Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03623


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Full Text
Anuo XXVII1
Segunda feira 19
de AbrH de 1852,
N. 87.
DIARIO
wasqo A jwmtfjlo.
PlOlSlINTO Aouktko.
Por trimestre............
por se roestre ..........
Por mno.......).
Pioodiniio itniunu,
foi quirtel......._......
wotioiai no HPxnio.
ara,...; de Mirco Mlnaa... de Marco
Haraabao Mde dilo S.Paulo. 4 de dito
DA* DA (KMAMA.
Mirlaba !
Cear... 77de dito.
PiraBlba. 5 Je Abril
a. deJ.. 13 dedico
baha... 3o de dito
IV 20 Tere"
Monte .
4/500 SI Vuart.lt. SMelmo.
22 Ouiut S. Soler.'
23 sext. S. A berto.
24 Sab. S. Fiel.
45 Doro, do l'.nm Pas-
tor c 2. depoii da P
ADISMClAs. |
Jm'sod OrfkS
til 10 hora i.
1. wr* do civoi.
i3. 6. ao ineis-dia.
PauaaVa.
3. eo. ai 18 borai.
4 rara don'**/.
4. e aabadoa ao melo-d,
Jf.larae.
Terf ai e stbadoa.
Cresceate i 27, ai 5 horaa e 4a minutos di t
Chele a 4 aoa 5 mlnutoa de m.
Mingoante tl, ai hora 41 mlnutoa da t.
Nsva l, aa a horaa e 26 minutos da na
n"iai bioj
Prime Ira i 4 hora* e 3> mlnutoa da Urde.
Segunda 4 horaa e 54 minutos da manhia. Ollntla, odoj oa das.
Oolaana e Parahlba, s segundea t extaa-
felras.
lo-Grande-do-Horte, todas ai qulntas-felras
ao mel da.
Garanhunae Bonito, 8 e 23.
oa-Vista, e Flores, 13 28.
Victoria,Ai quintas-felras.
Portuga
HespaDba. 8 de dito
Franca ... 7 de dito
Blgica... 3 de dito
ItaJTa.... 4 de dito
Airnanha. 3de dito
Prusiia ...3,le dito
Dinamarca 28 de Ferr
Ruisla... 30 de dito
Turqua.. i4 de dito
de Murro Austria .. 8 de Marco
Sulasa.... 2dedlto.
Suecla... aGde Fevr
Inglaterra 0 de Marco
E.-tlnldos 25 de Fevr
Meilco... 31 de Janr
California 2i de dito
Cliili. 2* de dito
Huenos-A. 6 de Marco
MontCTldeo 10 de dito
CAMBIO! Dr 17 DI ABBII.
Sobre Londrea. a 27 a 27 7, d.
i Parla, 355
i Lisboa, 9i por cenlo.
HTABS.
Ouro. Oncas hespanliolaa....T.'..'.'..'.'
Hoedaa de 6/400 velhis......... 16
a de 64O0 noval.........16,
del/MO.......:........ 9/000
Prati.PatacSeabrasileiros........... J/w0
Peaoa columnarioa............ 1/920
Dltoa meiicanoa.............. 1/800
PARTE orr.ciAL
(Joiiimainio das armas.
V' dt 1852.
OIDIM DO DA N. 85.
Manda o Sr. mirechil de cimpo Antonio
Corroa Sean com-nindanle d clarar pin conheamento da guirnioao, e
ITeiioi neceMtrlos que 8ua Magestide o
impendor hoove por bem por aviso eipe-
dido pelo ministerio da guerra fle 6 de mar-
co ultimo conceJer seis meies de llcenga
com o sold limpie au Sr. segundo len-
te do quarto bstalhaode adunara a pe Joe
\urns Marques, que se acha ni prov.ncii do
UaranhAo, esguodo oonatou do oQicio que
o Excn Sr. presidente desta provincia ende-
recou io mesmo 8r. mareclul de campo em
dala de t do correte.
Candida Leal ferrttra.
Aldante de ordena encarregado do detalbe.

o que pode bem acontecer, fcilmente lomar- I se discute ; mas, permitli-md lie diier-
INTERIOR.
le-bj. o fio do novello.. que (ein de conduzlr o
governo nesse labyrlnto. Faco votos ao co
pal que monUros taes, que chrgam a afear
mSos sacrilega* oootra um ungido do Senhor,
e talvez para malor deipresu rellglo na se-
maoa santa, sejam drscobertos e conveniente-
mente punido*. Dtentemente punido*, mira-
enloso patronato, com o qual purificau-ae to-
dos oicrlmes.
Dit-aeque o cadver, arrojado coita na Da-
hfa da Traigo, era de um ponre Individuo do
Rio Grande do norte, que d'alli sahlracom al-
gum dlnheiro a negociar. Se he corto esse ru-
mor nio sel, s le que ein pouco* das, segun-
do o geito que o negocio leva, nao se fallar
mais ein tal, e o crlinecar Impune, como in-
nmeros, de que o dlabo tem umapontamento
para dar quinaos na polica.
Nao fot esacla annllct* da descoberta de una
novo eusbeleclmento de hotel da morte em
Gorabira, e dlzem que deu lugar aquella noti-
cia a ochada de urna caveira nos fundos de un
quintal; mas que ella pertencera aumdoudu,
ue ha lempos desapparecera Igoorando-se seu
destino. Pode uiuitobem ser que assim fjsse;
mas devenios confessar, que a tal historia tem
assim visos de romance de Eugenio Sue, quero
dizer pouca verosimilhanca, pois multo me ad-
mira como o tno chelro do cadver n nao fez
dlicobrlr no tempo da putrefaco, antes da ca-
sualidade inoitrar a caveira; mas como o Indi-
viduo fol doudo durante a vida, talvez depols
de mor i anda noseguisse oseosocommum.
Aalfandega tem posto apllela etnactlvlda-
de por causa de sonhados c tntrabandos, que
um visionario all, nos seusaccessos shni-febris,
tem Incutldo, e o caso he aue se ludo aquillo
nao fra uina especie de alea ou ensato para
occasio opportuna, seria eminentemente ridi-
culo.
Dizem que a Lindla pausando para o norte
fezreconhecimento da barra; e que essa nega-
ca, fazendo a pobre alUndega lomar a nuvem
por Juno, a tem encoiumodado. Antes asalm,
pola calaremos livres de uina luyala o de roz bif-
J'e e queijo pudre.
Adeos. daude e patacos I he apeteco cordlal-
**nte.
PERNAMBUC9
CORIIESPONUE.NCU DO DIARIO 0E PER-
NAMBUCO.
fatayba, 12 ii abril le 1853.
Deliel de escrerer-lhe pelo crrelo de 9, por-
que srndo aueHe da em que a igreja comine-
inorara a paiaao de Chrlato, corria- eifio. cuino chrlslao de que me preao, de drl-
>ir iiualqurr outro negocio, que nio estivesse
de accordo cora n religioso pensamenlo ra igre-
ii; agora porin que entainus na Pascboa, que
deieju Ibe (oue feliz, continuo no.....u inyster
de cbronlsla, aperar de me render elle bos do-
sel de calumnias e ittyras tm louvor, como por
maii de uina vez Ibe lenho frito sentir, no que
encontr parelha no aeu correapondente de San
Piulo, uue, coludo, laiubeni se quena de Igual
lortc.
Antes que entre em negocios profanos dlr-
Ihe-bei que a semana sama foi doa improvisos.
Eiiarimoa aeotenclados a nao termos um so ac-
to da Faisao de Consto, um nico sepulcbro,
e oada de procissao tat/oyartus, porque dliiain
o amibos da santa casa, sendo S. Esc. o pro-
vedor, e nao eiliodo na capital, nao quenain
ter otrabalho de illuatrar aua proredoria. Ja
me preparan a paisar-lnes nina solemne sa-
mba/ida, embota me tila rendes.e mals algu-
nas groaaa de apodos, bem como a certas cor-
porifei pela falta de sepulcbros (menos a de
San r'rsncisco onde semprc correu haver um,
e uuicainente aill) ; eisquequando menos es-
periraiuos emprovlsou-se de vespera um /aaa-
pis oa inatrix, pregando do mandato o Kvm.
- padre Moura, que nao leu mal o papel; hn-
prorisou-ae no (.armo um sepulcbro; na Mlzc-
ricordia os fogareus e na inalrii urna reiaurrei-
cier^in la competente procissao. Eis por-
que disse que aquella semana fol dos improvi-
sos ; polsalm dus mals improvisou S. Exc. la
chegada na sena aanla, qunado menos era es-
perado.
A procissao do Triumpho, que aqu tere lu-
gar na seita feira sama, eatere aotfrirel, anda
que inelhor poderla r- lana serem mals bem con-
servadas aa toupaa daa imagens, que em algu-
nas estavini pauprrimas; tanibein esleve
lii-in iciilnvrl, anda que simples, a da Itessur-
reicao principalmente, se atlendermos ao pou-
co lempo, que bouve para aer preparada.
Vlbaaiaules Judas em contal no aabuadode _
Allelula, e por mals que procure! entre ellc o j votacrlo : adoptando-us, quii.iassembla diapAr
novo Joao da M..,. o*Dao encoulrai, talvei'es- at couias de modo que, sein arriscar-se a que-
tivesse em outro bairro, encooteislin um novo Drar relaces, maisan menos Intimas, podesse
" qualijuerde nos dar seu voto sobre taea nego-
cios de inaneiri i se nao descubrir para cun
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO EM UDe ABRIL HE 1852.
presidencia do Sr. Dr. Pedro Cavalcanii.
f ConclusSo. )
OSr. Presidtnle : Ksl ein dlscusso o pare-
cer tem a palavra o Sr. Dritto.
0 Sr. Correa de Brillo .-- Sr. presidente, ten-
do pedidos palavra quando foi lidn o parecer
que ora se discute, deliel de involver-mn na
questao de urgencia que sobre elle se aventou,
porque para mim era ella perfeitameole Indlf-
feenle ; entretanto, como a casa decidlo-a pela
nllirrn niv.i, espcndere agora mesmo as rasdes
peUs quaes emendo que seinelbanle parecer
nao deve ser appruvado.
Como inuilo t>ein p<)uderoa o nobre deputa-
do que se asienta naquelle lado, e que se pro
nuudoii pela urgencia desta dlscmsao, para
ser approvada a concluso do parecer, cumpre
se euteoda que os artlgaj addltivos ao regi-
ment eacluem discusso sobre negocio* par-
ticulares.
OSr. Manoel Cavlcauli; Serlam discutidos
nos corredores smentc.
O Sr. Correa de triito: Entreunto esjes
arilgos adJllivos apeoas liveram por fim dri-
xar a cadaum de nos a mals plena libcidade na
curioso, aue sieut ni manqueja de um otho,
que foi plluado em llagraute busc-ndo na re-
forma um uofo artigo de attribules p....
Ja Ihe disse que ebegou S. Ksc, e pelo que
me dit o Perelra, e inesino alguns amigos da
coDStltuinte, oo est multo satlsleilo como
eicandaloso patronato que encontrou em favor
dos sssassinoi bem como com os motores das
desorden* do-cen*o, que veio cunhecendo de
villa. Dos o ajude e Ibe facilite mel* de 11-
mr-nos da pratfpdos anarchlsias e assasslnos,
irm quat podemos passar soffrivelmente.
Nso sel qual a raan porque nos, os constituclo-
naej irprjfsentatlvo*, nao temos em nossu c-
digo um remedio de q nhores republicanos de todas as cores, quero
diier.de por fra da-le os ass-ssia t e anar-
chlstas, e*eus protectores. Seila este um re-
medio efTica e bem vantajoso huinanldade;
maso que bebom tica no esqueciiuento, entre-
tanto que os tenhores republicanos delle nica-
mente lembram-se contra seus inlmigos poli-
ticos.
Uemns o dito por na dito c flquemos nisso:
Realisou-seaooticlf que Ihedel dadesordem
do Piaoc, t quasl com as mesmas circumstan-
clasque lheref<-rl; havendo quatro morios e
tlgUQsferldos da parte das autoridades, e cinco
morios dos desordelros.
Omeu amigo Argos atm nisso fallou, slgnal
de que sympathlsa com aquellas ttdurnatt,
Finou no da f> o vigario da Taquara que em
outra Ibe disse ter sido ferldo no da 3. Anda
oaoesiodescobertos os autores de tao brba-
ro attieutado, e o governo est einpenliado em
sua deicoberta. Dizem-me estar presa urna
inullnT que dous dlaa antes do atleulado j o
noticiara nesta cldade cuino reallsado. Seuo
h* ablalgum engao de datas dos Informantes,
FOLUETIM.
ou
REIHORIAS DE lfl IflARIDO.C)
(toa xvasmio idi.j
XLVII.
A Ibina u Btrmaacia.
\ bem attentamente eata carta, minha ami-
ga; deata vez pero.... elijo uina prompta
resposta; minha cabeci esl em tal cabos que
quando le houver contado tudo, lalrea que
compre heridas inelhor doque eu a minha po-
slcao: entSo me aconstlbara ou aulea me di-
rs: a Eis-aqui em que estado le achas..... els
aqu para onde vas.... Julga, toma cuidado e
decide-te.
Certaa paaaagena desla leitura le mostrarlo
rorque em circuinslancias to difneeis me nao
dirijo a madama Raymundu ein quein tenbo
tao ligitima conanca....
Souheatea pela inioha ultima carta dos en-
cllenles cooselbos que essa adoravel inulher
uie deu, e como, giacaa a ella, sahi da embru-
tecedora e vergunhosa letargia em que vivia.
r'ii-ie a narraco de um dos nonos dias, os
oulros nao tem sido nem menos felizes, nein
nienos bem eioprrgados; porque os gosos do
corsco e do espirito sao inesgotaveis ; emflin
eonlie.es minha resoluro de transforuiar-ine
aoi olhos de Mr. Dupiessis na espectitiva de
fjsr nelle uina tern< ll'elcau, nica feicida-
de que me fallara para completar a vida nova
oue a mai de Mr. Joo me revelou.
Para ebegar a cate resultado tao vivamente
deiejado por mim, teotei tudo para com meu
ntido; esqueci o cruel egosmo, com que elle
boba por longo lempo su'lfocado era inltn tudo
VUt o Diario n. 86.
aquellesa quein fosseelle prejudicar ou favore-
cer. E bom fui este expedieule ; porque eu sou
dos que menos se delxam prender por consi-
deraedes pessoaes, quando aqu se- trata de
qualquer miteria, vi-me muita vea entre a erut
e a ealdeirinha: e estou persuadido 'que o
mesinu teria succedido aos meus nobres col-
le as.
He minha opiniao. Sr. presidente, que qual-
quer daacoinmissoes da caaano teiiidircilode
negar-se a einillr Juizo acerca de petices que,
versaodo sobre materia cujo conhecluienlu Ibe
compita, frem submetiiuas aua conaidera-
cio. Para que creou o regiment as coimnis-
sdes ? Sein duvi la para pensarein calina e re-
flectidameute aobre os negocios de que a casa
llvesse de tomar couheciineuto, e, para assim
daer, indlcarem a direceo que deveriam elles
ter. Procedendo ellas, pois, do mudo como pro*
cedeu a de fazenda e orcamento, desobecerom
ao mesmo regiment.
Em vista destas breves considericSes, vol
contra o parecer.
O Sr. os Pedro : Sustenta o parecer e
da as rasOes que o levaram a aprrseota-lo.
O Sr. Pas brrelo proouncia-se contra o
parecer, e sustenta que as commissAes teem,
avista do regiment indichoavel obngar;ao
do interpr sua opiniao sobre todas as uu-
terias que fumn submetlidas ao seu cotihe-
oimenlo e exime.
O Sr. Correa de Brillo :--Sr. presidente, o
uobre relator da commisslto de fszenda a or-
namento esfor;ou-se por justillcaro pro-
ced mentdeslanoloc^teopirecer que
o que eu pudia ter de lulelllgeute e generuso;
esformei-ine por agradar-lhe. e por fazer*me
amar, como crelo que mereco se-lo. Einlim.
como te disse oa miuhaultima carta, um Ines-
primivel instiucto me approiimavade meu ma>
rido, como se cu neveue adiar em sua tenra
atlelco um abrigo, urna salvaguarda coutra
um perigo queaeutia vagamente.
Este perigo (e sera um perigo? J agora o co-
ntireu.... talvcx que eu nunca o tivesse advi-
nhado, seno fra uina mudenca repentina nos
nodos de obrar de Mr. Dupiessis para coinign,
Todava, devo faser-lhe esta juslica, por al-
gum lempo elle fe o que ptle para testemu-
nhar-me alguma ternura.... Oh/ se (oubesses,
lleiinancia, com que alegra, misturadas de da*
cea esperances, eu o vil transfurmar-se assim,
com que firmeza de vonta.de eu apartara da
inlulia leinbranca ludo o que pndia recordar-
me iniuhai antigs causas de averso, corno eu
me Industriara ein animara Mr. Dupiessis nes-
se caminhu, no qual crelo que teriamos podido
encontrar alguin da a no.aa fellcldade c.in-
mum!
Mas, ah! bem depreisa fatigado de fingir o
que nao seutia, meu marido vollou los seus
primeirus hbitos de seceura defriexa; mui-
taa vexes iiiesuio elle acolbeu com uuia impa-
ciencia e com um desdcui mui mal dissimula-
dos o meu eiopeubo em approximar-me delle,
maacaraodo apenas essa duresa com algumas
exterioridades aBeciuosas na preseuca de ma-
dama Rajmundo, a qual iuluode-lhe multo
reapeito,e a qual elle escuta com profundas at-
leuces.
Desde o momento em que me vi assim re-
pelllJa por meu marido, ofTendida noa meus
seuiiiiiensos mais delicado! c ferida as mlnbas
mals generosas espeiaucas, nao senil inafs por
elle seuo um despresu glacial; nada no inun
dos ouvea, nada no mundo me pude para o fu-
turo faxer toruar a essa Imprento.
Gracasa lieos, a nova vldinrjue devo a mada-
ma llavinundo he lo rica em nobres consola-
teles que a conducta de Mr. Dupiessis em nada
tecla alterado oa meus doces seotimenlos, se a
mesilla Indignldnde dessa conducta nao llvesse,
a meu pewr, despertado em meu coracao urna
Ih'o, nnoconseguio.
A vigonr a argumentar;o do nnbre do-
P'Jtido, esta assembla jamis se occpt'ii
de materias que eniendessem com pirticu-
larns.
f.'m Sr. Deputado :-Este he o ficto.
O Sr. Corra de Brillo : O irlieo 151 do
regiment, ainda ha pouco lido pelo nobre
depu'ado que sl se assenta, ( o Sr. Pies
Ha rielo) diz: (J)
Em reg'ra, neohumt materia se toma-
r em cnnsidencHo na issembla, som que
primuiro selenhs|mindado umi comroi*-
s9o, pin sobre ella interpr aeu perecer;
exoeptuando-se : !, os mquerioientosdos
deputados, ni forma do regiment ; 9., os
projectos que, julgados objeeto de delibe-
raeflo, estilo em estado de entrar ni onlem
dos trab linos i
V-se, pois, que, a nSo ser iniciada por
morolo de algum dos membros di casa, ou
por projectu, nflo polo esta occupir-se de
quilquer materia sem que sobre ella omit-
a juizo urna das commisses da cali e,
porlanto, a ler approvado o parecer, que
sem il i villa crean precedente ipplicavel i
casos semelhintes, jamis consideraremos
aqui negocios que, por peliejs de pirticu-
lires, sejam trizidos io nosso conbeci-
menlo.
Eliminemos agn se as commisses
teem, ou nflo, restricta obrigaQo de emtl-
tirem parecer sobre o* negocios que forera
submeltidos sua considerarlo.
Diz o artigo 151: (le) -
a A commissao, aquem Mr enviada a ma-
teria, interpon sobre ella, como entender,
seu pirecer por escriplo, em que devero
assignir todos os membros, ou ao menos a
liorii di commissao, sem o que sendo jul-
giirn parecer de commiss.1o.a.
0 verbo intirpor indtc.i que este irtigo
impe as commisses rigorosa obrigacSo de
manifestare ni juizo ceres dos ne?ocios so-
bre que forem consultadas : esse verbo flor
cora que i disposifo naditenhi de faculta-
tiva. E, pergunto eu, obedeceu a commis-
sSo de fazendi essi disposico, quando
eliborou o paree t de que se traa .* Mn-
guem o dir : ella declinou de si a aprecia-
gao da malcra, nSo para outra commissao,
mas pira a casa tuda !
Se o nobre deputado nSo quera manifes-
tar seo voto acerca da materia, dsse se de com mals urgencia se rJevain fundar lace acu-
suspeito; para que, nomeando o Sr. presi- des, ao que respmderei, que essa supposia
dente quem o subsliluisse, ficasse a com- diBlculdade be a inalaioluvrl ou .enclvel; por
missao. que pertence, em estado do po- 1u'n"> "*-, her ninguem nesta provincia,
se Sr. Po Vilenrja. ca coslumam fazer maiores estragos por falta
Continuo l votar contra O pirocer. d'sgoa para os aoiinaes, eat para gente.
OSr. Bapliila opina pela regeico do pi-j Quein nao saber. por riemplo, que o termo
recer. I de Oaricuri he bastante ca uavel s seccas, e
O Sr. Maeiel Uonleiro sustenta 1S mesmis que durante esse periodo de calamidades pere-
ideas do precedente orador. ,<"" os gadaa por foiqe e sede, eque por con-
O Sr. leed Pedro sustenta o parecer de no- ""i0,"; J de absoluta "'''' 1 "' '-
vamente. respondendo as observ.ces pro- ^XuY.'me.Z^T.^aT^X^^i
dundas em sentido contrario. I,ttl0 ,odo, 0, annos morrerem leus animaea
OSr. Ilaptista :--(Mio restiluio o seu dis- p.ir fUu dt Ulll JuJ ,,n1C|ros alimentos da
'vida ?
Quemlo saber que o dlstrlclo de Pulque
se resente dos mesmos inconvenientes, e que
os proprios habitantes da povoacSo do ineamo
nomr, nai pocas da secca nem agua teem pa-
ra beber?
Sabido, como he isto, quera deiiar de con-
vir na necessIJade de acudir aos justos recla-
mos daquella populaco, dandu-se-lbe agua
para beber?
ler casas de deteneo em todas as provnolas,
e o governo gcral marcar a quota na le do or-
camento para as suas deapezai..
A ene argumento eu Ihe responder! smen-
te com o acto adlcclonal ; eu Ihe responderel
.ne ai assemblCas provinclei marcam deape-
41 que nao pagam. quando en un comarcas,
arque temi eatas Jnlzes de aUreho, aao estes
Sagos pelo cofraVajernl ; logo uSo pode proce-
" a argumntatelo do Sr. Joi Pedro.
O outro Sr. deputado, que tambem disse ai-
fauna cousa ein respoita a'minha argumenta-
(o, ecujaa observaces, nao f iram publicadas
so jornal, com o que nao Aquel aalltfeito.
O Sr. Mello ftgo : Seno aahlram, nao foi
por onlem que eu desse, (ol arbitrio do lachi-
gripho.
OSr. Florencio : Eu nao tornel a culpa ao no-
bre deputado nem a ningncm ; nao costumo fa-
icr aecusacrs quando nao aei a quem ellas
calleas, lamente! um facto. Digo, puis, que es-
se iinbr deputado limiiou ajenas as suas ob-
serraeoes apreaentar-ine o 9 do artigo adi-
cional.
Ora, en poderla responder Ivmbem ao nobre
deputado com o acto addlcional, poda dlzer-
Ihe, que a assembla provincial decrela despe-
zas que nao paga.
Sr. presidente, eu crelo, e crelo pamente
que as caaas de detencao devem ser pagas pelos
cofres qeraes. Toda a argomenticio a reipeilo
desta questao apreicnuda por mim na eesso
passada, subsiste, nao tere resposta alguma,
lato he, nao foi destruida ; espero qu> hoje os
nobres membros queentrarain na dlscusso o
facam, e entio nesta occasio eu responderel.
Sao estas as cooslderacdes que por emquanto
lenho de apresentir.
O Sr. Pac* tarrctn justifica uina emenda que
issignou com o Sr. A. de Uliveira, designando
a quantia de 8 coatoi de rls para acudes no
cerio.
O Sr. Pinto de Campos : Sr. presidente, hi
certas proposlces lo evidentes em ai mesma
que paraconvencerem de sua importancia nao
necesslum de deioonslraco ; basta o seu sim-
ples enuuclado.
I.....-se dito tanta cousa sobre os acudes ; de
tal maheira ae ba demonstrado a sua necesslda-
de, que pouco terel de accreaceotar s rrflexdes
dos diversos membros que ho tomado parte na
dlscusso ; peumo uio farel mais do que re-
forear oa argumentos txpostos.
Um dos motivos porr|ue o nobre membro da
commissao de ore.ment nao esposa a Idea con-
aignada na emenda, que prescreve a quota que
deve de ser applicada aos acudes, nao me pare-
ce mui valioso ; elle se dtsf.z dianleda legulo-
te consideraco:
Dit o nobre deputado que he multo difncll
saber quses os pontos da provincia, em que
curso.)
Vai i mesa e he apoiada a seguinte
emenda :
Voite o parecer a commissao para cum-
prir o disposto no art. 152 do regiment.
r*. X. Paes Brrelo.
Eocerra-se a discussSo.
O Sr. presidente observa que i emenda,
pode ser considerada, como substitutiva io
parecer, mesmo porque o pirecer n3o tem
couclusUo alguma, sendo esse sobre que de-
vo votar-se e nao as ras -s.
Algumas rell.-xes pela orden acerca do
modo de vottr, fazem os Srs. Maeiel Montei-
ro, Jos Pedro e Ilaptista.
O Sr. Presidente declara que submelte
volarilo a emenda, e que se esta nSo passar
pon a volicao o parecer todo.
Consultada a casa acerca da emenda ap-
prova-a licando prejudicedo o pirecer.
ORDEU DO DA.
Continuarlo di segunda dlscusso do or-
famenlo provincial.
OSr. Presidente : Continua a discussSo so-
bre o art. 13, adiado da ultima sessao, bem
assim as emendas so mesmo offerecida.
OSr. Florencio : -- Eu quizera, Sr. presiden-
te, principiar, respondeudo as obseivacdes que
ha nimios dias se fiteram aqoi acerca de ininua
argumentaco, mas vejo-me um pouco acanha-
do, porque nao esl na aala, nem o Sr. Jos Ce-
dro da Silva, nem o Sr. Mello Hego, aos quaes
desejava respouder.
Osr. Jos Pedro julgava absolutamente urna
Impossibilldade ; isto ne que a cadeia era casa
de guardar presos, e que os presos erun da
Justics, que a juslica era geral, logo que a ca-
deia era geral. O afc. deputado a quem me re-
ro, entendeu, repito, que bavla luipossibilida-
de real em que as casas de deteneo fossem
geraes ; porque disse elle, seria linposslvel fa-
mmsmnmmi^mmmimmtmmmm&mmmmmmmm&
comparafio pengusa. la deves agura conhe-
ceraVIr. Joao Hay inundo tambem, como eu,
pelo que delle te leuho dito; e talvez oo te
surprehenda confesiaodo-te..,. que depoia de
ter-me muito lempo interrogado confessel a
mi mi mesma.... queaino a Mr. Joo Riymundo.
Facu-le eata coniisso sem curar, lierinan-
cia, porque nao leoho deque corar. Mr. Joo
ignora este amor, a Ignorar sempre; elle nao
pu.ie partilha-lo, pois s ama a aua mi, e eu
sou casada....
Ue pola este' um amor sem resultado pos-
Ivel.
Eu amo poli pela fellcldade e pela dor de
amar....
At ao presente o que lenho sentido, he tao
confuso, he lo novo; urnas vetes o corscao se
ne dilata de tal lorie, outras pelo contrario,
aperta-se-me com lio pungentes agoolis esein
motivo determinado, que uo sel auda na ver-
il a le qual he manir, quando amamos, se o lof-
friiueulu, se o prazer. Tudo o que aei he que
amo.,., que nao ha dia em que nao diga, como
sabes, o meu amigo eslrlbilbu.
.Mr. Joao se tivesse pudldoaraar, teria si-
do.... o coupanbeiro da festa da minha inoci-
(1 ule.... tao sunbado por mim; elle be um co-
racao caloroso, e apaixonado pelo beut, um es-
pirito vivo e alegre, uio obstme as tristes preo-
cupacdei, de que est- cercado, um carcter
frauco, lirine, igual e encantador..., Ah! se a
gente podesse formar o seu destino, ha vera na
trra ou no co um que se podesse comparar
COlll este. Hermnela.'
Ser calada com Mr. Joo Rajmundo e pal-
ear a vida entre elle e sua mal.... dlie nao he
te o idelal da fellcldade ?
Eis-aqui verdadeirainente como estou agora:
Coitcio talvez um abysino harrlvel, mas Ig-
noro-o; at aqui longe de tremer edepertnr-
l>ir-ine, iluto-iue inelhor, mals generosa, mals
intelllgeme, mals sensivel s bellesas da na-
turna e i grandesaa do peosauentu, cmliui
ilnto-me multo calma, mullo forte e inulto re-
soluta.
me perguntas era que cont empregar es-
ta forca, eaia resoluco, eu te responderel: Nao
el; mal parece-me que cite amor leinperou
fincas, e oo aquillo que desejamos.
Se eu podesse, Sr. presidente, faser o mila-
gre de transportar eata assembla nns lempos
3c calamldadea aos malas ridos lugarea da
provincia, conhecerlam os nobres deputados os
transes e apuros porque passam os nossos cer-
tdes ; os nobres depulados se rompunglriam
profundamente a vista desse triste espectculo,
e ento pediriam agu e mala agua para os ser-
lies. ( Risadas )
OSr. Helio Reg : E o nobre deputado deve
de saber laao bem...
O Sr. Pinto di Campvs :--... por certo que
nao ignoro nada do uue por l se psssa, de sur-
te que eu bem poda eiclamar com Dldo non iq.
uara malimiserts toecurre disco.
O Sr. Floieneit: Tudo Isso he aiiim, mas
nao temos dlnheiro.
O &r. Pinto de Hampos : ... dlnheiro temos
nsde aobra ; assim osalbamos applicar devl-
d.mente...
O Sr. Florencio : E a casa de deteneo ?
O Sr. Pinto de Campos :--.... o que tem a casa
de deteneo ?
0 fr. Florencio : Consom quasl todo o nos
o dlnheiro.
O Sr. Pinto de Campos : .... o nobre depu-
tado como que ameiqulnha demasiado os fun-
dos do nosso thesouro...
O Sr. Florencia : .\ jo amesquinho tal ; digo
a verdide.
" Sr. Pinto de Zampot: --.... assevero ao no-
bre deputado que uo he com a diminuta quo-
ta destinada para os acudes, que se ha He con-
sumir to*dos os dlnheiros da provincia; o no-
bre deputado sabe que he esse o bem imme-
dlato de que p lem goiar os pobres aerlane-
jos ; e he para deplorar que todos os annos es-
l'jamos a marcar aqui quotas para acudes, e
ellas fcarem aem applicaco, e sem effectivi-
dade. Maa cono mullo nozelo e philautropia
do Kxiu presidente actual, que os erabaracos
serio cortados, e que os seeies h i de ler agua
mandada por esta assembla. ( hpoiados.)
Voto, porlanto, pela emenda.
v.io a mesa e s3o spoiadas is seguintes e-
mendis:
cal-
Accressente-se : Sendo 16:0001 rs. para
a fictura dos acules volados, e ue oulros
nos lugares em que o governo julgsr con-
veuieoto.Mello Kego, Cusa Gomes, e Cam-
pos.
Com ir;mies aonde o governo julgtr
necessarios. 20:000,000 is. Martina pe-
reiri.
OSr. Florencio: Peli a pslavra para
dizer, que eu nSoamesiuinho os cofres pro-
vinciaes, masque entendo, Sr. presidente,
que os cofres prjvinctaes nSochegam para
tudo. Eu nSo quero s um a(ude, quero,
luis, tres, tantos quanlos foiem necessa-
rios, quero todu'o beneficio para o seilio*
para todos os lugires ; mas os nobres de-
pulmlos devem Ouovir comigo que para ha-
verm es?es beneficios, he necessirio, que
se fs;a ba applicacao das rendas da pro-
vincia, e nao gist.rem-se 190 cuutos, que
be o que se gasta com a cas* da detencao,
com o sustento de presos e corpo de poli-
ca, que s.lo despezas, que n3o devem estar
a nosso cargo, porque sBo de objectos ge-
raes. Vote o nobre deputido pira que se
considere a casa de detencao obra geral,
queeu volarei tamhem ; voto que o corpo
de polica seja geral, quo eu vol bem ;
vote igualmente, que o sustento dos' presos
seja feto pelo cofre geral, que vota muito
bem, e lera 190 contos para o< ae ules e to-
dos os beneficios do sci.i.i ; e eu des le j
he hypolheco o meu vol para quo toda
essa quaniia seja appltca la em beneficio do
sri3o. Eis-aqui o queeu quiz dizer,e nio
he por certo isio querer amesquinnir os ci
na ... ... i _
Quem, finalmente, ignora que a comarca doi""4 PUDIICOS.
Limoeiro achl-se nis mesmas circunstancias ? OSr. Cnrniiro da Cunta: -a- Parece-me, Sr.
Accreace que naquella comarca devem haver presidente, que temos una nova moda, que lie
Bous leudes; um ao p da villa, que be para adoiacudee, agora ludo sao acudes: estamos
bastecer d'agoa os seus moradores; e outro no mesmo ameacadoa de inundacao delles. BSo
lugar d Laga da extrema que ie acha oas iei se empreguei phrase que nao seja parla-
imediaedes daquella comarca com a do Bonito, ineular. Com isto nao fique poruii pensando
desorle que. felto ah o acude, teria elle de a casa que cu me declaro em hospltalldade con-
utiiii ir sos gadoi de um e outro municipio... I Ira os acudes.
f/m Sr. Depalada : Liilisir.i at aos hab- Anda que nao seja natural do serto tenho
tantea da Victoria. ilnleresse por l, c visitado aeno todos, parle
U Sr. Pinto de Campot : He verdade; it a oviles ; serei por coosequenclaeu sempre um
comarca da Victoria participarla dessa grande dos primeiros membro desta casa a recoohecer
vantagem. Jornal que se procura remediar: tentu porin
Disse anda o nobre raemhro da commissao | serias duvldas ae seremos nos aqu rShldos os
que melhor sena que se fixessern grandes re- mals aptos para alcancar esse flu determinan-
paros, ou depsitos d'agua em ceos ponloi do j quaes os acudes fazer. Quiten antes
dados do serto, nao pelas raides que temos que a casa incumbase esta tarefa.e a da esco-
apresentado, mas ata, Pa facilitar a atlra- Iha ou preferencia da locilldade ein que devem
cao das chuvas. eto ,er fellas essas obras ao governo da provincia ;
Ora, parece-ine que reparos, ou acudes be ou bem que inandasse alguns de leus membros
urna e a mesma cousa, porque aem duvida che- ae disso se quizerem elles eucar/egar percorrer
ganamos aos mesmos dns : todava nao delio nosso serto e verificar prlmelro quaes erara
de admirar que o nobre deputado quein o os logares em que. com mals provello de todos,
mals, e nao quelra o menos. ledevainfatere.ses acudes.... .
Senhores.no ispireinos ao summo da perlei- O Sr. (Yo Reg: E o goveroo nao tem
ci, porque este oesejo, no sentir de tira sabio engenhelros para '
prelado moderno, lem lido a caus de se re- OSr. Carneiro da i-unha : Eu nao me op-
tardarem as mais sabias medidas de inleresse ponlio, pois que disse que ou se ineumhisse ao
publico. O dsela do inelhor he Inimigd do goveroo essa averlgoacao ou a casa eocarre-
houi ; e multas vetes, no intuito de fazermos gasse della a alguos de seus uieinbroi Meus
cousas utilisslmas e perfeitisslmas. deiamos Uesejos sao que a quota tal qual se acha mar-
de fater asfndlspensaveis ( apoMdos); por con- cada para obras publicas nao seja absolvlda
seguate faca-ie o que ooi permuten nossas cora obrlnhn decreailas sem systema.que ae
Tsl
omeu coracao. Estou prompta para todo e cuiar a minha un......r s culpada deseutlr
qualquer aoconteclinento.... Oue acconteci- um amor involuntario ; todava a leilura desta
meatos? Tambem nao sel, porem precinto al. carta me esasperou.
guns graves. Tudo isso he mentira e tralco, disse eu i
Aoabo de reler a mloha carta e acho-a per- mim meimo com ralva, Joo ser o amante de
lena ua eiplicacio que ella d do que anda ha minha mulher, se ja o nao he... e astou certo
de obscuro e indeterminado na minia psito, de que elle j o be. Ella nao ousa anda confes-
Vem agora, minha amiga, aconaelhar-me. | aar esta Indignidade ai sua amiga; prepara-a
Devo licar aqui? Devo pedir a ineu marido para easa revelaco. Por mals descarada que
quemedeiie Ir para Paill passar alguns tem- i una mulher seja, nunca faz logo de uuia ver,
pus ruin m,nli.i ni.ii |ainda niesinu a una amiga, uina semelhaule
Devo eonar-me a madama Raimundo, o conMsso Miseravel.... Oh! eu nao sou ne-
que nao ousef anda fater porque irala-se de nhum paleta .. Nao crelo no amor platnico,
seu filho? Ignorado daquella que o losplra. Mr. Rayoiuo-
Devo ibsndonar-me.s docurai e s agonas do trata com mu pouca consideraco o casa-
deste amor ? i menlo e nao pode ler ttdjM.menor escrpulo
Devo procurar sullbca-lo como um pensa-' Elle nie lera suppoilo faltas e lera aceitado co-
mento aVuma aeco m? Iinolaes isqueltis que uilohi mulher Ihe lera
evo pelo oootrrlo conserva-loe cultlva-lo sem duvida felto. Nao me disse elle :-que as
religiosamente no fundo do coracao, como se faltas de um marido d.sculpam a inJldell.la-
enterra um thesouro pira os dial desastrosos Ide da mulher? Oh! Mr. HavmundtT he um
evo eiforcar-uie em cuidar no futuro, e grande pallfe, elle est de lutelligencla stim
ocurar penelra-lo para julgar, ou prever o Albina, e aproveilam-se sera duvida de mlrlrrfl
Hje agora elle me reaerva ? lauseoclas! A este pensamenlo, o odio e ai raiva,
Devo pelo coutrrio, oquealil tenho felto 'me soffocam. Iralndo, deshonrado, Mberid"
at aqu, oceupar-me lo lutelrameoie do pre- 'de vergmba e de ridiculo por meu amigo....
seate, empregar lo activamente todas as ho- por um hornera, ao qual S3lvei daudo-lhe aqui
ras e todos os minutos de hoje para que nio um relugio! lofiinia? Duas veiea infamia!
teaba tempo da cuidar ein soasa/uta?... Conju- Engaado como tantos oulros, inlnbm vida
rote, i|.-r uiauoia-que me respondas prompta- traotornada ; oh eu os espiarel... eu os mal
uieuie a lodaa eVsWlusldaM ; qualquer que rei... E sua mil... sui mi ? Gonfiaudo
leja a tua oplolo, eAaiue esjtlarecera sein du- couro confia, elle a lera sem duvida inlelra
,|ul... JBsrJl" |do legredu... Charpenlier laiuBein Meu Dcos_
yuem sou eu esifih : urna grande crimino- elles tumbara eicamecein de mira !.... A mi
aa ? Urna mulher mu feliz i Ou urna pobre lou- cultou a pallfana do filbo dando rea de que-
ca muito lasllinavel rer uulr-me com minha mulher... Que astu-
>e aabes, jBjc-ma, D tempo urge, e eu espe- cil I... Isso apartava as ininhas auspeitas ; e de-
ro a tua oarlaT mals madama Rayinundo dve ler reparado ua
minha louca paiaao por ella... Sira. emquanto
ausplro discretamente pelos seus encantos co-
mo amante estpido e sobresaltado, ella jul-
distribulsse para obrasinbas sem roaior
culo .
Um Sr. Reputado: Mal os acudes lio a
rlmelra obra publica....
OSr. Ca-neiro da Cunha; Os acudes lio
reaervatorlos de agoa. He isso de grande ne-
cessldade era varios lugares. Quaes porin sao
esses lugares, e quaes driles devam aer prefe-
rido! vialo como nossaa fincas pecuniarias nao
nos periniltem fater todos a um lempo, he o
que precisa ser com inulta silencio decidido.
Outro poni de que nos devoraos oceupar,
he o de aaber se esses acudes sao destinados a
loi n ne r agoa potavel; nu para oulros mlsterea
ilns lia tu lames d'aquellei sitios e suas vlslnhan-
cai, ou se ni Ii ni se destinara elles lmenle a
ler agoa para os gados.
Tuda lato ama vrt eliminado e considerado
como deve ser, deveremo-nos oceupar de saber
e r-ssis necesidades alo mais urgentes sis i|U
outras j propostas como a abertura do rio de
Goianna, a concluan das estradas que esto em
cimero, ete., ei". De minha parte desejarla
que tudo n'esse genero se Otease, se hnuvesse
dlnheiro para Isnlo, como porin a nao ha, for*
coso be conformarmo-nos com|nossas pones, e
moderamos os desejns de que estamos possui-
dos de decietar satisfaco a todas quanlas ne-
cessidades se nos aulolhain, ou a pedidos de'ca-
da localldade, e lito com prejuiao de outras
mullas obras,j bem e.laminadas, e cujo anda-
mento ein altzumas, seria parausado. Tome-
mos cuidado, meus senhores, com o grande
numero de e.mendas sobre acudes, assim pro-
postas, sera previo estudo dis locilidades, e
sein o orcamciiio dessas obras, que ameacam.
empregar toda quota.... *
Um Sr. Deputado: Todos es. acudes sao
precisos.
O Sr Carneiro da Canha: E ii eilridis nao
sao precisas t
Um Sr. Deputado: Tambem, mu o acu-
des S.lo pre le Idus.
O Sr. Carneiro da Cunha : E d'eise quara
os mals necess n io, > 11 de Limoeiro, de Heter-
ros, ilc Caroaiti, era oulros inultos lugares,
que os pedem ? Eis pois toda a duvida : e poli
n;io nos apreiiquios lano era seuiclhante ob-
jeeto, que nao acertai emos menos, em face de
iiilurui.ii.es que nos indlquem, quaes sao os
mals necessarios e as soininai de que'podemos
dlspor para ease fim.
Um Sr. Deputado: Mas assim nunca as in-
forraaces hao de chegar....
O Sr. Carneiro da t mi/u : E porque? Pois
sea assembla se dirigir a presidencia pedindo
'nformacea de quaes os lugarea que mais ca-
recen! de acodes, e de seu custo provivel, pan
no auno seguinte, seoo etiegarein essas in-
fnrmacoes este anno mesmo ou para o aono f
Ejio ser urna demora proveitosa?
pepito que rae nao opponbo a factura de
acudes ; o que peco he quea casa atienda bem
as preclsrjes 'dos lugares em que os manda cons-
truir, oque nao lera a menor duvida a resolver.
Um Sr. Deputado: Devem ser feltoi as po-
voaces.
O Sr. Carneiro da Cunha: Ha necessldade
de agoa, -por lemplu era Limoeiro, para os
poros ou para os gados. E d'ahi se seguir sa-
ber logo, e esse acude deve ser na villa ou em
seus ai rebeldes?
O Sr. horror Paleto: Bche-ie agua, a que
. Iiain un a.- i,ii.i,-
O Sr. Carnniro da Cunha :O traballio da
i' un i issiin de ornamento quinto inlei-
cistiva que tem sobre os negocios a seu car-
go nao ne devilir este pouco dinheiro que
ha ; nio ne esse o trabalho no. II' em vis-
te de tanta* oecessidades a salisfizer ver co-
mo pode ai tender a ellas, reservando maior
quota possivel, para a primen a oecessi la le,
reconliecida por todos, as obras publicis;
para as quau desunou olla a quota que ve-
des noprojecln de orgamento e que de ctv to
se evaporara atlendendn-se a todas is emen-
das apparecnlas, oqueveem chegandu co-
mo todos bemadvinhamos.
flj. Umsr. \)epulado:K emenda dos 16 con-
(os, prejudica todas s nutras....
O Sr. Carneiro da L'unhi: Isso nSo O diz
a emenda....
OSr. Corrifa da Brillo: Slasquautos leu-
des sJo T
O Sr. Carneiro da Canho: -Essa he a ques-
t.lii. Assim que se presentir que a assem-
bla esli volando leudes com prejuizo de
outras obras, mais pedidos de acudes virlio,
e ah leremos a quesillo de preferencia n'es-
ti casa, o que eu tnceto, e c ijo arbitrio pen-
s eu, deveria ser conimuitiJo io gover-
no...
Din Sr. Deptt/fdo :0 governo devile....
OSr Cumeiio da Cuaba : Entilo estamos
de accordo, mas passara isso?
O Sr. Correa te Brillo iHe justamente o
que hade acontecer....
O Sr. Carneiro da Cunha :Mas eu ndo te-
nho o espirito profeuco, e como amigo do
nobmdeputado o convidara a desconfiar
desse espirito, porque nesta casa se lem en-
gaado, o engaara a mui tos.
Se a casa quer votar urna s verba para
acjules, estou promptn e com muito gosto
para isso, aioda que ella importe em maior
quintil que asqueora existem pedidas coto
tanto que ao governo se uncunna i escolha
mts^ms^m^mmmrs^r^s^n^ta^nnm^nm
por vontade, uu por forca
forca I.... Quein sabe?...
Tua pan sempre, e do fando d'ilmi.
A. O.
Responde-me com o sobrescripto : A Sra.
m
na
ca
Eu me julgava de bronze contra o ciume :
carta de Albn disslpou o meu erro ; uada nos
seus termos, nos detalhes desta corresponden-
cia me dava o dlreito de impeitara Joo, de ac-
arquera de Berluil ; eu preveoirel a mada- ga engracado .Judar seu lllho a i dutlr minha
a H.ymundo. pula nao quero que la caria mulher, a mulher de um reoJr a na. mos de Mr, Uup essls. o nula engracado quanto este realista lalvou a
ete Jacobui iU lorie que mereca.n.
A peca he galante... AH t pelo inferno Joo
eduiiu minha mulher /.....Poli bem eu esta
Aolle.... agora mesmo... leduiliel iua mai....
. una he boa! por
essas inulhtfret de
grandes caracteres escaroem grramenle da mo-
ni vulgar... Todos conhecem a caaltdade pro-
verbial das Seii-proolas, das duquesas de Lon-
gueville, des Tberolgues de Mlreoourl, e de
outras conspiradoras antigs e modernas.... F.
alin disto, nio tenho que ecolher ; cootar-Ihe
pledosaiaeiite utn amoroso martyrlo... Isso he
dar motivo de escaroeo. Se ella resistir, se ella
gritar, siin oue ? ... se ella gritar... seu filho
acodira. Tanto melhnr! Duelo de morte, alisa
seja un duelo de, morte.... ; nossos ulirages
sao Iguaes... se elle me matar, pelo nienos nao
serei morto como um tolo. Oh! sua mi! essa
nulher... essa mulher; oo, nao he mais amor
e palsao que ella me" Inspira, he agora quasl
odio I he uo se que infernal desejo demucu-
lar o que teinsido sempre puro, celeste e ad-
mirado! be nao sel que necessldade feroz de
prufanaressa virtudesoberl, essa grandeza he-
roica que poa essa mulher lao acuna das ou-
tras mulhei*! tanto por sen carcter, como por
sua bellesa...
..Tanto melhor!... quanto malor for sua el-
vuco, mals profunda ser sua queda Rebal-
am humllbar essa orgulbosa creatura que nao
obstante o seu encanto IrresUtlve-l ino tem por
tanto tempo difundido urna veoeraco quasl te-
merosa..... Ah 1 Tarqulno deve lersenda um
Iifiraier [inmenso, terrivel por ver a seus ps a
oaita Lucrecia!
*E assim como esses assasslnos que le em-
briagan, na mesma embriagues do seu crite,
atacado de uina borrlvel veriigein, e quasl dou-
do corr para o corredor que la dar no quarto
de madama Raymuudo.
Um Instiucto secreto me diila sem duvida
que um segundo de reflexo me teria mostrado
a infamia de nimba condncia, teria feito JuMi-
c a esse pretexto abiunlo com que eu quera
cubrir o meu abuinlnavel designio ; Que-
lUyuundo devia ter seduzldo inluha mulher.
Fiz pois speramente correr o painel no en-
tallhe, i euirel repenluameute no quarto de
madama Ilayuunuo.
(C*nllnuar-se-ha.)
I
MUTILADO


:*/
dos tugsres em que.houverein de ser ellei
'oicluopedindocase, que minore este
Atieta rlenle que mostram 18 emenda
pp.recidas. ellm de que quelramoa ludo,
e nfln consigamos nuda.
O Sr. Uanoel Ct>aieali:--Declira votar p-
1o iriigo.e que te oppoem a lodae u emen-
des.
O Sr Millo Rujo : Sr. presidente, Jirel
noocas paiivne parajusliflcar a emen la que
assignei com mais done collones, e que fot
combatida por dous nobres depolaJos qu
/ ii 1111-1 ni em ultimo lugar ; o antes de tudo
teja permetlido manifestar o pezar que me
lie ni vno lo que ella era impugnada por u m
desses oobrea deoutedos a que me redro, o
qual por itao mesmo que lem inleiroconhe-
cimeoto do serlSo, por |e ter por li andido,
ejler ali fazenlaa de gado, deve melhor do
q .e na ouiroa estar a par das suas necesli-
dadis, e saber que ali ha nJo grande fal-
ta d'agoa pulavel, comotimbem para o ga-
do, que as secas morre mmgoa della.
Nao era pois do nobre deputado que eu tj-
psrava opposigSo a rumba emenda. Enlrfle
tanto no dire o mesmo do nobre deputa80
que acaba de fallar, eaqui se echa a mou
lado, o qual enlende que nSo lendo notas
estradas de que precisamos, nSo devemos
distrahir quantia alguma para outro lim a
ulo sera factura dallas, que sSo a noisa pri-
Dieira necegsidede. Estou bem longe, Sr.
presidente, de desconhecer e combaler a
ulilidade desastradas, bem como a neeessi-
dadequea provincia tein dellas; por mus
de urna vez me tenho pronunciado nesta ca-
sa oeste sentido; e o meu ruto constante
Della, parece-meque me da o direito de es-
perar que nioguem posas duvidar dos meus
senlimentua a eate respailo; mas isso nflo
hn ni.iiivn para que eu deseonheca que os
acudes sao precisos para o serlSo, e trate de
propor os mos que julgo proprios a retno-
ver.'in o mal.
Deudores, infelizmente pira o> nossos
gerlOes Ibiii assenlo nesla cisa mullo ri -
cultores, e poucus sorlanejos; a agricultura
est multo bem representad, tem numero-
sos advogados, lem quem advogue aeus in-
teresaos com fervor, e o sorlSo. nSo. Tem-
ae dito, e eu nSo pretendo negar esta verda
de,' que o nosso assucsr he um dos gneros
da provinoia que ae aoba mais sobro eme-
gado, tem-se chamado a allengao deala ea-
s'i'ni lile pa{a esle ponto ; e al utn nore de-
putado que no meu entender preslou com
isso um servico a sua provincia, se eooarre-
gou de calcular e apresenlar a casa o mon-
tante a que cnegaram as impusiges sobre
essepriucipal producto de nossa agricultu-
ra, cu iij.iiii-iniiuiiiii com as despozas de
transporte, resulntado do seu calculo conhe-
cer-se pve hede30porcenlo"o onus'que pe-
sa sobro o afsuoar. Accuitaqdo o exemplo
porminiia vez peto aos .nafres d-pula lo-
que tambfim calculem a itnposgSo que sur
fre o gado, e vorSo que nenhum genero da
nosss provincia paga o imposto que elle pa-
ga ; puisque alem do disuno qu equivale
a O por cont, paga 3.00 rs. por cabega d
bol Laia Cunsumo, o quu quer dizer um im-
posto de t por canto, calcilan Jo o prego .le
Cada boi em 30,000 rs., afora os transportes,
coatrios, e todas as mais desbezas : ora ve-
ja-ge a ha gonero que sofra urna imposi-
(ao igual! E aendo Certo que elle he um
dos que concurren! g enlmente para aa
rerlas da provincia, lie fora de duvija que
deve merecer a consid.rago da caaa, a qual
deneobuma sorte ae deve;oppo,a queo ser-
l.lo, onde se cria ese gado que he urna boa
fu ii tu de renda puplica, recebad beuelicioque
llie deve resultar da CJisignacSo de 16 con-
loa para a factura dealguns acudes, quanlia
diminuta, com aqual nao se consiguwa aca-
bar com o mal que as secas causauipoe to 10
o aorifl,,: ina-tu- aorvirapara remuve-lo d
maule as venlagens 0U desvantagans dos nielraincnte carrfgadfprin lempo opportuao
acudes, a dtseorrer aobre este ou aquelle
meto que dava aarescolhidode preferencia,
e por lim nao fagamos oousa alguma, como
multas vezes acontece nos cor.
ruos da natu-
resa deste.
Por isso Sr. presidente, parece-me que he
de toda conve iencia que approvemos a o-
iara sanircm ua mar ol dunas, uu luesuei del-
ii veein-ae na dqga neeeaaldade de as deaear-
regarem, para quenoiucceda, abrlrein e lo-
marein agua, fleando carrrgadas em ateo, e a
carregarcia-as de oovo para enio aahlrein.
Ora, eudu-lilo aiiln., pareoa-ine que, aendo
oa melhorainenros inaterlaes da provlaela, ob-
ledo de que prlnclpalineoie se deve oceupara
inend que est na mesa e que consigna caaa. ene eii nesie calo ; porque a iberiur
I ti nOulnoO de rs. nSo a para os aeu lea do Rio de Galanos, he a abertura de una gian-
. ai. A._______.-..:.-_ ,^.;^ m nna* i-nnaaii1iiiiiii lee, i'ld,is,cnmo para aquelles que o guver-
uii julgue uecessarlos, e possam ser fellos
com o que restar dessi quanlia ; fega-se
ou ? acudes, em um anno, que muilo tere-
moi conseguido ; para quem nSo lem nada
isso ja he muilo....
OHv; Curreiu de Brito : -- Eu tenho tanto
medo da iiisioria dos agudea....
. O Sr. Mello Unjo :Eu n.lo tenho nenhum,
a se livease estes me Jos q no manifest o no-
bre deputado volara contra ludo quanto
fosse autiKKisages de despender dinbeiro.
porque destaa tamtiem se pode abusar.
Agora direi duas palavraautn rasoste ao
nobre deputado que fallou em pnmeiro lu-
gar, pruvocando-uie a disousalo.
O nqbredebutado pareceu querer Insinuar
que u lite receio de publicar o que disse
aqui .
O Sr. Florencio : Ndoapoiado.
O Sr. Mello Reg.... por que dista que
laslimava que eu n.lo tivesse publicado o
discurso que pr.,1' -n na sessio anterio'. Sr.
presidente eu oSose o motivo p >rqn i nao
se publieou, o que eu iisae sei que nao fui
consultaJo oelo Sr. tachlgrapho a esse res-
peito isso foi l acto delle, eteroido de seu
molu-proprio; a se o mesmo nflo deu-ae
com o discurso do nobre daputado, be por
que naturalmenteelle sympaihisa mais com
0 nobre deoulado do quu comlgo.
O Sr. Florencio : Possu assegursr-lhe
que nada recommeudei au aenbor tachy-
grapho.
Um Sr. Deputado : 0 Sr. Florencio jt
disae que elle era od hroe (Visadas).
O Sr. afelio Reg : O nobre dpputsdo
toroou ao seu duende ( permiila-me a ex-
pressfio J, a casa de detengao ; oaintapo
esta vei insistiu para que fossa illtmlnsda
a quota consignada para essa obra, visio
que, oo seu entender, ella deve ser feita por
contados cofres geraes, como se dos po-
dessemos fazer cor^e^ por cunta dos colTres
geraes as uospezasque nos aprouvesse co-
,no se eslivease na nossa vonlada o delerini-
nar que tal ou le verba de desueza passass.-
aaergeral, e o poder g-iral se devessesub-
melter ao que delenuinasse a assemblea
provincial de Pernambuco, considerando-
com um podar superior, ante, o qual ell
curvaste a cabega, esubmisso recbese a
uas ordena! Cerlo que mnguetn susten-
tara sem limito doutrina.
O grande argumento Je que ge valou o
nobre deputado fjl o deque legislando
nos sobre crraglo de comarca, termos, e
freguezias votamos indirectamente despe.-
zas que ail'elaai os cofres geraes, entretanto
que pelo aclo addicional temos esse direi-
to; pelo que por analoga conclua o noluo
deputa 10 que podemos decretar obras, cuja
despozas correm por coma do ooJer ge af
Nesto punto uu devo rebordar ao illusli
memoro, que por muilo lempo, depois da
promulgago do acto adiicional, as provin-
cias cane^araui co.D as despezas dos paro-
clios e juizes de diieito, seodo que estes
eram de nomeagao dos c vincias, que tambero os ro nona segundu
> couonianeia* do servigo ou a sua vouta-
le : uepois a assemblea geral,o poder lu-
de va de coiiiuiuiiic-ico, e por comequeocl
he um melborainenlo de incalculavel utill-
O Sr. Paei Brrelo: ipolado.
U Sr. Pcrcira de Carvalho: As obras pu-
blicas, ao oeceisldadea de prmielra ordem, sao
ba dunda, inaadevemos preerlr as Alais ar-
gntea e importantes ; depoia aegunuoo ijale-
in i do nobre depulado que Impuguou tmeu-
da(oSr. ManotlUavuleanll) >\a qur que se
appllque ludo o dlubelro da provinoia para as
alindas. .
U Sr. MaiioelCnvulcaiiti: Todo Dio...
O Sr. frtil a de Cmrvallu) i QU'ii lodo....
canto e quarenia eolitos ris quer li-
to, porque segn lo aflrmou, as eslri-
das pioiusirlo urna trsnlformagSo aocial
vanlajosa ao paz, se ha assim, se o nobre
depulado quer chegar so lim das auas aspi-
ragoes, deve votar pelo mi.huriin-nlo do
Rio de Goiaona ; porque be urna verdaJeia
ostra la, he mata do que eatiada. Por tanto
segundo os pringipiog do nobre depulado,
deve votsr por esta emenda, e cont com
o seu vuto, porque nio supponho, que o no-
bre depulado sejs contradilorio. Sa o no-
bre deputado desrja o jiogresso das entra-
das, para ae operar esse milagro, essa.lrsns-
foi in.ic i social, parece-me que deve que-
rer tamDera que se melhorem ,os cannaes,
que se milnorem as vas de communtcag3o
fluviaes, porque assim esnsiguira o seu de-
sidertum, o ulijeclo das suas aspiragdes.
Por tanto Sr. presiaente sendo oianna
muio imporiaote, sendo em grande nume-
ro os seus productos, servindo o seu rio pa-
ra a exportagao.nao s delles, mas dos de
outras commarcas, comosejaa de Nazare-
tb, a anda doa da provincia da Paraniba
parece-me que qualquer quota consignada
para este lim lem urna appllcagSo milbor
possivel em relag3o aos iuleressea da pro-
vincia. E.se acaso Sr. presldealess rendas
da provincia estivessem em circunstancias
tao criticas, que nSo podessemos cuidar dos
melhorameutoa malenaes, que ella recla-
ma,paree -me, que amia a cusa de aacrill-
cio deverismoa cuidar de melnorer o rio de nu,,ppirat0 e maij tocante aimplicidade
(oianna, ja pela importancia demonstrada prmou pe|, belleza e elegancia da iinageo
domesmo, ja porque como urna va de com- do Sennor res'susciadu, cuja capa de un
muuicagao Duvial bastante curssds, con- SOberoo bordado de ouro coodizia em i
corre polerossmente para o augmento das
rendas publicas, e ja linalmenle porque
mal.
Tcndodadoa hora,
OSr. Hreildenie levanta a seasio. ( Eram 3
borai da tarde. )
RECIPE 17 IJE ABRIL DE 1859.
as 6 aoaaa da tiroe-
BITROlPIcrO MlNtL.
Principiaremos boje pelas procissOes da
ressurregao, que de direito nos pertancem,
por comegarem as nossss semanas palos do-
nrnos, o que, gragas a senhora educagao,
anda alguem ignora, assim como ha quem
por ignorancia lenlu censurado o relros-
peclo paseado por haver usado das expres-
-0 s--quiiita e sexta de endoengase do-
mingo das palmas. O retrospecto tome
mullos des/rucln, o nSo quer trocir o ri-
so, que Ihe causam as burlescas censuras
ilos sabfehocs, pela aerledadede urna ligSo
a esses crticos pedantes, que, nao petiscan-
do aentoem algumas folhas dos prefacios e
prlogos de certos livros, srvoram se, sem
novos huid velhos direitos, em literatos, le-
gislidorese iuizes. Tambem, afora os so-
bre ditos cojos Srs., quem pn tic ilar-i,en-
te nos raferimos. nao er o relrospeclo que,
baja muitos christaos, os quaes igoorem
que, a palor-aen luengas--quer dizer do-
res, tormentas etc., e que por cmseguinle
tanto he applicavel quinta como a sexta-
foira da Semana Santa, sendo al encontra-
da aquella nossa expressSo nos lexicogra-
phus; assim como que, o domingo com-
mummeote chamado de Rsmos lambem se
(1 -nomina domingo das palmas, o pischoa
llori la, porque nalle se com me oora a en-
trada u iiiuipli il de Jesus-Cliiisto em Jerusa-
lo n, oito dias antes da Psenos, e na qual
encontrou elle o camiuhods aua passagem
cobalto de ramos de palmeira.
Dado esse pequeo e innocente cvico,
que os leitoreg benignamente desculparo,
em urna Ierra onde s abundam os cnticus,
e faltam ibsolutamente os autores, oceu-
pemo-nog das procissOes. Esliveram ellas
muilo bellas e luzdas.
Na que saliio da Concjigao dos militares
foi grande a riqueza e profusfio das figuras,
notaudo-se entre estas os do sol e da lu,
que desta vez deixaraui o seu gyro celeste
pata virem perenrreras oossasruas.
O que por mais do que isso, dos admirou
foi que a nedia Diana, a pezir de acbar-s
em oppostgao com o radiante Apollo, nSo
appresentava mais do que* um uiingoaole
liiiissimo. A prociisSo do Cirmo com me-
oniodeJinelro,semembirgodatsiide450/
rs., que tartfbem muitu vozes deixav de se
fizer effecti vi.
A alfandegs miranhens,i rendao no mea
pissidopouco mais Jo 71 conloe, e a aecgSo
tirrecadaglo provincial mais de 18.
. gumiiaulna do thealro nacional de 8.
I.uiptincipiava a conciliar o favor pu-
blico dando oilhores repreaenlagoea.
No Gesra suppomos te' feto tregoi a
febre amarella, porque Dada enconiramos
nos jornaes carca dlli^
A despeito das drilgaMMicom que o pre-
sidenle d'alli lem pefS'guMo e ft*o captu-
rar muitos creiniuoios em toda a provincia,
continua o furor homicido a fazei suas vic-
timas.
Segundo o Cearaiue coostivs que bouVeri
ltimamente trez assissinstos, um para a
Sorra Grande, outro para Caniod, e outro
na freguezia da capital.
Um correspondente do.Ftdro II timbein
informava queem Mi mbaga un. tal lenle
coronel Rodrigo e oulros assassiuaraoz um
pubrehomem com um cortejo de barban-
dade que faz horror: corlaram-lne a cabega
e aa mos, e cullocaram-ois as ponas de
estacas como tropheos.
lio Rio Grande do Norte nada ha digno de
meocionar-se j e quanio a l'arahyba reme-
temos aos le-iinros para a nossa currespon-
dencia particular.
Coiiiiuunicudo.
prof.ironci. dos lugares em que m.ia se li-; lerprelador, oole bem o nobre depulado, o
z.r elle sentir, evitando que ah morram cu- no-Jar interpretador do accload icional, en-
lBodantesogado, seoto a geuta por falla tendeu que dovia chamar io poder central
d'agoa. E posi, repilo, si lo que o nobre de-
aina na hypothese llgurada, seria possivel
tirar em breva lempo, a directamente a
iioanlia, que ae despendesse com esse me-
Ihoramenlo meJiante urna impoig3o ra-
soavel as canoas, que o cursassem, vindo
por esse uto lo a provincia a nSo gastar c un
essa obra, e dotar entretanto com um me-
mora ment do primen a ordem a importan-
te comarca de Goimna. Avista deatas ra-
aes esmero, que a casa vol pela emenda
aprasentads. ,. K.. *.>. assislenles gracejos picantes e iusulluu
0 5r.ieAl^-Mba>p- sobre ser alternme reprehens
tadoineua.ulgo.derendcutaalooiafUdei.coni- ,.1 rf. m. ,-------i.., .,/ .ir..
pulido c.inhecedor do- serlSo, dos males
que a esse respeito elle solTre; nos ventia di-
zer qoe n.lo llovemos volar esta quanlia,que
oslauos disIrah.nJu a ronda da provincia
para o que nSo he de urgente precisSo que
n.lo a lien liemos paraaseatra das,como seuSo
fogse um fado cunhecidn que ftinos cons-
tantemente rotado 100 e O coulos para
ollas....
OSr. Flortuio:lie pouco, muilo pou-
00.... :i
O Sr. Mello Reg :=E em verJade, eu sin-'
to que a delllcieucia das rendas da provin-
cia uto permuta vutar-se quanlia maior;
mas isso nfio he razo p-ra que alten lau o.
s e nica cenle as el ada>, o nos esquega-
n>oa ciimpletameiite de que os agudos lam-
bem sBo ue grande nece>si lade. Foi essa
a razAo que me moveu a mandar a mesa, de
accordo com duus dos m eoscollei{as srni-
gus, a emenda que se discute e me parece
que Com igtas pouras.ri'flexes que tenho
l'oilo, n casa deve estar convencida da jusli-
ca della, eapprova-ls, visto que a quaotia
de 16 coulos o3o he tao grande que faga ta-
mauha falta, e produsa essea males que se
tem enxergado.
Um outro fuuilamenlo pelo qual disse-se
quesevotava contra a emenda, foi o receio
que tem os nobres deputados de que o pen-
aaoiento della naoseja executado..,.
0 Sr. Ulanoel Cavalcanli ; Que a quols
fosse mal empregadi....
O Sr. Mello llego:o nobre deputado dis-
ae que j se liuham volado quotas para tal
lim,o, Irelaolo quea3osetioham construido
agudos-..
O Sr. Camelro da Canha:Isso foi em res-
posta a urna parte; deve nAo separar a res -
posta O Sr. Helio Reg :Sr. presidente he ver-
dade que Ji h < mais aunos tem-se decreta-
do a conslrucco de acudes, que n.lo tem
sido tonos; mas be tambem exacto, e eu
devodize-lo, que se esta a>semblea tem
constantemente mostrado desejos de Satis-
fizo r esta neceasidade do serlSo, o governo
iiliimamenle lem correa.ondido as suas
vistas o secondado os seus esforgos, pois he
cerlo que um engenheiro ful mandado ao
centro da provincia, onde procedeu aos
precisos eximes, e j formulou orgamentos.
Portento oSo he exacto que se toiiham vo-
tado fundos, e nSo se teuhan p'orurado
oxecutaraa obras a que viles s.lo destinados,
nSo; ogoverno tambem se acha c impenetra-
do da neceasidade dos agudas, como o esta
a assemblea. Equando asiim nSo fosse, a
imssa insistencia nSo seria sem proveno ;
ella servirla para despertar a allengao do
governo, o arraoca-lo de sua indolencia, ao
he que ella existe.
Quero nobre deputado que antes do to-
mar-mos qualquer medi la a respeito pega-
mos Informagoes e esclarecimentos ao go-
verno.para voiaro.ns com conhecimenlo d
caus. Mas para que essas informagoes? O
que beque precisamos sabor? Seusagude*
.i.o necea.ano-i' Isso sahem todos ; n3o he
preciso que o governo no-lo diga. E demais
oaexamea a que elle mandar proceder para
dir-nos esses esclarecimentos, sao precisa-
mente os trabalhos a qoe se procede quando
so trata di factura da obra ato os trabalhos
para a conreegao dos orgamentos. Ora pri-
merro queo governom anda os seus agentes
proceder a eases exames, pnmeiro que estes
llie cheguem aa mSoa earjam remetidos a es-
ta casa, ondehlode ser considerados e dos-
cutido*, que lempo ae n3o perder O que
convem porlanto he habilitar o governo Com
os meioa precisos a satisrazer urna tal na-
ceisidade com a maior promplidSo quo for
essas alr'ibuuigdes que eram coinmeinda
ao poder provincial, fazendo igualment
coi ier pelos cilios ger.es as despezis res-
pectivas a ellas. Iiaqni, quando muilo, o
que se pode dizer he, que assea ubica geral
fez um favor as provincias, poupou-ltiea
urna despeza creacda ; deixando todava
assembleag proviuciaea o legislar aobre as
din-ii>-s ci vis e ecclesia.lica, pelo c-iulic-
cimeuto que ellas tem das localidades, cu-
jas necessidades melhormeute couhecem
do que o po ler geral.
Emitanlo diz nos o nobre deputado :
n,lo somos obrigados a despesas de seine-
lliante nalureza ; porque o acto aJdiciooal
tratando, assim da forga policial como das
casas de curreges, diz speuas legislar, e
u3o pagar; e como isso loca a aegurauga
publica deve ser geral. Mas, Sr. presiden-
te a*admillirse aemelhanle base de -rgu-
monl-g.io n3o ha despeza alguna que rulo
possa ser considerada geral; e nos aqu
uo leri irnos que marcar s nio a quota pa-
ra o nosab subsidio e ajuda de cusa, del-
Xando todas as mais ao cuidado do governo
geral; porque o aclo addciunal lambem
uo falla em pagar quan lo trata das attri-
buicos que acca 10, por vxemplo vejo: (leudo) Sobrea
iiisl' ucgo publica e estabelecimeolos pro-
prios a promuvel-a, uo couipreiiendoendo
as i icui Lides de medicina t a ; uo falla
em pagar,
a Sobre os casos e forma porque pode
ler lugar a degapropriacJo por ulilidade
municipal e provincial a : n3o falla em pa-
gar :
a Sobre a creagfio e auprossio dos empre-
gos municipaes e provinciaes, e eslabele-
ci inou to de seus ordenados a.
Sobre obras publicas estradas, e navega-
gao no interior da respectiva provincia, que
uo periengam a administragfio geral* :
Soore casas de soevorros pblicos, con-
ventos, e quaea quer asaociagOes polticas,
ou religiosa,! a ;'
Sobre os casos, e a formo porque pode-
ro OS presidentes das provincias nouimr,
suspender, e nuda douiiuir os empregadosj
proviuciaea ;
Em nenhum desses se acba a palavra
pagar ; he o mesmo que ae da com o $ Io
doarl. i| que diz : lixaraforga plicial. la
ae v que a argumontagSo do nobre depula-
do nao pode proceder; alem de que acerca
dos olliciaes Jo corpa de polica aiuda ha oti-
Ira rasiu, e vern a ser que ellos so empre
gados pruviociaes segundo a expressSo do
mesmo acto addciOual.
Parece-me, pois, Sr. presidente quele-
lilulo-se defeusor l caloroso de tjdo o ser-
i.i i, que pareceu ver em nlm um adversarlo
na materia de que le traa, e um voto couira
os acudes, Eu illaae. Sr. presidente, que eili-
va prouipto a VJtar quanlia malur da que a que
se quer que seja deatluada para liso ; coift lau-
ta que o governo ni.ind.i-.so eianilaar ol luga-
res Aoade mala cooveuieute loase collocar en-
te acudes, a oppooho e.uini ol iludes,
periiiuta-ine a caaa a eipreasau, folios em cima
la Joelho, por mel de u.na emenda. Furaui
a lal Rui que se dirigirn! uilnoas palavrai, e
pois Dvtn luuge de me uppor aos acudes que-
ro acudes, mas nao quero que os afudes sejam
leiios como parece vao feudo decretados, em
quariiuhus t papel, oo.n al enieudil.
Sr. presdeme, eu nu sei aeaer mullo cue-
lo duer-ae que be necesario facer os acudes
no sertau pira dar de beber a quem tem arde,
para que eeuo morra de sede ; poucas vezes
marre geale no iciua de sede. E se isla acu
tece cama aRruiaui alguos aenhorea ser ue
cesiarlu caasiruir acudes de seis eui ael legoas.
o que ae marre nu seriao be de falla de vve-
res; be porque ai chuvas nao van nu lempa
cuuipeteule, nao cresce o pasto, nao nasceiu
noui crescemas plamacdes, e lattain oa aliuiea-
lui paraos babitanlea e para os gados. Naae
inorre de sede, nao senhur; ai seccas no ser-
tau Iraiein grandes majes, mas pur eale mulivo,
porque muilaa veces as aguas sAo poucas, uo
ssiu autncleuies, nao dtseuvulveiu o. paitos pa-
ra us gados, ou fas cum que uo vhegueiii para
um anuo Inleiro, parque e passaiu uiu e ilous
annoaieuicuva, lato pe que l'jcraarrer a gado
E pur lito luesmo lamUeiu uo ae deseuvulve a
lavuura, e eulao a geule nao tem que cuiner,
lia agoa para beber, seinj.ro ha mais pertu ou
mais longe. A grande oecessidade all ario de
grandes rcservaiurios de agua das quaea se ope-
re coulinua ov.ipi)r.:.,-;in, que depuis cuudeu-
caudu cafain comu churas ou orvalbus, reros
quem ai ierras, e uellas iielieiu aguas, coiu o
que (alvec mo tenbanius a laiucutar, ao m un-
anlo, os males que nos causam as seccas, que
QuJbuatiUcadoa emmenda que assiguei, e
lustrado ao nobre ueputadu qoe elle nBo
aphou avclava d'Herculea com que julgou es-
'niagarWne.
U Sr. Uaclel Moitlelio : ( Pablicaramoi em
Ulro nuuio,,,).
0 Brjt/iitira de Carvallio : Sr. presidente.
leudo ouubre dcpuladu que se asseata deste
lad,., luipuguado urna emeuda, que fui pol. ,,,n
sala.nada, consignando a qu-.i. Ue 8 ouuloa d>
ria para o ineluoraiiieDto do rio de Golaooa ;
mi posso deisar de pedir a palavra para jusil-
fiua-la.
Sr. presidente, a comarca de Goianna, be
una comarca de primelra urde.,, os pruduclo
desta comarca coutr.bueiii grandemente para
aa reudaa da provincia ; Golautia cunta em aeu
territorio de 60 a 70 engeutios, uu lal vez man
aluda ; depuis. pelo itiu de Goiaooa se trans-
porta grande pane doi assucaiei da comarca de
Mazaretb, e laubeu) grande parle d^a da pro-
vincia da Parabiba ; entretanto aendo a comar-
ca do Goianna de laota importancia o aeu rio
outr'ura lio poderoso, acba-ee buje reducido a
um estado baatante deplorarel, porque nsa
maiores mares aa suas aguas, eeguudo sou lo-
tormado apenaa leeieram no pono dous pal-
devero ellas ler menos frequeutei e
eulensai.
Mal, .ir. presidente quem dic lito, nao quer
leudes?....
Um Sr. Qeputaio: NSo quer, nao.
Outro Sr. Iteputado '. Ess* argumenlaco he
contra ol acude, queui o* qur, nof-lla nei-
te aenlido...
O Sr. Carmiro da Cu^ha'. Quem quer gran*
dea reservativas de agua, quem qni que ae di
mala de it coulos de ria na quer aclld-s ? Eo
que sao cases acudes ? Nao sao depsitos de
agua para o leriiu ? E quem os quer desia ma-
nelra, ou daquella, aia qur nada de beneficio
para o aerlo, nu adroga a ma causa ? Pois,
quem qur diversos reservalorlos d'agua no
aerlo, notando anda por maior quentia do que
a proposta ulo qur facer cousa alguma a favor
do aerlo ?
Tambem o nobre depulado leve a bondade
de dizer, queeu me einrimi assim, porque nio
condava nogoveruo...
Oor. MiciW Monleiro : Nao disse tal; mas
le Ibe falla materia para continuar o aeu dis-
curso, ah tem essa.
0 Sr. CarneirodaCnnha : Eu deliarel esle
argumento mesmo para mostrar que me nao
falla materia para continuar. Disse mal o no-
bre depulado que devera terpropoilo, eiiei
[udes... }
U Sr. Uaclel Momeiro : Nio disse tari
O Sr. Carnetro da Cuitha : fes-ale al mo-
rador do lenao, que eu tlnha l faaaodae ; qu*
por cuuaequencla i,o coobecedor daqucllaa lo-
oalldadea que al propunha divlsdes territo-
riaei, noeolaoloque votava contra ol acudea.
I'rupuc divisea terrilorlael do lerlo, porque
coahecia as neceisidades que ilnbam esses in-
gares daa dlvisdes proposlss, e com estas dlvi-
ses nao prejudicarlaobra alguma.
Mo propui a faenara de acadea, oeste ou na-
quelle lugar, purbue nio sabia se esle, era pre-
lerlvel aqnelle, poraue> teqMMNai inil.n.ii-
blas que com prefesVafcla dltejava ver reanu-
das as taes cnudlcoeS. |U
ciao sou habltau'teaala sarllo.eaeos ioierea-
aes que teobo no serto foasem chamados como
tesiemuohu fata a miaba epiutto, eu dira
que nunca perd gada por f.lla djaigua pro-
prlainenle diu. mas que o loho (rerllido inul-
tas veies por falta de patios, t nem ha qdaai
faienda alguma que Dio leona agua, ou ao mo-
nos seus vi-ciutius einquaoto que no espaco de
mullas leguas luccesslvas aeubum pasto eslste
para os anunaea. ne.u alimento para a gente.
Tolo, po|l, por u para ser. empregado, por eale modo.
O Sn. o Pedro, e PlalA d$ Campos fasem
algumas observaedea acerca da materia.
OSr. Macal M onleiro: (Rao davolveu o seu
discurso.)
geni
cun o iiuin goslo e riqueza, com que,|fu
vestido o andor.
lien iva i a n-se as mascaras, e o thealro de
S. Izabel deu em as nuiles de 11 e 13 os seus
bailes ni iscura ios. Cousia-uos que nSo re-
nou pur all a milnor ordem, que era para
desejar, pois que logo em o pnmeiro baile
do qual lomos bem informados, alguna ges-
tos e po.siges appareceram que muilo se
ressentiain de indecencia, chegando mesmo
a desenvoltura e deseommediuiento de al-
guus mascaras ao poni de dingirem aos
osos,
ivel,
tem de mais q inconveniente de allugenlar
d'esses divo- ti montos as peasoas serias 0 de-
centes. Tambe n sem duvida por tal mo-
tivo, lurnou-se sonsivol a ausencia de fami-
lias pelos camarotes.
U lufeliz, que morreu de alegra na ca-
leta desla cidade, nudta fi do co rente, con-
forme noiici i i.os aos letlonn a vez pass ida,
cliamava-se Luciano Maleiros Vedoia, e era
natural do (.c na.
Toodo viudo de 1'enianJo de Noronba,
on le cuinprira sua sentenga, acbava-se alti
all retido, havia otlo para nove mezes, uo
tando inu.os de pagar a um procurador, que
liligeociaase a sua soltura I'oiimi, eiicn-
taudu linalmenle um tal ItoinSo, que disto
se encir.egou purcuiJide, uo conseguio;
collado' lograr o servigo do seu bemlei-
tor, que o vio cabir moau ao receber le aua
bocea a noticia de que Ihe oblivera a ordem
parasibirda prisSo. Mullas So as coosido-
ai-o-is, que nossuggere es.e acunleciinenlo
fatdico C gran leinouti) oo,.| .r.ivoi, mas na
impussibil.dade do as apieseularmos aqu
de urna manetra conveniente e completa,
preferimos deixar a perspicacia e semiuien-
tos do justiga e piniautropia dos nossos le-
lores o penetra-las.
IL-fero n-iios que boutom 16 do corrente
lenJo de ser castigado um soldado do I."
0 ii i ili'ui lo aitilnaii, a quarlelado na for-
taleza das Lineo l'oulas, ao dirigir-se o mes-
mo para o lugar do CaS.igo levautouse con-
tra os camarades qud o iimiii|i mli i v mi, e
investliido oara elles com a b.toncti ferio
a um sargento, o dizeiu que liinibcn a um
capltio, UeltanJO logo depoiaa correr, sem
1 no pudesse ser logo capturado em coiise-
queucii do ozo, que coiu miara a fazer da
arma contra os que se Ihe aproxnnavam,
vindo eiiiliui a sor proco na ra ueila a po-
der de algumas peuraa, que loe arrcuessa-
ram, e Je urna forte pancada, que c un urna
.cha de lenna Ihe deram em um brego, o
qoe fez cnir a baionela, que empunhava.
Eut ou boje dos porloa do norteo S. Sai-
nado', leu Jo deixadu todas as provincias
sem novidade.
As cnuvas, que tsntss visitas intempesti-
vas nos Dzerraui,parece querer agua deixar-
nos. Ha mais de oilo das que ae ausenta-
ran!, sem se lo libraren de que estamos no
lempo pro..ii i de soruios por ellas alivalo
da lutensa calla, que nos dellntia e exle-
ii i. D-ius permltta que se nio rualtso o mao
agor que liramos da esiemporaueidade ue
suas visitas, alias sempre por nos apre-
Ciadaa.
Entraran) durante a semana 37 embarca-
gOes eaibiram 6.
Ilendeu a alfaudega 76:250,998 rs.
Fallecern! 51 possoas : 1 v liomens, 16
niulncros, e II prvulos livres ; 2 homens,
ai illieres, o i pirvjiin osera vos.
A mortalidade anda uo declina !
THEATRO DE APOI.Ltt
Est marcado o da noje, 19 do correte,
para a represenlagSo nesle theatru em bene-
licio do nosso patricio Pedro Baplisla de
Santa llosa.
Oo programla do espeelaculo, com que
elle tem em vista obsequiar o publico desla
rica capital, ruaalta evidentemente o tino
a i Itlico que em consorcio com o bom goslo
presidios selecgSo do iniaresssalissiuio vau-
deville0 Caales do Roco--; pruduegao eui
verdade de um ment onginalissimo, pur-
que retratando una poca em loda a pleiii-
lude histrica, olferece todava utilissimas
ligdes de inoraHJ-.de por ineiu do principio
ndmdunx castigal mores.
NSo lo mu ein vista oeste breve arrosoado
tragar a aprectagao dos differenles caracte-
res, que com mao de meslre eflel a o, oca
da acuo delineou o illuslre aulor deste pri-
mor do genero, em que lautos applausos co-
Iheu Moliere ua frang de LuizXIV j o pu-
blico desla cidade ja leve oppurtuuidade de
sensiveimenle aprecia-lose porlanto de re-
conheCer essa verdad; mas nao podemos
deixarde chamar a allengao para o carc-
ter do remanido, cuja esles no oflicio de
barbeiro loi uio euluusiaalicamente applau-
dida, que de goslo llie clnro duus denles, re-
poitimo-nos ao aeu dito e por cousequen-
cia para o actor que o dvsetiipeuhuu, o Sr.
Santa Rosa, que a par do rigoroso caracle-
nsado reuuio a completa imelligeucia do
papel de que fora pela empieza encarre-
gado.
Uuem havei abi, do immenso concurso
de espectadores presentes aquella represen-
tado, que anda agora ao ler eslss liubts se
nao lembre com o riso do prazer uos labios
dos deliciosos momenlus, proporcionados
peoSr. Santa Resano desempeulio do re-
meniio do Rucio, copts fiel de mulla geule
boa desle mundo de meu Daos :'
Nos mesuios quo agura escrevemos este
artigo retrospectivo daquelle desempenbo,
nflo podemos ler mo ao riso involuntario,
que nos suscita a memoria com a reproduc-
gflo mental dassuas minuciosidades: com
o.l'eiiu, o Sr. Santa llosa esleve cmicamen-
te sublimo uessa noite, todos assim 0 julga-
ram ; e eui verdade se-lu-ha sempre que um
hbil ensaiador olio descoiineceudo o seu ca-
rcter, dislnbuir-lhe partea anloga, comu
se deu ueste vaudeville, e em alguna outro
'llamas, u s no' ihealro de Apollo, como
no mosiiio de S.-Izabel, apezar das intrigas
inlra bastidorm, que em presenga oeaper-
tos sempre desappsruciam.
Variadissimu be o espectculo em bene-
liciu do Sr. Santa llosa, que solicito em cap-
tar a benevolencia dos Seus alToigoa Jos, lu-
do lem envidado para Ibes proporcionar al-
gumas horas de poro recieo.
Esle lie o nosso desojo, e para sua conse-
cugSo fazemos votos a que corresponder
semduvidaa pratica, pois que connecemos
a sympslhia de que goza geralneule o Sr.
Sania llosa entre nos.
y. \v. K.
IJIAKIO K PMAMBIM
Pelo vapor S Silvador, qoe hontem en-
trn dos pOrtos do norte recebemos gizetas
do Pan at 27 do passa lo, do MaranhSo e
Cear atd7 do corrate, e do Rio Gruido do
>ui te at 3.
No i'ar comecou a fuoccionsr no dis
S do pissidoo phsrol daa Salinas, e consts
queobsorvado por um co nmanJacto de na-
vio na disiannia de ee-ci da 21 milhas, ap-
pese atara urna luz brilnantlssiins.
A salubridad.) ponlic da provincia pare-
ce ter milhorado, visto que os seus joruaeg
nada diz-im a respeito.
No Maraohlo reuniram-sa no dia 7 d>.
Crreme os collegios eleitoraeipara a elei-
gn dos indjvi loos, que devem c impor alis-
ta triplica,donde tem de ser escoltljdoo se-
na lor pela mesma provincia. O partido d
pposigio ibaodonou anida d'esta vez o
campo eleitoral, por parle do do governo
corran! Joss cuapis divariaa. As ehuvas
Correspondencias.
iri. Redactores.
Pan quo nio piase desipercooidi, esem
devida resnosti umi co ivspo idcn -n du
Sr. 0'. Augusto I, -mouna l.ins, inserta em
a I/aprensa de 5 do corrente n. .1.1, on le seu
aulor, digno discpulo da escolla praie r,
liel aosseus nel mos principios, insi ca-
lu ni ni, r-ni.- torpemente dando me a palor-
uida-io de act a que uns nio existirn),
e .nitros So por ello adulterados par
ver se dest'arte me dcsconceitua na opiniflo
publica; eu tenho a rogar-lnes o favor de
transcreveiem cm suas psginas ost.s dus
palavras que devo ao Sr. Iir, Auguso, a
quem seja me licito aconselliar quo ato he
conveniente a s, e nem mes no ao su. sys-
t-uia poltico o met'iodo que Um adoptad
de escrever falsi lades que faci'mente sao
esiruidas, e o po.Iem turnar perante o pu-
blico illoslrado como um vil calumniador,
a menos que n.lo seja isto um gostiuno par-
ticular de que S. S. quer gozar, e que em
tal caso Uio faga bom ..roveito.
Da o Sr. Dr Augusto comego a seu famo-
so hbullo de injuiias cnica itiim votnitadsg
di/en lo que ni ciin elle me intriguei ( u
quehe falso J porque chvg.ndo S. S. a esta
ei i.i i-, e connecendo o uio io com que ou
persegui seus amigos e correligonsrios,
pren .endo o processaudo-os sob qualquer
frivolo pretexto, tralou de, como udoogado,
os defender emjuito, etc.
On, di-se vontue m.ior de mentir ao
publico deacaradam-mter' Pela leilura dos
documentos ns 1 e 2 se v quanto he desti-
tuida de veraci lade semelhante assergao;
aorquanlo os esc ives uesta cidade ( um
dos quaes o Sr. Coimbra, nao he suspe to
para S. S.) cerlilicam que nenhum processo
tenho instaurado como auturidade policial
des Je 1848 al o presente. E pela ce ni o
do carcereiro timbem se v que durante to-
do este lapso de tempo gmente foram pre-
sog erecolniJos acaiea a mmha ordem,
Jous individuos, sendo um por criine de
desobediencia e outro ( um purtuguez ) por
brigi. Assim, pois, Tica patente a sem ce-
remonia com que S. S. avanga prodosigOes
to pouco ver lad iris, cujo alcance s ni-
dos r ou o de por em duvida mnina conei-
deragSo na cstimi dos liomens de bem, Oo
o da inculcir por esse meto hbil adoogado
de.la cidade, mas qur em um, quor em
outro caso S. S. andou errado, e nao poje
conseguir o lim a que se propoz.
Dan jo pasto a seu genio virulento, con-
t-nua na corres,ion eucia, de que me ocou-
po a dar-me como autor do occorrido nes-
ta cidade no dia 22 ue fevereiro prximo
passido por ocC'SiHo da socieJade liberal
const'tointe, deque S. S. he aqu o aps-
tol i (sem dunda pera ver sa consegu Ho-
rnead e diz que on etnpenhei-me oom o
e aua tasa
iim sanio ali copiosas, e j a encheuti do
Itapicur ameagavi do inundigao fi osaslsr. r. Sette para elle ser ppree
que Ihe flcim A mirgem. varejada, bem como que eu apreaentei-me
Como aqu, continuimem S. Lolza ex- oom urna fdrga de cont e tantos homsns
Dos oluclos que rogo a Vmcs. quer.m
publicaranb documentos n 3,, es ge v
claramente o contrario, por isio que njn
s a forg que apres pelo D-Sute, como delegido, para sbud.
por I inilalagla da gocie lade do Sr. Dr. Au
guato, queaidiziaera para peiturbsraor-
lem, quereiniva nesti cidsde, como qus
tamtiem taes empenhos nio li/, pois quea
fie-los S. S. n lo sana sollo, visto ler silo
prego em flagrante delicto de desobediencii
ao mesmo Sr. Dr. Setlo, om vista dos docu-
mentos ns. A 0 5, eso ni-i apresiniei ,,',.
queila occasi.io foi para comer o covo o ,.
enthusissmado contra os inimigos di corij.
tiluigflo, po ni rompe' om ilgum exresso
e S. S. que o dig se o fui ou nSo acomiial
nbir il fra da ci lade.
Quanto ao convite qoe me fez oSr Dr,
Augusto de enirar commigo em diacussSo'
dizeudo que mo teme os meus punhins !
bicimartes, s tenho a dizer-lhe que ver-
da lo uio entra em disputa com a menliri
e que o publico me com, o psri avalisr ei-
sa nutra calu mi.i de punhaes e bacimar-
tes | Sim, Sr. Dr. Augusto, eu nao son do
Caxooiraf nunca fui aisassino, e nem se
mo pode imput-ir a tal respeito urna ndoa
por diminuta qoe s ja em mmh* conducta;
sou um proprietario e nao sou desorieiro;
porque corn i-so nula tenho a ganiiar, e tu.
do a perder: S S. sin), ple-o ger, porque
esta ua carreira dis aventuras, enada i-q.
do a perder tudo t m a ganiiar, postoque
para com o publico principiou mal.
Sou, Srs. Redactores, etc.
Itio-forinuso, 23 ue marco de 1852.
Jos Antonio Lopes.
DOCUMENTUS:
N. t. Diz o leme coronel Jos An'o-
nio Lnpez, primeiro gnppleme do delegulo
.i -1. te. mo do itio-l'oruioso, que a bem ra
seu direilo precisa que os escnvos docri-
me deste termo Ihe certiliquem quintos
cessos tem o supplIcnU instaurado dnie
oovembro de 1848 al o presente, no exer-
cicio .10 dito lugar de delegado-
I', ao Sr. juiz municipal o delegado deste
1 nuil, a -Mili II) delira. E. R. M.
(u-riiiiqu m Hio-'ormoso, 8 de mirroJe
1852 Rodrigues Selle.
Em cumprimento ao reapeitavel despacho
supraCerliflc que oaupplicaute, na qua-
lldada do pri i.eiro aupplente do delega lo
deste termo, de novembro de 1848 at esta
dala anda uo ioslaurei um s processo
crnns pelo o meu Caitorio.
Em lo de verdade. Rio-Formoso, 8 de
margo de 1852. 0 escnvflo, Anlouio l'i-
oheiro da Palma.
Certifico que lomando conta do meu en-
tono, no dia 23 de Janeiro de 1850 de entao
para ca irlo consta uo mesmo carlorio que
o Sr. tenente-corunel e primeiro supplrnte
do delegado, Jos Antouio Lopes, teoha ins-
taurado processo crime algum, do que duu
f. itio-l'onnuso, 8 de purgo de 1852.
Em f deveidade. O piimeiro t>bell3o
publico, Jos i. unes Coimbra.
N. : -Mini. Sr.Diz o teneote-coronel
Jos Antonio Lopes, primeiro supplenteiio
delegado deste termo, qoe a nem de seu di-
reito precisa que ocsicereiro da caJeia des-
ta cidade, visia dos respectivos assentos,
Ihe oei tiuque quanlas pessoas luiamreco-
iui las a ni -.- na c i lua pur ordem do suppli.
cante, deaJe o lempo que lem exercicido
as fui,ceos de delegado, tudo em termos
que faga f : por lano
p. a V.s. nlm. Sr. Dr. juiz municipal e
delegado deste termo, assim o delira, E
II. ti.
Ceitiflque. Rio-Formoso, 8 de margo de
1852. Rodrigues selle.
Em cumpninenlo do respeitavel despacho
de V. S tenho a certificar que, avala do
livro deala cadea, em que se faz os ass'ii-
los das ,-nt das e so|tons dos presas, que
desde novembro de 1848 al esta datase
consta ler sido rerolhido em todo esse tem-
po preso por ordem do delegado suppleule,
o teueiite-coronel Jus Amonio Lopes, Heu-
rique Luis de Almeida, por desubediencu,
e o porloguez Jos Rodrigues Figueuedo
Junor, por briga; um outro poituguec:
lo- o que tenho de cei tiflcar. Ilio-Foimuso,
8 de margo de 18> 0 carcereiro, Heicula-
no Ceino Ii,-m trio.
Eslava reeotihecido.
N. :i.--llini Sr.Tendo fundados meios
do que se pretende perturbar a tranquilli-
dade publica, na occasiao de se instalar
urna sociedude nesla cidaie; requisito a V.
S cen pingas de seu cumulan lo pira refor-
- i ii i giro destacamento ; as qua.sdeverao estar
promplas ainanti3a, pela tnaniiaa.
Dos guarden V. S. Rio-Farinoso, 21 de
fevereiro de 1852.0 delegado, Francisco
Rodrigues Selle lllm. Sr. taiieule-coro-
uel Jos Antunio Lopes, commaudantedo
bat nli io de guarda nacioual desta cidide.
Eslava leeonhecido.
N. 4.Acaso de receber um ofllcio de V.
S. datado ue hoje, o u que mo communica
|iio genio nomeado pela gocirdade Liberal
l'ernambocaua, nu iuslalar nraia comarc
urna aocieade lilial, liona designado odia
Je aniiiin.i.i para a reuniao, prot.staudo
que cumpriria o disposto no art. 283 do
t; id. Crnn. apenas fossem approvaJu os
estatuios e nomeado o cooselno que lem da
a dirigir. Constando-me qooaigomas pea-
sois irreflecliJamenl s preparam par evi-
tar que lal reuniao se efleciue, e uSo leudo
ou fOrga sulllciente para garantir, nao s
aos que se reun em, Como aos habitantes
lesta ci lade, se pin ventura appa ecer il-
gum il;-turnio ; o sondo do iimi rigoroso
lever einpreg r todos os moios au meusl-
c meo para que a tranquillldade publica Dio
se altere, nflo posso consentir qae tal reu-
n! i se effeclue, o emquaDlo uto obteiihl
loE'.m. presidente dapruvincia os esdare-
cimemus que vou pedir, e me foruega os
ineios uecessarios para que nflo appareg si-
gn molim.
Avista do que haja V. S. de adiara insla-
Hgao ua socio lado at que chegue a respos-
ta do Exro. presidente.
Daos guarde a V. S. Rio-Formoio, 21 Js
l'uvoioi o do 1852 lllm. Sr. Bernardo Jos
da Cmara.O delegado, Francisco Rodri-
gues Sello.
N. 5.lllm. Sr.Quando hontem oilicici
a V. S. negando o meu consentimento P>ra
que sielT-ut lasss a reunido da sociedad!
que V. S. velo instalar, li/. ver os motivo
que a isto me impelan); e espero da su'
prudencia, assim como das prsaoas que
devem compor, que comprehenicndo bem
que nflo posso ufTerecer is giranlias que V.
S. exigo, emqu .mo chsgasse a resposla do
ofllcio que la mandar ao Exm. piesiuonte.
Kntrelauto V. S. recalcila em instalar M-
ciedade, eem allen.ler as pon lera (Oes "M
me fez; avisla, do que sou obrigsdo a fuer
ver a V. S. quo he o esponsavel por qu-l-
quer tumullu que nesla ci lade appareger,
visto que em desobediencia a urna urJera
que lie foi intimada da luzar a que se llu-
ra a tranquili lade publica, licanio ceno
que sei cumprehender as uiiutias ubrigi(uM
pira aa fazer cumprir. .
Iteos guarde a V. S. Rio-Formoso, 2a uS
fevereiro de. 1832. lllm. 8(. BernirJo Jos
la tarnaia. O delega lo do Hio-Formoso,
Francisco Rodrigues Seite.
S'S. redactorea.rvao posso deixir de dar
es elogios aquem os merece. Tendo estsoo
asa alguns llieatros da Europa como o de i '
fia, onde vi repreaeolar muitos coraicosi
a presentemenle tendo ido ao thealro eo
Apollo vi representar o Sr. Sinti Ros, q>
(jiJtllU aUUIi uoilllllJ-.ii VlaHI fc*. UJI. "* I *"*" ~----------- "- ..waiai..- npun > w|. v~v -^ ------------------ _
portigo efe eacravos em grande escala paralaMiadol, prattcindo insolencias, etc., etc. | nflo estl mui longe o seu mrito dessw, pu
MUTILADO


*
Bae tem executado i aua profljsfio, sem no-
ti ,|gum", satisfactoriamente com apulsuso
erl do auditorio, e que be digno de todo
*l0,l0, Espero as pessoas, que Ihe t >m Tel-
ia a distiucla honra di assislr o seus be-
u'iii'i '-*. hajam benignamente deanim-lo
c un cor.currencii devida, fjm de que
,|le lorn a disltegulr.se com melhor oslo
possivei as suas representares. Entretan-
to ,-.ili 'iii-nos o prazer de vonnos un patri-
cio, que justamente nos tem preencliido bas-
tane com a aua habilidad?.
liisou constante reapeilador:
Y.
Senhor redacior: Quem diz a ver-
,11 k-, oh v, e repele a palavra da Daog; re-
lata pois que cada un nflo oooulle, pur con-
tiileracu algum, visto como sera Irahir
ipiopria coiiscienca, que a dita olleniler,
c cunspurcar esse simulacro da Divindade.
Nestas circuostanoia o9o posso. nom de-
vosiilTocar em miro aquello sentimeulo.a
respeilo do recoulieci 10 merecimento do
S Mili ir Alfredo ('nuil lili i.cim iiii.ii I < uto do
vapor S. Salvador Esse enligo olDcial d-
pjarinha brastleira, brasSo da su
noli e
classe. possumdo urna acurada eJucacaO sa-
be por suaa alTaveis maneiral, rilo,digo so,
captar benevolencia das pessoa, que
com ella viajaoi n'aquelle vopor, mas amdi
penhoral-a, e conquistar a aua amisa le, iu
sinuando-se por tal guisa que su nSo pode
resistir, e ler iuaensivela tao iucesssnles
Huesas.
Talvez para sao multo concorra o vapor,
que elle dignamente cominaoda, geralmen-
: rec iiiiii'c.-lo como o melhor da campa-
nilla, pelo ac mu e mil.mi, que ali a observa
e sobre ludo pela regutarid.de Je aua mar-
cha, de sorte que iodos o preferem, al
mi,", un aoa voporea da cumpauhia Inglesa,
pois lera de encontrar ali um pissageiro
ludoquanio-poiie desejar, recebe um irala-
menlo superior a todos oa enco mos, e prin-
cipal inenle tem a carlBa npi.la e segura, visto como aquelle bene-
mrito commandanle nada poupa para cor-
responder a conlianca da ciiinp.iiliia, e s-
Itslasrr plenamente lodos quanlos procu-
ran! desliuguil-o preferiudo viajar no vapor
sobaeu caminando.
isaosuponhaalguem.que a lisonja,ou vil
inleresse dictou eise elogio, como muitsa
vi-i's succede, porque quem o lecevivena
absoluta iuJepeudeucia do Sr. Couiinho, e
al apreciando apunas as auas destinctas
qualidades n3o eniretoin com elle relacOe
j _umas. i.-si.n como, grsces a Deoa, nunca
ai mesquinlias, e srdidas conveniencias u
,-..iiir.lo para desmentir os impulsos do
seucoiacflo: he pois esn loica correspou
deiicu om verdadeiro tributo pago ao me-
mo, e uoia mauifoslacJo Ingenua, e liel do
Iguvavel proceder d'aquelle civalleiro, o
que podara talvez ferir a iuvfja de alguna
piiaailas, mas sitiara pleno assooto unir as
pessuas respeilaveis, e sisudas, principal-
meule do oone, onde elle coma um giaode
numero de amigos.
O Imparcial.
Recite, 17 de abril de 1859.__________
Publicago a pedido.
DIVERSAS PROVINCIAS.
3
llondiaenlodo dala II..
Idemdo da 17. .,. .
2:531.951
98.849
Exportncno.
Lisboa, barca portugueta Mara Jos, de
380 lonela las. onnlunu o aeguinle : 8918
saceos com 13,690 arrobas da essucar, 336
cnii ros aalg.dos com 11107 libras, 99 pr.o-
cliOes ile'a un relio.
hecebekia li*k rendas internas ge-
Raks de penmiii:co.
Rendimento do-di 17.....1:065,781
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do*dia 17.....9:607,366
-'------- vaino.
9:^01^3. Nrahjha-- 3 das, hiato t
'&*BjM, de 97 toneladas, n
phio da Poiilia, equipa;
Illa), e Eim. Sr. cooselheiro presidente da
relacSo.luz o comendador Joaquim Aure-
lio l'oreira de Carvalho como administrador
dasua mulner, que a b-mdeseudireito pre-
cisaqueo escrivu Ferreira a visia dosautoa
derevista civel entre partes reccorreule I).
Maria Kelismln i Jo Reno Gmese recorrido
osup..licanle 1 no d por cerlidSo o theor do
ccordiio proferido pelo supremo tribunal
de revista declarando o da mez e auno em
que Ihe foram entregues os autos quando
chegaram a este tribunal.
P. a V. Ex. deferimento-
E. r. ai.
reo de 1853.
Azovedo.
PRACA DO IIECIKE, 17 DE ABRIL DE
1853, AS 3 HORAS DA TAR'JE.
Revista semana/.
Cambio--------Sacou-e de 37 a27 114 tV l|2
d. por / ra.
Algodao- Vendeu-se a prlmelra aorle de
5/300 5/100 conforme a qua-
lldade; e miiisu ae Hiera urna
veuda deaie genero eilalenle
na Parahjba a 5."6u0 r. por
arroba poatu a bordo.
Aiauear As venda foram de pouca Im-
poriaocla, e oa compradorea
eativerain fro: o preco re-
Eularam do aeguinle modo:
raneo aegunda aorte de 2*300
a 2/350 ra. por arrob. tercel-
radlla de2/050 a 31100, quar-
ta de i j'Jiiu a 1/950 e quima e
aeita de l/7a0 a l|850; uiasva-
vado de 1/100 a i/ti00 por ar-
roba,
Couroa Kei-ie venda doa aalgado a
ni- ra. por libra, e taiiibein a
107 I [2 ra. apret de 75 da.
Azelte-doce Vendeu-e a 1#750 por galn
do de LUboa, e a 1/600 do do
Mediterrneo.
Bacalho--------llealbou-ae de 11/ a 11/500
por barrica, e ftcaram em de-
poiliu uolcaineme 800 barrica.
Ilolaiiulia Vendeu-ie a 3/500 ra. por bar-
nqulnba
Cafe;. ..... Iueiii a 3/950 r. por arroba.
Carne aecea dem de ifvOO a 3700 ra. por
arroba da du Rio Giaude, e de
ijKiiii a 2>00 da de Bueno
vre; a calatele moma a
49,000 arroba.
Cha liyson- dem a l/05o ra por libra.
f'ar. de trigo Oa precoi conlluuarain de
121600 a I7r conforme a quall-
dade, Hcando ein acr de 8,500
a 9,000 barrica.
Mantelga--------Pet-ie veuda de varlae por-
edea da Ingleaa a pre^o ocullo.
Masas Vendcraiu-ie a a|30O ra. por
arroba.
Panas .----------- dem a 4/200 n. por cala.
Toucinho Vendeu-ae a 8/50U ra. por ar-
roba do de Liauoa.
Vlnboa-----------O de LltDua l'lllt obleve 125/,
o demarca Paleto & Socio I lu/
c o de butroa autores de 110/
a 1201, o brauco da marca
Ju.iu de Brlio i30/ e uc nutro
aulore a 130/ e o de Heapa-
nha a 112/.
Ucoiilo- Rebaleram-ae letlra de 7[8 a
u ni pur ceulo ao mea.
Fretea -.Para o canal a 3i a. e mel a
cinco purcenlo.
Flcaram no porto 80 embaicacdea: aeno
americana, 1 austraca, li braslleiras, I dl-
oamarqueta, 4 francea, 3 heapaahola, II
englrza, 8 portugueta, I prusilana, 3 aarda
i 9 aueca
Pauta
vino das Nevcf Teiiei'a Bislos, Francisco
Alves de Souza Carvalho lunipr, Francis-
co Pinto l'esioa, Joaquim Barrozo de Car-
valho. '
brasileiroEspadar-
nieslre Manoel So-
gem carga loros
de mangue ; a Antonio da Cosa Ferreira
Estrella. Pas-ageiro, Manoel Jos Paiva.
Bahia 9dias, b toneladas, capillo Edusrd Crahsm, equl-
pagem 18, em lastro ; ao cipitRo.
Parahiba-2 das, ltale braiiletro Tres r-
meos, de SO toneladas, meatre Jos Hilar-
le de Sotiza, equIoagemS, carga toros de
mang ih' a Jnaaui.n Duarle de Azevedo.
' A'uei'o mhido no meimo da.
Rio de Janeiro brtgue brasllelro Sagita-
rio, capilSo JoSo de Dos Perelra, carga
assucar, algodSo e mais eneros. Passa-
geiros, Jos Mendes de Olireir, JoSo Ro-
berto e sua familia, Acassio Buarque
Gusm9o, Joaqnim Hamos de AievedoPo-
voas, e 33 escravos s entregar.
Mi!} deNmmm.
EDiTAL.
do pre(0s correntet do oiiucar, alijodo, e
mait gtnerus do palt, que se deipacham na
mesado consulado de l'ernantbuco, na se-
mana de 19 a 21 de Abril de 185i.
Aiauear em c. brauco I. qual. Arrobi
I,
mase.....
r. e aac. branro.....
a a maac.....
renado.........
Algod.o em pluma de 1* qual.
Antonio Joaqun Ferreira de Carvalho, "i"> .......! '
ajnalo d* appellacOe do aupertor tribunal "
da relac.au por S. M. Imperial e Constitucio-
nal, que Dos guarde ele.
Certifico que revendo os autos, de que Ira-
Ui a i eticHo letro d'ellcs consla sera sen-
lenca do superior tribunal de jiisuc do teor
seguinleVisloeXiiosloa e relatados os pr-
senles autos de revista civil entre partea re-
crreme I). Maria Felismina do llego Comes,
c recorr Jo Joaquim Aurelio l'ereira ii-s Car-
yalno e sua mulner : neg8u a pediJa ievila
por uSo haver injuslici notoria, nem nuil -
dade mauifi-sta Regressem por tanto os au-
tos ao juizo. onde foram sentenciados p^gos
pela recm rente aa cusas Rio de Janeiro 21
denovembro de 1851,Duarle, prnsidenle,
.Niliuco,l'ulo, Picaniiii, Mallos, Siqueira,
Almeoa, Carueiro, Lima l'ouco. Campos,
Veiga.C. Fraoca, CastroMascareubas.-Nla
m.i, ioiitinha em dita sentenca do supremo (D0J ordln,rio',
lilliunaldejusuca, pedida por ce.tidao na r,lW ieH.| e primor
pciico retro e copiada dos autos referidos '-
na inesiiia, a que me reporto cojos autos mi
iiir.iu entregues pelo secretario do Iriburjal
da relacSo, Viudos do suarunio tribunal ja
menciouado onde foram julgados em o da
27 de marco protimo passado. Esta a pre-
Knlt cminl.1.1 sem cousa que duvida faqa,
cunfetida BCOnaerlada e por inun escrivao
subsciipla aasiguei n'esla cidade do Re-
(.tfesu 1 de abril de 1852. Subscrevi e as-
sigoei Em f de verdade.
Antonio Joaquim Ferreira du Caivalho.
Ulio........ 3. a
A^o'areute cixi(ii 20 ei aos. Pipa
Din....... Cauada
Dil.i ilecanna . . . Pipa
Dita..... , . Canad
Di .estilada .a . . l'ipa
i)iU . , , t . oaiaada
tnebra .... . , . Canmla
Um...... . # , Hu i.
I.cor a 1 a . Lanada
Hi: >...... , , . Gail*.
Ai ro pilado2 a .rub a um Alquero
Araras ...... . Urna
[i.i, ,^-jios..... . . . . Um
1 ill.K'li t ..... a . , , Arroba
Biscoitos . . a . .
'. ti. bom .... . , *
Dito radto'ho . *
Dito com casca .
[Vn; sacca . . .
Llocos com c isct * , . Cenio
C ii.ii mus lum . . . . .
COMMERCIO.
I'RACA DO RECIFE, 17 DE ABRIL, AS
3 IIOIlAS DA TARDE.
coTacOas ornases
i.s'nl.io sobro Loiureai a 37 d. praso de 40
dias.
Hilo uito i 37 d. dito de 45 dias.
iModito :37 l|4dilo de 1& dial.
bnodiio:37 l|3dilode 15 das.
Itilodilu : 57 1|2 a dinheiro.
Compras de algodao na Parahiba : 5,600 rs.
a arroba poslo a boido.
Al.i'AINIIKCA.
Kendimnnto do dia 17 13:610,193
Descorregam ho)t 30 de abril.
liare* americana Kldovrado farlnha de
trigo. ,
Barca aarda Affonso I. mercadortas.
Hiato portuguez Voador do Mondcgo
ditaa.
Iliate brasueiro -- Anglica -- ditas.
I nipiH lui.uo.
Ilute brasileiro Anglica, vindo do Rio
do Jai.ei'o, consignado a I henlilu Seve t
tompanhia, manifestou o aeguinle :
30o caixii.has fogo da China ; a Candido
\. Soiiii; ila M.
u ilias dito da dita, 3 rolos solafrance-
', 15u saceas Caf, 1 caizSo sellos e man-
a, e 00 caiaa sabfio; a Hovaes & Com-
panhia.
100sacras caf; a Jato da Silva Regadas.
3'iimbas du into (erra) ; ao desembar-
gaJnr Ki mellado LeSo.
4sacca caf: a Antonio Joaquim de
Souia llilieiro,
33 mas dito ; t Machado & l'inheiro.
I c.iilo rafe ; a Domingos Rodrigues de
Morada,
I oilo uarmelada j a Ponte & IrmSo.
30 barriraa polassa; a A. J. Leal II.
i* ditas dita : a Manoel Ignacio de O-
lirtira.
CONSULADO CERAL.
Cera de Carnulia......Arroba
Couro de noi aalgadoa .... Libra
DlI.eapUado.........Lili
ll.lo Je 0119a..........
Uuces >ie calda ...... Libra
li.to de Goiaoa *........
Dito aecco.......... *
Eslojia uaclonal........Arroba
I- .ru'iiia de niHiiiliuri......Alquelra
reijao....."...:..
Fu.i.o bom...........Arroba
Dllil iMlulbo ....-...
liouiina ,..........Alquero
G iii^inro...........Arroba
Le.dia da adas ....'... Lento
Hila de loma ,.....
Praucbas Je amar, de3 collado Una
Ditas... louro.....'. "
Cuitado de amaiello de ib alo
p. de c. 3 V, a I de I.....
Dito dito usu.es. ..;...
Cost-diuUo de dito ...,. a
loadlo de dito ,........ >
Forro de dito.........
CoalaJa de louro....... a,
Coaudiobu deno...... "
So.Jbo deduo.......
Forro de llio.......' *
Oiloa de cedro......... K
ouio de t.tajuba Qulnwl
Vaiaa de ptrieira.......Uuiia
O.ias de agui.badal
Una, da quina .
Koda cesicupira para carroa
Klaoa de ditas pata dltoa .'* a
ftict ciu pipa .. i Orna
quartulaa.........Canad
barr....., ... Uin
Milbo .............Aiquere
Podra de amolar ..... a
Jila de fntrar ....*....
Pomas de bol........Cento
Piaasana....., MOlbe
Sola..............Meto
sarca parnlba......, Arroba
Tapioca............ "
Uuiia c boi.........Ccnto
..ouroa de ebra.......
elle .a carr-palo .... Canad
Rtndimentodo dia 1 a 16. .
'dem do dia 17 ..x.i.,.,.i.
, 37:984,888
,, 8:401,038
rros .
Par
2,100
l.'OO
I,l0,i
2,0II
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b.iHi
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4.700
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3,000
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11,000
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J.inU
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18 000
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I 28U
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S O.iO
1'aM
'2u0
1,9 0
18,000
i.i, "i
300
IS.iiuO
56.
Muviiucino du torio.
Navios entradas no did 17.
Para e por los iuiermedios 13 dase 6 ho-
ras, paquete de vapor brasileiro 9 Salva-
dor commati lanle o primeiro lente
Couiinho. Pasaageiros, para esta provn-
ola, Fiiiope Coiicalnu.4 Martina Vieira de
Suu/a, Thomai da Costa Ferreira Srrrso,
Joa Rbelo de Sa mbeiro, ft.y mundo
Alexandre Alvea de Carvalho e 1 eseravo,
Hernardioo Crrela de Sena Cesar, Sebas-
tiio Comea da Silva Uelford, Adriano Bar-
rodas Uellord Gomes, lo Alfredo Macha-
do, Dr. Joaquim Dominguea da Silva esua
familia, Manoel Antonio da Rocha Jnior,
41:38* 341 Jos Kaymundo de csrvilno, Manoel Da-
Pela inspectora da alfanJegase fai pu
blico que existem noa srmazens da meama
alui do tempo marcado no regulamento oa
vulumes niiaixo escri,itoa, e pelo present
silo avisados seus donos para despacha-los
no praio de 30 Jiaa contados desla dala, lin-
do uqual serSo arr-tmatados embasta pu-
blica na forma do art. 274 do leguWmento,
aem queem tempo algum se possa reclamar
contra o effeito deala venda, a aaber :
No armazem n. 6, 1 caixa viuda pela escu-
na Mara l'irmiua,em 18 oeoutubrode 1849;
a orJeru
1 dita com a marca SB vinda pela barca b.
Cruz.em 5 de deiembro da 1849 ; a Antonio
Valeolim da Silva Barroca.
1 dita com a marca EJSB vinda pe mear
ma barca ; a Manoel Joaquim llamos c Silva.
1 vaso que veio com plaas pelo brigue
Cnchela de Mara, em 33 de marco de
1851 ; a JoSo Tavares Cordeiro.
3 barr com a marca AFH MFF viodos pe-
lo biigue Conle Roger, em 16 de maio de
1851 a Avrial Freir 61 Companhia.
1 barril com a marca AAF vindo pela bar-
ca Santa-Cruz, om 88 de junlio de 1851; I
Anlonio Alvea Uarbuza.
No armazem n. 7, 1 caixa com a marca CB
vinda pelo brigue Gustavo II, em 13 de lo-
vembro de 1849 ; a C. Carneo.
1 embrulho com letreiro virnio pe barca
Minerva, em 14 de .novembio de 1849; a
Schafiieillin&Tobler.
I diln com leirriro vindo pelo mesmo na-
vio ; a Kalhmam Irmflos. .
1 dilocom a matea HS vindo pelo brigue
Arago, em 15 de oovembro de 1819 ; a Scbaf-
heiltin &Tobler.
1 dito corri a marca diamante o com tra-
vesaSo vindo pela arca Aurora, em 37 de
oovembro de 1819 ; a orJem.
1 embrulho com letreiro vindo pelo bri-
gue Juno, em 13 de deiembro de 1849; a
Kalhmam IrmSos. .
1 dilo com letreiro vindo pelo brigue
Beaujcu, em 15 da deiembro de 184?; a
Schorneillin & Tobler.
1 caixa sem marca viola pelo brigue Flu-
minense, em 14 de seiombro de 1819 ; a
ordem. .. .
Alfandega de Pernambuco, 17 de abril de
185-2, O inspector inteiino,
liento Jos Fernandos Barros.
! -jJJJ-<*BS-
Depois de orna brijhajffl1 ouvrliira exe-
rulaJa por grande oretieslrs sob a dlrec-
Clodo insiguo professur oir. Pedro Nolsscu
Kaptiata, lierao VAUDEVILLE O
fAIlES DO ROCO.
Na lim da peca, seguir-se-ha a bem CO-
tihei'iiln e sempreapplaudida aria
A negra africana quitandeira
da B.lna,
canlwpelo bcneflclaclo.
Terminar o espectculo com a jocosa Tar-
ca ntiiola la
O B1CUDO SOMISOLENTO.
Ha etle o diverlimento que o beueflci-
ttrto tem eaoolhido para offerecor ao IL-
LUSl'RAUu PURI.ICo desla provincia de
quem eapera aeolhimenlo e proleecdo.
Oibilhelea acham-ae dea le ja a disposi-
C'ti do PUHLICO no mesmo Ihealro de
ABOLLO,
Principiar as 8 horas da noute.
Avisos martimos.
l'.na a Bahia sahe com a
maior Lrevidade possivei, o hiate
Amelia : para o resto da carga e
paesageiros, traa-se com os con-
signatarios Novaes & Companhia,
ni ra do Trapiche n. 34.
t'reta-se
Para qnalquer porto, l a Bahia, ou at era-
ra o hiate Ca .iric toso de 37 toneladas, mui-
to veleiro o seguro de construccSo trata-
S'< na ma da Cruz n. 31.
Leiles.
Declarai;es.
Da ordem do lllm. Sr. director geral da
instruccSo publica faco saber, que echndo-
se vaga a cadeira de instruccao elemenlar
lo primeiro grao do Serra Talliada, S. Exc.
o Sr. preaidente da provincia a mandou pOr
a concurso Cun o praso marcado al o da 3
do prximo vindouro mez dojunho.
Faz-ss sciente a quem pencncer.que por
osla sublelegeci foi costo em deposito par-
ticular, um seiuielro rutlno, ou cil andrino, o qual om dial de Janeiro do cr-
reme anuo foi Jado para tralar por das em
sata do lenle Antonio Joaquim llabelln
Peawoe. e como o homem que o enuegou
nao voltou, e he squi dcscouhecido, por isso
ef.z o prsenle aviso, par quem sejul.ar
com direilo aodilo sen-leiro me sor entre-
gue se mostrar o signal do fano ou mais al-
gum que porvenlura tetina, depois de pagas
aa desi e'.as. Sundelegacia de polica do cu-
rato da S em Olinda, 16 Je abril de 1853.
O subdelogadu suplanlo
Miguel Jos Teixeira.
THEATR0"
DE
S. IZ4BEL.
56. recita du assignutura.
(IL'AIITA FEIHA, 31 DK ABB1L DE
l85i.
Depois da eieoucilo de urna das melhores
ouverturas pela orchesl'a, sob a direccSo do
hbil professor o Sr. Theodoro (Vales, su-
bir 4 scena o graude e aparatoso drama em
4 actos
Joanna de rlsndres.
Persongns.
Balduino, con le de Flaudres -- Germano.
Joanu, sua fllha mais v-lh, condece de
Flanlres- D. Maria Leopoldina.
atarcarlda. irmflada dita D. Carmela. ..,
llauldeMaplon, amante de Joanna -B- bandeja grande, com flores artillases,de es-
zerra. _
PoJro de Lacy, cavalhelro flamengo Ray-
rnundo
Luiz VIII rei de Fran? Amodo.
Iturg, criado espadachim de Joanna Mon-
leiro.
Huberto de Courlray Comhra.
ii e.iv, Ini'ir.i de Ruys lele -- Pinto.
O conde de Vilarcy Rozando.
O tiaro de llanin Pereira.
O hispo de Beauvais Cabral.
lliciae,, st'iihines da corte de Flandres ,
res il'armas, soldados, povo, ate.
A scena a* pansa em Lilla, no primeiro ,
terceno e quartos actos; e no segundo em
Peron.
A nada se poupera a empreza, para que o
drama aeja vestido e decorado com todo o
luxoe liriln iiinsmo
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em um actn,
O GASTRNOMO
ou o
Aventureiro das tabernas.
Comecar as8 horas.
Os Mneles acham-se a venda no lugar do
costume.
-- JoSo K'llerf Corripmhia, faro leilSo,
por ordem do Sr. cnsul da Franca, em pre-
senta do seu delegado, por iolerrencSo do
corretor Oliveira e por conla e risco de
quem pertencer, de urna caixa conlendo 50
pecas de nscauinhos francezes com 1:578 l|8
aunas, vanadas de agoa salgada a bordo da
barca franceza Cont Roger, na sua recente
viagem do Havre para este porto: quarta-fei
ra, 31 do crrenle as 10 horas da inatibSs,uo
seu armazem, na ra da Cruz.
A. O. Nicole, tendo deretirar-se para a
Franca, fara ieil.ii>, por inlervencflo do cor-
retor Oliveira, de todos os artigos do seu es-
tabelecimenlo, consislindo em vinhos, cog-
nac e licores superiores e de diversas quali-
lades, frutas de conserva, velas de esper-
uiiivie, rerveja, queijos, tintas a oleo, lij-
los de ma; more, todos OS uleneilius para Utu
acougue,a armacSo completa para armazem
de sup'iinentos para navios, cadeias, bal-
eflo, bancos, balancss cum posos, algumas
obras de prata,e Inlinidade de objectos uno-
dos para cuja venda nflo houve lempo no seu
ultimo leiiao: terca-feira, 30 docorreule as
10 horas da manhS, no diln estabelecimen-
t, na ra do Trapictie Novo n. 88.________
mmmB^smm*ma*~'mim*msiiMnmmm
Avisos diversos.
-- A Sra. D. Maria Francisca dn Souza Ra-
mos com seu marido npresenlern documen-
to do que lliedavo para aeren immediata-
mcnlii iiagis soh pena de irem para a casa
dos ralas.F. F. Gamboa.
No dia 16 do correlo pelas 7 horas da
noile, desaopareceu da ra estrena do Ro-
zado n. 36 a mulata de nome Luiza, idade
30 annos pouco mais ou menos, alia, cabel-
los curios, muito uros-la, cosluma irajar de
saia e diales da chita, f> Jesecaminhada por
Manoel Joaquim do Nascimeuto, sshido ha
milicos dias da cideia desla cidade, por ni
cunno Manuel dos Heis, e que na mesma oc-
casiSo assentou seluzr outros escravos, a
liia eacrava foi compiaJaa ClauJiuo Ju de
Mineida Lisboa, morador o engauho Ta-
qaian.suburbio de Sanio-\ut.lo : roga-ae por
tanto as auloriJadea puliciaes e capitaes de
c mi -o a Captura Ja mesma, e a entiesar na
dita casa ou na ra do Crespn. 7, que sera
generusamente recomnensado.
Greliflcac3o.
Pordeuse em a noile dequinta-feira San-
ta 8 do crreme, na igreja da ConceicSo dos
militares urna carleira. sobre o grande de
cor parJa, conlendo algum dinheiro em se-
dulss : roga-se pois, aquem a tiveracludo
queira levar, ou mandar por pessu ( anda
deseonhecida ), ra da Penha n. 35. a loja
de livros n. 6 e 8 da praca da Independencia,
ou a ra Vi-iiia da Boa-Visla u. 14, que aim
da quanlia que couliuha dtla carteira se gra-
tiflcara o acns.lo, levando-a cuul um reci-
bo, que se achava dentro dalla passado pelo
sr. Vianna, em difiranles datase pinrel i-.
A mesma carteira tinha bilheles de visitas,
com o nome do do 'O aquem pertence, que
por isso torna-se mailo fcil a entregar.
-- Desappareceu no dia 13 du crrente
mez urna preta de nomo Beatriz, idade 80
annos pouco ma s ou menos, levando vesti-
do de cassa azul e panno da Costa, estatura
regular, cor fulla, a esta grvida com a bar-
riga baslaote grande, levou comsigo una
No da 15 do correte mez, datappare-
oeu da casa do abaixo ssignglo, urna ne-
gra de nac'n, de nome Marcelina que repre-
senta ter 35 annos de Idade; cr preta, chala
lo corpo, o denles lmalos, ps cambados,
puxa de urna das peritas ; levou vestido de
finita azul com flores arnarellas. e panno d
costa de listraf encarnadas, fui com ..ral no
dia 13 do en rente mez a Francisco Jos
Concalvea rom rrfln-tjSo no paleo do Hospi-
tal do l'araizo.por ss-verar qua ella nlo li-
uha dofeito ou vicio algum; e por isso pro-
t-sts o ahaixo a.signsdo H endider pelos meios legaeao valor da mea.
ma escrava e desprzai -. quem a aehar |eve-a
casa o. 5 na ra da Praia, defrnnleda lli-
baira de Santo Anlnnlo.qua seri recompen-
sado Tiburelo Valeriano Banliaia.
O abaixo easignado, como proouredor
*Sr. major Joaquim de Pontea Marinho
:lara a 8ra. D. Maria Franoisca da Souza
llamos, que o mes no Sr. Pontea nada dove
por ter o abaixo assigoado pago em 10 de
novembro de 1849 eomo consta do recibo
qua lem em seu poder.
Luiz Antonio Pereira.
Ramos & Conpanhia, embarcan para
o Rio de Janeiro aa auas escravas de nome*
Severina, cabra, deilade 96 annos; Maris,
de n Dilo ae 100,000 rs. a juros com penho-
rea de ouro e prala: no pateo do l'araizo.re-
floaijflo.
A pessoa que annuncioo no Diario de
15 do correuta ter urna casa terrea para Ten-
deran haino da Boa-Viata, dirlja-ae a ra
da Penha n. 33, segundo andar, que se dir
quem compra.
Compras.
A' loja de ferrageni da ra Novan. SO,
le JoSo Fernandas Prente Vianna, silo ebe-
ga.ios o bellos tintairoa de metal com ari-
eiros da fldro, louea para cosinhs frrala
Je poraalana eassadeiraacompridas, a m-
uteis e precisas para as naturexi: todos estes objeoios sa acham a
dispnsiclo dos respeitavnis fregutzea para
-eram trocados por uioeda papel ou mesmo
metlica.
ja. Alinelo.
Pela-se encireci lamente ao senhor que
no baile masqu do da 13 do crrante achou
> punho e copos de um espadim, lenna a
non lado de annunciar aua morada para set
irnciirailo, dando-se-lhe as letras ioiclaqt.
i no tem o dito punho.
Precisa-ae de um bom ooainheiro r
las amas engommadeiras, todos forras: na
ra da Aurora oasa do Sr. Eliaa Bapliata jun-
to ao oollegio das orphSaa.
-- Jos Brasilino da Silva drolara, que na-
ta dnve ao.Sr. boticario Jos Mara Goucal-
ves Ramos,*e muito menos a aua senhora, D.
Mara Franciara de Souza Ramos.
Quem precisar de urna ama para coil-
nhar eengoimar : dlr>ja-ae a Gamboa do
Carmo, piimairo becoo vindo da ra Nova.
Jos Esleves oNsscimento, emb.ro
para o Rio de Janeiro sua eacrava Sebastiana
de naoBo, Idade 34 annos.
- Franeisco Malinas Pereira da Cosla.ex-
porta para o Ido de Janeiro oa aeus escravos
rbom, Narciso e Ignacio, pardos, Mauoel,
Antonio e Miguel, cieoulus.
-- Jo8oFlorentino CoelhodeGoz-embar-
ca para o Rio de Janeiro o seu eacfv
nuol, cabra.
Luiz Coelho da Silva, embarca para o
Rio de Janeiro o seu eacravo de nome Ve-
nancio, pardo.
-- lloje havera sorvete no bilhar francez
da ra i\ova, e continuar todos os das das
6 1(2 horas da tarde : as pessoas que l fo-
reui serflu servidas com asseio e promplt-
dUo, o sorvete sera sempre das meluores
fruclas.
llavera de hoje em diante 6orvete uo
holequim dos arcos, junto ao lhea.ro de S.
Francisco o continuara lodos os diss das 6 e
meia horas da larue: os freguezes serio
servidos com asseio e promptidSo, o aorvele
sera sempre das melhores fruclas.
Jos Paulu da Fonseca, cidadOo brasi-
leiro, relra-se para Portugal.
A pessoa a quem lito fallar um cavallo
em boas carnes, pode dirigtr-se a Estrada
Nova, que dando os signaes certos, loe ser
entregue por ChristoaSo Gomes da Motls.
- Hiecisa-se fallar com o Sr. Franciico
Candido de Souza Birboza, lilho de Sebas-
tian Jos de Souza Uarboza, chegado a esla
cidade em feerero de 1843 na barca Bella
l'ernambucana,que foi caixetro do Sr. Re-
gord, e depois de urna casa de commerciu
ingleza na ra da Cruz. Ao mesmo senhor,
ou a quem dolle saiba, pede-se queira dtn-
gir-se a casa n. 6 defronle do Trapiche (ovo
ou annunciar sua morsla para ser procu-
Pela subdelegacia de S. Jos do Recife
se annuncia a apprehenso e recolhimento
a cadete dosta ciJade, do prelo Agoslinno,
creoulo, eseravo, que declarou ser de Anto-
nio Goncalves da Silveir,por ae suppr fgi-
do: o qual escravohe de maior e recsenla
seguramente seu< 50 annos de idade : quem
frseu legitimo senhor comparece com seu
titulo de domioioe posse, que Ihe ser en-
-- Antonio Joaquim de Almeida Cruz, de-
clara que nada dove a lllma. Sra. D. Maria
Francisca de Souza Ramos, nem a Sau casal
por ter oago a seu marido. .
ohVeee-se urna mulher para o ser-
vico interno de urna casa, que seja cuidado-
sa e capaz : na ra da C-lcada, sobrado de
um andar de frente Amarella.
Roga-se so lllm. Sr. Dr. Emeteno Jos
Vello da Silveira Jnior, que queira aopare-
cer na ra da Senzalla ova n. 16, a negocio
de seu inleresse.
Torquat llenriquns da Silva, declara a
Sra. I). Mari Francisca de Souza Hamos; nao
Ihe dever, por isso uue o ultimo recibo sal-
lo de seu recenuario, Ihe foi p>ssdo aos 37
de maio de 1853 pelo Sr. seu marido Jos
Maria Goncalves Ramos.
RodolphoJoo Barata de Almeida pede
licencaallima. Sra. D. Maria Fiancisca de
Suuza Ramos para asseverar-lhe que na la
me deve, nem a seu ms'i lo Jos Maria Con- tas.macluii is de aua invencao sao
cslves Ramos i porquanloos medicamentos
Compram-se a pretaa mocan
de 15, a i5 annos, bonitas figuras
e de boa conduela ; sendo- urna
perfeita engommadeira e cosinhei-
ra, e outra mesmo sem habilida-
des ; agradando nSo se olha a pre-
co paga-se muito bem: na ra
iNova n. a3, loja.
-- Compra-s o 6.9volume do Panorama:
ua ra do Collegio, loja de atioadernador
n.8.
- Comprase urna casa terrea qne lenlia
quintal e esteja sm bom estado, sendo bem
varejada e nos lugares-varadouro a pateo do
carmo: a rtalar oa ra do Rozarlo n. SO, I.
andar. _____
Vendas.
Lotera do Bio de Janeiro.
Aos 3o:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da prafa da
Independencia n. 4, vendem-se bi-
Ibetesinteiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
a3. lotera do theatro de S. Pedro
de Alcntara; ditos inteiros,meios,
quartos, oitavos c vigsimos da 3o
lotera do Monte Pi, que vem as
duas listas no primeiro vapor do
Rio de Janeiro; na mesma lojare-
cebem-se bilhetes premiados em
troca dos que tem a venda e mos-
tra-se as listas.
Prensas para farinha.
Na lundicSo da Aurora em San-
to amaro, eno depozito da mesma
na entrada ila ra do firum a-
cham-se venda machinas paro
imprensar larinhade mandioc, e
outras para espressSo do oleo de
mamona, de urna invencao intei-
ramente nova. Os snnunciantes
nio heailain em publicar, que es-
APOLLO
Uecita extraordinaria era
beneficio do artista
camas, o .las cestinbas de dilas, tudo no
valor de 60 a 70,000 rs. : quem a pegar po
dera dirigir-se a sua senhora, que he D.
Francisca Joaquina do Nascimeoto no sitio
do demedio, passanlo a pontesinna que vai
da estrada de Bem Kica.no segundo sitio, ou
no Recife travessa da Maare-de-Deos venda
a. 1, quesera g'aliilcado.
pode-se ao Sr. inspector de qoarteirSo,
ou da polica aquem competir, conter a ur-
do u e tanquillidade publica de rondas, ou
lancar suas vistas sobre a ra dos Pescado-
res, fregueaia de 8 -Jos, eflon de ac bar oom
nsdistuilnos e desrdeos, que diariamente
ha all, a ponto de atemorlsir alguns raTJra-
dores pacficos, pois que nem ao menos aa
patrulhasse lembram de ron laresie lugar,
isto pude o Observador.
-- Aluga-se o armazem por baixo do so-
brado n. 39, sito na ra da l'raia, com duas
porlaS na frente e duas no OulSo, proprio
para qualquer eslbeleolmenlo, com espe-
cialidade pai loja de fazeada : os proien-
dentes dirijam-se so segundo andar do dito
aobrado, que acharilo com quem tratar.
O abaiio aasgnado faz soienle ao res-
peita.el publico, que lem iberio na ra dos
(juartHis o. 1* urna tola dOarmacOea, onde
aciiarao tu.loa oa olajtetos pertenceutes
igreja, tanto pafe faslivldaea como para os
actos funebrea, OS qulll aluga para dentro
da cidaiee aaus suburbios, caiiOesde pi-
nho de S a 9 palmus, ludo do melnor goslo e
is barato possifel.
Marcolino Joaquim da Pailo.
O carlorio dos orphos mu*
lo-se para a ra da Aurora junto
ao Sr. Francisco Antonio de Oli-
veira.
Antonio Marques, Portuguez relra-se
para o Para.
o mai
que por algumas vezas nomprou na bolica
do dilo seu marido foram p-gnS lvidamen-
te, e de que tem o annunciante os compe-
tentes recibos, e persudese que s Sra. D.
Mana Ftancisoa de Souza llamos deveria pri-
meramente inlagar deasas r-uusas e nio
ser i.iii fcil na publicaco de seu annunciu,
Unto mais porque o annunciante nunli
negou ao pagamento do que deve como bem
o sabe o irmSo da Sra. D. Mara Francisca do
Souza Ramos o Sr. B.ritilo neo Fraucisto
.le Souza, em cuja botica tambada o aunuu-
ciaule tem comprado remeJios.
__ |'iecisa-se de nm prelo que
g tiba co.'inhar e fuer o servido de
casa de homem solteiro (de conduc-
ta conhecida) quem o tiver diri-
ja-se a Iravessa do Vgario n. i,
loja de barbeiro.
ti abaixo assignadn faz publico que o
Sr. Antonio Joaquim Ferreira ue Souza na-
da deve ao casal do Sr. Jos Mari Goncalves
Hamos. Manoel loaquim Ferreira de Souza.
Lava-se e engomina-se com perforo
e por preco Rasuavel: na ra da Seuzalla
Velnan. too.
Est justa e contratada a compra do um
sobrado de ddous andares no becco do Bur-
gos n. I.quem tiver alguina couss a recla-
mar entenda-ae com Julio Alves de Souza :
na ra da Seuzalla Velha n. 68, ou 94, no
praso de 6 diss.
Avisa-se ao Sr. Jo3o Alves Nobrega,mo-
rador em Espionaras.que no engenho Ferri-
cosa,termo de Porto-Cslvo.provincia das Ala-
goaa.appareceu no dia 15 de marco p. p. um
eseravo cabra de nome oncalo, peduilo pa-
ra o comprar o qual onfessa ser do dilo Sr.,
para,que mande buscar o dito eseravo ou se
quizer venJer declare o prego, r.dita de que
nSo se respoude por fuga do mesmo ou ou-
tro qualquer sinistro : podo-so enlenleuder
no dito engenho Ferricosa ou nesta praca na
ra da Cruz do Recife n, 6.
Carvalho de Souza
escrava de nome Genoveva
Bernardo Domiognes da Silva Araujo,
embarca i.ara o Ku de Janeiro os Se'w'fcs
cravos Msri, Lniza, Minica e Manuol, ere*
oulos, e Amaro, pardo.
Oesappareceu na madruga la do da 18
docotreote, indo para a misa, o preto An- y p a tfjdas flfJ Jades.
ionio,de nacao C-gange; levou calca bran-
ca, jaqdeta de liubo azul, colele de veludo
com lislras encarnadas, cnapo de seda pre-
ta-, O levando maisroupa; estatura regular,
chelo do corpo, nariz adiado, e lem uro pe-
queo calorobo no pescoco a maneira de um
lobinhii: foi comprado ha pouco lompoa
viuva de Sebaalao Antonio de Mello Rogo &
Filnoa : roga-se portanlossauloiiJadrs pu-
liciaes, capilfles de campo, e mais possoas,
que o peiiuem e levem a ra Nova n. *3,que
ser recompensado.
Aluga-se urna granJe casa terrea com
superiores a tudo, quanto at aqui
tem ipparecido nete genero, re-
iinirido grande frc de preaso
a maior sitdplicidade de coostruc-
c3o, e facjliddde na nperacao, o
que faz com que dilTicilmente se
possam desarranjar.
Pernambuco 17 de abril de
i85aa C. Starr & Companhia.
JOLLT.
-- Vendemos spalos de couro de lastro,
setim braaoo, cor lav3o para senhora, d
bem conhecida m'ca Jllf 1 no aterrada
Ho-Visis, loja SUM, junto aoselelro.
MUITA^aTTKNCA.'.
No aterro da Boa-Vista, loja ama-
rella de A portas n. 60
VondaWe madapolSo multo Uno a 3,600 e
1,000 rs. s peca ;-dit de forro com avaria a
-2*1.0 1 rs.; risciidiiihos de chita a 140 e a pe-
ca 5,000 rs.; ditos eacoceies padres escu-
ros proprios para todo servico a 140 rs. o co-
vado; ditos de algodSo azul a 100 rs.; cai-
sas para vestldoa o corte u.ooo e d.SOO len-
cos de seda a 1,980 chapeos de sol a 1,000 e
1,980; riscadinhos franceses muilo finos, a
lindos padr algodllosinlio de 16 jarJas a 9,940 ; dito
americano muilo enco pado, proprio para
escravos a 9,880 ; chales de U.i a 1,440: len-
cos de chita a 140; riscadinhos de Iinho, pa-
drOes novos a 300 rs. o covado; fil do li-
nho a 610 rs. a vara; e outras muilas fazen-
das o mais barato possivei.
Veudo-se um preto II de idade, seu of-
flcio he ser eatfaeiro nailngoeta ; vndese
porprecisSO e por preco barato : para se ver
e tratar na ra da Cruz do Recife n. 94. ;
__Vende-se urna negra de nacao,cnm Ida-
de pouco maisou menos de 40 annos, lava
bem de barreda, e propria para servico de
campo, o quitandeira: na ra da Praia, ser-
rana n. 15 de Antonio Das da Silva Car-
Joaquim Antonio camino ae 5>oujai".
Azevedo va. ao Gear com sua familia elaima1 "v8nde-se a melhor farlnha de S. Ma-
theos.eehegado ha pouco a bordo do pa-
tacho ArlCatT, eem porcSo : a trataf 000)
Manuel Dias na ra do Vigario n. 14, loroei-
roandar.
Vende-so banba deporto muito boa a
440 rs. a libra : na ra do Cano n. 49.
Vendem-se ooulos para todas as idades,
por muito barato preco: na ra larga do Ro-
zarlo n. 96) leja de miudezas ds Julo Fran-
cisco Mala
- Vende-se urna esorava de 90 annos pou-
co mais ou menos, ooalaha odiano, ensa-
boa.engomma eoosa Xlo, quem a pretender
dinja-sa ao pateo do Carmo sobrodo novo
que volta parea ra de Orlas, n. 9,segundo
andar.
Vendem-se duas lelras.aalbas da quatl-
tla de 999,000 ra. acuitas pelo Sr. Antonio
to'daa aaptoporcOes para qualquer estbale-. Paea da Silva do Porto Calvo, Vencidas em
tmenlo ni ra Imperial n. 68: na ra de 1815 e 46 quero aa pretender dinja-sea ra
6. Concillo n. 99. | de S. Goncallo n. 9.

Si
MUTILADO



*-.
Casi de molas franceeis de Buea-
sard Millocheau no aterro da
Boa-Vista n. i.
Pelo navio francez Cont Roger, recen-
temente chegado do Havre, recebeu oro va-
rudo sorlimeQto des ultimas mixlns pncolni-
dss por pessoa de gusto apurado e vin Jo di-
rectamente, o que prometa Tender mis
em coala. Este sortimento compoe-se dos
objectos seguirles que se faro patente ios
comorsdores : chapeos de paira enfeit.dose
de seda para senfloras os mais lindos e ricos
possivel, chapeos de meninos e meninas ri-
cos en feitos para caneca, turbantes e capel-
las, romerae de bico, cebemos de bico e de
blondes verdadeiros, mangas da ultima mo-
da, caponnos de rede de retroz, de seda de
cores os nicos no Recie, luvas de pelica
moda ora, capellas e flores de laranjejig
Eara nuivas, corpinhos e risitas de bico
raneo e preto, ricas capellas e flores irmaes
das ditas para enfeitar vealidoa, ricos cortes
de rrstidos de baile e de casamento, chales
de rede.de retroz de cores, trancas e franjas
de todas escores, plumas, um grande sort*
ment de bicos de linho, rendas e bicos de
fcloode, msntas de cabeca para missa, pul-
celras de Ola de perolaa e de lita de reludo.
graratas de veludo, cambraia de linho trans-
parente, lencos de dito bordados, camisas e
col.rinhos para homem, graratas de mola
para osmesmos, espartilhos, fitas, Mantele-
tes ecapolinhos, toucados de 19a para se-
nhoras e meninos, balei.s etc. eto. Recbe-
se regularmente tolos os finurnos de todos
osdianoa de modas de Pars, e faz-se con-
forme as modas chapaos, vestidos.touc.dost,
e em geral o qoe necessiti o goslo da Mo-
dista.
Vendo-se urna flauta de ebanocom6
chaves ds prats, em hora estado e por preco
commodo: na praca da Independencia n.12,
Vende-se rezina de angico em uorcOes
e a libras, multo barata : na ra da Cadeia.
loja de-Joo Jos de Carvalbo lloraos.
Faz admirar rer linhas de 400 jardas o
carritel.
Vendem-se linbas de 400 jardas a 1*0 rs.
o carritel de todas as grossuras, em duzia a
1,00 o tem de 900 jardas muito lina a
100 rs, linhas de todas as cores, carritel,
norelloseoutras muitas cousas; assimeo-
mogrampasem cainnhass I00rs.,gulhei-
rinhos de metal com agulhas trncelas a
110 rs., et.mbem em c.ixnhas a 280 rs :
>a ra doCabuga, loja de Costa Fajozes.
Veode-se banha de porco da trra mu -
j superior a 400 rs. a libra: na ra do Ran-
el n. 35, on Je ae rende carne de porco.
A. Coloinbiez, com loja n. 2 na ra No-
ra, atrs da matriz, tem para venJer-sea
dinheiro i vista, ricos encelados de bonitas
a. Ti
Antigo .
cal
Loteria do Ii o de Janeiro.
Aos 20:000,000,10:000,000, 4:000,000 ,
2:000.000 e 1:000,000 de rs.
Na loja da Viura Vieira & Filhos, na ra .
da Cadeia do Recite n. S4, ainda arh.m-se ?e_m"!.corlr..dA.!!".Kl" "-i"..?!
a renda um resto debiltete* e cautelas da
23. loteria do theatro de S. Pedro de Alcn-
tara : como bom novos bilhetes. acauteles
da 30. lotera do Monte Pi Geral, cujas lis-
ta! esperam-ae pelos vapores, da carreira e
inglez: ns precos silo os seguintes:
Bilhetes 32,000
Me ios ti,000
QuartOS 5,500
Oitavos -',)
Vigsimos 1,300
Na ra Ja Cruz, armazero n. 33 de Luiz
Jos de Sa Araujn, veode-se em saccas de al-
queire familia de Santa Catharina e S. Ma-
theos, quem levar a aacca fica muito barato,
isto paraje fechar conlas.
Vfaem-se os verdadeiros selins in-
glezes, patente, de molla e sem ella : na
rus da Ssnzalla Nova n. 42.
Gesso.
Vende-se gesso em barricas, chegado l-
timamente : em casa de I. Keller& Compa-
nhia, na ra da Cruz n. 55.
Na loja das seis portas.
Continua a vender cassa preta a 120 rs. o
covado, ca-sa dequadros, para curtinado e
babados a 210 rs. chitas a 120,140, 160, 200
rs. riscado francez para vestidos e jaqueles,
a 160 rs. o covado e todaa as mais fazendas
por preco commodo.
Vende-se urna parelha de carados ala-
zSoa, ja enainados para carro : na cocheira
do Lourenco no lio da ra da Guia, ou na
ra da Cadeia do Recite n. 42.
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58, junto ao seleiro,
oiito de
Lem.
Na tyial janiche, n. 17,'ha
muito supefWAcT^nova em pedra,
negada ultrtWmfnte de Lisboa:
tambem se ve^ide* potassa da His-
sia, nova e de superior qualidade.
AltencSo.
EstSo i renda 3 escraroa creoulos; I cabra
de 25 n nnos.t negro de 30 a unos, 1 negn de
36; todos robustos e de boas flgurss: na ra
da Cruz n. 14, ou no pateo do Pilar, Casa da
esquina, se dir quem vende.
Barateiro do Kecife.
Na ra da Cadeia do Recite loja n. 50, ven-
Taclias de ferro.
Na fundrfSo da Aurora em Santo Amaro,
e tambero no deposito na ra do Brum logo ,
na entrad*, e defronte do arsenal de marta* man OC _
nha haaempre um grande sortimento jlg^ p5S8ando ochafariz, conti-
tschss lantode fabrica nacional como.*** ,7 K __________1-.______.:
tr.ngeire, batidas, fundidas, grandes, pe-
Taixas para engenhos
Na fundicSo de ferro de Bow-
Mc. Gallitm na ra do
na a haver om completo sorti-
quenas, razas efundas; e em ambos os lu- menlo de taixas de ferro fundido e
lavrades, recentemente cliegadas, corlee de
chitas achamaluladas, manteletes pretos
chales de seda de cores, grandes e pe-
queos, mantas, da seda, sarjas pretas, lu-
vas pretas de torcat, e de seda de cores pa-
ra Sra., ditas e seda, e pelica para homem,
grvalas pretas, coletes de casemira, cam-
bralas delinho muitoflna, tudo moderno e
bom, assimeomo outras muitas fazendas,
que alroco de dinheiro se vendem por ba-
ratissimos precos, bem como psnnos azul,
verde e preto para casaca, palitos, e farda
de 4,000 a 6,000 rs. o covado, ditos mescla-
dos para palitos e psra acabar a 1,800 r-. o
covado, e cortes deessemira de cores a 4,000
e 5,000 rs. o corle.
-- NoPasseio Publieo n. 15, vendem-se
saceos cor.i alqueire de milho, pelo Panto
preco de 1,700 rs. cada um.
As mais superiores vela de car-
nauba que tem apparecido no
mercado.
Vendem-se velas do carnauba, vindas l-
timamente do Ceir, de superior qualida-
de, em canas de 33 libras, a 9,000 e 10,000
rs. a ciixi: na ra do Crespo, loja da es-
quina, que volta para a Cadeia.
Vinlio de Champagne,
e superior qualidade: vende-se no arma-
ero Kalkmanu Irmos Ra da Cruz, n. io
Farinha Fontana,
gares existem guindastes, para carrrgar ca-
noas ou carroa, lines de despeza : os precos
sSo os mais commodos.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seestecoropendio, spprovado para
as aulas depriroeiras letras, a 480rs.: na
preca da Independencia, lirraria n.tf e8.
Velas de espermacete.
Vendem-se reas de espermacete, em c.i-
xinhaa de 20 libras: na ra da Cadeia do
Recite n. 48.
Grande sortimento de fazendas
baratas.
Panno fino preto a 3,000 rs.; sarja preta
hespanhola, de superior qualidade a 2,500
rs. o corado; aetim preto macao, muito au-
perior a 4,000 rs. o corado; alparca, muito
fina a 610, 800 e 1,000 rs. o covado; caasas
de flores brancas, proprias para cortinados
de cama, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. a peca;
cassas chitas a 2,000 rs. o corle; lencos de
cambraia delinho, para homem a480,560e
640 rs.; riscado assenta.ro em melim, pro-
prios para ropa de meninos a 200 rs. o cova-
do, e outras muitas fazendas em conta : na
loja da ra do Crespo o. 6.
>iin;u> de Nantua a
800 ib.
Vende-se a historia de Simio de Nantua,
a 800 rs. : na lirraria da praca da Indepen-
dencia n.6 e8.
I'otassa americana.
No antigo deposito da cadeia relha, n.
13 ex americana, chegada recentemente que por
superior riralisa com adaitussia: vende-
se por preco razoavel.
itap Paulo Cordeiro.
recentemente chegado do Rio de Janeiro :
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas- rende-se na ra da Cadeia do Recife loja n.
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Gobertores de algodo.
Suoeriores cobertores de algndSo de di-
ferentes cores, tecidos a dous fios, muito
cores do 6 12 palmos de largura.
vendem-se sapalOesfrancezes, de cmodo
lustro, da ultima moda a 5,600 rs. o par; grande, tem todaapplicaco em urna casa de
sapatos do Aracaty a 800 rs.; superiores lu- i.mili., porservir para meza de engom-
as de pelica, para senhora a 1,600 rs. o par; mado e forrar camas e mesmo para escra-
ditaspara homem, muito novas, de ponto vos, pelo diminuto pre;o de 1,440 rs.: na
inglez a 2,000 rs ; ditas a 800 rs. o par ; es- rul ao Crespo n. 6.
ua ser- ,covas para denles linas potes de porcelana .. pi0 armazem da ra da Motan.,15
-. --* a f" ..--- r ~~ ......-----.------- -. 4U ciiiii'/'iii UtM ni" ues ,um. m 11, u ,
rem para coborta de pianos, emesis Je jan- coa, binha; raacos com cheiro; luas de vende-se cal de Lisboa em pedra, a mais no-
l'r- torca I; cortes de tapete; sapatos de dito para Va que ha no mercado, chegada no corrente
o de sapatetro. homem; sapales Je lustros 2,500 rs.o p.r; mez, nobrigue Laya ; assim como mercurio
pelle de lustro a 2,400 rs, ; assim como sa-j j0ce em caixinhas de libra cada urna, tudo
Vende-se lio pardo a 600 rs. a libra ; di'.o
amarelloa 1,600 rs.: no aterro da Boa Yis-
a, loja d 58.
Remedio para os quebrados.
Vendem-se na ra Nova, loja n. 3, boas
fundas, forradss de camurca.
Vendem-se na ra Nova, loja n. 2, bons
charutos de AVana, ricos lencos do seda para
senhora, bonitas grvalas para a rapasiada
de bom gosto, e muitas outras fazendas.
Veodom-seduas propriedadesaom sitio
ns estrada da Capuog. nova, sendo urna l-
timamente acabada domuilo bom gasto: a
tratar na ra do Livramento, botica n. 22.
Vendem-se sapatos de lustro para se-
nhora a 1,200 e 1,000 rs., ditos para menina
a 1,000 e a 800 ra., ditoa para homem a 8g
rs.: na ra da Cadeia do Recife n. 11, luja.
Vendem-se 2 moradas de casas terreas,
ama na ra das Cruzes n. 7, outra na roa do
Calahnurn n. Q: na ra daCluria n. 91, se
dir quem vende.
Nova fabrica de chocolate.
Em a nova fahrtca de chocolate da roa
dasTrinxeirss n. 8, ao p da matriz se en-
contr ochoculate homeoptico aprovado e
aplicado pelos Srs. Drs da homeopata, o
grande chocolate hespanhol lino a margo,di-
to entre Uno tomperad,chocolate para odia-
rlo, cha preto homeoptico, cha da india
muito superior, cafT muido puro, dito de
sevada, CafT de carolo e cevada em grSo,
assucarrefinado e caroco.de toda qualidade,
charutos da Rabia, canda muida, puxuri
em favas, fannha de mandioca, dita do AL*
ranhito, etc. : na misma se diz quem v
a collecBo inteira desle Diariu de 183l/ko
primeiro Quartel de 52, lambem se vende
urna porf So de sacos vazios perciss-se alu-
gar um preto.
-- Vendem-se 2 casis terreas, contiguas
orna a outra reedificadas o com gran-
des commodos cada urna, em 'chaos pro-1
prioa sitas na ra doa Pires do bairro da
Boa-Vista : a fallar na ra da Gloria do mes-
mo bairro sobrado n. 7.
Farinha de mandioca.
Vende-se saccas com superior farinha de
mandioca a precos rasoaveis: a tratar com J.
J. Tsaso Jnior rus do Ainorio O 35,
Vende-se um bonito moleque de 15 sn-
nosde idade, cutinha o diario de ama casa
e com principios de engommar : a tratar na,
ra do C>espu n. 16, loja dattquina.
Vende-se un- cabriolet muito maneiro,
com todos os seus bonsaparelhos: a fallar
coa Jos Pires de Moraes, ra da Cadeia Ve-
Iha.loja de ferragens. ,
Vendem-se relogios de ouro e prafa de
patente auiaso, do melhor autor: em casa
de Schaflieitlin & Tobler, na ra da Cruz
n. 38.
Aos advogados o acadmicos.
Vende-se a colleccflo da legislaco portu-
guez pelo desembsrgador Delgado, excel-
lentemente encadernada e completamente
nova, por 80,d00 rs., compondo-se de 8 vo-
luntes, inclusive os dous supplemenlos :
3uem pretender dinja-ae a esta typogiaphia
as 10 horas ao meio dia. que ah se dir
quom vende.
Vendem-se na livraria do j conhecldo
xia'aleiro da ra do Crespo n. II oslivrosse-
guintes; a lrica de Q. Horacio Flaco, poeta
romano trasladada lilteraltnenle em verso
portuguez por El pino Duriense, S volumes;
oraces de Cicero, grtinmatici de Burgain,
pillo instruido da ultima euiccSo de 1851
com quatro estampas, muzeo pltoresco, en-
caderoacSo inteira, 2 volumes; relacSo his-
trica, atatislica e medica da colera murbus,
por Francisco de Assis Souza Vas, thesouro
da mardade portuguezaa ou a mural en ac-
CSo por J. I. Roquete, F.vangellios de Jess
Ctirisio segundos Malheos com suaj com-
petentes notas a 610 rs., o elemento de geo-
metra pur Lacroix em portuguez e francez
a 3,000 rs., historia da vida de Jess Chrlsto
por Bernardinu Freir de FigueireJo Abreuat
o Castro, 3 volumes a 3,0u0 rs.; brevjarium
romauum a obra completa em un so volu-
nte, 7,000 ra.; rirgilium a 3 e 3,000 rs., ora-
do novo 4,000 rs Jamea Thomson a 1,000
rs., saluslio encsdernalo 3,000 ra. traduc-
ido de portuguez e latim, selecta e aalustio
a 640 rs,, memorias histricas da provincia
de l'ernambuco, 3 volumes, 2,000 rs. ; poe-
sas do Sr. Barros 2,000 rs., 1). SobastiSo,
romance bslurico em cantos e outras poe-
sas a 80 rs.,eusios Sobre acrec9odu mun-
do, por Manuel Rodrigues dos Passoa a 60
rs.,callit-cismos a 320 e 80 rs., cartaa ta-
huadas; a aa tama se encarrega de mandar
ncadernar todVa qualidade ae livros por
precos commodos. Al ji dos llvros cima
mencionados nm mais Courade Uroil Com-
oierclal, par J. M. Pardessua troaieme edi-
tion, por 8:000 cinco volumes. 1
patos para senhora, tanto de marroquimc grmenos preco doque em outra qualquer
como de lustro, e para meninas feitos no parte.
paiz.oquetudo se vende muito em conta, < __ Vendem-se reloizios de ou-
afim de apurar-se dinheiro. ,
Sapatoes de lustro, para meninos ro eprata, patente inglez : na ra
de 6 a ia annos, 1 da Remalla Nova n. 42.
no aterro da Boa Vista, loia de Pechincha.
t. afi__ Na loja do Passeio Publico n. 15 vende-
calgadO n. 58, junio ao seleiro, ge,periorcal virgem, chegada ultimamen-
vendem-se sapate; francezes de te de Lisboa, por preco muito commodo pa-
couro de lustro, para meninos de ra acab,r, ...
fi r Aloinhos de vento
Oa 1 a anuos. com bombas de repuxo para regrar norias
Vende-se, pgr preco multo ebaixas decaplm na fundicSo de Bowmaux
commodo, cal virgem de Lisboa, c?lhe?>: r d Br"? na. 6,8 e 10.
em barris, muito bem acondecio- Lotera de H. S. do Livramento.
nada ; fumo em foll.a para capa Aos 5:ooo,ooo de rs;
>a loja de miudezas da praca
de charutos: papelao para fabrica' *Ja / "iiuaezas a pra?a
de chapeos: trata-se no armazem da Independencia n. 4, vende-
de Jos Joaquim Pereira de Mel-;8e um rest0 de bl he.tes "tetros ,
lo, no caes da Alfandeg* n. 7, OU lne,M ''rto'.de"0, W""
com Novaes rk Lompanhta, na ra
do Trapiche n. 34.
Superior farinha de S. Malheos e
muito nova,
Vende-se a bordo do hiate Caprichoso, fu li-
diado em frente do caes do Ramos, e na ra
da Cruz n. 34.
Farinha barata.
Vende-se a bordo da escuna Maria Firmi-
na, fu nd i.ula defronte do caes do Ramos,su-
perior farinha de man lioca de S. Halboos,
por preco commodo para acabar: trala-se a
bordo Cun o capillo, ou com Luiz do S
ArajJ^o, oa ra da l'.ruz n. 33.
r
ARADOS AMERICANOS.
* Vendem-se arados ame-
ricanos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre-
IOjOOO
5,000
a,600
1,100
600
90 de 40,000 rs. cada um: na
2 ra do Trapiche n. 8.
**>*.a>**a9et>S*$
aos amantes dos bons charutos.
No aterro da Boa Vis'.a n. 46,
loja de ferragens, chegou um gran-
de sortimento de charutos, dos
mais superiores, que ha na praca
da Bahia, assevera-se a qualidade
serverdadeira, e nuo falsificados,
como por ahi apparecem ; assim
como vendem-se mais barato do
que em outra qualquer parte, a-
proveitem pois a occasiSo que as
qualidades sao asseguintes :
boa fima, cata ores, primorosos,
emilios finos, superfinos, fama da
Bahia, ora, regala, quem fumar
sa ber, fama vda.
Deposito de panno da algodo da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por preco commodo
oJem conhecldo panno de algo-
"~ o desta fabrica
em
pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
toricleTHovaes rk Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
o||.W ap Jiaiad uiinbeor
asofsp 'aSapuajia ap umbsj ap iu-ziiuj
uu : f)siA a ojiaquip 'aaas apea ->j OOt'c p
'iien ap eqouej juijadng
4,ood
Vende-se rap de Lisboa, ebegado lti-
mamente, viodo de encommenda, cousa
superior,e rebiosabilisa-sepela qualidade:
na ra da Cadeia do Recife, loja de Joo
da CunhaMagalbSes, n- 51.
Deposito da rubrica de Todos os
Santos nu llalli.
Vende-se, em casa deN. O.Bieber&C,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado d%-
qnollafabrica, muitopropriopara aaccoade
assucar eroupa de esc ra vos, por preco com-
moao.
mos a beneficio de N. S. do Li-
vramento.
Bilhetes inteiro
Meios
Quartos
Decimos
Vigsimos
CHA PRETO.
Vende-se superior cha prelo,
em caixas de 3o libras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Araoi i .11 n. 35.
Traspassa-se a chave, vende-se a arma-
Cio, e mais objectos de urna loja de couroa ,
com muitos commodos para familia: na ra
Direita n. 55.
Baratissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora j
aterrado, tendo fundo at a ra do Hospi-
cio, afrente 55 palmos: tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praca da In-
dependencia n. 17.
No escriptorio de Manuel Joaquim Ra-
mos a Silva, na ra da Cadeia du Recife,
vdnde-se por preco commodo cal virgem de
l.ishOa chegada no ultimo-navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Roriz.retroz, fe-
chaduras do Poito, pannos e casemias
Jo Ifia.
Vendem-se, por preco com-
modo, superior vioho do Porto ,
em barris de quarto, quinto e oi-
tavo : no armazem de Jos Joa-
quim Pereira de Mellu, no caes da
Alfandega armazem n. 7 ou
com Novaes & Companhia, na ra
do Trapiche n. 34'
Vendem-se ricos espelhos,
com molduras douradas de 4 a 6
palmos de altura ; vioho cham-
pagne de excellente qualidade a
40,000 rs. o cesto: na ra da Cruz,
casa de Avrial Irmos.
He lao barato,
Que laz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-ae panno lino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covsdo ; dito francez muito superior, a
6.000 rs. ; dito azul, a 2,600. 3,500, 4,000 e
5,0 H)rs. ; dito verdejj 2,800, 3,000e6,000
rs. ; dito cor de raperVa.*oOrs. ; casemi-
ra preta,a4,800f000, 7,500 8,500e tu.OOU
rs. o corle; sarja prta de seda muito su-
oerior, a 2,500 rs. o covado ; merm preto
muito bom, a 2,800e 3MO rs. o covado cor-
tes de casaa chita multo bonitos, a 1,920
rs.; e outras muilas fazendas por preco
cummodo.
Vende-se om terreno na ra da Aurora
com 50 palmos de frente e 280 de extensSo,
tundo caes de lijlo a beira mar, fleando en-
tre as casas dos lllms. Sra. Gustavo Jos do
llego e Francisco Antonio de liveira : oa
pretendentes dirijam-se
8, prlmeiro andar.
a ruadas Torres n.
50, de Cunha & Amorim.
Deposito de cal virgem
Conha & Amorim, na ra da Cadeia do
Recite, n. 50, vende-se, barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco doque
em outra qualqner parle.
vrados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferrode diversos mo-
jlos.
MimikIus superiores
Ns fundicSo de C. Mari (v Companhia,
em S.-Amaro, acham-se a venda moendaa
Je canna, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muito superior
(jasa de commissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se oiferece muitas garantas
a seus donos : na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
1I0 Keci'e n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis.
Chitas finas de corea luss, com to-
que de avaria, a 45oo, 5,000 e
5,5oo rs. a peca.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cadsia, chitas finas,
decores tixis e bons padrOes, com pequenu
loque deav.ria, a 4,500, 5,000 eS,500rs. a
peca-
Agencia de Edwin Maw
Na ra de Apollo n. 6, arqazem de 1c. Cal-
niuntSt Companhia, acha-se conaiantemenle
liona sortlmenioa de taia de ferro coado e
(..Tinto, unto raaa como fundas, mocadas In-
eiaa todaa de ferro para animaea, agoa, ele,
dflaa para armar em madeira de todna os ta-
manhoa e medelloa o mais moderno, machina
nurisonlal para vapor, com forfa de. 4 caval-
lua, coucoa, pasaadelraa de ferro estanbado
pma caaa de pulgar, por menos prego que oa
de cobre, escovena para navioa, ferro inglez
tantoem barraacomo ein arcosfolbas, eludo
por barato preco.
Attenc3o.
Na ra do Rosario estreita travessa para o
Queimado, deposito de Joo Jos Mandes da
Silva n. 39-A-, continua-ae a vender latas de
ararutt muito supperior como he sabido ;
vende-se em libras a 400 rs., bolachinhs, re
g 1 lia muito fina a 320 rs fatias e biscouli-
uho de araruta a 320 rs., bolachinha ingiera
a 200 rs., dita quadrala a 240, fati-s e bis-
coutos mais inferiores em libra a 200 rs ; e
anda vende urna pequea porco de biscou-
tus de renns que para acabar vendem a 480
rs. um embrulbo contendo 1 duzia, vende
lambem castanhas e amendoas por commo-
do preco, portanto os freguezes devoro pre-
ferir, a vista do preco e qualidade.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZAIXA NOVA 9. 42.
Neste esta lieleei ment conti-
aa a haver um completo sorti-
mento de modulas o metas moen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Vendem-se superiores boli-
linhos em caixinhase embrulhos,
proprios para cha e caf, chegados
ultimament'j do Havre preco de
'loo rs. cada um : na ra da Cruz
do Recife, armazem n. 62.
Deposito de doces.
Vende-se doce de todas as qualidades, se-
co e de calda em caixinhas de todos os ta-
manbos bem enfulladas a vontade do com-
prador e de calJa em barriliohos mais bem
feito do que em outra qualquer parte na ra
de Lingueta n. 5.
-- Vende-ae a verdadeira agoa mineral,
chamada Selie-s Wasser e urna pequea por-
co de charutos da Baha: em caaa de I..
Scbuler i Companhia na roa da Cruz d. 49.
Novos cobertores de tapete a
1,44
Na roa do Crespo loja da esquina que
volta para a cadeia, vendem-se cobertores
de tapete, grandeae bonitos, pelodiminuto
batido, de 8 a 8 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
prego commodo e com prompti-
dSo, embarcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
Vende-s om moinho de moer caf com
seu competente torrador e fogllo aindi no-
vo : na ra larga do Rozario, padaria n. 48,
oa trocs-se por oulro qualquer objecto.
Grande porefio de fazendas baratas,
na ra do Crespo n. 14? 'ja de
Jos Francisco Dias, a 160 rs. o
covado !
Vende-se ums grande porc'o de chitas
muito fixas, de novos padrfles, com um pe-
3ueno toque de mofo, a 160 rs. o covado ;
itas escuras cores de caf e de vinho, e ou-
tras mais cores muito fixas, a 200 rs. o co-
vado ; ditas as mais finas que lem appare-
cido no mercado, tanto em pannos, como
naa tintas, fazenda do ultimo gosto, a 24o
rs.; riscados frsncezes de quadros, fazenda
muito Ota, a 200 rs. o covado corles de
chita francezes, com barra, a 3,000 rs.: ma-
rinos pretos de superiores qualiJades, e
1,800, 2,500, 2,800 e 3,200 rs.; tlnissma al-
paka preta e de oOrnS fazenda propria pa-
ra palitos, a 640 rs. o covsdo; algodSo azul
muito largo, a 160 rs. o covado; pecas de
bretsnhs de rolo, com 10 varas, fazenda
muito encorpada, a 1,806 rs. a peca ; assim
como existem outras muitas fazendas, por
precos mais baratos do que em outra qual-
quer parte: de tudo se arSoamostras,
deixando seus competentes penhores.
Sobrado em Goiamia.
Yende-se, muito em conta ,
um bonito sobrado sito na rus
do Meio, n. 58 avallado em
2:oooooo, em o qual tem parte
rsula Maria das Yirgens e sua
irmaa Joaquina A Ivs de Paiva na
importancia de 107,473 rs. quem
pretender dirija se a caza de Kal-
kmann I raos,rita da Cruz.n. 10.
?ff?ffffy ff*f**ff%
* Deposito de tecidos da labri- J
m- ca de Todos os Santos,
j na Bahia. *
S Vende-se em casa de Domingos Al- *s
ves Matheus, na ra da Cruz do Re-
a> citen. 52, primeiro andar, algodSo*
* transadodaquella fabrica, muitopro-
prio para saceos e roupa de escra-
5) vos, assim como lio proprio para re-
S des de pescar e pavios para veilas, 4,
E por preco muito commolo. -a)
*AA**AAiJi*>*A*ih, *******
Arados da fabrica dos >rs. Ha us-
me e May
Proprios para plantar ealimpar canna de
iifferentesmodellose feitos na mais scre li-
tada fabrica na Inglaterra sendo muito su-
periores a qualquer que tem vindo a este
mercado.e proprio para plantar em qualquer
terreno e de qualquer largura, por tur um
arranjo proprio para abrir e fechar a aiveca.
O bico, aiveca e aola desles arados psssam
rorum processo que da-lbe a consistencia
de ac temperado da maneira que sao de
mnitaduracflo, alm de que lem bicos de
sobre-excellente : na ra do Trapiche n. 14.
Sementes de ortalice.
Vendem-se sementes de ortalice, muito
novas, de todas as qualidades, vindas de
Lisboa na galera Margarida: na ra da Cruz
do Recife, atrs do Corpo Santo n. 62.
i Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a 3,240
is. : na ra da Praia de Santa Bi
ta, venda defronte da ribeira do
peixc, n. I.
CLBA EM VELAS.
Vende-se cera em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Bio de Janeiro, sortitnentos mui-
to variados e a precos commodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar escriptorio de Alachado &
l'inheiro.
Grande fabrica de chapeos de sol,
de J. Falque ra do Collgeio
n. 4-
Nesto novo estsbelecimento recebeu-se
um novo e lindo sortimento de chapeos de
Sidos ullimosgostos, tanto de eooio n Caiabussu' o
depaninho para bornese senboras, de sr-

SALSA PARRILHA
DE
As oumerosas experiencias feilas coiS
uso da salsa parrilha em todas as enferm.
dadas, originadas pela impineza do saneo,,
e o bom xito oblido na corle pelo i||m'
8r. Dr. Sigaud, presidente da academia |m'
perial de medicina, pelo lllustradoSr nr"
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, ,.'
sua afamada casa de saudp na Gamboa B
lo lllm. Sr. Dr. Saturnino de 01iveira,',]
dico do exercito e por varios oulrns med"
coa, pormillem hoje de proclamaraltimenla
as virtudes efilcaies da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. -- Cada garraa contem duas libr
de liquido, 0 a salsa parrilha de Uristolh*
garantida, puramente vegetal aem mercu.
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 rs. o vidro na botica d0
Sr. Jos'Maiia Goncalvcs Ramos : ruados
Unarleis potada no mu riel de oolicia.
Vende-se feijBo molatiuho em suecas <\t
alqueire mui novo, e mais barato do que en
out'a qualquer parte, peles de cabra a 20)
22,000 rs. o canto, sola boa,cera de carnau-
ba,prlmeira sorte.a 5,000 rs. arroba em jiC-
cas : na ra da Cadeia do Recife n. 49, se-
gundo andar.
-- Vende-se oa ra do Caldeireiro n. 4j,
urna escrava de meia Idade que sabecon-
nhar e vender na ra.
Na ra Nova, loja n. 11, vende-se mar.
roquira de tudas aa cores a 1,200 ris i db|.
le, e sendo em porco dar-se-ha ainda mais
barato; a ellas antes que se ac bem,
Livros em branco.
Vende-ae em cass de Kalkmanu Irruios,
na rus da Cruz n. 10, livros em branco che-
gados pelo ultima navio.
Instrumentos e msicas.
Na ra Nova n. II,-loja que fol-do falle-
cido Jos Pinto da Fonieca 8 Silva, e hoja
de Nicolao Cadalt, acaba-se de reeebar
iii-lrunienios dametal ded'flerentesqu-li-
dades, .sn'n : haixos, trombn s, Irom-
pss, clarinetas, requintas, pistn*, clavj-
cornes, clarins, cornetas de chaves, pritis,
Campas, flautas, l mtius. rabecas, vtolOei
e violoncillos. Nesfa mesma loia ac-r-se-
hilo tambem rjjelbo ios para vioiffo, flauta,
raheca e piano, assim como diversis mun-
cas para piano; ajm dissu, ha fitas de ve-
ludo, largas e estreita, para pescuco de se-
nhora, trancas pretas e do co'es, de diff -
rentes largurts, loques com plomas, Mizas
de costura com mUsica, lencos de cambraia
de iiniio bordados riquissimos' a proprio,
para presentes, ditos de cambraia delinho
com cercadura de cor, sapatos de duraque
branco a 1,000 o par, dito de marroqum
preto e decrese 1,000 o par; e muilas ou-
tras fazendas cujn preco commodo agrada-
ra por certu ao comprador.
Escravos fgidos.
Desappareceu do engenho Goianna-gran
de um moleque de nomo Mauricio e entrou
pararais ci lade na quarla-feira de trevas
em um cavado castanhu rabio, que furlou,
os signses do moleque s9o os seguintes; ca-
beca muito comprida, olnos vermelhos tem
a cabeca do dedo ndex de urna das mos
corlada por urna roda de moer mandioca,
hehaixoe cheio do corpo, tem de idade 12
a t i anuos pouco mais ou menos, trouxeca-
misa e ceroula de algodo da trra e cnapeo
de palha de pindoya : o cavado anda de
baixo al meio. Roga-seaquem quer qua
pegar o cavado ou o moleque de leva-loa
Sr. Itomingos de Souza Bandeira no piteo
do Paraso, que sera recompensado.
100,000 rs. de gratilicac.1i.
Desappareceu ou fui seduzida no dia 19
de fevereiro p. p. urna pardinha de nomo
Archanja, de idade IS annos, com os sii(-
naas seguintes: cabello corlado rente.olhos
meus vesgos e pequeos, levou vestido de
chita com lislraa brancas e cor de caf, a
ramage encarnada.*s orelhas grandes mua
inclinadas para fra; es>a esersva veiodo
Limoeiro para Sanio AntSo, e de l veto para
o Recife ao Sr. Luiz Gomes Slveriu: roga-
se as autoridades poiiciaes, capities ds
campo e pessoas particulares a caplura del-
la ; julga-se que estara acuitada, dizenJo
que he forra, em casa de alguma senhora
que nflolea Diario: quem a pegar ou der
noticia certa della na ra da Cadeia do Re-
cite n. 17. segundo andar, receber 100,000
rs. ; e protesln-se contra quem Ibe der coti-
lo, e os prejuizos caussdus,
- Em 4 de marco do corrente anno, de-
sappareceu do engenho Primavera da co-
marca de azarelh, o escravo, preto, crenu-
lo, de nomeSeverino, de idade pouco mais
ou menos Siiaonos, bstanle fulo, e quaado
sin! arqueta as pernas para fra, estatura
regular, e reforcado do corpo: roga-se u
autoridades poiiciaes e capitSes de campo
de o aprehender e levar no mesmo engenho
ou nesta praca a Manoel Ig.uciu do Oli-
veira.
No dia 28 de fevereiro desappareceu Jo
a nomens """-, nome Mari. 10, bem prelo, .llura regula',
a e de ai qua se anden| f d itm,uv^ h. noii-
tmenlo de cha melle, sedas, ( f faj
e pan.nhnsempec.de todas corea equ.-|; 10 aterro da Bo.-Vist. .43,
lidades par. as pessoas que quizerem man- p* mprti
macSo de balei
por menos preco
te; grande snrli
dar cobrir armaces servidas. Completo sor-
timento de baleiHS para vestidos espartilhos
para senhoras, fazem-sc umbellas de igrej. e
concerta-se qnalquer qualidade de chapeos
de sol: lodos os objectos acim. mencionados
se vendem em porco e a retalho, por preco
que agradara aos freguezes vista da quali-
dade.
Madama Rosa Hardy modista bra-
sileira : na ra Nova n. 3.'|,
acaba de recober de Franca pelo navio Con
te Roger os objoctus seguintes : um grande
sortimento de chapeos de seda da ultima
moda par. senhora e para meninos da idade
de 9 annos a 13 de todas as cores, riquissi-
mos enfeitos de cabeca para bailes e theatro,
lindas pufceiras de veludo com flvelag, ri-
11 ii'
:]Ui
qujssimas capadas de flores de laranjas pa-
ra holvas, ricos capolinhos pretos de groz de
aples multo enfetados e de cores para se-
nhor. e meninas, rico groz de aples fur-
ia-cores, corles de vestido branco para noi-
v.s, transas de seda branca e decores para
enfeitar vestidos, bicos de seda e de blon le,
ricos cbeces para talho de vestldo.mantaa
de aeda preta e cabecees, pretos,luvas pretas
e de pelica branca.
AVISO AO PUBLICO.
Na botica da ru. do Collegio n. 18, conti-
nu.m-se a vender aa verdadeiras e bem
conceituad.s pilul.s para bobas, cr.vos se-
cos, e dores veneris, por mais antigs que
sejsm;cujoa bons eOeilos confosaain todos
que dellas tem feito uso. Composiclo do
pharmaceulico SebasliSo Jos de Oliveira
H.cedo; e para coohecimento do mesmo
pblicos principalmente de algumas pes-
uei.peie,granae.eoonilos, pelodiminuto SOas que u3o ealejlm ao alcance, o coohe-
preco de 1,440 rs.; em qualidadeso oa me- cimento das verdadeiras pilulai, so f.z pu-
Ibores que tem vindo no mercado, por sso, I D|ico por este aviso,
recommenda-se aoa Srs. de engenho quel iMri#ini.na .1,.^ J
quizerem comprar da pichincha, nBoaede-; .ifJLOIuuras (lOUraCl&S
morem, porque j ha poucos pala asrselo de toda os largaras : vendem-se no arma-
que tem tido. lem de Kalutmann lrmllos.ruada Cruz o. 10.
ou no mesmo engenho cima que receben
100,000 rs. de graliflcacBo.
Cm principio do anno passsdo desap-
pareceu o muleque oreoulo de nome Anto-
nio Ca.na, representa ter 16 a ISannos.pe
e mitos grandes,lincea o denles grandes,lem
em cima de urna orelha a dobra cortada, lu
prob.bilidade de andar na freguezia da Es-
cada: quem o pegare levar ao aterro d. Bul-
Vista n. 43, lera 100,000 ra. de gratilicac30-
-- Desappareceu na noile de 13 para 14 do
corrente um escravo por nome JuSo (criou-
lo) levando urna calca de brim br.oco cota
listra ao lado, 2caifas de casemira de cor, 9
colletes de sen na preto, 2 ditos de fustSo de
cor,chapeo prelo de m.saa a camisa de m<-
dapuln; o oscr.vo tem os algnaes seguintes:
cor tulla,altura regular, refurfadu do corpo,
urna fenda na pona direita do lado de fura,
um pouco cima do tornozello, representa
ler de idade 30 annoa poucu mais ou menos;
roga-se as auturid.des policiaca e malsca-
piiflcs de campo a captura de dito escravo,
e de o levar ao engenho das Hallas a seu Sr.
Antonio de Paula Suuza l.-So, ou a rus do
Vigario 11. 9,.rm.semde Carneiro& Ramos,
que se gratificara generosamente.
-- No da 10 do corrente des>peareceuo
escravo, pardo, de nome Jus, ofllcial de sa-
pateiro, do idade 25 annos, pouco maisou
menos, perln, ente ao bacharel Aflunio
Jos de Mendonc* ; estatura regular, secco
do corpo, e bastante barbado; lenvanlo
alm do alguma roupa do uso um. jaquel.
de riscado azul j desboladu, outra ue.alpa-
c. preta, um par de s.patoes de couro de
lustro e dous ctlapeos, um pretu de m.C* 8
oulro br.uco sem pelo : roga-se perianto/*
autoii iades poiiciaes ecapitSes de campo
que oapprehenderem.quco conduzan ara'
da Palma, sobrado da quina, uu a ru 1 do .
rjueioiado n. 32, que aerSo recompens.dos.
MUTILADO
att


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