Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:03619


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Full Text
Anno XXVIII
Quarta fciral 4
de Abril de 1852.
N. 83.
-
DIARIO DE

PfiRlUMBIiGO.
oo a svasoaivolo.
PieiMisro AoiiHTiDO.
f 4c trimestre............
orsenieslre ...*
Por anno ......",...
Pioodintko ourimimi,
Coi quartel..........
fOTIOIAl DO IMPERIO.
Para..... ? I de Marro Minas... t de
Maranhao '"le dito S.Paulo. 4 de
Cear... 77 de dito. R. deJ.- 25 de
Parahlba. 2-Jr Abril |Habla... 30 de
4/000
8/000
16/iHO
4/500
Marco
dito
Jilo
dllo
DIs Di MIMA. AforaClAl.
12Seg. ** I.OIlava.
S>. Vctor e Vessia.
13 Tere.** Oilava.S.
Hermenegildo.
14 i.iiui.S Domnlna.
Id Qulnt S. Kulhiquio
16 Set. S. Engra;a.
li Sab.S. Aulceto.
18 Do ni. I. depols da
Paicboa.
Jniiode Orphi*
2. (j.is 10 horas.
t. varado civil.
3. c(. ao melo-dla.
Fmsenda.
3. e 6. ai 10 born.
2 rara do civil.
4, e sbado ao nielo-d.
Krlasao.
Tercase abado.
VsMHlDZa,
Cresceate a 27, aa 5 horaa e -Is minuto da t.
Chela a 4 os 5 minutos da ni.
MlngoanteH, as hora e 41 minuto* da I.
Nova I, a 9 horaa e M minutos da m.
rSIMIBDl IOI1
Prlmelra I horas e 18 minutos da tarde.
Segunda 1 hora e 4a minutos da uianbaa.
rauTiois noa ooaarioi.
olanna e Parahlba i i segundas C seitaa-
Jfelras.
Iio-Crande-do-Horte, todas ai qulntas-elrai
lao mel dia.
Rranhuns e Bonito, i 8 e 23.
pa-TIsla, e Flores, 13 e 28.
ctoria.as qulntas-friras.
linda, todos os dias.
KOTICIAa UTBAMOUBAI.
Portugal II de Marco1 Austria.. 9 de Maico
Hespauba. 8de dito [Sulsia----- 2dedito.
Franca ... 7 de dito I.Suecia... uBder'evr
Blgica... 3 de dito Inglaterra tdeMaicn
Italia..-. 4 de dito E. -Unidos 2o de Fevr
Alemanha. 3de dito Mxico... 31 de J.mr
Prussia ...3 de dito California 21 de dito
Dinamarca 28 de Ferr Chlll. 2 de dllo
Russla... .1.....11. 'Ruenos-A. 6deWaico
Turqua. 34 de dito Montevideo 10 de dilo
CAMBIO* t>B 13 Mi
Sobre Londres, a 27 a 60 4.
> Paris, 355
a Lisboa,90 por cento.
ITAtl.
Ouro. Oncas heapanholas....
alocuas de (V400 ve i has.
lie i'iMnil unv.1'..
> dei/llCO........
Prata. Palacoesbrasilciros...
Pesos columoarioa.
Dilos mexicanos......
2Q/0U0
18/OtiO
16|HOO
9/100
1/U20
]/0
1/80H
No da 15 do corrcnle termina o praio do
Pagamento do presente quarlel deste Diario
para os Sra. subscriptores, que o quierem fa-
zer a rassto de tJRrl rs. e lindo elle s se re-
cebe a de 4|500 ri. Por esla oee.isi.1o con-
vldamos sos meamos Srs. que'se acham em
airazo a que teuham a bondade de saiisfazer
os aeus debito, pois que a dlfferenca de 500
rs. no Implica odireilo de demorar o paga-
mento aliu do fin do trimestre, dentro do
qual deve ser realisado, e nema empresa pode,
acra o inaior sacrificio, continuar a desempe-
nharseus difflcris encargos, na falla das con-
dtedea, com que contara._______________
EXTERIOR.
ALVOLTA 1H) OPtRARIOS MECNICOS
Di. INGLATtRRA
A lula que inanlfestou-se abertamente, de-
pols do flu do mez de dezembro, entre os
operarios mecnicos de Londres e de Manctiea-
ter e os donos das grandes omeinas, excita na
Inglaterra inquietarles que augmentan! i
medida que ella se prolonga. Ilavis-se es-
perado mu momento que o negocio nu
tardara em arranjar-geamigavolmente, po-
rem os ooporarios persistem mais que nun-
ca em suas pretendes, eiscuis docons-
truccOoa do machinas temem acriatente
que a concorrencia de seus opranos seja
om bieve psra ollas una causa do ruina to-
tal.
A origem da aflluencia actual he mais an-
tiga do que se imagina geralmente, ea lem-
pestade tuiha cuinmecaJo a formsr-se des-
de o mez de selembro do 1850.
Naquella poca, as diversas sociedades
dos operarios meesnicos, caldereiros, for-
rciros, constructores ile aparelhos, &. livo-
ram ums reunio geral de seus delegados
em Birmingham. e fui resolv lo que elles
formorism una so o vasta associaco debai -
xo do titulo de Sociedade slmagmada ( Al -
magamalel society ) de ingenhoiios mooa-
nii'ii-, machinistas e ferreiros de lodosos
gneros. O lim desla assucacSo era con-
cenirar toda a influencia destes diversos ra-
mos do industria para vigiar nos intercsses
do cada un de seus membros A Aroalga-
matod sjcicly lemou no principios r accu-
sada de conspiracSo ou liga, Ilegal, pois
linha ramilieacu '.i em diffeienies districtus
manufaclureiros e nao linha a seguranza ae
poder legalmente instituir em cidi distric-
to urna commissao especial, encarragada de
aconselnar aquellos de seus membros que
a ella ae dirigiste ; tema quo se omch r-
gasso um delicto de liga, no socorro de 15
shellings por semana que se propunha con-
ceder aos operarios seni trabalhn Por is-
to julgou necnssano pe lir a liconca legal do
procurador geral, o qual responJeu que
composicSo e o lim da socie lado cram per-
feitametite conformes le.
A associscSo proseguio pois tranquilla-
mente Sua obra, a o numor du 0uug mem-
bros augmenlou om pouca tempo em pro-
fOten consideraveis. Ella estabeleceu so
ciedades liliaes em mais de 120 cidades ma-
nufactureiras do reino unido, eo numero
total dos membros n3o tardou em elevar-se-
a 14,000 com um capital de 25,000 libras
sterl. (623.000 francos I que linha sido
subscripto para as necesidades das socie-
dades.
As UansacSes desta vasta n- -oci.. cao de o-
peranos conlinuaram por muilo lempo sem
ailratnr a altencSo gersl. Ella linha um
conselho execulivo encsrregtdo das opo-
racOes, e que eslava eslabeleciiln em Lon-
dres, lluvia um secretario geral pura toda
a sociedade e cada sociedade filial so cor-,
responda ale.n dislo com a conimisso cen-
tral por meio|de um conselho e de um secre-
tario particular.
Foia7de mu iile 1851 que liveram lu-
gar os pncoeiras actos de hostilidad! entre
os amos e os operarios sssociados. l.-i s
edoplaram em umt reuniSo, urna stb de
do ; mus trataran) imrodiaiamente do to- vorpoul, a de Mr. Fawcet & Coaipanhia,
mar medidas contra a renovac.au de urna si-'snnunciou que nSo fechara suas olllcinai
luac,rio seinelhanto a esta em que se tinham jseno a 17, ufij tendo podiJn faie-lo mal
acbtdo, eesfercaram-S'iem formar una as- ,cJo por ciusa da ansencia de um dosso
sociacaode mestres, afim de resistirsexi- icios. Os donos desta ciaa cliegam atea di
(encas dosoperario. Iior que-nSo tom do qne q)eixar-se di
Nenhuma medida importante tove lugar seus ope'arios, os quaes nSo faiem prM
deumaeoutra parlo atoo primeiro de no-
vembro ; mas nesta poca, as reamOas da
AmalfCamated society multiplicaram-se e
urna resoluQIo fui adoptada o lim de por ter-
mo as horas suplementarias e ao trabalho
de trela, cujo uso impediu urna parte dos
operarios de serem empregados as ofllci-
nas.
Os operarios da casa do llibberl e Plalt (1-
Beram saber que ae seus patrOes nSo cedes-
semasauas reclama^Oos anlos de 31 de de-
zembro, deixariam de trabslhsr a psrlir da-
quella ata. Bata dra pretencSo dos op-
rarios decidios meslres de Manchestera
fazerem lentalivas eoergiess para obrar de
accordo, ea I7dedexembroos palrOes, for-
mados em urna associaco central, jniblica-
ram um parecer que fazia ver que tinham
tomado,por una uoanimidaJe, a resoluco
de fechar suas oilicias, se o perigocom que
eram ameacados para 31 dedezembro tives-
se lugar, ese os operarios nSo renuncias-
sem as suas exigencias.
A guerra achava-so deste molo declarada
abertamente e a amoac dos potrO.s devia
neeeasanamento dar urna nuva furca liga
dusoperarios, se nao conseguisso atxmun-
sal-a e dissolvel-a. As casas de Manches-
ler que se prupuiiham fechar suas nllicinas
oceupavam mais de lo,11' > o,cano, oa
quaes nao faziam lo los pane da assuc'C,fio
operara, e era soberanamente injusto punir
os oporanos que tinham Picado em suas of-
licinas, conjntame >lo com aquellos que se
Li tilia ni posto em revolla.
A 21 de dezembro, o cunselbo execulivo
da Algainaled society enviuu aos patiOes
una circulrr na qual discutalos dous pon-
tos de litigio do trabalho porlarefae das
huras suplementarias. Esla circular ler-
isitu iva da maneira segunle :
O consalho execulivo decidi que o
commercio fusse advertido do" que tenido
cessar o habito de fizar trabalhar aloin do
dia o de dar trela aos Operaiius, islo a par-
tir de 31 de dezembro, e quando as horas
suppleuienlarias furem realmente necessa*
rias, lodo o trabalho alm do dia sera pago
dobrado
l-ti especie do nec plus ultra deu lugar
a urna uova assembla tos palr'S de Mau-
chestor, aos quaes so reuuram os do Lon
dres e dos arr-balJes. Elles decidiram a
da sssociafao operara, mas que julgam del
sea dever, nss circu.nstsncias actuaes, fa-|
zerciusacommum com oa pairOes.Tome
se que as compannas de camnhos do fer
ro, os quaes teem suas oHIcinas do construc
qo estabelecidas em Mancnester e em Lon
OroS. despejam igualmente sous operarlo*
e quo haja logo urna poaulacSo operara!
de mais de 80.000 individuos sem trabalhoj
nos prinscipses distrctus manufactureiro:
da Cran-llrelanha.
Esla vasta liga dos putiOes n5o tmale
o present tntimflado os oecarios. Elles
teem i sua fronte um indiviluo chamado
Newton, se:retario da comniissSo executi-
va da soci'idado, a qual parece deci lid a
iesligar .cumpletamento os operarios de
seus antigos patrAes. A assocac,So nSo ti-
nh, no momjnio de so fecharem as offlci-
nas, s'inlo um fundo de reseiva de 25,000
libras sterlnas para sustentar 26,000 opa-
rarius sem iruh.illio ; mas sunscipcfl'S fo-
rain logo aberlis, as quaes produziram -om-
iii i.- consideraveis. Ella comecou a t ni o
medidas para fundar em Uldham, a alguns
kilmetros de Maio hese-, um vasta esti-
li'iieriin nlo do consiruccao de machinas
que sora in'eiram -ni; dirigido em nome
da associago operaris. Ella obteve algu-
mas soniiii. s para este lim, a titulo do dom
gratuito. Umeapitil foi assignado entre os
propnos; sigumas pessoas emprc.staram
fundos para a const'uccao destn eslabeleci-
mento e prometieran! um juio de 1/2 por
cento para a entrada de fundos. Umi om-
miss3o j i ini no no ola para necupar-seda
organisacSii das nllicinas e di cjmpra das
machinas e utensilios i p-etenle-se. mosmo
que a sssociacao tom receblo imiitis en-
commenlas de machinas, as quaes soro
entregues aoscimpradores por probos mais
ino (erados do que aquolles quo exigam os
a iit. g. s patrSes.
Segundo as noticias as mais rcenles,
um lun lo de 10,000 libras esterlinas devia
ser tirado do fundo commum pan formar
novns e-t ilvlecimenlos. As socie ades es-
tabelecidas em c na cidad" fora-n consulta-
das sobro esta projecto, e ja noventa e seis
d'entre cento e vinto teem consentido neste
emprego de urna pirte dos captaes. Ai.n
do etsbolecimento que se intenta crear em
oidlia o, Irala-se de comprar urna ds
erarosque fazem parte da associscio. Al .confeleracSo achavam-so compromottdas
nsse dirignam mesmo argrandes ofllci-Jpela presenrji iU estrangiros, que haviam
s belgas o procuraren) ah alrahir com I lomado parte activa no ullimos movirnen-
omossss ns o. erarios, povem se a grandoj los revolucionario da Alemsnha, Italia, e
oci,(jilo operaiia obtivei" oscapilaos ne-1 Franca, liuht'poslo os meio do diminuir o
sarjse chegar a organisar-se, ser u na numero desles. grande numero dus quaes
ncurrencia perigosa para as antigs casaslsahiu ou psra Inglaterra, ou para os Esla-
a lula poder* proloagar-so por algumldus Unidos. Parece que o numero total dos
ipo. I refugalos polilicu que ficaram nos cantOes
Para fazer-se urna ideia da importancia do helvticos nao exceda de quinhentos a seis
mmercio inglez da machina, que se a- cento.
33 de dezembro que fechariam tolos os maiores fabricas de Mnenosles, a qual nJo
seus estaeleciineiuos a 10 do Janeiro, so a- 'parece I ver continuar em seus (rabslhos.
caso os operarios do alguma de suas casas Ha ti dia que as fibriras de ums nula
so pozessem^em revulta a 31 de dezembro, casas eatam fechadas, equa a assuciac3o he
como tinham ameafado.
O primeiro elfi'ito le-1'. annuncio foi lan-
tar a incerteza entre os operarios. A asso-
i'.a.'.lo opera,ia colobrou a 30 de dezembro
urna reuniao publica, na qual Jopiou urna
resulu(.1o que uizia que os ineuibrus uo ti-
nham jamis tido a micnc.iu de amolina-
rem-so no primeiro de Janeiro de 1852. A-
junlava-so que osuperarius pedia n smen-
te que se Ihes permita trabalhar na quinta
foira de manhSo ( 1 do Janeiro ) hura do
costil me e de so relirarein as 4 o meia (joras
depois de meio dia.
Esla declaracSo -dos operarios nSoparc-
ceu sullicienle a associacao central dos pa-
trOes, a qual levo a imprudencia do ceder a
seus nligos ressealimenlos, e que por urna
medida enrgica e geral, julguu poder ale-
morisar para o futuro asassocih^Oes opera-
ras. As commissOos oxocutvas dos pa-
11 oes, tanto em Machester como em Londres
lizoram pois publicar nos juruaes de 3 de
Janeiro em declararlo de que a partir de 10
obriza la a dar soccorro sosoporario sen
trabalho, e todava esles ja receberarrrquin-
ta-feira pissa.ia o primeiro dividen lo da
soinma lira la entro aquolles de geus collo-
gag quo trabalham anda, os auaes com-
promelt ram-se cada um a pagar um uia
de trabalho por semana Tem-se consogui-
do deste modo em.Maoch'ster gmente IHt
libras ester.inis, con as ques gi p lo pa-
gar una semana de 15 Shellings a cada um
dos operarios desempregnlos; porm quaa-
lo mais o numero dos mostrea colligados e
das nllicinas fechadas augmentar, lauto ma-
nos este recurso poder ser sulflcient", e os
operarios da as-o iuc.o principian! a t'mer
as cousequencias da lula. Elles nao desco-
nhocem as dilliculdades quelio de encun
Uar na funJacSo do estace'ecimentos eom
os fracos c i plaos de que dig.Oem, pois os
fabiicantg costumam conceder 18 mezes
de e. edno depuis da entrega das machinas,
e esto gene'o de negocios exige sempro
urna ntrala do fundos considoravel que os
de Janeiro, as casas indicadas nao teriam 'operarios ciegarao difliclmenle a cmso-
mais necessdado do servieo de sous opera- | guir, ma cumpro confossr que si a ssso-
rios. Oulrs casa n3o fecharam suas oilici-jcacao operara dos mecnicos lograr fun-
nassenaoa l7ea-23 de Janeiro, e esla me- darum estabelecmenlo duradouro em con
di l a ti'in j privado delraballio acerca de conenci com os autigus pairos, sora uroi
nsu'Sr no =do ,7 de d. golpe em seus propno M******
as desla m
niaui ao mesmo Umpo
foi abeita para soccorrer os
m ciados que se achsssem se
" 'ri"..\m\".bnt.l. .U..:' To&vU I S.uU do m.,5 de 80 mil francos sem con- prejudic.l aos .nloresf dos pair*, asso-
,ma^l,err,enr.lP'l'l''-S''emuaia lula da q.iall.o dtincil tara mseravelmento, por isso que elle
,, mn.lfrnT .V i P'over o resollado. I Olo consogu.ram obter o vigsimo da lon-
emirlhirm I Calcula-se quo cada dia de falta de trs- ma necessaiia paro estibelecerem-se de
re^Lirteforam balho d.s oficinas faz experimentar aos urna mineira dilinitva.
egocia(0es
tinham pedido.
Cuncordou-se em que as horas supple-
menla'iaa de trabalho seriam sbolidas, mas
que us trabalhadores lie mam al ao Natal.
I'-Me airaiijo fui guardado alao meado do
mez de julho ; porem por aquella epnca
una nova depulicflo veiopadira Mr. llib-
berl e a Nr. I'lall quo despedissero imme-
diatamente os trabalhadores, e sobre a re-
pulsa dos constructores, pn/.-ran.-se em re-
volta. Us meslres furam em din obrigados
acodar, para leminar exigencia, cuja a-
ii-iii;.oi devia ter lugar em dia determina-
se '
FOLHETIM.
ou
MEMORIAS DE Uffl MARIDO.O
;roa SDOantio idi.j
XLIV.
Albina a Hermaneia.
Ab! uiinha amiga, que fellcldade foi para
mimo ler aeguido oa coniellios de madama II y-
mundo! Ella meieasuscllou.
Eu eslava mora.... e agora vivo. Eli ludo.
Uuitas vrzea te tenho dito em que inorno tu-
lorpeclmenlo ineus das se passav.m oulr'ora.
Els a simples narracio de um ola que aervlra
de poca em mliiha vida, e que foi seguido de
das nao menos encantadores.
Comparando o presente com o passado, tu
mesuia lais leus commentarlos
da maior pule do individuos que furam c3o de nada ceder, e a lula tem tomado
repentinamente despedidos nao obslanle presentemente laes proporcO' que faz nas-
teiein permanecido ate euiao completimen- cer os mais vivos receios pela surte futura
lo f a da questao. Ida industria das machn s na Inglaterra.
A 10 de Janeiro quin lo a regolucSo dos Pretonde-se que os mimbro da associacflo
pairos foi pusla em oxocucSo, pouco fal- cent'al dus palies principiam a reconho-
lou para que to las i casis de Manchester cer que obraram com imprudencia, impol-
lizes.sem parto da assue uri i central dos lindo seus opfcrarios a esta va exirema, e
patrOes. Mr. Slulebert e Mr. Slaugnter t forcando-os a passar sem seus antigua pi-
Companhia publicaram quo coniinuariam t'es
a fazer trabalhar com a c ndigiio de que | Corro que elles ponsSo em alguma nova
seus operarios se retiraram da associacao combinacOo, que Ins permita abrir do novo
Urna outra osa g-ande do Li- suasolllciuas sem ocupar nellas iifiinuiii dos
operara
I
euiuava em
do, sahiuios jumas para irigrrja; lana um va para nada, e quaudo laa p ao
lempo magnifico, o cainlnho he delicioso; uina ver a arela do camiuho.
longa alea de pltanos coodui docaslello qu.i- (Jouiprehendo.... c preciso ter urna ceria
si al a povoajo ( eiquerd eitende-se um aerenidade de espirito para apreciar anda mes-
lindo valle no mel do qual coirc um largo c ino urna paitigein simples e lisonha como a
rpido arrolo bordado de salgueiros, relido deste valleilnho.
aqui e all por barreiras naturacs que lonna- Ao cabo de alguns minutos de cainlnho, no
v.un nniias lanas cscalas; giandes carvalbos, ifloraciilo em que nos approiimavainoacU urna
alri dos quaes nascia o aal, assnuibram ocimo mlseravcl cabana apartada da povoa(ao, m-
da colima.... dama II inmundo, que me dava o brafo, aper-
.__ eu Ueos Senbora disse eu a madama lou repeutinaineule o meu, parou, e dlsse-me
Rajinundo veja eala linda paizagem ? Que emvoabaia:
frescura, e que brilbante verdura aqui Em- Ve ... essa mulber ?
quanto que la embaixo ludo parece meio co- Tal eia o ubjeclo da eiclamacao de madama
berto de um veo.... E o vapor dos prados aos Rayiiundo,
primelros raios do aol.... Veja, a medida que Figura comllgo una mulber de.... toni el-
elle sobe e bulla sobre a cscala, toma lodas feilo seria dimcll suppor a ida Je dessa desa-
as cores do aico-lris. .. Meu. Ueus! que villa fortunada, com o rosto quclmado pelo aM, a
eucaotadora! Alm disto uo seule esse suave cavado peloa soffriinenlos... Parecia que ella ja
pe fume dos narcisos selvagen), e dos Hilos nao era muilo moca, e todava anda nao erave-
loa prados? Iba; una m coifa aiul ocoultava seus cabel-
Noto com praser, chara filha.que o hab- los e enfeilava seu rosto ; asila sala '
lo nao causa a sua admuncao, pois deve passar trapos delaava ver a parle lolerlor de auas per-
iodos os das por este cainlnho ? as, e seus ps us da cor do lijlo ; no Uraco
He verdade, senbora.....todava eu nun- esquerdoella carregava um menino anda mu
ca linha gozado desse pooio de vista como es- pequeo vestido sO com urna caiuiaa.
1 u luaubaa; coufesio que ueni o liohaubserva- Nos apenaa vamos casa mulner ite peini.
-Ella parcela olhar para o lado da povoacao, co-
mo se com os albos procurasse, ou esperasse
chara cga ? com anciedade a viuda de alguein. Cuorava sl-
Quando eu ia igreja em carro, nlo olha- lenclosamenl, euiquauto que o menino, pos-
(
caula idlri. nal .un,,,,.,.,-.---- .
Faiein hola oito dlai que no dia seguate ao.uu.....
o meu l.no coloquioc. madama R.ymun- ^-Ona>e?nuo linha vosae os olhoi, minha
() Fida o Diaria .81.
a to gravemente ombaracado pela lula
itre 09 m cnicos e seus palreg.ba&la exa-
inar as cifras segunles de sua eporlu-
es de machinas depois de 1818.
ii oxoorticus inglezaa.elovaram-se em
8 817, 658 libra esterlina ; em 18(9 a
, 631 lib. eiteri.; em 1850 a 143,76 libr.
os oii-o primeiros muze de 1851 a 191,
i libr. esterlina. 'Por pouco quea crls
actual do operarios mecnicos inglezos con-
tinu, as exportaces da Inglaterra, neste
genero de industria, Iha escapar.1i>, e se nos
sos fabricantes francezessouborem aprovei-
tar-se das circumstaucias, podero alrahir
para si urna porreo de encommondas, que
erarn feitas at ao presente ao fabricantes
de Londres e de Manchester.
P. S. -Uacebomos nolicias mais animado-
ras subre a revolta dos operarios mecnicos
Os principos fabricantes de machinas do
Manchester cooiine(aram a temer seriamen-
te as cunsequenciis desaa longa interrupcao
dos trabalhusde au< fabricas ; elles envia-
ran! urna deputac^o aos seus collega > do
Londres para entondorem-so com elle ao-
broaopportunidade de lornarem a abrir a
olli 'mas, admiliindo somenta os operarios
que nao fazem parte da aslociacSo operario.
Us tilo ira ni rs r imprchen l-ra ni qnanto he
injuslu privar du Irabalno 15 a 20,000 opera
usque ficaiu fofa da liga equepoliam
ser Toreados a entrar, por este rigor incon-
siderado, na Amalgamalei sncltl.j.
Parece alom dislu, que eala aociedadb nSo
tem foito al hoje piogressus ISu rpidos co-
mo se linha anuunciado. Coro effoito do um
relatarlo da coinmissao execuliva sobro o
estada dos negocios da suciodade durante o
mez de dezemuro resulta que n3o so ncha-
v3o senao 2,501) niainbros sem trabalho
d'outre os II, 911 que fazom parle da assu-
cia?Su operara.
O numero dos membros quese ellevava em
noveinbro a 11,152 pao augmenlou senao de
159 tu arle o mez de deiembru.
Alp Lauvray.
{trine.)
A quosUo entre a Siiissa e o gorerno fran-
Ciz chama actualmente a a:tenr.o das po-
tencias principaes. J dissemos'n'outro lu-
gar que as carias de Paris mencionavam ter
dirigido L'iiz Napoleao o scu ultimtum
conederacao ; parece que esla o repel-
lir.
Eis o quo se l no natal sobre o assump-
lo:
a Q lao.!' Luis Mapolean vai Antretandn
os seos hospedes inglezes com as aHimiau
vas de intences pscifleas a respeilo da In-
glaterra, nos reclenlos nolicias de v.viis
paizes que nos rovelam diversa face do seus
designios no que toca a alguns esladus pe-
queos da Europa.
Podera de'jir ardentemente evitar a
guerra, sbrelo lo com uina mar'inha pode-
rosa, a urna mc8o rosolvi la a consorvar de
aecurdo com os seus aliados a demarcacao
territorial do cominete ma, no entanto,
nao ommitte meio algum para dilatar a pre-
ponderancia da Franca e coarrttsr a inleaen-
d or a de eus visiulios, 9em comtu lo ex-
citar na actual! la la urna conflagrarlo
Sel embarga disso, o embsixador fran
cez exprimiu-sa em termos imperiosos ; no
dia 21 de feverelro.apresentou Mr, de Salig-
nac ao conselho federal urna nula, ea que
da parte da Franca intimen odireilo do se-
rem expulsas da Suissa as'pessoas que ao
governo francoz nprouve.se designar, nao
sendo cidad.los da coiifederarJU holvo-
Similhanle faculdaile faria extensiva
arbiirarledade da peheit franceza a lodo o
territorio da Suissa, e po leria convorter-se
n'uma intoleravel inlervencau em negocios
de urna nac,1o estrangeira.
a I) olais disso darla motivo a conflictos
perpetuos entro as aucloridales foderae e
a canlouae, e aniquilarla essa hospitali-
dad liberal e inlependente que o povn
suisso lem praticudo em lempos mais dilll-
cullosos.
A'sobre lita nota respondeu o governo
federal em 0 de fevereiro, com urna negati-
va liriim e decoros i, declarando ao mesmo
lempo que tomava as necessarias medidas
para evitar quo se Iramassem couspiraces
huslis aus governo eslrangeiro djniro da
suas frouleiras.
lO Times menciona os accampamontos em
Lyou, e oulras demenst a;es que so po-
deriam reputar atentatorias da indepen lon-
eta da buissa u'uni caso dado ,
VI i lia iluvi la de que a inlengao do que
hnje dirige os destinos da Franca, ser Irans-
i: ae ilriando i|'ie, populosa r rica de re
cursos iiatuaes, counl he a mencionada vil-
la, nao succedera que urna cadeira de latjm,
que lii liauver dse eslabelecer, seja to
pouco (rei|oi n'a la, quanto o lem sido ou-
lras, qud eh9o ceado em paragens a que
fallam os elemento, que subram de que
se ocupa:
Considerando, que achando-se como se
scha nimiamente proiima cidadodeOlin-
da avillade Iguarasgu' grande pureo da
mi)-liado all residente. dar-e-hi pressa
ao estudo de lalim para habilitar-so a fre-
quenlar as aulas maiore estabelecidas om
dita cidade, aem o inconveniente de incom-
modos e lungss viagens ou de diuturna se-
parac,Bo de prenles e amigos:
Considerando finalmente, que adoptando
a medida solicitada,esta assembla exhibi-
r-fmis um testemunhodo considertQgo em
que tom aquellas das villas desta provincia,
que mais abunda em huiirosas recordaces
histrica, eque, por assim diznr, ful o ber-
co da civilisaco que nella comecou a de-
senvolver-so no lempo colonial, que feliz-
mente j vai longo :
A.commisaao no de parecer que seja do-
fe r i d a a |ii-'-telii;;io que se ha repurtado,
adoplando-se o seguinle projecto :
A assembla legislativa provincial do Per-
nambuco decreta :
Art. 1. Fica creada urna cadeira de gram-
ihi'Hc i latina na villa do Iguarassu' com o
nr lonii'l'i do 500.000 rs. animaos, a qual co-
mo as quo cxistetn ser provida por nteiu
de crmCurso.
Art. 2 Ficam rovogada.s as leis cm con-
trario.
Sal dascommisse, 7de abril do 1852.
A. P. Maciel Monleiro, Fluriaono Correia
do Brillo, p. V. P. S. Vnrojao
Su lidos, e Bpprovados os seguinle p-
receres.
A rnriiiv.il de fazeoda e orcamentoa
quemfii presenleuraquerimentodeJuaftMi-
formar a confederacao holvolics no que er
quando se achava sob o protectorado do m- guel de Lyra pediado a eita assembl o pa-
porio frahcez ; so a Austria for Uloimprudon-1 gamenlo de 1.072,000 rs., que despender
tequecuiisima iCuin acto q^epor a passa.-|em 1848 com os cunearlos da capelU-mr
geni dos Alpes as milosdo um do sous mais da matriz da freguezia da Escada o ex-viga-
cjuslsnu" adversarios.
(HevolucHo de Selembro )
PERNAMBUC9
/VSStMBLliA PROVINCIAL.
SESSAO F.H 7 DE ABRIL l)E 1852.
Presidencia do Sr, Dr. Pedro Cavalcanti.
As orne e meia horas da inanhaa, feila a
chamada, verlfca-ae estarca prsenles 29 se-
nllore deputados. .
O Sr. Vresidct abre asessao.
Or 1. Secretario 10 a acia da sessao anterior
que be approvada.
O Sr. 1." Sierdirio menciona o seguate
EXPEDIENTE.
Um offlcio do secretario da provincia, a-
coiiipanb ni lo a romessa da rosposta Eso. Itvui. acerca da areteiicao doslnhi-
lntea da laz. A coBimIssSO de estutls-
lca.
utro do mesmo, enviando as conlas da
cmara municipal do Iguarassu' relativas |0
auno do 1550 a 1851, bom as-i n o orcamen
tu para o anno. de 52 a 53. A commi-s3o
de oicnnenio municipal.
Um requonmenlo deKranct & i,o.) m-
i iini Lbalo I iirira," I Duperom estabe
le -I los eom I r-[ I iri'ies, |i-l|-idia eXUllip-
cao da c illecla de 20 por rento sobre o con-
su onioile agurdente. A commissao de
I".zonda e orgamonto.
Urna repreaeiilacrio dos moradoros de Te
gipi, Peres o Barro da freguezia dos Afu-
' ge los, pedinlo a creacao de una cadeira d
Os orgSos complacente do governo Tuslrucrjau primaria em um dos ditos luga-
francez nos cerlilicain que nomeamlo a rai-'res. A commissao de m-t-iiVa i publica,
nhado luglalorra o coudo Malmegbury pi-| Ootra de Vicmle Peroira do AnJrade, e
ra o cargo importante do ministro dus no- outros moradores nesta pruviocii, e algn,
gocio estrangoiros guiou-so pelo coohecl- domicilia los na que Ihe s3o lomitrophe>,
meuto da arando amisade qu > por muilos apresnunuoas considerac-s polas quaes
anuos existiu entre o nobre cunde e o prin- julgim inexequivel a Im p ovincial n. 8T8
oipo presidente da repblica franceza. de 6 do mo do 1851, em viitudo da qual
Ho uina dosgraca pira lord Malinesbury foi aulorisado o presidente a ontralar o
quesajaesseosou'piimeiro titulo paraaac- rcruecirent > di carnes verles, e pediudo
uuisicao de Uo elevado cargo. Tenha om- uu a derrogac3o da mencionada lu, ou
borasustentido umdesterro em New-Forest, qu indo menos u artigo do cuntrato que im-
embora visitasso um prisioneiro no caslello po a multa de 8,000 rs. A cumuiUsa
de IIam ; nao podemos cohoeber are i-.ic)
mais dui contra um nobre inglez e minis-
tro do que a de a cootar anda, depois dos
successu dos ullimos tro mozos, Luiz
NapoleSo em o numero de seus amigo pes-
soaes.
Ma, em quanlo assim se acaricia a opi-
niScLPUblica, e a suppresaao da imprenta em
FrVrJa d azas.au seu governo pira occul-
lar sua verdadeira poltica com assercos
nao conlradicias, podem descobrir-se mis
exactamente as mira do gabinete iraocei
pelo ou procedimenlo no exterior; na Suis-
sa, em especial, he onde os seus esiguios
muslram um coulio mal aliente
Logo depois do golpe de estado em l'a -
ris foi enviado Berne.comoembaixador fren-
cez, Mr. Salignac do Tenelon cum inslrue-
cos para assegurr o governo fodorl da 00-
uhuma iuteugSa de interpor iaterveocao
armada nos negocios da Suissa ; ma, au
mesmo tempo, para fazer intimaces po-
sitivas a respailo dos leugiado us can-
l0es- j
O goveroo suisso, com a provisao da
que a nid-pendaiicia e a tranquilijlile_ila
ir> que palhdo eincsquioho, na a gargalnauas,
ateado com as maoiuius uina na oulra. Ein-
Sm aos ps dessa mulber, e asseniadoa na po-
cha da eslrada dous meninos de qualro a cin-
co anuos coberlos de aadrajoa jogavaiu coi
pedrinliJS
Eu e madama Rayinundo trocamos um olhar,
que revelava noasos pensamentos ; o contras-
te dessa infeliz mil com as doces rizadas de seu
filblnbo, eos jugos dos seus primognitos nos
uiagoava.
Esie grupo se d>seohava sobre o fundo ne-
gro da poita aberta; a mulber sempre alen-
la para u lado da povoa;ao nao lluha ouvidu
o rumor dos oossos pasaos. Approxmamo-iioi
mala, e madama llayiuundo, para travar con-
versado, Ihe disse cun voz a il i vi:
Vine, lem uiu lindo lilhiuho. Que ldade
tem elle?
A ealas palavras e a nossa vila, os dous pri-
mognitos lugiram para o interior da casa. A
mulner paasou depressa sua mao uiguelra pelos
olhos para estancar as lagrimas, e responden fa-
endo, quanto Ibc foi possivel, uina reverencia
a madama K.iymundo que Ihe acabava de per-
guniar a idade do mauiuo.
Vmc. be mullo boa, minha chara senbo-
ra, a menina est a completar um anno.
Ella lem o ar alegre, o que prova que
sua sada be boa ?
m Abl nao, senbora; est coas sezoes.
de P'-t e
He ll lo e julgido objecto do- deliberara .i,
e mandado imprimir o seguinl) parecor, e
projecto.
No olli io junto, que a 5 do corrento foi
remanido a Oomnfiasaq de inslruccao pu-
blica, a cmara municipal de Iguarassu' pe-
la piclencSo de varios pal de familia, sil'
residentes, exara la na representado aniie-
xa ao refoiiJo ollicio, pdese instauro n'a-
quella villa uina cadeira publica de la-
lim,
Considorando que omnenlas pitriotis, e
por cooseqnoncia z-dosos di rendas publi-
cas, os cidadilos resjeilaveis, cujos nome
liguram eia>c Reinante ropresentaSu, nao
a en Ierre mam a inuncipalidaJe do Igua-
rassu', sj por ventura nSo fusse real e pal-
ptame a necessdado da medida, que ah
solicilam :
Considerando, que distincti e illuglrada
comoohiesa municipalidade gonSo pro-
nunciara pela referida representic3o tao
decididamente, orno o fez, se por ventura
naorecunhecessoque reclama lia um ver-
dadeiro beneficio liara sous muincipes :
_ A quaulo lempo f
Ha cinco mezea.... Veja como ella eala
palli ia e magia.
Com eflfeilo, encarando de mais perto a me-
nina, notamos sua pallidez, assim como seu
labios deacoradoi; lodavia ella na ou sorria
com um ar Io doce, lao doce que nloguem a
iulgaria doeute.
Ella nao grita jamis, accreicentou a mal.
Quando a febre a accommclte, chora baisiuho
sem que niuguem a ouca.... e passado o mal,
comeca a rlr ... Ella he tao eogracada! I..
E depols de ler de novoabrar;ado a bina, vol-
tou a cabefa levando a mao aos olhos.
_ Pubre criauciiiha I me disse em voz balia
madama Rayumodo ella parece sorrir'a vi-
da ... e que vida, meu Doos! ser a sua!
Mas, perguute eu a ess mulber, porque
nao consulta Vmc. a um medico sobre essa me-
Oh! senhora, o medico be carldoso ; elle
vemduai vezes por semana ver meu
marido .
rio di ni"S'i:a, padre Jos /fcino Pire, de
i|ii-in lie o peleconario herdeiro e tesla-
inenl i'o, he do parecer que seja inlifferida
a proiencio do i'Ulicioiianii pelas rases so-
guiutig :
Primeira. Porque os concerlos n3o fo-
rana feitosem vii lude de outonsaciio do po-
der competente.
Segunda : Porque nao so consignara
fundus para ossa obra na 1 ai do orgamonto
daquolle anuo, o cu n quanti da f ictura da
obra resultas um beneficio dila mainz,
esta con-ideraeSo nao lio bistante para des-
truir a rsses cima expostas, que e a i ret 'iic,-lo da indemnisagao requerida, in-
demnisaciio, que urna vez concodidu soria
um precedente fuueslo porque obrera a
porta a muitosabuzos.
Sala das commisses da assembla legis-
lativa dt) Pertiambuco, 7 do abril do 1854.
Antonio Franci-co Pereira de 0>ivaliiu,Jos
Pedro ala Silva, e Manuel Joaquim Carneiro
da Cunta
NO requerimento incluso pele Jos l.u z
da Silva Baiboza urna iudo:nnisac3o pelo
prejuizu, que sofTreu no cunearlo da cideia
da cidade do Guiaum, cuja ob a airematuu
em ha-ia publica ; e cumu os documentos
om que funda a sua requisito, s podem
sordevidaiiieule apreciados pela commissao
do obras publicas, por serem iuformscees
da respectiva o.ircio i-i; he a commissao
J poiii;os do parecer quo para aqueila se-
ja declina la a refer la pretoncao.
Sala das commisses, 7 deabnl do lujj.
Umbolino GueJes do Mello.los Pedro da
Silva.
A commiasSo de orcamento de cmaras
m-iiii .i|i es londo em vista o requerimento
do secretario da cmara municipal de Olin-
da uo qual podo quo esta assembla doter-
mini, que aoja pgo sou orden ido relativo
ao ultimo quarlel de 1850 a 185l,precisi
para pider dar seu parecer, que a cmara
municipal de Ulindai inlorme raso por-
que n3o pagou dito ordenado: para o que
prop m que por intermedio do governo ae
o;.-.a n esla in I ni macos
Paco da assembla legislativa provincial,
7 de abril de 1852. ti. J. Carneiro da Cu-
nta, A. F. deOliveira.
A c iininiss.i i de fazenda e orcamento
ten lo om vi.sl i o requerimento de I). Itabel
Mara d< Concoiclo, viuva de Igualo Pauli-
no da Conlia Souto-Maior, pedindo a esta
assembla a graca de pagar em nove pros-
taces annuae a quantia rstanlo em que
para com a thesouraria da fazen-la provin-
cial ficnu debitado PeJro Delgado de Boiba,
arrematante do imposto de 9,500 per cibe-
ca de gado vecum consumido nps munici-
pio do S. Antao e Pao d'Alho, de quem o
sen falecido marido era fiador, lie de pare-
cer que se ouca primeramente a menciona-
da lliesuurar.a acerca da prelencdto da peti-
cionaria para que osla assembla pussa (fi-
nal resolver a respeilo como entender de
justica.
Saia das commisses, 7 de abril de 1852.
Amonio Francisco Pereira de Carvaliio,.
Jos Pedro da Silva, M. J. Carneiro da Cu-
nlla
sao addiados, por baverom pedido aerea
driles alguns Srs. deputados a palavra, o
seguinle pareceres:
uuTa graude pena, us que eramos lao lelues!
lao felizes!
Que ollicio linha sou marido '
O de conservador, senbora, da estrada da
1 .roii-blanche a Cave ; irinla sidos por da
cirios, seiu nunca lerdescsnco nein perda, pa-
gos cada semana pelo governo... Nolelsso,cha-
ra aenhora, aem nunca ter descauso, lsso be
lao nun1.... t ,
Eesse ganho baslava para Vmca. lodos
_ Cerlamenle, senbora, com lsso nos li-
nbamoa duas cabras, que meos nlhos mais ve-
Ihos lovavam a pesiar, eum pedacioho de Ier-
ra que nos alugaraui com a casa, o qual meu
marido cullivava, quando voliava do aervlco.
)c Uin s golpe a desgrafa uos velo com a do-
encado meu pobre hoinem. Elle foi obrigado
a dellar a estrada, e ae nao fra a caridade pu-
blica, terlamos inorrido de tome. Nesiea lti-
mos lempos elle lem estado pelor que dauUs ;
esla noiic quasi sesuB'oca. Esla manha be o
da do medico.... e elle nlo vem! Ao. meu
Dos, como elle tarda !
hlneEa"o? Teu rnTrido e.l gravemenl. do-i Elle hedeCb.mbl,, senhora, he o Sr. Dr.
Mr. LotireDfo ein Chambly, muilo bem
- ,.,e disceu guarJanJo etie uouie na inemoria
Se elle vler eau infcaa pega-lbc que v a R-
zJZSAgS&S!* mlah*ch"* "i^Su-gu.
ente?
obora, que
1 o doenca tem elle?s Se elle vler eata inaaaa p-ibe que va a n-
Z Pa^To medico, doi polmOes be ] iMlUife, Vmc. be que he perla, e pergtute
ILEGIVEL


"
**
mem-m**
commisslo do commerc.o, agricultura
e obras publica* ful presente a repreeinla-
c3o que '' assernbla dirijiram o. h.bl
Isniesde povoaclo deBebirtbe, leclaman-
do concerte. aielburainenlona estrada que
parte iiia povoaclo de Bebirtbe, allm do que por
ella t.uaaam transitar carruagens e animaes
de crga, sem os intommodos e d flleulda-
des quasi insupereveis que de presente ex-
perimentan! quiesquerdessesdo^smeio Je
locomocOes. ., i. _
Alem das r.sOes de fcil transito ao com-
mercioe industria de urna poroic. Jo tao \m-
sima desta capital e que pToinelle um fu-
tuiocrescimento, abunda ainda essa ropre-
senlacfloem oulr.s conslderacoes de nao
menos valor, as quaesso por si levansm a
commissao a pronunciar-se pelo defenmen-
to de sementante prelenclo, se a persuaclo
cu que se acha de que a estrada sobre que
tersa requisiclo be antes municipal do
que provincial, por isso que he desuada a
commumoar tsta cidade coro a rerenda po-
voaclo Todava pesando no animo da com-
misslo a reconhecida vantagein dos concer-
tuse roparos da dita estraJa, o parccando-
](] que nlo seria fra de proposito sugerir
a Idea de liga-la estrada do norte, da qual
(caria sondo um ramo ; he a commissllo de
parecer que a referida re,>reseiilaclo seje
remullida aogovorno da provincia pira que
seojulgar conveniente, a ligne a estrada
do norte, mandando preceder aos concer-
t* necessarios pela quola volada para rsia
Sala das comroissoes, 7 de abnl do 1852.
Birlo de Capibaribe, Mello Reg, Ignacio
de S >uza Lelo.
A' commia.o de petices para bem apreciar
a competencia deila assernbla no senlld de
aulriaraarnar,iodos bens perieuceotea .o
patrimonio do. orpbio. Bola cidade, oulr.ora
la congregado de S. Fellppe Nery. neceas u
que, por liiiermedlo do goveruo da provincia,
se ollclle informacea da Iheiourarla da (alen-
da aobr'e o carcter ein que ho tido comidera-
dos oj referidos ueni, ae como proprledade pro-
vincial, ou nacional porquaulo exlsuudo na
pasta da dita commisao dous requerimentos
cm que Emiliano Jos Rodriguea f erretra, e
Amonio Fernande Velloso peden) aeata assein-
bla aforauentue permuta de piedloa daquelle
i.-m iiin.iii-i, nao pode a coinml.sio propor |.
rala cmara um alvilie sobre o requerido, acui
que ames de lucio poasa lirmar a aua opiniao ao-
bre a queslio de competencia.
Sala das commisscs, 7 de abril de 1852.--
GueitV* de Mello.Jaic Pedra da Silva.
Na pelicao junta que a 5 do corrente foi pre
sent coiunilsso de itniiuc.-o publica, soli-
cita Laura Tnercsa Anglica Lavalcanle de Al-
buquerque esolve esta assernbla que por ac-
to legislativo, rja ella peticionarla prvida, la-
drpeudentede concurjo em qualquer cadeira
de pniririr.is lellras para o aeso feuieuino, que
vagar, ou crear-ie nena cidade, ou na de Oliu
da, reparando aisim a lujusllca de que (ora a
sopplicanle victima quaudo deixar de ser es-
comida para a subslilulfo dai cadeirai do Re-
cife, aqual JiinUmeulccom oulrascompetido-
ras, aeoppuiera. ...
O documentos que acompaoham a relerlda
pelicio e de cuja autenlicidade nao he Helio du-
vidar, demonstrara exuberantemente que a pe-
ticiouarra por ler dado melbores provas d ap-
lido do que as dentis concorreutea, ful pre-
t'eridaa lodaellas, j peloa eliminadores c o
director do ly.eu em conselho, j por elle ul-
timo fuucluuailo no ulBciocomque levou au
coubecimeniod governo da provincia em 21
de outubro de 1830, de mais be de notoriedade
publica deque a peticionaria nao s pelo modo
regulare louvavel como ba dirigido urna auU
particular, aeuo lambern pela sua Idade, bo-
neilidade, e pela maurira como sabe curnprir
os deven de mi e esposa, cuino que se reeoni.
menda au maglslerlo, que cm verdade, s deve
de aer eitrcidopor peaiuas, que como a rrresrna
peticionaria sulficleutes coirhrcirnentos reu-
naui boa couducta civil e moral, e reconbecldo
/rio e iU .11 l' 11,-1 i pelan enancas que teni de ser
confiadas a srus cuidados : e poii, a commissao
se nao podenrgara recunhecer.quc grave inju-
lica > 11 u a supplicante quando por ruoovos
iucogiriioi, cuja forra llre be deacoiiheclda.dci-
aou de ser provida ua menciuuadi subsiiiui-l que nao
emenda a fortuna de aebaracolhlmento do ani-
mo de alguna senhnrea deputados, altala a
conveniencia de se pagar um nrcslre de prl-
mrlraa leltras par os artistas, isto be, aliin de
habilitar a assoclajlo do artillas a teruiu Inea-
tre de prlmelraa lellras para eoiluar aaquelles
de fin ineinbro, queolopoaaam por seus tra-
balhoa, frequentar aa aulas publicas. Algumas
cooslderacdra forain feltaa em sentido de rue-
lhorr eita assoclacao ou de emprear de me-
Ihor modo a conslgnaco que a assernbla Ihe
destina; e eu quliera que o honrado inembro
que nesle sentido fallou, tomasse o nobre en*
cargo de propor urna medida neste sentido,
porque eu a abracara plenamente; mas vejo
algumaa dlfBculdadea para ealalulr neala le
eiaea melhoramentoa de urna inanrlra perma-
nente para a assoclacao ou para o emprrgo des-
le dinhrlro ; porque sendo na le do encmen-
la comlgnadoi nicamentedlsposlcfles de dura-
fio annua urna dlsposico permanente, sobre
a assoclacao doa arll.lae, nao poderla entrar
nelta; eaaslin ad por urna le rapeclalse pode-
r melhorar eaaa aasoclacio. Eu adoplando,
Sr. presldenle, este pensamento, nlo posso to-
dava uegar o ineu apolo emenda pela rasao
de que e lem prevalecido os honrados mem-
bros: faz-ae esle beneficio por um anno, e no
orcamenlo aegulnte ou na aesslo segulnte ve-
remos o que convIr rier; nio ae diga que he
medida nova; porque ha multoa anuo que a
assernbla consigna o anpprlinenlo de 100^ ra.
bem desta aaaociacio; agora pola nao ae pre-
tende mais do que elevar asa quola a 1.000/ de
rs., vlilo qne segundo consta, lem ella fello um
bom emprego deste dlnheiro; lantoquehoo-
lem tneaiiio, nesla casa, foi altestado por mais
de um hourado niembro, que com ctclto a aa-
soclacio apresentava progresaos e dava espe-
rricas de bons Irucun par o fuluro, ou por ou-
tra, que em verdade a aaioclaeio llnba feilo
bom emprego do subsidio ; eu pola accredlto
que a coougnafo de mais lOOf ra. a habilita-
r para ae preparar melhor para o flu da aua
eaistencla; nao devando lito aer embaracado
pela incoinpatilillldade de que nesla lei ae es-
tabelefam uielhorea condlfdea para a enaieu-
cia da assoclacao. Apena me occorreu quan-
do ped a palavra, addllar a emenda que ae
acha aobre a mesa, com urna delermloaco e-
pliclla acerca do empregn que deve |ter ene
dlnheiro; como porin a coimnlfa-o de orna-
mento noachou nrceaaarlo faier eaaadeterml-
aaalo quanto aos700| ra,, conflaodo na boa ad-
iniaiatracao, ao born acuso dos aasorlados, eu
pensando mais reectldamenle entend, que
nena lato inesmo era inistr fater. Todava se
a aiseinbla julgur por melhor faaer eata deter-
minado eu votare! por ella, porque o meu pen-
samento e vontade, he que este diabelro, so
leoha applicacao para o eniioo das priinelras
lellras. Por ora, he o que se me offerece dner
em apoio da emenda e do artigo,
O Sr. Paei Brrelo : Sr. presidente, pereua-
do-mc de que a emenda do tudo por que esta
.oncebida nao pode ser approvada. Por ella
oto se pode dir incremento elgum 4 asso-
clnjllo de que tracta o arligo; sendo de opl-
niflo que ou se consignaste qoota para o es-
tal.eleclmento da eschola industrial ha mul-
lo decretada, ou por mel da um projecto m
tomassetn medidas mais ampias a favor dos
artistas.
Encerrarle a discustSo, he o artigo sub-
mettido folelo, aendo antes regeltadot
ambas as emendes ao mesmo otTerecidas
Ent'a em dlscusslo o
Arl. 9. Com os empregados
do conselho de Silubrldade. 6:600,000
Com o expediente e ssseio da
casa. 600,000
Val 4 mesa e he apoiada a seguinie
emendar
evendo esta verba sor empregsda na
obrados hospital PeJro i' conjunctameota
com a quantia consignada no art. 13, no ca-
zo de que aeja creada n'esta provincia a jun-
ta de hygiene publica de que trata o regu-
lamento de 29 de dezembro de 1851.--Mello
Reg.-Portella.Paes Brrelo .--Barros Bar-
reto.A. de Oliveira.
Submetlidoo grligo 4 votacSo he appro
vado com a emenla <
Entra em discustKo o
Art. 10 Com a flscalisaclo
das carnes verdes. 3:203,000
He approvado sem discusslo.
I'assa-se discussilo do
Art. II. Com os empregados. 23 960,000
tnico. Coro o espediente e
asselo da cas'. 500,000
Vai 4 mesa a segulnte emenda.
Naopodendoserdesviados.emcommissOes
que n9o eatejam consignadas no reguli'
ment.MartinsePerelra.
OSr. Presidente :--lista emenda, nSo con
signa despexa, mas he um disposiedo que
deve vigorar para o futuro, isto alem do
anno da lei ; logo nio a posso admilUr.
E n8o liavendo quem fala-se acerca do ar
tigo he submellido 4 votaclo e approvado.
Entra om discussSo o
Art. 19. Com os reparos, e
conservarlo das ohrss.
Re approvado sem discussSo.
I'assa-se ao
Art. 13. Com o pagamento
das prestares das obras arre-
matadas at o ultimo de junho
do corrento eiercicio, estudos
graphicos, estradas dn Pao de
Alho, da Victoria, da Escada, do
Sui e do Norte, casi de deten-
f3o, e hospital Pedro II; sendo
2
40 000,000
.oncebida na pode ser .approvada. Por ella y-.". = ""*."- ,-'
kv.mos. quotaacmalmente volad, par...,-t.int, contos para oslas du.s
sociaco dos anulas um cont da rla ; mas ultimas obras, e viole Cinco pa-
ao declaramos qual he o emprego que deve) ra a r'edilica(So da ponte da
Magdalena. 1*0000,000
Val a mesa, e lio apaiadaa as aeguintes
emendas.
>'Accrescente-se ao art. 13 depols da pala-
vra Maglalena, sen lo 8;000,000 rs. para a
obra dos melhoramentos do no Goianna,
fleando o governo da provincia autnorisalo
a mandar levantar a planta, fazer o respec-
tivo ornamento e nxecutar a obra por arre-
n t Hili S. R.Pereira de Cirtalho.Va-
leniim Villela.I. J. de Souza LeSo.
Depois das palavras estudos graphicos,
diga-setrahalhos geodsicos, e de trian
a de pedir palavra, quaudo fallou em fa- I guiarlo. --Mello Reg.
a emenda recouheceu eaiea einbara;oa,oa Supprima-se ss pila'
isso acho-me embarazado,
volar n'eite orgocu
teroaugraealo.
OSr. Guedei de Mello:i se disse hontem...
O Sr. f." Uarrelo: Isso diteinos ns aqu)
mas o ceno be que nao se declarando coua al-
guiua na le, o guveruo nao poder dar appli-
eaclo essa quautia. Por outro lado ae dlsser-
rnosque oa 3u/ ra. do augmento aao deatloa-
dos para a creafio de urna cadeira de prlmel-
raa lettraa, nao sel e poderla a viata do regi-
ment, adiulltlr urna ul djspuaicio no orfa-
ini-iuo, meaos que a assernbla naoqueira
crear nina cadeira de prlmelraa tetlras jmenle
por uiu anno.. .
O Sr. Guedes He Mello: Pee o a palavra.
O Sr. Pner fnrrelo : O nobre depuiado que
acaba
vord___
quaea nao teudo aido resolvidos, deviaiu leva- ;j0..'-Florencio,
lo volar conira a emenda.... 1 '
U Sr. Ouedei de Mello: Quando multo a fa-' O Sr. Augusto de Oliveira:Sr. presidente,
zer-lbe um aJdiiainento. eu vejo que a Ilustre commiisSo de orci-
OSr Paei Brrelo:Desojo que V.Eic.ine di-1 ment Dio comprehendeu na designarlo
ga seadiniiie a emenda eoin a declaraco de, ,jas 0Dr,s U0Ji qUe ju|g0 e grandi trans-
queo augmento que ella coo.igoa devera aer cejenc|a Sem querer I lirigir a mais leve
ao regiment, ullimamenie approvadosu.ua omissao, lambem nSo desejo provocar
lal diapualeao he duilsjivcl na lei do orea- um dbale aceres das obras que por sua ne-
nenlo/.,., cessi lado alcance deveui merecer a prefe-
.m Sr. Depuiido: Nao he de ceno. rencia, pois que no numero de obras dd ver-
U Sr, Paes Vanelo: Eu euleudo tambera dadeira ulilidadu oceupam in lubilavelmen-
Supprima-se as pilavrascisa da detten'
le um logar importante a quellas que lem
gia, he grral, he quasi sempro a primeira
llnha...
UmSr. ieputado i.eii o acto adilclonal
no S
O Sr. Florencio :Eu esludei a questSo ;
lea o nobre deputado o tal artigo, senSo
deo4 que eu leio. O muito bem; o nobre
deputado convlda-me, ou dt-mc oro aparte
dlzendo-me que lela o $ 9 eu leio ([6.)
Ilaqui o que conclue o nobre deputado t
Que he provincial Nio; porque se porque
legisla a respeilo, he provincial, entilo tam-
ben) o devem ser os juies de direilo porque
a assernbla cria aa comarcas ; mas nio o
sSo ; tambem a assernbla legisla 4cerca dn
divisSo ecclesiastica, e os empregados ec-
clesiaslicos, sSogeraes; tambem pode le-
gislar sobre guarda nacional 4 excepto dos
commandos superiores, etc. O nobre depu-
tado sabe tudo isto ? Ora tome 14 o seu acto
addcional; (rifada* ) delle n.li se coaclue
nada ; apresante urna s rejsrjlo que a ca-
deia tem com a provincia; entretanto
que gastamos diihelro coro ella; isto h gastamos os dlnheiros provinciaes em objec-
tos geraes ; repito puramente geraea. por-
que ninguem diri quechefes de policia, car-
cereiros, etc. nSo sejam todos empregados
geraes
Eu sei que isto nao pas^a, que nem poJe
passar...
Vm Sr. Deputado :--Sibe, que nao pode ?...
O Sr. Florincio :-Supponho, me parece ;
principalmente quando o nobre doputadu
cuja illustracSo reconhej, es'4 em o^po-
sigl) ao mcu pensimento. Senhores e tas
medidas n.o passsm, poique nSopissam
raria, e substiluio-o oSr. Dr. Jos Nicolao nlo appllcaise amedeclna. Porque Francisco
Rigueira Costa, Julz de direito da comaiar-
ea de Caraobuas, que boje mesmo lomou
posse.
Cosiiiiiunicado.
Breves reflesdes que ae publico de Par nambu-
co offerece ura Pernambucano.
O THBATRO.
O hornera, que ppr aeu talento eminente,
despresando mesqulnbaa cooaidera;Sea, plan-
tou ogoslo d'arie dramtica em nossa provin-
cia, arraatando com aeu poder arllstlco-magae-
lico aa mala elevadas e as mala Indiflerentea
clasaea ao noeio novo thealro, convida-nos pe-
los jornala a aaaiallr a nous esplendidos badea,
um no domingo ll, e ouiro na lerca-feira 13
do andante mez. Parece que lodos sabern que
fallarnos do Illm. Sr. Germano Francisco de
Obvelra.
E quem poder resistir ao convite desse ho-
rnera encansavel e por excedencia artista ?
Quem baver, aera trahir aua conscleocla,
que deiae de concorrer para o augmento da-
quelle. que por seus esforcos efadlgaa nos lera
auavisadu o cansfo e trabalhoadiarloa, oOere-
ceudo-noa noltes apnalveis ?
Quera poder olvidar osservlcoi relevantea,
que case artista verdaderamente patriota pres-
trou a nossa provincia depols da ensangoenta-
da luta do aempre luluoso da 2 de feverclro de
1849, chamando cora aeus espectculos os par-
tidos divcrgenias, utn ceolro de cornmumea-
(ao e trato aocial, acabando desl'aite cora oa
odloa, que naturalmente deiaara aa guerras in-
testinas T
Quem poder eaquecer os lacrifici desse
houiein hercleo oa acquisi(o da actrla a Sra.
medidas aue possam olTen ler os interesses D. Mara Leopoldina pela seuslvel falla da Sra.
do podor geral: isto he verdade. u- Manuellta.de aaudoaa recordatao, facto esle
"" """"". mera mente imprevista, e que Ihe lem custado
Foses:Nlo apoiado...
O Sr Florencio Muilissirno apoiado, mil
vzei muitiasimo apoiado ; eu reapeito mu
lo que o nobre deputado pense assim, res-
peito as suas convicefles, mas o nobre de-
putado hade permit ir-me que eu tambem
respeite muito as minhes ctnr.iriMl < e o
fsolo mostrara senhores quem tem rasflo ;
fallou-se em cousas geraes, tudo se espan-
ta ; pois nlo me sera permillido fallar con <
tra as cousss ge'aes ? NJo posso expender
as mioh'Sideias? Sen lo pois minha con-
vierto que a cadeia, he um estbil cimento
geral, emendo que esses 15 contos que s
destiaam para ella, alo devem se-lo, e por
isso mandei a emenda.
Eu nlo direi por em quanto mais nada,
porque devo n Tu gastir tola a minha muni-
clo no primeiro combale, portento fleo aqu.
Sustento que a cadeia he geral, que os co-
fres geraes he que devem oncorrer para
ella; e appello para a maioria da casi, ap-
pellu para a casa toda, para o patriotismo de
todos, e quero que me digam se isto nSo he
uma verdade. Os se ihores conliecern isto
na cabera, eno Ooraolo, mas nlo sei o que
fazem ; isto he fallar'a verdade. II outras
verbas no inesm-i caso desta ; rstou dispos-
loa propor a sua suporesslo Pefo aos no-
bres deputados que discutam a questlo, que
respondam aos argumentos que apreseniei
quanlose Iralou da polica, porque votou-
se, mas nlo se me respondeu. Um orador
muito dislinclo, e que eu respeito grande -
moiit", argurnentou coro o que ae psssa, ou
com o que fazem outras provincias, mss
islo nlo he resposta aos meus argumentos;
nada, nada a policia he geral, hei de propor
a suppresslo da verba, va para o cofre ge-
ral, que tem muito diaheiro, o da el quero-o
para as est'adas.
Voto pe i minha emenda.
OSr. Mello Reg :--Sustenta a sua emen-
da e responde aos pr.'c .-denles oradores que
fallaran a ul respeito.
OSr. Florencio :Sr. presidente o Sr. de-
potado, que acaba de fallir apresentou um
argumento, quepreceu querer convencer-
me; mss se Ine he dalo apruseutar o art.
M do acto addicioml e tirar delle a conse-
i .ii.im--.io ae abalem de invisligar, llcou pri-
vada de direccao e lices de uma senhora, que
por seus precedente mostra-se mais que h.-
bililada para lal iniirr, Nao estando, porin,
infellzmeote no poder da coiniuissjo remediar
o males, quede seinrlhante acto resultiram,
viato como he de Iri, que ninguem seja adinei-
suenoia, que como as provincias tem por
'.? por lim?ornece'r"aos oovoJ,aorno*s""luga-!?B,ef legislar sobre cadeias, tenham tam-
r.n rea ridos, elsuieilos ao flagello de aecca. A h"m f.l0.v do pagar, se iiiu no uauu
um d casa ja por varias deliber.coes reconheceo. Vsim PeBS,r- eu P'-fHunto ao nobre deputa-
lue I uiihdadedeasis obras, existe uma aulho- J !* M* determina o 7. do art.
nao lerel divida em dar-lhe o meu vnio. j risaclo coacadida ao governo para mandar I jO> diz : (le )
O Sr. Quedes de Mello rc.ponde as objecedea construir acudes em alguns lugares, oo Compete as assembleas provinciaes legis-
posiss pelu Sr. Paes Brrelo: demonstra que a 'snno passado esta assernbla approvou uma '*' sobre o ecclesiasllco a excepgao dos bis- coaheclmeolos, que asinailrais anda as mais
falla de applicaco eaplicila da quanila de .(011/ 8men(j, por mm olTereeido mandando cons- Pns COlrete I assernbla provincial legis|gera(,. d, lnora| |ne,ja louiels por desconhecl-
imprevlsto, e q
gravisslrao atraso sua empresa ?
Quera Ignorar que o'Sr. Germano, para ea-
cripturar a ineema Sra. alaria Leopoldina cin-
peniiou se at os cabellos, para por esta forma
supprlra falta da Sra. Manuellla. provandu por
estefactoo nlo ardentlssimo que elle nutre
de curnprir corn seus tratoa, salisfaieodo a es-
pectativi publica ''
Finalmente, poderlo os habitantes de Per-
narabuco uegar a aua valiosa prolecco ao fi-
lustre artista o Sr. Gerraaoo, que raereceu do
paternal e magnnimo corafao do melhor dos
ni iii.in.ii.n o Sr. D. Pedro II, adiatiacta honra
de aer condecorado cora o habito d Roa, fa-
vor eale a ueuhura doa artistas braslleiros at
hoje coucedldo 7
Cremos que nao.
Duaa cunsidera^es, porin, nos oceupam
agora nocoirer da penna, c vem a aer; prlrnel-
ra, que a falta de concorrencia de espectado-
res ao noaao thealro nasce do escrpulo que
inultos pas de lamilla lera, considerando os
espectculos como nocivos dos boni costuuies.
Curapre, portento, dcsfaier quanto em nos
couber esses escrpulos.
Sabemos bellamente, que aa represeutacoei
thealraesalgmn damno tem pausado nos espi-
rilos fracos; :n*s nao te segu por Isso que ellas
em si aejam ms, porque o mal, que eniao
adolece nao nasce essencialmente dellas, mas
da inalici de quera as v, e do abuao que del-
las se fas, ecouseguinteinenle nao se Ibes deve
imputar um mal, que s accidentalmente del-
lai procede. Tanto naordeui physica como ua
moral, sao multas vetes uccasian do mal aquel-
las naesmas cousas, que em si sao boas e mes-
mo neeessariaa. O sol, por exemplo, a chuva
e a inesma comida lera causado inultos gra-
vissiraoa daiunos; com lud estis cous.s nao
deiiara por Isso de serein uleis enecessailai.
A' este respeito fallera por nos o blspo de
Genebra, San Francisco de Sales, c o anglico
Or. Tbomas de Aquiuo (o santo) que devem de
aer acreditadas pelos escrupulosos e por todos,
pela aua santidade e erudicao. Arabos elles
coofessam que as reprcseuiaces thealracs nao
s sao licitas como at multo convenientes.
Fallera aioda por nos os antigos e modernos
polticos que peoaara da raeama iorina.
Km susieolacao do que aftir-ioain disem ellas
que sendo a alegra um bera, aem o qual nlu-
guera se reputa felii, os goveroos que tem por
alvo de todos os seus curdados a felieldade dos
pavos, nao s devem procurar defende-los dos
seusinluilgos e iostrui-los na verdadeira reli-
giao, como tambera devem dar aos povus diver-
titueutos pblicos, alim de fazerein reinar en-
tre !! eontenldiuento e alegra.
No sentir deases grandes horneas, as repre-
senuces ttieatraea sao absolutamente necea-
sariasao povo para o Inatru r e para Ihe dar
alguma tiutura das virtudes inoraes. A rasao
he porque aquelles que s.io da ultirat ordeui
tem to pouco uso de verdadeiras idelaa e uleis
rs. consignados na e
reir nao lie rasao a
tra ella; dcrnonslr
neiid i do 9r. Martina Pe-
. luir dous'acudes, um o n S. Bento, e outro.
_, em Ouricury : Consta-roa que o governo ja
j~ tem procedido a alguns trabalhos prepara-
reira nao lie rasao aufflclenie para volar- con. em ( governo ja.
Igualmeute que Moda la- ,_________,/,_ _,____.-V-a."?____-
Entra em dlscussao o p
commisso de negocloa de cmaras, que ap-
piova o regulameotu dado pela cmara muni-
cipal do Recife para a cobranza do imposto so-
bre lojaa
O Sr. Mvnoel Cavalcami: Lreloquea emen-
da propc uma resoluto e eu crelo que isto
ii-iiiln' objecto de icsuluco ; p.irece-me que
houve propoala da cmara e oesse caso nos
approvamoa ou regeltamos sem aer pur nielo
de resolucao : noseiseeslou engaado.
O Sr. Presidente: -- Nos vemos que as postu-
ras, que sao fellas pela cmara, passam por tres
dlscussdcs para serein approvadas.
O Sr. Manoel Cavaleanli: Mas, nao vio i
sanalo,
O r. Presidente: A assembla nlo lera on-
tro relo de manifestar a aua oploao, aculo por
nielo de resolucoes,
ti Sr. Muriel Monteiro : Nao devolaeo o
seu discurso. )
Os Srs. lose Pedro, A. de OHveira, Carneiio Ha
l.ii/i/i.i, Poar Varrtlo, e Maciel llontriro, fazem al-
gumaa rrflesra acerca daiualeiia.
OSr. PresidtnU: A* dlscussao est nidia a
pela hora.
ORDEM DO DA.
Continuarlo da aegunda dlscussao do orca-
mento municipal.
OSr. Presidente : Eat em dlscussao o art.
8 addiado da sesao interior, cora a emenda do
V, Guedes de Mello,
O Sr. Guedes de Mello: Sr. presidente, ten-
lar sobre a guarda necioo.il I ezc-pjo dos
commandantes superiores, ha estas excep-
tes, logo o que nlo esl4 na excepclo esl4
na regra.
O Sr. Mello Reg :Nio se segu
O Sr Florencio : Ol I isso he doutrina
nova, cu aprend assim, o que nlo esl4 na
exespelo he da regra; logo a nsambli
pode legislar sobre o ecclestastico, mas nlo
po le fazer bispos, pode legislar sobre a
guarda nacional, mas nlo pode fazer com-
mandantes superiores : agora pergunto eu
ao nobre deputado, onde esta o artigo que
determine I assernbla o dar diuheiro 1 on-
de esta tambem o arligo que diga, que as
assembleas darlo dinbeiro para ascisas de
detlenclo? de legislar para as cideias, se-
gue-se que lenha a obrigarjlo da dar dtnliei-
ro? deliiar a fon; policial, se sogue que
rs. paraagrauncacao um inestre que ennna a-- -: : iVi n flairfra a rlVm.l^'.V. i'ati I B H' deve dar dlllheiro ? NOS vemos que
a, prlrneira. leura. qu.lle. do. ea.no.. ar- "t.* Id ale. l,de 8 de ma o de 1851.-- tnmmu lern 0 jiretto de crear co-
lista que a precliareui, I:uo0/de tt.Aamtr.- S. KA. ue uuveira. -- Kaes nrrelo.
Apoiado entra em diseusso.
O Sr. Florencio:-- He para justillcar a
ata devidamenle em dlacusso
Val mesa e he apoiada aseguinte emenda:
. C
Depois da palavra ponte da Magdalena
mesa ene anotada a segrale emenda: dj ,_, .. e 8;ooo,000 rs .par a OS aeu des que gl
i^^^er^.^;^
OSr'Paes Uarrelo Insiste naa suasprlraitiva
ideiaa, e faz algumas consideraedes em resposta
uiircas e os ordenados dos juizes de direito
nlo sio pagos pelos cofres proviuciaes, mas
ao orador que oprecedeu; observando que Ira- emnn
penando a.mend.....dlaposlclo ..^J^.tV?^,^ PP
7J3Z2A 5.0.,S:.s:feceb,d*Pr" i <^2Z&J&*Ot TJ.:\ ^RSES*.
O Sr. Presidente lendo os anlgos aditivos ao j
regiment uiostra que a emenda ni-
cluida na probiblcao pelos incsmus
cida.
OSr. Correa de Brillo fazendo votos pelo
eograndeclaienlo da associaclo dos artistas;
oppde-se emenda J porque ella coolm uma
dlsposico permanente, que nao pode ser ad-
iiniii i.i na lei do or(mento. j ineamo porque
ITJ TStiS C^pre-soV -<&""" SiS- *-&
0 es,i D-;: o nrMoa so di iustic. I iustic.botara.' cteap toda a minn. argumenla-
go ne um esiaDeiecimemo ger
porque a cadeia he dlloca la-na provincia,
tambem o slo as foitaleas, entretanto ai
fortalezas slo estabelecimontos geraes. Os
rslabelecimentos nlo se podem onamar ge-
raes, ou provinciaes porque se queira clia-
laasoclados ae tem conteutado com a quota : mar, ou porque uns dizem que he geral, OU '
ue ordioariainenteaelhelein volado, nio ei-; provincial: uio senhor. he porque lem al- v sr. I resnente uesig
Indo maisi cousa alguma) obaervarjdo qua guln, cousa de relativa com a naturezi das '" aaMM. (Era
qil
ginuo mais cousa aiguma; uuhiuuiiu quo gU
naoduvidarla dar-lhe uui aoccorro mais vaho- funC0e, que alo destinados. O-l, pergun-
fossetn por mel de ura projecto regularmente a provincia r...
apreaentado e dlscuUdo. Um Sr. Dep*t*io t Veja o acto addioio-
O Sr. Aguiar: Faz algumas conside-: nal...
racOes. OSr. Florencio :J 14 vou...Nlo tem na-
OSr. A. de OWiiei'ra :--Oppo-se a emenda i da; a cadeia he toda geral; pirque he eu-
do apparecido na mesa, uma emenda do meu fud.meiito, de que ella he olTensiva bordiuada ao chefe de polica, auloridade
"gnadop.raaasaoci.cio do.aril.i..; elevan- nloalcana o Om que ae deseja que he pro-, tudo autondalesger.es; ocarcere.ro he
drala verba a um cont ra rls. leve e.sa leger os a-listas; pois que com 300,000 rs.: pago pelos_cofres g-raea^a gu.rla que a VI-
lo ba quate um anuo que cada di anlinou, puueo a pouco ful tomando cooflan-
que, quem legisla tem obrigaclo de pagar,
Creio puiUnto ler justificado o meu pensa-
mento.
Depois de ainla fallarem os Srs. Jos Pe-
dro e Manorl Cavalcanli.
A disCusslo fica adiada pela hora.
gna a ordetn do dia,
tn 3 horas da tarje.;
DIARIO E PKRNAI..
mm
por inadaiiia Duplea.la.
Oh I aim, aenhora, eu bem a confiero ;
Vine, he a dona do ca.tello, eu a vejo paasar
quaal todos os das para Ir lgreja.
.. Ela, cor.gera, Ihe dlsae eu. seu ma-
rido nio perder aeu emprego na estrada, ou
ae o perder nos Ihe achareinoa trabalho, logo
que tile estIVer rettabelecldo ; Vm. lera os
medicamentos de que precisa, e quanto sua
lilhinlia. ella Ja ful bapli.ada, nio he f
Sim, senhora, dli.e a pobre mullirr
que me ouvla aem me coinprehender anda
mu, aenhoia,.,, he a Irma de meu marido que
lu madrloba.
Pola bera ella ter duas inadrlnliaa, eu
RECIFE 13 DE ABRIL DE 1852.
Deixou hoje o lugar da chefe de policia
nlerioo o Sr. r. Anselmo Francisco Piretj,
que deve ir tomar assanto na cmara tempn-
I..- "Di- balde se pretender conduzir esta gen
te virtude por discursos SNStcnladoa com ra-
ses e autoridades, porque ella mi pode coin-
prehender urnas, nem sabe dar valor as oulras,
e por tanto vera a deaprezar todas. Finalmen-
te as represen! ifori theatres dlspde laato o
povo, que pode esle penetrar os mais profun-
dos senirnenlos da humanldade, tocando cora
suis in.ios, para assimdixer, e vendo com seus
olhos neatas pinlnras viras, as verdades que
elle nio poderla coaceber de nutra sorie.
Ue verdade que nos tempo. do gentilismo as
representarles erara tao abouiinaveia que fo-
rain justamente esllgnatisa1os uio s pelos pa-
dres da lgreja, como all pelos sabios daquelle
ternpo, como an Joo Chrysosiomo, o poltico
Amelo!, Tito Llvlo, que Ibes chamara lnlolera-
veis loucuras, e Quiotiliano que al prohiba a
icio das comedias a gente mofa, como cousa
nociva aos bons co.turnea, e alh'apermiltia
quando a respeito deslea nio corra perigo:
i/uanto moresJuerini in talo.
Mas logo que iriuinphou a relfglo christaa
sobre o paganismo, os borneas conformndo-
se com aa mximas do Evangelho, desterraram
as supersli(es, abollado luieiramenle o culto
gentlico; e os divertiineutos pblicos que
conlinhatn reatos da Idolatra forain emendados
dos erro, introduaidos pelo mesmo pagaoiamo.
Km diltercuca conheceroinulto bera o. va-
re, insigues era aciencia e virtudes, que vlve-
rau, no lempo em que as representares thea-
tres J Ilnbam randado Inielrameoie; dille-
renr e.ta lio graude, que os obriguu a consl-
.lera-las Helias' e abundantemente indispensa-
vels.
A segunda e ultima conslderacio que nota
mos he a falla de assiduidade no noaso thealro
das peasoas mais nolaveia pelo aeu saber c rj-
que.as, falla esta de graude monta, porque o
povo quaai aerapre ae delxa levar pelo que vi e
olive e pelo exemplo dos grandes. Quaodoes-
le. frequeutara certos lugares eu.ara de uma
ou de outra moda no venir, o povo os imita
restrictamente. Isto nao s acontece ao povo,
oorao a mullos que o nio quereraaer.
Me foliar mus a historia vemos que na corte de
Maximiliano, lodosos senadores ofinilavam na
cor doa vestidos. Porque ero celebrava em
versos os cabellos louro. de Pomppea, todas as
matrooas romaoas procuravarn nos seus cabel-
los cora artificio emendar a nalureza. Porque
Joiiuas re da Escocia gostava multo daa cun-
versaedea dos mdicos, era breve lempo nio
bouve hornera filustre naquelle reino que ae-

l-.ntiel
icio ; indo pira a bibliolheea panamo.
1 rei da Franca losqueou-ae por causa de uma
ferIda que liaba na eai-efa, os aeua corlalos
ppareceram tambem losqueados por lisonja.
Tal lie a forra do eiempl"!
Provado como lira, pois, a necessldade abso-
luta daa repreaatntafOea thealraes, cumpre aa pesaoaaque mais avullain na sociedade pro-
tejara o nosso thealro, daodo aaalin o eietupfi)
para que lodoa ooncorratn a elle para que nao
aejainoa aprimados como relrogadoa no pensa-
mento progreasivo do aeculo em que vivemos.
e que lodos a poifia ajudemoa o dlallocto ar-
tista o Sr. Germano Francisco de Oliveira, dig-
no a todoa oa rcspe tos de nossa estima e consl-
deracio,
P. ____
Publicarlo a pedido.
Na cadeia da villa do Porto Calvo, se ucln
uma escrava denomeJeronyma, aqual foi
presa no engenho Cova d'Oncs, de ordem
do Sr. delegado do dito termo; 4 escrava
confessa que seu Sr. heJoaquim JosKebel-
lo, morador oa cilade do Recife no Deco da
Lingoets. Do interrogatorio aballo trans-
cripto consta a maueira, porque foi fuada
a dita escrava.
va
Auto de interrogatorio felto a escrava Je-
ronyma, annodo Nasci nenio de Nosso Sr.
Jess Cbristo de I8SJ, trigsimo i* da inde-
peudenciae do Loperio do Hrazil,aos6dus
domes de abril do dito anno uesla villa da
lo 11 Calvo da comarca e cidade de Mo -i
capital da provincia das Alagoas, em cas.de
residenciado Dr. delegado desle municipio,
o commeodalor Jacinlho Paes de Hendon-
ca, onde eu esc i vio de seu cargo adianto
iiome mu fui vin lo, u sendo ah foi presen-
te a escrava presa, de nome Joronytna a
quem o dito delegado fez o Interrogatorio
pela forma e maoeira aeguinte i
Porguutou como se chamavs, donde he
lilli i, se era captiva ou forra.
R'Spoodeu que se cnam.va J Tonyraa,na-
tural do engenho Eicho do municipio da
villa de Porto de Pe-Iras, e que he captiva.
Fergtintou onde morava e quem era seu
senhor.
Respon leo que de presente morava no
engenho Cova d'Onca deste municipio, o
que estava em poler de Antonio Paes da
Silva proprietano do dito engenho, mais
que o seu legitimo Sr. heJoaquim Jos Ri-
bello ;conhecido por Joaquim da Lingueta,
morador na cidade do Recife, no beco da
Linguete, e que fora vnndida a este, por Ma-
noel Jos de Almeida Costa morador nesta
villa de Pono Calvo.
Porguutou co'oo veio ler ao poder de An-
tonio Facs da Silva.
Resdonpeo que andando venden lo na rus,
na cidade do Recife, e que Antonio Paes da
Silva a chamar, a sua casa para comprar
laranjas, n que Ihe pe guntou ae ella quena
o servir, ao que rdspondeo que sim, e elle
mu lu quelicasse em sua cisa, e sahio
na a a ra, e quando voltou disse que a ti-
nha comprado, edahi em diautu nlo conseti-
ln mais que ella sahisse a rus, e no fin de
2 mezes as 8 para as 9 botas da noite foi
embarcada em uma barcassa, com mais 4
escravos, que com ella vierain para o enge-
nho Cova d'Onca.
Perguntoucomose chamavam osescravos
que vieran com ella, e onde se acbam.
lte>p.nidoo que os escravos chamavam-se
Matheus que se acha anda no dito engenho
Cova d'Onc<, Antonio que tambem se acha
no dito engenho, Jos Grande que foi ven-
dido pelo mesmo Antonio Paes por ter sido
conivenlo om um assassiaato, e Roberto que
FUgilla
Perguntou si fazia minios anuos que si
achivaem poder de Antonio Paes, e se co-
nhecia os senbores dos mencionados es-
cravos.
Respondeo que fazem muitos annos, mas
que nlo se lumbra quantos slo, mas que s
sim se li'inlir.i quo esleve om poder de
Joaquim da Lingueta pouco mais de um
anuo, e que nlo sabia quem eran os senbo-
res dos ditos escravos.
E mais tilo disse, e depois do Ihe ser lido,
asiguou a aeu rogooalferes Jlo Ferreira
dos Sanios, peraute as testemunhas Jlo
l' i vares de Helio e Jos Adolfo de Barros
Corris que to ios assigaaram rom o dito
dolegado. Eu Jos Ca los Accioli Lima es-
envo do geral o escrevlMendoocj--A ro-
go da escrava Jerouyma Julo Ferreira dos
Santos, Jos Adolfo de Barros Crrela a
Jlo Tav.rer de Mello Jnior.
Estl conforme ao original.
O escrivlo do geral.
Jos Carlos Accioli Lima.
COMMERCIO.
Vm... Vin. acciecentel eu toda enternecida.
Esl.va-mos a pouca distancia da porta da
Igarja, e vi multas uiulheres aahlrein.
i.negamos larde, dlaae eu a madama Ray-
muudo, -- mlssaest acabada.
i.'ue Importa ? -- rae respondeu ella aor-
rludo, vossnio acaba de orar a Deoa tam-
bera, ou talvea melhor do que oa lgreja f t
Vi litando a Riballlere, recebi a viaita do Sr,
Dr. Lourenco. Elle deu-rae a. uiilbore. In-
tambein a lomo por uiloha anillada. .. e me lnforinacfle. sobre oa meua protegidos. Ho-
para nos nuina conqulata ( esta he a inlnha da um cactus, cuja magnifica llor, dlila
primeira) que mullo agradad a Mr. Dupleasls JardluoUo, que esalava um delicioao chairo
ler-se deltado conqul.iar; elle foi para com- ue b.uollla.
go mala amavel, mal euldadoxo do que o ll- Bu> quanto durar o dia, senhora, me
niia sido al eouio ; e deaie da em diante asta dlse aorrlodo Mr. Jlo Raimundo; aua espe-
melnora contlnuou : recordedme das patarras ranea aera engaada, esla planta nio florece-
de madama Rayinuodo: trinsforms-se, .... t r.
vossl tansformari a sn manilo.... Porque enlSo ? Ihe disse eu moitraa-
Realuiente.... sei la possirel esae mllagre ? do-lhe o cactus v.-ja que enorme bollo,
t-o ni ni e v n i ci -lo. quem So dir qae elle val deaabrozart
O ceno he que medida que como Palla e Nunea de da, senhora.... todos os cactus
encarregarei de\... conaeote nlaso ? quanto guel-lbe que ae incarrcga.se da compra de burro, fiUme dlspojo do meu tolo envoltorio, *";; < ^/"r. ,iV. .1, i.m.m
aos oul.os doua pequeos, os os mandare- lodos os inedlcamentoa neoesaarloa. Depols' vejo, mudar as maueira., a llngoagem, e mes- eeaaa eaclua franaHlera ( perdoe-use tambem
moa paraae.cola, e taremos cuidado delira. Uve urna longa conferencia cora madama Hay- mu phy.loooml. de meu ra.rido ; elle, at esta nome brbaro) be de... apele todoa
..Ma., aenhora,... me re.poudeu ella com muido, e madama Claudia minha crl.d. gra-I agora Ido fri, lio prolelor ( a palavra poli- essa acta, digo, nunca desabro.ao antea do
as lagrlinae ooa olboa,- na ael.., porque Vm, ve a respeilo da confeicao da roupa que me da, nao^quaro d^f5_nJr,d1e.D^';,)_f','***_ d|- Pf'.a0 '"'' e ao mooectr
elles ja vive-
da cor de una lar-.nji. Iluauo ao cheiro U
essa llor exsl.r, esse perfora
de
baunill. que essa ffor esal.r, ease perfume
sera lio lorie que penetrar at ao fundo da
tu. sal.
E urna flor lio magolllca s abre de noi-
te, e S Vlw; denoite '
Nunca mala, dase Mr. Jlo mas tam-
bem, senhora, que brllho, que perfume.
Oh uiloba chara Albina, me disse sor-
rindo Mr. Dupleaaia ae voaa fosse flor, pre-
ferirla viver pouc.s horas admirada como es-
ta llor magnifica... ou viver longo lempo, e
Ignorada como a margarlda doa prados ?
He preciso aaber, que llie dlaae eu, se
aa florea vivera como egostas para al a, ou
t orgulhoz.e, e namorada., lera consclencia
di admiracao que inspirara i*
Demos-lbea essa cousciencia, -- me disse
eu marido qual aeria a aua eacolba
.- Pareca-nse que a quealio est mal pro-
poala, dlaae alegremente madama Raymun-
do, cu dlrel simplemente i vale mais dis-
l'HAi,:A DO RECIFE, 13 DE ABRIL, AS
3 MORAS DA TARDE.
cotacOss OFriciias.
Cambio sobro Londres: a 27 l|2 d. a di-
nbeiro.
Disconio de lotras : de mezes 7|8 p. c.
ao mez.
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 13.....0:117,747
Descarrcgam hoje 14 de abril.
Brigue ingleg Sutan plvora.
Birgue inglez -- Oriente sal.
Barca frauceza Cteopatra mercadorias.
Brigue americano -- Loper fat loba e bo-
lachnihas.
Iliate brasileiro Amella mercadorias.
Malo brasileiro Novo Ol Ada dem,
ltate brasileiro Agina Braeileira sois.
liii|>t>rlii i,n<>.
Acarac, hiate nacional Aguia Brasi-
leira consignado a Manoel Uuuc,alves da
Silva, manilesiou o aeguinte :
3S couros salgados, 5 allanados e 6,960
me i is sola, a ordem.
Acarac, escuna nacional a S. Jos a, ron
signida a Manoel da Suva Araujo, manifes-
lou o scguinti:
SOOalqueires sal, 20 meios sola, 6 cou-
ros de cabra, 4 ordem.
Liverpool, barca ingleza a Linda >, con-
sonada t Deane Youle & C, manifestou o
seguinte :
iij gigos louca, aos consgnstarlos ;
l3oixas el barrica loutjs, 17 fardos e I
caixas tedios de algodio, I Fox Brothers ;
2 burras de ferro, ao gerente do banco : 1
barrica 1oiii,b, 1 pacol-i mtuilezas, 10 far-
Porque me declarle, que nunca tinhis
amado, e que nunca amariaa, e que nio cri-
as no amor....
Obngado, Fernando, eu crelo nelle... nos
ouiroa.
Mas em ti ?
Quando eu amar, ser bem preciso que
cela nelle.
-- Kssa he boa! tu nunca amatas.
Assim o espero, meu charo Fernando,
porque crelo que serla ura inste amante, maa
tu impediste madama Dupleaaia de responder
quealio de miaba mil; vale mala deslum-
hrar por admlracio durante um da aquel le
quem amamos, e deaapparccer.... do queagra-
dar-lbe inceasaoleraente?
Parece-me que quera ama mais do que he
amada, deve preferir agradar Inceaaantemente,
disse au a madama Raimundo e deslumhrar
uma hora quera ama menos do que be amada.
Pelo amilano -- disse meu marido.
A aenhora lem razio, dase Mr. Jlo.
Madama Duplessis nao errou, era lam-
be m Mi. Duplessis, contlnuou madama Ray-
mundo:
Nao quero dar-te conla desse debate que
ful multo divertido, mullo animado, que du-
rou em lodo o trajelo da esHula blbllolhcca
onde chrgaiuos lugo,
(Coatinuar-M-ha.)
ILEGIVEL
1



w
do tedios de algodJo, G. |Mf)worthy
&C: 0 gigns louga, 3 caixas/ecldos ds
algodo, I dita ditos de Ha, sbAsrrls men-
te iga, i Roto Bnga & C.; walxa lecidos
de, lia, a J. Keller & C ; tsycaixe foins
de Flandres, a Rothe & Ridejultc; I volume
eS Mtoi um miohin pir/ imprimir, a N.
O. Biebr & C ; 13* b/rica cervej, a
Adamton lluwie & C. ; caifas a 1 fardo
tecidos diversos, a KslWann 6lrm8uS| S
caifa armas diversas/ 1 barra varntz, s
Me. Calmont & C.;/barril ferragons, a
B andera nrandis; I fardos, IJ etxaso
18 oacotea dlversos/cl los s Russnll Mellors
&C.;1 parlese lie*.. Hussel Mellors & C.| I
cuf i o'>joctosde*crptono,e J.daG. Braro
9 fardos tecidos1' iver.o, ajames Cebreel
& C ; 19 ditos ritos de algodoo para saceos,
I picola un daguerreotypo, hros impres-
sose manusc'ipiiis, a C i Aalley fardos e 5 ciifas tecidos diversos, 50 bsrris
menleiga, a I Paler e> C.; 50 ditos e 80
meios ditos dita, s Machado & Pinnelro; *
fardos tecidoa deslgodio, 70 barris rnmtei
ga, 1 barrica erragena, 1 caixa chicotes e
espor.s, a J Hyder & C. 3 fardos e 19
caifas ter-i los de elgodio, 9 fardos igno-
rs-se, 1 csixa Instrumentos cirurgicoa, I
dita relogios de ou'O e prata, 3 ditas teci-
dos de ilnho, a II Gibson; 19 feiifs e 1
sanco tubos de fi-rro, 1 csixa feregens, a
Fsrd. Belens; 3 fardos lecidos de linho, a
J. tetn & C.; 30 barricas ferragens 1 ca
xa miu lesas, a E H. Wy.il; 1 dita dita, '
Ditas lecidos de linho, 9 fardos ditos de al-
go i.1o, s lloslron Booker & C.; i caixa
umquadro, a E. B. Colln; 3 ditas el Tar-
do teci loa diversos, 1 pacote pflrtences
rarasellins, a R. Royle & C ; 1 caixa rou-
pa, a C. C. Johnston 9 saceos smoslras
diver.t, 9 barricas et meias Jilas ceive
ja, 10 ancoras de [erro, i tanca louga, I
dila frustas em frascos, 1 caixs velss de
sperm.ceie, 1 dita biscoulos, I barril egua-
rdanle, jarros ignora-se, 55 qutijos, 35
presuntos, ao capillo.
Babia, eicuna nacional .Graciosa a, con
signada a Jos Bapliste da Fonsecs man
lesin o seguinte:
lOOeaitas fugo da Indis, 19 fados taba-
co, 3O0c.iis charutos, i orJem; 940 d-
Iss ditos, a Francisco Antonio da Rosa.
Phlladelphia, patacho americano tLoper
consignado a Malheus Auslin & C, man-
festnu o seguinte
1163 barrica fnrinha de trigo, S9 caixas
e 30 lardos tecidos de.lgodflo. 96 volumes
conteni 109cixss, 71 ditas coa, 900 bar-
ricas bollexinbas, I caifa vi Iros para lam-
inos, 1 dits um sparelho e lirios.
CONSULADO GERAL.
Reodimentodo dial s 10. .91:951,013
IJem dodis U........3.095,930
Peras mbuco em o 1* de abril de 1859.
O ofllcisl osior-lnterioo
Emilio Xavier Sobreira de Mello
k
91:976,293
DIVERSAS PROVINCIAS
Reodimentodo dial a 10.. .
dem Jo dia 13.........
815,199
388,451
1:933,950
RECEBED0RIA DE RENDAS INTERNAS G.Er
RAES DE PERNAMBUCO.
Reodinienlo do dia 13..... 201,260
CONSULADO PROVINCIAL.
Rondimontodo dia 13.....1:8(6,896
. _j i m
Movimento do porto.
A'ai'ioi mirados nndia 13
S. Malheus pela Baln 16 das, hiato bra
sileiro Caprichoso, de 31 toneladas, mes-
tre llenrique Jos Veiis, oquipegem5,
carga farinha ; a Lino Jos de Castro A-
rsujo.
Philadelphii--49 dia, patacho americano
R. F Lopor, de 167 toneladas capitSo
Kenney, equipagem 8, carga larinha o
tnais geneos; a Malbous Austia Conr-
penhie-
Bahis 7 diss brigue escuna brasileiro
Gracioss, de 168 tunela.I.is, capitSo Jos
Maris da Silva Porto, equipagem 17, car-
ga caf e tabaco ; a Jos Baptista da Fon-
secs. i'as-ageiro, JoioPeixolo de Miran-
da e Veras.
Liverpool 49 diss, brigue ingler Susan ,
de 161 toneladas, capitSo II. Purchsse,
equipagem 13, cr-:a fsien las e polvors j mterrupco nos das j dcsignsdos, qusrlas
s Me. Calmont & Companhia. i ferasesabba los.
Leilh-.69dis, brigue ingle AnnaPorter, I Acham-Se em ensaios os dramas--Joan-
de 259 toneladas, capita A. tlunter, equi- n de Flandres--e os Jesuiias, ou oBaslar-
pagara II, carga csrvfioj s Johnsum Paler do dEI-ltei, qte subirao a scens esto cor-
Ct Companhia. ,'enle mez.
Iiustun 36 das, brigue americano Geor-
Declarti<;des.
- O vapor brasileiro S Salvador, com-
mandante o primelro tenente Antonio Car-
los Aze.edo Cnotinho, espera-ae dos porios
do nortate 17 do correte e seguii para
Macei, B.hiaeRio da Janeiro no da se-
guinte ds sua chegsda.
-- Pela adminitragioda mes% do consu-
lado, se faz saber que no dia 17 do corren-
te se ha de arrematar em hasta publica,
porta da mes os, 30 esleirs ds parpen, no
valor de 4,800 rs, apprehe ididis pelo guar-
da confeienle JoDo Baptista de Areujo. Me-
sa do consulado de l'ernambuco, 13 de abril
de 1852.-0 .dmini.trador.Joan Xavier Or-
nen.) da Cunba.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES I.NGLE-
ZK.s A vaPUR.
No dia 90 deste mez, espora-so
dos portos do Sul, o vapor Se-
vero, commendante Vincent,
o quel depois da demora do
costume, seguir yaa aEurop>:para passa-
gem, dinjs-se a casa ds ageucia, na ra do
Trapiche Novo n. 49.
Da ordem do lllm. Sr. direc'.or geral
da instrucgflo publica fago ssber.que 8 F.xc
o Sr. presi lente ds provincis, allendendo a
razAes ulteriores, houve por bem marcar o
dia 28 demaiopruximo para o concurso
cadelra de priineiras letras da FazenJa Gran-
de, Ocaodo de nenhum effeilo o aviso ou
edita I de 99 da msrcu pros Imu paasado.
THEATRO
DE
S. IZABEL.
55. recitada asignatura.
SABBADO, 17 DK ABRIL DB l85a.
Depois da ex Muflo de urna brilhante nu-
vertura pela orchestra, subir a sen, com
todo o aparato, a grande o excedente trage-
dia em 5actos, do no-so mu bem conheci
do literato, o lllm. .Sr. Dr. Domingos Gon-
calres de MagalhSes :
OTHBiO
O Mouro de Veneza.
PERSONAGENS.
lillielo --Germano.
Iledelmonda I). Maris Leopoldina.
Hermanee D. Amalia Monteiro.
Odalberto Coimbra.
Loredano Amodo.
Pezaro -- Bizarra.
Moncenico, dogo de Veneze Pinto.
s iM-ioips, ofllcises, etc.
Terminara o espectculo com a nova e
mui graciosa comedia em 1 acto :
o gastrnomo
OU
O Aventureiro das labernas.
O Sr. Monteiro acha-se encarregado do di-
vertidlas! mo papel de gastrnomo ao
qoal dari todo o desenvolvimento e nalu-
ralidade, quesn Iho reconieco.
Personagens
D. Cleofas, o Gsstronooio Monteiro.
Ii. Judas Hay mundo.
D.'Manoel Amodo.
D. Gaspsr -- Bizerrs.
I). I'.im-o.iI ds Ribelra Coimbra.
Luiza D. Carmela.
Simplicio Pinto.
Zapata -- Joaquim Jos Pereira.
Um meirinho -- Cabral.
Mogos, trabalhadores, etc.
Comecara as 8 horas.
Os bilhetes acharn-so s venda no lugsr do
co'tum*.
O administrador empresario tem a sstis-
lac.01 de annunciar ao publico, que a senho-
1.1 li Mara Leopoldina, acba-se completa-
mente restabelecida, e qun os espectsc*ulos
continuarSo cm sua marcha regular, som
A barcalporlugueza M'aria Jos ssbe pa
ra Listaos no dia 19 do correle abril; para
o resto da earga ou passagairos, a fallar
com os seus consixnalarios Francisco Seve-
riino Rebollo &"Filho.ou com o caiulBo los
Ferreira Lesss, ns praca do commercio, ou
a bordo.
Para Rio de Janeiro, aegue com a
n.aior brevidade a galiota S. Tnndade 1 re-
cebe carga, passsgelros e es;ravos, leo o
pira ludo boosrommodos trals-se as rus
do Vigario, eacriptorlo 11. II, prlmeiro ao
dar, ou com o capillo Maia.
Pata Baha.
Segu con a maior brevidade possivel 1 ve-
leirs e bem conhecid escuna brasilelra Ade-
laida : quem nella qulxer carregar dinja-se
a ra do Trapiche Nova o. 16, aegundo an-
dar, ou na ra da Cadeia do Recife n. 93.
Para o Ceart sahe com nimia brevida-
de por ler psrte ds cargs prompta a sumara
brasileirs Fiordo Angelim forra ja e prega-
da de eobre, mealre Bernardo de Sousa:
quem na masma quizar carregar ou ir de
passagem pode entender-se com o mesmo
mostr ou com o cuusignatsrio Luz Jos de
Sa Arauio, na rus da Cruz n. 33.
-- Vende-se o brigue brasileiro Audaz da
lote de 201 toneladas, forrado e ncavilhado
de cobre, de oenslrucgflo americana, prora-
to da lodo o aparelno, e maia oecesssrios pa-
ra navegara qualquer deslioo, tendo urna
boa lancha, e bola; quena o pretender po-
de mandar exauuiM-lu no aucoradouro de
doscarga de carne secca e pura Justir
na ra da Cruz n. 3, com Amorlni Ir-
mSos. i'.
I'ari o Rio do Janeiro sshe infaltleri-
- parnn
__loalico trajava caiga e camlia de ganga
asnl e barrete, e levou ferro ao pescogo,que
pode ser o tenhi feito tirar: quem o apre-
hender leve-o a bordo do dito patacho, ou
a ra da Cadeia de Reoife, armazeo n. 19,
que ser gratificado.
lferece-se urna mulher para cozer chlo
ngommar: quem precisar da aeu preiti-
0 dirija-se a ra das Agoas Verdes, sobra-
do n 10, aegundo andar ; tudo fax por pre-
go com modo.
O thesoureiro da irmandade deS. Jos
da Agona convida a todos os irmSos da mes-
la que tem em aeu poier capas ou tarjas
psrtencenies s im-sim que as vennam en-
tregar para a mesma fazer aua entrega.
Deaeja-se fallar ao Sr. alferesJoSo Ro-
drigues da Silva : na ra eeireila do Roza-
fio n. 1.
A ttencao.
No primeiro baila masqu no Iheatro de
Santa Izabel perdeu-ae na bolsiuha de re-
ros com urna marca de jugo e 3 moadinhas
de prala ; roga-se portanlo s pessoa que a
livar achado de a entregar nests lypogra-
phia, visto que de nada Ino aerve a eicepggo
daa 3 moedas de prala, que o Joo aa da a
quem liver achado.
-- Deseja-sj fallar ao Sr. Dr Caetano Es-
tilita Cavalcanti l'essoa : na ra estreits do
Ruznio n. 1.
-- Daaeja-aa muito fallar com o Sr. Fran-
cisco Corris de Mello natural da fregueiia
de S un M irinhj de Alquerubim, em Por-
tugal, ou pessoa que u6 noticia dalle : dirl-
ja-ae a ra de Praia, armazem o. 9, ou an-
nuncie por esta folha.
Hoga-se aos Srs. F. A. L., D. A. F., e J. L.
da C. oobzequio deapparecarem na ra do
n. 15, que ae Ins dezeja
velmonta na prxima semana o brlgitt'bra.
sileuo Rio Ave. Para o resto da carga e es-jLtvraineiilo
ciavos a frete, trata-se com os coipigoata- fallar.
rioa Novaes & Companhia, na ra ifofraai-J Appareceu no silio da jaqueira em Pon-
cue 11. 31, ou com o capitSo Elias*dlr*aJi,le de Uti un quarlao pedrez : quem
Ijfoi
na praga do commercio,
Leudes.
' i-
----------^ "j. .a
L. Bruguiere fara leiMo, por int
g3o do corretor Ol eir, de grande
' for seo do uno poie procurar no mesmosi-
tio que dando os signaes cerlos llu ser en-
tregue.
' Ernesto Schramm, socio gerente da ca-
,.Is 1 de Le Bretn Scli anm & companhia a-
-I'visa que estando a fazer urna viagem Eu-
1
ment def-zendas todssp-opr.as dlSri- roj, deix. a sus cas. cooimerc.l enc.r.e-
,lo, consistinloem chile, nianlaije **,"} Adolfo Scnimidt com lodosos
s-tins rLctms.cambraiasurles deSeatido aie" necessano*.
de seda o slgumas miudezss: quinta fei'a,
15 do coi rente, as 10 horas da manhaa, no
seu armazem. ra da Cruz.
A.
Banco de Pernambuco.
O conseliio dadirecgo participa aos Srs.
Accionistas que tem delibrelo r-ceber em
ge Oles, de 173 toneladas, capitSo II. Per-
itos, equinagem 8, carga g-ln e mais g-
neros ; a llenry Forster et Compsnhii.
Itio de Janeiro 98 dias, patacho brasilei-
ro ConDanga, de 107 toneladas, capilSo
Belchior Jos dos Res, equipagem 9, em
lastro ; a Novaes & Companhia 1
Liverpool--49 dias, patacho napolitano A-
delina, de 255 toneladas, capilSo C, B.
Callero, equipagem 11, carga carvSo ; a
Deane Youlle A Companhia-
Ptqueca -- 90 dias, galera ingiera Progrnss,
de 9IMoneladas, capillo W. Chrestei, scens o excellentedr.ms em 4 aclos
Joanna de t landres.
THEATRO DE APOLLO.
RECITA EXTRAORDINARIA.
EM FAVOR DO ARTISTA DRAMTICO
Francisco de Salles Guimaraese
Gunlia.
QUINTA FEIEA, l 5 DE ABRIL DE 185a
Depois de urna novaouvertura executada
pela orchestra, sob a direcgSo do hbil pro-
fessor oSr. Pedro Nolasco Baptita, subrs
cquipsgem 23, cargs guano; ao capitSo.--
Ki'-ou de quarenteiO) por trazer a maior
parte da tripulagSo com escrobuto
EDITAES.
Seguir-se-ha urna jocosa farg, depois d
qual ssenhora .Carolina e oSr. Guima-
res (emcaricato) cinlaroomuito applau-
dido dueto,
UMA l.K,: \ DE MUZICA
O Dr. Mannel Clementino Carneiro da f.u- ou
nha, juiz municipal da primaira vata da Brvas, met bem, esta de Iremer.
cidade do Rectre de Pernambuco e seu 0 flin do drama o artista, em cujo pro-
lermo, lorS.M. l.eC. qua Dos guarde, veito aa da esta recita, tpelos camarotes
Fago saber aos que o presente ediial vi- receber squillo, que Ihe quizerom dar.
rem q e lindo convocado o consellio mu- o actor GuimsrSes, conti anda esta vez
nicipal de recurso de que faz niengfiu o art. encontrar a benevolencia e protego de que
33 da le regulamentar das eleigdes de 18 0 publico Ihe tem dado tantas provas____
ile agosto de 1816, para se reunir no dia 18 W_L____,_________jl-^ji.___M.i.amnm
docorrente na casa da camaia municipal, AVISOS maritiniOS.
c [iinrcionar nos termos ds legisla^So vi-_______________________
genle, e pare que cli gue ao conhecimenln Pifl LiaD0, ane com brevidade a bar
de lo los mandoi lavrar o prsenle que ser c porlu(?ueM Ligeira de que he capildo An-
publicsdo pels imprensa e alitalo nos lu- lonio j0,qu,n Rodrigues, tem parle da car-
garas mais pblicos, gaprompts para o resto oupsssageiros ira-
Dado e paasado n-sla cida le do Recife de J^ com Q mMmo c ,a,, ou C01U F. s. Hi-
Pernambuco, sos 10 diaa do mez de nli il h .. A p.ihn
de 1852. Eu JoSo Saraiva de Araujo Cal- ue" r''\\ar!,nux- \iA,\
vao, escrvao o escre.i. Gear AlaraphSo e I ara.
.Manuel Clementino Carneiro da Cunha O bem conhecido brigue escuna Gracioso,
Olim Sr. inspector da thesouraria de chegado da llahia, coma maior parla do aeu
fazenda tirata provincia, em cumprimnto carregamento, seguir em mu poucos das
dedicizodoExm. Sr. presidente da pro- para aquelles portos; recebe carga, e lem
vincha que lite foi communicada em olcio oplinios commodos para passageltos : ira-
da 15 do profimo paasado mez, manda fa- ta-se com o consignatario J. B. da onscca
zer publico que havendoJoao Paulo de Sou- Jnior, na ra do Vigario n. 23, ou com o
/a requerido a aforamemo do terreno de capitSo na piaga.
marinha que eom Casa sus possue no sierro Para a Paran yba
doa Aogados, por cessBo traoafereucia e Pretende sahir por toda esta semana o
venda que Ihe zeram oa herd iiroa de D. hiate Parahlbano, tendo a maior parte da
Theieza de Jezus que hiv am oblido por carga prompta : trata-se com o meslre|a nor-
foro dos herdeiroa de Joo Cezar Bizerra do, ou na ra do Vigario n. 6.
#avaloanti,os quaes se inculcaran senho- Para o Porlo aahecom multa Drevida-
res drert'is desso mesmo terreno, lendo de s galera portuguexa Bracharense, de pri-
recebldolaudemio da transmisso para o meia marcha ; ainda recebe carga e passa-
rejuerimeoto, econviudo reconher-ae ad- geiros para oa quaes tem excelentes como-
mitiUlralivamenle a legilimidade dessa do dos: trata-se com Jos Morcira Lopes na ra
,o polos ditos herdeiros de Bizerra ar- do Queimado, ou com o capitSo Rodrigo
recarem por ai ou por ssj|proeur ador co m o.qu
os mus litlos uesta saeralsris, |CSI s. Jo. xn**T* pregada decob.e
Secretaria di thesouraria de fazenda de do Recife n. 24.
te, s 10 horas da manh3a, na ra do Tra-
piche Novo, n. 38
Sexli-foira, 16 do crrante, F. Sauvay
& Companhia faro leilao por intermedio do
corretor Miguel Cvrneiro, e em presenga do
chancellar do consulsdo de Franga de sua
caixa com 10 pogasde selim da China com
(Varia, vinda pela barca franceza Cont lio
gor na soa recente viagem.
-- O Correlor .Miguel Carneiro, far lei-
19o no da sexta-feira 16 do corrente as 10
horas da manilla no seu srmazem na-ra
do Trapiche n. 12 de diversos trastes novos,
e uzados, piaonos,quadros com ricas estam-
pas, louga, vidros, candieiros e outros moi
los objectos : assim como ao meio da m
ponto Rir a leililo charutos do Havana, e
um cavallo desella.
Avisos diversos.
, 0 Nicill', estando prximo a r.-- pagamento da pnmeira preslsgSo letras com
tirar se nara a Franga, far lellSo, por In- vei.ciraento, cujo praso nao esceda de 6
terveneSo do correlor Oliveira, damobila, mezes, com o descont da 9 por cent so
ele. do seu uso, a mor parte quasfiova; [,'. ,l,0 da 21 do corrente ; edesla da
consistido em cadeiras usuaes, ditas de em d.anta reoebera moeda legal aleo fim do
bataneo, mesas de meio das.I., marque- As operagOesgeraes do bstico pnnci-
iss, mesa elastics, banquinhas, guarda- Msrso no da 1, de m.io prof.mo roturo;
ves idos o g iar.ia roupa. um rico espelho e?" expediente,aera das9l|2 horas da me,
grande de Jacaranda coincommoda, la.ato- nna le ss 9 da tarde, ns. ra do Trapiche
rioa, armarios de canto, gu.rda-livros, re- 21- O Secretarioido Banco,
logio de parede, dito de alglbeira acorren- M I. de O.iveira.
tef candieiro da globo, lodo para casa lo,', ~ *? Agouguedo Paraizo acha-saums co
banliiirocompcttenc.s para aquent.r agua Inerdosoupa de prala que por um menino
colheres de prala, g ndese peuueHas, lo- r' ofTerecida : quem for s;m dono podara a
dos os arranjos de um agougue francez con- procura', que dando os aignaea certoa Ihe
sistindo em ferramenta, mesas com pedrs, *?>* eutregus, pagando a despeza dosonan-
excdiente balanga, folie, cepo, etc., etc.; cl; .
urna aimagSogrande complota para arma-i Remos & Compsnbia, embarcam para o
zem de bebidas; vinhos, licores, e diversas i" de Jsneiro a sua escrava, creoula.de no-
qo -11 i,i.le de espirito*; tintas para navios,! me Ju>tma de idade 14 annos.
urna poroto detijoltisdemsrmoro, eoulros! Desejs-ss fallar com o Sr. Jlo Jos de
muitosohjectos, sexta-feira, 16 do corren-.Feria, ou com pessoa de sau contiecimeulo :
na praga da ladepeudencia n 19.
Jos Alves Barboza vai a Europa a tra-
tar de sua sau le.
Francisco Xavier Rodrigues de Miranda
declara, que n3o lem mais ingerencia na lo
ja de calgados da ra do Livratnenlo n. 15
Precisa-se de um copeiio forroe ligei-
ro, lambem de urna ama que aaiba engom-
mar bem : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife n. 6, primeiro endar.
I'recisa-sede um bomcosinhoiroe urna
ama boa engommadeira, emboa llvres : a
tratar na ra da Amor-, casa do Sr. Elias
Baptista, unto so collegio dss orpbfias.
l'i\ cisi-.c de u na ama de
leite : na ra da Cruz do Recife
n. 3i.
Os shaixos sssignados moradores na ci-
dade da Paraliyba do Norte fazem scienla
ao respeilavel publico e especialmente ao
corpo de commercio d'e-sa praga de Per-
nambuco queachaodo-seem li |ind .r.l i de
auas coiilas alim da dissolverem a aocieda-
dequa lem u'esta cidade em o eslabeleci-
mento de fazendssque gira sob a lirma da
viuva GuimarSea & C. e lando pago todas
as dividas perlencentes mesms socielade
sealgue n nlo obstante se julgar cre mesma, aprsente as suas cuntas legalisa
das dentro do prezo de vinte dias contar
da data deste lindos as quaes os abis os as-
signadus aenflo responssbiiisam por divide
slgiima. Cidede de l'atahyba 14 de abril
de 1852, Mara Umheline Fernandos
Js de Azevedo o Silva.
No mez de margo desappareceu do en-
genh'i Ferricoza no termo de Porlo Calvo o
moleque de nome Nazarip, Ida le 10 pere
19 anuos, com os signaes saguinles : rosto
curto com as niaga-s um pouco ellas, olhos
equ-'nos, nariz chato, b-ca pequea, baigo
pendura.os, falla de um denle uafenle, cor
Tulle, partas zambia e Anas, ps chatos
cheio de verrugas,a mesmo peles mSos, bre-
Ml unos, a os dedos das mos algume cou-
sacomprilos, as pessoas que o pegar po-
dero dirigir-see ra do Livrj i.onto n. 96
que serio gaoerosamente gralilicalo, ple-
se por tanto as aulhoridedes policiaca o
rapites de campo touds a deligencia em
semelhanle escravo.
U cautelists Sena Jnior faz
sciente ao respeitavel publico que
venden em sua loja de ferragens,
na ruado Queimado n.'>7 A, altn
de oolros premios o de4;o0>000
rs. quesahio em o n. 5^79 eni um
quarlo e cinco vigsimos da 16 lo-
tera das matrizes da provincia;
avisa pois aos possuidores de ditas
cautelas qne venham receber o
respectivo premio sem ganancia e
neta descont algum, bem como os
outros premios* : o mesmo caute-
lla tem exposto venda os seus
bilhetes, meios, qnurtos, oitavos e
vigsimos da a3. lotera dothealro
de S. Pedro, e da 3o. lotera do
Monte Po, cujas listas devem che-
gar pelo primeiro vapor do Sul,
pelos baratos precos abaixo :
Bilhetes aa,ooo
l'recisa-se de uuia ann, que
suiba coznhar, para ama casa de
familia : no aterro da Boa Vista ,
loja de calcarlo n. 58.
am-se 500,000 rs. a juro, sobre pe-
nhores de ouro, ou prata : na ru Imperial
o.as.
Precisi-se alugar una preta escrava ,
que saiba coznhar, pare urna casa de dimi-
nuta familia, agreden 'o paga-se bem: a tra-
tar na ra Nova, loja de ferragens n. I >.
Dam-se pequeas quanllas a premio ,
sohre penhores de ouro e prata : na ra do
Queimado, loja n. 96.
precisa-se de um caixei'o para venda,
do 18 annos de idade: na venda nove no
principio do corredor do Bispo.
Aluga se urna casa no Manguind, pes-
ssndoa pontezinha do lado eaquerdo, coi
:i j .mellas e I porta de frente, com 3 quartos
e solo : na ra da Cadeie do Recife n. 30.
Aos amantes dos bons charutos.
No aterro da Boa Visa n. 46,
loja de ferragens, chegou um gran-
de sortimento de charutos, dos
mais superiotes, que ha na praca
da Baha, assevera-se a qu^lidade
ser verdadeira, e nao falsificados,
como por ah apparecem ; assim
como ven lem-jie mais barato do
que em oulra qualquer parte, a-
proveitem jioisa occasiao que as
qualidades sao asseguintes :
boa fama, cata flore?, primorosos,
emilios linos, superfinos, lama da
Baha, flora, regala, quem fumar
sa ber, fama vj.
O merca dor de pratos, res
ponde ao rocciro Manuel Caldas
Brrelo, que na sua loja da ra ds
Cadeia n. 6 he que &. S. Ihe de-
ve mandar satisfazer, o seu debito,
pois ah he que S. S. o contraio ,
e nio em S. Amaro JaboatSo no
engenho Macuj, como declara no
.sen annuncio de 13 do corrente.
O procurador da cimera .municipal
desla cidade do Recife, fez publico a todas
as pessoas que tiverom s seu cargo enterra-
mentes de cadveres no cornil rio publico
que se dirijam ao pssso da mesma camaia
lodos os diss uteis des 9 hores da menlie
as 9 de taide para obterean as guias que a-
companham os cadveres, o dss 3 ss 4 e nos
dias santos e domingos, na ra do Sebo
o. 37.
Desappareceu de burdo do palscho bra-
sileiro Aslra, fundiedo junio a ponte do
Recife, um prelo creoulo natural desla pro-
vincia, com os signaes seguintos: estatura
baixe, berba serrada, algumaa marcee de
bexigei, os testculos inehedos, ropresante
ler 95 a 40 annos de idade, e he uo pouco
-- Entrva-a-te urna venda de soclodsle
em ama das principees res desta cidsde
e bom local, com freguezla do meto e com
os fundos que tiver dentro, a um plesoa
que entre tambera com alguns fundos: a
quem ronvier sta negocio anuncie por
este Disrio e.
Ucautelsta Salostano de A-
quno Ferreira, avisa ao respeita-
vel publico, que as suas cautelase
bilhetes da a3. lotera do theatro
deS Cedro de Alcntara, oda3o.
lotera do Monte Fio, esto expos-
los nicamente a venda, na pra-
ca da Independencia, loja de cal-
cado n. i3 e i5, do Arantes, e ns
ra da Cadeia do Mecife n. !\6,
loja de mu,dezas de Jos Fortuna-
to dos Sanios Forto esperam-se
as listas de ambas as loteras, no
da 19 do corrente mez, pelo va-
por da companhia brasleira, e no
da ao pelo v.ipor inglez Sefern ;
as ro.Jas da a3. lotera do theatro
sndaram to dia 37 do passado, e
ds So. do Monte Fo, ficavain a
correr no dia 6 a 7 do presente.
Paga em continente sem descont
algum,todi e qualquer premio que
sahir nos bilhetes e meios, vendi-
dos as lejas cima mencionados ,
logo que receber as listus.
Bilhetes iuteirus aa,oo)
Meios 11,000
(J.nrtos m 5,5oo
Oitavos a,8oo
Vigsimos i,3oo
Quem quizer negociar Iras ricos to-
quetea crespos de cambreie do linho, diti-
ja-so ao paleo oo Cuino, aobrado de um an-
dar, por cima da liolic-i, das 6 as 8 da me-
nina, ou des 5 da tarde em diaote.
Na ra das Agoss-Verdes, sobrado de
um niiJiit ii 14, d.io-.si; bolos de ven lagem
a 80 rs. a patace;' bem como eroiam-ae oan-
de|ascom muito goslo, por prego mais em
eenta do que em oulra qualquer pane.
NopaleodaRibeire deS. Jos, sobra-
do n. 15 na loja, lave-sa e emgoms-se,
con loda perfeicSo e aceio, e por prego
commo lo.
Preciaa-se de um trabalhador de ma-
ceira e que se sujaito a entregar p3o na ra:
na rus laiga do Roza rio n. 48.
Compras.
Vende-se a cesa do.becco dos Burgos
n. 1 ; tam 9 andaros e sold por prego mui-
to commodo, por ordem recabila de Portu-
gal de aeu proprio dono; o prego porque se
da he de grande vantagem valo ella ren ler
por mz 92,000 rs.: quera a quizar dir'ja-se
a roa da Praia n. 9, ou na ru do Collegio n.
17, lerceiro andar.
Vendem-ae na livraria de j conhecldo
ba'ateiro da ra do Cresoo n. 11 os llvros ae-
gulntne;a lrica deQ. Horacio Flaco, poeta
romano trasladada I iltrnl men tu em verso
portuguez por Elpino Durienae, 9 voluntas;
orwgoes de Cicero, grammelica de Burgain,
piloto instruido da ultime eiicgSo de 1851
cual quatro estampas, muzeo piloresco, en-
cadernagSo inteiri, 9 volumes; rlagSo his-
to'ica, atatistica e medica da co'era murbus,
porFrenciscode Assia Soma Vas, thssouro
da oaardade portuguesas ou a moral em ao-
gSo por J, I. Roquete, F.vengelhos de Jess
Cnrisio segundos Metheos oom suas com-
petentes notes s 640 rs., o elemento de geo-
metra por Lacroix em portuguez e franeez
a 3,000 ra., historia da vida de Jess Chrtsto
por Bernardino Freir de FigueiteJo Abreu
e Caslio, 9 volumes a 3.0J0 rs. ; breviarlum
romaiiutn a obra completa em umsovolu-
me, 7,000 rs.; virgilium a 9 13,000 rs., ors-
clo novo 4,000 rs James Tnomson a 1,000
r.a-, aalustio eocaderna lo 9.000 rs. traduc-
ido de portuguez e latim. selecta e saluatio
a 640 rs., memorias historise ds provincia
de l'ernambuco, 3 volumes, 9,000 rs. ; poe-
sas do Sr. Berros 9,000 rs., I). SebestiRo,
romance histrico em 6 ceios oulras poe-
sas a 80ra.,ensiioasobre a creagSa do mun-
do, por Manonl Rodrigues dos Pessos a 60
rs.,calhecimos a 820 e 80 ra., cartaa e ta-
boadas; e na mesma ae eucarrega demandar
encadernar toda a qualida-le de livros por
precos commodos. Alen dos llvros cima
meucionados tem mais Cours de llroil Com-
meroiel, parJ, M. Pardessua troisieme edi-
tion, por 3.000 cinco volumes.
- Vende-se una morada de casa terrea
sita os rus de Santa Thereza n. 95, cora
duas aalas, dous qusrtos, cosinha fre.quin-
tel com portSo o cecimbe : e tretsr ne ra
do Hospicio n. 17, que se dir quem vende.
Veode-su s venda sita no becco do Pei-
fe-Frito, n. 5, afreguezada, faz-se todo
negocio; e tratar na mesma, com o dono.
F Boa-Visto, loja de quatro por-
las, n- 6o.
Vende-so pegas de elgodorinho tranca-
do, de 17 varas, com to-iue de avetia, a
2,000; dito lso, com 16 jar las, mullo en-
cornado, a 9.940; madapuUo muitoOnoa
3,600 e 4,000; risc to floo-, miudinhos, a 280 rs. o covado;
ditos de chile a 140 e 160; ditoa escossezes,
pa r6es escuras, a 140; e oulros ditos a
loOrs ; chapeos deso a 1,000; lengos de
chita a 140 dilos de sede a 1,280; e oulras
muitas fazondss por precos comoiodos.
Aterro da Boa Vista, loja de cal-
cado n. 58, junto "ao seleiro,
vendem-sesapalfl-afrancezes, de courode
lustro, da ultima moda a 5,600 rs. o par ;
sapatos do Aracsly a 800 rs ; superiores lu-
vesdo pelica, para aenhora a 1,600 rs. o par;
ditas psra hornera, muito novas, de punto
inglez a 9.000 rs; ditas a 800 rs. o per ; es-
cvos para denles linas ; potes de porcelana
com bniha; frescos cum cheiro; luvas de
toa de dito para
l'.i.iipra-sc ii m pardo ou cabra de 19 a
15 annos, tenJo bonita figura que be para
pagera : na run da Crnz n. 31.
-- Compra-se urna mobilia prasela de
pao d'olio ou amarello em bom uso, e um
apparelho fino para cha : na ru Nove, ar-
mazem n. 67 se dir quem quer, ou annun-
cie para ser procurado.
Frccisa se de a ou 3 escra- lorci|.corterde tapete; s.p
vos crioulos: quem quizer vender, hornera; sepetfles le lustro a 9,500 rs. o par;
,. .i t :.u ait pello de lustro s 9,400 rs. ; essim comosa-
diriji-se aru do Trapiche n. 36, PJ Mn||0'rl> u de m,rroquim
segundo andar. como de lustro, e para meninas feitos no
i-Compra-se um prelo que seja bombar- paiz, o que ludo ss vende mullo eracoiita,
hciro, e sangra lor, pata fora da provincia, alim de apurar-so dinheiro.
sendo bom se pagar bem.: na praga do
Commercio n. escnpiorio de Manuel Igna- Sapat5es de lustro, para meninos
ci de Oliveira. d fi n i nnnn
Compram-se escravos de emboaos se- n ,,' i- a
xos de idade de 6 n 25 anuos, paga-se bem : n0 aterro da Boa Vista, loja de
"^m^ut^egM1-;so.wsnno. calado n. 58, junto ao seleiro ,
de idade sem viciosoemechsquescom algu- vendem-se sapates Iranccres de
mahabelidade: ne ra larga do Rozarlo lo- couro je |uslr0, para meninos de
Meios
Quartos
Oitavos
11,000
5,5oo
3,800
Vigsimos i,3oo
--Aluga-se um arinaiein, ou casai terrea naa
ruea eegulntea: travesee da Madre de Oeoa, A-
inurlin, Muida, Lappa.ou Guata! afallar nolar-
fo da aaaeinbla n. >.
-- l'ri cisa-se de um caixeiro para venda,
o que dosse negocio tenha baalaule pretica
a d fiador sua conducta: quera quizer
apparege na vende de ra larga do Rozano,
n. 46, que achara com quem tratar.
ja de miu le/.as n. 26.
-- Comprs-se una estenio pera livros, e
um guarJa-roupa: quem tlver anuuncie ou
dirija-se a ra da Cruz n 34.
Vendas.
para
6 a 1 a minos.
Ven le se, por preco muito
commodo, cal virgem de Lisboa,
em barris, muito bem acondecio-
iiail 1 ; fumo em folha para capa
de charutos; papelo para fabica
dv chapeos : trata-se ni) armazem
Lotera do (lio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de rs.
Na loja de tnpdezas da prasn da Je J0S Joaquim Fereira de Mel-
Independenciun. 4, ven!em-sebi- Jo, no caes da Alfandeg* u. 7, ou
Ihetesinteiros, meios, quartos, oi- com Novaes 8 Companhia, na ra
tavos e vigsimos, a beneficio da
a3. lotera do theatro de S. Fedro
de Alcntara; ditos interot,meios,
quartos, oitavos e vigsimos da 3o
lotera do Monte Fio, que vem as
, jUIOUOdaniuj/| ivuiij-anr wata eta-war-a.---------
duas listas no primeiro vapor do quere farjnha de Santa Calharina e S. Ma-
Ko de Janeiro: .na mesma loja re- iheos, quem levar a ateca fies muilo barato,
cebem-se bilhetes premiados em
troca dos que tem a venda e mos-
tra-se as listas.
do Trapiche n 34.
FarellodeLisbos.
Na rus da Cruz n. 13, armezem de J. C.
A. da Silva, vende-se excollaote ftrrello de
L'sbos, em sarc Na ra da Cruz, armazem n. 33 de Luiz
Jos de Sa Araujo, vende-se em sscces de al-
isto par. se fechar contas.
S. Flix.
Chegsram os verdaderos charutos de S.
Flix e ven lo m-se na ra do Queimado, loja
1. .
No passeio pul'ico n. 17
Vondom-se por prego coramodo as seguintes SJeror farinha de S. Matheos e
obras: o panorame, 8 volumes com ricas es- wp*sive
lampas, o mus'O universal, Jornal das fami- multo rioVB,
lias brssileirs., 3 volutnas cura eslampas, Vende-se a bordo do hiate Caorichoso, fun-
cellecglo de dramas, 9 volumes, aloma,poe- diado em frente do caes do Ramos, e na ra
sias, 6 volumes, descrilo do Brasil, 9 *o- da Cruz n. 34.
lumes, archivo potico, 9 volumes, Jorge n Vende-se
cmiiio ios pintas, 1 voluine, geogripliia |. preta. creoula, de meia idade por
pelo i lllm le i, .cili ier, I volume. poeeias de no.no rs ; cosinha bem, coze, e faz ren la,
Manoel Fons-ca d.> Medeiros, I folhelo, grl- |ie j,ua enfermeirs, e fez o melsservigo com
lo das ilmas no purgatorio, I volume, vi la ,.,.,.[ .irfio, igto porque morreu sua senhora
de Nossa Sonhoia, os misterios dj povo en- 0 01 i,',.r.ii'i.os querem psrtilhar urna par-
requecidos come-lampas Unas, o espetro djnha moca habilidosa o quanto he possivel
ou a baroneza de Gala (poema), a Marmota s.|0; urna muinoanda. a qual s se vende
Pernambucana, I volume encaderoado.mag- oara a praga por ler aqui aeus prenles, a
num lexicn, gramtnalica franceza, salus- ter urna irrepreensivel conducta ; urna ooira
lio, horacio o Virgilio. parda de vinte e tantos annos que coze, faz
- Vendem-se lingoas do Rio Grande mui- renda, cosinhs e engomis liso, e com bom
lo boase pregj commodo : na ra de Hoeda Coruo para aervlgo; urna oulra parda para
n. 95; na mes ns cese se dir quem vende rra desta p'oviucla por estar grvida de 5
urna teberna coui poucos futido, e se fez lo- rnezes, a qual em habilidades, figura, he
do o negocio. i mo lelo, assim como uraa preta que tem al-
Vende-se um sbralo de um andar ni gUmas habilidades por*00>000r.., tudo na
tus Augusta: a tratar na ra de Hoeda rUa larga do lt< ario n. 33, loja.
n. 95 | Veode-ae rap viodo do Rio de Janeiro
VenJem-sj 9 esersvo* de servigo de f,t0 pa|o proces.o ds fabrica de Lieboe. Es-
campo, 3 negras com algumaa habilidades, t9 ripe n0 igual ao de Lisboa, veuhetn es-
1 dils de servigo de campo, '
te figure, que coze, engom
doce de todas ss qualidades
ini-1,1 idade : oa ra Dirella n. 3.
Vende-se o deposito do assucsr sito na
ra do Codorniz n. 18: quem pretender di
rija-se ao mesmo deposito.
Farinha barata
Veodo-se bordo d. escuna Hers Firmi-
na, fundiada defronte do caes do llamos,su-
perior farinha de man lioca de S. Halboos,
por prego commodo para acabar: trala-se a
bordo com o capitSo, ou cora Luiz de S
Areujo, na ra da Cruz n. 33.
Vendem-se cordae de tripa e bordOas
psra rebeca, rabeeflo, violfio, papel paula-
do, para msica de varia quelidadea, ludo
deauperor qualidade: ne praga da Inde-
pendencia, loja de miu lezaa n. S.
Ven le-.e um ptimo cevallo para ear-
ro; na ru. do Hospicio, venda do Leao
d'Ouio.
imas habilidades, te rsp he igual ao de Lisboa, veuham es-
, 1 psrdadaboni- peritneutar antea que se ecebe que na dm-
ima, cosinha e fez Xira0 de comprai pele qualidedo e por 1,600
es, 1 esersva de .... ijhra : o. ra do Queimado, loja o. 1.
'.- Vende-ae aupenor aal do Aaaii, a bordo
do hiato S Jugo, por prego commodo : a wa-
ter, bordo, cu na ra do Vigario o. I.
_ Vendem-se eatjos, para ea-
tudos de nutica e mathemattea ,
por preco commodo : na ra do
Queimado, loja de erragens n. 5i.
Presuntos do Porto a 3ao res
a libra. .
Na ra do Collegio, venda n. 19, vende-
ss multo superior presunto a 390 res a
libra. ,
Vende-se um rico relogio de ouro,
horisonlsl, proprio per. senlior. : quem o
pretender dirija-se ra do Rozano da Boa-
vista, n.9, que Ii se dir quem vende.
*4.
ILEGIVEL


-,.-
Hicas litas de eludo para pescoco
e cinleiro.
Vendem-se, na ra larga do Rozarlo n.
40, lojt de miudezas, mullo superiores Il-
las de veludo de diversas cores, tsnto lizas,
como lavradas, por prego muito commodo.
Veiulem-so os verdadeiros selins in-
glezes, patete, de molla e sen) ella : na
un da Senzalla ova n..t.
Vende-so papel pautado, para mzica
a 40 rs.: na praca da Independencia, I"J
de miudezas n. :i.
-- Vende-se I pirelha do carnoiros gor-
dos e mansos, rom seus selins, proprios pa-
ra moninos pastear : na ra do Livrameoto,
botica n. 89.
-- Vende-se urna burra de Ierro, por pre-
(0 commndo : no aterro da Boa Vista,
hrado o, 17.
?$'
ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ame-
ricanos, chegados dos Esta-
dos Unidos, pelo barato pre-
I co de 4<),ono rs. cada um: na
1 ra do Trapiche n. 8.
Depsito de panno dd algodao da
febrica Todos os Santos da Ba-
nhia.
Vende-se por pceo commodo
o bem conhecido panno de algo-
dio desta fabrica ; em pessa, a
vontade do comprador: no escrip-
torio de iSovaes & Companhia, na
ra do Trapiche n. 34.
- Veode-se um cabriol-1 m muito bom
uso, oom todos os seus apparelhos a fal-
lar com Jos Pires de Moraea, na ra da Ca-
deia Velba, loja de ferragens.
nsorap 'aSjputjia ip aumba ip tnaztinja
ou : 18! OJiaquip "soDas apto sj oos's ep
'.lib'ltf op eiiouej J"i-'Jl'"S
Luvas de lio da Escocia.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas, vendem-se uvas do lio da Escocia a
3-20.rs. o par, sem moro algum.
Antigo deposilo de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. I7, ha
muito superior cal nova em pedra,
llegada ltimamente de Lisboa:
tambem se vende potassa da Hus-
sia, nova e de superior qualidade.
4,000
Vende-se rape de Lisboa, chepado lti-
mamente, vindo* do encommenda, cousa
superior, e respousabilisa-se pela qualidade:
na ra da Cadeia do Kecife, loja de J0S0
da CunbaMagalhlles, n- 51.
Qucijos de manteig
Na ra do Queimado luja n. 39, vendem-
se os bem conhecnios queijos de manteiga
docertflodo Ciiid.muilo frescaes,
Lotera do Rio de Janeiro.
AOS 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000 ,
2:000,000e 1:000,000de rs.
Ns loja da Viuva Vieira 6t Pililos, na rUa
la Cadeia do Recite n, 24, ainda acham-se
a Yenda um resto debilhetes o cautelas da
93. loleria do theatro de S. Pedro de Alcn-
tara : como bem novos bilhetes e cautelas
da 30. lotera do Monte Po Geral, cujas lis-
tas esperam-se pelos vapores, da carreira e
- ingle/: os presos silo US soguinles :
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
QuartOS 5.500
Oitavos 2,800
Vigsimos 1,300
Sementes de ortalice.
Vendom-se sementes de ortalice, muito
novas, de todas as qualidades, vindia de
Lisboa na galera Margarida: na ra da Cruz
do Kecife, atrs do Corpo Santo n. 62.
Vendem-se 2 canoas, que pogam 1200
lijlos cada urna, um alambique de nove ca-
adas, pelo uiodello deChaptal, com mais
mi'ltiorameiilos,e que dislilla 24 caadas por
da, alguna barris para deposito de espri-
tus, urna prensa para espremer qualquer
qualidade de frutas, por ter aa proporefies
necessarias ; adiciona-se a quem comprar o
que pertence a destilado, um completo re-
ceituario para licores eespiritos ; um ter-
reno com 130 palmos de frente e 800 de fun-
do, promplo para ae edificar: na ra Impe-
rial n. 195.
Attenc3o.
Estilo i venda 3 escravos crcoulos; 1 cabra
de 25 unos, 1 negro de 30 annosje 1 negra de
36 ; todos robustos e de boas figuras : na ra
da Cruz n. 14, ou no pateo do Pilar, casa da
esquina, se dir quem vende.
Papel pautado para msica.
Vende-se papel paulado para msica de
10,13 e16 pautas a 40 ra.afulhana ruado Ro-
zarlo estrella traveasa doQueimado loja de
miudezas n. 3 A, e na piaja da independen-
cia loja n. 5.
Vendem-se peles de marroquins de to-
das as cores a 1,600 rs., bandejas finas, fa-
cas e garlos, colberes de metal do principe,
machinas para caf, todo o trum preciso
para cosinha, e omitas ferragens e miude-
zas que se vendero multo barato : na rut
Nova loja de ferragens n. 16 de Jos Luiz
Pereira.
fiarateiro do Recife.
Na ra da Cadeia do Recite loja n. 50, ven-
dem-se cortes de magnificas sedas prelas,
lavradas. recentemente ebegadas, corles de
chitas acbamalotadas, manteletes pretos
crales de seda de cores, grandes e pe-
queos, mantas, de seda, sarjas pretas, lu-
vas pretas de larca I, e de seda de cores pa-
ra Sra., ditase sola, e pelica para homem,
Bravatas pretas, cuides de casemira, cam-
traas delinho muito fina, tudo moderno e
bom, assim como outras muitas fazeodas,
que atroco de dinheiro se ven lem por ba-
ratisaimoa precos, bem como pannos azul,
verde e preto para casaca, palitos, e fsrda
de 4,000a 6,000 rs. o covado, ditos rnescla-
dos para palitos e para acabar a 1,800 rs. o
corado, e cortea decasemira de cores a 4,000
e 5,000 ra. o corle.
Vendem-se saccas com fari-
nha de Santa Catharina a 2,340
rs. : na ra da Praia de Santa Hi-
ta, venda defronte daribeira do
peixe, n. I.
Vinho de Champagne,
superior qualidade : vende-se no arrot-
em Kalkmaou Iroiflos Ra da Cruz, n. 10
NoPasseio l'ublioo n 15, vendem-se
saceos rom alqueire de milho, pe' ''Uto
preco do 1,700 ra. cada um.
.-Vende-se nma mesa de nmarello.com
7 palmos de comprimento e 4 de largura :
oa ra Bella n. 16.
As mais superiores vela de car-
nauba que lem apporecido no
mercado.
Veodem-se volas do carnauba, vindasl-
timamente do Ceara, de superior qualida-
de, em caixas de 33 libras, a 9,000 e 10,000
rs. a caixa : na ra do Crespo, luja da es-
quina, que volts para a Cadeia.
Vendem-se 3 escravos de servic.0 de
campo ; 3 negras com algumas habilidades;
1 -dita deservlco de caTipo; 1 caba, e I es-
crava de meia idade : na la Uireila n. 3.
Deposito ta rubrica de Todos os
Santos na llalila.
Vende-se,em casa deN. O. Iieber& C.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quellarabrica,muiloproprioparasaccosde
assucar eroupa de escravos, por precocom-
IMIlli.
Facas e garlos.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se facas, egarfosdecabode
balanco a f ,600 rs a duzia, ditas de*cabo
oitavado a 3,000 rs. a duzia, issim como um
sorllmento de colheres de soupa e cha.
Ricas fitas p3ra sinteiros.
na ra do Cabug n. 6 loja nov de roiu-
Juzas, vendem-ae licaafilaa de sarjada seda
para sinteiros de menino, assim como um
grsnde sorlimento de ditas a setinadas pa-
ra chapeos de Sra. por precos muito com-
1110 los.
Na ra do Cabug vendem-se charuleiras
a 320 rs., ditas mais pequeas a 840 rs. cada
urna.
-- Na ra do Capug n. 6, vende-se marro-
quins a 1.500 rs. apelle.
Pcntes de alizare de coco*
Na ra do Capug n. 6 loja nova do miu-
dezas, vendem-se penlesde bfalo para ali-
zar a 390 rs., cada um, dilus para cocaber-
tos a 360 rs. cada um.
Hicas toucas de la.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
le:ss vendem-se ricas luucas de 13a chega-
das ltimamente de Lisboa paTa Sra. e me-
nina a 3,000 rs, cada urna.
Agulhas francezas.
Na ra uo Capug n. 6 luja nova de miu-
dezas, vendem-se sgulhas Iranrezas ns. 1, 2,
3, 4, 5, 6,7,8, 9,10, a 40 rs. o papel, ditos
muito finas ns. 11,12,13,14, a 80 rs. opapel.
Cartas de jogar.
Vende-se na ra do Capug n.6, loja de
miudezas cartas para vollarele a 560 rs. oba-
ralbo.
O barateiro est em campo.
Na ra do Cabue n. 6 loja nova de miu-
dezas vendem-se Picos de largura dt palmo
e meio a 720 rs. a vara, dito de palmo a 610
rs., e dito pouco mais estreito 560 rs., as-
sim como um sorlimenlo de bicus eslreilos
por presos muito commodus.
Caivetes de G folhas.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6 loja de
miudezas, canivetes com 6 folhas cabo de
crifi deveadomuilo finnos a 2,000 rs.,
mos de 2 folhas a 720 rs., #lambem muito
linnos.
htquissimas franjas, e trancas pu-
ra mantelete.
Na ra do Cabjjg n. 6 loja nova de miu-
dezas, veodem-se franjas e trancas pretas de
seda as mais ricas que tem apparecido, pur
pre;os muito commodos.
He barato que admira.
Vendem-se ricas franjas de bolotas pro-
r.rias para cortinados do cama e janullas a
4,000 rs. apega, ditas maisenferioresa 3,000
rs., ditas estrellas proprias para loalhas a
100 rs. a vara ; na ruado Cabug n. 6 luja
nova de miudezas.
Linhas de carretel de aoo jardas
'T
a 900 rs., a duzia.
Vendem-se na ra do Cabug n. 6 loja no-
va de miudezas, linhas em carreleis de 200
jardas a 900 rs. a duzia, ditas de 100 jardas
a ?20 rs. tendo todas as grossuras desde n.
I": n. 154.
Oh! que pichincha.
Na ra do Cabug loja nova de miudezas
n. 6, vendem-se luvas de lorcal a 640 rs. o
j ir. 'lilas ditas a 800 rs., ditos ditos muito
supperiores com bolotas a 1280 rs.
Luvas de pelica.
Vendem-se na ra do Capug n. 6 loja ao-
va de miudezas luvas de pellica multo novas
isra Sra. a 800rs. o par ditas multo finas
com palma e bolotas a 1,600 rs. o par, ditas
para hornero a 1,000 rs. o psr, ditos de pon-
to ioglez a 1,600 ss., ditas ditas pretas a
1,600 rs.
'.uvas de seda pela para senhara.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
lezas,vendem-se as mais ricas luvas de seda
prea que lem aparecido para Sra. proprias
para a semana santa pelo diminuto preco de
1,600 rs. o par,a elles que se eslSo acabando.
Luvas de seda preta para homem
a 1,000 rs. o par.
Na ra do Cabug n. 6 loja nova de miu-
dezas ven lem-se luvas prelas muito supe-
riores a 1,000 rs, o par.
Acudara ao barateiro.
Na ra do Cabug n. 6 loja de miudezas,
veodem-setbezouras muito finas para, coa-
1 ura a 320 is., dilaa ditas maiores a 400 rs.,
di l s para un lias a 560 ra.
Familia Fontana,
chegada ltimamente: em casa de J. J. Tas-
so Jnior, lia ra do Amorim n. 35.
Cobertores de algodao.
Superiores cobertores de algndSo de di-
ferentes cores, lecidos a dous Sos, muito
grande, lem todaapplicafoemuma casa de
lamilia, por servir para meza de engom-
inado e forrar camas e mesmo para escra-
vos, pelo diminuto prego de 1,440 rs.: na
ra do Crespo 11. 6.
No armszem da ra da Mu. lu n. 15 ,
vende-se cal de I.cima em pedra, a mais no-
va que ha no mercado, chegada no corrente
mez, no brigue Laya ; assim como mercurio
doce em caixinhas de libra cada urna, ludo
jor meiios preco do que emoutra qualquer
parte.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez: na ra
Ja Senzalla Nova n. 42.
Moinhos de vento
com bombas de repuxo para regrar hortas
e baixaa decaplm na fuiidit;So de Bowmaux
& II. Caltiem: na ra do Brum ns. 6,8 e 10.
Banana e goiaba.
Vende-se superior doce d'aquellas frurtaa
do mais lino que ha : na venda d rut
da Cadeia do Recife defronte do Boco Lar-
go n. 95.
Vende-se mais barato doqueemou-
Ira qualquer parte, ricos manteletes pretos
ede cOres
ja n. ti.-
MAIS Ol'rlllNAd
NA
lina Imperial n. 1 I 8 e 12o, e deposito na rna Nova n. 33.
Respeitosamenteavisam ao publico, particularmente a os Srs. deengenhose des-
tiladores, etc., que esteestabelecimenlo se acha completamente montado, comaspro-
porcOes necessarias, pars desempenhar qualquer machina, ou obra concernente ao mes-
mo. Os mesaos clin mam a al tenco para as s-guinl*s obras, aa quaes construidas em aua
fabrica competem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mo de obra, e por me
nos i'itcii, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo methodo do autor rancaz Derosne, a* me-
Ihores machinas, que para este fin at hoja tem apparecido.
ALAMBIQUES de cobre de todas as dimensas.
TODOS OS COBIIKS necessarios para o fabrico de assucar.
TAINOS DE COBRE para rcliuacSo.
TAIXAS HITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMIlAS DE COBRE de picote, de repudio, de roda e de penduias
ESCRIVANINIIAS de latfio dos melhores modellos.
DITAS DITO galvanizadas.
SINOS de lodos oa lamanhos.
OS APBECIAVEIS fugos do ferro econmicos.
111 ti 11 ,\s de ferro ss mais bem construidas.
CABROS dilo de mllo.
POBTOES de ferro.
VARANIHSdito.
<;nAniA.Mt.MTis dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
BANIIEIKOS do zinco e de folha, para batiho de choque.
Hiuao de Aanttiu a
800 rs.
Vende-se a historia do SlmSo de Mantua,
a 800 rs. : na livraria da prsja da Indepen-
dencia n.608.
(la-s.i.s de quadros averiadas:
Vendem-se na ra do Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cadeia, cassas de qua-
droavaiiadascom 81|2 varas n 1,11110 c 1,280
ra. a peca, rilas de cures lisas e bonitos
padres a 160 rs. o covado.
lie tai) barato,
(Jue laz animar ;
Quem vir a pechincha
Nao deixar de comprar.
Na ra do Crespo loja da quina que vira
para a cadeia, vende-se panno fino preto, a
3,000, 3,500, 4,000 4,500, 5,000 e 5,500 rs.
o covado dilo francez muito superior, a
6,000 rs. ; dito azul, a 2,600, 3,500, 4,000 e
5,P)0rs. ; dito .verde, a 2,800, 3,0O0e6,O00
rs. j dito cor de rap, a 2,600 rs. ; casemi-
ra preta, a 4,800 6,000, 7,500 8,500 e 10 000
rs. o corte; sarja preta de seda muito su-
perior, a 2,500 rs. o covado; inri mo preto
muito bom, a 2,800 e 3,200 rs. o covado cor-
tos do cassa chita nimio bonitos, a 1,920
rs. ; e outras muitas fazendas por prefjo
cjmmodo.
Vendem-se ricos espelhos ,
com molduras douradas de 4 a 6
palmos de altura ; vinbo cham-
pagne de excellente qualidade a
4o,ooo rs. o cesto: na ra da Cruz,
casa de Avrial Irmaos.
fiaratissimo.
Vende-se um terreno na ra da Aurora j
aterrado, tendo fundo at a ra do llospi
ci, e frente 55 palmos: tambem se vende
s a ra da Aurora : a tratar na praca da In
dependencia n. 17.
Vendom-se amarras de ferro: na rui
Ja Senzalla Nova n. 42.
-- No escriplorio de Manoel Joaquim Ra
mos e Silva, na ra da Cadeia do Recife,
vonde-se por prer;o commodo cal virgem de
Lisboa chegada no ultimo navio, bezerro de
lustro, mercurio, linha de Ronz.retroz, tei-
dia iiiras do Porto, pannos e casemiras
do Ifi.i.
Vendem-se, por preco com-
modo, superior vinho do Porto ,
em barris de quarto, quinto eoi-
tavo : no armazem de Jos Joa-
quim Pereira de Melh, no caes da
Alfdiidcga armazem n. 7 ou
com Novaes & Gompanhia, na ra
do Trdpiche n. 34-
Azeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filho, no Penedo.
Acaba de chegar mais desteja conhecido
azeite, o mais proprio e econmico, para
uso de candieiros de sala, tanto pela sua du-
racSo, como limpeza, e continuar ahaver
sernpre um depozito para suprimento regu-
lar dos freguezes: no armazem dej. J. Tas-
so Jnior: na ra do Amorim n. 35.
Lotera de N. S. do Livrunenlo.
Aos 5:ooo,ooo de rs.
Na loja de miudezas da praca
da Independencia n. 4 9 vende-
se um resto ce bilhetes inteiros ,
meios, quartos, decimos e vigsi-
mos a beneficio de N. S- do Li-
vramento.
Bilhetes inteiros 10,000
Meios 5,ooo
Quartos a,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
CHA 'RETO.
Vende-se superior cha preto,
em caixas de 3o lihras cada urna :
em casa de J. J. Tasso Jnior, na
ra do Amorim n. 35.
Pechincha.
Na loja do Passeio Publico n. 15 vende-
se superior cal virgem, chegada ltimamen-
te de Lisboa, por preco muito commodo pa-
ra acabar.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-seostocompendio, approvado para
as nulas de prinifiras letras, a 480rs.: na
piaca ca Independencia, livraria n.6e8.
Velas de espermacete.
Vendem-se y|as de espermacete, em cai-
xinhas de 20;iB>as : na ra da Cadeia do
Recite o. 48.
- Vende-ae lona americana de algodao,
muilo encorpada, proprias para votas de na-
vio,rodas e denles pertencentes a bolintes,
na ruV la Cadeia do Recife, lo-1 escovens e gollas tudo de ferro coado : na
ra da Cadeia Velba n. 37.
Grande sortimento de fazendas
baratas,
Panno fino preto a 3,000 rs.; ssrja preta
hespanhola, de superior qualidade a 2,500
rs. o covado; setim preto maco, muito su-
perior a 4,000 rs. o covado; alparca, muitol das para engenho,
fin
SALSA PARRILHA
DE
As numerosas experiencias follas como
uso da salsa parrilba em todasaaenfermi-
dades, originadas pe|a impureza dosangoe,
e o bom xito oblido na corte pelo IIIm
Sr. l)r. Sigaud, prosidenle da academia im-
perial de medicina, pelo llloslrado Sr. Dr.
Antonio Jos Peixoto em sua clnica, eem
sua fonada casa de anude na Camboa, po-
lo lllin. Sr. Dr. Saturnino de Olivos, me-
dico do exercilo e por vanos oulros mdi-
cos, permillem hoje de proclamar altamente
as virtudes chTcazes da
SALSA PARRILHA
DE
Nota. Cada garrafa conlem duas librss
de liquido, e a salsa parrilha de Brialol he
garantida, puramente vegetal sem mercu-
rio, iodo, potassium.
Vende-se a 5/000 ra. o vidro na botica do
Sr. Jos Maris Concalvcs liamos : ra dos
Quarteis pegada aouuarlelde polica.
?? f f ff >t Vf f f V *f ? ?
J Deposito de lecidos da fabri- *
ca de Todos os Santos,
a> na Baha. J
Vende-se em casa do Domingos Al-
j ves Hatheus, na ra da Cruz do Re- ,
2 citen. 52, primeiro andar, algodao J
r lransadoda.|uella fabrica, muitupro- 2
= prio para saceos e roupa de escra- "*
^ vos, assim como fio proprio para re-
^a> desdepescar e pavios para vellaa,
a, por preco muito commodo.
A*A'*)iA:S>AA0ai M* AAMMift
Cemento novo a 7,000 rs.a barrica.
Noarmaxom de Antonio Annes, no caos
a Alian niega.
AGENCIA
da 11 miuao Low-Moni .
RUA DA SK.NZAI.LA NOVA 3. 49.
Neste estabeleeimento conli-
ma a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
machinas de
610,800 e i.ooe rs. o covado; cassas| vapor, e taixas de ferro batido e
de flOres brancas, proprias pars cortinados, .
de cama, com 8 1|2 varas a 3,500 rs. a ptfta; C08UO, Ue tOOS 08 lmannos, pa-
cassas chitas a 2,000 rs. ocorle; lencos dej ra dito.
cambraia de linlio, para liumem a 480,560e ., ..
640 rs.; riscado assenladoem metim, pro-l endem-se superiores boll-
priospara ropa de meninos a 200 rs. ocova-j linhos em caixinhas e embrulhos,
do, e outras muitas fazendas em conta : nal .,__ _.____ir____r.
loja da ra do Crespo n. 6. Prol' nos P" cha e cafe, chegados
oliiiiianieni > do Havre preco de
Vende se um depozito de assucar, bem
alreguezado : a tratar na pra{a da Boa Vis-
ta n. 7.
A.ttencao.
Vendom-se na ra estreita do Rozario n.
II, bolacliinhas muito finas de le te em la-
las de 8 libras e a retalho, vindas de Lisboa,
proprias para almnco de ch.ligos em cal la,
passas muito grandes, ameixasde tres qua-
lidades muito cultural, e na mesma se dir
quem vende 100 espadadores muito bem
lutos.
Potassa americana.
No antigo deposito da cadeia velha, n.
12 existe urna pequea porcSo de potassa
americana, chegada recentemente que por
superior rivalisa com adaRussia: vnde-
se por preco razoavel.
liap Paulo Gordeiro.
recentemente chegado do Rio de Janeiro
vende-se na ra da Cadeia do Recite loja n.
jd, do Cunta Amorim.
Deposito de cal virgem.
Cunta ai Amorim, na ruada Cadeia do
Recite, n. 50, vende-ae barris com supe-
rior cal em pedra, chegada pelo ultimo
navio de Lisboa, por menos preco do que
em cuta qualquer parle.
.\rados de ferro.
Na fiiiidic.no da Aurora, em S. Amaro,
vondom-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Moendas superiores
Na fundido de C. Slarr& Companhia,
em S.-Amaro, acham-so venda moendas
do canna, todas de ferro, de um modelo e
cnns ruccf.o muilo superior
Casa de commiss3o de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
4oo rs. cada um : na ra da Crui
do Hecie, armazem n. 62.
CLK EM VELAS.
Vende-se cer.i em velas das
melhores fabricas de Lisboa e do
Kio de Janeiro, sortinentos mui-
to variados e a precos commodos :
na ra do Vigario n. 19, segundo
andar encriptorio de Machado &
l'inheiro.
- Vende-se por preco commodo 1 ptimo
jogo de pistola* de espoleta m.-.i bem acaba-
das, novas, cuja hala cursa a distancia de 60
passos, emprega la ao alvo, com o compe-
tente baloiro; 1 silh0o pera montara dese-
iiliora pouco usado, com os seus pertonces,
obra forte o que nao molesta cavado,* por
isso proprio para viagem; 1 -ama do vento
com muito pouco uso, propria para casal,
bandada toda do sola com tirantes e ferra-
gens proprias para iilezar a lona ; 2 correa-
les para relogin, sendo urna de ouro com
mais de duas oitsvar,, e outra do prata bem
duurada e nova : na ra Nova, armazem
n. 67.
Chitas fines de coreo fixas, com to-
que de a varia, a 4,5oo, 5,000 e
5,5oo rs. a peca.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da es-
quina que vira para a Cadeia, chitas finas,
decores fixas e bons padrArs, com pequeo
toque de avaria, a 4,500, 5,000 e 5,500 rs.a
peva.
-- Vende-se Sal do Assu a bordo da escu-
na S. Jos fundiada junto ao trapiche do al-
gndtlo ti ata-so a bordo da mesma ou na ra
da Cruz do Reciten. 24.
- Traspassa-ae a chave, vende-so a arma-
o que se offerece muitas garantas; aoie maisobjectos de urna loja de couroa,
.:.. ... j "*.:_(. > com muitoscommodos para familia: na ra
a seusdonos ; narua da Cacimba oireita n. 55. *
n. 11, primeiro andar.
Vende-se fumo da trra de superior
qual jdade e por prefo commodo : na ra da
Cruz n. 34, taberna.
eposito de cal e potassa
No armazem da ra da Cadeia
do Kecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
Grande por?5o de fazendas baratas,
na rm do Crespo n. 1/1, loja de
Jos francisco Das, a 160 rs, o
covadoX
Vende-se uaa grande porreo de chitas
muito fixas, do'-povus padroea, com um pe-
queo toque deVifo, a 160 ra. o eovado ;
ditas escuras cora de caf e de vinho, e ou-
tras mais corea moVo fixas, a 200 rs. o co-
vado ; ditas as mai\finas que tem appare-_
cido no mercado, laVto em pannos, como
as tintas, fazenda d\ ultimo gosto, a 240
rs ; riscados francezes'te quadros, fszenda
muito lisa, a 200 rs. o\ovado ; cortes de
chita francezas, com bar, a 3,000 rs ; ma-
rinos pretos de superiores q ialijdes, e
1,800, 2,500, 9,800 e 3,200 A; finlssima al-
paka preta e ale cores faxerMa propria pa-
ra palitos, a C40 rs. o covado; algo 1.1o azul
muito largo, a 160rs. 0covado; pecas de
liroianlia de rolo, com 10 vara!, -fazenda
muito encorpada, a 1,806 ra. a paca; assim
como existen) outras muitas fazendas, por
precos mais baratos do que em outra qual-
quer parte; de tudo se naro arrostras,
deixando seus competentes penhun s
Taixas para engenho
Na fundicao de ferro de fiow-
tnan & Ale. Calluin na ra do
Brum, passando ochafariz, conti-
na a haver um completo sorti-
mento de taixas de ferro fundido e
batido, de 3 a 6 palmos de bocea ,
as quaes acham-se a venda por
preco commodo e com prompti-
dSo, emharcam-se, ou carregam-
se em carros, sem despezas ao com-
prador.
PIANOS.
Vendem-se em casa de Kalk-
mann Irmaos, na ra da Cruz n.
1 o, ricos pianos de Jacaranda, com
excelentes vozes chegados ha
pouco lempo.
Escravos fgidos.
-- CoDtinua estar fgido a preta criuula
de nome felieldadn desde o dia 17 de marco
p. passadu tem os signaes s -guinles : catalu-
ra regular, magra, tem ralla de denles na
trente, algumas marcas de ipinos no rosto,
cor nao muita preta ; levou vestido de chita
um tatito desbotado, panno da Costi azul
ja uzado e um laboleiro pequeo em que an-
da vendendo, mais tem porcostuma ter rou-
pa guardada fora e quando sahe custuma
mudar, os seus pssseios silo constantemente
pelo Qusrtel do Hospicio, Solidada ou pelo
engenho S. Cosme onde tem a mSi : roga-se
piitanlo as authoiidades policisos e capi-
I3es de campo que a prendSo e levem na ra
da Cruz n. 35, que sordo recompensados,
assim como se protesta contra quem a tiver
oceultao pagamento dos das.
- ICm 4 de marco do noToule anno, de-
ssppareceu do engeuho Primavera da co-
marca de Nazareth, o escravo, preto, creou-
lo, de nome Severino, de Idade pouco mais
ou menos 22 annos, bastante fulo, e quando
anda arqueia as pernas para tora, estatura
regular, o reforjado do corpo: roga-se as
autoridades policiaes epapitSea de campo
de o aprehender e levar no mesmo engeoho
ou nesta praca a Manoel Ig.iacio de Oli-
veira.
Oesappareceu hontem as 4 horas da
tarde a prela creoula de nome Floriana por
appelido l'Tor,levando vostido de chita azul,
ontro do cambra a com palminha verde,*
panno Gno preto com relo, tem os signaes
seguinles : magra, de estatura regular, ps
grandes ecompritos, cor fula, olhoa aper-
lados, tem urnas nodoas de panno pela tes-
ta, hombros estreitos e dobrados para tris
quando anda, sinlura lina, e abunda empi-
nada,tei comprada ha pouco ao Sr. Joaquim
Jos Barboza Lobato : quem a pegar leve-a
a ra do Vigario n. 10, em caaa deCuilher-
1110 dos Santos Sazes, que se recompensar
bem.
No dia 28 de fevereiro desspparecso do
engenho Cajabussu' o escravo creoulo de
nome Mariano, bem preto, altura regular,
com falta do denles, tem ar alegre, ha noti-
cia certa de ter seguido para a freguezia da
Escada, e ter ficado por ahi mesmo: quem
o pegar leve ao aterro da Boa-Vista n. 43,
ou no mesmo engenho cima que receber
100,000 rs. de gralificacflo.
Oesappareceu no dia 10 de marco um
molecote de nome Cardoso, que representa
ter 20 annos de idade, baixo, cheio do cor-
po, cor om tanto fula, uno tem oenhoma
. Vnndp.an um n.r Hp nrin n... barba, tem urna especie de aristins nos cal-
ca novos qemTs $' r d fiVoVrw ft ^"Th """I "t* CerU,t"" "f^
reila n. 129, que .ciara com quem tratar "J SH* P!'h* : 'T'** I10""
- Vende-se um moinho de moer caf com T" ^'nl..'m T.JT* "" <",,l""er
vuwssas.....mmm1- ssssbbssb: ssssa
quenas, razas e fundas; e em ambos os lu- .. Ni 0|ari, de Joje de Amor,m Lima n0,
garas exislem guindastes, pars carregarca- coelho, vende-se tenas pelo mdico preco
noas ou carros, livres de despoza : os precos de 20/rjoo o milheiro e tijollos de la irilhus
sSu os mais comino los.
Agencia de Edvyin Maw.
Ra ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
niciDl Companhia, acha-se conalanlemenle
liona .joriiinriuna de Uia de ferro coado e
batido, tanto rasa como fundas, moendas In-
eliaa todas de ferro para aninaea, agoa, alo.
dilaa para armar em madeira de todoa os ta-
inanhoa e madelloa o mala moderno, machina
horlsoiii.il para vapor, com turca de 4 cav.il-
loa, coucoa, paaaadelraa de ferro mandado
Sata caaa de pulgar, por menoa preco que os
ecobre, escovens para navioa, ferro inglez
lauto em barras como em treos folhas, e tudo
por barato preco.
A160980.
Ka roa do Rosario estreita trayessa para o
Quoimad), doposito de J0S0 Jos Mendes da
Silva n. 39-A-, continua-sc a vender latas de
araruta muito supperior como he sabido;
vende-ae em libras a 400 rs., bolachinha, re
galia muilo fina a 320 rs., fatiase biscouli-
11 to de araruta a 320 rs., bolachinha ingleza
a 200 rs., dita quadralaa 240, fali s e bis-
cuulos mais Inferiores em libra a 200 rs ; o
anda vende urna peqnena porg.lo de Pscen-
los de renns que para acabar vendem a 480
rs. um embrulho contando I duzia, vende
tambem caatanhaaeamendoas por commo-
do prego, portanto os freguezes devem pre-
terir, a vista do preco e qualidade.
- Vende-se um sobrado de um andar o so-
lio no principio da ra do Hospicio, cons-
truido ha pouco lempo com tola solidez e
perfeicilu, Com cantara de Lisboa ; grande
quintal murado e plantado de arvoredo; es-
tribara e cacimba : na mesma ra cima,
laberna do leSo de ouro, junto o quartel.
por lx/000; esses materiaes sSo do bom bar-
ro do Monteiro, a vista dos compradores so-
rgo melhor acreditados.
Deposilo de doces.
correa de couro brinco com fivela. O labo-
leiro ha grande e com ts eovernisado de
epcarnado, tambem levou urna bandeja
grande preti, dentro do laboleiro levou um
(landres cmprelo com caituxos de gomius
e beijs ; ha toda descomanla queesse mo-
lequu he draencaminbado poralguemque
co e de calda em caixinhas de todos os ta- nMsnj ,,,,,,1,., ,,", \..".. !!r: *""
pessoa punida com a iei e pasara os diasiln
manhos bem enteit.d.s a vontade do com- servico : portante pede-se.saSlorid.d po-
prador e de cal la em barnlinnos mais bem ,ici,ey3 0 Mpliaes de campo o prend.m eo
hilo do qu. ero onlr. qualquer parte na ru. ,eem ruaMA,JgU8l,-. 33^ sloPgend0 qno
,?g ">i* pegado no bairro do Sanio Anionso -
Na ra do Queimado n. I. ( Oesappareceu nodia 8 do corrente mez
Vendo-so um cavallo, muito bom carre- de abril urna negra Mossambique, de nome
gador. me Joaquina, com idade.de 4o .nnos, pouco
-. Vende-se ou hypotheca-se pela quantia mais ou menos; alta, secca do cjrpo, levou
de 500,000 rs. urna excellente casa terrea, vestido novo de riscadinho azul e bronco, e
toda envidrando, tem 7 quartos, cosinha orna miada ue missanga no peacoco.tem pe-
tera, corredor separado, portan ao lado do 'a cara e bocea pannos brancos; no peito e
oiuto, quintal lodo murado, tem estribara e na testa lavores de bolbaa (enfete de sua
y nano para pr.-tos : os pretendemos podem terraj, anda va vendendo ortalice em um la-
dirigir-ao a ra Nova n. 1, loja de alfaiate, buleiro j velbo com tala pregada noa cau-
que ahi se dir quem faz o negocio. tos e urna travessa no meio do fundo por
Vendem-se 6 cadeiraaeuma marque- fura: pede-se a todas aa autoridades pli-
za e um jogo de bancas, Indo de oleo em ciaes e capitses de campo que o virem,
bom uso: na ra do llangel, luj de inarc- aprendam e cooduzam ao largo da Trompe,
neiro n. 22. sobrailo n. 1, ou na ra da Cadeia do Reci-
Vende-se urna cadeirinha de arruar ter- te, defronle rada ite damasco de seda e domada, obra gait oaeu trabalho com generosluade. Vil.
bem folla e nova : 111 ra Velha o. 57. esta escrava tem em urna das orelnas uni
M o u ra s (1 o u r a da i --"- .8----.- -0-l,-rA^lncn,, "m, e
de tedas os larguras : vendem-ae no arma-
zem de Kallknunn Iraiflos.ruada Cruz n. 10.
veio do Aracaly ba pouco lempo.
. t
m*r


Full Text
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