Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03625


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Full Text
Anuo XXVIII
Quarlafcira 21
de Abril de 1852.
N. 89.
DTARO
P*OlMKNT0 ADQBtDO.
fitrimotre............
for sr me re.............
Poi iodo ...o...."
Pioodistio notiumil.
,",,i"rlei,OTi.i;oii;iio/
Pifi.....'7rfM" J"lni... 4 de
uaraobo "> de*1"11 19. Paulo. 4 de
teu... 7de dito. jR.deJ..25de
paranlba. 12 J Abrll" Uahia... 3o de
4/000
8/000
15/iJOO
4/500
Marco
dito
Jilo
dilo
di* da iimni, audiiwciAn.
I9 9eg. OsPraseres da
SS. Virgen.
!0 Tere. S. Igaet do
Monta Policiano..
21 Ouart. 8 Anrrlnio.
22 Qulnt 9. Soler,
21 Sext. S. A.iberio.
24 Sib. S. Fiel.
:> Dom. do Uom Pas-
tor e 2. depois da P
Juiinrli Or*M*
2. e.Ai 10 borai.
I, varado cleW.
8. e6. ao melo-dla.
Palmita
|3. e 5. s 10 borai.
2 caira r/ociiW.
4. e sbados ao melo-d,
Ul**.
Tercas e stbados.
inaiuiii,
Cresceate i 27, a & horai e 4t minuto! da t
Chala a 4 aoa 5 mlnutoa da in.
mngoanteiil, ai o hora a 41 mlnutoa d.
Nova 19, as 9horas a 26 minutos da m.
nad hoji
Primeira a< 6 horas e 6 minutos da manhSa.
Segunda t 6 horas e 3o minutos da tarde.
aoa oonnaioa.
aafna e Parahlba, ai segundas e seitaa-
IICL-.
nde-do-Norte, todat ai quiatas-felras
elo da.
anhuns a Bonito, i 8 128.
Boa-Vista, e Floras, 13 a 28.
Victoria, is qulntas-feiraa.
O linda, odos os dias.
roneras isTniMoniui.
Portugal 18 de MarcotAustrla.. a da Marco
Hespanha. 8 de dilo
Sranea... 7 de dito
elgica... 3 de dito
Italia.... 4 dedllo
Alemanha. 3de dito
Prnssla ...3dedito
Dinamarca 28 de Frvr
Russia... >0 de dito
Turqua. ?4 de dito
Soissa.... 2 dedllo.
Suecla... iSdeFevr
Inglaterra 9 de Marco
R.-Unido. 25de Fetr
Mxico... 31 de Janr
California Si de dito
Chili. S de dito
Huenos-A. B de Marco
Montevideo 10 de dito
cAnnioa bi ae r> abbii.
Sobre Londres, a 27 a 21 '/, d.
a Pars, 35
Lisboa, Di por cauto. .
METAS*.
Ouro.Oncaa hespanbolaa....-..:.'.'.'.'.
Hoedaa de 6/400 velhas.........
a de 61400 novas.........
a de4/000................
Prata.Patacoesbrasilelros...........
Pesos columnarlos............
Ditos meilcamis.........
PAUTE OFFICIAL.
~ MI.MSTB.U10 DO IMPr.HlU
RalicSo do despachos que.em remuenrsijSo
de. servicos mil.Urus. baixarsm a seerela-
lia de estado dos negocios do Imperio as
datas de 15, 20 e ido marco prximo
passado.
Ordem imperial do crustiro.
Cavslleiros.
Mllor Herculano s.nclies da Silva Pedra.
Primeiro leneote Manoel Jos Machado da
Costa Jnior,
Alfares Domingos Alves Rarreto Lene.
Onta de Christo.
Cevaileiro.
Cuirda-miriuha Ricardo Greenhslyh.
Ordem da liosa.
dlciaes.
MaiorLulx Antonio Ferraz.
C.piUoda guarda nacional Francisco Jo-
l Wildt. .
Cavalleiros.
Tcnente l.uiz Ferraira Pesiana.
Dito Jos Maria Ferrelra d'Assuinpcao.
Iiito Augusto Cesar da Silva.
Alfares Manoel Antones de Abren.
DiloJoSo Baplista Brrelo l.eite.
Dilo Francisco Borges d Lima.
Dito da guarJi nacioosl l.aurentino Pin-
to de Araujo Corroa.
primeiro ergeqJ.o do dcimo quinto ba-
lilhSo de infanlsria Chrislovao Warner.
Furriel do dcimo pptmeiro dito de dita
Francisco Pereira da Costa.
Dito do dilo Jos Leite l'ereira.
Secretara ile estado dos negoios do im-
peri'i.em 5 do abril de 1852. Jos de Pai-
ta MaijMUs Calve!.
MINISTERIO DA GUERRA.
Relsco dos olllciaes promovidos pelo te-
nenle-general conde da CsXias, e por de-
crelos de 3 de margo do correte anuo
confirmados e distribuidos por diversos
corpos do oXercito. .
SegutiJo rogimento do cavallana llgeira.
para capilo, o lente do mesmo regi-
ment Pedro Luiz Oiono, para a sexta coin-
pinhia.
Para tenantes, os alferes do mesmo regi-
ment Luiz Joaquim da Si Brito, llypolllo
Amonio Ribeiro. e o alferes do quarlo reg
ment da mesmairma Jos BelbzodeUii-
vei'a Nory.
Para alfares, os primeiros cadates do mes-
mo regiment, JosThomaz Vieira da 6u-
nha, Felisbino Antonio Mendes, Sebastian
Xavier de Azambuja Jnior, iogo Alves Fer-
raz, Antonio Germano de Andrade Pinto.
Terceiro regiment de cavallana ligcira.
Para alfer.s, os primeiros cadetesdo se-
gundo regiment di mesia arma Angelino
de Cervalho, Francisco Rodrigues do Lima,
o o segundo cadete do, mesmo regiment,
Miguel Beuicio dos Anj<>s.
Uusrto regiment de csvallaria ligeira.
Pira aleres, o primeiro cadete do segun-
do regiment da mesma arma Manuel JaCiji-
tho l'ereira, c o segundo cadete do mesmo
regiment Taituliano Turibio Alonso.
Segundo balalhao de infamara.
Para alferes, o segundo cadela segundo
Sargento do oitivo balalhSi) da mesma ar-
ma Domingos Augusto Goncalves, o parti-
cular segundo sargento do mesmo batalhao
Joaquim Mendes Ourique Jacques, o sar-
gento quartel-meslra do mesmo balaihflu
Maximiano Fe'reira Chavos, o particular se-
gundo sargento do primeiro bslalhflo da
mesma arma Jo3o Antonio de Oliveira Val
Porto, e o primeiro cadete do mesroo ipata-
Ihao Joao Bibiano do Castro.
Quarto batalhao de infantana.
Para alfares, o cadete do stimo batalh3o
da mesma arma. Jos Manoel Pereira.
Sexto batalhffo de infantarias'
Para alferes, o sargento-ajodante do mes-
mo batalnflo, Antonio Rodrigues da Silva,
o segundo argento quartel-mestre do
msn,o baUlhao, Jo3o Mana Xavier de
Brito. .....
Oitavo batalhao de infamara.
Para capitao, o lente do docimo-pn-
meiro batalhao da mosma arma, llanto Fer-
reira Marques Brasil, para segunda compa-
nhia.
Para tenente, o alfares ajudante do mes-
mo batalhao, Antonio Rodrigues do Nasci-
menlo.
Para alferes, O particular sargento ju-
danto do mesmo batalhffo Manoel Caetano
Mumz llsrreto, o primeiro cadeto segundo
sargento do mesmo batalhffo, Autonio Ro-
drigues Ribas.
Decimo-primeiro balalh8o de infantana.
Para tenante, n alferes do mesmo batalhao
Jos Carlos Galdino de Souzs.
Decimo-lerceiro batalhao de infinitara.
Para capilSes, o capitao graduado do de-
cimo-primeiro da mesma arma, llenrique
Jos Moreira, para a aexta companhia, o te-
nenie do mesmo docimo-primeiro baialhilo,
Antonio da Silva Paranhos, para a primeira
companhia.
Para lenles, o alferes do sexto batalhffo
da mesma arma, Joaquim Ignacio Ribeiro
l.ima ; os aliares do decimo-terceiro bata-
lhao da mesma arma JoBo Guilherme de Al-
moida, Antonio do Reg Duarte.
Secretaria de esta-lo dos negocios da guer-
ra, em 20 de margo de 1852 Lbano Augus-
to da Cuina Mallos.
GOVEKN D\ PKUV4NCUr\.
EXPEDIENTE DO DA 10 DE ABRIL DE
. 1851.
OOlcio Ao Enm. bipo dlocciano, Intel-
rando-o de haver o governo imperial concedi-
do, por portarla de 2 de marco ulihno, aeia
inr>.es de licenca com a respectiva coDgrua ao
vinario da fregueala de S. Jos de Cariniianha,
Amonio da Rocha Vianoa, queja apreaeulou
ocuuheclmento de ler pago ua rlireitoa e emo-
lumentos relalivos a mesma licenca.
Dilo Ao Exm. presidente do supremo tri-
bunal de Juslica, Iransmllilndo as respoilas
dadas pelos Julies de dirello das comarcas de
la'aiarrih e cabo s portarlas que S. Ex. Ihes
rnviou por Intermedio da presidencia.
Dilo A Ihesouraria da fazenda, aecuaan-
do recebido o oRiclo que velo anneso o que
lein deier rcineilido ao Enn. ministro da (
aenda com as provas do concurso, que se
prucedeu para preenchlmealo das vagas da-
quella Iheaouraria ; e notando que falla cuin-
prir a 2" parle do art. 11 do decreto n. 7*4
de 18 di- iliv.i niliiu de iS.'.u, bem como o (nal
doarligo 12.
Dilo Ao chele de policia declarando, em
respaila ao olficio, com que S. S, enviou copla
do que I lie dirigi o subdelegado da fregue-
sa da Hoa-vlata, que, nos Urssios do artigo 4
do rrgulamcaio provincial de 12 de dezeuibro
ulliino, deveS. S. dar aclencia ao inspector da
Ihesouraria da fasenda provincial das fallas,
que as patrulhas mn.lames enconUaram na
iiiiiniiii .c.in d.i|uelU fregurzla em a nolie de
26 de marco ullluio.
Dilo Ao mesmo, para que devolva os
i papis que forain remettldoa aquella reparti-
j (ao, e delaarain de acompanhar ao officlo da
mesma de l de fevereiro ultimo, relativamen-
te as duvldas que ocenrrem sobre os I un lea
ntreos termos do Reclfee Pao do Alho.
Dilo Ao juli relator da Junta de juslica,
Iranainlllindo para serem relatados en sessdo
da mesma junta, os processos verbaes fellos
aos reos Francisco onlriro, Manoel Antonio
da Silva, manoel Alves da Silva, Fellamlno Au-
lonlo Alves e Agostlnho Jos Ferreira. este
corneta e aquelles aoldados do U batalhao de
Infamarla CopmuulCai-se ao mimando
daa armas.
Dilo Aodlrecor do araenal de guerra ra-
meiteodo, para que conserve em deposito na-
quelle arsenal, o africano livre de nome Vi-
cente. _
Dilo Aojulz de dlrelto, Antonio Ripllsta
Gillrana dizandu que vlslo ler sl4o S. me. re-
movido, segundo ronstou de cominunicacaoda
rrparllcao da just^a de 5 de fevereiro ulliino,
da commarca do Brejo para a Goiana, pode
drii......I.- prestar o divido juramento, e tomar
posse na secreiaria da presidencia seguir para
a ujtima das mencionadas comarcas; a fin de
entrar quanto antes no ejercicio do aeu cai-
go Neste sentido fiero-se as convenien-
tes coinmunicacfles. m-
Dilo Ao juis municipal de Caruaru Forao-
me enlreguea os dous ofilciul, de 1 e 8 do cr-
reme coin que Vine, devolveo-me as petlcoea
de Jos Raimundo do Foncca ; vista das
liiaes e do expendido cm ditos rnelos, este
governo enlendeo nao ser competente para
intervlr na apreciacao dos f.ctos allegados pe-
lo peticionarlo, .' mu ojulz de direilo, ou a
relaco do dislrlclo ; seudo que parece ter
Vine, respondido satiaficlorlanienle sobre o
objectode tara peiicfles. e procedido confor-
me julgou de direilo ; mas em lodo o caso a
prudencia do magistrado, c de qual qur de-
positarlo da autorldade publica; sua .juslica
temperada pela equidade Inseparavel de lodo
odlrelto, fazein suave o jugo da le e dam or-
ca moral para desenipeiihar sua lunccocs;
nesie sentido achara Vine, apoio necessario pa-
ra faicr imperar a le, certo de que o governo
avalla em mullo os servlcos daquelles que pe-
la sua reelidao na admlnistraco da justif a con-
correm para jnanler a paz nos disuiclos de
sua jurisdiccao.
Dilo Ao inspector du ihesouraria da (>
senda provincial, duendo, em vista de seu
ufiicio da 30 de marco ulliino, que, se alguin
empregado accumulou ordenado e o sold
como praca da guarda nacional em servifo de
destacamento, deve restituir um dos dous
venciinentos, lendo a opfo, de orle que, no
caso de ser o sold maia avultado que o orde-
nado, uuleiuiiis.it.i a caixa provincial, e no
caso contrario a caixa geral, enviando-se a
rrparIi(ao competente urna relaco dos ein-
pregadua que eativerem nessas circunstancias,
com designaciio dam lempo duraute o qual ser-
virn! na guarda nacional e perceberao sold,
lendo recebido Igualmente ordenado malor do
emprego.
Dilo Ao mesmo, reilerando-o que deter-
mine! em 17 do passado acerca do modo de se
dcduzlr no Julio dos feitos a porcentagein dos
cmpregadoi encarregados da arrecadafo da
divida activa provincial, a saber que os seis
por cento sejam deduzidos do producto das
arremalaces nao com referencia a tolalida.ie
da divida execulada e aim ao mesmo producto,
entrando o mais para o cofre respectivo e abo-
nando-se esse liquido aos executados, lenho
adizer-lbe poroccasiao da leilura do seu oln-
cio do 1 do crreme, que a Ibesouraria esl
em erro quando pensa que nao Ibe cabe inge-
rlr-se no modo pralico por que no juiso doi
ellos se deduz a porcentagem, pois he urna
das suai priucpaes obrigaedes examinar ae en-
tra ui para ocofieas suminai que realmente
ine san peilencentes, e das quaes apreaeula-
das pelas partes devia conhecer se a fazenda
recebia o que Ihe pertencia do producto das
arrematares, deduzida para os empregado!
do juizo a porcentagein relativa a importancia
.le" is e nao ao lolal da execuco, para nao
acoutecer que por falla de benr dos executados
vlcsse a deixar de ser paga de toda a divida,
entretanto que seus procuradores eslavam pa-
gos da sua commi.so por inleiro, cujo rece-
biuiciilu presuppe neccssariamenie oulro
igual da parle d. fasenda pelo que respeila a
divida donde se origiuou a execu(ao.
Dilo Aojulz de paz do I districto da fre-
gueiia de S. fre Pedro Goucalves do Kecife,
iiiieirando-o de haver de conformidade com o
parecer que remelle por Mpii do Exm. conse-
Iheiru presidente da.relaco, deferido os dous
reqnei menlos de Manoel Joaquim da Silva
Ribeiro, que ce refere os seus dous olholos
de 13 e 17 de Janeiro ultimo, visto que, nao
leudo sido o prticlonario demlllldo, uein por
qualqder ouiro nielo legal privado do exerci
ci do emprego de escrlvao daquelle juizo,
compete-lhe, por forca da nonicacao que ibe
foi conferida, exercer as funefes do referido
emprego, devendo porem o niesnio peticin i-
rio, que oceupa lulerlnamenle o lugar de lis-
csl da cmara desU cidade na freguezla de S.
Antonio, optar uin dos dous empregos, pois
que ha incompalibilidadc na accunulacao de
ambos.
Parecer que ae refere oolliclo a cima.
Illm. e Enn. Sr. Dando o derido cuin-
prlmenlo ao olnclode V. Ex. datado cm 30 de
marco ulliino, cobrindo a rapresentacao e do-
cumentos a elle annexos, que tudo devolro,
de Manoel Joaquim da Silva Ribeiro, o qual se
queixa de liave-lo o juiz de paz da fregueala de
b. fre Pedro Gonc.alves, expellldo do olclo
de escrivo do mesmo juizo, tenho a diter;
que ille- .Imenie procedeu o dilo juiz. nao
coosemludo que o qucuozo cooliuuasse no
exercicio de seu omcio, por quaolo, achando-
se elle prvido compeleuiemeule pela cmara
uiuulcipal, e nao havendo coinmellido erros
ou ciimc por que merecesse ser suspenso,
processado e coudemnado na perda do mes-
iiio, nao poda ser delle espoliado a mero ar-
i.itrio de um juiz que nao o havia nomeado, e
caricia de competencia para o fazer definiti-
vamente, sendo que por isso sou de opiniao
que o menclouado cscrivao seja eui continen-
te reintregado naquelle exercicio em que se
achava. Mas, enleudendo eu, que da aecumu-
laciio do exercicio deale emprego reaulta o
bem fundado recelo e risco de nao serem sa-
tisfactoriamente deaempenhadaa as obrigaedes
a elle iuhereotes e as de fiscal da cmara, em
cojo exercicio que'r lambeiu cooliuuar, visto
que na qualidade de escrlvao lem de sasistlr
a inaior parle dos actos do julio, a cujas or-
den s deve estar seinpre prompto, e sejam Igual-
mente mullos, importantes e assiduus os ira-
balhos de fiscal, podendo at dar-se o caso de
ser ao mesmo lempo necessario o seu compa-
reclmeolo em lugares diversos, sou de parecer
que ha iacompaiioilidade de servlr-se ambos
estes cargos cumulativamente por uih s in-
dividuo, devendo em consequencia etcoltier o
representante aquelle dos dous qae mals Ihe
convier. Asslm peirso; mas V. Ex. resolver
como em sua sabedutia inelhor entender
Dos guarde a V. Es Recife 5 de abril de 1352.
Illm. e F.xm. !>r. Francisco Antooio Ribeiro,
presidente da provincia de l'eruainbuco^n
Ionio Igntri di Jzrrdo Igual oopia remel-
leo-sc a cmara municipal do Iteclte.
DitoAos oootratadoies do lornecimento das
carnes verd*,' reiterando a recoinmendafao
qne Ihca fez em ofclo de 30 de marco ulliino,
visto haver o chefe de policia declarado que
o fiscal do contrato das carnea Ihe participara
ler felto rellrar do acougue -das cinco ponas
duas -rroulias e vinle e olio llbraa de carne
verde por no eslar de conformidade com o
disposto nn 8 2* do art. 2 do regulanienlo
provincial d 7 de junlio do anno paaaado.
Dito A cmara municipal desla cldaae,
inteirando-a de haver o inspector do arsenal,
de marlnha declarado que a pedra ora exis-
tente no mesmo arsenal, e a que se for obten-
do, apenas pode chrgar para occorrer as obras
daquella repa fornecer para o calamento do pateo da Igreja
do terco a pedra que a dita cmara reqiiesiia.
masque sendo de coslume veoderem os dooos
ou couclgnalarlos de navloa brazilelro, o las-
tra demedia qne traieni o tilos navtoa para o
porto desta capital, nao he. dlfficil conseguir
referida cmara por compra a de que precisa
para o mencionado calcamento, vlslo que lu
quola para semelhante despea.
Portarla Ao coinmaudante do patacho
Piro-poma, para mandar paisar guia de desem-
barque a Joo Pertira d Silva que se acha a
aeu bordo, vlslo ser elle subdito portugus,
conforme represento!! o respectivo cnsul
CommiinlcoU'se ao mesmo cnsul, ao Inspe-
ctor do arsenal de marlnha e ao contador da
INTERIOR.
JO 1)1, jANElliO.
Resumo da extracfo dos premios da 23' lote-
ra concedida a beneficio do tlnalro de S.
Pedro de Alcntara desta corte, exlrahida
cm 27 de abril de 1852.
1 N. 2334...........20:000000
037...........l0:t)OlVD00
063........... 4000/100
605.......... 2:000/000
1091IBOO178-. I987-30S8||.000|UOO
5528....... I
182- 230- 201- 47-11211
143-l838-5657-4:i43-46-29 (
12- 85 534- 580- 70J
1100-2273-2433- -27503020
34473557--3 448-2470447825392 -5454
175- 321- 331360 56l
616 765 830- 9131002
l; 63-1223-142"-- i50iitiOi
1678-18501858-1932'i 154
2I7-22172236-2423-3432
2464-67- 251025572717
2751 -281333023315-3193
3560-3918- 40794249-4166
4360-4375- 4656- 40994737
47834791 4993-5057-5062
5116- 5418-51195513-5606
57i 4--5897-5399-59035945
100 d...............
1800 de..............
I o
1 a
1 a
6
10
20
00
-iOOfOO
200/000
lOO/UOO
40 'iwn
20/000
2000 premios.
O pagamento dos premios desta lotera prln-
clpia na terca-felrt 30 do corrente, em casa do
Iheaoorelro, Joao PcdO-U Veiga, ra Quilan-
da n. 144. :
Rio de Janeiro, 27 de marco de 1851.O es-
crlvao, Francisco de Assis Tavarea.
_________( Jornal do f.ommercio )
PERNAMBUCO
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSA'l F.M 16 DE ABRIL f>F. 1852.
Presidencia doSr. Dr. Pedro Cavalcanli.
As onze horas da inanha, fcita a chama-
da, ver ilica-se esiai em presentes 28 senhores
deputados.
Sr. PrrsidVntt abre ases san,
OSr 2." Seerslario | a acta da sesao anterior
que he approvada.
O Sr. i." Srcrilario menciona o seguiote
EXPED EN PE.
Um olVicio da presidencia, communicando
que, nao se (ulganilo autorisado a aceitar o pre-
90 de seisceolos mil rls que foi ofierecldo por
seis moradas de casas que penencein a fasen-
da provincial pede a esta ,1,semidea haja de
deliberar o que j ilgar couveniente : asslm co-
mo manifesiao seu parecer acerca da lei pro-
vincial n. 130 de 2 de malo de 1844. pede a sua
revogaco, e restauraco da legislaco amigaba
respeilo da cobranca di sello.A commisso
de fazenda e orcamenlo.
Um 1 e.|nei iiiirniu da mesa regedora da ir-
mandade de Nossa 8enhora do Rosarlo da fre-
guezla da Boa Vista, pedindo aesla assemblCa
que, na lei do orcameuto que se est discutln-
do-sccooiinue a conceder grata comida no art.
42 da le do orcamenlo du anno pasaado.A
coinmlaio de orcamenlo.
Oulro de Antonio Lourenco de Albuquerque
Goelho, arrematante dos pesos, repesos e novo
Imposto de 500 is. por cabeca de gado que se
malar em o municipio de Santo Anto ; pedin-
do a csia assembleao abate de 611/no preco
da arremaiaco.A' commisso de orcamenlo.
Val mesa, he apoiado e pouco depois reli-
ado a pedido do aeu actor osegulnle
RfeQUEHIMKNTO.
* Requeiroque asiuforinacdes remettidas pe-
lo governo da provincia em saiisfacoo exfgeo-
cia fella por esta asiembla sobre a cobranca a
divida do ex-iuspeclor da Ihesouraria da fa-
zenda provincial Jodo tlaptisla Pereira Lobo,
sejam remeliidaa acominla-ao de legislaco pa-
ra a visla dellas consideraros projeclos os.......
sobre cssa materia.
Sala dassrssOes, 16 de abril de I82.Vmbell-
no Ouedei de Mello.
Entra em discusso o parecer addlado da ses-
s.io anterior rel.livo preien(o de D. Laura
Cavalcanli.
Depois de algumas observaces, fica o pare-
cer addlado pela hora.
OKUEM DO DA.
Continuado da segunda discussjo do orca-
meuto provincial.
'.mnima a diicussao acerca do art. 14 adia-
do da sess anterior.
O -Sr. Pinto de Lampos: Sr. presidente, en
me achara no firme proposito de nao tomar
parte oesla discusso, porque ltimamente te-
mi adoptado como regra de conducta nesta
casa o res el non vcn aos solemoissimos ho-
uiicopsilias {risadas); mas alguuias proposi-
edes, relativainenie ao lyceu, que hornean fu-
r.im aqu einiltidas pelo oobre deputado que
se acha ao meu lado folhando para o Sr. Flo-
rencio) provocaram-iue ao combate, e eis-me
sein o pretender einpenhaJo nelle....
O Sr. Florencio): Pois nio esl ...posto a
amills II ir-me por ISSO ?
O Se. Pinto le Campos: Amnistiar/ ando j
multo assombrado das amnistas desta poca;
quasi seinpre lem traiido coinsigo a reinciden-
cia; pui consegu rile dispense- me o nobre de-
putado de exercer hoje essa altnbulcao do po-
der moderador {risadas.) fio quero dliercoin
Uto. que no relevare! o nobre deputado das
aggressdes que fez corporaco que tenho a
huura de pencucer; pas que eu,%oao sacer-
dote de Christo, perdoarel sempre aos queme
nlenderein gravemente, quanto mals ao nobre
deputado, que apeons ofiendeu-me indirecta-
mente....
O Sr. Florencio: Nao olfndi ao nobre de-
putado, nein aos outros lentes do lyceu ; reli-
ri-nie smeme ao professor de phvlosophla.
O Sr. Pi'nlo <" Campos: uein; eu cnegarel
esse ponto; por agoraoabe-me dlzeralguma
cousa sobre o theatro.
Sein prnpor-me, Sr. preaidenle, a sustentar
com grande apparato de rasura e de arguinen-
loa a emenda que consigna olio contos de rls
para o theatro, visto que ella, a despelto dos
acuites e repelldes da tempealade, ae acha em
seu pleno vigor, be m como k plmeira que
quanto mals combatida pelo sopro rijo dos ven-
ios, mais direita se levanta, direl todava de
paasagem que o nao reconhecer a necassidade
da mmennos em seu inaior eaplendor as nos-
sas representacSes theatraes, he repudiar toda
a Idala de progresso as sendas da clvihsaco e
da moralidade, he no aodeltar a aaoccao da
experiencia de todaa aaidades em favor da urna
loslituicao, que fui sempre o germen das ina-
ravllhas do geoio, e das grandes obras do gosto
[npoisdos.)
, .Senimres, os theatros nao so smeolo
amronte do-dislrr;Oei e de recreoi; el-
lessSotambem um manancial de insiruc-
en a de moralidade.....
OSr. Florencio : lio qmmlo sSo bem ad-
ministrados.
O Sr. Piulo de Campos:Se nSo sSo bem
administrados o mal vem da ma administra-
C80, e nBo da instituit9o, que he boa em
sua 'origem.
Has, oizia ou, Sr. presidente, que os
theatros s3o lambem grandes tontos de nis-
trun; id o do moralidade; e creio poder d-s-
monstr-lo. Ordinariamente os assum^ilos
das lepresuiilarjies symbolisairi a'contaci-
mentos histricos, cuja lecordasSn he uti-
lissima ao povo, pelo que ha de sentimen-
tal e dn instructivo no engenlioso enredo
do drama.
Nes-e enredo observs-se em todas as suas
pini-i's, o as suas mais rpidas transieras,
qual foi o viver do's gran les vultos que pas-
saram na torra; observa-se como a fortu-
na mais flori la e elegante cahira do vasti-
gio da sua grandeza, a maueira da folha-
gem sacra levada pelos euros; observa-se
a contingencia n ca meidade das cousas hu-
manas, cuja scena de lr.ni-.iiVi < nao pode
Jeiiar de locar o ente peosador, que l na
reilidade das cousas as illusOos da vida.
Nos theatros he que os germons da socia-
bilidade so desenvolvem pelo intimo con-
tado em que se acham os espritus, de cu-
jo consorcio nasee a calma das paixOes, o
envfecimento dos odios, o desenfado das
fsdigas ordinarias do da, e sobre ludo a
ameuisac9o dus costumes, a polidot das
maneiras, e tudo quanlo he capaz de fo-
meniar os mais nobres sentimentos d'alma.
Um Sr. epatado :Isto esla potico.
O Sr. Pinto d Campo:-Es le ja ou Dio
potico, s quero que osteja de accordo
com os progressos ua nossa civilisarjo, e
de hbil is fui ralicados.
Tem-se dito aqui, Sr. presilente, que os
nomens de fra da cidade, os sortauejos.
n3o podem deixar de levar a mal a despeza
que se faz com o theat-o. Enganam-se os
queassim discorrem ; os homens do campo
tainham possuem o lypo do bello, a de emo-
QOes mu gratas, e gouerosas. Eu observo
que apenas ellos etiegam A esta capital, pro-
curan! logo frequentar os Inealros; oque
piova o seu bom gosio. A" mu ios te iho ou
ouvido dizer, que tres sSo as cousis de que
elles mais gosiam, e que mais admiram
neslacidade; a primeira he magestade e
magnificencia dos templos ; a segunda o
aspecto maravilhoso do ocano ; e a lorcei
ra os thealios (hilaridade.)
0 apreso pelos encantos e rnsgia da scon
se manifestou sempre entre lolos os povos
antigos. Soln, e Licurgo, esses grandes lu-
seirosdaantiguldade em materis dnadmi-
iii-lrac;.H) e de poltica, nao deixaram nun-
ca de, na dMnbuicSo da desneza publca,
reservar fundus para a sustentado dos jo-
gos, e espectculos uuhlicos, o que deu lu-
gar Torencio dizer, que esses grandes le-
gisladores alconquislavam o amor e adhe-
sao dos povos nos banquetes de inrgina-
c3o, que elles proporcionavam aos mesinos
povos; esses banquetes erao os theatros,-
Eu lembrome ainda que no tempo de
Jusliniano, imperador do Conslaoiioopla,
havendo a corrupcao dos costumes tocado a
um ponto excessivo, adoplou-se, entre ou-
tras medidas de repressao, a idea de am-
pliar espera dos entertenimenios noctur-
nos ; porque, sendo durante a noite que
mais se perpetravam os crimes, e abomina-
qei, o governo procurou prender e alten-
cao dos malfeitores nessea passatonpos l-
citos, que por certo tiveiam reiullados mui
proreitosos a moralidade publica.
A vista disso, Sr. presidente, como em-
ougnar-se a ida de dotar-se o nosso Ihea-
troda quola necessaris, para a manulen-
rao de suas representsfjes ?
1 m Sr. Deputado : E os padres tambem
gosiam de theatros?
O Sr. Mito di Campos :... esta ha boa !
Pois os padres nSo sflo entes sociaas i Des-
de a minha infancia que ouvia eu fallar as
tragedias do Ignez de Castro, assagsinada
por ministris implacavcis, e de Bruto, que
n'um excesso de louco enlhusiasmo pela re
publica ( que Ibe deu bom pago { nao -tu -
vidou immolar seus (Unos I Ora, chegan-
do eu a esta cidade, nao discancel em quan-
to nao presenciei essas e oulras scenas de
compuncSo....
O Sr. Manoel Cavalcanli: =- E ha prizer
nisso?
O Sr, finio de Campos ; NSo resultara
prtzer; mas resultara sem duvida a convie-
rto de qt,e excessos s3o capases as paixdes
humanas!....
Voltarei agora ao lyceu, senhor presiden-
te ; e mostrarei brevemente, que o nobre
deputado, quem ha pouco me refer, foi
menos justo para com essa Ilustro congre-
gado....
O Sr. Florencio : Ainda nSo esta sap-
lisfelto ?
Sr. Pinto de Campos :O nobre deputado,
00 intuito de aecusar um dos lentes do ly-
ceu, n3o s pareceu desconhecer a neces-
si lade da concervar-se o nico grnaaio
publico da provincia, como tambem cnogou
o extremo de louvar exclusivamente a ou-
lro lente ; dando a entender que outros
pro'essores sao menos exactos no cumpri-
uieuto de seus deveres....
O Sr. Florencio: J me expliquel, e darei
novas ezpllcaces...
O Sr Pinto rfe Campos : Nao descoohr;o o
telo que caracterlsa o digno professor de geo-
metra ; aun mesmo seu apologista ; mas nto
desejarel que haja Injuslicapara com os outros,
vistoque entre elles ba pessoaa mui conspicuas.
aao su.nenie i|u:iuin .1 mi lotelligencia, como
quanto aua pomualldade na saiisfacao de seus
deveres. ( a potados.)
Por consegulute, entendo que se nao deve
lancar uinaiialbema aobra unto corporaco iu-
teu j su porque um ou outro de aeua membroa
nao corresponde especta;o publica. Esle
mesmo pobre peccador, que agora falla, teri
todos os defeltus f non' apilados) manos a de
ino cuinprldor de suas obrigaedes, como pro-
fessor de rbrtoi ico do lyceu. Quando Uve dis-
cpulos, nio fallel urna s lljao...
O Sr. Florencio : E eu que o encontr! mili-
tas vetes.
O Sr. Piislo rfe Campos : .... estimo multo
'ine .i, i ,-sn.....ili-..... ; asslm como estlmarei
que o meu nobre amigo reforme o seu julio a
respeilo dos de mais lentes do lyceu, com o
que render uina hmnenagem juslica, cujo
aenlimenlo tanto hrllha oo filustre inembro.
Mals le la eu qo% diier, se nao esperasse,
que a. expllcacdes do nobre depulado altenuaa.
semaa linprersdes, que honlein causarain as
snas proposlcdes aiiuardo-as, portante.
OSr. aVoeius Bsere/o:--Sr. presdeme, con-
ruriiiaiido-itie com o projecto da lei do orna-
mento provincial, oftereildo pela Musir coni-
inisso respectiva, eu ine havia Imposto o pro-
posito de dar a meu voto syinbulicamenie es-
se projecto, entretanto como o honrado meln-
bro que ae sema defronle de uiiui, o honrado
memoro quem tributo oa mala reapeitosos
semlinentos de amisade, e que pela sua Illus-
[i uc.i" oceupa um lugar multo emloente na tri-
buna braslleira, pugnando honlein pela emen-
da que concede nove cornos e oitoceolos mil
rl.....
U Sr. Valentm Pllela: Olto contos de rs.
O.llr. Iiairor r.arrelo: Pois aejsul olto con-
loa.,., pugnando em favor da emenda que con-
cede olto cornos de rls para lubsidlo do thea-
tro de Santa Isabel, esllginatlaoit de alguma
sorte o procedlineoto d'aquelles que se lem
pronunciado pelos inelhorainenlos usaleriaea,
echegou a dizer, que descobrla ein alguna de-
puladoa desla casa uina tendencia hre.istlvel
para uiaterialisar todas as qucsldes, e como se-
ja eu um dos que mais se lem pronunciado oa
casa |i'l s melhoraineutos materiaea, oo poa-
so deixar de quebrar o meu proposito e lomar
parte na discusso.
Ames ii. ser destrlbuido na casa o projecto
da lei do orcamenlo, cu eslava mullo bem dis-
posto vutar por quslquer quanlla rasoavcl,
que porveulura fosse consignada para o thea-
tro de .-san i Isabel; depois, porin, que ful
distribuido esse projecto e que lendo ee.tu-
dando cada urna de suas paginas, vi que s-
menle 69;000j de rs. p.diaui ser appcados pa-
ra a facturo das estradas, quanlia esta que ha-
via de aer restnoglda a visla de alguna projec-
toa queesto em discusso eque pruvavelineii-
te bao de pass.r ; eu uo live remedie seuu re-
cuar do meu miento entend que para servir
bem a provincia de Pernambuco, asslm como
,'iacu juslica] todos OS meiii lieos desn casa de-
aejaui, oo poda deixar de ine oppor emenda
que fosse apreseolada dando subsidio ao tbea-
ii o de Sania Isabel.
Sr. presidente, he verdade que en tenho ten-
dencias pronuociadae para materialisar todas
as questdes, se na phrase do nobre deputado
materialisar questea uo quer diier reducir
todas as qnesioes ao mesqulubo interesse indi-
vidual ; tenho essa tendencia para encarar,lu-
das asquesides pelo lado que ellas apreseotain
de real, porin nao para o lado em que alguin
poeta as pode figurar.... (iiiurro crusain se
difjcrentes apartes.)
il Sr. t'ramcMo Jado (forte) s^- Vaco ap.la-
vra; j a liuna pedido desde nootem.
O Sr. Barros arrea: Coin effeilo, senho-
res, einiiuauto o nubre deputado, pugnando
em f.vor da emenda vai Franca procurar ex-
emplos para faier diinmnir a verba das estra-
das ein beneficio do tnealro; cuiquaolo o no-
bre deputado va Praoc, ease palz de feli-
cidades, esse berco de quaula eitravagoiicia,
de quauta utopia, de quintas revoluedes tcui
inundado de saogue o mundo inleiro ...
Um Sr. epulaito: Que he berfo da illus-
tracao !,..,
O Sr. arros liarreto : Emquanto o nobre
deputado tras em apolu da sua opioio o pen-
samentu de madama de Slaeel, dessa mulrier
quem Napleo dase que mals servlcos ella
farla se tralasse de dar Minos Franca cm vez
de occilparse de causis alneias ao seu sexo.....
(susurro multiplicados apartes apoiados
iiiki" apoiailos ) K n-ju'iiio o nobre depulado val
buscar ein seu apoiu a opinlodo verstil ab-
oade de Lainciials, que lalvez anida hoje, ape-
lar de sua lougevLJade, nao lenha assenlado
na rellgio que deve de prnfesiar.
Umur. deputado : Mas qu n emporisso
deixa de ser grande pensador.
OSr. Barros Uarreto :.....au vou bds-
carem apoio das vas de commuuicaciJcs
luglaloira, o paiz das reali .ades. ...
O Sr. Poes Brrelo ;E nao a Franca ? I
O Sr. Barros Brrelo : -.....eu vou buscar
exemplos nessepaz, que encarando as q des-
loes co'no deo oncarar, se lem por
tornado a ni nha do mundo.
Vou procurar exemplos nos Estados-Uni-
dos da Amenes do norte, pai/. 13o novo
quanto o uosso, e que entretanto ja couti
c inclu las e em coiiciusilo cerca de seta mil
leguas de caminhjs ue ferro; eu irei bus-
car e n mou apuio a opiniao di Ivan Colo-
vine, distmclo econoinsti que diz que
as vas de coinmumcir,ao silo as arterias
aoode circulan as riquezas das nacoes, as-
sim como o saogue gira as arterias do ho-
mens; eu vou procurar exenplosem Se-
monde de Sismondi, Sy, Flores-Estrada,
Miguel Chevalier e out'Os, quo se pronun-
ciando contra os mprettimOli que eMes
iiii.l fr mi como o presente mais funesto
que se pie faiera um nac.1i, fizem ex-
cep(3o quando esses etnprestimos sao ei-
tus pan serem ap.dica 101 aos melhoramen-
bs e ahertu as de estradas: mas os nobres
deputados dir-me hao, como j honlein ou-
vi dizer, que as vas de commuiiicarjao nio
sao a nica necessidade publica; he ver-
dado, mas he urna das pnmeiras, he a que
mais deve merecer a nossa atientan.....
Um Sr. deputado: -lie das primoiras.
O Sr. Barros Barreta : E como havemos
nos de dar inpulso as vas decmmunica-
5110 se ilestrahimos osdinheiios para nutras
cousas ? ( muitos aparte* se crusam.)
Um Sr. depulado :Eutao os theitios nio
sao nei-essarios? No s8o uleis?!.....
OSr. Borro Brrelo :-Sr. presidente, eu
n8o sou inimigo de theatros, pelo contra-
rio, frequenjo.-os muito; mas nao quero
que se diga OjeJos inealros no scalo dozc-
nove sao leos do moralidade e insiruegao
para a populacho.....
OSr. Franciscoloio :Isso agora lio que
est pat'ieTlco.
O Sr. Borros Brrelo :NSo esl pathtico,
nao. Como dille, Sr. presdeme, au nio
encaro o tlioatro romo foco de moralilade
e illusUac!') psra o palz.....
OSr. Francisco Joatl :Ho um passalom-
po honesto.
O Se. Borro Brrelo:..... e nem posso
concordacin! a opiniao de Uadame de
Staeol, irazida pelo nobio deputado, por-
que w nobre deputrdo, illustrado Como he,
na ignora que a baronesa da Staeel en ini-
uiiga pessoal de NapoiK, e doia-se de ver
o povo francez viclornna'Napolcao, que
havi 1 rompido a carta constitucional fran-
ceza, e para Inunr um epigrainina a esse
poro, dizia t que o novo francez faria mais
depressa urna revoluajao por se fecharen! os
theatro, do que vendo rasgar o seio do
parto funlamental.....
O Sr. Francisco Joao : = Mas era urna ver-
da le o que'ella dizia,
"O Sr. Macte\ Monteiro :Isso nSo era cou-
sa nova;porque ja tinha succedido em Roma
e Grecia, por quanto os imperadores j ti-
nbam-se visto na necassidade de eslabelece-
rem jogns puliliens (apoiado).
O Sr Borros Brrelo : Porm jogos p-
blicos n.lo slo Inealros; nfln lem compera-
(9o urna cousa com oulra : oa jugos pbli-
cos erio as pracas, lodo o povo gosava
delles semdespenler um real, no entonto
que os nossos Iheatros sSo smenle para a
poaulucao abasla la, que pode comprar lu-
nares o theatro ; nSoiSo para o poro..,.
(Ha varios abarles)
Un Sr. Depulado .'S.lo para todos, sem
lislincc'o de classes.
O Sr. Barros Brrelo : N80 senhor : nSo
entra l gente desale, e muitos'arlislis nflo
podarao l ir....
' Um Sr. deputado: S nBo vfio os men-
digos.
O Sr. Barros Brrelo:Sem ser mendigos
deixa tam dinheiro; e pois lie justo que quem
lem dinheiro o se quer divertir pgue, por
exempln, A om vez de 4.000 rs,-
sr. presidente, o nobre depulado que
aci.bou do fallar, tambem em apoio da
emenda que consigna o fun lo para o lliea^
t'o, trouxe o eiemplo de Lycurgo eJiotOn,
oque acabo de dizer, serve para responder
ao nobre deputado. Se Soln e Lycurgo 0-
zeram com que houvessem espectculos p-
blicos para divertir o povo, n8o so pode ne-
gar que esses as.eclaculos muitss vezas
u li vea n por Ti n senao fazer com que o
povo rniivii in all esqueceaso a tyrannia
que o oppnmia. o nobre deputado ide-
vo lembrar-se disto; nSo quero oni.ro-
larrlo dizer que hoje se faca isso tamban;
mas a verJade he (ue muitos desses tnea-
tros 1 o rain establecidos com esse Um....
. m sr. depulado : Era urna molida saoi-
tarja ...
O Sr. Manoel Carulctuli:Outras medidas
precisamos nos ..
UmSr. depulado :tiio uiiio, mas essa
he urna das que coovem para a illuslra?flo
do povo. ..
O Sr. Manat Cavalcanli : O tempo das
illUsOdS Vai pastando.
O Si. Barros Brralo (prosseguindo):
N3o ilnm inda mais esla resuello : tenho
dito quanio he bistante para provar que
embon seja malerialisador, embora queira
ru luir tolas as quostos ao que ellas tam
de real; todava eu nao suai irjimigo dos
melhoramentis moraes la provincia; en-
tendo porm que o meio de nos provermos
a lodos os melhoramenlos moraes de aun a
provincia necessi^, he promovenio ellicaz-
mente os melnuramenloa malenaes ; ae nos
procuradnos augmentaros melhoramenlos
in.it-naos, e iudispeusaveis para a proviu-
i'i,i,ser.1 este o meio mais proficuo para que
a voz delles venbam os melhoramentos mo-
raes. Se nos faeilitarmos o transporte dos
goneros de cominerCio na provincia, fiza-
mos uin grande sor vico ao p uilo he smenlo a agricultura quo he favo-
rec la coma factura das estradas; n8o se-
nhores ; he tambem o commarcio, he a po-
pulacho inteira, he utnliin o governo ge-
ral...
UmSr. beputado:He para tudo ; e para
todos....
Se. Barros Brrelo ;--Hi verdade; as es-
radas nao v3o smenlo affelar os interes-
es da agricultura ; h -n 'lisia o commercio,
a popula(3o, os interessas do governo ge-
ral, e da poltica por consequencia....
O Sr. Florencio -..Mas a provincia s he
quis d esse d'iitieirn....
OSr. Barros Barreta :--He nossa desgraa;
misquequro nobre deputsdo T Hivomos
de reformar a c insliluicu aqui ? Com o
estabac ment das estradas, os traoaportaa
dos gneros serAo menns custosos,' logo
elles st.Vi vendidos muilo mais baratos do
queo sao actualmente ; os bragof que hoje
seempregam exclusivamente na conduc^Ao
dos gneros, voltario para a agricultura,
no augmentar nosssg riquezas.
OSr. Francisco J0S0 :Simplesmenta com
o melh'irairtenlo das estradas nio se pode
conseguir isso ludo....
O Sr Barros Barrito :Cuidemos das me-
didas que estSo ao nosso alcance, vamos
tractar das estradas j que nio nos he
possive tratir da colomniS'CjAo que fajemos
mullo. O nobre depu'ado sabe que a agri-
cultura acaba de soQVer um golpe muito
grande; acudamo Ihe desde j.... mas nn
se pensa que eu digo isto para aecusar o go-
verno, por ter acabado com o trauco da al-
fricanos ; nSo senhores, o trafico da afTrina-
nos em verdade ara urna negra mancha q ue
ill'-'iivi a fisionoma O Sr. Florencio Menos para o sul do Bra-
sil....
O Sr. Drirros Barrefo -Para to lo o Bra-
sil...
O Sr. Florencia :--N3o ; porque no sul aio-
la su l',i/. 00 iiiti'ibiuii) en grandes oscal-
la....
OSr. Burros Brrelo:--Qual he o meio de
fazermos com que a agricultura nao sinta
tanto esse golpe que acaba de sollrer? Eu
creio, Sr. presidente,lque|o meio mais ellicaz
sera promover a colomnisa(3o, porque pea-
so UmI111111 como o nobre deputado a quem
me teoho refundo, que dase houtem
que a agricultura necissitava de capilaes, e
de bracos ; mas quaes s3o os meios de quo
so podara dispor para darcipitaes e brarjos
a agricultura t assillbli provincial gi-
rando no circulo dasuts altribuices, podo
por venlura dar capitaes e brarjos agricul-
tura ? De certo que uSo.
OSr. Manoel Cavalcanli:S Dos, o po-
de fiter.
O Sr. Barros Brrelo:Poder -se-hia moilo
bem alcancar-se isto, se o governo geral
tralasse ds colomnisaCjo ; mas nos hsver
mosdu ver todo o Sul colomnisado, e o
Norte nSo (apoadrulnSo he s por voatade
do governo, he IbAbui pela noss condi-
cao...
O Sr. Millo Reg : He culpa da natu-
resa.... ,,
O Sr. Barros Brrelo : Portsnto, j que
n3o podemos trataran proriouameiite dos
molos de fazer com que a agricultura n3o
solTra tanto pelo golpe que Ine foi da lo, Ta-
ca a ssombia provincial o que esliver da
sua par te, e estnu corlo que ella, achan lo-
se bem compenetrada dos seus devores, ha-
de orlar por todas as despezas que 11S0 le-
,';
<;
J MUTILADO


J-
nli'iii por li;n produilr urna receils, para
epplica-las aoa melhoramentoe mitenaaie
com particuliridide sestradas, o finan-
ceiros quando tratam das Miradas, nlo qun-
iaa> que 01 diuheiros empregadoa netlaa
se cuimderam urna deipexa, queiem que
enea dinbeiros, s.jam apenas un adian-
tauento que ae fZ,l adiautameiito que lia-
do aer pago com espera, e muita espera ;
logo o que ua reala lio votarmoa contra lu-
do jue no tein por flm favorecer a agri-
cultura da provincia, votarmoa por aquillo
que lera por (i u destruir lo los os obstcu-
los que empedem a marcha e o desenvolvi-
mento da' nossa Industria, dessa fonte da
riqueza publica, nlo o appllcandoem ccu-
sss que realmente a8o de mero goso, em
coos-s que urna fez goseda, o que flca de
real ora he smenle a lembranca. do tempo
que uell.s se peesou. Eucrcioque os no-
bres depulados bSo de concursar comigo
em que.. ..
( Ha diversos apartes simultneos.)
Sr. barros Brrelo : Nlo sei o que he
prova de maia; o que aei he que em mathe-
tnaiica, provar de mais, be povar muilo
bem, porque 4 he mais do que 8.
t>r. i'r. si ifiiii, eu cunclirei dixendo que
voto a ni' u p">ar contra a emenda offoroci-
1a consignando urna quanlia para o iheatro;
se liveasemos dinheiro, ae eu nlo vase que
yerba das estradas hia it reduzida a
muilo ni nos de 60 nonios, eu 8r. presiden-
te votara pelo thealro. ..
O Sr. Pas Brrelo : Entlo a aorta das
liradas depende dn 8 Conloa ?...
O Sr. Barros Brrelo : 8 cont), para
aqui.8 conloa para all, fazem no final grn-
elo Mnima...
OS'\ Maeiet Monteiro : Es liim essos
cunios da v.nba das rslradaa?
OSr. Barros Hrrelo : 8ah'om, sim ae-
nhor ; porque o nobre deputado bem ssbe
que as depezs cun o pessoal laz-se sem-
P'e, e n.io cobrindo a receila despezar a,s
estradas alu quem vom a sofTrer.
Conclu-oaqui, Sr. presi lente, declarando
que fulo conira a emenda.
OSr. Florencio:Bu dissihontem.Sr presi-
dente, e se uno disse hem, < n.l" >s<> foi cul >a miniiH, fui da miuna ntelligencia;
queio di'er, livo iiit<-nclo de duer mal;
eu di.se iioniem, estando-so ns quesUo da
emenda do Ihealro, ou em um apart, ou
Mu melembro bemqual a raslo por que,
falndu-ae no lyceu, entlo eu dissn que
thoatro bem organismo, bem estabelecido
era sem duvlda ,referivel assulas do lyceu,
porque haviem aulas no lyceu aonde os len-
tes apenas iam 9 vezes nu anno; se eu nlo
fallei to roslricianienle nlo fui mln'ia iu
tenclo Mu fallar; nessa occasilo eu nlo
me len.brei, nem me era possivel lemhrar
que o meu nobre "emigo e collega, o Sr.
Pinto de Campos, era tamhem leute doly-
cou....
O Sr. Pinto diCampos:nio era o n
nos.....
OSr. Florencio :Eu nlo me lembre afi-
lo, e de muilos outros que curoprem muito
bem os seus devores, se fallei g nienle pratiquei um acto do injuslice, qusn
to I generalidade, porque nlu pos>o deacu-
nhecer que ba slli lentes de muilo uicreci-
nirn o, quo lia msmo cpaciades, e en-
tretanto nlo posso deixar de reconhecer que
o tal ini'st e de pliilosophia qualro ou rin-
cO annoa, apenas foi 9 Vezes durante o anno
lecti-0 sua aula, as-un comu tumbem nao
posso deixar de dizer que o lento de geome-
tra pode servir de typo aos lentes; e islu
servir de explicarlo ao que eu quiz dizer,
o meamu de resposta ao nobie deputado
que tanto me ecusou.
Sr. presidente, eu vi que os dias 26e27,
esses deagr5dos di-s q> o eu nlo desejo
recordr, tiveram sua orgem, por sssiin
diter,nos meninos du lyc-u; eu o muil> gen-
te ba de ter visto quo o lyceu quandu e.lava
alia na nibetra, oe moniuos faztam toda a
quali lado de disturbio; e isto na roalidadr
depOe un pouco contra a desciplina que o
cslalielocimenlo devia ler; nas entreunto
sou forjado a uizor em abono da veruaie,
porque tinha la um fllho o parentes, que os
mooinoi quefroquenlavam a aula de geo-
metra geralmente nlo se envolvm ni-
quelle disturbio. Eu nlo. quiz fazer urna
accusaflo genrica; polo ser quo no calor
da discus-lo apparectsse algunia exprsalo
menos jula, estou prompta a relira-la.
Emlim lenho explicado o meu peosamenlo,
nlo t ve intenclo de fazer ofXens I corpu-
racJo, nlo goslo do fazer accusicOcs seiijf
ter coniiecimento dequeslo justas, como
succedo com o Ul lenle de pliloso,hia
Agora quanto mat-ria; Voto pela emen-
da porque enlendu que o thealro he um ele-
mento de'ordem, lio um elemento decivi-
lisicflo, e mesmo um elemento ta moral;
eu lembro-me que quando eslava no coli-
gi, o nosso coi respndante, que ns ieali-
dado era muilo ba pessoa, nos levara mul-
tas vezes ao ihealro de S. Carlos, para ver
moa e ap'onJermos aquellos l.nces, aquel-
las Ideiaa de moral.ude, etc., etc. Por-
tento, enlen lo que o Ui airo he um elemen-
to de ordem, de civillsagSo e do mo al, e
por isso nlo pussodeixarde vot emeniia, e so o nlo fara se se mo demons-
trasge que pela falta deoito contos he que
as estradas se nlo poderiam fazer.
(Sr. Francisco ioao' anenla a eineffda, e
responde a olguinaa consideracVs apresenta-
das pelo ni olio que o precedeu.
O Sr. Vaes Bando conlinua a sustentar a
emenda, c tzendo diversas conslderacea ge-
rara, respoude ana oradores que fallaraui em
sentido contraro.
O Sr. Uacici Uon/ciru: ( Publicaremos cui
outro ouniero.)
Encerrada a dlscusslo, he o arllgo approva-
do com a emenda ao inesino ufferecida.
Tendodado hora.
OSr. /'ronfenre-deilgna a ordem do da e le
vanla a sesiio.
que for poi'slval quando llve-
rem os respecilvos parochos
provado que ten oblido dos
seus parochlanos melada desle
auxilio
Vio A meta, e slo succassivaniDte apoia-ji0iios tltuiot aballo de
'2
dai asseguihtea emendas
I Depois da palavra auiilio -diga-ae--e sen
do i conloa para a conclusSo da obra da ma-
triz de Santo Antonio do Salguairo.S. R.--
alaclel Mnnteirn:A. deO.ivelra.
i Depois da palavraCoiannadlga-soum
cont de ris. 8. ftEstellila.
3 Coro a matriz de N. S. do Desterro di fre-
ajuetia Je Itamb 1:000,000 da n.-S. K. -
Eslellita.
4 No flm do irt. 15, iccreicente-se :
Sendo doni contos de rii para o conven-
to do Carmo de Coianna. e mala doua para
a concluslo da matriz de Villa-Bella. S
It.Ilarros Falclo.
5 llepoiscla palavra auxiliodiga-Mien-
do dous contos da ria para aa tnatrizei das
villas il 1 Limoelro e Pao-d'-Alho.S. R
Coila Gomes. Marlios Pereln.--Birros Fl-
elo.-Estellila,
6 Diga-ae pin o acabamnto da obra da
capaila nova da matriz da E-cida 1:000,000
de i-..--\. llo/o da Silvaira.
7 Com a mat'iz de 8 Pedro Hartyr em 01 in-
da too0,000 de rs.~Csiro Lelo.
8 Para a muril do AltiubO 1:000,000 de Ti.
"V.llela.
9 1:000,000 dn ri. pin oa repiroi da espol-
ia mor da matriz doi Afogidoi.
Sala dai tessOes 16 de abril de I859.-Pi-
dre Varejlo
10 Sendo 1:000,0000 de re. Din 01 reparo
di es pella mor da matriz da Gloria duGoita.
Sala das s-ssOe.s, 16 de ibrilde 1859-Pl-
dr Varejlo.
II Sendo 1:000,000 de rs. para a concluslo
da|capella do Hospital doa Lzaros.
Sala dassess0-s, 16 de abril de 1851.Pa-
dre Varejlo.
l9Aoart.l5--ccrescente-ie~eipecialioen-
le Com II malri/es de O irirury, de S ro, deTalhadi, de liigaseira, de Agoas-Bel-
Ui,de Barreiros e da Escada : asabercom
a primeira 3 OO.OOO rs., igual quanlia com
a aegunda, 1:000,000 ri. c un 1 lerceira,
;i.u ni,uno,, oom aquarta, 1.000,000 rs., com
a quinta e igual quanlia cum a sexia.Pio-
lo de Ca npos.--Haplista
13 Para matriz da Boa-Viiti 1.000,000 rs.--
Villela.
Depois de algumas observados dos Srs.
Florencio e Valenlioi Villela.
Eucorra-sea discuaslo;o sendo o artigo
aubmellidoi volaclo he approvado, com a
emenda n. II, sondo todas as domis regei-
(adas.
Entra emdiscussloo
Art. 16 Com o corpo de
polica, a saber:
I. Com o sold, rardamen-
to, graliIlcscOea, furragena e
transporte 157:069,800
9. Com o armamento e
equipamento 8:000,000
S.oCom osupprirneoto pa-
ra o rurillvo das pravas 4:600,000
4. coas agua o luz paraos
quarleis do corpo e dos desla-
ca melos 8:000,000
He approvado com a seguinte emenda :
Como corpo de polica, sendo as sobras
ue houvrem em consecuencia da reducSo
sita no numero dai pravas applicadas a
cunslrucclo das estradas designadas no art,
13, o mais como no arligo.--S. RBarros
llarroio.I. J. de Souza Lelo. Porlella
A. de Ol vi i n
Passa-se ao
Art. 17. Com a lllumins-
co publica daaciJades do Re-
cif e Olinda 63:705,500
He approvado sem discusslo.
i-.ui seguida slo lambe n approvadoi sem
Jiscusslu us segumt 's artigos :
A'i. 18. Cun o hospital de
caiidade 10:000.0
nico. Com o aluguel e
redaros da casa 2:000,000
Art. 19. Com o hospital dos
lazaros 3:000,000
Art: 20. Com OS exposlos 3:500,000
Entra cm diacussloo
Art. 21. Com sustento e cu-
rativo dos presos pobros 10:000,000
lio approvado, sendo regeitada a seguinte
emenda :-
Supprima-seoart. 91.Florencio,
Passa-sa ao
Art. i. Com as rreolbidis
da Couceiclo de Olinda 500,000
He approvado sem discusslo.
Entra em discusslo o
Art. 23. Com os coadjutores'
das fregueziis 5:600,000
Vai 1 mesa 1 seguinte emende :
Ficando elevada a 200,000 rls a con-
grera dua coadjutores da provincia dur/-.
leo ano.1 Roanceiro.--Padre Varejlo.
Em logar de 0:000,00o dlga-ie18-OOO.OOU
I MatVa Htgo. -,_
Kntra em dlionsalo o
Arl. 81. Flaa a presldeate da papalona auto
. \ rlsado a ellectuar a rrcelt* para Murcelo da
161000,0001 |U2 1 1853 con produaa^a (Hda arrecada
> ili.il>4B> >hAlt> i1aia*rtAaria.
Hrtado.
a generot de
S I. Trea por santo do a
% 8. Cinco por cento do
prodcelo da provincia, ofIM tapibeui f .reni
eiportadoa. f 0 *
i 'i. Declina dos predloa>orOanot, aendo co-
brada 00 Interior da provUlcia, aumente 1101 lu.
garea em que houterem cen oasaa, c da pie
pagarein mala de 60,000 ra. de aluguel.
C4. Doua mil e (|umlieuio ru porcabeca-
de gado vaceum c-maumido nos muololplos de
O.lnda, Iguaraaa, Golanna. Naiarelh, Piafo
Alho. Vlciona, Cabo, Sarlnbrein, Rio Formo!,
e Agua Prrla : nos outro municipios sd paja-
rio cate Imposto aquellea que talharcm caru
ara negocio, e os oreadorea pagarlo o deiliuo.
j.5. Ultimo do gado cavallar.
6. Sellode taeraucaa e legados.
7. Hela da do eacravoa.
8. (.luco nii mil rl por] eieravodespa-
chado para tora da provincia para negocio
S I. Emoluiiieolos de polica.
f, il) l)et por cento dos ovoa a velbo direl-
loadoa einpregadoe provioclae.
S II frea'por cento dos aegulntei ealabelecl-
mentoa cootadoa aobre o alagela da casas
em que elle se acharein, a aaber 1 botica, loja
em que ai vender a ieialho,de cambio, da aw
billa, arinateni de carne aecca, de madelra, de
illullo, cal.cainplm, aisucar, aal, laieuda, larl-
nia, inolhados, msame, couro, droga e da
recolher, taverna, boiequlin, errarla, otarla,
ijpugraphla, ucbelraa, e cavallarliae de alu-
guel, caaa de |ogo de bllbar, preniai de alga-
dan a fabrica.
12. Qaarenta mil rls sobre aa easaa di
Iludas. ,
i II. Cem rla por libra da tabaoo fabricado,
aeisceutoa rila por arroba do nlo fabricada,
mil rla por rollneiro de charutos e algarros,
quarenta >is por caada de bebidas espuiluo-
aaa c quiuheolos rls por arroba de sabio li-
les Impoato ero cobrados da caaa que ven-
der os mencionado genero para Consumo,
llcuido porin ecepluadaa aa fabricaa.
8 |4. Vinte por cento de ago'ardeute consu-
mida na provincia fleandn eiceplo deat Im-
posto o depsitos fabrica.
15. Cinco mil ru da matriouls dasaulaa
de iiiairuccao auperlor.
* 16. Cem mil rla de cada casa em que e
vtudereui bllhete de loterlai de outras provln-
ca
17. Pedaglo das pbnles a eltradaj, conti-
nuando em vigor a dliposlcao do I 17 do artigo
34 da leln. 261.
S 18. Keodlmento do evento.
19. Ap|iraheo0es pela polica.
8 20 Mullas por InfraccOes. .
5 21. Dez por cento soiire os fundos das ca-
na'-' que veuderem armas de fogo.
5 2. Producto da venda dos genero, ulen-
cilios e proprlotprovlnclaes.
j 23. Sletade da divida activa da renda ante-
rior ao priineira de julho de 1836.
t 24. Divida activa.
5. Rendlmento da capaUzla do algodao.
i, 26. Produoto da loteilas do thealro de Sao
ta Isabel.
s 27. Saldo do eterelelo correte.
Vio a mesa e alo apoladaa para entrar em
discusslo as aeguiotel emendas :
. 8. Em lugar de 50/ r., dlg-le 100| rs-
Villela.'
. A08 18. 400/ r, de cadl ciaa em que
rendereiu bilheie de lotera de outraa pro-
vincia. Martn Pe-ero.
Ao 8. Cenio ecincoenla mil rla por ea-
crava despachado para fra da proviucll, -
Uarlins Perta.'
> AoC I, accrelente-se e do llgodlo.
8. R. F. X. Vats Brrelo.*
Depois da palavra ago'ardeote, dlgl-ae
propriainanle dita o mal como no 8. R.
Vmbellno.
Depois de baverm fallado os senhorea A. de
Oliveira, Florencio e Jo Pedro.
A discusslo flca adiada pela hora.
O O Sr. Presidente deligna a ordem do da e
levanta a ieaao. ___
heparlQo du Polica.
PARTE l>0 DA 16 DE ABIUL.
Fonm presos: ordem do subilel-gado
da fregueziadeSan Jos, Mana Joaquina da
Coiiceifju, por crime de ferimenlos. e Isi-
doro Julo de Dos, por insultos; e do sub-
delegado di fregueiia da Boa Visti, Fede-
rico breos, sem deClaraclo do un tivn.
DEM DO DA 17.
For'am presos: i ordem do delegado do
l>r i nu i ro drill-icio desle termo, Manoel Ma-
chado deAleucar, par nenguacfles poli-
ciaesi ordem do subdelegado da fregue-
zia de Sin Frei Pedro Conciles, Jos Joa-
quim de Santa Anna, por ameagar um ins-
pretor de qusiteirlo, o preto Antonio,
escravo deCettrudes de tal, por crime de
furto ; ordem do subdelegado da f egue-
zia do Sanio Antonio, Luiz Mano -i, por es-
pancar a um< mulner, e Francisco Denlo
Duarle, sem declaratl do motivo; e do
subdelegado dafegurzia tlu San Jos, An-
tonia Mara- do Nascmento, tambem sem
Brum, anda mesmoTupondo Insuficiente pa
ra merecern o carcter de elogio cujollm
me nao propU, Pl tula apenas descubrir a
verdade, qu< me pareceu ae procurara ocultar:
ful este o mu desejo, e nlo outro. Sou Per-
nambueano. mas o nlo posao acoinpanhar. co-
mo me convida, em aua oplulo por aer oulra a
que sigo.
Fleo aallafelto, quando am noiso pala vejo as
primelias poslcdes oRlciaet nereidas por dig-
nos Hrasllelros, sem atteoder a terein naacido
neata ou n'oulra provincia: todo aonms Hrasi-
leiro, o Brasil todo he nosso. be Pernambuco
dgasalha inelhor aoa de ouiraa provincias do
que por elle he agaaalhado, quidindtt a gloria
he de Pernambuco 1 recebe e agaialba a quem
o procura aein que ae Ihejioata di&er que o fas
em rrii ibnicao do que recebe, ae he quecos Par-
natiibucanoa nlo vio procurar em onlrai pro-
vincias rmprrgos t uein eaercer einlnenlea
iii.ui de qualquer nalurea. Peoao deate mo-
do, e nem de leve procuro linpor alinelo
quem de outro modo poder peoaar. Somos II-
vrea e por laso francamente devemoe eapeoder
noasna pensamenlos ; quanoo nlo tem algum
liin olfensivo; posso estar no erro, nlo duvido,
mas sao eatas as mlnbas convlccOet.
Desculpe o nobre Pernambucaoo se tive ar-
rojo em francamente dizer que nlo concordo
em auas opinldea ; pelo seu escripto oonveocl-
ine de aua modestia, e oella conl'rel.
Acaba o nosso Pernambucaoo pedindo que
tire o veo misterioso que esconde o resultado
do coocur, ba pouco Iudo na theaouraila
para poder eniergar alguina coua | posso as-
severar que de mtaterloso nada ha 1 pois que
me consta e he noiorlaiiieuie publico que ae-
inelbante dbnourao ful praticado a toda lus, e
em preaenea de quem quii aer espectador anii
o menor bice e ae o seu resultado nao foi
publicado pelos joroaes, e nem delle se lera da-
do certldOes, he taires utn cumplimento 1 er-
deut luperlore que prohiben! a publicado de
ai-tos nlli. 1 es que dapendein anda dejulga-
inento linal e ae bem me lembro ti easa or-
dem iraoaoiipla em algum Jornal | c a nlo se
dar asa causa ou oulra qualquer causa legal
da ceno ludo aerla publicado. Ue isto o que
me parece.
Quelra o nobre Pernainbucan > desculpar a
mniii 1 desconcertada narracao, altendendo a
iniolia deficiencia, lano mais quando mcu pro-
posito foi francamente declarar-ihe a maueira
porque peoso, e alo calentar etu conlraria-lo,
e por isso mesmo prometi nao diter mais pa-
lavra sobre este assumpio j e acabo leudo a sa-
lisfacao de dlser ao nobre Pernamnucano que
eu tambera aou Pernambucano e verdadelra-
inenle liraaileiros.
F, F, F. F.
COMMERCIO.
I'UAC'A DO RECIFE, 20 DE ABRIL, AS
8 IIOItAS DA TARDE.
cota^Obs orriciias.
Cambio sobro Londres : a 27 l|4 com 15 dias
de praso.
Dilu subre Pariz : 350 rs. por franco.
Descont de luirs : de 2 a 7 mezes 7|8 p. c.
ao iiuv.
ALFANDEGA.
Rendlmento do dia 80 9:945,112
Descarregam hoje 21 de abril.
Birca sarda -- Aftonto I. mercaduras
Barca americana Eldourado farinha.
Iliale braaueiro Anglica mere dunas.
Hisite porluguez Voador do Mondego
ditas.
Ini|iortai-aO.
Brigue brasileiru Marcial, violo do Rio
Orando do Sul, consignado a Amoritn & Ir-
mos, manlfeslou o seguidle :
9,210 arrobas carne secca, 120 ditas gtixa
em bexigai, 1,0 dilas sebo, 2,500 taiubas,
40 couros seceus ; aos consignatario!.
Brigue braaileiro Eigeiiio, viudo do mis-
mo puno, consignado 101 meamos, mani-
festou o seguinte :
11,042 arrobas carne secci, 156 ditas sebo
em rama, 85 dilas graxa em bexigas,60cou-
ros seceos : aos mesmos consignatarios.
Brigue braaileiro lieos te Guarde, vindo
do Rio Crande do Sul, consignado a Bailar
do, na ra do Ouvidur, depois da pass.gem joiiveira, maniloslou o segumio:
de una prucisslo do enierfo, um eaciavo 7,172 arrobas carne secca, 14 ditassebo,
com urna f.cadl uo ventre. I 35 couros averiados, 8 barra lainhas; aos
conslava que o vapor de ferro de man- iwnfldnilaflol
,n i....I..*- Ili.bn.la.l aitiln iln /-'ah.tila .*
7a le aao Sr.Snarel tlnhi ol neoeuirios po-
dere para aquella rameselo, a u governo
oriental nlo se julgaya autorlaado para de-
cidir a questlo, recusrva dar eumprimen -
to aoa meimoi tritsam; mal mo lillcaiiilo
depoli felizmeblal sua opimlo tinha resol-
vido pedir um vovo da confianga a asssem-
hlea para arrinjir iquesllocom o plenipo-
tenciario bnzilelro, e eaparava-se que ih
seria ella concedida, e ludo termina lo ami
gavelmente. A opimlo publica em Buenos-
Ayres e no Estado Oienlal, decilidamente
manifestada em favor da allianc com o
flnzil, eos conselhos do general Urquiza,
ttpjltaram o ajuste final de urna penden-
cia, que chegou a appreaentir um ciracier
gtavlaiimo
Noa dias I* e 3 do corrente passou o Sr.
conde de Callas revista as dl-lioes brasflelras
o incluas em Mootevldo e no Carro, e nos
das 4*5 puieram-ae ella em marcha pata 8.
Lucio, onde devia reuoir-ae todo o eaercito, e
seguir no dia 8 para a frontelra, aflm de oceu-
par a llnha do Arapelv, aahindoda cidade no
Ol. ,'1 o coouoaodante era ehefe a aeu eitado-
inalor. U doeote do ejercito embarcaran) no
inramo dia rom deillno aa Rio Oraode.
O governo orleotal foi autorlsado pelo poder
legislativo a contralor um roipresliioo de 300
mil peso, aendo o estado da financas um do
ob|ertol, que mala absorviam all a alinelo
publica, e pieocupavam oa animo. Na etslo
.do da 2 appruvou a cmara de repretemantet
um projecode communlcaclo ao poder eje-
cutivo, eonvldando-o a dar espllcacdea sobre o
dito empreillmo, nooaso de j se ter elle ve-
rificado.
Por um decreto ordenou o mesmo governo
que eessasse a cominllaao mista que adtnlnls-
trara as rendas da aifaodega, e nomenu um cul-
lidor geral, qUeJhe proporla os einpregados
necessartoi para a cilleclorla.
Em Buenoi-Ayrea tinha o governo provi-
lorio mandado proceder as eleifges de re-
p esentant'S da provincia, e marcadoodia
1.* de maio para aua reunilo. Urna lisia dus
can udaios do governo deaperlou no povo o
desejo de fazer-ie repreacntir a aua vonla-
de, e esperava-se que aa eleicOei aeriim dis-
puta-las
U 8r. D. Thomaz Cuido tenido sido no-
meaJo ministro plenipotenciario do novo
governo junto a nossa corte, foi lugo de-
pois exonera Jo, oassandu-ae-lha o decreto
da nomeaclu, por lar aido dita geralmente
mal acolliida. Substituio o o Sr. D. Luiz Jo-
s do la Pena, que era ministro dus nego-
cios estraogeiros.
O Sr. Milillo N'unes, que estivi Horneado
cnsul geral de Buenos Ayre no imperio,
pedio dispensa do lugar, e foi gubsliluido
pelo Sr. Comes Fras, negociante argenti-
no, residenio na nossa corte.
A hora adiantada em que recebemos as
nona gazelas ( 8 da noite ), noa tilo per-
miti ir mata adiante com este ligeiro ex-
i-aot 1, mliesperainoa satisfazer os lettores,
dando-Ins por extenso em 01 numeros.se-
guintes os artigos em qie clrcumslanciada-
meiit secoolem as noticias apuntadas.
Foram noineados os hachareis: Luiz An-
tonio de Sa llai boza da Silva IddlJo de pri-
ineira rlasse a lagafio de 8. Pelersburgo;
Francisco Xavier de lvllcantl Aguiar iJem
a de Washington ; Caelano Marli de I' uva
Lopes Gima e Jos Antonio da Silva Hala
i a ni, idem a de Londres; Francisco Mara
Veihoda Veiga idem a de vienna.
Por decreto de 13 do panado foi conde-
corado com o offlcialalo da R0I1 o Sr. Julo
deAlmeida Brilo, IhtsoureirO do cofre dos
orphlos da corto.
Falleceu da tabre imamlli 0 prlmciro te-
nenie da armada Clemeutiou Placido do Mi-
randa Machado, autor do Manual de arli-
1 han 1 e commendantij do brigue Eolo.
Tambem falleceu em Santos o Sr. Clemen-
te Jos de Mouri Magalhtes, conaul geral
du Brasil na repblica argentina.
Em a noile de 9 do corrente foi aisissina-
Anacloto Antonio de lloraos, ||. Marii riars
doa Santos, 1). Mara da Caodeias, \,|am
so ni Hoiver4iC.,8chflilim & Tobler, ju,
'juini .Saturnino Condal es, Jonei pBt0D f[
C, Josa Jacome Taiao Jnior, Francisco \!'
vter Martin Bastoi, Dasigr Yulle & C. ii',,'
lu Candido llulellm de Au*ado, J..1.! M,.J
tina de Barros, LourencoTos de Mi,,i
Carvalho, Rozaa Braga & C, Jo- Roin,
Pereira, Croco & C, Oliveira Paivi 61 c in
nio Joaquim dosft|ntos Andrade, l.uiz'joi
de Castro Amurm, Julo Fernandos Prente
Vianna, Samuel Pouver, J. & C, Lima Ju
nior 61 C,Jos Baptiala Braga, fehv (,,
Cavalcanti, Antonio Joaquim Alvea Teii-(r,
Joaquim da Silva Lppes, Eduardo II nriau
Vailhe, Antonio Jos de t:astrp, a|ign| j,"
quimdi Costa, De, Francisco Ggnoalrp a.
Monea, Nicolio O. Bberi C, Jos Joaquim
Formules, Thomaz Fernandas! da Cunta
Celar Kruger, Agoatinho Eluirdo Pin ,'
___.- t ..-..,_ u..,.i sa....!__. 1 011-
lOn
Sam
nba
inglezi tinkeiiad, slhido do Cabo da B,oUB braaileiro Duque da Terceira, vin-
Boa ts.>eranSa para umdos portos do sul d0 fju Rio de Janeiro, consignado a Amorim
com 1,100 pracaa, batera einuma pedr,e & |rmios, manifeslou o seguinte :
fura immediatamenteao rundo salvando-se 6i875ar obas carne secca, 8,500 chin-es,
apenas 150 dentre ellas. 100 couios seceos, 47 barricas sobo ; aus
No dia 8 do crreme tambem naufrigou
no Rio de Janeiro o brtgua bollandrz Si-
rena, que tentando sabir a barra,encoatou-
se demasiadamente I Lage, e den em urna
pedra indo logo depois a pique, sem que
cunsignalarios.
Brigue escuna brssileiro Lsura, vindo de
Maralo, consignado a Jo.- Baplista da
Fonseca, miuifesiuu u seguinte:
25 pefas cabus de cairo, I caixlo mercu-
OSr. Presidente, nlo admiti esta emen- cla interino, Bernardino Custodio dos Sao
da, por se opporem a is>o os artigos additi- ios, por ebrio; 4 ordem do subdelegado di
vos ao regiment. 'freguezis de Santo Antonio, o porluguez
Le-se noTJianu do Rio de Joneiro de 5 do
correte :
S. PAULO.
Apuraclo geral dnlodus os collegiug eleito-
raes da provincia, nlo incluidoa us voies
sepralos, nem o collegio de Sorocabada
declara?iu do motivo, e o preto Agosiinho, 0ppnci0
escravo de Antonio Congilves di Silveira, pil^e\ltt uaeno
por andar fgido.
IDEM DO DIA 19.
Foram presoa : 1 ordem do chefe de poli-
w 1 aj. alv a/va11'' www'fw w vans ** ^
IhepoJessem valer aoccorros alguna. Pera-1 r 3Krt)ll)9 dB ferru quebrada, 1 caixole
ceram o capillo e doua homens di equipa- f 8e.in- __. _........sias, I caixole doce, 2caixaa peles de gua-
U artigo he approvado, depois de encor-
raJa a discusslo.
Entra era discusslo o
Ari. 24 Com o guUamento t f-
brica da malrltea 1:708,000
He approvado.
Paaja-se ao
Art. 25. Com 6 religiosos capuchi-
nos, devendo redusir-ae a cousigua-
can a 861,000 quaudo forera ineuos
SF.SSA EM 17 DE ABRIL DE 1852.
Presidencia do Sr. Pedio Cavalcanti.
A'a.ome horaada inanhla, falla a chamada,
acham-se preaenlea .10 Su. deputado.
O Sr. Presidente abre a sesslo.
O Sr. 2. Secretario t a acta da acsaao ante-
cedente, que he approvada
O Sr. l. Secretario menciona o seguinte
EXPEDIENIE.
Un: o lucio do secretario da provincia, a-
companhaodo a remessa da informarlo do
director das obras publicas, da qual consta
nlo ter sido executadoo artigo 39 da le rio i"(',i
2:400.000
Vio a mesa, e slo apoladaa as seguinte e-
inenda.
I. Com o religiosos capuchino 884,000 rs -
A. de Olifetra.
2 Com o religiosos capuchinos 4:000,000.
Barros Falcao'
3. Accrescente-see oom os,religiosos do con-
tento da Soledade de Goianna 600,000 ra., aug-
uieote se o qu-nilativo.Aguiar.
4 Com as recomidas de Igurass 600,000 rj.-
Franeisco Joflo1
. Encerrada a discusslo, dapois de algumas re-
fleide dos Srs. Aguiar, Brllo, Francisco Julo,
c Jos Pedro.
Ue o artigo approvado, com as emendas ns.
I, 3 e 4, sendo regeitada a de n. S.
Entra era discusslo o
Art. 26. Com tbeiouiarla provincial, a
aaber:
I. Com o inspector, secretarlo,
portelro e continuo 4:400,000
$ 2. Com o procurador fiscal, leui
ajudante, escrivo do fellos da fa-
zeuda, aollicltadore ofllclaca dejua-
Pelo vapor inglez Seoer, entrado, hoje do Eim ^ con,elhe|r0i prelldnte d. pf0.
ul recebemos jornaes do Rio de Janeiro ate tloci,i re|jrcou hornera do pono que fdra
14 do corrente e da Baha ate 17. vliitar ad norte, apo urna amencia de tfez dias.
chegldoi Montevideo UO da 11 do Consla-nos que nlo loi improflcul eata via-
orQamento vigente, relativamente ao mSlho-
ramemo do Rio Goianna.Aquem fez a re-
qollielo. *
Outro do mesmo, enviando o segundo ad-
ditamenlo i relelo da divida pasaivi pro-
vincial liquidada at 15 do corrente, e bem
assim o documento ta divida de exrrcicioS
lindos do pharmareultco Juaijuim Jos Pin-
to Guiroarles.A' commisslo de contas pro- caas daa quatro priuitiraa acc;dea
vinclae*. do consulado
Um rtquerlfneitto de Afitonfb Jos Teixel.' He approvado depois de algumas eipliuacfle
raLimke utros, fogueteiros desta cidade, do Sr. J Pedro, pedida pelo br. Mello Reg
3. Comas qualro priineirae acc-
edes
4. Coma quinta scelo, a aaber:
Com o consulado
Com aa collectorias e promotoras
fiscaea
Com as trea agencia
Com a capatazia de algodao
5. Como espediente e asseio
2:593,000
12:710:000
2:240,000
e:416.OOO
6:567,000
2:500,000
1868.000
l'ediiiio a revogaslo do art. 10 uo regla-
mento municipal do 26 augusto ilo 1851,
suhsistindo 1 diaposico ^Pt i provincial n.
Era aegulda alo approvadoi 01 aegulolea ar-
Arl. 27. Com oa aposentado 7:S35,Io6
Art. 28. Cora oa Jubilado 11:191,07
Entra em discusslo o
Art. 21. Cora a divida do czercl-
clo luidos a,
Flca adiado, por depender de urna oulra
224 pola qual o fogo do ar nlo esta obligado
a licnc/i de 2,000 rs A' commisslo de
postulas municipaes.
OltDH DO DIA.
Continonlo da aegunda discusslo do or- '*
camento provincial \ Com a^lfaza ven-
Entra em discusslo o tQae,# (oclul|ve jvj e,tndante Anlo-
Art. 15. Com os reparoi nlo de Araujo Ferrelra Jacobina, ea
das mat'izes, e o do convento da lmprea.de dos irabalboa da re- .
do Carmo da Goianna. Sendo partlcde provinciaea -. 20:000,000
preferidas is mus armiadas, He approvado, sendo rgeluda a seguinte
e corJCedendo-ae-lbe o auxilio emenda.
1 deipeas
Jlo Biptista Rodrigues, e Jos Bflrnardlno
Alves, por infiacslo d8 postura municipal ;
Funseca
Carneiro de Campos
Muiisonlior Ramalho
Pires da Mulla
J. M. Silva
5 97
881
561
S6-2
561
55
ras, 20 saccaa f.-ijlo ; a ordem.
Brigue sueco Wanja, viudo de Golhem-
bourg e Jeisay, consignado a Me. Calmoot
& Cumpanhia, manifesiou O seguinte :
351 barras de ferro, 25 caixas ac ; a or-
dem.
5 ditas phosphoros ; ao capillo.
CONSULADO t.l-.llAl..
Em Minas-Genes, na povosflo da Biga
gem, municipio do Patrocinio, houva Um
cunlliciosanguinolento entr um deStaci-
m
...----, j # _: ,il uilli'iiciu aiiKuiiiuieiiiii uuiio um uesiaei
i ordem do, aubdeogado da .HfMU de m ?unduzia alguns recrutiseu
Sin Jos Jlo Jos, por insulto! *"! gIUpo de homens, que o accommetteu
da Silva P.meotel, sem decl.raclo do mol indo ,qu,rle,,UQ' .^j,, p,r, 0 (l! de
vo e a do subdelegado d freguezia da boa- 28Oltar, nepois de um combate que du.ou
Vista, os1 pretus MmM,[ "! Ioom<%rem o agiraaaorat repetl.dos, II-
noel de Barros, a Jacob, escrivo de Manoel canJ0 mrlos MCl,,0 d0 subdelegado e
Luiz Virles, por bnga. 1 um 09CrlV0 degle. 8r,femenle feridua. um
Do interior nada consta.
MAMO DE PKMAIBIU
RECIFE 80 DE ABRIL DE 1858.
um oscravo desle; gravemente fon ios, um
lu lado e um recula; e levemente 6 solda-
do-, o commandatile, 6 o sargento do des-
tacamento. Da parle dus aggrcssores uiurre-
raot no lugar 6 individuos, e oulros foram
encootradus morios pelos matos prximos,
e mullos fendos.
Da Bahia nlo ha novidade.
L-se nos Merca 111is de 6 e 7 do corrente :
Tinha
passado a divisan expedicionaria, que fez gfln de S. Eic, e que o lugares que honrou
parte do exercilo alliado na memoravel ba- cum a aua presenta, em breve colberlo 01 fruc-
lalh de Morn, sendo recebida com enihu- los da sua benfica aciirldade.
siasmo pela populadlo, que 00 dia seguinte
deu um baile ao seu general e olliciali-
dade. .
Os argentinos all residentes, qu^renlo
tambem dar um testeraunbo de gralidlo aa
valerosss brigadas brasileiras, nomearam
urna commisslo para em leu nomeapreseh-
tataoSr. marechal bario de Porto-Alegre,
urna felicitacloe um tributo de reconheci-
menlo pelos aervicos prestados por S. Exc.
seus valenles companheiros d armas.
no dia 14, anoiversario de S. M a Impe-
ralriz deu igualmente o Sr. ronselliei-o de
oslado Carneiro Lelo um esplendido baile,
sendo obiequia lo em a noile de 21 com urna
brilbanle serenata, que Iho dedicaran aa
pessoas nuil grida do anligo partido colo-
rado, defensor da praca, assim como aos
Ss. -"uva Pontea, conde de Caxias, e bario
da Porlo-Alegre.
Na noile da 25 deram msia oa negocuntes
brazileroirezidenles.na meami cidade um
grande baile em homenagem ao ejercito e
esquadrado Imperio, ediplorhiel brazllei-
Fnrarn lientos por decreto de 17 do plssi-
(io do rvlco militar da (epublica lodosos
cidadlos argentino.
Graves cdaiplicacOes appareeeram eatre o
la repblica de Uni-
os tratados eelebra-
governo imperial e q di
guay em enmequencia d
del entre os mesmos, e ratificados pelo ex-
nreSIdente D. Joaquim Solrrs, uppondo-se
al eminente um rempimento. Quesliona-
Tomou honlem posse Interinamente da
reparllclo da polica desta provincia, o dr, Dr.
Andr Corsino Pinto Chichorro da Gama, juiz
de direlto da comarca de Razareth, por ter em
breve de retirar-se para o Bio de Janeiro, a
tomar assento na cmara do depUtado, o Sr,
Dr. Joho Miuricio Wandcrlej. Slo ji lio co-
phectdOs estes dous ntegros magistrados, pe-
los relevantes aervicos que era to esplobuso
cargo hlo prestado a provincia, que nos eximi-
mos de mais relleides aetla circunstancia
M
Rendimento do dia 1 a 17..
dem do dia 20 ... .1 .j.an.i.
41:385,926
5.011,606
46:397,532
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dial a 17..
ldemdo diiio. ,.,.:..
8:801,803
189,953
2:991,756
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
ItAIvS DE PERNAMBUCO.
Rendimento do da 20 578,737
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dii 20. 3:141,296
" ...- j-
t,'ori-t'S|M>iiil(:iii-i;i.
- -
Sr. redactor. Aqu tne
dlndo-lhe o favor de Iranscre
Moviriienioclo porto.
iViji-10 entrada no dia 20.
Rio de Janeiro e Balda 6 oiaa, vapor in-
glez Severn, cotpmandante VV. Vencen!".
Traz a Seu bordo, Jos Miguel Duarle de
Lidia,Manoel Antonio da Silva, Jos Mar-
tins Vieira, Jlo Martill Conexivos, sin
aua aenhora e 2 meninos,! passagero para
Tenerifa, 91 diloi para Lisboa e 60 dilas
pira Southampton,
Navios sahidos no mesmo iia..
Liverpool barca inglez*. William Russell,
capillo James Shelford carga issocar.
plssageiro, D. Iza~bell Caroll e sua filha.
New T01 k brigue americano Acorn ca-
nillo II. C. Coombs, carga assuear.
__:________ --------------------_&_ bm^
EDITAES.
O Dr. Jos Riymundo da Costa Mnnezes.
juiz municipalsuaplente da 2a vara e
do commercio desta cidade do Recife de
pernambuco por S M I. e C. etc.
Pelo presente edilal chamo Jos Pires de
ine temlontra ver, pe- aaoraM n Antonia Marta Tneodora Perei-
uscrev.r em sen Jornal Q p,|ici,n, Gomes pareiri de S|,
.08r.\-i-r,.r!r. w^^^^^ i*** fi^^^l^VSS > eo do eho prdcurou aiirar-m fie bera qile val de MOraes, Jlo Jos de Camino Mo-
com tanta clvllldlde e modestia, que a toda raes, Cali &lrmlo, Augusto COzar de Abreo,
prova, Ine dlaou conhecei, que nem de leve, Antonio Joaquim de Souza Ribeiro, Luiz
me qdlz oBender) por eu nao deilar passar, Augusto Pereira da Cunha, Dr. Jos Francs-
letn fazer utna reflexlo, que le etnpreslasse a CQ de p,iyi1 Bernardino da Silva Lopes, Ma-
.ltadeconheclmetos proreislooaes e mesmd noe1 ioaqtilm Ramos & Silva, Antonio Va-
e habilidad^ e de.envovlraento """- \eaai d gilva Barroca, Fortunato Cardozo
C,nP1l.n%r.p"o.uL^^^^^^
ihe comofacoedeVo,os.nedsrcipelloa,ne(o- Kllkmamci Irmlo, Jol AlTort) Morelra,
Ihe que rae permita fuer mais est rellex.io Avrial & Irmlo, Domingos Alvos MatheOS,
m uiinhadefesa: sealirlbue auSr. Canto Bru- Cunha & Amoritn, a adunnislrlcSo dos or-
ne um tal inreclmenio, por ouvl-to de pelaos phlos, Jos Vicente de Lidia, Roth & Be-
eompetenteraente blbllltadl, estarido en con- dl,|,c (.rincisco Guedes fl'Afauio, llenri-
erv^
cabidas as e.pres,oes que dirig ao Sr. Canto to Candido de,Moraes, Findef Pinto & C,
10 Joaquim Vidal, Francisco Custoliode
npaio, Vicente Alvea Machado, Monleiro
& Irmlo, Antonio Lopes Perotra de m
Ferrelra 01 Bastos, Jos Antonio de Araulu'
Credores do fallido Joa Dias da Silv
commercianta deata praca, para que no dia
2i da abril do correte mez pelas 10 horas
da mamila comparecatn na ra da Madre di
Daos, n. I, no biirro do Recife para se rau-
nireui em miuha preaenea aflm de se venQ.
carem os crditos, s deliberar sobre acn-
cordata quando o fallido a ponha, ou ...
formar o contrato de titulo, ere proceden
nomeaclo do administradores dos hens di
casi la11 la : e advirto aos mesmos erados,
que nenhum ser admitido por procurador
se este nlo tiver poderes especiaos para
acto, e que a procuradlo nlo poda ser da ii
a pessa que aeja devedor ao fallido, nam
um mesmo,procurador representar por dous
diverc/is credores, sob pena dse proceder
aa auas revelias. E para que chegun a no-
licia de lodos mandei passar o presente edi.
tal eoulro do mesmo theor que serlo ig.
xado na praca do commercio, e publicado
pelo jornal. Dado e pinado nesta cidade do
Recite ioi 3 de abril de 1852.Eu Mioocl
Jol di Multa, eicrivlo oiubicrevi.
Joa Raymun lo da Cusa Meneies.
O lllui. Sr. ullifial-maiur serviododo
inspector da freguezia da fazenoa provin-
cial, em cumprimento da ordem do Eim.
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico, que nos dias 80, 91 o 22 de abril
prximo vindouro, ir a praca para ser ar-
rematado, permito, o tribunal administrati-
vo da mesina thesourana, a quem por me-
nos lizer a obra do acude ni villa de Camin
avahada em 4 080/098 ru.
A arremataclo ion (eila na forma dos ir-
tigoa 24 e 27 da lei provincial n. 28S de 17
de maio de 1851, e sob as clausulas espn-
i ciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta sr-
rematacio corrrparecam na aala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionado! pelo meio-di, compeientetnenle
habilitadle.
E pira constar se mamlou aluzar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 22 de marco di
1852.
O secretirio,
Antonio Ferreira d'AnnunciaQlo.
Clausulas especiaes da arrcmatac&o.
1. As obras para a cnoslruflo de utn
a;ule na villa de Caruar serlo feitss da
conformidade com o orcamenlo e planta a-
presentados nesta dita a aporovaclo do
Exm. Sr. presidente da provincii, ni impor-
tancia de 4:080,093 rs.
2." As obras deverlo principiar no pri'
zo de 60 dias, e serlo concluid!! no de 10
mozos a coutar da data da arrematadlo.
3." O impone desla arrematar;! sera
pago em tres prestarles da maneira sc-
guinle : a piimeira dos uoos quintus du va-
lor total quando livor concluido melade da
obra ; a segunda igual a pnmeira depois de
lavradoo termo de recebimento provisorio;
a terceira finalmente de um quinlo depuis
do recebimento definitivo.
4." O arrematante ser obrigado s eom-
municar a reparttclo das obras publicas
com antecedencia de trinla das, odia liso
em que tem de principiar a executar as
obras, as-i ni como trabalhar segu lamen-
to a esse duranlo 15 das afi ti de que possi
oengenhoiro encarregajo da obra, assislir
aos primeiros Irabalbos.
5." Para tu Jo o mais que nlo esliver es-
pecificado as presentes clauzulas seguir-
se-hato quo determina a lei pruvincial 11.
286 de 17 de maio de 1851.Conformo.
O secretario,
A. F. d'Anuuii' i o,:i
Pela adminislraclo do Consulado pro-
vincial se hlo de arrematar em hasta pu-
blica no dia 26 do correnle'ao meio da, a
poria do mesmo consulado um barril com
24 me lJa de agurdenle do reino; o duus
garrafOer com ouse de agoardente deannil,
no valor del4/t00rs, appreheodidos pelo
guarda Francisco Jorge de souza por extra-
vio dos direilos proviuciaes. Mesa do Con-
sulado Provincial 20 de Abril de 1852. 0 I-
ministra lur Antonio Carneiro Machado
Rioa. ._
Dcclurugclo
De ordem do lllm. Sr. director geral Ji
nalrucclo publica faco saber, que arrindo-
se vaga a cadeira de instrucflo clemeiitir
10 primeiro glo de Sprra Talhada, S EU'
o Sr. presidente da provincia a mindou por
a concurso com o praso marcado at o du s
do prximo vindouro mez dejunho.
THEATRO
DE
S. IZ4BEL.
56. recita du assignatura.
QUARTA FE1RA, al DE ABlL DB
i85a.
Depois da eecuco de urna das nielhor'S
ouverturas pela orchest'a, sob a direcglo no
hbil professor o Sr. Theodoro Oresles, su-,
biri i scona.0 grande e aparatoso drama 00
4 actos ,
Jo^nna de Flandres.
Pcrsonagnns.
Balduino, conde de Flandres -- Germino.
Joanna,' sua filha mais velhs, condec o
Flandres -- D. Maria Leopoldina.
Margarida, irmla da d.ta D. Carmeli.
Ral de Maulon, amanle de Joanna --
zorra. ,.
Pedro de Licy, cavalhoiro flimengo nJ
mundo.
Luir. VIII rei de Fringa Amodo.
Burg, diado spadaebim da Josnni 0
leiro.
Huberto de Courtray Coimbra.
O cavalheiro de Ruvsdale -- Pinto.
O conde d Vilarcy Rozendo.
O bario de llenin Pereira.
O hispo de Beiuvall--Cabial.
Omciaes, senhores da corte de Funda-
reis d'armas, soldados, povo, f te ,
Ascena aa passa em Lilla, no P1"""61'
terceiro e quarlos actos; e no segundo em
Peron: ,0
A nida le pouparl a empresa, P'" 1"
drama leja vellido e decorado com.tun"
luxoe brilbintismo.


3
Terminar O.specUCUlO com gncioi*
,nmedis cm um .co.
c O GASTRNOMO
00 o
Avenlureiro das tabernas.
Comear ea 8 kpr<.
ii. iiiliiiLea'acliam-se a renal no logar do
rSlunie. i
WMO DE-APOLLO.
oiiNta-rEa, a2 de abril de i85a.
IIKCII'.V EXTRAORDINARIA
Em beneficio do actor
Jos da Silva liis.
Subir .cent u drama em 3 actos tradu-
lido do nespenhol pelo 8r. A. F. de Ca-
tllho. .?-. ,. i
Os tres ltimos das de um sen-
tenciado.
Seguir-se-ha o novo drama em 1 teto
Ciime e mysterio
Achsndo me desligado do theatro de San-
ti-ltebel, o teodo de guir viagem no prin-
cipio do prximo mez peni u Rio de Janeiro,
entend que o9o devia relirar-me deata pro-
Tincia, onle Ido sinceramente fui acolhido
e obsequiado sem urna vez ao menosi appa-
recer na scena aos MI amigos e alteicoa-
dos; e como para ISoJuato ttm, alguna col
lrn,i.s do llioatro de Apollo ao prestassom
promplsmesile como roiSos, nao dutidei
um instante por em pralica o aiu pensa-
in nlo, o qul espero seja appiauJido pelea
pesseasde bom samo, quo jamaia seenvol-
vem naaentrigas do dimreutea baslidoros.
Ag'.-lecn poia anteciuadamentaao meua
llTeicoadus e protectores, que ae dignaren)
honrer-ueo beneficio; assim comoagredo-
co a loJoa ua meus culleg-s, que despidos
do torpe egoiamo, ae promptidcaram aeui
repugnancia a auxiliar-me em Uo justo in-
Osbilheloi.cha-e em caa do benefi-
ciado na ra das Trincheiras n. t7, e no
theatro no dia do espectculo.
>n lim iln drama o beneficiado ira agra-
decer prlus camarolea, e oa Sra. do c.deiras
aue quieiem fazer o favor depuupar-lhe
ir..lbo, visto a brevidade de sua viagem-
riodem procura-lo noseu carnario! noa in-
lerva-los dos acloa.
Principiara aa8 horas.
Leiles.
-- JoBoKailer& Comoenhia, farflo lellSo,
por ordem do Sr. consol da Franca, em pre-
eenca do aeu delegado, por int.rvencSo do
corretor Oliveira por oonta e risco de
quem portencer, de urna caixa conlendo 50
peas de rlacadinhoa francezea com 1:578 l|8
aunas, avariadaa de agoa salgada a bordo da
barca franreza Cont lloger, na sua recente
viagem do Havre para este porto: quert.-fei-
ra, 81 do crrenlo as 10 horas da ui.nli3a,uo
aeu armaiem, na ra da Cruz.
Ocorrelor Miguel Cameiro, fari leilflo
no dia aexta feira, S3 do eorrente, as 10 ho-
ras dj mnih Ja, no seu armazem, na ra du
Trapahen 12, de diversos trastes novse
usados, um balcSo defaman-Ho proprio pa-
ra escriptorio, um piano ingles, muito em
tonta, ricosquadroa com estampaa, cu'li-
nado< com guernicei douradaa pa a aala,
relogios para cima de meia, correntea de
ouro para relogio, vasos de marrrore e ala-
bastro, proprios par adornos de aala o jar-
Uim, livros hiatorlco, lustres, candieiros e
oulros muitos objeclos; assim como ao
meio dia fin ponto ir* a leilBo umanoreflo
de garraf-a co n sevadinha e sal refinado.
--OSr. Antonio,Jos Coelbo de Barros
Wanderley quelra mandar pagar ao abati
asgnaloo* suprimeotos de fajendaa e co-
mm
Hotel
Recife
do
-
Trapiche
ra
mVedir.m'ju^ *te I 1 se "nton'rr. com limpez. .
le 1850 eT ole nao ten, da lo a menor pwni.ol. ilTereptes qualid.daa de iguaria,
^irsV,.pe^eJ.ouuo.enhorosquelhe finhs de tadX.I qu.lid.d.S, aerv.]., re
^eKr.^
- 15 WKMS. e s..... r5 S2-A %=, gB
- Preci.a-a.de um. ama forra ou escra- lo por commodo preco. A caaa he freao.
Avisos diversos.
Aviaos martimos.
Segu para o Acarac com escalla pelo
Ceario mate Agu-ia lendo o primelro porto
lodaa cargaprompts; efer. a escala so hou-
rer porciu de carga que convenha. No es-
criplorm de Manoel Goncalves da Silva ru
da Cdeu n. 39, ou com o cipitSo a bordo
o enteuderaO os pretendentes.
Para o Maianho em direitura.
Segu na presente semana o brigoi escu-
na Graciosa pode anda recebar alguma car-
gi miu-ia ; e offereca boas accommodagoes
para passageiros trala-si com J. B d ion-
seca Jnior-, na ra do Vigario n. 23, ou
coro o capiiSo na praca.
Para a Babia.
-Segu com brevidade a escuna
nacional Adelaide, para a pouca
carga que Ihe lalta trata-se na ra
do Trapiche-Novo n. 16, no segun-
do andar, ou na ra da Gadeia do
llecife n. a3.
-- ('.rrega para o paco de Camaragibeou
para Hacei a barcaca Burboleta muilo no-
va, estanque e do primeira carreir : traa-
la fO' o rnestre a bordo da mesm i, fundia-
da detronle do chaferizmo Forte do Matos e
na ra da Cruz n 31.
Paia a Baha sahe com a
"maior brevidade possivel, o hiate
xmelia : para o resto da carga e
passageiros, trata-se com os con-
signatarios Novaes& Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
l'rela-se
Para qanlquer porlo.al a Babia, ou at Cea-
ra o hiato Ca ricioso'de 37 toneladas, inui-
toveleiro e seguro de coostruccSo trata-
se na ra da Cruz n. 31.
Par o Cear*
Segu no um da presente semana o hisle
Ligeiro ; para carga trata-se na ra do viga-
rio o. 5.
Para o Aracaty
Frontispicio do Carmo.
Os devotos enearregados de festejar este
nno a Nossa Senhora do Carmo do Frontis -
pido, convidan, aos senhures procuradores
abaixo dsclerados, para que comparecen)
no pateo do Carmo, no primei'oaodar do
sobrado n. 9, hoje, 81 do Correte, a lim de
receberem aa Carlas e distrihuiem pelo
liis devotos da mesis MiSantissima. Pro-
curado-es, Manoel Jo de Oliveira, Malqui-
.i los Francisco da Co>ti, Luit Bizarra Moa
teiro Padilha, Francisco de Sales Andrade
l.una, Exequiel Jos de Carvalho, e Manoel
do Nasciineuto Rodrigues Frng
Mari Felismina de Albuquerque re-
melle para o Rio de Janeiro, a sua eacriva
de nume Firmin, creoula.
Manoel Comes Pimentel, vai a Por-
Precisa-se eluga' urna preta escrav ,
quecoiinheeengomme, paga-se bem I no
pateo do Carmo n. 10. .
OITnrece-se um nomem para criado de
algum pasaageiro que se retirar para o Rio
de Janeiro : a tratar na ra da Palma o. 1.
-- Antonio Rodrigues de Oliveira embar-
ca para o Rio de Janeiro, a sua escrava par-
da, de nome Felicidade, de 14 anuos de
idade.
l.tva-se e engomma-se com perfeicao,
assim como cosem-se camisas para homem :
na ra dos Marlyrios n. 23.
~ Pcde-se encarecidamente ao Sr. fiscal
do bairro de S. Jos, digee-se de anear as
suas vistas para a ra do Padre Flori.no,
casa .. donde se lanc,am Iichos e sin-
mses ptrido que pelo uiao ebeiro que exa-
lam incommoi.mavisinh.nc.. Le.ore se
o mesmo Snhnr que esto .p,;arecendo as
febres amar, lias, eque a falla delasseio ns
ras p le causar o seu maior deseuvolvi-
mento. Isto Iheiedo-Um morador da ru.
Osbaiioassignado jretine pela pre-
sente as autonda les dos subu> bios desla c-
p.al e aos ca pitaes de campo.que lendo-lhe
lli .uHni ,\n nn- com lodo o aceio, o Dalo maia commo lo pre-
rl.nnq.ead. Cunh. ^X0 wrr.nt.. P.ossivel o pro'vlmen.o diario rara mes.
, um seu escravo par- <* qu.lquer individuo, ou familia | ou ao-
db,.;: nome Jo.e,e nTrnesm^di. creveo ao ^9..'!mo?V-J".n!'Le! .' Z l."^
me'smo ia..hor.eim..1u. v.es.a fazer rjego- ~" "^|,A
co com o dito esoravo* ou viesse busc.-lo, e encontrara comida avulc. a
comoil hoja 20 do correte nao tenhaap- AVI>U.
p.recido o mesmo senhor.ou pessoa por elle
por iaj fax presente annuncio para in-
telgenci. do dito Sr. o mesmo porque o a-
b.ixo.ssigaado nllo se responsabilisa pela
fuga ou qualquer cousa que possa occorrer.
Auionio da Sil Cusmao Jnior.
--0 abaixo assigmdo, declara que nada
com
e po
Francisc de Souza Ramos.
aaalm como a
qualquer hora.
Aluga-se por 14,000 rs. mensaea a cas.
Ierro, n. I, em O.inda ra d. Biquinha de
S. Pedro, multo propria para morada de 4
senhures acadmico, por t'T Instantes com
modos, e estar em bom estado i a tratar no
recife ra do Queimado loj n. 37-A-.
l'recisa-se de urna mulher
_ .. familia pequea em ervico, para
f J da C. e Sa. I i m ir
- r-ercis.-se for dusta prega lo legoas.portuguez ou bra- an9anuo a sua conducta ; a tratar
iilelro.a ...dame.mo sendo **V' neaU typographia, ou no ilo.pi-
i iver nest scircun.tancias, apareja na roa ;.r o r i
oa Madre u.: lieos ii. 7. co, ptimeiro sobrado depoia do
-liouiemi9de..lipel.manhBa auzen- quartel, offerecem-sc boas condi-
tou-seocabr. Alexandre da casa deseuSr., M_ '.
na paasagem d Magdalona, estatura alta, ^oes r.0 ajuste.
bem feto do corpo, rosto redondo, feir,oas do por lampo de tres mtese serem ja pas-
miudas, olnos pequenos.cor amarelada,eooj gj0J (, rnezes e sua senhorli nao se tem
alguna pannos, e falla de denles nfrenla, emporlado com eale negocio por que sabe
levando chapeo de seda prelo forrado de qUB0, objectos nao cobrem o debito de p'in-
verde, urna c|r;a e jaqueta de panno azul cii>I o juros; portento quelra no praso de 8
uovas.camiia deriscado.zul e cla branca, d contarda dita deste irresgtr os di-
este cabra he do mallo, esorvio em Goian- toapenhores,do coutrariulseraovendidos pa-
na o til ni la; mas iguoi.-se destino que lo- ra pagamento do principal e juros, llcando
mou.pelo que se roga sua c.ptur a promet- SUI >,,. obrigado pelo restante que falt.r,
te se boa gr.tillc.5a0 que n o levar ao di que se prov.ra a vista do.apurado em os di-
to lugar o primeiro siiio a direita, queieo- los penhores.
do vuli.r o vi ven o, porlo de ferro ou no j0 primeiro baile masque do theatro de
Recife ra do Trapiche n. 40, segundo S. Izabel perdeu-e urna bolcinh de retroz
u,n,ir com 3 moedinhss de prla o 60 palombetus
^luea-se um sitio na Casa- demarcar jogo,d8o-se a qoem tiver achado
iuga-o uuea v u.ra-, as3 moedas deprH,querendopoJeentr-
torte com soltnvel casa e inversa. g(rt b0lcil)lin IlCst, iy,0gripiiia.
fructeiras : a tratar na ra dorios- -- NapoieaoGabriel uez, embarca parao
, Rio de Janeiro os seusescravos Norato, ore-
picio n. 5a. oulo, de 10annos Luiz, creoulo; Antonio,
-- LuizCoelno da Silva, relira-se para o p,ril0.
Rio deJaneiro. -- i. B. da Fonseca Jnior, embarca para
Sra. Relaclore..N. Impreiua n.77 de 0 ninde Janeiro osseusescravosDomingos,
5 do correute, se 16 um annuucio assignado umbeiina; e os de menor ida le Pedro e Mar
pelo Sr. coronel Henrique Pereira de Luce- ljnno
m.dizendoqueprelenie revendicaa- mu- CratiGcacSo.
lata Nuen.e sua lllha Maria, e por Isso nlo- p,.rdeuse em a nolte dequinta-feira San-
guem a compre a Jos Comes d. Silva;... ta g du colrenie, na igreja da Concedo dos
saina, pois, oSr. coronel que essi mulata e m|,iirM um crteira, sobre o grande de
a liln. (o) comprad, no engenno llha-d. Fio- c0r parda, conlendo algum dinheiro em se-
res uo dia 80 de marco p. p., sendo o dilo du|aJ : roga-se pois, aquem a tiver achdo
Jos Gomes afllan.du pelo rendeiro do dito qUBira levar, ou mandar por pessoa ( aind.
engeiino Manuel Gomes da Cunta Pedroia desronbecida ), i ra da Penha n. 25. a loja
pessaa de probidade, e fui vendida nesl. de livrus n. 6e 8 d praca d. Independencia,
praca em o di 3, ms n3o ohsl.nle ludo isto ou rua Vellla d Boa-Vist* I) 63, que alm
aja na.sar antes do annuncio, mesmo assim da quaulia quecoiilinha dita carteir se gra-
. \ n ft- ... A~ -.... .1 ...,i'r. .'nl'lil (I.- ..i/.. _!.._ A~ I______i ...... ..n. r.,i Segu por estes dias o hiate Caplbaribe;para
oreslodacarga Irata-se na ru. do Vig.rio
o Hio de Janeiro, vai
11.5.
Tara
sahir com a maior brevidade pos-
sivel, o veleiro patacho nacional
Conhanca : quem no mesmo qui-
zer carregar, en.barcar escravos ,
ou ir de paosagem dirija-se aos
consignatarios Novaes & Compa-
nhia, na ra do Trapichen. 34
-- Para o Porto sahe com muil brevida-
de a galera portugueza Brechronse, de pri-
meira marcha ; ainda recebe carga e passa-
geiros para oa quaes tem excelentes como-
dos : trata-se com Jos Moreira Lopes na ra
do Uueimado, ou cum o capiiSo Rodrigo
Joaquim Coneia na prsc. do comtiercio.
Para o Rio de Janeiro, Segu com a
Uiaior brevidade a galiola S. Trind.de : re-
cebe carga, paasageiros o escravos, lendo
pa'a ludo bons com modos ." trata-se na ra
do Vigario, escriptorio n. 11, primeiro in-
dar, ou com o capiiSo Maia.
Pata a Babia.
Segu com a m.ior brevidade possivel a ve-
leira e bem conbecida escuna brasileira Ade-
laide: quem nella quizar carregar dinja-se
a ra do Trapiche -Nova n. 16, segundo an-
dar, ou na ra da Cadeia do Recife n. 23.
-- Para o Cear sahe com muita brevida-
de por ler parte da carga prompta aum.r.
brasileira Flor do Angrlim forrad, e prega-
da de robre, Deaire Bernardo de Souza :
quem na mesma quizer carrejar ou ir de
passagem pode entender-se cum o mesmo
rnestre ou com o consignatario Luiz Jote de
Sa Arauio, na ra da Cruz n. 33.
Cara 0 Rio de Janeiro sabe
cum brevidade o brigue brasileiro
Animo, capillo Domingos Anto-
nio de Azevado, por ler parte do
carregamento prompto : quem no
mesmo quier carregar, ir de pas-
s.gem ou embarcar escravos, quei-
ra imtender-se com o mesmo ca-
pilo ou com o consignatario Luiz
Jos de S Araujo na rna da
Cruz do Recife n. 83.
I'ara o Cear e MaranhSo,
o bem conhecido brrgue escuni
J-aura, para carga e passageiros ,
trata-se com u consignatario Jos
Baptista da Fonseca Jnior ou
com o capilo na pra9a.
*/...- ... ...loe 4 hnr.< se paasar ames uu hmhuwwi ...^^...----- ua quuiiiia awwuHaae uita mi."" b*-
fugido no da 17 do Cl,rf"nl" ^'^ ": p(jde S. S. tralar do seu direito, certo de tl|jcara cachado, levando-a com um reci-
da Urde urna sua escra". nagO, de nome v ^ ^^ >iec,r qUi,|0 tal direilo bo que 6e achlv, deniro delta pesiado pelo
Emita, levan lo em sua Conpeniuij mons i iiquld,do. Ilecile 18 de abril t Wf vianna, em dilTerentes datase parceas.
jud.ciaes contra aqueile llrtM* 1 erQ -,,, ajsign,do declara a Sra. n.
que.tiverem nM. *g&? d 8eU4 Maria F-aocisc. de Souz. Ramos, que o fa-
servicos, ou com sinislras nefles Atunio da sj,va Neve, naJ, lM
' ^r.Th'.ruteira.Lve por ^o^^^-
A pessoa que lhe
com um charuto dentro e mais pertences,
diriis-so a ra Direita n. 16.
Um rapaz brasileiro.de idade 13 annos,
deseji-se arranjar do caixeiro em uma das
padarias desta cidade, do que tem bstanlo
pretica*; s pessoi. que quizerem dinjam-se
a ra Direita n. 3. .
--Roga-se a lllma. Sra. D. Anna Mana Cls-
neiro, o obsequio de annunciar sua morada
ou mandar a ra do Arego n. 32, a nego-
cio de seu interesse.
--Bnlre.rua da Concordia ea deS. fran-
cisco, indo pela ra de Santo Amaro, ou pela
lo Sol, se perdeu o primeiro tomo da obra
de Cap'figo. quatro primeiros seoulos da
igrejaem francez : quem o liver acudo,
oucompr.doda mo de alguer?, queira le-
va-lo a loja do Sr. Figueiroa, na praca da
UniBo, que se lhe dar o valor desse volume,
5,000 rs. De qoe Serve um So volume da
obr?Tambem os outros perdem muito da
sua estima sem o primeiro.
Joaquim Antonio CarneirO de Souza
Azevedo, faz selente ao re.peitavel publico
iue vendeu a sua loja sil. na ra da Cruz n.
43 aos Srs. JoBo Antonio Pinbeiro e M.nuer
Pereira Lopes Ribeiro.
.- Os Srs. Alexandre Aurelio de Castro
Ozorio e Maria ignacia de Souza, queir.m
mndir buscar cartas, na ra do Vigario n.
23, segundo andar.
-- Alugam-se 2 escravas, sendo m3i e nina
muilo proprias para todo o .ervico interno
de uma casa de fimili.e.trangeira : na ra
da Cartel Velha n. 33
Sr. J. P- R B- queira ir
a ra larga do Rozarlo n. 30, lerceiro andar
pagar a sua letra Vencida em 7 de dozembro
de 1850, da quai.lia do 87,500, do coolrano
veri aeu nome por eiton.o.
-- Lino Jos de Castro Araujo previne
aosseusdevedoresdesl praca que deixem
de pagar a Ignacio Joaquim dus Santos, a
quem linha encirregado para receberessis
tontas, o qual u3o teto dalo conla do que
ha recebido; assim como roga aos meamos
senhores de Ihepagsrem com a maior bre-
videde pos-iver, em seu escriptorio actual-
mente na ra da Cruz n. 3*.
l'ublcac,ao luterana.
A influencia do christianisolo sobre o di-
reilo civil dos romanos por Troplong tradu-
zida em porluguez ; obra utilissime aos es-
ldante, de direito: no arm.zem de razep-
das da ra do Queimado de Couveia A Lene
n. 27.
Pera remir ou dar lanc.dor vai a prarj
>s-horasdotostume pela ultim vez, sexta-
reira 23 do eorrente, o essrevo Elias, perlen-
cenleaviuva eherdeiros do Onado Jos de
Albuquerque Maranlifio, par. peg.ment da
execucBo de I). Maria Jos Lina Sonaoo, es-
cnvo ReptiSla.
Francisco Cerneiro Machado Rlos.ven-
do o aeu nome. n lista de devedores publica-
da no Otario de 15 do correte pela Sr..
Mana Francisca de Bouza Ramos .declara a
inosiia seuiiora que luda deve.o.eu casal,
por quaoto tendo mandado viar algumas
receitas, durante a sua tonga enfenio.lade,
ha botic de seu marido o Sr. Jos Mari
Gonc'lves Ramos, pagou Importancia del-
tas, como cunsta dus documentofque tem
em seu pode/.
Precisarse de um caixeiro para venda,
de >0 a 12 annos,dos chegados ltimamente
do Porto : na ra da Se nz al la Nova n. I.
-- Feleabino de Carvalho Raposo, embar-
ca par. o niod Janeiro o seu escravo, par-
do, de nome Francisco.
Antonid Jos Ribeiro Bastos, retira-se
para o Rio de Janeiro. j
la ao Sr. Jos Maria Goncelves Ramos como
consla do liecibo.
Delliuo Concalves Pereira Lima.
No dia 23 de abril do correle anoo, se
ha de arrematar em praca publica do r. juiz
de direito da primeira vara do civel, na casa
des audiencias, un armecao de loja, pe-
nhorada a Lemos Amaral & Companhia por
execuefto de Gabriel Antonio, para paga-
menio dosalugueis da mesma loja, escrivao
Baplist
Precisa-se slugar uma cas terrea qoe
tenhacoaimooos para familia e queseja as
mas seguintes: Bella, Florentina, Rod,
Camba'do Carmo, Flores, Concordia, e ru.
do Cano, e que seu aluguel nSo etcede do
14,000 rs. : esta typographia, ou na praca
da'Independencia n. 12.
_ Oabaixo assignado, subdclegsdo SUD-
plenteem exercicio do cralo d. S desl
cld.de de Olinda, faz sciente ao respeit.vel
publico e quem pert'ncer, que a parda li-
vre, de nome Francolina, do idade 15 ou 16
annos, neturel d. serra doTeixeir., condu-
zila dolugarS. Thomou Bulandeira, dis-
tricto. da provincia da P.rahyba da Norte.e
apprenendida no Migar de Maiia Semplicie,
dislricto desl freguezia em o dia 7 de so-
tembro do nno proxim.mente (lndo.aeha-
se sl o presente em casa do abaixo assigna-
do ; dita parda foi dalli conduzida por Vir-
ginio Jos Ferrelra e Manoel Correl, para
ser re luzida a escravid3o,pelo qne foi o dito
Virginio preso no mesmo lugar de Mana
Simplicia, o processado, livre- em dezembro
do dilo anno pelo jury da mesma cnla le, e
como t o presente nao lenh silo procura-
da porpesso alguma, nem pelas autorida-
des policiaes respectvas, a quem se fez
constar taj apprehensao, 0 .bailo assignado
nlo se responsabilisa por qualquer sahida
que ella possa l.ier de su. Cis., porque he
Incap.z de estar em casa do familia, como
por ja lor tenia lo sahir oceulte por algumas
vezes. O abaixo assignado faz o presente
aviso, para quo delle se nSo faca em lempo
algum julio alheio. Miguel Jos Teixeir..
Manoel Francisco Coimbra,
tendo-se recolhido ja da viagem ,
que lizera ao centro negocio
sea faz saber, que se acha em
seu eslabelecimento, como d'an-
tes, e que tem cessadu os pode-
res, que dra setis procuradores,
os quaes cordialmente agradece
os bons aervicos que lhe pres-
taran!.
-- Jacintho Duarte do Reg, retira-se pa-
ra Portugal
Preciss-te de uma pessoa para fazer os
alegrelealo um jardim, segundo a planta
que lhe fOr.presentada : na ra do Livra-
mento n. J.
-- Noitolequim da ra larg. do Rozarlo
n. 27, precisa-sedaumeozinheiro fono, ou
captivo: a tratar no mesmo com Fernando
Suviela.
-- Crneiro & Ramos exportara para o
Rio de Janeiro, os seus escravos Jos e Jose-
pha, c-eoulos ; Joaquina, Cabra.
Precisa-se alugar um muleque, ou pro
to, queseja ladino, para o servieo de urna
cssa de pouca familia : quem o tifer, diri-
ja-se a ra doa Quarteis", loj n 84, que ae
dir quem precisa.
O Sr. Bel.rmioo Firmino Bezerra de
Mello dirjase son le nSo ignora para rea-
gal r os sea. pinhore. visto tollos empeobS-
A mesma carteira linha bilhetes de visitas,
"com o nume do do >o squem pertanoe, que
p*or isso lorua-se muito fcil entregar.
-- Aluga-se urna gran le casa terna com
tolas as p'nporertes para qualquer eslabele-
cimento ua ra Imperial n. 68: na ru. de
S. i.une.lio n. 29.
-- Oabaixo assignado faz sciente ao pu-
blico, que uma Ciea terrea, sita n Biqui-
nha deS Pedao da cidade de Olmd, per-
teocenta a Jmuario Antonio Costa, se lhe
ach. hypolhecad., e pera quentiguem alle-
gue ignorancia se frz o presente nnuDcio.
Jos Barbota de Souza.
O cartorio dos orphos mu-
.oii-se para a ra Ua Aurora junto
ao Sr. Francisco Antonio de Oli-
veira.
Antonio Marques, Portuguez retira-se
para o Para.
UlTiciaes.
na fabrica de Calderelro da ra do Brum
n. 28, precisa-se de olfici.es de laloeiro e
serralheiro.
No dia 20 de marco p. p. desappareceu
d. tend de marcineiro do Sr. Luis Fernan-
dos na ru. de Hurlas um pardinho de nome
Manoel de H annos de idade, bastante claro,
gago, de estatura regular cheio do corpo ;
quem o encontrar, quena conduz-lo a ra
da Pral. lerceiro andar do sobrado n. 55,
que sei recompensa lo.
Precis-se de ofilciaes da laloeiro : na
ra Nova n. 38.
No dia quinla-feira de endoencas a noi-
te, perd-se um ulceirj de peJras da co-
re, engrasladas : quem a adiar querendo
restituir, queira levar na ra Augusta, casa
n. 60,que leceUera a gratificado do achado
No segundo andar, por cima Uo bi- fa
4 Ihar atrs do theatro velho, se dir ai
^ quem he que quer por arremlamento *>
-? annual um sitio,o qualtenha boasar- a.
vores quedm tructos, eseja da Es- >
< tencia at o Monleiro, ou Estrada
9 Nova. ?"
e}at# 999t
-- Precisase de um homem, que nao la-
nha familia,para feitor de ngeulio, e d co-
nheciinenlo de sua conducta e capacidade:
noengenhoNovo da Muiibeca.
Frecisa-ae alugar uma ama forra ou
captiva para o servieo de uma cas de pouca
familia: na ra da Cuucordia n. 8, relin(uo
francez..
-- l'recisa-se de um homem que entenda
de horta para trabalhar erit um sitio no Puco
da Panella : a quem convier,dinji-se aquel-
la frenuezia para tratar do ajuste : oa cas.
que Oca por detras da igrej matriz.
t###fff-Ofzl,t5
) Aos senhores commerciantes
$ Cheg.ndo ao conhecimenlo do so-'
nhor Antonio Carlos Pereira de Bur-
9 gos Ponce Leo, que. Iguem tem-se i#
a valido de seo nomei par. tomar fa- a
aj sendas, elle pelo presente faz declarar
m quem convier, que porcouza ne-
nhuma reponsabilisa-se querido
qualquer nBo aopresentar-se compe- a>
tentsmbnte authorisado por sua (ir- A
Scf
-- Jo3o Crlo. Augusto de FigueireJo lom
abeito na ra de 8. Francisco uma eocheira
sobre a administreco do Sr. Thomaz Do-
N ru. estreit* do Rozario n. 36, tira-
se pas.apoites folh.a corrida para dentro e
fura da provincia e ttulos de resideucia por
preco commo loe com promptldao quem
quizer dkija-se a mesma ra primeiro an-
dar das 6 huras da manlii al as 8, e a ar-
le das tres em disnte.
h-reciaa-se alugar um primeiro ou segun-
do andar de sobrado, que tenha commodos
para familia, e que aeja as ras do Vigario,
das Boias, do Apollo, do Brum, da Guia para
o arsenal, e largo da a.iembla : quem ti-
ver .nnuDcie.
Prerisa-. alugar am moleque, creon-
lo, de 18 a 20 .nao. da Idado,' de boa con-
duela, para servieo de copeiro'em urna caaa
ingles. : a tratar na ra do Vigario n, 3.
l)lo-se pequea quanlia a premio, so-
bre penhore da ouro,e .rata i o. m. da 8o-
ledado aobrado anligo n. II, .qu.lquerho-
ra do dia.
l'recisa-se de uma ama, que
saina cozinhar, para ama casa de
familia: no aterro da Boa Vista ,
loja de calcado n. 58.
Banco de Pernambuco.
O conselho da direccBo participa .os Srs.'
Accionistas que tem deliberado recebar em
pegamento da primeira prestado letras com
vene une uto, cujo praso nlo exceda d* 6
mezes, com o descont de 9 por canto ao
anno, al o dia 84 do correla e d.te dia
em diante reoeber moeda legal aleo flm do
mez .As opiiracAca garaea do banco princi-
piarao no itii I,* demaio prximo futuro;
eseu expediente,ser das8l|2 hora da na
ola at a. 2 da tarde, n. ra do Trapicbe
n. 2.. O Secretario do Banco.
M. I. de Oiveira.
Na Trempe, ao voltar para a Soledade,
lado do puente, tercoira caaa depola lo so-
brado, se precisa ds urna ama secca que sir-
va para comprar n. ra.
Precisa-.o arrendar por .nno um aitio
que tenha arvoreaque deem fructos, embo-
r. c.a de vivenda n3o seja muito boa;
para um ramilla morir, e que pretende nBo
tratar doa arvoredos existeotes, como
plantar novos : prefaro-se do MaoguinDO .
aeguir al o Monleiro.
Precise-se de um oiixairo que entenda
de venda i na ra dea Cruzes n. 20.
Pede-se so Sr. A. E. I*, que venha en-
tregar o Pereira e Snuz-, tendo ordem para
isso, desde 184, no pi.so de i diaa, do con-
trario ver. seu nome por extenso e toJa .
historia.
l'recisa-se alugar um primeiro andar
ou uma aala com 2 q nanos, nara residencia
de um homem aolleiro, sendo da ra do l.i-
vramenlo at o lerco : quem tiver annuncie
para ser procurado.
-- Roga-se ao Sr. A. N. o favor de mandar
entregar os 8,000 rs. que recebeu de Manoel
li ipi i-u ha muilo lempo, du contrario vera
aeu nume por extenso ne.ta folha.
~ C.lharina Maria da ConceicBo, parti-
cipa eo respeilavcl publico que sau marido
Joflo Pedro da Roche Cameiro, se acha jul-
i-a'io prodigo, pelo juizo de orphSos desta
Cidado o ella aultUnciaute nomeada sua cu-
radora, pelo que qualquer negocio que com
ella ii/i-i i-ui ha nullo.
-- Precisa-se de um feitor para o engenho
S. Paulo, freguezia dos Afogados, e que la-
una be.i.uie pralica dos servicus de campo,
a d liador a sua couducla : os pretndeme
dinjam-se ao mestno engenho.
-- Na ra do Vigario u. 19, primeiro an-
dar, ou no largo da- assembia n. 5, arma-
otn de tanoelro, juntoacocneia, ha para
vender a superior cal virgem de LUboa,cho-
gada agora uo brigue Cuuceic,ao da Mura.
Na ra das Aguas-Verdes, aobrado de
um andar n. 14, dao-se bolos de vendagem
a 80 rs. a pataca; bem como armam-ae oan-
uejascom muilo goslo, por pre;o mais em
cunta do que em oulra qualquer parle.
Quem quizer negociar tres ricu. ro-
quetes crespos de cambraia de linho, diri-
ja-se ao paleo do Carmo, sobrado de um an-
dar, por cima da botica, das 6 .s 8 da ma-
nh.id, ou das 5 da larde em dimite.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro an-
dar, anda tem para vender-ge cara em gru-
mo em barrio is assim Cumo Flanell, e uma
uequeni porv3o dos superiores vinhos en-
garrafado. Porto, Cacavullo, haulial e
doce para senhora em porcOes. vonlade.
Arrenda-se um engarnio diatan'.e desta
praca 9 legoas, com muito boas trras de
piantaedes, e cercados, moeiile e crrenle,
veude-ae na uieam. occasi3o em que se filer
o arrend.munlo, alguna escravos, .afra ,
criada, buiada muilo boa, carros, e todos os
mais utencilios inherentes e oecessarios pa-
ra a conlinu.c,ao do mesmo eslabelecimen-
to, e nao ha duvida de se fazer lodo e qual-
quer negocio : a tratar no aterro da Boa-
Vista n. 43, primeiro andar.
No paleo da Ribeira deS. Jos, sobra-
do n. 15 na loja, lava-se e emgoma-se,
com toda perleioio e aceio, e por preso
cummodo.
Aluga-se o armazem por Laixo do so-
bra lo n. 39, sito na ra da Piala, com du..
portas oa frente e duas no muo, proprio
para qualquer eslabelecimento, com espe-
cislidade para loja de fazenda : os preten-
dentes dinj.rli-se ao segundo andar do dito
sobrado, que echarlo com quom tratar.
__u abaixo assignado faz publico que o
Sr. Antonio Joaquim Ferreira de Souza na-
da deva ao caa.l do Sr. Jos Mara Goncalve.
Hamos. Manoel Joaquim Ferreira de Souza.
Lava-se e engomma-se com perfeir3o
a por preco Rasuavel: na ra da Senzalla
Velnan. 100.
Esi justa e contratada acompradeum
sobrado de ddous andares no becco do Bur-
gos n. I.quem tiver alguma cuula a recla-
mar entenda-se com JoSo Alves de Souza i
na ra da Senzalla Velh. n. 68, ou 94, no
praso de 6 das.
-- o sr. JoSo Nepomuceno Ferreira de
Mello, tem uma carta na praca da Indeden-
dencia, livraria ns. 6 e8 .
IWo-se 100,000 re. juros com penho-
res de ouro e prla : no pateo do l'.raizo,ro-
lioa(So.
A pr.ssca que annunciou no Diario de
15 do correute ler uma casa terrea par ven
ner no li.ino d. Boa-Vista, diiija-se a ra
da Penha n. 23,'segundo andar, que se dir.
AltencSo.
Pede-ae encarecidamente .o senhor que
no baile m.squ do dis 13 do crrante schou
o punho e oopos de um e.psdm, lenha .
bon I.de de annunei.r su. morada par. sor
procurado, dando-ae-lbe as letra, inicia.,
que tem o dito punho.
Jlo Florentino Coalho d. Goz, embar-
ca para o Rio de Janeiro o seu escr.ro Ma-
noel, cabra.
Luiz Coelbo da Silva, embarca par. o
Rio de Janeiro o seu escravo de nome Ve-
nancio, pardo.
fffffffff9ff*fffffffVV|
liotica nome'opathica. ^
28 RA DAS CRUZES 28,
Dirigida por um phartMCtuto
approvdo.
Esta eslabelecimento posiue todo,
os medicamento, al agor experi-
mentados, tanto na Europa como no
Brasil, e preparados pelaa machina,
da inveocSo do Dr. Mure.
PREgOS.
dat cartiirai koaiopulhieu.
Em carteira de 18 tubos grandes 12/ %
. 2* 3'
a 24 pequeos 15/ *
Tubos esoolhidos (cad. um) M %
Tinturas de medicamento, em a
frascos de 1|2 onr;. (cada umj 2? _
H. mais, Iiini desta, outras muita. ^
caixas com glbulos e tintura, por ^
presos v.riaveis, conformo o tama- .4
nho er qu.lidade das otix., e M
quanlidade do remedio e us m
w dynamlsacOes, etc.
> AVIAO-SE GRATUITAMENTE W
* pra os pobr s, todas as receitas que 3
ff para ali mandar qualquer profes.or. J
Compras.
-. Compra-se papel de embrulho, (impre.-
os) na praca d Sent Crux na padaria de
aixo do sobrado n. 106.
Cnmpram-se escravos de ambos os se-
xos de idade de 6 a 25 annos, pag-se bem :
na ra daa Larangeiras n. I. .
Compra-se um preta que seiba cosi-
nhsr e engommar bem, e que tenha boa
conduela : oa prata da Independencia, loj..
Compra-se um. preta de idade quo.ej.
boa quilandeira que no tenha achaque, e
nem vicios; n. ra do Vigario o. 80, Segun-
do andar.
Compram-se a prelas moas
de i5, a a5 annos, bonitas figuras
e de boa conducta ; sendo urna
perfeita engommadeira e cosinhei-
ra, e outra mesmo sem habilida-
des ; agradando nao se ollia a pre-
co paga-se muito bem! na ra
iNova n. a3, loja.
Comprase urna cas terrea qo. tenh.
quintal e e.leja em bom estado, tendo bem
varejada e nos lugarea-ver.douro a paleo do
Carmo: rtatar na ra do Rozno n. 80, a.
" -"compram-se g.rran br.nces 90 r.
ainda mesmo sendo de Azote: n. r.Drio.
de licores da ru Direita n. 17.
Compra-e um. negnnha de 10 a II an-
nos que sej. Mili. : o. ra da Moeda n. 21,
sobrado am.rello.
Vendas.
quem compra.
Olfeiece-se uma mulher par. o ser-
vido interno da uma cas, que seja cuidado-
sa e capaz : na ra da ele, ida, sobrado de
um andar de frente Amarella.
Frecisa-se de nm preto que
giibaco inbar e fazer oservico de
casa de homem solteiio (de conduc-
ta conhecida) : quem o tiver diri-
ja-se a travessa do Vigario n. 1,
loja de barbeiro.
Avisa-se aoSr. JoSo Alves Nobrega,mo-
rador em Espinharts.que no engenho Fern-
cosa,termo de Porto-C goas,ppreceu no dia 15 de marco p. p. um
escravocajira du norte Gonfalo, pedio lo pa-
ra o comprar o qoal confesas ser do dito Sr.,
para,que manda buscar o dito escravo ou se
quizer ve/lder declar o prego, corto de que
uo serea, oude por fuga du mesmo ou ou-
tro qualquer Mmslro : podo-se euleniender
no diloenxeuho Ferricosa ou nesta pra^a na
ra d. Cruz do Recifa n, 64.
Joaquuii Antonio Cerneiro de Souze
Azevedo val ao Ceara com sua familia e uma
ecrava de nome Genoieva.
Piecisa-se fallar com o Sr. Francisco
Candido da. Souza Birboza, lillio de Sebas-
tian Jos dVBouza Barboza, chegadb a esl.
cilade em feereiro de 1842 na barca Bella
l'ernambucane, que ful ceixeiro do Sr. Re-
cord, depoisdeuma casa de commercio
ingleza na ruada Cruz: Ku mesmo senhor,
ob a quem delle seiba, pede-se queira diri-
gir-se cssa n. 6 defronte do Trapicbe Novo
ou annunciar sua moral para sor procu-
rado.
Jos Paulo dv&liiseea, cid.dSo brasi-
leiro, retir.-se pai*W*tugi.
Vende-se uma arroba de penes de Em-
ma > na ra larg' do Rozario n. 26, loja de
aiudeas
Vende-se um jngo de'consolos de imi-
fello. obra nova : na ra da Lepa n. 3.
Ven le-se uma mulata de 21 annos, com
todas as habilidades, e de bonita lgula : n.
ra Velha n. S4.
Ato libados 6 guanl.nnpos.
Na loja do sobrado amarello, nos Quatro
Cantos da ra doQueim.d n. 29, tem par.
vender um completo sortitriento de to.lhas
de linlioade algudo de todos os tamaitos
e em poca par. cortar vara., assim como
Kuardaneposde varios lamanho equ.lid.-
des, e ludo por preco muito commodo.
No aterro da Boa-Vista, lojin.
- 18, defronte do tribunal do com-
.mercio
Vendem-se cambrsiss par. cortinados .
8,200 a peca, ditas para vestidos a 1,800, chi-
tas filias e de cores flxas i 120 e to rs. o
covado, cortes de casemira do um. s cr e
do muito bom gosto a 4,000 rs,, alpaca pre-
ta muito fina e de 4o" polegad.s de largura .
I 000 rs. o covsdo, flscados francezes escu-
r s axadresados com 34 polegsdas de largo,
ptima fazenda para o uso domestico, etor-
na-se multo birato.nllo s pela grande lar-
gura,que com poucos covado e faz vestido
como pelo preco do 240 rs. o covado, prios
de puro linho amarellos e oscuros a 1000 rs.
o rte, chales pequnos de muilO bom os-
lo a 500 fs., chapeos da armacSo de baleia*
muilo fui tes e grandes para guardar 0 sol e
a chuva a 1,920, ditos francezes muito lirios
e modernos pera cebefa 7,000 rs., tima
grande porcSo de lindas de novellos em cal-
xas da 20 libras de differenles nfnros.mui-
tissimo barato, tSo barato (Ju s comprado-
res se a Imirarao.
l.ua do l'asseio Publico.
Vendem-e ricos corte de veslilos de
cambraia com barras de lindo desenhos,
pelo dimiduto are'so de 3,000 rs, j elles an-
tes que se acabe o.
Vende-sum moleque, eraoulo, ae f8
annos de idade : n. ru. da Pr.i. n. 4?, se-
gundo andar.
Superior cha nacional.
fjatasde a II, 4 6 e 8 liba.
Vendem-se s Sfit rs. a libra, dinheiro A
vista no armazem de Jos Joaquim Peieir
de Mello, na Trente do mar, quin que volt,
para llendega.
Ven le-se um casal de escravos de roela
idsde muito fo'tes e sadlbs ptimos par
elgum sitio;na ra das Larrbgelras n. 14,8.
andar. ,
Na ra das Cruzes n. 29, vende-se 2 mole-
tinrios de 14 a 16 annos e um elegante es-
cravo de bomte tjgura, um dito molecote de
boa conduta.
Venham ver e admirar linhas de
carritel monstro.
Vende-e linhas de 400 jardas oirHtel d
n. 1 at *0, bem linos a 140 r. o carritel,. du-
zl.s 1<600,dllos200jardas muito finos a 100
rs., maisg/deas a 80 rs linha de carritel
da cor 40 rs.. grampas em e rs., dita em mis) a80 rs., .gulheiros de
metal, com to loo soiti nenio de agulhes, a
140 rs., rudinh*' de alllnetes fr.usezes .
100 rs., cexinha ie agulhas francezes a 280
rs., linhas de pezo xeios a 60 rs. a* miada,
tocadores de Jacaranda a 2#HO0 ra., ditos
brancosa 1,200 rs., pentes para coco a 320
r.,dilooara alizar a 360 ri., cartas frnce-
zas mullo boas a 540 rs.
Vende-se uma cabra fnlcho; ha pouco pa-
rida, que d* bastante lelt : na ru August,
sobrado n, 80-A-. .
Vendase um selim muito bir.to : n.
ra da Concordia oa venda da quina qoj vi-
ra par. CaJeit Nova.
!';
t-


t


Casemiras decores.
Vandem-se superiores curios de calcada
casemira da cores, padrs modernos, pflo
barato prrco de 5,000 rs. : na toja do sobra-
do amarillo, nos ualro Cantos da ruado
Qucimado d. 99.
Palitos pretos.
Vendem-se palitos de panno preto a de
cor forrados de seda e debrunhados de fita,
por preco mui'o commodo, tendo porcSo
para escolher : na luja do sobrado amarello,
nos Quatro Cantos da ra do Queimddo
n. 39.
No segundo andar do sobrado n. 94 d
ra do Livramento aoha-ae um salo e pos-
anle eacravo de nacflo, e bom canoeiro.sem
vicio ele., para He vender : quem o quizer
comprar dirija-se a referida casa que se Ihe
dir a razio por que se vende. Tambem se
vende ti na canoa de carreira do ser vico do
mesmo escravo.
Admiracao.
Vendem-se na toja da ra do Crespo n. 10,
pelo diminuto preco de 1,500 rs. cada um,
ricos cbapeos de sol de panninho de cores,
obra prima para senhorase meninas; che-
guem a elles antes que se a cabana.
Vendem-se palitos de panno
fino preto e de cores, forrados de
selira de maco, vindos ltima-
mente de Pariz, pelos baratissi-
mos precos de ao,ooo rs. : na ra
do Crespo, loja amarella n. 4> de
Antonio Francisco Pereira.
-- Vende-se urna propriedade de legoa e
meia de fundos, para o Norte com novecon-
taa bracas de leatada, demarcadas, todas co-
bertas de mallos grossos conlendo umitas
matas virgens com algumas casas de Tai pa,
no municipio da villa do Pilar provincia da
Parahybado Norte, no lugar denominado
Escarate ; trras optimaa para agricultura
do paz ; quem as pretender dirija-se a esta
piuca do Recite a fallarcum Jos Herc'ulano
de Carraltio, seu legitimo proprielario : na
ra larga do Kozario terceiro andar sobrado
n. 36.
Vundom-sa duas famosas rodas de sien-
pira para moer mandioca, urna dell as forra-
da de cobre, e pelo ridiculo preco de 128000
ambas, assim como carretas de ferio
para eogenho 10,000 rs. cada urna
aquilhoes de varoar por 30,000 rs. cada
um, edos lados a 15,000 rs. vendem-se
por tilo diminuto preco para se acabar e ser
ja resto : quem pretender dirija-se a ra lar-
ga do Itozario loja de miudezas n. 26, que
se dir.
-- Vendem-sc na ra do Queimado n. 19,
os niais ricos vestidos de camhraia com bar-
ra e com babados os mais superiores que
lia no mercado a 5,000, 5,500 o 6,000 rs. ca-
da corte, venhfio ver a fazenda que nSo dei-
xar de agradar.
Vende-aa um cavallo castanho muito
bom liaiioiro, e muito gordo : na praca da
Independencia n, 13.
Vende-se um cavallo ruco para carro,
tem muito lioiiila li jora, e em boas carnes i
na praca da Independencia n. 12.
Funileiros.
Vende-se a tenda no paleo do Carmo n.
5, a qual lem armacSo. ferramenla para dois
offlciaes, e algumas obras : na ra Nova n.
33, se dir quem vende.
A 3,ooo rs.
Panno fino preto de pura 13a a 3,000 rs
ocovado, com um pequeo loque desvara
que seno conhece, dito cor do caff, verde
muito linos a 4,500 rs., cortes de casemira
de gosto modernos a 5,000 e 6,000 rs. cha-
peos de seda francezas a 5,000 rs. : na ra
do Crespo lloja amarella n. 4, do Antonio
Francisco Pereira.
A-700 rs.
Alparca emfestada de cores para palito,
e vestido de montara para senhora a 700
rs. o covalo, merino preto verde, e azul,
da melhor qualidade que tem vindo a este
mercado, a 3,500 rs. o covado, aloalhado
adamascado branco, e pardo a 1,280 rs. a
vara; na ra do Crespo loja amarella n. 4,
de Antonio Francisco Pereira.
Ao bom gosto.
Ricas cambraias de cores de organdy pa-
ra vestidos de senhora a 500 rs. o covado,
cassas francezas de cores lizas a 400 rs. cor-
tes deDouralinasescossezas com 16 covados
a 10,000 rs. os mais modernos, ricos touca-
ilinlios de Hieles de retroz para adorno das
caree, is 3e senhora a 5,000 rs. e oulras mui-
las fazendas de gosto: na ra do Crespo loja
amarella n. 4, de Antonio Francisco Pereira.
Vende-Fe urna barcaca bem aparelhada
e prometa navegar, por preco commodo :
fallar em Fura deportas, sobrado n. 141.
Sorveles das 11 horas do da as 10
da noilea 160 rs.
fc^ Na ra do Rozario Kslreila n. 43 con-
tinua a ler lodos os dias sorveles de diversas
fruclas, pelo preco cima por isso os aman-
tes desle bello regalo da vida, devem to-
ma-loto los ns das, qno lio para afligentar
apeste da febre amarella.
-- Veodem-se imnteiga ingleza nova a 560
DA
&ypiafl@Gvio&@rj
SALSA PARRILHADEBRISTOL
SALSA PARRILHA DE SANDS.
A salsa parrilh deBristol data desde 1833, e lem constantemente mantido sua reputa-
cBo. oem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que ai rrnparacOes de me-
dito podem despensar-se. Osucesso do Dr. Brislol tem provocado infinitas invejas, e
entreoutraa.aadosSrs. A. R, D. Sands, de New-Yorlt, preparadores e proprielanoa da
salsa parrilha condecida pelo nmada Sands.
EstessenhoressolicitrSoem 1812 a agencia de Salsa parrilha deBristol,ecomo nSo
o pudessem obter, fahriearSo urna imitarlo de Brislol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R. D. Sands escreveram ao Dr. Brislol, no dia 20 de abril
de 1842, e que aeacha em nosso poder :
Sr. Dr. C. C. Bristol.
Bfalo, etc.
Nosso aprecisvel senhor.
Em todo o auno passado temos vend lo quantidades consideraves do extracto de
salsa parrilha de vm. o pelo que ouvimosdlzer de seas virtudes aquellas que a tem usa-
do, julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara mulla vantugem, tanto a nos
como a Vm. Temos muito prazer que Vm. nos responda sobreest aasumpto, e se Vm.
vier a osla cidade daqui a um mez, ou couaasemelhanie, loriamos muito prazer em o
ver em nossa botica, ra do Fulton n. 79.
Ficlo s ordonsdo Vm. seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Ssnds.
OOHCLUSAb.
1.a A antiguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desde 1832, e que a de Sands so appaieceu em 1842, poca na qual este droguis-
ta no pode obter a agencia do Dr. Brislol.
2.* A superioridade da salsa parrilha de Brislol he incontestavel, pois que no obs-
tante a concurrencia da de Sands, e de urna porcSo de outras preparares, ella tem na n-
tido a sua reputarlo em quasi toda a America.
As numerosas experiencias feitas com n uso da salsa parilha em todas as informida-
des originadas pela impureza do sangue, e o bom xito obtido nesta corte pelo lllm. Sr.
Dr. SigauJ, presidente da academia i m penal de medicina, pelo lllustrado Sr. Dr. An-
tonio Jos Peixotoom sua clinica, e em sua afamada casa desaudena Camboa,pelo lllm.
Sr. Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exercito, e por varioa outros mdicos, per-
mittem hoje de proclamar altamente as virtudes elflcazes da salsa parrilha deBristol.
Vende-se a 5/J00 o vidro ; na botica de Sr. Jos Maria Coucalves Ramos, ra dus
Quarleis pegado ao y artel de Polica.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. i7, ha
muito superior cal nova em pedra,
hegada ltimamente, de Lisboa:
tambem se vende potassa da Ras-
8a, nova e de superior qualidade.
Vende-se rezina de angco em porcOes
e a libras, multo barata : na ra da Cadeia.
loja de JoSo Jos de Carvalho Moraes.
Vendem-se 3 cordOes grossos de puro,
por preco commodo : na ra Nova, loja de
alfaiate o. 26.
Fio de sapaleiro.
Vende-se fio pardo a 600 rs. a libra ; dito
amarello a 1,600 rs.: no aterro da Boa Vis-
a, loja n. 58.
- Vendem-se sapatos de lustro para se-
nhora a 1,200 e 1,000 rs ditos para menina
a 1,000 e a 800 rs., ditos para homem a 8
rs.: na ra da Cadeia do Recifo n. 11, loja.
Vendem-se 2 moradas de casas terreas,
urna na ra das Cruzes n. 7, outra na ra do
Calabouce n. 2: na ra da Gloria n. 91, se
dir quem vende.
Nova fabrica de chocolate.
Em a nova fabrica de chocolate da ra
dasTrinxeiras n. 8, 10 pe da matriz se en-
centra o chocolate homeoptico aprovado e
aplicado pelos Srs. Drs da homeopata, o
grande chocolate heapaoholfinn amargo,di-
to entre (loo lemperado,chocolate para o dia-
rio, cha preto homeoptico, cha da india
muito superior, cafT muido puro, dito de
sevada, caff de caroco e cavada em grSo,
assucarrefinado e caroco.de toda qualidade,
charutos da Baha, canella muida, puxun
em favas, familia de mandioca, dita do Ma-
ranhSo, etc.: na mesma sn diz quem vende
acollecSo inteira desle Diario de 1851, eo
pnmeiro Quartel de 52, tambem se vende
urna porcSo de sacos vazioa e percisa-se alu-
gar um preto.
familia de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha de
mandioca a precos rasoaveis: a tratar com J.
J. Tasso Jnior ra do Amorim n 35,
. J)^^ A^aj ^ a ^ aj ajjaajay aja^ aaj ^ aaj
J ARADOS AMERICANOS. J
> Vendem-se arados ame-
ricanos, chegados dos Esta- I
, dos Unidos, pelo barato pre- j
* 90 de 40,000 rs. cada um: na ji
^ ra do Trapiche n. 8.
**.*va>v*** <>**. a********
Vende-se urna parelha de cavallosala-
zSos, ja ensillados para carro : na cocheira
do Lourenco no Um da ra da Guia, ou na
ra da Cadeia do Recife n. 42.
Vendem-se retornos de ouro e prata de
patente suisso. do melhor autor: em casa
de Schafheitlm & Tobler, na ra da Cruz
l>.. banha de porco a 480 rs., cha llyson a! n. 38.
1,600,1,920, e 2.210 rs., aevada a 80 is., es- ",Na rut d* Cruz> rmazem n. 33 da Luiz
fem grao a 160 rs., bolaxinha quadrada a Jos de Sa Araujo, vende-se em saccas de al-
940 rs., dita redonda a 200 rs ditas grandes' queire farinha de Santa Catharina e S. ala-
a 140rs da dosse a 180 rs., linguica a 400 theos, quem levar a sacca Pica mullo barato,
rs., paios a 210 rs., loucinho de Lisboa a 320 isto para se fechar contas.
ra arroz de MaranhSo a 80 rs., farinha de
MaranhSo a 80 rs., dita de Aramia a 200 rs.,
pagas a 160 e 280 rs milbo a 100 rs. a cuia,
arroz com casca a 100 rs.,"foij3o mulatinho
e preto a 240 rs., velas de carnauba de 6 e
9 a 280 rs., espermaceti) de 6 a Gil) rs., i| ari-
jos nevos a 1,000 rs.: no piteo do Carmo
taberna nova n. 2.
Vendem-se 1 batanea grande nova e
com pouco uso, e 7 arrollas de pezos novos,
Vendem-se os verdadeiros solios n-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
ra da Senzalla Nova n. 42,
Gesso.
Vende-se gesso em barricas, che gado l-
timamente : em casa de I. Ke|ler & Compa-
nhia, na ra da Cruz n. 55.
Na loja das seis portas.
Continua a veuder cassa preta a 120 rs. o
covado, cassa de quadros, para curtinado e
alindes neale correte anno, e que serve babados a 240 rs. chitas a 120,140, 160, 200
para venda, padaria, ou outro qualquer es-'rs, rSCado francez para vestidosejaquetas,
Deposito de panno d<> algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
o bem conhecido panno de algo-
dSo desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador no escrip-
torio de Novaes & Companbia, na
ra do Trapiche n. 34.
Farinha barata.
Vende-se a bordo da escuna Maria Firmi-
na, fundiada defronte do caes do llamos,su-
perior farinha de manlioca de S. Malhoos,
por preco commodo para acabar: trala-se a
bordo com o capilSo, ou rom Luiz de S
Araujo, na ra da Cruz n. 33.
Deposito da fabrica de Todos oa
Santos na Balita.
Vende-se,em casa deN. O. Uiebnr&C.,
na ra da Cruz n. 4, algod3o transado da-
qunlla fabrica, muito proprio pava saccosde
assucar e roupa de osera vos, por prococom-
modo.
Superior farinha de S. Matheos e
muito nova,
Vende-sea bordo do hiate Caprichoso, fun-
diado em frente do caes do Ramos, e na ra.
da Cruz n. 31.
Tachas de ferro.
Na fundicSo da Aurora em Santo Amaro,
e tambem no deposito na ra du Brum logo
na entrada, e defronte do arsenal de mn-
ima ha semprn um grande sortimento de
tachas tanto de fabrica nacional como es-
trangeira, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, raza e fundas ; e em ambos os lu-
gares exislem guindastes, para carregar ca-
noas ou carros, livres de despeza : os precos
so os mais comino los.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-seosle compendio, a pprovadn para
as aulas de primeiras letras, a 480rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 e8.
Barateiro do ftecife.
Na ra da Cadeia do Recife loja n. 50, ven-
dem-se cortes de magnificas sedas prelas,
lavradas, recentemente chegsdas, corles de
chitas achamaloladas, manteletes pretos
chales de seda de cores, grandes e pe-
queos, mantas, da seda, sarjas pelas, lu-
vas pretasde torca I, e de seda de cores pa-
ra Sra., ditase seds, e pelica para homem,
gravataa pretas, coletes de casamira, cam-
braias dalinho muito fina, ludo moderno a
bom, assim como outras muitas fazendas,
que atroco de dinheiro se ven lem por ba-
ratsimos precos, bem como pannos azul,
verde e preto para casaca, palitos, e farda
de 4,000 a 6,000 rs. o covado, ditos mescla-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. o
covado, e cortes decasemira de cores a 4,000
5,000 rs. o corle.
NoPasseio Publico n 15, vendem-se
saceos com alqueire de milho, pelo barato
preco de 1,700 rs. cada um.
Vinlio de Champagne,
isnperior qualidade: vende-se no arma-[p'a caaa de pulgar, por inenoa preco que 01
em Kalkmanii IrmSos Ra da Cruz. n. io|aecobre> covena para navloa, ferro inglez
Farinha Fontana, lauto embarra, como em co.folh..,etudo
Pechincha.
Na loja do Passeio publico n. .15 venda-
se auperiorcal virgem, cllegada ullimamen-
tejde Liaboa, por preco muito commodo pa-
ra acabar.
CHA PRETO.
Vede-se suptior cha preto,
em caixas de 3 libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas de 4 a 6
palmos de altura ; vinho cham-
pagne de excedente qualidade a
4o,ooo rs. o cesto: na ra da Cruz,
caaa de Avrial Irma os.
Vendem-se, por preco com-
modo, superior vinho do Porto ,
em barra de quarto, quinto e oi-
tavo : no nrmazem de Jos Joa-
quim Pereira de Mello, no caes da
Alfandcga armazem n. 7 ou
com Novaes & Gompanhia, na ra
do Trapiche n. 34.
Baratissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora jt
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, afrente 55 palmos: tambem se vende
so a ra da Aurora: a tratar na praca da In-
dependencia n. 17.
No escriplorio de Manoel Joaquim Ra-
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vende-se por preco commodo cal virgem de
l.ishOachegada no ultimo oavio, bezerrode
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
elia loras do Porto, pannos e casemiras
JO lila.
-- Vende-se um terreno na ra da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de eitensSo,
tendo caes de lijlo a beira mar. Picando en-
tre as casas dosjllms. Srs. CuslavSo Jos do
llago e Francisco Antonio de Oliveira: os
pretendentesdinjam-so a ruadas Torres o.
8, primeiro andar.
Grande sortimento de fazendas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 rs.; sarja preta
hespanhola, de suporior qualidade a 2,500
rs. o covado; selim prelo macao, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muito
fina a 610, 800 e 1,006 rs. o covado; cassas
de flores brancas, propiias para cortinados
de cama, com 8 l|2 varas a 3,500 rs. a peca;
cassas chitas a 2,000 rs. ocorte; lencos de
cambraia de linho, para humem a 480, 560 e
640 rs.; riscado assenlado em matim, pro-
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e oulras muitas fazendas em conta : na
loja da ra do Crespo o. 6.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se barra com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em outra qualqnerparte.
t,asa de commissSo de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offerece muitas garantas
a seusdonos : na ra da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
veodem-se arados de ferrode diversos m-
jelos.
si 1 nao de iXantua a
800 rs.
Vende-se a historia de SimSo de Nantua,
a 600 rs. : na livraria da praca da Indepen-
dencia n. 6 e8.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha.n.
19 existe urna pequea porrjSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vnde-
se por preco razoavel.
Morniiav superiores.
Na fundicSo de C. Starr& Companbia,
em S.-Amaro, acham-sea venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muito superior
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Recife n. la, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra de Apollo n. 6, armaiem de Me. Cal-
niontac Companbia, acha-le conalanletneale
liona aorlimcDioa de talla de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas In-
ehaa lodaade ferro para aninaea, agoa, ate,
lilis para armar em madelra de lodos oa la-
niaohoa e madelloa o mais moderno, machina
lhiri.sniii.il para vapor, com for(a de 4 c.ivat-
ios, coucoa, paaaadeiraa de ferro eatanhado
por barato preco.
AGENCIA
da i'iindieio Low-Mooi-.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
tabelecimeoto, por preco muito commodo
na ra do Vigano n. 21 segundo andar.
Vende-se ou troca-se por propriedades
nesta cidade, e mesmo arrenda-se annual-
menle o bem conhecido silio du padre Fran-
cisco Jos de Lira em Beberibe, com 2 ca-
sas, estribara muitas arvores de fructo, 1
pequea mata, baixa de capim, e todo cer-
cado de limSo : a tratar com o dono na ra
do Caldereiro n. 64.
He de milho.
Vende-se bolacha de milho propria para
escravos a 1,280 a arroba : na ra estrella do
Rozario n. 13, padaria quo foi do Cunha.
Cambraias de seda.
Vendem-se cortes de vestidos dtxambraia
de seda novos padrOes, pelo barato preco de
8,000 rs., tendo sorlimenlo para escolher
na loja do sobrado amarello, nos Quatro
Cantos da ra do Queimado n. 29.
Vende-se urna esciava com 24 annos,
bem robusta a diaposta para todo servio,
aem vicio algum, com uuua moleques bem
nutridos de 4 a 5 annos: quem pretender
dirija-aea ra larga do Rozario n. 3, ter-
ceiro andar.
Vendem-se 3 escravos de idado 20 a 30
annoa de todo ser?ico de campo, 1 mulata
moca de idade 22 anuos,engomla Ii.s0.c02e,
coaioba a faz doce, 3 escravas mocas de todo
aervlc.0 : na ra Uireita n. 3.
ttap I'aulo Cordeiro.
ifcentemeDie cliogado do Rio de Janeiro:
vende-se na ra da Cadeia do Recife loja D.
SO, de Cunha 61 Amorim.
a 160 rs. o covado e todas as mais fazendas
por preco commodo.
Sapatoes de lustro, para meninos
de 6 a 13 annos,
no aterro da Boa Vista, loja de
calcado n. 58, junto ao seleiro,
vendem-se sapatoes francezes de
couro de lustro, para meninos de
6a n annos.
Vende-se, por preco muito
commodo, cal virgem de Lisboa,
em barris, muito bem acondecio-
nada ; fumo em folha para capa
de charutos; papelao para fabrica
dr chapeos : trata-se no armazem
de Jos Joaquim Pereira de Mel-
lo, no caes da Alfandega n. 7, ou
com Novaes & Companhia; na ra
do Trapiche n. .34.
o||.ih op jiai8 ?Of op 'aSapotjie ap luinbsatp ujbziuh
o : isia a oiiaquip 'aoaas apeo 'sj OOS'S ap
';ien ap miuijej Joj^adiig
JOLLY.
Veodem -se sapatus de couro de lustro,
setim branco, e cordavSo para senhora, da
bem conhecida marca jolly : no aterro da
Boa-Vista, loja n, 58, jyJAao seleiro.
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Cobertores de algodo.
SuDeriorescobertoresde algodSo da di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
grande, tem todaapplicacioem urna caaa de niia a haver um completo sorti-
lamilia, por servir para meza de engom-____1. J.
madoe forrar camas e mesmo para escra-l mento de moendas 0 metas moen-
vos, pelo diminuto preco de 1,410 rs.: na'das para engenho, machinas de
1ua1lnCresp1111.fi. ______ .. ,
vapor, e taixas de ferro batid
No armazem da ra da Mo la n. 15 ,
vende-se cal de Lisboa am pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no crrante
mez, no brigue Laya ; aasim como mercurio
toce em caixinhas de libra cada urna, ludo
)or menos preco do que em outra qualquer
parte.
-- Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Momlios de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
a baixas decaplm na fundicSo de Bowmaui
&. M. Calhem: na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
Lotera de N. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 7 vende-
se um resto de bilhetes inteiros ,
meios, qnartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros
Meios
y ti artos
Decimos
Vigsimos
10,000
5,ooo
3,600
1,100
600
o e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Uculos para todas as idades.
Vendem-sa oculos para todas as idades,
por muito barato preco: na ra larga do Ro-
zario n. 26, loja de miudezas de J0J0 Fran-
cisco Maia.
Taixas para engenhos
Na fundifo de ferro de Bow-
man & Me. Callum na rita do
rum, p.ss.indi) ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mc'nto de taixas de ferro funMido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dao, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vende-se um milhelrode tenas j usa-
das.e urna porta de amarello com 12 palmos
e mais de comprido, preco commodo: na
ra do Queimaao n- 57.
- Venda-sa um pTeto ja de idade, seu of-
Grande porcSo de fazendas baratas,
na ra do Crespo n. i/|, loja de
Jos Francisco Dias, a 166 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porcSo de chitas
muito flxas, de novoa padrOes, com um pe-
aueno toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
itas escuras cores de caf e de vinho, e ou-
tras mais cores muito flxas, a 200 rs. oco-
vado ; ditas aa mais finas que tem appare-
cido no mercado, tanto em pannos, como
as tintas, fazenda do ullimo gosto, a 240
rs.; riacados francezes de quadros, fazenda
muito flxa, a 200 rs. o covado ; corles de
chita francezaa, com barra, a 3,000 rs.: ma-
rinos pretos de superiores qualiJades, e
1,800, 2,500, 2,800 o 3*,aoo ra.; linissima al-
tada preta a da cores fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algodSo azul
muilo largo, ICOrs. ocovado; pecas de
bretanha de rolo, com 10 varas, fazenda
muito enenrpada, a 1,800 rs. a peca ; aasim
como existem outras militas fazendas, por
precos mais baratos do que em outra qual-
quer parte: de tudo se uarSoamostras,
deixando seus competentes penhores
f?fffffffffffffff
* Deposito de tecidos da fabri- J
> ca de Todos os Santos, <<
* na Baha. *
> Vende-se em casa de Domingos Al-4
> vea Matheus, na ra da Cruz do Re-
* cifen. 52, primeiro andar, algodSo *
* transadodaquellafabrica, muilnpro- *
prio para saceos e roupa de escra- 2
vos, assim como lio proprio para re- 2
dea de pescar e pavios para vallas, ^
a> por preco muito oomorodo. ^
Vende-se urna preta de nacflo Angola
inda moca sem vicio, propria paia campo
por ser robusta, cosinha o diario de urna
casa, lava de sabSo e paga 560 rs. diaiios
em vender agoa: na taberna da ra das Cru-
zes n. 22 se dir quem vende.
--Vende-se feijSo molatinhoemsaccas de
alqueire mui novo, e mais barato do que em
outra qualquer parte, peles da cabra a 20 e
22,000 rs. O cento, sola boa,cera da carnau-
ba, prlmeira sorte.a 5,000 rs. arroba em sac-
cas : na ra da Cadeia do Recife n. 49, se-
gundo andar.
AttencSo.
Vende-se o engenho Souza sito na iregue-
zia de Agna-Preta, mu com agoa, as obras
do engenho e casa da purgar sao ouvts e de
lijlo, e nells se cncontrtm o nocessario e
til; lem urna legua de larra em quadro, e
com proporcOes para se levantar maia qua-
tro engenhos, sendo dous de agoa.e qua po-
dem safrejarem de 5 a 6 mil pSes, as trras
sSo de lal naturrza que amia lem canna
plantada em 1836. Vende-se sem dinheiro
iienliuin vista, danoo-se s duas desobri-
gas, e o mais a pagamentos: quem o preten-
der pode eniender-se com Lima Jnior &
Companhia na ra da Cruz do Kecif* n. 28,
segundo andar, ou com o propietario no
referido engenho.
A' loja de ferragens da ra Nova n. 20,
de Joiio Fernandas Prenle Vianna, so che-
gados os bellos tinleiros de metal com ari-
eiros de vidro, louca para cosinha forrada
de porcelana e assadeiras compridas, as mais
uteis a precisas para as-a los de qualquer
natuieza: iodos estes objectos se acham a
disposicSo dos respeitaveis freguezes para
seren trocados por moeda papel ou mesmo
melalical
Vende-so urna negra denacSo.cnm Ida-
de pouco maisou menos de 40*annos, lava
bem de barrella, e propria para Hrvlco de
campo, o quitandeira : na ra da Praia; ser-
rana n. 15 de Antonio Das da Silva Car-
deal.
-- Vende-se a melhor farinha da S. Ma-
theos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Araraty, e em pur.io ; a t atai com
Manoel Dias na ra do Vigario n. 14, tercei-
ro andar.
MWTA ATTKNCAO'.
No aterro da Boa-Vista, loja ama-
rella de 4 portas n Go-
Vende-se madapoln muito lino a 3,600 e
4,000 rs. a peca ; dito de forro com avaria a
2,110 1 rs.; riscadinhos de chita a 140 e a pe-
ca 5,000 rs.; ditos escocezas padrOes escu-
ras proprios para todo servii;o a 140 rs. O Cu-
vado; ditos de algodSo azul a 100 rs. ^cas-
sas para vestidos o corla 2,000 e 2,500 ; I li-
eos de seda a 1,280; chapeos de sol a 1,000 e
1,280; riscadinhos franceses muito finos, e
lindos pailnVsa 280 rs. 11 covado ; pecas de
algodflosiolio de 16 jardas a 2,240 ; dito
americano muilo encoipado, proprio para
escravos a 2,880 ; chales de ISa a 1,440 : len-
cos de chita a 140; riscadinhos de linho, pa-
drOes novos a 300 ra, o cuvado ; fil de li-
nho a 610 rs. a vara ; e outras muitas fazen-
das o mais barato possircl.
Casa de molas francezas de Bues-
sard Millocheau no aterro da
Boa-Vista n. 1.
Polo nuvio francez Cont Rogar, recen-
temente chegado do lia vi e, recebeu um va-
riado sortimento das ultimas modas escolhi-
das por pessoa do gosto apuiado e vin Jo di-
rectamente, o que prometi vender mais
em conta. Este sortimento compOe-se dos
ohjeclos seguinles que sa farSo patente aos
comoradores : cnapeos de pali>a enfeitados e
ile seda para senhoras os mais lindos e ricos
pugsivel, cnapeos.de meninos e meninas ri-
cos enfeitos para cabeca, turbantes e capel-
las, romeiras de bico, cabecOi's de bico e de
blondes verdadeiros, mangas da ultima mo-
da, capolinhoa de rede de retro?, de seda de
cores os nicos no Recita, luvas de pelica
moda nova, capailas e flores de laranjeira
para noivas, corpinhos e visitas de bico
branco e preto, ricas capailas e dures rmSes
das ditas para enfeitar vestidos, ricos corles
de veslidus de baile e de casamento, chales
de rede.de retroz de cores, trancas a franjas
de Indas as cor es-, plumas, um grande sorti-
mento de bicos de linho, rendas e bicos de
Llonde, mantas de cabeca para missa, pul-
cairas de tila de 1 erlas a e lita de veludo,
gravataa de veludo, cambraia de linho trans-
parente, lencos de dito bordados, camisas e
colarinhos para homem, grvalas de' mola
para os mesmos, espartilhos, Atas, Mantele-
tes ecapotinhos, toucados de ISa para se-
nhoras e meninos, baleias etc. etc. Recebe-
sa.regularn.enlo todos os figurinos de lodos
os diarios de modas de Paris, e faz-se con-
forme as modas chapeos, vestidos.toucados,
a em geral o qne necessiti o gosto da mo-
dista.
Arados da fabrica dos Srs. Banso-
mee Mar
Proprios para plantar e alimpar canna de
lilferenteamodellose feitos na mais acredi-
tada fabrica na Inglaterra sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado,o proprio para plantarem qualquer
terreno a de qualquer largura, por tar um
arranjo proprio para abrir o fechar a aiveca.
O bico, aivfcae sola dosies arados passam
por um procasso que da-lhea eAnsistencis
de ac temperado da maneira <"oe aSo de
omita duracSo, alm de que lem bicos de
sobre-excellente : na ra do Trapiche n. 14.
Sementes de ortalice.
Vendem-se sementes de ortalice, muito
Grande abricj de chapeos de s0l
de J. Falque iua do Col| n. 4*
Neste novo estabeleeimento receh.i,
um novo a lindo aortim/niode chap,,']!
Sol dos ultimoagoslos, lano de aadae
de paoinho para hpmens e senhora, d
mecSo de baleia e de asso que se venaaT
por menos preco que em outra qualnWn
te; grande sortimento de chanialoie ,,7"
e paninhosem peca de todas as cores'.
lidades para aa pessoaa que quizerem n ~
darcobrirarmacOes aervidas. Cumnletn.
tmenlo de baleias para vestidos esDartuT"
para aenhoraa, fazem-aeumbellasdeisnli
concerla-seqnalquer qualidade da clu,
de sol: todos os objectos cima menciona i'
se veodem em porcSo e a retajbo, p0r
quo agradara aos freguezesi,,d,.p"
dade. *"
1 Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a i)2
rs. : na ra da Praia de Santa ll.
ta, venda defronte da ribeira d
peixe, n. 1.
Vendem-se no beceo do Concalves ai
mszem de ueane Youle & Comp.nnia, mal
barricas com superior farinha de trigo.
Escravos fgidos.
Ocio hesarcalrae.ro na Lingoeia ; vende-se I novas, de todas aa qualidades, virolas de
porprecisSo epor preco barato : para se ver Lisboa"na galera Margarida: na ra da Cruz
a tratar na ra da Cruz do Recife n. 24. o Recife, airas do Corpo Sa. to n? 62
Domingo, 18 do correnta, pelas 10 hn
ras da manha, desaopareceu um netr0
creoulo, de nome JoSo, com osaignaesV
guintes: altura extraordinaria, coraoreau"
lar, picado de bexigas pela cara, tem alai
cic.tnzes bastante grossaa abaixo do. M
los, procurando as cusalas, proveniente,
de cousticos que levuu por molestia : os se-
nhores espitaos de campo ou outras quaes-
quer pessoas, o poderSo pegar e leva-ln >
seu senhor na ra da Concordia, refinado
0.4, que serSo gratificados generosamente
Do engenho Santos Mendes, proprj9'.
dade doLaurentinoComesda Cunha no da
l7defevereirodeste anno, desapparecega
escravo Flix, creoulo, cor fula, da80aM
annos de idade, suppOe-ae ter em um Jo
pea a marca de macbo de crrante, o qml
esclavo foi comprado ao Sr. Luiz Jos da Sil-
va no ChSodeOnca. Ha evidentes suspeilas
quetlguemo tem acoitado, o que se viera
realisar-se protesta o seu senhor exigir da
pessoa que o llver acoitado, todos os das
de servico a 640 rs. diarios: roga-so as au-
toridades policiaos e capitaes de campo o
facam apprehender, se fOr encontrado, a re-
metter aoSr. Laurentino no dito ongeDho,
ou 110 Recife ao Sr Manoel Ignacio da Oli-
veira, que recompensara com 50,000 rs. de
gratiOoaclo.
100,000 rs. de gratiflcacSo.
Drsappareceu ou foi seduzida no dia 19
de fevereiro p. p. urna pardinba de nome
Archanja, de idade 12 annos, com os sie-
naes seguinles: cabello coi lado reote.olhos
meius vesgos e pequeos, levou vestido de
chita com lislras brancas o cor de caf e
ramage encarnada, as orelhas grandes mei|
inclinadas para fra; es Limoeiro para Santo AnlSo, e de la veio para
o Recite ao Sr. Luiz Gomes Silvarln: roga-
se as autoridades poiiciaes, CapitSes d
campo, e pessoas particulares a Captura del-
la ; julga-se que estar acuitada, dizendo
que he forra, em casa de alguma senhora
quenSoleia Diario: quem a pegar ou dar
noticia certa della na ra da Cadeia do Ra-
cie n. 17, segundo andar, recabara 100,000
rs. ; e protesin-se contra quem Ihe der coti-
lo, eos prejuizos causados,
Em 4 da marco do coi-rente anno, de-
sappareceu do engenho Primavera da co-
marca de Nazarelh, cv escravo, prelo, creou-
lo, de nome Severino, de idade pouco mais
ou menos 22 annos, bastante fulo, e quando
anda arqueia as pernas pera fra, estatura
regular, e reforcdo do corpo: roga-se as
autoridades poiiciaes ecapilSes de campo
de o aprohender e levar no mesmo engenho
ou nesta praca a Manoel Ig.iacio de Oliveira.
-- Desapparcceu na noite de 13 nara 14 do
corrento um escravo por nome JoSo (criou-
lo) levando urna cica de brim branco cora
listra ao lado, 2 calcas de casemira de cor, 2
rlleles da sei i m preto, 2 ditos de fustSo da
cor.chapeo preto de massa o camisa de ma-
dapoln; o escravo tem os sighaes seguinles:
cor fulla,altura regular, reforc urna ferida na perna direita du lado de fora,
um pouco cima do lornozollo, representa
ler de idade 30 annos pouco maisou menos:
roga-se as autoridades poiiciaes e maisca-
pilSes de campo a captura da ditoesciavo,
e de o levar ao engenho das Maltas aseuSr.
Antonio de Paula Souza LeSo, ou a ra do
Vigario n. 9,armasem de Carneiro 6t R:mos,
que se gratificar generosa mente.
No dia 10 do curente desapparcceu o
escravo, pardo, de nome Jos, oIIcbI de sa-
paleiro, de idade 25 annos, pouco maisou
menos, perlemente ao bacharel Affunso
Jos de Mendonca ; estatura regular, secco
do corpo, e bstanle barbado; lenvanio
alm de alguma roupa do uso urna jaqueta
de riscado azul j desbotado, outra do alpa-
ca preta, um par de espaldea de couro de
lustro a dous chapaos, um preto da maca a
outro branco sem pelo : roga-se portento s
autoridades polipisea ecapilSes de campo
que oapprehanderem.queoconduzam a ra
da Palma, sobrado da quina, ou a ra do.
yueimado n. 32, que serSo recompensadas.
~ No dia 16 do correte pelaa 7 horas da
noite, desappareceu da ra estrella do Ro-
zario n. 36 a mulata de nome Luiza, idade
30 annos pouco mais ou menos, alia, cabel-
los curtos, muito prosista, cosluma trajards
sa ia e chales de chita, foi desecaminbada por
Manoel Joaquim do Nascimeoto, aahido ha
poucos dias da cadeia deata cidade, por al-
cunho 'Manoel Dez-ria puxa pala per-
na esquerda e que na mesma occasiJo
assentou seduzir nutros escravos a di-
la escrava foi comprada a Claudino Jos de
Aimeida Lisboa, morador no engenho Ta-
quari,suburbio deSanto-AntSo : roga-se por
lano as autoridades poiiciaes eCapilSes da
camuo a captura da mesma, e a entregar na
dita casa ou na ra do Crespo n. 7, que ser
generosamente recompensado.
Desappareceu no dia 13 do crrante
mez urna preta de nome Reattiz, idade 30
annos pouco mais ou manos, levando vcsli-
do de cassa azul e panno da Costa, estatura
regular, cor fulla, o est grvida com a bar-
riga bastante grande, levou comsigo urna
bandeja grande, com flores arliliciaes de es-
camas, e duas cestinhas de ditas, tudo no
valor de 60 a 70,000 rs. : quem a pegar po-
der dirigir-se a sua senhora, que he .
Francisca Joaquina do Nascimento no sitio
do Remedio, pasaaodo a pantesinna que vai
da estrada de Bem Fica.no aegundo sitio, on
no Recife travessada Madre-de-Daos venda
o. I, quesera gratificado.
-- Desappareceu na madrugada do dia 18
do crrante, indo para a missa o preto An-
tonio, de nacSo Cacange ; levou calca bran-
ca, jaqueta de I10I10 azul, colete de veludo
com liatraa encarnadas, chapeo de seda pre-
ta, e levando mais roupa; estatura regular,
chaio do corpo, nariz afilado, etem um pe-
queo calombo no poscoco a maneira de um
lob.nho; foi comprado ha pouco lempo a
vi uva de SebastiSu Antonio de Mello Reg &
Filnos : roga-se pqrtanlo as sutmidadrs pu-
liclaes, capules de campo, e mais pe.-soas,
qua o peguem e levem a ra Nova n. 43,que
ser recompensado.


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