Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03624


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Full Text
N. 88.
fbeijo sraoairplo.
PlSlMH ABllKTIDO.
fofUlUeitr..............
for leiucjlre ......
Poi ano. o*
PiOOBINTaO (UltlMIl!.
Mina.... de
S.Paulo. 4 de
R.deJ.. 25 de
Babia... 30 de
ft,.....7de Marco
Maraohao de Abril
teara... 7de dito.
Pirihiba. de Abril
4/000
8/000
1S/U00
4/500
Marco
dito
Jilo
dito.
. DI-DA IIK1M, AVPIUfOlAl.
ID Seg. Oa Pratere da
SS. Vlrgem.
20 Tere. S. Ignei do
Monte Policiano.
SI Quart. S. Ancelino.
22 Qulut S. Soler.
23 Srxt. S. A' beiio.
24 Sab. S. Fiel.
Xl Dom. do l'nin l'.is-
lor e 2. depoli da P
Juiaoaa OraMe
2. e.s 10 borai.
I. varado civtl-
3. e6. ao meio-dla.
fairnda.
3. e 5. i 10 boraa.
2 rara doee..
4. e aabadoa ao melo-d.
illai-ao.
Te rease sibado..
imialsn.
Crcente 27, a. 5 borla e 4 minuto da t
Chela a 4 aoa 6 minutoa da m.
Mingoante 11, aa hora e 41 minutos da, t.
Nova i i, aa gboraa e 26 minutos da ui.
>iaiiHBiBon
Prlmelra i o borai e 1' minutoa da manhaa.
Segunda > 5 horai e 42 minutoa da Urde.
rasTisai (M ooatKBioa.
Oolanna e Farabiba, a legund leilaa-
leiraa.
Rlo-Crande-do-Horte,toda. aa qulsta.-feira.
ao meio da.
Oaranbume Bonito, i 8 e 23,
Boa-Viata, e Florea, 13 e 28.
Victoria, ia qulntaa-feiraa.
Olinda, odoso dlai.
arOTiclaa iituahocib!.
Portugal II de Maro
Heapanha. 8 de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3de dito
Italia.... 4 dedllo
Aiernanha. 3de dito
Praaaia ...3 de dito
Dinamarca 28 de Fevr
Ruasia... 30 de dilo
Turqua. i4 de dilo
Auatrla.. I de Marco
S.iiiii----- Sdedilo.
Suaeta... afldeFevr
Inglaterra 8 de Mareo
R.-Unidoi 2f.de Fevr
Mxico... 31 de Jetar
California 21 de dita
Cblli. 2* de dito
Huenoa-A. 6 de Maico
Montevideo 10 de dito
can moa di ubi-
Sobre Londre. a 27 a21 '/, d.
i Parla, SU
> Lisboa, VI por canto.
urraca.
lOaro.Oneaa beapanholaa....
Hoedaa de 6/400 Telhaa.
a de 61400 noTaa.
. de4/0OO........
rata. PaUcoeabraallelroa...
Peaoa columnarloa.
,*^ Ditos taeiicanoe.....V
16.
16/000
Wooo
'
1/M0
1/800

INTEBIOR.
CimESPNENCIA nODIARWDE PE1-
HAMBUCO.
Purayiii, 16 de abril de (852.
Anda na la Ihe iiosso dizer a fierca do
mandante, ou execu'or da cunosidade pru-
prii, ouencomnioiidad,do|barbaro MHW'
bato do infeliz gario da Taquara ; e cr.io
quelSoadiaotada, quao en, anda a polica
de minba trra a tal respeilo no que Me
ao deacubro razSo, pois ella tem ou deve
ler.a aua disposicso meios indagatorios,
une me lalecem Dou-lne palavra do veto-
rano, laiae n'iaao hala preauropeno. de que
se eu lera malsn policial, jtiRti. relio mul-
to mais do que lodoitem feito oa materia,
r do que coatumam Bir.
0 urosidenteempenhalo comodizem es-
tar ni dejcpberta' d'esse novo crime taqua-
nu, reatabeleceu a subdelegada d'aquelle
pessuno torrSo, que por mau a bavia perd-
jo, e nomeou soh proposla do chele, ja sa-
be' ao cipitSo Severiano que j foi subdele-
gado de Natuoa, subdelegado d'aqui'lleluga-
reio. Nao sai que mi estrella, persegue a
quele capilio poia eempre encontr um
MS-i no lugar para seu descanco. Escapa
dosconslilulntes de Coim, cahe em Naiu-
ba; e.-caua de Naluba volta para ella ; tor-
na a escapar vai para taquara, e nao sei pa-
rime mais ira, se o incendio durar. Vis-
to inda elle apostado como maje* Antonio
dl)eos e Costa que ser/aprese ch em boas
nutadai.
Dous queira que o opilad desenc.ve os
usassious laquarenses, que vao-se tornan-
do Dutabillissiflio* e timiveie para quem
lem amor a esie vale de ligrimas.
Onajor Dos que fglav'a como Ihe tenho
dito, de delegado no logt, marchou para o
rianca por termo as salurnaes; mas antes
nrejou a impenetravel sorra das travs-
turas, onde nada encontrou, gratis a pune,
lul.ee dos que la se chavam com lieenija
da polica, que Daos guardo para meu e
alheio discanto.
Noaloyeiro, Termo do Inga, oito thuggs Xo-
ram soltar no dia ti do andante a dous cor-
rectores, o3o previsionados, de cavallos qoe
porgrac,a nSose do quem so achavam pre-
aus, o sob a guarda de urna pequea escolta
de individuos ; e da feito depois de rendida
lucia conS'guiram soltar um donando mor-
to um dos couipanheiros, e feri lo grave-
oonie oalro da escolla.
O delegado Djos, tenlo conhecimento
d'ossa brnicadeira Ihuggi fez marchar di-
vorss partidas de Iropa para capturar os
folgas" s, mas nada enconlraram, eucc 'd*o-
dojnfelizmentedisparar-sea arma de um dos
soldadas, e laxear a canella de um compa-
oheiro. e loriiuielo ileoulro.
No mcaiiio lugar dou oldados de polica,
4a Torca do uieamo inajoV delegado, bngaram,
i um dellea por desencargo de coaaolencla deu
urna flecada no coinpauheiro, que Ihe retrlDulo
com una boionetada. Ambo o ftriiiienloa
forain leve, o que berrj prora que (ao llea prln-
clniaoies no oincio. O aoldadoa dliein-nie e-
taccra em aeguranca para receberem a devida
nuuico.
Uo primeiro facto vora al que ponto lem
coegadoa au lacia thuggal no Inga, que.co-
ni i ,c.mi mu la graga diz um eolendido, foi
puvoacao f^ila pelo dibo m pessoa.
Uuito espero da actual administrarlo,m-
ximo tondo o presidenta visitado aquello
log.r, e por isso nao desanimo de ve-lo,
lomado aoduminio de Dos ; do contrario
IIh desrjana a sorte da Pompeia para des-
canso dos bous, e inartyno dos maos ; no
que, em cullo verdece,pouco mais de a-
ua se perdera, como podar verificar quem
quizerdar-seaotrabalho da visitar quella
syhiTia parahybana
Estamos a espera de noticias dos mais
pontos da provincia, e eo. pelas que icam
relea las, auguro mal dolas, pois teos
quanlo basta a convencer-nos de que os
iaj/5 esiao em aclividade,
Uiuverno tem estado forte para o sertSo,
mas por aqui escsssiou, i talvi'z ji va fazen-
doalguma falla.
Tem suUVido a popula^S', desta capit!
npeli^o, senSo posso dizercontinuar;ao,
do certus incommodos febril, que juigo
Diotivadus pelo eslranho calor que nos esta
abrazando. Nlo queira dsqui concluir al-
gum gracioso alfaiaio, que estamos cheios
uo seo predilecto ukohol. signilicado pelo
tslranho calor. N3j euhor, di^o tstranho,
po qua n3o no usual ueste lempo, ou esla-
;.'io. ll-s bom prevenir as duvi las.
Praparo-1-..e para a instala(3o da assem-
blca, qua deve ter lugar no primeiro do vin-
duuro, a ja rscovei iD'U faci para assislir
s sessOes, inixlrioar-lhe he o qua ouvir.
Tambera p eparo-me para assislir ao baile,
queS Ec. pretendeoff^recir aos Illms.'de-
putados, se for convidado, do contrario ve-
rei de lora para o que tenho bons comino-
dos.
Uizem-me que deve ser um baile sober-
' i, -ni H- si i bi-r bu, a a pr. ciavel ser a por
Uo longo ptristicio como o porque temos
pausado,
Aa bellas preparam-e cora furor, e eu, pu-
tar de quauto cclilialario ba oete. e no outro
mundo, jai inandei lliupar o vidru de meu
oceulo, para bein apreciar o an.elicoa rollo
do bnlhante ornamento Parahlbano. Agora di-
ga o hoiiioin que tem um olho cun villa e ou-
Iro na coocluaao, que ealou hiendo um grande
mal ao mau pal, pala aou caula de oau quere-
riuia bella ir ao baile lemeudoqueeu diga,
eomo aaaevcra que coatuino, Fulana aoffreu
uina piadellade pe, Siciana tem a peroa tor-
ta, Mellrana os olbo vrigo, Fulo o cabello de
corabujcnto.Ueltrao cara de idiota ;quc cu llir
icuponderei, de.afiando-u a que me moilre em
orna a de minliaa pialla emelhaue cou-
>s, oa oulras qurjaoda, e diiendo que ae al
giini esfrlawento appareceu para o baile em
certo lempo, foi pelo demaaiadoorqulbo de ccr
la pmua.que queria com puuco legaei diinlo-
ila primar nelle, e tomar ar de proteceno
que mal Ibe cabe; no que eaperamos todo
quanlo ainam ao bello aoire, que no re-
caii. .
Dei.idra que me repoodeeVmc. que ludo
labe, jeiera cuual, que um guarda mor da al-
r-ndfgaoccupe guarda em condunr olucio
Pira dfie mal legua de distaocla, alin co-
mo te pode corrrpuiider-e onclalinenle com
inirnciore de quarieiro ,e no cao afflrinali-
'oqu>ldesadua aulorldade lie uperlor
Pirque tenlio minba cocega de queaquelle
queauim ub ar nao eui multo na rbita de
iua> atiiibuice, entretanto que uiu "'80
rjura que nio o cala, como que aluda o
Uia ipiand,,/) inlcr e soltar, e inenno quan-
do mandar ao coininanda nietdos detacamep-
loiqaeconiervem lar e lae loldados preo
lie la tegunda ordem. No meu lempo o que
lu Uichc pauaria, alui do mai, por um
grandlliimo pedante ; roa hoje, pelo novo
cdigo da polica, talvet que ludo e mal algu-
ina couia Ihe aeja perinillido, e que at e|a
igual em catliegorla aolnpeclore do quar-
leirdea.
Contina a aclividade alfandegal, ma anda
nao foi poilivel pilhar o palo de que Ihe del
noticia por contrabando, Agora desalo a
quanlo Edmond qiiiier dar a cotia no Cabe-
dello para que fique, e he capa em o menor
firdo. O metino occeano nao ouaar tirar a
menor cousa em o compleme deipacho,
alias... O hoinein nao he para graca e a caaa
cbHra a elle.
Balapor hoje. Sandea pataco.
PEBMAMBUCQ
ASSKMBLErV PROVINCIAL.
SESSA.ii EM 15 DE ABRIL DE 1852.
Pieiidtncla do Sr. Dr. Pedro Cavaleanti.
Aa onie < meia horas da inanhia, feita a
chamada, verifica-ae eilarem prsenle 30 e-
nhore deputados.
O Sr. Preiidtnti abre a aesaao,
OSr ?.Secrlaro l a acta da eo anterior
que he apnrovada.
O Sr. i." Srcrrlurio menciona o leguinte
EXPEDIENTE.
Um offlcio do sonrelario da provincia, re-
mellen lo o primeiro adlilamenlo relaco
da divida passiva d provincia.A' commis-
aflo de fazenda e orcamento. ^ _
Um requerimenlo de Jos Pacheco de Coi-
to e outros membroa da mesa regedora da
irmandide do S S Sacramento da fregu-
zia do Altiuho, pedindo que a assembla
marque, quuta uara conclusSo da obra da
respectiva matriz.--A" commisso de fazen Ja
e orcamento.
Ouiro da Jos Pereira Borges, professor de
latim da ci lade da Victoria pedindo qoe se-
ja igualado o sau ordenado a o do professor
da cidade de Coiaona.A' commisso de or-
denados.
Outro de alaria Coelho da Silva, professo-
ra publica de primeiras lottras da freguezia
dos ACogados, pedindo o augmento de ris
100,000 no scu ordenado, para que fique
igualado os dis outras professoras. v
commiss3o de ordenados.
Outro de Gujlhermina Umbelina Boa-llora
Amorimosuas irmSes, poJiodo a nmisslo
da divida proveniente de dcimas atrasa-
das, que a fallerida Anna Joaquina, de quem
s3o herdoiras as peticionarias deixou do pa-
gar da aua propnedade da casi, siti na ra
das Cinco-I'ontas n. 26, e pira cujn paga-
mento so acham penhorados os aluguois por
cxecac3o da fazenda.-A' commisso de fa-
zenda e orcamento.
Oilro de Severino Alexandre Villanm,
professor publico da primeiras letras da vil-
la do I.imoeiro, pedindo ser jubilado com o
ordenado proporcional aos 19 annos da sr-
vico qneiem.A' commissSo deinstrucgSo
publica.
He lido e approvado o soguinte parecer.
A commiss3ode constitu'n5o e podares
lendo examinado o diploma do Sr. de>ulado
Francisco Jo3oCarneiroda Cunhae adian-
do conforme com a apuraco geni, he de
parecer que o mosmo Sr. doputado tome as-
ento. ,
< Sala das commiss6!S, 15 do abril de
185S --?. A. de oliveira Maciel.l. J. Fer-
reira de Aguiar.A. P. Maciel Monlairo.
O Sr. deputa lo a que se refera este pare-
cer he introduzido com as formalidades do
regiment, presta juramento e toma as-
iento. .
Ful renetlida commisso do constitui-
dlo e poderes a seguinte indicacSo :
Itequeiro quese nomeieuma commissSo,
a qual saja encarregada de redigir urna re-
praseiilagao quedeverser end-ressada a
assembla geral, afim de qua esta vote os
necessarios fuios para a enflcicSo da ca-
sa de delencSo que nesta cidade se P'inci-
piou a construir, expoodo nao s s rasOes
que melitam para que til obra seja conside-
ra la na classe das geraes, como tambera
mostrando a deficiencia dos recursos pro-
vinciaes para se i-mprehendef" e concluir
obra de tamanha importancia. Florencio
Monleiro.-J. P. Vellozo da Silveir.A. P.
.Maciel Monteiro.-Jos Qoinlino de C. Leflo.
J. d'Aquino Fonseca I. P. Machado l'or-
talla.-J. F. da Costa Gomes --J. Valentim
Villela.-Padre Vicente F. da S. Varegao.
F. C. de Brillo.- M. A. Martins Pereira.F.
A Oliveira Maciel. -- Antonio Jos de Oli-
voira.
lie lido e approvado o srgomle parecer:
A commisso da hienda orcamento,
precisando de exacias informarjfles a respei-
lo dos motivos porque deixuu o administra-
dor do theatro Germano Francisco do Oli-
veira de perceber regularmente o seii orde-
nado, e do subsidio vota lo para o raesmo
theatro Ihe n3o pagaram o correspondente a
* meios, ha de parecer que pelos canees
competentes sepecam ditas informicOos da
thesouraria provincial, e a commisso ad-
miu stradora do mesmo ihealro. /
a Sala das commisses da assernbiei pro-
vincial, 15 de b ilde 185i.--Jose Pedro da
Silva -Manuel Joaquim Carneiro da Cunna..
He lido julgado objeclo de dellberacJo e
mandado imprimir o seguinte projecto:
A assembla provincial de Pernamouco
resolve o se/uinle:
Art. I. Aquantiade3*OO,000 rs. qoe
Francisco Pi da Silva Valenja deve a the-
souraria provincial ser dividid em oilo
prestarles iguaes pagaveis em 8arfnos suc-
cessivos:a primeirasara pagaemjuoho do
crrante; e assim as mais ira sendo pagss
m ci,i.i um dos annos segu otes al com-
pleto pagamento da tolo o debito.
Art. 2 O devador aceitara letras des
sas quanlias com os juros de 6 por cento.
a Art. 3. Ficam rovogadaj as disposices
em conlrario.-B.ptista.-Pinto de Campos..
O Sr. Haciel Uontro: (Daremosem ou-
tro no neio )
Vai mesa, e he approvado semdiscussflo
o seguinte requerimenlo :
Requeiro se peca ao governo pelos
meios usados o r. lalorio do director da lus-
iruccao publica, apresentado presiden-
cia, segundo, o dispoalo noregulamento de
12 do niaio de I85l.--Macial Mooleiro.
i.oniuiua a discussao do parecer da com-
misso da ortameulo municipal adiado de
usadas sossesanteriores, sobra o regula-
meato dado pela cmara municipal do Re-
cito acercada arrecadaeo do Imposto as
loias. ,
Depois de breves reflexOes, he approvado
o seguinte requerimenlo
Requeiro o addiamaato desla materia
al a terceira discusnSo do oriniento mu- diste por mais .de urna ve que as eal t-
ieip.1 --Maciel M-nt-iro.. d er.m pnmei.a ces.J.de da provm-
Continuacao0d.D8eluDndat,ldi'scussaodo or- 'OSr. Va Barrito :- Pois esta ser a se-
*.t!\l.nrnvineial gunda, terceira, ou qu.rta. como aprouver
57ntr. em disc sao o > '">n" "bro: Pra a primeir. d-se
'. Co7 'administrador do ll...- om. somm. gr.nde. .vull.d. m.smo rn.s
t-kon noo de rs reparta-ae alguma coo.a com as oulras por
tro 1.800,000 aers ,eguint. queemflm 8o tambera necessid.de. etn-
V.i mes., e ne apoieua B bori nJoto ot eaemie primeir.
emenda: ..... ..i.
Tcom o subsidio do.Ihe.tro incU.Wo-J ordjm
o orden.dodo dm)iml;!l'orJ ,K X. mrnto do nob.e deputado ( o Sr. ilauoel ca-
dera ser o emprezano-9.800,000 rs. -r. Ti|clB,| ) de qBe ,6uienle aquelle que vio ao
Paes Brrelo.a theatro be que devem concoraer para elle,
O Sr. ttanoel Cavalcanll oppoe-se a e- ier .dmluido trarl'a como conaequencla, que
monda. devlamo acabar com multaa ouraa depeia
0 Sr cPae Barrito:Sr. presidente.qu.n- 0 que all o honrado membro nada diaae ; por
do eu ipreientei esta emend., espere sem- emplo deviamo. acabar com ''1"""""i'1"
pre ,U60 nobre deput.doque acaba de f.l- -'^-XW^^^
lar a impiignasse.... ,eicae,,que .fforinoieam a cidade eer-
I O Sr. Monoei Cneofcanll : Honra me so Mm dg r.|n pub|lc0i porque oa habitante
ja feita.... do ertouaooa frequentain...-
OSr. Carneiro da Cunha : Anda tem ti Sr Joje Pero: Quem vera a cidade goa
mais alguem, que a impugne, nSo he.O de tudo l.o.
'elle.... l/ai Sr. fiepularfo :Tambera goa do thea-
OSr- Paes Brrelo : Porque V. Ele. tem tro ____
vistoe.c.s.hetastemuohadequ.ono ^^ffg^ffffSm^iW-
ta, ou esse augmento seja de vanWgara.para ^ a gurgj afarla
a provincia ou riSo ; creio que inda nao se 0 Sr Pm trrelo : Sr. preaidente, asiegu-
apresanlou aqui um augmento do qualquer ro y. Eac. que e euioubetseque eta emen-
quintil no orcamento que o honrado mem- dadevia produal lio grande celeuma, de certo
bro n3o sMar.nt.sse para impugna-lo. O a nao ten. preMDtM. '"""'"", ta'd^valor
vull.i-
o ao
respeilo da quai lia consignada em urna o- C0I1, oqull pro?icia depmdeu tao avi
manda que deslina 8 conloa de res p.ra a- da omina, e que de certo licar redutid
cuden, mas nem por isso deixa da si oppor amigo theatro de S. Francisco ae nao Ihe der-
e de volar contra; nSo me surprehen leu moa algum auxilio.
E "^do 8,^ presidenta que ZSSSS^SS^SX^
emriKor. segunda pare da mioh emenda pe-olaeod. um gr.nde cidade, tenha
nao deve ser admeltida ; mas quandoem um|Ugaraoode enonira ditrc6e licita, e
urna das sossoes passalis sa apresintou ,ooue v aprender. Edigamo quequlieremo
nesta casa urna emenda olevando a quola inimigo do theatroa, elle serao taropra urna
destinad, para a ssociacSo, dos artistas, escola de moralidade e de born goalo, urna vea
lendo-meenoppostoaesso augmento pela qoe o g overoo nao tolere, comoiM *IJJHI .
r.s3o de que o mu fim era a cr.ac.ao de um. ver, que nell. e repre.ente pe.. ...u.rac.
cadeiradoorimeiraslcuas o que envolv e conu.rU.^bou, co.turae. P-r.
umadespostc3odenaturez pe'manoiiie.ai c.orl(.,uo aqui ob,e,vando que lera urna
guns honrados membros, e V. Exc. lamoom vergonha ara |>ernambuco nao ter na aua ca-
entenderam, que n3o bastava que a dispo- plU| U1I) ,healro ao mc0, soffrivel, o que de
sic3o fossi de nauraao permanente, para ^,rlo acomcccrir nrribuin auiilio e quier
quinao seadmiltisse no ornamento ... lar ao theatro de S. Isabel. Quarerao o nobrer
,.,-,.,.,.., ^ ...........-----";-"-- ". contiai dispoaicio permaiienie, nai ,,....-
umacadeirade primeiras letras, a qual de |he e|U fj derrogaru,n regulamento eii-
certo n3o durara s um anno, parecia-ma ltaUi a|ir,rovado por elaembla ; por con-
que a sua disposic.30 era da naturez per- aagulote elaaegunda parle da emenda naopo-
manent', e por conseguinte n3o se podia de.aer admlttidadlc>iao.
sem violar o requerimenlo admoUi-la no OSr.Car/ae/rorfaCuaAaf.i algumas rellcioe,
orc.manio, o queme respondeu V. Exc. ? emaita .tari.i|mnimJ>w
, que o, a.tigos Z MU,J em disPosic6e. %Z*^ TSStmS^
e naturaa permanente ... Jer C0111 rele,cao da eatrada ; neceaildade
O Sr Preiidtnte : -Eu disse que a emenda que recon'hece icr a que lliai, provincia care-
n io er'.iva urna Cidelra... ce que seja atlendida.
O Sr. Poj harreto -E que por conseginte u$r. Aguiar iusienta a emenda.
era urna disposi(3o annua rgumentando OSr. Jos Pedro faz muilas comlderacOea ge-
com os mrsmos principios, digo tsmbem iae. e combate a emenda,
que esU disposiSo para que o administra- O.ir. Florenco ^fj^ffAM^
oordolheat,-onaosejao.emprezrio. sera eijwao 1'.' q? el"> '"" mu.
da naturez. perm.neniecomo aqoell ou- "tl^Z^i. r..6e. ^ar. e..n:
Ira, masem verdalehoum disposicao.n- ,conlra> que lneamo e.tou perpleao j naosc
nu, que pode acabar quando a le deixar qe cauloho deva tomar ulve folie raelbor
de vigorar... ceder da palavra, ouvir o illuilre oradorej,
O Sr. Manoel Cavaleanti :NSo ha lei ne- formar o meu Juizo depoii votar como rae pa-
nliuuia oermanente.... recie ma entretanto sempre farei aiguinaa
olr.'pZ BrraVo: Eu poi. offerecl ob.erv.cde.. Tambe... teubo algum,. d
a emenda fundado no precedente eslabele- "'["f'^'-'ZL'Zn li
Cldopel. casa.quando'.cciloua emend. ^^^X^!^'^ <*4
que elevara a 1:000.000 rs. a quola consig- ,; e|eineill0, de ordem mullo poderosos, de
nada para a associacao dos rustas, aplican- |n,irucCao, eineimo eicola multo boa, (lai-
do esse excesso para a creacSo de urna ca- VCI meibore deque o lyceu )
deira de primeiras leltras.... I O Sr. finio de t ampos : A Uo la.
O Sr Quedes de Mello I Era para o pa- O Sr. rlorencio Digo, uielhore^do que,
gamento prov.sono de um mestre de pri- por etemplo, uu.a aula do ly*"n>
gmeir. letlr.s ; nao er. crea5ao de cade,- ^^S^V^ffT S K.
"- .... um lilho que eatudou um auno Inleiro geomc-
O Sr. Paes Barrito : Eu tambora spu da |flj c de9 |iaej ,
opinido, de qu em rigor a segn la prte ( 0 Sr-pml0 dt camp0, .. Geometra nao.
da emenda n3o deve ser admilllda ; mas o Sr /orenc o:-O Ivceu lem lente quem
lendo-se admiltldo a discussJo e vot.cSo a tC(|,|.j| mullo; o Sr. lente de geometra he
outra : deve esta se-lo tambara; mas era um cidadao excedente, um do melhore lente
,, ---------._* .--.-_ ^niHuatiHanin alna
da
tem
man.....
do ii ie nao podem mais ter entrada na le,d~ _ma| YaoV ao cao: eu emendo que o
do orcamento disposi;0es de n.lures. per- lne'alro he ,ein jUVida urna ecola, ma o il.ea-
manent".
Agir vamos questSo do subsidio que
eu uesejose d ao ireatro. O nobro depu-
tado dissa apenas contra a emenda era dis-
cuss3o qoe o thealro devia ser subsidiado
por aqueiltjs qua a ello vSo ; que os bomens
do centro mo frequenlaodo o theatro nao
devem contribuir para o mesmo theatro;
mas ae eale argumento procedesse e tivessa
o valor que o nobre depulado parecen dr-
Ine, tamb^m poder-se-hi dizerqueos h.-
bilanles do serlfio n3o devem pagar para
as estradas, por que d'ellas por ora nada a-
proveilam.
Alguns Senhorts : Oh I oh !
Oar. I'aea Brrelo : Da que se admirara
os honrados membros ? pois nSo he jabido
por todos, que os sarlaoejos trasem OS seos
gados at S AntSo, He Iras de Fogo d'onde
voltam,porque acham ne.ses lugares consu-
mo para os seus geiieroasi1 K nao he igualmen-
te sabido que a estrada de S.AnlSo ainda nSo
chega a cidade da Victoria, assim como que
a do norte apenas passa urna lego. d'O-
linda,?
Senhores, as estradas nSo s5o de cario,
nica nacessid.de da provincia.
O Sr. Jcic Pedro : ja !,...
O Sr. Paei Brrelo : O nobre deputa-
tado me ouvio j diser o contrario d'isso ?
O Sr. Jos Pedro : Tenho-o ouvi lo di-
zer que as estradas sSo primeira necessi-
dade....
O Sr. Pan Brrelo : Mas ninguem dir
que isso impon, o mosmo que dizer que
nio haouir.snecessid.des iprlmeira ucees-
sidade nao he o mesmo que nica .ecessi-
dade. Eu desojo ardientemente que se facam
as estradas da provincia; enlenlo que he
essa urna dassuas mais urgentes necessida-
des e por isso apresenlei a dias, de accordo
com algn, dos meus nobres collegas un
projecto, que ja foi approvado em segunda
uiscuesflo, o qual tem por flm promover a
factura das estradas com rapidei; mas nun-
ca disse (e sen* isao um absurdo ) que s
precisamos de estradas.....
0 Sr. Jos Pedro : *- O nobre deputdo
tro est e.n oppoaico com o lyceu, ou o ijccu
' coro o theatro',"porque eu conhe'co menino que
perdern, o anuo do lyceu para ireni ver o en-
aalo do theatro de Santa label, para Irein ad-
mirar os encanto de urna Maouelia; ora, lito
he contrario ao lntree da mocidade. que
cursa a aula, porque a diltrahe da appl.cacao
eria que deve ter, era o que nao Ihe podem
aproveitar a aulla; eu ou pai de fainll, tam-
bera quero o theatro, ma quero-o administra-
do de modo que naooccaaioue ao eitudanlc a
perda duiaeu auno pelo motivo deaiaistirera
aoaenaaiosdo theatro.
Um Sr. Deputdo: Blas eei meninos tam-
bera tem pal,
O Sri Florencio : Qra I ma os pobres pai
ealo no lyceu t
Sr. preaidente, euentendo que o thealro de-
ve eaiitir, aaa o theatro como deve ier, o thea-
tro bein ad.nialairado. Eu emendo que a po-
nulacao da capital lera direito a ter Ibeatro,
lem dir.-.ic a eise di ver lmenlo e eu vou provar
lato por argu.nenlaco nova que ainda nao foi
produnda. Sabem o nonre depulado que o
municipio do Recite be ata. duvlda aquelle que
maior......mi de linpoicde paga ean rcUcau
ao ersto da provincia.
Um Sr. Depulado : NSo.
O Sr. Florencio' -Slm; paga quanto tributo
ba, nao ba nada que nao pague impoiicao, lo-
go deve ter os goio, quem mal paga dte
ni jis gozar, logo deve ae concordar que a popu-
laco da capital tem direito a eedlveriiinento,
al.a inuito honesto quando he bem dirigido,
nao como eat, jos como me persuado que o
governo ha de ter e.n vita, entendo que devo
votar por eaaa quola de oito coolos de ri; he
urna bella eaoola em toda a parte do inundo
ca bona pal mandan o filBo ao boo thea-
lro. Ku coofeMoque cjtaando oSr. Joa Pedro
fallou na materia, vaclllai; o Sr. Jos Pedro lean
hilado inuito bem, us entao propooba um
ucio; eu voto pelo~lto cont dereiipaiao
tbealro, quero a estradas porque alo de utili-
dade; pelo que o Sr. Jo Pedro diaae, creio
que Acara doua cont de ri para cada eatrada,
be muito penco dinhelro, alera dlo di>e-
que o engenheiroBio besta, nio sabem.,... o
que noheeaacto....
O Sr. losi Pedro: Eu nao disie nana diso.
OSr. Florencio: Ji ae dase ialo, diaae se
que nao ha uinoeiro para ciliadas,e lato be ver-
dade, he melhor nao dar nada, confenerno-no
pobrra, be necearlo que o governo geral nio
no tire o dinhelro; a caa de dr inicuo, e o cor-
no de pclicla ao objecto gerae, como poli aa
nobre. deputtdfiKnlo a nnerein con.ld.rar
tac, para ae veren, e&dlfflciil.latlee? Co.no
he que o nobre depuUdo* qoe nao me acora-
i.aiilu i m.e.i. ..iibam hoje que nai haja dinhel-
ro? Poia o .eohorea nio deram para : a.a d
deiencio? Para que deram para a que nio de- rirtiilJeiegauo
vi.nn dar, quando nao tlnbara? Pota hio de fi-, frmi-S*st;yllo.
car pobre toda a ua vida, e ftqueui certo de
que as eatrada nio se bao de faaer.
O Sr. Pa*e Brrelo: Porque nio paaiou o
aeu lalraierio?
O Sr. FlOreiuiio: Pata bem, agorj deem o
remedio! Sr. presidente, u querayhoatro,
quero obr. publica, ma eiuflm vij que he
querer en. poder.... JaUaiW-.-
PmSr. Oepula.h:-' Bao qur cail'Ui Oa-
le lic-.ii i ?
Or, Florencio: Nao Sr., nao quero caaa
de deiencao. Eu nio eilou era contradiccao,
quero thealro e quero Iradas, ma nao quero
que te gatcm o dinhelro da provincia con
de San Jos, Jos Cu.toJIo Altes, lem de-
clnrac.lii do motivo. '.
% O firal do contrato das carnes participen
em onicio deata data que aprehender hon-
tem noacougue da Kiheira da Bia-VIst",
28 libras de carne que o-tava em eatado de
putreracio, e que a remetiera o respectivo
allm de que procedesse na
O delegado- Jejjol'cie do termo de Santo
Hio communico>,<,em ofllcio cora d a
i hontem, que o.loel. d'aquella Cid.de
..:. .;.._';....: ni I.ulz Francisco dos
objecto gerae, por iao voto pela emenda.
O Sr. Uaciel Uonteiw (dareraoi em outro ou
mero.)
O Sr. OueafM de Mello declara votar pela
emenda, e ciplica a raiao por que assim pro-
cede.
'lera dado a hora.
O Sr. Presidenti deiigoa a ordem do dia e le-
vanta a leno.
Luiz Francisco
Ihe fora renv tildo
segundo diatrieto da
ul tinha sido pie-
AnlBo
de ho
hivia sido rcolhi '
Santos e Oli oslo subdelegado
---- freguezia, oN!"" '""" -"ITtZ.
sforter ferldo grave.Vnt umV *'
ca a um morador Soengeri>o Redemu raho
deque herendeiro Fr.ncisV ""' d
llego Barros, a quem procurl" Pra
. nar; sendo que, lendo resis-'do Prirfio.
Umbem soffrr. alguo.as cac.'t'd. ,b
qu.es iheiesullarem dous ferin.eui 'eVfS
na testa.
DEM DO DIA 15. v
Fo'ram presos: ordem do juizv mun'c':
paldaprima.ra v.r. deste termo, P "lu
do JosTheodoro de Azevedo, p.ra c""0'
sententa ; ordem do subdelegado da ir
guoiii de S.n Fre Pedio Foncalves Q
B
ci
furto
iuie de
fe, Luiz Antonio Hamburgo, tTTm
furto, Joo lio ingues, por insulta'
inspector de quarleirio; a ordem c|
dolegado da freguezia de San Jos, I"""?
no Vicente d. Costa, M.V .eSCrV par-
oa-
Repartigfto da Polica.
PAUTE DO DIA II DE ABIUL.
Foram pieans: a ordem dochefode poli-
ra, o preto Francisco, escravo do Malinas
Antonio de Miranda, por seachar ebrio; a
orden, do subdelegado da freguezia oe San-
to Antonio, o preto Leocadio, escravo de
Je.a |'iini llaih ..si CuimarSus, por ortensis
physicas; e a do subdelegado da freguezia
Jt4^S0*J^. lemstratlvodo ii.ne.o de esxravM, *gja"|
rtesiiachiulos eom pussapoite testa iepaiucuo no
Francisco Jos Canpello, por brig, c\ P
dos Manoel e lien-dieta, escravos de
calo Itodrigues M.riuho, por andarem
idos ; e a do subdelegado oa freguezia u
varze, Antonio Cardoso dos Pasaos, por
sor desertor do bataihSo de ariilhana-
auno flnancelro de ISSO u ioii.
Secretaria da polica de PernainBuco, 3i de marco de l85i.
DIARIO DE PEBNAMBUCO.
IIIXIFE 19 DE ABRIL DE 1852.
Hoje leve lugir o asaenumenlo da prlmelra
pedrado novo matadouro publico, por cuja oc-
caslain se fez o seguinie :
Termo de assentamenlo da primara paira do ma-
tadouro publico desla cidade do fcci/e.
No auno do nasciinenlo de NossoSeohor Je-
u Cl.risto de IH62, trigeai.no p.imelro da in-
dependencia e do imperio, aos isdlasdomez
de abril, pela ll horas da manhaa, no lugar
denominado Ateial da Cinco Pont fre-
gueiia de San Jo do ftecife, capital delta pro-
ociadcPeruambuco,preciite o lllui. e Eira.
Sr. marechal de campo e cominandanle da
arma, Antonio Cona Sera, o Ulan, e Bvin.
Sr. padre Ohrlilovao de Hollnela Cavalcanii-
por parte de S. Eic.Itvin. o Sr. hispo dela dio-
cee; o lllin. Sr. capUo de mar fg.iena ,
inapcelor do araenalde u.arinha Itodrigo Tbeo-
doro de Freilaa, o litan, e llvm. Sr. director da
Intlruccao publica, padre Miguel do Sacramen-
to Lopes Gama ; o lllm. Sr. coinmendador Lula
Gome Ferre.ra, o lllm. Sr. depuiados ge-
rae e pruvinclae, Francico.Xavler Pae tr-
relo e Augusto Frederio de Oliveua, o lllm.
Sr. r. iu.z de direltoAleiandre Bernardlno
do Bel e Silva, os lllm. Sr. prndenle e
vereadore da cmara municipal e mais pe-
oas, para o Hm de leslemunharein a bencao
olemne, e collocacao da priineira pedra do no-
vo o. ii idoiii c. publico, mandado construir pela
le provincial n 135 de 2 de malo de Hiljgir-
iigo2l,ustentda pela asiemblea legiie)tlva
pFovinclalnoauoo de l8i, e por portarla do
lllm. e Eim. Sr. Dr, Viclor de Olivera, de 9 de
dciembro deile momo anno, elilao presdeme
desta provincia, aaaudado ezecular de conlor-
midade como plano e plaa, orgaoiado pelo
enaenheiro cordeador da cmara municipal
nesta cidade, Amonio Feliciano Rodrigue Sete
oarchiletn Andr Wilnier; O Illa, e Rviii.
Sr. padre Christovao de Uollanda Cavaleanti,
aulorlaadu por S. Eac, Bv..... beoteo .ole.nnc-
raente em altar decentemente preparado, e o
lllm. c Eira. Sr. marechal commaudante das
Arma, Antonio Correa Sara, aulun.ado pe o
Eira. ar. pre.idenleda provincia, Or. 1-ranci-
en Antonio Ribelro, collocou era p.e.eoca de
lodo, a referida pedra, em lugar para .... dec-
linado na eatremldade do caea projeciado era
frente do mencionado areial, aeguudo a plan-
ta da cidade, diiianie 656 palmo, do auBulo do
aul, ao lado de lale, da muralha da fortaleza
da. Cinco Ponu. e41Sdaare.ia do lado do
.ui do talbeiro que aciualn.eule aerve de mata-
douro da qual eitreiuldade principiando o
edlcio, prolougar-.e-ha par o nono na e-
tenco de 450 pal.noi.
Dentro da pedra catara encerrada una la-
mn., de zinco, contendo a egulute Inicnpco:
_ matadouro publico deta cidade do nccile
de Pernainbuco, ao 19 de abril de 1852, trig-
simo primeiro da Independencia e do imperio
do hratil, endo imperador o senhor Pedro
II, a.euiou o lllm. e Ea.n. Senhor pre.idente
da provincia. Dr. Francisco Aotonlo Ribe.ro, a
prlrae.ra pedra do matadouro publico, funda-
do pela cmara municipal do Recite, em vlr-
ludedo ariigo 21 da le provincial n. do de J
....lo de 1844, sustentad pela aa.emblea pro-
vincial em 1861. .,
E para con.tar lavrel o ornele *"' em
aue a,lgoarain ai peasoa preseotea. tu eu-
noelVerrelr. Accloli, offlcl.l da Vcrelarl. da
cmara municipal o icrev. no impedunenlo
do aecretarlo. (Segulra.n-.e a as.lgnatura..)
advertencia,
Depoi de feito o acto comparecern anda
alatun aenhore depuudos provlnclae e ou-
tra peua gradaa que algn.raiu o termo
mppra.
a P aiaa
^nlont'o Josl de Friilu,
Primeiro amanuense.
("ou i mil lirado.
Mais una cura, por assim dizer, milagro-
sa devida ao systema do mmorlal Hn-
nemiri, applicado pelo Sr. Francisco do
Paul. Carneiro.Leao, cuja f robusta as
doutrioas homoJooatliicas, e coj .sdesvellos
aos que so entregam aosseus cuidados sao
ni inesonaveis, alm da sua natural pers-
picacia, e aturado estudo para cada vez
mais instruir-se no molho lo novo de curar
aa humanas molestias, e ser til aos que se
socconem a elle para allivio dos males que
fiadeciui, eouja conflanca tem sido quasi
sempre bem succedida, como acooleceu l-
timamente com a Exm.'Senhora do lllm. ir.
de.-e nbargador l.una Freir.
Eis o csso: a Eim.' Sr.' D. Anna, mu-
Ihcr do lllm. Sr. oesembargador Luna Frei-
r, foi aucada/a 11 do mez prximo p.s-
sado, de urna conajeslao cerebral, estando
gravid deoito mezes. s mdicos que a
l ral a ii ni recorreram a sangras, as bichas,
a agua sedativa de Haspail, aos clvsteia de
piment, e a tudo o mais que liles veio a
mente, procurando at promover o aborto,
mas tudo foi baldado, pu'que a Eira.* Sr."
D. Ania, em vez de melhorar peo'ou a pon-
to de a desengaaren! os mdicos que assis-
tiam-n, e espalhar-so por esta cid.de que
ella nlc poda escapar.
HesUs aportadaci'CumstBncias, e actun-
do-sea familia engolfada na mais profunda
const-rnacao, houte quem Iba lembnsse
eo miniar chamar o Sr. Paula Caroeiro, o
qoe se fez, e em occasiao que aquelle con-
valesccia de urna biliosa, que o teria cer-
lament levdo se nSo fosse a bomcaopa-
lina que Ine admiuistrou o eximio piofessor
hommo atha, o Sr. Gosset-Bimont. Mas o
Sr. Paula Carneiro, que nao be desses que
aprego.m crid.de e tillo trazem nocora-
Co, uSo liesitou, apesar do seu estado de
.ude, em ecudir o chmalo nicamente
para ver se, ab.ixo de Dos, podeiia salvar
urna mai de familia.
Chegando casa do lllm. Sr. desembar-
gador Luna Frture, achou sua mulher mo-
ribunda, mas dado as virtudes da homrjeo-
palhia, quando bem suplicada, adminia-
trou enferma o remedio que, segundo os
symptomas que appireciam, era in ncado
e com Unto .certo e tam.oha folicidado
que a nrerma, ou aotes rjjoaabunda, deu
logo sign.l de melhora, e nella foi conti-
nuando com s successiv.s applicaQOosdas
doses homoop.tnios, at que ao cabo de
dous dias so achou completamente rest.be-
leciJ, ficaudo todos da familia maravilha-
dos com tj prodigio que acabav.m do ver.
He, pois, esta mais urna victoria da lio-
mcoopalhia sobre a medicina velha, que de-
vem entoar todos Os que so interessam pelo
bem da homanidade, e mais uuia prova da
pericia do Sr. Paula Carneiro, para eom o
qal est summamente penhorado o Sr. de-
semb.rg.dor Lun Freir, que se nao recu-
sa pagar o trbulo dagralidao, confessando
a quem o quena ouvir, que sua mulher foi
salva pel Sr. Paula Carneiro.
Como amigos dosSrs. Oesembargador Lu-
na Freir, e caula Carneiro, aproveitunos
a occasiSo de dar os paraberjjl ae primeiro
por ter escapado i viuvez, o ao seguodovpu'r
poder contar ainda deste vez m.is um trium-
pho sobre quero, por motivos injustos, pre-
lendeu roub.r-le o mcrecimenio ; eesque
I
k 1 *
E w
u 9 s 1
MEZES. n ?j o 1 3 0 1 0 Oh.sfl-ruriii'S.
-7! ^
i I ^ - 41 * 3 3 a. a * i
1 a s i. 5 1 s 3 3 -1 i .') (i 3 1 (i 14 1 i 0 i =3 % 1 ,
Julho.......... Agoito......... Selinbio. Uulubro........ I 4 A 1 1 i a 6 3 4 7 I S 3 1 t 1 .2 i 'i i 5 4 11 9 1 13 5 5 10 9 37 2 t 1
.V.vrinbro...... 1 4 .1 1 1 3 1 2 3 1
Detembro...... Janeiro.. ....... Feveieiro....... M i 5 11 i 1 1 4 20 I 1 1 a 1 3 4 s 1 i 3 7 1 ,
Mar 90......... Abr!........... ,1-tio......... . 1 5 1 1 1 1 3 1 i 8 Urna da. escrava foi acoinpa-
1 14 II. 8 :i 1 , 1 5 Ll i 3 22 ubada de uina cria.
Junho....... .-2 6 6 ! 3 1 8 2 3 il
Soimna loUl. .. 85161 3ll6T|3o| Sil 2 6;a5|85|fl -1 14 ll!)|
aaai
:
I;'!
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MUTILADO
(


MB jm.%
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cedo-M to que l I mesmo devia. nio du-
vidou cnxsfurdsr-se no I a maca i doi eonvl-
Oiua par* coa MI* lama Immunda oom
que s polluia I mesmo, macular repu-
tado d'aquell|B Oulr'ofl Ja havll incO'
miado. .
ran
cagoes a pe
dido.
CONSULADO DR PORTUOAl
tlm. Sr. coruitt. OIIelra trinoe & Compa-
nlna, negociantes nesta pracn, r consignatarios
da galera portuguesa UnryarU, Tlnda de Lia-
boa rin i do crreme, coiu um carrrganieoto
qua conala da paillelpacio, que o capliao Silve-
lio Manoel dos Rala dirigi a esse comulado,
verm reprlienlar a V. 8., como cnsul de S.
M. Fldellaaima neala provincia, lubre o que
paiaain a epor.
ComUndo aol abalxo aislgnarloi, que llama
havido urna denumi- ( nio aabemoaaobre que
fundamento ) de que a galera era indignada de
couilmir aedulai falsas, venflenu-ae aemelhan-
le denuncia, pola'que na legunda-feira. 8 do
corrala mea, apparrceu por parle da alfande-
ga ilraia cldnde, a primen a viaila abordo, en-
uinanilo coin mlnu'clnsldade lodo o navio, ou
para tnelhor dliei, dando nelle urna busca,
maa rellamenie nada rncontrou.
iio obstante, querendo oa aballo aaalgnadot
deapacliar na alfandrga os generui que veetn a
aua coualgnaco, fuVlhe lito prgMK'.iio por
parte desaa uieaina reVarllcJo, inquanlo nao
procedeaae a lodaa aa atefguacea e peaqulcaa
que Julgaaae cunvrulenle,: inae, como V* 3. la-
be, ha generoa que pela ^ua demora, pelo lu-
gar ein que aeachain coUocadoi, cipoaloa ao
rigor do aol e da chura', e avarlacao da alh-
nosphrra. laei como 'f vlnho ( de que he enm-
polo grande parlero carregamenlo J^MaJM
barrlcaa de bacalN|n, eslao neceaaarlainevic
aujelioa a deterloAcao e danllicacao, lem por
alea facloe.ahjL rejelladae pelos compra-
dorea, coin oa Cgfljiea j eilavam juttoi, etn con-
eequencla d'aijuella demora, e peloa resulta-
dos que pod/m aderar a aua qualldade.
Pelo que,fica dicto, aendo euevitavrl e con-
alderavcl ti prrjulio que oa dunos doa gene-
j*oa tem '> sofier, e Igualmente na, como
conalgnal'arioa, vimos representar V. S. so-
bra o qiva ae tcm paaaado, e protestar daines-
m forma contra quein de dlrelto for, pelas
perdaa -e dainos doa dltoa geueroa, para ae
iiaver > Indeinoliaco de quein competir.
Esperando que V. S. tomar na devida con-
sideroslo esta repreaeotaclo, dando aa pro-
videncias que Julgar necessarlas, coutamoa
hiialiiu-Dte que V S. ae dlgoar receber o
couipel ente protesto que deaejauoa fazer pe-
raote <>sse conaulado.
Ueua Guarde a V. S. Recite de Pcrnanbu-
co 11 de Maro* de 185:.
III i. Sr. Dr.. Joaqulin llapllala Morelra,
*-'Vul de S. M. Fldellaaima n'eaaa Cidade.
.ittalnagdoa Oliveira lnn.ua e C.'
/ C,
gUscOes e pesquis-s que se pmcederam no
dito navio e no seu oarrrgamonto, em con-
secuencia de urna denuucia, i quil dlzia
IconduzirdeLiaboi para ata provlocll seJu-
lai falsea.
Comqiiinto eomcliisnte fseto e tilo mes
qulnlin slslve nSoaballnseem nade* tu nr
o cnlito ta nossa firma commercial, as-s
ronheclda nesta palz e em diversas pnt;a<
da Europa, pelas suas licitas traiijaccOos,
com tudo passantos por un dotar, solTro-
tims incommodos e nao pequeos prejutzoi
nos gneros que nos perlenoem, e sobro
tudo Cotilos calumniados e injuriados por
qualquer individuo, contra o qual quere-
mos piooeder criminalmente.
Sendo rxpres.-o na legislarlo brasilcin
o requisitos neresssrios uara se proo-der
as buaess, e desdan lo nos que nos sejam
mimslrauos os documentos que levaratn
auturtdadn t ubrar por esta modo, ali n de
que pussatnos havor de quem competir es
ui-rd s o iiamii'is que sollrenos, e nt-nt r
Coniulado di Vortugal em Vernambuco.
Ulm.eEx. Sr. Jumo achara V. El.
urna representado que me dirigiram os ne-
gociantea Oliveira Irmflos & Companhla,
Consignatarios da galera portugueza Marga-
rida por cauza do estado etn que se arda o
carregamenlo d'este.navio, expolio ao sol,
chuva e vatiaeo da athmosphora, em
virio io de un a denancia que diz conduzir
cdulas falsis para esta provincia.
Os conaigiiatarios da mencionada galera,
e do carregamonto conhecedores e reapeila-
dores das leig do paiz, jamis s nppain a
quaes quer averiguaeflo e pesquizis a res-
pelto d'i'-li denuncia, mas pon loratn com
justa rasu que a maneira porque se achatu
expoataa aa suaa mcrcadorlas at} rigor do
lempo, a demora que aolTrem, e pelaa pes-
quizas vigorozas quo se te n (eito, nao po-
dom ilo x -i- de sollicitar alguma attenr;3o
psra os gneros que lites sKu consignados,
visto ijuh por esta Turma lom oa reapecltvo
donos de perder, e resultar grandes prejui-
zos rom sameltiante procedimanto.
Asstm,pois, chamando a serla aUoncilo de
V. Ex. para estes tactos, espero que V. I.t.
se dignar expedir aa necessa'ias provid-n-
cias, que julgar precizasa bem do commer-
cio e nileresses porluguezes, mandando que
sejam dc.-pacli dos oa ditos gneros coui a
brevidade e urgencia que forem compati-
veis com os exames a que se tem de proce-
der na cotiformidade das Iris do imperio.
Aprsenlo a V. Ex. os nieus respeitos de
estima e considerarlo.
Dos guarde a V. Ex. Consolado de Por-
tugal em l'ernambuco, sos 12 de Mareo de
1852.
ilion. Bx Sr Dr. Francisco Antonio Itiboi-
ro, presidenta d'eata provincia Joaquim
liapt'sta Huielra, Cnsul,
Jlm. Sr. Flca espedida a conveniente
ordein no aentldo de ser aatUfella a requisi-
to, comida no officio de V. S. datado de boa-
tem.
Reitero a V. S. a manlfestacao dos mcus
sentlinentos de estima.
Drui Guarde a V. S. Palacio rio govrrnn
de l'i rninljuco, |3 de marco de 1852. Frnn
lllm. sr Mifiretor d'alfaiuliga. Oliveira
Iruiui Se C.a, negucianlea neatd praca, e eoo-j
signatarios da galera purtugaeza Maigarida,
precis V. S. Ihes oaade declarar ao p deate, se pe-
las vestorlaa, exaines, e averlguacdea frita
por parte deata aifandega nos generse mer-
cadorlas desembarcadas de bordo da dita ga-
lera, encuntrou eata rrpartlclo algutna cou-
aa que podease provar, ou deuiooatrar que
o mencionado navio conduilsse scdulas fal-
sas para esta provincia, segundo a denuncia
dada a competente autundade. E. R. M.Per-
nambuco, 2 d'abrll de 1852. Ofinrira rmo$
Sa.
Reinettldo aos Srs. feltoresque assiatlnm
aos exauea e inveatigaedes que proceden a
policia, para fazercm a declarsco rei|uerl-
da. Alfandrga de l'cruainliuco, a 'abril de
1851. Umrrot.
hm cousequencla do despacho retro, de-
claramos, qua nos cxaines c Invealigacdes pro-
cedidas pela polica em os volumea desembar-
cados da galera portugueza Sfargaria, a que
asslstinins nao ae cncoolraram cdulas falsas,
nem indicio alguin ol.servou-se, pelo qual
ae podesse inferir, que nos referidos voluntes
tlvesariu ellas viudo, alfandega de Pernam-
buco 2 d'abrll de I85t. Os lllores confe-
rcutes, Jninnio Carlos tt Pii/io foro. J. II.
Borgt inii,
liiui. Sr. Dr. chefe de polica. Oliveira r-
oslas di C. negociantes nesla praca e consigna-
tarios da galera portugueza Uaigarida, chega-
da de Lisboa em I de marco do crreme anuo,
precliam a bem do seu dlrelto acredito, que
V. S. Ibe mande teidor ao p deate, se uos
esatnes, averlgoacdei e pesquisas feitasempre-
senta de V. S. e do Sr. subdelegado do balrro
do llecife nos gneros e mercaduras desem-
barcados de bordo da dita galera para a alf.ui-
dega desta cldade, encontrarain alguma cousa
'|0 podesse pruduzir prora ou dar nulnio ihi
mencionado uavlo baver cooduzido no aeu car-
regamenlo aedulas falsas para eata provincia.
aegundo a denuucia dada a autoridade campe-
teule ; por tanto, pede a V. S. se digne dlllrrir
como be de Juslica, mandando paasar a cerli-
do requerida. E R. Mo. Pernainbuco, 2 de
abril de 1852.
Gomo requer. Secretarla da polica de Per-
uambuco, 2 de abril de 1852. A. i7. Ptrttc
Ehi cumplimento do despacho do Sr. Dr che-
fe de polica interino da provincia, certifico
que neata aacreiarla nao cnala, que dos esa-
mee e peaqulzaa frita pelo nieeinu sr, ebrfede
a rtunp.ic t- tc;Ao criminal, puis que C
rt. 127 do regiil-itii'iiti n. 120 de 81 de
janelio de 1842 pi rmit e qu-s seis declarado
o denunciante, caso au so verifique couss
alguma, como se mostr pelos documentos
juntos; vimos, purtanto, rogr V. S.,
Como propugnador do bom nomo portu-
guez, e zelsdor dos nossjs intrnesses coji-
ine ciaea, Si) digne solicitar das autorida-
des nesta provincia os docun entus em que
se funda seu.e.hiite denuncia, p-ra qu
possamos desagravar.nussa bour o crdito
vil nerita; calumtlidoS, mandando. COOO
nos culipre, proceder segundo as lea dm.-
te imuario. se o oouunciaute habitar nesta
provinTt', ou onvir os documentos Por-
tugal, se elle residir nesso reino, para se
pruceJer Igualmente na lima daa suas uis-
posicOS i. gialalivas.
Neste aentldo esperamos que V. S. lomsra
na cunsideacao merecida esta nossa justa
ropresentaeflo, expadtndo as necessarias
providencl-s para se alcancar o que preten-
demos, uliiu de qualquer outro iudividuo
jamis sa aireva a insultar e calumniar pea-
soas de bem merecido crdito, nem lancar
a merc da sorlo e do meo Juizo publico a
honra, iroprtedadoe interesses alheios.
l'ernambuco, 6 de abril de 1852. lllm.
Sr. Ur. joaquim Baptista Moreira, cnsul de
Portugal nesia cidade. Oliveira Irmaos t
Cotnpanhia.
Coniulado de Portugal em pernamtuco.
lUm. t Bxm. 6>.-Cum,rinio-me alte l-
der representscao que me dirigiram Oli-
veira Irmaos & fc., n-gociantes poriuguo-
zes nesta praca, em virtude das rasoea ex-
,endidas em seu favor, e da bem merecida
Mstica que Ihes assiste, vou por esta rorou
solicitar de V. Etc. ae digne expedir as con-
venientes ordenscom a brevidade po-sivoi,
para que Ihes seja declarado o aulor da de-
nuncia que ae deu contra a galera portugua-
za Murgania. porconJuz.r sedulas faisas
para esta provincia, e ministrados os docu-
mentos emquo etls se fundou ; porquanw
a legislacilo desle imperio Ibes concede es
le dneito, visto n'da se tor encontrado no
navio, nu n no seu carregamenlo, ali ae
que possam proco ier criminalmente conlra
-o iiCiIimiiIc calumniador da rputs?iu.e ere
dito alheios. Junto achara, po> tanto, V.
Exc. a mencionada representadlo com os
documentos iisp olivos.
Apruveito a occasiSo para reiteirar a V.
Exc. ss bomensgetiS da minha eslima o con-
siderarlo.
Deua ,ti ir 'o a V. Exc. Consu'ado de Por-
gal em l'ernambuco, aos 6 de atoril de 1852.
lllm. e Exrrf. Sr. Dr. Fiancisco Antonio III-
bei'O, presidenlo desla provincia. Joaquim
Baptista Mureira, cnsul.
lllm. Sr.tVspnndendo ao oflicio de V.
S., de 6 do corrente, acompanliado da te-
l>- cs.-ntH<;;!> doa negociantes Oliveira Irmaos
& C, se me oilctei'o a dizer-lhe que, sendo
loa de dii.-nU que ale Portugal lem vindo
nulas falsas para o Brasil, das quaes algu-
mas foram aprehendidas, nSo ple cansar
surpreza qualquer diligencia empregada
par< o lim de reprimir um ctime.tao grave,
nem d'alii se depreliende imputar;Ao a este
ou aquello individuo, e menos alguem com
isso sulTter dezar, quando o proco lmenlo
ollicial nSo se refere a pessoa determinada,
Hindi|ilada de ter parte non me. Oque
se dse sentir he quo os meios de descubrir
os fsbticadores e passadores de moeda lalsa
sejam l.lo mesquinhos o faltos de resullsdo,
e conviudo para hem do commercio e de io-
tas as classes do estado emprpgar os que sRo
pussiv.is, e estSo so alcance da polieia,
q insi isolsda quando se trata de punir cs-cs
la lides ea utios criminosos de quem a
justica lem multas queixas, lorcoso he que
nesta ou n'aqttella ore. sitio solfram encum-
mndos motivados pe -s dtligenc as da poli-
ca os que deis sos se>s deveies vivem do
seu trabalno, e a ningucu Csusam detri-
mento.
Aproreilo a occasi.io para renovar a V. S.
os protestos da min a estima e considera-
cjl.
Dens guarde a V. S. Palacio do govarno
do l'ernambuco, 13 de abril de 18 >2. Fran-
cisco Antonio Rlbelro. Sr. cnsul de Por-
tugal nesia cidade.
Coniulado de Portugal en Pernandueo.
lllm. Fxm. Sr. Peflnllta-me V. E. que
or man de urna vez eu tome atienen de
.Ei.com a denuncia dada contra Gallera
ponugueie Margarida, e por esta forma respon-
da ao i lio i de V. El. com data de houtem.
NSo contesto, nem mesmo desejo attenuar
os faSos de le vindo para o Hraill cedulaa fal-
sas, nem menos anda o dlrelto e a obrlgacSo
que tem as aulborldades de einprrgar os melos
pusslvels ao aeu alcance, para deacol.rlr a
ana introdcese, e os que nella se empregain
e por Isso, slnlo Igualmente cont V. Ex., que
esses melos al hoje empregados sejam o mais
daa vezes Infructlfi
alinelo quelle ittajmaui compatrloias, que
dril* lio dignos. M
Devendo por um'lado coBtorrer, e auxiliar
SS autdrldadea nearprovincia, para que J-
mala le iirelit raclo to clIStnttoaoi, como
ato ol d Inltpdnecii de nutal falsas, corrr-
UiepOI outro ladd a obilgaclo de vellarqu*
le ni* vclie, nun atrpele tommerclo os
Interesses portuguesas com aeinelhanlas da-
mnelas, itm rjile sejam ruBd.Sdll em BSISI
solidas, ou bem provavcls, as nezn a preteilo
destes e oulros facas a propriedade e a repu-
la9o de subditos de S. Magestade Fldelusl-
111a eitrjain merca de qualquer individuo,
ou ao capricho de vingancas particulares.
Asslm, poli, convicto da reclua, e das
boas Intencoel de V. Es., vejo-me na obrlga-
;a de Insistir na declaraco dos fundameulos
deata denuncia, a do aeu author, o que vae
de confonnidade com as disposlcoer legislati-
vas desta Imperio ; maa ae accaso V. Es. jul-
gar dever dentgar-iue este pedido, espero ao
menos que V. la se dignar permelur-ine a
publlcecp pela imprciica da correspondencia
entre ene lioverno, e eata consulado, com os
demals documentos relativos a refellda denun-
el>, r>Io fO -- lapiisfa'-' drzrjcs dos
consignatarios da mrsma Gallera, Oliveira Ir-
maos 4. Companhla, para bem do seu crdito
e rrputaco commatlaes ; come floalmente
para aalvar qualquer responsabelldaue desle
eonsulada.
Aprovelto a opportunidada para reiterar
segurarnca da estima e respelto, que presto
pessoa de V. Ea, quein Dos guarde.
Consulado de Portugal em Pernambuco, aos
11 de abril de 1852. lllui. c Esm. Sr. I)u-
lor Francisco Autoolo Rlbelro, presidente des-
ta provencla. Joaqeint Boptitra blortlr,
l'ouaul.
Um. Sr. Acabo de receber o oIRclo de v.
S. de hontem, em resposta ao deste governo
de 13 do crtenle relativamente as dellgrncl-
aa, que pela polica foram poatas em pralloa
na occaaljo da chegada e descarga da Gallera
Portugueza Margarlda, teodo por lim evitar
a inirudiiccfiii de notos falsas, que era possl-
vel trazrr a seu bardo ; e dando i queaidel
enunciadas em o dito rnelo devldo merec-
ment, nao so pela sua proprla Imponencia,
maa tambain por censlderaco pessoa de V.
S., que lio dignamente desempenha as func-
edes do lugar que oceupa, estou de accordo
quanto aos Inconvenientes e dainos deriva-
dos da neceasldade do empiego doa melos pir-
ventivos e punitivos da tamaito crime, sendo
certo que semprc ha mals ou meaos detrimen-
to quando a juslica procura prevenir ou punir
OS deliclos.
Posso porein ali inc 11.1 V. S. que os nego-
clantea mencionados em seu olnclo nao Incor-
rerau cm juspelta alguma, c parecc-me ter
dito uo ineu ofUcio de 13 do correle quanlo
era bastante para salva-loa de qualquer dezar
que por ventura ae prelendesse ver oessa oc-
curreocla, e se to louge losisera por fuic i de
raciocinio as suppollcOes ou illaeocs. que se
pretendesse fazer resultar daa Indagares e dc-
ligencias da Juslica tendentes a represajo dos
crimes, he visio que ella aoffrerla serlos em-
baracos, porque em inuilo alto preco lem a
honra e o bro dos que eslo debalso da aua
proleccio mas de falsas pretnissai nao se de-
duz cousequencla que valloza seja, ou que pos-
aa trazer cunvlccaa.
Headmlctvel, que a bordo da Gallera Marga-
rida, dentro ou fora do seu carregamenlo, pu-
desseui vir uolas falsas aem loiervenco dol
carregadores de Lisboa ; que aqu pudessein
ser Inirodusidas na cirnulaclo, lem selencia
dos recebedores das inri cadorlas nesta praca,
ou dos seus consignatarios 1 logo daa referidas
diligencias da polica nio podll orlgtaar-se
orees- in luiente urna injuria, um detar, s
pessoas, das quaes V. S. faz mencSo em aeu
oIRcio de honleiu, e o conceito publico de que
gazam, nesta, e na praca de Lliboa, vem em
ausillo do que acabo de ponderar, parecendo
me teralliogido o verdadelro ponto da quea-
lao, e poder dlzer, que esta nao soffre altera-
(o pelo fado de se nao ter procedido com
us trez navios vlndoa succeitvamente de Lis-
boa da iiiesina maneira porque se procedeu
cun a Galera Margarlda.
Arespetlo da applicscjo dos artlgos 122 e 127
do regulaiueutode 3l de jsuelro de iS-12 n IZU
occorre-inc dizer a V. S., que nJo a julgo lio
ampia, quaolu se deprebeude do seu olllclo i
desoite que o guverno nao pssa eiupregar oS
melos de descubrir contrabandos, e mitras
Infiaccoes dos iegulamenlos, e lela, fiscaes,
civeia, crimlnaes, u'111 Mear adstrlcto s re
gras estaliclecidas para oa casos ordinarios das
buscas de que traa o citado regulameuto n.
12o de 1842, quando he ceno que de lie nao
dependa, nem depende actualmente para
mandar proceder aa buscas c esames necessa-
rios as embarcaedea estrangelras, ou nacio-
naes, quando asaim o eaeglr o serv,o publi-
co, a o bem commum, anrilitncao, que Ihe
cumpete por outras dlsposlcdes regulamenta-
res, e cujo eierclcio be mals que Justificado
pelos factos c occureuclas relativas ao olijeclu
que se leve etn vista quando ae mandou pro-
ceder a essas diligencias na Gallera Margarlda,
Deste modo lica respondluo o ofcio de V.
S., que pode contar com a cooperacao desle
governo em ludu quanlo for ledenle a pro-
teger o coiuinercio e mals Interesses e direitos
dus subditos de sua Magestade Fidellciiua, as-
aim como com a canino ara da estima e coosl-
deracao de qoe V. 3. multo merecidamente se
tem felto credor podeudo V. S. publicar pela
Imprensa a correspondencia entre esle governo
e e*it consultado a respelto da Gallera Marga-
rlda, como solicita em o mesmo olnclo.
Dos guarde a V. S. pslaclio do governo de
Pernambuco 15 de abril de 1152. O presiden-
te, francisco Antonio Ilibato.
Sr. Cnsul de Portugal.
2

rVlnvimptitolo norln Moioqual esersvohe de mejor rea
mOVimemoaO pono. '...urmenWseutlWahnosdelilscl
JVaros entrad/i no dli 18.
smsrlglbe-adias. hlile brlsllelro Novo ''u'a
Destino, de 91 totlelldls, rtlSaire EslovtvJJSj, "
Itibeiro, equipa|em s, OargS bssucsi ; i("Ml1
Mannel Jos Marti (le.
Maranhlo Al da, brlgue escuna biasllsl-
ro Laura, de 163 l|4 toneladas, espillo
J0H0 Jos Jnior, eqoioagam 14, carga
varios gneros; s Jos Bsptista da Fon-
sera Jnior. Passageiro, Jlo Pedro dos
Santos, com t sohrnho e 1 ecravo.
Rjo de Janeiro 22 diaa, brigue brasileiro
fiuquo da Tercira, de 156 toneladas, ca-
pitn Faustino Martins Bastos, equipasem
15, carga csrne secca ; a Amoritu e |r-
mSos.
dem 96 das, brigue brasileiro Vencedor,
de 160 toneladas, capillo Cielo Uarcelli-
nn Gomes ds Silva, equipagem 10 em
lastro ; S Nnvses fv Companhla.
Rio Grande do Sul -- 17 das, brigue brasi-
leiro Mairal, de 167 toneladas, capilfio
Joaquim Francisco do Espirito Santo, e-
qulpsgem H, carga ca'nesccs | a Aoio-
rim 6t IrmSos. Passageiro, Inflo Antonio
remanas, e B nto Antonio To-ras.
dem-- 46diss, brigue brasileiro Den* te
Guarde, de 149 loneladas, caplllln Lauia-
aoJacinlho deCarvalho, equ'pagem 13,
carga carne secca ; a Balthar dt Oliveira.
Traz 1 escravoa entregar
dem -- 93 diss, brlgue hraaileiro Eugenia,
de 234 toneladas, capullo J0S0 Marlluiano
I isbos, cquipagnm 13, carga carne secca j
a Amnrim & Irmflos. Passageiro, Pedro
Joaquim das Virgens e sua familia.
/Vneios saA'doi no mesmo da.
Lisboa barca portugueza Maris Jos, cs-
pilflo JoSFsrreira Lesea, carga assuoar
e couros. Passagoiros, Manoel Goncslves
Morelra, e Manual Ealeves.
Rio de Janeiro e portos intermedios -va-
por brasileiro 8. Salvador, commandanle
0 prlmei'o tenento Coutiuho. Leva a
seu bordo. Manoel Francisco Morelra Maia,
J0S0 Casimiro da Silva Maohado Joa-
quim Barrozo de Carvalho, Carlos Jos
de Mallos Waneque, Jos Joaquim deCir-
valho, Jos Nunes Ramilho, Jos Marcos
Taveiro, Dr. Anselmo Francisco Pirelte e
1 escravo, Raymundo Ferreira Araujo Li-
ma, Dr. Louren,o Caetano Pinto e I es-
cravn, Dr. Luiz de llollanda Cavalcanti e
1 escravo, Thomaz Gould, Joaquim Vi-
lella de Castro Tavares, oom sua senhora
e 2 escravos, Joaquim Manoel Carneiro da
runna e'a es ravus, Prudencio Francisco
ds Silva Dr. Casimiro Jos de Moraes
Sarment, 1 ex-soldsdo e Urecrutas.
JVae'es enlradoe no di* 19.
Richmand 37 diss, baros smei i ea na Phic
nix, de 208 toneladas, cspitfloG. Msson,
equipagem II, cargs fsrinhs detng.ij s
Forster t Compsnhis.
Ass lOdiss, pstacho brasileiro lleroins,
cspitfloMequildes Jos dos Satitos, carga
gal. Velo a este purto Isrgar o prallco e
segulo psra Baha.
Buenos-Ayres--26diis, brigue ingles Ca-
tharino Ewa, capitflo Jeurge Dow, cargs
animaes cavsllsres | so cspilflo. Velo ie-
fresesr e segu psra Barbadas.
Montevideo 95 das, brigue hespanhol
invencible de 919 tonelladag, capitflo
Frsncisco MsrMtany, equipagem 19, cm
lastro; a ordem.
Navio subido no meimo da.
Liverpool pela Parahyba -- hatea ingloza
Angelina, cspilflo James Me. Lean, em
lastro.______
^aaaassai
E01TAL.
O lllm. Sr. odlclal-maior servlndo do
inspector da freguezla da Cateada prnvin-
resents
SPguramenWsetti su annos ae tusae i quem
for seu legitimo Sitindr Oomusfeca 80m sed
titulo de dOaainl* polis, que IhS lira en
COMPANHIA Di PAQUSTEl INGLi
21 A vs.1'011.
No da 20, deste mez, espera-s
dns priftoS doStil, oVspofBw
vern, commandanle Vincent,
o qual depois ds demora d
costume, seguir para a Europa: pars passa-
gem, dlnja-se a casa ds sgencis, as ra do
Trapiche Wnvo n. 42.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
56. recita da assigiiutura.
QUARTA FE1RA, 31 DK ABRIL DB
i85a.
Depois ds execueflo de urna das nelhores
ouverturss pela orchnst'S, sob s direcefio do
hbil pro.essor o Sr. Ihendoro Orales, su-
bir! scana o grande e aparatoso drama em
4 actos
Joanna de Flandres.
Persona gans.
Balduino, conde de Flandres -- Germano.
Joanna, sua fllha mais v-lha, ron le?a de
Flandrea D. Mara Leupoldlna.
Hargarids, irmfla da dita D Carmela.
itatil de .Maulon, amanto d Joanna Bi-
zarra.
Pedro de Lscy, cavalheiro flamengo --'Ray-
mundo.
Luiz VIII rei de Franrja AmodO.
Burg, oriado espadachim de Joanns Mon-
leiro.
Huberto de Courtray Colmbri.
o cavalneiro de Ruys lale Pinto.
0 conde de Vilarcy Rozendo.
Obarflode llenin Pereira.
0 bispo de Beauvais Cabtal.
(lineaos, senhores da corte de Flandres,
res d'armas, soldados, povo, etc.
A scens se passa em Lilla, no primeiro ,
terceiro e quarios actos; e no segundo em
Prona.
A nada se poupsrt a empreza, para que o
drama seja vestido e decorado com tudo o
luxoe brilhantismo.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em um acto,
O GASTRNOMO
ou o
Aventuteiro das tabernas.
Comefar as 8 horas.
Os bilneles sebam-se a ven Ja no lugar do
costume.
MEATO DE APOLLO.
QUINta-FEIRS, 32 DE ABRIL DE I5 1.
RECITA EXTRAORDINARIA
m heneico> do actor
. Jos da Silva lele.
Subir scena o drama em 3 actos tradu-
zido do hespanhol pelo Sr. A. F. de Css-
tilho.
() tres ltimos dias de um sen-
tenciado.
Seguir-se-hs o novo drama em 1 acto
Crime e mysterio.
Achando-mo desligado do theatro de San-
ts-lzabel, o lendo de seguir viagem no prin-
cipio do prximo mez p< a o Rio de Janeiro,
entend que u.io dovia re ir.n -nio dests pro-
..,___i_ .. i___.____...t. r..;.n..li.!.n
tllela e pelo aubdelegadn da tragueis de San
rei redru Guncalves du Recife, nos geueros e
inrrcadortas desembarcadas de burdo dagsle-
Ta pnrlDgucza Margarlda, e que foram reculni-
dos alfandrga drata cidade, reaultasae cousa
alguma pela qual se padease ver litar ou aus-
peilar que n bordo de tal navio uvesseui vlodo
nulas salsas. K nada mala poaso certificar s res-
pelto por nao saber e oein > ceoaur.
Secretaria da policia da Pernambuco, ida
abril de 1852. Amonto iou de Frciiat,pii-
ineiro amanuense.
lllm. .Sr.oliveira Irmflos & C, nego-
cianles nesta prac,a, vcem iiovatiioiile re-
preaanUr a V.- 8. a respeilo dos sconteci-
nieuloa succedidos com a gatera poitugue-
za *oroovfa!; uto he das buscas, averi-
'eros, e sein nenhunt resul-
tado, para que o commercio, e todas as clas-
ses do lado nflo sofrain, como tem auccedl-
do, em suas bases c proaperldade. atas
questo para a qual eu tomo llberdadedc
sollicitar atienta de V. El., be i da decla-
raco da denuncia cqnlra a Gallera f ortugue-
/1 Margaitda, pola que as lela do Imperio e
especialmente o regulamenlo n, 120 dr Mi de
Janeiro de 184 nos artlgos i:2 e 127, sio cla-
ras e tormlnantes este reipello,-e nem per-
iii itteo que qualquer Individuo denuncie con-
lra ouirein sein fundamento, eaeinque seja
respoasavel pelas perdaa e dainos que cau-
tar.
lie lora de duvlda, que a casa de Oliveira
Irmaos & Companhla nesta praca, soffreu um
deaar, paasou por Jncoinmodos, e ha tldo nao
pequeos prejuizos, e anda avancarel com el-
la, que fol calumniada e injuriada em aua re-
putado cummerciai ; c tanto lato he asslm
que havendo ebegado successlvamente mals
tres navios portuguezea de Lisboa, nenhum
passou pelas buscas, exames e pesquisas que
se procedern] coin esle navio,
Alem disto, cutupre examinar o aeu carre-
gaiuento ; lsto he, quaea oa carregadores das
inercadorlas em Llanoa, e quaes os seas rece-
bedores nesta cidade ; pessoas alias lodaa rea-
peitavels pela aua pstelo e crdito commer-
cial, como se evidencia do livro e mamfesios
da carga.
Examinando, pois, com tnelhores dados e
fundaueuio se Gallera Margarlda truaie ce-
dulas falsas para esla Provlucla, ve-as elara-
ineote pelo qlie flca exposto, e pelas buscaa e
exames procedidos, que "nada se enconlroa
que produslsse prova ein favor da denuncia,
e por cunaequancia velo ella ferlr o crdito, e
honra do dmiu do navio, e dos carregadorea,
prejudlcando-os ein seu interesses, e final-
mente fui errogada urna calumnia e Injuria i
C7go?:'por,'UJ.r'co..?nuP,;t*E,. que u pu- RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
goe, como me cumpre peloa lotereases cotn- .. KALS UL MinAJiDUOW.
nerclaea da minia Naci, e coneeda s devldaj Readimeolo do dial..... 5S0,I8S
lllm. eEim. Sr. conselhelro presidente da
relacSo.Diz o comendador Joaquim Aure-
lio Pereira de Carvalho como administrador
de Sua mulher, que s bemdesaudireilo pre-
cisa que o escnvfloFerreira a visla dos autos
derevista ctvel entre partea reccorrenle I).
Maria Feliamlnado RegoGomrs.e recorrido
osup, licaute Ine d por cerlidfio o theor du
sccordflo proferido pelo supremo tribunal
de revista declarsndo o dis mez e anuo em
que lite foram entregues os sutus quando
chegaram a este tribunal.
P. a V. Ex. deferimenlo'
E. R. M.
Passe. Recife 59 de marco de 1853.
Azevedo.
Antonio Joaqun Ferreira de dtvalho,
escnvflo de appellac,Oes do superior tribunal
da relaeflo por S. M. Imperial e Constitucio-
nal, que lieos guarde ele.
Certifico que revendo os autos, de que tra-
ta a peticlo retro d'ellea consta ser a ssn-
tenc,a do auperior tribunal de Justina do teor
seguinte Visloexposlos e relatado^ os pre-
sentes sutos de reviata civil entre parles re-
currente D. Maria Feisinina do llego Gomes
o recorrido Joaquim Aurelio Pereira da Car-
valho e sua mulher : neglo a pedida levisla
por uo lia ver injustas notoria, nem tiulli-
dade na ni (esta. Hegressem portento os au-
tos so juizo, onde foram sentenciados pagos
pela recotrente as cusas.--Rio de Janeiro 21
denovembro de 1851,Duarle, presidente,
iNabuco, Pinto, Pecanhs, Mallos, Siqueira,
Almeida, Carneiro, Lima Pooce, Campos,
Veiga,C. Fraotja, Castro Mascarenhas. Nada
mais rontinhs em dlls sentenes do supremo
tribunal de Juslica, pedida por certldflo na
pelitjflb retro o copiada dos sutos referidos
na mesma, a que me reporto cujos aulos me
foram entregues pelo secretario do tribunal
da relaeflo, viudos do supremo tribunal ja
mencionado onde foram julgados em o da
27 de marco prximo paasauo. Esta a pre-
zentecerlidflosemcousi'que duvida fac.a,
conferida e couserlsda e por mitn escrivflo
aubscripta e assiguei n'esta Cidade do Re-
cife au Io de abril de I8t2. Subscrevi e as-
siguei Em le de verdade.
Antonio Josquioi Ferreira da Carvalho.
COMMERCIO.
rematado, perante o tribunal administrati-
vo da mesma thesouraria, a quem por me-
nos flzer s obrs do acude na villa de Caruar
avaliada em 4 080/U98 ris.
A arrematteflo sera feila ns forma dos ar-
ligos 21 e 27 da le provincial n 288 de 17
de maio de 1851, e* sob as clausulas espe-
cifessbsixo copiadas.
As pessoas que se propoze'em a esta sr-
roinalsco cooi|ia'recni lia sala das sessOes
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionados pelo meio-dls, competentemente
habilitadas.
E para constar so mandou aluzar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria ds thesouraria da farenda pro-
vincial de Pernambuco, 22 de marco de
1853.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunca(3o.
Clausulas eipeclaes da arrtmatacao.
I." As obras par a cnnslrucRn de um
aeu le na villa de Caruar serflo feitas de
cunformidade com o orcamenlo e planta a-
presentados nesta dala a epnrovacflo do
Exm. Sr. presidontn da provincia, na impor-
tancia de 4:080,098 rs.
2. As obras deverflo principiar no pra-
zt, de 60 dias, e serflo concluidas no de 10
mezes a contar da data da arremataeflo.
8. O importe desta arremalarjfl ser
pago em tres prestacOes da maneira se-
guiute : a piimeira dos doos quintos do va-
lor totsl quando tiver concluido meta le ds
obra a segunda igual a primeira depois de
lavrado o termo de recebimento provisorio;
a terceira linalmente de um quinto depuis
do recebimento delinilvo.
4.a Oarremalanle ser obrlgado a com-
muaicar a repartifflo das obras publicas
com antecedencia de tripla das, o dis fixo
em que tem de principiar a execular as
obras, assim como Irabalhar seguidamen-
te aesse durante 15 dias sil n de que possa
oengenhetro encarregade da obra, assistir
aos iridenos trsbalhos.
5.a Para tu Jo o mais que n.loeslivcr es-
pecificado as presentes clauzulaa seguir-
ae-ha o que determina a lei provincial n.
388 de 17 de maiode 1851.Conforme.
O secretarlo,
A. F. d'Annunciac&o.
4
llL' JULJ*
O brigue nacional Rio Ave
alte pit- 0 nio de Janeiro no firn
da presunta emana : recebe al-
guma Olrgl miuda, escravos a fre.
te e pBssageiro, para os quaeg
tem buns coinmodos : trala-se coro
os consignatarios Novaes &c Gom-
panhia, na ra do Trapiche n. 34,
Para o Itio de Janeiro, vai
sahir com a miior brevidade pos.
sivel, o veleiro patacho nacional
Confiaiira : quem no mesmo qu.
zer carregar, embarcar escravos
ou ir de passagem dirija-se aos
consignatarios Novaes fs Compa-
ubia, na ra do Trapichen. :\\
- Para o Porto saha com nimia bierjdi.
de a galera portugueza Bracharense, de rri-
tneiia marcha ; nimia recebe carga e pa..
geijps par os quaes tem excelentes como-
dos : trata-se com Jos Mureira Lopes na rui
do QuejmedO, ou com o capitflu Rodrigo
Jo.iijuiin Concia na prafa do comnercto.
Para o Rio deianeiro, segu com i
uaior brevidade a galiota S. Trindade i te-
cebe csrga, passageiros e es?ravos, tenjo
para tudo bonsrommodos: trata-so na rut
do Vigarlo, escriptono n. 11, primeiro an.
dar, ou com o cspilflo Mala.
Para a B.ibia.
Segu com a maior brevidade possivel a ve-
leirs e bem condecida escuna brasileira Ade-
laida : quem nella qqJaer carregardinia-s,
a ra do Trapiche .Nova o. 16, segundo an-
dar, ou na ra da Cadeia do Recife n. 33,
Para o Cear sahe com muiia brevids.
de por ter parte da carga prolhpta a sumaca
brasileira Flor do Angelito forrada e prega-
da de cobre, meslre Bernardo deSouzi:
quem ns mesms quizer carregar ou ir do
uassagem pode entender-se com o mesaio
meslre ou com o consignatario Luiz Jos ds
Sa Arauio, na rus da Cruz o. 33.
Para o r\io de Janeiro sahe
com brevidade o brigue brasileiro
nimo, capitSo Domingos Anto-
nio de Azevado, por ter parte do
carregamenlo prompto : quem no
mesmo quizer carregar, ir de pas-
sagem ou embarcar escravos, quei-
ra entender-se com o mesmo ca-
pito ou com o consignatario Luiz
Jos de S Araujo na rna da
Cruz do Recife ri\7 3.3.
!>1aaaaa\ma)Ssaaaaaaaaa>aaaBSBaBrtaVjaiBaei*aSar
JLeildes.
ola, em cumprimenlo da ordom do Exm. vincia, on lo Iflo sinceramente fui scolhido
Sr. presidente da provincia, manda fzr
publico, quo nos dias 20, Si o 22 de abril
prximo vindouro, Ir a praca para ser ar-
~ Joflo Keller i Companhla, farflo leilfio,
por ordem do Sr. cnsul da Franrja, em pre-
senta do seu delegado, por inlervenrjflu do
corretor Oliveira e por conta e riaco de
quem pertencer, deumacaixa contendo 50
leca de nscsoinhos francezes com 1:578 1,1
aunas, avariadas de agua salgada a bordo da
barca franceza Cont Roger, na sua recents
viagem do Havre para este purto: quarta-fei-
ra, 21 du crrenlo ss 10 huras da manhfla,no
seu ,n tiia/em, na ra da Cruz.
A. O. Mele, tendoderetirar-se psraa
Franca, far le 1,1o, por interveneflodu cor-
retor Oliveira, de todos os artigos do seu es-
taheleeiminio, consisltodo em vinhos, cog-
nac e licores superiores e de diversas quali-
dades, (rutas de conserva, velas do esper-
macale.ferveja, queijos, limas a oleo, lij-
os do marmore, todps os uleneilios para un
e obsequiado sen. urna voz an monos appa-1 ougue.a arm.cflo oompleta par. .ro-atem
rece, ,?. scen, aos meus amigos e .Bei^- ? '?P""'r.?.P'?. "TL^'.V.' I
Para o Cear e IVlaranhSo,
o bem conhecdo brigue escuna
Laura, para carga e passageiros,
trata-se com o consignatario Jos
Baptista da Fonseca Jnior, ou
com o capitulo na praca.
Avisos diversos.
vem as entngas dos dilTereutes baslidorcs
\g'i I reo pois antectpadaniente aus meus
slTeicoados epi-otecto'es, que se dignarem
honrar-uieo beneQcio; assim como agrade-
co a todos us meus collegas, qne despidos
do torpe egosmo, se prumptificaram so,o
repugnancia a auxiliar-ine em Uo justo in-
t;nto.
Os bilhetoiacham-se em ciss do benefi-
ciado na ra das Tnncheires n. 17, e no
theatro no dia do especticulo.
fio lim do drama o beneliciado ir agra-
decer pelos camarotes, e o Sre. do c.deiraa corren[e 8a ,0 uin ,nill;ucio ,s8gio
que ouize.em r.zer o favor de P^J"-^ Sr corune| Hellrique p9telra de Lucc-
tr.h.lho, vislo^ br'dde de fu. viagem, ,, dizendo que pretende revendicar a mu-
!':ien! tSfE* c*mt,m n0S ,n" li Nuena e sus lilha Mari., e por isso nio-
guem a compre a Jos Gomes da Silva i...
saina, pois, oSr. coronel que essa mulatas
a lilna fui comprada no engenbo lina de Flo-
res no da 20 de BalOO p. p., sendo o dito
Jos Gomes all nica lo pelo rendeiro-do dito
engenho Msnoel Gomes da Cunba Pedru7S
nesls
sto
___0
criptun de Manoel Goncalves da Silva ruajJ""s"jrar"dg",pU"J[re10> ceno de
da Cadeia n. 39, ou com o capitflu a bordo 1 mllUli ,pPIrecir quando tal direito
esliver liquidado. Recife, 13 de abril ds
Srs. Redactores.Na Imprenta n. 77 d9
- um annuucio assignsJo
enrique Pereira de Luce-
lerva-los dos actos.
Principiara ss 8 horas.
- 11
Avisos martimos.
Segu ara o Acarac com escalla pelo
Cear o hiala Agma ten lo o primeiro Mito peol de probidade, e foi vendida nesl
toda a carga promplaje far a escala sehou-, modj, 3? mas nflo obstante tudo isli
ver poreflo de carga que convenha. o es-(5e ar gnlM uo ,nnui|C0f mesmo a-sin
Diicliirayoes.
Da ordem do lllm. Sr. director geral da
inalruceflo publica faco saber, que echndo-
se vaga a oadeira de instruccSo elementar
iio primeiro grio de Serra Taltiads, S. Exc.
o Sr- presidente ds provincia a mandou por
a concurso com o prsao marcado at o da 2
do prximo vindouro miz dejunho.
Fax-ss scieote a quem periencer,que por
esta subdelegada foi posto em deposito par-
ticular, um sendeiro ruzilho, OU cistmno
andrino, o qual ooi diss de Janeiro do cr-
rante auno foi dado para tratar por das em
casa do lenle Antonio Joaquim llabello
Pessoa, e como o homem que o enlregou
nflo voltou, e he aqui desconbecido, por isso
se faz o presente aviso, para quem sejoUar
com direilo ao dito sendeiro Ihe ser entre-
gese mostrar o signal do ferro ou mais al-
guna que porveutura tetina, depois de pagas
as desbezas. Subdelegada de polica do Cu-
ralo da S em Olinda, t de abril de 1852.
O subdelegsdu sup, lente
Miguel Jos Teixeira.
- Pela subdelegada de S. Jos do Recife
sesnnuncia a apprebensfio e recolbime'ato
cadeia deata cidade, do preto Agoslinno,
crsoulo, escravo, que declarou ser de Anto-
nio Goncalves da SiUelra.por sesoppdr fugl-
se entendersO os pretendemos.
Para o Matauhao em direitura.
Segu na presente semana o brigue escu-
ns Graciosa pode anda receber alguma car-
ga miuda ; e otTerece boas accummudacOes
pata passgelros;lrata-Si com J. B da Fon-
aeca Jnior : na ra do Vigario a. 23, ou
com o cspilflo ns praca.
Para a JJahia.
Segu com brevidade a escuna
nacional Adelaide, para a pouca
carga que Ihe lalt* trata-se na ra
do Trapiche-Novo n. 16, no segun-
do andar, ou m ra da Cadeia do
Recife n. a3.
-- Carregapsra o paco de Csmarsgibeou
psra Macei a barcaca Borboleta muito no-
va estanques do primeira carreira: trata-
ge'com o meslre a bordo da mesnii, fundia-
da defronte do chafariz no Forle do Matos e
na ra da Cruz n. 31.
. Para a Bahia-, sahe com a
maior brevidade possivel, o biate
Amelia : para o resto da carga e
passageiros, trata-se com os con-
signatarios Novaes & Companhia,
na ra do Trapiche n. 34.
t'reta-se
Para quslquer porto.al a Babia, ou at Cea-
r o hiate Ca jricooso de 37 toneladas, mui-
to veleiro e seguro de construceflo j trata-
as oa ra da Cnix o. 3.
Para o Cear
Segu no flm da prsenle semana o biate
Ligeiro ; para carga trata-se na rus .do viga-
rio n. 3.
Para o Aracsty
Segu por estes diss o biste Caplbsribe;pra
o resto da carga trata-se ns ra do Vigario
n. 5.
Para o Maranhflo segu nestes oilo dias
a escuna 8. Jos, forrada e pregada de cobre
pars o resto da earga,trata-se na rus da Cruz
do Recife a. 2.
1812.Mallos e Magalhfles.
- Fejesbino de Carvalho Raposo, eoibsr-
ca pars o Rio de Janeiro o seu escravo, par-
do, de nome Francisco.
Vm rapaz brasileiro, com alguma in-
lelhgencia das primarias, se olTerece P*>>
caixeiro da. loja ou armatem de assucar ou
oulra qualquer arrumagflo, ainda mrsuio
lora desta praca : quem de seu presttino .-'
qiii/er til s o annuncie.
-- Domingo, 18 do corrente, pelss 10 ho-
ras da niaiihfla, dessppsreceu um negro,
creoulo, de nome Joflo, com os signaes se-
gu i ules: altura extraordinsria, corpo regu-
lar, picido de bexigas pela cara, tem unus
cio.lrizes bastante grossas abaixo dos pel-
los, procurando as cusilas, proveniente!
de couslicus que levou por molestia : os se-
nhores cspitfles de cut[10 ou outras quaes-
quer pessoas, o pdenlo pegar e leva-Ios
.veo sonbor ns ra da Concordia, relinscao
n. *, que senlo gratificados generosa nenie
-- u aBeaixo ussignado declara a Srs. I'-
Maria Kiaacisca de Souza Ramos, que ofa-
lecido Dr. utonio da Silva Neves, nada Ibe
deve por ter sido pago o importe de sua con-
ta aoSr. Jos Maria Goncalves Ramos como
cousls do Kecibo.
ellino Goncalves Pereira l.ims.
Manoel Jos Goncalves, declara aus nao
deve cousa alguma ao casal do Sr. Jos Ma-
ria Goucalves Ramos, pois que a ultima con-
ta que com este senhor Uve foi pags en
No dia 23 de abril do correnlo anoo,
ha de arrematar em prars publica do Dr. juil
de direito da primeira vara do clvel, na casa
das audiencias, urna armaeflo de loja, ft-
nhorada a Lemos Amaral & Companlua por
execueflo de Gabriel Autonio, psra pasa-
mento dos alugueis ds mesma loja, escritao
Uaplisla. n,
precisa-se alagar urna cass terrea qu
tenha commooos para familia e que srja p
raas segulntes : Bella, Floient.na. Rods-
Camba do Cimo, riores, Concordia, e ioj
do Cano, e que seu aluguel nflo exceda J
H,0J0ra. nests typogrspbla, ou oa pv
da Independencia 11. 12.
MUTILADO J


.. Oabaixo assignado, ubdelegdo uo-
.lentaem exflicicio do curato d* S desla
Lade Je Olindt, faz sciente o respeitavel
blicn e ouem P'tnor, que pirda li-
L, co nome Francelini, da lilado 15 oo U
in'os natural d ierre doTelxoIra, condd-
O abaixo ataignado, pelo prese
clare, quo ten lo foito urna Rociada la
n.eio bilhale da Tigealrtia lereelra
des. Pedro da Alcntara, eoin varlaa pea,
son, entrando neate numero o .Sr. Rinanto
r- O abaixo assignado, faz ver (f> reanel-
Itavel publico e a tilma. Sn. I) MarlaFran-
3
=5
SH
lili to lugarS. Thomaou Buiandoita, dia-
Iticl'U J provincia da Parst.yba do Norte,e
!nl,reipndi.ia no lugar da Mara Semplicla,
5 iincto tiesta f. eguezia em o da 7 de se-
,,, lirn do anuo pioximamente lindo,acha-.
e il n presente em oaaa do abano essignl-
i, a dita oarda fui dalli conduxida por Vir-
tilo Juae Ferreira a Manoel Crrela, para
!fr re luzida a eervidao,pelo qne-foi o dito
Virginio preso no nieamn lugar do Mana
Simplicia", e proceado, livre em dezembro
Jodii anno pelo'jnry di mesma cidade, e
como '* ("esente nfio tenha ai Jo procura-
di por pesoa alguma, nem pelas autorida-
tt policiar reapcetta, a quem se fez
constar tul apprebensao, o aballo assignudo
nSo se retionsabiliaa por qualquer saluda
une rila possa taier desua o>aa, porque he
incapaz de estar em casa de familia, como
por ja lor lenta lo aahir oceulta pur algums
vezes. O abaixo assignado faz o prevena
,so, para que delle si nao faca em lempo
ilgum jiiizoallieio. Miguel Jos Teixeira.
__ Manoel Francisco Combra,
tendo-se recolhido ja da viagem ,
que litera o centro negocio
sen, faz saber, que se acha em
scu esiabeleciuieiito, como d aa-
tes, e que tem cessado os pode-
res, que dra seus procuradores,
os quses cordiajinente agradece
o bons serv9os, que lhe pres-
laram.
(KJtlClA.
Beroirdo Fernandea Vianna ,
gilmitte na sua aula meninos sem
distinefio de cor pagando quatro
patacas mensaes dando nica-
mente tinta e agoa, ou aquillo que
se ajuatar.
- jacinlho Duartedo Reg, rotira-se pa-
r Pctugal-
- Partidas de bilhar a O rs. de dia, e a
Mrs. da noule: na ra da Cadeia n. 10
quem sabe jogar.
- preciaa-sc de urna pesaoa para fszeroa
,HKn.s de iini janlim, segundo a planta
que lhe fdr apresentada na ra do Livra-
raento n. 33.
- Antonio Jos Ribeiro Bastos, retira-se n Mf p^j,,.,, de 0fic|aes de latoeiro a
pira o Rio de Janeiro 'serralheiro.
-- LuizCoelno da Mira, retira-se para o i _. p|0 d, o de marco p. p. desapp.receu
llio de Janeiro. .1,1 'da tenda de marcinrro do Sr. Luis Fernan-
- No boiequim da ra larga do notario des ruI de nor, um p.Minho de nome
Ayth.com uma oilava parte, ecomo por en" com o mesmo desde 1830, e desti data pra
gano se anglobaisem mala qust'O meio
hilhi'tea que nao portenoem a talaociedade
por isso o annunclante se .prega tm fazr
a prsenlo deca ragflo para que em lempo
algum possa ler vigor, cojos qust'O bilbn-
tea sao dos nmeros seguinles: 994, 993,
459* a 4589.
francisco Antonio Vieiraj da SilVa.
-- NapoloSo Gabriel Hez, ornbarca para o
Rio de Janeiro oa seus escravm Norato, ere-
oulo.de 10 annos; Luiz, creoulo; Antonio,
pardo.
J. B. da Fonseca Jnior, embarca para
o RI11 de Janeiro olaeusescravos Domingos,
limbolina e os de mador ida le Pedio e SI -r
tutho.
- Jos Joaqul 5i Fernandas, embarca par
o Rio de Janeiro Os seos oscravos Manoel,
Amaro e Mouifa.
GrstiflcacSo.
Pardeu-se em a nolie da quinta-fe.ra San-
ta 8 do coi rente, na igreja da CuncelcSo dos
militares uma carteira, aobre o grande de
cor parda, coolendoalgum dinheiro em e-
dulaa : roga-se pois, aquem a tiver echado
Jueira levar, ou mandar por pessoa ( anda
esronhecida), 4 ra da Penha n. 95, a luja
de 11 ve us n. 6 e 8 da praca da Independencia,
ou a ra Velh da Boa-Viata 11. 63, que alm
da quantla quecontinha dita caiteira se gra-
tificar o aeftado, levando-a com um reci-
bo, que ae achava dentro delta panado pelo
Sr. Vianna, em diferentes datase parcellas.
A mesma carteira tinha bilheles de vigilas,
com o nome do do 10 aquem peitence, que
por isso torna-te rouito fcil 4 entregar.
cisca de Souza Ramos, q>e no 11 ti uma quan-
tla deve no casal de seu mari lo O Sr. Jos
Maria Concalves Ramos por ae iehir quite
c4 nenhuma tranaacco mais taT com o
meamo, isto como mostrara se preciso lor
da conta com recibo qcetein em au podar
Manuel Buarque M. Lima.
-- D4-se de vendagem tzeite da carrapato:
na ra das Trincheiras, sobrado de um an-
dar n 40.
Na ra das Agoas Verdal, Sobrado n.
too, laaa-se, engomma-se, e coia-se com
perfi Trooam-se por dinheiro 700garrflnh
iiequ nas de mela gairafa : na ra larga do
Rozarlo n 37.
O abaiio asslgnado declara que nada
deve 111 Sr. Jos Mana Goncalvea Ramos,
por isso que saldou sua- cotilas com o mes
mo leuhor, no anno de 1819.
Jos Rebello Padilna.
Do-se pequeas quantias a premio, ao-
bre penhures de ouro.e prata : na ra da 80-
ledade Sobrado mugo u. II, a qdalquer ho-
ra do dia.
l'recisa-se de urna ama, que
saiba cozinhar, para urna casa de
familia : no aterro da Boa Vista ,
loja de calcado n. 58a
Madama Itoutier, modista france-
sa, na ra Nova n. 58.
Pelo navio ffancaz Cont Rogar recen-
tonieiito ohagado do Havre, recebeu um va-
nado aorlimaiito das ultimas modaa de l-
riz, a saber; neos ctiapeO de seda de todas
as cores os maialindos e ricoe possiveis.man-
gas da ultima moda, capellas de II
la para o pescoco, morabus pequouos
lluoa propilo para enfeilaa do cabe-
-O aballo assignado faz cenle an pu-l"..
buco, que uma dsa terrea, sita n Biqui-, ,0
mi., dejt.l'adr.0 dacidade da 01 inda, I'*/" j-, de ^nhoiV.TiooVca^oIihos e manlele-
toncantea Januano Antonio Costa, 'e ",01 fM prolos ue .rox e aples muilo eufiita-
acha hypothecada, e para quemoguemalie-J?-mi" ,le,Ba,e Je hlonde, panns mui-
gue ignorancia ae fez o presente annunc.o., c|)eoa e enfius j, cabeca.
Jos larboia de Souza. ^ ^^J [ v,tiem.i9 veatido do casa-
aa O cartorio dos orphaos mu-, menl0i Je |,,piijaJo. toucas de meninos e
dou-se para a ra da Aurora junto de mSwras, oaaotmboa do todas a.i,uai,-
u u _!; J f\f! dadea com perleiCHo e prego comtnodo.re-
ao Sr. francisco Antonio de un-jcebein.Ml0l,08omMe!, figurinos modor-
veira. |nsi que empresta a seus fregueses.
. Antonio arquea, Portugus r.t.r.-.S q ^J T .0, Sra.
parauaia. ...j.. IAcolonlatas que tem deliberado recebar em
UllICiaes. [pgamento da primeira preslac5o letras com
Na fabrica de Calderelro da ra do prum vecjaienlo, cujo praso nSo exoeda de 6
" mi'zes, oom o descont de 9 por canto au
anuo, at o dia 21 do correnti ; e desle dia
em oante recuera moeda legal al o liui do
mez As operaijOesg^rafS d6 banco piinci-
.. .iuiniin|uiiii..iiiiin ";",,"':------des na rus oe norias um paroionu ub nomo ,.iirj0 nn dia 1,* de maio prximo futuro;
n. 27, precisa-ae do um cozmheiro rorro,, ou M b,slani9 c|0l JM(j dien,e trra das 9 i(g nars da ma-
caplivo : a tratar no mesmo com rernanuo gtg0> d8 c8talur, regu|ar e oheio do corpo ;; una ile M g ,|a lame, na ra do Trapiche
Serela. Iquem o encontrar, quena conduz-lo a ra _
-- Carneiro & Ramoa eipo-tam para o 3, Pf,i(| leiCorrj andar do sobrado n. 55,
o da Janeiro, os seus escravoa Jos e Jose-
pha, ceouloa ; Joaquina, Cabra.
Preeisa-se alugar um moleque, ou pre-
la, que S'ja ladino, para o servic,o de uma
casa depouca familia : quem o liver, diri-
ja-se a ra doa Quarteis, loja n. 21, que se
dir quem precisa.
O Dr. i.ourenco Caetano Pinto pela
broviiiadc da sua partida, nSo pode de-pe-
dirse de todas as pessoas, que nesta pro-
rincia lhe liberalisiram provs deconside-
ncilo e amiza le, a por es-a 11.voluntaria o-
missao iiede IliesdescuLavalllangando-lhes
qua durante a s.ia residencia na corte se en-
chora da prazer de presiar-lnos os seus fr-
cos sentaos, pra convehce-las do quanto
se acha penhorado. %
-- Antonio Brn 15o da Rocha expor.ta pa-
ra o llio de Janeiro,- o seu escravo creoulo ,
de nom Joaqui n.
ThomazGould nSo p le ao partir pa-
ra o llio de Janeiro, despedir-se de lodos os
seus amigos e pessoa que o distinguiram
com a sua amiza le neala provincia, mas pe-
dindodlirs desculpa por essa falta contra-
ria sos seus desej'is, o s procedente da bre-
vidade da sua viagera, a>segura-lhes, que
ali se acara sempre prompto pira oceupar-
se em seu s> rvic;o e dar-lhes provas da
subida considerado e acrisolada gralidSo,
que Un s tiibuta.
Perdau-se um oitavo da 30." lotera do
Uonte-Pio n. 130, quem o achou poder en-
henar na praca da indnpendencia, lojs do
Foitunatoqueser recompensado^ pade-se
ios senhores cautelisla< que no paguem
sam se enteoderem eom o mesipo Sr.
Allcniao.
O abaixo assignado com venda no atierro
da Bua-Viala 11. 78, declara que nSo leve
[arle algunia na correspondencia publicada
110 Diario di 1'trnamOuco do 17 do correnta e
ncm lia representado 4 assembla provin-
cial ; mu- tendo dallado de vender espiilos
" iT'iiuc.lo lira/llena desle o primelrode
janero do crrente anno como ja fez ver
porquanto se v que o a b ixo assiga do nSo
11 -1.M1 sua assignatura e nem cooperou para
iienhuii a deltas.
Antonio Pereira da Costa Cama.
-- Os Srsi lente Paulino de Al incida Bri
lo e Domingos Caldas Rires Ferreira tem
carlas por lhe aerem entregues pessoalmen
'r : na piafa da Independencia n. li, e 8
Motel Kecife ra ou 'Trapiche
n. 5.
Neste Hotel se encontca com limpeza e
perfeicSo diiTerealea qualidades de iguarias,
vinhos de todas as qualidades, serveja, re-
frescos etc. Tem fJUSTloa eaalas decentes,
commodidades para hospedarla de quaea-
qoer pessoas que nello quizerem estar,
por lodo lempo qbe Ihes convier, ludo
isto por coanmodo prreo. A casa he freaca
esalubre, qualqucr nacional ou oslraugeiro
que se quizar aproveitar das commodida-
Uos queorferece o refeudo eslabelecimeuto
l'-icio a elle ae dirigir a qualquer hor
Ne^ta mesmo esiabelecimento se fornece
com todo o aceio, e pelo mais commo lo pro-
co possivel o provimeulo diario lars masa
da qualquer individuo, ou familia ou so
un nic. almocos, jamares e ceias segundo
rouvier aos intersaseos s assim como se
encontris comida avutea a quaUuer hora.
U Sr. Belarmino Firniino fawterra de
Mello dirija se son le no ignora para res-
gatar os seus pinliores valo tollos empenlia-
do por lempo de tras mezese aerem ja pas-
sados II mezei e sua senhurii no se tem
emportado com eate negocio por qoe siba
que os objeoioa nSo cobrem o debito de prin-
cipal e juroi portento queira no praso de 8
dlaa a contar da data deala irresgalar 05 di-
lospenhorealdo contranolaerllovenddos pa-
ra p (.Mnenlo do principal a juros, llcando
sua r'. obrlgado pelo reatante que filiar,
que se provara a vista do apurado em os di-
tos penborea.
No 1 rimoiro baile masqu do theatro de
S. Izabel peideu-se uma boicinha de relroz
rom 3 moedisbas de prala o 60 palumoelua
do marcar jogo, dOose aquem tver achado
as 3 moedas de prata,e quarando poda entre-
gar a boicionha neala ijrpographia.
I) apparcceu no dia 18 do crrante
mez, um cavajlo russo foveiro com cangalna
e um (landres de vender le te com alas ma-
nida dentro a 4/460 rs. qupm o aclur, u
delle der noticia.aununcio por esta folha ou
dirija-se a ra Nova n. 43, que so dir quem
o sqdono.
O Secretario do Banco.
M. i. da O.iveira.
que seii recompensado. Tinlnraria franceza
- Precisa-ae da ollloiees da latoeiro 1 na *,ln ., .a.* n 1
ra Nova n. 38. No aterro da Boa-Vista n. 17, tingem-se to-
--Nodiaquinta-foiradeendoencasanoi- da o qualquer fazenda, sena, a.aHIQaQj
te, perdeu-se uma aulceira de pedras deco- lioho, tanto em obra como em pi, e com
res engrastad.s : quem a adiar querendo tnuilo ace.o; assim como se "I*"'6***
restitufr, queira levar na ra Augusta, casa cas eoulra.qualqucr roups do pamifl1 que ti-
n. 60,qu recebara a gratillcacSo do achado. ver nodoas, pondo-so como novas e pur pre-
t No segundo andar, por cima do bi- f
Ihar airas do tKe.lro velho, se dir a.
quem he qua quer por arrondamenlo fa
J annual um siiiu,n quallenha boas ar- C"
a) vo-es quedm Iructos, eseja da Es-
f lancia at O Monlciro, ou Kstrada
I Nova. ti
t^* 15,000 r. e.Comer
coa muilo cuinmodos
Nj Trt mpo, ao vollar para a Soledade,
lado do poente, torceira casa depois lo so-
brado, se precisa da orna ama secca que sir-
va para comprar na ra.
- Precisa-so airendar por anno um sitio
que leuha arvoresque deam fiuclos, embu-
ta 11 c 11 do vi vend uo seja muilo boa;
para uma familia morarle quo pretende nao
s listar dos arvoredos asistentes, coujo
Na ra eTTrelU do Rotailo n. 43, precisa- plantar noves: prefere-se do Manguiutioa
sealunarum moL-que esperto e fiel para Beguir aio o Monteiro. ,.,.
o se'vico de 01 vete Ptecise-se de um cnxeiro que entenda
- PrVcsa-se do um homem, que no te-. de vendan na ra das Cruzes n. 20.
nhl raoii.ia.pars f-ilor do engenho, e d co-', -- Cumo jor vanas Vexes se tanhl cha-
nhecimenlo de sua conducta e capacidade 1 mado por este Ulano o Sr. K !>. P. C- para
noengei.no Novo da Mu. ibeea. P' e"os br.ndos ir ****jP
- Kreclsa-se alugar uma ama torra ou quant.a de 40.750 rs. q n *
captiva para o servico de uma ,iasa de pouca ciuco aunos no pateo do Terco o. ib, e o
familia : na roa da Concordia n. 8, leHuacSo mesmo senhor i.So lenha dado a m-",rs-
franceza.
Precisa-se de um homem que entenda
Je horta para trabalhar em um sitio no Poco
da Paoella : a quem convier,dlnji-ae aquel-
la fretuezia para tratar do ajusle : na casa
que flea por detrs da igreja matriz.
lisfaco a tal respeito, julgo que nao se po
deraetcandalisar se por meios juliciaesst
mandar oxecular.
- I'ede-se ao Sr. A. K. P. que venha en-
tregar o Pereira e Souz>, tendo ordem para
isso, desde 1849, no p.aso de 5 das, do con
Uo engenho Santos Mendes, proprie- irar.io vera seu nome pur extenso e tola a
dade doLaurenlinoGomesda Cu..ha no da historia.
17 de revereiro desle anno, desapparecau o frreisa-se alugar um primeiro andar
escravo Flix, creoulo, cor fula, de Mstt ou uma sala com quartos, nara residencia
annus de ida.le, suppOe-se ler em um dos.de um homem solleiro, sen lo da ruado Li-
paamarcade macho de crrante, 0 quaf. vramonto al o terco : quem tiver annuncie
esclavo foi comprado ao Sr. Luiz Jos da Sil-', para ser procurado.
va noChodeOnca. lia evidentes suspeltas Roga-se ao Sr. A; N. o favor de mandar
que 1 iguemn i>m acollado, o quese'vier a entregar os 8,000 rs. que recebeu do Manoel
raalisar-sa protesta o seu senhor exigir da1 BaplUla ha multo lempo, do contrario vera
pessoa que o liver acollado, to los os d.as seu nome porexienso nesta folha
de servico a 640 rr. diarios: roga-se as au-
toridades policiaes e capilSes de campo o
facam app.ehender, se lor encontrado, e re-
metier ao Sr. Lturenl.no no olio engenho,
ou no ftecife ao Sr Manoel Ignacio da Oli-
valra. que recompensara com 50,0U0 is. de
KralificscSo.
Aos senhores commerciantea
Chegando ao coni.ecimaalo do se
Camarina Mara da Conceic,So, parti-
cipa ao respeitavel nublirjo que seu marido
JooPadro da Rocha Carneiro, se schajul-
Ka.io prodigo, pelo juizo de orphflos deala
cidade e ella annunciante nomeada soa cu-
radora, pelo que qualquor negocio que com
elle li/crein he 1.ii.ln.
- Precisa-sede um feitorpara o engenho
S.Paulo, freguezia dos Afogsdos, e que le-
nna basiaole pralica dos survlcos d campo
nhor Antonio Carlos Pereira de Bur- 9 a d fiador a sua conduela: os pretendentos
<* gos Pouca Le4o, que alguam tem-se
ajf) valido de seu nome, para tomar la-
t sendas, elle pelo presenta faz declarar
fj) a quem convier, que por.couza ne-
Cjt qualquer nao aepresentar-se compe-
I tentemente autfcorisado pur sua lir-
DS.
9 dirijam-ae au mesmo engenho.
Preci*a-se alugar um pnmeirt) ou segun-
do andar de sobrado, que tenha commodos
para familia, e que aeja naa ras do Vlgario,
das Boias, do Apollo, do llrum, da Guia para
o arsenal, e largo da assembla ; quem ti-
ver aununcie.
-- l)a-se 2 a 3 contos de rs, a premio, sob
as condicOas que se exigirem : quem pre-
Joo Ca"ra"Augusto do Figueiredo loo tender, dirija-se a ra do aterro da Boa Vis-
abeito na ra de S. Fraiicisco uma cocheir ta n. 6, que se d.r* quem d.
sobre a adminislracSo do Sr. Thomaz Do-
natey.
Na ra estreita do Rozario n. 36, tira-
se pa.-sapoites folhas corrida par dentro e
fora da provincia c ttulos de resideucis por
preco comaioao e oom promptido quem
quizer dinja-se a mesma ra primeiro an-
dar das 6 huras da mauliSa al as 8, e a tar-
de das tres cm diente.
AVl>0.
Aluga-se por 14,000 rs. mensaes a casa
terrea 11.1, em Olinda ra da Biqoinha de
S. Pedio, muilo propria para morada de 4
senhores acadmicos por ter bastantes oom-
mod.is, e estar em bom estado : a tratar no
rec.fe ra doQueimado loja o. 37-A-.
Precisa-sade um caixeiro para venda,
de 10 a 12 anuos,d..s ebegados ultimamenle
Uo Pono : na ra da Senxalla Nova n. I.
mnibus na carreira de Olinda.
0 omnibua vai principiar suas viagens pa-
ra Olinda lugo que tema numero auicien-
te de assigni otes: as pessoas a quem inte-
resas r podemdirlglr-se a cocheirs da ra da
Cadeia de Sanio Antonio h. 13.
O abaixo assignado declara
que nada deve a casa do Sr. Jos
Maria Goncalves Hamos.
Jos aptista nraga.
Precita-se alogar um moleque, creou-
lo, de 18a 20 annos da idsdo, de boa con-
ducta, para sarvlco da copairo em uma casa
inglata : a tratar na roa do Vlgario n, I.
MOUNIIA
\ ito ol

Sobre lodo o mun 10 gira
Todos dormem com descanso
S meu paito he quem suspira.
Com mais tres qua.lras.
Posia de uma senhora: a modinha cima --
a sencitiva, valsa a pernambucana porka,
ludo em um folheto por 1,280 rs. : na im-
prensa de muzica, roa Bella n. 28.
Na tua do Vlgario n. 19, primeiro an-
dar, ou no largo da assembla n. 5, arma-
tom de tanooiro, junto a coeneira, ha para
Tender a superior cal virgem de Llaboa,ehe-
gada agora 00 brigue ConCeicjSo de Maria.
BANCO DE PEttNAMBUUO.
a direqtoria do banco de Per-
nambuco annuacia aos senhores
piar a recebe/ a primeira presta
cSo, conforme-determina os artiV
gol 3 e 5 dos estatutos no dia i5
de abril prximo vindouro, efin-
lisar o recebimcnlo no dia 3o do
mesmo mei. Os senhores subscrip-
tores de accCes, que as tem cedi-
do a oulras pessoas, Ihes passai3
um titulo de transferencia, que a
pessoa dever apresentar na occa-
sifiuem que vier fazer entrega do
dinheiro e o mesmo titulo deve
vir reconhecido por um tabellio.
Km tempo se annunciar a casa
onde se devem dirigir. O secre-
tario da ilirrccao, Manoel Ignacio
de Oliveira.
Na ra das Agoas-Verdes,:sobrado de
um andar n. 14, do-ae bolos de vendagem
a80rs. a pataca; bemeomoarmam-sa ban-
dejas com multo goslo, por preco mais eiu
coala do que em outra qualquer parle.
Quero quiter negociar trea ricos ro-
quetes crespos de can.braia de linho, diri-
ja -subo pateo do Carmo, sobrado do um an-
dar, por cima da botica, daa 6 as 8 da mi-
obla, ou das S da larde em diante.
-- Na ra do Vlgario n. 19, primeiro an-
dar, ain la teca para ven ler-ae cera em gro-
mo em barrlcaa assim como Flanella, e uma
pequea porcao dos suporlores vinhos en-
garrarados, Porto, Catcavellos, setubal e
doce para senil.ira em porcOos a vontade.
--Aluga-se uma sala com doos quartos
e com duas vislss, na ra do Livramento : a
trataroa mesma ra,no I.* andar do sobrado
o.t.
-- Arrenda-se um engenho dstan'.e desla
praca 9 legoas, com muilo boas trras de
plsntac.Oes, e cercados, moente e crrente,
vende-so he mesma occasiflo em que se flze.
o arrendamento, alguna escravos, Safra ,
criada, buiada multo boa, carros, e tudos os
uials utoncilios inherentes e necessanos pa-
ra a contmuacSo do mesmo estahelecmen-
to, e nflo ha duvida de se fazer lodo e qual-
quer negocio : a tratar no aterro da Boa-
Vista n. 43, primeiro andar.
-NopateodaR.beira deS. Jos, sobra-
don. 15 na loja; lavase e erugoma-se,
com toda perl'ei(So e aceio, e por proco
cominillo.
-- O procurador da cmara municipal
desla cidado do Recite, faz publico a 1 uln-
as pessoas que liverom 1 seu cargo cierra -
memos de cadveres no remit-no publico
quesedirijam ao passo da mesma camaia
lodos os oas utels das 9 horas da manhSa
as i da taide para obler-m as guias que a-
companhaai os cadveres, e daa 3 as 4 e nos
das santos e domingos, na ra do Sebo
n. $7.
Precisa-se de uma mulher
forra, que queira acompanharuma
familia pequea em servio, para
uma das provincias do Norte, alh-
ajando a sua conducta : a tratar
neta typographia, ou no Hospi-
cio, ptimeiro sobrado depois d<>"
quartel, offerecem-se boas condi-
ijcs no ajuste.
Aluga-se o rinezem por baixo do so-
bra lo n. 39, sito na ra da l'rsia, com duas
portas na frente e las no" oulflo, propio
para qualquer estabele imenlo, com espe-
cialidade pa.a loja de fazenda: os preten-
deutes tlinjanise ao segundo andar do dito
sobrado, que acbarSo com quem tratar.
O abaixo assignado faz s.-iente ao res-
peilavel publico, que tem aborto na ra dos
i.iu .rieis 11. 14 uma loja do armacOe), onde
acharao todos os ohjertos pertencentes
igreja, tanto para festividades como para os
acto fnebres, os quaes aluga para dentro
dsddaiee seus suburbios, caiiO.'sde pi-
nito de 3 a 9 palmus, lulo do n.olbor goslo e
o mais barsto pnssive
Marcolino Joaquim da PaixSo.
Precisa-se de uma ama de
leite, forra, ou captiva, para uma
casa de muito pouca familia : no
pateo do Terco n. ai primeiro
andar.
__ Os senhores Joao Thomaz
Pereira, Frn.cisco Joao da| Costa
Guimoraes, Jos antunes de Oli-
veira Luiz.de Moura Accyole ,
Antonio Pereira iniz, Jos dos
Keis Gomes, Jos Antonio de li-
veiro, Joao Francisco iUuniz, Ma-
noel Pereira Guimaries, Francisco
Antunes de Oliveira l queiram
mandar pagar o que devem, na ra
do Aragao n. 3a.
Ailencflo.
Pede-se encarecidamente ao senhor que
no baile masqu do dia 13 do correte achou
o punho o copos de um espadim, tenha a
bon lado de auuunciar sua morada para ser
procurado, dando-se-lheaa letras iuiciaes
que tem o dilo punho.
-- Precisa-so de um bom cosinheiro e
duas amas engommadeiras, todos forras: na
ra da Aurora caaa do Sr. Ellas Baplista jun-
io ao collegio das orphSas.
Francisco Mathias Perera da Cosa,ex-
polia para o llio de Janeiro os seus escravos
Tbome, Narciso e Ignacio, pardos, Manoel,
,vn1.o.10 e Miguel, cieoulos.
- J0S0 Florentino Coelho de Coz, embar-
ca para o Rio de Janeiro o seu escravo ala-
noel, cabra.
Luiz Coelbo da Silva, embarca para o
Rio de Janeiro o seu escravo do nome Ve-
nancio, pardo.
Hoja ha ver sor vete no bilbsr francez
da ra .Aova, e continuar todos os das das
6 l|2 horas da larde : as pessoas que l lo-
rem serlo servidas com asseio e prompti-
dlo, o sorvete ser sempre daa meloores
fructas.
llaverS de hoje em diante sorvete uo
boiequim doa arcos, junto ao thea.ro de S.
Francisco o continuara todos os das das 6 e
meia boras da tae: os freguezes sarao
servidos com asseio e promptidAo, o sorvole
ser sempre das melhorea Trueles.
Jos Paulo da Fonseca, cidadUo tirasi-
leiro, retira-se para Portugal
A pessoa'a quem lhe fallar um cavado
em boas carnea, pode dirigir-se a Estrada
Nova, que dando os signaos Carlos, lie ser
entregue por Chrialovjio Gomes da Mutla.
- Pieciss-se faltar com o Sr. Francisco
Candido de Souza II .rboza, lillio do Sebas-
Uao Jos de Souza Baiboza, chegado a esta
cidade em fe.erelro de 1842 na barca Bella
Pernambucana, que fot caixeiro do Sr. Re-
gord, e dep.iis de uma casa de comniercio
iogleza na ra da Cruz. Ao mesmo senhor,
ou a quem delle saiba, pede-se queira diri-
gir-se a casa n. 6 defrunle do Trapiche Novo
ou auuunciar sua morada para aer procu-
oosi,termo de Porto-Cilvo,provinoia daaili-
i usoravodbra de nome Concalo, pedilo pa-
ra o comprar o qual conressa sor do dito 8r.,
para,que manda buaoar o dito escraro eu s>
quizer vender declare o preco, narto de que
ilo serespoude por fuga do mesmo ou 00
tro qualquer simstro : pude-se antenteiidei
no dito engenho Ferricosa nu nesta pra(a ni
ra da Cruz do Recite n, 84.
Joaquim Antonio Carneiro de Souz
Azevrdo vai ao Gear com sua familia e uma
escrava .lo nome Gaooveva.
~ 0 abaixo aasignado, como procurador
ai Sr. major Joaquim de Pontea Marlnl.o
declara a Sra. 11. Maria Francisca de Souta
llamos, que o mis no Sr. Puntas nada dore
portero abaixo assignado pago em 10 de
noven.bro de 1849 como consta do recibo
que tem em seu poder.
Luiz Antonio Pereira.
11,1o-so 100,000 ra. a jurua com peoho
rea deouro e prata : no pateo do Paraizo.re-
fluacBo.
A ptssea que annunclou no Diario de
15 do correute ter uma casa terrea para Ten
.lerno halno da Boa-Vista, dirja-ae a ra
da Prnha n. 23, segundo andar, que se dir
quem compra.
OITarece-se uma mulher para o ser-
yico interno de uma casa, que seja cuidado-
sa e capaz : na ra da Cale.da, sobrado de
um andar de frente Amarella.
Precisa-se de nin preto que
aaiba co-inhar e fazer o sen ico de
casa de homem solteiro (de conduc-
ta conhecida) : quem o tiver diri-
ja-se a travessa do Vgario n. 1,
loja de barbeiro.
U abaixo assignadn fax publico que o
Sr. Antonio Joaquim Ferreira de Souza na-
da deve ao casal do Sr. Jos Maria Goncalves
Ramos. Manoel Joaquim Ferreira de Souza.
Lava-se e engomma-se com perfeicao
e por preco Rasoavei: na ra da Senzalla
Vcii.ii n. loo.
Est justs e contratada a compra de um
sobrado oe ddous andares no becco do bur-
gos n. I, quem tiver alguma cousa a recla-
mar cuteuda-su com J0S0 Alves de Souza :
na ra da Senzalla Velha o. 68, ou 94, no
praso de 6 diaa.
-- 0 Sr. Jofio Nepomuceno Ferreira de
Mello, tem uma caria na praca da Indedon-
dencia, livraria ns. C e 8
A US DEiNTES.
J. A. S. Jsne, o liem conbocido dentista,
nesta prace a 12 annus,pode ser procurado
na sua esideiicia ra Nova n. 14, primeiro
an lar, pa.a lodos misteres de sua arle, nSo
s em sua casa.como fora della.
Janlim das humas.
Sabio luz o quarto numero destejerlo-
dico cometido como os tres primeirs ma-
terias de nstruccSo e de recrelo. Acompa
nha a este uumeio uma estampa grande
curia de lindos riscos de bordados impres
sos em Unta azul sobre campo amarollo. As
aasignaluras recebem-se na ra larga do Ro
Zaiioo. 35, primeiro andar, a rszao de i
ra. por sene de seis nmeros.
--Osbanos assignados moradores na ci-
dade da Parahyba do Norte la/0.1, scioot.
ao respe.tavel publico o especialmente ao
corpo de commorcio d'essa praja de Per-
nml.iiro quoachaodo-se em li (uidacSo di
suas coiitas alim de dissolverem a socieds-
deque tem u'rsta cidade em o eslabelec-
aienlo de f.zen.lasque gira sob a lirmadi
vi.ivi Coi mu fies ct C. o leudo | ii.:o todas
as dividas peiteiicentes mesma sociedad
se algue.u no obstante so julgar ere lor d
mes 11.1, aprsenlo as suas cuntas legalisa
das dentro do prazo de vinte 01a* conla
da data desle Qndos as quaes os abaiios as-
signados seuflo lesponsabiiisaiu por divida
alguma. Cidade da Parahyba 14 de abril
de 1852, Maria Uinbel.na Fernandos
Jos de Azevedo o Silva.
- Aluga-ae un armaiein, 011 caaa terrea naa
ras arguintea: travesaa da Madre de Deua, A-
uiorini, Mueil 1,1.iq.pa, ou Coala; afallar nolar-
go da aaae.ubla n. *.
i'i cvmo-.-o a todas as pessoas que de-
vem a extinta loja de Francisco Concalves
da Silva Peieira aita na ra da Cadeia do lle-
c fe n. 40,onde outr'ora foi a do Sr. Joaquim
Goncalves Cselo, hajam de vir ou maudsr
pagar na mesma ra, loja de miudezas n. 7,
Isto no praso de 8 dias contados desta data,
e os que as-im nao cumprirem, Dudo este
praso,se. Su diablados por este .liaru, Icclu-
randu-se seus numea, quantias, e muradas,
todo por ealenso, visto u3o ler podido re-
ceber particularmente.
Compras.
Compra-so papel de embrulho, (impres-
so-) na praca da Santa Cruz na padaria de
aixo do sobrado n. 106.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos de idade de 8 a 25 annos, pagaee bem :
na la das Larangeiras n. 14.
Ousemiras de cores.
Vendem-se superiores corles de caifa de
casemira da cores, padres moderno, pelo
barato pre00 de 5,000 rs. : na loja'do aobra-
lo amaralio, nos Quatro CHRos d#rua do
Qdeiaiado n. 29.
Palitos pretos.
Vondem-se palitos d panno preto e da
cor forrado de seda e debrunhados de fita,
or preco muilo commodo, tendo ptelo
iara escolher : na tuja do sobrado atnarsilo,
nos Quatro Cantos da ra do QueiaMdo
a. 29
Vende-se um ptimo relogio patente
inglez, eum excelleme ooulo de alcance:
quem pretender dirija-so ao armazem dets-
boado, defronte de S. Fraoalsco.
Ad niracao.
Vendem-ae na loja da ra do Creipo n. 10,
palo diminuto preco de 1,500 r. cada um,
ricos chapeos de sol de panninho de coras,
obra prima para senhoras o meninas; cha-
gen) a tiles antaa que *e aoabem.
Vendem-se palitos de psono
Uno preto e de cores, forfadosde
setim de maceo, viudos ultima-
mente de Pariz, pelos baratsi-
mos precos de jo,00 j rs. : ai ra
do Crespo, loja amarella n. t\, de
Antonio Francisco Pereira.
Caogalh.
Vende-se om boi de cangalha muito bom
serve para carroca ; 00 principio da estrada
dos Aflilos do lado eaquerdo 2: casa.
* Vende-as uma propriedade de lagoa a
meia de fundos, para o Norte com novecon-
tas bracas de testada, demarcadas, todas co-
bertas de mallos grossos conlendo mmtas
malas virgen com alguma caaa de Taip,
no municipio da Tilla do Pilar proTinoia da
Parahyba do Norte, no lugar denominado
Escsrlate; ierra oplimaa para agricultura
do paiz ; quem a pretender dirija-so a esta
praca do Recife a fallar com Jos Herculauo
de Carvalhn, seu legilimn proprietano : na
ra larga do Rozario lercelro andar aobrado
n.ss.
-.Vendem-e dua famosa roda de sien-
pira para moer mandioca, uma dall as f'rJ"
da de cobre, o pelo ridiculo preco de tigooo
amba, assim como carretas de ferio
para engenho 10,000 rs. cada um* ,
aquilhOea de Tror por 30,000 rs.^afada
um, edos ladus a 15,000 rs. Tcnoem-se
por lo diminuto preco para ecebareser
ja resto : quem pretender dirija-* a ra lar-
ga do Rozario loja de miudezas n. M, que
se dir.
Vendem-se na ra do Queimado n. 1,
os mais ricoe Teslidos de cambraia com bar-
ra e com babado o maia aopenores que
ha no mercado a 5,000, 5.500e 6,000 1% el-
da corle, venbgo ver a fazenda que nlo dei-
xar de agradar.
Vende-ae um cavallo castanho muilo
bom baxeiro, e muito gordo: na praca da
Independoncia n, 12.
Vende-se um cavallo ruco rara carro,
tem muilo bonita figura, e em boas carnes :
na praca da Independencia n. 12.
Fuuileiros.
Vende-se a teda no paleo do Carmo n.
5. a qual tem armacBo, ferramenta para dois
offlciae, e algumas obras : na ra Nova n.
38, sejlir quem v nde.
A 3,000 rs.
Panno uno preto de pura lu a 3,000 r.
o covjiIii, com um pequeo loque do averia
que senSo conhoce, duo cor de cff, verde
.ouito linos a 4,500 rs., corles de caaemira
de gosto mo temos a 5,000 e 6,000 r. cha-
peos de seda franoezas a 5,000 rs. 1 na ra
do Crespo ,loja amarella n. 4, do Antonio
Francisco Pereira.
A 700 rs.
Alpirc-i emfestada de core para pililo,
a vestido de montarla p.ra senhora a 700
rs o cova lo, merino preto ver.lo, e azul,
da inelhor quali lade que tem vindo a este
mercado, a 3,500 rs. o cova lo, aloalhado
adamascado branco, e pardo a 1,280 rs. a
vara ; na roa do Crespo loja amarella 11. 4,
de Antonio Francisco Paieira.
Ao bom gosto.
Ricas cambraiaa de cores de organdy pi-
ra vestidos de senhora a 500 rs. o corsdo,
cassas francesas de corea lisas a 400 ra. cor-
tea de Douralinasescossezas com 16 covadoa
tes oe
alO.OuO rs. os msis moderno, rico touca-
dinlios de Oletea de retroz par adorno das
cabee is de senhora a 5,000 rs e outns mui-
las fu/..'odas de gosto: na ruado Crespo loja
amarella n. 4, de Antonio Francisco Pereira.
Veude-sa uma bircaca bem aparelhada
e prompta navegar, por preco commodo *
a fallar em Fora de Porta, obrado n. 141.
Sorrelesdi II huras do dia 10
di noilea 160 rs.
J^* Na roa do Rozario Estreita n. 43 con-
tinua a lar lodo us diaa sorveleada diveraas
fruotas, pelo preco cima por issoos aman-
devem to-
afugeutar
apestada febreamarella.
Veodem-se manteiga inglezi noTa a 560
rs., banha de poico a 480 rs., cb Ilyson a
'--UCoTpr.-eum peta que .ib. cos- tesdest. bailo regalo vida,
..reengomrn.r bem, e que tenh. boa ma-lo lodos os di.s, que he p.ra
%?? na pra.adalndcgendencia, loj. '^^ZZ^ ingIeI.
' Compra-.e um. pretl e id.de que ..ja P' ; '
quiu,,deir. quo no tenha sc.,,=
vicios na ra do Vigino n. 20, segn- rg d||| redunJ; m m dlUs grindea
condacta: na praca da Independencia
n. 3.
Compr-e uma preta lie idadequeseja
boa
ncm
doandar. _,.. la 14oVs da dosse a 180 r*., "linguioa a 400
Lompram-se a pretas mo5aS|rs ,iPOSaaiOr ..toucinho de Lisboa aSiO
de 15, a a5 annos, bonitas figuras rs, srroz de itaranhao a 80 r., rarjpjii de
e de boa conducta sendo urna
perfeita engommadeira e cosinbei-
ra, e outra mesmo sem habilida-
des ; agradando nSo se ollia a pre-
go paga-se muito bem: nu ra
jNovu n a3, loja.
- Comprase urna casa terrea que lenha
quintal e esteja om bom estado, sendo bom
varejada e nos lugares-varadouro e pateo do
carmo: a rtslar na ra do Rozario n. 30, 3."
andar
Vendas.
aar-
accionistas, que8ubcrevvtmac-[r\lf.M.MioSrj joao Alves Nobrega.mo-
cOes, que tem deliberado princi-.rsdorem Epinhira,qu no engenho Ferri-
MUTILADO
Lotera do lUo de Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n. 4 ven iein-se bi-
Ibetesinteiros, meios, quartos, oi-
tavo e vigsimos, a beneficio da
a3. lotera do theatro de S. Pedro
de Alcntara; ditos inteiros,meios,
quartos, oitavos e vigsimos da 3o
lotera do Monte Po, que vem as
dua* listas no primeiro vapor do
Rio.de Janeiro; na mesma lojare-
cebem-se bilhetes premiados em
troca dos que tem a venda e mos-
Ira-se as listas.
__io segundo andar do (obrado n. 24 da
ra do Livramento aoha-se um aajio e pos-
sanie escravo da naci, e bom canajeiro.sem
vicio etc., para ae vender quem b quizer
comprar dirijas a referida casa que se lhe
dir a razio por qua le venda. Tambero se
vende uma oanoa de carreira do servico do
meamo escravo.
Marenhilo a 80 ra., dita de Aramia a 200 rs.,
pacas a 160 e 980 r* milho a 100 ra. a cuia,
arroz com casca a 100 rs,, feijlo mulatinho
e preto a 240 rs., velas de carnauba de 6 e
9 a 280 rs., espermaeelede6a640rs.,quel-
jos hotos a 1,000 rs.: 00 pateo au Carmo
taborna nova n. 2.
Vendem-ee 1 balanca grande nova e
com pouco uso, e 7 arrobas da pazo novo,
aOridos oeste correute anno, e que serve
para venda, padaria, ou outro qualquer es-
iabelecimento, por preco muito commodo :
na ra do Vlgario n. 21 segundo andar.
Vende-se ou troca-se por propriedades
nesta cidade, e mesmo arrenda-se annaal-
mente o bem couhecido sitio du padre Fran-
cisco Jos da Silva em Raberibe, com 2 ca-
sas, estribarla multas arvores de fructo, t
pequea meta, baila de oapim, a todo cer-
cado de limto : a tratar com o dono na rus
do Caidereiro n. 64.
He de milho.
Vendg.so bolacha de milho propria para
escravo a 1,280 a arroba: na roa eslreita do
Rozario n. 13, padaria que foi do Cunta.
Gambraias de seda.
Vondem-se cortea de vestido d cambraia
de seda novos padrOe, pelo barato preco de
8,000 rs., tenlo sorlimeoto para escolher:
na loja do sobrado amarello, nos Quatro
Canto da ruadlo Queima.lo o. 29.
Vende-se urna ose.ava com 84 annos,
bam robuata e diapsta para todo servico,
sem vicio algum, com dou molaques bem
nuttidua de 4 e 5 anno : quem pretender
dirij-o a ra larga do Roz.ro n. 38, ler-
ceiro andar.
-- Vendem-se S esoravos de idade 20 30
anno de ledo ertioo de campo, 1 mulata
moca de idado 22 anrios.eogomma liso.coze,
cosinhi o faz doce, 3 escrava mocas de todo
servico : na ra ireita n. S, ,
Vendem-se 2 cordOea grossos de ouro,
por preco commodo : na ra Nova, loja de
alfaiate 0. 28.

I il
?



*

Antigo deposito de cal
virgem.
Na rua do Trapiche, n. 17, ha
muitoVipior cal nova em pedra,
heaada ltimamente de Lisboa:
tamben se vende potassa da Rus-
sia, nova e de superior qualidade.
Vende-ie relina de angico em porgoes
e 1 libre, multo barata : n ra d Cdele,
loja de J0S0 Jos de Carjrelho Moraes.
Veode-se banha de porco de Ierre mul-
to euperior e 4O0 re. e libra: na roa do Rm-
gel n. S5, onde ee vende cime de porco.
A. Colontbiez, eom loja n. a ni ru No-
ve, airee de matriz, tem pere vender-se <
dinheiro avista, ricos encerados de bonitas
coree de a 12 pelmoe de largura, que ser-
r para ooborle de pianos, e meses Je Jen-
ter.
Fio desapaleiro.
Vende-se (lo perdo e 600 re. a libre ; di'.o
amarello a 1,600 re.: no aterro de Boa Via-
a, loja n.-58. .
Heme lio pira os quebrados.
Vendem-ee na ra Nove, loje n. 2, boas
rondee, forradas de cemurce.
Vendfa-ee n ra Nova, loje n. 2, bons
charutos de ven, ricos leocosde sede pere
senhora, bonites grevela para a rapazada
de bom gosto, e muites outras fazendis.
Vendem-se duas.propriedades com sitio
na estrada da Ce punga nove, sendo urna ul-
timemente acabada demutto bom gosto: e
treter na ra do Livramento, botice n. 39.
Vendem-ae sepetos de lustro pere se-
nhora a 1,200 e 1,000 re ditos para menina
a 1,010 e a 800 re., ditos pera homem a Sg
rs.: na ra da Cadeia doRecife n. II, loja.
Vendem-se a moredee de ceses lerres,
urna ne ru d- Cruzes n. 7, outra na ra do
Cilabouce n. 2: na ra da Gloria n. 91, se
dir quem vende.
Nova fabrica de chocolate.
Em a nove fabrica de chocolete de me
dasTrinxeras.o. 8, ao p de metriz se en-
contr o chocolete homeoptico aprovedo e
aplicado peloe Srs. Drs de homeopata, o
grande chocolete heepenhol flno amargo.di-
to entre fino temperado.chocolate para odia-
rlo, ch preto homeoptico, che de india
inuiio superior, catT moido.puro, dito de
sevada, caff de carocO e cevede em grao,
anucar refinado e carogo.de toda qualidade,
charutos da Behie, cenella muida, puxim
em favae, farmhe de mendioca, dile do Ma-
ranhflo, eto.: na mesma se diz quem vende
a colli-cSo inleire desle Diario de 1851, e o
primeiro Quertel de 52, tambe.ni se vende
ume porcio de sacos vazios e percisa-se alu-
ger um preto.
Ferinhe de mandioca.
Vende-se seccas com superior familia de
mandioca a precos rasoaveis: e treter com J.
J. Tieso Jnior ru do Amorim n 35,
Vende-se u i>. cabriole! muito maneiro,
com todos os seus bous apirelhos: a fallar
com Jos Pires de Horees, ru da Cadeia Ve-
lhe,loje de ferregens.
Vendem-se relomos do ouro e preta de
ptente suisso, do melhor eutor: em caae
de Scbafneitlin & Tobler, na ra da Cruz
n. 38.
.Na ra da Cruz, armazem n. 33 de Luiz
Joa de Sa Anujo, veode-se em saccae de al -
queire ferinhe de Santa Catharina e S. M-
meos, quem lever aaicca fice muilu birato,
ist pera ae fechar conlag.
Vendem-se os verdideiros selins in-
glezes, ptente, de molla e sem elle : na
ra da Senzalla Nove n. 42.
Gesso.
Veoe-se gesso em barricas, chegado ol-
timeniente : em casa de I. Keller & Compa-
nbia, na ra da Cruz n. 55.
Na loje das seis portas.
Continua a vender cissa prete a 120 re. o
covedo, ca-sa dequadros, para cortinado e
babados a 240 rs. chiles a 120,140, 160, 200
rs. riscado francez para vestidos ejaquetis,
a 160 rs. o covado e todes es meie fizendas
por prego commodo.
g ARADOS AMERICANOS. f
Vendem-se arados ame-
ricanos, chegados dos Esta- J
* dos Unidos, pelo barato pre-
fj 90 de 40,000 rs. cada um: na |
ra do Trapiche n. 8. ^
ejj49tj>a44f#4r*rti9
Vende-se urna parelha de cavallosela-
zKos, je ensinados pere cerro : ne cocheira
do Luurenco no fim da ra da Guia, ou na
ra da Cadeia do Recife n. 42.
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58, junto aoseleiro,
vendem-se sapatOes franceses, de courode
lustro, da ultime mode e 5,600 re. o per ;
sepetos do Arecity e 800 rs. ; superiores lu-
fas de pelice, pera senhora a 1,600 rs. o par;
ditas para homem, muilo novas, de ponto
ipglez e 2,000 rs ; ditas a 800 rs. o per ; es-
cdvaa para denles unes; potes de porcelane
com banha; frascos com cheiro; luvas de
torcel; cortes de tapete; si petos de dito pere
homem; BepetOes Je lustro s 2,500 rs. o par;
pella de lustro e 2,400 rs. ; essim como se-
petos pire senliore, tent de marroquim
como de luslro, e pere menines feilos nu
pan, o que ludo se vende muilo em conta,
alim de apurar-so dinheiro.
SapatSe* de lustro, para meninos
de 6 a 12 annos,
no aterro da Boa Vista, loja de
calcado n. 58, junto ao seleiro,
vendem-se sapa toes francezes de
courode lustro, para meninos de
6 a n anuos.
Vende-se, por preco muito
commodo, cal virgem de Lisboa,
em barris, muito Lem acondecio-
nada ; fumo em folha para capa
de charutos; papelo para fabrica
de chapeos : trata-se noarmazem
de Jos Joaquim Pereira de Mel-
lo, no caes da Alfandgi n. 7, ou
com Novaes & Companhia, na-ra
do Trapiche n. 34.
Familia barata.
Vende-se a bordo da escuna Mirie Firmi-
na, fundiada defronte do cees do llamos,su-
perior farinha de mandioce de S. Halboos,
por preco commodo para acabar: trala-se a
bordo com o capilSo, ou com Luiz de Si
Araujo, na ra da Cruz n. 33.
'o||an op jieiad uunbeor
uiofop 'e8opuj|e ap lumbsMp uiezeune
ou : tqsjA e ojjaquip 'eaoes apea u oos'S ep
'lilenj ap aquijej juuodng
Vende-se vinho de chainpa-
nhe legitimo e de superior quali-
dade : em casa de J. Keller &
CompanWt na ra da Gruz n.
55.
Velas de espermacete.
Vendem-se velae de espermacete, em oii-
xinhae de 20Ubres: na ra da Cadeia do
Recite o. 48.
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aos amantes dos bons charutos.
No aterro da Boa Vista n. 46,
loja da ferragens, chegou um gran-
de' sortimento de charutos, dos
mais superiores, que ha na pra;a
da BahM, assevera-se a qualidade
serverdadeira, e n8o falsificsdos,
como por ahi apparecem ; assim
como vendem-se mais barato do
que em outra qualquer parte, ^-
proveitcm pois a occasio que^ft
qualidades sao asseguintes :%
boa fua, cata florep, primorosos,
emilios finos, superfinos, fama da
Babia, flora, regala, quem fumar
sa ber, fama v
Deposito la fabrica le Todos os
Santos na Baha.
Vende-se, em casa deN. O. Bieber C.,
na ra da Cruz n. *, algodo traneedo da-
quellarebrice, muilo proprio pera saccoede
assucar eroupe deescravos, por precocom-
Superior farinha de S. Matheos e
muito nova,
Vende-se a bordo do hiele Ceprichoso, fun-
diedo em frente do cees do llamos, e ne ra
da Cruz n. 34.
Deposito de panno d.i algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por pre;o commodo
o bem conhecido panno de algo-
dao desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de Novaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 3 4.
Tachas de ferro.
Na fundicHo de Aurore em Sent Amero,
e tembem no deposito ne ru do Hrum logo
ce entrede, e defronte do arsenal de meri-
nhe he sempre um grande eorlimento de
lechee lento de febrice necionel como es-
trengeire, batidas, fundidas, grandes, pe-
quenas, razas e fundee ; e em ambos os lu-
gares eiistem guindastes, pare cerrrgarca-
noee ou cerros, livres de despeze : os precos
sSo os mais commodos.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vonde-seeetecompendio.spprovadopara
asaulasdeprimeiree letras, a 480rs.: na
prer;a da Independencia, livrerie n. 6 e 8.
' Barateiro do Kecife.
Ne ra da Cadeia du Recit loja n. 50, ven-
dem-se cortes de magnificas sedes prelas,
lavradas, recentemente chegados, corles de
Chites achemaloladas, manteletes prelos
chales de seda de cores, grandee e pe-
queos, mentes, de seda, sarjes prelas, lu-
vas pteUs de torce I, e do seda de cores pa-
ra Sra., ditas e sede, e pelice pare homem,
grevetae pretes, coletes de cesemire, cem-
breies delinho muilo fina, ludo moderno o
bom, assim como outras muites fazendas,
que atroco de dinheiro se venlem por oa-
retissimos precos, bem como pannos azul,
verdee preto paraceseca, palitos, e farda
de 4,000 a 6,000 rs. o covedo, diloe mescls-
dospere palitos e para acabir a 1,800 re. o
covedo, e cortes decesemira de cores e 4,000
e 5,000 rs. o corte.
-- NoPesseio Publico n. 15, vendem-se em barris de quarto, quinto e 01-
saccos com alqueire de milho, pelo barato lavo nQ armazem de Jos Joa-
^ma^S;errrvelas de car- quim PereU de Mel. no caes da
nauba, que tem apparecido no Alfandega armazem n. 7 ou
______J com IVovaes & Lompanhia, na ra
mercado. r
Veudem-se veles do carnauba, vindes ul- do Irapiche n. Jq.
timamenle do Cear, de superior quallda- Baratissimo.
de, em calas de 33 libras, a 9,000 e 10,000 Vende.se um tcrren0 rua d, Aurorl j4
rs. a cana: na ru do Crespo, loja e8" ilerrido tendo fundo at a rua do Hospi-
quina, que volle para a cedea. ci, e frente 55 palmos: tambera se vende
VillllO (le Champagne, 's a ru de Aurore: a (reterna prace de In-
esuperior auelidede : vende-se no arma-dependencia n. 17.
em Kelkm.na IrmSos Ru. d. Cruz, n. 10' No escr.ptorlo de M.noel Joaquim Re-
n.iu Knnlana I mos e Sllv n* Tat deCadeiedo Recife,
rannna ronianu, | vende-se por pre^o commodo cel virgem de
chegeda ltimamente: om casa de J. J. Tas- |.ghachegada no ultimo nevio, bezerro de
so Jnior, na rua do Amorim'n. 35. |UStro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
(jobertores de algodo. ciia-iuras do Porto, pannos e casemias
Superiores cobertores de algodSo de di- do Ifle.^
ferentes cores, tecidos a dous Dos, muito
grande, tem todaepplice(o em urna case do
familia, por servir pare meza de engom-
mado e forrar cernes e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto preco de 1,440 rs.: na
rua do Crespo n. 6.
No armazem de rua da Moda n. 15 ,
vende-se cal deLirboa em pedre, a mais no-
P
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Vendem-se, por pre^o com-
modo, superior vinho do Porto ,
He tao barato,
Que laz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na rua do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-so panno lino preto, a
or meno preco do que em outra qualquer
parte.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na rua
da Senzalla Nova n. 4a.
Pechincha.
Na loje do Pesseio Publico n. 15 vende-
se superiores! virgem, chegede ltimamen-
te de Lisboa, por prego muito commodo pa-
ra acabir.
.Momlios de vento
com bombas de repuxo para regrar nortes
e beixes deceplm ne fundicSode liowniaux
& H. Calbem: na rua do liruiii ns. 6, 8 e 10.
Lotera de M. S. do Livramento.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 > vende-
se um resto de bilhetes inteiros ,
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos 3,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
CHA PRETO.
Vende-se superior cha preto,
emcaixaade 3o libras cad* nina :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
rua do Amorim n. 35.
Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas de 4 a 6
palmos de altura ; vinho cham-
pagne de excellente qualidade a
40,000 rs. o cesto: na rua da Cruz,
casa de Avrial Irmaos.
- Vender urna lerava do 20 annos pou-
co mais ou menos, CoSinha o diario, ensa-
boa.engomma e cose x3o, quem a pretender
dinja-se ao pateo do Carato sobrodo noro
que volle pera a rua de Orlas, n. a, segundo
oodar.
rs.; dito cor de rep, e 2.600 rs. ; ceseoti
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10.000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; merino preto
muilo bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tes de cesee chite muito bonitos, e 1,920
rs.; e outree muites fezendes por prego
commodo.
Vende-se um terreno ne ru da Aurora
rom 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tendo cees de lijlo a beira mar, (cando en-
tre as casas dos 11 luis. Srs. Gustevfio Jos do
llego e Francisco Antonio de Oliveira: os
pretendentesdirijam-se a rua das Torres n.
8, primeiro andar.
Grande sortimento de fazendas
baratos.
^ Pinno lino preto a 3,000 rs.; sarje prete
hespenhole, de superior quelidede a 2,500
rs. o covedo; eetim preto meci, muito su-
perior e 4,000 rs. o covado; elperca, muito
lina e 640, 800 e 1,000 rs. o covado; cassas
de flores brencee, propries pere cortinados
de cama, com 8 112 va ras e 3,500 rs. e pega;
cassas chitas a 2,000 rs. o corte; tangos de
cambraie delinho, pere homem e 480,560 e
640 rs.; riscado assentadoem metim, pr'o-
prioi para rOpe de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outras militas fazendas em conta : na
loja da ru do Crespo n. 6.
Deposito de cal virgem.
Cunba & Amorim, na rua da Cadeia do
Recite, n.50, vende-se barris com supe-
rior cal em pedre, chegada pelo ultimq
navio d Lisboa, por menos prego do que
em outra quelqner parte,
(jasa de commisso de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commisso, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se offerece muilas garantas
a seusdonos -na rua da Cacimba
n. 11, primeiro andar.
Arados d ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amero,
vendem-se aradosdeferrode diversos mo-
jlos.
Hap Paulo Gordeiro.
recentemente chegado do Rio de Janeiro:
vende-se na rua da Cadeia do Recit loja n.
50, de Cunha & Amorim.
{iiiiiao.de iNaiitua a
800 rs.
Vende-so a historia de SlmSo de Nentue,
e 800 rs. : na hvraria da prega da Indepen-
dencie n. 6 e8.
Potassa americana.
No entigo deposjto da esdeie velha, n.
12 existe ume pequene porgSo de potessa
emericana, chegade recentemente que por
superior rivalisa com a da Hussia.: vende-
se por prego razoevel.
Mullidas superiores.
Ne fundigSo de C. Sterr VCompenhle,
em S.-Amero, echam-sea venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
ronstrucgSo muilo superior
Deposito de cal e potussa.
No armazem da rua da Cadeia
do Kecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveisi.
Chitas finas de coreo (xas, com to-
que de avaria, a 4,5oo, 5,000 e
5,5oo rs. a pea.
Yend'in-si! na rua do Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cadeia, chitas finas,
decores fixas e bons padres, com .pequeo
loquo de averia, a 4,500, 5,000 o5,500rs.a
pega.
Agencia de Edwin Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
ntonlSt Companhia, acha-ae conalanlemeole
bona aorliinentoa de una -de ferro coado t
batido, tanto raaa como fundas, moendas in-
dias todaa de ferro para aniuiaea, agoa, etc,
ditaa pala armar em madeira de todos os l-
mannos e modelloa o mais moderno, machina
horisonlal pera vapor, com forca de 4 caval-
l.is, coucoa, paaaadeira de ferro cuantiado
pata cesa de pulgar, por menoa preco que oa
de cobre, eacoveoa para navios, ferro iugle
lauto em barree como em arcos folbas, eludo
or berato preco.
AGENCIA
da fundicSo Low-iUoor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
aa a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamandoa, pa-
ra dito.
-- Vende-se e verdedeira egoe mineral,
chamada Selles Wassnre urna pequea por-
g3o de charutos da Habla : em case de L.
Scbuler & Compenhie na rua da Cruz n. 49.
Novos cobertores de tapete a
1,44 rs.
Na rua do Crespo loja da esquina que
volta pare e cedis, vendem-se coberturas
de lpete, grendese bonitos, pelo diminuto
prego de 1,440 rs.; em quelidede sSo os me-
ntores que tem viudo no meresdo, por isso,
recommeude-se aos Srs. de engenho que
quizerem comprar da pichincha, no se de-
moren), porquejba poucos pela estracSo
que tem lido.
Terreno.
Vendo-se um lerreoo de 600 palmos de
frente e 900 de fundo, excellente pare edifi-
car oupera sitio,chaos proprios.no lugar du
Lucca, estrade da Varzee, bem prximo a
pasaagenv da Magdalena ; quem pretender
dirije-sea rua Nova n. 42, ae dir quem
vende.
Uculos para todas as ida.les.
Vendem-se oculospara todas as idades,
por muito barato prego: na rua larga do Ro-
sario n. 6, loja de miudezas de J080 Fren-
Taixa* para engenhos.
Na fundico de ferro de Bow-
man & Me. Callum na rua do
Brum, psssando ochafariz, contir
ma a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
d5o, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com
prador.
-- Vende-se urna preta de nagBo Angola
inda moga sem vicio, propria para campo
mi ser robusta, cosinha o dierio de urna
casa, lava de eabSo e pega 560 rs. diarios
em vender agoa: na taberna da ru des Cru-
zes n. 32 se dir quem vende.
Grande porcio de fazendas baratas,
na rua do Crespo n. i4, loja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se urna grande porgSo de chitas
muito fixas, de novos padrOes, com um pe-
queo toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
ditas escuras cores de caf e de vinho, e ou-
tras meis cores muito fizas, a 200 rs. o co-
vado ; ditae es mais unas que tem appere-
cido no mercedo, tent em pennos, como
as tintas, fazenda do ultimo gosto, a 840
rs.; nscadoe francezes de quedros, fezenda
muito lisa, a 200 rs. o Covado ; cortes de
chita francezes, com barra, a 3,000 rs.: ma-
rinos pretoa de euperiores qualidades, e
1,800, 2,500, 2,800 o 3,200 is.; linissima al-
paka prela e de cores fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covado; algo l.lo azul
muito largo, ico rs. ocovedo; peges de
bretsiiha de rolo, com 10 vares, fazenda
muilo encorpede, a 1,806 rs. a pega ; asiim
como exislem oulres muites fazendas, por
pregos mais baratos do queem outra qual-
quer parte: de tudo se lisro amostras,
di'ix.ui lo seus competentes penhores
CGantois Pailhet& Companhia*
Continue-se a vender no-deposito*
* geral de ru de Cruz n. 52, o excel-9
t.|".iittM! bem conceituedo rap areisB
I prete de febrice deGentois l'ailhet&p
SCompanhia da Behie, em grandes ep
pequelss porges polo prego eslabe-Jp
J lecido. &
- Vende-se f.ijilo moletinho em seccas de
alqueire mui novo, e mais'berato dn que em
nutra qualquer parte, peles de cabra a 20 e
22,000 rs. o Oento, sola boa,cera de carnau-
ba,prlmeire sorte.a 5,000 rs. arroba em sac-
ras: na rua da Cadeia do Recife.n. 49, se-
gundo andar.
-- Vendem-se no becco do Gongelves, er-
mazem de ueane Youleo Companhia, meias
barricas com superior Farinha de trigo.
A tteiicio.
Vndese o engenho Souza sito na fregue-
zia de Agna-Preta, me com agoa, as obrss
do engenho e cesa de purgar silo novas e de
lijlo, e ni lias se encootratn o nocessario c
til; tem urna legua de t-rra em quadro, e
com proporgOes para se levsutar mais qui-
tro engenhos, sendo do js de agoa.e que po-
dem safrejarem de 5 a 6 mil p3es, asierras
silo de tal natnreza que ainda tem canna
planlade em 1836. VenJe-ae sem dinheiro
nenhum i viste, dendo-se s duas desobri-
ges, e o msis e pagamentos: quem o preten-
der tde tniender-se com Lime Jnior 61
Companhia na rua da Cruz do Recifa n. 28,
segundp andar, ou com o propietario no
reforido engenho.
Vende-se ummilheiro de telhas ja usa-
das^ urna porta d amarello com 12 palmos
e mais de comprido, prego commodo: na
rua do Oueima 10 ir 57.
A' loja de ferregens da rua Nova n. 20,
de J0B0 Fernandos Prente Vienne, sito che-
gados os bellos tinteiros de metal com ari-
eiros de vidro, louga pera cosinha forra U
de porselena eassedeires compridas, as msis
uteis e precises pera essalos de qualquer
natuieza : lodos estes objectos se acham a
disposigSo dos resieitaveis freguezes pira
screm trocados por moeda pepe) ou mesmo
metlica.
Vende-se um preto j de idade, seu of-
flcio besercalraeiro ne Lingoeta ; veode-se
por precisSo o por prego barato : para' se ver
e tratar na rua da Cruz do Recife n. 24.
Vende-sc urna negra de uag9o,com ida-
de pouco maieou menos de 40 ennos, lave
,bem de barrelle, e proprie para servigo de
campo, o quitandeire : na rua da Praie, ser-
rana n. 15 de Antonio Dies da Silva Cer-
deel.
-- Vende-se a melhor farinha de S. Ma-
iheos, e chegado ha pouco a bordo do pa-
tacho Aracaiy, e em porgao : a listar com
Mu o o I Dias oa rua do Vigario n. 14, tercei-
ro andar.
MBITA ATTHNCAO'.
No aterro d Boa-Vista, loja ama-
relia de 4 portas n Go
Vende-se madapoln muilo lino a 3,600 e
4,000 rs. a pega ; dito de forro com avaria a
2,000 rs.; riscsdiohos de chita a 140 e a pe-
ga 5,000 rs.; ditos escocezes padrOes escu-
ros proprios para lodo servigo a 140 rs. o co-
vado ditos de algodflo azul a 100 rs.; ces-
sas para vestidos o corte 2,000 e 2,500; len-
gos de seda a 1,280; chapeos de sol a 1,000 e
1,280; Fiscadiiihos franceses muilo finos, e
lindos padrfl-'s a 380 rs. o covado ; pegas de
algodlosinho de. 16 jardas a 2,240 ; dito
a monea 110 muilo coco padn, proprio pera
escravos e 3,880; cheles d Ifii 11,440: len-
gos de chita a 140; riscadinhos delinho, pa-
drOes novos s 300 N. 0 covado ; fil da li-
nho a 640 rs. a vera; e oulret muitas fazen-
das o mais barato possivel.
Instrumentos e msicas.
Na rua Nom ni!, loja que fol dotan.
Cido Jo PIBIo da Fonseca o Silva hi
de Nicolao Cadtult. ecaba-se de 'r2,
instTumenlos de metel de differentes nu i
do : beixos, trombones, (rom
elas, requintas, pistn*, 1.3.
s, clarins, cornetaa de chaves. nr,in,
is, flautas, Oaulins, raheces, violo,.
dedes, sendo '
pal, clerinet
cornea,
cempas,
e vloloncellos. Neeta mesma loje achar-sa"
hiotargbem methodos pare violSo, aua
rebece e pieno, assim como diverso ,'
ees pera piano; alm disso, balitas de'"
ludo, largas e estreila, pera pescogo de !"
nhora, trangss pretu e de cores, dedirr.
rentes larguras, leques com plun/as, cii
de costure com msica, lngos de cmbrii,
de linbo bordados riquissimos e propno
para presentes, ditos do cambraie de Imh.,
com cercedure de cOr, spalos de duran,,.
brenco e 1,000 o par, dito de marroquim
preto e de eflres a 1,000 o pir; emuiiajQU!
t r por certo ao comprador.
cisco Maia.
Prensas para farinha.
Na fundico da Aurora em San-
to Amaro, eno depozito da mesma
na entrada d-t rua do Brum a-
cham-se venda machinas para
imprensar farinha de mandioct, e
outras para espresso do oleo de
mamona, de urna invencao intei-
ramente nova, s anniniciantes
nao hesitam em publicar, que es-
tas muchinas de sua invencao sao
superiores a ludo, rinanto at aqu
tem apparecido neste genero, re-
unindo grande lorca de presso
a maior simplicidade de constrtic-
cao, e faciliddde na operacao, o
qiie faz com que dilTicilmente se
posssm desarranjar.
Pernambuco, 17 de abril de
i85a. C. Starr & Companhia.
JOLLV.
-- Vendeni -ae spalos de couro do lustro,
setim brenco, e cordavSo para senhora, da
bem conlircida marca jolIyAw aterro da
Boa-Vista, loja o. 58, junto ao aeleiro.
. Vende-so benha deporto muilo boa a
440 rs. a libra: ai rua do Cano 0. 42.
J MUTILADO
Escravos fugidos^^
- Deseppereceu do engenho Coianni-grio
de um mnieque de nomo Mauricio a entrn
para esta rilado na quarta-feire de treva
em um cavado caslenho rabSo, que furtou
os signaos do moleque sSo os seguintes r)'.
liega muito compride, olhos vermelhos i-in
e.cebeca do.dedo ndex de urna das mos
cortade por urna roda de moerminilioei
hebaixo e chelo do corpo, tem de Idado
a 14annos pouco mais ou menos, lrouxeU:
mise e ceroule de elgodlo da Ierre e cnipto
de pelha de pindoba : o cavallo aidide
beixaet meio. Roga-se a quem quer que
pegar o cavallo ou o moleque de leva-loa
Sr. Domingos de Souzt Bandeira no piteo
do Paraso, que sera recompensido.
100,000 rs. de gretiflcagSo.
Desippareceu ou foi seduzida no dia 19
de fevereiro p. p. urna pardinhe de nom*
Archenja, de idade 12 annos, com os sa-
nsas seguintes : cabello corlado reots.olho,
meios vesgos e pequeos, levou vestido de
chita com lisirea brancas e cor de caf, c
ramage encarnede. es orelhas grandes meii
inclinedas para frsj.es'a escreve veiodo
Lininciro pera Sent Antlp, e de l veio pira
o Recit eo Sr. Luiz Gomes Silverio: roga-
se es autoridades poiicises, capites de
i-ampo e pessoBS particulares a captura del-
la ; julga-se que oslara acuitada, ditenJo
que he forra, em casa de elguma senhon
que no leie Diario : quem a pegar ou der
noticia certa della na rua da Cadeia do 11 -
cit n. 17, segundo ander, reeebere 100,000
rs. ; e protesln-se contra quem Ihe der coi-
to, e os prejuizos causados,
~ Km 4 de margo do correte annp, de-
seppareceu do engenho Primevera da co-
marca de Nazerclh, o escrevo, preto, creou-
lo, de nomeSeverino, de idade pouco man
ou menos 22 annos, bastante fulo, e quaudo
anda arqueie es pernas pera fra, eslaturi
regular, e reforgado do corpo: roga-se u
auloridedes policiaes e capilBes de campo
de o aprolierrder e levar no mesmo engenli 1
oa nesta prsga a Manoel Ig.iacio do Oli-
veira.
Desappareceu na noite de 13 pera 14 do
correnle um esersvo por nome J0S0 (enjil-
lo ) levando urna caiga de brim braceo coo
listra eo ledo, 2 caigas de cssemira de cor, i
rolletes de seiim preto, 2 ditos de fustio de
cor,chapeo preto de massa n camiss de ma-
dapoln; o escravo tem os aignaes seguidles:
cor tulle,altura regular, reforgado do corpo,
urna trida na poma direita do lado de fon,
um pouco cima do toroozello, representa
ler de idade 30 annos pouco mais ou menos:
roga-se as sutoridai'rs policiaes e maisci-
piles de campo a)captura de dilo estuvo,
e de o-levar ao engenho das Maltas a seu Sr.
Antonio do Paula Souz Lefio, ou a rua do
Vigario n. 9.armasen) de Carneiro & Ramos,
que se gratificar generosamente.
No dia 10 do correnle desappsreceu o
escravo, pardo, de nome Jos, ofiicial de sa-
pateiro, de idade 25 annos, pouco maisou
menos, perlenreate ao bicharel Alfonso
Jos de Meo doea ; estatura regular, Secco
do corpo, e bastante barbado; lenvando
alm dealgume roupe do uso ums jaqueta
de riscado a;ul ja desbotado, nutra de alpa-
ca preta, um par de sapalOes de couro do
luslro e dous r peos, um preto de maga e
outro brenco sem pelo : roge-se perianto as
autoridades poliches e capules de campo
que o apprehenderem,que o conduzam 1 rui
da Palma, sobrado da quina, uu a rua do
Uueimado n. 32, que serio recompensados.
-- No dia 15 do correnle mez, desappare-
ceu da case do abaixo aasigngdo, uina ne-
gra de nagan, de nome Marcelina que repre-
seota ler 35 annos de idade; cOr preta, ch^ia
do corpo, e dentes lima los, ps cambados,
puxa de urna das pernas; levou vestido de
chita azul com llores amar ellas, e panno da
costa de lislras encarnadas, fui comprad* no
dia 13 du crrente mez a Francisco Jus
tunga I vos com n limcio no pateo do Hospi-
tal do Paraizo,por asseverar que ella nao li-
nha defeito ou vicio algum; e por isso pro-
testa o abaixo assignado haver do referido
vendedor pelos meios legaeso valor da mes-
ma oscrava e despezas : quem a acher leve-a
e cesa o. 5 na rua da Praia, defronte da lli-
beira de Santo Antonio,qu serirecompoj-
sado Tiburcio Valeriano Baptisla.
~ No dia 1"6 do correnle pelas 7 horas di
noilo, desappereceu da rua estrena do Ro-
zarlo n. 36 a mulata de nome Luiz 1, idaJe
30 annos pouco mais ou menos, alte, cabel-
los curios, muito rrosi-ta, cosluma trajarde
saia chales de chita, fui desecaminhada por
Manoel Joaquim do Nasclmeoto, sjhido lii
poucos dias da cadeia desla cidade, por il-
cunbo Manoel Dez-ris puxa pela par-
n esquerda e que na mesma occasio
assenlou seduzir oulros escravos a di-
ta escrava foi compra la a Claudino Josde
Aimeida Lisboa, morador no'engenho Ta-
quari,suburbio de Saoto-AntSo : roga-se por
tanto as autoridades policiaes e capilc* de
camuo a captura da mesma, e a entregar ni
dita casa ou na rua do Crespo n. 7, que ser
generosamente recompensado.
Desapparaceu no dia 13 do correle
mez urna preta de nome Beatriz, idade 30
anuos pouco mais ou menos, levando vesti-
do de cassa ail e panno da Costa, eshtura
regular, corTulla, o esl grvida com a bir-
nga bastante grande, levou cumsigo u na
bandeja grande, com flores artificiies de es-
camas, e duas cestinbas de ditas, tudo no
valor de 60 a 70,000 rs. : quem a pegar po
der dirigir-se a sua senhora, que he 0.
Francisca Joaquina do Nascimenio no sitio
do Remedio, paseando a ponlesmna que val
da estrada de Bem Fice.no segundo sitio, ou
no Recit travessa da Madre-de-Deos vend
n. 1, que ser gi atilicado.
Desappareceu na madrugada do dia II*
do coirente, indo para a musa o preto An-
tonio, de nagfio Cagange; levou caiga bran-
ca, jaqueta de linho azul, colele de veludo
cum lislras encamadas, chapeo de seda pre-
ta, e levando mais roupa; estatura regular,
chelo do corpo, nariz afilado, e tem um pe-
queo calombo no pescogo a maneira de un
lobinho'; foi comprado lia pouco lempo a
viura de SobaaliSo Antonio de Mello Rog "
Filnos : roga-se portante as auUiiiJaleS pu-
hciies, capules de campo, e mais po.-soas,
que o peguem e lovem a rua Nova 0. 43,que
ser recompensado.


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