito decarrapato, 2U0
cocos de comer, 300 duzi.s de coco, pera s-
goa, 24 tilmas deamarello, 65 saccas deal-
goillo, 2 cixoles o 200 barris doce.
New-Yoik b' igue americano Acorn, de 231
toneladas, conduzio o seguinte 1 -- 3.0IW
ssccos com 15,000 ai robs* de assucar masca-
vado.
Liverpool barca iogleza William Russell
de 441 toneladas, conduzio o seguinte : -
1400 saccas com 7000 arrobas de assucar
mascavado, 38J0 libras de metsl velho, I3UI
saccas com 7200arrobas e 26 libras algodlo.
2 calzas doce.
Genova patacho Sardo Zaranza. de 116 to-
neladas, conduzio o seguinte :--60000 unhas
de boi, 400 couros salgados, 154i saceos
com 7705 arrobas de assucar, 1 camcoin
50 duzias penles de msrfim.
Canal brigue inglez Caroline Schnk.da
259 toneladas, conduzio o seguinte .- 3400
ssccos com 17000 arrobas de as>ucar oaset-
vado.
Valparaiso escunajirussians Kennit Kiogs-
ford, conduzio o aegoiote : 2600 sacoi
com 13000 arrobas de assucar.
Canal brigue ioglezSusan de 286 tonela-
das, conduzio o seguinte .2800 saceos casi
314000 arrobas de ssauesr.
HECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS tt-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 21..... aG2,1ts
t.u.NSUtAliu PROVINCIAL.
Rendimentodo da 21.....HSi*"
Movimento do pono. ^
Navios entradas no dia 21.
Rio de Janeiro 92 das, brigue rbglevt Pi-
na, de 173 toneladas, capillo iVillu"
Alian, equipagem 7, om lastro; a ordeo.
Rio Grande do Sul -- 97 dias. barca ameri-
cana Klymonth, de 218 toneladas, cspiu
I.l'erkins, equipagem 9, em lastro;
Forst.T & Com pan Ina.
Navios sonidos no mesmo dia.
Southampton e poUoa iulermedios- vapor
inglez Savern, commandante W. Vinceal.
Leva a seu bordo, desta provincia, u *
Rodrigue.Selle, Madama Quenlm
Barbosa, Dr. Abrau Lima, JA Lssserre,
li. aslkmano, e Ernesto Scheram.
Csnal -bngue Inglez Caroline Schenck. ca-
pltlo John Macyford, carga assucar.
Genova patacho sardo Zaranza,.capu
D. Bozsnno, carga assucar. Passsgano.
Arsenio Fortnalo da Silva Jnior.
Rio de Janeiro brigue brasleiro Ave. ca-
pillo Elisa Jos Aires, carga *>uc""
maisgeneos. Passagero, Joaquim i,"
co Hibeiio Jnior e 63 esclavos a eu
~jEP*TAES. ^
O Dr. Custodio Msnoel da Silva CuimsrWi
iuiz de dlrello do civel e do commeii
desis cidade do Recife de Pernstnbuco.por
S. U. I. e C ele. aue
Faco saber aos quo o presente viremq
no dia 30 do crreme mez se hs do arre
lar por vend a quem meis dar, deP"''
audiencia desle juizo e na rasa dss <""
das, um escravo de nalo Angola, ele n
SUnoeLoflicial de marcineiro, da Id"",
annos, avallado em 450,000 rs.; P""0",,:
por execuclo do Dr. Jlo Ferrena da su
contra Joaquim Carneiro Leal, t psr* i
jhegue a nolici de todos, mendei ps-
editaesque serlo publiosdos pafloajoroa
alliados ua praca do commercio e casa
audiencia.. Dado e passado nesta cidaoo"
Recife de Pernambuco, aos 91 de sbru
mi mi ado L




M*V
I
)85J.-EuMtnoeUoi4 da Motu, escrivc-o sahr com a maior brevidade pos
subscr7u,todioMaoo"i daSilvaCuimaraes. >>. o veleiro patacho nacional
.. o iiim. sr. ofuoial-melor sorvmJo de Confianca : quem no mesmo qui-
iSrS'Sift"^ *.fa^-?S2!: r carregar, abarcar escravo.
Sr presidente di provnola, manda faxer ou ir de passagem dirija-C aos
publico, que pq das ao, ai e 93 de abril con,],.,,^,..;,,, flovaB & Compa-
roiimo vindouro, Ira a praga para ser ir- B "' "' "u r*
remando, perante otnbun.il administran. ( nhia, na na do Trapichen. dq..
voda meama thcsouraria. a qoem por pie-' para o Cear
nos Hiere obra do acude ni villa de Ciruaru Segu no lira da presante semana o hiate
ivalUda en 1.088/098 ria. LiKeiro ; para carga trata-sena ra do viga
A arrematado aera (ella na forma doi ir- rio n. 5.
lisos al e 37 da lei provincial n. salde 17
de malo de 1851, a sob as clausulas espi-
ches abaixo copiadas.
As pessoas quese propozerem a esta ar-
rematafo comperegem 01 sala das sesadas
do mesmo tribunal nos dias cima men-
cionados pelomeiu-dn, competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou aluxer o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial dt Pernambuco, 93 da margo de
1833.
O secretario, ,
Antonio Ferreira d'AnnunciagJo.
Chumlas eiptclati da arrematactu.
I As obras par a ciinslruc.au ue un
acu'to na villa de Caruar serio faites de
conformidade com o orgimenlo e planta 1-
preaentados nests data a spprovicSo do
Exm. Sr. presidente da provincia, na impor-
tancia de 4:080,098 rs. *
a. As obras devero principiar no pra-
/(, de 60 dias, Bienio concluldaa no de 10
metes a contar da data da arrematarlo.
8." O importe desta arremanga-* ser
pago em trea prejiagoes da maneira se-
guiute : 1 piiojeira dos uoua quintos do va-
lor total quando tiver conclu J 1 meta Je da
obra ; 1 segunda igual a primeira depois de
lavrado o termo de recebimenlo provisorio;
a tercena linalioente de um quinto depois
do rrcebimento deQnitivo.
4." O arrematante ser obrigado a com-
municar a repartidlo das obras publicas
coro antecedencia de trinla dias, o da flxo
em que Wm de principiar a execuler aa
obras, assim como ira baldar aogui Jmen-
le a esse durante IS dias aun de que posss
ocugenheiro encarregado di obn, assistir
aos primeiros traballios.
S." l'ara tu Jo o mais que nSo estiver es-
pecificsuo as presentes clauulas seguir-
e-ha o uuo determina a lei provincial 11.
288dol7de maiode 185l.--Cunforme.
O secrclano.^
A. F. d'Aiinunci.go
Dcclara$&o
-- Cartas seguras pars Antonio Joaqulm
Vllal, Mara Carlota de Figueredo, Rosalina
Mari. da Concedi, Fedel Pinto iiCompa-
nhiaejoaquioi Ignacio de Almeida Sarinho.
Aclia-se recolhi lo cadeia desta ciddo
um preto eacravo, por nome Joaquim, o
goal representa ler mais de 40 anuos, e diz
pertencer ao Sr. Miguel Mirtins; se o mes-
ru senlior se julgar com direito elle com-
parece na subdelegacia dos Alocados,muni-
da du.'seus documentos para le ser entre-
Pela reprtic.no da polica se faz pu-
blico, 1 ara coiiln-eirnent de quem perten-
car, que na calis da cidade de Goianna
aclia-se reculnido um preio de nome Joa-
quim, escravo de D. Francisca, moradora
no Rio Formogo, segn lo consta de oflicio
do oeiegaood'aquelle termo, sob a data de
4 do crrenle.
Secretaria da polica de Pernambuco,
al de abril de 1852.
Anlonh Jpti de Freilas,
prlOMfro amanuense
Da ordem do lllm. Sr. director geral da
instiuccSo publica fago saber, que serindo-
se vaga 1 cadein de instrucglo elementar
uo primeiro grao de Serra Talluda, S Exc.
o Sr. presidente da provincia a man loo por
a concurso com o praso marcado at o da S
do prximo vindon'O mez de junho.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
57. recita da assignatura.
SABBADO, a4 t>l- ABRIL DE l85a.
Depois di execucio d urna brilhanle ou-
vertura, pe la orcliestra, sob a direccflodo
hbil professor o Sr. Tneodoro Orete, re-
presentsr a compantua nacional, omages-
toso e multo applaudido drama em 4 actos :
Jomna de Flandes.
No flm do 1 Timciro acto a senhors Lauda
execularoexcellente rond da opera I.
Lombardl do maestro Verdi.
No flm do drama tambem a aenhora l.un-
da cantar a multo bella o sempre applau-
dida cavatina da opera Ernani.
Terminar o espectculo com a nova e
graciosa larca
Tutor engaado.
Comegar as 8 liors.
s bilneles aciuin-sc a vende no lugar do
i'osluuie.
TUEAIRO UE APOLLO.
O beoelicio Silva Res, aunuociado para hoje
33 do corrate, nao pode ter lugar
porcrcumsUncias mprevisUs, -
cando transferido para quando se
annuuciar, ___
Avisos martimos.
b ^
Segu para o Acarac eom escalla pelo
Cesro hiate Aguii lendoo primelro porto
todaa carga prouipta; e far a escala se bou-
ver porclu de carga que conveuha. No es-
ciiptorio de Manoel Congalves da Silva ra
da Cadeia n. 39, ou com o cipitio a bordo
se eotenderaO os pretendemos.
Para o Maianhio em direitura.
Segu ns presente semana o brigue escu-
na Graciosa pode anda recebar alguma car-
ga miuda ; e olTerece boas accommodacOes
para paasageiros; trata-s com J. B da Fon-
seca Jnior; na ruado Vigario-o. 23, ou
com o capitBo na praga.
Para a Ualiia.
-Segu com brevidade a escuna
nacional Adelaide, para a pouca
carga qu Ihe lalla truta-sc na ra
do Trapiche-Novo n. 16. no segup-
do andar, cu na ra da Cadeia do
Recife n. i3.
Pata a fiahia sahe com a
maior brevidade possivel, o hiate
Amelia : para o resto da carga e
pussageiros, trala-se com os con-
signatarios Novaes& Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
Para o Uto de Janeiro, rai
Para o Aracaty
Segu por estes dias o hiate Caplbaribe;para
o resto da carga trata-ae na ra do Vigarjo
ii. 5.
Para o Rio de Janeiro, segu com a
maior brevidade a galiota S. Trindade 1 re-
cebe carga, passageiros e escravos, Ionio
para ludo bonsrnmmodos: trala-se na ra
do Vigario, eacriptorio n. 11, primeiro %n-
dar, ou com o capitBo tlaia.
Para o Cear sabe cun multa brevida-
de por ter parte da carga prompta a sumaca
brasileirs Flor do Angelim forrada e prega-
da de cobre, mealre Bernardo de Souza :
quem na meama quizer carregar ou ir de
passagem pode entender-se com o mesmo
mostr ou com o consignatario Luiz Jote de
Sa Arauio, na ra da Cruz n. 33.
Para o Cear e MaranhSo,
o bein condecido brigue escuna
Laura, para carga e passageiros ,
trata-se com o consignatario Jos
Baptista da Fonseca Jnior ou
com o capillo, na praca.
Para o Uio de Janeiro sahe
com brevidade o brigue brasileiro
nimo, capito Domingos Anto-
nio de Azevado, por ter parte do
carregamento prompto : quem no
mesmo quizer carregar, ir de pas-
sagem ou embarcar escravos, quei-
ra entender-se com o mesmo ca-
pito ou com o consignatario Luiz
Jos de Sk Araujo na rna da
Cruz do Recife n. 3.3.
Para a Bahia, propOe-se a seguir o
veleiro hiate Caprichoso; os Srs. preien-
ilentfsdirijam-so ao mestre a bordo, em
frente do caes do llamos, ou a L J. de Cas-
tro e Araujo, na ra da Cruz n. 34.
arJent,aqumolTendeu (dizem) com pa-
la-rraa propnas de um ,.......A
sua resposta pela negativa ou afflrmativa,
multo satisfar aos que assignaram a r'P'0-
aentaclo, a correspondencia a que o Sr. Ca-
ma se retare em eu aqnuocio.
Uffarece-se usa upaz para qjcrlplura-
tjBo de qualquer casabe eommercio' ou ou-
troqualquer estabeleciTiento, por ter bis*
taole pratica de cartnrio, prometiendo mul-
to asseio na sua escnnU, e tambem d fia-
ilor a sua conducta : qoem de seu pra.timo
quizer uiilisar-se dirija-se a ra Direita
n.119.
Sabbado, 94 do corr.nte, perante o Dr
juiz municipal da segunda vara, ecom ex-
ercicio no civel, se lia de arrematar por ser
a ultima praca, a casa terrea n. 40,sita na
ra da Praia >e Santa Una, avaliada em 800/
rs. ror execufffo de Francisco Jos da Silva
Araujo, conira Francisco Antonio de Miran-
da e sua mulner, escrivio Molla.
AttencJlo aos viajantes.
Tiram-se pasaportes na ra das Trincliei-
raa n. la por barausaimo preoo ; passiporte
para fura 10 imperio por 93,000 rs. ; para
dentro 90,000 is. Tambem tiram-se folhas
corridas i*re de despezas 5,000 rs., titul-
lo resideftria livre de despena 5,000 rs.;
ludo tirado com promptiJBo.
- O abaixo asignado, credor li iiiilano
da eiiincla fl'ma social Francisco lloreira
da Costa & Filho, com venda na ra Direita
n. 97, declara que autorisou ao Sr. Alberto
Jacintho de Souzi para cobrar to la a qual-
quer divida pe t'ncnte ao mesmoestabe-
dila
S"
senhor, na passagem da Magdalena", estato-/mestives que Iba mandou pedir m iuoho
iaIt''_!'"l '"" docorpo, rosto redondo, I de 1850, e at ooje-no tem daJo a menor
cor ama-jsatisfa(!lo,e ped oulros senbores que Ihe
le den-1 mande.pagar os sopr imentos que Ihe devem
p re-
de
lecimento; assim cuiih que ven'ou a
taberna ao Sr. Patricio Ferreira doa Santos.
J. J. Tuso Juniur.
DESPEDIDA.
Guillarme Selle, embarcando hoje para a
Europa no'vnpor inglez Sereen,dii ig a todos
os seus aminos e co-nh-'Ciilos um voto de
eterna gratidJo pelos obsequios e conside-
rares que de lodos hi recebiJo ; ese dos
pede por este meio, 0S0 o fazeudo pessoal-
menle como Ihe cumuria, em razSo da ler
sido atacado das febres diss antes de sna
partida,.
Lotera do Rio de Janeiro.
CASA FELIZ.
O vendedor de bilhetes dos Quatro Cantos
da ra doQueimado n. 90, roga as pessoas
que possuirem os seguintes bilhetes e cau-
telas, que veuham receberos premios, que
Irre sahiram, osquaes se pagam sem des-
cont algum: da 93.a lotera do theatro dn
S. Pedro nmeros 1987 1:000,000 rs., 5399
900.000 rs, 2487 100,U00 rs 1560 100,000
rs. ; 30 lotera do Moute Po, 1919 a OUO.o 111
rs., 853 900,000 rs. 871 200,000 rs. 897
___ 1 ara o Kio de Janeiro vai """>.noors., e de 40,000 rs. os nmeros 3497,
laraoiuo ae Janeiro, vsi 3soo 5809i3o65,4i,o07e5305. Na mes-
sabir com a maior brevidade-pos-
sivel, o bem conceitu ido e veleiro
patacho nacional Valente ainda
recebe alguma carga : quem no
mesmo quizer carregar, embarcar
escravos, ou ir de pass*agem, eu-
tenda-se com o.s consignatarios
Novaes 6c Companhia, na ra do
Trapiche n. 34, ou com o capito
Francisco Antonio de Lima, na
praca doCommercio.
Lejl&o.
O correlor Miguel Carneiro, far leilflo
no dia sexta feira, 23 do crrante, as 10 ho-
ras da manhSe, no seu armazem, na ra do
Trapichen. 19, de diversos trastes novse
lussdos, un hlelo de amarillo proprio pa-
ira eacriptorio, um piano inglez, muilo em
conla, ricos quadros com estampas, corti-
nados com guarnieres douradas pa a sala,
relogios para cima de mesa, correles de
nulo para relogio, vasos de marrrore e ala-
bastro, propriospara adornos de sala o jar-
dim, livros histricos, lustres, candieirose
oulros muitos objeclos ; assim como ao
meio diaem ponto ir a leilSo urna porcHo
d carra fijes com sevadmhi e sil refinado,
e tres barricas com phosphoros em palitos.
en
Avisos diversos.
Os ahaixo sssignados fszem sciente ao
re8peiiavel publico que compraran) ao Sr
Joaquim Antonio Carneiro de Souza Azeve-
do,a sua loja debarbeiro sita na ruada Ou/
do lente n. 43, ju1 ta com todas as fazendas
nella existentes e todos os mais pertences a
mesis, assim'como que, no se responss-
bilisun pelas trsnsacoes Teilas pelo mesmo
senhnr cima em tempo algum.JoSo Anto-
nio Pinhero, Manoel Pereira Lopes lli-
beiro.
Continua estar fgida a preta Felicida-
de, desde o dia 17 de marco p. p.;iem os sig-
naes seguintes : estatura regular, tem falta
de denles na frente, ureas de pao no ros-
to, cor iiin milito preta : levou vestido de
chita ja desbotado, pao da costa uzado.um
laboleiro pequeo em que audava vendendo,
tem por costme ter roupa Tora e mudar
quando sai,tem sido vists multas vezes,urnas
noMonteiroe outras em Beberibe, lavando
roopa de canto e dizendo que por mandado
de sua senhori ; tem sido encontrada junta
com um canoeiro que navega para Olinda :
ella tem a mili n> eugenho S. Cosme. Itoga -
se portante as autoridades policiaes e capi-
tSes de campo a Sua captura e a levem a sua
senhora na ra da Cruz do Recife n. 35, que
rebeber urna recompensa generosa,
Attenco.
Gratifica-se generosamente a
quem achou o punho c copos de
um ispadim de ouio que se perdeti
no ultimo baile masqu,que ge deu
no theatro deSanta-lzabel, adver-
ando que tem trea Ltras iniciaes
no dito punho, que s- diro a quem
quer que o tenhj, mesmo que je-
ja algum ourives que porvenluia o
tenhi comprado pOis a es-e se
comprar pelo que lor lazoavd, e
se Ihe fie ii muito obrigado ; na
ra da Cadeia do Recife, loja n.
5o, ou unnuncie para er procu-
rado.
Em o dia sabbado, 17 de abril, desap-
pareceu da casa do largo da Boa-Vista, o
escravo Jnaquim fula, alto, corpo regular,
e bem parecido, pertence*S)le ao Sr. Jos Go-
mes da Silva do ngenho Caxoeira Tapida,
ton tu si lo primeiraineate escravo de AuKT
nio Francisco Haia : quem do mesmo aou-
ber, levando a ra da Cadeia do Recife o.
41, ou no mesmo oogenbq cima sera re-
compensado.
Pergunta-ie ao Sr. Cama que tero ven-
da no aterro da Boa-Vitla qoal o motivo
que o nbitjoua publicar sen innuncio no
Diario da 90 docorrenle; primeiro ae fui
somonte para ter o gusto de ver aeu gran Je
nome estampado em letra reJonda ; segun-
do se foi por ter medo de ser chamado por
alguein a palmatoria ou a relho, o que mui-
to o tem merecido; teresiro finalmente, se
ne por eslar ainda com modo da prisSo que
loe foi falta por parte do colador da agoa-
ma loja soachain a ven Ja os felize* biletes,
meios e cautelas da 24.' rolara do theatro
deS. Pedro, cuja lista chega no primeiro
vapor.
Loteras.
Tem-se reennhecido que as loteras da
provincia esto no maior abat neuto porsi-
vel, depois que a,>p oulsdores, que manda n vir grandes porcjles
de tiiiii.-t-s e espelas do Rio, estes com os
seus agentos que vaadm pelas r^s bilhetes
e cautelas, tralam posi ivamen de desa-
creditar as da provincia, cun o Om de sus-
tenlarem as suas tralicancias ; esperamos
iue illustrissima assembl provincial to-
mar acertadas metidas para que nflu l-
quem privadas as irmandades de poder cor-
rer as auas loteras que obliveram para a
reediflcacjlo de suas igrejas, que ter.lo de II-
car expo>tasas ruinas do tem jo por falta de
recu-eos.
-- Por parte da direc;Bo do instituto fi-
lial dos advogados desta cidade sBo con vi-
dadoa es Srs. membros do conselno direc-
tor a conparecerem na sala das suas conie
rencias, nodia 24 do correte as horas do
costume, alim de conlinuarem regularmente
os seus trabilhos.
Precisa-se de um cosinheiro ou cosi-
nlieira, fmro ou captivo : na rus da tlniBo,
oasa de B. O Mello.
Precisa-se de um criado para o servico
interno e externo de urna casa,forro ou ca?
tivo : na ra da Uoilo, Caaa le B. O. Mello.
(i abaixo aasignado, declara a llliua
Sra. D. Mara Francisc deSouia Ramos.que
nada Ihe deve, pois que o Importe de sua
cunta pag'ou anSr. Jo-e Mana Conrjalves lla-
mos. Manoel Antonio Rolrigues Samico
Quem precisir de urna ama de leite,
que alm, de ler muito b un Ieile,possue ma-
neirascarinhosas para crianzas, e tem mul-
to boa conducta, dii ija-se ao pateo do Hjs
pital, casa n. 28, que achira com quem tra-
tar.
OSr, de engenho que precissr de um
calxeiro, sendo que queira um rapaz brasi
leiro de muilo boa conducta, boa letra, e
sah-nili) alm oiss-i bem ler e contar; en-
teniendo de tolo o servico de engenho, an-
nuucie sua morada para ser procralo.
Quem preciaar de um caiieiro para
qualquer eslabelecimento ( menos vaoda),
para esta cauilalou mesmo para fura delta
oquald (adora sua conducta, anuuncie
para ser procurado, ou aljias dirija-se a ra
larga do Rozario n. 36, que acar com
quem tratar.
Niculao Bruno Sardo, faz urna viagem
as provincias do norte deste imperio.
Ocautelista Salustiano de A-
quino Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que na praca da in-
dependencia n. i't e i5 loja de
cale ulo do Arantes e na ra da
Cadeia do Recife n. 46, .loja de
miudezas de Jos Fortunato dos
Sanios Porto foram vendidos os
seguintes premios da i2>. lotera
do theatro de S Pedro de Alcn-
tara, e dj 3o. do Monte Pi, a sa-
ber : a3. lotera do theatro de S.
Pedro de Alcntara bilhete i'n-
tero3o56, 1:000,000 de rs.inicios
4764, 2oo,ooo rs.; 5899, 100,000
ra. : quartos icj'ia 100,000 ra
ai 54, 100,000 rs.; 47^7 100,000
rs. : oitavos 3845, 300,000 rs.
50o3, 100,000 rs. 3ev lotera do
Monte Po, meios bilhetes, 3355,
400,000 rs.; 4<)5i, 100,000 rs. ;
699, 100,000 rs. : qu-.rlos .'(uta,
4:000,000 de rs ; ao83, 1:000,000
de*s. ; 1161, 4o,oop ra.; 1877,
100,000 rs. ; ioi 1, 100,000 rs. ;
2 193, 100,00a rs.;'4*BT0|, 100,000
$7 4900, 100,000 fs. ;i""S33 ,
ioo,doo rs. : oitavos 907, i;oooj
de rs.; 299a, 100,000 rs. ; 3718,
vigsimos 3919 ,
; 49^i 100,000 rs.
(cOismiudas, dlhos pequeos.
SJ)fla la, com alguna pannoa e falta .
t?S na f ente, levando chapeo da seda p
Torrado ''e verde, una calva ejaqueta
gayo azul novas, camisa de risoado azul e
Wwj branca, este cabra he do matio, esar-
viarem Cuisnna e Olinda ; mis ignora-se o
destino que tomou, pelo que sa rqgasu
captura e promette-se boa giali(lcir;!lo a
quem o levar ao dito iugar o primeiro siti >
a direita, querendo vnltar o viveiro. portio
de ferro, ou no Recife, ni ra do Trapicha
n 40, segundo andar,
U Sr. professor Vicente Far
reir da Gru, dirija-se a ra do
(Jueiin ido, loja n. ag.
O prior doCarmo de Olinda, recebe
400,000 rs. a Juros de 3 por cento 10 mea e
a penhores.
Juiquim Ferreira Mendes GuimarSes,
ernbtrg ptrl Rio de Janeiro, sus osera-
va cien i|a, de iiuiii luvpna.
Preoisa-sa de urna criada, nacional ou
estrangeiri, pira o servico interno de um
Oai de pouca familia : quem se achar nes-
laa airoumtianciaj, dirija-sa a rus do Quei-
mado n. 46, que 'sa din quem preeiaa.
- Precisa.se de um cralo, nacional ou
eitrangelro, para o servido externo : quem
sa acbar nesla". ciicumalancias, dirija-se a
ra do Queimado n. 46, que se dir quan
precisa.
-- Preciss-se, afora-s". u compra-se um
pe larjo de terreno, na estrada nova do Ca-
changa: na ra da Cadeia Velha n. Ifl, se di-
r quem compra.
-- Manoel Coelho Pinheiro embarca para*
o Ro de Janeiro, a sua esersva parda escu-
ra, de nome Francolina da 80 anuos de
idade. I
0 Sr. Joaquim Antonio Carneiro de s >u-
Za Azevedo, u.lu podo rotirar-sa para fr.i
da provincia sem primeirameote pagar a
quantia de 127,680 rs., saldo da conla que
resta a casa da Di lier Colombisr & Com-
panhia.
D-se de 100 s 600.000 rs. a juros, com
o premio de 3 por cento ao mez, eom penho-
res de ouro, ou prata : na rul Imperial u.
47, as dir quem di.
D. Ciara Rosa Ramos remella para o
Rio de Janeiro, o escravo Fernando, de na-
3o Rebollo, para ser entregue a aeu senhor
Prudencio Francisco da Silva.
Manoel avino das Neves
Taueira Bastos, nao obelante na-
da devera ninguem, com tudo ro-
ga a qualquer pesso, tanto desta
cidade como da parahiba do Norte,
aonde reaide, que sesejulgue seu
credor de o declarar por esta
ioll.ii.
!(oga-se aos senhorea Ala-
noel Caldas Brrelo Francisco
Xavier Carneiro da Cunha Cam-
pello, o obsequio de apparece-
rem na loja n. 6, da ra da Ca-
deia do Recife, que se lhes deseja
fallar.
Francisco Ribeiro Pires embarga para
o Rio de Janeiro, a sua escrava parda, de
nome Benedicta.
-- Aluga-se urna grande casa terrea, com
muitos commodos, na ra Imperial n. 68:
a tratar na ra de S. Cunalo u. 39,
Quem liver um sitio para arrendar ,
com casa de vi venda e pasto para 6 vaccas :
dirija-se a roa do Collegio n. 15, primeiro
andar.
Ignacio Pinto dos Santos Sszes, expor-
a para o Rio de Janeiro oa aeua escravos de
nomo lumiia molata,Suzana creoula, Hono-
rata molata,tuiza creoula, Jo3o mulato o Je-
rnimo (Temi.
-. Km tempo, o abaixo assig iado declara
a Sra. D. Mana Francisca do Souza Ramos,
q io esta de coat justa com o seu marido sj
assim no be, que o diga o mesmo seu ma-
rtilo.
I.iva-sn e engomma-se com perfeifSo,
assim como cosem-se camisas para homem :
na ra dos Marlyrios o. 33.
-- Mara Feliamina de Albuquerque re-
melle para o Rio de Janeiro, a sua escrava
lo 11 o me Kir 111111,1, creoula.
- Manoel Gomes Pineotel, vai a Por-
tugal.
-- Preciss-se alugar urna preta escrava ,
quecozinhe e engomme, paga-se bem : no
pateo ilo Carmo n. II).
-- Ou*erece-se um nomem para criado de
algum pasaageiro que se retirar para o Rio
da Janeiro 1 a tratar na rja da Palma n. 1.
A peasoa que Ule falta una cnaruleira,
com um charuto dentro e maia perlencea,
dirija -so a ra Oireila n. 16.
-- Um rapaz brasileiro.de idade 13 annos,
deseja-sa arrsiijar docaixeiro em urna das
padsrias desta cidade, do que tem bastile
pratioa ; as pessoiS que quizerem dinjam-se
a ra Direita 11. 3.
Roga-se a.lllma. Sra. D. Anna Mara Gis-
neiro, o obsequiu de annuuciar sua morada
utl mandar a ra do Arag.lo n. 33, a nego-
cio de seu interesse.
.-- Entre a ra da Concordia e a de S. Fran-
cisco, indo pela ra de Santo Amaro, ou pela
lo Sol, se perdau o primeiro tomo da obra
JeCap:(ig -os qualru prioieiros sculos da
igrejau.n francez : quem o liver ao >ado,
ou comprado Oa mSo de alguei--., qu va-lo a loja do Sr. Figueiroa, na praca a
Uniao, que ae Ibe dar o valor desae vulume,
q.ooo rs. Da que serve un so voluma da
olira? Tambemos quima peidem muilo da
sua eslima sem o primeiro.
- Os Srs. Alexandra Aurelio de Castro
Ozorio e Mara iguana de Souza, queiram
mandar buscar ca tas, ni ra do Vigario n.
33, segundo miar.
Alugani-se'Jescnvas.sendo mSie (liba
mullo proprias para todo o servirjo interno
de urna esa de lamilla eslrangeiri: na ra
daC.Oen Velbt n. 33.
3 e 3 anuos para nao Ihe dar oceaSiSo a fa-
ier ver seus nomesao publico.
Jos de Olivei'a llamse Silva.
-Precisa-se de urna ama forra ou escra
va, ou de um moloque flel edeligenle pan o
servico interno e externo de urna casa eom 3
.essuaa de f imula ; a tratar ,na ra du Pilar
em Fura de Portas n. 13.
feroisi-se de um feilor para engenbo
fora desta praca 10 legoas.portuguez ou bra-
zileiro, a inda mejmo sendo cassdo, quem
eiiivernest 1 circun.taocias, apareja oa ra
Ja Madre do Dos u, 7.
.dfluga-se um tilio na Casa-
r'orlc com solFrivel casa e diversas
fructeras : a tratar ns ruado Hos-
picio n, 5a.
l-uiz Coelno daSilra, relira-se pira o
Rio de Janeiro.
Srs. Re lectores.Na Imprenta n. 77 de
5 do correte, ae lo um anouucio aasignado
pelo Sr. coronel Henrique Pereira de Luce-
lia, dizendo que preten le revendicar a mu-
lata .NueiiH esua nilia Mara, e por Isso nin-
guem a compre a Jos Gomes da Silva i...
ana, pois, o Sr. coronel que essi mulata e
a Ulna fui comprada 110 engenho liba de Flo-
res no dia 30 de marco p. p<, sendo o dito
J i-e Gomes afllaocado pelo rendeiro do dito
engenho Manuel Gomes daUJunha Pedrora
pesaoa do probi.iade, e foi ven lida nesla
prifa em o dii 3, mas nSo obelante ludo isto
Compram-sc 3 pretus 010938
de 15, a a5 annos, bonitas figuras
e de boa conducta ; sendo urna
perfeita engommadeira e cosinbei-
ra, e outra mesmo sem habilida-
des ; agradando nio se olha a pre-
co psga-se muito bem: na ra
Nova n. a3, loja.____________
Vendas.
Vende-se um escravo bom trebilhidor
de maceira, e cosinheiro de idade de 30 an-
nos : ni ra Direita n. 13, se dir quem
vende.
Lotera do H10 de Janeiro.
Aos SOiOOOjOOO, 10:000,000, 4:000,000 ,
3.0UQ,0U0 e 1:000,000 de rs. -
Ni loja da fiuva Vieira flcFilhos, oa ra
da Cadeia do Recife n. 84, receberam pelo
vapor inglez Severo, as listas da 13 lotera
lo theatro deS. Pedro, eSO. do Monte Po
Geral, pelo mesmo vieram os afortunados
billietra e cautelas di 34. lotera do thea-
tro de 8. Pedro, osquaea irocam-se por bi-
lhetes ja premiados das loteras do Rio de
Janeiro e desta provincia, os precos sSo os
seguintes :
Bilhetes 83,000
Meios 11,000
Quartos 5.500
Oitavos 3,800
Vigsimos 1,300
Farelio de Lisboa.
J pouco resta venda desteex-
cellente farello, mu superior ao
francez, ou hamburguez, ea ni-
ca parte em que se vende, he na
ruu da Ciuz n. 1.3, armazem.
ae passar antea do annuncio, menino assim
pode S. S. tratar do seu direilo, cerlo de
que a mulata apparec-ir quando tal direilo
esliver liquidado. Ilecife 13 de abril de
1813 Mallos e MagalhSes.
-- Um rapaz braaileiro, com alguma in-
teligencia das primaria!, se olTerece para
caixeiro de loja ou armaam de assucar ou
outra qutlquer arrumaco, ainda mesmo
frs desta prafa : quem de seu piostimo so
quizer til s ir snnuncie.
O ibaixo asaignado declara a Srs. I).
Mara Francisca de Souza Ramos, que o fa -
lecidoDr. Antonio da Silva Naves, na la Ihe
deve por ter sido pago o un, o-U de sua cun-
ta ao Sr. Jos Mana Goorjalves Ramos como
cousla do necibo.
D.'ilino Goncalves Pereira l.ima.
No da 33 de abril do corrente anoo, se
ha de arrematar em inue.i publica do lir. juiz
de direito da primelra vara do cvel, na casa
das audiencias, una arma(3o de loja, pe-
nhorada a i.-nios Amaral & Companhia por
execufo de Gabriel Antonio, para paga-
mento dosalugueis da meama loja, escrivSo
Baptista.
-- preciss-se alugar urna cass terrea que
tenha commouoa para familia e que aeja as
ruis' seguimos : Bella, Florentina, Roda,
Gamboa do Carmo, Florea, Concordia, e ra
do Cano, e que seu aluguel uBo exceda de
l4,0J0rs. : ue-.lt typogrsphis, ou oa praga
da Independencia u. 13.
Jacintho Duarle do llego, retira-so pa-
ra Portugal.
Preciss-se de urna pesso para fozer os
algreles deumjardim, segundo a planta
que Ihe fr apresenlida na ra do l.ivra-
mento n. 33.
No bolequim da ra larga do Rozario
n. 37, precisa-se de um cozinhero forro, ou
captivo : a tratar uo mesmo nom Fernando
Soviela.
Carneiro & Ramos expo'tam pira o
Rio de Janeiro, os seus escravos Jos o Jose-
pha, ceoulos ; Joaquina, Cabra.
Precisa-se alugar um uioleque, ou pre-
to, que sej ladino, para o servico de urna
casa de pouc familia : quem o ti ver, diri-| ,,:..,, _. .1. '.m 5
ja-se a ra dos Quarleis, loja n. 24, que se W Para as P*"" que desejam &
dir quem precisa. i5 mandar presentes de','' ""-
-U Sr. Belarmino Firmino Bezerra de ner0 _,. RIIPnn
Mello dirija se aonle nDu ignora para res- SJl?.J Pa,_
galar os seus piuhores visto tollos empenha-
1I0 por tempo de tros mezes e serem ja pas- Attencao.
sados II mezes e sua-senhorii nSo se tem Vende-se orna taverna no Honteiro, junto
emporlado com este negocio por que sabe a igreja, o im poucos fundos, multo af egue-
que os objeclos no cobremo debito de pn- zadi propria para um principiante : a tratar
cipal e juros; portanlo queira no praso de 8 oa mesma,
dias a contar da data deste ir resgalsr os di- Vende-se uns cachilhos para portas e
lospenhores,do coutranofserSovendidos pa- janellas: na ra do Livrarrfento n. 31.
ra pagamento do pr.iicip.le juros, licando, Ko.tron Booker & Compa-
sua Sr*. obrigado pelo restauteque fallar, 1 1 1" '-"""i"
quese provira a vista do ipundo em os di- nllla :ir iDaram de receber da Ame
tos penhores. 'rica um carregamento da bem co-
-- No primeiro bule misqu do theitro de u.:,a.. ,-, j r u
s. iz-bei perdau-o umi boicinha do retroz nhecid e acreditada fannha lia-
oom 3 moedinhas ae prata o 60 palombetus xall e a ilcpo-it iran no armazem
i marcar jugo, dfio-se a quem tiver achado 1 k.Mnf'...,i. 1 j
as8moedasdepral.,equrendopodetntre- do DBCCO do Gon?alves n. 4,aond
gara boicmoha nesia ly^ograpnia. continuam a vender o restante que
-- Napoleo Gabriel Hez, embarca pars o e,is( ninmnrlii iippa .,
Rio de Janeiro os seus escravos Norato, ere- ",S,e P01 C0lnnH"'u P'e90, e por-
oulo, de 10 aunos, Luiz, creoulo; Antonio, (Oes a vontadc dos compradores.
v"10- o mesmo armaiem aclnm com
*3f t t v T
0 No segundo andar, por cima do bl-Sj> \ ru 1 *
uratraa do theatro veiho, se din tj cne n. qo, casa que laz quina para
Aos amantes das do-
curas da vida.
Ofierece-se, na ra da Ca-
deia do Recife n, a3, um fi-
no meio de satsfazerem seu
apurado gosto dando-se-
lhes a troco de algumaa mes-
quinhas patacas, o excellen-
te e delicado doce de bacuri.
Chegou rescentemente do
MaranhJo he da melhor
qualidade que ha e tem viu-
do em latas, mu proprias
para a sua conservacSo, tor-
na-se tambem por isso objec-
to de grande consideracSo ,
l
;r
istes premios sio pagos emLuarte|) 0fferecem-se
lo algum em continente nas!95e5 ao ajuste.
OSr. J.P. R.B. queira 1
a ra larga 9o Rozario 11. 30, lercein. andir
pagar a sua letra vencida rin 7 de dozeuibro
de 1850, da quatlia d 87,600, do contrario
Vera aeu nome por eitonso.
Pars remir ou dar lancador vai a praca
as horas do rustumo pela ultima vez, sella-
fe ir* 31 du enrenle, o eseravo lillas, per ten-
cenia a viuva ujierdeiros do finado Jos de
Albuquerque Alarsanaa, para pagamento da
execuco da U. JAaAjoi Lins Suriano, es-
crivSo Baptista. 1*^,
- Antouiu Jote Ribslro Bulos, retira-so
para o Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna mulher
forra, que queira acompaohar urna
familia pequea em servico, para
uma das provincias do Norte, af-
ancando a sua conduela ; a tratar
nesta typographia, ou no Hospi-
cio, primeiro sobrado depois do
boas condi-
quem lie que quer por arreodamenlo j 0 larglo Corpo Sanio,
ajj annualumsiiio,oqualteuhaboasr- SJ .. vandem- 19 m.leira. t
A n.a n..qdm tructos, e seja da ES- venaem-se
t 0 Munleiro, ou Estrad
Ven'de-se um sobrado de um sudara
-- Precisa-ae de um homam que eolenda got.lo em muito boa ra a tratar na ra da
de nula para trabalhar em um sitio no Puco Muda o. 35.
da Paoella : a quem convier,dirija-se aquel- .. Veoue-se um escaivo de idade 88 au-
la freiiuezla para tratar do ajuale : na casa n%0s, bom canoeiro, bonita Ogura, boa cou-
que flca por detras da igreja matriz. conducta : na ra Imperial n. 167.
-- Precisa-se alugar um moleque, creon- .. Vondem-se ires pardas a saber juma
lo, de 18a 30 annoa d idado, de boa con- tem 18 nnos, coze bem, corta camisas da
duela, para servico de copeiro em uma casa homem e vestidos de senhora, faz laberinto
ingleta : a tratar na ra do Vigario 11, 3. da tod18 a iirgurM, ro,roa e engomma, lu-
- ao-se pequeas qusnlias a premio, so- docom muiU perfeicSo por ter sido muito
bre penhores de ouro.e prata: na ra da So- hen ejucada; outra cum 30 annoa con aa
ledade eobrado antigo n. 11, a qualquerho- DieSmaa h.bili lades menos corlar camisas,
do dis. accrecendo que engomma perfeitamente
Precisa-se de uma ama, que bem ; e outra om so anuos, por 500,000 rs.
que coze, engomma liso, cosinha,fsz renda,
sailm cozinhar, para uma casa de
familia: no aterro da Boa Vista ,
loja de calcajip n. 58.
Banco de Pernambuco.
O conselho da direcoSo participa aos Srs.
e tem minia saude: na ra Urg do Rozario
n. 36, loja.
Vende-se rap de Paulo Cordeiro, todo
em meias libras muito fresco, viudo rgora :
na ra da Cadeis, loja de ferragens de JoSo
100,000 rs.
200.000 rs
Todos estes
descont
lojas cima mencionadas. I' OSr. Xntooio Jos Coelho da Barros
No dia 19 de abril, pela manhla, au- Wanderley queira mandar pagar ao abaixo
seotou-se o cabra Alexandre, da casa de seu | essignado os suprimentos de fazen Jas e co-
U LUIliUlllll Ull lili .UlJrt. y*i tiv.pa .11, OIB. ,_,! ^ ,.,_., ,,._ u. _-
Accionistas que tem deliberado receber em ,0>4 t'rl!, ? 1
pagamento da pnoelra prest.cSo letras com I ro" V"d,e.; "c"" ,e <|Mtro ""{"S?
veucimenlo', cujo praso nao exceda de 6 ," Tf Hn' f ^ e n m,"
mezes, com o desoonto de 9 por cent., ao tro.forr.doe piolado de novo: quem o qui-
aouo.at o dia SI do crrante a deste dia '"cure na loja delouga.n. ra larga
em dantereoebora moeda legal al o flm do do "?ri ?^?^r.?.?f?,^j!i*J .
mez Aa operacOes garaes do banco princi-
1 ionio nodia 1,* de maio prximo futuro;
eaiM oxpediente,ser das 91|3 horas da ma-
nliii al as 3 di lirde, na ra do Trapiche
u.ua. O Secretario do Banco.
M. I. de 0 ivoira.
Cuuiijras.
Compram-se garrafas brancas a 90 rs.
ainda mesmo sendo de Azeite: ra fabrica
de licores da ra Direita n. 17.
Compra-se uma nflgrmba de 10 a II an-
nos que seja sadia : na ra da Moeda n. 31,
sobrado amar.-lio.
Com0ram-se escravos de ambos os se-
xos de idad de6 a 35 aunos, paga-se bem :
na ra das Lsraogeiras n. II.
Compra-se uma preta que saiba cosi-
nlUTjk engommar. bem, e quo tenha boa
MridncU ; na praga da Independencia, loja
Cbrapra-aa uma preta de idade que seja
boa quilaadeM que nSo tenha achaques e
nom vicios; na ra do Vigario n. 30, segun-
do andar.
Vende-se uma escrava propria para o
campo : na ra de S. Frauoisco n. 10, con-
fime ao theatro.
Vende-se um bom carro de quadro ro-
das, com os competentes srraios, pan dous
cavilloa : para ver e tratar no aterro da Boa
Vista n. IS.
Chapeos do chile.
Vondem-se chapeos do Chile superiores :
na ra do T npleno n. 8
Vende-se uma cazinh olta na ra da
Lapa, n. 7, por prego commodo: quem per-
tender diriji-se a ra das Agoai-Verdes casa
n. 9, que achara oom quem tratar.
-- Vende-se uma excedente casa do cam-
po a margem doltio Capibanbe poucoadlin-
te da ponte de Uchi, com bastante terreno
para qualquer plantadlo, grande bal do
cipim, e por birato prego: 1 fallir como
correlor Miguel Carneiro.
-POe-ae e vende-se vidros de todos os ta-
maitos por prego mais barato qoaem ou-
tra qoslquer parlo : na ra Direita, n. 103,
Vende-se uma preta crooula de 16 annos
bonita figura: na ra Nova a. 9.
":|
11
'I


u
MUTILADO


PBV
'
m
d
Gasemiras de cores.
Vendem-issbperiore corles de cafo de
casemira de corea, padroe moderos, pelo
barato preco de 5,000 rs. : o* loja do aobra-
do marello, nos Qualro Cautos da roa do
Queimado a. 3.
Palils pretos.
Vendem-se pililos de panno preto e de
cor forrados de sede e debrunhadosdefita,
por preco multo commodo, tendo poicao
para esoolher : na loja do sobrado araarella,
nos Quitro Canto da ra do Queimdoo
n. 29.
No segundo andar do tobrado o. 84 da
ria do Livramento aeha-se utn saJio e pau-
sante escravo de nacao, a bom canoeiro.sem
vicio etc., para se vender : quem o quizer
comprar dirjase a referida casa que e Ihe
dir a razSoporque se rende. Tambem se
vende urna canoa de carreira doMWitodo
anima escravo. 9-**
Admiracao.
Vendem-se na loja da ra do Crespo n. 10,
pelo diminuto preco de t,500 rs. cada om,
ricos cbapeos de sol de panninho de cores,
T>brprlm para senhofas e meninas; cha-
ges a lies antes que se acabem.
Vendem-se palitos de panno
fino preto e de cores, forrados de
selim de maco, vindos ultima-
mente de Parir, pelos baratissi-
mos precos de ao,ooo rs. : na ra
doCrespo, loja amarella n. 4> ae
Antonio Francisco Perra.
-- Vende-se urna propriedado de legoa e
meia de fundo, para o Norte coip novecon-
tas bracas de testada, demarcada, todas co-
berta de mallos grossos conlendo multas
mata virgen cora algumu casas de Tiipa,
no municipio da villa do Pilar provincia da
Parihybido Norte, no logar denominado
Escarate; Ierras ptima para agricultura
do paiz ; quem aa pretender dirija-so a esta
praca do Recife a fallar com Jos Hercultno
deCirralho, leu legitimo proprielano: na
ra largt doRozario lercelro andar sobrado
n. 36.
Vendem-se duas famosas rolas de sien-
pira para moer mandioca, urna deltas forra-
da de cobre, e pelo ridiculo preco de 125000
ambas, assim como carretas de reno
para eogenho 10,000 rs. cada urna ,
aquilhOes de varoar por 30,000 rs. cada
un, edos lados a 15,000 rs. vendem-se
por 19o dlmiuulo precj para seaeabareser
ja resto : quem pretender dirij-ea ra lar-
ga do Rozario loja de mludezas o. 36, que
se diri.
-- Vendem-se na ra do Queirrudo n.19,
o mtis ricos vestidos de cambraia com bar-
ra o com babadoa os mais superiores que
ha no mercado a 5,000, 5.500 o 6,000 rs. ca-
da corte, veobSo ver a fazenda que nao dei-
lara de agradar.
-Veode-aeum cvllo ruco para carro,
tem muilo booila figura, e em boa carne :
na praca da Independencia n. 13.
Funileiros.
Vende-ae a tenda no palio do Carmo n.
5, aqual tem armacSo, Trramente para dois
ofilciae, e algumas obras : na ra Nova n.
33, so dir quem vnde.
A 3,ooo rs.
Panno lino preto de pura 19a a 3,000 rs
o covado, com um pequeo loque de avaria
que senSo conhece, dito cor do ciff, verde
muito finos a 4,500 rs., cortes de casemira
de gosto modernos a 5,000 e 6,000 rs. cha-
peos de seda fraocezas a 5,000 rs. : na ra
do Crespo (loja amarella n. *, de Antonio
Francisco Pereira.
A 700 rs.
Alparca emfestada de cores para pililo
e vestido de montarla para senhora a 700
r. o covado, merino preto vorde, e azu
da melhorqualidado que tem vindo a ente
mercado, a 3,500 rs. o covado, aloalhado
adamascado branco, e pardo a 1,280 rs. a
vara; na ra do Crespo loja amarella n. 4,
de Antonio Francisco Pereira.
Ao bom gosto.
Ricas cambraia de cores de organdy pa-
ra vestidos de senhora a 500 rs. o corado,
cassas francezas e Cores (izas a 400 rs. cor-
tes de llouranas escossezas com 16 covados
a 10,000 rs. os mais modernos, ricos touca-
diuhus de fleles de relroz para adorno das
caberas de senhora a 5,000 r. e oulra mu
tas fazenda de gosto: o rus do Crespo loj
amarella n. 4, de Antonio Franciaco Pereira.
Vende-pe urna barcaca bem aparelhada
e prompta navegar, por preco coramodo:
a fallar em Fura de Portas, sobrado n. 141.
Sorvelesdss 11 horas do dia s to
da noiie a 160 r.
?* Na roa do Rozario Estreita n. 43 con-
tinua a ter lodoa os da sorveles de divert
frucias, pelo preco cima por isso os aman-
tes desle bello regalo da vida, devem to-
ma-loto los os das, que lio para afugeotar
apeste da febre amarella.
Vendem-se manteiga ingleza nova a 560
rs., banjia da porco a 480 rs., coa llyson a
1,600,1,020, e 3,340 ra., sevada a 80 i.,ci-
foem>grj)o 160 rs., bolaxintia quadradaa
340 rs., dita redonda a 300 rs,, ditas grandes
a 140 rs da dosse a 180 rs., linguica a 400
rs., palos a 210 rs., loucinho de Lisboa a 320
rs arroz de Maranhto 1 80 rs., familia de
MarmhSoa 80 rs., dita de Araruta a 200 rs.,
pacas a 160 e 980 rs mllbo a 100 rs. a cuia,
arroz com casca a 100 rs,, feij9o mulatinho
o preto a 340 rs., velas de carnauba de 6 e
9 a 280 rs., espermaceti de 6 a 640 rs., quei-
joa novos a 1,000 rs.: no pateo do Carmo
taberna nova n. 2.
Vendem-se 1 bslanga grande nova e
com pouco uso, e 7 arrohas de pezos novos,
(indos neilo correte anno, e que. serve
para venda, padaria, ou oulro qoalqoer es-
tabelecimeoto, por preco muito commodo :
na ra de Vi-ano n. 30 segundo andar.
Vende-se ou troca-se por propriedades
nesla oidade, e mesmo arrenda-se annual-
mente o bem coohecido sitio do padre Fran-
cisco Jos de Lira em Reberibe, com 3 ca-
sas, estribara multas irvore de fruclo, 1
pequeni mata, baixa de capim, e todo cer-
cado de limSu : a tratar com o dono na ra
do Caldereiro n. 53.
He de milho.
Vende-se bolacha de milbo propria para
escravos 1 1,280 a arroba: na ra estreita do
Rozario o. 13, padaria que foi do Cunta.
Gambraias de seda.
Vondem-se cortes de Vestidos decambraia
de seda novos padres, pelo barato preco Je
8,000 rs., tendo sorliinenlo para escaalher :
na loja do sobrado amareilo, nos Quai.ro
Canto da ra do Queimado o. 39.
Vende-se urna escrava com 24 sanos,
bem robusta e diapoata para todo servico,
sem vicio algum, com uuus moleques bem
iiutiidos de 4e5nnos: quem pretender
diriji-searua larga do Rozario o. 36, ter-
ceiro andar.
-- Vendem-so 3 esersvo d idade 20 a 30
anno de todo sertico de campo, 1 mulata
mofa deidade 33anno,eogomma lio,coze,l
coainba e faz doce, 3 escraves mocas de todo
servico : na ra Direiti n. 3.'
itap Paulo Cordeiro.
recntenteme cnegado do Rio de Janeiro :
vende-s oa ra da Cadeia do Recite loja n.
50, de Cunta &Amorim.
Vunde-ae um selim muito barato : na
ra da Concordia na venda da quina que Vi-
ra para a Cadeia Nova.
L?ssr
2.5.9 B s--0?" a o
I;"
i 6
'-a "S 5 9
s".2*3>-"*2
|.3gPS*-'"l:ra;xg<*
"TS&s."5S--a3.5
=:
3S-3
*"9 5all'S|23-s-
E aa .r ^,M O O *r,C rt-i
v--uwWw.&r,
< O O i-* o .J
? o ?- 2. o "." a>
S ?**
-f 51 a
H
[Wll!i:!li!rE3
Bo.i
,ouB
llwinm
,_*" 3 to o a.
3 r-o _
B = m
2 o' t" \ -a
- r ? ^^
SQ.3 a o.oS- = 8
g.-glli-'llg-
g-8-=.*;&
o 5 o = e ,a!;Bjg
3.
S-5-S"
r a _.
to-^O
V, O
0 o 2 rc
S
2;-=.
o-r
i:slfi*-l'-?-I-
'rSiia-S'en
El
saSii-s..
JS5
.ci3-go
?p E _
5 ?-$ i 5 -
BnffO.o
3B
ga.o
!T 3 9 =
B.SS*
p o ? S
9 9 o f 1
nr.
sj
-Sg^-t.c.

f
n
.ata
a a 3
lilS
si1?
a.<5
ignff
.**

Ango deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
liegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior quadade.
Vende-se rezina de angico em porefles
e a libras, mullo barata : na ra da Cadeia.
loja' de J0S0 Jos de Carvalho Moraes.
Vepdem-se 3 cordoes grossos de ouro,
por preco commodo : na ra Nova, loja de
aifaiate n. 26.
Fio de sapateiro.
Vende-se fio pardo 1 600 rs. a libra ; di'.o
amareilo a 1,600 rs.; no aterro da Boa Vis-
1, loja o. 58.
Vendem-se sapatos de lustro para se-
nhora a 1,200 e 1,000 rs ditos para menina
a 1,000 e a 800 rs., ditos para homem a sg
ri.l na ra da Cadeia do Recife n. 11, loja.
Vendem-se 2 moradas de cssas terreas,
urna na ra dn Cruzes n. 7, outra na ra do
Calabouce n. 3: na ra da Gloria n. 91, se
dir quem vende.
Farioha de mandioca.
Vende-se saccas com superior fariolia de
mandioca a precos rasoaveis: a tratar com J.
J. Tasso Jnior ra do Amoriin n. 35,
J ARADOS AMERICANOS.
j Vendem-se arados ame-
V ricanos, chegados riosEta-
S dos Unidos, pelo barato pre- 9
4> 90 de 40,000 rs. cada um: na Jj
t ra do Trapiche n. 8. +
Vendem-se relosio de ouro e prata de
patente su i sao, do melhor autor: em casa
de Schafiicitlm & Tobler, na ra da Cruz
n. 38.
Na ra da Cruz, armazem n. 33 de Luiz
Jos de SaAraujo, veode-seem saccas de al-
queire farioba de Santa Camarina e S. M-
meos, quem levar a saces fica muilo barato,
isto para se fecbar contal.
Vendem-se os verdadeiros sellos in-
gl'ezes, patente, de molla e sem ella : na
.ua da Senzalla Nova n. 43.
Na loja das seis portas.
Continua vender cansa nieta a 120 r.
a prc
covado, cassa dequadros, pira cortinado
babados a 340 ra. chitas a 120,140, 160, 300
rs. riacado francez para vestidos e jaquetas,
a 160 rs. o covado e todas as mais fszeodas
por preco commodo.
Sapatoes de lustro, para meninos
de 6 a 13 anuos,
no aterro da Boa Vista, loja de
calcado n. 58, junto ao seleiro,
vendem-se sapitef francezes de
couro de lustro, para meninos de
6 a i a annos.
Vende-M, por pj^5o.vmuito
commodo, cal virgem de Lisboa,
em barrh, muito*bem acoodecio-
uida j fumo em, fola pira capa
de charutos; papel5o para fabrica
dt? chapeos: tratarse noaonazem
de Jo* Joaquim. Fereira de lel
lo, no caes dft Alfandeg n. 7, ou
com Novacs & Companhia, na cua
do Trapiche n. 34.
o||'WP J!Jad uJinbBor
asofop 'aSapnaj p aanb. p maziuij'
OU : bjsia a oj|i|0!p "aojas apto -SJ OOS 8 P
'?^BIaP quHBJ.JOuadng
Loteria de N. S. do Livramento.
Aos5:ooo,ooJers.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 vende-
'etim resto de bilhetes inteiros ,
ineios, *quarto8,',lecmo8 e vigesi-
mos, a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiro 10,000
Meioa 5,ooo
Quartos a,6oo
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
Perl iin cha.
Na loja do Pagaein Publico n. 15 vende-
sesuperior cal virgem, chegada ultimamen-
lojde l.iihoa, por prego muito commodo pa-
ra acabar. .
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorioi n. 35.
Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas de 4 a G
palmos de altura ; vinho chm-
pagoe de excellente quadade a
'to.ooors. o cesto: na ra da Cruz,
caa de Avrial lrmaos.
Vendem-se, por preco com-
modo, superior vinho do Porto ,
em barris de quarto, quinto e oi-
tavo : no armazem de Jos Joa-
quim Pereira de Mello, no caes da
Alfandega armazem n. 7 ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34-
Baratissimo.
Vende-se nm terreno na ra da Aurora ja
.terrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, e frente 55 palmos: tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praca da lo
dependencia n. 17.
No escriptorio de Manoel Joaquim Rs
mos a Silva, na rus da Cadeia do Recife,
vende-se por pre^ocommodo cal virgem de
l.isha ebegada no ultimo navio, be/i-rro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.relroz, foi-
rliaduras do Porto, pannos e caaemia
do lia.
Vende-se um terreno na ra da Aurora
com 50 palmo de frente e 380 de extensSo,
tondo caes de lijlo a beira mar, Meando en-
tre as casas dos lllms. Srs. Cusa vito Jos do
llego e Francisco Antonio de Uliveira: os
preiendentesdirijm-se a ruadas Torre n.
8, primeii*t*andar.
Grande sortimento de fazendas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 r.; sarja preta
hespanhola, de superior quadade a 2,500
rs. o covado; selim preto macao, muito su-
perior a 4,000 r. o covado; alparca, muito
fina a 640, 800 e 1,000 rs. o covado; csssal
de flores brancas, propris psra cortinados
de cama, com 8 t|2 varas a 3,500 rs. a peca;
cassas chitas s 2,000 rs. o corte; lencos de
cambuja delinho, para homem a ts, 5<0e
640 rs.; riscado assentado em metim, pro-
prios para ropa de meninos a 200 ri. o cova-
do, e outras muitas fazenda em conta : na
loja da ra do Crespo o. 6.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Araorim, na ra da Cadeia do
Henie, n. 50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqner parle.
Casa de,commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se oflerece muitas garantas
aseusdonos r narua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Na fundicio da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
{"iirnao de Nantua a
800 rs.
Vende-se i historia de SimSo de Nanlus,
a 800 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e 8.
I'otassa americana.
--No enligo deposito da cadeia velha, n.
19 existe urna pequea porc3o de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivaliza com adallussia: vende-
se por preco razoavel.
Moendus superiores.
(Na fundicSo de C. starre Companhia,
em S.-Amaro, acliam-.se a venda moendas
di can na, todas de ferro, de um modelo e
cotistruccSo muito superior
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
ha muito supe-
na
Deposito febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por prefo commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desta fabrica ; em pessa,
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, "
ra do Trapiche n. 34.
Farinhabarsta.
Vende-se a bordo da escuna Msria Firmi-
ni, fundiada defronte do caes do Ramos,su-
perior farinha de manlioc de S. Hitboos,
por preco commodo para acabar: trala-se a
bordo com o capilo, ou com l.uiz de S
Araujo, na rus da Cruz n. 33.
Oe psito da fabrica de Todos os
Santos na Itnlila. .
Vendo-so,em casa deN. O. Biebert C.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quolla fabrica, muilo proprio parasaccosde
assucar eroupa de escravos, porprecocom-
modo.
Superior farnha de S. Malhcose
muito nova, I
Vende-se a burilo do hiate Caprichoso, fun-
diado em frente do ces do llamo, e na ra
da Cruz n. 31.
Tachas de ferro.
Na fundiclo da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito na ra do Brum logo
r.a entrada, e defronte do arsenal de mari-
no ha sempre um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
iraageira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas efundas ; e em ambos os lu-
gares existem guindaste, pira carregar ca-
noas ou curros, livres de despoza : os preco
.So os mais commodo.
Principios geraes de economa pu-
blica- e industrial.
Vnnde-seestecompendio, approvado para
as aulas de primeiraa letras, a 480rs. : na
placa da Independencia, livraria 11.608.
Barateiro do Itecife. .
Na ruadaCa(JeiidoRioif>Ja'n.50,*eri- do ltecitc n. II,
dem-se corles de magnifica* sedas uretas, r(0r Cal de Lisboa, em pedra, as-
lavradas. recentemente chegada. oopV He I nmn nft,.M. rrnr/arla ni lima,
chitaa acbamalotada, manieleies pretos im como potassa cnegaaa uiuma-
cnalea de seda de cores, grandes e pe-' mente, a precos mullo rasoaveis
r. Sr. d.sde ad. pe.ic. par. bomem, j J^^J^n^^^^^u
grvala preta, coletee de casemira, cam- ,< ,orllmPnlo, c,ltlt de ferro coadoe
hraias delinho multo flna, ludo moderno e(1)atido tanl0 >lunBIO fuoda, moendaa lo-
bom, assim como outra multas fui. ondas, clia5 lodaade ferro para aniwaea, agoa, ale,
que atroco de dinheiro so voulem por ha- j,as para armar em madelra de todna oa la-
ralissimos precos, bem como'plnnosazul, nianhoa e madelloa o mais moderno, machina
verdee preto par Casaca, palitos, e farda ijurliontal para vapor, com forfa de 4 caral-
e 4 000 a 6 000 rs. o covado, ditos msela-i lo, coucoa, passadeiraide ferro ealauliado
os ara palitos e para acabar a 1,800 r?. o r' c" de Pulgar, por menoe preco que oa
^e cfLt?!_decP.em,r. de core, a 4.000 ^ CTiZ^: ilSS
iHir barato pre^o.
AGENCIA
cova
e.5,000 rs. o eorle.
No Pstelo Publico n 15, vendem-*
sacco com Iqueire do mUb^o, pelo barato
preco de 1,700 rs. cadayyg.
Vinlio de CWnnpigne,
superior quadade: vende-se no arma-
em KalkmaBU Irmao Ru da Cruz, n. 0
Farnha Fontana,
chegada ltimamente: em casa de I. J. T-
90 Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Cobertores de algodio.
Suoeriorescobertoreade algodfio de di-
(rente cores, lecidos a dous fio, muito
grande, tem todaappllcaco em urna casa de
(amilia, poraervir pr meza de engom-
inado o forrar pamas e mesmo para .escra-
da fundicSo Low-Moor.
RITA DA SENZALLA NOVA -N. 49.
Neste estabeleeimento conti-
na a haveeum completo sorti-
mento daMnajjgpdas o meias moen-
das paja ngenho, machinas de
vapor, e taixa* de ferro batido-*
coado, de todos >s tamanhos, pa-
ra dito.
Oculos parVlodas as idades.
Vendem-seoculo para todis a idades,
vo, pelo diminuto preco de 1,440 ti.: na >p0r muito barato preco: na ra larga do Ro-
ma do Crespn. 6. jzario n. 46, loja de miudezas de JoSo Fran-
Moinhos de vento 'ciacoMais.
com bomba de repuxo para regrar hortaaj Vende-se urna cabra Chicho! ha pooco pi>
obaixaa de capm na fondicSode Howmaox rida, que di b.stanle ieite : na ra Augusta,
dcM Caltiem: na ra do Brum ns.6,8 e 10.1 sobrado n, 80-A-. I
Taixa para engenhos. ,
Na fundnjfio do ferro de Bow-
msn 6c Me. Callum na ra do
Brum, psssando ochafariz, conti-
na a haver nm completo sorti-
mento da taias de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vendem-ae no becco do Goncalves, ar-
mazem de ueine Youle & Companhia, meiai
barrica! com superior farinha de trigo.
Vende-se feijflo tnolatinho em saccas de
alqueire mui novo, e mais barato do que em
ouUa qualquer parte, pelea de cabra a 30 e
22,000 rs. o canto, sola boa,cera de carnau-
ba,prlmeira aorte.a 5,000 rs. arroba em ase-
es : na ra da Cadeia do Recife n. 49, se-
gundo andar.
Alte n cao.
Vende-se o engenbo Souzasito n iregue-
zia oe Agoa-Prela, mo com agoa, as obra
do engenlio e casa de purgar silo novas e de
lijlo, enella se encontrara o necessario e
til; lem urna legoa de t-rra em quadro, e
rom proporcoes psra se levantar mais qua-
lro engeobo, sendo dous de agoa.e que po-
dom safrejarem de 5 a 6 mil pSes, as trras
silo de lal natureza que anda tem canna
plantada em 1836. Vende- aem dinheiro
nenhum i vista, ilanoo-so s duas desobli-
gas, e o mais a pagamentos: quem o preten-
der pode entender-se com Lima. Jnior &
Companhia na ra da Cruz do Recifa n. 88,
segundo andar, ou com o proprielario no
reierido mgenho.
Vende-so urna negra de nscSo.cnm Ida-
de pouco mais ou menos de 40 anno, lava
bem de birrella, e propria Rara servico de
campo, e quitandeira: na ra da Praia, ser-
rana n, 15 de Antonio Das di Silva Car-
am ver e admirar linhas de
carritel monstro.
de-se li ohas de 400. jardas o carritel de
n. 1 "te 10,bem (tina a 140 rs. o carritel,a du-
ziaa 11600,dilos 200 jardas imito finos a 100
rs., maisgrocas a 80 rs linbas de carritel
de cor a 40 r., grampas em c >uinba a 100
is iiita < rn massos a 80 rs., gulheiro de
metal,com lo loo soitiinento de agulhas,
140 rs., rodinhas de allinetes fransezes a
100 rs., caxinha Je agulhas francezas a 380
rs., liabas de pezo xetos a 60 rs. a miada,
tocadores de Jacaranda a 2f400 ra., ditos
brancosa 1,300 rs., pentes pera coco a 330
rs., dito oara alizar a 360 rs., cartas france-
zas mullo boas a 540 rs. : na ra do Cabu-
g n. 3.
-- Vende-se um casil de escravos de meia
idade muito fortes e sadios, ptimos para
algum silii;n ra das Larangolra n. 14,3.*
andar.
Na ra das Cruze n. 33, vende-se 3 tnola-
tinho de 14 16 anno e um elegante es-
cravo de bonita (gura, um dito molecote de
boa conduta.
'9>puij|i Jfd
1|oa enb mimb 'Jim op aiuaij o *0||3H ep
jioi.1,1 uiinluor .snf ap iiio/.aujs OU : isia
ojtaii.iip 'jqi| sj OUO'S os-uiapuaA
sqi| 8 a 9 *y 'tli c ap sb|8'^
'(Ruoijiiii ij.) ..oijadns
-- Vende-se urna arroba de penas de Em-
ma : na ra larga do Rozario n. 36, loja de
mludezas
-- Vende-se um jogo de consol de ama-
relio, obra nova : na ra di Lapa n. 3.
-Vende-se urna mulata de 31 annos, com
todas as habilidades, e de bonita figura : na
ra Velna n. 54.
Atoalhados e guardanapoo.
Na loja do obrado amareilo, nos Qualro
Can los da roa do Queimado n. 99, tem para
vender um completo sortimento de toalhas
de linhoede algodode todo o timanho
e em peca para corlar vara, assim como
guardanaposde varios tamanhos equalida-
des, e ludo por preco muito commodo.
Po aterro da Boa-Vista, loj n.
18, defronte do tribunal do com-
mercio
Vondem-se cambraias para cortinados a
3,300 a peca, ditas para vestidos a 1.800, chi-
tas finas e de cores fizas a 130 e 160 rs. o
covado, corles de casemira de urna : cor e
de muito bom goslo a 4,000 rs., alpaca pre-
ta muito lina e de 46 porgadas de largura a
1,000 rs. o covado, riscados francezes escu-
ro axadreados com 34 polegadas de largo,
ptima fazenda par o uso domestico, e tor-
na-ie muito barato.no s pela grande lar-
gura,que com poucos covados se faz vestido
como pelo preco de 340 rs. o covado, brins
de puro linho amareilo e oscuros a 1000 rs.
o corte, chales pequeos de muilo bom gos-
lo a 500 rs., chapeo de armacSo de baleia
muito foiteg e grandes para guardar o sol e
chuva a 1,920, ditos francezes muito fino
e modernos para cabec a 7,000 rs., o orna
grande porofio de linhas de ouvellos em cai-
xas de 20 libras de dillorenles numoros,dlui-
lissimo barato, lio barato que os comprado-
res se admirarSo.
lUad.ima Rosa Hardy modista bra-
silera : na ra INova n. 34,
acaba de recober do Franca pelo navio Con-
t Roger os objeelos seguintas : um grande
sortimento de chapeos de seda da ultima
moda para senhora e para meninos da idade
de 9 annos a 13 de todaa as cores, riquissi-
moaenfoitoa de cabeca-para bailes e theairo,
lindas pulceiras de veludo com fivela, ri-
qusimas capellas de flores de Isranjaa pa-
ra noivas, ricos capotinhos pretos de groz de
iples muilo enfeitadoa e de cores para se-
nhora e meninas, rico groz de aple fur-
ia-core, corle de vestido branco para noi-
vas,transaadeseda branc e decores pira
en (ella r vestidos, bico de seda e de bloo le,
ricos cbecOes para talho de vestido.manti
de seda preta e cabecees pretos,luva prctas
e de pelica branca.
Prensas para farinha.
Na iundico da Aurora em San-
to Amaro, e no depozito da mesma
na entrada di ra do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar farinha de mandioca, e
outras para espressSo do oleo de
mamona, de jima invencao intei-
ramente nova. Os annunciantes
filo hesitam em publicar, que es-
tas machn is de sua invencio sSo
superiores a tudo, quanto at aqni
tem apparecido neste genero, re-
unindo agrande frca de pfesso
a maior siinplicidade d*>conltriic-
93o, e facilidade na operacao, o
que faz com que diilicilmente se
possam desarranjar.
Vende-se urna ci leirinh de irruir ,
forrada de damasco de seda e dourada, obra
bem feila e ora: na rui Velba n. 57.
"CLBA M VELAS.
k Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Bio da Janeiro, sortimentos mui-
to variados e a precos commodoi:
na ra do Vigario n. io, segundo
andar escriptorio de Machado k
Finheiro.
Ba do Passeio Publico.
Vendem-ie ricni cortes de vest ios a
cambraia com barril de lindos desenlio*
pelo dimiduto preco de 3,000 rs. ; a olles m.'
les que se acabe n.
Vende-se um moloque, creoulo, da ig
onos de idade: na ra da Praia n. 1?, M.
gundo andar.
SCantois l'ailhet 8s CompanliiaS
'j* Continua-se a vender no depoilto-
I geral da roa di Cruz n. 53, eiexcel-U
fintee bem conceituado rap areiaft
preta da fabrica deGaotois Pailheteii
Companhia da Baha, em grandes el
_ pequetas porcOes pelo preso eslalie-g
Slecido. u
mwitmmmtrww'mwiimwwmmQ
Madama Itoutier, modista franec-
za, na ra Nova n. 58.
Pelo navio frincez Cont Roger, recr-n-
lemente chegado do Havre, receben um vi-
ado sortimento das ultima modas de I1,.
rz, a saber; rico chapeo de leda de todu
aacores os msislindose ricospossivns,man-
ts da ultima moda, capella de flroresde
larangeira para noivas, esparlilho, muito
ricos enfulles de cabeca para bailes dies-
tros, trancas branca com aljovire, titas ds
veludo de todas a corea com sua competen-
te li vel* para o pococo, morabus pequeos
muito linos proprios para enfeiles de clic-
es de senhora, ricos capotinhos e manlcle-
tea pretos de groz de aples muito enfulla-
dos, hicos de seda e de blonde, pennas mui-
lo ricas par chapeos e enfeites de cabeca.
Na mesma loja fazem-se vestidos de casa-
mento, de baptisado, toucas de meninos o
de senhoras, capotinhos de to las as quah-
dades com perleic&o e preco commodo, re-
cebem-se todos os mezes Dgurinos moder-
nos, que empresta a seus fregueses.
Bejouterias.
Kalkmann lrmaos rus di Cruz n. 10. rece-
baran! polo ultimo vapor inglez um no'o
sortimento de obras de ouro o mais bello
que lem vindo aqu como sejam ; inteiros e
meios aderecos, brincos, alfinete>, e brace-
letes com perolaa, e sem ellas de todas is
quadade*, botoes para camisa, eculftes,
correles para relogio, anneis, canelas, com
lapis e pennas d'ouro, dedaes, voltase brin-
quinhosde cores, vidroe ouroproprio pan
meninas.
Molduras douradas
de todis os larguras : vendem-se no arma-
zem de Kallkmann Ir maos,ruada Cruz n. 10.
Escravos fgidos.
Domingo, 18 do correte, pelas 10 ho-
ra da manhSa, detaopareceu um negro,
creoulo, de nome Jo9o, com os signies se-
guinles:aliura extraordinaria, corpo regu-
lar, picado de bexigas pela cara, tem urnas
cic.trzos bastante grossas abaizodos pai-
tos, procurando as cuslelss, provenientes
de cousticos que levuu por molestia : osse-
nbores capies de campo ou outras quaes-
querpessoas, o poderSo pegar e leva-lo a
aeu similor na roa da Concordia, reOnacao
0.4, que serSo gratificados generosamente.
Do engniibc> Santos Meodes, propria-
dade doLaurentlnoGomesda Cuuha no dia
17 de fevereiro deate anno, deseppareceu o
escravo Feliz, creoolo, cor fula, de20a2
anuos de idade, suppOe-se ter em um dos
ps a marca de macho de correte, o qual
escravo foi comprado aoSr. Luiz Jos da Sil-
va no Chfio deOnca. Ha evidentessuspeitas
queilguem o lem acollado, o que se viera
real isa r-se protesta O seo senlior exigir da
pessoa que o tiver acoitado, to los os dias
de servico a 610 rs. diarios: roga-se as au-
toridades policiaos e capitSes de campo o
fC*m ipprehender, se fflr encontrado, e re-
metter ao Sr. Laurentino no dito engenlio,
ou no Recife ao Sr. Manoel Ignacio de uli-
veira, que recompensar com 5O,0U0 rs. de
gralilicacSo.
100,000 rs. de gratificicSo.
Desappareceu ou foi aeduzida no dia 19
de fevereiro p. p. urna pardlnha de nome
Arciianja, de idade II annos, com osiig-
nas seguinles: cabello cortado reote.olhos
meios vesgos e pequeos, levou vestido da
chita "com listra brsncas e cor de caf,e
ram'age encarnada, ss orelhas grandes meia
inclinadas psra fra; es'a escrava venido
Limoeiro para Sanio Anto, e de l veio para
o Recife aoSr. Luiz Gomes Silverlo: roga-
se as autori ladea poiiciaes capilSes de
campo, e pessoas particulares a caplun dol-
a ; julga-se que estara acodada, dizendo
que he forra, em casa de algum senhon
quenSoleia Diario: quem a pegar ou dar
noticia certa della na ra da Cadeia do Re-
cife n. 17, segundo andar, receben 100,000
ra.; e protesta-je contra quem lhe der con-
t, e os prejuizos causados,
Desappareceu na noite de 13 para 14 do
correnle um escravo por nome JoSo ( criou-
lo ) levando urna cales de brim branco com
listra ao lado, 9 cale! de casemira de cor, 1
cnlieies de selim preto, 9 ditos de fuslSo da
cor,chapeo preto de masa e camisa de ma-
dapoln; o escravo tem o* (ignies seguinles;
cor fulla,altura regular, reforjado do corpo,
urna fonda na perna direita do lado de fon,
um pouco cima do lornozello, representi
ter de idade 30 a Unos pouc malaou menos:
roga-se as autoridades policiaca e miisci-
pildes de campo a captara de dito c-ciavo,
e de o levar ao engenbo'des Maltas aseu Sr.
Antonio de Paula Souza Leao, ou a ruado
Vigario n. n.armasemde Carneiro Alliniei,
que se gratificar generosamente
-- No dia iodo correle deappsrec?uo
escravo, pardo, de nome Jos, official de sa-
pateiro, de idade 33 annos, pouco mais ou
menos, pertenrente ao bachifel Alfonso
Jos de Hendonc ; estatura regular, secco
do corpo, e bastante barbado; lenvati lo
slm dealguma roupa do uso urna jaqueti
do riscado azul ja desbotado, oulra de lpi-
ca preta, um par de sapalOes de couro ds
lustro e dous chapeos, um preto de maja
outro brinco sem pelo: roga-se portanteu
autori ladea polirises ecapilles de campo
que o ipprebanderem.que o conduza m a ra
da Palma, sobrado da quioa, ou a ra i
ueimado n. 32, que serio recompensado!.
NO dia 19 de abril pela mandila auzeo-
tou-se, o cabra Alexandre da casa de seu Sr.,
na passagem da tlag ialona, estatura all,
bem falto do corpo, rosto redondo, feicOes
miudaa, olhos pequenos.cor ainarelida/on
alguns pannos, e fada da denles n fren,
levando chapeo de aed preto forrado verde, urna cales jaquelada panno azul
nov.s.camiia'de riscado azul e calca branca,
este cabra be do mallo, a servio em Goian-
na eOlinda; mas Ignora'-se u destino quel"-
mou.pelo que e rog sua captura a promei-
tee boa gratWcacao a quem o lerirao di-
to lugar o primeiro sitio a direiti, queien-
do vullar o viveiro, porlo de ferro oirno
Recife ra do Trapicha n. 40 ssgunw
annar.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E8MARCTZ8_KE62TZ INGEST_TIME 2013-03-29T17:28:34Z PACKAGE AA00011611_03626
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES